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sábado, 30 de maio de 2015

COMO O ENTRELAÇAMENTO QUÂNTICO CONSTRUIU O TEMPO?

Físicos e matemáticos têm buscado uma Teoria de Tudo que unifique a relatividade geral e a mecânica quântica. Enquanto a relatividade explica a gravidade e fenômenos em grande escala, tais como a dinâmica das estrelas e das galáxias no universo, a mecânica quântica explica fenômenos microscópicos em escalas subatômicas e moleculares. Agora, cientistas afirmam ter encontrado uma resposta que pode levar a essa teoria universal e mostrar de onde surgiu o espaço-tempo. O princípio holográfico é amplamente considerado uma característica essencial de uma teoria universal bem sucedida. O princípio holográfico afirma que a gravidade de um volume tridimensional pode ser descrita pela mecânica quântica numa superfície bidimensional do volume envolvente. Em particular, as três dimensões do volume deverão surgir a partir das duas dimensões da superfície. No entanto, a compreensão dos mecanismos para o surgimento do volume da superfície até agora eram indefinidos. Um novo estudo, comandado por Hirosi Ooguri, professor da Universidade de Tóquio (Japão), ao lado de colaboradores, descobriu que o entrelaçamento quântico é a chave para resolver esta questão. Usando uma teoria quântica (que não inclui a gravidade), eles mostraram como calcular a densidade da energia, que é uma fonte de interações gravitacionais em três dimensões, usando dados de emaranhamentos quânticos na superfície. É mais ou menos como diagnosticar as condições no interior do seu corpo olhando imagens de raios-X em folhas bidimensionais. Isto permitiu aos cientistas interpretar propriedades universais do entrelaçamento quântico como condições para a densidade da energia que devem ser satisfeitas por qualquer teoria quântica consistente da gravidade, sem realmente incluir explicitamente a gravidade. A importância do entrelaçamento quântico foi sugerida antes, mas seu real papel no surgimento do espaço-tempo não estava claro até este trabalho.

Ação fantasmagórica à distância

O emaranhamento quântico é um fenômeno pelo qual estados quânticos tais como rotação ou polarização de partículas em locais diferentes não podem ser descritos de forma independente. Medir (e, portanto, agir sobre) uma partícula significa que também se age sobre a outra, algo que Einstein chamou de “ação fantasmagórica à distância”. O trabalho de Ooguri e seus colaboradores mostra que esse entrelaçamento quântico gera as dimensões adicionais da teoria gravitacional. “Sabe-se que o entrelaçamento quântico está relacionado com questões profundas na unificação da relatividade e da mecânica quântica gerais, tais como o paradoxo das informações dos buracos negros e o paradoxo firewall”, diz Ooguri. “Nosso artigo lança nova luz sobre a relação entre o emaranhamento quântico e a estrutura microscópica do espaço-tempo através de cálculos explícitos. A interface entre a gravidade quântica e a ciência da informação está se tornando cada vez mais importante para ambos os campos. Eu mesmo estou colaborando com cientistas da informação para prosseguir esta linha de investigação adicional”, afirma. fonte: sciencedaily.com/releases/2015/05/150527112953.htm

terça-feira, 30 de setembro de 2014

FICAR SENTADO POR MUITO TEMPO PODE TER MATAR DE 7 FORMAS DIFERENTES

Muitas pesquisas feitas nos últimos anos apontam que ficar sentado durante muitas horas por dia pode ser prejudicial para sua saúde. Nas palavras de Shaunacy Ferro, “sentar é o novo cigarro”, menos o lobby poderoso em volta do produto. E a pior notícia é que aumentar o tempo de exercícios não compensa o tempo que você fica sentado – as probabilidades são as mesmas para quem se exercita e quem não se exercita.Veja aqui as maneiras com que o sedentarismo, principalmente no local de trabalho, pode te matar:

7. Doenças crônicas

Uma pesquisa feita em fevereiro de 2013 com 63.048 homens australianos de meia idade apontou que quem fica sentado mais de quatro horas por dia tem uma probabilidade significativamente maior de ter uma doença crônica, como hipertensão, doenças cardíacas e câncer. E o estudo apontou que não importa o índice de massa corporal ou a quantidade de exercícios feita. Além disso, quem fica sentado seis horas por dia tem maior probabilidade de ter diabetes, uma descoberta que confirma o resultado de outros estudos.

6. Redução da expectativa de vida

Um estudo publicado em julho de 2012 apontou que reduzir o tempo excessivo sentado para menos de três horas por dia aumentaria a expectativa de vida em dois anos. Além disso, reduzir o tempo em frente à TV para menos de duas horas por dia aumenta a expectativa de vida em 1,4 anos (em comparação, o hábito de fumar diminui a expectativa de vida em 2,5 anos para homens e 1,8 anos para mulheres). O estudo estimou que um adulto típico gasta 55% do seu dia fazendo algo sedentário, mas também aponta que os altos níveis de sedentarismo autorrelatados podem ser conservativos. Não é fácil lembrar todo o tempo que você ficou sentado durante o dia, uma vez que não é uma atividade específica de um comportamento, como assistir TV.

5. Doenças renais

Quem senta por menos tempo tem menos chances de ter alguma doença renal crônica, e isto não se altera se você acrescentar na equação pessoas que controlam seu índice de massa corporal ou atividade física. Foi o que descobriu uma análise publicada em outubro de 2012, que estudou relatos de 6.379 pessoas com idade entre 40 e 75 anos. O efeito foi mais profundo entre as mulheres: ao diminuir o tempo sentadas de um dia inteiro para três horas, elas diminuíram o risco em mais de 30%. Entre os homens, a diminuição do risco de doença renal caiu 15%.

4. Saúde mental prejudicada

Ficar sentado também é prejudicial para a mente. Um estudo relacionando o comportamento sedentário e o bem-estar mental apontou que ficar sentado por razões não ocupacionais, como assistir TV, dirigir um automóvel ou usar o computador, está associado a problemas de saúde mental entre as mulheres. O estudo que foi publicado em abril de 2012 usando dados de quase 3.500 pessoas também apontou que os homens só eram prejudicados mentalmente pelo tempo gasto em frente do computador.

3. Obesidade e Síndrome Metabólica

Pessoas obesas ficam sentadas mais tempo que pessoas magras. Um estudo publicado em novembro de 2009 apontou que este tempo a mais é de 2,5 horas, em média, e está associado à síndrome metabólica, uma combinação de fatores como obesidade abdominal, baixos níveis do “bom colesterol”, hipertensão, níveis elevados de triglicerídeos ou hiperglicemia, que juntos aumentam os riscos de doenças mais sérias, como doenças cardíacas, derrames e diabetes. Este resultado foi confirmado por outro estudo publicado no ano passado, que mostra que pessoas que são sedentárias por mais tempo tem 73% mais chances de ter síndrome metabólica. Em 2005, um grupo de pesquisadores estimou que a redução do tempo de TV e computador para menos de uma hora por dia poderia reduzir a prevalência de síndrome metabólica entre adultos nos Estados Unidos de 30% a 35%.

2. Morte por câncer colorretal

Mesmo que você seja diagnosticado com câncer, o sedentarismo pode ser sua causa de morte. Um estudo publicado em janeiro de 2013 descobriu que tanto antes quanto depois de ser diagnosticado com câncer colorretal, ficar mais tempo sentado durante os momentos de lazer significa maiores chances de morrer. O estudo monitorou os hábitos de mais de 2.000 pacientes de câncer colorretal por até 16 anos depois do diagnóstico. Os que levavam uma vida mais ativa tinham 28% menos chances de morrer do que os que se exercitavam menos. Os que passavam sentados seis horas tinham 36% mais chances de morrer do que os que ficavam sentados menos de três horas por dia.

1. Morte por todas as causas – e mais cedo

Um estudo monitorou 200.000 australianos com mais de 45 anos, e descobriu que não importa a idade, sexo ou índice corporal, ficar sentado aumenta os riscos de mortalidade por todas as causas. Pessoas que ficam sentadas mais de 11 horas por dia tem risco 40% maior de morrer em 3 anos. O risco de morrer era muito menor para pessoas que faziam exercícios durante cinco horas por semana, ou mais, mas ainda assim era insuficiente para escapar da armadilha fatal da cadeira. Hora de comprar uma mesa para ficar em pé. fonte: popsci.com/science/article/2013-02/many-reasons-chair-killing-you

sábado, 26 de julho de 2014

CONHEÇO O CICLO DE VIDA DAS ESTRELAS

Estrelas são basicamente bolas gigantes de plasma, inerte no espaço, e são constituídas em sua maioria de 71% de hidrogênio, 27% de hélio e com frações de outros elementos mais pesados. As estrelas se formam em Nuvens Moleculares, a partir de instabilidades que frequentemente são geradas por choques provenientes de Supernovas. Após isso, ela começa a colapsar sob sua própria força gravitacional. Como a nuvem continua a contrair, ela começa a aumentar sua temperatura, causada pela energia gravitacional gerando energia cinética. Quanto mais ela contrai, mais a sua temperatura aumenta. Estrelas pré-sequência principal (protoestrelas) são cercadas por disco de acreção, que futuramente, são responsáveis pela formação de seu sistema solar. Após bilhões de anos, elas perdem muita massa, e entram em colapso... a partir daí, o ciclo se repete.
M < 0,08 M SOL
O limite de 0,08 M Sol estabelece o destino de uma Nuvem Molecular em contratação. Se a massa inicial da esfera gasosa resultante da contração de uma Nuvem Molecular for inferior a 0,08 M Sol ela jamais atingirá o estado de "estrela". O objeto formado, como já vimos, é uma "Anã Marrom". Assim, o valor de 0,08 M Sol é o limite que determina quem será estrela e quem será Anã Marrom. Veja a figura ao lado e entenda os estágios que ocorrem até que se forme uma Anã Marrom. ENTRE 0,08 e 0,5 M SOL
Ficamos então com o intervalo de massa inicial situado entre 0,08 M Sol e 0,5 M Sol. Neste caso ocorre a queima de hidrogênio no centro da estrela com a consequente formação de um núcleo de hélio. Esta região central de hélio se torna degenerada e não consegue atingir a temperatura suficiente para dar início às reações nucleares com o hélio. Como consequência, ela não se transforma em uma estrela gigante. Seu estágio final de evolução é a formação de uma estrela Anã Branca, com núcleo de hélio. Veja a figura ao lado e entenda os estágios que ocorrem até que se forme uma Anã Branca. ENTRE 0,5 E 1,0 M SOL
Aqui, a contração muito lenta do núcleo continua e a temperatura central da estrela aumenta um pouco. Sua superfície continua a expandir e, neste caso, a estrela irá se transformar em uma estrela gigante vermelha. Devido à sua pequena massa, a luminosidade da estrela é gerada pelo processo de convecção. Após ejetar a maior parte do seu envoltório, as estrelas neste intervalo de massa se tornam Anãs Brancas com núcleo de hélio (mas sem passar pelo estágio de Nebulosa Planetária). Veja a figura ao lado e entenda os estágios que ocorrem com as estrelas com este intervalo de massa. Entre 1 e 2 M Sol
Nestas estrelas, o núcleo contrai e aquece bastante. Como o núcleo é formado por gás degenerado, ele não consegue expandir muito, embora haja um enorme aumento da temperatura central. Devido ao seu processo de expansão contínua, a estrela não consegue manter o seu envoltório e ejeta a sua maior parte no espaço, formando a tão famosa "Nebulosa Planetária". O que resta desta estrela é uma Anã Branca. Veja a figura ao lado e entenda os estágios que ocorrem com as estrelas com este intervalo de massa. Entre 2 e 10 M Sol
Muitas coisas podem acontecer com estrelas neste intervalo. Não só o núcleo, como toda a estrela está colapsando e seu envoltório está caindo na direção de seu pequeno núcleo endurecido. O material do envoltório da estrela irá "ricochetear" na superfície endurecida do núcleo estelar (bounce). eventualmente, a região central da estrela pode sobreviver a este fenômeno violento. A esta estrela residual, extremamente densa e pequena que sobrevive a esse fenômeno, damos o nome de "Estrela de Nêutrons". Veja a figura ao lado e entenda os estágios que ocorrem para se formar uma Estrela de Nêutrons. Entre 10 e 20 M Sol
Já vimos que estrelas cuja massa inicial é maior do que 10 massas solares ao alcançarem os estágios finais de sua evolução passam por processos bastante violentos. A região central dessas estrelas gigantes sofrem um fortíssimo colapso gravitacional que irá levá-las a sofrerem uma enorme explosão. Quando isso acontece, essas estrelas gigantes lançam toda sua matéria no espaço interestelar e podem ser completamente destruidas, ou deixar uma estrela residual e compacta, chamada de Estrela de Nêutrons. Se a estrela inicial é muito grande, pode ocorrer que após sua explosão, o objeto residual deixado para trás ainda tenha muita massa. Neste caso, pode acontecer que o colapso gravitacional continue a agir nesse objeto residual de modo tão intenso que a pressão da matéria alí existente não consiga suportar esse esmagamento. Nesse caso, a estrela residual continua a colapsar, tão intensamente, que forma o famoso "Buraco Negro". Veja a figura ao lado e entenda os estágios que ocorrem até que se forme um Buraco Negro. SUPERNOVA TIPO I
Em geral, é resultado de um processo de acréscimo de matéria sobre uma estrela Anã Branca participante de um sistema binário de estrelas. Se, em um sistema binário, uma estrela de grande massa passa uma quantidade muito grande de hidrogênio para a superfície de uma estrela Anã Branca, sua companheira de sistema, pode ocorrer que a Anã Branca ultrapasse um limite de massa a partir do qual ela não é mais estável. Este limite máximo para a massa de uma estrela é o limite de Chandrasekhar. Quando ele é ultrapassado, a estrela não é mais estável, iniciando um processo de colapso gravitacional, com incríveis consequências. As Supernovas tipo Ia apresentam hidrogênio no espectro. A energia liberada pelas reações nucleares torna-se maior do que a energia de ligação gravitacional do núcleo degenerado, e a estrela é totalmente dispersa no espaço. TEMPO DE VIDA DAS ESTRELAS O tempo de vida de cada estrela está diretamente ligado com a sua massa. Vejamos alguns exemplos:
FONTE: galeriadometeorito.com/p/ciclo-estelar-vida-das-estrelas-do.html

MARATONA OU RAPIDINHA? TEMPO NEM SEMPRE É IMPORTANTE NO SEXO

Quanto tempo dura uma relação sexual satisfatória? Não existe resposta única ou certa para essa pergunta.Porém o tempo do prazer pode ser bem diferente daquele da imaginação. Uma pesquisa conduzida em 2008 pela Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, com terapeutas sexuais norte-americanos e canadenses, concluiu que 3 a 7 minutos é uma duração adequada e de 7 a 13 minutos, desejável. Abaixo disso, os entrevistados classificaram o ato sexual como muito curto e, acima desse intervalo, muito longo, contrariando a fantasia popular de que sexo bom dura horas. "Não sendo uma ejaculação precoce, o tempo é secundário", acredita a psicóloga Heloisa Fleury, que faz parte da equipe do Prosex (Programa de Estudos em Sexualidade), ligado ao Instituto de Psiquiatria da USP(Universidade de São Paulo), e do Departamento de Psicodrama do Instituto Sedes Sapientiae, que oferece atendimento clínico e cursos para profissionais de psicologia. Heloisa diz que é comum no imaginário de homens e adolescentes a ideia de que o sexo precisa durar bastante para ser bem apreciado. Entretanto, a psicóloga destaca que a satisfação não se mede pelo relógio, e que para a maioria das mulheres chegar ao orgasmo são necessários outros fatores, como clima, contexto e habilidade do parceiro. "Esses fatores são mais importantes do que o tempo do coito. Muitas mulheres até se incomodam quando o tempo da penetração é muito longo", afirma. A funcionária pública Simone (nome fictício), de Brasília(DF), que vive um relacionamento há 10 anos, passou por esse problema. Ela conta que suas transas com o marido demoravam de uma hora e meia a duas horas, já que ele possuía um enorme controle da ejaculação. "Ficava muito cansativo, chega uma hora que nem o físico aguenta", lembra. Simone diz que, além de cansada, sentia-se frustrada pela sensação de fazer tudo que podia para dar prazer ao marido, mas sem conseguir levá-lo logo ao orgasmo. Por outro lado, ela descobriu que ele agia assim porque gostava de prolongar a fase anterior ao clímax. Conversando, o casal conseguiu chegar a um meio termo. "Passamos a prestar mais atenção às necessidades do outro. Ele percebeu que o excesso de tempo mais me cansava do que divertia. E eu percebi que para ele também era importante esse tempo antes da ejaculação. Ambos cedemos", revela Simone. Tempo para as mulheres Maratonas na cama, como as vividas por Simone com o marido, fazem parte da história recente da sexualidade. Antes do prazer feminino ser valorizado, sobretudo nas últimas décadas, o ato sexual costumava ser bastante rápido e voltado apenas à reprodução. "O sucesso da relação sexual dependia do vigor do marido e da rapidez do ato. Caso um marido bêbado demorasse fazendo amor, é porque ele perdera a força de fertilizar. Manobras eróticas também comprometiam o cronômetro", escreve a historiadora Mary Del Priore, sobre a vida sexual no século 19, no livro "Histórias Íntimas – Sexualidade e Erotismo na História do Brasil" (Planeta). Em entrevista ao UOL, Mary diz que, naquela época, o sexo era praticamente "cirúrgico", ou seja, extremamente curto, porque se acreditava que era importante para o homem economizar esperma, já que os médicos pensavam que a ejaculação constituía um esforço intenso e extraía o que havia de mais puro no sangue. São também os livros médicos que vão estimular a mudança no comportamento sexual. "A partir dos anos 1920 e 1930, surgem manuais ensinando que o gozo tem que ser algo mútuo, que não adiantava apenas o homem gozar rapidamente ou a mulher gozar sem o homem", destaca a historiadora. Equilíbrio e intimidade Na pesquisa realizada no ano passado a pedido da marca de preservativos Durex, com 1.004 brasileiros entre 18 e 65 anos, 36% disseram que a duração do ato sexual fica entre 6 e 15 minutos; 33% entre 16 e 30 minutos e 17% mais do que 30 minutos, resultados bastante acima daqueles apontados pelo estudo norte-americano. Para a psicóloga Heloisa Fleury, esse tempo parece superestimado. Para saber com precisão é necessário cronometrar a relação. "Se o sexo está muito bom, o casal pode, subjetivamente, achar que foi muito mais longo do que realmente foi", justifica. O professor de tantra Otavio Leal, da Humaniversidade, instituição de ensino terapêutico e transpessoal de São Paulo, também autor do livro "Maithuna – Sexo Tântrico"(Alfabeto), acredita que o mais importante no sexo são as carícias, independentemente de quanto tempo levem. "As carícias ajudam a derreter as nossas defesas, a nos deixar plenos", diz. Leal também afirma que retardar o êxtase aumenta o prazer. "Quanto mais prolongado for esse momento, maior será a energia e o prazer", diz. O professor conta que existem rituais no tantra hindu que chegam a durar 19 dias, obviamente, com atividades que vão além da penetração. "Se pensarmos no ato sexual apenas como genital, se for longo, pode ser cansativo, mas não a carícia, o preparatório. O que vem antes do orgasmo é que faz a diferença", explica. Para o professor de tantra, o fundamental na relação sexual é a construção da intimidade. "Hoje, existe maior liberdade, mas falta intimidade.E intimidade requer tempo. Sexo dá prazer. A intimidade dá felicidade, amor", diz. Se o sexo dura poucos ou muitos minutos, isso pouco importa se houver sincronia entre os parceiros e prazer mútuo. "Não tem nada a ver com o relógio", reforça a psicóloga do Prosex. Para Simone, equacionar o ritmo do casal, apesar de não ser tarefa fácil, é possível. "Hoje em dia, às vezes é rapidinha, às vezes demora bastante. Não nos preocupamos mais tanto com tempo", diz a funcionária pública. FONTE:: http://zip.net/bkn0n7

sexta-feira, 18 de julho de 2014

CONHEÇA OS 10 IDIOMAS ESQUECIDOS NO TEMPO

As línguas são criações humanas e, como tal, têm um ciclo de vida. Algumas línguas "mortas" têm evoluído para os outros, e eles sobrevivem nesse sentido. Outros desapareceu sem deixar vestígios, e não pode mesmo saber exatamente como eles foram faladas até hoje. 10. PROTO-INDO-EUROPEU Inglês, russo, persa, bengali, albanês e curda, entre muitos outros, todos têm raízes na língua proto-indo-europeu (PIE), que foi reconstruído, traçando a história de seus descendentes. Ela ajuda a que esses descendentes compõem a família lingüística mais prolífico do mundo.O único problema é que a torta é tão antiga que antecede a escrita, tanto do nosso conhecimento sobre sua fonética e léxico são baseados em suposições. Há ainda três fonemas que nós ainda não sabemos como se pronuncia . Estes são sons que não estão presentes na maioria das outras línguas indo-europeias, por isso as hipóteses mais aceitas compará-los a determinados fonemas presentes em árabe. Como controverso como é, continua a ser um idioma PIE influente como patrimônio comum de todos os que falam línguas indo-europeias modernas. 9. HATTICA
Não deve ser confundido com o hitita indo-européia, esta linguagem de filiação incerta é tão obscuro que nem sequer sabem o que os Hattians chamou . Chamamos-lhe "Hattic" por causa da maneira que a Bíblia se refere ao povo, e como tal, é provavelmente um termo de origem egípcia ou assíria.Os Hattians eram habitantes do planalto da Anatólia, no que hoje é a Turquia. Sua língua foi provavelmente perdeu depois que eles assimilaram com o povo indo-europeu que invadiram a Anatólia. Tem havido tentativas de ligar para Hattic Caucasiano idiomas, tais como a Abkházia, Ubykh, e até mesmo da Geórgia, mas a evidência permanece indefinida, principalmente devido à escassez de textos escritos na língua. Outro fator preocupante é o alfabeto cuneiforme usada por estas línguas, o que não torna alguns sons únicos Hattian muito bem. 8. IBÉRICA
As origens da língua falada pelos habitantes da Península Ibérica (hoje Portugal e Espanha), antes da conquista romana são ainda pouco claras . Alguns ligam para as línguas berberes, outros a moderna Basco, e outros ainda afirmam que era celta. Mesmo hipóteses selvagens têm sido propostas, que liga ibérica às línguas etruscas ou mesmo caucasianos.Esta linguagem foi escrito em não apenas um alfabeto, mas três variantes de uma escrita fenícia derivados. O script mais evasivo é a variante sudoeste, também chamado Tartessic, uma vez que se pensa ter sido a língua falada no reino de Tartessos mencionados por Heródoto. Ibérico morreu com a aquisição romana do país, mas alguns nomes de lugares e palavras são pensados ​​para ter sobrevivido em espanhol moderno. 7. ETRUSCA
A última suposta falante fluente da língua etrusca era César Cláudio, que compilou uma história dos etruscos que tem sido, infelizmente, perdeu. Foi um final triste, mas para o idioma que havia dominado durante séculos o centro da Itália na competição feroz com o latim.Grande parte da dificuldade de reconstruir etrusca é o seu isolamento ea escassez de textos mais longos do que as inscrições curtas. O único que encontrei até agora é um livro de linho que foi reutilizado como invólucros para uma múmia. O que sabemos é que os etruscos desenvolveram o seu próprio alfabeto baseado em Euboean grego e tinha uma tradição literária elaborada, mas desde que foi perdido para a história, muito do que está aberto à especulação. Eles também nos deu nomes de lugares como Roma , a partir da idade em que os etruscos dominaram sobre a Latina. 6. MAYPURE
Maypure foi falado por uma tribo de indígenas da Bacia do Orinoco, em terras que fazem parte da atual Venezuela. Eles foram exterminados por uma tribo rival Carib, mas a sua língua sobreviveu graças às obras do grande naturalista alemão Alexander von Humboldt, que recolheu as palavras de um nativo Maco que sabia Maypure.Estranhamente, um rumor logo se espalhou que a língua era uma língua extinta preservada pelos papagaios que foram detidos pelos nativos mortos e seus descendentes. O rumor realmente se tornou algo próximo da realidade quando o artista conceitual Rachel Berwick, inspirado na lenda, ensinou a linguagem a alguns papagaios. David Crystal usou a legenda para ilustrar o fenômeno da morte linguagem. 5. HARAPPAN
No seu auge, a língua da civilização do Vale do Indo, no moderno Oriente Médio é estimada para ter sido falado por mais de cinco milhões de pessoas . Esta sociedade surpreendentemente moderna, que trabalha sistemas de canalização e esgotos e uma economia complexa, durou de cerca de 3300-1300 aC. A linguagem, assim como a civilização do Vale do Indo, entrou num período de decadência que ainda é inexplicável, deixando seu roteiro indecifrável sem descendentes conhecidos. Relações às famílias indo-europeias e dravídicas de linguagem, entre outros, são ainda controverso , principalmente por razões políticas. Nacionalistas hindus são fortes defensores da hipótese do indo-europeu, enquanto os nacionalistas Tamil endossar a hipótese Dravidica, como Tamil é uma língua Dravidica. 4. MEROITICA
Meroitica, também chamado Kushitica, é a língua da antiga civilização Nubian de Kush, no atual Sudão. É conhecida principalmente por meio de fontes egípcias e, obviamente, influenciadas pela cultura egípcia, mas Kushites desenvolveu seu próprio roteiro distinto de hieróglifos ou demótico.Embora o roteiro foi decifrado em 1911, parece ser impossível de traduzir. As tentativas de vinculá-lo a línguas sudanesas modernos , principalmente das famílias afro-asiáticas e Nilo-saarianos, foram em grande parte inútil. Esses links permanecem controversos, mas se ele realmente é uma língua nilo-saariana, seria o mais velho da família para ter desenvolvido um script e tradição literária. 3. ETEOCRETANO
Nós já mencionado anteriormente os minóicos de Creta, uma ilha na moderna Grécia, e sua Linear Uma linguagem. Eteocretan era mais provável que a linguagem das pessoas que escreveram o Linear A e os hieróglifos cretenses. No mínimo, é definitivamente um descendente direto do antigo Minoica. Uma vez que não houve tentativas bem sucedidas para decifrar o alfabeto Eteocretano, pode ser estabelecida nenhuma relação com as línguas modernas, ea linguagem é um quebra-cabeça desconcertante para linguistas e arqueólogos. As poucas pistas temos todos levam a becos sem saída. Tem havido tentativas de ligar o disco Phaistos para Eteocretan, mas não houve êxito. Uma ramificação provável de Eteocretano, chamado Eteocyprioto, foi identificada, mas também é extinto. 2. DACIANO
A terra da Dacia, o que corresponde aproximadamente a moderna Romênia, foi o berço de uma cultura guerreira que foi conquistada pelos romanos durante o reinado do imperador Trajano, no primeiro século dC Embora os romanos não erradicar a linguagem, os habitantes de Dacia e Moesia adotado Latina . Embora alguns nomes de lugares e palavras romenos parecem ter origem a partir de Daciano, a língua estava extinta pelo sexto ou sétimo século.Os dácios falou alguma variedade de língua indo-européia, mas a maior parte dela foi perdida. É muito difícil de reconstituir, uma vez que apenas uma inscrição sobreviveu. Foram feitas tentativas de vincular Dacian de idiomas trácio ou frígio e até mesmo a moderna albanesa, mas parece claro que albanês é um descendente de Ilíria, deixando Dacian um ramo morto da árvore indo-européia. 1. HUNNICA
Você poderia pensar que a definição de grande parte da Europa e um bom pedaço da Ásia em chamas, levando o Império Romano de joelhos, e ganhando o apelido de "flagelo de Deus" seria o suficiente para interessar as pessoas em pelo menos compreender a sua linguagem. Infelizmente, os hunos não se incomodou de colocar a sua língua na escrita. Apenas algumas palavras sobreviver, tendo sido coletadas por estudiosos romanos. Como tal, há um debate em curso sobre como reconstruir a língua falada pelos hunos.As hipóteses vigentes vincular os hunos para os nômades Xiongnu que eram os vizinhos do norte dos chineses Han. Tal como os hunos, os Xiongnu provavelmente eram analfabetos, e todos nós sabemos sobre eles foi gravada por seus vizinhos se instalaram, que estavam aterrorizados deles. Ainda é discutível se Hunnic era um turco, altaica, Indo-Europeu, ou até mesmo uma língua isolada, apesar da opinião popular entre húngaros que eles estão relacionados com os hunos. fonte: listverse.com/2014/07/17/10-languages-lost-to-time/

domingo, 1 de junho de 2014

QUANTO TEMPO LEVARIA PARA UMA PESSOA SER DEVORADA INTEIRA POR PIRANHAS?

Um grupo de centenas de piranhas poderia devorar um adulto de 80 kg em meia hora. Porém, das 35 espécies conhecidas desse peixe de água doce, poucas nadam em cardumes com mais de 20 indivíduos. Além disso, o biólogo Jansen Zuanon, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, afirma que um ataque mortal a uma pessoa saudável é algo muito raro. Outra ressalva: mesmo que esse “banquete” rolasse, só músculos e vísceras da vítima seriam consumidos. Máquina de comer Por que a piranha é uma predadora tão eficiente RODÍZIO DE CARNE
O estômago é bastante elástico e capaz de receber pedaços inteiros de comida. Assim, a piranha não precisa perder tempo mastigando – pode só se concentrar em morder a vítima. E os ataques são coordenados em revezamento. Cada peixe do cardume arranca um pedaço da presa e se afasta, cedendo lugar ao próximo. EXAME DE SANGUE
Suas duas narinas em forma de U são recobertas internamente por células que conseguem identificar odores na água. É pelo cheiro de sangue que a piranha caça suas vítimas. Ela também se orienta por vibrações anormais no ambiente, detectadas por células especiais presentes, principalmente, ao longo da sua linha lateral. BOCA DE TESOURA
Os dentes medem cerca de 4 mm cada um, são triangulares e muito afiados. Encaixam-se perfeitamente quando a boca se fecha, produzindo cortes precisos como os de uma tesoura. Além disso, a dentição é trocada em blocos (todos do lado esquerdo ou todos do lado direito), preservando a eficiência da mordida. CURIOSIDADES É o movimento de revezamento do ataque que gera aquelas bolhas de ar na superfície da água A maioria das espécies não ultrapassa 20 cm de comprimento e peso de 1 kg. Em dezembro de 2013, um ataque de piranhas-vermelhas (Pygocentrus nattereri) em Rosário, na Argentina, deixou 70 feridos – incluindo um bebê! FONTE:Mundo Estranho

sábado, 31 de maio de 2014

FÍSICOS ENCONTRAM NOVO MODO DE MEDIR O TEMPO

O físico Holger Müller e seus colegas da Universidade da Califórnia, em Berkeley (EUA), encontraram uma forma nova de medir o tempo usando átomos de césio. Segundo explicam em um artigo publicado na revista Science, com este método é possível dizer que horas são usando só a onda de matéria de um átomo de césio e se referem a seu método como um relógio de Compton, porque se baseia na frequência Compton de uma onda de matéria. Assim aproveitam o fato de que, na natureza, a matéria pode ser tanto uma partícula como uma onda, seu método para dizer a hora utiliza as oscilações de uma onda de matéria, cuja freqüência é 10 bilhões de vezes mais alta que a da luz visível. Por enquanto o novo relógio é ainda 100 milhões de vezes menos preciso que os melhores relógios atômicos atuais, que empregam íons de alumínio. No entanto, as futuras melhoras na técnica poderiam aumentar sua precisão até atingir a dos relógios atômicos, incluindo os relógios de césio que agora são utilizados para definir o segundo como unidade de tempo, assegura o próprio pesquisador. - "Quando alguém faz um relógio de parede, há um pêndulo e um relógio que conta as oscilações do pêndulo. De modo que há algo que balança", explica Müller. "Não havia maneira de fazer um relógio de ondas de matéria, já que sua frequência de oscilação é 10 bilhões de vezes mais alta que inclusive as oscilações da luz visível". No entanto, no ano passado o cientista deu-se conta de que poderia ser capaz de combinar duas técnicas bem conhecidas para criar um mecanismo de relojoeiro e explicitamente demonstrar que a freqüência de Compton de apenas uma partícula é útil como referência para um relógio. Um átomo de césio que se afasta e depois retorna é menor que um que se detém, motivo pelo qual o movimento de onda da matéria de césio oscila menos vezes e a diferença de frequência poderia ser mensurável. No laboratório, Müller provou que podia medir esta diferença ao permitir que as ondas de matéria dos átomos de césio fixos e em movimento intervenham em um interferômetro atômico. - "Nosso relógio tem uma precisão de sete partes por bilhão", esclarece. "É como medir um segundo de oito anos, quase tão bom como o primeiro relógio atômico de césio de uns 60 anos atrás. Talvez possamos desenvolvê-lo mais e em um dia definir o segundo como tantas oscilações da freqüência de Compton para uma partícula determinada", anuncia. Müller espera impulsionar sua técnica para partículas ainda menores, como os elétrons ou positrons inclusive, neste último caso, com a criação de um relógio de antimateria. O físico tem a esperança de que algum dia será capaz de dizer a hora usando as flutuações quânticas no vácuo. FONTE: Chemistry World

domingo, 25 de maio de 2014

POR QUE O PALADAR MUDA COM O TEMPO?

Crianças, se conseguissem, comeriam uma bomboniere inteira. Adultos comeriam todos os tipos de carne em uma churrascaria. Afinal, porque o paladar muda tanto com o passar o tempo? A percepção dos alimentos muda bastante durante a vida. Crianças têm preferência natural por doce. Funciona como uma espécie de herança do primeiro alimento, o leite materno. Verduras? Difícil. O arrepio que você sentia frente a uma suculenta couve-flor tem nome: neofobia alimentar, ou seja, medo de experimentar um sabor novo. É uma proteção natural do organismo contra possíveis alimentos danosos. Esta repulsa é mais comum em crianças mas é possível que, com o tempo as crianças aceitem o alimento novo (e é o que geralmente acontece). Outro fenômeno ligado ao paladar acontece na velhice quando a percepção geral do gosto decai. A culpa é da diminuição do número de células sensíveis das papilas gustativas. Por isso, alguns idosos perdem o interesse pela comida. Ou carregam na pimenta para sentir mais gosto. Para o amargo, sabor de muitas hortaliças, há reação oposta à do doce. O recém-nascido faz uma protrusão da língua – ou seja, uma careta. Estudos mostram que a criança sente o amargo com mais intensidade. Mas, com o tempo, a coragem de experimentar e o hábito transformam a careta em sorriso. Boas experiências mudam a maneira como percebemos os alimentos. Por exemplo: a cerveja e o café, bebidas amargas mas que são associadas à confraternização, viram mel na boca de muitos adultos. Por outro lado, experiências ruins – como um porre inesquecível de licor – criam aversões difíceis de reverter. No entanto, medicamentos e tratamentos podem mudar a sensibilidade aos gostos. Uma pesquisa da USP explicou a relação inusitada entre alguns pacientes com câncer e seu deleite por salgadinhos. A radioterapia dificulta reações químicas nas papilas relativas ao gosto salgado. Ou seja, os pacientes não se satisfazem e comem mais salgados para sentir o gosto. Fonte: SuperInteressante

quinta-feira, 1 de maio de 2014

QUANTO TEMPO SE PODE SOBREVIVER SEM ÁGUA?

Se você por algum motivo ficar preso no deserto, lembre-se daquilo a que os especialistas chamam de regra de três da sobrevivência. Você pode viver 3 minutos sem ar, mas nós não recomendamos que tente. Num ambiente hostil - como a nevar, por exemplo - você tem 3 horas para sobreviver sem abrigo. Após 3 dias, você precisa de água ou você vai morrer. Você pode ficar três semanas sem comida, embora nós garantimos que não será divertido. Apesar dessa regra, possivelmente útil, algumas pessoas sobreviveram 8 a 10 dias sem água. Mais uma vez, deixe essas travessuras para os verdadeiramente desesperados. Como 65 por cento do corpo humano, a água é essencial para as pessoas. A água flui através do sangue, transportando oxigénio e nutrientes para as células e libertando resíduos para fora dos nossos corpos. Ela amortece as articulações e os tecidos moles. Sem água como parte da rotina de consumo, não podemos digerir ou absorver os alimentos. FONTE:Livescience

segunda-feira, 7 de abril de 2014

QUANTO TEMPO LEVOU PARA A TERRA SE RECUPERAR DA MAIOR EXTINÇÃO EM MASSA?

250 milhões de anos atrás, a crise do fim do período Permiano atingiu a Terra. Foi o pior desastre do tipo: a maior extinção em massa do nosso planeta, que nos fez perder 90% das espécies (estimativas chegam a dizer que até 99% da vida na Terra se extinguiu). Alguns acreditam que a causa dessa extinção foi o impacto de um meteorito ou uma atividade vulcânica. Outros pesquisadores dizem que a crise desencadeou uma série de choques físicos ambientais, como o aquecimento global, a chuva ácida, a acidificação do oceano e a anoxia (ausência de oxigênio) dos oceanos. A conclusão, de qualquer forma, é de que esse desastre alterou a composição do ar radicalmente no planeta. A intensidade dessa crise, e crises sucessivas, fizeram com que levasse cerca de 10 milhões de anos para a vida na Terra se recuperar, de acordo com um novo estudo feito por Zhong-Qiang Chen, da Universidade de Geociências em Wuhan, China, e Michael Benton, da Universidade de Bristol, Reino Unido. Nós, seres humanos, já causamos a extinção de espécies do planeta. Durante o nosso “mandato”, estimativas sugerem que dizimamos cerca de mil espécies de animais. Como existem (de que temos conhecimento) cerca de 8 milhões de espécies vivas hoje, isso significa que, mesmo de acordo com as estimativas mais pessimistas, acabamos com 0,01% de toda a vida animal. Isso certamente não é motivo de orgulho, mas é muito pouco quando comparado com as grandes extinções da natureza. A comparação serve para você entender a gravidade da situação; nesse cenário, será que 10 milhões de anos foi muito tempo para tal recuperação? A crise principal foi dramática o suficiente, mas cinco a seis milhões de anos após o desastre, o mundo continuou enfrentando condições péssimas para a existência da vida, como crises repetidas de carbono e de oxigênio, além de aquecimento global. Essas condições não propícias impediram que os cerca de 10% das espécies sobreviventes se recuperassem rápido. Alguns até conseguiram se recuperar de forma relativamente rápida, mas a formação de sistemas complexos permanentes só foi possível após cerca de cinco milhões de anos. Passada a gravidade dessas crises ambientais, novos grupos de animais surgiram no mar, como caranguejos, lagostas e répteis marinhos, que formaram a base dos futuros ecossistemas modernos. Aquecimento global, chuva ácida, acidificação dos oceanos… Esses não são termos estranhos para nós, não é? Se tudo isso foi capaz de dizimar no mínimo 90% das espécies da Terra no passado, o que impede de isso acontecer de novo? “As causas da morte das espécies – o aquecimento global, a chuva ácida, a acidificação dos oceanos – soam estranhamente familiares para nós hoje. Talvez possamos aprender alguma coisa com estes acontecimentos antigos”, disse o professor britânico Benton. E é melhor aprendermos mesmo, a não ser que estejamos dispostos a esperar mais 10 milhões de anos por uma segunda chance. FONTES: ScienceDaily, Listverse, Hypecience

MECANISMO DE ANTIQUITERA: UM COMPUTADOR A 1500 ANOS ANTES DO SEU TEMPO

Raios-X e fotografia avançada descobriram a verdadeira complexidade do misterioso mecanismo de Antiquitera, um dispositivo tão surpreendente que a sua descoberta é como encontrar um carro na Europa medieval. Em 1900, mergulhadores encontraram os destroços de um navio romano perto da ilha grega de Antiquitera. Entre os outros tesouros os mergulhadores descobriram algo impressionante, apesar de corroído. Análises revelaram tratar-se de uma máquina danificada, cujo propósito era desconhecido, com algumas engrenagens grandes e pequenas, além de algumas palavras gravadas em grego. Os primeiros estudos sugeriram que era algum tipo de dispositivo para cálculos de astronomia. A função do mecanismo de Antiquitera permaneceu oculta até que estudos recentes submeterem a máquina a técnicas de imagem mais avançadas. Inicialmente, o dispositivo foi fotografado através de uma técnica em que as superfícies são expostas a diferentes padrões de iluminação. Tal técnica permitiu criar diferentes níveis de contraste que possibilitaram aos pesquisadores ler muito mais do que o texto grego inscrito. Seguidamente, imagens de raios-x foram usadas para criar modelos de computador completos em 3D do mecanismo, revelando pela primeira vez algumas das interações complexas e detalhadas do dispositivo. Segundo o artigo publicado na revista Nature, os dispositivos com este nível de complexidade não foram durante quase 1.500 anos, e o mecanismo de Antiquitera realmente supera alguns projetos posteriores. Usando nada além de um engenhoso sistema de engrenagens, o mecanismo construído por volta de 150 AC podia ser utilizado para prever o mês, dia e hora de um eclipse, e até representar os anos bissextos. De igual forma, podia também prever as posições do sol e da lua em relação ao Zodíaco, e tinha até engrenagens que permitiam mostrar a fase da lua numa determinada data. É possível que o mecanismo também pudesse mostrar as posições astronómicas dos planetas conhecidos dos antigos: Mercúrio, Vénus, Marte, Júpiter e Saturno. O mecanismo de Antiquitera não era apenas uma ferramenta científica – também tinha um propósito social. Os gregos realizavam grandes competições desportivas (como as Olimpíadas) a cada dois ou quatro anos, e o computador analógico calculava a data desses eventos. O mistério de quem construiu o mecanismo permanece ainda hoje. Ele tem sido associado ao antigo inventor conhecido como Arquimedes pelos escritos de Cícero, mas este dispositivo em particular foi construído após a sua morte. Ainda assim, as palavras gravadas reveladas pelas novas fotos identificam a origem do dispositivo como sendo Corinto. De acordo com o artigo, os pesquisadores acham que o mecanismo de Antiquitera é baseado num projeto de Arquimedes. A complexidade do mecanismo mostra que os antigos humanos eram capazes de façanhas intelectuais e de engenharia que surpreendem as nossas mentes modernas. FONTE:io9

sábado, 22 de março de 2014

HUMANIDADE TEM POUCO TEMPO PARA CONTER AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS

Humanidade tem pouco tempo para conter mudanças climáticas A humanidade empurrou o sistema climático para a beira do abismo e agora conta com uma margem de tempo muito pequena para agir, advertiu nesta segunda-feira o chefe de climatologistas da ONU. "Temos cinco minutos para a meia-noite", alertou o indiano Rajendra Pachauri, cujo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) divulgará este mês o primeiro volume de um novo relatório dedicado ao aquecimento global e seus impactos. "Podemos utilizar as dádivas da natureza como quisermos, mas em nossos registros, os débitos são sempre iguais aos créditos", disse Pachauri durante entrevista coletiva por ocasião dos 20 anos da organização ambientalista Green Cross International, citando seu compatriota, o pacifista Mahatma Gandhi. "Devo afirmar que a humanidade ignorou completamente, desconsiderou e tem sido totalmente indiferente aos débitos?", questionou. "Hoje, nós temos o conhecimento para conseguir estimar os débitos e entender o que fizemos para o planeta chegar a esta situação", afirmou Pachauri. Integram o IPCC setecentos cientistas de todo o mundo. A organização deve publicar o primeiro volume de seu muito aguardado Quinto Relatório de Avaliação em 27 de setembro. O primeiro tomo abordará as evidências científicas das mudanças climáticas. Outros dois serão publicados no ano que vem e se concentrarão nos impactos e nas opções para se enfrentar o problema. Segundo um esboço que vazou duas semanas atrás, a atividade humana é quase certamente a causa das mudanças climáticas. O rascunho também prevê que os níveis dos mares poderão subir 90 centímetros até o fim do século e descartou alegações recentes de uma redução no ritmo do aquecimento nas quais os céticos das mudanças climáticas vinham se apoiando. Em informes anteriores, o IPCC alertou que um aquecimento sem controle levará muitas espécies à extinção e fará aumentar a frequência ou a intensidade de secas, ondas de calor e inundações, afetando a segurança alimentar e as fontes de água para muitos milhões de pessoas. "Não podemos nos isolar dos efeitos de qualquer coisa que aconteça em qualquer parte do nosso planeta. Isto afetará a todos nós de uma forma ou de outra", disse Pachauri. Controlar as emissões de gases estufa ainda é possível se países, inclusive no mundo em desenvolvimento, repensarem sua abordagem sobre o crescimento econômico, afirmou. Isto impulsionaria a segurança energética, reduziria a poluição e melhoraria a saúde, bem como criaria novas oportunidades de trabalho, acrescentou. Fonte: http://noticias.terra.com.br/

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

2014 - COMEÇA OS SINAIS DO FIM DOS TEMPOS (CRIADO PELO PRÓPRIO HOMEM)

Catástrofes, desastres que estão chegando ao planeta Terra, onde a mídia nacional e internacional, não mencionam não falam sobre isso. Enxames de meteoros estão atingindo nosso planeta e ninguém fala sobre isso. Inundações, temperaturas extremas, altas temperaturas na Austrália e os vórtices polares nos Estados Unidos e na Europa, que nunca foram gravados antes.
O Mundo no Limiar da Era do Gelo
Cientistas russos prognosticam que em 2014 terá início a Pequena Era Glacial. Eles desmentem a tese do aquecimento global, classificando-a como uma jogada publicitária. O clima da Terra está tornando-se mais quente, é uma realidade. A temperatura média começou a aumentar a partir da segunda metade do século XVIII, ou seja, coincidindo com o início da revolução industrial. É por isso que se acredita que o fenômeno de aquecimento está relacionado com o impacto antropogênico. A humanidade aumenta as emissões de CO2 (dióxido de carbono) que causam o efeito estufa. O cientista russo Vladimir Bashkin discorda completamente deste conceito, argumentando que as mudanças climáticas são cíclicas e não têm nada a ver com a ação humana. Junto com seu colega Rauf Galiulin do Instituto de Problemas de Biologia Fundamental pertencente à Academia das Ciências da Rússia, ele alega que o atual aquecimento é uma reminiscência da saída de nosso planeta da "Pequena Idade do Gelo" e que em breve – em termos geológicos – irá entrar num novo período glacial: "A pequena idade do gelo acontece com uma periodicidade de 500 anos. A anterior foi em meados do milênio passado, quando o Tâmisa gelou na Inglaterra, os holandeses patinaram nos canais, e na Rússia os estrangeiros levaram susto ao verem árvores rebentando por causa do frio. Os ciclos de esfriamento e de aquecimento se alternam, ocorrendo em intervalos regulares de aproximadamente, 30 ou 40 anos. Na Rússia, por exemplo, um aquecimento foi registrado na década de 1930, quando a Rota do Mar do Norte foi navegável; depois, foi um esfriamento da época de Segunda Guerra Mundial; logo a seguir, na década de 1970, hove outra vez um aquecimento, e daí por adiante. O último ciclo de aquecimento terminou na virada do milênio." O início de um novo ciclo, o de esfriamento, está ligado a mudanças da atividade solar. A intensidade da radiação emitida pelo Sol vem diminuindo, o que afeta o clima. Estudos paleoclimáticos, aliás, dos climas de eras geológicas passadas, lançam dúvida sobre a validade do Protocolo de Kyoto, comenta Vladimir Bashkin. O protocolo limita as emissões de gases do efeito estufa e permite a negociação das quotas de emissões. Emissão de dióxido de carbono é um processo normal e natural, não se trata de uma consequência exclusiva da ação humana, continua o cientista: "O efeito estufa de origem antropogênica constitui apenas 4 a 5% das emissões naturais. A erupção de um só vulcão produz muito mais. Um verdadeiro fator do efeito estufa é o vapor de água vulgar. Graças a Deus, ninguém imagina em que também deve ser regulamentado." O Oceano Mundial contém 60 vezes mais dióxido de carbono do que o ar. Com o aumento da temperatura global, o gás começa a libertar-se mais ativamente. De forma que o aumento do teor de CO2 na atmosfera não antecede o aquecimento, mas, pelo contrário, segue após este. O aquecimento global, um tema de que se está falando tanto, é mais bem uma jogada publicitária do que problema científico. Se chega o ciclo de aquecimento, a necessidade de combustíveis tradicionais (carvão, petróleo e gás) diminui, e o preço dos recursos energéticos deve cair. Isso não é ciência, mas pura política, explica o âmago do problema Vladimir Bashkin. O cientista russo afirma que em vez do aquecimento global nos espera um esfriamento global. Mas não há motivos de nos preocuparmos: o esfriamento será gradual e será perceptível só em meados do século XXI.
Aumento dos deslizamentos de terra, assim como o sumidouros, eles estão abatendo a metade do nosso planeta. O que está acontecendo, é claro para todos. Sabemos que a história humana está profundamente marcada por tragédias terríveis que estão diante de nossos olhos e os meios de comunicação, a TV o rádio a notícia, eles simplesmente ignoram este tipo de notícias, para não alarmar as pessoas sobre o que está realmente acontecendo . Nesse meio tempo, que discute os problemas da política e não problemas reais, os desastres acontecer grandes áreas inesperadas e devastadoras do planeta, passando pelos recentes acontecimentos nas Filipinas e na Sardenha. fenômenos naturais Como não bastasse, o homem, por ela, ele encontrou uma maneira de fazer com que mais desastres, para que haja a "terra do fogo", a questão do amianto, os desastres ecológicos que prossiga e intensifique o voracidade de dinheiro, assim como aqueles que cometem esses crimes contra populações indefesas. Capitais Brasileiras Enfrentam Verão de Altas Temperaturas
Desde início da semana, termômetros de Porto Alegre beiram os 40°C. Em São Paulo, este verão já é o mais quente em mais de 50 anos. Tem feito muito calor em quase todo o país. Até o Sul está com recorde de temperatura. Em Porto Alegre, desde o início da semana, os termômetros estão beirando os 40°C. Ao longo do dia, a temperatura deve chegar aos 37°C. Choveu na quarta-feira (22) em algumas partes do estado, mas o tempo ainda está muito abafado. Em Campo Bom, a 60 quilômetros de Porto Alegre, a máxima deve ser de 39°C. Desde segunda-feira (20), os termômetros estão acima dos 35°C. É tanto calor que algumas pessoas usam até guarda-chuva para se proteger do sol. E fazer exercício ao ar livre só se for de manhã cedo ou no final do dia. Enquanto isso, em Teresina, uma das capitais mais quentes do país, a temperatura está bem mais amena. Por volta das 7h30, a temperatura estava 24°C. Em janeiro, vêm as chuvas e o tempo fica mais agradável. A média da temperatura máxima ao longo deste mês é de 33°C, previsão também para esta quinta-feira (23). Um alívio, em pleno verão, para quem costuma enfrentar um calor acima dos 40°C. O calorão em Teresina é no período conhecido como B-R-O-bró, que são os meses de setembro, outubro, novembro e dezembro. Já no Rio de Janeiro está tão quente que a sensação térmica é de mais de 40°C. Cariocas e turistas estão enfrentando dias de muito sol e calor. Já são vários dias sem refresco. A temperatura máxima prevista para esta quinta-feira (23) é de 38°C. Mas, como no verão, a umidade do ar é muito elevada – ficando em torno de 60% – a sensação térmica deve chegar a 45°C. A dica, para quem puder é dar um mergulho: na piscina, no mar, no tanque. Em São Paulo, este verão já é o mais quente em mais de 50 anos. Desde a década de 1960 não fazia tanto calor na capital paulista. Na quarta-feira (22), os termômetros registraram máxima de 32,4°C – uma das mais altas do ano. Em 3 de janeiro, a máxima ultrapassou os 35°C.
TEERÃ - Um forte terremoto atingiu o sul do Irã, matando pelo menos uma pessoa e deixando 30 feridos, informou a televisão estatal iraniana. O terremoto, de magnitude 5,5 na escala Richter, danificou muitos edifícios e linhas de energia no sul da província de Hormozgan. Fogo em florestas faz Chile decretar alerta por poluição em Santiago
Os 23 incêndios florestais que atingem cinco regiões do Chile nos últimos dias fizeram com que o presidente Sebastián Piñera decretasse alerta sanitário em quatro regiões, incluindo a Metropolitana, onde fica Santiago. Nesta quinta, a capital chilena amanheceu com altos índices de poluição provocados pela fumaça. O maior incêndio na área de Santiago acontece em Melipilla, na área rural da Região Metropolitana, afetando a qualidade do ar em todos os bairros da cidade. Os mais afetados são Cerrillos e Puente Alto, na zona sul de Santiago, que chegaram ao nível de alerta.
Grande nuvem de fumaça provocada por incêndios florestais cobre Santiago, no Chile; presidente decreta alerta sanitário O fogo já destruiu cerca de 15 mil hectares de mata nativa, pastagens e eucaliptos, segundo a Corporação Nacional Florestal (Conaf), que monitora os parques chilenos. A fumaça provocada pelo incêndio formou uma densa nuvem na cidade, dificultando a vista da Cordilheira dos Andes. O alerta também vale para as regiões de Valparaíso, Maule e Araucanía, onde fica a cidade turística de Pucón. A Conaf afirma que, dos 23 incêndios, 18 estão controlados. O maior deles acontece em uma área próxima à cidade de Constitución, na região do Maule, no sul do país, que ainda se alastra. Desde o início do verão, o Chile se vê afetado por 66% a mais de incêndios que no ano passado, e já foram queimados mais de 40 mil hectares em nível nacional, sem registro de vítimas. O verão na região central do país é quente e seco, chegando em alguns casos a ter períodos de mais de três meses sem chuva. Vulcão Sinabung obriga retirada de mais de 25 mil em ilha na Indonésia
Homem empurra moto em rua eslameada após erupção do vulcão Sinabung, na Ilha de Sumatra. Mais de 25 mil pessoas tiveram que ser evacuadas na ilha de Sumatra, no oeste da Indonésia, por causa do vulcão Sinabung, que voltou a entrar em erupção, informaram neste domingo (12) fontes oficiais. O vulcão expeliu lava, rochas e colunas de cinza de cinco quilômetros de altura em várias erupções, informou em comunicado o porta-voz do Conselho Nacional para Gestão de Desastres, Sutopo Purwo Nugroho. A erupção elevou para 25.516 o número de pessoas hospedadas em 38 centros de evacuação após fugirem dos arredores do monte Sinabung, onde várias casas sofreram danos por causa de deslizamentos de terra provocados pelos tremores e pelas chuvas. As autoridades ampliaram na semana passada de 5 para 7 quilômetros a área de emergência em torno ao vulcão, que se encontra desde o dia 24 de novembro no nível de alerta 4, o mais elevado. O vulcão Sinabung, que entrou em erupção em agosto de 2010 pela primeira vez em 400 anos, se mostra ativo desde o mês de setembro do ano passado. A Indonésia fica sobre o chamado "Anel de Fogo do Pacífico", uma área de grande atividade sísmica e vulcânica, e abriga mais de 400 vulcões, dos quais pelo menos 129 continuam ativos e 65 estão qualificados como perigosos.
O vulcão Sinabung é visto expelindo uma enorme nuvem de cinzas, em Sumatra do Norte, Indonésia. O monte está em atividade vulcânica desde setembro do ano passado. Cientistas não excluem hipótese de uma nova epidemia de peste
A Humanidade não está protegida contra uma nova epidemia de peste. Os cientistas, depois de decifrarem o genoma do bacilo de peste que, no século VI, matou metade da população da Terra e no período medieval – metade da população da Europa, chegaram à conclusão que a doença pode retornar a qualquer hora. A peste foi mais de uma vez um autêntico flagelo que ceifou uma grande quantidade de vidas humanas. A epidemia mais horrível aconteceu no período de governo do imperador Justiniano, em 541 depois de Cristo, tendo aniquilado, segundo estimativas, cerca de 100 milhões dos habitantes do Império Bizantino e do Mediterrâneo. Em meados do século XIV, a epidemia de peste assolou a Europa. Devido à sua gravidade, a doença foi designada de “morte negra”. Os dois surtos de peste levaram a vida de 35 milhões de pessoas. Em finais do século XIX, a terceira pandemia se iniciou na China, se alastrando rapidamente por Hong Kong e Bombaim. No período entre estas epidemias ocorreram outros de menor proporção quando se conseguiu localizar a doença numa aérea determinada. Deste modo, em meados do século XVII, a peste bubônica matou um quinto da população de Londres. Durante muito tempo, os cientistas não conseguiam descobrir a origem dessa infeção mortífera. Mas as tecnologias modernas ajudaram a descodificar o seu ADN (ácido desoxirribonucleico). Os especialistas examinaram esqueletos de uma sepultura na Baviera, no século VI, e de uma vala comum em Londres, datada dos meados do século XIV. Assim, se tornou claro que a peste do período do imperador Justiniano se propagou ainda mais do que fora constatado antes. Mas depois esse tipo da doença desapareceu sem reincidências. Todavia, a sua congênere, a “morte negra”, voltava a aparecer repetidas vezes. Mais ainda, hoje em dia, em vários pontos do Globo, se encontram matilhas de roedores que são portadores dessa infeção perigosa. Isto significa que cada pessoa que entra em contato com eles pode apanhar a doença, provocando uma nova propagação da peste na Terra. Para já, não é possível prevenir a doença ou eliminar a bactéria mortífera, constata o epidemólogo Alexander Platonov: “Até hoje se conseguiu eliminar por completo apenas a varíola, por ser transmitida de homem para homem. Quando vacinamos as pessoas, podemos suspender a cadeia epidemiológica, sem deixar uma margem de ação para o agente mórbido, que acaba por desaparecer. A varíola existe apenas em dois laboratórios especiais. Por outro lado, muitas outras infeções perigosas, por exemplo, a encefalite nipônica ou a peste, se consideram infeções zoonoses, que podem existir na ausência do homem. Os seus portadores são aves, ratos, morcegos, ou seja, uma enorme quantidade de seres vivos. Uma vez que nós não estamos em condições de tratar todos os mamíferos roedores, eles estarão sempre ao nosso lado, fazendo parte do habitat. O mais importante é fazer com que eles não contaminem as pessoas.” Existem vacinas contra a peste. O bacilo pode ser tratado com antibióticos. Nesse processo é importante identificar os sintomas. Infelizmente, isso acontece, como regra, depois de a infeção matar umas pessoas. Nos últimos três anos, foram registados casos letais na Mongólia e no Quirguistão, o que pôs de sobreaviso a Rússia e os seus vizinhos. Vale notar que na Rússia existe uma sólida base científica e prática para não admitir a propagação da doença e a sua evolução até aos níveis epidemiológicos, afirma a biofísica Nelli Sosedova: “A Rússia conta com um serviço anti-peste sem análogos e outras instituições do género que, na sua atividade, se norteiam por metodologias modernas eficientes, sendo apoiadas pelo Estado. Dispõem de equipamentos móveis e de serviços de pronto-socorro. Periodicamente, se têm realizado treinos e exercícios de especialistas. Alem disso, na Rússia se desenvolve o ramo industrial médico-biológico que abrange os Institutos Anti-Peste Mechnikov, Mikrogen e Mikrob, de Saratov. Por isso, em caso de necessidade, a Rússia poderá lidar com esse problema e acabar com a doença dentro de prazos curtos.” Os especialistas realçam que o bacilo da peste não tem sido tão patogênico como nos séculos anteriores. Tal incute otimismo. Ao mesmo tempo, não se pode excluir que o agente mórbido esteja morrendo no processo de evolução, como foi no caso da peste Justiniana. Mas em seu lugar poderá surgir uma nova infeção para a qual os médicos tentarão encontrar novos remédios. ‘Fukushima não deixará de ser um perigo por vários anos’
Luis Echávarri, diretor da Agência Nuclear da OCDE, afirma que não houve um controle efetivo das emissões radioativas. Tepco detecta grande aumento de radiação nos limites de Fukushima Tóquio, 11 jan (EFE).- Os níveis de radiação nos limites da central de Fukushima estão oito vezes maiores, segundo medições feitas em agosto do ano passado, por causa do armazenamento de água contaminada, informou neste sábado o jornal "Mainichi".
Segundo as medições da Tepco, a empresa responsável pela usina, a radiação acumulada nessa área pela exposição com a água contaminada, escombros e outros resíduos era de 1 millisievert por ano em março de 2013, dentro do limite recomendado, mas aumentou para 7,8 em agosto. Este aumento se atribuiu à radiação emitida pela água contaminada armazenada que é utilizada no processo de resfriamento dos reatores danificados pelo tsunami de 2011. No mês de abril do ano passado, a operadora detectou que alguns dos contêineres subterrâneos estavam com vazamentos e, por isso, a água contaminada escorreu para os tanques situados em um descampado próximo dos limites da central. Desde então, os níveis de radiação nessa área ao sul da usina foram aumentando. A água armazenada nos tanques contém principalmente estrôncio-90 e outros materiais radioativos emissores de radiação beta. Esse tipo de radiação pode ser facilmente bloqueado por uma fina lâmina de metal, mas quando bate nas paredes interiores dos tanques são gerados raios X, com uma maior capacidade de penetração nos materiais, o que está contribuindo para o aumento do nível de radiação na região. O regulador nuclear do Japão exigiu que a Tepco especificasse claramente quando vai conseguir reduzir a radiação nos limites da central para um 1 millisievert por ano, o nível recomendado pela Comissão Internacional de Proteção Radiológica. Durante uma reunião ontem, o regulador japonês reiterou a necessidade de se fazer revisões anuais para determinar se a situação apresenta uma melhora, informou a agência "Kyodo". O acidente provocado pelo terremoto e tsunami de 11 de março de 2011 na central de Fukushima causou o pior desastre nuclear desde o de Chernobyl (Ucrânia) em 1986. Cerca de 52 mil pessoas que viviam perto da usina tiveram que deixar seus lares por causa dos perigos da radiação, que também afetaram gravemente a agricultura, a pecuária e a pesca local. Geoengenharia pretende controlar clima na Terra.
As alterações climáticas no planeta, que se fazem sentir cada vez mais, levam a refletir sobre a necessidade de tentar controlar o clima em geral. Os cientistas propõem métodos diversos para moderar o tempo meteorológico com uma facilidade idêntica à de regular um ar condicionado. Os ecologistas receiam, contudo, que tal intervenção humana possa vir a acarretar graves consequências. O termo científico moderno “geoengenharia” pressupõe uma intervenção radical do homem nos processos naturais. Os seus adeptos sugerem colocar em órbita circunterrestre os espelhos que reflitam raios solares, plantar eucaliptos no deserto de Saara para poderem atrair a humidade, injetar o gás carbônico em depósitos subterrâneos e, por meio de navios especiais, fazer evaporizar a água dos mares, criando, desse jeito, as nuvens brancas. Pode afirmar-se que tais métodos são ditados pela própria natureza. Há já muito que os cientistas notaram que, após uma erupção vulcânica, em que para a atmosfera se injeta uma enorme quantidade de substâncias de pequena dimensão, se forma uma cortina específica. Ela vem impedindo a penetração de raios solares para a Terra. Em resultado disso, a temperatura vai diminuindo. O diretor do Instituto de Clima Global e Ecologia, Yuri Israel, assegura que se, mediante aviões, na estratosfera forem pulverizadas cerca de 600 mil toneladas de partículas aerossóis, contendo dióxido de enxofre, será possível diminuir a temperatura em 1-2 graus. Em termos físicos gerais, o clima realmente pode ficar sujeito a mudanças forçadas. Mas o perigo de imiscuir em processos naturais consiste em eventuais efeitos catastróficos disso, reputa Alexei Kokorin, dirigente do programa Clima e Energia sob os auspícios do Fundo de Natureza Selvagem (WWW): “Tentativas de fazer refletir a radiação solar, inclusive a criação de uma tela feita de partículas de água mesquinhas, ou seja, uma tela de sulfatos, ou uns espelhos protetores contra o Sol, levarão à redistribuição da radiação solar entre os polos e o equador, o que, por sua vez, provocará o lançamento de uma nova Era de Gelo. Por isso, se deve evitar experiências de larga escala como essas.” Entretanto, tem vindo a crescer apoio aos projetos na área de geoengenharia. Um dos seus atrativos é a simplicidade da solução do problema. Muitos economistas qualificam tais tecnologias como “eficientes”, pelo que resultados poderão ser alcançados não dentro de dezenas ou centenas de anos, como prevê o Protocolo de Kyoto, mas sim daqui a uns dois ou três anos. O professor catedrático da Universidade Politécnica de São Petersburgo, Serguei Avakyan, considera existirem outros “meios de intervenção” mais racionais e inofensivos, por exemplo, proceder à florestação: “Tal medida se afigura indispensável. Para a acumulação de gás carbônico através de fotossíntese, se pode aproveitar florestas boreais de taiga. Tais existem somente no hemisfério norte na Rússia e no Canadá. A florestação em vez de desmatamento poderá desempenhar assim um papel importante no processo de sua influência sobre o clima. Os respectivos cálculos já foram concluídos.” Ao mesmo tempo, os críticos da geoengenharia apontam para mais um “ponto fraco”: a Humanidade ainda não está preparada para a ingerência radical nos processos climáticos. Hoje em dia, não há tratados internacionais que possam regular tais projetos ambiciosos. Entretanto, como teoria cientifica, o ramo de geoengenharia tem direito à vida. Seria incorreto proibir a realização de pesquisas nessa vertente, ressalvam peritos. Para avaliar os prós e os contras dessa nova ciência será necessário prosseguir uma discussão aberta. fonte: http://ufosonline.blogspot.com.br/

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

É POSSÍVEL A VIAGEM NO TEMPO?

Viagem no Tempo Via Buraco de Minhoca quebra as regras da Mecânica Quântica A ciência tem feito isso de novo a todos! Preparem-se para esta notícia inovador, recém-determinada pelos físicos: Viagem no tempo, se existir, pode ter algumas consequências estranhas. Puxa, que teria imaginar? Mas não, a sério, um artigo recente sugere que um certo tipo de teoricamente possível máquina do tempo causaria menor estragos com um firme princípio da mecânica quântica, a ciência muitas vezes estranha dos menores bits do universo. Você sabe o que isso significa: Nós começamos a explorar a ciência da viagem no tempo! Vamos tirar isso do caminho primeiro : Obviamente existe viagem no tempo , porque ela já está na terceira semana de 2014. Somos todos viajantes do tempo (chrononauts),tecnicamente , movendo-se 1 segundo por segundo através do tempo. Alguns efeitos colaterais estranhos da teoria da relatividade também o tempo médio pode viajar mais rapidamente , sob certas condições , por isso é mesmo possível para você viajar para o futuro ( futuro de outra pessoa , pelo menos) mais rápido do que a taxa normal. O tipo "útil" de viajar no tempo , no entanto, para os autores de ficção científica e sonhadores da mesma forma, é para o passado , de volta ao estilo Futuro . E , felizmente, a relatividade , teoricamente, pode fazer isso possível, também , deformando o tecido da realidade , o espaço- tempo, tanto que ele volta sobre si mesmo. Um buraco de minhoca chamada (de novo, considerado oficialmente possível pela ciência ) poderia ser a ponte que liga dois momentos diferentes . Ok, então uma máquina do tempo baseada em buraco de minhoca pode ser realmente possível, se não necessariamente muito provável. Isso é o suficiente para os físicos teóricos e matemáticos (muitas vezes o orgulho de trabalhar em coisas divorciadas da nossa realidade ) para estudar buracos negros e aprender quais as características que eles teriam , se eles existissem . Um artigo na Physical Review Letters faz exatamente isso , e conclui que um certo tipo de wormhole quebra física quântica um pouco. CONFUSÃO QUANTUM Um dos que definem (e irritando ) qualidades do mundo quântico é o quanto a incerteza que existe. Heisenberg tornou-se famoso para quantificar esta mais completa , mas, basicamente , é apenas possível aprender muito sobre uma partícula. Assim, isso significa que é impossível nunca para duplicar uma partícula perfeitamente , porque isso exigiria saber tudo sobre ele , para começar - uma impossibilidade quântica. Esta regra contra duplicatas é conhecido como o teorema de não- clonagem. Mas , acho que o que uma máquina do tempo (especificamente, a do estudo)pode fazer?Criar clones!Charles Q. Choi colocar assim para Dentro da Ciência : Para entender esta pesquisa, imagine se constrói uma máquina do tempo , no ano de 2000. Pode-se colocar uma carta no dispositivo no ano 3000 e buscá-lo dentro desta caixa em 2000 ou em qualquer ano entre 3000 e depois. Do ponto de vista da carta, ele vai dentro desta máquina do tempo em uma boca de um buraco de minhoca no futuro e sai da outra boca do buraco de minhoca no passado. Mas, como se vê, buracos de minhoca são coisas estranhas. Para a viagem no tempo para o trabalho, que a carta teria que ser coerente durante sua viagem através do buraco de minhoca. Então, qualquer um entre 2000 a 3000 poderia, teoricamente, observar essa carta, e suas partículas, várias vezes. "É como há 1.000 partículas diferentes ... mas na verdade eles são todos a mesma partícula que você enviou , no início, " LSU físico teórico Mark Wilde disse Choi . " Você apenas tem todas essas cópias temporárias emergindo e voltando para esses buracos de minhoca ". E enquanto essas cópias temporárias não contam como clones , eles não fornecem dados suficientes para os cientistas assistentes para criar a sua própria : Todas as cópias fornecem informações suficientes sobre a única partícula de superar a incerteza quântica. Assim , os cientistas puderam aprender tudo sobre a partícula e duplicá-lo perfeitamente , fazendo o maior número de clones como eles queriam. Como em todas as histórias da ciência especulativa , é importante para manter as coisas em perspectiva. Este achado teria grande alcance e consequências graves para criptografia quântica de Internet e computadores , entre outras coisas - assumindo que estes buracos negros realmente existem. Mas, igualmente válida, o fato de que esta construção teórica parece violar as leis da física conhecidas que também sugere que , infelizmente, talvez os buracos de minhoca particulares no estudo simplesmente não existam. O que quer que se engana e o universo tem na manga , é emocionante que somos capazes de estudar até mesmo suas possibilidades mais loucas em tantos detalhes . Eu não posso esperar para ver como fica (sem spoilers , viajantes do tempo). Fone: discovermagazine