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sábado, 15 de abril de 2017

CONHEÇA MOAB, A MÃE DE TODAS AS BOMBAS

Se você está acompanhando as últimas notícias sobre as últimas ofensivas contra o Estado Islâmico, então deve ter visto que hoje o Pentágono anunciou ter lançado a “mãe de todas as bombas” na província de Nangarhar, uma região rural situada no noroeste do Afeganistão, com o objetivo de destruir cavernas e túneis utilizados por rebeldes do grupo extremista. O ataque aconteceu por volta das 19h32 do horário local — ou 11h30 no horário de Brasília —, mas ainda não foram divulgadas informações sobre o sucesso da ofensiva ou a respeito da magnitude da destruição no local. Entretanto, considerando que os militares norte-americanos optaram por lançar um artefato apelidado de “mãe de todas as bombas”, a coisa deve ter sido violenta! Mas, e essa bomba aí? O que sabemos com relação a ela? De acordo com as informações liberadas até o momento, o artefato lançado em Nangarhar foi levado até lá a bordo de uma aeronave MC-130. Além disso, pelo que se sabe, a “bombinha” media mais de 9 metros de comprimento e transportava uma quantidade de explosivos capaz de gerar uma explosão equivalente a 11 toneladas de TNT. Então, pense no estouro que ela não provocou! Desenvolvida em 2003 por Albert L. Weimorts Jr., do Laboratório de Pesquisas da Força Aérea dos EUA, a GBU-43/B consiste no maior dispositivo convencional, isto é, não nuclear, do arsenal norte-americano. O artefato foi projetado durante a Guerra do Iraque e chegou a passar por testes na época, mas jamais havia sido utilizado em combate — até agora. A GBU-43/B conta com 9 metros de comprimento — conforme mencionamos anteriormente — e pouco mais de 1 metro de diâmetro, e costuma ir carregada com um explosivo chamado H6, que consiste em uma mistura de RDX (ciclotrimetileno-trinitramina), TNT e alumínio. Além disso, o artefato é guiado por meio de sistemas de GPS. Curiosamente — ou assustadoramente —, os russos desenvolveram uma bomba para rivalizar com a GBU-43/B. Apelidada de “pai de todas as bombas” (original, né?), a versão russa seria quatro vezes mais potente que a norte-americana e produziria uma explosão equivalente a 44 toneladas de TNT. No entanto, graças ao uso da nanotecnologia, as dimensões do artefato russo são menores, apesar de apresentar um raio de destruição duas vezes maior que o de seu rival. FONTE: megacurioso.com.br/armas/102351-conheca-a-mae-de-todas-as-bombas-a-bomba-lancada-pelos-eua-contra-o-isis.htm?

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

EUA PROÍBEM SABONETES QUE “MATAM ATÉ 99,9% DAS BACTÉRIAS”

Se você quer evitar infecções, fique na clássica mistura de sabão comum e água. Pelo menos, essa é a recomendação da FDA, que regula remédios e alimentos nos EUA, como a Anvisa no Brasil. A agência baniu 19 químicos usados na maioria dos sabonetes que dizem eliminar até 99,9% das bactérias. Eles vão precisar sair do mercado em até 1 ano. A preocupação da agência tem dois motivos: eficácia e segurança. Em 2013, a FDA pediu que as marcas que produzem sabonetes com bactericidas – ou seja, substâncias químicas que matam bactérias – enviassem estudos e dados que comprovassem que seu produto matava mais micróbios que o sabão neutro comum. Grande parte das marcas não chegou a mandar documento algum, alegando que estudos clínicos com seres humanos são caros e longos. E os estudos que chegaram na agência não foram suficientes para garantir que o sabonete realmente faz o que promete e não convenceram a FDA. Só que os problemas não param por aí. Ainda que ficasse provado que o sabonete bactericida funciona perfeitamente, matando 99,9% da bactérias, isso não é necessariamente uma notícia boa. O julgamento final da FDA incluiu mais de 20 estudos preocupantes sobre os 19 químicos banidos esta semana – especialmente os mais comuns, Triclocarban e Triclosan. Em primeiro lugar, ninguém sabe exatamente quanto tempo essas substâncias ficam no organismo. O Triclosan, por exemplo, mesmo enxaguado, é absorvido pela pele e vai parar na urina. Somos expostos com tanta frequência a esses compostos que ninguém sabe exatamente quanto tempo leva para serem eliminados do corpo. Mais graves são os resultados de estudos que mostram que o Triclocarban pode causar alterações nos hormônios da tireoide e na ação da testosterona. Testes com ratos na puberdade também mostraram riscos para o desenvolvimento sexual. Esses efeitos hormonais podem aparecer só depois de muitos anos da exposição inicial, e não são a única preocupação dos cientistas. Há também o problema das superbactérias. Os bactericidas do sabonete não são antibióticos, que também matam bactérias, mas com mecanismos diferentes. Só que pesquisadores têm estudado uma possibilidade assustadora: que bactericidas acabem selecionando bactérias resistentes a antibióticos. Dos 99,9% das bactérias mortas quando você lava as mãos com um sabão antibacteriano, aquele 0,01% provavelmente tem uma resistência genética ao princípio ativo do germicida. E vai continuar a se reproduzir, criando números cada vez maiores de bactérias resistentes. Os cientistas ainda não tem certeza se, na sua mão, essa seleção natural pode trazer problemas graves. Mas, em laboratório, já conseguiram demonstrar que uma bactéria sobrevivente ao Triclocarban pode desenvolver resistência cruzada a antibióticos – e não em um estudo isolado, mas em 10 trabalhos diferentes encontrados pela FDA. Um deles, inclusive, mostrou que a Salmonela se torna mais resistente a vários medicamentos depois da exposição prolongada a sabonetes desinfetantes. As marcas de sabonete ganharam 3 anos para se defender contra os resultados desses estudos, mas não foi suficiente para garantir, além da eficácia, a segurança desses produtos no longo prazo. Além dos químicos banidos, a FDA ainda vai analisar os desinfetantes de mão e os produtos usados em hospitais, para avaliar se eles também apresentam um risco para quem faz uso deles diariamente – enfermeiros, por exemplo, chegam a limpar as mãos até 100 vezes por dia (uma ótima prática a não ser que o produto esteja colocando a saúde deles mesmos em risco). Por enquanto, a recomendação do órgão norte-americano para quem não é profissional de saúde é se ater a lavar as mãos com água e sabão e só usar desinfetantes de mão com no mínimo 60% de álcool – o que seria mais que suficiente para limpar a superfície das mãos sem absorver químicos com efeitos duvidosos.

Os proibidos

A lista completa de substâncias proibidas pela FDA (que a agência acredita serem usadas em mais de 700 marcas de sabonetes bactericidas): - Cloflucarban; - Fluorosalana; - Hexaclorofeno; - Hexilresorcinol; - Complexo de Iodo (Éter-sulfato de amônio e o monolaurato de sorbitano de polioxietileno); - Éster fosfato de ariloxialquila de polietilenoglicol; - Complexo iodo etanol, nonil fenoxi-polioxietileno; - Iodopovidona (5% a 10% de concentração); - Complexo de iodo e cloreto de undecoylium; - Cloreto de metilbenzetônio; - Fenol; - Amyltricresols secundária; - Oxicloroseno de sódio; - Tribromsalan; - Triclocarban; - Triclosan; - Corante triplo (verde brilhante, violeta de genciana, hemissulfato de proflavina). fonte: megaarquivo.com/2016/09/06/12-788-eua-proibem-sabonetes-que-matam-ate-999-das-bacterias/

domingo, 7 de agosto de 2016

CIENTISTAS ENCONTRAM ORGANISMOS “EXTRATERRESTES” NOS EUA

Pesquisadores localizaram uma espécie de parasita que se adapta a condições extremas de existência. Cientistas do Laboratório Nacional Oak Ridge descobriram, no Parque Nacional de Yellowstone, nos EUA, micro-organismos que podem ter origem em outro planeta. Os seres não medem mais que 100-300 nanômetros e pertencem ao grupo das nanoarcheotas Nanopusillus acidilobi. O que chamou a atenção nessa espécie é que ela retira do hospedeiro moléculas de diferentes substâncias biológicas e as usa para seu próprio metabolismo. Dessa forma, o micro-organismo consegue se adaptar a condições extremas. Essa capacidade é rara em seres na Terra. Por isso, a suspeita de que sejam organismos extraterrestres. A equipe de pesquisa, liderada por Mircea Podar, continua realizando experimentos para tentar revelar como funciona a relação entre esse incrível parasita e seus hospedeiros. FONTE: megaarquivo.com/2016/07/22/12-681-cientistas-encontram-organismos-extraterrestes-nos-eua/

sábado, 5 de dezembro de 2015

CÁPSULA DO TEMPO ACHADA NOS EUA MANDA RECADO A PSIQUIATRAS DO FUTURO

Uma descoberta extraordinária aconteceu nas instalações de um antigo hospital psiquiátrico de Indianápolis, nos EUA. Trata-se de uma inacreditável cápsula do tempo, enterrada há quase seis décadas. A cápsula possui um filme, que, por causa da ação do tempo, perdeu grande parte do áudio, embora, até o final, seja possível escutar dois homens não identificados (que se parecem com pesquisadores ou profissionais da área). Um deles, de aproximadamente 50 anos, dizendo: “somente os psiquiatras do futuro poderão dizer, quando abrirem essa cápsula do tempo, se resolvemos os problema de tratamento […] é possível que algum dia voltemos ao “choque” de insulina ou ao desenvolvimento de outras técnicas de drogar, e assim por diante”. Utilizada entre os anos 40 e 50, a terapia de choque de insulina foi desenvolvida em 1927 com o objetivo de tratar especialmente a esquizofrenia. Ela consistia na administração diária de grandes quantidades de insulina, o que induzia os pacientes a um estado de coma que podia durar semanas. De acordo com alguns psiquiatras da época, essa terapia tinha êxito em 80% dos casos tratados, apesar de a metodologia só aumentar o grau de remissão da doença. FONTE: megaarquivo.com/2015/11/23/12-021-psiquiatria-capsula-do-tempo-achada-nos-eua-manda-recado-a-psiquiatras-do-futuro/

MOSQUITO TRANSGÊNICO PARA COMBATER MALÁRIA É DESENVOLVIDO NOS EUA

A criação de mosquitos vetores da malária geneticamente modificados para que transmitam a seus descendentes os genes que bloqueiam o parasita da doença é uma esperança para erradicar totalmente a grave infecção, causa de inúmeras mortes em todo o mundo. A taxa de transmissão entre mosquitos do gene modificado chega a 99,5%, indicaram os pesquisadores cujos trabalhos foram publicados nesta segunda-feira (23) nos Anais da Academia de Ciências (PNAS) dos Estados Unidos. O estudo representa um avanço real na técnica genética chamada CRISPR, que consiste em inserir genes que bloqueiam o parasita do DNA dos mosquitos Anopheles stephensi, principal vetor da malária na Ásia e assim garantir que este bloqueador se transmita para os descendentes. Para comprovar que os mosquitos se transmitiam com efetividade os genes portadores de anticorpos, os cientistas agregaram uma proteína que mudava a cor de seus olhos para vermelho fluorescente. Assim, puderam garantir que quase 100% da nova geração de mosquitos tinha essa característica, o que demonstrou o sucesso da manipulação genética. Chamando o experimento de “importante primeiro passo”, James destacou que serão necessários outros estudos para confirmar a eficácia dos anticorpos. “Os mosquitos geneticamente modificados que criamos são apenas uma etapa, mas conseguimos demonstrar que esta tecnologia permite criar de maneira eficaz grandes populações de mosquitos geneticamente modificados”, explicou. A malária é um dos principais desafios de saúde pública no mundo, com mais de 40% da população em risco em diferentes regiões. A cada ano são registrados entre 300 e 500 milhões de novos casos de malária e quase um milhão de pessoas morrem anualmente em decorrência da doença, sobretudo crianças e mulheres grávidas da África subsaariana, segundo os centros de controle e prevenção de doenças dos Estados Unidos (CDC, em inglês). FONTE: megaarquivo.com/2015/11/25/12-026-mosquito-transgenico-para-combater-malaria-e-desenvolvido-nos-eua/

domingo, 23 de agosto de 2015

APARIÇÃO DE HOMEM LAGARTO APAVORA EUA

Uma intrigante criatura deixou moradores da Carolina do Sul(EUA) de cabelos em pé. Identificado como ‘Homem Lagarto’, ele foi flagrado por uma mulher no quintal de sua casa no dia 2 de agosto e, desde então, virou temática de discussão no país todo — até em redes de televisão. A primeira lembrança das redes de televisão é que aquele local é conhecido pela aparição de muitas criaturas bizarras. Foi por lá, por exemplo, que recentemente um homem flagrou um suposto chupa-cabras em sua propriedade. A temática, é claro, virou piada na boca dos mais céticos. Há, porém, uma lenda antiga que fala de um animal exatamente igual ao que foi flagrado na Carolina do Norte. Em 1988, um homem estava consertando seu carro à beira da estrada quando afirmou ver um lagarto de mais de 2 metros de altura andando como um bípede. Desde então, dezenas de aparições do Homem Lagarto foram relatadas. A questão é que, em nenhum dos casos, as imagens eram tão claras quanto no caso atual. Os céticos lembram que, é claro, pode se tratar apenas de uma pessoa fantasiada querendo causar o pânico. Mas essa é a primeira vez que o Homem Lagarto, lenda local, aparece de vez e não apenas em imagens que mostram apenas um vulto com seu formato. fontes: novosinsolitos.blogspot.com.br/2015/08/aparicao-de-homem-lagarto-apavora-eua-e.html// https://br.noticias.yahoo.com/blogs/super-incrível/aparição-de-homem-lagarto-apavora-eua-e-vira-assunto-de-tv-141037668.html

sábado, 11 de julho de 2015

CONHEÇA ARMA DOS EUA QUE DISPARA PULSOS ELETROMAGNÉTICOS PARA DESTRUIR APARELHOS ELETRÔNICOS

Uma das armas mais high-tech da Força Aérea dos EUA é a uma ferramenta que não machuca pessoas, mas destrói dispositivos eletrônicos. O CHAMP – Projeto de Míssil Antecipado de Micro-Ondas de Alta Potência Contra Eletrônicos, na sigla em inglês – é um aparelho feito para fritar computadores. Ele emite fortes correntes de energia micro-ondas que podem derrubar servidores e infraestruturas inimigas inteiras sem explodir tudo ao redor.
A Força Aérea confirmou recentemente que o CHAMP está em atividade, apesar de ainda não ser possível enviá-lo em um míssil controlado remotamente. O Congresso americano recentemente pressionou a Força Aérea para preparar a tecnologia para combate, mas eles talvez estourem o prazo para entregá-la até 2016. O CHAMP é certeiro o suficiente para mirar em prédios individuais, o que significa localizar com precisão sistemas específicos, derrubando-os sem destruir eletrônicos inocentes aos arredores. Diferente de bloqueadores de sinais, o CHAMP destrói ou danifica eletrônicos permanentemente, fazendo dele uma potente arma para atrapalhar planos inimigos. Em 2012, a Boeing testou com sucesso um míssil que carregava o CHAMP, derrubando a energia de todos os dispositivos eletrônicos presentes em um prédio de dois andares. Para este teste, foi usado um míssil teleguiado AGM-86, mas o laboratório de pesquisa da Força Aérea recentemente escolheu o míssil ar-superfície JASSM-ER para carregar as armas CHAMP. Um drone ou aeronave também podem levar a arma, dependendo da missão. Essa está longe de ser a primeira vez que militares fizeram experimentos com armas de pulsos eletromagnéticos. Ogivas nucleares, inclusive, geram energia eletromagnética capaz de fritar eletrônicos, mas elas também destroem uma grande área geográfica, além de matar incontáveis pessoas. O CHAMP é um passo à frente na guerra eletrônica porque é feito sob medida para minimizar danos colaterais. [Digital Trends via CNN] Fontes: digitaltrends.com/cooltech/us-air-force-confirms-boerings-eletromagnetic-pulse-weapon //edition.cnn/videos/us/2015/05/25/orig-boerings-eletromagnetic-pulse-weapon.cnn //http://gizmodo.uol.com.br

domingo, 21 de junho de 2015

GOOGLE ALERTA QUE O GOVERNO DOS EUA PODERÁ "HACKEAR QUALQUER INSTALAÇÃO" DO MUNDO

Google se opõe à tentativa por parte do Departamento de Justiça dos Estados Unidos de ampliar os poderes federais para buscar e obter dados digitais. Segundo Google, isso permitiria que aos Estados Unidos “piratear qualquer instalação” do mundo. Google diz que o aumento dos poderes do FBI plantearia “preocupações constitucionais, legais e geopolíticas monumentais” O gigante das buscas alerta que sob as propostas atuais, os agentes do FBI seriam capazes de realizar operações encobertas em servidores sem importar onde se encontrem, dando ao governo dos Estados Unidos acesso mundial sem restrições a vasta quantidade de informação privada. Em particular, Google chama a atenção sobre o desejo do FBI de buscar remotamente em qualquer lugar do planeta, a localização de computadores que ocultaram sua localização, seja através da criptografia ou ocultando seus endereços IP utilizando serviços de anonimato como o Tor. Fonte: theguardian.com/technology/2015/feb/18/google-warns-government-hacking-committee-hearing // dissovocesabia.blogspot.com.br/2015/02/google-alerta-que-o-governo-dos-eua.html

sábado, 16 de maio de 2015

CONHEÇA A ESTRADA MAIS APAVORANTE DO MUNDO

A Clinton Road, em Nova Jersey (EUA), é um lugar bizarro. Não apenas por ter o semáforo de trânsito com mais tempo no vermelho em todo o território americano — 5 minutos! —, mas pela série de acontecimentos macabros envolvendo o lugar. Coisas como cultos assustadores ocorridos no asfalto da estrada, assassinos profissionais que desovam corpos por lá. Como o próprio xerife local disse no fim da década de 90: "Esse é um lugar distante que leva qualquer um a loucura". De fato, ele pediu para ser transferido após oito anos no cargo. Conheça esse lugar de dar calafrios! Desde o início do século passado, na década de 20, Clinton Road já tinha sua fama. E ela não era nada boa...
Na época, e ainda hoje, diversos acidentes inexplicáveis acontecem no local. Coisas bizarras que nem os investigadores conseguem resolver. Em 1997, um acidente matou uma família inteira. O carro bateu numa árvore e os investigadores não encontraram vestígios de álcool no motorista, ou problemas mecânicos. Os fantasmas também são constantes por lá. Exatamente por isso, a região da Clinton Road se tornou folclórica e diversos investigadores independentes que gostam de casos misteriosos vão ao local em busca de desvendar possíveis segredos da região.Ajuda o fato dela ser bem pouco movimentada. Mesmo nos horários de pico a estrada parece quase sempre deserta... Uma das lendas envolve o chamado Menino Fantasma da Ponte. Segundo o relato, se você jogar uma moeda perto da ponte onde um menino de sete anos se suicidou, o fantasma do menino a colocará sobre uma das faixas amarelas perto da ponte na madrugada do mesmo dia. A tal ponte já foi local de outros suicídios trágicos, assustadores. Por isso, muitos evitam o local, ou adotam a tática de "passar na contramão na ponte", o que, segundo alguns dizem, ajuda a evitar a maldição. Alguns dos que passaram por lá relataram ter sido atingidos por moedas. Um balão azul também já foi visto por diversos visitantes da estrada. Ninguém conhece uma história de contexto para essa presença, mas provavelmente tem a ver com mortes de crianças também. Esse é um dos locais mais conhecidos da estrada: um templo druida. Ele parece inocente na foto, mas coisas bizarras ocorreram por lá.
Hoje o que foi chamado de "Castelo de Pedra" já foi quase completamente destruído quando a população americana estava completamente assustada e disposta a destruir rituais macabros, por volta dos anos 80.
Muitos dos que visitaram o local recentemente afirmaram que ele parece ainda ser usado, e relataram a presença de cacos de vidro e um "forte cheiro de corpos queimados". Era assim que o tal castelo se parecia nos anos 80, e hoje não passa de ruínas destruídas. E não são só pessoas fantasmas que são vistas por lá, mas veículos fantasmas também. Por isso, muitos preferem andar de bicicleta no local. E o mais importante: em grupos. Perto dali existia um parque chamado Jungle Habitat, um parque de animais que funcionou por quatro anos, em meados da década de 70. Eram mais de 1500 animais, que foram abandonados por lá e segundo lendas locais afirmam, se reproduziram e geraram mutantes bizarros que assombram a Clinton Road.
Essa é a chamada Fornalha, o chamado 'buraco sem fim' na estrada. Coisas bizarras podem acontecer com quem entra por lá. Três pessoas jamais saíram de lá após entrar no local. Pessoas escrevem mensagens bizarras por lá. Dizem que a maioria delas estavam perdidas e jamais conseguiram ser encontradas por motivos nunca divulgados.
Assim como o xerife que ficou com medo, muitos descrevem a estrada e as proximidades dela como "terrivelmente assombradas". Com lugares como esse, é possível entender porque muitos dos que vão para lá acabam tendo que voltar após sentirem "fortes desconfortos físicos". Em maio de 1983, ocorreu o evento real mais assustador de todos: o corpo de uma pessoa foi achado na beira da estrada. O tal corpo tinha cristais de gelo perto do coração, algo terrivelmente esquisito.
Ele foi descoberto por um ciclista, que viu abutres na beira da estrada. Ninguém descobriu exatamente quem era o homem, mas a polícia o identificou como "alguém dos subúrbios de Nova York", provavelmente morto por um mafioso.
A polícia acredita que o corpo provavelmente foi congelado após a morte para enganar os policiais. Clinton Road também atrai curiosos, que gostam de tirar fotos perto dos monumentos da estrada.
Ou ainda exploradores urbanos em busca de provas concretas das bizarrices expostas nas histórias de terror. Mas o fato é que mesmo as autoridades querem distância da tal estrada, assustadora demais até para eles. FONTE: novosinsolitos.blogspot.com.br/2015/05/estrada-mais-apavorante-do-mundo-tem.html

sábado, 15 de novembro de 2014

H-1B: A ARMA SECRETA DOS EUA PARA O DOMÍNIO MUNDIAL

O visto americano acima é real, Yu Ling Chen existe e é uma taiwanesa de Taipei. Como podemos observar, seu visto valia por 5 anos, entre 21 de maio de 2003 e 20 de maio de 2008, e ela estudava e trabalhava na Universidade de Seattle. Yu Ling Chen renovou seu visto e tem nova permissão para prestar seus serviços até 2013 na área de sua especialidade, pois essa é a função desse tipo de documento chamado Visto H-1B. Vistos H-1B são dados somente sob petição de uma empresa americana em nome do beneficiado de outro país, tendo um limite anual de confecções e rígido controle do governo para que o beneficiado realmente trabalhe e estude na área a qual o empregador declarou na sua petição. Isso garante que tais empresas - e mesmo o governo americano - convoquem pessoas que são consideradas as mentes mais avançadas de um país e as coloque para trabalhar em seu favor, seja na área de pesquisa, desenvolvimento tecnológico, saúde, astronomia ou qualquer outra que seja de vital importância aos EUA.
Por incrível que pareça, a arma secreta dos EUA para o domínio mundial não é acionada através de um gatilho, um botão, nem dos discursos quase nazistas de seus presidentes e muito menos pela ameaça constante que tal colônia projeta sobre o mundo com a sombra de uma 3ª Guerra Mundial. Essa arma é acionada e causa devastação em diversos países toda vez que o governo americano concede um Visto H-1B, pois não há nada pior do que roubar as mentes que poderiam desenvolver um país a ponto de ultrapassar a dita soberania mundial dos EUA.
Sim, o que parece um benefício ao jovem cientista, arquiteto, engenheiro, na verdade é uma manipulação camuflada do conhecimento. No momento em que os EUA emitem o H-1B para um gênio de dado país, aquele país perde esse membro e suas possíveis contribuições revolucionárias em sua área, pois todas as descobertas que ele fizer ficarão sob patente americana e servirão aos propósitos muitas vezes nefastos daquela nação. E isso não é de hoje, temos muitos exemplos na História que provam que os EUA farão qualquer coisa para obter maior conhecimento e vantagem em todos os setores.
Não é preciso voltar muito no tempo, apenas até 1945. Com o fim da 2ª GM, muitos cientistas nazistas fugiram por saberem que seriam mortos pelos Aliados e os que ficaram receberam propostas um tanto estranhas se considerarmos que até aquele momento os alemães eram considerados a escória da Terra pelos Aliados: Ir para os EUA desenvolver as mesmas armas vistas na Alemanha nazista e quaisquer outros projetos militares que eles tivessem em mente ou morrer alí mesmo. Um dos que foram para os EUA era Wernher Von Braun, a mente mais brilhante dos nazistas, o homem que desenvolveu os foguetes V-1 e V-2. Essa foi uma das primeiras vezes em que o esboço do que seria o Visto H-1B foi usado.
Claro fica que para os EUA não existem inimigos cruéis o suficiente, apenas vantagens de conhecimento. Assim foi com os nazistas e assim teria sido em sua suposta aliança feita com o povo alienígena do Caso Roswell em 1947, onde os EUA teriam trocado tecnologia por pavorosos experimentos genéticos em seres humanos e animais. Apenas o conhecimento é de interesse e não importa os meios usados para chegar a tal. Esse tem sido o lema dos EUA desde os primórdios de sua formação, mas infelizmente a história sempre confirmou que praticamente todas as suas descobertas e buscas visam dominar o mundo pelo medo e superioridade. Mas a culpa não é totalmente dos EUA, países e seus governos também estão na lista dos perpetradores desse mal. Se o país onde reside uma dessas mentes brilhantes desse as condições necessárias para que ela se desenvolva, possa estudar e trabalhar em sua própria nação, não haveria a necessidade de migrar para os EUA. Se os governos parassem de roubar tanto e investissem um pouco mais em educação, construção de faculdades, disponibilização de novas áreas de estudo e centros tecnológicos, o mundo teria muito mais nações com potencial para impedir, tanto em conhecimento como na área bélica, que os EUA tomem o mundo como seu laboratório de experimentos macabros e dominação pelo medo. O conhecimento sempre foi, é e sempre será a maior arma do ser humano contra a tirania camuflada por trás de certos países que "só querem ajudar". Quem acordar e se empenhar na formação de novas mentes brilhantes poderá vencer e exterminar a arma secreta dos EUA para o domínio mundial. Fonte: http://portrazmidiamundial.blogspot.com.br

terça-feira, 23 de setembro de 2014

EUA ALERTA QUE EBOLA PODE INFECTAR 1,4 MILHÃO ATÉ 2015

O número de infectados pelo vírus Ebola na Libéria e em Serra Leoa pode disparar para 1,4 milhão até janeiro de 2015, de acordo com o pior cenário divulgado pelas autoridades de saúde dos Estados Unidos nesta terça-feira. O Centro americano para o Controle e Prevenção de Doenças estimou que o número de casos de Ebola nessas duas nações da África Ocidental pode variar de 550 mil a 1,4 milhão até 20 de janeiro de 2015. A estimativa é baseada na suposição de que os casos de Ebola no maior surto já registrado até hoje não estão sendo notificados em uma proporção de 2,5, segundo o relatório do CDC. No entanto, os especialistas alertaram que os números são baseados em dados disponíveis em agosto, antes dos Estados Unidos planejarem sua resposta à epidemia na África Ocidental, que já matou cerca de metade dos 6.000 infectados. "Os números não refletem as condições atuais", disse o CDC em um comunicado sobre a projeção, publicado no Relatório Semanal de Morbidade e Mortalidade da agência. "Os modelos sugerem que ações imediatas e extensas - como as já iniciadas - podem levar a epidemia a um ponto de inflexão para iniciar um rápido declínio no número de casos", esclareceu. A agência de saúde das Nações Unidas informou mais cedo que os novos casos passarão de centenas a cada semana para milhares caso não ocorram "melhorias drásticas nas medidas de controle", com as infecções triplicando até atingir 20.000 casos em novembro. "Se nos movermos rápido o suficiente, podemos virar o jogo", disse o chefe do CDC, Tom Frieden. "Estou confiante de que as previsões mais terríveis não irão se confirmar", acrescentou. FONTE: http://zip.net/bvpD10

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

CONHEÇA AS 115 MENTIRAS SOBRE O ATENTADO DE 11 DE SETEMBRO DE 2001

Especialista encontrou 115 mentiras na versão oficial sobre os atentados de 11 de setembro de 2001 ao World Trade Center. Será que tentam esconder algo das pessoas? Considerado o maior atentado terrorista da história pelos EUA e creditado à Al-Qaeda eOsama Bin Laden, sua versão oficial possuí inúmeras falhas que contrastam com os reais objetivos das guerras estadounidenses no Oriente Médio. Reunimos aqui exatos 115 pontos "soltos" na versão oficial do governo americano que não são os únicos, mas apensas a "ponta do iceberg". Para cada mentira nos referimos à análise feita pelo Professor David Ray Griffin em sua obra "Omissões e manipulações da Comissão Investigadora". Os números entre parênteses referem-se às páginas da edição americana original do livro. 1- A omissão de provas de que, pelo menos, seis dos supostos sequestradores (incluindo Waled al-Shehri, acusado pela Comissão ter esfaqueado um comissário de bordo no voo UA11 antes do choque do avião com a torre norte do World Trade center) estão atualmente vivos (19-20). 2- Omissão de evidências sobre Mohamed Atta (como sua pronunciada propensão para a bebida, carne de porco e lap dances eróticos privados) que contradizem as afirmações da Comissão de que Atta tinha se tornado um fanático religioso (20 -21). 3- Confusão voluntariamente criada em torno da evidência de que Hani Hanjur era tão ruim piloto que nunca teria sido capaz de lançar um avião contra o Pentágono (21-22). 4- Omissão do fato de que as listas de passageiros (voo Manifestos), que se tornaram públicas não continha qualquer nome árabe (23). 5- omissão do fato de que nunca antes ou após 11 de Setembro, tem-se verificado que um incêndio causou o colapso total de uma construção moldada de aço (25). 6- Omissão do fato de que os incêndios nas torres gêmeas nem eram muito grande, nem particularmente intensos e duraram muito tempo, mesmo em comparação com outros incêndios em arranha-céus (com estruturas), similares sem estes últimos viessem a despencar (25-26) . 7- Omissão do fato de que, dada a hipótese de que o incêndio causou os desmoronamentos, a torre sul, que foi atingida depois da Torre Norte e afetado por um incêndio de menor intensidade, não deveria ter sido a primeira a entrar em colapso (26). 8- Omissão do fato de que o edifício n º 7 do World Trade Center (contra o qual nenhum avião caiu e sofreu apenas pequenos incêndios altamente localizados) também desabou, um fato sobre o qual a Agência de Gestão Federal emergência (FEMA) confessou que não poderia oferecer nenhuma explicação (26). 9- Omissão do fato de que o colapso das Torres Gêmeas (e prédio n ° 7) tem pelo menos 10 características de que foram causados ​​por uma demolição controlada (26-27). 10- A afirmação de que a estrutura do núcleo de cada uma das Torres Gêmeas era "um poço de aço vazio", afirmação que nega a presença de 47 enormes colunas de aço que eram, na verdade, o centro de cada torre. De acordo com a teoria dos "andares de empilhamento" (the «pancake theory») que explica o colapso, várias centenas de metros dessas colunas de aço maciço deveria ter sido deixadas em pé (27-28). 11- A omissão da declaração de Larry Silverstein [o dono do WTC], afirmação de que o próprio Silverstein, em coordenação com os bombeiros decidiram "demolir" -em linguagem técnica(to «pull») - o edifício n ° 7 (28 ). 12- Omissão do fato de que o aço dos edifícios do WTC foi rapidamente recolhido da cena e enviados ao exterior por mar, antes que pudessem ser analisados ​​por vestígios de explosivos (30). 13- Omissão do fato de que o edifício n º 7 tinham sido evacuados antes de seu colapso, o que implica que a razão que foi oficialmente dada, para acelerar a retirada de aço tanto quanto fosse possível [naquele local] (porque poderia haver sobreviventes nos escombros ) não fazia sentido, no caso de este edifício (30). 14- Omissão da declaração do prefeito R. Giuliani, que disse que ele foi avisado de antemão que o WTC ia entrar em colapso (30-31). 15- Omissão do fato de que Marvin Bush, irmão do presidente, e seu primo Wirt Walker III eram os diretores da empresa encarregada de garantir a segurança do WTC (31-32). 16- Omissão do fato de que a ala oeste do Pentágono, [a mesma que foi atingida em 11 de setembro], era precisamente por várias razões, a que tinham menos chance de ser alvo de terroristas da al-Qaeda (33-34 ). 17- A omissão de qualquer discussão que visa determinar se o dano ao Pentágono, na verdade, corresponde ao dano que poderia ter causado o impacto de um Boeing 757 viajando a várias centenas de quilômetros por hora (34). 18- Omissão do fato de que há fotografias que mostram que a fachada oeste não entrou em colapso, até 30 minutos após o impacto e que o orifício de entrada é demasiado pequeno para o diâmetro de um Boeing 757 (34). 19- Omissão de todas as evidências conflitantes sobre a presença ou ausência de pedaços visíveis de um Boeing 757, seja dentro ou fora do Pentágono (34-36). 20- Total falta de discussão destinada a determinar se o Pentágono possuía um sistema dedefesa antimísseis capaz de derrubar um avião, embora a Comissão tenha sugerido que os terroristas da Al-Qaeda decidiram não atacar uma central nuclear justamente porque pensaram que teria esse tipo de defesa (36). 21- Omissão do fato de que imagens de câmeras diferentes (incluindo de um posto de gasolina localizado no Pentágono, confiscado pelo FBI imediatamente após o impacto) podem ajudar a determinar o que foi realmente que atingiu o Pentágono (37-38 ). 22- Omissão da alusão do Secretário de Defesa D. Rumsfeld a "um míssil [usada] para atacar [o Pentágono]" (39). 23- Aprovação aparente da resposta totalmente insatisfatória, a questão que tinha como objetivo descobrir por que os agentes do Serviço Secreto permitiram ao presidente Bush permanecer na escola de Sarasota, quando, de acordo com a versão oficial deveriam ter pensado que um avião sequestrado poderia ter a mesma escola como alvo (41-44). 24- Deixar de explicar por que o Serviço Secreto não solicitou uma escolta de caças para o [Avião presidencial] Air Force One (43-46). 25- Declarações no sentido de que, no momento em que o cortejo presidencial chegou à escola [Sarasota], nenhum dos participantes sabia que vários aviões foram sequestrados (47-48). 26- Omissão do relatório em que o procurador-geral John Ashcroft foi avisado para parar de viajar em companhias aéreas comerciais antes de 11 de Setembro (50). 27- Omissão da alegação de que David Schippers, com base em informações de agentes do FBI sobre possíveis ataques no sul de Manhattan, ele já havia tentado, sem sucesso, transmitir esta informação ao procurador-geral John Ashcroft durante as seis semanas antes de 11 de setembro (51). 28- A omissão de qualquer menção ao fato de que agentes do FBI afirmaram ter conhecimento dos alvos e datas dos ataques bem antes dos eventos (51-52). 29- Afirmação de um circular refutação que dá o assunto como resolvido, quanto as incomuns baixas nas compras antes de 11 de Setembro, o que significa que os compradores sabiam com antecedência que os ataques iriam ocorrer (52-57) . 30- A omissão da informações de que o prefeito [de São Francisco] Willie Brown e alguns oficiais do Pentágono foram avisados ​​de que não deviam tomar o avião de 11 setembro (57). 31- Omissão do relatório em que constava que Osama Bin Laden, que até então era o criminoso mais procurado nos Estados Unidos, fora tratado em Julho de 2001 por um médico americano, no Hospital Americano em Dubai e lá ele recebeu a visita de um o agente local da CIA (59). 32- Omissão de artigos que sugerem que, após 11 de setembro, os militares americanos permitiram deliberadamente a fuga de Osama Bin Laden (60). 33- Omissão de relatórios, incluindo um que relatou a visita do chefe dos serviços de inteligência da Arábia Saudita, a Osama Bin Laden no hospital em Dubai, o que contradiz a versão oficial da família de Bin Laden e de seu país que negaram este (60-61). 34- A omissão do resumo de Gerald Posner sobre o depoimento de Abu Zubaydah, segundo o qual três membros da família real saudita (que morreram misteriosamente com apenas 8 dias de intervalo) eram financiadores da Al-Qaeda e sabiam com antecedência da realização dos ataques de 11 de Setembro (61-65). 35- A negação da Comissão sobre a descoberta de evidências de financiamento saudita da Al-Qaeda (65-68). 36- A negação da Comissão sobre a descoberta de evidências que mostram que o dinheiro pertencente a esposa do príncipe Bandar, a princesa Haifa, foi entregue a agentes da Al-Qaeda (69-70). 37- Simplesmente ignorou a diferença entre os voos charter e voos comerciais, o fato de que o avião particular, em que vários sauditas viajaram em 13 de setembro de Tampa a Lexington violou as normas do espaço aéreo estabelecidos naquela época (71-76). 38- Desmentindo sobre a autorização extendida a vários sauditas para sair do território dos Estados Unidos, logo após 11 de setembro, sem essas pessoas fossem objeto de uma investigação apropriada (76-82). 39- A omissão de elementos que demonstrem que o príncipe Bandar obteve autorização especial da Casa Branca para os vôos sauditas (82-86). 40- Omissão da alegação segundo a qual Coleen Rowley responsável pela sede do FBI tinha visto o memorando de agente Phoenix Kenneth Williams (89-90). 41- Omissão do fato de que o agente de Chicago do FBI, Robert Wright diz que a sede do FBI encerrou a sua investigação sobre uma célula terrorista e tentou intimidá-lo para evitar que publicasse um livro sobre suas experiências (91). 42- Omissão de evidências mostrando que a sede do FBI sabotou a tentativa de Coleen Rowley e outros agentes [FBI] Minneapolis para obter um mandado de busca para o computador de Zacarias Moussaoui (91-94). 43- Omissão de três horas de depoimento perante a Comissão do ex-tradutor do FBI Sibel Edmonds, de acordo com uma carta que ele mesmo fez pública e dirigida ao presidente [da Comissão] Kean, revelava uma dissimulação grave por dos funcionários do FBI em relação ao 11 de Setembro e nas sede do FBI (94-101) em si. 44- Omissão do fato de que o general Mahmoud Ahmad, chefe do ISI [Serviços de Inteligência Paquistanês ], estava em Washington uma semana antes do 11 de setembro e reuniu ali com o diretor da CIA, George Tenet, e outros oficiais americanos seniores (103-04). 45- Omissão de evidências mostrando que Ahmad, o chefe do ISI [serviço de inteligência Paquistanês] ordenou o envio de US $ 100.000 a Mohamed Atta antes de 11 de Setembro (104-07). 46- Afirmação de que a Comissão não encontrou nenhuma evidência de que qualquer governo estrangeiro, incluindo o Paquistão, tenha financiado os agentes da Al-Qaeda (106). 47- Omissão do relatório em que o governo Bush pressionou o Paquistão para que Ahmad fosse demitido de seu cargo de chefe do ISI, após a divulgação de informações revelando que este havia ordenado o envio de dinheiro do ISI para Mohamed Atta (107 -09). 48- Omissão de evidências de que a ISI (e não apenas al-Qaeda) estava por trás do assassinato de Ahmad Shah Massoud (comandante da Aliança do Norte no Afeganistão), que ocorreu pouco depois de um encontro uma semana antes entre o responsável pela CIA e o ISI (110-112). 49- Omissão de evidências mostrando que o ISI está envolvido no sequestro e assassinato de Daniel Pearl, repórter do Wall Street Journal (113). 50- A omissão do relatório Gerald Posner, segundo o qual Abu Zubaydah alegou que um oficial militar paquistanês, Mushaf Ali Mir, que tinha laços estreitos com o ISI e al-Qaeda sabia com antecedência de 11 de Setembro (114). 51- Omissão da previsão feita em 1999, pelo agente Rajaa Gulum Abbas do ISI, de que as Torres Gêmeas "desmoronariam" (114). 52- Omissão do fato de que o presidente Bush e outros membros de seu governo se referiram várias vezes aos ataques de 11 de setembro como "oportunidade" (116-17). 53- Omissão do fato de que o Projeto para um Novo Século Americano («The Project for the New American Century»), muitos dos seus membros, os quais tornaram-se figuras-chave na administração Bush, publicou em 2000 um documento que dizia um "Novo Pearl Harbor" ajudar a levantar fundos para uma rápida transformação tecnológica da máquina militar norte-americana (117-18). 54- Omissão do fato de que Donald Rumsfeld, que era presidente do comitê e do Comando Espacial dos EUA tinha recomendado o aumento do orçamento para isso, ele usou os ataques de 11 de setembro, no período da tarde do mesmo dia, para garantir estes financiamento (119-22). 55- Não mencionou que as três pessoas responsáveis ​​pelo fracasso dos esforços para evitar os ataques de 11 de Setembro (secretário de Defesa, Donald Rumsfeld, o general Richard Myers, e o general Ralph Eberhart) também foram os três promotores principais do US Space Command (122). 56- Omissão do fato de que a Unocal havia declarado que o Talibã não poderia fornecer a segurança adequada para realizar a construção de suas linhas de (petróleo e gás) da bacia do Cáspio e através do Afeganistão e do Paquistão (122-25). 57- A omissão do relatório que os representantes dos Estados Unidos, disseram durante uma reunião em julho de 2001 como o Taleban rejeitou sua proposta de construção de um gasoduto, e que uma guerra contra eles começariam em outubro (125-26). 58- Omissão do fato de que em seu livro, publicado em 1997, Zbigniew Brzezinski escreveu que para os Estados Unidos manterem sua dominação global é necessário para o país controlar a Ásia Central, com seus vastos recursos petrolíferos, e que um novo Pearl Harbor seria útil para obter o apoio da opinião pública americana a estes projetos imperiais (127-28). 59- Omissão do fato de que os principais membros da administração Bush, incluindo Donald Rumsfeld e seu vice, Paul Wolfowitz, esforçaram-se por muitos anos para desencadear uma nova guerra contra o Iraque (129-33). 60- A omissão de anotações de conversas de Rumsfeld antes de 11 de Setembro que mostram que este estava decidido a usar os ataques como pretexto para desencadear uma guerra contra o Iraque (131-32). 61- Omissão da declaração do Projeto para um Novo Século Americano, que "a necessidade de uma presença americana substancial no Golfo transcende a questão do regime de Saddam Hussein" (133-34). 62- A alegação de que o protocolo da FAA (Federal Aviation Agency) sobre o que aconteceu em 11 de setembro necessitaria um longo processo de aplicação que teria que passar por várias etapas da cadeia de comando quando o próprio relatório oficial [ da Comissão ] cita evidências em contrário (158). 63- A afirmação de que naqueles dias apenas duas bases do setor nordeste da Força Aérea Americana de NORAD (North American Aerospace Comando de Defesa ou Comando de Defesa Aeroespacial da América do Norte) manteve caças em estado de alerta e, em particular, houve caças em alerta nas bases de McGuire e Andrews (159-162). 64- Omissão do fato de que a base da Força Aérea americana de Andrews tinha vários caças em alerta permanente (162-64). 65- Aceitação da dupla alegação de que o coronel Marr do NEADS (North East Air Defense Sector), teria de se comunicar por telefone com um sénior para autorizá-lo a enviar os caças [da base] de Otis e que ele precisou de oito minutos para essa chamada (165-66). 66- Aprovação da alegação de que a perda do sinal do transponder torna praticamente impossível para uma aeronave ser localizada pelo radar militar americano (166-67). 67- A afirmação de que a interceptação de Payne Stewart não mostrou que o tempo de resposta do NORAD no caso do vôo AA11 foi extraordinariamente lenta (167-69). 68- A afirmação de que os caças da base Otis permaneceram no chão por sete minutos depois de receber a ordem de decolagem, porque eles não sabiam para onde voar (174-75). 69- A afirmação de que os militares americanos não sabiam que o vôo UA175 desviou-se até 09:30, o momento exato que o avião colidiu com a torre sul do WTC (181-82). 70- A omissão de qualquer explicação da razão do relatório anterior do NORAD, segundo a qual a FAA informou os militares que o voo havia sido desviado UA175 ás 8h43, é agora considerado como falso e como esse relatório, falso, poderia ser publicado e mantido como válido para cerca de 3 anos (182). 71- A afirmação de que a FAA não marcar a reunião, mas a partir das 9h20 daquela manhã (183). 72- Omissão do fato de que um memorando de Laura Brown da FAA diz que a teleconferência foi criado precisamente ás 08:50 e que tratou precisament do vôo UA175 desviado (183-84, 186). 73- A afirmação de que a teleconferência do NMCC (Centro de Comando Militar ou National Military Command Cente) não começou antes de 9h29 (186-88). 74- Falha na afirmação da Comissão de que o vôo 77 não se desviou de seu caminho antes de 08:45, o fato de que a hora mencionada em relatórios anteriores foi 8h46 (189-90). 75- Deixar de mencionar que o anúncio da queda de um avião em Kentucky, logo após o tempo de vôo 77 desapareceu do radar da FAA, foi levado a sério pelos responsáveis ​​da FAA e da unidade anti-terrorista do FBI que o enviaram para a Casa Branca (190). 76- A afirmação de que o vôo 77 voou por cerca de 40 minutos no espaço aéreo americano para Washington sem ser detectado por nenhum radar militar (191-92). 77- Fracasso ao explicar, se o relatório anterior da NORAD, de acordo com o que foi informado -as 9h24- a rota do vôo 77 estava "errada", e como foi que este relatório errôneo pode vir à luz, ou é uma questão de saber se os responsáveis ​​pela NORAD mentiram ou foram "enganados" por quase três anos (192-93). 78- A alegação de que os aviões de combate de Langley, que de acordo com o dito primeiro NORAD foram enviados para interceptar o vôo 77, baseados na resposta a um relatório errôneo de um controlador (não identificado) da FAA das 9h21 de que o voo AA11 ainda estava no voo e se dirigia para Washington (193-99). 79- A afirmação de que os militares não forma contactados pela FAA sobre o provável sequestro do vôo 77 antes do impacto com o Pentágono (204-12). 80- A afirmação de que Jane Garvey não juntou-se a videoconferência de Richard Clarke até 09h40, ou após o impacto com o Pentágono (210). 81- A afirmação de que nenhuma das teleconferências conseguiu coordenar o FAA e as respostas militares aos seqüestros porque "nenhuma das [eles] incluiu as pessoas apropriadas dentro da FAA e do Departamento de Defesa," embora Richard Clarke tenha declarado que sua própria videoconferência incluía o Diretor Jane Garvey da FAA, o secretário da Defesa Donald Rumsfeld e o general Myers Richards, chefe interino das Forças Armadas (211). 82- Declaração da Comissão que esta não sabia quais os membros do Departamento de Defesa participaram da conferência de vídeo com Richard Clarke, quando o próprio Clarke diz no seu livro que era Donald Rumsfeld e o general Myers (211-212). 83- Aprovação da declaração do general Myers que ele estava no Capitólio durante os ataques, sem mencionar o relato contraditório de Richard Clarke, segundo a qual Myers estava no Pentágono e participou da videoconferência de Clarke (213-17). 84- Falta de menção a contradição entre o depoimento de Clarke sobre os movimentos de Rumsfeld naquela manhã e as próprias declarações de Rumsfeld (217-19). 85- Omissão do testemunho de Norman Mineta secretário de Transportes, para a própria Comissão, testemunho de que o vice-presidente Cheney e outros [os presentes] no abrigo subterrâneo foram avisados ​​ás 9h26 de que um avião se aproximava do Pentágono (220 ). 86- A afirmação de que os oficiais do Pentágono não sabiam que um avião estava se aproximando deles antes de 9h32, 9h34 ou 9h36, ou apenas alguns minutos antes do edifício ser atingido (223). 87- Aceitação de duas versões que se contradizem sobre o dispositivo que atingiu o Pentágono: uma que descreve a execução de uma espiral descendente de 330 graus (uma "picada em alta velocidade") e outra que não é mencionado qual a manobra (222-23). 88- A alegação de que os aviões de combate de Langley, que, alegadamente, foram obrigados a decolar rapidamente para proteger Washington do " voo fantasma AA11" não estavam de todo, perto de Washington, porque eles foram enviados para o oceano por engano (223-24) . 89- Ignorando todas as evidências que sugeriam que o que atingiu o Pentágono não foi o voo 77 (224-25). 90- A afirmação de que a FAA não informou aos militares sobre o desvio de Voo 93 antes de cair (227-29, 232, 253). 91- Dupla afirmação de que o NMCC não acompanhou a conferência da FAA e não pode, portanto, conectar a FAA com a teleconferência iniciada pelo NMCC (230-31). 92- Omissão do fato de que o Serviço Secreto tem os meios para que esteja ciente de tudo o que faz a FAA (233). 93- A omissão de qualquer inquérito sobre os motivos para a NMCC começar sua próprio teleconferência se, como disse Laura Brown da FAA - Isso, não faz parte do protocolo padrão (234). 94- A omissão de qualquer indagação sobre por que Geral Montague Winfield não só foi substituído por um "inexperiente" (e estreante), Capitão Leidig, diretor de operações da NMCC mas também sobraram quando ficou claro que o Pentágono enfrentava uma crise sem precedentes (235-36). 95- A afirmação de que a FAA informou (erroneamente) o Serviço Secreto, entre 10h10 e 10h15, que o voo 93 ainda estava em voo e se dirigia para Washington (237). 96- A afirmação de que o vice-presidente Cheney não deu a permissão para filmar até 10:10 (alguns minutos depois da queda do voo 93) e que esta autorização não foi transmitida para a Força Aérea, até 10h31 (237-41). 97- Ignorando todas as evidências indicando que o voo 93 foi abatido por um avião militar (238-39, 252-53). 98- A afirmação de que [o czar contraterrorismo] Richard Clarke não recebeu o pedido de autorização de fogo até 10h25 (240). 99- A omissão do testemunho do próprio Clarke, o que sugere que essa permissão lhe foi pedida por volta de 9h50 (240). 100- A afirmação de que Cheney não desceu para o abrigo subterrâneo PEOC [ou CPOU (correspondente às iniciais de Centro Presidencial de Operações de Emergência]) até 9h58 (241-44). 101- Omissão dos muitos testemunhos, inclusive o de Norman Mineta [secretário de Transportes] para o próprio testemunho da Comissão de que Cheney estava no CPOU antes de 9h20 (241-44). 102- A alegação de que a autorização para abater um avião civil tiveram de ser concedida pelo Presidente (245). 103- A omissão de informações de que o coronel Marr ordenou abater o voo 93 e que o General Winfield indicou que ele e outros [agentes] na NMCC esperavam que um caça atingisse o voo 93 (252). 104 Omissão de relatos de que havia dois aviões de combate no ar a vários quilômetros de Nova York e três apenas a 320 quilômetros de Washington (251). 105- Omissão do fato de que havia pelo menos seis bases com caças em alerta na região nordeste dos Estados Unidos (257-58). 106- Aprovação da declaração do general Myers de que o NORAD havia definido sua missão em termos de defesa apenas contra ameaças dirigidas [aos Estados Unidos] a partir do estrangeiro (258-62). 107- Aprovação da declaração do general Myers que o NORAD não tinha previsto a possibilidade de que um grupo de terroristas pudessem usar aviões sequestrados como mísseis (262-63). 108- Deixar de colocar em perspectiva a importância do fato apresentado no próprio relatório, ou falar de outros fatos que provam que o NORAD havia de fato planejado a ameaça que poderia representar a possibilidade de utilização de aviões sequestrados como mísseis (264- 67). 109- Deixar de explorar as implicações da questão de como eles poderiam influenciar as manobras militares ("jogos de guerra") programados para esse dia no fracasso dos militares, na tentativa de interceptar os aviões sequestrados (268-69). 110- Fracasso em discutir a possibilidade de que o desenvolvimento da Operação Northwoods tenha favorecido os ataques de 11 de Setembro (269-71). 111- Declaração (apresentada para explicar por que os militares não receberam informações sobre os aviões sequestrados com tempo suficiente para conseguir intercepta-los) e que o pessoal das FAA inexplicavelmente falhou 16 vezes na aplicação de procedimentos padronizados (155-56 , 157, 179, 180, 181, 190, 191, 193, 194, 200, 202-03, 227, 237, 272-75). 112- Deixar de mencionar que a independência proclamada da Comissão foi fatalmente comprometida pelo fato de que seu diretor-executivo, Philip Zelikow, era praticamente um membro da administração Bush (7-9, 11-12, 282-84). (END: era um colaborador próximo de Condoleeza Rice) 113- Deixar de mencionar que a Casa Branca primeiro procurou impedir a criação da Comissão [Oficial de Pesquisa sobre os ataques terroristas de 11 de Setembro] e que impediu após o trabalho desta, com um orçamento muito limitado (283-85). (END. Orçamento previsto de 15 milhões dólar quando o filme de ficção "United 93", de Paul Greengrass custou 18 milhões e "World Trade Center" de Oliver Stone custar quatro vezes mais, ou US $ 60 milhões. Em relação ao primeiro ponto, a criação da Comissão não ocorreu até 441 dias após os ataques, e o presidente Bush propôs que fosse presidida por Henry Kissinger ... para logo se retratar perante a crítica violenta da opinião pública contra esta proposta.) 114-Deixar de mencionar que o Presidente da Comissão, e a maioria dos outros membros da Comissão, e pelo menos metade da equipe tinha sérios conflitos de interesse (285-90, 292-95). 115-Falha da Comissão, que se gabou de que a apresentação do seu relatório final, havia ocorrido "sem dissidência" sem mencionar que isso só foi possível porque Max Cleland, o membro mais crítico da Comissão quanto a o desempenho da Casa Branca e que jurou "não ser cúmplice de um processamento de informações tendenciosas" - teve que renunciar seu cargo na Comissão, a fim de aceitar uma posição no Banco Export-Import e que a Casa Branca deu conhecer a sua nomeação para o cargo somente depois que as críticas de Cleland tornaram-se especialmente diretas (290-291). Fonte: sedeinsana.tk/2014/08/115-mentiras-sobre-o-atentado-de-11-de.html?zx=5f030ae910bbba7a

terça-feira, 9 de setembro de 2014

EXÉRCITO AMERICANO DESENVOLVE BALA QUE PERSEGUE ALVO

Foram necessários 6 anos e US$ 25 milhões para que o Exército americano tornasse realidade algo que antes só existia em filmes: uma bala que persegue seu alvo.

O protótipo acaba de ser testado com sucesso pela Agência de Projetos de Pesquisa em Defesa Avançada (Darpa, na sigla em inglês), braço militar americano responsável por desenvolver as armas do futuro. O vídeo da agência mostra o disparo de um rifle de calibre .50 em que o atirador mira não no alvo, mas em outro ponto próximo. Mesmo assim, a bala ajusta seu curso. O vídeo pode ser visto no link: http://bbc.in/1AL9JMZ. A nova munição é parte do projeto Artilharia de Extrema Precisão, que tem como objetivo "melhorar a eficácia de francoatiradores e a segurança das tropas, ao permitir que os tiros sejam disparados de uma distância maior", segundo a página do projeto. "Cada disparo que não atinge o seu objetivo põe em risco a segurança das tropas, porque alerta para a sua presença e, potencialmente, expõe sua posição."

'Santo graal' da balística

O princípio por trás da tecnologia é relativamente simples. A bala recebe sinais enquanto ainda está no ar para que altere seu curso. "A ideia de balas teleguiadas sempre foi considerada o santo graal da tecnologia de projéteis. Mas só recentemente ficaram disponíveis os microssensores que a tornam possível", diz Christopher Shepherd, professor de Ciência Forense da Universidade de Kent e especialista em balística. "É uma tecnologia pioneira, apesar de já ser pesquisada há anos." A tecnologia de sistemas teleguiados já havia sido aplicada a armamentos maiores, como mísseis, mas o sucesso não tinha sido ainda possível com munições menores. "As armas de menor calibre oferecem um espaço limitado para estes tipos de mecanismos. A mudança de massa, e da distribuição de massa, em um projétil pode alterar significativamente o seu rendimento", afirma James Shackel, especialista em balística do Instituto Forense Cranfield. No caso específico da bala inteligente, a Darpa mantém em segredo como funciona o sistema de direcionamento. Mas os especialistas têm algumas pistas. "Anéis em torno da bala podem se contrair e expandir para alterar a distribuição de massa e o fluxo de ar na superfície da bala, o que pode fazer com que ela mude de posição", teoriza Shackel. Mesmo assim, essa mudança de direção tem limites. E as balas de um rifle de calibre .50 são algumas das maiores dentre as munições menores. "Provavelmente só será possível mudar a direção da bala em disparos mais distantes, devido à velocidade com que a bala se move", destaca Shepherd. "O pequeno tamanho da bala também limita a capacidade de frear sua queda de forma significativa para facilitar uma mudança maior de direção."

Guerra moderna

A deficiência do projeto está em que a tecnologia não pode ser aplicada a todos os tipos de conflitos atuais. "A guerra moderna não é travada em campos de batalha como ocorria antes", afirma Shepherd. De acordo com o especialista, as disputas de hoje ocorrem de duas formas. As primeiras são lutas urbanas, em contato próximo com o adversário. Nelas, este sistema seria inútil, dado o curto alcance das balas usadas. O segundo tipo são aquelas travadas a longas distâncias, com atiradores em condições adversas, como a que opôs o Exército americano a militantes talebãs no Afeganistão, com campos montanhosos, pouca visibilidade e onde os alvos não estão na linha de visão. "É um desafio para os atiradores usar a tecnologia atual em condições desfavoráveis, com vento forte e poeira", afirma a página oficial da Darpa. "O novo sistema ajudará a disparar tiros a uma distância maior e atingir um alvo que talvez não esteja na linha de visão, mesmo que isso só ocorra em alguns poucos casos." fonte:bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/08/140731_bala_persegue_alvo_rb.shtml

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

ARMA HIPERSÔNICA EXPERIMENTAL AMERICANA FOI DESTRUÍDA SEGUNDOS APÓS O LANÇAMENTO

O teste de disparo de uma arma hipersônica experimental, capaz de atingir alvos em todo o mundo dentro de uma hora, foi abortada “em segundos”, após teste de tiro no Alasca. Uma arma hipersônica experimental que poderia um dia ser capaz de atingir qualquer alvo em todo o mundo dentro de uma hora, foi destruída segundos após o lançamento de uma área de ensaio militar dos EUA no Alasca. A arma, que está sendo desenvolvida pelo exército dos EUA, se auto-destruiu quatro segundos após seu lançamento no Alasca, no início desta segunda-feira, após os controladores terem detectado um problema com a arma, disse o Pentágono. A arma foi destruída para garantir a segurança pública, e ninguém ficou ferido no incidente, que ocorreu pouco depois de 4:00 EDT (08:00 GMT) na segunda-feira, no Complexo de Lançamento Kodiak, no Alasca, disse Maureen Schumann, porta-voz do Departamento de Defesa dos EUA. “Nós tivemos que abortar. Isso é correto “, disse Schumann. “A arma explodiu durante a decolagem e caiu de volta no complexo” disse ela, acrescentando que a arma foi destruída nos primeiros quatro segundos após seu lançamento. “Eu não sei a altura exata, mas não foi muito longe”, disse ela.
A arma foi desenvolvida pela Sandia National Laboratory e pelo Exército dos EUA, como parte do programa de desenvolvimento de tecnologia dos militares “Conventional Prompt Global Strike”. A arma se destina a dar ao presidente dos EUA “a capacidade de atingir prontamente alvos a uma distância estratégica sem o uso de armas nucleares”, segundo um estudo de impacto ambiental desclassificado lançado em Junho de 2011. Scott Wight, um fotógrafo local, observou o lançamento há cerca de quilômetros de distância. Ele descreveu os segundos da explosão após o foguete virar fora de controle como, “uma visão assustadora para ver” de acordo com a estação de rádio local KMXT. Quando aperfeiçoado, projetistas esperam que a arma seja um “corpo deslizando a velocidade hipersônica”, lançada a partir do nariz-cone de um foguete que irá transporta-la até a borda da atmosfera da Terra, atingindo a velocidade de Mach 5, ou 3.600 milhas por hora. Schumann disse que a arma, conhecida como o “Advanced Hypersonic Weapon”, foi uma das várias plataformas testadas como parte do programa Prompt Global Strike. O míssil tinha voado com sucesso 2.500 quilômetros do Havaí para o Atol de Kwajalein, nas Ilhas Marshall durante um teste anterior, em novembro de 2011, disse ela. A arma, descrita pelo Exército como primeira de seu tipo e deveria voar desde o Alasca até a Kwajalein Atoll durante o teste de segunda-feira. Schumann disse que, além do teste de vôo anterior bem sucedido, a arma hipersônica “tinha passado por uma série de testes em solo, modelagem e simulação.” Ela disse que não iria caracterizar voo abortado na segunda-feira como um recuo significativo para o programa Prompt Global Strike. “Este era um conceito que nós estávamos olhando, dentro de uma gama de possíveis CPG (Convencional Prompt Global Strike) conceitos”, acrescentou. “O programa todo é CPG, não tendo uma programação de eventos a ser seguida. Assim, aprendemos, continuamos aprendendo com uma variedade de testes em solo, modelagem, simulação e outros testes feitos sobre os mais diversos conceitos sob CPG. “ Schumann disse que os funcionários do programa, o Exército dos EUA, Marinha e Agência de Defesa de Mísseis, estão realizando uma extensa investigação para determinar a causa do acidente. A investigação irá ajudar trazendo informações para testes futuros da arma e outros veículos do Conventional Prompt Global Strike, disse ela. ASSISTA O VIDEO: https://www.youtube.com/watch?v=OvG6fnGEL8E Fontes: TheTelegraph defesaaereanaval.com.br/?p=45131

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

UMA VIAGEM NO TEMPO PARA O ANO DE 2749

O Projeto Montauk foi uma série de projetos secretos do governo dos Estados Unidos realizados em Camp Hero ou Estação da Força Aérea de Montauk em Montauk, Long Island com a finalidade de desenvolver técnicas de guerra psicológica e investigação exótico incluindo viagens no tempo. Jacques Vallée descreve alegações do Projeto Montauk como uma conseqüência de histórias sobre o Experimento Filadélfia.
Experimento Filadélfia
Estação da Força Aérea de Montauk
Ed Cameron 1916 / Al Bielek Data de nascimento para Ed Cameron, Al Bielek é a essência regrediu de Ed Cameron. 1927 - Data de nascimento de Al Bielek. As primeiras lembranças de Al são no Natal, quando ele tinha um ano de idade e entender toda a conversa. 1943 - 13 agosto, 1943 - Data do Experimento Filadélfia. Quando Ed e Duncan Cameron saltar do USS Eldridge, ambos da terra no ano de 2137 1953 - Último ano de experiência linear de Ed Cameron. Ed sabia demais e irritou o Dr. Edward Teller. Um grupo de três votaram Ed fora do projeto da bomba atômica e, finalmente, fora da existência como Ed Cameron. Ed é regredido a Al Bielek ao ano de 1927 1983 - Ed e Duncan Cameron encontram-se em Montauk 1983, depois de passar seis semanas, em 2137 Dr. John Von Neumann cumprimenta os dois e convence-los a viagem no tempo de volta para o USS Eldridge em 1943 para destruir o equipamento de controle e fechou a experiência para baixo. 1970-1988 - Al é recrutado para trabalhar em Montauk. Ele mantém o disfarce de seu trabalho regular como um contratante eletrônica, mas trabalha em um estado alterado de Montauk. Ele era um gerente de programa para o programa de Montauk Meninos, participaram dos experimentos de controle mental, e participou activamente em projectos de viagem no tempo. Em 1988, suas lembranças voltaram e acredita que ele não foi usado qualquer outra em Montauk. 2000 - Atualmente Al Bielek fala publicamente sobre seu envolvimento em Montauk e o Experimento Filadélfia. Ele esteve em mais de 50 programas de entrevistas de rádio e um Presentator destaque em mais de 40 conferências. 2137 - Depois de Ed e Duncan pulou do USS Eldridge em 1943, eles desembarcaram no ano de 2137. Ambos passaram seis semanas, em uma cama de hospital se recuperando de queimaduras de radiação sofreu de estar no hiperespaço. Perto do fim da sua estadia, Ed é movido, por meios desconhecidos para ele para o ano 2749. Ed volta de 2751 para pegar seu irmão Duncan e juntos eles viajam de volta a 1983 2749 - Desde 2137, Ed Cameron viaja sozinho para 2749 por um período de dois anos. Ed é um guia de turismo e lembra cidades flutuantes construídas com tecnologia anti-gravidade e de uma sociedade dirigida por computadores. Os programadores dos computadores são chamados de "Asa Makers". Ed teve várias reuniões com o então onde eles explicam sua agenda.Após dois anos, Ed volta para o ano de 2137. O Experimento Filadélfia De acordo com alguns relatos, os resultados reais da experiência envolvem ocorrências muito mais estranho do que qualquer um poderia imaginar. Os testes que estão sendo realizados foram uma tentativa de tornar um navio invisível ao radar inimigo. Este era para ser realizado envolvendo uma 'garrafa' eletromagnético em torno do navio em questão, absorvendo ou desviar as ondas de radar. A garrafa foi criado por dois (ou quatro - contas diferentes) enormes bobinas de Tesla, que atuaram como geradores eletromagnéticos; um foi montado para a frente e um deles foi montado na popa. Outros relatos afirmam que foram usados ​​uma série de geradores magnéticos, chamados degaussers,. Quando ativado, o campo eletromagnético se estendem para fora do navio e desviar as ondas de radar em torno do navio, fazendo com que o Eldridge invisível para os receptores de radar.
Quando o teste real foi posta em prática, um número de efeitos secundários inesperados e bizarros ocorreu. À medida que o campo eletromagnético aumentou na força, ele começou a estender-se até como 100 metros para fora do navio em todas as direções, formando uma grande esfera. Dentro deste campo, o navio tornou-se confuso e indistinto, e uma névoa esverdeada formado em torno do navio, obscurecendo-lo de vista. Eventualmente, o único objectivo era visível o contorno do casco de Eldridge em que entrou água. Então, para a surpresa dos espectadores, todo o navio desapareceu de vista. Foi neste ponto (o desaparecimento de o Eldridge ) que o verdadeiro poder do campo eletromagnético que tinha sido criado foi revelado. O Eldridge não só tinham desaparecido da vista dos observadores em Filadélfia, ele tinha desaparecido de Filadélfia todos juntos! O navio tinha sido imediatamente transportado de várias centenas de quilômetros - da Filadélfia para Norfolk, Virginia. Depois de alguns minutos, o navio uma vez desaparecido, para retornar para a Filadélfia. Para a Marinha, o teste teve sucesso além de seus sonhos. Não só tinham tornado um navio invisível ao radar, eles tinha feito opticamente invisível, bem como, para não mencionar fazendo com que o navio se teletransportar de centenas de quilômetros, em questão de minutos. Para a equipe, no entanto, a viagem tinha sido um pesadelo. O teste tinha conseguido tornar todo o navio "fora de fase" com o universo circundante, razão pela qual ele foi capaz de viajar a partir de Filadélfia para Norfolk instantaneamente . Este efeito phasing teve efeitos drásticos sobre os membros da tripulação. Durante o experimento, os membros da tripulação descobriram que podiam caminhar através de objetos sólidos, e quando o campo foi desligado, os homens foram encontrados embutidos nas anteparas, decks e parapeitos do navio.
Os resultados foram horrível o suficiente para que alguns homens enlouqueceram. Depois disso, vários membros da tripulação simplesmente desapareceu. Alguns desapareceram no ar; um, jantando com sua família, levantou-se, atravessou uma parede e nunca mais foi visto. Alguns homens entraram no que foi chamado de "congelar". Este é o lugar onde um homem desapareceu de vista, incapaz de se mover, falar ou afetar seu entorno. Inicialmente, o efeito Congelar durou apenas alguns minutos a algumas horas. Curiosamente, tripulantes invisíveis ainda eram visíveis a outros marinheiros que haviam sobrevivido à experiência original. Depois de um tempo, o efeito Congelar durou por dias ou meses, e tornou-se conhecido como o " Deep Freeze "(outros termos incluem" Caught in the Flow ',' Caught in the Push ',' ficar preso ',' passar em branco ', 'Inferno Incorporated' ou 'Preso em melaço). O Deep Freeze poderia levar um homem insano em muito pouco tempo, e só foi capaz de ser neutralizado se outros tripulantes realizada uma "Imposição de Mãos 'técnica para dar a força vítima e permitir-lhe recuperar de sua aflição. Infelizmente, dois homens explodiu em chamas enquanto Imposição de Mãos, queimando por 18 dias, apesar de todas as tentativas de apagar o fogo. Vendo o horrível efeitos depois de o experimento, a Marinha interrompido tudo mais investigação sobre radar e invisibilidade óptica. Os tripulantes sobreviventes receberam alta como mentalmente incapaz para o serviço, e muitos foram colocados em manicômios. No entanto, a ciência não foi bem feito a realização de pesquisas sobre os campos electromagnéticos ou radar e seus efeitos sobre a mente humana. Rainbow Project pode ter sido dissolvida, mas o Projeto Fênix estava apenas começando. VEJA AS FOTOS ORIGINAIS ABAIXO:
Projeto Montauk
O Projeto Montauk foi acusado de ser uma série de projetos secretos do governo dos Estados Unidos realizado em Camp Hero ou Air Force Station em Montauk em Montauk, Long Island com a finalidade de desenvolver técnicas de guerra psicológica e investigações exóticas, incluindo a viagem no tempo, viagem no hiperespaço, invisibilidade a luz visível, infravermelha e radar. Devido à falta de evidências para apoiar grupo de hipóteses, os críticos argumentam que o Projeto Montauk é uma teoria da conspiração ou apenas uma lenda urbana ou um absurdo. Jacques Vallée descreve as alegações do Projeto Montauk como uma conseqüência de histórias sobre o Experimento Filadélfia. Fontes: http://www.themistsofavalon.net/t3438-al-bielek-timetravel-to-2749-montauk-project-philadelphia-experiment // http://www.bibliotecapleyades.net/montauk/esp_montauk_3.htm // http://pt.wikipedia.org/wiki/Projeto_Montauk // http://ufosonline.blogspot.com.br/2014/03/viagem-no-tempo-para-2749-montauk.html

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

MILITARES NORTE-AMERICANOS QUEREM CONTROLAR O CLIMA

Os serviços secretos dos Estados Unidos estão interessados na possibilidade de controlar o clima na Terra. O respectivo estudo foi encomendado à Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos pela Agência Central de Inteligência (CIA). Isso deu origem a receios de que os norte-americanos possam vir a obter uma arma climática ofensiva. Para estudar as possibilidades de geoengenharia, a CIA alocou 630 mil dólares. Por esse dinheiro os cientistas devem, durante 21 meses, explorar as possibilidades de impacto humano sobre condições meteorológicas. Além disso, os especialistas foram encarregados de descobrir que ameaças a geoengenharia pode trazer para a segurança nacional. Por si próprio, este estudo parece bastante inofensivo. No entanto, o seu financiamento com dinheiro da CIA deu razão para supor que na verdade os norte-americanos esperam desenvolver uma arma climática. É bastante difícil entender o quanto esta suposição é justificada. A maioria dos especialistas entrevistados pela Voz da Rússia se recusou a comentar o assunto. No entanto, ninguém negou o fato de que militares em todo o mundo já há muito que sonham com armas climáticas. O diretor do Instituto de Análise Política e Militar Alexander Sharavin comentou a situação:
“Todos os principais países do mundo começaram desenvolvendo armas climáticas há muito tempo, talvez mais de 50 anos atrás. Uns avançaram nessa área mais, outros menos. Já conhecemos casos de influência externa sobre o clima. A questão aqui não é se é possível ou não afetar o clima, mas quais serão as consequências. O mais difícil nesta área é prever o resultado. E por isso eu acho que não podemos chamar o que está sendo feito atualmente nesta área, de armas. É por isso que as somas atualmente alocadas para investigações nesta área pelo governo dos EUA são muito pequenas. Estamos falando de centenas de milhares de dólares. E isso, é claro, são somas ridículas para desenvolver quaisquer novas armas.”
Entretanto, sabe-se de um caso em que os Estados Unidos influenciaram o clima a fim de alcançar sucesso militar. Isso aconteceu durante a campanha do Vietnã. Na altura, os norte-americanos realizaram a operação "Espinafre" (Popeye): na época das chuvas, eles pulverizaram desde aviões iodeto de prata em forma finamente dispersa. Isso resultou em precipitação triplicada, e a duração das chuvas aumentou em metade. Isso, por sua vez, levou as estradas e caminhos pelos quais os guerrilheiros recebiam armas e munições a se transformarem num pântano completo. No entanto, na mesma altura também se tornou claro que tais métodos de guerra são muito caros e seus efeitos são de curta duração. No entanto, a crença de que os norte-americanos são capazes de causar “danos climáticos” a seus inimigos, continua viva até hoje. Assim, em setembro do ano passado, o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad disse que os inimigos estão causando secas na república islâmica. E antes disso, o falecido líder venezuelano Hugo Chávez acusou os Estados Unidos de envolvimento nos terremotos na China e no Haiti em 2010. Na Rússia, houve uma altura em que a culpa pelo calor anômalo no país era atribuída à estação americana HAARP, lembra o diretor do Centro de programas climáticos do Fundo Mundial para a Natureza (WWF) Alexei Kokorin: "A estação de comunicação longínqua HAARP, no Alasca, basicamente um forno de micro-ondas gigante, é bem conhecida. E quando em Moscou estava um calor terrível em julho de 2010, houve rumores de que isso poderia ser consequência da atividade da estação. Em princípio, tal estação é capaz de fazer um buraco nas nuvens, mesmo a uma grande distância. Outra coisa é que durante o calor em Moscou nada parecido foi registrado." A estação HAARP não é um projeto único. Placas térmicas ionosféricas semelhantes funcionam em outros países também. Inclusive na própria Rússia, na região de Nizhny Novgorod. A única diferença é que a maioria dos dados obtidos pelo HAARP são secretos, e o próprio projeto foi desenvolvido com a participação do Exército e da Marinha dos EUA. Talvez tenha sido justamente esse fato que contribuiu para a demonização da imagem da estação HAARP. Seja como for, a estação foi encerrada recentemente. No orçamento simplesmente não houve dinheiro para manter o seu funcionamento. Fonte. http://portuguese.ruvr.ru/2013_07_26/Militares-norte-americanos-querem-controlar-o-clima-6853/

sábado, 9 de agosto de 2014

ARGILAS RARAS ENCONTRADAS NOS EUA CONSEGUEM COMBATER DE MODO EFICAZ SUPERBACTÉRIAS

A OMS (Organização Mundial de Saúde), tem chamado a resistência aos antibióticos de “ameaça global de segurança de saúde”. Só nos Estados Unidos, mais de 2 milhões de pessoas foram infectadas com bactérias resistentes a múltiplas drogas. São as chamadas ‘superbactérias’. Um estudo recente, conduzido por Lynda Williams, da Universidade Estadual do Arizona, sugere que os minerais encontrados em depósitos de argila podem ser uma boa fonte de antibióticos combatentes das superbactérias. Os resultados foram publicados na revista Environmental Geochemistry and Health “Como cepas bacterianas resistentes aos antibióticos surgem e representam um aumento dos riscos de saúde, novos agentes antibacterianos são urgentemente necessários”, explicou Williams, em um comunicado à imprensa. Uma técnica milenar – e popular -, consistia em aplicar argila em feridas, antes de qualquer conhecimento de patógenos ou antibióticos existir. Williams publicou um artigo em 2012 que explorou o potencial antibiótico de duas argilas verdes francesas, ricos em ferro de esmectita, quando em contato com úlceras de Buruli. As infecções são causadas pela Mycobacterium ulcerans, provocando uma lesão necrótica que pode levar à incapacidade ou morte se não for tratada. Embora a argila tenha sido eficaz em matar as bactérias, ao término do efeito, era difícil achar combatentes semelhantes. Esta pesquisa recente explorou a eficácia do antibiótico proveniente do barro de um depósito, localizado em Oregon, nos EUA. As argilas do local provavelmente foram formadas há 20 ou 30 bilhões de anos e incorporaram depósitos de cinzas vulcânicas. Haviam quatro tipos de argilas amostradas a partir desta região: duas azul, uma branca e uma vermelha. As duas amostras de argila azul eliminaram superbactérias completamente. A S. aureus (MRSA) era totalmente resistente a meticilina, além de outros antibióticos. A E. coli testada também era resistente e considerada uma superbactéria. A argila branca foi eficaz não só contra a E. coli como também contra a S. epidermidis, mas a argila vermelha não demonstrou nenhuma ação antibiótica com relevância. “Até o momento, as argilas antibacterianas mais eficazes são aquelas do depósito de Oregon”, afirmou Williams. Williams e sua equipe foram capazes de aprender mais sobre o mecanismo que combate essas bactérias infecciosas, tendo como base a sua pesquisa anterior com os depósitos franceses. Nossa pele, tipicamente, tem um pH abaixo de 5,0, tornando-a ligeiramente ácida. Isso contribui para manter as bactérias ativas. No entanto, feridas crônicas são geralmente mais alcalinas. “Argilas antibacterianas podem amortecer feridas a um pH baixo”, explicou Williams. “As argilas podem mudar o ambiente da ferida para uma faixa de pH que favorece a cura, ao matar as bactérias invasoras”. Além disso, os minerais da argila captam o ferro rapidamente, o que acaba sendo forte demais para as proteínas de armazenamento no interior das bactérias. Como o ferro oxida, ele cria moléculas que danificam a célula, matando a bactéria. Hoje, muitos tratamentos disponíveis danificam o organismo com efeitos colaterais desagradáveis. Compreender o funcionamento desse novo método de tratamento é importante para ajudar a tratar infecções bacterianas que são resistentes às drogas tradicionais, proporcionando uma nova saída e possibilidades maiores de cura. FONTE:Jornal Ciência