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sábado, 13 de agosto de 2016
O AUMENTO DAS TEMPERATURAS MARINHAS ESTÁ DESTRUINDO FLORESTAS DE ALGAS AUSTRALIANAS RAPIDAMENTE
O aumento das temperaturas do mar ao longo da costa da Austrália levou a enorme deterioração das florestas de algas marinhas, segundo a New Scientist. Em um estudo publicado na Science desta semana, pesquisadores da Universidade da Austrália Ocidental em Perth encontraram uma correlação entre o aumento das temperaturas no Oceano Índico e as mudanças nas populações de algas. No ano passado, os pesquisadores não encontraram sinais de recuperação de algas marinhas na área após a onda de calor recorde de 2011.
De acordo com a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA), a alga marinha requer temperaturas entre 5 e 20 graus Celsius para sobreviver. Em 2011, as temperaturas ao nível da superfície do mar ao largo da costa da Austrália Ocidental atingiu mais de 2 graus Celsius acima da média. Cerca de 90% das florestas de algas da Austrália foram destruídas entre 2010 e 2013, de acordo com o The Guardian. Como o New Scientist destaca, é a maior e mais rápida perda de grande parte das florestas de algas já documentada.
Essas florestas fornecem oxigênio e um habitat para a vida marinha, e conforme as temperaturas sobem, as algas continuarão a recuarem para o sul. Peixes tropicais e recifes de coral que se saem melhor em águas mais quentes vão assumir os locais antigos das florestas de algas marinhas, relata o New Scientist.
“Foi um choque ao voltar a esses locais de mergulho e, de repente perceber, ‘Wow – isso está completamente diferente'”, r disse o pesquisador-chefe Thomas Wernberg ao New Scientist . “Quando fomos até as regiões do norte e vimos que tudo estava acabado, isso foi devastador.”
FONTE: curioso.blog.br/post/aumento-temperaturas-marinhas-destruindo-florestas-algas-australianas-rapidamente/
domingo, 26 de julho de 2015
DEPRESSÃO DESTRÓI PARTES DO CÉREBRO, AFIRMA ESTUDO
A depressão persistente é causadora de danos cerebrais ao invés de ser um fator predisponente para isso, concluíram pesquisadores após décadas de hipóteses não confirmadas.
Um estudo publicado hoje na revista Molecular Psychiatry provou de uma vez por todas que a depressão recorrente encolhe o hipocampo - uma região do cérebro responsável pela formação de novas memórias - levando a uma perda da função emocional e comportamental.
O encolhimento do hipocampo tem sido associado à depressão, mas estudos anteriores não foram conclusivos. Amostras de pequenas dimensões, variando os tipos de níveis de depressão e de tratamento, assim como a variação nos métodos de recolha e interpretação dos resultados, em conjunto conduziram a resultados inconsistentes e muitas vezes conflitantes.
Agora, através de uma análise global e transversal de imagens cerebrais de 9.000 pessoas, os cientistas foram capazes de conclusivamente associar os danos cerebrais à depressão. O encolhimento do hipocampo surge naqueles em que a depressão começa cedo (antes da idade de 21), assim como em pessoas que têm episódios recorrentes de depressão.
Os pesquisadores notaram que era essa persistência que produzia o dano. De facto, aqueles que têm apenas um episódio de depressão não têm um hipocampo menor, por isso o tamanho do hipocampo não é um fator predisponente, mas uma conseqüência do estado da doença. Isso coloca a ênfase na identificação precoce dos casos persistentes ou recorrentes mais graves.
É importante ressaltar que, em sistemas de identificação precoces, os cientistas devem dar atenção aqueles em que a depressão persiste ou é recorrente, porque eles são os únicos que vão ser mais prejudicados do ponto de vista do dano cérebro.
Os pesquisadores utilizaram dados de scans de ressonância magnética (MRI) do cérebro e dados clínicos de 1.728 pessoas com depressão major e 7.199 indivíduos saudáveis, combinando 15 conjuntos de dados da Europa, EUA e Austrália. As amostras foram obtidas a partir da base de dados de grupo Enigma - um consórcio internacional que investiga perturbações psiquiátricas.
Este estudo confirma - numa amostra muito grande - uma descoberta que tem sido relatado em algumas ocasiões. É interessante que nenhuma das outras áreas subcorticais do cérebro sofram um efeito tão nefasto de forma tão consistente. Por esse motivo, também se confirma que o hipocampo é particularmente vulnerável à depressão.
O hipocampo faz parte do sistema límbico do cérebro, ou do que é conhecido como o seu centro emocional. O sistema também contém a amígdala, uma outra parte do cérebro que parece também ser afetada pela depressão, mas em menor escala. O hipocampo desempenha um papel importante na consolidação e formação de novas memórias.
Ainda assim, e apesar dos resultados do estudo serem importantes, eles não são susceptíveis de afetar imediatamente o tratamento clínico dos pacientes com depressão. Tal não acontecerá do dia para a noite, mas a investigação não deixa de ter implicações para o desenvolvimento de melhores tratamentos para a depressão.
Assim, os investigadores devem no futuro medir os volumes das regiões individuais dentro do hipocampo, que são responsáveis por diferentes funções cognitivas. Ter uma melhor compreensão de como são as diferenças de volume regionais proporcionará uma maior capacidade para tirar conclusões que visem o tratamento.
Os cientistas esperam agora confirmar os danos do hipocampo na depressão através de estudos empíricos dirigidos precisamente a verificar esse facto. É importante notar, contudo, que os efeitos da depressão sobre o cérebro são reversíveis com o tratamento certo para o indivíduo, até porque o hipocampo é uma das áreas mais importantes de regeneração do cérebro, concluem os pesquisadores.
FONTE:ciencia-online.net/2015/07/depressao-destroi-partes-do-cerebro.html
sábado, 11 de julho de 2015
CONHEÇA ARMA DOS EUA QUE DISPARA PULSOS ELETROMAGNÉTICOS PARA DESTRUIR APARELHOS ELETRÔNICOS
Uma das armas mais high-tech da Força Aérea dos EUA é a uma ferramenta que não machuca pessoas, mas destrói dispositivos eletrônicos.
O CHAMP – Projeto de Míssil Antecipado de Micro-Ondas de Alta Potência Contra Eletrônicos, na sigla em inglês – é um aparelho feito para fritar computadores. Ele emite fortes correntes de energia micro-ondas que podem derrubar servidores e infraestruturas inimigas inteiras sem explodir tudo ao redor.
A Força Aérea confirmou recentemente que o CHAMP está em atividade, apesar de ainda não ser possível enviá-lo em um míssil controlado remotamente. O Congresso americano recentemente pressionou a Força Aérea para preparar a tecnologia para combate, mas eles talvez estourem o prazo para entregá-la até 2016.
O CHAMP é certeiro o suficiente para mirar em prédios individuais, o que significa localizar com precisão sistemas específicos, derrubando-os sem destruir eletrônicos inocentes aos arredores. Diferente de bloqueadores de sinais, o CHAMP destrói ou danifica eletrônicos permanentemente, fazendo dele uma potente arma para atrapalhar planos inimigos.
Em 2012, a Boeing testou com sucesso um míssil que carregava o CHAMP, derrubando a energia de todos os dispositivos eletrônicos presentes em um prédio de dois andares. Para este teste, foi usado um míssil teleguiado AGM-86, mas o laboratório de pesquisa da Força Aérea recentemente escolheu o míssil ar-superfície JASSM-ER para carregar as armas CHAMP. Um drone ou aeronave também podem levar a arma, dependendo da missão.
Essa está longe de ser a primeira vez que militares fizeram experimentos com armas de pulsos eletromagnéticos. Ogivas nucleares, inclusive, geram energia eletromagnética capaz de fritar eletrônicos, mas elas também destroem uma grande área geográfica, além de matar incontáveis pessoas. O CHAMP é um passo à frente na guerra eletrônica porque é feito sob medida para minimizar danos colaterais. [Digital Trends via CNN]
Fontes: digitaltrends.com/cooltech/us-air-force-confirms-boerings-eletromagnetic-pulse-weapon //edition.cnn/videos/us/2015/05/25/orig-boerings-eletromagnetic-pulse-weapon.cnn //http://gizmodo.uol.com.br
domingo, 21 de junho de 2015
DERIVADO DO ABACATE DESTRÓI CÉLULAS DE LEUCEMIA
O composto, chamado avocatin B, endereços seletivos destas células em forma leucemia mieloide aguda, o que faz com que este tipo de tumor é frequentemente recorrente após alguns anos
Rico, cremoso, nutritivo e agora eficaz contra o câncer.
Uma investigação revela que as moléculas derivadas de abacates poderia ser eficaz no tratamento de leucemia.
A equipe viu Pablo Spagnuolo, da Universidade de Waterloo (Canadá), que descobriu que um lípido presente no abacate lutas
A leucemia mieloide aguda (LMA) para tratar a raiz da doença, as células estaminais de leucemia. Atualmente, existem poucos tratamentos farmacológicos disponíveis para pacientes que têm como alvo as células-tronco de leucemia.
A leucemia mieloide aguda é uma doença devastadora, e é geralmente fatal dentro de cinco anos após o diagnóstico em 90% das pessoas com idade acima de 65 anos anos.
Mas de acordo com Spagnuolo, uma droga derivada destes compostos abacate poderia aumentar a expectativa de vida e qualidade de vida para os pacientes. "O câncer de células-tronco é realmente o que impulsiona a doença", diz Spagnuolo, e é em grande parte " a razão pela qual muitos pacientes sofrem uma recaída de leucemia. " Sua equipe tem feito uma série de testes para determinar como esta nova droga funciona em um nível molecular e confirmou que visa seletivamente as células-tronco do câncer, preservando as células saudáveis. Spagnuolo pesquisa está publicada na " Cancer Research ", e os autores já depositado um pedido de patente para a utilização do composto, chamado avocatin B para o tratamento de leucemia mieloide aguda. efeito seletivo "é uma época excitante; avocatin B não só elimina a origem da LMA, mas para ter um efeito seletivo faz com que seja menos tóxica. "
Mas reconhecendo o investigador principal anos, ainda que podem ser utilizados em pacientes, mas Spagnuolo já está carregando experimentos para começar a Fase I de ensaios clínicos equipe Spagnoulo é um dos muitos que investiga em busca de drogas a partir de compostos derivados de alimentos, chamados nutracêuticos.
Segundo o especialista, há muitas aplicações potenciais para avocatin B mais Além oncologia, e que a droga é apenas um dos vários compostos promissores Spagnuolo e sua equipe isolados a partir de uma biblioteca de nutracêuticos .
A maioria dos laboratórios usam extratos de alimentos ou plantas, mas Spagnuolo preferiu precisão nutracêuticos usando estruturas mais definidos.
Esta equipe investiga em busca de drogas de compostos derivados de alimentos, nutracêuticos chamados "Os extractos são menos refinados como o conteúdo pode variar de planta para planta e de ano para ano, dependendo de vários fatores: solo, localização, quantidade de luz solar ou chuva ", diz Spagnuolo.
Além disso, "a avaliação de um medicamento nutracêutico como uma possível análise molecular requer um nível profundo que proporciona uma compreensão detalhada de como funcionam nutracêuticos, o que significa que se podem reproduzir os efeitos de uma maneira mais precisa.
E esta sublinha é crítico para se movimentar com segurança o nosso trabalho de laboratório de forma fiável, mesmo fármaco que pode ser usado em doentes oncológicos. "
Fonte: http://es.sott.net/article/39000-Un-derivado-del-aguacate-destruye-las-celulas-madre-de-la-leucemia
terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
NASA ADVERTE: ALIENÍGENAS PODERIAM NOS ESCRAVIZAR, NOS DEVORAR E DESTRUIR A TERRA
Os cientistas da NASA apontam para um número de possíveis cenários de invasão alienígena e avisar, entre várias hipóteses, que uma possibilidade seria a de considerar a poluição na Terra como uma ameaça que sai do controle, que atacam e destroem o nosso planeta doente da poluição e aqueles que sonham com alienígenas amigáveis ficaria decepcionado.
Indicam que, se a Terra é vista de longe, as mudanças na atmosfera poderia evidenciar-nos como uma civilização que saiu do controle, de modo que os extraterrestres poderiam concluir para realizar um ataque preventivo para proteger esta ameaça terras para sua própria vida .
Devorar ou escravizar
Outra hipótese considera uma invasão de alienígenas hostis que procuram comer-nos ou nos escravizar, ou querem melhorar a sua infra-estrutura tecnológica para rapinar na Terra. Shawn Domagal-Goldman proeminente pesquisador e sua equipe de cientistas arrastou uma série de cenários que podem nos ajudar em contato com outras formas de vida. É um trabalho feito pela NASA e da Universidade Estadual da Pensilvânia para responder à pergunta: O contato com extraterrestres viria beneficiar ou prejudicar a humanidade? O relatório foi elaborado para aumentar as chances benéficos, neutros e nocivos e preparar a humanidade para a possibilidade de um encontro com extraterrestres na Terra.Possibilidades Beneficentes
Envolver apenas uma detecção de nosso mundo com implicações filosóficas. Os alienígenas iriam cooperar em argumentos científicos e matemáticos, aconselhamento para evitar uma catástrofe global ou para resolver nossos problemas.Mesmo no caso de extraterrestres que não cooperam, a humanidade iria superar uma ameaça.Neutro
Seria invisível para nós, eles iriam esconder intencionalmente.Sem querer, passaria despercebida ser diferentes estilos de vida, sem vontade de se comunicar.Visível, mas diferente. Falta de interesse não seria útil, só um pequeno desconforto.Nocivo
Causa dano intencional, ser Aliens egoístas com intenção de nos comer, escravizar ou de ataque. Podem querer melhorar a sua infra-estrutura usando nossos recursos ou nos vêem como uma ameaça. Nós não intencionalmente causamos doenças, danos físicos, vírus cibernéticos, risco biológico ou teria um impacto cultural desmoralizante. Os cientistas acreditam que o melhor a humanidade pode resgatar informações para superar a fome, a pobreza e as doenças. Em um cenário alternativo humanidade triunfar sobre os alienígenas e aprender com a sua tecnologia. O relatório diz que "nestes benefícios cenários humanidade, não só a partir da vitória moral maior para ter derrotado um rival gigante, mas a oportunidade de realizar a engenharia reversa de tecnologia inteligente extraterrestre. Em uma categoria neutra homem pode sentir-se indiferente para os alienígenas ser impossível de se comunicar. Outra possibilidade sugere muito burocrático e chato para os extraterrestres para formar o "Galactic Club" e pode até ser um incômodo. Os cenários mais prejudiciais caberia cenas apocalípticas de Hollywood, como "Dia da Independência", com ataques destrutivos em nosso planeta ou doenças que poderiam acabar com toda a população. Estudiosos sugerem que estas hipóteses podem ajudar a humanidade a sobreviver contra esses eventos, incluindo advertências contra as emissões que podem ajudar os extraterrestres que poderiam aprender sobre a nossa biologia. Considere a primeira parte do nosso contato é limitado a matemática até que tenhamos uma ideia melhor do tipo de Aliens com que tratamos. O cenário de um ataque preventivo para destruir é particularmente provável nos estágios iniciais de nossa expansão, pois uma civilização pode tornar-se cada vez mais difícil de destruir, uma vez que se expande. A probabilidade de que o crescimento da civilização que transforma a atmosfera o suficiente para ser detectado a partir do espaço nos pode dar uma razão para reduzir a destruição de ecossistemas e limitar as emissões de gases tóxicos. Note-se que quando os cientistas falam de possibilidades "amigável" Alien ensinando-nos a sua parada ciência lá, não há outra possibilidade mais sinistra arrastou-lo: por exemplo, se um invasor chega a uma aldeia de homens das cavernas que não conhecem nem o fogo, não Eles servem tanto como escravos. Então opte por dar-lhes as habilidades que os tornam úteis, só então, mais tarde, aprender útil como escravos ... Da mesma forma, para os extraterrestres avançadas gostaríamos homens das cavernas, para que possamos ensinar a ciência não seria necessariamente um sinal de bondade, mas poderia estar se preparando para sermos escravos úteis. FONTE: https://luxveritatem.wordpress.comquarta-feira, 3 de setembro de 2014
A INTERNET PODE SER DESTRUÍDA??? VEJA ALGUMAS MANEIRAS DE FAZER ISSO
A Internet é uma das maiores e melhores invenções já criadas. Por isso, por conta de sua abrangência e poder, acredita-se fielmente que ela seja indestrutível. De fato, alguma vez você já se pegou pensando sobre isso ?¿ Alguma vez já imaginou o que aconteceria se a internet fosse destruída completamente?Isso seria uma catástrofe gigantesca, haveria perdas monetárias enormes e uma grande decepção geral. Resumindo, todos nós sabemos quais seriam as consequências desastrosas de uma possível “Destruição Da Internet” e temos exemplos recentes disso. Um site Australiano publicou uma matéria mostrando 10 fatores que poderiam – em teoria – destruir a Internet. Nem todos os métodos descritos são possíveis mas, existem alguns que são muito aplicáveis e até já nos afetaram de alguma forma no passado recente. Por exemplo, No ano passado todo o tráfego da Internet no Oriente Médio e certas partes da Ásia foi severamente afetado quando um par de cabos submarinos se partiu.
E se todos os cabos submarinos ou backbones conectando todos os continentes fossem cortados de uma forma coordenada ?¿ Além disso, existe a possibilidade da criação de botnets afetando centenas de milhões de computadores que, automaticamente distribuiriam softwares maliciosos, vírus, spam e cavalos de tróia, na tentativa de infectar outros computadores. Os computadores infectados poderiam ser programados para acessar todos os sites populares como Google, Facebook, Twitter e muitos outros ao mesmo tempo, criando assim um ataque DDoS. Existem várias outras possibilidades plausíveis e por isso, um colapso global da Internet não é tão impossível como se imagina.
1. Destruição Dos Cabos Submarinos
Os Cabos Submarinos começaram a ser implantados em meados do século 19 e vem se desenvolvendo desde então. Eles interligam países e continentes e permitem que as pessoas se comuniquem por telefone e internet, assistam televisão ou que as empresas transmitam dados.(Fonte: folha.uol.com.br).
Para Destruir a Internet, um ponto inicial estratégico seria a destruição destes cabos submarinos que conectam os continentes, e isso nem é tão difícil assim. Já houveram ocorrências de rupturas causadas por Terremotos, Maremotos, Grandes Migrações de Peixes e até Mordidas de Tubarões.
2. Guerra Cibernética
O Ciberespaço pode se tornar um campo de batalha para escolher os países que ganhariam a supremacia no mundo da internet e isso a tornaria uma arena internacional. As Nações poderiam implementar exércitos de hackers, em vez de militares das forças armadas, para interromper as comunicações, lançando vírus imbatíveis e bloquear a internet. Assim, se duas ou mais superpotências entrarem em uma ciberguerra desta forma, o custo disto tudo não seria em sangue, mas em paginas 404.
3. Ataque Ao Sistema DNS
O pesquisador e especialista em segurança Dan Kaminsky descobriu em 2008 uma falha grave no DNS, sistema de nomes de domínio na internet, e revelou que a rede está sujeita a uma série de possíveis ataques a URLs. Esta falha de segurança permitiria aos hackers redirecionar os usuários ao acessarem uma pagina ou bloquear todas as paginas que desejassem.
“Você teria a internet, mas não seria exatamente a internet como você esperava… Os hackers poderiam controla absolutamente tudo na internet.” disse o analista de segurança Rich Mogull, da Securosis.4. Destruição Do Hardware Destruir o hardware que permite acesso à internet seria improvável, mas não impossível. Isto significaria que cada sistema de comunicação único on-line que permite o funcionamento da internet teria que ser desativado ou destruído. Uma maneira seria desativar todos os dispositivos eletronicamente com um pulso eletromagnético dentro de um raio de grande abrangência. Mas, isso não seria eficaz em escala mundial, a não ser que a idéia pudesse ser manipulada para a aplicação de um Pulso global, o que não parece ser realisticamente viável. 5. Censura A Internet sempre foi conhecida como uma Rede Mundial para a expressão do livre pensamento e divulgação de idéias mas, acredite ou não, alguns países aplicam censura ao material publicado. Países como a China, que implantaram um forte controle de censura, na tentativa de neutralizar a oposição política. Isso é conhecido como "O Grande Firewall da China". Então, aplicar um controle mundial de Censurar a Internet atingiria toda a comunidade global, e poderia destruir a rede. 6. Botnets A implantação de uma enorme BotNet, ou várias Botnets trabalhando em conjunto, poderia destruir a internet em pouco tempo. As BotNets são redes de computadores infectados por um software malicioso que controla remotamente os PCs das vítimas, os chamados “Computadores Zumbis”. O Conficker por exemplo, criou uma botnet particularmente desagradável. Estima-se que ele se propagou em quase nove milhões de computadores em todo o mundo e tinha o potencial de produzir 10 Bilhões de artigos de spam por dia. 7. Spam O Spam é uma consequência inevitável da internet com anunciantes, e Spammers que tentam explorar usuários do mundo todo, usando milhares de computadores zumbis. O spam poderia ser utilizado para destruir a internet pois, além de muito chato, ele pode ser utilizado para transmitir vírus, trojans e softwares mal-intencionados com a intenção de corromper mais computadores, transformando-os em zumbis e posteriormente utilizando-os com um ataque em escala global. 8. Um Vírus Indestrutível Se fosse criado um Super Vírus de computador, que tivesse alta capacidade para se espalhar, que fosse potencialmente veloz, que se propagasse em escala global, e que finalmente se tornasse indetectável ou indestrutível poderia destruir a internet. 9. Hackear Os Servidores Existem Grandes Fornecedores de Acesso à Internet ( ISPs ) em todo o mundo, e eles são responsáveis por grande parte do funcionamento da internet mundial. Se estes servidores fossem atacados ou destruídos de forma sistemática, muitas pessoas perderiam o acesso on-line. Esta seria, essencialmente, uma das formas de se destruir a internet e todo o seu trafego. 10. Desligar Tudo Desligar tudo significa que todos os usuários conectados à internet desligariam seus acessos, e isso seria algo devastador para a internet e os seus links que não receberiam mais cliques, seus vídeos que não seriam mais assistidos, e muitas outras coisas que perderiam a utilidade e o uso mas, acredito que essa é a possibilidade mais improvável de todas essas ;) De tudo isso o que se tira é que, pode ser que em algum lugar do mundo exista alguém realmente levando a sério a idéia de “Destruir A Internet”, e se isso for verdade, provavelmente essa pessoa ou grupo já cogitou algumas dessas idéias, e também elaborou outras tramas cinematográficas para atingir os seus objetivos. Mas, a verdade é que a Internet é como um cubo mágico, com seus vários lados, cores e possibilidades. Algumas pessoas a consideram extremamente nociva, e para outros ela é a melhor coisa que já existiu. Além de tudo o que é fantasia, a Internet se consolidou como uma ferramenta muito útil para o mundo inteiro quando bem utilizada. A informação, as noticias, as imagens, o conhecimento e muitas outras coisas ficaram acessíveis de maneira fácil e direta de forma muito abrangente e eficaz. Então, imaginar maneiras de barrar essa onda torna-se apenas um exercício utópico, executado meramente por pura curiosidade. É bem verdade que muitas destas possibilidades são passiveis de serem executadas, ou até mesmo de acontecerem de forma natural. Porém, mesmo apesar dos problemas normais da internet, como vírus, spam, hackers e outras coisas, ela se tornou gradativamente um dos objetos mais desejados e consumidos por nós todos. E todos nós sabemos que aconteça o que acontecer ao mundo, é impossível imaginar a humanidade sem a Internet como ela é hoje. Mesmo que por um grave acaso do destino algum destes fatos acontecesse e conseguisse parar a Internet, não demoraria muito tempo para que alguém, de alguma forma, conseguisse restabelecer as conexões e o motor da Word Wide Web estaria de volta rapidamente e funcionando a todo o vapor… FONTES: news.com.au // folha.uol.com.br// http://manicotec.blogspot.com.br/2009/09/internet-pode-ser-destruida-10-setembro.html
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
ARMA HIPERSÔNICA EXPERIMENTAL AMERICANA FOI DESTRUÍDA SEGUNDOS APÓS O LANÇAMENTO
O teste de disparo de uma arma hipersônica experimental, capaz de atingir alvos em todo o mundo dentro de uma hora, foi abortada “em segundos”, após teste de tiro no Alasca.
Uma arma hipersônica experimental que poderia um dia ser capaz de atingir qualquer alvo em todo o mundo dentro de uma hora, foi destruída segundos após o lançamento de uma área de ensaio militar dos EUA no Alasca.
A arma, que está sendo desenvolvida pelo exército dos EUA, se auto-destruiu quatro segundos após seu lançamento no Alasca, no início desta segunda-feira, após os controladores terem detectado um problema com a arma, disse o Pentágono.
A arma foi destruída para garantir a segurança pública, e ninguém ficou ferido no incidente, que ocorreu pouco depois de 4:00 EDT (08:00 GMT) na segunda-feira, no Complexo de Lançamento Kodiak, no Alasca, disse Maureen Schumann, porta-voz do Departamento de Defesa dos EUA.
“Nós tivemos que abortar. Isso é correto “, disse Schumann. “A arma explodiu durante a decolagem e caiu de volta no complexo” disse ela, acrescentando que a arma foi destruída nos primeiros quatro segundos após seu lançamento. “Eu não sei a altura exata, mas não foi muito longe”, disse ela.
A arma foi desenvolvida pela Sandia National Laboratory e pelo Exército dos EUA, como parte do programa de desenvolvimento de tecnologia dos militares “Conventional Prompt Global Strike”.
A arma se destina a dar ao presidente dos EUA “a capacidade de atingir prontamente alvos a uma distância estratégica sem o uso de armas nucleares”, segundo um estudo de impacto ambiental desclassificado lançado em Junho de 2011.
Scott Wight, um fotógrafo local, observou o lançamento há cerca de quilômetros de distância. Ele descreveu os segundos da explosão após o foguete virar fora de controle como, “uma visão assustadora para ver” de acordo com a estação de rádio local KMXT.
Quando aperfeiçoado, projetistas esperam que a arma seja um “corpo deslizando a velocidade hipersônica”, lançada a partir do nariz-cone de um foguete que irá transporta-la até a borda da atmosfera da Terra, atingindo a velocidade de Mach 5, ou 3.600 milhas por hora.
Schumann disse que a arma, conhecida como o “Advanced Hypersonic Weapon”, foi uma das várias plataformas testadas como parte do programa Prompt Global Strike. O míssil tinha voado com sucesso 2.500 quilômetros do Havaí para o Atol de Kwajalein, nas Ilhas Marshall durante um teste anterior, em novembro de 2011, disse ela. A arma, descrita pelo Exército como primeira de seu tipo e deveria voar desde o Alasca até a Kwajalein Atoll durante o teste de segunda-feira.
Schumann disse que, além do teste de vôo anterior bem sucedido, a arma hipersônica “tinha passado por uma série de testes em solo, modelagem e simulação.” Ela disse que não iria caracterizar voo abortado na segunda-feira como um recuo significativo para o programa Prompt Global Strike. “Este era um conceito que nós estávamos olhando, dentro de uma gama de possíveis CPG (Convencional Prompt Global Strike) conceitos”, acrescentou.
“O programa todo é CPG, não tendo uma programação de eventos a ser seguida. Assim, aprendemos, continuamos aprendendo com uma variedade de testes em solo, modelagem, simulação e outros testes feitos sobre os mais diversos conceitos sob CPG. “
Schumann disse que os funcionários do programa, o Exército dos EUA, Marinha e Agência de Defesa de Mísseis, estão realizando uma extensa investigação para determinar a causa do acidente.
A investigação irá ajudar trazendo informações para testes futuros da arma e outros veículos do Conventional Prompt Global Strike, disse ela.
ASSISTA O VIDEO: https://www.youtube.com/watch?v=OvG6fnGEL8E
Fontes: TheTelegraph defesaaereanaval.com.br/?p=45131
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
É POSSÍVEL UMA ÚNICA PESSOA DESTRUIR SOZINHA O NOSSO PLANETA?
Com os enormes avanços tecnológicos — especialmente nas áreas da inteligência artificial, nano e biotecnologia — que estamos testemunhando nos últimos anos, você alguma vez parou para pensar se uma única pessoa, dotada dos conhecimentos e meios necessários, seria capaz de destruir o planeta sozinha? Segundo o pessoal do site io9, que conversou com alguns especialistas em segurança, essa possibilidade é bem real e não é tão remota como parece.
Os profissionais Philippe van Nedervelde —, especialista em defesa nuclear, biológica e química —, James Barrat — especialista em inteligência artificial — e Robert Freitas — especialista em nanotecnologia — acreditam que a possibilidade de que um grupo terrorista pequeno e até mesmo a de que um único indivíduo possa destruir a Terra não está sendo levada a sério o suficiente. Aliás, a maioria das pessoas nem sequer imagina que está correndo perigo.
CONVERGÊNCIAS DE RISCOS
Para os especialistas, algo parecido com uma “tempestade perfeita” está se formando, com vários fatores de risco convergindo para um único propósito. Entre eles estão perigos existenciais criados pelo próprio homem, assim como ameaças de origem cósmica. Portanto, se a humanidade espera continuar por aqui durante os próximos milênios, é imprescindível que consigamos sobreviver da melhor forma possível às próximas décadas.
Com respeito aos perigos de “fabricação” humana, os especialistas citaram como mais ameaçadores as pandemias provocadas por ataques biológicos, guerras termonucleares, o surgimento de uma inteligência artificial que subjugue os seres humanos e o desenvolvimento de armas de destruição em massa baseadas na nanotecnologia. Desses riscos, o da pandemia foi considerado como potencialmente preocupante.
CENÁRIOS CATASTRÓFICOS
Os especialistas acreditam que dentro de pouco tempo as pandemias provocadas por criminosos será um perigo real, e alguns ataques biológicos em pequena escala já demonstraram ao mundo o poder dessa “arma”. Além disso, pandemias naturais — como foi o caso da gripe espanhola em 1918 e que matou entre 50 e 100 milhões de pessoas, ou seja, entre 2,5 e 5% da população mundial — já deixaram bem clara a gravidade da questão.
O problema nesse sentido é que a tecnologia necessária para desenvolver agentes patogênicos eficientes e efetivos já existe, e os cientistas dispõem do conhecimento necessário para otimizar seu funcionamento ou para combiná-los de forma que sua ação seja potencializada. Portanto, é possível criar armas biológicas capazes de dizimar completamente a humanidade.
Com respeito ao desenvolvimento de armas de destruição em massa baseadas na nanotecnologia, uma possibilidade mencionada foi a chamada “praga cinza”, ou seja, robôs de dimensões moleculares capazes de se autorreplicar e que consumiriam completamente todos os recursos naturais críticos para a sobrevivência humana. Esses dispositivos poderiam, por exemplo, ser lançados na atmosfera e bloquear o sol ou, ainda, destruir organismos vivos.
Por último, considerando o cenário relacionado com a inteligência artificial, os especialistas acreditam que ela poderia, dentro de poucas décadas, ultrapassar a inteligência humana, e um erro de programação poderia ser fatal. Conforme explicaram, poderíamos nos ver forçados a competir com um rival cujas habilidades sejam muito superiores às nossas, e em situações que nem sequer podemos imaginar.
MAIS COM MENOS
O perigo de tudo isso é que o desenvolvimento dessas tecnologias permitirá que se destrua muito mais com muito menos, e a convergência de todas elas só servirá para acelerar e exacerbar drasticamente o aumento do risco. Aliás, para conseguir destruir o planeta, um grupo determinado o suficiente só precisaria de recursos relativamente modestos e que dentro de pouco tempo estarão disponíveis para qualquer um.
Assustadoramente, essas tecnologias estão sendo desenvolvidas por agências governamentais e grandes corporações, e esse conhecimento pode, eventualmente, cair nas mãos erradas. Sendo assim, de acordo com os especialistas, mais do que temer catástrofes globais provocadas por grandes exércitos, devemos ficar atentos a pequenos grupos com as motivações erradas.
Os especialistas também apontaram que indivíduos sozinhos — que tenham o conhecimento suficiente e tenham desenvolvido um ódio violento contra a humanidade — têm o potencial de destruir cidades e regiões inteiras, e não descartam a possibilidade de que os mais motivados possam dizimar continentes e até mesmo o planeta. Por certo, esses possíveis “agentes solitários” tiram o sono dos especialistas em segurança.
MEDIDAS PREVENTIVAS
É claro que quem quebra a cabeça pensando em possíveis cenários de destruição global também considera formas de evitar que tudo isso aconteça. Conforme explicaram os especialistas, por sorte, não estamos completamente desprotegidos contra os perigos, e precauções, ações preventivas, medidas de contra-ataque efetivas e identificação prematura dos riscos podem ajudar a reduzir o problema.
Uma das alternativas apresentadas seria o monitoramento psicológico de pessoas com comportamento — comprovadamente — anormal através de sistemas educacionais e outras instituições, com o objetivo de que esses indivíduos nunca cheguem a levar a cabo qualquer plano maligno.
Contra o ataque de armas criadas a partir da nanotecnologia, os especialistas sugerem o contra-ataque com “névoas” de nanorrobôs, radiação dirigida e o uso do eletromagnetismo. Por último, contra a ameaça apresentada pela inteligência artificial, o melhor seria criar uma organização global envolvendo a iniciativa pública e privada que estabeleça as diretrizes sobre o desenvolvimento e aplicação dessa tecnologia.
FONTE: Megacurioso
quarta-feira, 16 de julho de 2014
OS 5 EXPERIMENTOS QUE PODERIAM TER DESTRUÍDO O MUNDO
Nem sempre os cientistas sabem com certeza qual será o resultado dos testes que conduzem. Mas não pense que isso serve de empecilho!
1 – Poço Superprofundo de Kola
Coordenadas: 69° 23′ 46.39″ N, 30° 36′ 31.20″ E
Trata-se de um superburacão criado por cientistas soviéticos cuja perfuração teve início na década de 70 na Península de Kola, localizada no extremo norte da Rússia Europeia. Em 1989, o poço atingiu a marca de 12.262 metros profundidade, tornando-se o furo artificial mais fundo da Terra. O objetivo dos pesquisadores era atravessar a crosta terrestre e chegar até a camada mais externa do manto, embora ninguém soubesse o que poderia acontecer.
Entre os principais medos estavam o de que o poço poderia desencadear desastres sísmicos em todo o planeta — e até mesmo liberar demônios presos no inferno! —, mas nenhuma das previsões cataclísmicas foi confirmada. O projeto foi abandonado em 1994, devido à pressão e temperaturas (na ordem de 180° C) no fundo do buraco, fazendo com que as rochas se comportassem de forma mais plástica que sólida, fluindo e tapando a abertura, impedindo o progresso das perfurações.
2 – Experiência Trinity
Coordenadas: 33° 40′ 38.28″ N, 106° 28′ 31,44″ W
A Experiência Trinity consistiu na detonação do primeiro dispositivo nuclear da História, e foi conduzida pelo Exército dos EUA em meados de 1945, como parte do Projeto Manhattan. O desenvolvimento inicial da bomba foi atrasado por que Edward Teller, o cientista responsável pela iniciativa, tinha medo do que poderia acontecer durante ou como consequência do teste.
Teller temia que a bomba pudesse fazer com que a atmosfera terrestre entrasse em ignição — e incinerasse o planeta — por meio de uma fusão autossustentável produzida pela reação dos núcleos de nitrogênio. Cálculos posteriores demonstraram que a possibilidade de que isso ocorresse, embora não fosse nula, era muito pequena, e o projeto seguiu adiante.
A explosão resultante produziu uma explosão equivalente à detonação de 21 kilotons de TNT, levando J. Robert Oppenheimer — outro cientista envolvido no projeto — a citar a seguinte frase extraída de um texto hindu: “tornei-me a morte, a destruidora de mundos”.
3 – Grande Colisor de Hádrons
Coordenadas: 46° 14′ N, 06° 03′ E
Embora o famoso acelerador de partículas da CERN esteja em pleno uso, quando foi “inaugurado” em 2008, muita gente pensou que o Grande Colisor de Hádrons iria destruir o planeta. O laboratório de US$ 6 bilhões — ou cerca de R$ 13,4 bilhões — foi projetado para acelerar feixes de prótons ao longo de um túnel de pouco mais de 27 quilômetros de circunferência para que essas partículas se choquem.
Um dos objetivos iniciais dos experimentos era o de simular os micro buracos negros que se formaram logo após o Big Bang. Contudo, não faltou quem especulasse que estes pequenos buracos pudessem crescer e engolir a Terra, apesar de as estimativas dos cientistas apontassem que esses monstrinhos formados durante as colisões se evaporariam devido a um fenômeno conhecido como Radiação Hawking.
4 – Projeto Starfish Prime
Coordenadas: 16° 28’ N, 169° 38’ W
Se você acompanha as notícias sobre as ejeções coronais que ocorrem no Sol, sabe que a magnetosfera é uma importante camada de partículas carregadas eletricamente que protege a atmosfera da ação dos ventos solares. Pois em 1962, os EUA decidiram por em prática o projeto Starfish Prime, que consistiu na detonação de uma bomba nuclear nessa região para ver o que poderia acontecer.
Bem, na verdade, o objetivo do projeto era o de encontrar formas de desativar o sistema de mísseis soviético e, para isso, os norte-americanos detonaram uma bomba termonuclear de 1,4 megatons a cerca de 400 quilômetros de altitude sobre a Ilha Johnston, localizada no Oceano Pacífico.
A explosão pode ser vista no Havaí — a mais de 1,4 mil quilômetros de distância —, e o pulso eletromagnético resultante chegou a provocar danos em linhas telefônicas e na iluminação de rua. Além disso, a explosão criou um cinturão de radiação artificial ao redor da Terra que durou 5 anos e danificou um terço dos satélites que se encontravam em baixa órbita.
5 – SETI
A sigla acima — de Search for Extraterrestial Intelligence — se refere a um número de esforços relacionados com a busca de vida alienígena inteligente, e a iniciativa que está por aí desde muito tempo. Em 1896, por exemplo, Nikola Tesla sugeriu que ondas de rádio poderiam ser utilizadas para contatar extraterrestres e, em 1899, o cientista captou sinais que ele acreditava virem de Marte.
Isso levou os EUA a decretar o “Dia Nacional do Rádio” em 1924 — entre os dias 21 e 23 de agosto — para que os cientistas pudessem captar as transmissões oriundas do Planeta Vermelho. Hoje em dia, os estudos contam com o suporte de telescópios espaciais e terrestres, além de muitos outros equipamentos. Contudo, há quem acredite que todos esses esforços possam atrair alienígenas hostis que podem destruir a nossa civilização.
Um dos cientistas que já demonstraram sua preocupação é ninguém menos do que Stephen Hawking, que baseia seu temor na própria História da humanidade, e na forma como nós — seres inteligentes — tratamos outros povos que não são avançadas tecnologicamente.
FONTES: megacurioso.com.br/fim-do-mundo/44464-5-experimentos-que-poderiam-ter-destruido-o-mundo.htm
quarta-feira, 11 de junho de 2014
OVN DESTRÓI METEORITO QUE CAIU NA RÚSSIA
Antes de tocar o solo e ferir mais de 1000 pessoas, um OVNI teria agido rapidamente e destruído o meteorito ainda no ar. Pelo menos é o que mostra um vídeo, publicado neste último domingo, no YouTube.
Comparado com o vídeo original (que você pode assistir abaixo). o objeto parece soltar algumas partículas no ar. No entanto, no vídeo de Max Maximus, os detalhes ficam ainda mais evidentes com a ampliação, mostrando o que parece ser um OVNI entrando no interior do meteorito e destruindo seu núcleo.
Logo depois, ocorre a explosão do objeto, reduzindo seu tamanho e volume. Teria realmente um OVNI salvo a Rússia de uma destruição maior?
ASSISTA O VIDEO: https://www.youtube.com/watch?v=XkT0_fM5NjM
FONTE: arquivoufo
sábado, 5 de abril de 2014
AS 5 EXPERIÊNCIAS CIENTÍFICAS QUE PODEM DESTRUIR A HUMANIDADE
Aqui nós apresentamos cinco experiências científicas que poderiam destruir todos nós ... ou não.
Normalmente confiar no que eles dizem e fazem as pessoas vestindo batas de laboratório. Mas e se um deles decide colocar a ciência e o conhecimento acima de todos os eventos de outra pessoa e o gatilho que levaria a uma catástrofe global, mesmo universal? São cinco experiências perigosas que podem levar ao Apocalipse .
1. Recriação do 'Big Bang'
O " Big Bang "deixou de ter interesse para os cientistas, que, desapontados por não ter testemunhado o evento que marcou o início de tudo o que é, ardendo de desejo do Big Bang acontecer novamente. E estamos fazendo isto acontecer, a reprodução in vitro de um milhão de tais explosões por segundo.
Referimo-nos ao Large Hadron Collider , o nosso possível assassino, lançado em setembro de 2008. É nesta máquina onde as mentes mais brilhantes do mundo da física de partículas elementares aceleradas por um anel de 26 quilómetros para ver o que acontece.
O principal problema é que nenhum cientista sabe exatamente o que poderá ser as consequências destas experiências. Talvez o mais importante descoberta LHC vai permitir precisamente que este dispositivo seja capaz de pulverizar o planeta.
2. O efeito Zenón quântico
Por muitos anos, os cientistas têm procurado no cosmos a antigravidade, que não sei se existe, mas insistem em chamar de " energia escura ". Mas o mais estranho de tudo é o efeito Zenon quântico, uma teoria que afirma que apenas observando as partículas, a mudança (ou melhor, mudar o nível em que se decompor). Como? Bem, isso ninguém sabe.
Um cientista de renome, Professor Lawrence Krauss, propôs uma teoria de que a simples observação da energia escura pode resultar na sua destruição, que por sua vez causaria a destruição do nosso universo.
Krauss acredita que o resultado estará em breve, especialmente considerando que, no final dos anos 90, quando os cientistas tiveram a sorte de detectar a energia escura, houve uma série de explosões de super novas.
3. Matéria estranha
É uma substância hipotética composta de "quarks", as partículas constroíem a nossa realidade.
Existem duas hipóteses sobre a matéria estranha . Os primeiros estados que esta vai desaparecer imediatamente depois de ter sido gerada. A segunda sugere que esta área vai se estabilizar e começar a transformar-se na mesma matéria coisas estranha todos e cada um dos átomos que encontra em seu caminho.
Agora imagine que, pelo menos em teoria, o que fará esta matéria estranha no pressuposto que aparece-se na Terra.
Felizmente para nós, a questão externa só pode surgir como resultado de colisões de alta energia de partículas elementares, por isso não há perigo em tudo. Mas espere ... Temos o Large Hadron Collider! Para construí-lo, os cientistas esperavam descobrir o que é gerado pela colisão de átomos em um enorme túnel subterrâneo, e a matéria externa contida na lista de possíveis descobertas.
4. Viajar através do tempo
Para as muitas formas possíveis de acabar com o universo, com a ajuda do Collider poderia acrescentar viagem através do tempo . Até agora, nenhum cientista sério terá desenvolvido a tecnologia para essas viagens não significa que qualquer um possa descobrir por acaso, como aconteceu com a penicilina.
Uma sugestão é que as colisões de alta energia contínua de partículas elementares no Collider abrir um buraco no tecido do universo, e que as futuras gerações aprendam a usá-lo para viajar através do tempo ... com todas as consequências e riscos isso implicaria.
5. Nanotecnologia
As tecnologias modernas pretendem produzir dispositivos cada vez menores e complexos. Nesse sentido, a nanotecnologia, o que cria robots do tamanho de uma molécula, é exatamente o que você precisa.
E o que nos beneficia a nós? Bem, imagine milhões de máquinas microscópicas viajando através dos vasos sanguíneos de pessoas doentes para atacar um tumor maligno, ou para destruir o vírus da SIDA com pequenos lasers, etc.
Mas fantasias de lado, há um problema real, que é a forma de produzir em massa esses dispositivos minúsculos. A solução é simples: você tem que ensinar a produzir a partir de materiais retirados de seu ambiente.
O problema nanorobots é que eles são capazes de se tornar verdadeiros assassinos todos os organismos celulares, e pode chegar ao fim com toda a vida orgânica numa noite. Eric Drexler, um dos fundadores do conceito de nanotecnologia , apresentou várias teorias refrigeração no dia do juízo final. Por exemplo, um cenário conhecido como o "problema da viscosidade cinzenta 'sugere que os robots, para a auto-produção, consumir todo o material disponível no planeta, juntamente com a própria terra. O resultado deste processo seria a massa cinzenta formada de nanorobots acabaria a flutuar à deriva no espaço.
Enquanto isso, os cientistas relatam que eles estão trabalhando em um nanorobot 'jogador', uma espécie de "Queen Bee nanorobots 'capaz de produzir milhares de milhões de minúsculas máquinas ... e controlo.
Quem sabe talvez a gente vai salvar-se deste triste panorama graças ao Large Hadron Collider ... que já nos terá liquidado?
Fonte: RT
sábado, 29 de março de 2014
AS 10 MELHORES FORMAS DE DESTRUIR A TERRA
Destruir a Terra é mais difícil do que você pode imaginar. Você já viu filmes de ação onde o vilão ameaça destruir a Terra. Você já ouviu pessoas afirmando que a próxima guerra nuclear aniquilará a Terra ou que o desmatamento das florestas irá provocar o aquecimento global a ponto de acabar com o mundo.
Isso é tudo mentira. A Terra foi construída para durar muito tempo. É uma bola de ferro de 4,5 bilhões de anos que já resistiu aos mais devastadores impactos de asteróides, passou por diversas eras glaciais, e ainda continua a orbitando o Sol alegremente.
Então, nosso primeiro conselho para você, caro candidato a destruir a Terra: Não será uma tarefa fácil, mas aqui vão 10 modos para fazê-lo.
10. FALHA DE TODA A EXISTÊNCIA
O que você vai precisar: Nada.
Método: Nenhum método. Basta sentar-se e esperar um acaso estatístico onde todos os 200 000 000 000 000 000 000 000 000 000 000 000 000 000 000 00 de átomos que compõem o planeta Terra, de repente, deixem de existir.
Nota: Não é preciso dizer que as chances de tal acontecimento suceder são pequenas, tão pequenas que praticamente nem devem ser consideradas, mas é um evento teoricamente possível segundo a mecânica quântica, onde átomos aparecem e reaparecem do nada.
9. DEVORADA PELA MATÉRIA ESTRANHA(strangelets)
O que você vai precisar: um strangelet estável.
Método: Invadir o Grande Colisor de Hádrons (LHC) e usar o RHIC para criar e manter um strangelet estável.
Um strangelet é uma partícula de matéria estranha, uma variação dos quarks (uma das partículas fundamentais do universo). Ao entrar em contato com uma partícula normal, o strangelet transforma a partícula de matéria normal numa partícula de matéria estranha, criando mais e mais strangelets à medida que eles tocam na matéria normal.
O resultado é um efeito cascata: todo o planeta seria transformado em matéria estranha, cujas partículas são tão densas que o planeta colapsaria sobre si mesmo. Esse parece ser um método bastante interessante de destruir a Terra, mas saiba que manter um strangelet estável é uma proeza muito grande.
8. SUGADA POR UM MINI BURACO NEGRO
O que você vai precisar: um buraco negro microscópico. Note que os buracos negros não são eternos, eles evaporam devido à radiação Hawking.
Para um buraco negro médio, isso leva uma quantidade inimaginável de tempo, mas para buracos negros microscópicos, que podem ser criados em laboratórios, a evaporação acontece quase instantaneamente, já que o tempo de evaporação é dependente da massa do objeto.
Assim, o seu buraco negro microscópico deve ter uma determinada massa, aproximadamente igual à massa do Monte Everest. Criar um buraco negro microscópico é complicado, já que é preciso uma quantidade razoável de neutrões, mas é possível.
Método: basta colocar o buraco negro na superfície da Terra e esperar. Os buracos negros têm uma densidade tão alta que passam através da matéria, tal como uma pedra através do ar. O buraco negro vai despencar através do solo, comendo tudo em seu caminho até ao centro da Terra e percorrerá o mesmo caminho de volta, como um pêndulo.
Eventualmente, ele ficará no núcleo, tendo absorvido matéria suficiente para retardá-lo. Então você só precisa esperar, enquanto ele lentamente consome toda a matéria da Terra. O resultado seria um ponto – uma singularidade – de tamanho quase zero, que irá orbitar o Sol normalmente. Altamente improvável. Mas não impossível.
7. REBENTADA PELA REAÇÃO MATÉRIA/ANTIMATÉRIA
O que você vai precisar: 2.500.000.000.000 toneladas de antimatéria. A antimatéria (o oposto da matéria) é a substância mais explosiva possível (liberta uma colossal quantidade de energia ao entrar em contato com a matéria normal) – e pode ser produzida em pequenas quantidades usando qualquer grande acelerador de partículas, mas isso vai levar um tempo considerável para produzir as quantidades necessárias.
Método: Detonar uma bomba de antimatéria que explodirá a Terra. O quão difícil é isso? Você precisará de 224.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000 joules de energia. O Sol leva quase uma semana para emitir tanta energia. Liberar tanta energia requer a aniquilação completa de cerca de 2.500.000.000.000 de toneladas de antimatéria.
Depois de ter gerado a sua antimatéria, provavelmente no espaço, basta apenas lançá-la em direção à Terra. A libertação de energia resultante (obedecendo à famosa equação massa-energia de Einstein, E=mc^2) deve ser suficiente para dividir a Terra em mil pedaços. A explosão transformará o planeta numa nova cintura de asteroides em torno do Sol.
6. DESTRUÍDA PELA DETONAÇÃO DE ENERGIA DO VÁCUO
O que você vai precisar: uma lâmpada.
Método: Este é divertido. Teorias científicas contemporâneas dizem que o que nós podemos ver no vácuo absoluto são grandes quantidades de partículas e antipartículas constantemente a surgir e a aniquilarem-se umas às outras. Elas sugerem também que o volume do espaço fechado por uma lâmpada contém energia de vácuo suficiente para ferver todos os oceanos do mundo.
Portanto, a energia do vácuo pode vir a ser a fonte de energia mais abundante de todas. Tudo o que você precisa fazer é descobrir como extrair essa energia e utilizá-la em algum tipo de usina – isto pode ser feito facilmente sem despertar muita suspeita – em seguida, permitir pacientemente que a reação aconteça. A libertação de energia resultante poderia facilmente ser suficiente para aniquilar todo o planeta Terra e, provavelmente, o Sol também.
5. SUGADA POR UM BURACO NEGRO GIGANTE
O que você vai precisar: um buraco negro e motores de foguetes extremamente poderosos. O buraco negro mais próximo ao nosso planeta está a 1.600 anos-luz da Terra na direção de Sagitário, orbitando V4641.
Método: Depois de localizar o seu buraco negro, você precisa pegá-lo e juntá-lo à Terra. Esta é provavelmente a parte mais demorada do plano. Existem dois métodos, mover a Terra ou mover o buraco negro. Muito difícil em ambas situações, mas definitivamente possível.
4. METICULOSAMENTE E SISTEMATICAMENTE DESCONSTRUÍDA
O que você vai precisar: Um colossal mecanismo para ‘desenterrar’ a Terra.
Método: Basicamente, o que vamos fazer aqui é desenterrar a Terra, uma fatia de cada vez. Sim. Todas as seis sextilhões de toneladas do planeta. Para isso vamos precisar de um enorme mecanismo electromagnético que será colocado no espaço e extrairá pouco a pouco partes do planeta Terra e lançá-los-á aleatoriamente no espaço.
Métodos alternativos incluem o carregamento do material extraído em grandes naves espaciais ou levá-lo através de um elevador espacial. Todos esses métodos, no entanto, exigem uma quantidade titânica de energia para serem possíveis.
3. PULVERIZADA POR UM IMPACTO GIGANTESCO
O que você vai precisar: uma pedra grande e pesada, do tamanho de.. Marte!
Método: Essencialmente, qualquer coisa pode ser destruída se você bater com força suficiente. O conceito é simples: encontrar um asteróide muito, muito grande, ou um planeta, e acelerá-lo até uma velocidade estonteante colocando-o na mira da Terra. O resultado: uma colisão absolutamente espetacular, resultando na pulverização do planeta.
Assumindo que a velocidade mínima do impacto deve ser de 11 quilómetros por segundo, a rocha teria que ter cerca de 60% da massa da Terra. Marte pesa cerca de 11% da massa da Terra. Mas se acelerarmos o objeto a uma velocidade muito maior que 11 km/s, a massa que o objeto deve ter para destruir o planeta passa a ser menor.
2. DEVORADA POR MÁQUINAS VON NEUMANN
O que você vai precisar: uma única máquina de von Neumann.
Método: Uma máquina de von Neumann é qualquer dispositivo que é capaz de criar uma cópia exata de si mesmo dada a matéria-prima necessária. Basta libertá-la sob a crosta da Terra e deixar que ela faça o trabalho de reprodução.
O objetivo das máquinas é único: absorver o ferro, magnésio, alumínio e silício: os principais elementos encontrados sob a crosta terrestre, para criar mais e mais cópias de si mesmas, até toda a matéria-prima cessar. O planeta Terra seria transformado num enxame de máquinas von Neumann.
1. LANÇADA AO SOL
O que você vai precisar: equipamentos para mover a Terra.
Método: Arremesse a Terra em direção ao Sol. Isso não é nada fácil para o nosso nível tecnológico atual, mas pode ser possível um dia. Não é difícil imaginar o que aconteceria com nosso planeta: um pequeno glóbulo de ferro vaporizado a afundar-se lentamente no coração do Sol.
FONTE: Livescience
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
COMO EVITAR 4 PROBLEMAS COMUNS QUE DESTROEM RELACIONAMENTOS
Todo relacionamento significativo engloba centenas de questões: direitos, deveres, acusações, perdões. Todo tipo de relação inclui problemas, mas quatro deles, comuns, são chamados de “destrutivos”. Saiba quais são e como evitá-los:
1 – VARRER AS COISAS PARA DEBAIXO DO TAPETE
Muitas preocupações são ignoradas, esquecidas e enterradas, porque o cotidiano não deixa tempo para discussão. No entanto, não discutir os problemas só faz eles se acumularem para depois você tropeçar neles mais tarde. Você só pode aguentar essa “pilha de problemas” por um certo tempo, até que você, seu parceiro, ou ambos explodam.
Quando algo sobre o seu relacionamento ou parceiro está em sua mente e lhe incomodando, avalie se é importante ou não. Se é uma questão pequena, esqueça ou peça consolo a um amigo. Se for um grande problema, encontre tempo para tratá-lo imediatamente e de forma calma. Não espere meses ou anos de raiva reprimida para finalmente explodir. Lide com os conflitos, conforme eles aparecem.
2 – NÃO OUVIR O PARCEIRO/ FALAR DEMAIS
Uma queixa muito comum entre os casais é que o seu parceiro ou parceira não o ouve mais. Pense no começo do seu relacionamento, quando cada palavra que saia do seu amor era interessante, você não poderia esperar por uma ligação, para ouvir a sua voz, e como foi seu dia, ou o que o seu amor achava das coisas.
E hoje? Você está distraído, muito preocupado com as crianças ou o seu trabalho? Você está entediado com seu parceiro reclamando sem parar sobre o trabalho sem fazer nada sobre isso? Quando você puder entender o porquê de um ou outro parceiro já não ouvir mais, poderá cavar as questões mais profundas. Mas qualquer problema será quase impossível de se corrigir, a menos que ambas as partes estejam prestando atenção.
3 – EXPECTATIVAS IRRACIONAIS
Expectativas irracionais são exatamente irracionais. E podem surgir em quase qualquer ponto de um relacionamento. Muitos homens e mulheres acabam tendo as piores expectativas sobre a instituição do casamento, e tornam-se rapidamente desencantados com o parceiro, quando casados.
Isso vale em dobro para a criação de filhos, quando a falta de sono, estresse e pressão financeira trazem conflitos para quase todos os casais do mundo. A lista de áreas onde as pessoas têm expectativas irrealistas é quase infinita: como seu parceiro deveria parecer, o trabalho que deveria ter, a quantidade de dinheiro que deveria ganhar, e assim por diante.
Cada pessoa deve conversar sobre o que quer e o que espera, principalmente em certas áreas de conflito especialmente complicadas, para então analisar (talvez com um psicólogo) se as suas expectativas são ou não razoáveis ou mesmo possíveis de se atingir.
4 – CULPAR O SEU PARCEIRO PELOS PROBLEMAS
Recusar-se a aceitar a sua parte na deterioração de qualquer relacionamento geralmente se manifesta como culpa e acusação.
Muito poucas pessoas sabem pedir desculpas e admitir que elas poderiam ter feito as coisas de forma diferente. E, para algumas pessoas extremamente defensivas, fazer isso não é apenas difícil, mas impossível.
Por qualquer razão (infância, um relacionamento anterior onde se sentia impotente) alguns homens e mulheres simplesmente não conseguem admitir que podem estar contribuindo para problemas no relacionamento.
Tudo se resume a “mas ele(a) fez isso primeiro!”, ou, “eu nunca fiz nada de errado, ele(a) que…”. Essas pessoas mantêm uma “pontuação”, e são sempre inocentes. Em casos como este, as pessoas têm que ser capazes de mostrar ao companheiro que se trata de salvar um relacionamento, não de manter uma contagem de quem errou mais, e que ninguém é perfeito ou mesmo precisa ser.
FONTE:USAToday
PODERIA UM ACELERADOR DE PARTÍCULAS "TURBINADO" DESTRUIR A TERRA?
O acelerador de partículas chamado Colisor Relativístico de Íons Pesados (RHIC, na sigla em inglês), do Laboratório Nacional Brookhaven, Estados Unidos, é o segundo maior do mundo, atrás apenas do Grande Colisor de Hádrons (LHC), na Suíça.
Quando construído, o plano era usá-lo por 10 anos. Agora, 5 anos depois do “fim do prazo de validade”, ele vai receber uma atualização que vai permitir que aumente em 20 vezes o número de colisões além do que foi projetado, operando a uma luminosidade 18 vezes maior.
A luminosidade, neste caso, é a razão entre interações detectadas em relação ao diâmetro da região de reações. Em outras palavras, ele será capaz de detectar 18 vezes mais interações. Parece uma coisa boa, mas nem todo mundo pensa assim.
O professor de direito Eric E. Johnson, da Universidade da Dakota do Norte (EUA), e Michael Baram, outro professor de direito na Universidade de Boston (EUA), acham que os físicos deveriam analisar se o colisor continuará sendo seguro após a atualização.
O receio deles é que, ao trabalhar com um número maior de energia e colisões, as chances da criação de microburacos negros e de strangelets aumente. Os strangelets são uma forma hipotética de matéria de quarks que, nas condições corretas, poderiam iniciar um processo de reação em cadeia que transformaria tudo que tocassem em matéria estranha, eventualmente tornando a Terra em uma esfera hiperdensa com algumas centenas de metros de diâmetro.
O curioso é que, pela teoria, a produção de strangelets pede energias menores que as energias máximas que os colisores estão acostumados a trabalhar, e o RHIC, projetado para funcionar na faixa dos 100 GeV, tem feito experimentos na faixa dos 7,3 GeV por longos períodos de tempo.
Outro receio é que o RHIC ou outro colisor qualquer acabe criando um microburaco negro. Bastante assustador, não?
Se você acha que já viu alguma discussão parecida no passado, você está absolutamente certo. Quando o LHC estava sendo finalizado, os físicos e cientistas tiveram que parar tudo e provar na ponta do lápis que ele era seguro, e que não destruiria a Terra. Os mesmos advogados que tentaram pará-lo agora estão querendo uma reavaliação da segurança do RHIC.
Mas o que há de real nestas ameaças? Esquecendo por um instante que os estrangelets são elementos hipotéticos, e que miniburacos negros, mesmo que existam e sejam gerados por algum acelerador de partículas não conseguiriam absorver matéria a uma taxa que os tornasse perigosos ao planeta, existe algum risco de abrirmos uma caixa de Pandora da ciência?
Não. Na própria natureza existem fenômenos semelhantes aos criados por aceleradores de partículas e colisores, e ainda estamos seguros. Por exemplo, toda vez que uma estrela explode, ela acaba acelerando partículas a velocidades e energias muito maiores do que dos nossos aceleradores de partículas, e estas partículas viajam pelo universo praticamente sem perder energia até atingir algum planeta, colidindo com as moléculas na atmosfera deste planeta.
Nosso planeta é bombardeado constantemente por prótons, nêutrons, neutrinos, e outras partículas a velocidades fantásticas que nossos físicos só sonham em fazer algum dia, gerando uma chuva de sub-partículas que acabam se transformando em outras e sendo absorvidas ou sumindo por aí.
A ciência já sabe disso há muito tempo, e importantes descobertas foram feitas no alto de montanhas, quando ainda não tínhamos aceleradores de partículas. Um dos físicos brasileiros mais famosos, César Lattes, descobriu o méson-pi desta forma.
Considerando que a Terra existe há pelo menos 4,5 bilhões de anos e ainda não foi transformada em uma esfera de matéria estranha superdensa, é de se supor que as condições para que isto aconteça são extremamente raras. Tão raras que um acelerador de partículas funcionando por 1.000 anos jamais conseguiria produzi-las.
Por outro lado, pode ser que neste mesmo momento tenha começado uma reação em cadeia no nosso sol, e ele vá se transformar em uma esfera superdensa de matéria estranha em algumas horas. Quem sabe?
FONTES:io9, PhysOrg, IBTimes
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
A TECNOLOGIA PODE DESTRUIR A RAÇA HUMANA?
Instituto do Futuro da Humanidade - este é o nome escolhido por uma equipe internacional de cientistas, matemáticos e filósofos que decidiu investigar quais são os maiores perigos contra a humanidade.
E, segundo seu primeiro relatório, chamado Riscos Existenciais como Prioridade Global, os autores de políticas públicas deveriam atentar para os riscos que podem contribuir para o fim da espécie humana.
Seguindo uma onde crescente dos cada vez mais comuns apocalipses científicos, os pesquisadores se espantam que, no ano passado, tenham sido publicados mais textos acadêmicos a respeito de snowboarding do que sobre a extinção humana.
O diretor da organização, o sueco Nick Bostrom, eventualmente preocupado em buscar recursos para manter seu nascente instituto, montado na Universidade de Oxford, afirma que existe uma possibilidade plausível de que este venha a ser o último século da humanidade.
Ele precisa de argumentos, já que compete com o também fatalista Centro para o Estudo do Risco Existencial, da Universidade de Cambridge, atualmente mais preocupado com uma "singularidade tecnológica" e uma revolução dos robôs.
APOCALIPSES DESCARTADOS
Mas primeiro as boas notícias. Pandemias e desastres naturais podem causar uma perda de vida colossal e catastrófica, mas Bostrom acredita que a humanidade estaria propensa a sobreviver.
Isso porque nossa espécie já sobreviveu a milhares de anos de doenças, fome, enchentes, predadores, perseguições, terremotos e mudanças ambientais. Por isso, as chances ainda estão a nosso favor.
E ao longo do espaço de um século, ele afirma que o risco de extinção em decorrência do impacto de asteroides e super erupções vulcânicas permanece sendo "extremamente pequeno".
Até mesmo as perdas sem precedentes do século 20, com duas guerras mundiais e a epidemia de gripe espanhola, não foram capazes de impedir o crescimento da população humana global.
Uma guerra nuclear poderia causar destruição sem precedentes, mas um número suficiente de indivíduos poderia sobreviver e, assim, permitir, que a espécie continue.
APOCALIPSES DA VEZ
Mas se existem todos esses atenuantes, com o que deveríamos estar preocupados?
Bostrom acredita que entramos em uma nova era tecnológica capaz de ameaçar nosso futuro de uma forma nunca vista antes.
Estas são "ameaças que não temos qualquer registro de haver sobrevivido", diz ele - uma constatação um tanto óbvia, já que a atual onda tecnológica é inédita na história.
O diretor do instituto compara as ameaças existentes a uma arma perigosa nas mãos de uma criança. Ele diz que o avanço tecnológico superou nossa capacidade de controlar as possíveis consequências.
Experimentos em áreas como biologia sintética, nanotecnologia e inteligência artificial estão avançando para dentro do território do não intencional e do imprevisível.
A biologia sintética, onde a biologia se encontra com a engenharia, promete grandes benefícios médicos, mas Bostrom teme efeitos não previstos na manipulação da biologia humana.
Muitos concordam com ele, já que, recentemente, nada menos do que 111 entidades pediram uma moratória nas pesquisas com a Biologia Sintética.
A nanotecnologia, se realizada a nível atômico ou molecular, poderia também ser altamente destrutiva ao ser usada para fins bélicos. Segundo o pesquisador, os governos futuros terão um grande desafio para controlar e restringir usos inapropriados.
Há também temores em relação à forma como a inteligência artificial ou inteligência de máquina, possa interagir com o mundo externo.
Esse tipo de inteligência orientada por computadores pode ser uma poderosa ferramenta na indústria, na medicina, na agricultura ou para gerenciar a economia, mas enfrenta também o risco de ser completamente indiferente a qualquer dano incidental.
Sean O'Heigeartaigh, um geneticista do instituto, traça uma analogia com o uso de algoritmos usados no mercado de ações.
Da mesma forma que essas manipulações matemáticas, podem ter efeitos diretos e destrutivos sobre economias reais e pessoas de verdade, argumenta ele, tais sistemas computacionais podem "manipular o mundo verdadeiro".
Em termos de riscos biológicos, ele se preocupa com boas intenções mal aplicadas, como experimentos visando promover modificações genéticas e desmantelar e reconstruir estruturas genéticas.
Um tema recorrente entre o eclético grupo de pesquisadores é sobre a habilidade de criar computadores cada vez mais poderosos.
O pesquisador Daniel Dewey fala de uma "explosão de inteligência", em que o poder de aceleração de computadores se torna menos previsível e menos controlável.
"A inteligência artificial é uma das tecnologias que deposita mais e mais poder em pacotes cada vez menores", afirma.
Nick Bostrom finaliza afirmando que o risco existencial enfrentado pela humanidade "não está no radar de todo mundo". Mas ele argumenta que os riscos virão, caso estejamos ou não preparados.
"Existe um gargalo na história da humanidade. A condição humana irá mudar. Pode ser que terminemos em uma catástrofe ou que sejamos transformados ao assumir mais controle sobre a nossa biologia. Não é ficção científica, doutrina religiosa ou conversa de bar," vaticina ele.
Para acalmar o tão preocupado cientista, talvez seja recomendável não esquecer que uma única tempestade solar forte o bastante, com a que aconteceu em 1859, poderia desligar todo o nosso "amedrontador" parque tecnológico. E então nossas preocupações seriam bem outras - como não voltar à barbárie, por exemplo.
FONTE: INOVACAOTECNOLOGICA
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