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terça-feira, 30 de setembro de 2014

VC SABE O QUE É DINÂMICA DE FLUIDOS?

Dinâmica de fluidos é o ramo da ciência aplicada que se preocupa com o movimento dos líquidos e gases. É um dos dois ramos da mecânica dos fluidos, que é o estudo de fluidos e como as forças os afetam. O outro ramo é a estática dos fluidos, que trata dos fluidos em repouso. Cientistas em vários domínios estudam a dinâmica de fluidos. A dinâmica de fluidos fornece métodos para o estudo da evolução das estrelas, correntes oceânicas, padrões climáticos, placas tectônicas e até mesmo a circulação sanguínea. Algumas importantes aplicações tecnológicas da dinâmica dos fluidos incluem os motores de foguetes, as turbinas eólicas, os oleodutos e os sistemas de ar condicionado.

O que é o fluxo?

A circulação de líquidos e gases é geralmente referida como "fluxo", um conceito que descreve como se comportam os fluidos e como eles interagem com o seu ambiente envolvente - por exemplo, movendo-se a água através de um canal ou tubo, ou sobre uma superfície. O fluxo pode ser estável ou instável. McDonough, professor de engenharia da Universidade de Kentucky, afirma que se todas as propriedades de um fluxo são independentes do tempo, então o fluxo é constante, caso contrário, é instável. Ou seja, os fluxos constantes não mudam ao longo do tempo. Um exemplo de fluxo constante seria a água que flui através de um tubo a uma taxa constante. Por outro lado, um derrame de água feito por uma bomba antiquada de mão são exemplos de fluxo instável. O fluxo também pode ser laminar ou turbulento. Os fluxos laminares são mais suaves, enquanto os turbulentos são mais caóticos. Um factor importante na determinação do estado de fluxo do fluido é a sua viscosidade, ou a espessura. Uma maior viscosidade aumenta a tendência do fluxo ser laminar. Patrick McMurtry, professor de engenharia na Universidade de Utah, afirma que por fluxo laminar geralmente estamos a referir-nos a uma superfície lisa, em que quaisquer perturbações induzidas são amortecidas devido às relativamente fortes forças viscosas. O fluxo laminar é desejável em muitas situações, tal como em sistemas de drenagem ou asas de avião, porque é mais eficiente e perde menos energia. O fluxo turbulento pode ser útil para causar a mistura de diferentes fluidos ou para igualização da temperatura. Um fator importante no fluxo de fluido é o número do fluido Reynolds (Re), que tem o nome de um cientista do século 19, Osborne Reynolds, apesar de ter sido descrita pela primeira vez em 1851 pelo físico George Gabriel Stokes. McDonough dá a definição de Re como a proporção de forças de inércia para os viscosos. A força de inércia é a resistência do fluido na mudança de movimento, e a força viscosa é a quantidade de atrito, devido à viscosidade ou espessura do fluido. Note-se que Re não é apenas uma propriedade do fluido; inclui igualmente as suas condições de fluxo, tais como a sua velocidade e o tamanho e a forma da conduta ou quaisquer obstruções. Com um baixo Re, o fluxo tende a ser suave, ou laminar. Por outro lado, com um elevado Re, o fluxo tende a ser turbulento, formando redemoinhos e turbilhões. O Re pode ser utilizado para prever como um gás ou líquido irá fluir em torno de um obstáculo numa corrente, tal como a água em num pilar de ponte ou o vento sobre uma asa de avião.

Fluxo líquido

O estudo do fluxo líquido é chamado de hidrodinâmica. Apesar de os líquidos incluíram todos os tipos de substâncias, tais como soluções de óleo e químicos, o líquido mais comum é a água e a maioria das aplicações hidrodinâmica envolvem a gestão do fluxo do líquido. Isso inclui controle de enchentes, operação de sistemas de água encanada e esgoto e gestão de vias navegáveis​​. A hidrodinâmica trata principalmente sobre o escoamento de água em tubos ou canais abertos. John Southard, do MIT, aponta a principal diferença entre o fluxo de tubulação e o fluxo de canal aberto. Os fluxos de tubulação fluem em condutas fechadas ou canais, tubos ou condutas de ar, estando inteiramente em contacto com limites rígidos. Por outro lado, os fluxos de canal aberto, são aqueles cujos limites não são totalmente feitos de um material sólido e rígido. Importantes fluxos de canais abertos são rios, correntes de maré, canais de irrigação ou lençóis de água que atravessam a superfície do solo após a chuva. Devido às diferenças existentes nestes limites, forças diferentes afetam os dois tipos de fluxos. Enquanto os fluxos em tubo fechado podem ser accionados por pressão ou gravidade, os fluxos em canais abertos são movidos pela gravidade. A pressão é determinada, principalmente, pela altura do líquido acima do ponto de medição. Por exemplo, a maioria dos sistemas de água nas cidades utilizam torres de água para manter a pressão constante no sistema. Esta diferença na elevação é chamada a cabeça hidrodinâmica. O líquido de um tubo também pode ser obrigado a fluir mais rapidamente e com uma maior pressão por meio da utilização de bombas mecânicas.

Fluxo de gás

O fluxo de gás tem muitas semelhanças com o fluxo de líquido, mas também tem algumas diferenças importantes. Em primeiro lugar, o gás é compressível, ao passo que os líquidos são geralmente considerados incompressíveis. Se a densidade do fluido muda sensivelmente ao longo do campo de fluxo, o fluxo pode ser tratado como um fluxo compressível. Caso contrário, o fluido é considerada incompressível. Em segundo lugar, o fluxo de gás é pouco afetada pela força da gravidade. O gás mais comummente encontradas na vida quotidiana é o ar; portanto, os cientistas têm dado muita atenção às suas condições de fluxo. O vento faz com que o ar se mova ao redor de prédios e outras estruturas, que também pode ser movido através de bombas e ventiladores. Uma área de particular interesse é o movimento de objetos através da atmosfera. Este ramo da dinâmica de fluidos é chamada de aerodinâmica, que é a dinâmica dos corpos em relação aos gases, especialmente a interação de objetos em movimento com a atmosfera em movimento.

Princípio de Bernoulli

Geralmente, o fluido em movimento a uma velocidade superior tem menor pressão do que o fluido que se move a uma velocidade mais baixa. Este fenômeno foi descrito pela primeira vez por Daniel Bernoulli, em 1738 no seu livro "Hydrodynamic", sendo conhecido como o princípio de Bernoulli. Ele pode ser aplicado para medir a velocidade de um movimento de líquido ou gás num tubo ou canal, ou sobre uma superfície. Este princípio também é responsável pela elevação das asas de avião, razão pela qual os aviões podem voar. Uma vez que a asa é plana na parte inferior e curva na parte superior, o ar tem de se deslocar ao longo de uma distância maior na superfície de topo do que ao longo da superfície de fundo. Para fazer isso, ele deve ir mais rápido por cima, fazendo com que a pressão diminua. Isso faz com que o ar de alta pressão sobre a parte inferior levante a asa.

Problemas em dinâmica dos fluidos

Os cientistas costumam tentar visualizar o fluxo usando figuras chamadas linhas de corrente, streaklines e pathlines. Uma linha de corrente é uma linha contínua dentro de um fluido tal que a tangente em cada ponto representa a direcção do vector de velocidade neste ponto. Por outras palavras, uma linha de corrente mostra a direção do fluxo em qualquer ponto particular no fluxo. Um streakline, é a localização de todos os elementos do fluido que já passaram por um determinado ponto. A pathline (ou o caminho das partículas), é a trajetória de um elemento individual de fluido. Se o fluxo não se altera ao longo do tempo, o pathline será o mesmo que a aerodinâmica. No entanto, no caso de um fluxo turbulento ou instável​​, estas linhas podem ser bastante diferentes. A maioria dos problemas em dinâmica dos fluidos são demasiado complexos para serem resolvidos pelo cálculo direto. Nestes casos, os problemas devem ser resolvidos por métodos numéricos usando simulações por computador. Esta área de estudo é chamada de dinâmica de fluidos numéricas ou computacionais (CFD), constituindo um ramo da ciência baseado em computador que fornece previsões numéricas de escoamentos de fluidos. No entanto, como o fluxo turbulento tende a ser não-linear e caótico, um cuidado especial deve ser tomado na criação das regras e condições iniciais para estas simulações. Pequenas mudanças no início podem resultar em grandes diferenças nos resultados. A precisão da simulação pode ser melhorada dividindo o volume em regiões menores e com intervalos de tempo menores, mas isso aumenta o tempo de computação. Por esta razão, CFD deve avançar juntamente com o aumento do poder de computação. fonte:livescience.com/47446-fluid-dynamics.html

QUÃO HOSTIL É O ESPAÇO?

O espaço pode parecer calmo, mas é um ambiente mais hostil do que a Terra. A radiação invisível é um grande problema para os entusiastas do espaço e para os instrumentos científicos. Substituir dispositivos eletrónicos para fazer tarefas humanas reduz o risco, mas não elimina todos os riscos. Cada dispositivo ativo no espaço deve lidar com esses riscos que causam muitos problemas para os designers de instrumentos espaciais. Além do risco de colisão com outros objetos no espaço, há quatro principais perigos para esses dispositivos eletrônicos: o vácuo vazio, a variabilidade da temperatura extrema, os impactos de meteoritos pequenos e os danos da radiação. A variação de temperatura no espaço pode ser enorme. Se as costas de um astronauta estiverem voltadas para o sol e a frente não, a diferença de temperatura pode ser de 275°F. A força do vácuo no espaço é muito grande, o que pode quebrar quaisquer instrumentos não selados. Os impactos de meteoritos pequenos são difíceis de prever, apesar de serem raros. O que causa o maior dano é o fluxo constante de radiação na forma de partículas de alta energia. Estas partículas causam danos permanentes ao sistema eletrónico. Este fato faz com que os sistemas se tornem pouco confiáveis ao longo do tempo e, eventualmente, falhem. Existem três fontes de radiação principais no espaço. A primeira consiste de partículas galácticas, originários dentro da Via Láctea, juntamente com partículas extra-galácticas, originárias fora da Via Láctea. A segunda fonte é constituída por partículas solares, que formam o vento solar, que são expelidas pelo sol e são mais baixas em energia, mas muito mais numerosas. A terceira fonte é composta por partículas presas, que formam faixas invisíveis ao redor de planetas com um campo magnético forte. Estas duas últimas fontes flutuam com a atividade solar, que segue um ciclo de 11 anos. Os efeitos das partículas mais energéticas são classificadas como "efeitos de evento único" (EES). Estes envolvem partículas que são capazes de causar a temida "tela azul da morte". Os danos podem alterar os valores armazenados na memória e nos processadores de dispositivos digitais, podendo fazê-los parar de funcionar no nível mais básico. Uma maneira de lidar com tal dano é a utilização de muitas células de memória para manter o mesmo valor, e comparar os valores. O acúmulo gradual de danos causados ​​por partículas de alta energia em dispositivos de carga acoplada (CCDs) (também encontrado em câmeras digitais) são de maior preocupação para os cientistas. A precisão das medidas necessárias para realizar ciência é tão grande que qualquer dano leve nessas câmeras pode alterar os dados recebidos. Você pode ver os efeitos deste dano num monte de vídeos do astronauta Chris Hadfield a bordo da Estação Espacial Internacional. Em tela cheia e num streaming em alta qualidade, você vai encontrar manchas brancas nas áreas mais escuras da imagem. Estas são causadas por danos da radiação no sensor, que permite que o sinal seja criado pela temperatura do dispositivo. Embora proteger os componentes possa prevenir a radiação de danificar os componentes eletrônicos, os sensores de câmera sempre precisa de um caminho aberto, para tirar fotos. A blindagem também pode criar radiação secundária quando uma partícula prejudicial a atinge. fonte:Space.com/26761-explainer-how-hostile-is-space.html

CONHEÇA AS 10 CIDADES COM MAIS MULTIMILIONÁRIOS NO MUNDO

Existem poucos multimilionários no mundo, de acordo com o relatório Wealth-X and UBS Billionaire Census 2014, há 2.325 pessoas com mais de 1 bilhão de dólares. Esta pequena porção da população, no entanto, concentra 7,3 trilhões de dólares em suas mãos, ou seja, este grupo tem um patrimônio 4 vezes maior do que a metade mais pobre da população. E por onde andam, onde moram estas pessoas tão ricas? Segundo Forbes, a famosa revista norte-americana de negócios e finanças, no top 10 aparecem cidades europeias, americanas, de países asiáticos e da América do Sul. Na Europa, há uma maior quantidade de ricos: 775. Na sequência, América do Norte (609), Ásia (560) e Oriente Médio (154). A América Latina fica em quinto com 153 multimilionários. Na rabeira seguem África (40) e Oceania (34). Desta forma, sabemos que a soma da fortuna dos 86 milionários que decidiram viver em Moscou, alcança um total de 336 bilhões de dólares, por outro lado, se fizermos o mesmo com a cidade de Nova Iorque e seus 62 milionários teríamos 280 bilhões de dólares, razão pela qual, após muito tempo, esta cidade deixou o topo do pódio de cidade com mais multimilionários. Neste sentido, retomamos a lista da popular revista que você pode ler logo abaixo: 1° Moscou: 84 milionários; 2° Nova Iorque: 62 milionários; 3° Hong Kong: 43 milionários; 3° Londres: 43 milionários; 5° Istambul: 37 milionários; 6° São Paulo: 26 milionários; 7° Bombaim: 24 milionários; 8° Seul: 23 milionários; 9° Cidade de México: 21 milionários; 9° Pequim: 21 milionários; 10° Dallas: 18 milionários; 10° Santiago: 18 milionários; 10° Paris: 18 milionários; 11° Rio de Janeiro: 12 milionários; 12° Lima: 9 milionários; 13° Buenos Aires: 7 milionários; 14° Hamilton (Bermudas): 6 milionários; 15° Caracas: 6 milionários; 16° Bogotá: 3 milionários; 17° Jaraguá do Sul: 3 milionários. fonte:http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=32271#ixzz3EqLhpet3 Leia mais em: As 10 cidades com mais multimilionários no mundo e na América Latina - Metamorfose Digital http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=32271#ixzz3EqLZ4Cuy

CONHEÇA 10 CONDIÇÕES MÉDICAS DE QUE VC NUNCA OUVIU FALAR

Quando as pessoas pensam em doenças estranhas, o que lhes vêm à mente são condições como síndrome de Tourette ou albinismo. Entretanto, o mundo das doenças é aparentemente infinito – justamente quando você acha que já ouviu falar de todas, conhece alguns casos diferentes, como essas 10 estranhas condições médicas de que você provavelmente nunca tinha ouvido falar antes.

10. Doença do homem de pedra

Conhecida no meio médico como fibrodisplasia ossificante progressiva (FOP), a doença do homem de pedra é uma das condições genéticas mais incapacitantes e raras que existem. Fiel ao seu nome popular, a doença faz com que o tecido ósseo comece a crescer em músculos, tendões e outros tecidos conjuntivos, o que acaba por efetivamente restringir o movimento da pessoa. Indivíduos com FOP podem até desenvolver um segundo esqueleto, que eventualmente tem a capacidade de transformá-los em estátuas vivas. Como o coração e outros órgãos vitais são constituídos de um tipo diferente de músculo, eles não são atingidos por esse crescimento do tecido ósseo. Em todo o mundo, existem apenas 800 casos confirmados, e não há cura ou algum tratamento conhecido, além de analgésicos. Aqueles que possuem FOP vivenciam surtos aleatórios da doença ou trauma físico subsequente. Algo tão pequeno quanto uma injeção pode ser o ponto de partida para que os ossos comecem a crescer. Mas há motivos para manter a esperança. Em 2006, o gene da FOP foi descoberta, e pesquisas clínicas estão sendo feitas neste momento.

9. Lipodistrofia progressiva

Às vezes referida como “síndrome de Benjamin Button inversa”, a lipodistrofia faz os pacientes parecerem muito mais velhos do que suas idades verdadeiras. No caso da jovem de 15 anos, Zara Hartshorn, ela já foi confundida com a mãe de sua irmã mais velha, de 16 anos de idade. Mas como isso acontece? A culpa é de uma mutação genética hereditária ou adquirida através de medicamentos, mecanismos autoimunes ou outros processos não identificados. A lipodistrofia é caracterizada pela perda de tecido de gordura por baixo da pele. A perda de gordura ocorre no rosto, seguido pelo pescoço, extremidades superiores e tronco, o que causar rugas e dobras na pele. Até agora, apenas 200 casos foram relatados em todo o mundo, afetando principalmente mulheres. Não há cura ou tratamento para a lipodistrofia, além de insulina, intervenções estéticas como o face-lift, ou injeções de colágeno (que, porém, eventualmente desaparece).

8. Língua geográfica

Cerca de 2 a 3% da população em geral possuem desenhos de mapa desenhados na língua, daí o nome da condição. Isso acontece devido à falta de papilas gustativas em determinadas partes da língua, regiões onde aparecem algumas projeções digitiformes, semelhantes a desenhos geográficos. O padrão dos “mapas” sobre a língua também muda rapidamente de dia para dia, dependendo de onde as papilas se recuperaram e quais se desgastaram. A chamada língua geográfica é uma condição inofensiva, com poucos ou nenhum sintoma, embora algumas pessoas sintam desconforto na língua ou sensibilidade a alimentos picantes. E a própria causa é um mistério. Vários estudos fornecem dados conflitantes sobre a relação entre a língua geográfica e outras doenças como a diabetes. No entanto, existe a possibilidade de uma ligação genética, uma vez que a condição tende a ser recorrente em certas famílias. 10 doenças mais estranhas do mundo

7. Gastrosquise

Agora, em vez da falta de partes do corpo, que tal ter a maioria dos seus órgãos vitais no lado de fora do seu corpo? A gastrosquise é um defeito congênito da parede abdominal que resulta no desenvolvimento de alguns órgãos dos bebês na parte de fora do seu corpo. Nos Estados Unidos, a estatística de uma criança nascer com gastrosquise é de 3,73 para cada 10.000 nascidos vivos (ou seja, 0,003%). Em mães mais jovens, o risco é maior. Por outro lado, a taxa de sobrevivência hoje em dia é muito maior do que já foi no passado. Se antigamente a taxa de sobreviência era de cerca de 50%, os recém-nascidos com gastrosquise de hoje possuuem entre 85 e 90% de chances de sobreviver – e ainda por cima com poucas probabilidades de ter complicações na fase adulta da vida.

6. Xeroderma pigmentoso

Essa condição genética é responsável por um aumento de piadas ruins sobre vampiros, uma vez que os pacientes desenvolvem uma sensibilidade extrema à luz ultravioleta. Uma mutação que interfere com a reparação do DNA é a causa da doença. Os sintomas geralmente aparecem pela primeira vez no início da infância e vêm acompanhados de queimaduras graves depois de apenas alguns minutos de exposição ao sol. Sardas no rosto e por toda a pele exposta aos raios solares são comuns, assim como pele seca e alterações na cor da pele. Infelizmente, as pessoas com XP têm uma grande chance de desenvolver câncer de pele. Sem a proteção adequada, quase a metade de todas as crianças com XP desenvolvem algum tipo de câncer de pele antes mesmo de completarem 10 anos de idade. Os olhos também frequentemente ficam vermelhos, nebulosos e irritados após a mínima exposição ao raios ultravioletas. Existem oito tipos diferentes de XP, cada um com sua própria gravidade e seus sintomas particulares. Estima-se que apenas uma em cada 250 mil pessoas na Europa e nos EUA tenham a condição.

5. Má-formação de Chiari

Os pacientes com má-formação de Chiari possuem um cérebro grande demais para seu crânio. O tecido do cérebro, geralmente o cerebelo, empurra e pressiona o canal da coluna vertebral. Quão rara é a condição? Apenas 1% da população dos EUA tem malformação de Chiari, mas a condição parece muito mais comum quando se observa que essa quantidade corresponde a 3 milhões de estadunidenses. A má-formação é diagnosticada não só em crianças, mas também em adultos. Existem atualmente quatro tipos conhecidos. O tipo I é o mais comum e menos grave, enquanto o tipo IV é o mais raro e mais grave, causando inclusive problemas neurológicos, que são muitas vezes fatais. Nem todas as pessoas que possuem a má-formação de Chiari apresentam sintomas. Além disso, os sintomas mais comuns de quem sofre dessa condição são geralmente dores excessivas de cabeça. Para muitos, porém, a descompressão cirúrgica do crânio é necessária.

4. Alopécia

Esta doença auto-imune faz com que o sistema imunológico dos pacientes ataquem erroneamente os folículos pilosos da cabeça, resultando em perda desigual de cabelo. A alopécia, também conhecida como alopecia areata (AA), possui duas outras formas. A alopecia totalis corresponde à completa perda de cabelo no couro cabeludo. A alopecia universalis, por sua vez, é a forma mais rara de AA, que ataca todos os folículos de cabelo, incluindo cabelos, sobrancelhas, cílios, assim como os pelos de todo o corpo. De uma maneira bem estranha, em todas as três formas, o cabelo pode regredir de forma aleatória e imprevisível. Embora a alopécia afete cerca de 2% da população mundial, não existe cura ou tratamento para a condição. Além disso, nenhum outro sintoma tem sido relatado pelos pacientes com exceção de coceira na pele, durante as fases iniciais de AA.

3. Síndrome da unha-patela

O pensamento de olhar para seus dedos e não encontrar unhas provoca arrepios na sua espinha? Aqueles com síndrome da unha-patela (SUP) muitas vezes não têm unhas, ou suas unhas crescem anormalmente, divididas ao meio, ou ainda simplesmente crescem longe do lugar onde deveriam estar. Outro sintoma são anormalidades esqueléticas que limitam o movimento, a mais extremo sendo a deformação ou ausência completa da rótula. Ainda mais estranha é a presença de pequenos chifres ilíacos, isto é, saliências no osso pélvico que às vezes podem ser sentidos através da pele. Segundo estatísticas oficiais, pelo menos uma em cada 50 mil pessoas tem SUP, mas os sintomas são tão diversos que o diagnóstico se torna muito difícil, mesmo dentro de uma família que compartilha a condição.

2. Neuropatia hereditária sensorial do tipo I

Esta doença é tão rara que sua prevalência é simplesmente uma estimativa: dois casos por milhão de pessoas. Aqueles com neuropatia hereditária sensorial tipo 1 (NHS) sofrem de perda de sensibilidade, geralmente nas pernas, pés, braços e mãos. A capacidade de sentir dor e temperatura é afetada, por vezes até ao ponto em que a pessoa não sente mais absolutamente nada nos membros afetados. Um vez que a NHS provoca inclusive a perda de sensações de dor, não é inédito para aqueles que possuem a condição sofrerem fraturas aleatórias e até mesmo necrose, o que resulta em tecidos mortos no corpo. As pessoas com NHS podem até mesmo quebrar uma parte de seu corpo ou morder um pedaço de sua língua sem se sentir nem um pouco de dor. E justamente o fato de serem incapazes de sentir dor pode ser algo fatal em muitas situações, porque as lesões e as feridas deixadas sem tratamento podem resultar em infecções, que por vezes levam à morte.

1. Miotonia congênita

Você já ouviu falar de cabras que desmaiam? Fofas e indefesas. No entanto, elas não são os únicos mamíferos a desmaiar no reino animal. Nós, seres humanos, também podemos sofrer de miotonia congênita, a doença que afeta as cabras do início deste tópico. Desenvolvida em decorrência de uma mutação genética, a miotonia congênita afeta o fluxo de íons cloreto, que são responsáveis por avisar o músculo quando ele deve se contrair, e em que momentos relaxar. Isso resulta em rigidez muscular após contrações voluntárias, normalmente depois de longos períodos de descanso, e pode afetar os músculos das pernas, braços, mandíbulas e do diafragma. Não há cura e o tratamento é oferecido somente para os piores casos. Os mais recomendados são exercícios físicos e movimentos suaves logo após os períodos de descanso, para ajudar os músculos a não se enrijecerem. Apesar do constrangimento ocasional, as pessoas diagnosticados com miotonia congênita tendem a viver vidas longas e felizes. fonte:Listverse.com/2013/08/17/10-strange-medical-conditions-youve-never-heard-of/

5 PERGUNTAS IMPENSADAS SOBRE A REPRODUÇÃO HUMANA

O pano de fundo da reprodução humana pode provocar questionamentos sobre alguns dos mistérios mais íntimos da vida. Toda chegada de um bebê provoca uma série de perguntas do tipo “como conseguirei tomar conta de uma criança?” ou “serei capaz de ser uma boa mãe?”. Papais de primeira viagem à parte, o início de uma nova vida pode também levantar questões que são de grande importância prática na vida cotidiana. Entre elas:

1. Por que os testículos de um homem ficam do lado de fora do corpo?

Na maior parte dos mamíferos, incluindo nos primatas, os testículos descem da sua posição inicial, ao lado dos rins, para uma bolsa escrotal, localizada fora do corpo. A descida dos testículos já foi explicada de várias maneiras. O motivo mais amplamente aceito tem relação com a temperatura corporal elevada, típica dos mamíferos. É um consenso científico que a produção de esperma em humanos não pode ocorrer em um ambiente com a temperatura tão elevada quanto a média do corpo. Sabe-se, por exemplo, que os casos em que os testículos de um homem permanecem na cavidade do corpo resultam em infertilidade. No entanto, a produção de espermatozoides claramente pode ocorrer dentro do corpo, porque alguns mamíferos – como golfinhos, rinocerontes e elefantes – produzem sêmen em testículos que não descem. Em vez disso, parece que uma temperatura mais baixa é melhor para o armazenamento de esperma. Mamíferos com testículos que não descem possuem várias adaptações especiais para armazenar o esperma em locais onde a temperatura corporal é mais baixa.

2. Quantos espermatozoides são necessários para garantir a fertilização?

A resposta é curta e fácil: um. Apenas um espermatozoide é necessário para fertilizar um óvulo. Na verdade, é desastroso se um óvulo é fertilizado por mais de um espermatozoide, já que apenas um conjunto de cromossomos paternos deve ser fornecido. Tanto que existem mecanismos especiais para evitar que mais de um espermatozoide fertilize um óvulo. No entanto, cada ejaculação humana contém, em média, 250 milhões de espermatozoides. Então, por que tantos? Várias pesquisas têm mostrado que os homens que expelem menos de 60 milhões de espermatozoides por vez tendem a ter problemas de fertilidade. Além disso, os tratamentos contra a infertilidade conseguem elevar a contagem de espermatozoides de 60 milhões para cerca de 200 milhões de espermatozoides a cada ejaculação. Porém, qualquer aumento adicional parece não ter nenhum efeito sobre a fertilidade. Nós sabemos que a grande maioria dos espermatozoides ejaculados se perdem pelo caminho e apenas algumas centenas acabam perto do óvulo. Parte dessa redução no número serve claramente para eliminar o esperma inadequado. Por exemplo, os espermatozoides deformados são filtrados pelo muco no colo do útero e parece provável que uma nova seleção aconteça nas tubas uterinas. Dessa forma, um grande número de espermatozoides são necessários para garantir que aquele um espermatozoide geneticamente perfeito atinja o alvo.

3. É verdade que a contagem de espermatozoides humanos está em declínio?

Desde 1974, várias pesquisas têm indicado que a contagem de espermatozoides humanos foram reduzidos pela metade em várias populações em regiões industrializadas nos últimos 60 anos ou mais. Entretanto, essa conclusão tem sido contestada por várias razões, principalmente pelo fato de que alguns estudos não encontraram nenhuma evidência de um declínio na contagem de esperma. Verificou-se que isso acontece porque há diferenças marcantes na contagem de esperma de populações de locais e épocas diferentes. Também foi sugerido que a redução no número de espermatozoides decorreu de mudanças nos métodos de contagem. No entanto, esses mesmos métodos foram utilizados para avaliar as contagens de esperma em animais de fazenda tais como bois, ovelhas e porcos, e nenhum declínio foi constatado no número de espermatozoides entre os animais. A boa notícia é que a contagem nos humanos ainda não caiu para níveis que ameacem severamente a fertilidade, e essa diminuição pode se estabilizar logo. O mais preocupante, neste ponto, é que o declínio da contagem de esperma está acompanhado por um aumento acentuado em anormalidades do sistema reprodutor masculino – testículos que não descem para o saco escrotal e desenvolvimento anormal do pênis – em conjunto com taxas mais elevadas de câncer no testículo e de próstata. As evidências sugerem um efeito ambiental de algum tipo, que afeta apenas os seres humanos. Vários fatores têm sido indicados como os grandes vilões, mas os candidatos mais prováveis são as toxinas ambientais que imitam a ação dos hormônios esteroides.

4. O ciclo reprodutivo da mulher é regular?

O modelo do ciclo menstrual humano, com a ovulação e a concepção acontecendo regularmente perto da metade do ciclo, formou a base para o pensamento médico desde 1930. Este modelo, porém, necessita de uma revisão radical. A noção de ovulação regular no meio do ciclo é em si apenas uma abstração estatística. Ciclos menstruais apresentam variações consideráveis tanto em duração, rotineiramente variando entre três e cinco semanas, quanto no momento exato da ovulação, em relação à menstruação. Um importante fato sobre esse assunto em particular tem sido estudado por cientistas e pode levar a uma descoberta revolucionária. Pesquisas apresentam evidências de que o esperma pode ser armazenado por dias dentro no útero humano. Isto significa que a relação sexual necessária à concepção pode ocorrer até 10 dias ou mais antes da ovulação. Isto levanta grandes problemas para o “método do ritmo” de contracepção, que conta com a sabedoria até agora aceita que o esperma e os óvulos possuem duração de vida estritamente limitada, sobrevivendo apenas dois dias e um dia, respectivamente. Na prática, o método do ritmo (mesmo com melhorias) é muito pouco confiável. O pior de tudo é que a evitar a relação sexual na época da ovulação acaba, na realidade, aumentando o risco de fertilização de espermatozoides ou óvulos “velhos” e, por conseguinte, o risco de anomalia fetal. Vários estudos indicam que isto é, de fato, o que acontece.

5. Por que o parto humano é um processo tão longo e doloroso?

O nascimento de um ser humano é um processo desafiador, que geralmente dura várias horas, ao invés de apenas uma ou duas horas como em macacos. Isto se dá basicamente porque os nossos recém-nascidos são extraordinariamente grandes – duas vezes maior que os bebês de grandes macacos – e têm cérebros particularmente grandes. Durante o nascimento, o bebê humano gira de uma forma complexa, com o resultado que sua cabeça normalmente acaba voltada para as costas da mãe, em vez de para a frente, como em outros primatas. As medições médicas revelam que, no momento do parto, o tamanho da cabeça do recém-nascido é levado ao limite. As dimensões biológicas dos seres humanos geralmente possuem um formato padrão de sino, que os estatísticos chamam de uma distribuição normal. Na hora do parto, entretanto, duas curvas à primeira vista incompatíveis se encontram: a extremidade larga da cabeça do recém-nascido com a extremidade estreita do canal pélvico. Em um processo chamado de “poda genética”, a seleção natural infelizmente agiu contra as cabeças grandes dos bebês e os canais pélvicos pequenos das mulheres. O ajuste é tão apertado que o cérebro humano ainda tem muito o que crescer após o nascimento. Em outros primatas, o cérebro do recém-nascido é cerca de metade do seu tamanho adulto, mas em seres humanos, o cérebro possui apenas um quarto do tamanho do órgão adulto. FONTE: http://edition.cnn.com/2013/07/22/health/how-we-do-it/

A GRAVIDADE DA TERRA ESTÁ MUDANDO COM O DERRETIMENTO DAS GELEIRAS

Para aqueles que não acham que a mudança climática é tão grave assim, a resposta dos cientistas é: sua mais recente vítima na Antártica é a gravidade! Sim, aquela força fundamental da natureza, que por acaso também é constante, mas que, de alguma maneira, a mudança climática conseguiu ferrar. Essa é a conclusão de um estudo conduzido com dados da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês). “A perda de gelo da Antártica Ocidental entre 2009 e 2012 causou um mergulho no campo gravitacional sobre a região”, escreveu a ESA, cujo satélite GOCE mediu a mudança. Mas, calma: a alteração da qual estamos falando é muito pequena – os que desejam passar as férias na Península Antártica não vão sair flutuando em direção ao nada.

A pesquisa

Embora todos nós tenhamos aprendido que a gravidade é uma constante, ela varia muito pouco dependendo de onde você está na superfície da Terra e da densidade da rocha (ou, neste caso, gelo) sob os seus pés. Durante uma missão de quatro anos, o satélite da ESA mapeou essas variações e mudanças em detalhes sem precedentes e foi capaz de detectar uma diminuição significativa da gravidade na região da Antártica Ocidental onde o gelo está derretendo mais rápido do que no resto do planeta. Os resultados foram alcançados através da combinação de medições do campo de gravidade feitas pelo satélite de alta resolução GOCE com uma missão de outro satélite chamado Grace, operado em conjunto pelos Estados Unidos e pela Alemanha. Os cientistas esperam ampliar esta análise para toda a Antártica em breve, o que poderia fornecer uma imagem ainda mais nítida do ritmo que o aquecimento global está tomando no continente gelado.

Alerta!

A maior implicação dessas medições é que elas confirmam que o aquecimento global está mudando a Antártica de maneiras fundamentais. Para se juntar ao coro de terrores que a mudança climática está causando, no início deste ano, uma equipe de cientistas anunciou que grandes geleiras da Antártida Ocidental começaram a colapsar de forma imparável, comprometendo o nível dos oceanos a uma subida de vários metros ao longo dos próximos cem anos. As melhores estimativas atuais mostram que os mares globais poderiam estar até 1,27 metros mais altos até o final do século, em grande parte devido ao derretimento do gelo na Antártica Ocidental. Pesquisas anteriores com dados de um terceiro satélite, CryoSat (também da ESA), tem mostrado que a perda de gelo nessa região aumentou três vezes desde apenas 2009, com 500 quilômetros cúbicos de gelo derretendo anualmente da Groenlândia e da Antártica (combinados). fonte: Wired.com/2014/09/melting-antarctic-ice-shifting-gravity/

FICAR SENTADO POR MUITO TEMPO PODE TER MATAR DE 7 FORMAS DIFERENTES

Muitas pesquisas feitas nos últimos anos apontam que ficar sentado durante muitas horas por dia pode ser prejudicial para sua saúde. Nas palavras de Shaunacy Ferro, “sentar é o novo cigarro”, menos o lobby poderoso em volta do produto. E a pior notícia é que aumentar o tempo de exercícios não compensa o tempo que você fica sentado – as probabilidades são as mesmas para quem se exercita e quem não se exercita.Veja aqui as maneiras com que o sedentarismo, principalmente no local de trabalho, pode te matar:

7. Doenças crônicas

Uma pesquisa feita em fevereiro de 2013 com 63.048 homens australianos de meia idade apontou que quem fica sentado mais de quatro horas por dia tem uma probabilidade significativamente maior de ter uma doença crônica, como hipertensão, doenças cardíacas e câncer. E o estudo apontou que não importa o índice de massa corporal ou a quantidade de exercícios feita. Além disso, quem fica sentado seis horas por dia tem maior probabilidade de ter diabetes, uma descoberta que confirma o resultado de outros estudos.

6. Redução da expectativa de vida

Um estudo publicado em julho de 2012 apontou que reduzir o tempo excessivo sentado para menos de três horas por dia aumentaria a expectativa de vida em dois anos. Além disso, reduzir o tempo em frente à TV para menos de duas horas por dia aumenta a expectativa de vida em 1,4 anos (em comparação, o hábito de fumar diminui a expectativa de vida em 2,5 anos para homens e 1,8 anos para mulheres). O estudo estimou que um adulto típico gasta 55% do seu dia fazendo algo sedentário, mas também aponta que os altos níveis de sedentarismo autorrelatados podem ser conservativos. Não é fácil lembrar todo o tempo que você ficou sentado durante o dia, uma vez que não é uma atividade específica de um comportamento, como assistir TV.

5. Doenças renais

Quem senta por menos tempo tem menos chances de ter alguma doença renal crônica, e isto não se altera se você acrescentar na equação pessoas que controlam seu índice de massa corporal ou atividade física. Foi o que descobriu uma análise publicada em outubro de 2012, que estudou relatos de 6.379 pessoas com idade entre 40 e 75 anos. O efeito foi mais profundo entre as mulheres: ao diminuir o tempo sentadas de um dia inteiro para três horas, elas diminuíram o risco em mais de 30%. Entre os homens, a diminuição do risco de doença renal caiu 15%.

4. Saúde mental prejudicada

Ficar sentado também é prejudicial para a mente. Um estudo relacionando o comportamento sedentário e o bem-estar mental apontou que ficar sentado por razões não ocupacionais, como assistir TV, dirigir um automóvel ou usar o computador, está associado a problemas de saúde mental entre as mulheres. O estudo que foi publicado em abril de 2012 usando dados de quase 3.500 pessoas também apontou que os homens só eram prejudicados mentalmente pelo tempo gasto em frente do computador.

3. Obesidade e Síndrome Metabólica

Pessoas obesas ficam sentadas mais tempo que pessoas magras. Um estudo publicado em novembro de 2009 apontou que este tempo a mais é de 2,5 horas, em média, e está associado à síndrome metabólica, uma combinação de fatores como obesidade abdominal, baixos níveis do “bom colesterol”, hipertensão, níveis elevados de triglicerídeos ou hiperglicemia, que juntos aumentam os riscos de doenças mais sérias, como doenças cardíacas, derrames e diabetes. Este resultado foi confirmado por outro estudo publicado no ano passado, que mostra que pessoas que são sedentárias por mais tempo tem 73% mais chances de ter síndrome metabólica. Em 2005, um grupo de pesquisadores estimou que a redução do tempo de TV e computador para menos de uma hora por dia poderia reduzir a prevalência de síndrome metabólica entre adultos nos Estados Unidos de 30% a 35%.

2. Morte por câncer colorretal

Mesmo que você seja diagnosticado com câncer, o sedentarismo pode ser sua causa de morte. Um estudo publicado em janeiro de 2013 descobriu que tanto antes quanto depois de ser diagnosticado com câncer colorretal, ficar mais tempo sentado durante os momentos de lazer significa maiores chances de morrer. O estudo monitorou os hábitos de mais de 2.000 pacientes de câncer colorretal por até 16 anos depois do diagnóstico. Os que levavam uma vida mais ativa tinham 28% menos chances de morrer do que os que se exercitavam menos. Os que passavam sentados seis horas tinham 36% mais chances de morrer do que os que ficavam sentados menos de três horas por dia.

1. Morte por todas as causas – e mais cedo

Um estudo monitorou 200.000 australianos com mais de 45 anos, e descobriu que não importa a idade, sexo ou índice corporal, ficar sentado aumenta os riscos de mortalidade por todas as causas. Pessoas que ficam sentadas mais de 11 horas por dia tem risco 40% maior de morrer em 3 anos. O risco de morrer era muito menor para pessoas que faziam exercícios durante cinco horas por semana, ou mais, mas ainda assim era insuficiente para escapar da armadilha fatal da cadeira. Hora de comprar uma mesa para ficar em pé. fonte: popsci.com/science/article/2013-02/many-reasons-chair-killing-you

VC SABE COMO EVITAR A TRAIÇÃO?

Ninguém está imune ao medo de, dentro de um relacionamento, ser traído a qualquer momento. Muitas são as razões para isso: insegurança, falta de amor próprio, medo de ficar sozinho ou de estar simplesmente vivendo uma mentira. Afinal, aquela pessoa até um tempo atrás nos era desconhecida e não sabemos com certeza, até onde ela pode ir ou quais são seus verdadeiros princípios de vida. Por isso, muitos homens e mulheres acabam pecando por excesso de controle, por ciúmes, numa tentativa de prevenir o que parece inevitável: que o outro perca o interesse e procure outra pessoa, nem sempre de forma honesta. Mas será que este método é realmente eficaz ou será que é justamente este excesso de zelo que faz com nosso amor pule fora ou nos engane por raiva ou desprezo? De fato, quanto mais ansiedade colocamos sobre algum assunto, mais as coisas se complicam. Isso acontece porque deixamos de ser naturais e espontâneos, perdemos aquele brilho que foi o que, no começo, atraiu aquela pessoa para nós. Desse modo, se você estiver com este medo, lembre-se que será justamente a manutenção desse pensamento que levará seu relacionamento à ruína, já que uma crença errada atrai comportamentos errados. Ou seja, se você fica o tempo todo desconfiando, vai deixar de ser uma pessoa interessante, leve, divertida, segura, posto que vai ficar vigiando, cobrando, vai ligar direto, terá raiva, criticará seu parceiro mentalmente ao longo do dia, se ele ou ela esquecer de ligar ou fazer algo que você não goste, ficará dramático, choroso ou será chantagista. Obviamente que, independentemente do fato da outra pessoa estar traindo ou não, conviver com você será insuportável.

Veja então as dicas a seguir para evitar destruir seu relacionamento e também de ser traído:

1-Não abdique de seus prazeres pessoais: Muitas pessoas, principalmente as mulheres, costumam ceder demais dentro dos relacionamentos, ou para agradar ou parar evitar conflitos ou ainda porque temem ser abandonadas. Porém, o que você poderá de fato oferecer de bom ao outro se você mesmo não se diverte? Continue fazendo o que gosta e, claro, saiba negociar quando necessário; 2-Continue mantendo familiares e amigos próximos a você: Nessa de querer ficar o máximo de tempo com quem amamos, passamos a negligenciar nossa família e amigos, deixando de vê-los com a mesma frequência. Porém, é justamente este contato que mantém nossa sanidade e equilíbrio, já que eles podem sempre nos alertar de coisas que não estamos percebendo e ouvir nossas dúvidas. Assim, você evita sobrecarregar seu parceiro com um monte de conversa que nem sempre ele ou ela terá paciência para ouvir; 3-Tenha sonhos, projetos e atividades só suas: Quando estamos num relacionamento, começamos a pensar por dois. Tudo vira o casal, sejam os projetos de vida, as finanças, etc. Porém, é saudável que você mantenha uma vida separada, na qual você possa se realizar sozinho. Pode ser desde uma viagem até cursos, palestras, atividades extra, projetos de caridade, etc. Não deixe de respeitar sua individualidade, assim, você volta ao relacionamento sempre com novidades e algo a mais; 4-Não cobre, não exija, não critique: Não tem nada pior do que conviver com alguém que está sempre apontando falhas, erros e mandando em nós. Não tolha a liberdade do outro. Assim, ele não terá motivo para se vingar de você, fazendo exatamente o mesmo; 5-Evite dar conselhos demais ou intervir na vida do outro: Quando temos medo de perder, ficamos controlando, segurando, induzindo o outro a fazer aquilo que queremos, porém, se fazemos isso, desrespeitamos e dizemos, sem perceber, o quanto não confiamos. E, se uma pessoa não é confiável aos nossos olhos, ser desleal conosco passa a ser o comportamento mais possível, não é mesmo? 6-Cuide sempre da saúde e não perca a vaidade: Não é porque você já está namorando ou casado que não deve mais se arrumar, praticar esportes, passar uma maquiagem (no caso das mulheres), comprar roupas bonitas e ter um cuidado especial com o corpo. A sedução deve acontecer diariamente, não importa se a vida é atribulada ou não. Se nos respeitamos e valorizamos, é exatamente isso que obtemos do outro; 7-Não conte tudo: Ter pensamentos e acontecimentos não compartilhados não é mau sinal. Apenas significa que você está preservando seu eu interior. Tem muita coisa ruim que não precisa ser dita, tem projetos pessoais que você pode esperar vingar antes de contar. Além de você evitar aborrecimentos, você também fica com uma aura de mistério bem mais interessante; 8-Não se incomode se o parceiro olhar um homem ou mulher bonita na rua: A beleza está aí para ser admirada mesmo. Por isso, não se incomode. Olhe você também. Quanto menos você se aborrecer, menos o outro terá vontade de ficar olhando outras pessoas; 9-Pratique o autoconhecimento e tenha uma espiritualidade mais forte: É claro que manter esta sanidade mental é difícil, pois estamos cheios de vícios em nossos comportamentos. Desse modo, ter uma doutrina que possa ser seguida ou buscar constantemente o autoconhecimento, irá lhe ajudar a manter a confiança e a paz interior; 10-Sinta-se responsável pela própria vida: Se mesmo assim você for traído, não fique triste, pois saber disso foi uma benção. Agora você pode se libertar dessa pessoa e encontrar uma melhor. Afinal, tendo seguido todas essas dicas, você terá tido poucas perdas e estará mais forte, muito diferente se estivesse sem se cuidar, sem sonhos pessoais, afastado de amigos e familiares, com uma péssima imagem de pessoa controladora. O importante, no final de tudo, é ter a consciência que nossa vida é o que plantamos seja em pensamentos, sentimentos ou atitudes. Por isso, somos responsáveis pelo o que nos acontece. Entenda as lições de cada situação e, com certeza, não sofrerá mais e muito menos será traído(a). fonte:http://horoscopovirtual.bol.uol.com.br/artigos/como-evitar-a-traicao

CONHEÇA 7 COISAS QUE PODEM TE FAZER MORRER MAIS CEDO

Não estamos falando de dirigir bêbado, aceitar aquele desafio idiota do seu amigo de pular de uma ponte ou comer aquela carne estragada na sua geladeira há meses. Tem coisas que te matam silenciosa e misteriosamente, e você jamais vai perceber o perigo vindo.Confira:

1. Não ter amigos

A falta de amigos pode literalmente encurtar a vida humana, tanto quanto assassinos seriais, tabagismo e consumo de álcool. Na verdade, os efeitos do isolamento social até superam alguns dos fatores de risco conhecidos da mortalidade precoce, como obesidade e falta de exercício. Estudos anteriores culparam este fenômeno de morte prematura na solidão. Estar sozinho é muito ruim e não é segredo que afeta a saúde. Porém, pesquisas mais recentes sugerem que, independente de seus sentimentos sobre isso, o isolamento por si só pode te matar. Um estudo com idosos no Reino Unido feito em 2013 constatou que, embora simplesmente relatar sentimentos de solidão não teve efeito sobre a probabilidade de morrer mais cedo, o isolamento social levou a maior probabilidade de morrer: um aumento de 26% quando comparado com outros idosos da mesma faixa etária mais sociais. Parte disso é óbvio: se você evita outros seres humanos, ninguém vai te avisar de uma protuberância crescendo na parte de trás do seu pescoço ou chamar uma ambulância se você estiver sufocando. Mas também existem causas físicas por trás da morte associada com a solidão. O contato físico entre os seres humanos reduz o estresse e a inflamação, melhorando a saúde. Além disso, a maioria tende a cuidar melhor de si mesma quando vive com outras pessoas por perto.

2. Depressão

Claro, depressão leva a um maior risco de suicídio, mas a doença por si só pode ser tão ruim a ponto de aumentar suas chances de morrer mais cedo. Depressão recorrente pode diminuir sua expectativa de vida em até 11 anos – mais ou menos a mesma quantidade de vida que você perderia por fumar 20 ou mais cigarros por dia. Cientistas analisaram os efeitos da condição sobre o corpo humano em um nível celular, medindo os telômeros (a parte dos seus cromossomos que reduz com a idade celular, ou seja, fica menor conforme a célula fica mais velha e desgastada) de três grupos de pessoas: um que nunca tinha ficado depressivo, um que tinha tido transtorno depressivo grave no passado, e um que estava depressivo naquele momento. Quanto mais grave a depressão de uma pessoa era, mais curtos eram seus telômetros. Quanto mais curtos os telômeros são, mais a pessoa está em risco de uma morte prematura devido a doenças relacionadas com a idade, como doenças cardíacas e câncer. A culpa aqui parece ser do efeito que a depressão tem sobre o sistema imunológico, bem como a inflamação que causa.

3. Não escovar os dentes

Metade dos adultos dos EUA possui doença periodontal, que afeta os tecidos de suporte (gengiva) e sustentação (cemento, ligamento periodontal e osso) dos dentes. Também, um estudo brasileiro de 1993 mostrou, através de uma revisão da literatura dos levantamentos epidemiológicos até então realizados, que 86,7% do total de indivíduos examinados apresentavam atividade de doença periodontal. Agora vem a pior parte: há muito tempo os cientistas sabem que há uma ligação entre doença periodontal e doença cardíaca, também conhecida como a maior assassina de pessoas do mundo. Antes, no entanto, não sabíamos se essa ligação era realmente causal, ou se apenas as mesmas atividades colocam as pessoas em risco para doenças da gengiva e do coração, como má alimentação. Agora, há pelo menos alguma evidência de que negligenciar as suas gengivas pode estragar seu coração diretamente. Esse ano, pesquisadores infectaram camundongos com vários tipos de bactérias que causam a doença periodontal, e acompanharam a propagação das bactérias – que chegou a seus corações. Os camundongos começaram a mostrar um aumento nos fatores de risco para doenças cardíacas, como inflamação e colesterol. Estes ratos não estavam fazendo qualquer outra coisa para colocá-los em risco de doenças cardíacas, como má alimentação ou estresse. Isto sugere que as bactérias por si só podem ser suficientes para afetar a saúde de seu coração. Conclusão: use fio dental.

4. Nascer no mês errado

De acordo com um estudo feito pela Universidade de Chicago (EUA), pessoas que vivem até os 100 anos são mais propensas a ter nascido no outono (em setembro ou outubro, no caso dos EUA). Outros estudos feitos na Áustria e Dinamarca também encontraram o mesmo pequeno aumento na expectativa de vida para bebês nascidos nos meses de outono, enquanto no hemisfério sul (como aqui no Brasil) é mais provável que você viva mais tempo se tiver nascido em março, abril ou maio. Bebês que nascem no outono não só vivem mais como parecem se sair melhor no geral. Bebês nascidos na primavera são mais propensos a sofrer de transtornos alimentares, diabetes tipo 1 e esquizofrenia que bebês do outono, por exemplo. Ninguém sabe ao certo por que isso ocorre, mas uma teoria é que os níveis de vitamina D durante a gravidez afetam a saúde dos bebês. As pessoas costumam obter a maior parte de sua vitamina D através da luz solar, o que significa que, no momento de dar à luz, mães de bebês que nasceram no outono passaram os últimos seis meses tomando sol. Bebês da primavera passaram a maior parte de sua gestação durante os meses mais escuros, ou seja, suas mães não tomaram tanto sol e tiveram tanta vitamina D, o que de alguma forma afetou o seu desenvolvimento e saúde a longo prazo. Outro possível fator é a dieta. Nos estudos feitos, as pessoas que “viveram mais de 100 anos” eram em sua maioria nascidas na década de 1890, quando coisas como refrigeração e transporte de alimentos não eram tão comuns. Assim, bebês gestados durante os meses mais quentes, quando as frutas e legumes eram mais facilmente disponíveis, foram melhor nutridos do que os bebês cujas mães dependiam de uma dieta mais limitada de inverno. Nesse caso, o mês de nascimento não é exatamente o fator chave. Mas ainda assim há uma lição importante aqui: se sua mãe não se alimentar direito durante sua gestação, você não vai viver tanto.

5. Ficar muito tempo sentado

Um estudo que pesquisou a rotina de mais de 222 mil cidadãos australianos ao longo de três anos descobriu que pessoas que passam muito tempo do seu dia sobre uma cadeira são até 40% mais propensas a encurtar a própria vida. Segundo os cientistas, isso se aplica àqueles que realmente abusam do ato de sentar, passando mais de 11 horas por dia nesta posição. Entre oito e onze horas, a mesma taxa cai para 15%. As principais evidências para explicar por que isso acontece são as mesmas que se verificam no sedentarismo: exercícios físicos regulares têm efeitos positivos quanto aos triglicerídeos e a pressão sanguínea. Ou seja, o principal prejuízo não é o fato de estar sentado em si, mas o de não se mover. Não tem jeito: se você está procurando uma desculpa para não se exercitar, provavelmente não vai encontrar nenhuma.

6. Ver muita TV

Esse é um item muito similar ao acima. Dados de oito estudos recentes com mais de 175 mil pessoas em todo o mundo sugerem que, quanto mais você assiste TV, mais propenso fica a desenvolver uma série de problemas de saúde, e mais chances têm de morrer mais cedo. Segundo os pesquisadores, para cada duas horas adicionais que as pessoas passam coladas na TV em um dia típico, o risco de desenvolver diabetes tipo 2 aumenta em 20%, e o risco de doença cardíaca aumenta em 15%. E para cada três horas adicionais, o risco de morrer por qualquer causa vai para 13%, em média. O aumento do risco de doenças ligadas a assistir televisão é semelhante ao aumento de risco que vemos com colesterol alto, pressão arterial alta ou tabagismo. A conexão entre a TV e doenças não é um mistério: assistir TV consome tempo de lazer que poderia ser gasto andando, fazendo exercícios, ou mesmo apenas se movimentando. Também tem sido associado a dietas pouco saudáveis, como muito açúcar, refrigerantes, alimentos processados e petiscos (que, talvez não por coincidência, são alimentos frequentemente encontrados em comerciais de televisão). Além disso, alguns estudos sugerem que a postura sentada prolongada, além de seu impacto sobre os hábitos alimentares e exercício físico, pode causar mudanças no metabolismo que contribuem para níveis de mau colesterol e obesidade. Em resumo: saia do sofá!

7. Tomar refrigerante

Normal, diet, light ou zero, todos os refrigerantes de cola contêm fosfato, ou ácido fosfórico, um ácido que dá ao refrigerante seu sabor típico e aumenta seu tempo de validade. Embora exista em muitos alimentos integrais, tais como carne, leite e nozes, ácido fosfórico em excesso pode levar a problemas cardíacos e renais, perda muscular e osteoporose, e um estudo sugere que poderia até provocar envelhecimento acelerado. O estudo, publicado em 2010, descobriu que os níveis de fosfato encontrados em refrigerantes fizeram com que ratos de laboratório morressem cinco semanas mais cedo do que os ratos cujas dietas tinham níveis normais de fosfato. Pior: houve uma tendência preocupante dos fabricantes de refrigerantes de aumentar os níveis de ácido fosfórico em seus produtos ao longo das últimas décadas. Esqueça obesidade e outros problemas de saúde que os refrigerantes causam. Se você quer mesmo um bom motivo para parar de tomá-lo, está aqui: ele pode te fazer morrer mais cedo! fontes: Cracked.com/blog/4-things-you-didnt-know-are-shortening-your-life/

100 MILHÕES DE MUNDOS: QUANTIDADE DE VIDA EXTRATERRESTRE QUE PODE ABRIGAR APENAS NA VIA LÁCTEA

Um grupo de astrônomos e astrobiólogos internacionais publicaram uma nova pesquisa que avalia a possibilidade de vida complexa em outros mundos. Seu cálculo na Via Láctea sozinha é impressionante!É muito, embora talvez um pouco decepcionante quando você considera que: a) há 17 bilhões de mundos do tamanho da Terra em nossa galáxia e, b)esses mundos são provavelmente muito longe de nós (a menos que possamos viajar em velocidade de dobra).Também tenha em mente que, de acordo com os autores, "este estudo não indica que a vida complexa que existe em muitos planetas [...] apenas as condições para apoiar vida [alienígena]".
Mas, mesmo com essas considerações em mente, acho que sua estimativa impressionante. Especialmente quando você considerar que esta é apenas uma galáxia-e há 500 bilhões delas no Universo. Sua pesquisa apoia "a ideia de que a evolução da complexa vida em outros mundos é rara em freqüência, mas grande em número absoluto ", e que contém o primeiro plausível "avaliação do complexo vida do Universo com base em dados empíricos. " É uma avaliação que vem de necessidade. A busca por mundos que podem conter vida é agora o mais importante campo de investigação em astronomia e talvez o mais importante campo da ciência, período. A descoberta de mundos que podem apoiar vida complexa é não só vital para a nossa sobrevivência a longo prazo das espécies, mas também a chave para uma das perguntas mais transcendental que enfrentamos como espécies:

Será que estamos Sozinhos no Universo?

Para fazer seus cálculos, uma equipe liderada por Louis Irwin-do Departamento de Ciências Biológicas da Universidade do Texas em El Paso-desenvolveram um novo índice, denominado Índice de Complexidade Biológica (BCI), que classifica corpos planetários, incluindo-luas-baseado em as características descobertas pela nossa tecnologia atual. De acordo com o jornal, o índice é "projetado para fornecer uma estimativa quantitativa da probabilidade relativa de que complexos, macro-organísmicas vida formas poderia ter surgido em outros mundos. " Eles acreditam que apenas 11 dos mais de 1.700 planetas até agora descoberto na Via Láctea ter um BCI maior do que a lua Europa de Júpiter. Isso parece nada, mas, quando você leva em consideração a estimativa de mundos em nossa galáxia ", o total desses planetas poderia exceder 100 milhões só na nossa galáxia." O artigo foi publicado em Desafios da Astrobiology por Louis Irwin-do Departamento de Ciências Biológicas da Universidade do Texas em El Paso-Abel Méndez-do Habitabilidade Planetária Laboratory, da Universidade de Porto Rico em Arecibo-Alberto G. Fairén-do Departamento de Astronomia, Cornell University e Dirk Schulze-Makuch-a partir do Centro de Astronomia e Astrofísica, da Universidade Técnica de Berlim.
Fonte:http://earthweareone.com/scientists-100-million-worlds-may-have-complex-alien-life-in-our-galaxy/

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

BIZARRA SANGUESSUGA VERMELHA GIGANTE É FILMADA PELA 1° VEZ

Cineastas documentaram nas florestas de Bornéu, no Monte Kinabalu, o comportamento repulsivo de uma enorme sanguessuga engolindo um verme. Enquanto o animal bizarro ainda não era conhecido e portanto permanece não classificado pela ciência, as tribos da região o chamam de “sanguessuga vermelha gigante”. Se você não tiver um estômago forte o suficiente, é melhor nem assistir o vídeo abaixo, recentemente capturado pelas câmeras da BBC. São 90 segundos de absoluto terror enquanto a sanguessuga consome os 70 centímetros de um verme gordo e iridescente, que certamente vão te fazer contorcer de nojo. Essa sanguessuga é uma das maiores do mundo. O espécime capturado em câmera tinha em torno de 30 centímetros de comprimento, mas especialistas acreditam que essa espécie possa crescer mais. Dado o tamanho gigante a que chegaram, esses animais não se contentam em simplesmente sugar o sangue de suas vítimas, mas agora caçam ativamente vermes gigantes e os engolem como espaguete. A presa no vídeo tem gritantes 78 centímetros. É isso mesmo: a sanguessuga ambiciosa comeu um bicho com cerca de o dobro do seu tamanho, o que torna a façanha ainda mais impressionante. “A sanguessuga estava procurando o ‘fim’ [do verme] para pegar, ou estava decidindo se ele era grande demais para ela comer”, disse o diretor do documentário, Paul Williams. “Quando encontrou um fim começou a chupar. Foi incrível”. Não sei se agradecemos a Williams por este filme fascinante e sua contribuição para a ciência, ou se o odiamos pior arruinar nosso apetite por espaguete, para sempre. FONTE: io9.com/giant-worm-slurping-leech-filmed-for-the-first-time-1639845316

EXISTE ALGUM MOTIVO PLAUSÍVEL PARA OS ALIENÍGENAS PARECEREM CONOSCO?

A grande maioria dos filmes de ficção científica mostram alienígenas como uma espécie de humanos de outro planeta. A maioria de nós não se importa com isto, mas sempre há quem se pergunte o motivo de tal coisa. Para os filmes, provavelmente os motivos são psicológicos e econômicos. Nós nos identificamos melhor com os alienígenas que são humanoides ou que tenham traços humanoides. Michael H. New, astrobiólogo da NASA, aponta que “a maioria dos alienígenas é humanoide por que são os humanos que produzem ficção científica e, apesar de estarmos interessados no ‘outro’, nossa concepção de como seria o ‘outro’ é geralmente limitada”. Economicamente falando, também era mais barato e mais simples montar uma fantasia que um ator pudesse vestir. Atualmente este motivo está quase superado, com o avanço dos efeitos especiais e computação gráfica. A identificação continua a mesma, no entanto. Mas e os alienígenas “de verdade”? Existe alguma razão plausível para eles se parecerem conosco?

Panspermia

Uma das razões para os alienígenas se parecerem conosco poderia vir da panspermia – alienígenas humanoides espalhariam seu DNA pela galáxia, na esperança de que a vida emergisse em formas familiares a eles. Ou, na ausência de alienígenas humanoides, asteroides poderiam fazer este serviço. Esta é uma das opiniões dos cientistas: se existirem alienígenas humanoides, o motivo deve ser alguma herança genética em comum entre eles e nós. Essa ideia é muito mais plausível do que dizer que a evolução produziria humanoides de forma totalmente independente em outro planeta, sem nenhuma contaminação com DNA terrestre. Se encontrássemos alienígenas com a nossa cara, esta seria a explicação mais plausível. O problema é que a panspermia só tem alguma chance de acontecer com bactérias. E, neste quesito, o surgimento da espécie humana só aconteceu aqui porque aqui é aqui. Quer dizer, nosso corpo, nossa bioquímica e tudo em nós é reflexo do ambiente terrestre, sua gravidade, composição atmosférica, e até mesmo o bioma.

Evolução convergente

Esta é outra ideia: humanoides poderiam evoluir em outros planetas porque este é um caminho plausível para chegar onde chegamos. Temos polegares opositores porque nossos ancestrais se penduravam em galhos e seguravam ferramentas, caminhamos em pé porque isto foi útil para nossos ancestrais, e temos sangue quente porque isto ajuda nosso cérebro a funcionar melhor. Outros alienígenas em outros planetas poderiam vir a percorrer o mesmo caminho evolutivo e apresentar alguma semelhança conosco – bipedalismo, simetria bilateral e outros aspectos que também surgiram aqui no nosso planeta e evoluíram de forma independente em vários animais diferentes, de suricatos a velociraptores. Talvez faça sentido imaginar que estas características, tão vantajosas para nós, também apareçam em espécies alienígenas. Em um livro de 1981, Life in Darwin’s Universe: Evolution and the Cosmos, Gene Bylinsky argumenta que existe um número limitado de soluções para formas de vida bem-sucedidas. Ainda assim não dá para descartar o ambiente do planeta que, com suas particularidades, pode impor limitações diferentes sobre os organismos, e produzir então seres totalmente diferentes.

Simetria bilateral

Mesmo com todas as diferenças, a simetria bilateral, o fato simples que o lado esquerdo é um reflexo do lado direito, com praticamente todos os órgãos repetidos e espelhados, pode ser uma constante na vida inteligente. E, tendo simetria bilateral, começam as semelhanças conosco. Com a simetria bilateral, a primeira coisa que acontece é que os órgãos vêm em pares (membros superiores e inferiores, e suas partes). Entre os animais, a solução mais comum para deslocamento é o quadrupedalismo, mas passar do quadrupedalismo para o bipedalismo não é tão difícil assim. Mais ainda, os órgãos sensórios também tendem a vir em pares – é só pensar nas orelhas e olhos (e esquecer por enquanto uma só língua e um só nariz, além de uma só boca). Apesar disso tudo, a maioria dos cientistas acha improvável que alienígenas inteligentes sejam humanoides ou tenham uma forma que lembre a forma humana. E você, o que acha? fonte: io9.com/is-there-any-plausible-reason-why-aliens-would-evolve-t-1638235680

PNEUMONIA É CONTAGIOSA?

Na verdade, não existe uma resposta simples. Em geral, não, a pneumonia não é uma doença contagiosa. Porém, existem exceções. Há alguns tipos especiais de pneumonia que podem ser transmitidas de uma pessoa para outra, como as pneumonias de origem viral e algumas formas de pneumonia bacteriana. É importante destacar, porém, que a maioria das pessoas que entra em contato com algum paciente que esteja doente com uma forma contagiosa de pneumonia não desenvolve pneumonia. COMO SE PEGA PNEUMONIA? Pneumonia é o nome dado à infecção do tecido pulmonar, principalmente dos alvéolos, que são as microscópicas bolsas de ar responsáveis pela passagem do oxigênio dos pulmões para o sangue. Cada pulmão possui milhões de alvéolos, que são estruturas completamente estéreis, ou seja, livres da presença de qualquer microrganismo causador de doenças. Para que alguém desenvolva pneumonia é preciso que um fungo, vírus ou bactéria chegue até os alvéolos. Em geral, isso é muito difícil, pois o trato respiratório possui um complexo sistema de defesa, que incluem desde cílios que “varrem” constantemente as vias respiratórias até milhões de anticorpos e células do sistema imunológico espalhadas por toda a sua superfície. O próprio espirro e o reflexo da tosse são mecanismos de defesa, ativados para expulsar qualquer estrutura das porções mais internas do sistema respiratório. Os indivíduos que contraem uma pneumonia são geralmente expostos a dois fatores: um germe altamente virulento e uma falha no sistema de defesa das vias respiratórias. A pneumonia pode ser transmitida pelo ar após o contato com secreções de pessoas contaminadas. Esta via de transmissão, porém, é uma das menos comuns e só ocorre em alguns tipos de pneumonia, como veremos mais à frente. Na maioria dos casos, o germe que provoca a infecção pulmonar vem da cavidade nasal ou da orofaringe do próprio paciente. São as bactérias que habitualmente colonizam as vias aéreas superiores as responsáveis pela maioria dos casos de pneumonia. Enquanto o sistema imunológico do paciente encontra-se forte, essas bactérias são impedidas de migrarem para o pulmão. Porém, ao primeiro sinal de fraqueza, elas podem conseguir ultrapassar a barreira de defesa e se instalar no tecido pulmonar. Existem mais de 100 germes, entre vírus, bactérias, parasitos e fungos, que podem provocar pneumonia. Contudo, a imensa maioria dos casos é provocada por apenas 4 ou 5 germes, que habitualmente colonizam nossas vias respiratórias superiores. Pessoas idosas, crianças muito pequenas, fumantes, indivíduos desnutridos, portadores de doenças crônicas, portadores de doenças pulmonares ou pacientes imunossuprimidos são o grupo com maior risco de desenvolverem pneumonia, pois costumam apresentar um sistema imunológico mais fraco e/ou um pulmão cronicamente doente. Viroses respiratórias, como aquelas causadas pelo vírus da gripe ou do resfriado, também aumentam o risco de pneumonia. Fator gripe na transmissão da pneumonia A gripe e outras viroses respiratórias aumentam o risco de pneumonia de duas formas: a primeira é através da inflamação das vias aéreas, que atrapalha o funcionamento das células de defesa e favorece a invasão do pulmão por bactérias da orofaringe. Uma das complicações mais comuns da gripe é exatamente a pneumonia bacteriana, que surge geralmente dias após o início dos sintomas da gripe. Nestes casos, o que costuma ocorrer é um paciente que, passados alguns dias de virose, começa a apresentar sinais de melhora da gripe, mas subitamente volta a piorar, com subida febre, agravamento da tosse e queda do estado geral. A segunda forma na qual a gripe aumenta o risco de pneumonia é através de uma infecção pulmonar pelo próprio vírus Influenza. Na maioria dos casos, o Influenza se restringe às vias áreas superiores, mas em determinados indivíduos, o próprio vírus da gripe pode ser a origem da pneumonia. Portanto, a gripe é um fator de risco tanto para pneumonia bacteriana quanto para pneumonia viral. PNEUMONIA CONTAGIOSA X PNEUMONIA NÃO CONTAGIOSA Como já referido, existem pneumonias contagiosas e pneumonias não contagiosas. As pneumonias provocadas por fungos ou parasitos não são transmitidas diretamente de uma pessoa para outra. Já as pneumonias virais são habitualmente contagiosas. As pneumonias de origem bacteriana não são contagiosas na maioria dos casos, mas existem algumas exceções. 1. Pneumonia viral As 4 formas de pneumonia viral mais comuns são provocadas pelos vírus Influenza, Parainfluenza, Adenovírus e Vírus sincicial respiratório. O primeiro é o agente infeccioso da gripe, enquanto os 3 restantes são vírus que provocam resfriado. Em pacientes susceptíveis, essas viroses podem ir além de uma virose respiratória simples, provocando uma pneumonia viral. Esta situação é muito comum em idosos, crianças pequenas e pessoas imunossuprimidas. Consideramos as pneumonias virais como de origem contagiosa, mas, na verdade, quem é contagioso é a virose. Se você tiver contato com um paciente portador de pneumonia por Influenza, por exemplo, o seu grande risco é de ficar gripado. Se você tiver um sistema imunológico fraco, pode também desenvolver pneumonia viral, mas isso será uma complicação da virose que você adquiriu. 2. Pneumonia bacteriana A maioria dos casos de pneumonia bacteriana não é contagiosa. Os principais agentes bacterianos que provocam pneumonia são: Streptococcus pneumoniae, Haemophilus influenzae, Klebsiella pneumoniae, Pseudomonas aeruginosa e Staphylococcus aureus. Nenhuma dessas bactérias é habitualmente transmitida de uma pessoa para outra, são bactérias já presentes no nosso organismo. Em algumas situações, porém, germes como o Streptococcus pneumoniae podem ser contagiosos. Apesar de não ser a forma mais comum de contaminação, crianças pequenas e pacientes imunossuprimidos podem adquirir pneumonia após o contato direto com pessoas infectadas. É importante salientar que o Streptococcus pneumoniae é muito menos contagioso que qualquer um dos vírus respiratórias descritos anteriormente, sendo necessário contato próximo e prolongado para haver transmissão. Existe também um grupo de bactérias que são responsáveis por um tipo de pneumonia conhecida como pneumonia atípica. Essa forma de pneumonia é chamada de atípica porque as manifestações clínicas são habitualmente diferentes. O quadro clínico costuma ser mais brando e arrastado que o da pneumonia tradicional. Mycoplasma pneumoniae e Chlamydophila pneumoniae são duas bactérias desse grupo, que podem ser transmitidas diretamente de uma pessoa para outra através de secreções respiratórias, da mesma forma que viroses comuns são transmitidas. Apesar do Mycoplasma pneumoniae ser uma bactéria bastante contagiosa, a maioria das pessoas que a adquire não desenvolve doença ou apresentam apenas sintomas respiratórios brandos. A pneumonia só costuma ocorrer em pacientes clinicamente mais vulneráveis e com fatores de risco para pneumonia. A tuberculose não é considerada exatamente uma pneumonia, mas é uma forma de infecção pulmonar altamente contagiosa. ISOLAMENTO DO PACIENTE COM PNEUMONIA A grande parte dos pacientes internados com pneumonia não precisa ficar em isolamento respiratório, pois o risco de transmissão para a equipe médica ou para outros pacientes é muito baixo. Medidas simples de higiene, como lavar as mãos e evitar o contato direto de um paciente com o outro são suficientes. Apenas nos casos de pneumonia por Mycoplasma pneumoniae é que sugere-se que o paciente fique em quarto separado e a equipe médica deve vestir máscaras respiratórias. Pacientes com pneumonia por gripe, principalmente quando a infecção ocorre durante quadros de epidemias de novas cepas, como ocorreu recentemente com a Influenza H1N1, também costumam ficar em isolamento. Máscaras devem ser utilizadas pela equipe de saúde e pelos familiares que vêm para visita. No caso da tuberculose, a transmissão de uma pessoa para outra é bem mais comum, e o isolamento respiratório deve ser ainda mais rigoroso. O paciente precisa ficar isolado em um quarto especial, com pressão atmosférica negativa e renovação do ar. A equipe médica só pode entrar no quarto vestindo máscaras com filtros. FONTE:

ANTIBIÓTICOS CORTAM O EFEITO DOS ANTICONCEPCIONAIS?

Durante muito tempo os antibióticos foram considerados os grandes vilões das mulheres que tomavam a pílula anticoncepcional. A falta de estudos científicos desenvolvidos exclusivamente para pesquisar a interação entre antibióticos e a pílula, associado a relatos pontuais de falha dos anticoncepcionais orais após o uso de determinados antibióticos, tais como, amoxicilina, metronidazol e tetraciclina, ajudaram a criar, mesmo dentro da própria classe médica, o mito de que não se pode misturar antibióticos e anticoncepcionais hormonais. Entretanto, desde a década de 1990, o número de trabalhos publicados sobre esta questão tem aumentado exponencialmente, e, atualmente, temos muito mais segurança para emitir opiniões sobre os riscos da associação de antibióticos com os anticoncepcionais hormonais, sejam eles sob a forma de pílulas, implantes, adesivos ou injeções. o mesmo raciocínio vale para a pílula do dia seguinte. Baseado em ampla literatura científica, somente um tipo de antibiótico pode ser realmente considerado responsável pela redução da eficácia dos anticoncepcionais hormonais: a Rifampicina (e o seu derivado rifabutina). Fora a Rifampicina, nenhum – sim, nenhum – outro antibiótico apresentou, aos diversos estudos, qualquer sinal de que possa cortar os efeitos da pílula anticoncepcional. Portanto, do ponto de vista estritamente científico, não há provas de que a imensa maioria dos antibióticos cortem o efeito contraceptivo dos anticoncepcionais hormonais. Isso significa que atualmente não há base científica para indicar nenhum tipo de cuidado adicional para as pacientes em uso de contraceptivos hormonais que precisam ser tratadas com antibióticos, como: – Amoxicilina (com ou sem ácido clavulânico). – Azitromicina. – Cefalexina. – Cefazolina. – Cefotaxima. – Claritromicina. – Clindamicina. – Ciprofloxacino. – Doxiciclina. – Fosfomicina. – Levofloxacino. – Metronidazol. – Minociclina. – Moxifloxacino. – Nitrofurantoína. – Norfloxacino. – Ofloxacino. – Penicilina. – Tetraciclinas. – Trimetoprim-sulfametoxazol(bactrim) * A lista acima não está completa, ela mostra apenas os antibióticos mais comumente prescritos. É importante salientar que mulheres com alguma infecção e em uso de antibióticos podem apresentar atraso menstrual. Isso, porém, não significa que o antibiótico esteja influenciando diretamente no sistema hormonal de forma a diminuir a eficácia da pílula anticoncepcional. Outras drogas com ação antimicrobiana, como anti-virais ou antifúngicos, também não apresentam evidências de cortarem os efeitos dos anticoncepcionais, incluindo o aciclovir, valaciclovir, cetoconazol, fluconazol, miconazol, nistatina, etc. A única exceção a esta regra são os anti-retrovirais usados no tratamento da AIDS. Drogas como Nelfinavir, Nevirapine, Ritonavir, entre outras, estão relacionadas a uma diminuição da eficácia da pílula. Por razões óbvias, as pacientes portadoras do vírus HIV não devem ter relações sem o uso de preservativos, portanto, esta questão acaba ficando minimizada. fonte: mdsaude.com/2014/09/antibioticos-anticoncepcionais.html

ENTENDA UM POUCO MAIS SOBRE O EXAME PAPANICOLAU E SUAS IMPLICAÇÕES

O exame Papanicolau, também chamado de exame ginecológico preventivo, é atualmente a principal arma que dispomos na prevenção do câncer do colo do útero, o terceiro tipo mais comum de câncer na população feminina em todo o mundo. O principal objetivo do exame Papanicolau é detectar precocemente alterações pré-malignas na mucosa do colo do útero, geralmente provocadas pelo vírus HPV, de forma que o ginecologista possa intervir a tempo, impedindo o surgimento de uma câncer invasivo. Quando detectado em fases iniciais, o câncer de colo do útero é plenamente curável. O Papanicolau é um exame de rastreio, ou seja, ele não faz o diagnóstico do câncer de colo uterino. Quem faz o diagnóstico do câncer é a biópsia do colo do útero. O papel do exame Papanicolau é dizer quais são as mulheres que possuem um risco maior de terem lesões pré-malignas e, portanto, precisam ser submetidas à biópsia e tratamento. Neste artigo vamos fazer uma revisão completa sobre o teste de Papanicolau, explicando como, em quem e quando ele deve ser feito. Vamos explicar também, diversos termos que costumam constar nos resultados do exame de Papanicolau, tais como: ASCUS (ASC-US), ASC-H, LSIL, HSIL, NIC 1, NIC 2, NIC 3… ANATOMIA DO COLO DO ÚTERO Não há como compreender o exame de Papanicolau sem saber pelo menos o básico da anatomia do colo do útero. Leias as explicações abaixo com atenção, pois essas informações serão essenciais na hora que formos falar dos resultados do Papanicolau. Se você souber o que significam termos como JEC, epitélio escamoso, mataplasia e zona de transformação, ficará muito fácil entender os seus resultados. Utilize as ilustrações abaixo para facilitar a compreensão do texto.
Imagine uma pera de cabeça para baixo. Essa é, mais ou menos, aparência do útero. O colo do útero, também chamado de cérvix uterino, é a porção mais inferior e estreita do útero. O colo do útero é um pequeno canal de 2 a 3 cm de diâmetro, com formato cilíndrico, que faz a ligação entre a vagina e o corpo do útero. Na extremidade do colo do útero existe um orifício, chamado óstio uterino, que é por onde sai a menstruação e entram os espermatozoides. A região do colo do útero é muito mais susceptível ao aparecimento de tumores malignos que o restante do útero, pois é ela quem fica em contato direto com o canal vaginal, estando, portanto, mais exposta ao pH ácido da vagina, a infecções, traumas, etc. Na verdade, não é todo o colo do útero que é susceptível ao surgimento de câncer, mas sim a região ao redor do óstio uterino, como iremos explicar a seguir. Esta parte é importante, leia com atenção. Os termos em negrito serão importantes mais á frente. O tecido que reveste o colo uterino não é todo homogêneo: 1- O canal interno do colo uterino, chamado endocérvice, é revestido por um epitélio colunar simples, uma única camada de células, que contém algumas glândulas responsáveis pela secreção de muco cervical. Esse tecido costuma ser chamado de epitélio colunar ou epitélio glandular. 2- A parte externa do colo uterino, que fica em contato com o canal vaginal, é chamado de ectocérvice, sendo revestido por um epitélio escamoso, semelhante ao da vagina. O epitélio colunar da porção interior do colo do útero (endocérvice) é muito mais frágil que o tecido escamoso da ectocérvice, que precisa ser mais resistente, pois fica em contato direto com o canal vaginal. Até a puberdade, a fronteira entre o epitélio colunar e o epitélio escamoso fica bem na entrada do óstio, exatamente onde termina a endocérvice e inicia-se a ectocérvice. O ponto que divide ambos os tecidos é chamado de JEC (junção escamo-colunar). Após a puberdade, a anatomia do colo uterino muda. Parte do endocérvice se exterioriza, empurrando a JEC para fora do óstio uterino. Essas alterações anatômicas fazem com que uma parte do frágil tecido colunar, que antes ficava protegido dentro do endocérvice, fique agora exposto ao meio hostil da cavidade vaginal. Como forma de defesa, o tecido colunar sofre uma alteração chamada metaplasia escamosa, que consiste na transformação do epitélio colunar em epitélio escamoso. Toda a região exteriorizada que sofre metaplasia é chamada de zona de transformação. A metaplasia em si não é considerada uma lesão maligna ou pré-maligna, ela é apenas um processo fisiológico de defesa da mucosa. Portanto, é perfeitamente normal aparecer no laudo do Papanicolau a presença de metaplasia escamosa. A zona de transformação, ou seja, o local que sofreu metaplasia escamosa, tem grande importância na realização do Papanicolau, pois é este o sítio onde o vírus HPV costuma se fixar, tornando-se, portanto, uma área extremamente susceptível ao aparecimento de tumores malignos. Logo, como o teste de Papanicolau é um exame de rastreio do câncer do colo uterino, é essencial que durante o procedimento o medico consiga obter material vindo da JEC e da zona de transformação (ZT). COMO É FEITO O EXAME PAPANICOLAU? O objetivo do exame de Papanicolau é colher algumas amostras de células da região do óstio cervical e ao redor do colo uterino, de forma a obter células da ectocérvice, endocérvice, zona de transformação e JEC. Essas células colhidas são enviadas para um laboratório para que possam ser estudadas em um microscópio por um patologista.
O exame Papanicolau é bastante simples, rápido e praticamente indolor (algumas mulheres ficam tensas com o exame ginecológico e sentem algum grau de desconforto). Para se obter amostras do colo uterino, o ginecologista precisa antes fazer um exame ginecológico com um espéculo, chamado popularmente de bico de pato. O uso do bico de pato permite que o canal vaginal e o colo do útero sejam visualizados. Após uma rápida inspeção, o ginecologista irá introduzir uma pequena escova no óstio cervical, conseguindo, assim, obter algumas células desta região. Uma espátula e um cotonete também podem ser usados para obter material ao redor do colo uterino. Se durante a inspeção o médico observar alguma área do colo do útero com alterações suspeitas, ele pode fazer uma biópsia da lesão e enviar o material junto com o material coletado do óstio cervical. O exame de Papanicolau deve ser realizado, de preferência, fora do período menstrual. Também sugerimos que as mulheres evitem relações sexuais, ducha vaginal, aplicação de gel ou óvulo vaginal, ou uso de absorvente interno nas 48 horas que precedem o exame. PARA QUE SERVE O PAPANICOLAU? O material colhido no exame de Papanicolau pode ser utilizado para pesquisar não só a existência de alterações celulares malignas ou pré-malignas, mas também para pesquisar a presença do vírus HPV e várias outras infecções ginecológicas, tais como: – Gardnerella; – Tricomoníase; – Candidíase; – Gonorreia; – Sífilis; – Clamídia. Mais uma vez, é impostante lembrar que o Papanicolau é um exame de rastreio, ele não faz diagnóstico de câncer. O Papanicolau apenas orienta os médicos sobre quais são as pacientes que precisam ser investigadas com mais cuidado, geralmente através de uma colposcopia* e biópsia do colo uterino. * A colposcopia é um procedimento diagnóstico no qual um microscópio especial, com várias lentes de aumento, é usado para fornecer uma visão ampliada e bem iluminada do colo do útero e da vagina. A colposcopia nos permite ver o colo do útero com imagens muito mais nítidas que o simples exame ginecológico, facilitando a identificação de feridas ou anormalidades na mucosa. Durante a colposcopia, o ginecologista realiza biópsias do tecido do colo uterino para pesquisar a existência de lesões malignas. Como na biópsia conseguimos obter uma quantidade muito maior de células que no exame de Papanicolau, os resultados são muito mais precisos e confiáveis. QUANDO FAZER O EXAME DE PAPANICOLAU? O exame Papanicolau deve ser realizado em todas as mulheres com vida sexual ativa. O tempo de intervalo entre cada exame varia de acordo com as sociedades de Ginecologia de cada país. No Brasil, o habitual é indicar um intervalo de 1 ano entre os exames nos 3 primeiros exames. Se estiver tudo bem, os testes seguintes podem ser feitos com intervalos de 3 anos. Se, entretanto, a paciente tiver um tipo agressivo de vírus HPV, o teste de Papanicolau pode ser feito com intervalos curtos de até 6 meses. Em alguns países, o primeiro exame de Papanicolau só é recomendado após os 21 anos de idade, mesmo para mulheres que já inciaram a vida sexual na adolescência. Como o HPV demora vários anos para provocar alterações celulares que possam levar ao desenvolvimento do câncer de colo uterino, alguns médicos argumentam que não há necessidade de já começar a testar todas as mulheres nos seus primeiros anos de vida sexual. RESULTADOS: Após o envio do material coletado no exame de papanicolau, o laboratório fornece o resultado do estudo em cerca de 3 a 5 dias. Vamos explicar de forma resumida o que significam os resultados mais comuns. Obs: o laboratório pode fornecer os resultados do Papanicolau sob o nome de colpocitologia oncótica, exame preventivo ou citologia cérvico-vaginal. A forma como cada laboratório fornece o laudo do teste de Papanicolau pode ser bastante diferente. É importante também frisar que a nomenclatura mudou recentemente, por isso, se você for comparar um exame atual como outro mais antigo, eles podem ter resultados semelhantes, mas descrições bem diferentes. Antigamente os laudos vinham descrevendo as classes do Papanicolau: - Papanicolau classe I – ausência de células anormais. - Papanicolau classe II – alterações celulares benignas, geralmente causadas por processo inflamatórios. - Papanicolau classe III – Presença de células anormais (incluindo NIC 1, NIC 2 e NIC 3). - Papanicolau classe IV – Citologia sugestiva de malignidade. - Papanicolau classe V – Citologia indicativa de câncer do colo uterino. Essa forma de laudo, dividida em classes, ainda pode ser encontrada, mas tem sido abandonada em favor de um laudo mais descritivo sobre as alterações celulares, como iremos explicar a seguir. PAPANICOLAU NORMAL Em geral, o laudo do Papanicolau primeiro descreve a qualidade da amostra enviada e depois fornece os diagnósticos. Um bom laudo precisa: Dizer que a amostra enviada foi satisfatória para avaliação pelo patologista. Se o resultado vier apontando uma amostra insatisfatória, a coleta de material deve ser refeita pelo ginecologista. Indicar que tipos de tecido deram origem às células captadas, como, por exemplo, células da JEC, células da zona de transformação (ZT), ectocérvice ou endocérvice. Se não houver na amostra, pelo menos, células da JEC ou da ZT, a qualidade do exame fica muito comprometida, já que são essas as regiões mais atacadas pelo vírus HPV. Indicar o tipo de células presentes: células escamosas (ectocérvice), metaplasia escamosa, células colunares (endocérvice), células do epitélio glandular (endocérvice), etc. Descrever a flora microbiológica: a flora bacteriana natural da vagina é composta com lactobacilos, portanto, é perfeitamente normal que o Papanicolau identifique essas bactérias. Se houver alguma infecção ginecológica em curso, o laudo pode indicar a presença de leucócitos (células de defesa) e o nome do germe invasor, como, por exemplo, Gardnerella ou Candida albicans. Após as descrições acima, se o laudo não indicar a presença de células malignas ou pré-malignas, ele virá com uma descrição do tipo: ausência de atipia, ausência de células neoplásicas, negativo para lesão intraepitelial ou negativo para malignidade. PAPANICOLAU ANORMAL – ASCUS E ASCH Vamos descrever as alterações mais comuns encontradas em exames de Papanicolau alterados. 1) ASC-US ou ASCUS O acrônimo ASCUS significa Células Escamosas Atípicas de Significado Indeterminado (Atypical Squamous Cells of Undetermined Significance). De todos os resultados anormais encontrados no Papanicolau, o ASCUS é o mais comum. Ele ocorre em cerca de 2 a 3% dos exames. O ASCUS indica uma atipia, ou seja, uma alteração nas características normais das células escamosas, sem, porém, apresentar qualquer sinal claro de que possam haver alterações pré-malignas. O ASCUS pode ser provocado, por exemplo, por inflamações, infecções ou atrofia vaginal durante a menopausa Na grande maioria dos casos, o ASCUS é um achado benigno que desaparece sozinho com o tempo. É preciso salientar, porém, que a presença de ASCUS não elimina totalmente o risco dessas células virem a ser uma lesão pré-maligna; ele significa apenas que o risco é muito baixo. Estudos mostram que cerca de 7% das mulheres com HPV e ASCUS desenvolvem câncer de colo uterino no prazo de 5 anos. Entre as mulheres que não têm o HPV, a taxa é de apenas 0,5%. Portanto, os médicos podem tomar duas condutas frente a um resultado do Papanicolau com ASCUS: ou repete-se o exame após 6 a 12 meses (a maioria dos casos de ASCUS desaparece nesse intervalo) ou faz-se a pesquisa do vírus HPV. Se o HPV for negativo, não é preciso fazer nada, apenas manter a rotina habitual de fazer o exame Papanicolau a cada 3 anos. Se a paciente tiver o vírus HPV, principalmente os subtipos 16 e 18, que são os mais perigosos, o médico costuma pedir uma colposcopia e biópsia para investigar melhor o colo do útero. 2) ASC-H ou ASCH Quando o patologista descreve no laudo a presença de ASCH, significa que ele viu células escamosas atípicas, com características mistas, não sendo possível descartar a presença de atipias malignas. É um resultado indeterminado, mas com elevado risco de existirem lesões epiteliais de alto grau (NIC 2 ou NIC 3) – explicarei esses termos a seguir. A presença de ASCH indica a realização da colposcopia e da biópsia do colo do útero. LESÕES PRÉ-MALIGNAS NO PAPANICOLAU – LSIL E HSIL / NIC 1, NIC 2 E NIC 3 As lesões pré-malignas do colo do útero identificadas pelo Papanicolau são atualmente descritas como LSIL (Lesão Intraepitelial escamosa de baixo grau) ou HSIL (Lesão Intraepitelial escamosa de alto grau). 3) Lesão Intraepitelial escamosa de baixo grau (LSIL) A LSIL indica uma displasia branda, uma lesão pré-maligna com baixo risco de ser câncer. A LSIL pode ser causada por qualquer tipo de HPV, seja ele agressivo ou não, e tende a desaparecer após 1 ou 2 anos, conforme o organismo da mulher consegue eliminar o HPV do seu corpo. Se o teste de HPV da paciente for negativo, não é preciso fazer nada, basta repetir o Papanicolau dentro de 6 meses a 1 ano. Nestes casos, o risco de transformação para câncer é praticamente nulo. Se o teste de HPV for positivo, a paciente com LSIL deve ser avaliada com colposcopia e biópsia, pois apesar de baixo, existe um risco da lesão ser, na verdade, um pouco mais agressiva do que aquela identificada no Papanicolau (pode ser um NIC 2 ou NIC 3). O paciente com LSIL no Papanicolau costumam ter NIC 1 (lesão pré-maligna de baixo risco) na biópsia. Porém, cerca de 16% das pacientes têm NIC 2 (lesão pré-maligna moderada) e 5% têm NIC 3 (lesão pré-maligna avançada). O risco de um resultado LSIL indicar um câncer é de apenas 0,1%. Obs: antigamente o LSIL era chamado de NIC 1 (Neoplasia Intraepitelial Cervical grau 1). O termo NIC deixou de ser indicado nos laudos de Papanicolau em 2001, pois, como vimos, nem todo LSIL corresponde realmente a uma lesão NIC 1 na biópsia. Portanto, NIC 1, NIC 2 e NIC 3 atualmente só devem ser usados para descrever resultados da biópsia feita por colposcopia. No Papanicolau, o correto é usar os acrômios LSIL ou HSIL. 4) Lesão Intraepitelial escamosa de alto grau (HSIL) O HSIL indica que as células anormais têm grande alteração no seu tamanho e formato. É um achado que indica grande risco de existirem lesões pré-malignas moderadas/avançadas (NIC 2 ou 3) ou mesmo câncer já estabelecido. O risco de um resultado HSIL ser NIC 3 na biópsia é de 50%. O risco de um resultado HSIL ser um câncer é de 7%. Portanto, toda a paciente com resultado HSIL no Papanicolau precisa ser investigada com colposcopia e biópsia. FONTE: mdsaude.com/2014/09/exame-papanicolau.html