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sábado, 12 de setembro de 2015

CONHEÇA O LASER PARA SMARTPHONE QUE CONSEGUE MEDIR TUDO QUE ESTIVER NUMA FOTO

Reformas envolvem lixar e pintar paredes e todo o lance da construção, mas uma das coisas mais chatas é ter que ficar medindo o tamanho dos cômodos. Mas se você estiver disposto a desembolsar 560 dólares, agora existe um novo jeito de fazer medidas e ele quase parece mágica. Trata-se de um acessório para smartphone chamado Spike: ele usa lasers, GPS e outro sensores para medir automaticamente qualquer coisa que você fotografe.
Uma vez que ele usa uma conexão Bluetooth com seu smartphone, o Spike funciona tanto com o Android quando com o iOS, desde o celular tenha GPS. O aparelho tem um laser, uma bússola 3D, sua própria bateria recarregável e usa tudo isso para criar uma medição aproximada do tamanho de objetos e estruturas que estejam em qualquer lugar num raio de 180 metros. Como não poderia deixar de ser, existe um probleminha: por “medição aproximada”, nós queremos dizer que o Spike tem uma margem de erro de 8 polegadas, para mais ou para menos. Quanto mais perto o objeto estiver, mais acurada fica a medição. Mesmo assim, ele ainda parece um gadget muito bom, principalmente porque as dimensões dos objetos são automaticamente sobrepostas à foto que você tirar. Além disso, você pode exportar as medidas e criar um modelo 3D no SketchUp. FONTE: curioso.blog.br/post/laser-smartphone-consegue-medir-estiver-numa-foto/

terça-feira, 26 de agosto de 2014

SAIBA COMO MEDIR A PRESSÃO ARTERIAL CORRETAMENTE

A hipertensão arterial é umas doenças mais comuns da humanidade, acometendo cerca de 20% da população adulta e mais de 50% dos idosos. Pelo fato de ser um importante fator de risco para doenças cardiovasculares, e por ser uma doença que não provoca sintomas na maioria dos casos, a hipertensão recebeu a alcunha de “assassino silencioso”. Como habitualmente não há sintomas, a correta aferição da pressão arterial é a forma mais segura de saber como andam os níveis de pressão arterial de um indivíduo. Apesar de ser um procedimento simples, frequentemente, a medição da pressão arterial costuma ser feita de forma incorreta, inclusive por médicos. ANTES DE MEDIR A PRESSÃO ARTERIAL Um dos erros mais comuns na hora de medir a pressão arterial é achar que não é preciso preparo algum antes da pressão ser aferida. Situações simples e triviais, tais como ter fumado ou ter feito algum esforço físico logo antes da aferição dos valores, podem provocar elevações artificiais da pressão arterial, levando à uma interpretação errada do grau de hipertensão do paciente. Outro erro comum é medir a pressão arterial mais de uma vez seguida, sem dar pelo menos 1 minutos de intervalo entre cada aferição. Pressão arterialAs principais diretrizes internacionais de hipertensão sugerem as seguintes providências antes da aferição da pressão arterial: Os pacientes devem estar sentados e calmos por pelo menos 5 minutos antes da aferição. Os pacientes devem abster-se de fazer esforço físico, fumar ou ingerir cafeína durante os 30 minutos que precedem a medição. Não se deve medir a pressão arterial se o paciente estiver com vontade de urinar. A medição correta da pressão arterial requer o uso de uma braçadeira adequada à circunferência do braço do paciente. Pacientes obesos podem precisar de um aparelho com uma braçadeira maior. Pacientes com grandes braços, com mais de 45 centímetros de circunferência podem exigir que a pressão arterial seja medida no antebraço, e não no braço, como é habitual. Outra opção é usar um aparelho com braçadeira grande, feito para medir a pressão na coxa. Esse tamanho de braçadeira, porém, não costuma ser tão fácil de achar. Qualquer uma das situações acima pode levar à medicação de dados incorretos, superestimando o valor da pressão arterial. Uma braçadeira pequena em relação à circunferência do braço, por exemplo, pode provocar leituras erradas, dando valores até 30/10 mmHg acima do correto (ex: um paciente com pressão de 130/80 mmHg pode apresentar valores de até 160/90 mmHg, se ele for obeso e a braçadeira for pequena). A parte da braçadeira que infla deve cobrir, pelo menos, 40% da circunferência do braço. O oposto também é real. Pacientes pequenos e com braços muito finos precisa de uma braçadeira menor, caso contrário os seus valores da pressão arterial podem ficar subestimados. COMO MEDIR A PRESSÃO ARTERIAL Existem dois tipos de esfigmomanômetros, chamados popularmente de aparelho de pressão: manual e automático. a) Como medir a pressão arterial em um aparelho de pressão manual Ao contrário dos atuais aparelhos automáticos e digitais, que podem ser manuseados pelo próprio paciente, o clássico esfigmomanômetro manual requer que outra pessoa meça a pressão do paciente. Isso costuma ser um problema, principalmente quando se trata de idosos que moram sozinhos ou apenas com uma outra pessoa idosa. Na verdade, qualquer pessoa pode medir a pressão arterial de alguém, porém, um mínimo de treinamento é necessário para que o procedimento seja feito de forma correta. Para medir a pressão arterial com um esfigmomanômetro comum, os passos a seguir são os seguintes: - O paciente deve ser colocado sentado, com ambos os pés encostando no chão e com as costas retas, apoiadas no encosto da cadeira. - Os braços devem ficar esticados, apoiados em uma mesa, mais ou menos na mesma altura do coração. - Coloque a braçadeira ao redor do braço do paciente (de preferência o esquerdo), ficando a mesma cerca de 2 cm acima da fossa cubital (dobra do braço). - Palpe a artéria braquial logo abaixo da fossa cubital e ponha o diafragma do estetoscópio em cima desta. - Com o estetoscópio ao ouvido, comece a inflar a braçadeira. A partir de um certo momento, você começará a ouvir a pulsação da artéria. Continue inflando até o som do pulso desparecer. - Comece a esvaziar a braçadeira de forma bem lenta. Quando o som do pulso reaparecer, veja qual é o valor que o aparelho está mostrando. Esta é a pressão sistólica, chamada popularmente de pressão máxima. - Continue desinsuflando a braçadeira. Quando o som do pulso desaparecer de vez, veja qual é o valor que o aparelho está mostrando. Esta é a pressão diastólica, chamada popularmente de pressão mínima. A pressão arterial pode ser diferente em cada um dos braços. Valores de até 10 mmHg de diferença são considerados normais. Da mesma forma, ao longo do dia, os valores tendem a se alterar. A pressão costuma estar mais baixa logo ao acordar e mais alta ao final do dia. Por isso, o ideal é sempre medir a pressão arterial no mesmo braço e mais ou menos na mesma hora do dia para que os valores possam ser comparáveis. b) Como medir a pressão arterial em um aparelho de pressão automático Os aparelhos de pressão automáticos e digitais ganharam popularidade no final dos anos 1990 e início dos anos 2000. Sua grande vantagem é permitir que o paciente possa medir a própria pressão arterial várias vezes por dia sem necessitar da ajuda de outras pessoas. O procedimento torna-se muito mais simples, pois basta o paciente assumir a posição adequada, colocar o aparelho em volta do braço e dar a ordem para ele medir a pressão. Em questão de segundos, o resultado aparecerá no monitor. Apesar de ser muito prático, os aparelhos digitais, se não forem de boa qualidade, podem fornecer resultados não muito confiáveis. Antes de comprar um aparelho digital para medir a pressão, certifique-se que o mesmo tem o selo do INMETRO e foi aprovado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia. Atualmente, apenas alguns modelos das marcas Bioland, G-Tech e Geratherm possuem ambos os selos. A lista completa de aparelhos certificados pode ser acessada no site da SBC (http://prevencao.cardiol.br/selo/prod-certificados.asp). QUAL É O MELHOR LOCAL PARA MEDIR A PRESSÃO ARTERIAL? O local mais indicado para se aferir a pressão arterial, seja com o parelho manual ou digital, é o braço. Não há preferência pelo braço esquerdo ou direito. Como a pressão em um dos braços costuma ser ligeiramente diferente do outro, apenas para questões de futura comparação, o ideal é aferir a pressão sempre no mesmo braço. Muitos aparelhos digitais são feitos para medir a pressão arterial no punho. A medição no punho não é tão confiável quanto á do braço, pois a posição do mesmo durante a aferição é capaz de alterar os resultados. Para que a aferição seja correta, o punho deve estar apoiado em uma mesa na mesma altura do coração. Se o braço estiver para cima ou para baixo, os resultados não serão válidos. Existem também no mercado aparelhos automáticos que medem a pressão no dedo. Esses aparelhos não são confiáveis, pois a pressão arterial nas extremidades do membro superior é diferente do resto do corpo. Como já referido, o antebraço é uma opção para pacientes obesos, não devendo ser a primeira opção caso o paciente tenha um braço com circunferência menor que 40 cm. Em casos extraordinários, a pressão arterial pode ser aferida na coxa ou na panturrilha, mas geralmente isso só é necessários em pacientes que apresentem algum impedimento nos membros superiores. FONTE:mdsaude.com/2014/08/medir-pressao-arterial.html

sábado, 31 de maio de 2014

FÍSICOS ENCONTRAM NOVO MODO DE MEDIR O TEMPO

O físico Holger Müller e seus colegas da Universidade da Califórnia, em Berkeley (EUA), encontraram uma forma nova de medir o tempo usando átomos de césio. Segundo explicam em um artigo publicado na revista Science, com este método é possível dizer que horas são usando só a onda de matéria de um átomo de césio e se referem a seu método como um relógio de Compton, porque se baseia na frequência Compton de uma onda de matéria. Assim aproveitam o fato de que, na natureza, a matéria pode ser tanto uma partícula como uma onda, seu método para dizer a hora utiliza as oscilações de uma onda de matéria, cuja freqüência é 10 bilhões de vezes mais alta que a da luz visível. Por enquanto o novo relógio é ainda 100 milhões de vezes menos preciso que os melhores relógios atômicos atuais, que empregam íons de alumínio. No entanto, as futuras melhoras na técnica poderiam aumentar sua precisão até atingir a dos relógios atômicos, incluindo os relógios de césio que agora são utilizados para definir o segundo como unidade de tempo, assegura o próprio pesquisador. - "Quando alguém faz um relógio de parede, há um pêndulo e um relógio que conta as oscilações do pêndulo. De modo que há algo que balança", explica Müller. "Não havia maneira de fazer um relógio de ondas de matéria, já que sua frequência de oscilação é 10 bilhões de vezes mais alta que inclusive as oscilações da luz visível". No entanto, no ano passado o cientista deu-se conta de que poderia ser capaz de combinar duas técnicas bem conhecidas para criar um mecanismo de relojoeiro e explicitamente demonstrar que a freqüência de Compton de apenas uma partícula é útil como referência para um relógio. Um átomo de césio que se afasta e depois retorna é menor que um que se detém, motivo pelo qual o movimento de onda da matéria de césio oscila menos vezes e a diferença de frequência poderia ser mensurável. No laboratório, Müller provou que podia medir esta diferença ao permitir que as ondas de matéria dos átomos de césio fixos e em movimento intervenham em um interferômetro atômico. - "Nosso relógio tem uma precisão de sete partes por bilhão", esclarece. "É como medir um segundo de oito anos, quase tão bom como o primeiro relógio atômico de césio de uns 60 anos atrás. Talvez possamos desenvolvê-lo mais e em um dia definir o segundo como tantas oscilações da freqüência de Compton para uma partícula determinada", anuncia. Müller espera impulsionar sua técnica para partículas ainda menores, como os elétrons ou positrons inclusive, neste último caso, com a criação de um relógio de antimateria. O físico tem a esperança de que algum dia será capaz de dizer a hora usando as flutuações quânticas no vácuo. FONTE: Chemistry World

quinta-feira, 1 de maio de 2014

PARA MEDIR O AUMENTO DO NÍVEL DO MAR, 'PESA-SE" O OCEANO!

Obter uma medida precisa do aumento do nível do mar em todo o mundo é mais difícil do que você poderia esperar, graças a uma série de fatores complicadores como o clima regional e aquecimento e as mudanças sazonais na massa oceânica. Para contornar esses obstáculos, pesquisadores britânicos propuseram uma nova forma de calcular o aumento do nível do mar: a pesagem do oceano. Mas não é a coisa toda - apenas um segmento dela, no Pacífico tropical. Num estudo publicado no jornal Geophysical Research Letters, os cientistas descobriram que essa área do oceano é "tranquila" e a sua massa permanece constante durante todo o ano. Os modelos de computador sugerem que o seu peso pode ser usado como um representante firme para estimar a massa do oceano no mundo e do nível do mar. Os cientistas prevêem a colocação de um medidor de pressão no fundo do mar para calcular o peso da água acima. Atualmente, no entanto, tal dispositivo não existe. Mas os pesquisadores acreditam que o primeiro pesquisador a desenvolver um instrumento vai ter resolvido o maior problema de medição do nível do oceano. Estimasse que todos os oceanos da Terra têm um volume de 0,3 biliões de milhas cúbicas (1332000000 quilômetros cúbicos) e uma profundidade média de 12.081 pés (3.682 metros). O nível do mar está a subir cerca de 3 milímetros por ano, mas as previsões de elevação do mar ao longo do século variam de um 30 cm a mais de 1 m. fonte: livescience

quarta-feira, 16 de abril de 2014

COMO O HUBBLE VAI MEDIR O UNIVERSO

Cientistas descobriram uma maneira de usar o Telescópio Espacial Hubble como uma fita métrica galáctica extremamente precisa, multiplicando nossas capacidades de medir o universo por 10. Esse aumento deve resultar em uma compreensão mais precisa do tamanho do universo observável, bem como da força misteriosa conhecida como energia escura. A TÉCNICA A nova técnica é chamada de varredura espacial e amplia nossa capacidade de medição da distância de estrelas em até 10.000 anos-luz, com uma precisão de cinco bilionésimos de um grau. A varredura espacial será aplicada a um antigo método de medir a distância de estrelas, chamado paralaxe astronômica. Este cálculo baseia-se em perspectiva. Conforme a Terra se move em torno do sol, a posição aparente das estrelas próximas mudam em relação ao fundo de galáxias distantes. Uma vez que sabemos qual é o raio da órbita da Terra em torno do sol, podemos calcular os ângulos e a distância até as estrelas através da medição das mudanças de posição aparentes, dentro de um período de seis meses. Esse aumento da capacidade de medição não parece muito quando consideramos que a Via Láctea possui 100.000 anos-luz de diâmetro. Porém, de acordo com o vencedor do Prêmio Nobel e coinventor da exploração espacial Adam Riess, do Instituto de Ciência do Telescópio Espacial (STScI) em Baltimore (EUA), pode nos ajudar a observar a natureza da energia escura. “Esse novo recurso deve produzir uma nova visão sobre a natureza da energia escura, um componente misterioso do espaço que está expandindo o universo a um ritmo cada vez mais rápido”, disse. O aumento da precisão também deve afetar toda a nossa ideia de escala do universo. As novas medições vão ser usadas para fornecer uma base mais firme para a chamada “escada de distância” cósmica. O primeiro degrau desta escada é construído sobre as medições das cefeidas (estrelas gigantes ou supergigantes amarelas, 4 a 15 vezes mais massivas que o sol e 100 a 30.000 vezes mais brilhantes) que, por causa de seu brilho, têm sido utilizadas por mais de um século para medir o tamanho do universo observável. Elas são o primeiro passo para calibrar “pontos” extragalácticos muito distantes, como as supernovas Tipo Ia. FONTE:Gizmodo