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domingo, 6 de abril de 2014

AS 10 TEORIAS MAIS BIZARRAS DA CIÊNCIA

1. TEORIA DO BIG BANG
Toda a gente conhece esta teoria, é uma das mais aceites atualmente para explicar a origem do universo, principalmente porque muitas das suas explicações puderam ser comprovadas em observações e medições espaciais. De acordo com esta teoria, o tempo e o espaço, provavelmente, não existiam antes do Big Bang (de acordo com a concepção de que tempo e espaço estão ligados como postulado pela Teoria da Relatividade de Einstein). De igual forma, a teoria não permite saber onde está o centro do universo e não é possível ainda saber se o universo está a expandir-se dentro de alguma outra coisa ou se não há nada além das suas fronteiras. Trata-se de uma teoria tão polêmica que até mesmo os cientistas que creem fielmente nela têm divergências quanto aos seus resultados. Exemplo disso é a idade do universo que ela possibilitou prever. Antes de chegarem a um consenso de que o universo deve ter 13,7 bilhões de anos, com uma margem de erro de uns 200 milhões de anos para mais ou menos, os cálculos feitos ao longo do século XX baseados na Teoria do Big Bang apontaram resultados que variaram de 2 bilhões a 20 bilhões de anos para a idade do cosmos. 2. TEORIA DO CAOS
De acordo com esta teoria, muitos dos fenômenos que imaginamos acontecer aleatoriamente são na verdade previsíveis. Todavia, a sua previsão é tão complexa que dificilmente é precisa e duradoura. Mesmo com essa perspectiva pessimista, os cientistas têm aplicado a Teoria do Caos em várias áreas, nomeadamente no estudo dos fenômenos climáticos. Para representar a fragilidade das previsões oriundas da Teoria do Caos criou-se a imagem de que o bater de asas de uma borboleta na China pode provocar um furacão nos Estados Unidos. Isto porque, segundo a teoria, um evento aparentemente insignificante pode ter consequências imprevisíveis, uma vez que o resultado final é determinado por ações interligadas de forma extremamente complexa e aparentemente aleatória. A alegoria do “efeito borboleta” tenta ilustrar que o caos está justamente entre os fenômenos regulares e os aleatórios. Assim, há uma conexão entre eventos passados e futuros, mas ela não é forte o suficiente para garantir uma previsibilidade a longo prazo. 3. TEORIA DO MUNDO PEQUENO
Você já deve ter usado a expressão “mas que mundo pequeno”, fato que comprova na prática essa teoria bizarra! A Teoria do Mundo Pequeno, também conhecido como “A dos seis graus de separação”, diz basicamente que para conhecer qualquer indivíduo em qualquer parte do mundo é necessário, no máximo, estabelecer uma rede de contatos com seis pessoas. Assim, segundo essa teoria é normal você conhecer por acaso alguém e descobrir que ele é um amigo ou parente de algum outro conhecido seu. Portanto, aquilo que você sempre imaginou ser uma incrível coincidência, não o é. A Teoria do Mundo Pequeno já foi testada de várias formas, de modelos matemáticos a experiências de psicologia social. Uma das aplicações mais importantes dessa teoria está na área de saúde, pois graças a ela é possível identificar pessoas muito conectadas e potenciais disseminadoras de uma determinada doença, evitando-se o surgimento de pandemias. 4.TEORIA DAS SUPERCORDAS
Os antigos gregos acreditavam que havia um elemento indivisível a que chamaram átomo. Mais tarde descobrimos que, de facto, os átomos são compostos por partículas subatômicas e também estas são compostas por outros elementos ainda menores. Essas descobertas de que o indivisível era divisível seguiram até que a Teoria das Supercordas propôs que as partículas que compõem o Universo teriam a forma de cordas vibrantes e que cada vibração estabeleceria as características de uma determinada partícula. Segundo o astrofísico Stephen Hawking, as diferentes oscilações de uma corda dão origem a diferentes massas e cargas de força, que são interpretadas como partículas fundamentais. A Teoria das Supercordas levou os cientistas a imaginarem que o antigo sonho de Einstein em unificar todas as teorias estava agora ao alcance deles. 5. TEORIA DO TUDO
Albert Einsten passou a vida a procurar uma união das teorias da física num único conjunto de equações. Ele almejava uma teoria da unificação geral, ou uma Teoria do Tudo, que na época significava unir a relatividade com o eletromagnetismo. Com a descoberta das forças que agem dentro do átomo e a teoria quântica, a busca pela Teoria de Tudo ficou ainda mais complexa, mas vários cientistas continuaram a persegui-la. Quando surgiu, a Teoria das Supercordas foi considerada durante algum tempo como a teoria fundamental do universo. Mas para ela explicar todos os componentes da natureza numa única teoria era necessário considerar que o universo tivesse 10 ou 11 dimensões, isto é, seis ou sete dimensões a mais do que aquelas que conseguimos vivenciar no nosso espaço-tempo. E onde estariam essas dimensões? Segundo os cientistas, nós não as notamos pois elas estariam enroladas em si mesmas, como tubos minúsculos. 6. ANTIMATÉRIA
O físico britânico Paul Dirac resolveu em 1928 dar uma revisão na famosa equação E=m.c2 e concluiu que Einstein “esqueceu-se” de um detalhe. Segundo Dirac, Einstein considerou que a massa, o “m” na equação, era sempre positiva. Para o físico britânico, no entanto, o “m” poderia ter propriedades negativas também. Ao reescrever a equação, Dirac a definiu como: E=+ou–m.c2. A conclusão dele era que deveríamos considerar a existência de antipartículas no nosso universo. E o que seriam essas antipartículas? Nada mais do que o espelho da matéria normal. Cada antipartícula tem a mesma massa que a original mas com carga eléctrica inversa. Desde então, várias experiências têm provado a existência dessa antimatéria, com a descoberta dos positrões, electrões com caga positiva, e dos antiprótons, prótons com carga negativa. O contato da antimatéria com a matéria resulta numa explosão que emite radiação pura. 7. PRINCÍPIO DA INCERTEZA
O físico alemão Werner Heisenberg formulou a ideia de que nas experiências quânticos, quanto mais tentamos medir a posição exata, menos conseguimos medir a sua velocidade e vice-versa. Isso porque, segundo Heisenberg, no mundo quântico é inevitável que a observação de seus fenômenos influencie o estado e a velocidade das pequenas partículas que o habitam. Assim o mundo quântico seria probabilístico, pois a cada tentativa de observá-lo afetamos ou a velocidade ou a posição das suas partículas. Isso faz com que haja uma incerteza em relação ao que se está a observar. Por conta disso, boa parte das explicações sobre a mecânica quântica vêm de experiências mentais criados pelos cientistas, baseadas nas observações reais em nível quântico, mas levando em consideração o Princípio de Incerteza de Heisenberg. 8. INTERPRETAÇÃO DE COPENHAGA
Você acredita que a cadeira em que está sentado continuará a “comportar-se” da mesma forma quando você não estiver por perto a observando? Mas pode ser que isso não aconteça em outras situações. Segundo alguns cientistas, as partículas no universo quântico comportam-se dependendo do observador. E isso é explicado pelo que eles chamam de Interpretação de Copenhaga. Segundo o físico Niels Bohr, um dos mais importantes cientistas de todos os tempos, uma partícula quântica não existe num estado ou outro, mas em todos os seus possíveis estados ao mesmo tempo. Somente quando a observamos é que ela decide em que estado se apresentará, probabilisticamente. O fato dela poder apresentar-se de forma diferente a cada vez, por conta dos fatores envolvidos na observação, explica porque as partículas quânticas têm um comportamento irregular. Se pudesse ser aplicada a coisas bem maiores, a Interpretação de Copenhaga significaria que, enquanto você não está a observar, os móveis da sua sala podem estar a fazer a maior festa ou estarem simplesmente imóveis, tudo ao mesmo tempo. 9. TEORIA DO MULTIVERSO
Essa teoria é o oposto da Interpretação de Copenhaga. Ela afirma que, para cada possível resultado de uma ação, o mundo se divide numa cópia de si mesmo. Se você disparar um tira contra a sua própria cabeça há duas possibilidades: a arma dispara e você morre ou ele falha, não dispara e você vive. Segundo a teoria, ao apertar o gatilho o universo imediatamente se divide em dois, num deles você morre e no outro você continua vivo. A Teoria do Multiverso está relacionada com a ideia de universos paralelos. Para muitos, no universo quântico as partículas mudariam de “comportamento” em função de nossa observação. Para os adeptos da Teoria do Multiverso, na verdade, essa impressão vem do fato de estarmos a observar apenas um dos vários universos possíveis em que aquela partícula existe. 10. TEORIA DO PRINCÍPIO ANTRÓPICO
Enquanto a Teoria do Big Bang mostra a nossa insignificância perante o cosmos, a ideia do Princípio Antrópico tenta justamente provar o oposto. Basicamente ela diz que tudo o que existe no universo existe por uma única razão: possibilitar a nossa existência. Provavelmente nem Alexandre, o Grande, conseguiu ser tão megalomaníaco quanto os cientistas que desenvolveram essa hipótese. Para eles, desde o Big Bang até ao universo quântico, tudo conspira intencionalmente para um único fim: a existência do ser humano. De acordo com o Princípio Antrópico o homem é o centro e a razão de ser do universo. Os seus defensores acreditam na hipótese de que os valores de determinadas constantes no cosmos não são simples coincidência. Um dos componentes dessa teoria é a ideia de que o nosso universo é apenas um dos muitos que existiriam em algo bem maior chamado de “multiverso”, um lugar formado por vários universos. Em alguns desses universos poderia estar a acontecer alguma espécie de evolução darwiniana que culminaria também com o surgimento da vida. Desacreditada no começo do século XX por soar mais como teologia do que ciência, a ideia de que o universo foi feito sob medida para o homem tem ganhado a adesão de importantes cientistas nas últimas décadas. FONTE:CIENCIA-ONLINE

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