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domingo, 21 de dezembro de 2014

GIGANTESCO CROP CIRCLE COM MAIS DE 20 KM DE LINHAS ESCULPIDAS NO DESERTO

13,3 Milhas (Mais de 20 Km) de linhas foram esculpidas em uma cama seca do lago em Oregon. O que foi descoberto parecia um Crop Circle no meio do deserto ... Este Geoglifo foi um perfeito "Formação Sri Yantra Mandala". Este símbolo antigo era tão preciso foi impecável ... Cada linha de 10 centímetros de largura e 3 cm de profundidade esculpida em areia extremamente difícil compacta que é muito difícil de cavar ... Nenhum carro onde vistos por quilômetros, não há marcas de pneus foram vistos por quilômetros ... Sem pegadas foram vistos no local ou em qualquer lugar em torno dele ... não há sinais aparentes que foram utilizado ferramentas ... e ninguém foi visto na área ... eu não vejo qualquer restos de areia nos mais de 20 quilômetro de comprimento, buraco grande de 10 polegadas que foi esculpida para o deserto, a uma profundidade de 3 polegadas ... deve ter havido um monte de sujeira por isso levanta a questão onde está restos de areia? A foto fim acima das 4 linhas parece limpa, sem restos de areia extra colocados ao redor e ao lado de fora da vala que foi feita a partir de cada uma dessas linhas sendo escavado para fora do deserto ... Toda a formação é de cerca de um quarto de milha de largura ... Isto acontece em 10 de agosto de 1990 ...Fica as perguntas:Quem fez? Qual seu propósito? Seres Alienígenas querendo se comunicar? Explicação sobre estes traços perfeitos no Deserto até hoje ninguém sabe quem fez. FONTE: ufosonline.blogspot.com.br/2014/12/incrivel-gigantesco-crop-circle-com.html

ARTEFATOS EXTRATERRESTRES EGÍPCIOS DESCOBERTO EM JERUSALÉM E SUPOSTOS CORPOS ALIENÍGENAS

Relíquias antigas notáveis ​​foram descobertos, que poderia reescrever totalmente história egípcia, os artefatos, que foram descobertos em uma antiga casa de Sir William Petrie em Jerusalém, teriam sido levados por representantes do Museu Rockefeller, logo após a descoberta se tornou conhecido.
Sir William Matthew Flinders Petrie, (03 de junho de 1853 - 28 de julho de 1942), vulgarmente conhecido como Flinders Petrie, era um egiptólogo Inglês e um dos pioneiros da metodologia sistemática em arqueologia e preservação de artefatos Segundo Intellihub esses artefatos foram encontrado por Sir William Petrie dentro do "complexo de Gizé". A maioria das relíquias estão agora em exposição no Museu Petrie em Camden Londres. Mais surpreendente foi a descoberta de Corpos supostamente de Seres Alienígenas.
Realmente imagens incríveis que só vem comprovar a existência de seres na época do Antigo Egito. FONTES: ufosonline.blogspot.com.br/2014/12/artefatos-extraterrestres-egipcios.html // Paranormal Crucible

CONHEÇA UM POUCO SOBRE A OXITOCINA, O HORMÔNIO DO AMOR

Conhecida também como o “hormônio do amor”, a oxitocina é chamada assim por estar relacionada com algumas questões de relacionamento, comprometimento e formação de laços entre as pessoas. Essa substância é produzida no hipotálamo, quando há algum tipo de intimidade física, incluindo a amamentação, para facilitar a criação de vínculo entre a mãe e o bebê. Mas se até agora esse hormônio parece estar ligado apenas ao amor, saiba que não é só nesse sentido que ele atua. A seguir, descubra mais propriedades dessa substância mágica:

1. Adeus, medo

Uma pesquisa recente descobriu que a oxitocina é capaz de inibir as regiões cerebrais relacionadas ao medo. Pesquisadores fizeram alguns testes, sendo que o primeiro consistia em mostrar imagens geradoras de medo em um grupo de pessoas – sendo 70% acompanhadas de um pequeno choque elétrico. Em seguida, metade dos voluntários recebia uma dose de oxitocina por meio de um spray nasal e, então, viam as mesmas imagens, só que sem os choques. Aqueles que receberam a substância tinham menos medo do choque e as áreas cerebrais correspondentes ao medo eram menos ativas nesses indivíduos.

2. De mãe para filho

A oxitocina está relacionada com as lembranças que homens têm de suas mães durante a infância. Em homens que têm boas memórias de infância e com uma boa relação com suas mães, o hormônio acentua esse saudosismo e faz com que eles inclusive exagerem nesse amor maternal. Já naqueles que não têm uma relação afetuosa com as mães, a presença do hormônio não altera o nível de relacionamento deles. A substância ajudou a provocar uma sensação de mais desconforto ainda. Ou seja: o hormônio intensifica, nos homens, o carinho ou a falta dele com relação às suas mães.

3. O hormônio do amor e da mentira

Para o pesquisador Carsten de Dreu, da Universidade de Amsterdã, a oxitocina não é “uma molécula moral”. Ele diz isso porque realizou uma série de experimentos com o hormônio e percebeu que a presença dele faz com que as pessoas estejam mais propensas a mentir. Em um desses experimentos os voluntários deveriam adivinhar qual lado (cara ou coroa) cairia virado para cima nas diversas vezes que algumas moedas eram jogadas para o alto. Quanto mais adivinhassem o resultado, mais dinheiro ganhariam. Uma vez que receberam doses do hormônio, os participantes começaram a mentir mais a respeito de seus palpites. Vixe!

4. Cachorros também ficam mais felizes com oxitocina

Outro estudo a respeito do hormônio chegou à conclusão de que ele não faz efeito apenas em pessoas, mas também em cachorros, que ficam mais amáveis com seus donos quando estão sob efeito da substância. Para chegar a essa conclusão um grupo de cientistas aplicou a substância em 16 cachorros adultos, de diferentes raças. O comportamento dos animais com relação a seus donos mudou consideravelmente: eles ficaram mais carinhosos, atenciosos e obedientes.

5. Ajuda a curar doenças de envelhecimento

Olha só que coisa boa! Um estudo feito com camundongos revelou que, à medida que esses animais envelhecem, os níveis de oxitocina diminuem consideravelmente em suas correntes sanguíneas. Depois que cientistas injetaram o hormônio em camundongos idosos com lesões musculares, esses ratinhos se recuperaram muito mais rapidamente do que aqueles que não haviam recebido a substância. Um dos responsáveis pelo estudo, Christian Elabd, afirmou que a ação do hormônio foi rápida, proporcionando uma reparação grande à musculatura dos animais. Com relação a nós, humanos, não se sabe ao certo quando a substância passa a ser produzida em menores quantidades, mas a esperança é a de que futuramente o hormônio possa fazer parte de tratamentos para lesões causadas pelo envelhecimento.

6. Pode tratar distúrbios alimentares

Essas pesquisas científicas que muitas vezes achamos malucas demais são, na verdade, a forma que os cientistas encontram de propor futuros tratamentos de saúde. Graças a mais um desses estudos já se sabe, por exemplo, que oxitocina em spray nasal pode ser uma substância auxiliar no tratamento de distúrbios alimentares como a anorexia. Nesses pacientes, a substância conseguiu ajudar a criar uma autoimagem mais saudável, já que reduz as chances dessas pessoas ficarem focadas obsessivamente em comida e forma física. FONTE: megacurioso.com.br/corpo-humano/54514-conheca-tudo-sobre-a-oxitocina-o-hormonio-do-amor.htm

AS CIVILIZAÇÕES DE MARTE FORAM ANIQUILADAS E A TERRA É A PRÓXIMA

Um novo livro defende que já houve civilizações em Marte que foram aniquiladas e o mesmo acontecerá com a Terra num futuro próximo. De acordo com algumas hipóteses científicas, se nem o Curiosity, o Opportunity ou nenhum outro engenho humano conseguem encontrar provas de vida em Marte, não é porque não tenha havido, mas porque uma civilização extraterrestre superior teria aniquilado a vida do planeta vermelho sem deixar rastros. A respeito deste assunto, o doutor John Brandenburg escreveu um livro “Morte em Marte: A Descoberta de um Massacre Nuclear Planetário”, que será publicado em fevereiro de 2015, no qual afirma que um par de explosões teria causado o desaparecimento da vida marciana. Tais não teriam sido explosões acidentais ou fortuitas, mas deliberadas e com fins destrutivos. E Brandenburg não se detém a esse diagnóstico; ele avança com um prognóstico sombrio: a civilização que teria destruído Marte com armas nucleares estaria encarregada de, eventualmente, eliminar a vida inteligente da Terra. O especialista está convencido de que Marte abrigou duas antigas civilizações de humanoides, extintas por duas poderosas explosões em regiões próximas, o que, em sua opinião, é impossível que tenha acontecido por acaso. “Por que esses dois desastres ocorreram em uma área tão pequena de Marte?”, ele se pergunta, retoricamente. Para Brandenburg, todas as perguntas a respeito da vida extraterrestre têm respostas, se pensarmos em uma civilização poderosa, dedicada a exterminar outras antes que estas possam se contatar. Isso significa que, cedo ou tarde, nós seremos o alvo. fonte: http://seuhistory.com/noticias/livro-defende-que-civilizacoes-de-marte-foram-aniquiladas-e-que-o-mesmo-acontecera-com

LÓGICA E MEMÓRIA EMPILHADA FAZEM O COMPUTADOR 3D

O protótipo construído pela equipe tem 4 andares: o primeiro e o quarto são circuitos lógicos, e os dois intermediários são memórias. Os tubos verticais são os nanoelevadores que conectam lógica e memória.

Elevadores exclusivos

Os processadores e demais circuitos integrados atuais são como bairros tradicionais de uma pequena cidade, com funções isoladas em casas térreas, interligadas por ruas e cruzamentos, ambos com capacidades limitadas de fluxo. Embora há muito tempo se fale em chips 3D, fazer os equivalentes eletrônicos dos arranha-céus das grandes cidades não tem sido fácil. A equipe do professor Subhasish Mitra, da Universidade de Stanford, apresentou agora o primeiro protótipo de um chip com arquitetura tridimensional que elimina o tráfego entre as vias - o barramento do computador - que geralmente fica congestionado nos momentos em que a capacidade de processamento é mais necessária. Em vez de usar vias para mover os dados da memória para o processador, e vice-versa, a equipe construiu um edifício intercalando andares de memória e andares de processamento, com "elevadores" em nanoescala que permitem a intercomunicação rápida e exclusiva, e usando muito menos energia. Essa junção, no mesmo chip, de lógica, memória e baixo consumo de energia, promete viabilizar computadores mais rápidos, menores e mais baratos.

Transistores de nanotubos e memória resistiva

Para construir seu protótipo de computador 3D - o chip mescla memória e processamento - a equipe teve que enfrentar e vencer três grandes desafios. O primeiro foi desenvolver uma nova tecnologia para a criação de transistores adequados à nova plataforma. O segundo foi encontrar um tipo de memória que pudesse ser construída em vários andares. E o terceiro foi desenvolver uma técnica para a construção dos circuitos lógicos e da memória em estruturas de grande altura, o que foi feito de uma forma radicalmente diferente do que os esforços anteriores para construir chips 3D.
À esquerda, a arquitetura plana dos chips atuais. À direita, uma estrutura de um computador 3D, com memória e processador em andares intercalados. O primeiro desafio a equipe havia vencido no ano passado com seus transistores de nanotubos de carbono. As novas memórias não são feitas de silício, mas de uma mistura de nitreto de titânio, óxido de háfnio e platina. Isto forma um sanduíche metal-óxido-metal que resiste ao fluxo de eletricidade num sentido, mas não em outro. É a alteração entre os estados resistivo e condutor que permite que essa memória inovadora registre os bits como 0s e 1s - a memória é chamada RRAM, sigla em inglês para memória de acesso aleatório resistiva. O uso das memórias RRAM foi crucial para vencer o terceiro desafio, já que elas podem ser fabricadas a temperaturas muito mais baixas do que as memórias de silício, evitando que, ao se construir um novo andar do chip 3D estraguem-se os andares já construídos. Além disso, o calor necessário para a fabricação dos circuitos de silício - cerca de 1.000° C - inviabiliza a perfuração dos inúmeros elevadores que devem realizar o tráfego dos dados entre os diversos andares.

Primeiros andares

Esforços anteriores para empilhar chips de silício geraram uma economia de espaço, mas não evitaram os engarrafamentos digitais porque cada camada deve ser construída em separado e interligada por fios - propensos aos engarrafamentos -, ao contrário dos elevadores em nanoescala deste novo conceito. "Esta pesquisa está em um estágio inicial, mas nossas técnicas de projeto e fabricação são escaláveis," disse o professor Mitra. "Com um maior desenvolvimento esta arquitetura poderá viabilizar computadores com um desempenho muito, muito maior do que qualquer coisa disponível hoje." fonte: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=logica-memoria-empilhadas-fazem-computador-3d&id=010150141215

MINI-LHC DE 9 CM BATE RECORDE MUNDIAL DE ENERGIA

Acelerador de mesa com 9 cm de comprimento atingiu 4,2 GeV.

Mini-acelerador

Um acelerador de partículas que cabe na palma da mão atingiu energias que rivalizam com instalações gigantescas, com quilômetros de extensão. Há mais de uma década físicos vêm trabalhando na construção de aceleradores de partículas que caibam sobre uma mesa. Na verdade já existem até microaceleradores de partículas - o menor deles é um acelerador de elétrons menor que um grão de arroz. Mas foi em 2006 que pesquisadores franceses apresentaram um acelerador de elétrons a laser que demonstrou que a coisa podia ser levada a sério para aplicações práticas, tanto científicas, quanto tecnológicas. Agora, Wim Leemans e seus colegas do Laboratório Nacional Lawrence Berkeley, nos Estados Unidos, aceleraram as partículas - elétrons, neste caso - no interior de um tubo de plasma com apenas nove centímetros de comprimento. A velocidade alcançada pelos elétrons correspondeu a uma energia de 4,25 gigaelétron-volts. A aceleração em uma distância tão curta corresponde a um gradiente de energia 1.000 vezes maior do que a obtida nos aceleradores de partículas tradicionais e marca um recorde mundial de energia para aceleradores desse tipo, conhecidos como laser-plasma - em 2013, outra equipe havia alcançado 2 GeV em um acelerador de 2 cm de comprimento. No ano que vem, o LHC (Large Hadron Collider), que tem 27 km de diâmetro, deverá atingir energias totais de 14 teraelétron-volts (TeV). Mas mesmo instalações de tamanho padrão exigem túneis com centenas de metros de comprimento para chegar aos gigaelétron-volts (GeV).

Aceleradores laser-plasma

Simulação computadorizada do plasma no interior do mini-acelerador, conforme ele evolui ao longo do canal de 9 cm. Aceleradores de partículas tradicionais, como o LHC, aceleram as partículas modulando campos elétricos dentro de conduítes metálicos. É uma técnica que tem um limite de cerca de 100 megaelétron-volts por metro, porque além disso o próprio metal do conduíte é destruído. Os aceleradores laser-plasma adotam uma abordagem completamente diferente. No caso deste experimento, um pulso de luz laser é injetado em um canudo cheio de plasma por uma abertura de apenas 500 micrômetros. O laser cria um canal através do plasma, assim como ondas que capturam elétrons livres e os aceleram, de forma muito parecida com a maneira com que um surfista ganha velocidade deslizando pela face de uma onda. A equipe acredita poder alcançar os 10 GeV com seu acelerador de 9 cm. Para isso, segundo Leemans, eles precisarão controlar com mais precisão a densidade do canal de plasma através do qual o laser flui. Em essência, eles precisarão criar um túnel para o pulso de luz que tenha o formato preciso para lidar com os elétrons mais energéticos.

Desafios

Embora a diminuta dimensão do acelerador seja promissora para diminuir os laboratórios, reduzir os custos e permitir um sem-número de experimentos, o miniacelerador ainda depende de um poderoso laser para gerar os pulsos de alta potência que devem ser injetados no plasma. Neste experimento foi usado um dos lasers mais poderosos do mundo, o BELLA (Berkeley Lab Laser Accelerator), capaz de atingir energias na classe dos petawatts (quatrilhões de watts). Segundo Leemans, para que os aceleradores de laser-plasma possam caber inteiros sobre uma mesa ainda será necessário fazer avançar também a tecnologia dos próprios lasers. Bibliografia: Multi-GeV Electron Beams from Capillary-Discharge-Guided Subpetawatt Laser Pulses in the Self-Trapping Regime.W. P. Leemans, A. J. Gonsalves, H.-S. Mao, K. Nakamura, C. Benedetti, C. B. Schroeder, Cs. Tóth, J. Daniels, D. E. Mittelberger, S. S. Bulanov, J.-L. Vay, C. G. R. Geddes, E. Esarey. Physical Review Letters. Vol.: 113, 245002. DOI: 10.1103/PhysRevLett.113.245002. FONTE:inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=mini-lhc&id=010115141218

NOVA LIGA METÁLICA É LEVE COMO ALUMÍNIO E FORTE COMO TITÂNIO

O escândio compõe 20% da liga, mesma proporção de lítio, magnésio, titânio e alumínio.

Liga de alta entropia

Uma nova liga metálica de alta entropia alcançou uma relação resistência/peso maior do que qualquer outro material metálico conhecido. Ligas metálicas de alta entropia são materiais que consistem de 5 ou mais metais em quantidades aproximadamente iguais. Estas ligas são atualmente foco de atenção significativa em ciência e engenharia de materiais porque apresentam propriedades de grande interesse na indústria. Khaled Youssef e seus colegas combinaram lítio, magnésio, titânio, alumínio e escândio para fazer uma liga nanocristalina de alta entropia que tem uma baixa densidade, mas uma resistência muito elevada. "A densidade é comparável à do alumínio, mas ela é mais forte do que as ligas de titânio," garante o professor Carl Koch, da Universidade da Carolina do Norte, que coordenou a equipe juntamente com pesquisadores da Universidade do Qatar. "A liga tem uma combinação de alta resistência e baixa densidade que é, tanto quanto podemos dizer, inigualável para qualquer outro material metálico. A relação resistência/peso é comparável a algumas cerâmicas, mas é mais resistente - menos quebradiça - do que a cerâmica," acrescentou Koch.

Escândio

A equipe afirma que a nova liga possui uma vasta gama de utilizações possíveis, em veículos, aviões ou dispositivos protéticos. Contudo, com vistas ao uso prático, a liga metálica ainda tem um problema: ela é composta por 20% de escândio, um metal raro e extremamente caro. "Nós ainda temos um monte de trabalho para fazer para caracterizar completamente este material e explorar os melhores métodos de processamento para ele," disse Koch. "Uma coisa que nós estaremos olhando é se escândio pode ser substituído ou eliminado da liga." fonte: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=liga-metalica-leve-como-aluminio-forte-como-titanio&id=010170141216

CONHEÇO OS ALIMENTOS QUE SÃO BONS PARA OS OLHOS

O visual é parte importante da culinária. Assim como o sabor dos pratos, prepará-los e apresentá-los de forma agradável aos olhos de quem vai degustá-los é essencial para os chefes de cozinha. Porém, alguns alimentos levam isso ao pé da letra e, literalmente, são bons para os olhos. São comidas que fazem bem para o funcionamento das funções desse órgão. Obviamente, nenhum dos alimentos benéficos para vista é mais conhecido que a cenoura. Afinal, poucas piadas são tão conhecidas como a do coelho. Até hoje ninguém viu esse pequeno e simpático animal usando óculos, certo? Logo, esse vegetal só pode ser muito bom para a visão. E a piada tem um fundo de verdade. Ela contém um nutriente chamado betacaroteno, que desempenha um papel de relevo na saúde dos olhos. Porém, não é a única substância que ajuda a manter a visão aguçada. As vitaminas C e E, zinco, luteína, zeaxantina e o ácido graxo ômega 3, por exemplo, também fazem parte da lista de componentes encontrados em alimentos que beneficiam o órgão. A seguir, veja algumas fontes onde esses nutrientes podem ser encontrados:

Espinafre e couve

São vegetais que fornecem uma série de substâncias benéficas para os olhos, entre eles a luteína e a zeaxantina. Também são fonte de oxidantes que protegem os olhos contra danos provocados pela luz solar, fumaça de cigarro e poluição. Uma porção de espinavre por semana já ajuda a reduzir o risco de doença ocular relacionada à idade. A couve é ainda melhor, pois tem o dobro dos nutrientes, que também podem ser encontrados no brócolis e em frutas como o kiwi e a uva.

Morango e couve de bruxelas

São fontes de vitamina C, que é um antioxidaente superior. Meia xícara de morango, uma porção de couve de bruxelas ou mesmo meia toranja por dia suprem a dose diária da vitamina. Outras boas fontes são a conhecida laranja, o mamão e o pimentão verde.

Nozes, gérmen de trigo e sementes

Para manutenção da saúde e a preservação de tecidos saudáveis e fortes, a vitamina C deve agir conjuntamente com a E. Todavia, muitas pessoas não possuem quantidade suficiente de vitamina E para que a operação em parceria ocorra. Para corrigir isso, consumir um bocado de sementes de girassol, uma colher de sopa de óleo de gérmen de trigo no molho da salada ou algumas nozes é eficaz. Amêndoas e óleos vegetais são fontes alternativas de vitamina E.

Peru e ostras

Ingerir duas ostras é o suficiente para garantir a quantidade necessária de zinco para um dia. Isso assegurará o funcionamento da retina dos olhos em sua capacidade total. Um sanduíche de peru pode fazer o mesmo efeito. O zinco também pode ser encontrado em outras carnes, ovos, amendoim, e cereais integrais.

Salmão, sardinha e arenque

Ácidos graxos ômega 3 auxiliam a manter o coração saudável e as vias de comunicação do cérebro ativas. Ainda ajudam aos olhos a combater as inflamações e suas células a trabalhar com mais eficiência. Eles influem em todas as estruturas oculares, mas beneficiam especialmente a retina, que recebe bastante oxigênio. Duas porções de peixes de água fria como sardinha, salmão ou arenque por semana são suficiente. Linguado, bacalhau e atum são fontes alternativas.

Cenoura, abóbora e batata doce

Esse grupo de alimentos, assim como a laranja, frutas e outros legumes com coloração amarelos, possuem uma substância chamada betacaroteno, que evita a deterioração da mácula, um ponto dos olhos que nos permite enxergar as cores. Além disso, ela é importante no processo de conversão da vitamina A e na prevenção da cegueira noturna. O consumo diário de uma batata doce pequena, uma cenoura ou uma tigela de soba de abóbora é suficiente para prover a quantidade suficiente do nutriente, que também é encontrado na couve e pimenta vermelha.

Ovos

Especialmente direcionado a idosos, um estudo publicado pelo "The American Journal of Clinical Nutrition" (Jornal de Nutrição Clínica dos Estados Unidos) afirmou que consumir de dois a quatro ovos diariamente reduz a possibilidade da regeneração da mácula. Isso por ser a gema rica em luteína e zeaxantina.

Alho e cebola

Fornecem cálcio, fósforo e vitaminas B e C ao organismo. Ajudam no combate a vírus, micróbios e dilatam os vasos sanguíneos diminuindo a pressão arterial, o que é um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento do glaucoma.

Azeite virgem

Outro alimento que oferece ômega 3 e age contra a degeneração da mácula, de acordo com estudo publicado pela revista "Archives of Ophtalmology" (Arquivos de Oftalmologia). É recomendado o consumo de 100 ml de azeite por semana. fonte: saude.hsw.uol.com.br/alimentos-que-sao-bons-para-os-olhos

O CÂNCER É CAUSADO PELA INGESTÃO DE COMIDA ÁCIDA

A principal causa do câncer é a comida que comemos. Algum tempo atrás, consumíamos uma dieta de alimentos principalmente alcalinos, mas isso mudou e a taxa de câncer também. A maioria dos médicos não lhe informa sobre os alimentos corretos para comer para ficar livre do câncer e o que comer para fazer com que o corpo o elimine naturalmente. Os alimentos que comemos hoje em dia contêm elementos ácidos e alcalinizantes. A dieta com maiores quantidades de alimentos formadores de ácidos pode contribuir para o câncer e é a dieta comum aqui na cultura ocidental. A dieta do americano [assim como do brasileiro] é atualmente mais ácida. Se você está lutando contra o câncer é preciso equilibrar o nível de pH do corpo, pois o câncer prospera em um ambiente ácido ao passo que um ambiente alcalino irá ajudar a remover o câncer. Nós vemos mais pessoas com câncer hoje do que nunca e é por causa da dieta típica ocidental ser muito rica em alimentos produtores de ácidos, tais como os produtos de origem animal, os quais incluem produtos lácteos. Os alimentos como frutas e vegetais recém-produzidos eram muito melhores para nós, portanto a melhor solução é fazer algumas mudanças na dieta. A proporção de ácido e alcalino é medida na escala de pH que varia de 0 à 14, com 7 sendo neutro. A extremidade mais baixa da escala que vai de 0 a 7 é ácida e qualquer coisa entre 7 a 14 é alcalino. A maneira mais fácil de descobrir quais alimentos são alcalinos ou ácidos é pesquisando quais são os alimentos mais alcalinos ou ácidos do que outros, além também de testar o seu nível alcalino frequentemente. Embora um diagnóstico de câncer possa ter outros fatores contribuindo, os alimentos que comemos é uma das principais causas. Muitos anos atrás, antes de termos supermercados, comíamos uma dieta mais saudável, mas agora por causa dos alimentos processados ​​e a popularidade de lojas de fast-food nossas dietas mudaram. Uma dieta de alimentos de um spectro ácido está causando muitos problemas de saúde e o câncer é agora apenas um deles. Por exemplo, muitos dos nossos alimentos são refinados e a maioria dos nossos pães e outros alimentos assados ​​são feitos de farinha branca refinada. Alguns outros exemplos de alimentos formadores de ácidos: macarrão, queijo, sorvete e manteiga, compotas e geleias, bebidas alcoólicas e refrigerantes. Todos os alimentos ácidos não são necessariamente ruins, é apenas a nossa dieta que está fora de equilíbrio, e se você está lidando com qualquer problema grave de saúde é essencial olhar atentamente para o que você está comendo. Alguns dos alimentos alcalinos são: frutas frescas e quase todos os legumes recém-produzidos. Também consuma nozes, sementes, grãos e legumes, pois são todos alimentos alcalinos. É importante lembrar que as alterações feitas em uma dieta mais alcalina trás muitos benefícios para a saúde, incluindo a eliminação natural do câncer . Embora o câncer tenha alguns outros fatores contribuidores, a causa mais influente é o que nós comemos, porque a nossa saúde está diretamente relacionada com as nossas escolhas alimentares. A nossa dieta mudou ao longo dos últimos 40 a 70 anos e a maioria do que comemos agora está disponível em supermercados e os supermercados têm uma enorme influência sobre o que comprar agora. Muito do que está disponível em supermercados é processado e por causa disso, este alimento é de baixo valor nutritivo e que é sem dúvida a razão pela qual há tanto câncer agora. Faz muito sentido se você está lidando com o câncer que a primeira e mais importante mudança que você faça é com sua dieta e que você a selecione a partir de uma gama de alimentos mais alcalinos. Também certifique-se que ele é fresco e se possível que seja orgânico. Fontes: noticiasnaturais.com/2014/09/como-o-cancer-e-causado-principalmente-pela-ingestao-de-comida-acida/ dissovocesabia.blogspot.com.br/2014/12/como-o-cancer-e-causado-principalmente.html

FÍSICO AFIRMA QUE MARTE FOI ATACADO POR ARMAS NUCLEARES

Dr John Brandenburg afirma que a vida em Marte foi dizimada por um ataque nuclear. A ideia de que uma civilização no planeta Marte foi dizimada por um ataque nuclear orquestrada por uma raça extraterrestre avançada pode soar como o enredo de um filme de ficção científica , mas o físico Dr John Brandenburg propôs que este cenário pode realmente ter alguma razão. O especialista em tecnologias de propulsão sustenta que entidades hostis de “civilizações jovens ruidosas” podem ter dizimado os habitantes do planeta e pode fazer o mesmo com nós aqui na Terra. Sua pesquisa, intitulada “A evidência de uma explosão termonuclear maciça em Marte” oferece uma base a reivindicação de uma combinação de fatores, incluindo a composição dos solos do planeta e da descoberta de grandes concentrações de Xenon-129 em sua atmosfera, algo tipicamente vistos após um incidente nuclear. “Dada a grande quantidade de isótopos nucleares na atmosfera de Marte que se assemelham às de testes de bombas de hidrogênio na Terra, Marte pode apresentar um exemplo de civilização extinta por um ataque nuclear a partir do espaço”, escreveu Brandenburg. O autor defende ainda que uma missão humana a Marte deveria “ser montada imediatamente para maximizar o conhecimento do que ocorreu”. fonte: arquivoufo.com.br/2014/11/29/fisico-afirma-que-marte-foi-atacado-por-armas-nucleares/

90% DAS GALÁXIAS PODEM SER HOSTIS À VIDA

Dois astrofísicos propuseram que explosões de raios gama poderiam interromper o desenvolvimento de formas de vida complexas. O universo contém um número estimado de 100 bilhões de galáxias, uma oferta aparentemente infinita de oportunidades de vida para desenvolver, ainda de acordo com os astrofísicos Tsvi Piran e Raul Jimenez apenas um em cada dez destes podem ser capazes de acomodar as formas de vida complexas, como as que vemos aqui na Terra. A razão para isso são as explosões de raios gama longos, que ocorrem quando estrelas massivas entram em colapso e explodem, desencadeando uma reação em cadeia capaz de destruir a camada de ozônio de um planeta. Os dois cientistas acreditam que, na maioria das galáxias, essas explosões tornariam extremamente difícil para as formas mais complexas dos micróbios desenvolvem vida. Mesmo em galáxias como a nossa, onde o tamanho e metalicidade tornam as condições mais favoráveis, ainda há a possibilidade de que essas explosões poderiam tornar a maioria dos planetas semelhante inviáveis, especialmente aqueles mais próximos do centro. Há ainda evidências de que um evento de extinção em massa, que ocorreu na Terra 450 milhões anos atrás e teria eliminado 80% de todas as espécies, poderia ter sido causadas por uma dessas explosões de raios gama. “É quase certo que as bactérias e formas inferiores de vida poderiam sobreviver um evento como esse”, disse o físico Brian Thomas . “Mas para a vida mais complexa seria como apertar um botão de reset. Você teria que começar do zero”. FONTE: arquivoufo.com.br/2014/11/29/90-das-galaxias-podem-ser-hostis-a-vida/

VIDA ALIENÍGENA PODERIA PROSPERAR EM ELEMENTOS EXÓTICAS

Os pesquisadores acreditam que formas de vida alienígenas poderiam ser capazes de sobreviver em um “supercrítico” dióxido de carbono. A descoberta de extremófilos, organismos que vivem em algumas das condições mais extremas e inóspitas da Terra, abriram portas para a possibilidade de que a vida extraterrestre não venha a precisar necessariamente de condições similares a nossa para sobreviver. Agora, os cientistas que tomaram esta abordagem um passo adiante, estão investigando se ela pode ser possível para que as formas de vida prosperem em uma forma exótica de dióxido de carbono que apresenta propriedades compatíveis com líquidos e gases. Dióxido de carbono supercrítico é o dióxido de carbono essencialmente que atingiu um estado supercrítico, devido a uma certa combinação de pressão e temperatura. Embora o dióxido de carbono regular seja geralmente considerado um solvente inviável para sediar as reações químicas para a vida, em seu estado supercrítico, torna-se muito mais hospitaleiro a ponto de que as enzimas podem ser ainda mais estáveis do que na água. “Eu sempre fui interessado em vidas exóticas e adaptações criativas de organismos para ambientes extremos”, disse o co-autor da pesquisa Dirk Schulze-Makuch. “CO2 supercrítico é muitas vezes esquecido, então eu senti que alguém tinha que montar algo sobre seu potencial biológico.” FONTE: arquivoufo.com.br/2014/11/29/vida-alienigena-poderia-prosperar-em-elementos-exoticos/

OVNIS PODEM CAUSAR ACIDENTES AÉREOS?

Os pilotos podem ver coisas inexplicáveis fora de suas janelas do cockpit, desde os primórdios da aviação. Um dos exemplos mais lendários aconteceu perto do final da Segunda Guerra Mundial, quando os pilotos tanto aliados quanto os alemães relataram ter visto objetos brilhantes em chamas que seguiam seus aviões e, em seguida, desapareciam em manobras selvagens. Os fantasmas do céu foram apelidados de foo-fighters (muito antes da banda de rock alternativo dos anos 1990), e muitos pensavam em se tratar de armas secretas militares. O termo "UFO" só apareceu alguns anos mais tarde – no auge da antecipação sobre a eventualidade de uma viagem espacial humana. No 19 de outubro, uma questão do EUA News & World Report, do editor Michael Morella adverte que os OVNIs distrair os pilotos e pode causar desastres aéreos. Por enquanto, não há nenhum acidente aéreo documentado que foi atribuído a uma distração na cabine devido a um OVNI. Historicamente, distrações dentro do cockpit tem provocado falhas, incluindo: bate-papo entre piloto, interpretações erradas dos instrumentos, a preocupação com os controles de vôo e outra perda de consciência situacional. Não há também nenhuma transcrição gravada que um piloto diga: "É uma nave alienígena lá fora?" Robert Sheaffer, um desmistificador de OVNIs diz: "… o número de vítimas em acidentes aéreos causados por UFOs é igual ao número de motoristas mortos em colisões de veículos com unicórnios".

Por que as pessoas acreditam em OVNIS?

Há um caso lendário de um avião militar bater durante uma perseguição UFO. Em janeiro de 1948, quatro combatentes P-51 Mustang foram reencaminhados para verificar um objeto descrito como um quarto do tamanho angular da lua cheia (o diâmetro foi estimado em 300 pés, mas isso não pode ser calculado sem saber a distância do objeto). A P-51 quebrou a busca exceto por um piloto Thomas Mantell que subiu a 25.000 pés, sem oxigênio, desmaiou e uma espiral para uma aterrissagem forçada. Como é sintomático dos relatos de UFOs, esta história foi embelezada com afirmação de que um OVNI gigantesco e metálico, teria usado uma arma do espaço em Mantell para mantê-lo afastado. O incidente foi um divisor de águas para a crença em OVNIs na época. UFOs poderiam atirar de volta! A explicação mais simples é que Mantell estava correndo atrás de um secreto balão prateado de 30 metros de diâmetro da Marinha. Há décadas que pilotos vem relatando luzes no céu e tem se assustado com elas, e até mesmo foi assunto para um best-seller do New York Times.

NASA desmascara misterioso OVNI Triangular

Isso é irônico quando se considera o excêntrico caso da cadeira OVNI. Em 2 de julho de 1982, o caminhoneiro Larry Walters estava amarrado a 42 balões de hélio em uma cadeira no gramado no quintal da casa da namorada, em San Pedro, na Califórnia. Um piloto chegou a relatar o avistamento de vendo um homem à deriva como o personagem do desenho animado 2009 "Up". Uma nave interestelar através das nuvens deve trazer uma impressão muito maior para os pilotos. Mas isso nunca aconteceu apesar de milhares de relatos de OVNIs por ano. OVNIs são quase exclusivamente vistos como apenas luzes estranhas. E, muitas vezes, a má interpretação é feita de que as luzes estão ligados a um corpo físico, como no caso das luzes de Phoenix em 1997. As luzes de Phoenix foram desmascarados como uma fraude, onde labaredas estavam ligados a uma série de balões de hélio. Imaginações de testemunhas preenchiam os detalhes inexistentes para descrever um monstruoso veículo em forma de delta voando. Da mesma forma, um relatório de 1968 descreve um objeto em forma de charuto com janelas retangulares, quando foi realmente encontrado ser a dissolução de um satélite soviético, como rastreado pela NORAD. Um dos contos mais fenéticos de UFO vem da trágica explosão ar julho de 1996 do vôo 800 da TWA, na costa de Long Island. Numerosas testemunhas relataram ter visto um "raio de luz" em movimento de uma bola de fogo grande que apareceu de repente. Desde então, os teóricos da conspiração têm saido da toca, alegando que um míssil militar trouxe o 747 para baixo.

Arquivo secreto do FBI expõe UFO de Roswell

Para não ficar para trás, entusiastas de OVNIs afirmaram que um objeto misterioso foi visto há 70 quilômetros do local do acidente, 45 minutos antes da explosão. Testemunhas disseram que o objeto não se parecia com um avião, mas parecia mudar de cor de cinza a prata. Logo após o acidente do vôo 800, um astrofísico veio com uma explicação plausível para a faixa de luz extraterrestre. Mike Shara calculou que, dada a taxa de meteoros que impactam nossa atmosfera, há uma chance estatística de que uma bola de fogo grande de um meteoro possa explodir perto o suficiente para um avião comercial fazê-lo travar. No entanto, o vôo 800 da fuselagem não tinha a assinatura química de restos de meteoros. Uma investigação detalhada traçou a explosão a um curto-circuito que incendiou o vapor do tanque de combustível. Para aqueles verdadeiros crentes que pensam que os discos voadores estão zumbindo nossas aeronaves, vamos olhar para a lógica. Por que qualquer visitante extraterrestre, que tomou o tempo e a despesa de vir aqui de outra estrela, estariam interessados em "brincar" com nossas aeronaves, como os observadores foo fighters relatados? Em outras palavras – a ausência de provas tangíveis – os avistamentos residuais são fortemente influenciados pela percepção de um indivíduo e sua interpretação. É por isso que, apesar de mais de 60 anos de relatos de OVNIs, eles permanecem tão irrelevante para a ciência moderna como a busca ilusória de Linus para a Grande Abóbora. Alienígenas ou não, o transporte aéreo ainda é a forma mais segura de viajar. Mas se você está nervoso sobre a olhar pela janela e ver um alienígena de olhos esbugalhados olhando pra você, mantenha a cortina da janela da cabine fechada. FONTE: arquivoufo.com.br/2013/01/07/ovnis-podem-causar-acidentes-aereos/

VIAGEM NO TEMPO PODERIA ACONTECER DENTRO DE 100 ANOS

Os físicos estão prevendo que a viagem no tempo e teletransporte podem se tornar realidade ainda neste século. Cientistas do Imperial College London e da Universidade de Glasgow apresentaram suas previsões para quando poderemos ver tecnologias de ficção científica no mundo real. Um dos mais promissores é uma capa de invisibilidade, algo que os investigadores têm vindo a experimentar durante algum tempo. Eles acreditam que um mecanismo eficaz para a invisibilidade pode estar disponível dentro de 15 anos. Outra tecnologia que muita gente gostaria de ver é o teletransporte. Enquanto o progresso tem sido feito com partículas individuais a curtas distâncias, este ainda poderia levar algumas décadas antes de nós possamos teletransportar pessoas de um lugar a outro em um instante. “Teleportar uma pessoa, átomo por átomo, vai ser muito difícil e é, naturalmente, uma evolução química ou biologia molecular que nos permitirá fazê-lo de forma mais rápida”, disse o Dr. Mary Jacquiline Romero. “A coisa boa sobre o teletransporte é que não há nenhuma lei fundamental nos dizendo que não pode ser feito.” Talvez o conceito de ficção científica mais tentadora, porém, é a viagem no tempo. Apesar das dúvidas se isto será realmente possível, alguns cientistas acreditam que ele provavelmente pode ser feito. “Eu diria que nós estamos olhando para 2.100 como um período de tempo muito otimista para viajar semanas para o futuro”, disse o autor Colin Stuart. Ele admite, porém, que ele vai ser uma coisa muito difícil de alcançar. FONTE: arquivoufo.com.br/2014/11/30/viagem-no-tempo-poderia-acontecer-dentro-de-100-anos/

ESPAÇO PODE TORNAR ASTRONAUTAS INFÉRTEIS

Um novo estudo mostrou que o tempo gasto no espaço pode afetar ambos os órgãos reprodutores masculinos e femininos. A pesquisa, que foi realizada pela NASA, demonstrou que os animais expostos à gravidade zero e os níveis de radiação tipicamente encontradas no espaço acabaram pode ocasionar em infertilidade. A agência espacial incentiva que os astronautas congelem seus óvulos ou espermas antes de ir em missões e esta última pesquisa poderia afetar ainda mais as decisões sobre o espaço e tempo. “Nós realmente não tenho os dados humanos para determinar se realmente o que estamos vendo nos animais pode ser traduzível para os seres humanos”, disse o Dr. Joseph Tash. “Mas nós estamos vendo grandes impactos nos animais”. A radiação cósmica também é conhecida por afetar outras partes do corpo, bem como, especialmente os olhos. 80% astronautas relatam algum tipo de deficiência visual, depois de apenas algumas semanas em espaço, sendo necessário o uso de óculos após o seu regresso. FONTE: arquivoufo.com.br/2014/12/02/espaco-pode-tornar-astronautas-inferteis/

CONHEÇA O 'TRIÂNGULO DAS BERMUDAS' EM FLORESTA DA TRANSILVÂNIA

Um estranho local numa floresta na Romênia tem sido o lar de inúmeros contos de fenômenos paranormais. Quando se trata de histórias sobrenaturais, a região enigmática da Transilvânia, na Romênia, é mais associada com vampiros, mas a floresta Hoia Baciu situado afora da cidade de Cluj Napoca, talvez seja ainda mais notória por sua reputação como floresta mais assombrada do mundo. Durante anos esta área de floresta tem sido o lar de tantos contos do inexplicável que se tornou não-oficialmente conhecida como o “Triângulo das Bermudas da Transilvânia.” A floresta parece sair de um conto de fadas com árvores ameaçadoras, torcidas e disformes. Os visitantes geralmente relatam uma grande dose de ansiedade ao entrar na floresta e muitos voltam com sintomas estranhos, incluindo erupções, arranhões, queimaduras, dores de cabeça e até sintomas de perda de tempo. Relatos apontam para vozes sem corpo e avistamentos de aparições. Alguns acreditam que a floresta é assombrada pelos espíritos moradores assassinados que são incapazes de seguir em frente. A floresta foi batizada com o nome de um pastor local, que teria desaparecido sem deixar vestígios lá junto com mais de 200 de suas ovelhas. Apesar de numerosos estudos, nenhuma explicação para esses fenômenos jamais foi encontrado. fonte: arquivoufo.com.br/2014/12/02/triangulo-das-bermudas-em-floresta-da-transilvania/

sábado, 22 de novembro de 2014

TEMPESTADES EXTREMAS EM URANO INTRIGAM ASTRÔNOMOS

Ultimamente o planeta gasoso Úrano, tem apresentado sinais de algumas tempestades extremas que estão a intrigar os astrônomos. Úrano teve finalmente algumas tempestades de verão, sete anos após o planeta alcançara sua maior aproximação ao sol, deixando os cientistas a querer saber por que as tempestades maciças são tão tardias. O normalmente calmo gigante gasoso tem agora um tempo tão incrivelmente ativo que algumas das características são até visíveis por amadores, disse Imke de Pater, astrônomo da Universidade da Califórnia. Os astrônomos anunciaram pela primeira vez as tempestades extremas em Urano em agosto, e têm vindo a tentar entendê-las desde então. Este é de longe o clima de mais ativo que a equipe Pater viu em Urano. Isso também pinta um quadro diferente do planeta silencioso que a Voyager 2 viu quando a sonda da NASA o sobrevoou em 1986. "Este tipo de atividade teria sido esperada em 2007, quando uma vez a cada 42 anos ocorre o equinócio de Urano ocorre e o sol brilha diretamente sobre o equador", disse Heidi Hammel, da Associação de Universidades para Pesquisa em Astronomia , disse em um comunicado. Mas aqui é onde o mistério surge: Tanto quanto se pode dizer, Urano não tem nenhuma fonte de calor interno. Pensasse que a luz solar é responsável por mudanças na sua atmosfera, como tempestades. Mas a luz do sol está fraca no hemisfério norte de Urano, por isso os cientistas estão intrigados relativamente ao motivo porque essa área está tão ativa agora.

Tempestades enormes em Urano

A equipe de De Pater rastreaou 8 grandes tempestades no hemisfério norte de Úrano ao observar o planeta com o telescópio Keck II entre 5 e 6 de agosto. Uma tempestade se destacou-se do resto. Brilhando em 2,2 microns, um comprimento de onda sensível às nuvens na tropopausa (logo abaixo da estratosfera), é constituído por 30 por cento de toda a luz reflectida a partir Úrano. Outra tempestade, visível a 1,6 microns, poderia até ser vista por astrônomos amadores. Um observador, Marc Delcroix em França, fotografou-a com o seu telescópio de 1 metro. "Fiquei emocionado ao ver tal atividade em Úrano", disse Delcroix em comunicado. "Obter detalhes em Marte, Júpiter ou Saturno é rotina. Mas ver detalhes sobre Úrano e Neptuno é a nova fronteira para nós amadores”.

Condições meteorológicas extremas de Urano

Com base nas cores e estrutura da tempestade, os astrônomos profissionais acreditam que poderia sugerir um vórtice mais profundo na atmosfera - semelhante aos fenômenos de Júpiter, como a Grande Mancha Vermelha. Observações posteriores com o telescópio Keck II revelaram que a tempestade ainda estava no auge, embora tenha mudado a sua forma, e, possivelmente, a sua intensidade. O telescópio espacial Hubble também contribuiu para o esforço tendo analisado todo o planeta a 14 de outubro em vários comprimentos de onda. As observações revelaram tempestades abrangendo várias altitudes, a uma distância de cerca 9.000 quilômetros. FONTE: space.com/27770-extreme-uranus-storms-puzzle-astronomers.html

DESCOBERTO NOVO TIPO DE SILÍCIO

A estrutura porosa do Si24 permite que átomos de sódio (amarelo), lítio (verde) e até moléculas de água se difundam pelo material, abrindo a possibilidade de aplicações em armazenamento de energia e filtragem em escala molecular.

Banda proibida

O silício é o segundo elemento mais abundante na crosta terrestre - o primeiro é o oxigênio - e está para a tecnologia assim como o carbono está para a biologia. Assim, não deixa de ser surpreendente que Duck Young Kim e seus colegas da Instituição Carnegie, nos Estados Unidos, tenham conseguido sintetizar uma forma inteiramente nova de silício. O silício que eles criaram é um chamado alótropo, uma forma física diferente de um mesmo elemento, da mesma maneira que o diamante e o grafite são duas formas alotrópicas do carbono. O novo alótropo do silício, chamado Silício-24 (Si24), possui uma interessante estrutura porosa, similar à das zeólitas, composta por canais com cinco, seis e oito anéis de silício. O grande diferencial do Si24 é que ele possui um hiato de energia (bandgap) mais direto do que o silício comum. Essa bandgap, ou banda proibida, é a energia necessária para que o semicondutor transicione de isolante a condutor. O silício normal possui uma banda proibida indireta, o que impede que ele naturalmente absorva ou emita luz. Isto tem feito com que componentes para aplicações futuras - LEDs, células solares e transistores de alto desempenho, além de componentes para processadores fotônicos - estejam sendo desenvolvidos com outros materiais, a maioria mais exóticos e mais caros. Já existem técnicas para fazer o silício emitir luz, mas usando uma mesclagem com outros materiais.

Materiais energéticos

O novo tipo de silício é estável a temperatura e pressão ambiente, o que abre a possibilidade de sua produção em larga escala. O Si24 possui uma banda proibida "quase-direta", o que significa que ele opera na faixa necessária para a absorção da luz solar, além de potencialmente poder emitir luz. O novo silício é estável a pressão ambiente até pelo menos 450 graus Celsius. O próximo passo será testar experimentalmente o novo silício para verificar se suas potencialidades se transformam em dispositivos práticos e eficientes. A equipe que sintetizou o material, contudo, está mais entusiasmada com seu próprio método de síntese, que poderá ser aplicado para desenvolver outros materiais com propriedades interessantes. "A síntese de alta pressão representa uma fronteira inteiramente nova em novos materiais energéticos," disse o professor Timothy Strobel. "Nós demonstramos propriedades até então desconhecidas para o silício, mas a nossa metodologia é facilmente extensível a classes de materiais inteiramente diferentes. Estas novas estruturas mantêm-se estáveis a pressão atmosférica, de forma que estratégias de escalonamento para volume maiores são inteiramente possíveis." Bibliografia: Synthesis of an open-framework allotrope of silicon. Duck Young Kim, Stevce Stefanoski, Oleksandr O. Kurakevych, Timothy A. Strobel. Nature Materials. Vol.: Published online. DOI: 10.1038/nmat4140. fonte: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=descoberto-novo-tipo-silicio&id=010110141118

ATOMOTRÔNICA PROMETE GPS QUÂNTICO

Os átomos artificiais são guiados com precisão usando pinças ópticas de laser.

Atomotrônica

A mais do que futurística atomotrônica propõe construir circuitos lógicos usando átomos flutuando entre feixes de raios laser, uma espécie de eletrônica sem sólidos. Em vez de átomos comuns, os físicos têm-se interessado por átomos artificiais, condensados ultrafrios de átomos de rubídio que se comportam como um único objeto quântico - eles são mais conhecidos como condensados de Bose-Einstein. O maior entrave para que as propostas teóricas tornem-se realidade é que o estado quântico do condensado é delicado demais, e ele se esfacela facilmente.

Folhas de luz

Changhyun Ryu e Malcolm Boshier, do Laboratório Nacional Los Alamos, nos Estados Unidos, encontraram uma maneira de tornar esses átomos artificiais mais estáveis. Seus circuitos de demonstração foram construídos com dois feixes de laser, que criam uma "folha de luz" horizontal, que funciona como uma placa de circuito impresso, e outra "folha de luz" vertical, que traça o percurso do circuito. O condensado, formado por cerca de 4.000 átomos de rubídio resfriados até próximo do zero absoluto, é aprisionado no interior dos feixes pelas mesmas forças utilizadas para criar pinças ópticas e raios tratores, que podem manipular partículas muito pequenas. Para criar um análogo à corrente elétrica - uma "corrente atômica" - o condensado é posto em movimento criando as folhas de luz ligeiramente inclinadas. A equipe conseguiu fazer seus átomos artificiais trilharem rotas seguindo linhas retas, em um círculo e através de uma junção Y - todos os componentes essenciais de um circuito lógico. Como os circuitos são feitos apenas de luz, eles podem ser reconfigurados à medida em que os átomos se movem, permitindo criar um circuito muito complexo em um espaço muito pequeno, explica Boshier.

GPS quântico

A equipe afirma que, no futuro, circuitos assim poderão ser usados para construir um sistema de navegação capaz de dizer onde você está usando a rotação e a aceleração do condensado para rastrear movimentos a partir de um local anterior conhecido. Isto poderia funcionar como o qubit de um computador quântico ou ser utilizado como um backup para o GPS na ausência de contato com os satélites. O Laboratório de Ciência e Tecnologia de Defesa do Reino Unido já está tentando usar esses átomos artificiais para criar um "GPS quântico" para submarinos, mas os esforços ainda estão limitados pela necessidade inicial de miniaturizar a tecnologia. O emergente campo da atomotrônica possui também algumas propostas de estado sólido, usando qubits no interior de cristais de silício, o que estabelece uma ponte entre a eletrônica e a computação quântica. Bibliografia: Integrated coherent matter wave circuits. Changhyun Ryu, Malcolm G. Boshier. arXiv. http://arxiv.org/abs/1410.8814. FONTE: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=atomotronica-promete-gps-quantico&id=010110141119

DESCOBERTA NOVA CONEXÃO ENTRE ELETRICIDADE E MAGNETISMO

A magnitude da eletricidade gerada e a dependência de um campo magnético externo permitirão o uso do fenômeno para detectar informações armazenadas magneticamente.

Bombeamento de carga

Uma equipe internacional de pesquisadores descobriu um novo elo entre o magnetismo e a eletricidade que pode ter aplicações em eletrônica. Eles demonstraram que é possível gerar uma corrente elétrica em um material magnético simplesmente rotacionando sua magnetização. O fenômeno, chamado "bombeamento de carga", produz uma corrente alternada de alta frequência. A geração e a modulação de correntes de alta frequência são elementos centrais nos aparelhos de comunicações via rádio, como telefones celulares, redes Wi-Fi, Bluetooth, e também estão sendo incluídas nos radares desenvolvidos para os carros sem motoristas. O novo comportamento é um espelho da magnetoeletricidade, descoberta em 2010, na qual as propriedades magnéticas de um material podem ser controladas por um campo elétrico externo.

Spintrônica

Segundo a equipe, a magnitude da eletricidade gerada e a dependência de um campo magnético externo permitirão o uso do fenômeno para detectar informações armazenadas magneticamente. O fenômeno poderá ser útil na transferência e manipulação de dados na spintrônica, uma tecnologia que armazena e processa dados usando o spin de elétrons individuais como bits. A spintrônica vem sendo explorada no armazenamento de dados desde a descoberta da magnetorresistência gigante, em 1988, premiada com o Nobel de Física em 2007.

Ligação direta entre a eletricidade e o magnetismo

Já se sabe há algum tempo que rotacionar a magnetização em um material magnético pode gerar correntes de spin puras em condutores colocados juntos ao magneto - correntes de spin puras são correntes em direções opostas formadas por elétrons com spins para cima e para baixo, respectivamente. Entretanto, não é possível detectar essas correntes de spin com um voltímetro comum porque elas são canceladas pelo fluxo de carga associado - a corrente comum de cargas elétricas - seguindo na mesma direção. Por isso é necessário um elemento adicional, como um outro ímã ou uma forte interação spin-órbita, o que gera um efeito Hall de spin. O que a equipe descobriu agora é que, em uma classe especial de materiais ferromagnéticos, a conversão spin-carga ocorre dentro do mesmo material, eliminando a necessidade do elemento secundário e viabilizando o aproveitamento prático do fenômeno. Em termos simples, o material ferromagnético funciona como gerador de corrente alternada induzida pela rotação da magnetização - em termos menos simples, o material converte diretamente a corrente de spin em corrente de carga por meio da interação spin-órbita. "O fenômeno é um resultado de uma ligação direta entre a eletricidade e o magnetismo. Ele abre a possibilidade de técnicas de detecção em nanoescala de informações magnéticas e a geração de correntes alternadas de frequências muito altas," disse Arne Brataas, da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia. Bibliografia: Magnonic charge pumping via spin–orbit coupling. Chiara Ciccarelli, Kjetil M. D. Hals, Andrew Irvine, Vit Novak, Yaroslav Tserkovnyak, Hidekazu Kurebayashi, Arne Brataas Andrew Ferguson. Nature Nanotechnology.Published online. DOI: 10.1038/nnano.2014.252. fonte: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=conexao-entre-eletricidade-magnetismo&id=010110141121

CIENTISTAS DESENVOLVEM DROGA PARA SUBSTITUIR ANTIBIÓTICOS

De acordo com o jornal britânico “The Times”, pesquisadores criaram o primeiro medicamento livre de antibióticos para tratar infecções bacterianas. Essa é uma das ações que faz parte de um grande desenvolvimento no combate à resistência aos medicamentos. Um pequeno teste feito com pacientes mostrou que o novo tratamento foi eficaz na erradicação da superbactéria MRSA, que é resistente à maioria dos antibióticos. O medicamento já está disponível como um creme para infecções da pele e os pesquisadores esperam criar uma pílula ou uma versão injetável dentro dos próximos 5 anos. Os antibióticos têm sido um dos medicamentos mais importantes desde a descoberta da penicilina, quase 90 anos atrás, pelo escocês Alexander Fleming. Porém, a Organização Mundial de Saúde tem alertado repetidamente sobre a ameaça da resistência antimicrobiana, dizendo que “uma era pós-antibióticos – em que infecções comuns e pequenas lesões podem matar” é uma possibilidade muito real no século XXI. Segundo os cientistas, no entanto, essa nova tecnologia é menos propensa à resistência do que os antibióticos porque as infecções são atacadas pelo medicamento de uma forma completamente diferente. O tratamento utiliza enzimas chamadas endolisinas, que ocorrem naturalmente em vírus que atacam certas espécies bacterianas, mas não causam mal a micróbios benéficos. Mark Offerhaus, o Chefe do Executivo da empresa de biotecnologia holandesa Micreos, que está liderando a pesquisa, disse que o desenvolvimento das novas marcas de drogas é “uma nova era na luta contra bactérias resistentes a antibióticos”. Offerhaus ainda acrescenta que milhões de pessoas têm a ganhar com a pesquisa. FONTE: http://time.com/3560432/alternative-drug-replace-antibiotics/

sábado, 15 de novembro de 2014

CIRCULADOR DE ONDAS PODE REVOLUCIONAR TELECOMUNICAÇÕES

Um circulador é um equipamento com várias portas, que recebe uma onda de rádio ou micro-onda em uma de suas portas e a transmite no sentido de sua rotação apenas para a próxima porta.

Multiplexação nas antenas

Um componente com potencial para dobrar a largura de banda útil nas comunicações sem fios, seja nos telefones celulares, seja em equipamentos de troca de dados. Assim é um novo circulador de ondas de rádio, um equipamento pouco conhecido, mas essencial nas radiocomunicações, que acaba de ser criado por Nicholas Estep e seus colegas da Universidade do Texas em Austin, nos Estados Unidos. Um circulador é um equipamento com várias portas, que recebe uma onda de rádio ou micro-onda em uma de suas portas e a transmite no sentido de sua rotação apenas para a próxima porta. Esse mecanismo é usado como amplificador, como um isolador para evitar sobrecargas e como um duplexador, permitindo a transmissão e a recepção através da mesma antena, mas não simultaneamente. Em lugar de um duplexador, o novo circulador de ondas criado por Estep é um multiplexador com funcionalidade total, o que significa que os aparelhos poderão transmitir e receber sinais na mesma frequência ao mesmo tempo, ampliando muito a largura de banda.

Substituindo o magnetismo

Existem vários tipos de circuladores, tipicamente magnéticos, mas eles não são muito usados por causa de suas dimensões e peso muito grande. O novo circulador de ondas tem apenas 2 centímetros - cerca de 75 vezes menor do que o comprimento de onda com o qual ele opera - graças ao uso de componentes eletrônicos comuns para substituir o comportamento do magnetismo. O dispositivo trabalha imitando o modo como os materiais magnéticos quebram a simetria na transmissão de ondas entre dois pontos no espaço, uma função crítica que permite que os circuladores magnéticos dirijam seletivamente as ondas de rádio. O novo circulador obtém o mesmo efeito, mas substitui a polarização magnética por uma onda circulando pelos componentes do seu circuito. Outra característica única é que o novo circulador pode ser sintonizado em tempo real em uma ampla gama de frequências, algo que não é possível com os circuladores convencionais, que são construídos para operar em frequências específicas.
Um circulador de ondas magnético típico (esquerda), e o novo circulador não-magnético, baseado em componentes eletrônicos que podem ser montados em uma placa de circuito impresso ou integrados.

Circuladores para celulares e wi-fi

Mais importante, como o projeto do novo circulador é expansível e construído com a mesma técnica de fabricação dos circuitos integrados, ele pode ser colocado dentro de aparelhos portáteis. "Nós vislumbramos circuladores micrométricos incorporados em telefones celulares. Quando você considera o tráfego dos celulares durante eventos de alta demanda, como um jogo de futebol ou um show, há enormes implicações abertas pela nossa tecnologia, incluindo menos chamadas que caem e comunicações mais claras," disse Estep. "Nós também estamos trazendo esse paradigma para outras áreas da ciência e tecnologia," acrescentou o professor Andrea Alu, coordenador do trabalho. "Nossa equipe está trabalhando no uso deste conceito para proteger lasers e para criar circuitos integrados nanofotônicos que roteiem sinais de luz em vez de ondas de rádio em direções preferenciais." Bibliografia: Magnetic-Free Non-Reciprocity Based on Parametrically Modulated Coupled-Resonator Loops. Nicholas A. Estep, Dimitrios L. Sounas, Jason Soric, Andrea Alù. Nature Physics. Vol.: Published online. DOI: 10.1038/nphys3134. fonte: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=circulador-de-ondas&id=010110141113

PROPULSÃO A LASER SUPERSÔNICA PARA FOGUETES E AVIÕES

As deficiências dos motores foguetes podem ser superadas com o uso da técnica de ablação a laser.

Aviões e foguetes movidos a laser

Engenheiros e escritores de ficção científica têm sonhado há muito tempo com aeronaves e espaçonaves movidas por feixes de luz, em vez dos combustíveis convencionais. Agora, dois cientistas russos acreditam ter encontrado um meio para melhorar o impulso gerado por um sistema de propulsão a laser, deixando esse sistema inovador a um passo do uso prático. Segundo eles, uma abordagem híbrida pode ajudar a aumentar a potência de foguetes e permitir que futuras aeronaves passem de Mach 10 - 10 vezes a velocidade do som, eventualmente viabilizando os aviões hipersônicos. A ideia é usar a potência de um laser em terra para fornecer uma força propulsora adicional para a aeronave ou espaçonave. Vários sistemas têm sido propostos ao longo dos anos para viabilizar a propulsão a laser. Um dos mais promissores envolve um processo chamado de ablação a laser, no qual um feixe de laser pulsado atinge uma superfície, aquecendo-a e queimando material para criar o que é conhecido como uma pluma de plasma - uma coluna de partículas carregadas que fluem para fora da superfície. Esse efluente é essencialmente um gás de escape, gerando um impulso para o veículo.

Híbrido foguete/ablação a laser

Yuri Rezunkov e Alexander Schmidt idealizaram um novo sistema híbrido que integra um sistema de propulsão por ablação a laser com os bocais cônicos de saída de gases típicos dos motores de foguetes. A combinação dos dois sistemas pode aumentar a velocidade do fluxo de gás para fora do motor. Segundo os cálculos dos dois pesquisadores, a exaustão atinge velocidades supersônicas, além de reduzir a quantidade de combustível queimado. A eficácia das técnicas de propulsão atuais é limitada por fatores como a instabilidade dos gases à medida que eles fluem através do bocal de escape, bem como pela produção de ondas de choque que "estrangulam" a entrada do bocal, reduzindo o impulso. Mas estes efeitos podem ser reduzidos com a ajuda de uma pluma de plasma gerada por laser que seja redirecionada de modo a fluir rente às paredes internas do bocal de escape. Acoplar o jato de plasma com o fluxo de gás normal através do bocal supersônico, garantem os pesquisadores, melhora significativamente o empuxo total gerado pelo motor foguete. "Resumindo os dados obtidos, podemos prever a aplicação das técnicas de propulsão a laser supersônicas não só para o lançamento de pequenos satélites para a órbita da Terra, mas também para a aceleração adicional de aeronaves supersônicas para alcançar Mach 10 ou mais", disse Rezunkov. Bibliografia: Supersonic Laser Propulsion. Yuri Rezunkov, Alexander Schmidt. Applied Optics. Vol.: 53, Issue 31, pp. I55-I62. DOI: 10.1364/AO.53.000I55. FONTE: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=propulsao-laser-supersonica-foguetes-avioes&id=010170141112

LASER TRANSFORMA GRAFITE EM DIAMANTE A TEMPERATURA AMBIENTE

Foto dos nanodiamantes feita por microscópio (em cima) e esquema do funcionamento da técnica (embaixo).

Melhor que metal

O que começou como uma pesquisa para desenvolver um método para fazer metais mais fortes acabou com a descoberta de uma nova técnica para transformar grafite em diamante em condições ambientais normais. A nova técnica usa um laser pulsado a temperatura ambiente para criar filmes de nanodiamantes, com aplicações potenciais de biossensores a chips de computador futurísticos. "A maior vantagem é que você pode depositar seletivamente os nanodiamantes em superfícies rígidas, sem as altas temperaturas e pressões normalmente necessárias para produzir diamantes sintéticos," disse Gary Cheng, da Universidade Purdue, nos Estados Unidos.

Transformando grafite em diamante

A técnica começa com uma película formada por uma camada de grafite recoberta com uma folha de vidro. Quando essa película é exposta aos pulsos ultrarrápidos de um laser, o grafite é convertido instantaneamente em um plasma ionizado, criando uma pressão para baixo. Assim que o pulso de laser cessa, o plasma de grafite resfria e se solidifica rapidamente na forma de diamante - grafite e diamante são feitos de carbono puro, dispostos em diferentes arranjos atômicos. A folha de vidro confina o plasma, impedindo que ele escape, o que permite criar filmes contínuos de nanodiamantes com grande precisão e confiabilidade.

Tinta de diamante

Com o uso de uma base motorizada é possível escrever linhas de nanodiamantes para criar circuitos e sensores. A capacidade de escrever seletivamente linhas de diamante sobre superfícies sólidas pode ser útil para várias aplicações, incluindo a computação quântica, células a combustível e chips de computador de última geração. "Fizemos isto em temperatura ambiente e sem uma câmara de alta temperatura e pressão, de modo que este processo pode reduzir significativamente o custo de fabricar diamantes. Além disso, viabilizamos uma técnica de escrita direta que pode escrever seletivamente padrões projetados usando [uma "tinta" de] nanodiamantes," completou Cheng. Os pesquisadores batizaram o processo de CPLD (Confined Pulse Laser Deposition, deposição confinada por laser pulsado, em tradução livre). Bibliografia: Direct Laser Writing of Nanodiamond Films from Graphite under Ambient Conditions Qiong Nian, Yuefeng Wang, Yingling Yang, Ji Li, Martin Y. Zhang, Jiayi Shao, Liang Tang, Gary J. Cheng. Nature Scientific Reports. Vol.: 4, 6612. DOI: 10.1038/srep06612. fonte:inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=laser-transforma-grafite-diamante&id=010160141111

COMO A PNEUMONIA BACTERIANA AFETA O CORAÇÃO?

A pneumonia bacteriana é causada principalmente pela bactéria Streptococcos pneumoniae, mas também pode ser provocada pelas bactérias Klebsiella pneumoniae, Staphyloccus aureus, Haemophilius influenzae e Legionella pneumophila, responsáveis por um número menor de casos. Seus sintomas são bastante parecidos com os da pneumonia viral, e incluem tosse e aumento da secreção no sistema respiratório, dificuldades de respirar, falta de ar, dor no peito e febre alta. Apesar de grave, a doença geralmente é tratada em casa, com a ajuda de antibióticos, após o diagnóstico feito pelo médico, que pode incluir análise clínica, raio X e exames de sangue e de escarro. A pneumonia bacteriana não é contagiosa, ou seja, não é transmitida de uma pessoa infectada a outra, por isso, os pacientes não precisam ser mantidos isolados. As bactérias causadoras da pneumonia bacteriana estão presentes no ar, e atingem o pulmão vindas de uma infecção em outra parte do corpo, trazidas pela circulação sanguínea ou através da aspiração de secreções da orofaringe do próprio paciente. Um sistema imunológico forte graças a hábitos de vida saudáveis é a melhor arma para prevenir a contaminação.

Riscos para o coração

Pesquisas recentes revelaram o que os médicos já sabiam há tempo – que a pneumonia bacteriana pode aumentar os riscos de problemas cardíacos, pois as bactérias causadoras da doença podem invadir e matar as células cardíacas, aumentando as chances do paciente apresentar ataques ou insuficiência cardíaca, além de taquicardia ou anormalidades no ritmo dos batimentos. Segundo o site americano WebMD, pesquisas de laboratório realizadas em tecido cardíaco de roedores, macacos e humanos revelaram não só que as bactérias causadoras da pneumonia danificaram as células, como também que um antibiótico usado no tratamento da doença pode facilitar o ataque das bactérias ao tecido cardíaco. Um dos líderes da pesquisa, o professor da Universidade do Texas, Carlos Orihuela, explicou ao site que, dentre os pacientes hospitalizados por causa de pneumonia, cerca de 20% apresentaram algum problema cardíaco, aumentando os riscos de morte. Agora, os médicos e pesquisadores estão trabalhando na criação de uma vacina para prevenir essa grave complicação da pneumonia bacteriana. A equipe de pesquisadores encontrou altos níveis de troponina, um sinal de lesões cardíacas, no sangue de ratos com pneumonia bacteriana. Ao investigar o tecido cardíaco dos ratos de teste, eles encontraram bactérias Streptococcus pneumoniae, as principais causadoras de pneumonia, em microlesões, ao redor das quais o tecido cardíaco estava morrendo. As células cardíacas morrem por causa dos efeitos da toxina pneumolisina, produzida pelas bactérias.

Danos causados pelos antibióticos

O tratamento da pneumonia bacteriana requer o uso de antibióticos, como a amoxicilina, a levofloxacina ou ceftriaxona, por um período que vai de uma a duas semanas. Em laboratório, verificou-se que a ampicilina usada para tratar ratos infectados com a bactéria cuasadora da pneumonia fazia com que as bactérias morressem e explodissem, liberando a toxina pneumolisina diretamente no tecido cardíaco, danificando as células. Uma alternativa seria o uso de antibióticos chamados de bacterioestáticos, que matam as bactérias mas não as fazem explodir, e que podem ser mais seguros para o tratamento. Portanto, pode-se concluir que as pessoas com pneumonia bacteriana têm risco aumentado de ter insuficiência cardíaca e outros problemas de coração devido à formação de microlesões cheias de bactérias, que, mesmo ao serem mortas por alguns tipos de antibióticos, como a ampicilina, morrem e liberam uma toxina, a pneumolisina, que causa a morte das células.

Possibilidade de vacinas

Segundo artigo publicado no 50º Congresso Brasileiro de Genética, apesar da pneumonia bacteriana e outras infecções causadas pela Streptococcus pneumoniae terem um grande impacto negativo sobre a saúde pública no país, as duas vacinas que existem hoje não podem ser amplamamente utilizadas pelo Sistema Público de Saúde (SUS). Isso porque uma delas apresenta baixa eficácia em crianças e idosos e não induz a memória imunológica (vacina composta por 23 sorotipos de polissacarídeos capsulares purificados da bactéria), enquanto que a segunda, mais eficaz, é muito cara para ser produzida em grande escala.

Como prevenir a pneumonia bacteriana

A melhor maneira de se proteger da pneumonia, seja a bacteriana ou viral, é manter o sistema imunológico forte, capaz de combater invasores do organismo de maneira eficaz. Além disso, manter bons hábitos de higiene, evitar ficar em locais fechados com pouca ventilação, tomar vacina contra a gripe e curar gripes e resfriados rapidamente também diminuem o risco. Além disso, o fumo aumenta muito as chances da pessoa contrair doenças do sistema respiratório, não apenas a neumonia. Segundo o médico Daniel Deheizelin, o fumo provoca uma inflamação que facilita a entrada de bactérias, vírus e fungos, causadores de pneumonia. Além disso, o álcool também é um fator de risco, por deprimir o sistema imunológico. Se não forem combatidas, as bactérias causadoras da pneumonia podem avançar para outras partes do corpo, além dos pulmões e coração, causando septicemia, ou infecção generalizada, quadro gravíssimo que muitas vezes leva à morte. FONTE: http://saude.hsw.uol.com.br/como-pneumonia-bacteriana-afeta-o-coracao

ENTENDA A RELAÇÃO ENTRE A DIABETES E PROBLEMAS DE GENGIVA

O diabetes é uma doença crônica caracterizada pela hiperglicemia, termo médico que significa o aumento no nível de açúcar no sangue. Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, os alimentos são digeridos no intestino e se transformam em açúcar (glicose), que é absorvida pelo sangue e usada pelos tecidos do corpo como fonte de energia. “A utilização da glicose depende da presença de insulina, uma substância produzida pelas células do pâncreas. Quando a glicose não é bem utilizada pelo organismo, ela se eleva no sangue, o que chamamos de hiperglicemia. Diabetes é a elevação da glicose no sangue: hiperglicemia”. Por estar tão ligado ao nível de açúcar no sangue, o diabetes pode ser ocasional, como no caso do diabetes gestacional, ou crônico, como os diabetes tipo 1 e 2. Dos 3 tipos, o mais grave é o tipo 1, também conhecido como diabetes infanto-juvenil, insulinodependente ou diabetes imunomediado.

Tipos de diabetes

O diabetes tipo 1 é mais comum em crianças e jovens, e requer que o paciente tome injeções diárias de insulina. As pessoas que têm diabetes tipo 1 não produzem insulina suficiente, pois as células do pâncreas sofrem de um problema conhecido como “destruição autoimune”. Corresponde a menos de 10% dos casos da doença. O diabetes tipo 2 é a mais comum, podendo ser revertido com a adoção de hábitos de vida saudáveis. Pessoas obesas apresentam grande risco de desenvolver o problema. Nesses casos, o organismo produz insulina normalmente, mas a obesidade faz com que não consiga conter a alta no nível de açúcar do sangue. O estresse das grandes cidades, hábitos de vida sedentários (falta de exercícios físicos) e alimentação inadequada fazem com que o diabetes tipo 2 também esteja se tornando cada vez comum entre adultos jovens. No diabetes gestacional, a alta do nível de açúcar no sangue se relaciona às mudanças hormonais que ocorrem no corpo da mulher durante a gravidez. Alguns hormônios produzidos pela placenta reduzem a atuação da insulina, levando o corpo da mãe a aumentar a produção da substância pelo pâncreas. Mas algumas mulheres não produzem insulina adicional, apresentando então o quadro de diabetes gestacional, que traz riscos tanto para a mãe quanto para o bebê. Por isso, as mulheres grávidas precisam realizar exames para tratar o problema o quanto antes.

Diabetes e problemas de gengiva

Pessoas com diabetes têm de 3 a 4 vezes mais chances de apresentar gengivite, uma inflamação das gengivas, causada pelo desenvolvimento das chamadas placas bacterianas na base dos dentes. Pesquisas revelam que um terço dos diabéticos apresenta doença periodontal grave, um problema que pode levar à perda óssea e à queda dos dentes. Segundo o site do Instituto Nacional Americano de Diabetes, Doenças Digestivas e dos Rins (NIDDK): “A glicose está presente na sua saliva – o fluido em sua boca que a deixa úmida. Quando o diabetes não está sob controle, altos níveis de glicose em sua saliva ajudam o crescimento de bactérias nocivas. Elas se misturam aos alimentos para formar uma película pegajosa chamada de placa”. A placa também é formada devido à ingestão de alimentos ricos em açúcar e amido. Além de causar a degeneração dos dentes, cáries e problemas de gengiva, a placa também pode calcificar, formando o tártaro, além de poder ser uma das causas do mau hálito. Se o nível de açúcar no sangue não for bem controlado, o paciente diabético pode desenvolver mais placa que o normal, levando a vários problemas, como cáries, infecções e gengivites. São sintomas de gengivite: gengivas inchadas, vermelhas, sensíveis ou que sangram com facilidade. Se não for tratada, pode evoluir para uma periodontite, problema grave que faz com que as gengivas descolem dos dentes, deixando-os soltos e propensos à queda. Também leva à perda óssea. Segundo o Centro de Informações de Saúde Bucal e Dental da Colgate, “pessoas com diabetes têm um risco aumentado para doenças gengivais avançadas porque os diabéticos são geralmente mais suscetíveis às infecções bacterianas e têm uma diminuição na capacidade de combater as bactérias que invadem o tecido gengival”. Além disso, as infecções podem elevar o nível de açúcar no sangue, tornando mais difícil o controle da hiperglicemia. Outros problemas que podem surgir no paciente diabético além da gengivite e periodontite são a cárie, a candidíase – também conhecida por “sapinho”, uma doença causada por um fungo branco que se desenvolve comumente sobre a língua – aftas, boca seca e pequenas feridas.

Como cuidar de sua saúde bucal

Se você é diabético, tenha ainda mais atenção em relação à saúde de seus dentes. Mantenha o nível de glicose no sangue em equilíbrio, seguindo as instruções de seu médico e adotando um estilo de vida saudável. Escove seus dentes regularmente todos os dias, use o fio dental e visite seu dentista pelo menos a cada seis meses. Você também deve dizer a seu dentista que tem diabetes, para que ele possa atender a suas necessidades específicas. Confira mais dicas: - Use uma escova de dentes macia e escove os dentes ao acordar, antes de dormir, após cada refeição e após comer alimentos com açúcar ou amido. - Escove os dentes com delicadeza, realizando pequenos movimentos circulares; escove a língua também. - Troque de escova de dentes a cada três meses ou antes, caso as cerdas estejam muito gastas. Escovas desgastadas removem menos placa. - Use um enxaguante bucal com flúor, sobretudo à noite, quando aumenta a atividade de bactérias oportunistas. - Use o fio dental para limpar o espaço entre os dentes ao menos uma vez por dia. Ao passar o fio dental, deslize-o para cima e para baixo e então curve-o ao redor da base de cada dente, suavemente, sob as gengivas. Nunca reutilize o fio dental. - Se você usa dentadura, mantenha-as limpas e retire-as à noite. - Se você fuma, procure abandonar o hábito. Além de diversos outros problemas de saúde, você estará mais vulnerável a problemas bucais, como infecções por fungos, gengivite e câncer de boca e garganta. - Siga as instruções e conselhos de seu médico e dentista, e trate quaisquer problemas de saúde o quanto antes, para prevenir complicações. Considerações finais: Apesar do risco aumentado de apresentar problemas de gengiva, os diabéticos que mantêm seu nível de açúcar em equilíbrio, seguem a dieta recomendada e têm um estilo de vida saudável, realizando exercícios físicos e cuidando bem dos dentes, podem ter uma boca saudável, assim como as pessoas que não apresentam a doença. O cuidado redobrado e o acompanhamento de bons profissionais de saúde podem garantir que seus dentes e boca permaneçam livres de problemas e infecções ao longo da vida. fonte:http://saude.hsw.uol.com.br/relacao-entre-diabetes-e-problemas-de-gengiva

COMO O CÂNCER AFETA OS HORMÔNIOS?

A descoberta de um caso de câncer na família muitas vezes chega de forma devastadora e a tensão acaba varrendo alguns assuntos para debaixo do tapete. A vida sexual do doente é um desses temas frequentemente relegado a segundo plano, embora possa ser muito importante especialmente para a autoestima da pessoa abalada por uma condição que coloca em risco a sua vida. Em maior ou menor grau, dependendo do tipo do câncer e da intensidade do tratamento, os hormônios tanto do homem quanto da mulher afetados pela doença sofrem um desequilíbrio no período de combate a essa condição e a queda na libido é um dos resultados mais frequentes da situação.

Hormônios são essenciais para regular as funções do organismo

Os hormônios são substâncias produzidas naturalmente pelas glândulas do nosso organismo e transportadas através do sangue. Eles funcionam como mensageiros emitindo comandos para diversas partes do corpo e regulando seu funcionamento. Cada um deles tem funções específicas intervindo desde o crescimento até nas atividades dos órgãos. Com a manifestação do câncer, o desequilíbrio das funções hormonais ocorre de duas formas. Em casos particulares, algumas células cancerígenas produzem hormônios que causam sintomas indesejáveis no organismo. Todavia, na maioria das vezes, a ruptura do ambiente controlado de forma natural é feito pela medicação ingerida para combater a doença ou pela remoção de órgãos, que altera os níveis hormonais. Essas modificações podem ser permanentes ou temporárias. Apesar de todos os tratamentos serem passíveis de afetar os hormônios sexuais, há alguns tipos de câncer que são mais susceptíveis de fazer essa alteração de forma significativa. Especialmente os direcionados para os cânceres localizados na mama e na próstata.

Três substâncias atuam na manutenção do desejo sexual

São 3 os hormônios sexuais que atuam de forma decisiva na libido: o estrogênio, a progesterona e a testosterona. O estrogênio é um hormônio feminino que é produzido, em sua maior parte, pelos ovários, embora as glândulas adenais (localizadas acima dos rins) sejam capazes de fazê-lo, ainda que em pequena quantidade. A gordura corporal também consegue produzir algum estrogênio. Ele é o responsável, durante a puberdade, pelo desenvolvimento sexual das meninas, incluindo o crescimento das mamas, ajuda a controlar o ciclo menstrual e a liberação dos ovos no período fértil. Homens também produzem estrogênio, mas em muito menor quantidade. Ele é feito nos testículos, em sua maior parte, e também nas glândulas supra-renais. Serve para ajudar a melhorar a qualidade do esperma (amadurecer) e aumentar o desejo sexual.

Testosterona é essencial para crescimento muscular

A progesterona é outro hormônio essencialmente feminino e também produzido pelos ovários. Durante o período da gravidez, a placenta é capaz de criar essa substância essencial para o controle do ciclo menstrual, importante na manutenção da gravidez e no período da amamentação. Já a testosterona é um hormônio masculino produzido em sua maior parte pelos testículos. As glândulas supra-renais criam uma substância similar que o corpo se encarrega de transformar em testosterona. Ela é necessária para o corpo produzir esperma, ajuda a manter massa muscular e contribui para o impulso sexual. Tem papel fundamental no desenvolvimento sexual dos meninos durante a puberdade como, por exemplo, no crescimento muscular e dos pelos faciais. Em mulheres, a testosterona, em quantidade bem menor, é produzida pelas glândulas supra-renais e ovários. Ajuda na manutenção da massa muscular e contribui para a libido.

Sintomas vão muito além da perda de desejo sexual

Quando os tratamentos para o câncer atingem esses órgãos produtores dos hormônios, eles acabam influenciando os níveis de hormônios sexuais e provocando o aparecimento de sintomas que, naturalmente, variam de indivíduo para indivíduo. Podem ser leves ou mais graves necessitando, inclusive, de tratamento. Entre esses sintomas, para homens e mulheres estão: - Suores e vermelhidão; - Problemas de memória e de concentração; - Diminuição ou perda de interesse em sexo (perda de libido); - Alterações de humor e de peso; - Cansaço; - Dificuldade em dormir; - Dores; - Perda óssea; - Problemas de coração, devido ao aumento dos níveis de colesterol. No caso específico das mulheres: - Secura vaginal; - Problemas urinários. Homens também podem sofrer: - Problemas de ereção (impotência); - Inchaço da mama e sensibilidade na região; - Fraqueza muscular.

Escolha de tratamento define problema hormonal

São essas as causas principais que podem gerar os problemas hormonais. 1-Cirurgia de remoção dos ovários Mulheres que já estão na menopausa não terão sintomas, uma vez que passaram pelo processo natural da paralisação da produção hormonal e o corpo se adaptou a isso. Porém, aquelas que estão no período pré-menopausa e precisam retirar os ovários por causa de câncer na região, terão uma menopausa brusca e muito provavelmente apresentarão sintomas, entre eles a perda de libido. 2-Operação para retirada dos testículos O mesmo se aplica aos homens que precisam remover os testículos por causa de câncer no órgão. Quando a retirada é de apenas um testículo, o que é mais comum, isso não afeta tanto os níveis de testoterona, pois o remanescente é capaz de produzir o hormônio suficiente. Porém, quando há necessidade da remoção de ambos, o que é raro, é preciso fazer reposição hormonal para prevenir os sintomas.

3-Câncer de próstata

Quando o caso é câncer de próstata, há necessidade de cessar a produção de testosterona para diminuir ou parar o crescimento das células cancerígenas. É uma opção a ter que realizar a cirurgia de remoção dos testículos, mas pode causar alguns dos sintomas descritos anteriormente.

4-Quimioterapia

Com a descoberta de células cancerígenas, sendo ou não realizada uma cirurgia para a remoção de algum órgão ou parte de tecido atingido, o uso de drogas anti-câncer (citotóxicos) para destruí-las ou retardar seu crescimento é chamado de quimioterapia. É um tratamento padrão e recomendado para praticamente todos os casos. Em mulheres que não passaram pela menopausa, a quimioterapia pode fazer com que os ovários parem de funcionar normalmente, o que afeta imediatamente a produção de hormônios. Sobre homens, há menos informação sobre como esta forma de tratamento afeta os níveis de testosterona. Existe alguma evidência da redução da produção do hormônio durante as aplicações da droga, o que causa a queda do desejo sexual e cansaço. Isso levou a uma menor capacidade de conseguir e manter uma ereção.

5-Radioterapia para a região pélvica

É uma opção de tratamento considerada mais leve (se comparada à quimioterapia) para o combate ao câncer, mas pode afetar os níveis dos hormônios sexuais se for direcionada para a região pélvica. A radioterapia consiste no uso de raios-X para destruir as células cancerígenas. A aplicação é feita na região da bacia, entre os ossos da anca, região que abrange os ovários ou testículos, bem como o útero, bexiga e próstata.

6-Terapia hormonal

Para tentar diminuir o crescimento das células cancerígenas, especialmente quando é detectado um problema na próstata, na mama ou no útero, pode-se optar por terapia hormonal. Independente da terapia escolhida, ela pode causar sintomas. fonte: http://saude.hsw.uol.com.br/como-o-câncer-afeta-os-hormônios

VC SABE O QUE É O EXAME DA "PROTEÍNA C REATIVA"?

A proteína C reativa, também conhecida pela sigla PCR, é uma proteína produzida no fígado, cuja concentração sanguínea se eleva radicalmente quando há um processo inflamatório em curso, como infecções, neoplasias, doenças reumáticas ou traumatismos. O exame da PCR é uma simples análise de sangue, que consiste na dosagem da concentração sanguínea da proteína C reativa. Um valor elevado sugere a existência de um processo inflamatório em curso. A PCR, porém, é um exame inespecífico; ela é capaz de apontar precocemente a existência de uma inflamação/infecção, mas é incapaz de dizer a sua origem, ou seja, ela não serve para identificar qual é a doença que está provocando o quadro. Recentemente, descobriu-se que o valor da PCR pode ser útil também para indicar quais são os indivíduos com maior risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

O que é Proteína C Reativa?

O fígado é o órgão responsável pela síntese das proteínas que circulam na corrente sanguínea. Em estados de estresse para o organismo, como nos casos de infecções ou lesões de órgãos e tecidos, o fígado aumenta a produção das chamadas proteínas de fase aguda. Essas proteínas possuem atividade anti-inflamatória e ajudam o sistema imunológico a combater germes invasores. Dentre as várias proteínas de fase aguda existentes, a proteína C reativa é uma das que mais se destaca. A proteína C reativa foi descoberta na década de 1930 após análises do sangue de pacientes com pneumonia. Naquela época, os investigadores notaram que a PCR encontrava-se muito elevada durante a fase ativa da pneumonia , mas desaparecia do sangue quando o paciente ficava curado. Não demorou muito para que se descobrisse que esse fenômeno não ocorria somente na pneumonia, mas sim em qualquer infecção relevante no organismo, principalmente aquelas de origem bacteriana. Mas a PCR não se limita a detectar infecções. Qualquer doença que provoque uma reação inflamatória por parte do organismo pode cursar com níveis elevados de proteína C reativa. Entre as condições não infecciosas que podem provocar elevação da PCR, podemos citar: - Apendicite aguda; - Pancreatite aguda; - Doença inflamatória intestinal; - Linfomas; - Mieloma múltiplo; - Tumores malignos; - Traumatismos; - Queimaduras; - Infarto do miocárdio; - AVC; - Artrite reumatoide; - Doença de Behcet; - Esclerodermia; - Granulomatose de Wegener; - Febre reumática . As doenças listadas acima são apenas alguns exemplos, a lista completa, incluindo as doenças infecciosas, tem dezenas de exemplos.

Para que serve o exame da PCR?

A proteína C reativa é muito usada para ajudar no diagnóstico de doenças inflamatórias/infecciosas e para o acompanhamento da eficácia do seu tratamento. Como já referido, a PCR é um exame inespecífico. Ela nos diz que existe uma inflamação em curso, mas não ajuda muito na hora de identificar qual é o agente causador. Para identificar a origem da infecção são necessários outros dados, como uma correta interpretação da história clínica, dos sinais e sintomas do paciente e a utilização de outros exames complementares, como a radiografia de tórax, análises de urina, ultrassonografia, etc.

Proteína C reativa nos casos de infecção

A concentração de proteína C reativa no sangue eleva-se precocemente em casos de infecção. Apenas 2 horas após o início do quadro infeccioso, já é possível detectar um aumento do valor da PCR no sangue. A PCR serve para ajudar no diagnóstico e para acompanhar a eficácia do tratamento, pois, conforme os antibióticos vão surtindo efeito e a infecção vai sendo vencida, o valor da proteína C reativa começa a cair. Um paciente que após 48-72 horas de tratamento com antibiótico não vê melhora no seu quadro clínico e não apresenta sinais de queda da PCR provavelmente precisará de um novo plano de tratamento, pois o atual não demonstra estar sendo eficaz. Historicamente, nós sempre utilizamos, através do hemograma, o número de leucócitos no sangue para fazer esse papel de diagnosticar e acompanhar a evolução de uma infecção (leia: HEMOGRAMA COMPLETO). A PCR, porém, mostrou-se ser um exame mais confiável, já que seus valores sobem e caem mais rapidamente de acordo com o estado da infecção. Hoje em dia, é comum utilizarmos tanto o hemograma quanto a PCR como exames complementares nos casos de infecção.

Proteína C reativa nos casos de doenças reumáticas

As doenças reumáticas e as doenças autoimune costumam provocar quadros de inflamação crônica no organismo, levando, assim, à elevação da PCR. Ao contrário das doenças infecciosas, principalmente daquelas provocadas por bactérias, nas quais a PCR eleva-se bastante, frequentemente mais de 20 a 30 vezes o seu valor normal, a PCR nas doenças reumáticas costuma estar apenas um pouco elevada. Nestes casos, a PCR serve como parâmetro de atividade da doença. Por exemplo, pacientes com artrite reumatoide que apresentam elevação persistente da PCR costumam ter mais lesões ósseas e mais deformidades das articulações a médio/longo prazo. Ao contrário da maioria das doenças reumáticas e autoimunes, o lúpus parece ser um caso à parte, pois a atividade da doença não costuma ter relação com os valores da PCR .

Proteína C reativa nos casos de câncer

Ao contrário das infecções e das doenças reumáticas, a PCR não costuma ser utilizada na investigação dos pacientes com suspeita de câncer. Isso ocorre porque nem todos os cânceres causam elevação da PCR, e quando o fazem, o valor da elevação costuma ser baixo, difícil de ser distinguido de outras situações mais comuns. Existem, contudo, algumas exceções nas quais o PCR pode ser útil. Uma elevação inexplicada da PCR, por exemplo, pode ser um sinal de recidiva de um tumor previamente tratado. Outro exemplo são os pacientes com mieloma múltiplo ou linfoma, uma vez que valores persistentemente elevados da PCR costumam indicar uma doença mais agressiva, sugerindo pior prognóstico, com menor tempo de sobrevida. É bom salientar que, em geral, não se pede PCR somente com o intuito de pesquisar um câncer. Da mesma forma, um paciente com PCR inexplicavelmente elevado tem muito mais chances de ter uma doença inflatória benigna ou uma infecção do que ter um câncer oculto.

Valores da Proteína C Reativa:

Os resultados da PCR podem ser descritos em mg/dL ou mg/L. Como as duas formas são frequentemente usadas pelos laboratórios, vou usar as duas unidades de medição ao longo do restante do artigo. Em pessoas sadias, a PCR costuma estar abaixo de 0,3 mg/dL(3 mg/L), mas esse valor pode ser um pouco mais elevado em indivíduos idosos. – Valores de PCR entre 0,3 mg/dL (3 mg/L) e 1,0 mg/dL (10 mg/L) podem ocorrer em situações de inflamação mínima, como uma gengivite ou um resfriado. Pessoas obesas, diabéticas, hipertensas, portadores de insuficiência renal, consumidores regular de álcool, fumantes ou pessoas sedentárias também podem ter valores discretamente elevados de PCR. – Valores de PCR acima de 1,0 mg/dL (10 mg/L) já começam a ser mais compatíveis com infecções ou processos inflamatórios mais intensos. Valores entre 1,0 mg/dL (10 mg/L) e 4,0 mg/dL (40 mg/dl) são compatíveis com infecções virais mais fortes, tipo gripe, mononucleose, catapora, etc. Tumores e doenças reumáticas também costumam causar elevação da PCR nesta faixa. – Valores da proteína C reativa acima de 4,0 mg/dL (40 mg/L) são mais compatíveis com infecção bacteriana. Em casos de sepse, os valores facilmente ultrapassam os 20 mg/dL (200 mg/L). Antigamente, os resultados da PCR eram divulgados apenas como positivo ou negativo. Se os valores fossem acima de 1,0 mg/dL (10 mg/L), o laboratório considerava o resultado como PCR positivo, fosse ele 1,5 mg/dL ou 30 mg/dL. Como vocês podem imaginar, esse tipo de resultado ajuda pouco. Com as técnicas mais modernas, capazes de medir exatamente os valores da PCR, esta forma de divulgar o resultado da proteína C reativa acabou sendo abandonada.

Proteína C Reativa ultrassensível e as doenças cardiovasculares

Os testes habituais que medem os valores sanguíneos da PCR costumam ter um limite inferior que fica ao redor de 0,3 mg/dL (3 mg/L). Sempre que o paciente tiver um valor de proteína C reativa abaixo de 0,3 mg/dL, o laboratório fornecerá o resultado como PCR < 0,3 mg/dL (< 3,0 mg/L). Recentemente, novas técnicas de detecção da proteína C reativa têm permitido uma avaliação mais detalhada dos resultados dos pacientes com PCR abaixo de 0,3 mg/dL. Um exame chamado proteína C reativa altamente sensível (PCR-as) ou proteína C reativa ultrassensível (PCR-us) permite detectar com segurança valores de PCR tão baixos quanto 0,03 mg/dL (0,3 mg/L). Essa possibilidade de detectar valores muito baixos possibilitou o uso da PCR-us como um preditor de doenças cardiovasculares. Vamos a uma rápida explicação para vocês entenderem melhor. Evidências acumuladas desde a década de 1990 vêm apontando para um papel central da inflamação na origem da aterosclerose e, por consequência, no aparecimento de doenças cardiovasculares, como o infarto do miocárdio. Mais de 30 estudos já demonstraram que uma inflamação silenciosa de pequena intensidade, caracterizada por elevações bem pequenas, mas persistentes, da proteína C reativa, está claramente relacionada a um maior risco de desenvolvimento de placas de colesterol nos vasos sanguíneos, o que facilita o surgimento de doenças cardiovasculares (leia: INFARTO DO MIOCÁRDIO | Causas e prevenção). Nos indivíduos sadios, o valor normal da PCR dosada pelo método de PCR-as é menor que 0,1 mg/dL (1 mg/L). Em média, pessoas sem doenças possuem uma PCR ao redor de 0,07 e 0,08 mg/dL (0,7 e 0,8 mg/L). Os diversos estudos realizados ao longo das últimas 2 décadas têm mostrado que os indivíduos que apresentam uma PCR persistentemente acima de 0,1 mg/dL (1 mg/L), apresentam um estado crônico de inflamação mínima, o que aumenta, a longo prazo, o risco de doenças cardiovasculares. Portanto, de forma resumida, o que os estudos têm apontado é o seguinte: - Pessoas com PCR persistentemente abaixo de 0,1 mg/dL (1 mg/L) possuem baixo risco de desenvolver doenças cardiovasculares. - Pessoas com PCR persistentemente entre de 0,1 mg/dL (1 mg/L) e 0,3 mg/dL (3 mg/L) possuem um risco moderado de desenvolver doenças cardiovasculares. - Pessoas com PCR persistentemente acima de 0,3 mg/dL (3 mg/L) possuem um risco elevado de desenvolver doenças cardiovasculares. Obviamente, os resultados da PCR não podem ser interpretados durante um quadro de infecção. Esses valores devem ser pesquisados enquanto o paciente encontra-se sem nenhuma queixa clínica. Como já foi referido, indivíduos diabéticos, hipertensos, fumantes e/ou obesos apresentam frequentemente níveis de PCR acima de 0,3 mg/dL (3 mg/L). Não é surpresa, portanto, que essas doenças já tenham sido há vários anos identificadas como importantes fatores de risco para problemas cardiovasculares. fonte: mdsaude.com/2014/10/proteina-c-reativa-exame-pcr.html