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sábado, 18 de abril de 2015
CONHEÇA NOVO MEDICAMENTO CONTRA O DIABETES
Pacientes que convivem com diabetes tipo 2 ganharam mais uma opção de tratamento para a doença. Acaba de chegar ao mercado um novo medicamento oral da classe dos inibidores de SGLT2, cujo mecanismo de ação permite a excreção do excesso de glicose pela urina. A empagliflozina (nome comercial: Jardiance), produzida pelos laboratórios Boehringer Interlheim e Eli Lilly, está sendo vendida ao preço médio de R$ 125(caixa com 30 comprimido).
Testes clínicos realizados com 1616 pacientes de todo o mundo, mostraram que a empagliflozina também ajuda na redução do peso, uma vez que retira açúcar, ou seja, calorias do organismo. Pacientes que tomaram o medicamento na dose menor (10 mg) conseguiram perder 2,3 kg após 24 semanas de avaliação, e aqueles que usaram a dose maior (25 mg) emagreceram 2,5 kg no período.
domingo, 15 de março de 2015
DROGA USADA PARA COMBATER O COLESTEROL AUMENTA RISCO DE DIABETES
A conclusão é de um estudo que acompanhou 8.749 participantes ao longo de seis anos, todos homens finlandeses de 45 a 73 anos e inicialmente não diabéticos. Ele foi publicado no periódico científico “Diabetologia”, que é publicado pela Associação Europeia para o Estudo da diabetes.
Um pouco mais de 2.000 participantes começaram a usar estatinas, como a sinvastatina (como o Zocor), a atorvastatina (Lipitor) ou a rosuvastatina (Crestor).
Enquanto 11,1% dos pacientes que tomavam estatinas adquiriram diabetes, 5,8% dos que não tomavam (6.607) foram diagnosticados com a doença.
Ou seja, a chance de ficar com diabetes é quase o dobro em quem usa estatinas em comparação a quem não usa. No Brasil, estima-se que 8 milhões usem as drogas.
Outros fatores também contribuem para adquirir o diabetes como obesidade, histórico familiar da doença, fumo e uso de diuréticos e betabloqueadores (que combatem a taquicardia).
Mesmo quando descontados os efeitos dessas variáveis, o risco de se adquirir DIABETES ainda era 46% maior entre quem usava estatinas. Os pesquisadores ainda não sabem dizer por que ou como isso acontece.
Quem tomava esses medicamentos apresentou uma secreção 12% menor de insulina. Também houve uma perda na sensibilidade ao hormônio – ou seja, ele tem sua função prejudicada em pessoas que tomam estatinas.
“As estatinas são a ‘pedra fundamental’ da terapêutica preventiva. Talvez seja um preço a se pagar”, diz Raul Dias Filho, diretor da Unidade Clínica de Lípides do Incor (Instituto do Coração).
Outros médicos também dizem que os benefícios conseguidos com a medicação podem superar os riscos.
“Graças às estatinas nós obtivemos uma diminuição significativa na incidência de doenças cardiovasculares, principal causa de morte atualmente”, diz o médico e diretor da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, Airton Golbert.
Antes consideradas “a nova aspirina”, as estatinas também têm outros riscos associados. Cerca de um terço das pessoas se queixam de dores ou desconfortos musculares e ainda há risco de mal funcionamento do rim e do fígado, por exemplo.
Apesar da pletora de riscos, até mesmo a classe médica abusa da droga, diz a cardiologista e especialista em colesterol e hipercolesterolemia familiar Tânia Martinez. “Tem gente que come churrasco e toma estatina depois [para evitar a formação de colesterol ruim], o que não é de forma alguma recomendável”.
Uma alternativa ao tratamento convencional com estatinas que vem sendo estudada por Dias Filho é a sua associação com a droga ezetimiba, medicamento que impede a absorção de gordura pelo intestino e, assim, também evita a formação de colesterol.
Outra alternativa, que está sendo estudada no exterior, é a injeção de anticorpos contra uma enzima chamada PCSK9, que atua na formação do colesterol ruim.
FONTE: megaarquivo.com/2015/03/12/11-194-sem-saida-por-enquanto-droga-usada-para-combater-o-colesterol-aumenta-risco-de-diabetes
sábado, 15 de novembro de 2014
ENTENDA A RELAÇÃO ENTRE A DIABETES E PROBLEMAS DE GENGIVA
O diabetes é uma doença crônica caracterizada pela hiperglicemia, termo médico que significa o aumento no nível de açúcar no sangue. Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, os alimentos são digeridos no intestino e se transformam em açúcar (glicose), que é absorvida pelo sangue e usada pelos tecidos do corpo como fonte de energia.
“A utilização da glicose depende da presença de insulina, uma substância produzida pelas células do pâncreas. Quando a glicose não é bem utilizada pelo organismo, ela se eleva no sangue, o que chamamos de hiperglicemia. Diabetes é a elevação da glicose no sangue: hiperglicemia”.
Por estar tão ligado ao nível de açúcar no sangue, o diabetes pode ser ocasional, como no caso do diabetes gestacional, ou crônico, como os diabetes tipo 1 e 2. Dos 3 tipos, o mais grave é o tipo 1, também conhecido como diabetes infanto-juvenil, insulinodependente ou diabetes imunomediado.
Tipos de diabetes
O diabetes tipo 1 é mais comum em crianças e jovens, e requer que o paciente tome injeções diárias de insulina. As pessoas que têm diabetes tipo 1 não produzem insulina suficiente, pois as células do pâncreas sofrem de um problema conhecido como “destruição autoimune”. Corresponde a menos de 10% dos casos da doença. O diabetes tipo 2 é a mais comum, podendo ser revertido com a adoção de hábitos de vida saudáveis. Pessoas obesas apresentam grande risco de desenvolver o problema. Nesses casos, o organismo produz insulina normalmente, mas a obesidade faz com que não consiga conter a alta no nível de açúcar do sangue. O estresse das grandes cidades, hábitos de vida sedentários (falta de exercícios físicos) e alimentação inadequada fazem com que o diabetes tipo 2 também esteja se tornando cada vez comum entre adultos jovens. No diabetes gestacional, a alta do nível de açúcar no sangue se relaciona às mudanças hormonais que ocorrem no corpo da mulher durante a gravidez. Alguns hormônios produzidos pela placenta reduzem a atuação da insulina, levando o corpo da mãe a aumentar a produção da substância pelo pâncreas. Mas algumas mulheres não produzem insulina adicional, apresentando então o quadro de diabetes gestacional, que traz riscos tanto para a mãe quanto para o bebê. Por isso, as mulheres grávidas precisam realizar exames para tratar o problema o quanto antes.Diabetes e problemas de gengiva
Pessoas com diabetes têm de 3 a 4 vezes mais chances de apresentar gengivite, uma inflamação das gengivas, causada pelo desenvolvimento das chamadas placas bacterianas na base dos dentes. Pesquisas revelam que um terço dos diabéticos apresenta doença periodontal grave, um problema que pode levar à perda óssea e à queda dos dentes. Segundo o site do Instituto Nacional Americano de Diabetes, Doenças Digestivas e dos Rins (NIDDK): “A glicose está presente na sua saliva – o fluido em sua boca que a deixa úmida. Quando o diabetes não está sob controle, altos níveis de glicose em sua saliva ajudam o crescimento de bactérias nocivas. Elas se misturam aos alimentos para formar uma película pegajosa chamada de placa”. A placa também é formada devido à ingestão de alimentos ricos em açúcar e amido. Além de causar a degeneração dos dentes, cáries e problemas de gengiva, a placa também pode calcificar, formando o tártaro, além de poder ser uma das causas do mau hálito. Se o nível de açúcar no sangue não for bem controlado, o paciente diabético pode desenvolver mais placa que o normal, levando a vários problemas, como cáries, infecções e gengivites. São sintomas de gengivite: gengivas inchadas, vermelhas, sensíveis ou que sangram com facilidade. Se não for tratada, pode evoluir para uma periodontite, problema grave que faz com que as gengivas descolem dos dentes, deixando-os soltos e propensos à queda. Também leva à perda óssea. Segundo o Centro de Informações de Saúde Bucal e Dental da Colgate, “pessoas com diabetes têm um risco aumentado para doenças gengivais avançadas porque os diabéticos são geralmente mais suscetíveis às infecções bacterianas e têm uma diminuição na capacidade de combater as bactérias que invadem o tecido gengival”. Além disso, as infecções podem elevar o nível de açúcar no sangue, tornando mais difícil o controle da hiperglicemia. Outros problemas que podem surgir no paciente diabético além da gengivite e periodontite são a cárie, a candidíase – também conhecida por “sapinho”, uma doença causada por um fungo branco que se desenvolve comumente sobre a língua – aftas, boca seca e pequenas feridas.Como cuidar de sua saúde bucal
Se você é diabético, tenha ainda mais atenção em relação à saúde de seus dentes. Mantenha o nível de glicose no sangue em equilíbrio, seguindo as instruções de seu médico e adotando um estilo de vida saudável. Escove seus dentes regularmente todos os dias, use o fio dental e visite seu dentista pelo menos a cada seis meses. Você também deve dizer a seu dentista que tem diabetes, para que ele possa atender a suas necessidades específicas. Confira mais dicas: - Use uma escova de dentes macia e escove os dentes ao acordar, antes de dormir, após cada refeição e após comer alimentos com açúcar ou amido. - Escove os dentes com delicadeza, realizando pequenos movimentos circulares; escove a língua também. - Troque de escova de dentes a cada três meses ou antes, caso as cerdas estejam muito gastas. Escovas desgastadas removem menos placa. - Use um enxaguante bucal com flúor, sobretudo à noite, quando aumenta a atividade de bactérias oportunistas. - Use o fio dental para limpar o espaço entre os dentes ao menos uma vez por dia. Ao passar o fio dental, deslize-o para cima e para baixo e então curve-o ao redor da base de cada dente, suavemente, sob as gengivas. Nunca reutilize o fio dental. - Se você usa dentadura, mantenha-as limpas e retire-as à noite. - Se você fuma, procure abandonar o hábito. Além de diversos outros problemas de saúde, você estará mais vulnerável a problemas bucais, como infecções por fungos, gengivite e câncer de boca e garganta. - Siga as instruções e conselhos de seu médico e dentista, e trate quaisquer problemas de saúde o quanto antes, para prevenir complicações. Considerações finais: Apesar do risco aumentado de apresentar problemas de gengiva, os diabéticos que mantêm seu nível de açúcar em equilíbrio, seguem a dieta recomendada e têm um estilo de vida saudável, realizando exercícios físicos e cuidando bem dos dentes, podem ter uma boca saudável, assim como as pessoas que não apresentam a doença. O cuidado redobrado e o acompanhamento de bons profissionais de saúde podem garantir que seus dentes e boca permaneçam livres de problemas e infecções ao longo da vida. fonte:http://saude.hsw.uol.com.br/relacao-entre-diabetes-e-problemas-de-gengivaquinta-feira, 18 de setembro de 2014
DIABETES PODE AUMENTAR O RISCO DE DEMÊNCIA EM 50%
Diabetes pode aumentar o risco de Alzheimer e outros tipos de demência em até 50%, aponta relatório anual sobre a doença divulgado nesta quarta-feira (17) pela ADI (Alzheimer's Disease International), organização internacional que reúne associações atuantes no tema. O informe, lançado por ocasião do Dia Mundial do Alzheimer, celebrado no próximo domingo, ressalta a importância do controle dos fatores de risco evitáveis, geralmente associados aos hábitos de vida. Isso porque, segundo o documento, não é apenas a genética, o envelhecimento e o nível de atividade intelectual que contribuem para o aparecimento da doença.
O relatório diz que "o controle da diabete e da hipertensão arterial, assim como medidas que promovam o fim do tabagismo e a redução do risco cardiovascular, têm potencial para reduzir o risco de demência". Coordenadora do ambulatório de demência moderada e avançada do serviço de geriatria do Hospital das Clínicas, Lilian Schafirovits Morillo explica que existem duas frentes de conexão entre diabetes e Alzheimer. "A frente direta é que existem receptores de glicose e insulina em áreas do cérebro responsáveis pela memória. O excesso de glicose e de insulina, decorrente da diabete, pode danificar essas regiões do cérebro", afirma. "De forma indireta, podemos dizer que a diabetes, a hipertensão, a obesidade, o sedentarismo e o cigarro afetam as artérias do cérebro, o que piora um quadro de neurodegeneração."
Apesar da importância do controle desses fatores de risco, números apresentados no relatório mostram que a maioria da população não conhece a relação entre o Alzheimer e essas doenças. Apenas um quarto (25%) das pessoas associam a obesidade a um risco aumentado de demência. A relação entre atividade física e a redução do desenvolvimento do Alzheimer só é reconhecida por 23% das pessoas.
O controle da diabetes, hipertensão e outros fatores de risco é apontado pelo relatório e por especialistas como estratégia bem-sucedida dos países ricos na prevenção do Alzheimer. Segundo o documento, há evidências de que a incidência de demência parece estar caindo nos países mais desenvolvidos, enquanto sobe nos países de média e baixa renda, como o Brasil.
Para o conselheiro da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia Rubens de Fraga Júnior, isso acontece porque os países menos desenvolvidos não têm estrutura eficaz no controle das doenças crônicas que atuam como fatores de risco para o Alzheimer. "Essa relação entre os dois problemas deve nortear as políticas públicas. Assim como os países ricos já fazem, temos de focar a prevenção do Alzheimer no controle dos fatores de risco evitáveis."
FONTE: http://zip.net/btpBzg
sexta-feira, 23 de maio de 2014
COMO PREVENIR DIABETES GASTANDO APENAS 2 MINUTOS POR SEMANA
Você já sabe que a atividade física regular reduz o risco de câncer de mama, independente de idade e peso. Também já falamos que os exercícios físicos ajudam a reduzir o risco de pegar resfriado, diminuir o comportamento agressivo de crianças, também ajudam você a ter um desempenho melhor em provas e ainda pode ser decisiva para uma noite de sono muito mais tranquila. Parece um bom remédio, não? E quando a gente acha que os benefícios não poderiam ser melhores – e maiores -, aparece uma pesquisa mostrando mais e mais vantagens de se ter uma vida bem longe do sedentarismo.
Em uma nova pesquisa divulgada nesta semana, foi revelado que a prática de exercícios físicos por duas sessões de alta intensidade também pode ajudar a prevenir diabetes tipo 2. No artigo, os autores da Universidade Estadual de Abertay, no Reino Unido, esclarecem que o treinamento de alta intensidade não só reduz o risco de ter a doença, como também é tão eficaz quanto a quantidade de exercícios físicos regulares atualmente recomendadas pelo governo do Reino Unido – que correspondem a 5 sessões de 30 minutos de exercício físico por semana. O que, não preciso nem falar, pouquíssimas pessoas conseguem realizar.
A razão principal pela qual as pessoas não conseguem seguir essa rotina, é, bastante obviamente, a falta de tempo. Justamente por isso a equipe da Universidade de Abertay acredita que a atividade de alta intensidade é a maneira perfeita para incorporar uma rotina de exercícios na vida das pessoas que têm pouco tempo, ou quase nada, para se dedicar aos cuidados com a saúde.
No estudo, os adultos com excesso de peso – um grupo com alto risco de desenvolver diabetes – participaram de um regime de atividades de alta intensidade por um período de oito semanas.
Isto envolveu corridas rápidas em uma bicicleta ergométrica duas vezes por semana, em que cada “treino” tinha duração de apenas seis segundos. Em cada sessão, 10 tiros foram concluídos, totalizando apenas 2 minutos de exercícios por semana.
Este treino curto, mas extremamente intenso, se mostrou suficiente para melhorar significativamente a saúde cardiovascular e a sensibilidade à insulina nos participantes do estudo – capacidade do corpo para eliminar a glicose da corrente sanguínea. Esta é a primeira pesquisa que comprova a eficiência e os benefícios de tão pouco exercício à nossa saúde.
Uma pesquisa anterior da mesma equipe havia mostrado que eram necessárias três sessões de alta intensidade por semana. Mas este estudo mostrou que o tempo necessário para ser saudável, pelo menos no quesito “diabetes”, é ainda menor do que se imaginava. Segundo o Dr. John Babraj, líder do estudo de que falamos, a equipe está investigando os benefícios dessa carga de atividades em um grupo de risco, com alto potencial para desenvolver diabetes. Se enquadram neste grupo adultos de meia idade e com excesso de peso.
“Descobrimos você não tem que ser capaz atingir a velocidade de Usain Bolt quando está correndo”, completa o Dr. Babraj. O simples fato de você colocar todo o seu esforço possível durante aquele intervalo de tempo já é suficiente para trazer benefícios incríveis a sua saúde.
“E essa é a maravilha do treinamento de alta intensidade: é rápido de fazer e é eficaz”, comemora Babraj. “Falta de tempo para o exercício, devido à rotina de trabalho ou compromissos familiares, é citada como a barreira mais comum. Mas a partir do momento que tempo não é mais um pré-requisito, o benefício fica acessível a todos.
“Há uma clara relação entre a intensidade do exercício e a magnitude dos benefícios que trazem à saúde. Por isso, é só através desse pequeno, mas absolutamente intenso, treinamento que as melhorias à saúde podem ser verificadas”, conclui.
FONTE: Medicalxpress
sábado, 22 de março de 2014
SAIBA UM POUCO MAIS SOBRE A DIABETES
A diabetes é uma doença metabólica caracterizada por hiperglicemia, também conhecido como açúcar no sangue.
Existem três tipos de diabetes: tipo 1, tipo 2 e gestacional. Nos três tipos, o pâncreas não produz insulina suficiente, uma hormona que regula o açúcar no sangue, ou as células do corpo não respondem aos sinais da insulina.
Os sintomas incluem sede e micção frequente, cansaço e visão embaçada e dormência nas mãos e nos pés. As complicações da diabetes incluem danos nos tecidos do corpo, incluindo o coração e vasos sanguíneos.
Dois terços das pessoas com diabetes morrem de doença cardíaca ou de acidente vascular cerebral. A diabetes também acarreta um risco elevado de problemas de pele que terminam com amputações. O dano no tecido provocado pela diabetes pode levar a doença arterial periférica, que reduz a circulação nas extremidades.
A má circulação, por sua vez, aumenta a probabilidade de infecção. Para agravar o problema, danos nos nervos, ou neuropatia diabética, torna difícil às pessoas com diabetes notar lesões, bolhas ou úlceras, particularmente nos pés. Assim, as pessoas com diabetes devem ter o cuidado adequado com os seus pés e prestar muita atenção a possíveis problemas.
TIPOS DE DIABETES
Existem 3 tipos de diabetes: O primeiro, diabetes tipo 1, antes era conhecido como "diabetes juvenil" ou "diabetes mellitus insulino-dependente". A diabetes tipo 1 é uma doença auto-imune. O sistema imunológico do corpo ataca as células das ilhotas do pâncreas, que produzem a insulina.
Como resultado, o pâncreas para de produzir a insulina, ou não a produz em níveis suficiente para as necessidades do corpo. Cerca de 5 por cento dos casos de diabetes são de diabetes tipo 1, que geralmente é diagnosticada na infância.
A diabetes tipo 2 é o tipo mais comum de diabetes. Na diabetes tipo 2, o pâncreas produz insulina em níveis suficientes, mas as células do corpo não respondem à hormona. Esta falta de resposta é chamado de resistência à insulina. [Diabetes tipo 2: Sintomas, causas e tratamento]
Os pesquisadores ainda têm de identificar a razão pela qual algumas pessoas desenvolvem resistência à insulina e outras não. A obesidade e o sedentarismo são fatores que contribuem. Um gene passado herdado dos neandertais pode conferir um risco adicional diabetes tipo 2, de acordo com uma pesquisa.
O terceiro tipo de diabetes é a diabetes gestacional. Como a diabetes tipo 2, esta forma da doença ocorre quando as células do corpo não respondem à insulina. A diabetes gestacional começa durante a gravidez. Às vezes ele desaparece após a gravidez, outras vezes, a condição é crônica.
DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO
Existem três testes para a diabetes. O primeiro é o teste de sangue A1C, que mede a glicemia média dos últimos três meses. O teste mede a glicose ligada à hemoglobina, a proteína que transporta o oxigênio no sangue.
As células vermelhas do sangue que transportam esta proteína vivem cerca de três meses, de modo que a sua medição num único ponto de tempo dá uma história da quantidade de glicose no sangue. Um teste de A1C anormal mostrará níveis acima de 5,7 por cento.
Um segundo teste, o teste de glicemia de jejum, requer que o paciente jejue durante oito horas antes de fazer um teste de glicemia. Este teste revela quão efetivamente o corpo metaboliza a glicose. Mais de 126 miligramas por decilitro de glucose (mg/dl) indicam diabetes.
O teste final, o teste de tolerância à glucose oral, é frequentemente utilizado para o rastreio de diabetes gestacional. Este teste requer que o paciente beba uma bebida extra-açucarada. Duas horas mais tarde, a pessoa que faz um teste de sangue. Mais do que 200 mg/dl de glicose no sangue é um sinal de alerta para a diabetes.
Relativamente ao tratamento, a diabetes tipo 1 implica injeções de insulina regulares, enquanto a diabetes tipo 2 pode ser tratável com dieta, exercício e uso de fármacos como a metformina, apesar de que em alguns casos pode também necessitar de injecções de insulina.
FONTE: Livescience
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