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sábado, 17 de janeiro de 2015

CONHEÇA 8 COISAS QUE VC NÃO SABIA SOBRE A VAGINA

1-O clitóris supersensível

O clitóris é uma parte extremamente sensível da vagina, ele contém cerca de 8 mil terminações nervosas, o dobro do que contém o pênis. Tanto vagina quanto pênis começam a partir do mesmo tecido embrionário no útero da mãe.

2-No tamanho certo

O tamanho médio da vagina é de 7,5 a 10 cm, mas quando ela está excitada, pode aumentar até 50%.

3-Vaginas e tubarões

Tanto as vaginas quanto os tubarões contém o mesmo lubrificante natural, o esqualeno. O esqualeno foi identificado primeiro no óleo de fígado dos tubarões, por isto tem este nome.

4-Cabelos temporários

Os pelos pubianos tem uma “expectativa de vida” de 3 semanas. Só por comparação, o cabelo da cabeça pode “viver” até 7 anos.

5-Exagerada

O maior número de orgasmos que uma mulher conseguiu obter em uma hora foi de 134. Para os homens, o recorde é de 16.

6-Auto-limpante

Sim, é verdade, a vagina contém um mecanismo auto-limpante – a lubrificação natural e a flora bacteriana dela funcionam como um mecanismo de limpeza. Uma ducha vaginal pode desequilibrar o sistema e causar mau-cheiro, já que vaginas saudáveis não tem mau-cheiro.

7-Chique

As paredes internas da vagina são plissadas, e podem abrir como um guarda-chuva durante uma relação íntima. Mas para acontecer isto é preciso primeiro despertar o desejo…

8-Inquilinos do bem

A vagina é repleta de bactérias, a chamada “flora vaginal”, e algumas das bactérias vaginais “do bem” são também encontradas no iogurte. FONTE:iflscience.com/health-and-medicine/10-things-you-didnt-know-about-vaginas //

ENTENDA O COMPLICADO DESEJO SEXUAL DA MULHER

O desejo sexual da mulher não é totalmente hormonal, como pode ser com os homens. Em vez disso, as mulheres precisam de muito mais para ficarem excitadas, de acordo com um novo estudo. “O desejo sexual da mulher é extremamente complicado”, afirma o Dr. John Randolph, autor do estudo. Randolph é professor de obstetrícia e ginecologia na Universidade de Michigan, nos EUA. Não há tratamento medicamentoso disponível para impulsionar a vontade do sexo feminino, embora até um terço das mulheres adultas possam experimentar o “distúrbio do desejo sexual hipoativo”, o termo médico para o pouco interesse em sexo, de acordo com um estudo de 2002. Alguns médicos têm explorado a ideia de dar baixas doses de testosterona para ajudar as mulheres com baixa libido. Os corpos das mulheres produzem testosterona, mas não no mesmo nível que os homens, e a produção de testosterona cai significativamente se a mulher tiver seus ovários removidos, assim como após a menopausa. Randolph afirma que os cientistas têm teorizado que a testosterona desempenha um papel na função sexual das mulheres, “mas as pessoas não têm tido muito sucesso em provar isso por muitas razões”, argumenta. Seu estudo mostra que a testosterona tem um papel no interesse das mulheres em sexo, mas desempenha um papel modesto. O que parece desempenhar um papel maior no desejo de uma mulher é o seu bem-estar emocional. Randolph e seus co-autores chegaram a essa conclusão através da análise de dados de 3.302 mulheres que fizeram parte de um esforço de uma década chamado Estudo da Saúde das Mulheres nos EUA. Os médicos verificavam a presença de testosterona e outros hormônios reprodutivos no sangue das pacientes. Para o propósito deste estudo particular, o foco era sobre as mulheres que atravessavam a menopausa. Observando os dados, os pesquisadores viram que as mulheres com níveis mais altos de testosterona em seu sangue sentiam desejo sexual um pouco mais alto do que as mulheres com níveis mais baixos. “Mas a diferença não foi nada assombrosa”, explica Randolph. Ou seja, ele acredita que dar a uma mulher com um pequeno apetite por intimidade testosterona não seria o mesmo que dar um impulso sexual saudável. O que os dados mostraram foi que as mulheres que relataram que tinham menos momentos tristes e disseram estar mais emocionalmente satisfeitas em seus relacionamentos tinham mais desejo sexual do que aquelas que diziam o contrário. “Humor positivo e uma sensação geral de saúde e bem-estar são fundamentais para as mulheres”, diz Randolph. O que ele sugere é que as mulheres que estão insatisfeitas com o seu baixo desejo sexual conversem com seus médicos sobre como elas podem melhorar estes fatores psicológicos. “Não é justo, eu sei. Muita gente provavelmente prefere tomar uma pílula. Mas quando se trata de sexo, as mulheres são muito mais complicadas do que isso”, finaliza. FONTE: http://edition.cnn.com/2014/11/21/health/womens-sexual-appetite/index.html

EJACULAÇÃO FEMININA PODE ACONTECER DE 2 JEITOS

Para muitas pessoas, a tal da ejaculação feminina não passa de lenda urbana. Mas a ciência resolveu entrar em cena para dizer de uma vez por todas do que realmente se trata esse misterioso e controverso fenômeno.

O que é a ejaculação feminina?

Algumas mulheres têm produção de um líquido em sua uretra durante o clímax de relações sexuais. Às vezes, trata-se de uma pequena quantidade de líquido branco leitoso – isso, tecnicamente, é a ejaculação feminina. Mas outras mulheres dizem “esguichar” uma quantidade muito maior de líquido – o suficiente para fazer com que pareça que elas fizeram xixi na cama.

O que é esse líquido?

Alguns pequenos estudos têm sugerido que o orgasmo feminino vem das glândulas Skene – estruturas minúsculas que “desaguam” na uretra. Alguns na comunidade médica acreditam que essas glândulas são semelhantes à próstata masculina, apesar de seu tamanho e forma serem muitos diferentes e sua função exata permanecer desconhecida.

Orgasmo no laboratório

Para investigar a natureza e as origens do fluido da ejaculação feminina, Samuel Salama, um ginecologista de um hospital francês e seus colegas recrutaram sete mulheres que relatam a produção de grandes quantidades de líquido – algo em torno de um copo de água – no momento do orgasmo. Em primeiro lugar, essas mulheres foram convidadas a fornecer uma amostra de urina. Tipo de convite irrecusável, não? Em seguida, elas passaram por uma ultrassonografia, para que os pesquisadores tivessem certeza de que cada uma delas estava com a bexiga completamente vazia. As mulheres, então, ficaram se masturbando – ou contaram com a ajuda de um parceiro – até que chegassem perto de ter um orgasmo (o que durou entre 25 e 60 minutos). Nesse momento, pouco antes das mulheres chegarem ao clímax, elas foram submetidas a uma segunda ultrassonografia. Pensa na situação.

Não para, não para, não para

Feito o segundo ultrassom, as mulheres voltaram para o caminho do orgasmo. E quando elas finalmente chegaram lá, o fluido esguichado foi coletado em uma bolsa e uma última ultrassonografia foi realizada. Lembra que todas elas esvaziaram a bexiga antes de começar a estimulação? Pois então. O segundo exame, realizado pouco antes do clímax, mostrou que as bexigas delas já estavam completamente recarregadas. E, pasmem: o ultrassom final de cada mulher mostrou bexiga vazia. Ou seja, o líquido do orgasmo quase certamente se originou a partir da bexiga.

Mulheres que ejaculam estão na verdade fazendo xixi?

Uma análise química foi realizada em todas as amostras de fluido recolhidas. Duas mulheres não mostraram diferença entre as substâncias químicas presentes na urina e o produto do orgasmo. Mas outras cinco mulheres tinham uma pequena quantidade de antígeno prostático específico (PSA) em seus orgasmos – uma enzima não detectada na amostra de urina inicial, mas que faz parte da “verdadeira” ejaculação feminina. A enzima PSA, produzida em homens pela próstata, é mais comumente associada com ejaculação masculina, onde a sua presença ajuda o esperma a nadar. Nas mulheres, a enzima PSA é produzida principalmente pelas glândulas Skene – também chamadas de “próstata feminina”. De acordo com Barry Komisaruk, neurofisiologista da Universidade de Rutgers, em Newark, New Jersey (Estados Unidos), este estudo apresenta evidências convincentes de que o tal esguicho da ejaculação feminina é quimicamente similar à urina, e também contém pequenas quantidades de PSA – que está presente na verdadeira ejaculação tanto do homem quanto da mulher. “Este estudo ajuda a conciliar a controvérsia sobre os fluidos que muitas mulheres relatam terem sido lançados no orgasmo”, acrescenta. “Há, evidentemente, dois fluidos diferentes, com duas fontes diferentes”. Florian Wimpissinger, do Hospital Rudolfstiftung, em Viena, na Áustria, sugere que a presença ou não da enzima PSA na ejaculação de algumas mulheres pode ser causada porque as secreções provenientes das glândulas Skene poderiam ir para a bexiga no momento do orgasmo. Pode também ter algo a ver com a conhecida variação de forma e tamanho e das glândulas. Ou simplesmente porque algumas mulheres não produzem PSA mesmo.

Ejaculação feminina: toda mulher é capaz

Por que algumas mulheres experimentam estes diferentes tipos de ejaculação e outras não ainda não está totalmente claro, mas o ginecologista Samuel Salama acredita que toda mulher é capaz de performar o tal esguicho desde que “seu parceiro saiba o que está fazendo”. VC concorda ou discorda? FONTE: newscientist.com/article/dn26772-female-ejaculation-comes-in-two-forms-scientists-find.htm // iflscience.com/health-and-medicine/women-squirting-during-sex-may-actually-be-peeing

domingo, 11 de janeiro de 2015

O QUE É OUTERNET ,E PORQUE ELA PODE SER O FUTURO DA INTERNET

Para 60% da população mundial, acessar a internet regularmente é tão comum quanto andar em carros voadores. Hoje, quase cinco bilhões de pessoas não possuem acesso básico à internet, seja porque moram em áreas rurais e remotas, seja devido à censura do governo local. Onde a internet falhou, a Outernet espera triunfar. Ela está trabalhando para concretizar um novo tipo de comunicação via satélite, prometendo levar acesso ao conhecimento até mesmo para os cantos mais remotos do mundo. A Outernet é uma invenção de uma empresa novaiorquina de mesmo nome. Trata-se de um sistema gratuito para distribuição de conteúdo, que forneceria acesso básico à web através de uma série de satélites geoestacionários, de órbita terrestre baixa, além de CubeSats. Ele usará uma combinação de datacasting com UDP (User Datagram Protocol). Datacasting é a transmissão de dados em uma área ampla por meio de ondas de rádio, não por meios físicos (como cabos, linhas de telefones ou rede elétrica). O UDP, por sua vez, permite transmissões muito parecidas com o rádio ou televisão. Os dados são jogados de sua origem até qualquer equipamento que esteja no alcance, sem qualquer garantia de que serão recebidos, tal e qual as estações de rádio fazem transmissões sem considerar quais ou quantos rádios estão no alcance. O UDP é uma das formas mais básicas de protocolo de internet. Criado em 1980, ele é um modelo de transmissão sem conexão: ou seja, ele não precisa que alguém esteja do outro lado da linha quando os dados são enviados.

Rádio para a era digital

Basicamente, a Outernet é o análogo moderno às ondas de rádio convencionais. O sinal tem origem em um único local central – neste caso, a sede da Outernet em Nova York. Ele viaja através de diversos comprimentos de onda até chegar a um receptor adequado (uma antena parabólica). O usuário final pode modelar a frequência recebida para alternar entre as “estações”. Mas, em vez de confiar em estações de rádio na Terra, a Outernet joga seu sinal até uma série de satélites, que o levam até o receptor adequado. Esse receptor funciona como um ponto de acesso Wi-Fi. Em seguida, ele se conecta a um computador ou dispositivo móvel e transfere os dados recebidos como um arquivo digital. Essa rede é unidirecional: não há uma comunicação de duas vias aqui, da mesma forma que você não receberá resposta se falar com o rádio do seu carro. Por isso, o sistema exige muito menos largura de banda e sua operação exige muito menos dinheiro. “A internet tem duas funções principais: comunicação e acesso à informação”, disse Syed Karim, co-fundador da empresa, à BBC. “É a parte da comunicação que a torna tão cara”.

Biblioteca pública da humanidade

Na parte da informação, a Outernet começou a formar um “arquivo central” de conhecimento, baseado em informações colhidas de cinco mil páginas da Wikipédia, do Projeto Gutenberg e de vários e-books livres de direitos autorais. O plano inicial, que ainda tem alguns nós a serem desatados, é que o público decida qual conteúdo será transmitido; decisões são tomadas com base em pedidos e votações dos usuários. E mais: um vez que o sistema é unidirecional, ele é muito mais difícil de ser censurado. Isso é semelhante ao período da Guerra Fria: os rádios de ondas curtas serviram como fontes vitais de informação para aqueles presos atrás da Cortina de Ferro. Inicialmente fundada por uma companhia de investimento em mídia, a Outernet tem como missão proporcionar informação livre, anônima e educacional, disponível em regiões enfrentando censura governamental ou fora da rede por qualquer outro motivo. Em agosto, a startup começou a transmitir esses dados através de um satélite geoestacionário; ela pode enviar até 200 MB por dia. O satélite alcança a América do Norte e a maior parte da Europa Ocidental, e a empresa tem planos de se expandir para o resto do mundo até julho de 2015. Ela captou quase US$ 380.000 no Indiegogo, e assim poderá aumentar o limite de transmissão diária para 100 GB/dia em um futuro próximo. Syed Karim disse em uma TED Talk que um único receptor em uma vila no centro da África pode fornecer resmas de informação valiosa para até trezentos moradores do local – incluindo textos sobre agricultura, saúde e serviços humanos. “Se você estiver na vizinhança de um ponto de acesso recebendo dados do satélite, você seria capaz de se conectar com a Outernet em seu celular e ver o Librarian, nosso software de indexação, como se fosse um site offline”, ele diz. “Lá você vai encontrar os dados, armazenados em arquivos.” Além disso, a Outernet pode também ser usada para transmissões de alertas de emergência, que seriam atualizados várias vezes por hora, em vez de uma vez por semana, como de costume. O plano não é tão perfeito, no entanto. Mark Newman, da empresa de pesquisa de tecnologia Ovum, disse à BBC:
Quando você começa a pensar nas necessidades das comunidades rurais em mercados em desenvolvimento, eles estarão mais interessados em coisas que impactam suas vidas cotidianas: subsistência, colheitas, clima e assistência médica. Eu questiono se, ao criar conteúdo de forma central e distribui-lo localmente, você vai atender às necessidades locais, tanto em termos de conteúdo e de idioma. O grau de instrução também pode ser um problema. Distribuição por áudio e som – em vez de texto – pode ser algo interessante, porém usaria mais dados.

Um projeto ambicioso

Mesmo assim, um pouco de internet é melhor do que nenhuma internet. Estima-se que, em quinze ou vinte anos, a internet chegue aos mesmos lugares que a Outernet pretende alcançar. Ou seja, a Outernet pode fornecer um serviço substituto valioso até que o acesso à rede convencional esteja disponível em mais lugares. Para isso, a Outernet tem uma parceria com o Banco Mundial para testar o serviço em julho de 2015 no Sudão do Sul. Se tiver sucesso, nessa mesma época a companhia espera aumentar sua área de cobertura e começar a oferecer receptores, chamados “lanternas”, de sua camapanha no Indiegogo.
Mesmo que o lançamento da Outernet fracasse, ele está longe de ser o único sistema do tipo: dois dos maiores nomes na tecnologia já colocaram sua influência em estratégias similares. O Projeto Loon, do Google, teria frotas de balões de altitude levando sinais 3G da estratosfera para as regiões mais remotas da Terra. O Internet.org do Facebook, por sua vez, imagina enxames de drones e satélites com a mesma função. Há rumores de que até a SpaceX, do bilionário Elon Musk, está construindo uma frota de satélites para levar a internet até os cantos mais distantes do globo. Com essas iniciativas, a internet está prestes a se tornar um fenômeno realmente global, incluindo o terceiro mundo. fontes: latimes.com/business/technology/la-fi-g-outernet-explained-20140808-htmlstory.html // indiegogo.com/projects/lantern-one-device-free-data-from-space-forever //bbc.com/news/technology-29593734 // http://en.wikipedia.org/wiki/Outernet

A PRÓXIMA VERSÃO DO BLUETOOTH SE CONECTA DIRETAMENTE À INTERNET

O Bluetooth está cada vez mais útil, à medida que smartwatches e casas conectadas se tornam mais populares. Com a nova especificação 4.2, eles poderão se conectar à internet sem precisar de um chip Wi-Fi. Novos dispositivos com Bluetooth 4.2 terão um endereço IPv6 e poderão acessar a internet diretamente. Como nota a PC World, isto deve simplificar a automação residencial: sensores, lâmpadas inteligentes e outros não precisarão de um hub proprietário – conectado ao seu roteador Wi-Fi – para serem controlados sem fios. Esta é uma resposta a um projeto do Google chamado Thread, um novo padrão para interligar os dispositivos de casas inteligentes. Ele usa 6LoWPAN, uma tecnologia para que dispositivos que consomem pouca energia se conectem à internet. Isso está presente no termostato Nest, fabricado por uma empresa que o Google comprou este ano. A nova versão do Bluetooth também promete ser mais rápida: a velocidade de transferência de dados aumentou “em até 2,5 vezes”. Nas especificações do Bluetooth 4.2, a versão Low Energy – que será usada em smartwatches, por exemplo – chega a 1 Mb/s. A versão normal, que será encontrada em smartphones e laptops, chega a até 3 Mb/s. O Bluetooth 4.2 também traz as novidades da versão 4.1, anunciada há um ano. A principal delas é permitir que vários dispositivos reúnam dados para enviá-los de uma só vez ao seu smartphone, por exemplo – em vez de enviarem cada dado separadamente. Como explica o Ars Technica:
Anteriormente, os usuários precisavam emparelhar o monitor de frequência cardíaca, fones de ouvido sem fio e monitor de atividade física diretamente com o smartphone. No Bluetooth 4.1, dispositivos como smartwatches ou monitores de fitness podem ser configurados para emparelharem entre si e, em seguida, transmitirem os dados combinados para o smartphone.
Boa parte das novidades – como o suporte a IPv6 e a velocidade maior – só estará disponível em dispositivos futuros com Bluetooth 4.2, então espere vê-las em produtos lançados ao longo de 2015. fonte: http://gizmodo.uol.com.br/bluetooth-internet // bluetooth.com/Pages/Press-Releases-Detail.aspx?ItemID=220 // http://arstechnica.com/gadgets/2014/12/new-bluetooth-4-2-spec-brings-ipv6-better-privacy-and-increased-speed/

A ORIGEM MISTERIOSA DE 21 TERMOS DA TECNOLOGIA

Usamos termos da tecnologia do século XXI como hashtag, streaming e mouse com aquela indiferença casual, mas você já parou para pensar como essas palavras ficaram tão comuns no nosso vocabulário? Conhecemos as origens do Superman (alienígena), do Homem-Aranha (aranha radioativa) e do Batman (órfão rico querendo vingança), mas não a de palavras como “podcast”, “spam” ou “hacker”. Fui atrás de 21 termos de tecnologia dos mais comuns que foram instalados no nosso HD coletivo para descobrir de onde eles vieram.

Bluetooth

O Rei Harald Gormsson, do século X, é conhecido por unir a Escandinávia – e ter um dente deformado tão podre que chegava a ser azul. Daí seu apelido, Bluetooth (“dente azul”, em inglês). Seu nome cafona e a habilidade de unir os povos inspirou Jim Kardach, um desenvolvedor da Intel, a escolher “Bluetooth” como o nome de um padrão de conexão sem fios que Intel, Ericsson, Nokia e IBM estavam criando, juntas, em 1997. O nome não foi uma escolha óbvia, não agradou a todos logo de cara, mas como as alternativas eram ainda piores (como “Flirt”), acabaram adotando-o como codinome e até placeholder (um nome temporário) para todo o projeto. As quatro empresas chegaram a um acordo e escolheram o nome PAN, de “personal area networking”. Mas PAN tornou-se rapidamente alvo de críticas por problemas relacionados a SEO, e o produto foi lançado como Bluetooth por puro e simples desespero. O público, porém, adorou o nome e foi conquistado pelo Bluetooth – exatamente como acontecera com o rei.

Podcast

Localmente, a palavra é uma mistura de outras: “pod” (de iPod) e “broadcast” (transmissão no sentido de radiodifusão, em inglês). O termo “podcast” era apenas uma sugestão de Ben Hammersley, em 2004, para a nova tecnologia. Ele tinha como rivais coisas como “audioblog” e “GuerillaMedia”. Mas graças à popularidade do iPod, que fora lançado apenas três anos antes, em 2001, “podcast” tinha um apelo maior e acabou pegando.

Spam

Por muitos anos, spam foi conhecido como uma carne enlatada que era motivo de piada. Tanto que o Monty Python fez um esquete em que a palavra spam era repetida à exaustão pelo garçom, clientes e até um grupo de vikings. Muitos fãs dos humoristas ingleses eram também pioneiros de salas de bate-papo como as da Aol e passaram a usar a palavra “spam” para se referirem a pessoas que criavam macros para dizer a mesma coisa repetidamente, congestionando as salas com coisas nonsense. Então, quando a avalanche de e-mails não solicitados começou a virar uma chateação rotineira nos anos 1990, o pessoal familiarizado com as interwebs começou a chamá-los de spam e a popularidade do termo cresceu tanto que atravessou fronteiras eclipsou o significado original. Ainda hoje as latinhas são vendidas – um pacote com seis, de ~340 g cada, sai por US$ 25 na Amazon.

N00b

O termo “newbie” era usado pelos militares durante a Guerra do Vietnã para designar recrutas e desde então é uma gíria popular para se referir a novatos. Programadores adotaram-no nos anos 1990 e, acompanhando a fala l33t e para dar um ar mais tech, criaram a variação n00b, com dois zeros em vez de “o”.

Troll

Com raízes no folclore escandinavo do século XVII, um troll era caracterizado como uma criatura antissocial, briguenta e estúpida que aborrece seres humanos. Fim da história, certo? Não. A palavra troll na verdade deriva do verbo “trolling”, uma técnica de pesca em que você arrasta um anzol com isca lentamente a partir de um barco em movimento. Muitos acreditam que o nascimento da “trollagem” online foi no alt.folklore.urban, ou AFU, quando veteranos queriam se distinguir dos novos usuários “pescando-os” com tópicos que já tinham sido debatidos ad nauseam. Quem fisgasse a isca e respondesse ingenuamente as perguntas, se entregaria como sendo um n00b. No final dos anos 1990, porém, o site passou a ser tão acessado que trollar tornou-se um incômodo, dando ao termo um aspecto negativo que hoje lhe é praticamente indissociável. Atualmente o termo tem mais ligação com a sua origem folclórica e geralmente serve para identificar um idiota procurando briga na Internet.

Google

Se você acha que o Google é uma empresa de fazer cálculos, não está tão errado. O nome “google” é, na verdade, uma brincadeira com o termo matemático “googol”, um número representado pelo numeral 1 seguido de 100 zeros. O nome funciona como uma metáfora para a missão dos fundadores Larry Page e Sergey Brin de organizar a quase infinita quantidade de informação existente na web.

Hack

A palavra “hack” era apenas um verbo quando entrou para o vernáculo inglês em 1220, significando um corte brusco ou golpes pesados. Nos últimos anos ela também passou a se referir a truques engenhosos, atalhos, ou “life hack”. Em algum ponto entre esses dois eventos, ela desenvolveu outro significado: “usar um computador para ganhar acesso não autorizado a dados em um sistema.” O conceito de bagunçar máquinas que a palavra carrega não se originou em meados dos anos 1990, quando Angelina Jolie era uma rebelde novinha com um corte de cabelo pixie cut que andava de patins, mas sim no MIT, em 1955, onde as anotações do Clube de Tecnologias em Modelos de Ferrovias diziam que “o Sr. Eccles exige que qualquer um trabalhando ou hackeando o sistema elétrico desligue a energia para evitar que o fusível exploda.” Depois, em 1975, a palavra “hacker” apareceu no The Jargon File, um glossário para programadores, com oito definições. A última e única negativa dizia que um hacker era “uma pessoa incômoda e maliciosa que tenta descobrir informações sensíveis mexendo nas coisas.” Claro, essa definição era a mais popular na imprensa nos anos 1990, quando o New York Times a usou três vezes em um artigo sobre Kevin Poulson (o Dark Dante) e Robert Tappan Morris (criador do worm Morris). Sua conotação negativa de um transgressor digital acabou se tornando comum em nosso léxico.

Lulz

LOL, um acrônimo para “laugh out loud”, surgiu nos primeiros dias da web na Usenet. Sua natureza positiva e afirmativa era necessária naquele início da comunicação online para injetar um pouco de humanidade no texto frio e rígido. Lulz é o filho bastardo que o LOL: é mais estridente, uma risada macabra ansiosa por fazê-lo considerar a hipocrisia e injustiça que há no mundo, quase sempre acompanhada de brincadeiras esquisitas. Lulz é a filosofia central do grupo online Anonymous, nascido em 2003 na seção “anything goes”, ou o board /b/, do 4chan. O local também é conhecido como o mais NSFW da Internet. A natureza feroz e irônica do lulz levou o Anonymous a hackear o jogo infantil Habbo Hotel e bloquear a piscina virtual do jogo com avatares negros transbordando estereótipos raciais e dizendo que a “piscina está fechada devido à AIDS” como forma de protesto contra os administradores do Habbo que o Anonymous acha que são racistas. Não teve muita graça.

IRL

IRL, que funciona como um acrônimo para “In Real Life” (“na vida real”, em inglês), era usado nos primórdios da Internet como uma forma das pessoas se distinguirem defensivamente de suas personas online. (Como em “Se você me conhecesse IRL saberia que não sou um perturbado apesar do meu nick ser H-Romeu.”) Havia um grupo que usava muito desse artifício. Os membros do furry fandom, um lance intrigante de gente que se veste como bicho e tem fetiche com isso (que tentei entender melhor lendo a Wikipédia, mas não rolou), foram os primeiros a aproveitar a oportunidade que a Internet dá de ser outra pessoa – ou, aparentemente, outro bicho peludo. Sério, leia esse negócio e tente entender.

Doxxing

Dox vem de “docs”, ou “documentos”, e se refere ao ato de encontrar um personagem anônimo da Internet (tipo o nosso amigo H-Romeu) e investigá-lo alucinadamente até descobrir documentos que revelem sua identidade real. Digo, IRL.

Stream

Antigamente o pessoal que fala inglês pensava em um rio estreito ou um fluxo contínuo quando ouviam a palavra “stream”. Agora, eles (e nós) pensam em Netflix ou qualquer outro método de transmitir ou receber dados através de um fluxo (daí o nome) constante e estável. O primeiro uso do streaming enquanto verbo foi nos anos 1920, quando um sistema para transmitir e distribuir sinais via rede elétrica tornou-se a base daquilo que depois evoluiria para a música de elevador, que faria o streaming da trilha sonora do inferno para clientes comerciais sem necessitar do rádio. Por mais estranho que pareça, a música de elevador é meio que o avô do Spotify.

Tweet

Você não esperaria que um serviço que valoriza a brevidade, a expressão em 140 caracteres, adotasse uma palavra de 11 caracteres como “twittering” para descrever a sua principal função. Mas quando o Twitter foi lançado, em 2006, “twittering” era o verbo que a empresa usava para descrever o ato de escrever no Twitter. Junto com a frase “Publique uma atualização no Twitter”, o verbo parecia estranho, um passarinho fora do ninho, especialmente para o desenvolvedor Craig Hockenberry. Sua frustração o levou a inventar o Twitterific, um app do Twitter que oferecia uma experiência de uso diferente. Uma das metas de Hockenberry com o Twitterific era encontrar alguns verbos e substantivos de uma sílaba apenas, incluindo a palavra “twit” (ou sua versão abrasileirada, o tuíte) em vez de “twittering”, em 2007. Claro, twit ainda parecia estranho, mas pelo menos era uma palavra de apenas quatro caracteres. Quando o desenvolvedor empregado do Twitter Blaine Cook reparou que “twit” estava sendo usado no Twitterific, ele sugeriu a palavra “tweet” para Hockenberry e o Twitterific a adotou mais rápido do que uma fofoca se espalha pelo Twitter. O Twitter mesmo, porém, só incorporou a palavra “tweet” oficialmente em junho de 2008.

Hashtag

Antigamente, o símbolo “#” era conhecido apenas como um sinal de libra. Ou para indicar um numeral, como em “Mamãe #1” ou “Toma aqui meu #” se você queria ser descolado com seu Nokia saboneteira em 2003. Mas isso nos EUA. No Reino Unido, o sinal de libra se refere à moeda deles, a libra, ou £. Então, chamar de libra um símbolo que organiza grupos e ajuda a pesquisar no Twitter, que tem alcance internacional, pode ser um problema. Fora dos EUA, o sinal de libra era chamado de “hash sign”, e como a palavra “hashtag” não se refere especificamente ao símbolo “#”, mas ao símbolo e à palavra (ou tag) que o procede , usar o termo hashtag faz sentido.

404

Como você deve imaginar, a frase “404 Nada encontrado/Erro” é meramente um código. Quando se comunica via HTTP, é solicitado a um servidor a resposta a uma requisição – como quando você digita gizmodo.uol.com.br no navegador – com um número, ou um código (404), e uma justificativa opcional legível por humanos (“Nada encontrado”). No código 404, o primeiro dígito, 4, indica um erro no cliente, como uma URL digitada errado (tipo gismodo.uol.com.br). Os dois próximos dígitos, 04, indicam o erro específico, que é o motivo pelo qual o site não foi encontrado.

Emoji

A palavra “emoji” vem dos caracteres japoneses 絵 (e = figura), 文 (mo = escrita) e 字 (ji = caractere). Um japonês chamado Shigetaka Kurita inventou o conceito em 1999 e ele consistia em símbolos simples e rudimentares, como :-) Nada de \m/ E, definitivamente, nada nem próximo dos winks e emoticons animados do MSN Messenger. Na realidade, Kurita inventou os primeiros 250 emojis que conhecemos tão bem hoje, mas como a sua ex-empresa, a Docomo, não conseguiu patentear a criação, a Apple pegou a ideia e ela se alastrou pelo mundo. Hoje você tem emojis dos mais divertidos, até de um pedacinho de cocô.

Mouse

Em 1950, Douglas C. Engelbart, um jovem audacioso de 25 anos, estava prestes a se casar – e a inventar um dispositivo que revolucionaria os computadores. Quando Engelbart entrou no mundo da computação, as máquinas eram do tamanho de salas e só podia ser acessadas por uma pessoa de cada vez. As frustrações de Engelbart levaram-no a criar o mouse, que ele apresentou naquela que é considerada “a mãe de todas as demonstrações” em 1968 durante uma conferência de informática em São Francisco, e que passou a ser bastante popular duas décadas depois com o famoso computador pessoal Macintosh. O nome “mouse” (“rato”, em inglês) para o dispositivo foi escolhido porque o termo CAT (“gato”, em inglês) era usado para descrever o cursor na tela e parecia que ele estava perseguindo a cauda do desktop.

Warez

Usado por piratas de software para descrever um jogo ou aplicativo crackeado disponível gratuitamente via Internet (danem-se, direitos autorais!), “warez” é só uma brincadeira com a palavra “wares”, e se pronuncia da mesma forma.

Bug

Há provas de que Thomas Edison usou a palavra “bug” (“inseto”, em inglês) em seus cadernos para descrever um sistema com mau funcionamento. Seria a explicação perfeita se computadores existissem quando Edison era vivo. Outra teoria, às vezes contestada, diz que em 1957 Grace Hopper, uma pioneira da programação, estava trabalhando em um computador Harvard Mark II quando o trabalho foi suspenso devido à presença de uma mariposa em um relé. Quando ela comentou que estavam “debugando” o sistema para recomeçar, o termo “bug” relacionado a problemas em computadores nasceu. A mariposa que ela encontrou ainda pode ser vista, e está em exibição no Museu Smithsonian.

Cookies

Cookies são usados para armazenar informações do usuário (como nome e senha) e transmitir essas informações entre site e navegador. Por exemplo, quando você clica no “Lembrar de mim” em um botão, um cookie faz com que o site se lembre de você na próxima visita. O termo cookie é uma comparação com os biscoitos da sorte. Programadores das antigas achavam que havia uma grande semelhança entre um programa que guarda informações dentro de seu código e os biscoitos chineses que guardam conhecimento dentro de suas paredes crocantes.

Wiki

Um wiki, como a Wikipédia, é um grupo de sites interconectados construído pelo engajamento dos usuários. “Wiki wiki” em havaiano significa “rápido”. O criador do wiki, Ward Cunningham, decidiu que um wiki seria uma forma rápida e simples de acessar vários sites e ler sobre coisas como furry fandom (ainda estou intrigado).<><>

GIF

GIF é um acrônimo para formato gráfico intercambiável – no inglês, “graphic interchange format”. Simples. Chato. Nem perto de ser tão legal quanto um GIF de gatinho. O interessante sobre o GIF é que a sua pronúncia correta tem um som de “j”, não de “gui”. Os criadores do GIF na CompuServe, em 1987, preferiam o som do “j”. Hoje, falar “jif” é, além de estranho, um risco de não ser compreendido. Seja um rebelde e fale “guífi” mesmo. FONTE:http://gizmodo.uol.com.br/origem-termos-tecnologia/

CONHEÇA 5 ALIMENTOS QUE PODEM SALVAR SUA VIDA APÓS UM ATAQUE CARDÍACO

Doenças cardíacas, incluindo o infarto, são a principal causa de morte no mundo. Se você já teve um ataque cardíaco (ou quer prevenir um), estas cinco dicas de alimentos podem te ajudar a melhorar sua saúde cardíaca.

1. Reduza o sal

Reduzir o consumo de sal reduz a pressão arterial, o que por sua vez diminui o risco de doença cardíaca e derrame. Cerca de 75% do sal que consumimos vem de alimentos processados, como batatas fritas, frutos secos salgados, sopas e molhos de pacote, conservas, tortas, salsicha, salgadinhos e pizza. Diminuir o consumo de alimentos processados e fast food vai ajudar a reduzir o consumo de sal a partir de uma média de nove gramas por dia ao máximo recomendado de seis gramas (2.300 mg de sódio). Escolha alimentos que têm menos de 120 mg de sódio por 100 gramas de alimento (verifique essas informações na embalagem). Além disso, evite adicionar sal quando estiver cozinhando.

2. Tenha um consumo moderado de vinho

Embora não tomar álcool seja mais seguro para reduzir o risco de desenvolver alguns tipos de câncer, o consumo moderado é associado com melhores taxas de sobrevivência quando se trata de doenças cardíacas. Em um estudo de 2013 com mais de 11 mil italianos que tiveram um ataque cardíaco recentemente, aqueles que bebiam vinho com moderação (até 500 mililitros por dia) tinham um risco 12 a 13% menor de ataque cardíaco, acidente vascular cerebral ou morte por doença cardíaca ao longo os próximos 3,5 anos em comparação com não bebedores. Ao longo de sete anos de acompanhamento, quem bebia mais de 500 ml por dia tinha um risco de 15 a 20% menor de morrer em comparação com os não bebedores. Alguns dos mecanismos de proteção incluem níveis maiores de HDL (bom colesterol), melhor sensibilidade à insulina, menos inflamação e menor tendência à formação de coágulos sanguíneos. Vinho, especialmente o tinto, contém fitonutrientes incluindo flavonoides, taninos e outros compostos fenólicos que fazem bem à saúde. No entanto, para aqueles que são não bebedores, começar a beber depois de um ataque cardíaco não é necessariamente recomendado – é melhor falar com seu médico. E, como tudo na vida, o excesso não faz bem – se você é um bebedor pesado, trate de consumir menos álcool.

3. Concentre-se em gorduras saudáveis

Para a saúde cardíaca ideal, é importante obter o equilíbrio certo de gorduras saudáveis versus gordura insalubres. Isso significa evitar carnes gordas, doces comerciais, bolos e biscoitos, frituras, alimentos processados e gorduras comerciais, como óleo de palma e de coco. Em vez disso, prefira gorduras monoinsaturadas, gorduras poli-insaturadas de cadeia longa (incluindo gorduras ômega-3), nozes, sementes, abacates, azeitonas, peixes oleosos, óleos monoinsaturados e poli-insaturados e margarina, incluindo o óleo de oliva e canola. Isso ajuda a reduzir o colesterol total e o colesterol LDL e otimiza o HDL (bom colesterol). Um estudo da fundação American Heart Foundation com mais de 4.000 pessoas que haviam sobrevivido a um ataque cardíaco descobriu que, entre aqueles que seguem dietas de baixo carboidrato, o consumo elevado de gorduras e proteínas animais eram prejudiciais em relação a dietas com gordura e proteína à base de plantas. Aqueles que têm maior consumo de proteína e gordura de origem animal tinham 51% mais riscos de morte por doença cardíaca.

4. Coma mais frutas e legumes

Especialistas recomendam que as pessoas comam duas porções de frutas e cinco de vegetais por dia. Enquanto mais de 50% dos adultos cumprem a meta de frutas, menos de 7% das pessoas fazem isso com vegetais e legumes. Uma revisão de seis estudos com mais de 670 mil pessoas descobriu que, para cada porção extra de frutas ou legumes consumidos por dia, o risco de morrer de doença cardíaca é reduzido em um adicional de 4%. O maior consumo de fitonutrientes contidos em frutas e vegetais, tais como polifenóis, vitamina C, carotenoides e flavonoides, ajuda a diminuir o endurecimento de artérias e a coagulação do sangue. Comer mais frutas e legumes também aumenta a ingestão de potássio, que ajuda a reduzir a pressão arterial, anulando parte do efeito nocivo do sal.

5. Coma mais cereais e fibras integrais

Fibras integrais fazem bem para o coração, incluindo cevada, trigo-mourisco, triguilho ou bulgur, milho, milho-miúdo, pipoca, aveia, quinoa, arroz integral, arroz selvagem, centeio, triticale (híbrido de trigo-centeio) e espelta ou trigo-vermelho. Os benefícios de saúde de algumas fibras têm sido estudados extensivamente. O beta-glucano, por exemplo, é uma fibra solúvel encontrada na aveia e cevada. Ela ajuda a reduzir o LDL (mau colesterol). Já arabinoxilano é uma fibra de trigo que melhora os níveis de açúcar no sangue e sensibilidade à insulina. Psyllium (da semente da planta Plantago ovata) pode dar um impulso extra. Ele pode ser comprado como um ingrediente seco e forma um gel quando misturado com líquidos. Funciona para reduzir a absorção de ácidos biliares no intestino delgado, o que ajuda a reduzir os níveis de gordura no sangue, incluindo colesterol e triglicéridos. Um estudo sobre o consumo de fibras em adultos que sobreviveram a um ataque cardíaco descobriu que os que consumiam mais fibras de cereais tinham um risco 27% menor de morte. Aqueles que aumentaram a sua ingestão de fibra após o ataque cardíaco tinham um risco 31% menor de morte em geral e um risco 35% menor de morrer de doença cardíaca, em comparação com aqueles que tinham a menor melhora na ingestão de fibras. Maior consumo de fibras também deixa as pessoas se sentindo mais satisfeitas, ou seja, elas comem menos.

O esforço vale a pena?

Não é fácil mudar os padrões alimentares estabelecidos ao longo da vida. Será que vale a pena o esforço? Sim. Em uma pesquisa com 4.000 homens e mulheres adultos que tinham sobrevivido a um ataque cardíaco e foram acompanhados ao longo de nove anos, aqueles que melhoraram os seus hábitos alimentares tinham um risco 29% menor de morrer de qualquer coisa e um risco 40% menor de morrer de doença cardíaca em comparação com aqueles que não melhoram ou pioraram seus hábitos alimentares. As maiores melhorias feitas por homens foram comer mais grãos integrais, gorduras ômega-3, frutas e vegetais, e comer menos carne vermelha e processada, gorduras trans e sal. Para as mulheres, é bom aumentar grãos integrais e reduzir gorduras trans, carne vermelha, processados e sal. fonte: science20.com/the_conversation/5_food_tips_that_could_save_your_life_after_a_heart_attack-151841

COMER A QUALQUER HORA FAZ BEM OU MAL A SAÚDE?

Fazer um jejum intermitente, ou seja, comer de forma irregular, descontinuada, pode ajudar a prevenir a obesidade e doenças associadas que ocorrem em boa parte da sociedade moderna, de acordo com uma análise feita por pesquisadores comandados por Mark P. Mattson, do Instituto Nacional do Envelhecimento, em Baltimore, nos EUA. Os pesquisadores revisaram estudos anteriores sobre jejum intermitente e concluíram que este padrão de alimentação pode ser mais saudável do que comer três refeições por dia ou comer quando dá vontade. A obesidade, bem como condições como diabetes, doenças cardiovasculares, câncer e doença de Alzheimer, tornaram-se muito comuns na sociedade moderna. Para entender o porquê, Mattson e sua equipe estudaram o comportamento de mamíferos silvestres e dos primitivos seres-humanos caçadores-coletores. Eles descobriram que, ao contrário dos humanos modernos e os animais domésticos, os carnívoros selvagens matam e comem presas, no máximo, algumas vezes por semana. Os humanos caçadores-coletores comiam de forma intermitente, com base em quando eles podiam obter alimento. Enquanto a obesidade, doenças cardíacas e diabetes são raras entre os mamíferos silvestres e entre caçadores-coletores, são comuns em seres humanos modernos vivendo em sociedades industriais e estão se tornando cada vez mais comuns em animais de estimação. Os pesquisadores sugerem que os comportamentos que se desenvolveram após as revoluções agrícola e industrial provocaram mudanças em nossos corpos que afetaram nossa capacidade de metabolizar os alimentos. De acordo com a equipe de Mattson, os mamíferos têm adaptações para sobreviver quando o alimento é escasso. Por exemplo, nosso fígado pode armazenar e liberar glicose para fornecer energia rápida. Podemos usar o tecido adiposo para armazenamento de energia a longo prazo. Os nossos ritmos circadianos – ciclo biológico diário ligado a quantidade de luz – controlam, entre outras coisas, nossa digestão, afetam o fígado e os nossos tecidos adiposos. A mudança para o padrão de três refeições por dia, que ocorreu após a revolução agrícola, quando o alimento tornou-se disponível continuamente, perturbou nossos relógios circadianos. A revolução industrial e a invenção da iluminação artificial, que mudaram nossos ciclos de sono-vigília, ampliaram esta perturbação, tornando mais difícil para nós metabolizar os alimentos de forma eficiente. Trabalhadores do turno da noite, que possuem um risco particularmente elevado de desenvolver doenças metabólicas, ilustram este efeito. Para comprovar que o jejum intermitente é mais saudável do que comer três vezes ao dia ou comer à vontade, a equipe analisou pesquisas em animais e seres humanos. Eles descobriram que, quando liberados para comer alimentos ricos em gordura, a qualquer momento, ratos se tornam obesos. No entanto, os ratos que comeram alimentos ricos em gordura, mas apenas à noite, não. Estudos sobre vermes, camundongos e macacos mostram uma associação entre a restrição alimentar intermitente e o aumento da expectativa de vida. Alguns modelos animais indicam que a alimentação intermitente pode prevenir ou mesmo reverter diabetes e câncer. Os pesquisadores descobriram que quando as pessoas mudam seus hábitos de comer três refeições por dia para um regime de jejum intermitente, podem experimentar alterações metabólicas positivas, incluindo o aumento da sensibilidade à insulina. FONTE: medicalxpress.com/news/2014-11-intermittent-fasting-health-benefits.html

A IMPORTÂNCIA DA MENTE NO ORGASMO FEMININO

O orgasmo está na cabeça: segundo um novo estudo da Universidade de Louvain, na Bélgica, a habilidade de uma mulher de chegar ao clímax pode ter muito a ver com a sua capacidade de se concentrar em seu corpo e orientar seus pensamentos de certa forma. Quando começaram a estudar o orgasmo feminino, os pesquisadores não faziam ideia de que o aspecto cognitivo fosse tão importante no sexo quanto seus resultados sugerem. Para o estudo, eles recrutaram 251 mulheres francesas com idades entre 18 a 67 anos. 176 dessas mulheres se definiram como “orgásticas”, o que significa que tinham orgasmos regularmente durante o sexo, e 75 se definiram como “não orgásticas”, o que significa que relataram ter dificuldades em atingir o orgasmo durante o sexo. Todas as mulheres eram sexualmente ativas, com uma frequência de atividade sexual variando entre duas a 90 vezes por mês. Quase 90% delas eram heterossexuais. As participantes responderam a perguntas sobre emoções, pensamentos e comportamentos que normalmente desempenham um papel na capacidade de atingir o orgasmo, tanto durante o sexo quanto durante a autoestimulação. Os pesquisadores descobriram que as mulheres que tinham orgasmo com frequência durante o sexo relataram ter mais pensamentos eróticos durante suas relações sexuais do que as que não tinham orgasmos regularmente durante o sexo. No entanto, ambos os grupos de mulheres relataram ter quantidades iguais de pensamentos eróticos durante a autoestimulação, ou seja, quando estavam obtendo prazer sozinhas, sem os seus parceiros românticos. “Parece que as mulheres não têm nenhum problema em focar em fantasias eróticas quando estão por conta própria”, explica a principal autora do estudo, Pascal De Sutter. “Mas as mulheres que não têm orgasmo regularmente durante o sexo parecem ter mais dificuldades em concentrar sua atenção no momento presente quando têm relações sexuais com seus parceiros”. Segundo De Sutter, preocupações sobre aparência ou peso também podem distrair algumas mulheres quando elas estão na presença de um parceiro.

O poder da mente

Os resultados desse estudo estão de acordo com os achados da pesquisa existente sobre o assunto. Ou seja, tudo indica que existe uma ligação entre a falta de pensamentos eróticos durante a relação sexual e a dificuldade em atingir o orgasmo para as mulheres. O estudo também determinou que as mulheres que tinham dificuldades em atingir o orgasmo eram mais propensas a ser distraídas por pensamentos que não estavam relacionados com sexo durante a relação sexual. Elke Reissing, diretora do Laboratório de Pesquisa Sobre Sexualidade Humana na Universidade de Ottawa (Canadá), disse que as novas descobertas sobre a importância dos pensamentos eróticos durante o sexo poderiam ajudar as mulheres a ter orgasmos, por exemplo, empregando técnicas para aumentar a sua capacidade de se concentrar em suas sensações físicas durante a relação sexual. Segundo ela, existem evidências na literatura científica de que abordagens como a técnica de atenção plena (uma técnica de meditação) são muito bem sucedidas no tratamento de disfunções sexuais. Tais abordagens têm como objetivo ajudar as mulheres a se concentrar no momento presente durante o sexo e, assim, a aumentar a sua excitação e atingir o orgasmo. E se por acaso você acha que está sozinha nessa de não conseguir chegar lá, não se desespere. Como as respostas das mulheres mostraram diferenças relacionadas com a idade – as mais jovens eram mais propensas a ter problemas com o orgasmo do que as mais velhas -, é provável que exista um aspecto de aprendizagem em ser capaz de atingir o orgasmo de forma mais confiável ou frequente. Ou seja, nem tudo está perdido. Na verdade, tudo pode ser aprendido – através, por exemplo, do uso de pensamentos eróticos, como sugere esse novo estudo. fonte: livescience.com/47023-sexy-thoughts-mind-female-orgasm.html

O MITO DO HÍMEN

O público indonésio criticou a polícia de seu país após a instituição Human Rights Watch ter divulgado um relatório que mostrava que o órgão realiza “testes de virgindade” em candidatas do sexo feminino no seu processo de recrutamento. A revolta é compreensível e muitos apontaram a injustiça da prática, argumentando que é sexista, dolorosa e traumatizante. A população também aponta que a virgindade é irrelevante para a capacidade de um oficial fazer o seu dever. Porém, poucos questionaram o aspecto mais dúbio desta prática angustiante: a validade do teste em si.

Problema global

O teste de virgindade não é exclusivo para a Indonésia. Mulheres em vários países são obrigadas a suportá-lo por razões que muitas vezes nada têm a ver com seus interesses. Turquia, Egito, Marrocos e Iraque, para citar alguns, tiveram seu quinhão do controverso teste de virgindade. Em um caso turco do início de 1990, uma estudante cometeu suicídio depois de passar por um teste de virgindade instruído pelo diretor de sua escola. A forma como ele é feito pode variar de um lugar para outro. No caso da Polícia Nacional da Indonésia, é realizado o “teste de dois dedos”. Em alguns lugares do Iraque, o exame é visual. A mulher é considerada virgem quando não há nenhum sinal visível de “defeito” no seu hímen. Contudo, não importa o método, há dois aspectos frequentemente utilizados para determinar a virgindade de uma mulher: hímen intacto e abertura vaginal apertada – nenhum dos dois é uma base confiável para tal conclusão.

A lenda do hímen

O hímen é uma membrana no canal vaginal e ainda não há um consenso sobre a sua função. Muitos acreditam que ele simplesmente não tem utilidade alguma para o corpo da mulher. Se a função desta membrana é considerada um mistério, a forma do seu estado virgem é um dos maiores mitos médicos existentes. Muitos acreditam que um hímen virgem se assemelha ou a uma membrana em forma de balão que cobre o canal vaginal, ou um pedaço de carne em forma de anel com uma borda lisa. Alguns acreditam que qualquer perturbação resultará na ruptura do hímen. Por isso, não é incomum aconselhar mulheres a terem cuidado ao andar de bicicleta ou ao usar absorventes internos. Na realidade, ele mais parece – usando as palavras de um médico que frequentemente realiza reconstrução do hímen – as pétalas de uma flor. Tem entalhes, pregas e fendas, mesmo em seu estado virgem, sendo flexível e com diferentes densidades. Alguns hímens são finos e alguns são mais espessos do que outros. No caso de uma penetração, o hímen pode ser rompido. No entanto, em muitas vezes, ele se estende e é deixado intacto. É por isso que sexólogos, ginecologistas e clínicos gerais muitas vezes relutam quando devem opinar se uma mulher é virgem ou não com base na condição de seu hímen. Médicos na Holanda se resumem à seguinte resposta: “Não há indícios que sugerem que a mulher em questão não é mais virgem”.

Suposição equivocada

O segundo aspecto que é frequentemente checado é o aperto da vagina. Há uma crença generalizada de que uma mulher que é sexualmente intocada tem uma abertura vaginal apertada por causa do hímen intacto e que um homem pode discernir isto durante a relação sexual. Esta é uma suposição equivocada, já que o diâmetro da vagina não é consequência desta membrana, e sim resultado da contração do músculo do pavimento pélvico. Quanto mais ele for contraído, mais estreito o canal vaginal é. Ainda é importante ressaltar que quando uma mulher está se sentindo ansiosa, principalmente no sexo, ela tensiona automaticamente esta região do corpo. Muitos médicos atribuem a isso o fato de uma mulher virgem ser frequentemente considerada “estreita” por seu parceiro.

Mais fábula do que fato

Qualquer tipo de teste de virgindade que se baseia na observação do hímen ou do aperto da vagina não é conclusivo, na melhor das hipóteses, ou é completamente inválido. A crença de que é mais fácil discernir o estado virgem de uma mulher do que de um homem é mais uma fábula que um fato científico. Infelizmente, é uma fábula na qual ainda se acredita e que é usada para subjugar as mulheres. Ninguém deve ser obrigado a suportar tal questionamento, independentemente da confiabilidade do exame. E isso que não entramos no mérito de questionar a validade do conceito de virgindade e o que ele representa. Afinal, levar em conta apenas o estado da vagina exclui outros tipos de sexo, como o oral e o anal, muito provavelmente por serem considerados historicamente “degradantes” e “impuros”, especialmente para as mulheres. Não há conceito universal claro de virgindade, e as pessoas deveriam poder definir marcadores significativos de intimidade por si próprias. Mas isso é assunto para outro texto. FONTE: iflscience.com/health-and-medicine/women-suffer-myths-hymen-and-virginity-test

DORMIR DE BRUÇOS PODE LEVAR A MAIS SONHOS ERÓTICOS

Um novo estudo da Universidade Shue Yan, de Hong Kong, sugere que a posição na qual dormimos pode influenciar o conteúdo de nossos sonhos. O principal autor da pesquisa, Calvin Kai-Ching Yu, reuniu 670 participantes, a maioria mulheres estudantes universitárias, e analisou seus traços de personalidade, a intensidade de seus sonhos, o conteúdo dos mesmos (quais motivos apareceram mais frequentemente, por exemplo, voar, cair ou ser perseguido), e as posições nas quais eles costumavam dormir: de lado, virado para cima, ou virado para baixo, numa escala de “nunca” a “quase sempre”. O resultado: pessoas que dormiam de bruços, independente de suas personalidades, eram mais propensas a ter sonhos mais intensos, apresentando vários temas comuns. Os motivos que mais apareceram foram perseguição, erotomania (convicção delirante de que outra pessoa, geralmente de uma classe social mais elevada, está secretamente apaixonada por você) e sexo. Entre os motivos da perseguição, por exemplo, os temas mais comuns eram “ser amarrado”, “ser preso”, e “ficar incapaz de se mover”. “O estudo fornece evidências de que as experiências de sonho e o conteúdo dos sonhos podem ser influenciados pela postura do corpo durante o sono”, afirma Yu.

Posição x sonho

Segundo Kai-Ching Yu, dormir de bruços leva a mais estímulos físicos externos intensos. Por exemplo, torna a respiração mais difícil, e faz nossos corpos sentirem-se mais restritos, ou presos. “Os cérebros inconscientes dos sonhadores tentam fazer sentido dessa informação, e até mesmo fazer uso de estímulos externos”, sugere o pesquisador. Ele compara a situação com o sonho comum da vontade de urinar. Quando estamos dormindo, a pressão de ir ao banheiro começa a influenciar o conteúdo do sonho, e começamos a sonhar com banheiros, ou com vontade de fazer xixi. O mesmo poderia acontecer com sonhos eróticos, por exemplo. Quando estamos virados para baixo, os nossos órgãos genitais recebem mais estímulo da cama e dos lençóis, e os nossos cérebros podem incorporar esses estímulos aos sonhos.

Ressalvas

Porém, a comunidade científica não apoia totalmente os resultados do novo estudo, porque a ideia de que a posição do sono influencia os sonhos vai de encontro com outra ideia de que ficamos isolados do mundo exterior quando estamos dormindo. Alguns cientistas acreditam que, durante o sono, ficamos em “um sistema de realidade virtual”, sem respostas significativas para o mundo exterior, como a pressão de nossos corpos deitados de bruços. Yu discorda. “Eu acredito que o cérebro durante o sono não fica de todo separado do mundo externo, e estímulos somatossensoriais, incluindo aqueles decorrentes do ambiente, são, provavelmente, incorporados ao conteúdo do sonho mais frequentemente do que as pessoas observam ou estão conscientes”, diz. Outro problema da pesquisa é que ela dependeu do relato das pessoas, que nem sempre se lembram com o que sonharam, e em que posição dormiram. Ou, mesmo que se lembrem, podem estar erradas, já que a posição, por exemplo, pode mudar. Kai-Ching Yu se defende dizendo que o sistema que usou, inventado por ele, é seguro e já obteve resultados consistentes em outros estudos. FONTE: http://bodyodd.nbcnews.com/_news/2012/08/08/13091949-sleep-on-your-stomach-and-have-sexier-dreams

A MELHOR MANEIRA DE ENVELHECER É FAZENDO EXERCÍCIO FÍSICO

De acordo com um novo estudo do Kings College London e da Universidade de Birmingham (ambas no Reino Unido), manter-se fisicamente ativo permite que você envelheça de forma ideal. A pesquisa com ciclistas idosos descobriu que muitos tinham níveis de função fisiológica que os colocariam em uma idade muito mais jovem em comparação com a população em geral.

O estudo

84 homens e 41 mulheres entusiastas do ciclismo com idades entre 55 a 79 anos participaram do estudo. Ciclistas foram recrutados para excluir os efeitos de um estilo de vida sedentário, o que pode agravar problemas de saúde e causar mudanças no corpo que podem parecer ser devido ao processo de envelhecimento. Os participantes tinham que ser capazes de pedalar 100 km em menos de 6,5 horas e 60 km em 5,5 horas, respectivamente, para serem incluídos no estudo. Fumantes, bebedores pesados e pessoas com pressão arterial alta ou outras condições de saúde foram excluídas. Os voluntários foram submetidos a dois dias de testes em laboratório. Para cada participante, um perfil fisiológico foi estabelecido, incluindo medidas cardiovasculares, respiratórias, neuromusculares, metabólicas, endócrinas, de funções cognitivas, de resistência óssea e um teste de bem-estar. Reflexos, força muscular, consumo de oxigênio durante o exercício e potência foram determinados durante a pesquisa também. Os resultados mostraram que, nestes indivíduos ativos, os efeitos do envelhecimento estavam longe de serem óbvios. Na verdade, pessoas de diferentes idades podiam ter níveis semelhantes em funções como a força muscular, a capacidade pulmonar e a capacidade de exercício. A taxa máxima de consumo de oxigênio mostrou uma associação mais estreita com a idade, mas mesmo usando esse marcador não foi possível identificar com algum grau de precisão a idade de qualquer indivíduo, o que seria a exigência de qualquer biomarcador útil de envelhecimento. Em um teste básico, mas importante da habilidade de pessoas idosas – o tempo necessário para levantar de uma cadeira, andar três metros, virar, andar de volta e sentar-se novamente – também foi feito. Levar mais do que 15 segundos para completar a tarefa geralmente indica um elevado risco de queda. Mesmo os participantes mais velhos do estudo ficaram bem abaixo desses níveis, encaixando-se dentro da norma para adultos jovens e saudáveis.

Conclusão

No geral, o estudo concluiu que o envelhecimento é provavelmente um fenômeno altamente individualista. Como as pessoas são muito diferentes umas das outras, são necessários mais estudos que sigam mais voluntários ao longo do tempo para entender melhor os efeitos do envelhecimento. No entanto, mesmo que inevitavelmente nossos corpos experimentem algum declínio com a idade, ficar fisicamente ativo pode “comprar-lhe” anos extras de melhor desempenho em comparação com pessoas sedentárias. fonte: medicalxpress.com/news/2015-01-age-optimally.html

AS PRAIAS DO MUNDO CORREM RISCO DE SEREM VARRIDAS DO MAPA

As praias do Rio de Janeiro e de diversas outras cidades do planeta correm o risco de serem “varridas do mapa”. O alerta vem de dois importantes nomes da geologia marinha mundial que assinam o livro recém-lançado “The last beach” (“A última praia”), ainda sem previsão para chegar ao Brasil. Os especialistas Andrew Cooper, professor de Estudos Costeiros da Universidade de Ulster, no Reino Unido, e Orrin Pilkey, professor de ciências da terra e dos oceanos na Universidade de Duke, nos EUA, defendem a teoria de que as intervenções humanas a beira-mar, junto com a elevação dos níveis de oceanos e as tempestades cada vez mais fortes por conta das mudanças climáticas, estão provocando vasta erosão de areia em direção ao fundo dos oceanos, num efeito de “varredura” do solo costeiro. Na semana passada, tempestades nos oceanos Atlântico e do Pacífico geraram ondas de mais de 15 metros de altura que destruíram defesas marítimas de concreto em praias na Europa, América do Norte e nas Filipinas. “A sentença de morte já soou para grandes extensões de praias ao longo de costas densamente povoadas, como a da Florida, da Costa del Sol, na Espanha, a Golden Coast da Austrália e o litoral do Rio de Janeiro” disse Orrin Pilkey ao jornal britãnico “The Guardian”. Em “The Last Beach”, os geólogos também afirmam que, ironicamente, as paredes de concreto erguidas pelo homem para proteção contra as tempestades e elevação das águas servem apenas para acelerar o processo de erosão da linha costeira. Pilkey e Cooper também argumentam que o ideal seria preservar ao máximo as praias como ambiente natural, longe da intervenção humana. Segundo eles, dunas e longas faixas de areia das praias funcionam muito melhor na contenção de tempestades do que paredes de concreto. “A praia é uma defesa natural maravilhosa contra as forças do oceano. Elas absorvem a energia das ondas do mar, reduzindo-as a um movimento oscilante suave ao longo no litoral. Tempestades não destroem praias; apenas mudam sua forma e localização, movendo-se em torno da areia para maximizar a absorção de energia das ondas e, em seguida, recuperar a linha costeira nos dias, meses e anos que se seguirem”, garante Pilkey. Como o aumento do nível do mar contribui para os danos causados pelas tempestades, cada vez mais freqüentes devido às mudanças climáticas, o recuo das habitações ao longo do litoral se tornaria um “imperativo, mas quase impossível”. “Vamos ter de recuar [a partir da costa]. Não há escolha. Em termos puramente econômicos, será impossível defender tudo. A defesa de cidades como Londres ou Rotterdam na Europa indicam que não haverá dinheiro para todas as outras habitações menores”, Cooper. Fonte: http://codonoticias.com.br/praias-do-rio-e-de-outras-partes-do-mundo-correm-risco-de-serem-varridas-do-mapa/

TEMPERATURAS E DEGELO AUMENTAM NO ÁRTICO À MEDIDA QUE PLANETA ESQUENTA

Temperaturas recorde no Alasca, cobertura de neve abaixo da média no Ártico e degelo excessivo no verão da Groenlândia foram observados este ano por cientistas, despertando novas preocupações sobre o aquecimento global. O Arctic Report Card, desenvolvido por 63 cientistas em 13 países e atualizado a cada ano desde 2006, foi na reunião da União Geofísica Americana, em São Francisco (Califórnia, EUA). O relatório constatou que o Ártico continua esquentando numa taxa duas vezes maior do que em baixas altitudes, indicando a permanência de uma tendência conhecida como Arctic Amplification. “Não podemos esperar recordes todos os anos. As constantes mudanças na região não precisam ser espetaculares, disse o autor principal Martin Jeffries, consultor científico do Ártico e oficial do programa pelo Arctic and Global Prediction no escritório de Pesquisa Naval no Condado de Arlington, na Virgínia, Estados Unidos. A temperatura do ar continua esquentando em comparação à média dos últimos 30 anos, o que é importante porque essas temperaturas agem como indicadores e responsáveis pelas mudanças regionais e globais, alterando os habitats de ursos polares que lutam pela sobrevivência com o gradativo desaparecimento de oceanos congelados. “A mudança climática está causando um efeito desproporcional no Ártico. Nos últimos 30 anos, a região vem se tornando mais verde, quente e acessível a embarcações, extração energética e pesca”, disse Craig McLean, administrador assistente no National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA, na sigla em inglês). “Essas transformações, causadas pelas emissões de gases do efeito estufa, estão trazendo enormes desafios”, prosseguiu. Variáveis naturais - Houve algumas melhoras significativas, inclusive um ligeiro espessamento do gelo no Ártico e o registro de apenas a sexta menor quantidade de mares congelados desde as observações de satélite iniciadas em 1979. No entanto, cientistas informaram que estudos em curso verificaram que as diferenças regionais das temperaturas do ar ao longo do tempo ocorrem muitas vezes “devido a variáveis aleatórias naturais”. O relatório abrange um período entre outubro de 2013 e setembro de 2014. Nesse intervalo de tempo, houve temperaturas extremas de frio no leste da América do Norte e região central da Rússia, juntamente com o ar excepcionalmente quente no Alasca e norte da Europa. “O Alasca registrou anomalias em sua temperatura, que foi 10º C mais alta do que a média de janeiro”, afirma. A cobertura de neve no Ártico durante a primavera foi abaixo das médias entre 1981 e 2010, e novos mínimos históricos foram observados em abril na Eurásia. Já na América do Norte, a cobertura em junho foi a terceira mais baixa registrada, quando “a neve desapareceu três ou quatro semanas antes que o normal na Rússia Ocidental, Escandinávia, sub-ártico canadense e Alasca Ocidental devido a um acúmulo abaixo da média e acima das temperaturas normais da primavera”. Apesar de um sutil aumento na espessura do gelo no Ártico em comparação com 2013, ainda “há uma quantidade muito menor do gelo mais antigo, mais espesso (com mais de 4 metros) e mais resiliente do que 1988″. Naquela época, o gelo mais antigo compunha até 26% do bloco de gelo; agora, compõe apenas 10%. As temperaturas da superfície do mar em todo o Ártico aumentaram especialmente no Mar de Chukchi, a noroeste do Alasca, onde as temperaturas estão aumentando a um ritmo de 0,5° C por década. Na maior parte do verão, o derretimento da camada de gelo ao longo da Groenlândia foi acima da média, embora sua massa total tenha permanecido inalterada entre 2013 e 2014. Conforme o gelo derrete, a sua capacidade de refletir a luz solar enfraquece, o que leva a uma perda ainda maior de gelo. O gelo na Groenlândia neste verão foi o segundo mais escuro desde o ano 2000 e agosto estabeleceu uma nova baixa de reflexibilidade. Fonte: http://zip.net/bdqtG0

CONHEÇA 6 INVENÇÕES AVANÇADAS DA ANTIGUIDADE QUE ESTÃO ALÉM DA COMPREENSÃO DE NOSSA ÉPOCA

Nada a ver com OVNIs, mas um pouco de conhecimento geral sempre é bem-vindo: Perdemos o segredo da fabricação de invenções úteis da nossa história, e apesar de toda a nossa esperteza e nossas descobertas, nossos ancestrais de milhares de anos atrás ainda nos deixam abismados com suas espertezas e descobertas. Temos desenvolvido um equivalente moderno de algumas destas invenções, mas somente há pouco tempo.

1. Fogo Grego: Armamento Químico Misterioso

Os bizantinos do século VII até o século XII jogavam uma misteriosa substância em seus inimigos durante as batalhas navais. Este líquido, ejetado de tubos e sifãos, queimava na água e podia somente ser extinguido com vinagre, areia e urina. Ainda não sabemos do que era feita esta arma química, conhecida como Fogo Grego. Os bizantinos guardavam o segredo a sete chave, assegurando que somente uns poucos seletos o conheceriam. Assim, esse conhecimento foi finalmente perdido.

2. Vidro Flexível: Uma Substância Preciosa Demais

Três relatos antigos de uma substância conhecida como vitrum flexile (vidro flexível), não são claros o suficiente para determinar se esta substância realmente existiu. A história desta invenção foi primeiramente contada por Petronius, em 63 D.C. Ele escreveu sobre um fazedor de vidros que presenteou o Imperador Tiberius (que reinou entre 14 a 37 D.C.) com um vaso de vidro. Ele pediu ao imperador para lhe devolver o vaso e então jogou o objeto no chão. O vaso não quebrou, somente amassou. Após, o fazedor de vidro teria martelado o vaso de volta a sua forma original. Temendo a desvalorização dos metais preciosos, Tiberius ordenou que o fazedor de vidro fosse decapitado, assim o segredo do vidro flexível teria morrido com ele. Pliny, o ancião, (79 D.C.) contou esta história também. Ele disse que, embora a história tenha sido contada várias vezes, ela pode não ser inteiramente verdadeira. Na versão contada um par de centenas de anos mais tarde por Dio Cassius, o fazedor de vidro foi substituído por um tipo de mago. Quando o vaso foi jogado ao chão, ele quebrou e o mago o consertou com suas mãos nuas. Em 2012, a empresa de vidros Corning introduziu seu “Willow Glass” flexível. Resistente ao calor e flexível o suficiente para ser enrolado, ele se tornou especialmente útil na fabricação de painéis solares. Se o desafortunado fazedor de vidros romano realmente inventou vitrum fexile, parece então que ele estava milhares de anos à frente de seu tempo.

3. Antídoto para Todos os Venenos

O assim chamado “antídoto universal” contra todos os venenos teria sido desenvolvido pelo Rei Mitrídates VI de Pontus (que reinou entre 120 a 63 A.C.) e foi aperfeiçoado pelo médico pessoal do Imperador Nero. A fórmula original foi perdida, explicou Adrienne Mayor, uma folclorista e historiadora de ciências da Universidade de Stanford, num trabalho de 2008, intitulado “Greek Fire, Poison Arrows & Scorpion Bombs: Biological and Chemical Warfare in the Ancient World.” Mas os antigos historiadores nos dizem que entre os ingredientes estavam o ópio, víboras picadas em pedaços e uma combinação de venenos e seus antídotos. A valiosa substância era conhecida como Mithridatium; nome dado em homenagem ao Rei Mitrídates VI. Mayor mencionou que Serguei Popov, um renomado ex-pesquisador de armamentos biológicos no massivo programa Biopreparat da União Soviética, que desertou para os Estados Unidos em 1992, estava tentando replicar o Mithridatium.

4. Armamento de Raio de Calor

O matemático grego Arquimedes (212 A.C.) desenvolveu um armamento de raio de calor, que desafiou as habilidades dos ‘Mythbusters‘ do Discovery Channel, os quais tentaram replicar a arma. Mayor descreveu o armamento como “fileiras de escudos de bronze polido, que refletiam os raios solares em direção aos navios inimigos.” Embora os ‘Mythbusters‘ falharam em reproduzir este armamento antigo e o declaram como sendo um mito, os alunos da MIT obtiveram sucesso em 2005. Eles colocaram um barco em chamas no cais de São Francisco, usando o armamento de 2.200 anos de idade. Um armamento de raio de calor apresentado em 2001 pela Agência de Pesquisa Avançada de Defesa (EUA) – sigla em inglês DARPA – usou microondas para penetrar “a pele de uma vítima, aquecendo-a a 54 °C, criando a sensação de que a pessoa estaria em chamas“, explicou Mayor.

5. Concreto Romano

Grande parte das estruturas romanas, que tem durado por milhares de anos, são prova das vantagens que o concreto romano tem sobre o concreto que usamos hoje em dia, o qual mostra sinais de degradação após 50 anos. Os pesquisadores tem trabalhado em recente anos para descobrir o segredo da longevidade deste antigo concreto. O ingrediente secreto é a cinza vulcânica. Um artigo publicado em 2013, pela Universidade da Califórnia – Centro de Notícias de Berkely, anunciou que os pesquisadores da universidade descreveram pela primeira vez como este composto extraordinariamente estável de cálcio-alumínio-silicato-hidrato (C-A-S-H) liga o material. O processo de fabricá-lo criaria emissões mais baixas de dióxido de carbono do que o processo para a fabricação do concreto moderno. Porém, algumas desvantagens de seu uso são que ele demora mais para secar, embora dure mais tempo, e é mais fraco do que o concreto moderno.

6. O Aço de Damasco

Na era medieval, as espadas feitas de uma substância chamada de ”Aço de Damasco’ estavam sendo produzidas no Oriente Médio, a partir de uma matéria prima chamada de ‘Aço Wootz’, da Ásia. O material era extremamente forte. Não foi até a época da Revolução Industrial que um metal tão forte foi forjado novamente. O segredo da fabricação do Aço de Damasco somente emergiu novamente sob a inspeção de microscópios de elétron nos laboratórios modernos. O aço foi usado pela primeira vez por volta de 300 A.C. e o conhecimento parece ter sido inexplicavelmente perdido por volta da metade do século XIII. A nanotecnologia estava envolvida na produção do Aço de Damasco, no sentido de que os materiais eram adicionados durante a produção do aço, para criar reações químicas à nível quântico, explicou o perito em arqueologia, K. Kris Hirst, num artigo escrito para o About Education. Se tratava de algum tipo de alquimia. Hirst citou um estudo liderado por Peter Paufler na Universidade de Dresden e publicado na Nature em 2006. Paufler e sua equipe lançaram a hipótese de que as propriedades naturais da fonte do material da Ásia (o Aço Wootz), quando combinadas com materiais adicionados durante a o processo de produção no Oriente Médio, causavam uma reação: “O metal desenvolvia uma microestrutura chamada de ‘nanotubos de carboneto,’ que são tubos de carbono extremamente rígidos, os quais são expressados na superfície, assim criando a rigidez da lâmina“, explicou Hirst. Entre os materiais adicionados durante a produção do Aço de Damasco estavam a casca de Cassia auriculata, serralha, vanádio, cromo, manganês, cobalto, níquel e alguns raros elementos, traços dos quais presumiu-se terem vindo das minas na Índia. Hirst escreveu: “O que aconteceu na metade do século XIII foi que a constituição química do matéria bruta se alterou – as pequenas quantidades de um ou outro mineral desapareceram, talvez devido ao fato de um veio em particular ter se exaurido.” Fonte: www.theepochtimes.com

ENCONTRADA ESTRELA EM ROTA DE COLISÃO COM A TERRA

Foi encontrada uma estrela em rota de colisão com a Terra mas os astrônomos afirmam que isso só acontecerá daqui a 500.000 anos. Com o nome de Hipparcos 85.605 (ou HIP 85605), a estrela encontra-se a 16 anos-luz de distância do nosso planeta, mas poderá chegar tão perto quanto uma distância de 0,13 anos-luz. A notícia foi divulgada por Coryn Bailer-Jones, cientista do Instituto Max Planck de Astronomia, na Alemanha. A descoberta foi feita através de simulações de computador das rotas futuras de 50.000 estrelas com dados capturados pelo telescópio Hipparcos da ESA (Agência Espacial Europeia) em 1990. O estudo descobriu 14 estrelas que se aproximam a apenas 3,26 anos-luz de distância da Terra. Destas, 4 chegarão a 1,6 anos-luz de distância do Sol nos próximos milênios. A estrela ameaçadora, a HIP 85605 é um tipo de estrela chamada anã laranja. Ela está na constelação de Hércules. Existe uma chance de 90% de que entre 240.000 a 470.000 anos, ela fique a entre 0,13 e 0,65 anos-luz de distância. Apesar do perigo cósmico, tal aproximação não implica necessariamente uma colisão com a Terra. O grande problema tem a ver com o fato das forças gravitacionais poderem empurrar cometas da Nuvem de Oort para o interior do Sistema Solar, aumentando as possibilidades de impactos. Existe ainda a possibilidade de que a estrela traga exoplanetas, mas nunca ficarão a uma distância que permita uma visita. Bailer-Jones comentou ainda que a velocidade destes planetas seria muito alta, o que tornaria difícil o envio de uma sonda para os estudar. O astrônomo ainda comentou que as simulações de alguns dados podem ser questionados devido ao fato de que algumas estimativas podem estar com pequenos erros. A pesquisa é limitada a estrelas para quais temos distâncias e velocidades precisas. Isso, por sua vez, nos limita atualmente dentro de algumas dezenas de anos-luz do Sol, afirma o cientistas. Isso poderá significar que outras estrelas ainda não descobertas podem também ser uma ameaça para o nosso planeta. FONTE: iflscience.com/space/more-dozen-stars-will-be-making-close-encounters-earth

REVELAÇÕES: VIAGEM NO TEMPO, COLÔNIA EM MARTE E CONTROLE POLÍTICO DA POPULAÇÃO HUMANA

O governo dos EUA teve acesso a tecnologia de viagem no tempo baseada em Tesla há mais de 40 anos. A tecnologia de viagem no tempo foi transformada em arma tendo como seus principais objetivos, o sequestro em laços de tempo de instalações militares secretas dos Estados Unidos, assim como as bases secretas em Marte, controle político da população humana, vigilância política, e tentativa de imposição de uma linha do tempo catastrófica sobre a humanidade através da retenção ou manipular informações sobre eventos futuros. A Colônia de Marte testemunha Michael Relfe é um informante e um ex-membro das forças armadas dos Estados Unidos que, em 1976, foi recrutado como membro permanente da colônia secreta Marte. Em 1976 (o tempo da Terra), ele foi teletransportado para a colônia de Marte e passou 20 anos como membro permanente do seu pessoal. Em 1996 (horário de Marte), o Sr. Relfe viajou via teletransporte e regredido a idade de 20 anos, o desembarque de volta ao uma base militar dos EUA em 1976 (o tempo da Terra). Ele, então, serviu 6 anos no exército dos EUA na Terra antes de ser dispensado, em 1982. Em um livro de dois volumes, The Mars Records, de autoria de sua esposa, Stephanie Relfe, Bacharel, Mr Relfe descreve o dois tipos de indivíduos na colônia secreta Mars: "Para esclarecer: Lembre-se que existem 2 tipos de pessoas que me lembro. 1. As pessoas que visitam Marte temporariamente (políticos, etc.) - Eles viajam de e para Marte por portais. Eles visitam por algumas semanas e retornam. Eles são VIP. Eles estão fora dos limites !! 2. O pessoal permanente - Eles passam ciclo de 20 anos. No final do seu ciclo de trabalho, eles tem a idade e tempo revertida de volta ao seu ponto de origem do espaço-tempo. Eles são enviados de volta com memórias bloqueadas. Eles são enviados de volta para completar o seu destino na Terra. "(Vol. 2, p. 204) Quatro testemunhas de denúncia independentes, incluindo Michael Relfe, confirmaram a existência de um ou mais dos Estados Unidos com bases secretas em Marte, como bases militares estratégicas para a frente para a ocupação ou a defesa do sistema solar. Essas testemunhas denunciante incluem, além de Michael Relfe, ex-Comando do Exército dos EUA Sgt. Major Robert Dean, ex-participante do Projeto DARPA Pegasus Andrew D. Basiago e antigo Departamento de Defesa dos EUA cientista Arthur Neumann. Andrew D. Basiago é um ex-participante do Projeto DARPA Pegasus (1968-1972), que desenvolveu Tesla à base de teletransporte quântico e viajar no espaço-tempo, dando início ao programa norte-americano de tempo-espaço Chrononauts. Segundo o Sr. Basiago, o governo americano já tinha uma capacidade de teletransporte totalmente operacional em 1967-1968, e pelo 1969-1970, estava treinando ativamente um grupo de estudantes americanos dotados e talentosos, incluindo ele próprio, para se tornar a primeira geração da América de "chrononauts "ou exploradores do espaço-tempo. Esta formação, disse ele, culminou em 1981, quando, aos 19 anos de idade, ele foi teletransportado para Marte, primeiro por ele mesmo depois de ter sido preparado para a viagem pelo agente da CIA Courtney M. Hunt, e em seguida, uma segunda vez, na companhia de Hunt. Ambas as viagens, o Sr. Basiago disse, foram realizadas através de uma "sala de salto", localizado em uma instalação da CIA em El Segundo, CA. O objetivo aparente das viagens para Marte foi familiarizar-lo com o planeta, porque a CIA sabia do seu destino pertencente ao estabelecimento publicamente o fato de que Marte é um planeta habitado e considerou importante que ele visitar Marte e experimentar as suas condições em primeira mão. O envolvimento da Basiago na investigação tempo-espaço avançado como uma criança, bem como a identidade de Courtney M. caça como um agente da CIA carreira, foram confirmados pelo Dr. Jean Maria Arrigo, um especialista em ética, que trabalha em estreita colaboração com as agências americanas militares e de inteligência, e pelo capitão Ernest Garcia, cuja longa carreira na inteligência dos EUA incluiu ambos servindo como guarda nas expedições Rolos do Mar Morto do arqueólogo israelense Yigal Yadin e como adido de segurança do Exército para o Project Pegasus. O sensoriamento remoto no contínuo espaço-tempo o Sr. Basiago revelou que, entre 1969 e 1972, como participante criança no Projeto Pegasus, ele tanto do passado viram e eventos futuros por meio de um dispositivo conhecido como "chronovisor" e teletransportado frente e para trás em todo o país em túneis Vortal abriu em tempo-espaço através Tesla teletransportadores baseados localizados na instalação Curtiss-Wright Companhia Aeronáutica em Wood Ridge, NJ e do Laboratório Nacional Sandia em Sandia, NM.
A chronovisor é um dispositivo que usa uma tela ou modelo holográfico para localizar e mostrar cenas do passado ou futuro no holograma do tempo-espaço. O chronovisor foi originalmente desenvolvido por dois cientistas do Vaticano em conjunto com Enrico Fermi e posteriormente refinado por cientistas da DARPA. A DARPA tinha, explica ele, 5 razões para envolver estudantes americanos em tais atividades novas, perigosas e experimentais: Em 1° lugar, o Departamento de Defesa queria testar os efeitos mentais e físicos de teletransporte em crianças. Em 2° lugar, o Projeto Pegasus precisava usar crianças, porque os hologramas criados pelos chronovisors entraria em colapso quando os adultos estavam dentro deles. Em 3° lugar, as crianças eram tabula rasa (da mente que não tenha ainda impressões sobre a experiência adquirida) e tenderia a ver coisas durante as sondas de tempo que os adultos tendem a perder. Em 4° lugar, as crianças eram estagiários que ao crescer serviriam em um programa de espaço-tempo encoberto sob DARPA, que funcionaria em conjunto com o programa espacial manifesta sob NASA. Por último, os patrocinadores do programa descobriu que depois de se mudar entre as linhas de tempo, viajantes do tempo, muitas vezes tornando-se adultos insanos, e esperava-se que, ao trabalhar com crianças dotadas e talentosas desde a infância, o governo dos EUA pode criar um quadro de adulto "chrononauts" capaz de lidar com os efeitos psicológicos da viagem no tempo. Em contraste com as sondas chronovisor, em que se chegou a tal forma de viajar no tempo virtual, o teletransporte desenvolvida pelo Projeto Pegasus permitiu o teletransporte físico para locais distantes, às vezes com um ajuste para a frente ou para trás no tempo de dias, semanas, meses ou anos . De acordo com o Sr. Basiago, por volta de 1972, o governo dos EUA estava usando o "deslocamento quantum" deste tipo para tanto enviar pessoas para a frente vários anos no tempo para guardar segredos militares sensíveis no futuro e para trás vários anos no tempo para dar ao governo com inteligência sobre eventos futuros. O armamento de viagem no tempo Projeto DARPA Pegasus (1968-1973) sob o qual o programa do governo dos EUA de acesso quantum teletransporte e tempo de viagem baseado no Tesla foi desenvolvido era historicamente sob o controle do gabinete do então presidente dos EUA Richard M. Nixon. Segundo o depoimento denunciante do Sr. Basiago, Donald H. Rumsfeld, o secretário da Defesa norte-americano em 11 de setembro de 2001, foi o adido de defesa para o Projeto Pegasus durante o início da década de 1970, quando o Sr. Rumsfeld foi oficialmente servindo como conselheiro do Presidente Nixon e membro de seu Conselho de salários e preços de Estabilização. Mr. Rumsfeld se aproximou suas responsabilidades Projeto Pegasus com a intenção de armar o teletransporte e tempo de viagem para a vantagem do governo os EUA. Ele foi citado como dizendo em reuniões do Projeto Pegasus no momento em que o chefe da missão do teletransporte era entregar tropas para o local apropriado no campo de batalha. O sequestro de bases militares secretos dos EUA é evidente a partir de dois livros de Michael Relfe em seus 20 anos na a base dos EUA secreta em Marte, que o tempo de viagem dos EUA foi principalmente utilizado para a ocultar a presença de instalações militares secretas em Marte do público para que as instalações ficaram acessíveis apenas aos cientistas dos Estados Unidos. Mr. Relfe foi recrutado para os EUA Forças Armadas e tempo de viagem / teletransportado para Marte em 1976. Somente os indivíduos com acesso aos registros de ciência ou tecnologia secretos do Departamento de Defesa dos Estados Unidos poderia provar a existência do segredo base americana de Marte. Em um 11 de novembro de 2009, o programa de rádio AM coast to coast, o Sr. Basiago afirmou publicamente que o programa do projeto DARPA Pegasus envolvendo viagem no tempo foi a identificação de pessoas futuras de interesse, incluindo aqueles que serviria como presidente dos Estados Unidos, e, em seguida, informar essas pessoas de seus destinos. Mr. Basiago afirmou que no início de 1970, na companhia de seu falecido pai, Raymond F. Basiago, um engenheiro para The Ralph M. Parsons Company, que trabalhou em projetos aeroespaciais classificados esteve presente num almoço em Albuquerque, Novo México, em que (então ) futuro Presidentes dos EUA George HW Bush e George W. Bush foram convidados logo depois que eles foram informados de que ambos teriam um dia servir como presidente. Ele também afirmou que no início de 1970, o programa DARPA, o Projeto Pegasus, havia identificado futuros presidentes Jimmy Carter e Bill Clinton utilizando tecnologia de viagem no tempo. Sr. Basiago conheci (então) futuro presidente Barack Obama, em Los Angeles, CA, em 1982, enquanto participava de UCLA. Mr. Obama, então um estudante na Universidade de Columbia, foi visitar ex-colegas no Occidental College, em Los Angeles. A afirmação foi feita pelo aliado de Obama no movimento anti-apartheid, que revelou que o Sr. Obama, depois de 20 anos, já sabia que um dia seria o presidente.A viagem no tempo do Projeto Pegasus também foi usado para vigilância política de futuros agentes de mudança social . Mr. Basiago revelou que a razão Projeto Pegasus foi capaz de identificar o Sr. Carter, que foi o então governador de George, em 1971, como um futuro presidente dos Estados Unidos, é que o programa estava em posse de uma cópia meu livro, Exopoliticos: Política, Governo e Lei no Universo que não iria escrever até 1999 e não seria publicado como um livro da biblioteca até 2005, mas que tem um orçamento em suas primeiras páginas de uma declaração feita pelo presidente Jimmy Carter. De acordo com ele, o meu livro Exopoliticos foi , entre outras obras escritas, fisicamente recuperado do futuro pelo Projeto Pegasus e trouxe de volta no tempo a 1971 ou uma hora antes. Naquela época, 1971, eu era Conselheiro Geral da Administração New York City Proteção Ambiental e tinha sido colocada sob vigilância viagem no tempo por parte do governo norte-americano. Mr. Basiago também afirmou que o Projeto Pegasus identificado Laura Madalena Eisenhower , bisneta do presidente norte-americano Dwight D. Eisenhower, como seu futuro aliado. Assim, não há precedente histórico para a vigilância política dissimulada, através de sensoriamento remoto no tempo, de uma pessoa de interesse, como Laura Madalena Eisenhower. Mr. Basiago declarou publicamente como em 1971 ele viu imagens em movimento do ataque às Torres Gêmeas em 11 de setembro 2001, que tinha sido obtido a partir do futuro e trouxe de volta para o início dos anos 1970. Ele descreveu enquanto servia no Projeto Pegasus, ele viu imagens em movimento de 9/11 na instalação defesa-técnico US garantiu onde foram processados ​​após ser recuperada a partir do futuro (na instalação Aerojet Corporation, que ficava na esquina da Avenida Bullock e Leroy Lugar em Socorro, Novo México). Em toda a probabilidade, o Sr. Rumsfeld, como o adido de defesa para o Projeto Pegasus, teria conhecido e possivelmente tinha controle sobre os dados de cerca de 9/11 derivada via "acesso quantum" e trouxe-o de volta para o início da década de 1970, para análise pela pesquisa DARPA e desenvolvimento de programas sob a sua autoridade administrativa. Relato de testemunha ocular do Basiago que o secretário Rumsfeld e outros sabiam sobre 9/11, décadas de antecedência, pois os dados sobre o assunto foi recolhida através do programa de viagem no tempo o segredo de DARPA desbloqueia vários dos fatos mais enigmáticos da literatura 11/09 e pode ser a chave para desvendar da sociedade de a prestação de contas final para a operação de bandeira falsa, que ocorreu em 11 de setembro de 2001. Tempo de viagem e catástrofes naturais A sonda chronovisor no início de 1970 pelo Projeto DARPA Pegasus escolheu um alvo arquetípica em Washington, DC. Projeto Pegasus escolheu ver o prédio da Suprema Corte em 2013 via chronovisor e Projeto Pegasus participante e Sr. Basiago "descobriu que o prédio da Suprema Corte foi menos de 100 metros de água estagnada". Um estudo da visão remota Instituto Farsight de catástrofes naturais como alvo o arquétipo alvo em frente de os EUA Supremo Tribunal Building - o edifício do Capitólio dos Estados Unidos - em 2013. Ao todo, 39% dos relatórios observador remoto viram o Capitólio dos EUA em ruínas ao lado de águas profundas. Mr. Basiago também declarou que "isso porque os chronovisors não identificou absolutos, futuros deterministas, mas sim de futuros alternativos no" multi-verso, "esta visão catastrófica de Washington, DC pode ser a partir de uma linha de tempo alternativa que não se materializa em nosso linha do tempo ". Os resultados mostraram que 29% dos espectadores remotos Farsight segmentação do Capitólio dos EUA em 2013 não ver um Washington, DC devastada por uma catástrofe natural. Aqui, então, temos o lado de 2012-13 e 2012-13 catastrófico futuros não-catastróficas a lado. Tecnologia chronovisor Projeto DARPA Pegasus para sondar eventos futuros no holograma do tempo-espaço foi state-of-the-art no início de 1970. O próprio Projeto Pegasus estava sob a supervisão política de Donald H. Rumsfeld como um membro do gabinete Nixon. Pode ter sido que as decisões de nível presidencial foram feitas no início de 1970 para iniciar os preparativos abrigo subterrâneo, com base no Projeto Pegasus e outro de inteligência de viagem no tempo sobre o cronograma 2012-13 catastrófico. É razoável especular se os EUA e outros governos e elites pode ter cometido um erro de cálculo fundamental e conclusão errada ao supor que uma linha do tempo cataclísmico 2012-13 será o futuro real, quando, na verdade, foi um futuro alternativo que não iria se materializar como o futuro determinista real em 2012-13. Também é razoável especular que os governos e as elites políticas e financeiras fizeram um erro moral colossal na criação de bases subterrâneas seguras para si mesmos, ao fazer planos para deixar uma humanidade inconsciente sobre a superfície a ser "despovoada" por uma combinação de energia solar gigante, alargamentos, meteoros do espaço. Dr. Courtney Brown, do Instituto Farsight afirmou há anomalias que sugerem que o governo dos Estados Unidos e elites estão investido fortemente em secretamente preparando para a linha do tempo catastrófica 2012-13, mantendo a maior parte da população humana no escuro. Essas anomalias, como a rápida expansão das bases militares subterrâneas profundas para acomodar todas as forças do governo, militares e policiais norte-americanos , e as elites políticas e financeiras, sugerem que eles aceitaram que o futuro catastrófico 2012-13 é o futuro mais provável, e estão febrilmente completando instalações subterrâneas da Terra (assim como bases secretas em Marte). impacto social da chronovisão e teletransporte Basiago de revelações Pegasus estabelecer que um segredo, avançou US programa de tempo-espaço surgiu há 40 anos. Durante quatro décadas, este programa tem usado tecnologias esotéricas envolvendo cronovisão e teletransporte para executar "sensoriamento remoto no tempo" de eventos passados ​​e futuros. Para as últimas três décadas, o teletransporte também tem sido usado para enviar os indivíduos da Terra para bases estratégicas dos EUA em Marte .
Ele está convencido de que estas tecnologias ser revelado para que seus aspectos positivos e negativos podem ser debatida e seus aspectos positivos usado em benefício da humanidade. cronovisão, disse ele, poderia ser usado para criar uma rede internacional de museus virtuais em que as imagens do passado seria mostrado para esclarecer e educar o público. mal aplicado, tal tecnologia também poderia ser usada para criar uma sociedade fascista baseado na vigilância 24 horas de indivíduos por parte do governo, que pode ter sido prenunciavam pelo projeto DARPA chamado "Total Information Awareness" que o presidente George W. Bush estabeleceu e colocado sob o almirante John Poindexter. Teletransporte é a segunda tecnologia de acesso quantum desenvolvido com fundos públicos que o público está sendo negados os benefícios da. Teletransporte poderia ser usado, Basiago disse, para transportar pessoas e mercadorias de forma mais rápida e eficiente em todo o mundo, sem a poluição causada pelos aviões, trens e automóveis ou os efeitos negativos do uso da terra a partir de aeroportos, trilhos de trem e rodovias. No entanto, se ele não é desclassificado, o teletransporte permanecerá o que tem sido por 40 anos, ou seja, uma arma para uso somente pelos militares dos EUA, para ter a opção de colocar tropas precisamente onde eles são necessários em campos de batalha. "Assumo as minhas responsabilidades como um denunciante planetária muito a sério", disse Basiago."Esta é uma campanha de verdade para o desenvolvimento humano positivo neste planeta. As pessoas deste planeta têm o direito a uma verdadeira narrativa da história natural do sistema solar em que habitamos. Isso inclui a verdade de que Marte é um planeta habitado e também que o programa espacial secreto dos Estados Unidos já enviou pessoas deste planeta ao planeta vermelho. "Se quisermos alcançar um futuro humano sustentável neste planeta, temos de exigir que o governo dos EUA revelar o teletransporte que tem sido usada para chegar a Marte de modo que agora pode ser usado para revolucionar o transporte humana na Terra."As pessoas deste planeta têm o direito de habitar uma futura sociedade global em que todos os seres humanos desfrutar da vida -benefícios de todas as tecnologias que todos do engenho humano já produziu. Em ambos os casos, se um tratado de proteção de Marte ou uma rede global de teletransportação resultados, a verdade nos libertará. " NOTA: Este artigo é parte de uma série contínua sobre o acesso quântica e outras tecnologias exóticas que foram desenvolvidos por projetos militares e de inteligência orçamento preto e aplicada até hoje principalmente para usos de armas, e não para o benefício da humanidade, que no final tem pago com recursos públicos para o seu desenvolvimento inicial. Este artigo foi publicado originalmente na Revista Veritas, na Austrália. Por Alfred Lambremont Webre , JD, med, Veritas Revista, Austrália. Fonte:http://humansarefree.com