Powered By Blogger

Total de visualizações de página

Postagens populares

Mostrando postagens com marcador SUPERBACTÉRIAS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador SUPERBACTÉRIAS. Mostrar todas as postagens

sábado, 22 de julho de 2017

CONTRA SUPERBACTÉRIAS, HOSPITAIS TENTAM CONTER ABUSO NA PRESCRIÇÃO DE ANTIBIÓTICOS

No final de janeiro, a estudante macapaense Adrielly Gadelha Montoril, de 23 anos, se preparava para um final de semana tranquilo após sua rotina de hemodiálise. Três vezes por semana, ela era submetida à transfusão de sangue por meio de uma fístula arteriovenosa - ligação entre uma artéria e uma pequena veia feita em seu antebraço. A doença renal crônica que a acometia estava sob controle, e nada no horizonte indicava que ela precisaria de intervenções médicas emergenciais. Mas uma dor insuportável em seu braço, iniciada numa sexta-feira, deu o sinal de que algo poderia estar errado. "Eu peguei uma bactéria na fístula - não sabemos como. Fiquei em casa no final de semana chorando de dor, pedindo ajuda para meu pai. Meu braço queimava. Fiquei três dias tomando antibiótico, e ela só foi progredindo. Crescia. A gente pensava que ela estava morrendo. Eu tinha febre, aquela agonia no meu braço. Mas a gente não sabia o que era aquela bactéria", relembra. Na segunda-feira seguinte, quando Adrielly chegou ao hospital para uma nova sessão de hemodiálise, havia uma bolha negra em seu braço. "Os médicos se assustaram. Tiraram foto porque nunca tinham visto aquilo. Fui levada com urgência para a sala de cirurgia", relembra. "Meus pais não queriam acreditar. A fístula é um canal para o coração. Foi um milagre eu ter sobrevivido." Adrielly foi vítima de uma infecção por uma versão resistente da bactéria Staphylococcus aureus. Além de ter que se submeter a uma cirurgia para limpeza da área, a estudante perdeu a chance de continuar com as transfusões. Diante disso, a estudante teve que entrar de emergência na fila de transplante. Ela recebeu um novo órgão em abril. Após idas e vindas, teve alta definitiva na última terça-feira, mais de seis meses depois da infecção bacteriana. Assim como Adrielly, casos de pacientes infectados por bactérias resistentes vêm crescendo no Brasil e já causam ao menos 23.000 mortes por ano, estimam especialistas. Uma das principais causas da resistência bacteriana é o uso excessivo de antibióticos, inclusive dentro do ambiente hospitalar. Por esse motivo, hospitais brasileiros vêm implantando um novo sistema para controlar o consumo desses medicamentos e evitar abusos. "Há uma dificuldade estrutural para enfrentar a resistência antimicrobiana, mas hoje sabemos que é preciso implementar regras básicas para diminuir o uso de antimicrobianos. O paciente chega com um problema e o médico já prescreve o antibiótico," afirma Sylvia Lemos Hinrichsen, médica infectologista e professora da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Desde o ano passado, Sylvia vem treinando hospitais brasileiros a racionalizar o uso de antibióticos, após estudar programas de gestão de uso desses medicamentos no Reino Unido. Gestão racionalClostridium difficile, que é associada ao uso de antibióticos. "Conseguimos praticamente tudo: redução dos índices de resistência, de custo com antibióticos e de efeito adverso para os pacientes", enumera Mathiasi.

A passos lentos

O HCor faz parte de uma rede de 220 hospitais nacionais que têm sido treinados dentro de um programa internacional da empresa farmacêutica MSD. A companhia diz que já levou a iniciativa a 26 países. Oferecido gratuitamente, o programa faz parte dos esforços da companhia para que seus antibióticos durem mais. Com a capacidade de bactérias de se adaptar rapidamente aos medicamentos desenvolvidos para eliminá-las, remédios às vezes podem se tornar inúteis em poucos anos, gerando perdas às farmacêuticas. A ideia é elogiada por especialistas, mas ainda está longe de representar a realidade brasileira. "Não estamos onde deveríamos estar," resume Ana Gales, coordenadora do Comitê de Resistência Antimicrobiana da Sociedade Brasileira de Infectologia. "Um programa como esse deveria estar em todos os hospitais brasileiros. Mas, como país subdesenvolvido, temos instituições onde isso está completamente implantado, mas outras que ainda nem começaram", diz. Parte dos entraves é estrutural. O Brasil tem cerca de 6.200 hospitais, e nem todos possuem laboratórios de microbiologia, o que dificulta tratamentos precisos. Um levantamento preliminar da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 2015 indicou que o país tinha 660 laboratórios do gênero cadastrados em seu sistema - praticamente um para cada dez hospitais. A agência diz que abriu nova chamada para cadastrar essas instituições. Também não há ainda um guia nacional para as instituições hospitalares. Aqueles que adotaram tais iniciativas recorreram a publicações internacionais, como a da Sociedade Americana de Doenças Infecciosas (IDSA, na sigla em inglês). Em nota, a Anvisa informou que trabalha desde novembro em uma diretriz nacional para hospitais e que irá publicá-la até o final do ano. "Um modelo nacional vai sem dúvida estimular os hospitais a adotar o modelo", avalia Alcântara Neto, do Hospital Walter Cantídio. "Você imagina, vários hospitais do Ceará, trabalhando com uma mesma metodologia. Tem chance de dar resultados melhores."

Lucro

Outro entrave é comercial. Ainda perdura em muitos hospitais, principalmente privados, a visão de que usar antibióticos é uma prática lucrativa. As instituições, ao medicar pacientes, cobram dos convênios o uso desse medicamento, num modelo de revenda, no qual garantem margem de lucro. Mas especialistas dizem que a prática está cada vez mais em declínio. "A gente já identifica que esse pagamento por serviço de antibiótico está morrendo. Poucos hospitais ainda sobrevivem disso", diz Mathiasi, do HCor. Sylvia Hinrichsen, da UFPE, acredita que a mentalidade econômica do uso de antibióticos e a cultura de usar o medicamento em excesso precisam mudar por inteiro - e que o paciente também faz parte dessa mudança. "Essa cultura vai precisar mudar porque a própria população vai começar a entender que não é para tomar antibiótico por 21 dias, não é para tomar quatro tipos de antibióticos numa tacada só", diz. "Vai ser igual a quando começamos a usar cinto de segurança - vamos entender que o risco de não utilizar corretamente pode ser fatal." fonte:http://www.bbc.com/portuguese/brasil-40686894

sábado, 9 de agosto de 2014

ARGILAS RARAS ENCONTRADAS NOS EUA CONSEGUEM COMBATER DE MODO EFICAZ SUPERBACTÉRIAS

A OMS (Organização Mundial de Saúde), tem chamado a resistência aos antibióticos de “ameaça global de segurança de saúde”. Só nos Estados Unidos, mais de 2 milhões de pessoas foram infectadas com bactérias resistentes a múltiplas drogas. São as chamadas ‘superbactérias’. Um estudo recente, conduzido por Lynda Williams, da Universidade Estadual do Arizona, sugere que os minerais encontrados em depósitos de argila podem ser uma boa fonte de antibióticos combatentes das superbactérias. Os resultados foram publicados na revista Environmental Geochemistry and Health “Como cepas bacterianas resistentes aos antibióticos surgem e representam um aumento dos riscos de saúde, novos agentes antibacterianos são urgentemente necessários”, explicou Williams, em um comunicado à imprensa. Uma técnica milenar – e popular -, consistia em aplicar argila em feridas, antes de qualquer conhecimento de patógenos ou antibióticos existir. Williams publicou um artigo em 2012 que explorou o potencial antibiótico de duas argilas verdes francesas, ricos em ferro de esmectita, quando em contato com úlceras de Buruli. As infecções são causadas pela Mycobacterium ulcerans, provocando uma lesão necrótica que pode levar à incapacidade ou morte se não for tratada. Embora a argila tenha sido eficaz em matar as bactérias, ao término do efeito, era difícil achar combatentes semelhantes. Esta pesquisa recente explorou a eficácia do antibiótico proveniente do barro de um depósito, localizado em Oregon, nos EUA. As argilas do local provavelmente foram formadas há 20 ou 30 bilhões de anos e incorporaram depósitos de cinzas vulcânicas. Haviam quatro tipos de argilas amostradas a partir desta região: duas azul, uma branca e uma vermelha. As duas amostras de argila azul eliminaram superbactérias completamente. A S. aureus (MRSA) era totalmente resistente a meticilina, além de outros antibióticos. A E. coli testada também era resistente e considerada uma superbactéria. A argila branca foi eficaz não só contra a E. coli como também contra a S. epidermidis, mas a argila vermelha não demonstrou nenhuma ação antibiótica com relevância. “Até o momento, as argilas antibacterianas mais eficazes são aquelas do depósito de Oregon”, afirmou Williams. Williams e sua equipe foram capazes de aprender mais sobre o mecanismo que combate essas bactérias infecciosas, tendo como base a sua pesquisa anterior com os depósitos franceses. Nossa pele, tipicamente, tem um pH abaixo de 5,0, tornando-a ligeiramente ácida. Isso contribui para manter as bactérias ativas. No entanto, feridas crônicas são geralmente mais alcalinas. “Argilas antibacterianas podem amortecer feridas a um pH baixo”, explicou Williams. “As argilas podem mudar o ambiente da ferida para uma faixa de pH que favorece a cura, ao matar as bactérias invasoras”. Além disso, os minerais da argila captam o ferro rapidamente, o que acaba sendo forte demais para as proteínas de armazenamento no interior das bactérias. Como o ferro oxida, ele cria moléculas que danificam a célula, matando a bactéria. Hoje, muitos tratamentos disponíveis danificam o organismo com efeitos colaterais desagradáveis. Compreender o funcionamento desse novo método de tratamento é importante para ajudar a tratar infecções bacterianas que são resistentes às drogas tradicionais, proporcionando uma nova saída e possibilidades maiores de cura. FONTE:Jornal Ciência

quarta-feira, 30 de abril de 2014

ALERTA: INFECÇÕES SIMPLES PODEM VOLTAR A SER MORTAIS POR CAUSA DE SUPERBACTÉRIAS

A resistência aos antibióticos deixou de ser uma ameaça e virou uma realidade, advertiu a Organização Mundial da Saúde (OMS), ao destacar que infecções atualmente consideradas menores podem voltar a ser mortais. O relatório alarmista da organização, o primeiro sobre a resistência aos antibióticos em escala mundial, afirma que "esta grave ameaça não é mais uma previsão, e sim uma realidade em cada região do mundo, afeta a todos, independente da idade ou país de origem". Os antibióticos são considerados pela OMS um dos pilares de nossa saúde, que nos permitem viver saudáveis por mais tempo. Mas o uso inapropriado os tornou praticamente ineficazes em um período de poucas décadas. "A menos que os diferentes atores envolvidos atuem em caráter de emergência e de maneira coordenada, o mundo prossegue para uma era pós-antibióticos, na qual infecções correntes e feridas menores, que durante décadas eram curadas com facilidade, podem voltar a matar", adverte Keiji Fukuda, subdiretor geral da OMS para a segurança alimentar. "Se não adotarmos medidas significativas para prevenir melhor as infecções e modificar a forma como produzimos, prescrevemos e utilizamos os antibióticos, vamos perder pouco a pouco estes benefícios da saúde pública mundial e as consequências serão devastadoras", completa. CASOS PREOCUPANTES: O documento, baseado em dados de 114 países, alerta que existe resistência a vários agentes infecciosos e insiste em sete bactérias resistentes, responsáveis por doenças graves como infecções hematológicas (septicemia), diarreias, pneumonias, infecções urinárias e gonorreia. Segundo a OMS, os resultados "muito preocupantes" corroboram a resistência aos antibióticos, em particular aos considerados como "último recurso", utilizados contra certas bactérias resistentes. As ferramentas essenciais para lutar contra a resistência aos antibióticos, como sistemas elementares para assegurar o acompanhamento e vigilância do fenômeno, são insuficientes ou inexistentes em vários países, critica o organismo da ONU. A OMS alerta para a generalização em todo o mundo da resistência aos carbapenemas, um tratamento de último recurso contra infecções potencialmente mortais causadas por uma bactéria intestinal corrente, a Klebsiella pneumoniae (causa importante de doenças contraídas em hospitais como a pneumonia, as infecções hematológicas ou as contraídas por recém-nascidos ou pacientes em cuidados intensivos). Especialista do laboratório de microbiologia manipula placa de cultura da superbactéria KPC, no Hospital Albert Einstein, em São Paulo Os especialistas também constataram uma forte resistência - em particular na África, sudeste da Ásia, América e Oriente Médio - da bactéria E. coli às cefalosporinas e fluoroquinolonas de terceira geração, dois tipos de antibióticos antibacterianos amplamente utilizados. Nos anos 1980, quando foram introduzidas as fluoroquinolonas, a resistência era praticamente nula: atualmente o tratamento se tornou ineficaz para mais da metade dos pacientes em diversas partes do mundo. A OMS destaca ainda que o fracasso das cefalosporinas de terceira geração como tratamento de último recurso contra a gonorreia (doença venérea que infecta mais de um milhão de pessoas por dia) foi confirmado na África do Sul, Austrália, Áustria, Canadá, França, Japão, Noruega, Grã-Bretanha, Eslovênia e Suécia. Em outro aspecto da questão, as infecções com estafilococo aureus (dourado) resistentes à meticilina alcançam 90% dos casos em certas regiões das Américas e 60% em algumas regiões da Europa. Como consequência da resistência aos antibióticos, "os pacientes ficam doentes por mais tempo e aumenta o risco de morte". As pessoas infectadas com estafilococo dourado resistente à meticilina apresentam, por exemplo, um risco de morte 64% mais elevado que aquelas que apresentam uma forma não resistente da infecção. VIGILÂNCIA: Para a OMS, o uso inapropriado dos antibióticos é uma das principais causas da resistência: nos países pobres, as doses administradas são muito pequenas e nos países ricos o uso é excessivo. A OMS denuncia também a falta de vigilância da utilização dos antibióticos em animais destinados ao consumo. O relatório foi divulgado em conjunto com o lançamento de uma campanha mundial da OMS para combater a resistência aos medicamentos. A organização recomenda, em particular, a adoção de sistemas para monitorar o fenômeno, prevenir infecções e desenvolver novos antibióticos. A organização destaca que cada pessoa pode contribuir na luta contra a resistência, com o uso de antibióticos apenas com receita médica e a conclusão do tratamento indicado, mesmo quando o paciente sente que está melhor, e jamais compartilhar antibióticos com terceiros. FONTE:http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/ciencia

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

NANOMATERIAL CONTRA SUPERBACTÉRIAS

Material feito de nanopartículas de tungstato de prata mostrou grande eficácia no combate a um dos microrganismos super-resistentes mais disseminados no mundo e responsável por grande parte das infecções hospitalares.
O tungstato de prata foi capaz de eliminar bactérias ‘Staphylococcus aureus’ resistentes à meticilina, uma das principais causas de infecções hospitalares. Um material minúsculo pode ser o mais novo aliado no combate à proliferação de superbactérias, responsáveis por um número cada vez maior de infecções e mortes em todo o mundo. Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Araraquara, e da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) comprovaram a ação bactericida de nanopartículas de tungstato de prata em testes com a bactéria Staphylococcus aureus resistente à meticilina (SARM), uma das mais disseminadas, tanto no ambiente hospitalar quanto fora dele. As bactérias super-resistentes, que surgiram, em parte, devido ao uso indiscriminado de antibióticos ao longo do tempo, tornaram-se um grave problema de saúde pública. Segundo o dentista Carlos Eduardo Vergani, da Faculdade de Odontologia da Unesp-Araraquara, o fato de esses microrganismos serem muito tolerantes aos remédios torna as infecções por eles causadas mais agressivas ao ser humano. As superbactérias podem formar colônias protegidas por uma camada extracelular composta de polímeros, o que as torna extremamente resistentes e dificulta a ação dos antibióticos Além disso, as superbactérias podem formar colônias organizadas, chamadas biofilmes, sobre diferentes superfícies úmidas (embalagens, próteses, dentes etc.). Essas colônias são envolvidas e protegidas por uma camada extracelular composta de polímeros, o que as torna extremamente resistentes e dificulta a ação dos antibióticos. Por isso, os biofilmes são, muitas vezes, responsáveis por infecções hospitalares. “Como essas bactérias são muito resistentes, é um grande desafio desenvolver novas estratégias para o seu controle”, destaca Vergani, que também é coordenador de saúde do Centro para o Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF), órgão que reúne cientistas de diferentes instituições e onde o tungstato de prata está sendo estudado. EFICÁCIA AUMENTADA O tungstato de prata é um material desenvolvido recentemente por outro grupo de pesquisadores do CDMF. Eles usaram microscópios eletrônicos para irradiar elétrons sobre nanopartículas de tungstato (composto formado por óxido de prata e tungstênio), o que levou ao surgimento de filamentos de prata na superfície do material. O processo de elaboração do composto foi descrito em artigo publicado em abril deste ano na revista Scientific Reports.
Crescimento de filamento de prata metálica (indicado pela seta azul) em um composto formado por óxido de prata e tungstênio (chamado de tungstato) a partir de uma nova rota de síntese do material. Segundo Vergani, o crescimento de filamentos de prata no tungstato potencializou a já conhecida capacidade do material de combater a proliferação de bactérias. Isso aconteceu porque os filamentos de prata são altamente reativos em meio úmido – onde podem se formar colônias de superbactérias – e produzem radicais livres, que combatem os microrganismos. “Os radicais livres reagem com as diferentes moléculas presentes no biofilme, provocando uma alteração no metabolismo de sua membrana, o que causa a morte das bactérias”, explica. O nanomaterial irradiado é bem mais eficaz que o tungstato de prata por si só no combate a SARM Testes com SARM mostraram que o nanomaterial irradiado é bem mais eficaz que o tungstato de prata por si só. “Conseguimos reduzir em quatro vezes a quantidade da substância necessária para eliminar esses microrganismos”, conta o pesquisador. Os resultados do estudo estão em processo de publicação e a equipe ainda vai testar o novo material em outras bactérias super-resistentes. Os pesquisadores pretendem usar as nanopartículas de tungstato de prata irradiado na produção de medicamentos e materiais onde é possível a formação de biofilmes de superbactérias. “Um dos objetivos da pesquisa é introduzir o tungstato de prata na composição de alguns objetos, como lentes de contato, implantes dentários e próteses ortopédicas, para torná-los mais resistentes à atividade microbiana”, completa Vergani. FONTE: http://cienciahoje.uol.com.br