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domingo, 21 de dezembro de 2014
O CÂNCER É CAUSADO PELA INGESTÃO DE COMIDA ÁCIDA
A principal causa do câncer é a comida que comemos. Algum tempo atrás, consumíamos uma dieta de alimentos principalmente alcalinos, mas isso mudou e a taxa de câncer também. A maioria dos médicos não lhe informa sobre os alimentos corretos para comer para ficar livre do câncer e o que comer para fazer com que o corpo o elimine naturalmente.
Os alimentos que comemos hoje em dia contêm elementos ácidos e alcalinizantes. A dieta com maiores quantidades de alimentos formadores de ácidos pode contribuir para o câncer e é a dieta comum aqui na cultura ocidental. A dieta do americano [assim como do brasileiro] é atualmente mais ácida. Se você está lutando contra o câncer é preciso equilibrar o nível de pH do corpo, pois o câncer prospera em um ambiente ácido ao passo que um ambiente alcalino irá ajudar a remover o câncer.
Nós vemos mais pessoas com câncer hoje do que nunca e é por causa da dieta típica ocidental ser muito rica em alimentos produtores de ácidos, tais como os produtos de origem animal, os quais incluem produtos lácteos.
Os alimentos como frutas e vegetais recém-produzidos eram muito melhores para nós, portanto a melhor solução é fazer algumas mudanças na dieta. A proporção de ácido e alcalino é medida na escala de pH que varia de 0 à 14, com 7 sendo neutro. A extremidade mais baixa da escala que vai de 0 a 7 é ácida e qualquer coisa entre 7 a 14 é alcalino.
A maneira mais fácil de descobrir quais alimentos são alcalinos ou ácidos é pesquisando quais são os alimentos mais alcalinos ou ácidos do que outros, além também de testar o seu nível alcalino frequentemente. Embora um diagnóstico de câncer possa ter outros fatores contribuindo, os alimentos que comemos é uma das principais causas.
Muitos anos atrás, antes de termos supermercados, comíamos uma dieta mais saudável, mas agora por causa dos alimentos processados e a popularidade de lojas de fast-food nossas dietas mudaram. Uma dieta de alimentos de um spectro ácido está causando muitos problemas de saúde e o câncer é agora apenas um deles. Por exemplo, muitos dos nossos alimentos são refinados e a maioria dos nossos pães e outros alimentos assados são feitos de farinha branca refinada.
Alguns outros exemplos de alimentos formadores de ácidos: macarrão, queijo, sorvete e manteiga, compotas e geleias, bebidas alcoólicas e refrigerantes. Todos os alimentos ácidos não são necessariamente ruins, é apenas a nossa dieta que está fora de equilíbrio, e se você está lidando com qualquer problema grave de saúde é essencial olhar atentamente para o que você está comendo.
Alguns dos alimentos alcalinos são: frutas frescas e quase todos os legumes recém-produzidos. Também consuma nozes, sementes, grãos e legumes, pois são todos alimentos alcalinos. É importante lembrar que as alterações feitas em uma dieta mais alcalina trás muitos benefícios para a saúde, incluindo a eliminação natural do câncer .
Embora o câncer tenha alguns outros fatores contribuidores, a causa mais influente é o que nós comemos, porque a nossa saúde está diretamente relacionada com as nossas escolhas alimentares. A nossa dieta mudou ao longo dos últimos 40 a 70 anos e a maioria do que comemos agora está disponível em supermercados e os supermercados têm uma enorme influência sobre o que comprar agora.
Muito do que está disponível em supermercados é processado e por causa disso, este alimento é de baixo valor nutritivo e que é sem dúvida a razão pela qual há tanto câncer agora. Faz muito sentido se você está lidando com o câncer que a primeira e mais importante mudança que você faça é com sua dieta e que você a selecione a partir de uma gama de alimentos mais alcalinos. Também certifique-se que ele é fresco e se possível que seja orgânico.
Fontes: noticiasnaturais.com/2014/09/como-o-cancer-e-causado-principalmente-pela-ingestao-de-comida-acida/ dissovocesabia.blogspot.com.br/2014/12/como-o-cancer-e-causado-principalmente.html
segunda-feira, 12 de maio de 2014
BEBER ÁGUA DO MAR FAZ MAL PARA A SAÚDE?
A água do mar é repleta de sais e para cada litro de água do mar, temos pelo menos 32 gramas de sais.
O sal que mais ocorre é o Cloreto de Sódio (NaCl), o mesmo sal que usamos para cozinhar. Além dele, substâncias como magnésio, potássio e cálcio, estão presentes em concentrações menores.
Sabendo de tudo isso, é lógico que já podemos esperar que beber a água do mar não seja uma boa ideia. Inclusive, dependendo da quantidade ingerida pode até levar a morte.
Para funcionar bem e manter o equilíbrio, nosso corpo precisa de sais, mas somente 0,9% do nosso sangue é composto por sais. Na água do mar existe cerca de 4% de sais, um valor bastante alto para os padrões do corpo humano, principalmente quanto à taxa de cloreto de sódio. Se ingerirmos essa água, nosso intestino receberá uma quantidade de sal muito maior do que a que temos circulando em nossos vasos sanguíneos. Os rins parariam de funcionar pois não saberia lidar com o excesso de sal no sangue. A partir daí o corpo só iria desidratar e pedir mais água e beber mais água salgada seria um desastre total.
Beber sem querer um pouquinho de água enquanto se diverte no mar não muitos problemas, no máximo poderá causar uma diarreia.
FONTE:VOCESABIA
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
AÇÚCAR: TOMAR UM REFRIGERANTE POR DIA PODE DOBRAR SUAS CHANCES DE MORRER DE DOENÇA CARDÍACA
Os cientistas descobriram uma ligação alarmante entre o consumo excessivo de açúcar encontrado em refrigerantes ou alimentos processados e mortes relacionadas ao coração.
Eles perceberam que beber uma bebida gaseificada e açucarada por dia já é suficiente para aumentar as chances de morrer de doença cardiovascular em quase um terço. E para aqueles que consomem um quarto de suas calorias diárias de açúcar, o risco desse tipo de morte é dobrado.
A adição de açúcar que é introduzida na dieta diária acaba sendo oriunda do processamento de produtos alimentares, em vez de ser a partir de fontes naturais, tais como as frutas, por exemplo. As diretrizes alimentares da Organização Mundial de Saúde (OMS) recomendam que adição de açúcar deve representar menos de 10% da ingestão de calorias diárias.
Entretanto, ativistas britânicos estão brigando por um limite máximo de 5%, juntamente com uma taxação elevada em refrigerantes e bebidas com muito teor de açúcar, porque eles dizem o açúcar é o “novo do tabaco”.
O professor Graham MacGregor, presidente da “Action in Sugar”, disse: “Este é um estudo importante. Ele mostra claramente que uma alta ingestão de açúcar está diretamente associada a um aumento do risco de derrames e ataques cardíacos, destacando-se a necessidade de muito mais foco na redução do açúcar para reduzir a obesidade e riscos cardiovasculares”. Ele ressalta: "Ao aumentar a ingestão de açúcar, além de ser um ganho desnecessário de calorias, é uma das principais causas do surgimento da cárie dentária. Precisamos agir agora".
O estudo, liderado pelo Dr. Quanhe Yang, dos Centers for Disease Control and Prevent em Atlanta, utilizou dados da pesquisa nacional de saúde dos Estados Unidos para determinar a quantidade de açúcar adicionada pelos consumidores.
Entre 2005 e 2010, a adição de açúcar foi responsável por pelo menos 10% das calorias consumidas em mais de 70% da população dos EUA. Cerca de um décimo desses adultos tem um quarto ou mais de suas calorias provenientes de açúcar, diz um relatório no JAMA Internal Medicine. Os dados foram comparados com a mortalidade por doença cardíaca durante um período de 14,6 anos, durante os quais 831 mortes por doenças cardiovasculares foram registradas no grupo de estudo, o que é um número significativo para a população.
O risco de morte relacionado com o coração era 38% para as pessoas que consumiam de 17 a 21% das calorias diárias de açúcar, em comparação com aqueles que eram menos de 10%. Uma lata de bebida açucarada a cada dia aumenta o risco de morte por doenças cardiovasculares em 29% em comparação ao consumo de uma lata ou menos em uma semana. Uma lata com 360 ml de refrigerante pode conter até oito colheres de chá de açúcar.
Os pesquisadores dizem que o risco extra não é simplesmente porque as pessoas que consomem mais açúcar são mais propensas a ter excesso de peso ou obesidade, o que faz com que os problemas cardíacos sejam mais prováveis. Eles alegam que o excesso de açúcar tem um efeito independente sobre o corpo, que ainda não é compreendido. Isso pode elevar a pressão alta e a efeitos adversos sobre o sangue e gerar inflamações.
Um britânico típico consome 12 colheres de chá de açúcar por dia, e alguns chegam a consumir até 46. O máximo de consumo ditado pela OMS é equivalente a, no máximo, 10 colheres por dia.
Um porta-voz da indústria açucareira contestou a alegação de doença cardíaca. Dr. Glenys Jones, de Sugar Nutrition UK, disse: "Os especialistas em todo o mundo, incluindo a Organização Mundial de Saúde e o UK Department of Health, reviram a evidência científica e afirmaram claramente que o consenso da pesquisa mostra que a ingestão de uma dieta com adição de açúcar não causa doenças cardíacas”.
Fonte: DailyMail
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
VEGETARIANOS VIVEM MAIS DO QUE QUEM COME CARNE
Pesquisadores da Califórnia (EUA) analisaram as dietas de 73 mil frequentadores da Igreja Adventista do Sétimo Dia para o chamado Estudo da Saúde Adventista, e descobriram que aqueles que não consomem carne têm um risco de morte 12% menor em comparação aos outros.
“Certas dietas vegetarianas estão associadas a reduções em todas as causas da [morte], bem como algumas causas específicas, incluindo doença cardíaca, doença renal, mortes relacionadas ao sistema endócrino e morte relacionada a outras doenças, como diabetes”, disse o pesquisador Dr. Michael Orlich, especialista em medicina preventiva na Universidade de Loma Linda, em Loma Linda, Califórnia.
A grande questão que fica é por quê. Infelizmente, o estudo não foi desenhado para responder isso. Orlich observou: “Reduções de carne na dieta vegetariana podem ser parte da razão, mas também pode ser devido a maior quantidade de alimentos de origem vegetal”. Por fim, também é possível que os vegetarianos levem vidas mais saudáveis no geral.
Para o estudo, os pesquisadores usaram um questionário para avaliar os padrões alimentares e escolheram homens e mulheres que aderiram a uma das cinco dietas: não vegetarianos, semi-vegetarianos (comem carne ou peixe não mais do que uma vez por semana); pesco- vegetarianos (consome frutos do mar); ovo-lacto-vegetarianos (inclui produtos lácteos e ovos) e vegans, que não comem qualquer produto de origem animal.
Durante o tempo do estudo, que durou mais de cinco anos, 2.570 pessoas morreram. Os vegetarianos eram cerca de 12% do grupo com menor probabilidade de morrer de qualquer causa do que os consumidores de carne. E a vantagem de sobrevivência parecia ser mais forte nos homens do que nas mulheres.
Além disso, os pesquisadores notaram que os vegetarianos tendem a ser mais velhos (com uma expectativa de vida maior) e mais educados, a realizar mais atividade física e menos propensos a beber álcool ou fumar do que os carnívoros.
O estudo também não identificou qual o tipo de dieta vegetariana fornece o maior benefício de sobrevivência, porque foram comparadas apenas com dietas não vegetarianas, e não umas com as outras.
A equipe de pesquisadores agora planeja examinar os padrões de consumo de alimentos observados em cada dieta vegetariana. “Queremos ver o que eles comem mais ou menos, e, em seguida, investigar o efeito sobre a mortalidade ou associada a alimentos específicos, que representam a maior parte desta associação aparente. É a falta de carne a grande questão, ou é a quantidade de alimentos de origem vegetal a responsável?”, disse Orlich.
A nutricionista Nancy Copperman disse que a fibra em dietas vegetarianas pode ser o que está conduzindo a este traço de maior sobrevivência. “Não são apenas frutas e legumes, mas todos os tipos de fibras [incluindo grãos integrais] que parecem realmente reduzir os riscos à saúde”, disse ela. “O novo estudo empurra a literatura que estamos construindo sobre o impacto que os grãos integrais, frutas e vegetais pode ter sobre a saúde”.
Já Rebecca Solomon, nutricionista no Mount Sinai Medical Center, em Nova York (EUA), observou que as dietas à base de plantas podem ser benéficas apenas se forem feitas com atenção e dedicação. “Você precisa ter certeza de que tem um bom equilíbrio de nutrientes, apesar da omissão de alguns ou de todos os produtos de origem animal”, acrescentou.
O que ocorre, segundo ela, é que alguns vegetarianos podem exagerar nos carboidratos e gorduras, o que pode levar ao ganho de peso e problemas de saúde associados. “Meu conselho geral é que você não precisa ser um vegetariano para melhorar sua saúde e expectativa de vida. Comer proteínas magras, como aves e peixes, e seguir alguns dos princípios da dieta mediterrânea, que inclui quantidades generosas de legumes, frutas e cereais integrais, sem carne vermelha pode ser muito benéfico”, explica.
Para uma vegan obstinada como Stephanie Prather, 45, no entanto, a notícia pode vir sem nenhuma surpresa. Ela não come nenhum produto animal há mais de dois anos, e chegou a mudar de carreira no meio do caminho para se tornar um chef de pastelaria vegana. Não só ela se sentiu melhor, como perdeu cerca de 20 quilos desde que excluiu todos os produtos de origem animal de sua dieta.
A recente pesquisa segue um outro estudo britânico divulgado em janeiro, o qual mostrou que os vegetarianos tinham cerca de um terço menos risco de hospitalização ou morte por doença cardiovascular do que as pessoas que consumem carne regularmente.
O estudo incluiu 45 mil pessoas da Inglaterra e da Escócia, sendo um terço vegetarianos. Segundo os resultados, estes tinham uma chance 32% menor de serem hospitalizados ou morrerem de doença cardíaca. Eles também apresentavam menor pressão arterial e níveis de colesterol mais baixo do que os não vegetarianos.
FONTE:WebMD
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
INGESTÃO DE SOJA PODE REDUZIR RISCO DE RECORRÊNCIA DO CÂNCER DE MAMA
Segundo uma nova pesquisa, uma dieta rica em certos compostos da soja, chamados isoflavonas, pode reduzir o risco de recorrência do câncer entre as mulheres que passaram por tratamento contra alguns tipos de câncer de mama.
O estudo começou em 2002, na China, com 524 pacientes de idades entre 29 e 72 anos, que tinham sido diagnosticadas com câncer de mama em estágio inicial ou avançado, e que receberam terapia hormonal após cirurgia.
Todas as mulheres tiveram câncer de mama receptor- positivo de estrógeno (ou seja, os tumores cresciam em resposta ao estrogênio), ou receptor-positivo de progesterona (as células cancerosas são alimentadas pela progesterona), ou ambos.
As pacientes estavam sendo tratadas com tamoxifeno ou anastrozol, duas drogas destinadas a impedir o crescimento do tumor, afetando os níveis de estrógeno do organismo. Elas também preencheram um questionário que incluía perguntas sobre seu consumo de produtos de soja, incluindo soja, tofu, brotos de soja e farinha de soja.
Os pesquisadores descobriram que a taxa de recorrência do câncer foi 12,9% mais baixa entre as pacientes cujas dietas foram maiores em isoflavonas (cerca de 42,3 miligramas por dia), em comparação com aquelas que consumiram menos (cerca de 15,2 mg por dia).
Entre as mulheres na pós-menopausa que tomavam anastrozol, o efeito foi mais acentuado: a taxa de recorrência foi 18,7% mais baixa em mulheres que consumiram mais soja.
A ligação entre os compostos de soja e o risco de câncer de mama não é totalmente compreendida. O que a pesquisa demonstrou é que os compostos da planta podem afetar os níveis de estrogênio no organismo.
Porém, alguns estudos têm obtido resultados contraditórios: enquanto trabalhos parecem mostrar um efeito protetor da soja contra o câncer de mama, outros afirmam que os compostos podem aumentar o risco da doença em algumas mulheres.
Por exemplo, pesquisas indicam que uma isoflavona da soja em especial, a genisteína, pode bloquear os efeitos do tamoxifeno e promover o crescimento de células do câncer receptor-positivo de estrogênio, provado em testes com ratos.
De qualquer forma, essa pesquisa recente é consistente com outras descobertas sobre os efeitos benéficos do consumo elevado de compostos da soja, então os pesquisadores acreditam que o correto é aguardar mais estudos para confirmar os resultados.
O estudo é particularmente importante, pois, segundo o Instituto do Câncer dos EUA, mais de 12% das mulheres nascidas hoje serão diagnosticados com câncer de mama em algum momento de suas vidas, o que aponta para a necessidade de tratamentos eficientes.
FONTE: LiveScience
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
QUER SALVAR O PLANETA?? PARE DE COMER CARNE
Quer ajudar o clima? Que tal reduzir o seu consumo de carne?
Pelo menos no mundo desenvolvido, esse passo pode ser necessário a fim de estabilizar os níveis atmosféricos de um gás do efeito estufa, o óxido nitroso.
O óxido nitroso é o maior contribuinte do homem à destruição do ozônio estratosférico (o “buraco de ozônio”), e o terceiro
gás que mais contribui para o efeito estufa, depois do dióxido de carbono e do metano.
Cerca de 80% das emissões humanas de óxido nitroso são provenientes da agricultura. Bactérias convertem o nitrogênio encontrado no esterco bovino ou o excesso deixado no solo em gás óxido nitroso.
Cada quilo de carne que comemos requer múltiplos quilos de grãos, e cada grão, por sua vez, requer a utilização de fertilizantes contendo azoto, de modo que a quantidade de óxido nitroso liberado por caloria da carne (e lacticínios) é muito maior do que simplesmente comer as culturas (verduras, frutas) diretamente.
PARANDO A MUDANÇA CLIMÁTICA
Pesquisadores analisaram várias trajetórias possíveis para as futuras emissões de óxido nitroso, inclusive estabilizar os níveis atmosféricos de óxido nitroso deste século. Eles consideraram que alterações às emissões seriam necessárias para atingir esta meta.
Uma abordagem para reduzir a quantidade de óxido nitroso emitida é a utilização de azoto de maneira mais eficiente para cada quilo de grãos ou carne produzido. Mas reduzir a demanda por carne também é eficaz.
“Se quisermos chegar à redução mais agressiva – o que realmente estabiliza o óxido nitroso – temos que usar todos os itens acima, incluindo mudanças na dieta”, disse o pesquisador Eric Davidson.
Ele mostrou que seria necessário reduzir o consumo de carne no mundo desenvolvido em 50% para gerir o azoto duas vezes mais eficientemente.
Essa análise é consistente com outros estudos, como um relatório de 2006 da ONU, que afirmou que a pecuária contribui mais à mudança climática do que o transporte.
Se incluirmos o metano – liberado em grandes quantidades por ruminantes como o gado – e as emissões de dióxido de carbono da produção de fertilizantes, as emissões de gases de efeito estufa provenientes da agricultura e pecuária são ainda maiores.
O óxido nitroso é liberado em quantidades muito menores do que o dióxido de carbono e o metano, mas é cerca de 300 vezes melhor em capturar calor, e dura na atmosfera por cerca de 100 anos, de modo que cada uma de suas moléculas contribui muito ao aquecimento climático.
Então, a solução é a redução do consumo de carne. Mas isso tem chances de acontecer? Davidson ressalta que, 30 anos atrás, ninguém acharia possível que o tabagismo fosse proibido em bares, ou que o consumo de cigarro diminuísse. Tudo pode acontecer.
De acordo com o estudo de Davidson, o consumo anual médio per capita de carne no mundo desenvolvido foi de 78 quilos em 2002 e está projetado para crescer para 89 quilos em 2030. Enquanto isso, no mundo em desenvolvimento foi de 28 quilos em 2002, projetado para crescer para 37 em 2030.
“Temos vivido de uma forma muito luxuosa. Ir de 82 kg de carne por ano a 40 não deveria ser pedir muito”, disse a cientista Christine Costello.
FONTE: LiveScience
terça-feira, 19 de novembro de 2013
COMER PEIXE REGULARMENTE PODE PREVENIR ALZHEIMER
Idosos que comem peixe pelo menos uma vez por semana são entre três e cinco vezes menos propensos a desenvolverem Alzheimer, de acordo com um novo estudo da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos. Mas é essencial que o peixe seja grelhado ou assado para que os ácidos graxos ômega-3 sejam preservados.
O ômega-3 ajuda a proteger o cérebro, aumentando o fluxo sanguíneo da região, reduzindo inflamações e limitando o acúmulo de placas prejudiciais que favorecem o desenvolvimento de mal de Alzheimer.
Quando o peixe é frito, ele fica com quantidades muito baixas de ômega-3, e consequentemente não oferece proteção alguma contra demência e perda de memória relacionada com a idade, conhecida como deterioração cognitiva.
No estudo, pesquisadores questionaram 260 voluntários saudáveis com idade média de 76 anos sobre a frequência com que eles comiam peixe. Dez anos depois, aqueles que não comiam peixes regularmente tinham mostrado muitos mais problemas nas áreas cerebrais ligadas a memória.
Cinco anos após essa primeira análise, pesquisadores descobriram que 31% dos idosos que não ingeriam peixes com frequência tinham desenvolvido Alzheimer ou deterioração cognitiva. Os índices dessas doenças entre os idosos que comiam peixe pelo menos uma vez na semana foram entre 3% e 8%.
Ciro Raji, que liderou o estudo, disse que futuras pesquisas podem ajudar a descobrir se suplementos de ômega-3 produzem efeitos semelhantes, e se alguns tipos de peixe oferecem mais proteção do que outros.
No entanto, a pesquisa não levou em consideração fatores como o estilo de vida dos voluntários. A melhor maneira de prevenir o Alzheimer, além de uma dieta saudável, incluindo frutas e legumes, é também fazer exercício físico regularmente e se livrar do tabagismo.
FONTE: Telegraph
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