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domingo, 11 de junho de 2017

CONHEÇA A QUANTIDADE DE EXERCÍCIO QUE AJUDA A PREVENIR E COMBATER CÂNCER

Você provavelmente já ouviu sobre os benefícios do exercício durante o tratamento contra o câncer. Mas um time de cientistas da Austrália e da Islândia foi além: com base nas informações médicas de 4 734 pessoas, coletadas de 2004 a 2011, eles avaliaram tal impacto em longo prazo e também a frequência ideal para tirar proveito dessas vantagens. Os voluntários foram divididos entre aqueles que receberam o diagnóstico há pouco mais de 8 anos (ou seja, 1.589 indivíduos) e os que não passaram pelo problema até então (3.145 participantes). Cruzando os dados coletados, os experts observaram que integrantes de ambos os grupos que dedicavam pelo menos 360 minutos por semana a atividades físicas de lazer apresentavam um risco significativamente menor de mortalidade relacionada ao câncer em comparação aos sedentários. Estes, diga-se de passagem, viram o perigo de morte aumentar. E não se deixe desmotivar por esse número, que parece impossível de alcançar. Na prática, seria o equivalente a cerca de 52 minutos diários andando de bicicleta, caminhando no parque e afins. Para melhorar, as vantagens se estenderiam a outras doenças. Suar a camisa por 150 minutos ou mais por semana derrubou entre 45 e 59% a propensão à mortalidade por qualquer causa. Vale ressaltar que, embora os benefícios obtidos por quem colocou o corpo em movimento durante menos tempo tenham sido considerados irrelevantes nessa pesquisa, qualquer exercício ainda é melhor do que ficar parado, combinado? FONTE: http://saude.abril.com.br/fitness/a-quantidade-de-exercicio-que-ajuda-a-prevenir-e-combater-cancer/

sábado, 5 de dezembro de 2015

MOSQUITO TRANSGÊNICO PARA COMBATER MALÁRIA É DESENVOLVIDO NOS EUA

A criação de mosquitos vetores da malária geneticamente modificados para que transmitam a seus descendentes os genes que bloqueiam o parasita da doença é uma esperança para erradicar totalmente a grave infecção, causa de inúmeras mortes em todo o mundo. A taxa de transmissão entre mosquitos do gene modificado chega a 99,5%, indicaram os pesquisadores cujos trabalhos foram publicados nesta segunda-feira (23) nos Anais da Academia de Ciências (PNAS) dos Estados Unidos. O estudo representa um avanço real na técnica genética chamada CRISPR, que consiste em inserir genes que bloqueiam o parasita do DNA dos mosquitos Anopheles stephensi, principal vetor da malária na Ásia e assim garantir que este bloqueador se transmita para os descendentes. Para comprovar que os mosquitos se transmitiam com efetividade os genes portadores de anticorpos, os cientistas agregaram uma proteína que mudava a cor de seus olhos para vermelho fluorescente. Assim, puderam garantir que quase 100% da nova geração de mosquitos tinha essa característica, o que demonstrou o sucesso da manipulação genética. Chamando o experimento de “importante primeiro passo”, James destacou que serão necessários outros estudos para confirmar a eficácia dos anticorpos. “Os mosquitos geneticamente modificados que criamos são apenas uma etapa, mas conseguimos demonstrar que esta tecnologia permite criar de maneira eficaz grandes populações de mosquitos geneticamente modificados”, explicou. A malária é um dos principais desafios de saúde pública no mundo, com mais de 40% da população em risco em diferentes regiões. A cada ano são registrados entre 300 e 500 milhões de novos casos de malária e quase um milhão de pessoas morrem anualmente em decorrência da doença, sobretudo crianças e mulheres grávidas da África subsaariana, segundo os centros de controle e prevenção de doenças dos Estados Unidos (CDC, em inglês). FONTE: megaarquivo.com/2015/11/25/12-026-mosquito-transgenico-para-combater-malaria-e-desenvolvido-nos-eua/

domingo, 27 de setembro de 2015

COMO COMBATER AS DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS?

Doenças cardiovasculares, cânceres, diabetes e doenças pulmonares têm muitas coisas em comum. Conhecidas como Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNTs), são responsáveis por 63% das mortes em todo o mundo, segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde. No Brasil – e este é um traço comum a países em desenvolvimento –, esse número é ainda maior: as DCNTs respondem por impressionantes 74% da mortalidade no país. Esse conjunto de enfermidades é o problema de saúde de maior magnitude do país, segundo o Ministério da Saúde. Para o futuro? Por volta de 2030, doenças cardíacas, cânceres, enfermidades relacionadas à obesidade e doenças do aparelho respiratório serão responsáveis por 81% das mortes na América Latina, dado do Population Reference Bureau. A genética pode favorecer o desenvolvimento das doenças não transmissíveis. Mas na maior parte dos casos é o estilo de vida que determina o ritmo do colapso. Sedentarismo, obesidade, tabagismo, estresse e até poluição atmosférica estão entre os principais desencadeadores de problemas crônicos. As DCNTs têm outra importante característica em comum: são assintomáticas e, quando se manifestam, são sinal tardio de um quadro grave já instalado. As doenças cardiovasculares, que no Brasil são as mais letais – causam 30% das mortes de todo o território –, costumam aparecer na forma de dores no peito (chamadas de anginas), falta de ar e fortes dores de cabeça. E é comum que apareçam também em sua forma fulminante. “Exames laboratoriais e de imagem são fundamentais para detectar doenças sem sintomas”, conta Daurio Speranzini Jr., presidente da GE Healthcare para a América Latina. “Um exemplo disso é o número bastante relevante de casos de pequenos tumores em rins – que não dão sinais de sua presença – descobertos em exames de imagem durante check-ups de rotina.” Em regiões do globo marcadas por campanhas contra doenças infecciosas, determinar políticas públicas eficientes para o tratamento dessas doenças tão invisíveis quanto fatais é tarefa difícil. Especialmente quando a receita para o caso é tão simples como adotar uma rotina de exames. “Infelizmente ainda nos empenhamos no tratamento das consequências”, diz o Dr. Wilson Mathias Jr., professor livre-docente em Cardiologia pela Faculdade de Medicina da USP, em São Paulo. “Carecemos de estratégias de prevenção.” O diagnóstico tardio é um dos responsáveis pelos números de mortalidade entre cardíacos, por exemplo. Para que o diagnóstico precoce se torne uma realidade acessível, ainda há muito a ser feito: “É preciso conectar o sistema de saúde público e privado e melhorar toda a infraestrutura, para possibilitar mais troca de informação”, aponta Speranzini. Medidas simples podem mudar o quadro de saúde do futuro no país. Segundo o Ministério da Saúde, 24% da população brasileira tem hipertensão arterial. Já entre os brasileiros com mais de 65 anos, 59% são hipertensos. “O Brasil ainda tem uma grande ocorrência de AVC (o acidente vascular cerebral), e a maior causa dessa doença é a hipertensão mal controlada”, explica o Dr. Mathias. “Da mesma forma que as pessoas costumam se pesar uma vez por mês, deveriam medir a pressão arterial a cada 3 meses.” fonte: megaarquivo.com/2015/09/22/11-808-saude-como-combater-as-doencas-cronicas-nao-transmissiveis/

domingo, 15 de março de 2015

DROGA USADA PARA COMBATER O COLESTEROL AUMENTA RISCO DE DIABETES

A conclusão é de um estudo que acompanhou 8.749 participantes ao longo de seis anos, todos homens finlandeses de 45 a 73 anos e inicialmente não diabéticos. Ele foi publicado no periódico científico “Diabetologia”, que é publicado pela Associação Europeia para o Estudo da diabetes. Um pouco mais de 2.000 participantes começaram a usar estatinas, como a sinvastatina (como o Zocor), a atorvastatina (Lipitor) ou a rosuvastatina (Crestor). Enquanto 11,1% dos pacientes que tomavam estatinas adquiriram diabetes, 5,8% dos que não tomavam (6.607) foram diagnosticados com a doença. Ou seja, a chance de ficar com diabetes é quase o dobro em quem usa estatinas em comparação a quem não usa. No Brasil, estima-se que 8 milhões usem as drogas. Outros fatores também contribuem para adquirir o diabetes como obesidade, histórico familiar da doença, fumo e uso de diuréticos e betabloqueadores (que combatem a taquicardia). Mesmo quando descontados os efeitos dessas variáveis, o risco de se adquirir DIABETES ainda era 46% maior entre quem usava estatinas. Os pesquisadores ainda não sabem dizer por que ou como isso acontece. Quem tomava esses medicamentos apresentou uma secreção 12% menor de insulina. Também houve uma perda na sensibilidade ao hormônio – ou seja, ele tem sua função prejudicada em pessoas que tomam estatinas. “As estatinas são a ‘pedra fundamental’ da terapêutica preventiva. Talvez seja um preço a se pagar”, diz Raul Dias Filho, diretor da Unidade Clínica de Lípides do Incor (Instituto do Coração). Outros médicos também dizem que os benefícios conseguidos com a medicação podem superar os riscos. “Graças às estatinas nós obtivemos uma diminuição significativa na incidência de doenças cardiovasculares, principal causa de morte atualmente”, diz o médico e diretor da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, Airton Golbert. Antes consideradas “a nova aspirina”, as estatinas também têm outros riscos associados. Cerca de um terço das pessoas se queixam de dores ou desconfortos musculares e ainda há risco de mal funcionamento do rim e do fígado, por exemplo. Apesar da pletora de riscos, até mesmo a classe médica abusa da droga, diz a cardiologista e especialista em colesterol e hipercolesterolemia familiar Tânia Martinez. “Tem gente que come churrasco e toma estatina depois [para evitar a formação de colesterol ruim], o que não é de forma alguma recomendável”. Uma alternativa ao tratamento convencional com estatinas que vem sendo estudada por Dias Filho é a sua associação com a droga ezetimiba, medicamento que impede a absorção de gordura pelo intestino e, assim, também evita a formação de colesterol. Outra alternativa, que está sendo estudada no exterior, é a injeção de anticorpos contra uma enzima chamada PCSK9, que atua na formação do colesterol ruim. FONTE: megaarquivo.com/2015/03/12/11-194-sem-saida-por-enquanto-droga-usada-para-combater-o-colesterol-aumenta-risco-de-diabetes

terça-feira, 9 de setembro de 2014

VEJA 5 ERROS COMUNS SOBRE ARMAS E COMBATE EM FILMES

Todo mundo sabe que filmes de ação são encenações bem mais ou menos da realidade – na verdade, na maioria das vezes, são absurdamente fora da realidade -, mas isso não muda o fato de que eles são responsáveis por cerca de 100% do nosso conhecimento sobre armas e combate. É por isso que todos nós temos ideias completamente bizarras sobre o assunto. Para que você não detenha uma opinião potencialmente fatal sobre armas, confira abaixo cinco fatos explicados por dois veteranos de guerra americanos que também já trabalharam em Hollywood: Matt Wagner, que lutou na África, América do Sul e no Afeganistão e em seguida foi consultor técnico para uma série de produções incluindo Stargate SG-1 e The Colt, e Jerry, um empreiteiro militar e de segurança privada que já foi dublê e coreógrafo de lutas.

5. Armas automáticas são úteis, mas extremamente perigosas

Metralhadoras transformam qualquer pessoa em um exército de um homem só nos filmes. Basta o protagonista ter uma que pode matar qualquer um à sua frente, saindo ileso. Na realidade, se você atirá-la por mais de um par de minutos, a arma explode. Toda vez que uma arma – qualquer arma – é disparada, o barril esquenta um pouco. Afinal de contas, a bala está sendo impulsionada por uma pequena explosão, e cria atrito de metal sobre metal por todo o cano. Se você disparar muitas balas sem dar chance para a arma esfriar, ela fica literalmente em brasa. Quente o suficiente, ela acabará por disparar espontaneamente, sem você puxar o gatilho. Parabéns, você agora está segurando uma metralhadora possuída que pode atirar sem querer nos piores momentos possíveis. Observe uma demonstração: ASSISTA O VIDEO: https://www.youtube.com/watch?v=fO18uWPcnko Sim, esse é um perigo real. Como mostra um outro vídeo abaixo, você pode ser vítima de sua própria arma: ASSISTA O VIDEO: https://www.youtube.com/watch?v=seZZoddtlH8 Na vida real, essas armas temperamentais têm que ser usadas em coordenação e com muito cuidado – não só é um cara com uma metralhadora. Isso nem sequer é permitido nas forças armadas. Há toda uma ciência de como usá-las, que é aplicada pelos atiradores. Geralmente, no mínimo três pessoas atiram como parte de uma unidade, sendo que o primeiro atira seguido do segundo, seguido do terceiro, para só então o primeiro voltar a atirar.

4. Todo mundo fica completamente surdo durante um tiroteio

Se você já ouviu uma arma disparando, sabe que elas são MUITO altas. Altas o suficiente para te fazer não ouvir qualquer coisa por um tempo depois do disparo. Mesmo o som potente do cinema não consegue transmitir o quão alto um real tiroteio é – se fizesse isso, danificaria permanentemente a audição de todos na sala. Tiros são mais altos do que martelos pneumáticos – uma espingarda calibre 12 ao seu lado é mais alta do que ficar perto de um motor a jato. Este é realmente um fator chave em qualquer tiroteio que praticamente nenhum filme reconhece – neles, as pessoas têm conversas casuais enquanto atiram, o que é totalmente absurdo. Ah, e sabe como nos filmes as forças especiais sempre fazem sinais com as mãos uns aos outros, para coordenar suas ações?
Filmes tendem a retratar esses sinais como a chave para uma operação noturna furtiva, mas gestos geralmente não são visíveis à noite. No entanto, sinais de mão são ótimos durante tiroteios diurnos, quando suas orelhas são arruinadas pelo zumbido das armas. Em resumo, eles não estão ali para tornar os atiradores mais silenciosos, mas sim porque o combate ensurdece as pessoas. Aliás, perda auditiva e zumbido no ouvido são as lesões mais comuns em veteranos de guerra.

3. Em um verdadeiro combate, há pausas estranhas na ação

Uma cena de ação de Hollywood é cuidadosamente editada com a estimulação em mente – a ação vai em um crescente, os riscos aumentam a cada tiro disparado, as coisas vão ficando cada vez mais frenéticas até que finalmente alguma coisa explode e o protagonista sobrevive. Em um tiroteio real, existem pausas estranhas na ação que podem ser tensas, chatas ou até hilárias. Por exemplo, você pode ficar preso em um veículo esperando por ordens de um superior para poder atirar de volta nas pessoas que estão querendo te matar. Além de precisar confirmar que estão mesmo disparando contra você, é necessário se certificar onde essas pessoas estão – elas fazem questão de se esconder para se proteger – para não acertar civis ou colegas ao contra-atacar. Além disso, quando foi a última vez que um filme mostrou seu herói parando no meio de um tiroteio para urinar? Funções corporais não deixam de existir apenas porque você está segurando um rifle. Soldados também fazem pausas em combates para comer, para estudar o terreno, e inúmeras outras coisas. Por fim, existem as situações bizarras – que não acontecem só em filmes, mas na vida real ainda mais. Por exemplo, Matt já presenciou um burro – isso mesmo, o animal – sendo explodido no meio de um tiroteio, o que suspendeu a ação de ambos os lados por um tempo, já que todo mundo se assustou.

2. Em um combate, pessoas formam ligações emocionais com ferramentas

Quando Jayne de “Firefly” deu um nome a seu rifle, alguns podem ter achado isso bobo ou tomado como um sinal de que ele estava louco. Mas, na vida real, quando você conta com as mesmas ferramentas todos os dias em questões de vida ou morte, elas começam a desenvolver personalidades e as pessoas criam ligações emocionais com elas. Por exemplo, Matt conta que operadores de robôs ficam muito ligados às suas máquinas. As que dão mais trabalho (quebram mais) tendem a receber o máximo de atenção, e são as que as pessoas atribuem mais “personalidade”. Alguns operadores chegam a fazer funerais para seus robôs destruídos. Tanto Jerry e Matt tiveram sentimentos em relação a algumas de suas armas. “Elas eram ferramentas descartáveis. Mas todas as minhas eram meninas”, conta Jerry. “Uma das minhas armas, uma Colt 1911, emperrou uma vez durante um combate. A única maneira de desobstruí-la era batendo-a contra a parede muito forte. Mas eu demorei um tempo para fazer isso enquanto as pessoas estavam atirando em mim, e disse: ‘Desculpe, garota’. Não sei porquê”.

1. Mitos de Hollywood fazem as pessoas serem mortas

Em filmes, basta atirar uma vez em uma pessoa que ela vai cair em terra e morrer – logo após você falar alguma frase de efeito. Para ganhar um tiroteio em Hollywood, só é necessário ser o cara mais rápido no gatilho. Na realidade, no entanto, ninguém tem ideia do que vai acontecer depois que uma pessoa é atingida com uma bala. Talvez, se você conseguir dar um tiro perfeito, pode incapacitar alguém rapidamente. No geral, porém, levar um tiro quase nunca é imediatamente fatal. “Eu vi pessoas fazer todos os tipos de coisas depois de levar um tiro, incluindo ficar em combate por horas”, afirma Jerry. Outra coisa que você vê em tiroteios de filme é aquele momento dramático em que o herói atira até que ouve um “click” do gatilho e percebe que acabaram suas balas. Na vida real, isso é o equivalente a dirigir seu carro até que o tanque esteja completamente vazio, sabendo que sua gasolina está acabando e que você vai ficar parado no meio da rua (aliás, para ser mesmo equivalente, seria ideal acrescentar – rua “extremamente perigosa cheia de bandidos”). Segundo Matt, toda vez que você tiver uma chance de recarregar sua arma, você a recarrega – simples assim. Deixar sua arma vazia em um combate real é um sinal de que você fez algo muito errado – mas, para sorte da verdadeira polícia, muitos bandidos que receberam seu treinamento pela televisão fazem exatamente isso. E, embora praticamente qualquer objeto sólido pode parar uma bala em Hollywood, as reais tendem a perfurar praticamente qualquer coisa a não ser uma parede de concreto. A pessoa média claramente não percebe isso. Jerry já presenciou uma pessoa se escondendo atrás de um sofá e rindo como se tivesse fugido. Nem sequer portas de carro param balas verdadeiras. FONTE: Cracked.com/article_21622_5-ways-movies-get-gunfights-wrong-based-experience_p2.html

sábado, 9 de agosto de 2014

ARGILAS RARAS ENCONTRADAS NOS EUA CONSEGUEM COMBATER DE MODO EFICAZ SUPERBACTÉRIAS

A OMS (Organização Mundial de Saúde), tem chamado a resistência aos antibióticos de “ameaça global de segurança de saúde”. Só nos Estados Unidos, mais de 2 milhões de pessoas foram infectadas com bactérias resistentes a múltiplas drogas. São as chamadas ‘superbactérias’. Um estudo recente, conduzido por Lynda Williams, da Universidade Estadual do Arizona, sugere que os minerais encontrados em depósitos de argila podem ser uma boa fonte de antibióticos combatentes das superbactérias. Os resultados foram publicados na revista Environmental Geochemistry and Health “Como cepas bacterianas resistentes aos antibióticos surgem e representam um aumento dos riscos de saúde, novos agentes antibacterianos são urgentemente necessários”, explicou Williams, em um comunicado à imprensa. Uma técnica milenar – e popular -, consistia em aplicar argila em feridas, antes de qualquer conhecimento de patógenos ou antibióticos existir. Williams publicou um artigo em 2012 que explorou o potencial antibiótico de duas argilas verdes francesas, ricos em ferro de esmectita, quando em contato com úlceras de Buruli. As infecções são causadas pela Mycobacterium ulcerans, provocando uma lesão necrótica que pode levar à incapacidade ou morte se não for tratada. Embora a argila tenha sido eficaz em matar as bactérias, ao término do efeito, era difícil achar combatentes semelhantes. Esta pesquisa recente explorou a eficácia do antibiótico proveniente do barro de um depósito, localizado em Oregon, nos EUA. As argilas do local provavelmente foram formadas há 20 ou 30 bilhões de anos e incorporaram depósitos de cinzas vulcânicas. Haviam quatro tipos de argilas amostradas a partir desta região: duas azul, uma branca e uma vermelha. As duas amostras de argila azul eliminaram superbactérias completamente. A S. aureus (MRSA) era totalmente resistente a meticilina, além de outros antibióticos. A E. coli testada também era resistente e considerada uma superbactéria. A argila branca foi eficaz não só contra a E. coli como também contra a S. epidermidis, mas a argila vermelha não demonstrou nenhuma ação antibiótica com relevância. “Até o momento, as argilas antibacterianas mais eficazes são aquelas do depósito de Oregon”, afirmou Williams. Williams e sua equipe foram capazes de aprender mais sobre o mecanismo que combate essas bactérias infecciosas, tendo como base a sua pesquisa anterior com os depósitos franceses. Nossa pele, tipicamente, tem um pH abaixo de 5,0, tornando-a ligeiramente ácida. Isso contribui para manter as bactérias ativas. No entanto, feridas crônicas são geralmente mais alcalinas. “Argilas antibacterianas podem amortecer feridas a um pH baixo”, explicou Williams. “As argilas podem mudar o ambiente da ferida para uma faixa de pH que favorece a cura, ao matar as bactérias invasoras”. Além disso, os minerais da argila captam o ferro rapidamente, o que acaba sendo forte demais para as proteínas de armazenamento no interior das bactérias. Como o ferro oxida, ele cria moléculas que danificam a célula, matando a bactéria. Hoje, muitos tratamentos disponíveis danificam o organismo com efeitos colaterais desagradáveis. Compreender o funcionamento desse novo método de tratamento é importante para ajudar a tratar infecções bacterianas que são resistentes às drogas tradicionais, proporcionando uma nova saída e possibilidades maiores de cura. FONTE:Jornal Ciência

quarta-feira, 9 de julho de 2014

CONHEÇA 12 DICAS DE ALIMENTOS PARA DERRUBAR O CANSAÇO

A fadiga, a ansiedade e o estresse parecem que são os males da vida moderna e frequentemente as pessoas acordam já cansadas, como não tivessem dormido. O desgaste atrapalha o rendimento escolar e o desempenho no trabalho, além de prejudicar a concentração e causar mal estar. É bem sabido que esses sintomas são muitas vezes provenientes da correria do cotidiano. O que poucas pessoas sabem é que uma dieta adequada pode reverter a situação. Veja as dicas de alimentos que vão te dar aquele pique para o dia-a-dia. 1. Banana:
Essa fruta é bem conhecida por ser fonte de potássio e proteínas e é normalmente consumida antes das atividades físicas. Mas além desses nutrientes, a banana contém o aminoácido triptofano que produz a serotonina, neurotransmissor responsável pela sensação de bem estar. 2. Chocolate:
Além de gostoso, o chocolate possui quantidades apreciáveis de antioxidantes e estimulantes do sistema nervoso central, como a cafeína, teobromina e feniletilamina. Essas substâncias ajudam na concentração e no alerta, além de dar energia e disposição. ATENÇÃO: consuma, de preferência, o chocolate com grande quantidade de cacau (acima de 80%). 3. Gengibre:
Essa raiz é usada há milênios por diversos povos devido a suas propriedades. Uma delas é de ser estimulante do sistema nervoso central. Na forma de chás ou sucos, os gingeróis (princípios ativos do gengibre) dão disposição e ânimo, além de combater os radicais livres. 4. Maçã:
Muitas pessoas não sabem, mas a maçã é uma poderosa aliada no combate à fadiga. Além de possuir frutose (açúcar natural das frutas), a maçã tem ácido málico, um dos componentes energéticos do corpo humano. 5. Café:
Esse grão é um velho conhecido como estimulante e energético. As consideráveis quantidades de cafeína (um estimulante do sistema nervoso central) ajudam a espantar o sono e o cansaço. O café tomado pela manhã ou à tarde reduz o desgaste físico e mental e aumenta a capacidade do cérebro de agir rápido e se concentrar. Outro produto com propriedades semelhantes é o chá verde. 6. Carne vermelha:
As carnes, sobretudo a vermelha (de boi, vaca, etc), possuem grandes quantidades de vitaminas do complexo B que regulam o bom funcionamento do cérebro e evitam doenças como a depressão. Além disso, as carnes são ricas em minerais como zinco, ferro e cobre, que são antioxidantes e ajudam na manutenção do sistema imune. 7. Peixes e frutos do mar:
Além de possuírem grandes quantidades de zinco e selênio (importante para diminuir o cansaço e a ansiedade), essas carnes brancas possuem ômega-3, um óleo essencial para o bom funcionamento do cérebro e coração. 8. Grãos:
São excelentes fontes de proteínas e diversos minerais. A aveia, por exemplo, estimula a liberação de serotonina. A linhaça é rica em ômega-3 e ajuda a oxigenar o cérebro e os músculos. Grãos integrais são ricos em magnésio, mineral importante para o cérebro. 9. Laranja:
A grande quantidade de vitamina C ajuda a combater os radicais livres que desgastam as células musculares e cerebrais. O cálcio presente também combate o cansaço muscular. 10. Alface:
Rica em lectucina, essa folha verde atua como calmante e combate o estresse e irritação. O fosfato presente na alface é excelente para as funções cerebrais, ajudando na memória, raciocínio e concentração. 11. Mel:
Rico em glicose, o mel é fonte rápida de energia para as células, pois é rapidamente absorvido. Experimente adoçar sucos e chás com o mel. 12. Açaí:
Alimento que é rico em calorias e que fornece grande quantidade de energia. Além disso, é rico em vitaminas do complexo B, vitamina C, ferro, cálcio, fósforo e proteínas. O açaí é normalmente combinado com mel e granola. ATENÇÃO: o açaí é extremamente energético e pode engordar. A lista de alimentos não pára por aqui. Existem diversos grãos, frutas, legumes e sementes que auxiliam no combate à fadiga, cansaço, estresse e ansiedade. Tente diversificar sua dieta e consumir esses alimentos nos momentos em que se sente mais cansado. fonte:criasaude.com.br/12-dicas-de-alimentos-para-derrubar-o-cansaco.html

segunda-feira, 26 de maio de 2014

O RAIO ELETROMAGNÉTICO SERÁ USADO CONTRA CARROS-BOMBA

Um feixe eletromagnético de alta intensidade é capaz de parar um veículo ao interferir em seus controles e desligar seu motor. Neste vídeo, você pode ver o raio parar um carro que se aproxima, em uma simulação feita em um posto de controle militar americano. Em outro teste, o dispositivo emissor do feixe está montado no interior da parte traseira de um veículo, e consegue fazer parar um outro automóvel, que vinha chegando mais perto por trás. O raio eletromagnético também funciona contra bombas detonadas por controle remoto, por meio da interferência nos sinais de rádio. Pesquisadores americanos projetam que um teste do tipo seja concluído só ano que vem, por isso grande parte das informações sobre essa tecnologia ainda é desconhecida. Mesmo assim, pelo menos um desafio para o equipamento final já é evidente: cada demonstração no vídeo envolve um alvo claro. Desligar o motor do carro errado pode causar problemas como acidentes de trânsito, pondo em perigo a vida de civis. No entanto, parar o motor de um automóvel inocente ainda é muito melhor do que ter de utilizar pessoas para abordar supostos carros-bomba. Automóveis suspeitos costumam passar em alta velocidade por postos de controle, o que exige dos soldados um julgamento em questão de frações de segundo se eles devem ou não disparar contra um veículo potencialmente explosivo acelerando em direção a eles. FONTE:Pop Sci

domingo, 16 de fevereiro de 2014

ALIMENTOS QUE COMBATEM O CÂNCER

Os alimentos que combatem o câncer são principalmente frutas, vegetais e cereais integrais porque têm substâncias específicas como os antioxidantes que protegem as células do organismo ajudando a combater e a evitar o aparecimento de câncer. Alguns exemplos são: - frutas e verduras verde-escuras, amarelas e cor-de-laranja como tomate, acerola, romã, chicória, cebola vermelha, cenoura, uvas vermelhas; - vegetais crucíferos como brócolis; - azeite, óleo de canola; - alho; - leguminosas; - cereais integrais; - soja. Um prato bem colorido com alimentos saudáveis e não industrializados é a melhor solução para combater e prevenir as diversas formas de câncer. ALIMENTOS QUE DEVE SER EVITADO NO CÂNCER: Os alimentos ricos em gordura, açúcares e carboidratos como pães, bolachas e carnes vermelhas gordurosas são responsáveis por tornar o sangue mais ácido, inflamam as células e desequilibram a insulina e o colesterol, e por isso devem ser evitados. DICAS DE ALIMENTAÇÃO DURANTE O TRATAMENTO: As dicas são sugestões práticas para lidar com os efeitos colaterais do tratamento para o câncer. De acordo com o efeito colateral, a dica de alimentação vai variar: # Perda de apetite - experimentar receitas novas e comer com frequência durante o dia, mesmo na hora de dormir. Ter sempre um lanche sadio à mão. Se de hora em hora se der umas mordiscadas no alimento correto ou uns goles no líquido apropriado, pode-se obter proteínas e calorias com mais facilidade. # Dor na boca ou na garganta - dar preferência a alimentos fáceis de mastigar e engolir como banana, purê de frutas e legumes ou ovos mexidos, por exemplo e evitar alimentos como frutas cítricas, alimentos muito condimentados e salgados ou com texturas duras, por exemplo. # Mudança nas sensações de olfato e paladar - melhorar o aroma da carne ou peixe deixando-a de molho em sucos doces de frutas, vinho doce, molho de vinagre ou agridoce e tentar usar pequena quantidade de ervas aromatizantes como manjericão, orégano ou alecrim. # Secura da boca - usar molhos de vários tipos para umedecer os alimentos e facilitar a deglutição assim como tomar um gole de água de tempos em tempos para facilitar a deglutição e a conversação. # Náusea - comer pequenas quantidades, com frequência e devagar. Evitar comer em locais abafados, quentes ou que tenham cheiros de cozinha que possam ser repugnantes. Se a náusea se manifestar durante a manhã, pode se tentar comer torrada seca ou biscoitos de água e sal antes de levantar. # Vômito - uma vez controlado o vômito, tente beber pequena quantidade de líquido começando com uma colher de chá a cada dez minutos, passar para uma colher de sopa a cada vinte minutos e, finalmente, para duas colheres de sopa a cada trinta minutos. Quando se for capaz de manter no estômago os líquidos, experimente fazer uma dieta leve continuando a tomar pequenas porções à medida que vai conseguindo manter o líquido no estômago. quando se sentir bem com a dieta leve, passar gradualmente para o regime alimentar normal. # Diarreia - beber muito líquido durante o dia pode-se fazer caldos de carne e sopas. Diminuir a quantidade de alimentos e bebidas que contenham cafeína, como o café, o chá preto, alguns refrigerantes e chocolate. # Constipação - beber muito líquido: pelo menos oito copos de 240 ml por dia que ajuda a manter a consistência apropriada das fezes. Comer alimentos fibrosos, como pão e e cereais integral; frutas frescas com casca e verduras. # Retenção de líquidos - diminuir a ingestão de sal. # Cáries - diminuir a ingestão de açúcar e evitar ingerir alimentos que grudem nos dentes, tais como caramelo ou balas puxa-puxa. Estes efeitos colaterais podem surgir dos diferentes métodos de tratamento para o câncer como cirurgia, radioterapia, quimioterapia ou imunoterapia que são utilizados adequadamente no tratamento dos diversos tipos de câncer como câncer de pele, intestino, mama e pulmão, por exemplo. FONTE: TUASAUDE