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quinta-feira, 15 de junho de 2017

CIENTISTAS DESENVOLVEM DROGA QUE BRONZEIA A PELE SEM EXPÔ-LA AO RISCO DE CÂNCER

Cientistas desenvolveram uma droga que imita a luz do Sol para bronzear a pele, sem os riscos associados à exposição aos raios ultravioleta. A substância estimulou a produção de melanina, que confere pigmentação ao corpo, em experimentos com pedaços de pele e em camundongos. Os testes revelam que até pessoas de pele mais clara, que normalmente se queimam mais facilmente no Sol, podem ser beneficiadas com a droga. Uma equipe do Hospital Geral de Massachusetts, responsável pela pesquisa, espera que a descoberta possa prevenir o câncer de pele e até reduzir a aparência envelhecida que pode resultar do excesso de exposição ao Sol.

'Bronzeado potente'

Os raios ultravioleta deixam a pele bronzeada ao causar-lhe danos. Isso deflagra uma cadeia de reações químicas na pele que provoca a produção de melanina - o protetor solar natural do corpo. A nova droga é esfregada na pele para impedir o dano e, assim, estimular a produção do pigmento sem a influência da radiação. David Fisher, um dos pesquisadores responsáveis pelo estudo, disse que a droga tem "um potente efeito bronzeador". "Pelo microscópio, podemos ver a melanina de verdade, ativando a produção do pigmento sem a influência dos raios ultravioleta", diz. A droga tem um resultado diferente do obtido com o spray de bronzeamento, que "pinta" a pele sem proteção da melanina. Também difere das camas de bronzeamento, que expõem a pele à luz ultravioleta, e das pílulas que supostamente elevam a produção do pigmento, mas também demandam exposição solar. A equipe, contudo, diz que o foco da pesquisa não é produzir um novo cosmético. Fisher diz que a falta de progresso no combate ao câncer de pele - o tipo mais comum de câncer - foi "uma frustração muito significativa" que motivou a investigação. "Nosso verdadeiro objetivo é desenvolver uma estratégia inovadora para proteger a pele da radiação UV e câncer", diz. "O pigmento escuro (da pele) é associado a um risco mais baixo de todas as formas de câncer de pele - isso seria incrível", acrescenta. Os experimentos, detalhados na revista científica Cell Reports, mostraram que a melanina produzida pela droga foi capaz de bloquear raios ultravioleta nocivos. Em última análise, os cientistas querem combinar a droga com protetor solar para aumentar a proteção contra a radiação. Fisher diz que é "absolutamente" necessário usar protetor solar, mas há o problema da falta de bronzeamento com o uso. A droga ainda não está pronta para o uso comercial. Embora até agora os resultados tenham sido promissores, os pesquisadores querem fazer mais testes de segurança. Matthew Gass, da Associação Britânica de Dermatologistas, disse que o estudo traz "uma abordagem única" para prevenir o câncer de pele. "São necessárias mais pesquisas antes de podermos ver essa tecnologia sendo usada por humanos. No entanto, certamente é uma proposta interessante", diz. "As taxas de câncer de pele no Reino Unido estão disparando. Qualquer pesquisa que possa prevenir as pessoas de desenvolver câncer de pele é bem-vinda", acrescenta. No Brasil, apesar de não ser o mais letal, o câncer de pele também é o mais frequente, correspondendo a 30% de todos os tumores. A droga também pode reduzir a aparência envelhecida, resultado do excesso de exposição ao sol. "Muitas pessoas dizem que o óbvio e mais contundente sinal de envelhecimento é a aparência da pele", diz Fisher. "Trata-se de algo quase que impossível de ser combatido com remédios, mas podemos usá-la para deixar a pele com uma aparência mais saudável por mais tempo", conclui. fonte: http://www.bbc.com/portuguese/geral-40277676

sábado, 13 de maio de 2017

ESTUDO IDENTIFICA RISCO DE ATAQUE CARDÍACO EM USO DE ANALGÉSICOS COMUNS

Um novo estudo sugere uma ligação entre o consumo de altas doses de analgésicos anti-inflamatórios - como ibuprofeno - e ataques cardíacos. A pesquisa, publicada no British Medical Journal, baseia-se em um estudo anterior, que já havia identificado uma possível ligação no consumo desses medicamentos e riscos de doenças cardíacas. Esse estudo mais recente sugere que o risco pode ser maior nos primeiros 30 dias de uso. Mas cientistas afirmam que são necessários mais testes para identificar o tamanho do risco e de que forma essa relação se dá. Nesse estudo, um time internacional de cientistas analisou dados de 446.763 pessoas para tentar entender a ocorrência de problemas cardíacos. Os cientistas, contudo, focaram apenas em pessoas que consumiram anti-inflamatórios não esteroides (como ibuprofeno, aspirina, diclofenaco, celecoxibe e naproxeno) adquiridos com receita médica - e não em pessoas que compraram os analgésicos sem receita. Ao se debruçar nos dados do Canadá, Finlândia e Reino Unido, pesquisadores identificaram o risco de ataque cardíaco já na primeira semana de consumo. O risco foi destacado ao longo do primeiro mês quando as pessoas estavam tomando doses altas - por exemplo, 1200 mg de ibuprofeno por dia. Mas cientistas admitem que há outros fatores que dificultam estabelecer com precisão de que forma se dá a relação direta de causa e efeito entre analgésicos e ataques cardíacos.

Dá para culpar os analgésicos?

Kevin McConway, professor emérito de estatística da Open University, no Reino Unido, questionou aspectos do estudo. Ele cita o exemplo de alguém que sofre com dor intensa e é medicado com altas doses de analgésico, e, então, tem um ataque do coração na semana seguinte ao início do uso do medicamento. "Vai ser bem difícil dizer se o ataque cardíaco foi causado pelo analgésico ou pelo o que quer que tenha levado à prescrição do medicamento. Pode até ser uma outra coisa completamente diferente", afirma. O professor McConway salienta que fatores como fumo e obesidade também podem estar por trás do risco de ataques do coração nas pessoas focadas no estudo.

O que os pacientes devem fazer?

Médicos estão cientes de que estudos anteriores já indicavam que anti-inflamatórios não esteroides podem aumentar o risco de problemas do coração e de derrames. Atualmente no Reino Unido, por exemplo, há a recomendação de usar com cautela esses medicamentos em pacientes com problemas cardíacos. Em alguns casos, como em pacientes com falência cardíaca, esses remédios não podem ser receitados sob hipótese alguma. Mike Knapton, da British Heart Foundation, sugere que pacientes e médicos avaliem riscos e benefícios relacionados ao uso de elevadas doses desses analgésicos convencionais, em especial nos casos dos que já tiveram um ataque cardíaco ou que têm risco em potencial. A médica e professora Helen Stokes-Lampard, por sua vez, afirma que qualquer decisão de prescrever esse tipo de medicamento precisa se basear no prontuário do paciente e em circunstâncias individuais, que precisam ser revisadas periodicamente. Ela diz que o uso deles em pessoas com dores crônicas já está sendo reduzido e que alguns dos medicamentos testados na pesquisa (como celecoxibe) já não mais são prescritos no Reino Unido. "Sabe-se que o uso prolongado pode provocar efeitos colaterais sérios em alguns pacientes", afirma Stokes-Lampard.

O que a se sabe sobre o uso desses remédios sem receita médica?

A pesquisa analisou somente casos de quem usa analgésico com receita médica. Não avaliou, portanto, a situação de pacientes que compram esse tipo de medicamento sem prescrição, nas farmácias. Mas a professora Helen Stokes-Lampard disse que o estudo deveria também chamar atenção para os pacientes que se automedicam com anti-inflamatórios não esteroides para se livrar de dores. O sistema de saúde público do Reino Unido, por exemplo, orienta as pessoas a tomar sempre as menores doses possíveis por um curto período de tempo. E se as pessoas acham que precisam de doses mais altas, tem sempre de consultar um médico.

Quão alto é o risco de ter um ataque cardíaco?

Pesquisadores independentes dizem que uma das principais armadilhas do estudo é que ele não especifica claramente qual é o risco absoluto - ou o risco básico de pessoas terem ataques cardíacos ao usarem os anti-inflamatórios não esteroides. Sem compreender o tamanho do risco, afirmam esses pesquisadores, é difícil avaliar o impacto de um possível aumento nas chances de se ter um ataque cardíaco. Enquanto isso, o professor Stephen Evans, da escola britânica de Higiene e Medicina Tropical, em Londres, disse que, apesar de o estudo ter indicado que mesmo o uso por alguns dias pode estar associado a um risco aumentado de ataque cardíaco, essa relação pode não ser tão clara quanto os autores sugerem. "As duas questões principais são que os riscos são relativamente pequenos e, para a maioria das pessoas que não tem alto risco de um ataque cardíaco, essas descobertas têm implicações mínimas". FONTE: bbc.com/portuguese/internacional-39868956

sábado, 22 de abril de 2017

CONSUMO DIÁRIO DE REFRIGERANTE DIET AUMENTA RISCO DE DERRAME E DEMÊNCIA

Bebidas adoçadas artificialmente, como refrigerante diet, podem aumentar o risco de acidente vascular cerebral e demência. É o que mostra uma pesquisa da Universidade de Boston, publicada na revista científica americana Stroke. De acordo com o estudo, tomar pelo menos uma lata de refrigerante diet por dia está associado a um risco quase 3 vezes maior de sofrer um acidente vascular cerebral ou desenvolver demência. O estudo ressalta, no entanto, que a versão "normal" das bebidas, adoçadas com açúcar, não está associada ao risco de desenvolver qualquer uma dessas condições, contrariando algumas pesquisas já realizadas anteriormente. "Não foi surpresa descobrir que a ingestão de refrigerante diet está associada com acidente vascular cerebral e demência. O que me surpreendeu foi que a ingestão de bebidas adoçadas com açúcar não está associada a esses riscos, porque as bebidas com açúcar são conhecidas por não serem saudáveis", disse Matthew Pase, que coordenou a pesquisa, em entrevista à CNN. Os pesquisadores admitem, no entanto, que não conseguiram provar uma relação direta de causa e efeito entre a ingestão de bebidas adoçadas artificialmente e o aumento do risco de derrame e demência. Segundo eles, trata-se de uma associação, já que o estudo se baseia em observações e dados fornecidos por meio de um questionário sobre hábitos alimentares.

A pesquisa

Cerca de 4 mil pessoas participaram da pesquisa, que organizou dois grupos de estudo por faixa etária: 2.888 adultos com mais de 45 anos (para analisar a incidência de derrame) e 1.484 com mais de 60 anos (para avaliar os casos demência). Os dados, coletados por meio de questionários, foram cedido pelo Framingham Heart Study, extenso projeto da Universidade de Boston sobre doença cardiovasculares. Os pesquisadores analisaram a quantidade de bebidas e refrigerantes diet e normal ingerida por cada participante, em diferentes momentos, entre 1991 e 2001. Em seguida, compararam com o número de pessoas foram vítimas de derrame ou demência num prazo de 10 anos. No período, foram observados 97 casos de acidente vascular cerebral (82 isquêmicos, causado por vasos sanguíneos bloqueados) e 81 de demência (63 compatíveis com Alzheimer). "Após fazer ajustes por idade, sexo, educação (para análise da demência), ingestão calórica, qualidade da dieta, atividade física e tabagismo, maior consumo recente e maior de refrigerantes adoçados artificialmente foram associados a um risco maior de AVC isquêmico e demência, como a doença de Alzheimer", diz o estudo. De acordo com a pesquisa, aqueles que consumiam pelo menos uma lata de bebida diet diariamente eram 2,96 vezes mais propensos a sofrer um acidente vascular cerebral isquêmico e tinham 2,89 vezes mais tendência a desenvolver o mal de Alzheimer do que aqueles que bebiam menos de uma vez por semana.

Outros estudos

Essa não é a primeira vez que bebidas diet são associadas ao desenvolvimento de problemas de saúde. A pesquisa cita o estudo Northern Manhattan, que teria revelado que "o consumo diário de refrigerante adoçado artificialmente estava ligado a um risco maior de incidentes vasculares, mas não de acidente vascular cerebral". Outro exemplo mencionado é o Nurses Health Study and Health Professionals, que mostrou que "o alto consumo de açúcar e refrigerantes adoçados artificialmente foi associado a um risco maior de derrame". FONTE: bbc.com/portuguese/geral-39665431

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

PESQUISA RELACIONA ALTURA COM RISCO DE CÂNCER

A associação entre a altura e o risco de câncer tem sido observada por um longo tempo. E o que os pesquisadores puderam concluir é que as pessoas mais altas têm, em geral, maior risco de desenvolver a doença. Um novo estudo se dedicou a analisar mais a fundo esta ligação através de um tamanho de amostra mais representativo, com mais de 5 milhões de adultos. Com isso, os cientistas não só foram capazes de mostrar que a associação é verdadeira em um número significativo, como também puderam calcular o aumento do risco para cada 10 centímetros extras de altura.

Mais altura = mais risco de câncer

Os pesquisadores descobriram que o risco de desenvolver câncer em mulheres aumentou em 18% para cada 10 centímetros a mais, enquanto para os homens o risco aumentou em 11%. A pesquisa foi realizada com base na análise de registros militares de 5,5 milhões de pessoas na Suécia, nascidas entre 1938 e 1991. Mas, considerando que o estudo até agora só foi apresentado em uma conferência, e não foi publicado ainda, alguns cientistas alertam sobre tirar muitas conclusões da pesquisa. A altura pode ser UM dos muitos riscos de desenvolver câncer, mas está longe de ser um dos fatores mais perigosos e bem estabelecidos, como tabagismo, obesidade ou má alimentação. De acordo com o professor do Instituto de Pesquisa do Câncer, Mel Greaves, a melhor teoria tende a apontar o dedo aos hormônios de crescimento. Outros estudos têm mostrado como as pessoas que têm nanismo genético também têm menores taxas de câncer em comparação com a população em geral. A mutação genética que os torna mais baixos acontece na parte do seu DNA que codifica os receptores de hormônios de crescimento, de forma que as células não respondem às influências dele.

Acontece com ratos também

Outra pesquisa tem mostrado que a mesma relação existe em camundongos geneticamente modificados. Esta pesquisa, no entanto, foi criticada. Como o estudo é baseado em dados coletados anteriormente ao longo de um período de décadas, os pesquisadores obviamente não controlaram fatores de confusão, como o tabagismo. É também provável que os aumentos no risco também iriam mudar dependendo da localização do estudo, suas dietas, exposição ao sol, entre muitas outras coisas. Em geral, há evidências consideráveis que sugerem uma relação entre altura e câncer que não é explicada por outros fatores conhecidos. Claramente, a altura adulta não é em si uma “causa” do câncer, mas é entendida como uma influência dentre outros fatores. fonte:iflscience.com/health-and-medicine/risk-cancer-increases-height

terça-feira, 27 de outubro de 2015

BACON PODE AUMENTAR O RISCO DE CÂNCER

Comer uma dieta rica em carnes processadas, como salsichas e salames, pode aumentar o risco das pessoas desenvolverem câncer colorretal, de acordo com um comunicado da Agência Internacional para Pesquisa sobre o Câncer (IARC, sigla em inglês), parte da Organização Mundial de Saúde. Depois de considerar os resultados de mais de 800 estudos, o comitê classificou as carnes processadas como um cancerígeno do Grupo 1, que é conhecido por causar câncer em humanos – outros agentes nesse grupo incluem o álcool, tabagismo e vários compostos químicos. A carne vermelha, tais como carne de boi ou de porco, foi categorizada como um possível cancerígeno do Grupo 2A.
Mas, ter uma dieta cheia de bacon e linguiça não significa que uma pessoa está suscetível de desenvolver câncer tanto quanto um fumante está. 3 em cada 10.000 casos de câncer colorretal é causada por carnes processadas, disse um especialista em saúde nutricional e gastrointestinal ao The Guardian – o que é cerca de 40 casos nos EUA por ano. Fumar, por outro lado, é responsável por 30% de todas as mortes por câncer (e muitos mais casos), o que é quase 177.000 mortes por ano apenas nos EUA. Então, embora a evidência que suporta a ligação entre carnes vermelhas e processadas e um risco elevado de câncer seja forte, comer esses alimentos não é o maior risco para desenvolver câncer – tabagismo, obesidade e consumo de álcool ainda são os responsáveis ​​por milhões de mortes a mais no mundo.
“Para um indivíduo, o risco de desenvolver câncer colorretal (intestino) por causa de seu consumo de carne processada permanece pequeno, mas este risco aumenta de acordo com a quantidade de carne consumida”, disse Kurt Straif, chefe do programa do IARC, em um comunicado de imprensa.
Como o Cancer Research UK aponta, um pouco de carne não é ruim para você, contanto que seja com moderação. FONTE: www.curioso.blog.br/post/bacon-aumentar-risco-cancer/

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

NOVO TESTE SANGUÍNEO DETERMINA QUAIS PACIENTES ESTÃO EM RISCO DE ATAQUE CARDÍACO

Os níveis de uma proteína chamada troponina no sangue poderia dizer aos médicos se você está em risco de um ataque cardíaco, graças a um novo exame de sangue de alta sensibilidade desenvolvidos por pesquisadores no Reino Unido. Este método rápido e conveniente de pacientes de teste poderia descartar o diagnóstico de um ataque cardíaco por dois terços das pessoas em serviços de urgência hospitalar , dizem os pesquisadores , simplificando drasticamente os custos e procedimentos de internações por dor torácica aguda. "Até agora não houve maneiras rápidas para descartar um ataque cardíaco dentro do departamento de emergência", disse o principal autor Anoop Shah, da Universidade de Edimburgo. "Nós identificamos uma concentração troponina (menos de 5 nanogramas por decilitro; <5 ng / L). Abaixo quais pacientes estão sob risco muito baixo de ataque cardíaco ou durante a admissão ou nos 30 dias que se seguiram" No Reino Unido, as visitas hospitalares para dor no peito situando-se em cerca de 1 milhão a cada ano, com orientações que exige ampla fiscalização de quaisquer pacientes que poderiam apresentar um ataque cardíaco. Isso pode ocorrer em longas visitas ao departamento de emergência, ou alguns pacientes podem ser admitidos no hospital e receber uma cama em uma enfermaria. A maioria desses pacientes, porém, nunca realmente acabar tendo um ataque cardíaco. Agora, graças a esse exame de sangue, que pode detectar níveis muito mais baixos de troponina no sangue do que os testes anteriores, menos precisos poderia registrar, esses pacientes poderiam ser mandados para casa imediatamente. Os pesquisadores testado o sistema em 6.000 pacientes em hospitais, na Escócia, e os EUA e identificou que quase dois terços dos pacientes (61 por cento) poderia ter sido elegível para uma alta precoce seguro, tendo apresentado menos de 5 ng / L de troponina em sua resultados de sangue. "Estes pacientes são, portanto, potencialmente adequado para descarga imediata e segura do departamento de emergência", disse Shah. "Estes resultados poderiam reduzir drasticamente internações desnecessárias e proporcionar economia substancial de custos para os prestadores de cuidados de saúde." Aqueles com um maior nível de troponina acima de 5 ng / L não será a mesma sorte, no entanto. Não só eles teriam que ficar no hospital para monitoramento e testes em curso, mas a pesquisa mostra que eles também são três vezes mais propensos a ter um ataque cardíaco do que os pacientes com níveis de troponina inferiores. Enquanto o estudo é promissor, outros médicos são cautelosos sobre os riscos que poderiam vir com descargas instantâneas de pacientes potencialmente nocivos sobre o resultado de um exame de sangue singular, argumentando que mais pesquisas são necessárias antes que esse processo pode ser adotado de forma segura. " A validação final para a segurança e eficácia de descarregar pacientes ... será o relatório dos resultados clínicos após este limiar é implementada na prática clínica rotineira ", escreve uma equipe de médicos dos departamentos de emergência na Austrália e na Nova Zelândia, em um comentário sobre a estude. "O que uma avaliação mais aprofundada , se houver, é necessária para aqueles pacientes identificados como de baixo risco e adequado para a alta precoce ? Ensaios são necessários para avaliar a segurança ea eficácia dos percursos clínicos que envolvem nenhum teste adicional para esses pacientes " . A pesquisa foi publicada na revista The Lancet . FONTE:sciencealert.com/new-blood-test-determines-which-patients-are-at-risk-of-heart-attack?perpetual=yes&limitstart=1

domingo, 21 de junho de 2015

PARACETAMOL: RISCO DE OVERDOSE E MORTE POR USAR A DOSE MÁXIMA RECOMENDADA

Tomar muito paracetamol para o resfriado ou dores, ultrapassando a dose máxima diária, pode matá-lo, de acordo com especialistas. Os pacientes, muitas vezes, não conseguem perceber a real quantidade do fármaco quando estão gripadas. Muitas tomam um comprimento como analgésico, mas também acabam tomando remédios compostos para dor de cabeça ou um chá (encontrado em farmácias) que alivia dores e coriza em momentos de gripe. O grande problema é que poucos sabem que, nestes dois últimos, também pode existir paracetamol na composição, o que se soma ao total máximo que alguém deve ingerir do medicamento, por dia. Um estudo mostrou o risco de morrer de insuficiência hepática (fígado) por falta de desconhecimento, ingerindo acidentalmente doses perigosas ou fatais. Oito comprimidos de 500 mg por dia - o equivalente a 4 gramas - deve ser a dose máxima diária. No estudo, uma equipe liderada pelo Dr. Kenneth Simpson, analisou dados de 663 pacientes que tinham sido admitidos no Edinburgh Royal Infirmary, entre 1992 e 2008, com danos no fígado causados ​​por paracetamol. Eles encontraram 161 pessoas, com média de idade de 40 anos, que haviam ingerido a substância em doses acidentais, por usarem vários medicamentos diferentes, para aliviar dores nas costas, estômago, cabeça ou dente. Todos tiveram overdose ao paracetamol. Dois em cada cinco morreram de insuficiência hepática, diz um relatório no British Journal of Clinical Pharmacology. Dr. Simpson, da Universidade de Edimburgo, disse que essa ingestão acidental pode ocorrer quando a pessoa possui dores persistentes que demoram a passar, tomando mais paracetamol do que deveriam. "Essas pessoas tomam paracetamol ao longo do dia, várias vezes, mas não possuem controle de quantos mg tomaram em um ou vários dias”, disse Dr. Simpson. Repetidos erros na dosagem podem gerar lesões acumulativas no fígado e complicações, muitas vezes irreversíveis. Ele ainda salientou que o menor valor encontrado no estudo foi 10 g, o que levou à morte. Mas, outros pacientes que também morreram haviam tomado 24 gramas! "A coisa mais segura a fazer é monitorar o quanto você está tomando e não ultrapassar oito comprimidos de 500 mg em um dia", disse ele. Quantidades adequadas da droga são toleradas pelo corpo e agem de forma inofensiva, cumprindo o objetivo terapêutico, mas doses acima da máxima diária permitida, é um grande risco para o fígado. FONTE:jornalciencia.com/saude/corpo/4917-paracetamol-pessoas-estao-em-risco-de-overdose-e-morte-sem-saber-por-usarem-a-dose-maxima-recomendada

domingo, 15 de março de 2015

DROGA USADA PARA COMBATER O COLESTEROL AUMENTA RISCO DE DIABETES

A conclusão é de um estudo que acompanhou 8.749 participantes ao longo de seis anos, todos homens finlandeses de 45 a 73 anos e inicialmente não diabéticos. Ele foi publicado no periódico científico “Diabetologia”, que é publicado pela Associação Europeia para o Estudo da diabetes. Um pouco mais de 2.000 participantes começaram a usar estatinas, como a sinvastatina (como o Zocor), a atorvastatina (Lipitor) ou a rosuvastatina (Crestor). Enquanto 11,1% dos pacientes que tomavam estatinas adquiriram diabetes, 5,8% dos que não tomavam (6.607) foram diagnosticados com a doença. Ou seja, a chance de ficar com diabetes é quase o dobro em quem usa estatinas em comparação a quem não usa. No Brasil, estima-se que 8 milhões usem as drogas. Outros fatores também contribuem para adquirir o diabetes como obesidade, histórico familiar da doença, fumo e uso de diuréticos e betabloqueadores (que combatem a taquicardia). Mesmo quando descontados os efeitos dessas variáveis, o risco de se adquirir DIABETES ainda era 46% maior entre quem usava estatinas. Os pesquisadores ainda não sabem dizer por que ou como isso acontece. Quem tomava esses medicamentos apresentou uma secreção 12% menor de insulina. Também houve uma perda na sensibilidade ao hormônio – ou seja, ele tem sua função prejudicada em pessoas que tomam estatinas. “As estatinas são a ‘pedra fundamental’ da terapêutica preventiva. Talvez seja um preço a se pagar”, diz Raul Dias Filho, diretor da Unidade Clínica de Lípides do Incor (Instituto do Coração). Outros médicos também dizem que os benefícios conseguidos com a medicação podem superar os riscos. “Graças às estatinas nós obtivemos uma diminuição significativa na incidência de doenças cardiovasculares, principal causa de morte atualmente”, diz o médico e diretor da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, Airton Golbert. Antes consideradas “a nova aspirina”, as estatinas também têm outros riscos associados. Cerca de um terço das pessoas se queixam de dores ou desconfortos musculares e ainda há risco de mal funcionamento do rim e do fígado, por exemplo. Apesar da pletora de riscos, até mesmo a classe médica abusa da droga, diz a cardiologista e especialista em colesterol e hipercolesterolemia familiar Tânia Martinez. “Tem gente que come churrasco e toma estatina depois [para evitar a formação de colesterol ruim], o que não é de forma alguma recomendável”. Uma alternativa ao tratamento convencional com estatinas que vem sendo estudada por Dias Filho é a sua associação com a droga ezetimiba, medicamento que impede a absorção de gordura pelo intestino e, assim, também evita a formação de colesterol. Outra alternativa, que está sendo estudada no exterior, é a injeção de anticorpos contra uma enzima chamada PCSK9, que atua na formação do colesterol ruim. FONTE: megaarquivo.com/2015/03/12/11-194-sem-saida-por-enquanto-droga-usada-para-combater-o-colesterol-aumenta-risco-de-diabetes

domingo, 11 de janeiro de 2015

AS PRAIAS DO MUNDO CORREM RISCO DE SEREM VARRIDAS DO MAPA

As praias do Rio de Janeiro e de diversas outras cidades do planeta correm o risco de serem “varridas do mapa”. O alerta vem de dois importantes nomes da geologia marinha mundial que assinam o livro recém-lançado “The last beach” (“A última praia”), ainda sem previsão para chegar ao Brasil. Os especialistas Andrew Cooper, professor de Estudos Costeiros da Universidade de Ulster, no Reino Unido, e Orrin Pilkey, professor de ciências da terra e dos oceanos na Universidade de Duke, nos EUA, defendem a teoria de que as intervenções humanas a beira-mar, junto com a elevação dos níveis de oceanos e as tempestades cada vez mais fortes por conta das mudanças climáticas, estão provocando vasta erosão de areia em direção ao fundo dos oceanos, num efeito de “varredura” do solo costeiro. Na semana passada, tempestades nos oceanos Atlântico e do Pacífico geraram ondas de mais de 15 metros de altura que destruíram defesas marítimas de concreto em praias na Europa, América do Norte e nas Filipinas. “A sentença de morte já soou para grandes extensões de praias ao longo de costas densamente povoadas, como a da Florida, da Costa del Sol, na Espanha, a Golden Coast da Austrália e o litoral do Rio de Janeiro” disse Orrin Pilkey ao jornal britãnico “The Guardian”. Em “The Last Beach”, os geólogos também afirmam que, ironicamente, as paredes de concreto erguidas pelo homem para proteção contra as tempestades e elevação das águas servem apenas para acelerar o processo de erosão da linha costeira. Pilkey e Cooper também argumentam que o ideal seria preservar ao máximo as praias como ambiente natural, longe da intervenção humana. Segundo eles, dunas e longas faixas de areia das praias funcionam muito melhor na contenção de tempestades do que paredes de concreto. “A praia é uma defesa natural maravilhosa contra as forças do oceano. Elas absorvem a energia das ondas do mar, reduzindo-as a um movimento oscilante suave ao longo no litoral. Tempestades não destroem praias; apenas mudam sua forma e localização, movendo-se em torno da areia para maximizar a absorção de energia das ondas e, em seguida, recuperar a linha costeira nos dias, meses e anos que se seguirem”, garante Pilkey. Como o aumento do nível do mar contribui para os danos causados pelas tempestades, cada vez mais freqüentes devido às mudanças climáticas, o recuo das habitações ao longo do litoral se tornaria um “imperativo, mas quase impossível”. “Vamos ter de recuar [a partir da costa]. Não há escolha. Em termos puramente econômicos, será impossível defender tudo. A defesa de cidades como Londres ou Rotterdam na Europa indicam que não haverá dinheiro para todas as outras habitações menores”, Cooper. Fonte: http://codonoticias.com.br/praias-do-rio-e-de-outras-partes-do-mundo-correm-risco-de-serem-varridas-do-mapa/

sábado, 27 de setembro de 2014

CIENTISTAS IDENTIFICAM NOVOS MARCADORES PARA O RISCO DE CÂNCER DE MAMA, OVÁRIO E PRÓSTATA

Um enorme esforço internacional, envolvendo mais de 100 instituições e testes genéticos em 200.000 pessoas, descobriu dezenas de marcadores no DNA que podem ajudar a revelar ainda mais o risco de uma pessoa para desenvolver câncer de ovário , mama ou próstata . Trata-se da mais recente megaoperação conjunta entre cientistas para aprender mais sobre os intrincados mecanismos que levam ao câncer. Enquanto o progresso parece significativo em muitos aspectos, a recompensa potencial para as pessoas comuns é principalmente esta: no futuro, testes genéticos poderão ajudar a identificar quais mulheres se beneficiam mais fazendo a mamografia periódica e quais homens poderiam se beneficiar mais dos testes de PSA e das biópsias da próstata. Talvez, num futuro ainda distante, essas pistas genéticas também possam levar a novos tratamentos contra a doença. “Isso acrescenta mais peças ao quebra-cabeça”, afirmou Harpal Kumar, presidente-executivo da Cancer Research UK, o fundo que financiou grande parte da pesquisa. Entre os homens cuja história familiar lhes dá cerca de 20% de risco de ter câncer de próstata, os novos marcadores genéticos poderiam identificar aqueles cujo verdadeiro risco de ter a doença é de 60%. Os novos marcadores também podem fazer a diferença para as mulheres com mutações do gene BRCA – tê-los, coloca a mulher em risco elevado para câncer de mama. Nestes casos, os pesquisadores podem, no futuro, ser capazes de separar aquelas cujo risco excede 80% das mulheres com risco mais baixo, entre 20% e 50%. Com essa precisão, algumas mulheres podem escolher monitorar a própria saúde com exames periódicos em vez de tomar a medida drástica de ter os seios saudáveis removidos para evitar o surgimento da doença. Especialistas que não participaram do estudo afirmam que os resultados são encorajadores, mas que são necessárias mais pesquisas para ver como toda essa informação seria útil para orientar o atendimento ao paciente. O câncer de mama é a neoplasia maligna mais comum entre as mulheres em todo o mundo, com mais de 1 milhão de novos casos por ano. O câncer de próstata é o segundo câncer mais comum em homens, depois do câncer de pulmão, com cerca de 900 mil novos casos a cada ano. O câncer de ovário é responsável por cerca de 4% de todos os cânceres diagnosticados em mulheres, causando cerca de 225.000 casos em todo o mundo. Os novos resultados foram divulgados em 13 trabalhos publicados nas revistas científicas Nature Genetics e Genetics PLOS, entre outras. Eles vêm de uma colaboração que envolve mais de 130 instituições nos Estados Unidos, Europa e outros lugares do globo. A pesquisa foi financiada pela Cancer Research UK, pela União Europeia e pelos Institutos Nacionais de Saúde dos EUA. Os cientistas usaram exames de DNA de mais de 200.000 pessoas para procurar os marcadores, pequenas variações nas 3 bilhões de “letras” do código do DNA que estão associados com risco de doença. Foram descobertos 49 novos marcadores de risco para câncer de mama, mais um par de outros que modificam o risco de câncer de mama a partir de raros genes mutados, 26 marcadores de câncer de próstata e oito para o câncer de ovário. Individualmente, cada marcador tem apenas um impacto pequeno na estimativa de risco, muito pequeno para ser útil por si só, disse Douglas Easton, da Universidade de Cambridge, da Inglaterra, um dos autores do estudo. “Eles seriam combinados e adicionados a marcadores previamente conhecidos para ajudar a revelar risco de uma pessoa”, explicou ele. Fonte: http://saude.ig.com.br/minhasaude/2013-03-28/cientistas-identificam-novos-marcadores-para-o-risco-de-cancer.html

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

AUMENTO DE MANEQUIM INDICA RISCO MAIS ALTO DE CÂNCER

Precisar vestir saias com numeração cada vez maior ao longo da vida pode ser um sinal de alerta para risco de câncer, de acordo com uma pesquisa do University College London. O estudo apontou que mulheres que subiram um tamanho de saia a cada década após os 20 anos tinham um risco 33% maior de ter câncer de mama após a menopausa. Entretanto, especialistas apontaram limitações na metodologia do estudo, como se basear na memória das mulheres para lembrar seus tamanhos de saia aos 20 anos de idade e não considerar mudanças na padronização dos tamanhos de roupas ao longo das décadas. Observar o tamanho da saia a partir dos 20 anos pode ser uma maneira simples de controlar o ganho de peso, disseram os pesquisadores à publicação científica BMJ Open. A obesidade, especialmente a gordura na barriga, é um conhecido fator de risco para o câncer. "Se o tamanho da saia puder ser confirmado por outros como um bom indicador do risco de câncer de mama em mulheres mais velhas, seria uma maneira muito simples e fácil de monitorar o ganho de peso", disse à BBC a pesquisadora Usha Menon, do Departamento de Câncer de Mulheres.

Estilo de vida

O estudo acompanhou mais de 90 mil mulheres de 50 a 60 anos que vivem na Inglaterra. Durante os três anos do período de acompanhamento, 1.090 delas desenvolveram câncer de mama. Cada aumento de uma unidade no tamanho britânico de saia a cada dez anos (por exemplo, passar de 12 para 14, ou, no Brasil, de 38 para 40) a partir dos 25 anos até o período pós-menopausa estava associado a um risco de câncer de mama 33% maior, calcularam os pesquisadores. Subir dois tamanhos de saia no mesmo período representou um risco 77% maior, eles relataram. Comentando a pesquisa, Simon Vincent, da organização Breakthrough Breast Cancer, disse: "Nós sabemos que 40% dos cânceres de mama podem ser evitados por mudanças de estilo de vida, como realizar atividades físicas regulares e manter um peso saudável." "Este estudo destaca uma maneira fácil de controlar o seu ganho de peso ao longo do tempo. As mulheres são mais propensas a lembrar o tamanho da saia quando eram mais jovens do que seu IMC", acrescentou.

Limitações

Porém, os pesquisadores disseram que o estudo tem algumas limitações - uma delas, o fato de ter se baseado na memória das mulheres para lembrar com precisão o tamanho da saia aos 20 anos de idade. Além disso, Tom Stansfield, do Cancer Research UK, aponta que os padrões de tamanhos de roupas mudaram ao longo dos anos. Juntos, estes dois fatores diminuem a confiabilidade do estudo, opinou o especialista. "As evidências indicam que as coisas mais importantes que você pode fazer para reduzir o risco de câncer de mama, especialmente após a menopausa, são manter um peso saudável, realizar atividades físicas e diminuir o consumo de álcool", disse Stansfield. "Manter um peso saudável é importante para ajudar a reduzir o risco de câncer de mama após a menopausa. Usar os tamanhos de saia para ajudar as mulheres a entender isso é interessante, mas saber se você está acima do peso é mais importante." FONTEs: BBC BRASIL // http://zip.net/bbpFSq

terça-feira, 23 de setembro de 2014

CONHEÇA A RELAÇÃO ENTRE AS GORDURAS SATURADA E TRANS E O RISCO DE DESENVOLVER DEPRESSÃO

Procuramos esclarecer as diferenças entre gordura saturada, insaturada e trans. Uma vez informado sobre os benefícios e desvantagens de cada uma, onde estão presentes e a máxima do consumo diário, saiba como sua alimentação pode influenciar na saúde mental. Um novo estudo trouxe à tona de que existe uma relação entre a ingestão de gorduras trans e saturadas e o aumento em até 48% de risco de sofrer depressão. Vamos por partes: pesquisadores das universidades de Navarra e Las Palmas analisaram dieta, estilo de vida e doenças de 12.059 voluntários durante 6 anos. Nenhum dos participantes sofria de depressão no início, mas no final foram 657 casos detectados. Dados intercalados e… - As pessoas com elevado consumo de gorduras tipo trans (confeitaria industrial e fast foods), e saturada (presente em alguns produtos lácteos) – apresentaram quase o dobro de risco desenvolver depressão em relação àqueles que não incluíam os ingredientes na dieta. - Há uma relação diretamente proporcional: quanto mais gorduras trans ingeridas, maior o efeito prejudicial causado nos voluntários. - Por outro lado, as gorduras insaturadas (presentes em pescados, óleos vegetais, azeite de oliva) estão associadas a uma redução do risco de sofrer depressão. Os especialistas advertem que nos últimos anos a incidência da depressão aumentou, atingindo 150 milhões de pessoas no mundo, tornando-se a principal causa de perda de anos de vida nos países de renda per capita média. E acreditam que uma das principais culpadas é a dieta ocidental (já muito mal falada por aí), em que foram substituídos alguns tipos de gorduras boas – poliinsaturadas e monoinsaturadas de frutos secos, óleos vegetais, azeite de oliva e pescados – pelas saturadas e trans – de carnes, manteigas, confeitaria industrial e fast-food. A pesquisa, publicada na revista médica PLoS ONE, foi realizada em uma população com uma ingestão baixa de gorduras trans, já que estas representavam 0,4% da energia total ingerida pelos voluntários. Em países como os EUA, os responsáveis pelo estudo indicam que a energia procedente desses alimentos gira em torno de 2,5% – sinal de que os hábitos precisam mudar para melhor o mais rápido possível. FONTE: blogdasaude.com.br/saude-mental/2011/01/28/gorduras-x-depressao/

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

A RELAÇÃO ENTRE A ALTURA E O CÂNCER

Pesquisas realizadas pela Universidade de Oxford têm demonstrado que pessoas mais altas têm maior risco de desenvolver câncer ao longo da vida. Os resultados da análise, publicada na revista científica Lancet Oncology, mostram que a cada dez centímetros a mais na altura, cresce em 16% a possibilidade de ter um dos dez tipos mais comuns de câncer: cólon, reto, melanoma maligno, mama, endométrio, útero, ovário, rins, linfoma não-Hodgkin e leucemia. O risco relacionado à altura apareceu nas estatísticas de maneira significativa apenas para estes tipos. O estudo britânico, divulgado na BBC, acompanhou somente dados de mulheres (1,3 milhões de meia-idade na Grã-Bretanha, entre 1996 e 2001). No entanto outras dez pesquisas mostraram que há também a relação entre altura e câncer nos homens. Entre as mulheres com menos de 1,52m foram registrados 750 casos de câncer por grupo de 100 mil por ano. Entre as que tinham 1,62m, altura considerada mediana, a quantidade de casos de câncer passou para 850. Já nas mais altas, com 1,75m, o número passou para mil casos. O aumento no total de câncer por acréscimo de 10cm de altura não variou expressivamente por nível socioeconômico ou por outras dez características pessoais que foram avaliadas. A quantidade de hormônios de crescimento na infância das pessoas que são mais altas pode ser a explicação para o elevado risco de câncer. Pois os altos têm um maior número de células no corpo, que podem vir a sofrer mutações e originar o problema. Além disso, os hormônios aumentam a taxa de divisão celular, o que também é um fator determinante da doença. Todavia, a razão dos problemas por trás desses resultados não foram definidas pelos pesquisadores. Não há razão para alarde Quem tem uma altura acima da média não precisa ficar com medo dessas informações. Afinal não é essa a característica determinante para o aparecimento da doença. De qualquer maneira, é necessário se cuidar para prevenir qualquer tipo de câncer. Então, a melhor alternativa é manter atividades físicas regularmente, não fumar, não abusar de bebidas alcoólicas, ter uma alimentação saudável e usar filtro solar diariamente. FONTE: blogdasaude.com.br/saude-fisica/2011/07/22/a-relacao-entre-a-altura-e-o-cancer/

DIABETES PODE AUMENTAR O RISCO DE DEMÊNCIA EM 50%

Diabetes pode aumentar o risco de Alzheimer e outros tipos de demência em até 50%, aponta relatório anual sobre a doença divulgado nesta quarta-feira (17) pela ADI (Alzheimer's Disease International), organização internacional que reúne associações atuantes no tema. O informe, lançado por ocasião do Dia Mundial do Alzheimer, celebrado no próximo domingo, ressalta a importância do controle dos fatores de risco evitáveis, geralmente associados aos hábitos de vida. Isso porque, segundo o documento, não é apenas a genética, o envelhecimento e o nível de atividade intelectual que contribuem para o aparecimento da doença. O relatório diz que "o controle da diabete e da hipertensão arterial, assim como medidas que promovam o fim do tabagismo e a redução do risco cardiovascular, têm potencial para reduzir o risco de demência". Coordenadora do ambulatório de demência moderada e avançada do serviço de geriatria do Hospital das Clínicas, Lilian Schafirovits Morillo explica que existem duas frentes de conexão entre diabetes e Alzheimer. "A frente direta é que existem receptores de glicose e insulina em áreas do cérebro responsáveis pela memória. O excesso de glicose e de insulina, decorrente da diabete, pode danificar essas regiões do cérebro", afirma. "De forma indireta, podemos dizer que a diabetes, a hipertensão, a obesidade, o sedentarismo e o cigarro afetam as artérias do cérebro, o que piora um quadro de neurodegeneração." Apesar da importância do controle desses fatores de risco, números apresentados no relatório mostram que a maioria da população não conhece a relação entre o Alzheimer e essas doenças. Apenas um quarto (25%) das pessoas associam a obesidade a um risco aumentado de demência. A relação entre atividade física e a redução do desenvolvimento do Alzheimer só é reconhecida por 23% das pessoas. O controle da diabetes, hipertensão e outros fatores de risco é apontado pelo relatório e por especialistas como estratégia bem-sucedida dos países ricos na prevenção do Alzheimer. Segundo o documento, há evidências de que a incidência de demência parece estar caindo nos países mais desenvolvidos, enquanto sobe nos países de média e baixa renda, como o Brasil. Para o conselheiro da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia Rubens de Fraga Júnior, isso acontece porque os países menos desenvolvidos não têm estrutura eficaz no controle das doenças crônicas que atuam como fatores de risco para o Alzheimer. "Essa relação entre os dois problemas deve nortear as políticas públicas. Assim como os países ricos já fazem, temos de focar a prevenção do Alzheimer no controle dos fatores de risco evitáveis." FONTE: http://zip.net/btpBzg

terça-feira, 16 de setembro de 2014

BEBER REFRIGERANTE TODO DIA AUMENTA O RISCO DE CÂNCER DE PRÓSTATA

Homens que consomem refrigerante ou outra bebida com adição de açúcar todos os dias têm um risco maior de desenvolver câncer de próstata do que aqueles que não ingerem esse tipo de bebida. Essa é a conclusão de um estudo publicado periódico American Journal of Clinical Nutrition. A pesquisa também concluiu que outros alimentos, como arroz e massa, também elevam essas chances. O estudo, desenvolvido na Universidade de Lund, na Suécia, acompanhou mais de 8.000 homens de 45 a 73 anos de idade durante, em média, 15 anos. Nenhum participante tinha câncer de próstata quando a pesquisa começou e todos foram orientados a anotar minuciosamente os alimentos e bebidas que ingeriram ao longo desse tempo. Segundo os resultados, aqueles que consumiam o equivalente a uma lata de 330 mililitros de refrigerante ou outra bebida com açúcar por dia apresentaram um risco 40% maior de desenvolver câncer de próstata avançado do que aqueles que nunca ingeriam a bebida. A pesquisa também encontrou uma associação entre o risco da doença e o consumo de açúcar no café da manhã. O hábito, segundo o estudo, eleva em até 38% as chances de um câncer de próstata benigno. Além disso, segundo os resultados, essa chance foi 31% entre aqueles que seguiam uma alimentação rica em arroz e massas. Para os autores do estudo, pesquisas como essa podem aprofundar os conhecimentos sobre como a dieta é capaz de influenciar no risco de determinadas doenças. Assim, um médico poderia recomendar hábitos alimentares específicos para cada pessoa de acordo com sua predisposição genética a certas doenças. Fonte: Veja //blogdasaude.com.br/saude-do-homem-2/2012/12/05/beber-refrigerante-todo-dia-aumenta-o-risco-de-cancer-de-prostata/

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

PEQUENOS DETRITOS NA LUA PODEM COLOCAR A VIDA DE ASTRONAUTAS E RISCO

Futuros astronautas na Lua irão arriscar suas vidas depois que uma fonte totalmente inesperada de perigo foi detectada. Cientistas acreditam que qualquer pessoa que visite a superfície lunar no futuro poderá estar em risco de ser atingido por detritos pequenas lançados por impactos de meteoritos. Com apenas um sexto da gravidade da Terra e sem a resistência do ar, qualquer impacto sobre a superfície da Lua tem o potencial de espalhar centenas de pedaços de detritos quilômetros a velocidades semelhantes à de uma espingarda. Professor Mark Robinson e seus colegas da Universidade do Estado do Arizona utilizou imagens do Lunar Reconnaissance Orbiter para observar a propagação de detritos de locais. Em um exemplo, eles encontraram 248 pedaços de detritos ejetados por um meteorito que havia golpeado a superfície há mais de 30km de distância. “Eles ficaram espalhados em grandes distâncias. Apesar de 100m/s ser baixa velocidade, você certamente não quer ser atingido com material chegando a 100m/s. Isso é a velocidade de um tiro de espingarda”. FONTE: arquivoufo.com.br/2014/03/24/pequenos-detritos-na-lua-podem-colocar-a-vida-de-astronautas-em-risco/

segunda-feira, 7 de julho de 2014

BEBER MUITA CERVEJA AUMENTA O RISCO DE CÂNCER DE ESTÔMAGO

Quem costuma abusar da cerveja tem um novo motivo para mudar seus hábitos. Cientistas descobriram que bebedores frequentes de cerveja ​​têm mais chances de desenvolver câncer no estômago, principalmente se eles possuírem uma determinada variante genética. Pessoas que bebem de duas a três cervejas por dia durante muitos anos possuem um risco 75% maior de câncer gástrico. Quem tem a variante de gene chamado rs1230025, mesmo não sendo bebedor contumaz, é 30% mais propenso a sofrer da doença em comparação com pessoas que bebem menos de uma cerveja diariamente, segundo o estudo. “Por sua vez, quem é bebedor crônico de cerveja e ainda ​​possui o rs1230025 corre um risco 700 vezes maior de desenvolver câncer de estômago em comparação com as pessoas sem a variação do gene que consomem menos de um drinque por dia”, afirma Eric Duell, epidemiologista do Instituto Catalão de Oncologia, em Barcelona, ​​Espanha. A variação do gene é comum e está presente em cerca de 20% da população em geral, informa. Vinho e licor não parecem trazer os mesmos riscos, lembra Duell. “O câncer parece estar mais ligado ao álcool especificamente da cerveja”, diz. Isso pode ocorrer porque bebedores contumazes são mais propensos a exagerar na cerveja do que em outras bebidas alcoólicas. Os resultados são correlacionados, ou seja, existe uma relação entre o ato de beber cerveja e o risco de câncer de estômago, mas não se chegou à conclusão de que um causou o outro ou se há outro fator desconhecido na história. Duell e seus colegas analisaram o consumo de álcool de 521 mil pessoas entre 35 e 70 anos que faziam parte da Perspectiva de Investigação Europeia em Câncer e Nutrição entre os anos de 1992 e 1998. Os pesquisadores observaram se os participantes do estudo consumiam vinho, cerveja ou outras bebidas alcoólicas regularmente, bem como a localização e a severidade do câncer de estômago, se houvesse. Descobriu-se que as pessoas que consumiam mais de 60 gramas de álcool (o equivalente a quatro ou cinco cervejas) por dia tinham um risco 65% maior de desenvolver a doença no período do estudo do que pessoas que consumiam regularmente de 0,1 a 4,9 gramas de álcool por dia (menos de uma cerveja). Quando os pesquisadores observaram puramente o consumo de cerveja (em vez do consumo de álcool em geral), o risco de câncer foi ainda mais alto. O mesmo aconteceu no caso de quem bebia muito e ainda contava com a variante genética rs1230025. O câncer de estômago causou 10.570 mortes nos Estados Unidos ano passado e geralmente atinge pessoas com 65 anos ou mais, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer. Uma em cada 114 pessoas serão diagnosticadas com o câncer em algum momento de sua vida. Os pesquisadores não sabem ao certo porque só a cerveja parece aumentar o risco de câncer gástrico, e o vinho ou licor, não. Entretanto, eles acreditam que seja uma combinação de maior consumo de cerveja do que vinho ou licor, com uma substância cancerígena específica, que é produzidas quando a cerveja é metabolizada. Quando o álcool é metabolizado no organismo, uma substância cancerígena conhecida como acetaldeído é produzida. A cerveja, em particular, também contém níveis de uma substância cancerígena animal chamada de N-nitrosodimetilamina (NDMA). A exposição prolongada tanto ao acetaldeído quanto ao NDMA, através do hábito diário de beber cerveja, pode desempenhar um papel no risco de câncer gástrico, Duell explica. “Por causa destes riscos, as pessoas devem evitar o consumo pesado de álcool, embora o consumo de leve a moderado seja aceitável”, diz. Em seguida, Duell e seus colegas esperam fazer pesquisas adicionais para encontrar mais variantes do gene que pode ter um efeito sobre o risco de câncer de estômago. FONTE:LiveScience.com/13555-heavy-beer-drinkers-gastric-cancer-risk.html

O CONSUMO DE ÁLCOOL AUMENTA O RISCO DE CÂNCER DE MAMA

O consumo de álcool é um fator de risco estabelecido para câncer de mama em geral. Porém, um novo estudo descobriu que o álcool aumenta o risco de tumor lobular, mas não necessariamente tumor ductal. Ou seja, a relação entre consumo de álcool e risco de câncer de mama se aplica a alguns subtipos da doença. Para entender como o álcool pode influenciar subtipos de câncer de mama, pesquisadores realizaram um estudo observacional, conduzido entre 1993 e 1998, que incluiu 87.724 mulheres com idade entre 50 e 79 anos, na pós-menopausa. Os cientistas olharam particularmente para os seguintes dados de 2.944 mulheres que desenvolveram câncer de mama invasivo: subtipos de tumor e status hormonal, consumo de álcool, características demográficas e estilo de vida, história familiar de doenças e história reprodutiva. As mulheres foram classificadas como as que nunca beberam, as que pararam de beber e as que bebiam atualmente. As que bebiam foram agrupadas em seis categorias de acordo com o número médio de bebidas por semana, desde menos de um drinque por semana até mais de 14 drinques por semana. Os pesquisadores descobriram que o consumo de álcool é mais fortemente relacionado ao risco de tumor lobular do que de tumor ductal, e mais fortemente relacionado ao câncer de mama hormônio-receptor-positivo do que o câncer de mama hormônio-receptor-negativo. Esses resultados confirmam pesquisas anteriores com conclusões semelhantes. Os riscos observados não variam de acordo com o tipo de álcool consumido pelas mulheres. Segundo os autores da pesquisa, as mulheres que bebiam uma ou mais doses de álcool por dia tiveram quase o dobro de risco de câncer de mama do tipo lobular, mas nenhum aumento no risco de câncer de mama do tipo ductal. Ainda segundo eles, é importante notar que o câncer ductal é muito mais comum do que o câncer lobular. Aproximadamente 70% de todos os cânceres de mama são ductais, sendo que cerca de 10 a 15% dos casos é lobular. No câncer ductal, o tumor é nos dutos de leite e no câncer lobular, nos lóbulos produtores de leite. FONTE: http://www.sciencedaily.com/releases/2010/08/100823162318.htm

segunda-feira, 30 de junho de 2014

A FALTA DE VITAMINA D AUMENTA O RISCO DE MORTE PREMATURA

Uma análise recente descobriu que pessoas que possuem níveis baixos de vitamina D no sangue estão mais propensas a morrer mais cedo que as que têm níveis normais da vitamina. Estudos anteriores tinham sugerido uma associação entre níveis baixos dessa vitamina e um risco mais alto de câncer de mama e outros cânceres, além de doença arterial coronariana. Ainda não existe um consenso geral sobre o que constitui um nível ideal de vitamina D. Todavia, para realizar a análise atual, os pesquisadores reuniram dados de 32 estudos e descobriram que o risco de morte prematura quase dobrou para pessoas com nível inferior a 9 nanogramas por mililitro em comparação com as pessoas com nível acima de 50. Os níveis superiores a 50 não produziram benefícios extras. O estudo foi publicado online no periódico The American Journal of Public Health. Todos os estudos levaram em conta a idade e alguns incluíram outras variáveis, como índice de massa corporal, atividade física, raça, tabagismo, entre outras. Um dos estudos incluiu outros 17 fatores de risco e a associação entre níveis baixos de vitamina D e morte prematura persistiu. As pessoas devem tomar suplementos para aumentar os níveis de vitamina D do sangue? Para Cedric F. Garland, principal autor e professor de medicina preventiva e de família da Universidade da Califórnia, em San Diego, há poucos riscos em tomar suplementos de vitamina D, "desde que a pessoa mantenha os níveis inferiores a 200 nanogramas por mililitro de sangue". FONTES: The New York Times/ http://zip.net/bgnQzS

sábado, 31 de maio de 2014

SER DESCONFIADO TRIPLICA A PROBABILIDADE DE APRESENTAR DEMÊNCIA

Pensar que as demais pessoas se movem normalmente por puro egoísmo, desconfiar de tudo e de todos e ver também a vida desde o ponto de vista do "copo meio vazio" faz com que os desconfiados cínicos sejam mais proclives a sofrer de demência na idade adulta. Esta foi inesperada conclusão do estudo realizado por uma equipe de pesquisadores da Universidade da Finlândia Oriental em Kuopio quem publicaram seu trabalho na revista Neurology. Trata-se da primeira vez que realizam uma pesquisa com relação direta entre o cinismo e a demência. Para isso, os experientes analisaram os dados de 1.449 pessoas, com uma idade média de 71 anos, aos quais realizaram testes para o diagnóstico de demência, bem como um questionário que media seu nível de cinismo, com perguntas como: "É mais seguro não confiar em ninguém?". Segundo os resultados obtidos, os participantes foram divididos em três grupos segundo seu nível de desconfiança cínica. O rastreamento dos participantes foi realizado durante 10 anos. Depois deste período, 622 pessoas tinham completado os teste e foram diagnosticados com demência. Depois de examinar o volume total de dados, os pesquisadores descobriram que as pessoas com os níveis mais altos de desconfiança eram três vezes mais propensas a desenvolver demência, que as pessoas com níveis baixos. Da mesma forma, as pessoas com elevado nível de desconfiança também eram mais propensas a morrer antes que as dos grupos com níveis baixos. - "Entender como um traço de personalidade tal como o cinismo afeta o risco de demência poderia nos dar um conhecimento importante para reduzir esses riscos", explica Anna Maija Tolppanen, líder do estudo. fontes:BBC /ndig