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quinta-feira, 15 de junho de 2017
COMO TRABALHAM AS PESSOAS E OS ROBÔS QUE CONSERTAM OS CABOS DE INTERNET OCULTOS SOB O MAR
O rompimento de um cabo submarino de internet é algo imprevisível. Alguns podem passar anos sem nenhum dano. Outros, contudo, acabam sofrendo rasgos em poucos meses.
Nesse emaranhado de cerca de 300 cabos que nos conectam à rede nas profundezas aquáticas - alguns submersos a mais de 8,5 km - nem todos estão expostos a danos na mesma proporção.
"Nosso cabo TGN-Atlantic, que conecta o Reino Unido com os Estados Unidos - tem 13 mil km de extensão, o equivalente a 136 mil piscinas olímpicas -, não sofreu nenhuma falha desde 2013", afirma John Hayduk, chefe de operações da empresa indiana Tata Communications, responsável pela maior rede de cabos submarinos do mundo, que engloba 25% das rotas do planeta.
"É uma façanha de engenharia coordenar a conectividade desses cabos diariamente e encontrar localizações adequadas para eles", afirma o especialista.
Mas pode haver complicações.
"No fundo do oceano há montanhas, vales profundos, áreas lamacentas e terrenos irregulares", diz Kersti Klami, diretora de comunicação da Tata.
"É importante encontrar locais para cabos submarinos que sejam os mais planos possíveis. Evitar, por exemplo, barreiras de coral. Em zonas de pesca e navegação, o cabo é enterrado no fundo do mar para evitar danos com âncoras", acrescenta.
Ainda assim, às vezes as coisas dão errado e os cabos se danificam. É quando enviamos um navio especial de reparos."
A operação não é simples. Trata-se de um trabalho conjunto entre homem e máquina, muitas vezes a milhares de metros abaixo do mar, condição em que precisão e técnica são fundamentais.
sábado, 13 de agosto de 2016
O AUMENTO DAS TEMPERATURAS MARINHAS ESTÁ DESTRUINDO FLORESTAS DE ALGAS AUSTRALIANAS RAPIDAMENTE
O aumento das temperaturas do mar ao longo da costa da Austrália levou a enorme deterioração das florestas de algas marinhas, segundo a New Scientist. Em um estudo publicado na Science desta semana, pesquisadores da Universidade da Austrália Ocidental em Perth encontraram uma correlação entre o aumento das temperaturas no Oceano Índico e as mudanças nas populações de algas. No ano passado, os pesquisadores não encontraram sinais de recuperação de algas marinhas na área após a onda de calor recorde de 2011.
De acordo com a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA), a alga marinha requer temperaturas entre 5 e 20 graus Celsius para sobreviver. Em 2011, as temperaturas ao nível da superfície do mar ao largo da costa da Austrália Ocidental atingiu mais de 2 graus Celsius acima da média. Cerca de 90% das florestas de algas da Austrália foram destruídas entre 2010 e 2013, de acordo com o The Guardian. Como o New Scientist destaca, é a maior e mais rápida perda de grande parte das florestas de algas já documentada.
Essas florestas fornecem oxigênio e um habitat para a vida marinha, e conforme as temperaturas sobem, as algas continuarão a recuarem para o sul. Peixes tropicais e recifes de coral que se saem melhor em águas mais quentes vão assumir os locais antigos das florestas de algas marinhas, relata o New Scientist.
“Foi um choque ao voltar a esses locais de mergulho e, de repente perceber, ‘Wow – isso está completamente diferente'”, r disse o pesquisador-chefe Thomas Wernberg ao New Scientist . “Quando fomos até as regiões do norte e vimos que tudo estava acabado, isso foi devastador.”
FONTE: curioso.blog.br/post/aumento-temperaturas-marinhas-destruindo-florestas-algas-australianas-rapidamente/
sábado, 15 de agosto de 2015
MONSTRO ESPAGUETE FILMADO NA COSTA DE ANGOLA
Uma criatura extremamente incomum foi registrada em vídeo a mais de 4.000 pés sob o mar.
O organismo estranho, que parece que feito de espaguete, foi originalmente filmado por uma equipe de exploração oceânica antes de ser enviados para especialistas em ecologia do mar profundo para análise posterior.
Daniel Jones do Centro Nacional de Oceanografia do Reino Unido e seu colega Phil Pugh, eventualmente, identificaram a criatura como uma espécie de bathyphysa conifera -. um siphonophore que, ao invés de ser um organismo único, é na verdade composta de uma grande colônia de zooides individuais
“No meu conhecimento esta criatura só foi observada um punhado de vezes”, disse Jones. “A criatura aparece um spaghetti, porque a haste concentra todos os zooides juntos durante a alimentação. De certa forma esses organismos funcionam como órgãos.”
FONTE: arquivoufo.com.br/2015/08/14/monstro-espaguete-filmado-na-costa-angolana/
sexta-feira, 5 de setembro de 2014
QUANDO UM RAIO CAI NO MAR, ATÉ ONDE VAI A ELETRICIDADE?
Depende do raio. Estima-se que uma descarga de 50 mil ampères, por exemplo, já seja inofensiva a um banhista a 125 m do ponto de incidência. A intensidade da corrente diminui segundo o inverso do quadrado da distância. Logo, com o dobro da distância, cai para 1/4. Com o triplo, baixa para 1/9. E assim por diante. Por isso que, quando um raio cai em Copacabana, alguém em Ipanema não morre eletrocutado. O raio se comporta da mesma maneira no mar ou na terra. A diferença é que, como a corrente sempre procura se concentrar no meio mais condutor, no mar aberto ela se divide igualmente entre o nosso corpo e a água. Já em terra firme, ela sempre se concentra no nosso corpo - e aí os danos são maiores.
MERGULHO ELETRIZANTE
Confira as consequências de um raio de 50 mil ampères a diferentes distâncias
MORTE CERTA
Uma pessoa nadando a até 50 m do ponto de incidência da descarga elétrica sofreria um choque de mais de 300 mA (miliampère). Resultado: um ataque cardíaco fulminante
CHANCE DE SOBREVIVÊNCIA
Entre 50 m e 85 m, a descarga elétrica diminui, podendo variar entre 300 e 100 mA. O nadador sofreria queimaduras, asfixia e, em alguns casos, uma parada cardíaca, mas poderia se salvar
RISCO REDUZIDO
Entre 85 m e 125 m, a intensidade fica entre 100 e 50 mA. Não é suficiente para matar ninguém, mas apenas porque a descarga elétrica de um raio dura pouco - cerca de um milésimo de segundo. Uma descarga mais duradoura nessa mesma intensidade, como no choque de um chuveiro, poderia, sim, matar
SÃO E SALVO
Acima dos 125 m de onde o raio caiu, uma pessoa no mar receberia uma descarga elétrica de menos de 50 mA. Ela sentiria o formigamento típico, mas sem riscos
ATENÇÃO!Esses valores são só representativos. A ME aconselha: durante uma chuva com raios, sempre saia da água e procure um local seguro.
OBSERVAÇÕES: RAIO é a descarga elétrica atmosférica. RELÂMPAGO é a luz e TROVÃO é o som causados pela ionização do ar e o choque com as cargas elétricas das nuvens.
Fonte: Dulcidio Braz Jr, professor de física do Anglo e autor do blog "Física na Veia!", e Silverio Visacro Filho, professor de Engenharia Elétrica da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
domingo, 24 de agosto de 2014
CONHEÇA O VERME BOBBIT, QUE PODE TE CORTAR EM DOIS
Muitas das criaturas mais assustadoras do mundo vivem no fundo do mar, das mais famosas como baleias e tubarões até as menos conhecidas, mas igualmente terríveis, como o verme Bobbit.
Cientificamente nomeado Eunice aphroditois, e também chamado de verme gigante de corais, esse bicho ganhou o apelido de “Bobbit” graças a um fotógrafo subaquático que decidiu, há duas décadas, que seus métodos de caça eram semelhantes ao caso da família Bobbitt de 1993.
O incidente envolveu Lorena Bobbitt cortando quase metade do “membro” de seu marido fora. E. aphroditois é semelhante, seja por suas mandíbulas abertas lembrarem uma tesoura, seja porque seu corpo se assemelha a um pênis ereto.
O apelido é um pouco impreciso, entretanto, já que a Sra. Bobbitt usou uma faca, e não uma tesoura, para cortar seu marido. Mais perigoso ainda é o verme Bobbit, que não precisa de nenhum objeto para lhe cortar em dois.
Fica o aviso: não nade em águas quentes em profundidades de 10 a 40 metros, onde o verme é geralmente encontrado. Com um corpo extraordinariamente grande em comprimento, ele é muito capaz de cortar o seu membro fora.
A criatura passa a maior parte do tempo enterrada sob a areia do fundo do mar, com apenas uma parte de seu corpo para fora, onde ele tem cinco antenas para detectar suas presas, geralmente vermes menores e peixes.
Para pegar o alimento escolhido, ele usa um aparelho digestivo complexo, que pode girar de dentro para fora como os dedos de uma luva, com mandíbulas afiadas na extremidade, que se fecham rapidamente como uma tesoura.
Presas infelizes são por vezes cortadas em duas por causa da velocidade e força dos ataques do verme Bobbit. Humanos podem levar picadas desagradáveis se estiverem por perto.
Quando uma presa é capturada, o verme volta para a sua toca para se alimentar. Na falta de seus alimentos preferidos, ele também come algas e outras plantas marinhas ao redor da superfície de sua toca.
VERME GIGANTE
Desde o século 19, biólogos marinhos consideram o E. aphroditois um dos maiores poliquetas – uma classe de vermes segmentados, principalmente marinhos. O Bobbit tem em média um metro de comprimento, mas exemplares de três metros já foram descobertos. Hiro’omi Uchida, diretor-assistente do Parque Marinho Kushimoto no Japão, descreveu um verme desses encontrado escondido em uma embarcação em 2009. “Não se sabe quando o espécime entrou pela primeira vez no barco, parado naquele porto há 13 anos”, disse. Com 2,77 metros, cerca de 450 gramas e com 673 segmentos, o verme foi um dos maiores exemplares de E. aphroditois já encontrados. Naquele mesmo ano, um espécime de 1,22 metros de comprimento foi descoberto no aquário Blue Reef Aquarium, em Newquay, sul do Reino Unido. Os trabalhadores do aquário notaram que o coral tinha sido devastado e, em alguns casos, cortado pela metade. Peixes também foram encontrados feridos. Sem ter explicação satisfatória para os eventos, os funcionários precisaram desmontar tudo, pedra por pedra, somente para encontrar o verme. Funcionários acreditam que o animal, que eles apelidaram de Barry, pegou uma carona para o aquário escondido dentro de um pedaço de coral quando era jovem, ficando grande demais e despedaçando peixes pelo caminho mais tarde. fontes:dailymail.co.uk/sciencetech/article-2221813/Eunice-aphroditois-The-10ft-long-rainbow-bobbit-worm-uses-scissors-slice-prey-two.html // http://minutodebarulho.blogspot.com.br/2009/04/por-onde-anda-eunice-aphroditois.htmlsábado, 9 de agosto de 2014
NINGEN: AS CRIATURAS HUMANOIDES DO MAR DA ANTÁRTIDA
Nos últimos anos, relatos têm circulado no Japão sobre a existência de gigantes humanoides como formas de vida que habitam as águas geladas da Antártida.
Relatos de tripulantes de navios de pesquisa afirmam os "Ningen" (literalmente, "seres humanos") seriam completamente na cor branca, com um comprimento estimado entre 20 a 30 metros.
Testemunhas descrevem como tendo uma forma semelhante à humana, muitas vezes com pernas, braços, e até mesmo as mãos com 5 dedos.
Às vezes, eles são descritos como tendo barbatanas ou cauda como grandes sereias em vez de pernas. As únicas características faciais visíveis são os olhos e a boca.
De acordo com um relato, membros de uma tripulação observaram o que, inicialmente, parecia ser um submarino estrangeiro na distância. Quando eles se aproximaram, no entanto, tornou-se claro a forma irregular da coisa e que o mesmo estava vivo. A criatura desapareceu rapidamente debaixo de água.
Para muitos, a existência do Ningen é considerada uma lenda urbana. No entanto, pessoas acreditam que o governo japonês mantém registros detalhados de avistamentos, mas eles evitam lançar qualquer informação ao público e tem supostamente instruído testemunhas para permanecerem em silêncio.
FONTE: arquivoufo.com.br/2013/09/23/ningen-as-criaturas-humanoides-no-mar-da-antartida/
segunda-feira, 2 de junho de 2014
MINERAÇÃO NO FUNDO DO MAR VAI COMEÇAR
Os nódulos metálicos serão triturados no fundo do oceano e sugados para um navio na forma de uma lama.
Mina oceânica
Os planos para abrir a primeira mina do mundo no fundo do oceano estão significativamente mais próximos de se tornarem realidade.
Uma empresa de mineração canadense concluiu um acordo com o governo de Papua Nova Guiné para começar a minerar uma área no fundo do mar.
O projeto polêmico pretende extrair minérios de cobre, ouro e outros metais valiosos de uma profundidade de 1.500 metros.
Enquanto muitos apontam para os "tesouros minerais" no fundo do mar, ambientalistas dizem que a mineração no fundo do oceano será devastadora, causando danos duradouros à vida marinha.
A mineração normal causa danos localizados ao meio ambiente, mas há legislação em todos os países para controlar esses impactos.
Só recentemente a ONU publicou as primeiras regras para tentar normatizar a mineração no fundo do mar.
Minérios submarinos
A mina terá como alvo uma área de fontes hidrotermais onde águas superaquecidas e altamente ácidas emergem do fundo do mar e encontram a água muito mais fria e alcalina do oceano, forçando-a a depositar altas concentrações de minerais.
O resultado é que o fundo do mar na região está coberto de minérios que são muito mais ricos em ouro e cobre do que os minérios encontrados nas minas terrestres, sejam superficiais ou subterrâneas.
Durante décadas, a ideia de minerar esses depósitos - assim como os nódulos ricos em minerais encontrados mais espalhados pelo fundo do mar - tem sido inviabilizada por causa do desafio de engenharia e dos altos custos.
Mas o boom nas operações de petróleo e gás nas últimas décadas levou ao desenvolvimento de uma série de tecnologias avançadas que permitem a exploração em grandes profundidades, ao mesmo tempo em que uma demanda aquecida por metais valiosos tem feito os preços globais das commodities minerais disparar.
A empresa Nautilus Minerals tem estado de olho nos minérios do fundo do mar ao largo de Papua Nova Guiné desde os anos 1990. O projeto ficou parado não por questões técnicas, mas devido a desentendimentos com o governo daquele país.
Segundo o acordo assinado agora, o governo de Papua Nova Guiné terá uma participação de 15% na mina oceânica, contribuindo com US$ 120 milhões para cobrir os custos da operação.
Primeira mina no fundo do mar
A mina, conhecida como Solwara-1, será escavada por uma frota de máquinas robóticas controladas a partir de um navio na superfície.
O plano consiste em quebrar a camada superior do fundo do mar de modo que o minério possa ser bombeado para cima como uma lama.
Para quebrar as rochas e raspar o fundo do mar será empregada a maior máquina da mina, um triturador pesando 310 toneladas, que trabalhará 24 horas por dia.
De acordo com a Nautilus, a mina terá um impacto ambiental mínimo, o equivalente a cerca de 10 campos de futebol e com foco em uma área que é suscetível de ser rapidamente recolonizada pela vida marinha.
Mas esta será a primeira tentativa de extrair minério do fundo do oceano, de modo que a operação - e as garantias da empresa sobre os impactos - serão vigiados de muito perto.
sexta-feira, 23 de maio de 2014
ÁGUA SALGADA DO MAR FAZ O SOL QUEIMAR MAIS A PELE?
Você pode não se lembrar das aulas de físico-química, nem do conceito de osmose, mas certamente já ouviu falar que o sal tem a propriedade de "roubar" água. Não é à toa que depois de muito tempo na praia a pele e o cabelo ficam parecendo palha. Mas será que a água salgada também ajuda a turbinar o bronzeamento?
Segundo a dermatologista Flávia Ravelli, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, a propriedade desidratante do sal nada tem a ver com o fato de nos queimarmos mais à beira-mar do que em outros locais. Ou seja: quem mora longe do mar não vai ficar mais bronzeado se tomar um banho de água salgada antes de lagartear na laje.
O bronzeamento (ou queimadura) da pele depende exclusivamente da incidência de radiação ultravioleta (UV). E, na praia, ela não vem apenas de cima para baixo, como pode parecer, mas também de baixo para cima, já que é refletida na areia e na água do mar.
"Outro fenômeno é que, quando a água evapora, a radiação também se reflete no sal marinho que fica em suspensão", acrescenta Ravelli. Em outras palavras, na praia ficamos expostos a radiação ultravioleta por todos os lados. "É por isso que dizemos que o mormaço queima", comenta. E também é por isso que os dermatologistas sempre recomendam que as pessoas passem protetor solar mesmo embaixo do guarda-sol.
Na piscina também é possível receber uma dose extra de ultravioleta pela capacidade de reflexão da água, mas não dá para comparar com o que acontece na praia. Vale lembrar que a neve também reflete UV, e ainda mais do que a areia. Por isso muita gente tem queimaduras graves no rosto quando vai esquiar.
RESSECAMENTO
De qualquer forma, praia e piscina exigem cuidado redobrado com a pele. Se o sal desidrata a ponto de ser usado na conservação dos alimentos (com menos água há menos chance de micro-organismos se multiplicarem), dá para imaginar o que acontece quando ficamos muito tempo com a água do mar sob a pele. E o cloro também ajuda a ressecar. Se você ainda exagerar no sol, os danos vão ser grandes.
"Na praia ou na piscina, o sal ou o cloro ficam acumulados em maior proporção em algumas partes do corpo. O correto é que nos intervalos entre um mergulho e outro a pessoa tome uma ducha de água doce e, em seguida, reaplique uma valorosa quantidade de protetor solar (além de ser ideal ficar sobre a sombra do guarda-sol, sempre utilizando chapéus e bonés. A ducha retira a maior parte de sal e cloro e, assim, garante uma pele mais hidratada e protegida", recomenda o dermatologista Marcelo Bellini, professor colaborador do Hospital do Servidor Público Municipal, em São Paulo, e autor do Blog Sua Pele.
Bellini lembra que, das 10h às 16h, há maior quantidade de radiação ultravioleta B, que pode causar queimadura, vermelhidão, envelhecimento precoce e até câncer de pele. "Já a radiação ultravioleta A é igual durante todo o dia, por isso é necessário utilizar o protetor solar em qualquer horário", ressalta. O UVA bronzeia, mas também causa envelhecimento.
FONTE:http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/ciencia/
segunda-feira, 12 de maio de 2014
BEBER ÁGUA DO MAR FAZ MAL PARA A SAÚDE?
A água do mar é repleta de sais e para cada litro de água do mar, temos pelo menos 32 gramas de sais.
O sal que mais ocorre é o Cloreto de Sódio (NaCl), o mesmo sal que usamos para cozinhar. Além dele, substâncias como magnésio, potássio e cálcio, estão presentes em concentrações menores.
Sabendo de tudo isso, é lógico que já podemos esperar que beber a água do mar não seja uma boa ideia. Inclusive, dependendo da quantidade ingerida pode até levar a morte.
Para funcionar bem e manter o equilíbrio, nosso corpo precisa de sais, mas somente 0,9% do nosso sangue é composto por sais. Na água do mar existe cerca de 4% de sais, um valor bastante alto para os padrões do corpo humano, principalmente quanto à taxa de cloreto de sódio. Se ingerirmos essa água, nosso intestino receberá uma quantidade de sal muito maior do que a que temos circulando em nossos vasos sanguíneos. Os rins parariam de funcionar pois não saberia lidar com o excesso de sal no sangue. A partir daí o corpo só iria desidratar e pedir mais água e beber mais água salgada seria um desastre total.
Beber sem querer um pouquinho de água enquanto se diverte no mar não muitos problemas, no máximo poderá causar uma diarreia.
FONTE:VOCESABIA
quarta-feira, 30 de abril de 2014
OS 4 LUGARES MAIS MISTERIOSOS DOS MARES
O Triângulo das Bermudas é infame pelo desaparecimento misterioso de embarcações marítimas, mas não é o único corpo de água com segredos obscuros e atividade aparentemente paranormal.
Há alguns outros locais náuticos conhecidos por acontecimentos bizarros, onde tripulações de navios desapareceram inexplicavelmente sem deixar vestígios. Conheça 4 desses locais.
O Triângulo das Bermudas
O Triângulo das Bermudas, uma região da parte ocidental do Oceano Atlântico Norte, definida pelos pontos em Bermuda, Flórida e Porto Rico, tem uma reputação de longa data relativa ao desaparecimento misterioso de navios e até aviões.
Algumas pessoas chegam a afirmar que ele contém um buraco negro para outra dimensão, enquanto outros acreditam que a área é um local de OVNIS e que os alienígenas estão a sequestrar embarcações marítimas perdidas.
A área atraiu atenção inicialmente em dezembro de 1945, quando cinco aviões da marinha dos Estados Unidos desapareceram durante um exercício de treino.
Antes de perder contato por rádio e desaparecer algures ao largo da costa sul da Flórida, o líder do vôo teria sido ouvido a dizer "Estamos a entrar em águas brancas, nada parece certo".
Os 14 homens nos aviões nunca foram encontrados. Ainda mais assustador, uma aeronave de busca e resgate com 13 homens a bordo foi enviada para localizar os aviões desaparecidos, mas a aeronave e os seus passageiros também desapareceram inexplicavelmente.
Desde então, o desaparecimento de embarcações na área, incluindo um navio-tanque transportando uma tripulação de 39 pessoas, em 1963, e outro com 309 tripulantes em 1918, foram atribuídos ao Triângulo das Bermudas.
O Mar do Sargaço
O único "mar", sem margens, o Mar do Sargaço é uma região no meio do Atlântico Norte, que está cercado por correntes oceânicas. Estas correntes depositam plantas marinhas e lixo no Mar dos Sargaços, fazendo com que esteja cheio de sargaço, um género de algas invasoras.
Devido ao acúmulo de algas e ao isolamento criado pelas correntes, o mar permanece estranhamente quente e calmo, apesar de estar rodeado pelo congelamento e pelas águas agitadas do Oceano Atlântico.
Esta calma estranha contribui para o mistério da área, já que vários navios foram encontrados à deriva sem tripulação através das suas águas calmas. Em 1840, o navio mercante francês Rosalie foi descoberto no local com as suas velas asteadas, mas sem tripulantes a bordo.
Num esforço para explicar os desaparecimentos misteriosos, as pessoas do século XIX acreditavam que existiam algas carnívoras no Mar do Sargaço, que seriam responsáveis por devorar marinheiros inteiros, deixando apenas o navio.
O "Mar do Diabo" do Japão
O Mar do Diabo, também conhecido como o Triângulo das Bermudas do Pacífico, é uma região do Pacífico em torno da Ilha Miyake, a cerca de 60 quilômetros a sul de Tóquio. A área também é conhecida como Triângulo do Dragão por causa de antigas lendas sobre dragões que viviam na costa do Japão.
Durante a década de 1980, o autor Charles Berlitz escreveu o livro "Triângulo do Dragão" sobre fenômenos paranormais que ele acreditava ocorrerem no Mar do Diabo.
Ele escreveu que depois do Japão perder cinco embarcações militares transportando um total de mais de 700 homens durante os anos de paz entre 1952 e 54, a área foi declarada oficialmente uma zona de perigo.
As investigações sobre as alegações de Berlitz levam à posterior descoberta de que os navios militares eram na realidade navios de pesca, alguns dos quais haviam desaparecido fora do Mar do Diabo.
Além disso, os pesquisadores apontaram que, durante o período de tempo em que os navios desapareceram, centenas de barcos de pesca se perderam ao redor do Japão devido às condições meteorológicas e à pirataria e não por causa de atividade sobrenatural ou dragões.
O Triângulo de Michigan
O Triângulo de Michigan encontra-se no Lago Michigan, cujo litoral se estende pelos estados americanos do Illinois, Michigan, Indiana e Wisconsin. Localizado sobre o centro do Lago Michigan, a área tem sido responsabilizada pelos desaparecimentos misteriosos de membros da tripulação dos navios e aviões inteiros.
Alguns relataram que enquanto navegavam sobre o Triângulo de Michigan, o tempo parecia ter parado, ficava excessivamente lento ou acelerava. Em 1937, o desaparecimento do capitão George Donner do seu barco cimentou o status do Triângulo Michigan como um lugar estranho.
Durante uma entrega de carvão de rotina, Donner deu ordens à tripulação para acordá-lo quando o navio chegasse ao porto. Quando chegaram à sua cabine três horas depois, Donner tinha desaparecido, apesar do fato de a porta da cabine estar trancada por dentro.
Em 1950, o voo 2501 da Northwest Airlines desapareceu enquanto voava sobre o Triângulo de Michigan a caminho de Seattle desde Nova York. Com 58 pessoas a bordo, o avião pareceu desaparecer no ar, e nem o avião, nem os passageiros foram encontrados, apesar das buscas.
FONTE:Livescience
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
RÁPIDO AQUECIMENTO DA ANTÁRTIDA PODE ACELERAR ELEVAÇÃO DO MAR
Rápido aquecimento da Antártida pode acelerar elevação do mar
A Antártida Ocidental está se aquecendo quase duas vezes mais rápido do que se acreditava anteriormente, um fato que aumenta os temores de um degelo que elevaria o nível do mar de São Francisco, nos Estados Unidos, a Xangai, na China, de acordo com um estudo divulgado neste domingo.
As temperaturas médias anuais na estação de pesquisa de Byrd, na Antártida Ocidental, subiram 2,4 graus Celsius desde os anos 1950, uma das altas mais velozes no planeta e três vezes a média mundial de mudanças climáticas, apontou a pesquisa.
O grande e inesperado impulso no aquecimento provoca um maior temor de que a camada de gelo possa ser vulnerável ao descongelamento. A Antártida Ocidental tem gelo suficiente para elevar o nível dos oceanos em pelo menos 3,3 m se toda ela se derreter, num processo que poderia levar séculos.
"A parte ocidental da camada de gelo está experimentando quase duas vezes o aquecimento que se imaginava que iria ocorrer", afirmou a Universidade Estadual de Ohio em uma nota sobre o estudo liderado pelo professor de Geografia David Bromwich.
O aquecimento "levanta novas preocupações sobre a futura contribuição da Antártida para o aumento do nível do mar", diz o comunicado. Temperaturas mais altas do verão provocam o risco de derretimento da superfície de gelo e neve, embora a maior parte da Antártida fique congelada ao longo de todo o ano.
Países de baixa altitude, como Bangladesh e Tuvalu são especialmente vulneráveis à elevação do nível do mar, como são as cidades costeiras, de Londres a Buenos Aires. O nível do mar subiu cerca de 20 cm no século passado.
O painel de especialistas em clima das Nações Unidas estima que o nível do mar vá aumentar entre 18 e 59 cm neste século, e que a elevação poderá ser ainda maior se o degelo da Groenlândia e da Antártida se acelerar em decorrência do aquecimento global causado pelas atividades humanas.
Fonte: http://noticias.terra.com.br/
segunda-feira, 12 de março de 2012
CRUSTÁCEO GIGANTE É ENCONTRADO NO FUNDO DO MAR

Se você pedisse uma porção desse crustáceo, só viria um. Cientistas descobriram um enorme animal escondido abaixo de sete quilômetros nas águas da costa da Nova Zelândia.
A criatura, chamada supergigante, é um tipo de anfípode, que normalmente tem em torno de 2 a 3 centímetros de comprimento.
Mas estes animais, descobertos na Fossa de Kermadec, são mais de 10 vezes maiores: o exemplar mais excepcional encontrado media 34 centímetros. “Foi como encontrar uma barata do tamanho de um pé”, comparou o pesquisador Alan Jamieson.
Os animais estranhos foram encontrados numa armadilha de metal grande, que tinha sido equipada com uma câmera. Sete espécimes foram capturadas na armadilha e nove foram vistas no filme gravado pela equipe da Universidade de Aberdeen, na Escócia, e do Instituto Nacional da Água e Pesquisas Atmosféricas (Niwa), na Nova Zelândia.
O maior exemplar pego tinha até 28 centímetros de comprimento, enquanto o maior visto em câmera tinha 34 centímetros de comprimento.
Os anfípodes geralmente são encontrados em grande número na parte inferior de fossas oceânicas, vales profundos e estreitos no fundo do mar. As criaturas são pequenas, mas extremamente ativas, e parecem prosperar em lugares onde a pressão é maior do que mil vezes ao nível do mar.
O nome “supergigante” foi cunhado após espécimes grandes serem capturadas na década de 1980, na costa do Havaí. Desde então, eles foram vistos na Antártida, onde cresceram a 10 centímetros. A nova descoberta ofusca esses dados, é claro.
Segundo os pesquisadores, um animal tão grande e visível passar despercebido por tanto tempo é a prova de quão pouco sabemos sobre a vida na Nova Zelândia, no seu habitat mais profundo e único.
Ao longo dos últimos anos, os cientistas se surpreendem cada vez pela diversidade de vida nesses locais que deveriam ser estéreis, que são muito escuros, frios e com muita pressão. É a beleza intrigante da vida.
FONTE:BBC
sábado, 20 de agosto de 2011
QUANDO UM RAIO CAI NO MAR,ATÉ ONDE VAI A ELETRICIDADE
Depende do raio. Estima-se que uma descarga de 50 mil ampères, por exemplo, já seja inofensiva a um banhista a 125 m do ponto de incidência. A intensidade da corrente diminui segundo o inverso do quadrado da distância. Logo, com o dobro da distância, cai para 1/4. Com o triplo, baixa para 1/9. E assim por diante. Por isso que, quando um raio cai em Copacabana, alguém em Ipanema não morre eletrocutado. O raio se comporta da mesma maneira no mar ou na terra. A diferença é que, como a corrente sempre procura se concentrar no meio mais condutor, no mar aberto ela se divide igualmente entre o nosso corpo e a água. Já em terra firme, ela sempre se concentra no nosso corpo - e aí os danos são maiores.
Mergulho eletrizante
Confira as consequências de um raio de 50 mil ampères a diferentes distâncias
Morte certa
Uma pessoa nadando a até 50 m do ponto de incidência da descarga elétrica sofreria um choque de mais de 300 mA (miliampère). Resultado: um ataque cardíaco fulminante
Chance de sobrevivência
Entre 50 m e 85 m, a descarga elétrica diminui, podendo variar entre 300 e 100 mA. O nadador sofreria queimaduras, asfixia e, em alguns casos, uma parada cardíaca, mas poderia se salvar
Risco reduzido
Entre 85 m e 125 m, a intensidade fica entre 100 e 50 mA. Não é suficiente para matar ninguém, mas apenas porque a descarga elétrica de um raio dura pouco - cerca de um milésimo de segundo. Uma descarga mais duradoura nessa mesma intensidade, como no choque de um chuveiro, poderia, sim, matar
São e salvo
Acima dos 125 m de onde o raio caiu, uma pessoa no mar receberia uma descarga elétrica de menos de 50 mA. Ela sentiria o formigamento típico, mas sem riscos
ATENÇÃO!
Esses valores são só representativos. Mas, aconselha: durante uma chuva com raios, sempre saia da água e procure um local seguro
• Raio é a descarga elétrica atmosférica. Relâmpago é a luz e trovão é o som causados pela ionização do ar e o choque com as cargas elétricas das nuvens
Fonte: Dulcidio Braz Jr, professor de física do Anglo e autor do blog "Física na Veia!", e Silverio Visacro Filho, professor de Engenharia Elétrica da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
Mergulho eletrizante
Confira as consequências de um raio de 50 mil ampères a diferentes distâncias
Morte certa
Uma pessoa nadando a até 50 m do ponto de incidência da descarga elétrica sofreria um choque de mais de 300 mA (miliampère). Resultado: um ataque cardíaco fulminante
Chance de sobrevivência
Entre 50 m e 85 m, a descarga elétrica diminui, podendo variar entre 300 e 100 mA. O nadador sofreria queimaduras, asfixia e, em alguns casos, uma parada cardíaca, mas poderia se salvar
Risco reduzido
Entre 85 m e 125 m, a intensidade fica entre 100 e 50 mA. Não é suficiente para matar ninguém, mas apenas porque a descarga elétrica de um raio dura pouco - cerca de um milésimo de segundo. Uma descarga mais duradoura nessa mesma intensidade, como no choque de um chuveiro, poderia, sim, matar
São e salvo
Acima dos 125 m de onde o raio caiu, uma pessoa no mar receberia uma descarga elétrica de menos de 50 mA. Ela sentiria o formigamento típico, mas sem riscos
ATENÇÃO!
Esses valores são só representativos. Mas, aconselha: durante uma chuva com raios, sempre saia da água e procure um local seguro
• Raio é a descarga elétrica atmosférica. Relâmpago é a luz e trovão é o som causados pela ionização do ar e o choque com as cargas elétricas das nuvens
Fonte: Dulcidio Braz Jr, professor de física do Anglo e autor do blog "Física na Veia!", e Silverio Visacro Filho, professor de Engenharia Elétrica da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
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