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domingo, 11 de abril de 2010

Oceano da lua de Júpiter pode abrigar vida

Nos oceanos de uma lua a centenas de milhões de quilômetros do sol, algo complexo pode estar vivo - neste momento. Embaixo da crosta gelada da lua Europa, de Júpiter, acredita-se que haja um oceano global de até 160 quilômetros de profundidade, sem terra à vista na superfície. Esse oceano extraterrestre está atualmente sendo alimentando com oxigênio a níveis mais de 100 vezes maiores do que modelos anteriores sugeriam, de acordo com uma nova e instigante pesquisa. Essa quantidade de oxigênio é suficiente para manter mais do que formas de vida microscópicas: pelo menos três milhões de toneladas de criaturas semelhantes a peixes podem teoricamente viver e respirar em Europa, afirma o autor do estudo, Richard Greenberg, da Universidade do Arizona, em Tucson. "Não há nada dizendo que existe vida lá agora", disse Greenberg, que apresentou seu trabalho mês passado em um encontro da Divisão para Ciências Planetárias da Sociedade Astronômica Americana. "Mas sabemos que existem condições físicas para sustentá-la."
“Na verdade, com base no que sabemos sobre a lua jupiteriana, parte do leito marítimo de Europa deve se parecer muito com os ambientes ao redor das chaminés hidrotérmicas do oceano profundo”, afirma o ecologista molecular de oceano profundo Timothy Shank. "Ficaria chocado se não existisse vida em Europa", disse Shank, da Instituição Oceanográfica Woods Hole, que não esteve envolvido no estudo. Apesar das novas e promissoras estimativas, é cedo demais para ir além das especulações sobre como a vida em Europa pode ter evoluído. Um olhar mais próximo - talvez por meio de uma missão da Nasa em desenvolvimento - será necessário para dizer exatamente como as substâncias químicas estão distribuídas em Europa e como a história geológica da lua pode ter contribuído para as chances de vida no local.
A Nova e Brilhante Cobertura de Europa – O astrônomo Galileu Galilei descobriu Europa em 1610. Mas foi apenas quando Galileo, a espaçonave da Nasa, alcançou o sistema de Júpiter em 1995 que os cientistas foram capazes de estudar a lua em detalhes. O que a sonda Galileo descobriu foi tão empolgante que a Nasa deliberadamente fez a espaçonave colidir com Júpiter em 2003 para evitar que ela contaminasse uma de suas próprias descobertas: o oceano salgado sob a superfície de Europa.Embora a sonda não tenha visto diretamente o oceano, cientistas estão certos de que ele está lá, com base na idade, composição e estrutura da superfície gelada da lua. “Por exemplo, imagens da superfície brilhante da lua sugerem uma formação relativamente recente”, afirma Greenberg, que também é autor de "Unmasking Europa: The Search for Life on Jupiter's Ocean Moon". Europa, como os outros planetas e luas do nosso sistema solar, tem mais de quatro bilhões de anos de idade. Mas a relativa falta de crateras de impacto implica que a crosta gelada tem apenas 50 milhões de anos. "Hoje, existe uma superfície completamente diferente da que havia no tempo em que os dinossauros foram extintos da Terra", disse Greenberg.
A "Repavimentação" Envia o Oxigênio Constantemente para Baixo? – A superfície lisa de Europa é maculada apenas por fissuras escuras entrecruzadas que sugerem que a camada de gelo está sendo expandida e comprimida pela força das marés. "Na Terra, estamos acostumados a pensar nas marés como algo observado no litoral", explica Greenberg. Mas em uma escala maior, a gravidade do sol e da luz constantemente contrai e expande a Terra como um todo. Europa, que tem mais ou menos o tamanho da nossa lua, também sofre com marés, porém não do sol, mas da gravidade de Júpiter.
A fricção causada por todo esse estiramento das marés provavelmente aquece Europa o bastante para manter a água líquida, afirma Greenberg, mesmo com a lua jupiteriana estando a 778 milhões de km do sol. O material oceânico mais quente pode verter através das fissuras do gelo e congelar na superfície na mesma velocidade em que o gelo velho afunda e derrete no líquido interior. Esse ciclo de "repavimentação" explicaria a aparência jovem da superfície gelada e abre a porta para que o oxigênio da superfície permeie o oceano escondido. O oxigênio é criado quando partículas carregadas do campo magnético de Júpiter atingem o gelo. Com suas estimativas do ritmo de repavimentação da lua, Greenberg acredita que levaria de um a dois bilhões de anos para o primeiro oxigênio da superfície alcançar o oceano abaixo.
Hora de Crescer – Segundo a hipótese de Greenberg, alguns milhões de anos depois do processo de pavimentação do gelo ter começado, os níveis de oxigênio nos mares de Europa alcançaram seus níveis atuais - que excedem os níveis dos oceanos da Terra. Esse período na verdade aumenta as chances de que a vida como conhecemos tenha lançado raízes em Europa. Para começar, a maioria das formas de vida primitiva precisa da ausência de oxigênio para se formar, explica Greenberg. "O oxigênio tende a causar o rompimento de outras moléculas", disse ele, logo, material genético como DNA não pode se agregar livremente com a presença de oxigênio. "Você precisa desse atraso para que material genético e estruturas possam tomar forma", disse ele. "Assim, quando o oxigênio chegar, os organismos vão pelo menos ter uma chance de sobrevivência."
De forma semelhante, uma abundância repentina de oxigênio pode simplesmente matar formas de vida que não estão acostumadas com o elemento altamente reativo. Mas se o oxigênio for introduzido lentamente, as criaturas podem evoluir para tolerá-lo e mesmo passar a depender dele, em um processo que se acredita ter acontecido nos primórdios da Terra. A Posição Contra Animais em Europa – Para que a generosa estimativa de oxigênio de Greenberg no oceano de Europa - e a hipótese resultante de que criaturas parecidas com peixes podem existir por lá - seja viável é necessário que a repavimentação da superfície tenha acontecido a uma taxa relativamente estável, no caso, uma renovação completa a cada 50 milhões de anos. Mas o cientista planetário Robert Pappalardo afirma que o processo talvez tenha sido mais intermitente, portanto, o nível de oxigênio - e a chance de peixes - seria menor. "Talvez há 50 milhões de anos ela estivesse se revolvendo e, agora, ela tenha desacelerado e se tornado muito mais letárgica", disse Pappalardo, um graduado pesquisador do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa em Pasadena, Califórnia.
Como exemplo, Pappalardo cita a prisão gravitacional de Europa à sua lua vizinha Io, que tem uma órbita excêntrica ao redor de Júpiter. Isso significa que Io pode estar atraindo e repelindo Europa em ciclos extremos, resultando em períodos de alta e baixa fricção de maré sobre Europa. Mesmo nesse cenário, o oxigênio pode alcançar o oceano, embora talvez não em quantidades que favoreçam formas de vida complexas. Já que o gelo se comporta como um fluido durante períodos longos de tempo (pense em geleiras), segundo ele, elementos de superfície poderiam alcançar o oceano de Europa por meio do gelo sólido. "Imagine uma lâmpada de lava: aglomerados de material mais quente sobem, e aglomerados mais frios descem. A diferença é que, no gelo, pode levar uma centena de milhares de anos para um aglomerado subir." Enquanto isso, se a atividade das marés sobre Europa ocorrer intermitentemente, haveria uma mudança das taxas nas quais calor e nutrientes do manto rochoso se fazem presentes, diz ele. "Digamos que haja micróbios lá embaixo", acrescentou Pappalardo. "O que significaria para sua evolução se a cada centena de milhares de anos houvesse muito mais calor e elementos químicos? Isso levaria a organismos muito mais resistentes", mas não necessariamente à vida complexa.
Para avaliar as chances de vida em Europa também é preciso saber se o calor da fricção das marés chega até o seu núcleo rochoso. Se o núcleo sólido for mesmo quente, disse ele, "então talvez haja alguma fonte de fumaça preta liberando calor e substâncias químicas". Se não for, os nutrientes dissolvidos necessários para sustentar a vida seriam muito mais limitados. Na verdade, mesmo com vastas quantidades de oxigênio na água, segundo a astrobióloga Cyntia Phillips do Instituto SETI, é improvável que Europa abrigue alguma coisa maior que microorganismos, considerando sua quantidade estimada de nutrientes químicos básicos para a vida. "Embora seja realmente excitante pensar em uma lula gigante em Europa, há poucas chances de haver alguma coisa desse tamanho", disse Phillips.
Procura-se: Espaçonave que Perfure Gelo, Nade e Aspire – Para alguns, entretanto, a idéia de que exista pelo menos vida microscópica em Europa é plausível o bastante para que pesquisadores, inclusive Shank (de Woods Hole), já fiquem de olho nas chaminés hidrotérmicas superaquecidas como analogias possíveis. Alguns microorganismos podem prosperar nos gases criados pelas substâncias químicas expelidas por essas chaminés. Em Europa, tais substâncias podem ser a base de uma cadeia alimentar que, com oxigênio na água, poderia manter vida complexa.Um dia, uma espaçonave pode ser enviada a Europa para penetrar o gelo e explorar o oceano, de forma semelhante aos veículos operados remotamente que aspiram o oceano profundo da Terra, em busca de nutrientes liberados por chaminés hidrotérmicas ocultas, afirma Shank.Mas primeiro, os cientistas precisariam desenvolver sensores que possam detectar DNA, RNA e outras marcas químicas da vida. Um submersível enviado a Europa também precisaria ser menor, mais leve e ter baterias de vida útil maior do que os modelos existentes - sendo ainda capaz de perfurar seu caminho pelo que podem ser quilômetros de gelo. Capacidades robustas de comunicação também seriam essenciais, afirma Shank. "Não há vantagem alguma em descer lá, descobrir vida e não conseguir contar sobre isso para ninguém."
Missão: Europa – O próximo passo na exploração de Europa pela Nasa, porém, será provavelmente orbital - ou seja, nada de missões marítimas -, em uma missão conjunta com a Agência Espacial Européia. Uma missão dessas, apesar de desejada, enfrentaria uma série de dificuldades, observa Phillips, do SETI. Quando próximos, Júpiter e suas luas ficam a aproximadamente 588 milhões de quilômetros da Terra, então chegar lá pode demorar de cinco a seis anos com a atual tecnologia. A essa distância, não há luz solar o bastante para uma sonda abastecida pelo sol, então a nave precisaria levar sua própria fonte de energia nuclear, afirma Phillips. Ainda seria preciso lidar com a radiação constante da magnetosfera de Júpiter. "Se você quiser orbitar Europa, a radiação vai acabar fritando sua espaçonave", disse Phillips. "Depois que finalmente chegar a Europa, você pode esperar manter uma órbita de dois meses, se tiver sorte."
Pappalardo, o cientista do estudo que propôs a missão a Europa, afirma que o satélite planejado pela Nasa deve ser robusto o suficiente para durar quase um ano antes de sucumbir à radiação ou outra pressão ambiental. Uma missão dessas, acrescenta, pode encontrar provas concretas de vida complexa em Europa. Segundo ele, porém, essa é a visão otimista. "Uma visão conservadora seria perguntar: existe energia química o bastante para organismos de qualquer tipo prosperarem?", pergunta Pappalardo. "Isso não está fora de questão, mas primeiro vamos ver o que está lá."

Fonte: Terra Notícias, link: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4134137-EI238,00-Oceano+de+lua+de+Jupiter+pode+abrigar+vida+dizem+astronomos.h

Telescópio detecta buraco negro gigante engolindo estrela

Instrumento europeu detecta buraco negro à distância recorde de 6 milhões de anos luz.

O telescópio do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), detectou em outra galáxia o buraco negro mais distante já encontrado.
O corpo celeste está acompanhado por uma estrela que, em breve, será engolida pelo próprio buraco negro. Com uma massa 15 vezes maior que a massa do Sol, este buraco negro também é o segundo maior buraco negro de massa estelar já encontrado.
Este buraco negro foi encontrado em uma galáxia em formato de espiral, chamada NGC 300, a seis milhões de anos luz da Terra. "Esta é o buraco negro de massa estelar mais distante já pesado, e é o primeiro que vemos fora de nossa vizinhança galáctica, o Grupo Local (grupo de galáxias que inclui a Via-Láctea)", afirmou Paul Crowther, professor de astrofísica na Universidade de Sheffield, Grã-Bretanha, e um dos autores do estudo.
O parceiro do buraco negro é uma estrela do tipo Wolf-Rayet, que também tem uma massa cerca 20 vezes a massa do Sol. As Wolf-Rayet são estrelas que já estão perto do fim de suas vidas e expulsam a maior parte de suas camadas superiores para a região que as cerca antes de explodirem como supernovas, com seus núcleos implodindo para formar buracos negros.
Os buracos negros de massa estelar são extremamente densos, os restos do colapso de estrelas muito grandes. Estes buracos negros têm massas que chegam até a 20 vezes a massa do Sol. Até o momento, 20 destes buracos negros de massa estelar já foram encontrados.
Por outro lado, buracos negros maiores são encontrados no centro da maioria das galáxias e podem pesar entre milhões e bilhões de vezes a massa do Sol.

Dança
As informações coletadas pelo telescópio do ESO mostram que o buraco negro e a estrela Wolf-Rayet dançam um em volta do outro em períodos de 32 horas. Os astrônomos também descobriram que, enquanto eles orbitam em volta um do outro, o buraco negro está arrancando matéria da estrela. "Este é, sem dúvida, um 'casal íntimo'. Como um sistema com uma ligação tão forte foi formado ainda é um mistério", afirmou um dos colaboradores da pesquisa Robin Barnard.
Outros sistemas com um buraco negro e uma estrela como companheira não são desconhecidos dos astrônomos. Baseados nestes sistemas, os astrônomos conseguem ver uma conexão entre a massa do buraco negro e a química das galáxias.
"Notamos que os maiores buracos negros tendem a ser encontrados em galáxias menores que contem menos elementos químicos pesados", afirmou Paul Crowther.
"Galáxias maiores, que são mais ricas em elementos pesados, como a Via Láctea, apenas produzem buracos negros de massas menores."
Os astrônomos acreditam que uma maior concentração de elementos químicos pesados influencia como uma grande estrela evolui, aumentando a quantidade de matéria que perde, o que resulta em um buraco negro menor quando os restos da estrela finalmente entram em colapso.
Em menos de um milhão de anos será a vez da estrela Wolf-Rayet se transformar em uma supernova e, então, se transformar em um buraco negro. "Se o sistema sobreviver a esta segunda explosão, os dois buracos negros vão se fundir, emitindo grandes quantidades de energia na forma de ondas gravitacionais", conclui Crowther.
No entanto, de acordo com os astrônomos, serão necessários alguns bilhões de anos até que os dois cheguem a se fundir.

BBC Brasil
Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,telescopio-detecta-buraco-negro-gigante-engolindo-estrela,502807,0.htm

DESLOCAMENTO DO CAMPO MAGNÉTICO DA TERRA

Como está sendo divulgado pela mídia e isso é real o pólo norte magnético da terra está se deslocando a uma velocidade de 64 km por ano no sentido Alaska – Rússia.
Para entender que isso é um acontecimento natural - aí vai uma explicação simplificada e de fácil entendimento:
O Sistema solar, é por analogia um átomo gigante, possui em seu núcleo central o Sol e os seus elementos atômicos os planetas, seus satélites e tudo mais que existe dentro do seu campo gravitacional.
Assim como os elementos atômicos giram ao redor do seu núcleo, formando um campo de energia unificado, a terra (e os demais planetas) também se desloca ao redor do sol – chamamos a este movimento que os planetas fazem ao redor do seu Sol de translação. Acima você vê uma imagem mostrando a proporcionalidade - somos muito pequenos em relação ao Sol.
Os elementos atômicos giram sobre si mesmo, assim também faz a nossa terra, a velocidade é reduzida graças ao nosso satélite que atua através da força gravitacional freando tal deslocamento.
Esses deslocamentos já são por nós velhos conhecidos e aprendemos isso na nossa infância.
Agora é preciso entender que o nosso sistema solar também se desloca a uma grande velocidade ao redor do seu núcleo central, ou seja, é também por similitude como um pequeno elemento atômico que gira ao redor do seu Sol central. O sistema solar leva mais de 26 mil anos para fazer tal percurso.
Essa informação já é do conhecimento de muitas pessoas e os cientistas estudam esse fato.
Para entender o que atualmente está ocorrendo com o planeta, a gente volta ao movimento de translação da terra. Quando ela se desloca ao redor do Sol ela altera a sua posição exposta as influências dos raios solares e temos alterações diferenciais de clima na terra devido a essas alternâncias de alinhamento com o Sol.
Assim também o nosso sistema solar, no seu deslocamento, sofre alterações, dependendo da sua posição no cosmo em relação ao grande centro Galáctico.
Então, de acordo com uma determinada posição da terra em relação ao sol, provocada pelo movimento de translação, nós temos um ambiente diferente no planeta aonde vivemos – as quatro estações do ano.
Já com relação ao deslocamento do sistema solar ao redor do núcleo galáctico temos as eras – que duram mais ou menos 2.160 anos e que são observados através da nossa posição (terra) e a posição dos outros sistemas (estrelas) no espaço cósmico.
Voltando a nossa similitude temos as estações do ano que são diferentes uma da outra, e temos também as eras que se diferenciam. A primeira é fácil a gente notar, pois numa só vida vivemos muitas primaveras, já as eras temos que recorrer ao passado para entender melhor como funcionam.
As eras se diferenciam uma das outras pelas alterações que vem causando no relevo terrestre, já no movimento de translação da terra ao redor do sol, o planeta sofre alterações climáticas.
As grandes alterações físicas ocorrem quando o sistema solar passa mais perto do grande Sol Central, pois ali é bombardeado por forças energéticas muito fortes, chamados de cinturão de fótons (já detectado pelos cientistas) que vão alterando os átomos (limpando), tornando suas vibrações mais rápidas. Nesta área existe mais atividade atômica.
O realinhamento do sistema solar com o Sol Central é que provoca o deslocamento do campo magnético da terra, ou seja, o Sistema Solar possui um cordão umbilical invisível que está ligado com o Sol Central da Galáxia.
Como o nosso sistema solar tem alguns bilhões de anos ele já fez muitas voltas galácticas e sofreu inúmeras alterações físicas – isso se comprova através de estudo das diversas camadas de solo que compõem a crosta terrestre.
Devido a esses diversos deslocamentos temos muitas forças gravitacionais atuando de forma diferenciada no nosso sistema solar e por tabela na astronave terra. Como também a nossa galáxia está se deslocando ao redor de um núcleo maior esses acontecimentos nunca se repetem por inteiro, ou seja, sempre temos um dia diferente do outro, mesmo parecendo igual - a nossa posição nunca se repete no espaço sideral.
Os antigos sabiam destes movimentos e criaram diversos locais para o acompanhamento das eras, daí surgiram muitas profecias baseadas nestes estudos de observação do cosmos.
Visto isto, agora você já sabe que tanto o nosso sistema solar como a nossa nave terra está sempre se deslocando, no espaço cósmico, numa incrível velocidade e sempre estará numa posição diferente dentro do universo.
Como essas situações são sempre novas elas provocam também alterações diferenciadas no nosso planeta. O causador destas alterações são os campos gravitacionais que atuam entre si – ou seja, influenciamos e somos influenciados o tempo todo pelas forças gravitacionais que atuam no universo.
Observe que a Terra não é redonda e sim achatada, pois, a força gravitacional que atua na linha do equador é maior que aquela que atua nos pólos.
A Terra não possui outro movimento de rotação sobre si mesmo de adaptabilidade para atender tais influencias externo-cósmica (alinhamento com o sol) e como o sistema solar está passando de uma era para outra neste nosso período de tempo passa a sofrer uma forte atuação gravitacional para se ajustar ao novo alinhamento cósmico, ou seja, um campo gravitacional está perdendo sua força de atuação no sistema solar e outro passa a atuar com mais intensidade.
O Sol se alinha com esta nova situação cósmica e por tabela leva o seu conteúdo, que são os planetas a uma nova posição em relação ao seu núcleo central (Sol).
A nossa vantagem é que a terra não é totalmente sólida e se torna maleável para tais movimentos graças ao seu núcleo, que é liquido permitindo que as placas tectônicas se desloquem por forças dos campos gravitacionais, que atuam com mais facilidade neste campo líquido, assim como a lua atua nas águas do mar.
Repetindo - O campo magnético do planeta está sempre se alinhando com o Sol este, por sua vez, também, sempre está se alinhando com o centro galáctico, como a agulha de uma bússola, não importa à rota, mudando o campo magnético a forma física vai se adaptar a essas novas condições gravitacionais. O manto líquido do interior da terra permite tais mudanças – ainda bem.
Agora você já sabe que as mudanças visíveis que estão ocorrendo no planeta, são causadas mais pelo deslocamento do sistema solar ao redor do núcleo galáctico e não necessariamente pelo ser humano.
Neste processo natural o relevo do nosso planeta está em constante alteração.
Visto isso, agora podemos especular sobre possíveis alterações físicas no planeta e suas conseqüências.

Linha do Equador:
É onde as forças gravitacionais atuam com maior intensidade. A força gravitacional que atuava na linha do equador está se deslocando para outro local acompanhando o novo alinhamento solar, ou seja, a terra está dando meia volta sobre si mesma.
Devido a isso - as áreas que ficam na linha do equador poderão sofrer mudanças visíveis e é a área de maior risco. Áreas que já eram de risco devido as separações das placas tectônicas poderão se tornar ainda muitos instáveis e outros vão se estabilizar totalmente.

Pólos - Norte e Sul
Vão sofrer derretimento, ou melhor, vão aos poucos se deslocando para outra região, as atuais áreas poderão se tornar habitáveis, com climas temperados e solos férteis. O Clima fica aparentemente sem controle, pois está se readaptando a essas novas condições e regiões que antes nem chovia poderá receber grandes quantidade de chuvas e regiões ricas em diversidades poderão ficar desérticas com o decorrer do tempo.

Placas Tectônicas
Como já foi explicado, a terra está em constante movimento e as placas tectônicas também, já que elas são porções diversificas de matéria sólida, que flutuam sobre o magma incandescente existente no núcleo da terra. Esses movimentos das placas são imprevisíveis, como as nuvens do céu. As forças mais potentes que atuam sobre elas vem do núcleo incandesceste da terra. Em outras eras já houve o afundamento de grandes placas (Atlântida, Lemuria) e o surgimento de outras.
Esses grandes acontecimentos físicos são muitos difíceis de ocorrerem. São grandes ajustes planetários. Acredito e tomara que assim seja que não vamos sofrer tais inconvenientes, pois ainda não alcançamos o nosso apogeu espiritual e se tal fato ocorrer (Tsunami Universal pelo afundamento de uma placa tectônica ) não vai ter ascensão e sim um retorno à era das trevas devido à destruição das infra-estruturas mundiais.
As grandes alterações estão ocorrendo no interior da terra com o alinhamento do campo magnético, depois vem à manifestação externa, então não é possível ter certeza de nada – tudo gira em torno de possibilidades ou palpites, o monitoramento desses acontecimentos é ainda a melhor saída para a raça humana.

Terremotos
É um acontecimento natural no nosso planeta, devido a sua formação. As placas tectônicas estão boiando em cima de uma camada líquida com milhares de graus que se movimenta o tempo todo – se tocando, causando terremotos.
Os terremotos vão continuar nos encontros entre as placas e também nos mares, pois é ai que as placas são mais frágeis e poderão surgir novas rachaduras.
Influência no Ser Humano
Assim como os pássaros e os outros animais a nossa coluna (a maioria) está alinhada com o campo magnético da terra.
Observe que já temos muitos pássaros “fora” do seu local natural antigo, temos também muitos animais perdidos aparecendo até mesmo em áreas urbanas, baleias encalhadas etc.
No ser humano esse campo magnético também atua de forma espetacular e basta observar que temos muitas pessoas perdendo, assim como os animais e pássaros, o controle de seus atos.
Esse é o nosso maior risco – atos impensados poderão levar qualquer um a cometer os maiores absurdos de sua vida. O campo magnético provoca uma série de efeitos na nossa mente.
Pessoas que estavam bem alinhadas com o antigo campo magnético da terra eram as que mandavam no mundo, devido a esse alinhamento perfeito que lhe dava maior poder. Com o deslocamento deste campo energético, novas pessoas irão ocupar esses lugares, a vantagem é que essas pessoas estarão com novas idéias e possuem uns corpos mais refinados, portanto, são mais maleáveis e sujeitos às mudanças que estarão ocorrendo.
Temos muitos trabalhadores da Luz já alinhados com o novo campo magnético, principalmente os mais jovens e os velhos que tem problemas de coluna (estavam desalinhados com o antigo campo magnético), que terão a grande oportunidade de recriar o mundo nestas novas condições.

Decadência dos Sistemas
Já é visível e vão se agravar mais ainda, na medida em que o campo magnético se desloca. Portanto, tudo o que estava de bem com o antigo campo/alinhamento de energias vai se modificar gradativamente.

O Novo
O novo não existe ainda, vamos ter que criar.
Temos aí uma grande oportunidade para recriar o que é bom e mudar transformar, ou liquidar o que a gente não gosta ou não presta.
Não espere mudanças rápidas, assim como o deslocamento é lento (foi opção da maioria), o velho mundo vai morrendo e o novo vai surgindo de forma natural e quase imperceptível.
Deixar Ir
Pelo que você leu acima já percebeu que tudo está em constante transformação, que é uma lei natural e que tem período que tais mudanças ocorrem com maior intensidade.
Estamos vivendo, no momento, este período fantástico deixar ir o velho (e isso inclui uma séria de coisas) é muito apropriado, pois, caso contrário, é o mesmo que remar rio acima.
Fonte:Revista ufo