Powered By Blogger

Total de visualizações de página

Postagens populares

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

BATOM E GLOSS EM EXCESSO PODEM TE MATAR

Pessoas que não usam batom ou gloss têm pelo menos um bom motivo para continuar não usando: estudo realizado por pesquisadores da Universidade da Califórnia em Berkeley (EUA) analisaram diversas amostras desses cosméticos e encontraram níveis perigosos de chumbo, cádmio, alumínio e outros metais que podem fazer mal à saúde. Produtos comuns, incluindo sabonetes, podem conter tóxicos extremamente nocivos à saúde “Apenas encontrar esses metais não é o problema; o que importam são os níveis”, explica a professora S. Katharine Hammond, líder da equipe. “Alguns dos metais tóxicos estão presentes em níveis que podem ter efeitos a longo prazo”. Uma vez nos lábios, batom e gloss são pouco a pouco absorvidos através da pele ou ingeridos sem a pessoa se dar conta. Mesmo usados em quantidades considerados aceitáveis (24 mg/dia), esses cosméticos podem expor a pessoa a níveis perigosos de cromo (que pode causar câncer de estômago) e manganês (que pode atacar o sistema nervoso), entre outros. Os pesquisadores detectaram chumbo em 24 das 32 marcas analisadas e, embora os níveis estejam abaixo do mínimo “seguro” para adultos, é recomendável deixar maquiagem longe de crianças, já que não há nível de exposição seguro para elas. Não é o caso, de acordo com os autores, de jogar fora batons e embalagens de gloss, mas de manter cautela em relação a esses produtos e evitar o uso excessivo. FONTES:ScienceDaily, Medical Xpress, Environmental Health Perspectives

REFRIGERANTES DIETÉTICOS PODEM MATAR VC

Duas universidades americanas uniram esforços para investigar um produto alimentício muito consumido nos últimos anos. Em uma comparação entre refrigerantes normais e refrigerantes dietéticos, pesquisadores da Universidade de Miami (Flórida) e da Universidade de Columbia (Nova Iorque) descobriram que os últimos podem ser mais nocivos à saúde. O consumo de refrigerantes feitos para emagrecer, conforme eles apuraram, aumenta mais do que o refrigerante comum o risco de derrame, ataque cardíaco e morte vascular. Em uma pesquisa com 2.564 voluntários, que tiveram analisadas suas dietas e quadros de saúde, os pesquisadores descobriram que aqueles que costumavam beber refrigerantes dietéticos eram 43% mais propensos a estas doenças. A pesquisa levou em conta condições pré-existentes, especialmente aquelas ligadas a problemas vasculares, como disfunções no metabolismo, diabetes e pressão alta. E o maior risco vale tanto para consumo moderado quanto exagerado: entre uma vez por mês e seis por semana, o panorama geral dos pesquisados foi de chances elevadas de problemas vasculares. Embora os números tenham passado essa informação, os cientistas não souberam detectar exatamente os motivos da tendência. Ainda é necessário, segundo eles, estudar tanto o refrigerante comum quanto o dietético para tirar conclusões mais precisas. FONTE: ScienceDaily

FRUTAS CÍTRICAS PODEM DIMINUIR O RISCO DE DERRAME EM MULHERES

Um novo estudo afirma que uma dieta rica em frutas cítricas, como laranja, limão e abacaxi, pode reduzir o risco de derrame em mulheres. Na pesquisa, mulheres que comeram mais frutas cítricas tiveram um risco 19% menor de ter um acidente vascular cerebral isquêmico do que mulheres que comiam menos. Em um acidente vascular cerebral isquêmico, o fluxo sanguíneo para o cérebro é bloqueado, às vezes por entupimento das artérias. O estudo acompanhou 69.622 mulheres por 14 anos, com os participantes relatando a sua ingestão de alimentos (incluindo detalhes sobre o consumo de frutas e vegetais) a cada quatro anos. Os pesquisadores examinaram as dietas das mulheres, olhando para as seis principais subclasses de flavonoides – flavanonas, antocianinas, flavan-3-ols, polímeros de flavonoides, flavonóis e flavonas. Segundo os cientistas, flavanonas podem reduzir o risco de derrame através de vários mecanismos, incluindo a melhoria da saúde dos vasos sanguíneos e a contenção da inflamação. A NOVA PESQUISA Embora outros estudos tenham analisado os benefícios de comer frutas em geral, no novo estudo, os pesquisadores analisaram diferentes tipos de frutas. Pesquisas anteriores mostraram que os compostos chamados flavonoides encontrados nas frutas, e também em vegetais, chocolate e vinho tinto, poderiam beneficiar a saúde, mas nem todos os flavonoides parecem ter o mesmo efeito sobre o risco de derrame. No novo estudo, não havia nenhuma ligação entre o consumo de flavonoides em geral e o risco geral de AVC, ou derrame. Mas frutas cítricas contém um subgrupo de flavonoides, chamado flavanonas, e estes compostos é que foram relacionados com menor risco de AVC. As flavanonas podem ser encontradas em sucos cítricos, mas os cientistas recomendam comer mais frutas em vez de beber mais suco, porque sucos comerciais tendem a conter uma grande quantidade de açúcar. Além disso, estudos anteriores sobre consumo de frutas e risco de derrame tiveram resultados mistos. Por exemplo, um estudo descobriu uma ligação entre o aumento do consumo de frutas brancas como peras e maçãs e menor risco de derrame, mas não encontraram nenhuma ligação de frutas amarelas e alaranjadas. Mais estudos são necessários para confirmar a associação entre o consumo de flavanona e o menor risco de derrame. FONTE: MSN

OS PERIGOS DO AÇÚCAR

Robert Lustig é um médico americano da Universidade da Califórnia (San Francisco, EUA), especialista em obesidade. Recentemente, ele tem promovido uma campanha para que haja leis restritivas de consumo de açúcar semelhantes às existentes para o álcool e tabaco, o que limitaria especialmente o acesso das crianças a produtos açucarados. Será que existe motivo para tanta preocupação? O endocrinologista, que lançou um vídeo no Youtube no qual fala sobre o assunto (que já ultrapassou 2 milhões de visualizações), cita como exemplo uma série de doenças. Ele defende que o número de problemas de saúde como pressão alta, doenças do coração e vícios alimentares eram muito menores há 30 anos, e o responsável pelo salto nos índices foi o açúcar. Como exemplo, o médico cita diabetes. Em 2011, havia 366 milhões de diabéticos no mundo (o equivalente a 5% da população), mais do que o dobro em 1980. Mais ou menos nessa época, o mundo começou a se preocupar e eliminar a quantidade excessiva de gordura na alimentação. Mas ninguém sabia que alguns lipídios são bons para o organismo: a ordem era cortar o máximo de gordura possível. De lá para cá, fomos substituindo a gordura por açúcar. No Reino Unido, por exemplo, os índices são alarmantes: desde 1990, o consumo de açúcar cresceu 35%. Entre as crianças, a ingestão de glicose representa 17% do total de calorias diárias. Como é que chegamos a esse ponto? A resposta do médico americano está nos produtos industrializados. Nos últimos anos, conforme ele explica, todos já sabem que açúcar em excesso pode fazer mal. Por isso, substituímos o açucareiro pelo adoçante, por exemplo, e tentamos cortar o açúcar dos alimentos que nós mesmos preparamos. O problema é que o “açúcar invisível”, já embutido no alimento que vem da fábrica, atinge uma quantidade cada vez maior de produtos. Se você examinar o rótulo dos produtos que colocou em seu carrinho de supermercado, vai descobrir que existe açúcar em coisas que você nem imaginava. Muitas pessoas engordam, por exemplo, porque o açúcar é um inibidor natural da leptina, o hormônio através do qual o estômago diz ao corpo que “já está bom, pode parar de comer”. Algo como uma trava natural. Este e outros efeitos nocivos indiretos à saúde por parte do açúcar também são objeto de estudo do endocrinologista americano. O caminho para a restrição de tais produtos, conforme o próprio Robert Lustig afirma, é complicado. A indústria alimentícia resiste às tentativas de baixar os índices de açúcar nos produtos por que acreditam – provavelmente com razão – que o consumo vai cair significativamente se os alimentos nas formas em que as pessoas estão acostumadas mudarem. A vontade de mudar, dessa forma, deve partir primeiramente do consumidor. FONTE:Telegraph

O LADO MALIGNO DOS ADOÇANTES ARTIFICIAIS

Alternativas aparentemente saudáveis em comparação com o açúcar, os adoçantes artificiais podem, no fim das contas, prejudicar seu metabolismo, alerta a pesquisadora Susan E. Swithers, da Universidade de Purdue (EUA). Ela lembra que o consumo regular de bebidas adoçadas artificialmente foi vinculado a aumento no risco de obesidade, diabetes tipo 2 e de síndrome metabólica, como demonstrado por um estudo divulgado em 2009 na revista Diabetes Care, em que foram analisados 5 mil adultos. “Não é incomum que as pessoas recebam a mensagem de que produtos adoçados artificialmente são saudáveis, vão ajudá-las a perder peso ou evitar que ganhem peso novamente”, diz. “[Porém], os dados que dão suporte a essas afirmações não são muito fortes”. De modo direto, os adoçantes podem provocar alterações nos circuitos cerebrais ativados por substâncias doces, fazendo com que a pessoa precise de mais para se satisfazer. Indiretamente, pode levar o consumidor a cair na armadilha de abusar de produtos calóricos, como se o adoçante “compensasse”. “As mensagens atuais de saúde pública para limitar a ingestão de açúcares deveriam ser expandidas para incluir todos os adoçantes”. FONTES:Medical Xpress, NPR, Diabetes Care

5 RAZÕES PARA NÃO TOMAR REFRIGERANTES

Mesmo que você não saiba por que, com certeza sabe que refrigerante não faz bem. Desprovido de qualquer valor nutricional, essa água açucarada engorda, leva à obesidade e diabetes, além de outros vários males que não recebem muita atenção nas discussões de saúde, mas que listamos aqui na esperança de lhe recrutar para o lado do suco natural, chá e outras bebidas mais saudáveis. Confira: 1 – ENVELHECIMENTO ACELERADO Normal, diet, light ou zero, todos os refrigerantes de cola contêm fosfato, ou ácido fosfórico, um ácido que dá ao refri seu sabor típico e aumenta seu tempo de prateleira. Embora ele exista em muitos alimentos integrais, tais como carne, leite e nozes, ácido fosfórico em excesso pode levar a problemas cardíacos e renais, perda muscular e osteoporose, e um estudo sugere que poderia até provocar envelhecimento acelerado. O estudo, publicado em 2010, descobriu que os níveis de fosfato encontrados em refrigerantes fizeram com que ratos de laboratório morressem cinco semanas mais cedo do que os ratos cujas dietas tinham níveis normais de fosfato. Pior ainda é a tendência preocupante dos fabricantes de refrigerantes de aumentar os níveis de ácido fosfórico em seus produtos ao longo das últimas décadas. 2 – PODE CAUSAR CÂNCER Em 2011, a instituição sem fins lucrativos Centro de Ciência para o Interesse Público solicitou à Administração de Alimentos e Drogas americana para proibir o corante artificial caramelo usado para fazer Coca-Cola, Pepsi e outros refrigerantes marrons. O motivo: dois contaminantes na coloração, 2-metilimidazole e 4-metilimidazol, que já causaram câncer em animais. De acordo com uma lista proposta na Califórnia de 65 de produtos químicos conhecidos por causar câncer, apenas 16 microgramas por pessoa por dia de 4-metilimidazol é o suficiente para representar uma ameaça de câncer. Qualquer refrigerante (normal, diet, zero) contêm 200 microgramas por 570 ml. 3 – DENTES PODRES E PROBLEMAS NEUROLÓGICOS Nos EUA, dentistas até deram o nome de um refrigerante (boca “Mountain Dew”) para uma condição que eles veem em um monte de crianças que o bebem demais. Elas acabam com a boca cheia de cáries causadas por níveis de açúcar em excesso. Além disso, um ingrediente chamado óleo vegetal bromado, ou BVO, adicionado para evitar que o aroma separe-se da bebida, é um produto químico industrial usado como retardador de chamas em plásticos. Também encontrado em outros refrigerantes e bebidas esportivas baseados em citros, o produto químico tem sido conhecido por causar distúrbios de memória e perda nervosa quando consumido em grandes quantidades. Os pesquisadores também suspeitam que o produto químico se acumula na gordura do corpo, podendo causar problemas de comportamento, infertilidade e lesões nos músculos do coração ao longo do tempo. 4 – LATAS TÓXICAS Não é apenas o refrigerante que causa problemas. Quase todas as latas de alumínio de refrigerante são revestidas com uma resina chamada bisfenol A (BPA), usada para impedir os ácidos do refrigerante de reagir com o metal. BPA é conhecida por interferir com os hormônios e tem sido associada a tudo, de infertilidade a obesidade a algumas formas de câncer. E, enquanto a Pepsi e a Coca-Cola estão atualmente envolvidas em uma batalha para ver qual empresa pode ser a primeira a desenvolver uma garrafa de plástico 100% baseada em plantas que elas estão divulgando como “sem BPA”, nenhuma empresa está disposta a retirar a substância das latas de alumínio. 5 – POLUIÇÃO DA ÁGUA Os adoçantes artificiais utilizados em refrigerantes diet não quebram em nossos corpos, e nem o tratamento de águas residuais consegue separá-los antes que entrem nos cursos de água. Em 2009, cientistas suíços testaram amostras de água tratada, rios e lagos na Suíça e detectaram níveis de acessulfame K, sucralose e sacarina em todos, substâncias usadas em refrigerantes diet. Um teste recente em abastecimentos de água municipal nos EUA também revelou a presença de sucralose em todos os 19 estudados. Não está claro ainda o que esses níveis encontrados podem fazer com as pessoas, mas pesquisas anteriores concluíram que a sucralose em rios e lagos interfere com os hábitos de alimentação de alguns organismos. Há indicações de que refrigerantes de cola podem prejudicar o esperma e até causar paralisia muscular. Além de potencialmente causarem tantos problemas, podem ser viciantes. FONTE: MSN NOTICIAS

REFRIGERANTES PODEM ALTERAR SEU CÉREBRO

Fãs de refrigerantes foram incitados a pensar antes de tomar depois que uma pesquisa científica apontou que as bebidas açucaradas poderiam mudar “profundamente” o cérebro. Os pesquisadores descobriram que os refris podem levar à hiperatividade por um longo período, e alterar centenas de proteínas no cérebro. As bebidas gaseificadas já tinham sido previamente associadas com aumento do risco de ataques cardíacos, diabetes, ganho de peso, ossos frágeis, câncer de pâncreas e próstata, fraqueza muscular e paralisia. Contudo, como se tudo isso ainda não fosse ruim o suficiente, o estudo mais recente foca nos seus efeitos sobre o cérebro, ao invés do resto do corpo. A pesquisa, de cientistas australianos, foi realizada com ratos que foram alimentados com água adoçada. Os animais se tornaram hiperativos depois de beber a água e tecidos retirados de uma parte de seus cérebros mostraram alterações nos níveis de quase 300 proteínas diferentes. Refrigerantes engordam por uma razão diferente da esperada Jane Franklin, uma pesquisadora da Universidade Macquarie, em Sydney, disse que houve um “aumento alarmante” no consumo de bebidas adoçadas na maioria das sociedades ocidentalizadas, e avisou que elas só devem ser consumidas como uma regalia. “Para muitos adultos, estas bebidas representam uma parte substancial de sua ingestão diária de caloríficos”, explicou. “Nossa pesquisa sugere que o consumo a longo prazo de bebidas com açúcar no lugar da água pode causar mudanças duradouras de comportamento e uma profunda mudança na química do cérebro”, descreve, dando, ainda, uma solução para o problema que pode ser aplicada diretamente ao cotidiano de quem tem o hábito de consumir muito destas bebidas. “Se você está com sede, beba água. Refrigerantes devem ser apreciados com moderação. Eu acho que podemos dizer que beber muito refrigerante pode afetar a química do cérebro, tanto quanto afeta a sua cintura. Então pense antes de beber”. No início deste ano, Jeremy Hunt, o Secretário de Saúde da Inglaterra, sugeriu que o país devia considerar a proibição de refrigerantes nas escolas – medida que já foi aplicada em várias cidades brasileiras. FONTE:Daily Mail