Powered By Blogger

Total de visualizações de página

Postagens populares

Mostrando postagens com marcador DEMÊNCIA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador DEMÊNCIA. Mostrar todas as postagens

sábado, 22 de abril de 2017

CONSUMO DIÁRIO DE REFRIGERANTE DIET AUMENTA RISCO DE DERRAME E DEMÊNCIA

Bebidas adoçadas artificialmente, como refrigerante diet, podem aumentar o risco de acidente vascular cerebral e demência. É o que mostra uma pesquisa da Universidade de Boston, publicada na revista científica americana Stroke. De acordo com o estudo, tomar pelo menos uma lata de refrigerante diet por dia está associado a um risco quase 3 vezes maior de sofrer um acidente vascular cerebral ou desenvolver demência. O estudo ressalta, no entanto, que a versão "normal" das bebidas, adoçadas com açúcar, não está associada ao risco de desenvolver qualquer uma dessas condições, contrariando algumas pesquisas já realizadas anteriormente. "Não foi surpresa descobrir que a ingestão de refrigerante diet está associada com acidente vascular cerebral e demência. O que me surpreendeu foi que a ingestão de bebidas adoçadas com açúcar não está associada a esses riscos, porque as bebidas com açúcar são conhecidas por não serem saudáveis", disse Matthew Pase, que coordenou a pesquisa, em entrevista à CNN. Os pesquisadores admitem, no entanto, que não conseguiram provar uma relação direta de causa e efeito entre a ingestão de bebidas adoçadas artificialmente e o aumento do risco de derrame e demência. Segundo eles, trata-se de uma associação, já que o estudo se baseia em observações e dados fornecidos por meio de um questionário sobre hábitos alimentares.

A pesquisa

Cerca de 4 mil pessoas participaram da pesquisa, que organizou dois grupos de estudo por faixa etária: 2.888 adultos com mais de 45 anos (para analisar a incidência de derrame) e 1.484 com mais de 60 anos (para avaliar os casos demência). Os dados, coletados por meio de questionários, foram cedido pelo Framingham Heart Study, extenso projeto da Universidade de Boston sobre doença cardiovasculares. Os pesquisadores analisaram a quantidade de bebidas e refrigerantes diet e normal ingerida por cada participante, em diferentes momentos, entre 1991 e 2001. Em seguida, compararam com o número de pessoas foram vítimas de derrame ou demência num prazo de 10 anos. No período, foram observados 97 casos de acidente vascular cerebral (82 isquêmicos, causado por vasos sanguíneos bloqueados) e 81 de demência (63 compatíveis com Alzheimer). "Após fazer ajustes por idade, sexo, educação (para análise da demência), ingestão calórica, qualidade da dieta, atividade física e tabagismo, maior consumo recente e maior de refrigerantes adoçados artificialmente foram associados a um risco maior de AVC isquêmico e demência, como a doença de Alzheimer", diz o estudo. De acordo com a pesquisa, aqueles que consumiam pelo menos uma lata de bebida diet diariamente eram 2,96 vezes mais propensos a sofrer um acidente vascular cerebral isquêmico e tinham 2,89 vezes mais tendência a desenvolver o mal de Alzheimer do que aqueles que bebiam menos de uma vez por semana.

Outros estudos

Essa não é a primeira vez que bebidas diet são associadas ao desenvolvimento de problemas de saúde. A pesquisa cita o estudo Northern Manhattan, que teria revelado que "o consumo diário de refrigerante adoçado artificialmente estava ligado a um risco maior de incidentes vasculares, mas não de acidente vascular cerebral". Outro exemplo mencionado é o Nurses Health Study and Health Professionals, que mostrou que "o alto consumo de açúcar e refrigerantes adoçados artificialmente foi associado a um risco maior de derrame". FONTE: bbc.com/portuguese/geral-39665431

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

DIABETES PODE AUMENTAR O RISCO DE DEMÊNCIA EM 50%

Diabetes pode aumentar o risco de Alzheimer e outros tipos de demência em até 50%, aponta relatório anual sobre a doença divulgado nesta quarta-feira (17) pela ADI (Alzheimer's Disease International), organização internacional que reúne associações atuantes no tema. O informe, lançado por ocasião do Dia Mundial do Alzheimer, celebrado no próximo domingo, ressalta a importância do controle dos fatores de risco evitáveis, geralmente associados aos hábitos de vida. Isso porque, segundo o documento, não é apenas a genética, o envelhecimento e o nível de atividade intelectual que contribuem para o aparecimento da doença. O relatório diz que "o controle da diabete e da hipertensão arterial, assim como medidas que promovam o fim do tabagismo e a redução do risco cardiovascular, têm potencial para reduzir o risco de demência". Coordenadora do ambulatório de demência moderada e avançada do serviço de geriatria do Hospital das Clínicas, Lilian Schafirovits Morillo explica que existem duas frentes de conexão entre diabetes e Alzheimer. "A frente direta é que existem receptores de glicose e insulina em áreas do cérebro responsáveis pela memória. O excesso de glicose e de insulina, decorrente da diabete, pode danificar essas regiões do cérebro", afirma. "De forma indireta, podemos dizer que a diabetes, a hipertensão, a obesidade, o sedentarismo e o cigarro afetam as artérias do cérebro, o que piora um quadro de neurodegeneração." Apesar da importância do controle desses fatores de risco, números apresentados no relatório mostram que a maioria da população não conhece a relação entre o Alzheimer e essas doenças. Apenas um quarto (25%) das pessoas associam a obesidade a um risco aumentado de demência. A relação entre atividade física e a redução do desenvolvimento do Alzheimer só é reconhecida por 23% das pessoas. O controle da diabetes, hipertensão e outros fatores de risco é apontado pelo relatório e por especialistas como estratégia bem-sucedida dos países ricos na prevenção do Alzheimer. Segundo o documento, há evidências de que a incidência de demência parece estar caindo nos países mais desenvolvidos, enquanto sobe nos países de média e baixa renda, como o Brasil. Para o conselheiro da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia Rubens de Fraga Júnior, isso acontece porque os países menos desenvolvidos não têm estrutura eficaz no controle das doenças crônicas que atuam como fatores de risco para o Alzheimer. "Essa relação entre os dois problemas deve nortear as políticas públicas. Assim como os países ricos já fazem, temos de focar a prevenção do Alzheimer no controle dos fatores de risco evitáveis." FONTE: http://zip.net/btpBzg

sábado, 31 de maio de 2014

SER DESCONFIADO TRIPLICA A PROBABILIDADE DE APRESENTAR DEMÊNCIA

Pensar que as demais pessoas se movem normalmente por puro egoísmo, desconfiar de tudo e de todos e ver também a vida desde o ponto de vista do "copo meio vazio" faz com que os desconfiados cínicos sejam mais proclives a sofrer de demência na idade adulta. Esta foi inesperada conclusão do estudo realizado por uma equipe de pesquisadores da Universidade da Finlândia Oriental em Kuopio quem publicaram seu trabalho na revista Neurology. Trata-se da primeira vez que realizam uma pesquisa com relação direta entre o cinismo e a demência. Para isso, os experientes analisaram os dados de 1.449 pessoas, com uma idade média de 71 anos, aos quais realizaram testes para o diagnóstico de demência, bem como um questionário que media seu nível de cinismo, com perguntas como: "É mais seguro não confiar em ninguém?". Segundo os resultados obtidos, os participantes foram divididos em três grupos segundo seu nível de desconfiança cínica. O rastreamento dos participantes foi realizado durante 10 anos. Depois deste período, 622 pessoas tinham completado os teste e foram diagnosticados com demência. Depois de examinar o volume total de dados, os pesquisadores descobriram que as pessoas com os níveis mais altos de desconfiança eram três vezes mais propensas a desenvolver demência, que as pessoas com níveis baixos. Da mesma forma, as pessoas com elevado nível de desconfiança também eram mais propensas a morrer antes que as dos grupos com níveis baixos. - "Entender como um traço de personalidade tal como o cinismo afeta o risco de demência poderia nos dar um conhecimento importante para reduzir esses riscos", explica Anna Maija Tolppanen, líder do estudo. fontes:BBC /ndig

sexta-feira, 23 de maio de 2014

EXERCÍCIO PARA O CÉREBRO PODEM RETARDAR A DEMÊNCIA

Segundo um novo estudo, atividades para manter o cérebro ativo, como ler, escrever e jogar cartas podem retardar problemas de memória também definido como demência. Demência é um declínio nas capacidades mentais, especialmente na memória e no funcionamento, que podem causar doenças específicas como Mal de Alzheimer e Parkinson, e também derrame e infecções no cérebro. Embora a genética seja a principal suspeita na demência, muitos estudos estão mostrando que fatores do estilo de vida também podem agravar e talvez desencadear os problemas. Um novo estudo, detalhado na edição de 4 de agosto da revista Neurology, envolveu 488 pessoas entre 75 a 85 anos que não tinham demência no começo do estudo. Elas foram acompanhadas por uma média de cinco anos, e durante esse tempo, 101 pessoas desenvolveram a demência. No começo do estudo, pessoas relataram a freqüência em que eles participavam de seis atividades de lazer em que ocupavam o cérebro: leitura, escrita, fazer palavras cruzadas, quebra cabeças, jogar tabuleiros ou cartas, participar de grupos de discussão e tocar música. Para cada atividade, a participação diária era calculada com sete pontos, vários dias por semana pontuavam quatro, uma participação semanal era um ponto. Para aqueles que desenvolveram a demência mais tarde, os pontos na média eram o total de sete, significando que eles participavam de uma das seis atividades a cada dia, na média. Os pesquisadores analisaram quando a perda de memória começava a acelerar rapidamente nos participantes. Eles encontraram que cada atividade adicional que a pessoa participava, a perda da memória era retardada em 0.18 anos ou cerca de nove semanas. “O ponto acelerado do declínio foi retardado por 1,29 anos para a pessoa que participava de 11 atividades por semana, comparada a pessoa que participava em apenas quatro atividades por semana”, disse o autor do estudo Charles B. Hall da Faculdade de Medicina Albert Einstein, no Bronx, NY. Os pesquisadores também analisaram o nível de educação dos participantes, e o que isso afetava no resultado. Em estudos anteriores, uma educação mais elevada era ligada a ocorrências mais baixas do definhamento cognitivo (posto que, em alguns estudos encontraram uma conexão oposta). Outros aspectos do estilo de vida das pessoas também foram vinculados a menos problemas de memória como a demência, Alzheimer e definhamento cognitivo normais da idade: - Aquele que consegue controlar o estresse sem ficar ansioso pode ter menos problemas de memórias; - Exercícios podem manter a mente mais jovem, assim como o corpo em forma por meio da circulação de sangue no cérebro. - Pesquisar na internet é outra atividade que pode manter o cérebro ativo e pode ser melhor que a leitura, pois uma variedade de escolhas para fazer. FONTE:Live Science

sábado, 29 de março de 2014

PREOCUPADO COM A DEMÊNCIA? APRENDA UMA 2° LÍNGUA

Um novo estudo mostra como o bilinguismo pode afastar o declínio cognitivo e a demência. Cientistas na Índia e no Reino Unido descobriram que os pacientes bilíngues matriculados num estudo de pessoas com demência desenvolveram a doença em média 4,5 anos mais tarde, em comparação com pacientes que só falava uma língua. Estes resultados aplicaram-se a três tipos de demência, incluindo a doença de Alzheimer, e foram independentes da escolaridade dos pacientes ou do seu rendimento. O estudo foi publicado a 6 de novembro na revista Neurology. Os pesquisadores afirmam que os resultados podem ser aplicados em algum grau para quem fala ou está a aprender uma segunda língua. "O bilinguismo não pode obliterar o risco de demência", diz Thomas Bak, da Universidade de Edimburgo e co-autor do novo estudo, "mas pode atrasar significativamente o seu aparecimento". O estudo indiano, liderado por Suvarna Alladi do Instituto de Ciências Médicas de Nizam, em Hyderabad, na Índia, é o maior até agora na aquisição da linguagem e demência. Os pesquisadores examinaram 648 pessoas com idade média de 66 anos que foram diagnosticados com demência. Entre eles, 240 tinham a doença de Alzheimer, 189 tinham demência vascular (uma diminuição nas capacidades cognitivas devido à redução do fluxo sanguíneo para o cérebro), e 116 tinham demência fronto-temporal (demência que afecta principalmente o lobo frontal ou temporal do cérebro), com os restantes com demências várias. Cerca de 400 pacientes falavam duas ou mais línguas, como é comum na Índia, e muitos eram analfabetos. Segundo os resultados, aqueles que falavam uma segunda língua desenvolveram demência mais tarde do que aqueles que falavam apenas uma língua. No entanto, não houve benefício adicional em falar mais de duas línguas. O estudo fornece a melhor evidência até agora de que apenas o processamento de uma segunda língua - independente de riqueza e educação e os benefícios de saúde - oferece um benefício de proteção para o cérebro. "O nosso estudo é o primeiro a relatar uma vantagem de falar duas línguas para pessoas que não sabem ler, sugerindo que o nível de educação de uma pessoa não é uma explicação suficiente para esta diferença de prevalência de demência visto noutros estudos", disse Alladi. Bak comparou o que aprender uma língua para o cérebro com a natação para o corpo. Toda a atividade física é boa para o corpo, mas a natação é particularmente boa em proporcionar um treino equilibrado, com menos lesões. Da mesma forma, a linguagem - em comparação com os quebra-cabeças, leitura e outras atividades - oferece um treino cerebral profundo. Ao mudar de uma língua para outra, o cérebro precisa processar palavras e sons diferentes e muitas vezes têm de trabalhar num ambiente totalmente diferente em termos de sintaxe e normas sociais, que atinge inúmeras regiões do cérebro. FONTE: Livescience

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

CARNE FRITA OU ASSADA AUMENTA O RISCO DE DEMÊNCIA,DIZ ESTUDO

O cozimento de carne no forno, na grelha ou em frigideira libera substâncias químicas que podem aumentar o risco de desenvolver demência, sugerem pesquisadores norte-americanos. Os chamados Produtos de Glicação Avançada (os AGE, da sigla inglesa Advanced Glycation Endproducts) têm sido associados a doenças como a diabetes tipo 2. Ratos alimentados com uma dieta rica em AGEs apresentaram acúmulo de proteínas perigosas no cérebro e tiveram a função cognitiva prejudicada. Especialistas afirmaram que os resultados são "convincentes", embora não forneçam "respostas definitivas". AGEs são formadas quando proteínas ou gorduras reagem com açúcar. Isso pode acontecer naturalmente ou durante o processo de cozimento. Pesquisadores da Icahn School of Medicine at Mount Sinai, em Nova York, testaram o efeito da AGEs em camundongos e pessoas. A experiência com animais, divulgada na publicação Proceedings of the National Academy of Sciences, mostrou que uma dieta rica em AGEs afeta a química do cérebro. Isso leva a um acúmulo de proteína defeituosa beta-amilóide - uma característica da doença de Alzheimer. Os ratos que comeram uma dieta baixa em AGEs foram capazes de impedir a produção da proteína. Por outro lado, os ratos realizaram bem menos tarefas físicas e mentais depois de dietas ricas em AGEs. Uma análise de curto prazo de pessoas com mais de 60 anos sugere uma ligação entre altos níveis de AGEs no sangue e o declínio cognitivo. Carne frita ou assada aumenta risco de demência, diz estudo BBC 25/02/201409h23 Comunicar erro Enviar por e-mail BBC De acordo com pesquisadores, qualquer carne cozida poderia aumentar o risco de demência De acordo com pesquisadores, qualquer carne cozida poderia aumentar o risco de demência O cozimento de carne no forno, na grelha ou em frigideira libera substâncias químicas que podem aumentar o risco de desenvolver demência, sugerem pesquisadores norte-americanos. Os chamados Produtos de Glicação Avançada (os AGE, da sigla inglesa Advanced Glycation Endproducts) têm sido associados a doenças como a diabetes tipo 2. Ratos alimentados com uma dieta rica em AGEs apresentaram acúmulo de proteínas perigosas no cérebro e tiveram a função cognitiva prejudicada. Especialistas afirmaram que os resultados são "convincentes", embora não forneçam "respostas definitivas". AGEs são formadas quando proteínas ou gorduras reagem com açúcar. Isso pode acontecer naturalmente ou durante o processo de cozimento. Pesquisadores da Icahn School of Medicine at Mount Sinai, em Nova York, testaram o efeito da AGEs em camundongos e pessoas. A experiência com animais, divulgada na publicação Proceedings of the National Academy of Sciences, mostrou que uma dieta rica em AGEs afeta a química do cérebro. Isso leva a um acúmulo de proteína defeituosa beta-amilóide - uma característica da doença de Alzheimer. Os ratos que comeram uma dieta baixa em AGEs foram capazes de impedir a produção da proteína. Por outro lado, os ratos realizaram bem menos tarefas físicas e mentais depois de dietas ricas em AGEs. Uma análise de curto prazo de pessoas com mais de 60 anos sugere uma ligação entre altos níveis de AGEs no sangue e o declínio cognitivo. 'Tratamento eficaz' O estudo concluiu: "Relatamos que a demência relacionada à idade pode ser causalmente associada a altos níveis de alimentos com Produtos de Glicação Avançada . "O mais importante, a redução da AGEs derivados de alimentos, é viável e pode ser uma estratégia de tratamento eficaz." Derek Hill, professor da University College London, comentou: "Os resultados são convincentes." "Como a cura para a doença de Alzheimer continua a ser uma esperança distante, os esforços para evitá-la são extremamente importantes, mas este estudo deve ser visto como incentivador à continuidade dos trabalhos de pesquisa, mesmo sem fornecer respostas definitivas." "Mas isso é motivo para otimismo - o estudo acrescenta evidências e sugere que o uso de estratégias de prevenção pode reduzir a incidência da doença de Alzheimer e outros tipos de demência na sociedade, o que poderia ter um impacto muito positivo em todos nós." Simon Ridley, da organização Alzheimer's Research UK, disse: "Diabetes havia sido previamente associada a um risco maior de demência, e este pequeno estudo fornece uma nova visão sobre alguns dos possíveis processos moleculares que podem ligar as duas condições." "É importante notar que as pessoas envolvidas neste estudo não sofrem de demência. Como o tema ainda não foi suficientemente estudado, nós ainda não sabemos como a quantidade de AGEs em nossa dieta pode afetar o nosso risco de demência." FONTE:http://noticias.bol.uol.com.br/