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domingo, 30 de agosto de 2015

CONHEÇA 10 RAZÕES PELAS QUAIS AS MULHERES TRAEM

Todos escutaram dizer “uma vez um traidor, sempre um traidor”. É uma generalização que não é exatamente 100% verdadeira, mas quando alguém é traído é difícil confiar no outro novamente. Os homens especialmente têm uma reputação de serem mais propensos a trair suas parceiras. Mas obviamente, os homens não são os únicos que desviam de seus relacionamentos de vez em quando. As mulheres também o fazem e nesta seleção estão as 10 razões pelas quais as mulheres traem. 10 - O parceiro dela traiu primeiro
A vingança é um grande motivo para qualquer um trair. Para as mulheres, sentir-se como enganadas, e tratadas como tolas, são fatores direcionados a causar raiva e ressentimento. Ela pode chegar ao ponto em que não se importa mais com o sentimento do seu parceiro traidor. Ela não se importa sobre salvar a relação. Tudo que deseja é a doce satisfação de dizer a ele que se ele pode trair, ela também pode. 9 - O parceiro dela trabalha demais
E mesmo a mulher mais independente do mundo ainda gosta de sentir como sendo a prioridade na vida do seu parceiro. Viagens de negócios, trabalhando até tarde, e trabalho levado para casa são situações que acontecem com todos em algumas vezes. Mas isso não deve assumir o controle completamente. Se uma mulher se sente negligenciada, a situação não é muito distante de buscar a pensar que ela pode olhar em outro lugar por um pouco de atenção. 8 - Libido
A energia para sexo pode ser imprevisível. Os níveis de libido podem variar com base em idade, personalidade e níveis de estresse, e isso pode ser difícil para 2 pessoas se entenderem acerca das necessidades de cada um na cama. A comunicação é a chave de um casal para qualquer saber se agrada um ao outro sexualmente. Pode ser difícil para algumas pessoas expressar suas necessidades, especialmente se têm vergonha de uma fantasia, ou apenas não são tão abertos como deveriam. A química sexual pode ser difícil de encontrar, e se uma mulher descobre que isso acontece naturalmente com alguém que não seja seu parceiro atual, ela pode não ser capaz de se segurar. 7 - Ela é não realizada emocionalmente
A traição nem sempre é relacionada com algo físico. As mulheres especialmente tendem a buscar uma conexão emocional com um homem, e isso poderia não ter relação com sexo mesmo. Ela pode estar recebendo toda atenção física que precisa em seu relacionamento, mas possui outro rapaz que possa se ligar em nível emocional. Se isso é algo que está distraindo sua relação primaria, então é situação que poderia ser considerada traição também. 6 - Ela quer atenção
Algumas mulheres nunca estarão satisfeitas com apenas um homem. Elas amam serem o centro das atenções, e ser a mulher que todo homem deseja. Estas nunca serão capazes de se contentar com um único porque a grama sempre será mais verde do outro lado. As mulheres que traem seus parceiros por atenção são como crianças que agem para ter a atenção dos pais. Ela pode sentir como que seu parceiro perdeu o interesse, e deseja mostrar a ele que ela é ainda desejável. 5 - Ela tem baixa auto-estima
Assim como a mulher que trai por atenção, a mulher com baixa auto-estima trairá para provar às outras pessoas e para si, que ela é boa suficiente. Ela é o tipo de mulher que cairá por qualquer homem que lhe dê um pouco de atenção. 4 - Ela se sente presa no relacionamento
Há muitos fatores que poderiam contribuir para uma mulher sentir-se como que não possa se desprender de sua relação atual. Poderia ser crianças envolvidas, ela estar financeiramente dependente, ou seu parceiro estar doente. Estas mulheres podem ainda amar seu parceiro, mas se sentem insatisfeitas em várias maneiras. Para aliviar o estresse de sua vida em casa, muitas mulheres procurarão por um caso sem compromisso que ajudará na conclusão de que ela pode e deve sair de seu relacionamento tóxico. 3 - Ela já está com um pé fora da relação
Se uma mulher já se resignou a terminar um relacionamento, não há muito que impeça a mesma de perseguir outras opções românticas. Muitas mulheres sabem muito tempo antes de realmente romperem com alguém, que está tudo terminado. Terminar é difícil, e algumas vezes as pessoas erroneamente pensam que podem resolver o passado e encontrar alguém novo antes mesmo que estejam oficialmente solteiras. 2 - Seu parceiro parou de se importar
parceiro não se importa entre os motivos para as mulheres trairem É muito difícil não notar quando o parceiro perdeu o interesse. As mulheres são sensíveis e muito intuitivas quando se trata do humor da pessoa que se relacionam. Se uma mulher pode afirmar que seu parceiro saiu do relacionamento, ela irá se proteger por fazer o mesmo. 1 - Ela não se importa
Os homens não são os únicos que podem ser traidores em série e nunca parar para pensar sobre o dano que estão causando. Há mulheres por aí que vão trair a cada oportunidade que tiverem, e nunca pensarão duas vezes. Isso poderia ser uma combinação de vários fatores que levaram a mesma a não se preocupar mais sobre seu relacionamento, mas que ainda não faz disso boa situação. Fonte: http://top10mais.org/top-10-razoes-pelas-quais-as-mulheres-traem/#ixzz3kLdUOygZ

CONHEÇA 10 COISAS QUE AS MULHERES NÃO QUEREM QUE OS HOMENS SAIBAM

As mulheres são maravilhosas e lindas, mas são cheias de segredos. E criam algumas ilusões na sociedade para dar a aparência da perfeição. No entanto, a realidade é bem diferente, as mulheres são falhas assim com os homens. Os homens e mulheres são muito diferentes uns dos outros. As mulheres tendem a ser mais complicadas do que os homens e embora isso os enlouqueça, é parte do que amam nas mulheres. Nesta seleção estão as 10 coisas que as mulheres não querem que os homens saibam.

10 - O quanto suas coisas realmente custam

As mulheres muitas vezes subestimam o quanto de dinheiro elas gastam em seus itens de luxo. As mulheres não acham que os homens estarão concordando com a quantidade de dinheiro que gastam pela moda, e estão certas, pois a maioria dos homens não entende mesmo.

9 - Os saltos machucam

Não é segredo que as mulheres amem seus sapatos, saltos especialmente. Muitos homens dizem para as suas damas em inúmeras ocasiões, “vista sapatos confortáveis”, mas pelo bem da moda, as mulheres colocam seus saltos mais altos. O que odeiam admitir é que essa ação machuca. Os saltos são dolorosos, mas as mulheres não desejam ceder por causa da quantidade de dinheiro gasta nos mesmos.

8 - As mulheres arrumam as coisas após os homens o fazerem

Os homens pensam que é romântico ao arrumar a cama para as mulheres, ou guardar as compras das mesmas, mas a verdade é que muitas mulheres odeiam quando seu namorado ou marido toca em suas coisas. As mulheres têm formas específicas de fazer as coisas e tendem a refazer o que os homens fazem no lugar delas. E elas não desejam dizer isso aos homens porque querem ter certeza que eles se sintam necessários.

7 - As mulheres, na verdade, têm cabelo em outros lugares além da cabeça

As mulheres gastam muito tempo e dinheiro em raspar, depilar ou em remoção do cabelo pelo tratamento laser, que fazem os homens acreditarem que elas não têm crescimento de cabelo além da cabeça. E mesmo que os homens saibam que as mulheres tenham cabelo em algumas regiões, eles não querem acreditar, e as mulheres não desejam que eles saibam sobre isso. As mulheres gostam de emitir a imagem da perfeição, e se elas têm axilas com cabelo, isso não é perfeito.

6 - A quantidade de tempo que elas gastam se arrumando

As mulheres levam muito mais tempo no processo de se arrumar do que os homens. E cada indivíduo tem sua própria rotina, mas a maioria das mulheres vai, além disso, através do banho, hidratação, secagem do cabelo, alisamento do cabelo, maquiagem e então a parte difícil, escolher algo para vestir.

5 - As mulheres contam tudo às amigas

As garotas dizem tudo às suas amigas, tudo mesmo. Do momento que uma garota encontra um rapaz, suas melhores amigas saberão da mesma informação que ela sabe sobre as outras. Elas mostram às amigas as suas conversas a dois, mostram fotos e dizem todos os detalhes pessoais dos homens, tudo mesmo. Os homens devem entender que quando se namora uma mulher, em algum sentido este relacionamento é com suas amigas mais próximas.

4 - O quanto elas perseguem o homem

Se uma garota realmente gosta de um homem, ela passará por todas as fotos dele no Instagram e Facebook, e ela lerá todos os tweets dele. Ela até foi tão longe quanto encontrar a ex dele e verificar a competição. As garotas também não admitirão que ele foi pesquisado no Google por elas, e se certificarão de que saibam tudo antes de se comprometer.

3 - As mulheres secretamente o mudaram

Os homens realmente não percebem o quanto as mulheres secretamente têm mudado eles. Após um ano de encontros, os homens começarão a perceber que se vestem melhor, pensam mais sobre seu futuro, e começam a ter mais orgulho na decoração de onde vivem. As mulheres não fazem isto para transformar os homens, elas não tocam o núcleo deles, no entanto, desde que as mulheres são seres um tanto superficiais, elas querem que o homem se pareça tão perfeito como elas.

2 - Todas pensam por longo período

As mulheres podem jogar a carta fácil o quanto desejarem, mas não é segredo que as mulheres sonham com o final de conto de fadas que têm ouvido desde que eram garotas. As mulheres querem casamento e filhos e se elas mencionam isto ou não, pensam sobre isso. E isso é parte do DNA feminino, elas não podem deixar de pensar sobre o futuro especialmente quando estão em um relacionamento sério. No entanto, as mulheres não querem que os homens saibam o quanto a longo período elas estão pensando, por medo de o assustar.

1 - As mulheres têm medo de perder o homem

As mulheres muitas vezes apresentam uma postura forte, segura, no entanto, o maior segredo que mantêm dos homens é o quanto temem perdê-los, sendo a posição líder nesta seleção, das 10 coisas que as mulheres não querem que os homens saibam. As mulheres sentem que se expressam profundamente que precisam do homem, que então sairão como fracas. As mulheres têm tanto medo de mostrar a um homem como realmente se sentem, apenas para não ter seu coração magoado. Temem que suas grandes expectativas sejam frustradas. Fonte: top10mais.org/top-10-coisas-que-as-mulheres-nao-querem-que-os-homens-saibam/#ixzz3kLYERj4Y

PELA 1° VEZ, CIENTISTAS FILMAM COMO O CÉREBRO FORMAM AS MEMÓRIAS

Pela primeira vez na história, cientistas capturaram em vídeo como o cérebro cria as memórias, observando moléculas à medida que se transformam nas estruturas que definem quem somos. Primeiro, vamos relembras as aulas de biologia sobre a memória:
Os neurônios se unem nas sinapses, onde os dendritos se agarram uns aos outros, assim como os dedos de uma mão se prendem aos da outra mão… Acredita-se que as memórias são formadas quando se formam conexões estáveis e duradouras na sinapse, entre os neurônios que ficam em contato uns com os outros.
Por isso, cientistas da Universidade Yeshiva (EUA) colocaram “tags” fluorescentes nas moléculas essenciais para criar memórias. Dessa forma, eles puderam observá-las viajando num cérebro de rato, em tempo real e em neurônios vivos. Como isso funciona? Primeiro, os pesquisadores “estimulam os neurônios do hipocampo do rato, onde são feitas e armazenadas as memórias”. Depois, eles “acompanham as moléculas fluorescentes (mRNA de beta-actina) se formando nos núcleos de neurônios”. São os pontos brilhantes do vídeo. Por fim, as moléculas viajam pelas ramificações do neurônio, os dendritos – e lá se formam as memórias. O que eles descobriram é fascinante: a proteína beta-actina, relacionada às memórias, pode ser sintetizada “em horários e locais específicos, e em quantidades específicas”. É exatamente assim que os cientistas imaginavam que tudo funcionava. De acordo com o Dr. Robert Singer, autor sênior dos trabalhos de pesquisa:
Fizemos a observação de que os neurônios ativam seletivamente a síntese de proteínas e, em seguida, a desativam. Isso se encaixa perfeitamente em como acreditamos que as memórias são formadas. Estímulos frequentes ao neurônio tornariam o mRNA disponível em fluxos frequentes e controlados, fazendo com que a proteína beta-actina se acumule precisamente onde ela é necessária para fortalecer a sinapse.
Todo o processo foi documentado em dois artigos da Science. Antes disso, cientistas japoneses observaram como se forma um pensamento, um processo completamente diferente. FONTE: einstein.yu.edu/news/releases/968/watching-molecules-morph-into-memories/

VARREDURA DO CÉREBRO EM 3D MOSTRA AS CONEXÕES ENTRE NEURÔNIOS

Os fios escondidos atrás da sua estante na sala provavelmente são uma bagunça: várias cores, entrelaçadas com diversos conectores, levando a diferentes lugares. Ver o cérebro em detalhes é mais ou menos assim – porém seu caos é bem mais bonito. Basta conferir a varredura 3D acima, que mostra as sinapses: ou seja, os espaços em que o neurônio (estrutura em vermelho) conversa com os outros. O vídeo completo, da National Geographic, mostra como isto nos permite entender como os neurônios se conectam, e como se comunicam com os outros. O trabalho é de Jeff Lichtman e sua equipe da universidade Harvard. Para começar, os pesquisadores obtêm camadas superfinas do cérebro de ratos: uma amostra com 1 mm de espessura permite obter 33.000 camadas. Depois, quando vistas na sequência, elas criam a animação acima. Não se trata do cérebro ao longo do tempo, e sim ao longo do espaço: os componentes maiores são os neurônios; os outros são os dendritos, prolongamentos dos neurônios. Para mapear as células do cérebro, os cientistas associam uma cor aleatória a cada neurônio e dendrito. Reunindo as camadas, eles criam o modelo 3D que vimos acima. Dessa forma, é possível ver como eles conversam entre si. Isso tudo é muito fascinante porque ainda sabemos muito pouco sobre o cérebro. É a coisa mais complicada que temos no corpo – então claro que visualizá-lo é incrível. FONTES:http://ngm.nationalgeographic.com/2014/02/brain/zimmer-text // http://gizmodo.uol.com.br/varredura-do-cerebro-em-3d/

CIENTISTAS PARECEM TER LOCALIZADO O MECANISMO DE DESLIGAMENTO NO CÉREBRO

Todos nós perdemos a consciência diariamente: enquanto estamos dormindo. Mas os cientistas nunca haviam entendido que parte do cérebro controlava o mecanismo de estar consciente ou inconsciente. Agora, pesquisadores parecem ter encontrado essa parte do cérebro por coincidência, enquanto estavam estudando uma paciente epilética usando estimulação elétrica. Como relata a News Scientist, pesquisadores da Universidade George Washington estavam usando eletrodos para monitorar os sinais do cérebro e tentar identificar que área dele disparava as convulsões da paciente. Um desses eletrodos foi colocado no claustro, uma fina camada de neurônios que fica entre as principais estruturas do cérebro — uma região que nunca havia sido estudada com o uso de eletrodos profundos anteriormente. Inesperadamente, quando os pesquisadores enviaram sinais elétricos de alta frequência para o claustro, a paciente perdeu a consciência: ao contrário do que acontece durante uma convulsão, quando a atividade de uma pessoa cessa imediatamente, a paciente pareceu ir relaxando, passou a falar em voz mais baixa e se mexer mais devagar, até que ela ficou parada em silêncio, sem responder a chamados ou a estimulação visual. Ela estava, por definição, inconsciente. Quando ela acordou e a estimulação elétrica foi desligada, ela não se lembrava de nada que havia acontecido enquanto ela estava “desligada”. A descoberta pode ter imensas implicações para pacientes com epilepsia ou que estejam em estados semi-conscientes, mas é só o começo das pesquisas. Até agora, esse interruptor on/off foi testado em apenas um paciente. Mas identificar o local do cérebro onde fica o mecanismo de desligamento da consciência será crucial para que entendamos melhor como funciona o fluxo cerebral, como explica o pesquisador Christof Koch para a News Scientist:
Em última instância, se nós soubermos como ligar e desligar a consciência e que partes do cérebro estão envolvidas no processo, então nós poderemos entender quem faz o quê. Os robôs têm isso? E os fetos? Um gato ou um cachorro ou uma minhoca têm esse mecanismo? Esse estudo é incrivelmente intrigante, mas é só um tijolo no grande edifício da consciência que estamos tentando construir.
Talvez algum dia nós possamos adormecer ao desligar um interruptor localizado no fundo dos nossos cérebros. fonte: newscientist.com/article/mg22329762.700-consciousness-onoff-switch-discovered-deep-in-brain.html

VEJA COMO O DNA PODE SUBSTITUIR OS DISCOS RÍGIDOS

A capacidade dos nossos dispositivos de armazenamento digital cresceu exponencialmente nos últimos anos. Mas há um meio de armazenamento que ainda deixa até os excelentes SSDs comendo poeira, e ele não foi criado por seres humanos. Ele se chama DNA. Uma equipe de cientistas tenta entender se as moléculas de dupla hélice que codificam todos os vegetais, animais e micróbios desse planeta Terra podem ser usadas para armazenar nossos dados por milhares de anos. Durante uma reunião da American Chemical Society, o cientista Robert Grass, do Instituto Federal de Tecnologia de Zurique, apresentou uma demonstração de prova de conceito da tecnologia. Sua equipe de pesquisadores conseguiu codificar um DNA com 83 kilobytes de texto da Carta Federal Suíça de 1291 e do Método de Arquimedes do século 10.

Como computadores, só que melhor

“Um pouco depois da descoberta da arquitetura de dupla hélice do DNA, as pessoas perceberam que a linguagem de códigos da natureza é muito parecida com a linguagem binária que usamos nos computadores”, disse Grass. Em discos rígidos, usamos zeros e uns para representar dados. O DNA, por sua vez, usa quatro bases químicas (A, T, C e G). São quatro letras em vez de dois números, mas os dois sistemas conseguem armazenar permutações infinitamente complexas de informação. Exceto que o DNA, diz Grass, é muito, mas muito melhor. Hoje em dia, um disco rígido com o tamanho de um pequeno livro pode conseguir armazenar até cinco terabytes de dados, e os componentes deste disco devem durar por cerca de 50 anos. Enquanto isso, uma gota microscópica de DNA consegue guardar o “manual de instruções” completo – bilhões e bilhões de letras – para milhares de organismos. Em teoria, diz Grass, uma pequena quantidade de DNA pode guardar mais de 300.000 terabytes de informação. E o que é ainda melhor, é que segundo estudos arqueológicos e paleontológicos, o DNA pode durar centenas de milhares de anos.

Cápsulas do tempo

DNA congelado preso dentro de células pode durar alguns milênios, mas Grass não vê motivos para não conseguirmos fazer algo melhor. É por isso que a sua equipe está empacotando DNA em pequenas esferas de sílica resistentes ao calor. Depois de cozinhar algumas dessas esferas a 70 graus Celsius por uma semana – o equivalente a manter a 10 graus Celsius por 2.000 anos – o DNA continuava funcionando sem problemas. Mantido em armazenamento frio, uma dessas cápsulas pode durar dezenas de milhares, ou até mesmo milhões de anos. Isso soa bastante promissor, mas a tecnologia experimental ainda precisa enfrentar alguns obstáculos. Para começar, os arquivos em DNA não são buscáveis, o que cria um grande problema em questão de usabilidade. Imagine o pesadelo que seria recuperar um arquivo perdido em um disco de backup se você precisasse vasculhar por todos os documentos até encontrá-lo. E também tem a questão do preço: Grass reconhece que codificar e armazenar alguns megabytes de dados hoje em dia custaria alguns milhares de dólares. Mas os cientistas estão confiantes de que superarão esses obstáculos. A equipe de Grass já trabalha em métodos para classificar partes específicas de DNA, o primeiro passo em direção à criação de um arquivo pesquisável. E conforme esses métodos forem refinados e automatizados, o custo do armazenamento genético deve cair substancialmente. Que tipo de dados vamos querer guardar no DNA? Grass imagina que isso poderia ajudar a preservar nossa sempre crescente montanha de informação online – por exemplo, histórico de mudanças em arquivos da Wikipedia. Ou toda a experiência humana em Starcraft, ou todos os episódios de Doctor Who até o fim dos tempos. Pense que você não apenas poderia colocar seu genoma em uma cápsula, mas também toda a sua biografia junto com ele. No futuro, humanos talvez sejam capazes de clonar não só o corpo de uma pessoa como também reconstruir todas as suas memórias. fonte: eurekalert.org/pub_releases/2015-08/acs-htp071615.php

SE HUMANOS NÃO TIVESSEM EXISTIDO, O MUNDO ESTARIA CHEIO DE GRANDES MAMÍFEROS

Não existem muitos mamíferos grandes pelo mundo. E isso acontece porque uma espécie de mamífero – Homo sapiens – destruiu toda a concorrência que tinha. E agora uma equipe de pesquisadores demonstra o que teria acontecido com a megafauna do mundo se os humanos não existissem. Hoje, a África subsaariana é um dos últimos lugares do planeta com uma grande quantidade de espécies de mamíferos grandes. “É um dos únicos lugares em que as atividades humanas ainda não acabaram com a maior parte dos grandes animais,” diz o ecólogo Soren Faurby. Mas mesmo lá, muitas espécies estão ameaçadas e seu alcance foi severamente limitado pela atividade humana. Em outras partes do mundo, a maior parte das espécies de grandes mamíferos foi erradicada, ou quase. O bisão americano é um exemplo recente. Em muitos lugares, as espécies de grandes mamíferos sobreviventes, como os ursos europeus, vivem em áreas montanhosas, onde há menos pessoas. A imagem acima mostra a diversidade de espécies de mamíferos em um mundo sem humanos; a imagem abaixo mostra como reduzimos essa diversidade.
É uma imagem um tanto sombria. Mas se humanos nunca tivessem existido, os grandes mamíferos ainda dominariam todos os continentes na Terra, segundo Faurby e seus colegas. A equipe calculou os possíveis habitats para grandes espécies de mamíferos, como ursos, alces, elefantes, rinocerontes, tigres e lobos e outros em um mundo sem humanos. Para isso, eles calcularam como seria o habitat de cada uma das espécies em um mundo em que humanos jamais construíram uma fazenda ou cidade, muito menos alteraram o clima do planeta, e nem mexeram no ecossistema da Terra. Neste mundo hipotético sem humanos, partes da América do Sul e do Norte – ambos continentes que não contam com muitos grandes mamíferos no mundo real – seria o lar de mais espécies do que a África subsaariana. Na Europa, rinocerontes e elefantes vagariam ao lado de ursos e alces. A equipe de cientistas publicou os resultados no Diversity and Distributions. Os mesmos pesquisadores disseram antes que a extinção em massa da megafauna após a última Era do Gelo foi causada pela expansão humana, então a diferença entre como é o mundo hoje e como ele seria sem humanos não chega a surpreender. Mas Faurby e seus colegadas disseram que a descoberta pode ajudar no desenvolvimento de políticas de conservação de espécie. fontes:sciencedaily.com/releases/2015/08/150820212652.htm // onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/ddi.12369/abstract

QUÍMICA QUÂNTICA EXPLORA AS ORIGENS DA ENERGIA

A definição alternativa de eletronegatividade proposta por Allen produz valores experimentais que se correlacionam de forma linear com valores determinados pela definição tradicional de Pauling. A imagem mostra valores calculados de eletronegatividade para átomos e moléculas selecionados. Depois de mostrarmos a palavra “quântica” tantas vezes ao lado das palavras “física” e “mecânica”, chegou a vez da química quântica. Em um novo estudo, pesquisadores adentraram esse mundo do minúsculo nas reações químicas, procurando desvendar os mistérios da energia.

Origens da energia em reações químicas

Todas as reações químicas têm uma coisa em comum: envolvem algum tipo de mudança na energia. Em grande escala, essa mudança geralmente pode ser medida de várias formas para fins práticos, mas a tentativa de compreender as origens fundamentais desta energia em escalas cada vez menores é mais complicada, especialmente conforme a química entra no domínio do quântico. Em um novo estudo publicado no Journal of the American Chemical Society, os químicos Martin Rahm e Roald Hoffmann, da Universidade de Cornell (EUA), exploraram uma nova forma de compreender as origens da energia em reações químicas no nível quântico. O artigo foca na ideia amplamente aceita de que todas as interações entre moléculas, átomos e elétrons que ligam átomos podem coletivamente ser entendidas em termos de energia. No entanto, as origens desta energia, e como ela muda durante uma reação química, permanecem questões em aberto.

Decomposição de energia

Rahm e Hoffmann propuseram um novo tipo de análise de decomposição de energia. Eles afirmam que o total de mudança de energia ocorrida em qualquer reação química pode ser dividido em 3 componentes: repulsão nuclear-nuclear (a energia repulsiva entre os núcleos carregados positivamente de átomos diferentes), a energia média de elétrons ligados (a energia média necessária para remover um elétron de um átomo), e a interação elétron-elétron (a energia repulsiva entre elétrons carregados negativamente). Os cientistas explicam em seu artigo o que acontece quando quaisquer 2 átomos são aproximados. Em primeiro lugar, a repulsão entre os 2 núcleos aumenta, o que faz com que os elétrons se movam entre os núcleos numa tentativa de se proteger desta repulsão. Na presença dos 2 núcleos, a energia média dos elétrons ligados muda devido a diferenças na atração de elétrons nucleares. À medida que os elétrons se aproximam, eles também começam a interagir mais fortemente um com o outro. A quantificação destas interações elétron-elétron é um dos maiores desafios na química computacional.

Eletronegatividade

Em seu artigo, os químicos sugerem novas possibilidades de compreensão da energia usando uma interpretação alternativa de um dos conceitos mais fundamentais da química, o de eletronegatividade. A eletronegatividade foi tradicionalmente definida por Linus Pauling em 1932 como “o poder de um átomo de atrair elétrons para si mesmo”. Essa é a definição mais utilizada até hoje. Uma definição alternativa, proposta em 1989 por Lee Allen, é que a eletronegatividade é a energia de ligação média de elétrons de valência (Rahm e Hoffmann usam todos os elétrons, e não apenas os de valência, na sua proposta). Valores de eletronegatividade obtidos usando a definição de Allen correlacionam fortemente com os obtidos usando a de Pauling, mas a principal vantagem da definição de Allen é que a eletronegatividade definida desta maneira pode ser medida experimentalmente (por exemplo, usando espectroscopia de fotoelétron), enquanto a eletronegatividade utilizando a definição de Pauling não pode ser medida. A capacidade de medir experimentalmente a energia média de elétrons ligados, juntamente com o fato de os dados experimentais poderem ser usados para determinar a repulsão nuclear-nuclear e interações elétron-elétron, fornece algumas habilidades sem precedentes. Mais importante ainda, torna-se possível medir experimentalmente a percentagem de variação de energia total pela qual cada um dos 3 componentes é responsável.

8 classes de reação

Com esta informação, os cientistas explicam que todas as reações químicas e transformações físicas podem ser classificadas em oito tipos, com base em se a reação consome ou libera energia e o fato de ser favorecida ou resistida pelos componentes. Isso pode fornecer informações valiosas sobre a natureza de uma ligação química. Os químicos também demonstraram que, em quatro das 8 classes de reações, o conhecimento apenas da energia de ligação é suficiente para prever ou não se a reação é susceptível de continuar. Este artigo é o primeiro de uma série na qual os pesquisadores planejam aprofundar estas ideias, especialmente no que diz respeito à utilidade potencial desta nova perspectiva de energia em reações químicas.

Aplicações

Uma perspectiva “tentadora” é a possibilidade de medir energias absolutas, enquanto a maioria da química refere-se à medida de energias relativas. Um experimento começaria com a energia absoluta medida conhecida de um sistema de um elétron (por exemplo, C5+, que é um átomo de carbono com todos menos um dos seus elétrons removidos), que pode ser facilmente medido uma vez que, com apenas um elétron, existe zero repulsão elétron-elétron. Em seguida, a energia absoluta do átomo de carbono, e as interações elétron-elétron no seu interior, podem ser medidas conforme elétrons são adicionados, um a um. Este feito deve ser possível, uma vez que é em princípio possível medir experimentalmente a energia média dos elétrons ligados de cada etapa. “Este artigo tem três resultados importantes”, disse Rahm. “Ele conecta o conceito químico central da eletronegatividade com o total de energia, cujas alterações governam a maioria da química. Ele nos diz como podemos estimar a importância das interações elétron-elétron no governo das reações químicas, a partir de dados experimentais. É também o primeiro esquema de decomposição de energia que pode ser aplicado indistintamente usando dados computados ou experimentais ou ambos, o que deve permitir pontes interdisciplinares”. No futuro, os cientistas pretendem aplicar esta compreensão teórica para estudar uma variedade de reações químicas. FONTE: phys.org/news/2015-08-scientists-explore-energy-chemical-reactions.html

A POLUIÇÃO DO AR DA CHINA ESTÁ MATANDO 4.000 PESSOAS POR DIA

A camada de fumaça espessa que cobre muitas das cidades da China não está apenas deixando os residentes doentes, segundo um novo estudo. Ela também está causando morte prematura. Até 4 mil pessoas por dia estão morrendo devido à poluição no ar da China. O levantamento, realizado pelo grupo de pesquisa Berkeley Earth e aceito para publicação no periódico PLOS One, mediu, de hora em hora, a composição do ar em 1.500 estações em todo o país ao longo de um período de quatro meses. Embora existam vários tipos de poluição perigosos, partículas chamadas PM 2,5 são uma preocupação em especial, já que podem penetrar profundamente nos pulmões. Estas partículas não só podem causar doenças debilitantes como câncer de pulmão e asma, como também podem desencadear paradas cardíacas e acidentes vasculares cerebrais. Cerca de 17% das mortes na China, anualmente, são atribuídas diretamente à poluição do ar. Isso significa 1,6 milhões de mortes por ano. Os pesquisadores estimam que 38% dos residentes chineses são regularmente expostos ao ar que não é saudável para respirar. “Na última vez que estive em Pequim, a poluição estava no nível perigoso: cada hora de exposição reduzia minha expectativa de vida em 20 minutos. É como se cada homem, mulher e criança fumassem 1,5 cigarros por hora”, explica o coautor Richard Muller, diretor científico do Berkeley Earth.

Energia suja

A culpa, de acordo com os pesquisadores, é das usinas de carvão. Atualmente, o país obtém cerca de 64% de sua energia do carvão. Como parte dos acordos de mudanças climáticas, a China tem planejado fechar algumas usinas e reduzir as emissões de carbono. Porém, também estão sendo construídas três vezes mais usinas em um modelo novo, que afirmam ser de “carvão limpo”, que cortam CO2 e outras emissões. Como se os dados do número de mortes não fossem assustadores o suficiente, o estudo foi ainda mais longe ao apontar que, embora estas usinas estejam localizadas fora das grandes cidades, as partículas não ficam restritas a estas áreas. Até mesmo cidades como Pequim estavam recebendo PM 2.5 de áreas industriais distantes. É importante notar que isso não é um problema exclusivo da China. Em todo o mundo, cerca de três milhões de mortes por ano podem ser atribuídas à poluição do ar. O novo plano de energia renovável da administração de Barack Obama, anunciado no início deste mês, estimou que o fechamento de usinas a carvão impediria de 1.500 a 3.600 mortes prematuras nos EUA anualmente. No Brasil, as termelétricas, em geral, são uma fonte de energia emergencial e muito mais cara, mas a crise no setor elétrico fez com que o seu uso aumentasse drasticamente – em 2011, elas geraram 4,5% da energia consumida no país; em 2013, 16,3%; e em dezembro de 2014, a soma do início do verão e da estiagem prolongada elevou este número a 30,13%. fontes: gizmodo.com/the-awful-air-pollution-in-china-is-killing-4-000-peopl-1724149091 // dw.com/pt/termelétricas-pesam-no-bolso-do-consumidor-brasileiro/a-18236852

NOVO REATOR DE FUSÃO NUCLEAR QUE PODERÁ MUDAR O MUNDO

Quando a energia nuclear foi liberada pela primeira vez, nos anos 1940, o sonho de muita gente era que ela viesse a ser a fonte de energia barata para tudo e para todos. Todos os carros, aspiradores de pó, aviões e navios do mundo usariam energia atômica. Hoje, mais de 60 anos depois disso, já temos energia nuclear, mas ela está na forma de enormes usinas que usam a reação de fissão nuclear, onde átomos pesados se dividem em átomos menores, liberando energia no processo. É um método sujo, já que produz lixo nuclear, que continuará sendo perigoso ao meio-ambiente por milhões de anos. Outra forma de energia nuclear que tem habitado o sonho de muitos físicos e engenheiros é a da fusão nuclear. Num reator de fusão, basicamente você aquece átomos de hidrogênio sob pressão até que eles se fundam, produzindo hélio. É o mesmo tipo de reação que alimenta o nosso Sol já fazem uns bons 5 bilhões de anos. Todos os projetos para criar um gerador de energia baseado em fusão nuclear são descendentes de um projeto soviético grande e desajeitado conhecido como tokamak. Basicamente, ele cria um campo magnético na forma de toroide (anel) onde é guardado o plasma (gás quente e ionizado), e onde as reações de fusão acontecem. A Skunk Works está tentando uma abordagem radicalmente diferente, em forma de tubo e com anéis magnéticos supercondutores. Com este desenho inovador, eles esperam evitar um dos problemas do tokamak, que é a pequena quantidade de plasma que ele consegue armazenar, o que obriga os engenheiros a fazer geradores imensos.
Projeto de reator nuclear tokamak soviético tradicional que está sendo construído em uma gigantesca instalação na França.
Projeto do reator nuclear compacto Skunk Works. Com isto, o Dr. Thomas McGuire, gerente da divisão de Tecnologia Revolucionária da Skunk Works, pretende construir um reator de fusão do tamanho de um caminhão, que produziria a mesma quantidade de energia que um gerador do tamanho de um edifício, o International Thermonuclear Experimental Reactor – ITER (um tokamak em desenvolvimento na França). Os planos são o de ter um protótipo em 5 anos, que mostre que a física do reator de fusão funciona, e em mais cinco anos, um modelo pronto para produção em larga escala, capaz de gerar 100 MW, o suficiente para alimentar um enorme navio cargueiro ou uma cidade com 80.000 residências. Por enquanto o trabalho deles é o de projetar, construir e testar geração após geração destes geradores, mas como são pequenos, o processo todo é bastante curto, uma geração pode ser completada em um ano. FONTE:http://sploid.gizmodo.com/lockheed-martins-new-fusion-reactor-might-change-humani-1646578094

CONHEÇA 9 PESSOAS COM PROBLEMAS MENTAIS QUE POSSUEM HABILIDADES ESPETACULARES

Savantismo, também chamado de síndrome do sábio ou síndrome de savant, é um distúrbio psíquico. A condição é um mistério que fascina e intriga a ciência. Seus portadores geralmente possuem habilidades incríveis, como memória extraordinária, e ao mesmo tempo sérios problemas de desenvolvimento, como dificuldade para falar e se relacionar socialmente. Confira:

1. O homem com síndrome de Down que se tornou um maestro brilhante

Zhou Zhou nasceu com síndrome de Down em 1 de abril de 1979 em Wuhan, na China. Seu QI é apenas 30% o de uma pessoa normal. Ele não sabe sua idade ou reconhece moedas, mas distingue todos os instrumentos de uma sinfonia. Ele é o único maestro no mundo que não lê música. Seu talento especial permite-lhe memorizar todas as melodias logo depois que as ouve pela primeira vez. Zhou Zhou já percorreu o mundo, trazendo alegria a muitas pessoas com suas habilidades especiais. Em 2006, sua mãe morreu de câncer, e ele permaneceu fora da vista pública até 2014, quando concedeu uma entrevista à Central Television da China.

2. O homem autista que pode pintar paisagens detalhadas de memória

Stephen Wiltshire pode desenhar e pintar paisagens detalhadas e urbanas inteiramente de memória. Ele era mudo quando foi diagnosticado com autismo severo com três anos. Logo, começou a se comunicar através de seus desenhos depois de ter sido enviado para uma escola em Londres, na Inglaterra. Com o apoio de seus professores, Stephen lentamente aprendeu a falar. Foi durante esses anos que seu talento especial foi descoberto. Na sequência de uma excursão, ele pintou o ornamentado Albert Hall em detalhe sem o auxílio de uma fotografia. Ele pode olhar para algo apenas uma vez e reproduzi-lo com precisão, até o número exato de colunas ou janelas de um prédio, por exemplo. Stephen já eternizou as cidades icônicas de Tóquio, Roma, Hong Kong, Frankfurt, Madrid, Dubai, Jerusalém, Londres, Cingapura e Nova York.

3. O homem severamente autista que pode tocar músicas que ouviu apenas uma vez

Em 1995, Rex Lewis-Clack nasceu cego e severamente autista. No entanto, desde criança, ficou claro que tinha uma afinidade especial para a música. “Quando tinha três anos, ele começou a pegar as notas da Nona Sinfonia de Beethoven”, conta sua mãe, Cathleen Lewis. Rex apresenta uma espantosa capacidade de reproduzir peças de piano que ouviu apenas uma vez. Ele também improvisa variações musicais com base em um determinado tema. Agora com 20 anos de idade, Rex tem tocado profissionalmente desde os oito e encantado plateias em todo o mundo. Porém, longe do teclado, ele ainda tem dificuldade em manter uma conversa básica. Rex é apenas uma das cerca de 30 pessoas ao longo da história que combinaram cegueira, deficiência intelectual e habilidade musical prodigiosa.

4. As gêmeas idênticas que são conhecidas como “As gêmeas Rain Man”

Flo e Kay Lyman são gêmeas idênticas autistas que têm habilidades de memória especiais. As irmãs, agora com quase 60 anos, demonstram uma capacidade extraordinária de reter uma vasta coleção de detalhes sobre aparentemente tudo o que aconteceu em suas vidas inteiras – o que viram, ouviram, experimentaram, cheiraram e tocaram. Elas são as únicas gêmeas autistas com savantismo conhecidas no mundo. O que as torna ainda mais originais é que são bastante sociais e falantes. As irmãs até mesmo fazem piadas e expressam opiniões. Eles também gostam de ver bandas ao vivo. Assim como o personagem de Dustin Hoffman em “Rain Man” era obcecado com um programa, as gêmeas religiosamente observam e tomam notas de cada episódio de “The $100,000 Pyramid”. Seu ídolo é o apresentador Dick Clark. Flo e Kay ficaram devastadas quando Clark teve um derrame em 2004, tendo feito um pequeno santuário em seu quarto e orado regularmente para a sua recuperação. Se você ficou curioso para saber mais sobre essas gêmeas, existe um documentário em inglês (vídeo abaixo) sobre as irmãs.

5. O menino com síndrome de Asperger que é o mais jovem pesquisador de astrofísica do mundo

Quando Jacob Barnett tinha 2 anos de idade, foi diagnosticado com autismo moderado a grave. Os médicos disseram a seus pais que ele provavelmente nunca iria falar ou ler. Sua mãe, seguindo seu instinto, tirou o garoto de uma instalação de educação especial e passou a ensiná-lo em casa. Com a idade de 11, Jacob entrou na faculdade para estudar física da matéria condensada na Universidade de Purdue, em Indianápolis. Agora com 17 anos, Jacob estuda no Instituto Perimeter de Física Teórica e é um dos físicos mais promissores do mundo. Com um QI maior que o de Einstein, ele está trabalhando em uma teoria que pode render-lhe um Prêmio Nobel. Conhecido como o mais jovem pesquisador de astrofísica do mundo, Jacob até mesmo dá palestras para outros cientistas. Ele apresentou um TEDx em 2012, é fascinante:

6. A autista que se tornou uma das melhores cientistas animais

Temple Grandin é talvez pessoa com autismo mais famosa do mundo. Ela tem uma excepcional inteligência não verbal e memória espacial. Professora doutora de ciências animais na Universidade Estadual de Colorado (EUA), Grandin superou problemas de fala cedo na vida e se tornou autora e ativista de causas vinculadas ao bem-estar animal. Hoje, é especialista e consultora em comportamento animal. Além disso, Grandin é defensora da pesquisa e consciência do autismo. Ela também inventou a “Hug Box”, uma máquina que ajuda as pessoas com transtornos relacionados ao autismo a lidarem com a ansiedade. Seus livros são destinados a ampliar a compreensão do público sobre os desafios enfrentados pelas pessoas no espectro do autismo, além de explorar como tirar o máximo dos seus pontos fortes e habilidades únicas.

7. O autista cego que tem feito concertos em todo o mundo

Derek Paravicini, de 36 anos, é cego e tem graves dificuldades de aprendizagem. Ele não pode vestir-se ou alimentar-se sozinho, mas decora e aprende a tocar uma música instantaneamente ao ouvi-la. Derek nasceu prematuramente, com 25 semanas. Sua cegueira foi causada por oxigenoterapia durante seu tempo em uma unidade de terapia intensiva neonatal. A terapia também afetou seu cérebro em desenvolvimento, resultando em sua severa deficiência de aprendizagem. No entanto, ele é um prodígio musical. Ele tem afinação perfeita e capacidade de reproduzir praticamente qualquer peça de música no piano depois de ouvi-la apenas uma vez. Em sua primeira visita ao The Linden Lodge School for the Blind, quando garoto, Derek ouviu uma música e seguiu o som até uma sala onde um professor, Adam Ockelford, estava tocando piano. Ele empurrou Ockelford para o lado e assumiu o instrumento. O professor encorajou seu interesse musical e, desde então, Derek feito shows ao vivo em diferentes lugares do mundo, de Las Vegas ao Palácio de Buckingham, emocionando públicos de todos os cantos.

8. O menino autista que é autor de dois livros e teorias sobre o aproveitamento da energia renovável

Vishal Anand tem 10 anos. Ele lançou uma coleção de canções devocionais, “Smaranam”, escritas e compostas por ele, em 25 de dezembro de 2014. As letras do álbum estão em quatro línguas: tâmil, sânscrito, devanágari e malaiala. Aos 6 anos, Vishal escreveu seu primeiro livro, “Meadow of Moods”, seguido de outro chamado “Jumbo’s Bag—Words & Phrases”, que tem ênfase em crianças com necessidades especiais e seus desafios linguísticos. Vishal vai para escola principalmente com a finalidade de adquirir habilidades de interação social, visto que seus conhecimentos ultrapassam em muito o de seus colegas. “Temos levado Vishal a vários terapeutas ocupacionais para ajudá-lo a desenvolver habilidades básicas para a vida independente, e aprimorar suas habilidades motoras”, conta sua mãe, Vidhya. Os pais de Vishal começaram a se comunicar com os pesquisadores do Instituto Indiano de Ciência, que têm mostrado interesse nas teorias de energia renovável criadas pelo menino. “Meu herói é o ganhador do prêmio Nobel Albert Einstein. Eu estou interessado em fazer pesquisa para criar um dispositivo de energia renovável radioativa em colunas de células de combustível que podem ser usadas em carros, residências e indústrias”, dsse Vishal.

9. O homem com deficiência grave que também é um talentoso escultor

Alonzo Clemons sofreu uma lesão cerebral grave quando era muito jovem, mas havia indícios de seu talento mesmo antes disso. Quando pequeno, ele já fazia esculturas usando massinha colorida. Aos três, ele caiu e sofreu uma lesão cerebral. O acidente o deixou gravemente incapacitado, e seu QI caiu para 40. No entanto, isso amplificou suas habilidades artísticas, e ele adquiriu um dom para criar esculturas com precisão inspiradora. Clemons não precisa estudar um modelo por horas para criar suas obras de arte incrivelmente detalhadas. Depois de apenas um breve vislumbre da imagem de um animal, ele pode fazer uma escultura concisa dentro de uma hora. Conforme ele cresceu, suas esculturas tornaram-se mais realistas e suas deficiências pareceram diminuir. Ele começou a falar e desenvolveu uma melhor capacidade de cuidar de si mesmo. Clemons agora precisa de pouca ajuda e trabalha em tempo parcial, além de continuar a fazer suas esculturas. Buscando inspirar a criatividade nas crianças, ele exibe suas obras em escolas. fonte: oddee.com/item_99431.aspx

MÉTODO USA CO² DA ATMOSFERA PARA FABRICAR NANOFIBRAS DE CARBONO

Pesquisadores da Universidade George Washington, nos Estados Unidos, desenvolveram uma técnica que pode ajudar a reduzir as emissões de carbono na atmosfera. O método transforma o gás carbônico encontrado na atmosfera em nanofibras de carbono, material extremamente leve e forte que possui aplicações em diversas áreas como a produção de baterias, equipamentos espaciais e eletrônicos, materiais de construção e pode até virar diamante. De acordo com o professor Suart Licht, um dos responsáveis pelo projeto, a tecnologia pode fabricar até 10 gramas de nanofibra de carbono por hora, utilizando energia solar. A novidade pode também baratear o processo. Atualmente, fibras similares são vendidas por cerca de US$ 25 mil por tonelada, mas segundo o professor, a nova técnica pode reduzir o valor para US$ 1 mil. “Este é um caminho razoável para reduzir os níveis de CO² na atmosfera”, afirma Licht. A técnica pode reduzir a concentração de gás carbônico na atmosfera. “Calculamos que usando uma área menor que 10% do deserto do Saara, em 10 anos a tecnologia pode retirar CO² o suficiente para fazer seus níveis na atmosfera diminuírem ao que eram antes da revolução industrial”, explica o professor. Para a próxima etapa do projeto, os pesquisadores querem ampliar e melhorar o processo. FONTE: megaarquivo.com/2015/08/23/11-713-mega-techs-metodo-usa-co%C2%B2-da-atmosfera-para-fabricar-nanofibras-de-carbono/

HOMEM É PRESO PELO FBI POR VIAJAR NO TEMPO

Esta história já tem 10 anos, porém de tempos em tempos é bom trazê-la à tona, principalmente pelo fato de que ela tem sido deixada de lado, e é constantemente abafada pelo FBI. Também, não era para menos, afinal não é todo dia que se prende uma pessoa por viajar no tempo e coisas como estas, de fato, as autoridades preferem esconder de cidadãos comuns no intuito de evitar um caos mundial. Acompanhe nas linhas abaixo este intrigante caso e tire suas próprias conclusões sobre o ocorrido. Aliás, espero que consigam ver este artigo antes que seja removido, como tantos outros o foram ao longo desta década que se passou. Viajante do tempo preso por trapacear na bolsa de valores Tudo começou em 2005, quando a polícia federal dos Estados Unidos (FBI) caçou e prendeu um homem por trapacear na bolsa de valores. Até aí nada demais, afinal, todos os dias milhares de especuladores criam formas de ganhar alguns dólares extras na bolsa. Porém, o que chamou a atenção neste caso é que o tal trapaceiro, 3 meses antes de ser preso, disse em um fórum da internet que era um viajante do futuro e, para comprovar isso, iria ganhar milhões de dólares na bolsa, nos próximos dias. A princípio ninguém acreditou, até que um cidadão fez seu primeiro investimento de 800 dólares. A partir daí, apenas 90 dias depois, ele já havia multiplicado seu investimento 43.750 vezes! Ou seja, em um período de 3 meses o homem transformou 800 dólares em 35 milhões. E fez isso investindo pesado em ações de alto risco, mas sem nunca perder nenhum centavo. Todas as ações que ele comprava, subiam surpreendentemente. Quando a receita federal norte-americana ficou sabendo do caso logo colocaram o FBI atrás do homem, e é aí que a história começa a se tornar ainda mais interessante.

FBI prende viajante do tempo

Quando indagado pelos investigadores sobre como ele havia feito para saber, exatamente, quais ações iriam subir e cair ao longo do dia, a resposta obtida foi convicta: “Sou um viajante do tempo, vim do ano de 2256, por isso acertei tudo”. Obviamente, em um primeiro momento, a polícia não acreditou nesta história e manteve o homem preso por quase um ano, submetendo-o a uma sessão de perguntas a cada 15 dias. Porém, em todos os 24 interrogatórios, a história era sempre mesma. Contada pelo cidadão com riqueza de detalhes e sem nunca entrar em contradição. No intuito de comprovar o que dizia, o homem deu algumas informações como o paradeiro do Osama Bin Laden e quando os Estados Unidos conseguiriam, finalmente, capturá-lo. Na época, também, o homem revelou o que parecia ser uma piada de mal gosto: Em menos de uma década os EUA, bem conhecidos pelo seu preconceito impregnado pela Ku Klux Klan, teria seu primeiro presidente negro. Como o FBI não acreditou em nada disso, a investigação foi mais a fundo e os policiais finalmente descobriram que, na realidade, eles não sabiam de nada: Não havia nada sobre o homem, nenhum registro, documento, nem mesmo uma única digital. Como alguém com 40 anos de idade, não teria uma única impressão digital registrada pelo governo norte-americano? Cada dia que se passava da investigação, o caso ia ficando mais e mais intrigante. Tanto que a posição do FBI ante a mídia mudou radicalmente, quando o homem revelou o paradeiro de sua máquina do tempo. Até então, o porta-voz da instituição se dirigia ao público sorrindo, afirmando que o rapaz era lunático e dono de uma sorte muito grande. Mas, quando o paradeiro da tal máquina capaz de viajar no tempo foi revelado, o FBI mudou sua tática. Agora, para imprensa, só restava a resposta padrão para este tipo de questão “Não iremos mais comentar”.

Aonde está o viajante do tempo que foi preso pelo FBI?

Esta é a pergunta que não quer calar. Pois, poucas semanas depois, toda a mídia mundial que estava alvoroçada em cima do tal viajante, de repente, perdeu completamente o interesse e – desde então – o caso vem sendo fortemente abafado. Quanto ao homem que diz ter vindo do futuro, não se tem mais notícias dele e o FBI mesmo alega que ele jamais existiu! Pois é, mesmo com as milhares de reportagens da época, os vídeos do porta-voz dando explicações sobre o caso, o FBI diz que isso nunca aconteceu. E, desta forma, o paradeiro do suposto viajante, de sua suposta máquina ou mesmo a conclusão deste caso que é de importância mundial para a humanidade foi apagado da fraca memória da nossa mídia e jogado em um arquivo secreto de alguma agência de inteligência. Do homem, a única coisa que nos resta é seu nome: Andrew Carlssin. FONTE: megaarquivo.com/2015/08/25/11-715-acredite-se-quiser-homem-e-preso-pelo-fbi-por-viajar-no-tempo/

CIÊNCIA DESCOBRE A HORA EXATA PARA FAZER SEXO

Um estudo científico recente, publicado pela revista British Medical Journal – que coleta dados divulgados pela Associação Médica Britânica –, afirma ter descoberto o horário perfeito para fazer sexo. Provavelmente, o resultado surpreenderá muitas pessoas, já que a hora escolhida não parece ser a mais comum; entretanto, é o momento em que tanto os homens quanto as mulheres estão com o nível de testosterona mais elevado: às 5h48m da manhã. Esse horário preciso é a combinação dos dados de aumento da testosterona com os das atividades cotidianas: mais testosterona e menos preocupação em relação aos afazeres diários resultariam no momento perfeito para a troca sexual. Nos homens, a quantidade de testosterona presente no organismo 12 minutos antes das 6h pode chegar a ser 25% a 50% maior que no resto do dia – isso, claro, se ele tiver dormido à noite, uma vez que a glândula que regula sua produção é muito mais ativa durante o sono. O resultado desse estudo é baseado em uma estatística do horário em que as pessoas acordam. Por isso, se se passou a noite em claro, o horário ideal não será o mesmo. O fenômeno que explica essa pesquisa é o mesmo que faz com que a maioria dos homens tenha ereções matinais. E isso coincide com um estudo recente feito na Itália, no qual se descobriu que, para as mulheres, a manhã é o momento ideal para chegar ao orgasmo. FONTE: megaarquivo.com/2015/08/27/11-728-isso-tem-hora-ciencia-descobre-a-hora-exata-para-fazer-sexo/>

COMO UM SATÉLITE FICA EM ÓRBITA?

O segredo para que esses objetos permaneçam no espaço, girando ao redor da Terra, é o “empurrão” dado pelos foguetes que colocam os satélites em órbita. Depois de subir ao espaço, um estágio propulsor acelera o satélite a uma velocidade que não seja tão pequena para que ele caia na Terra nem tão grande para que ele escape da gravidade do planeta. “Se a velocidade for aplicada corretamente, o satélite tenta se afastar continuamente da Terra em direção ao espaço, mas ao mesmo tempo é puxado de volta pela gravidade. O resultado é como se ele estivesse sempre caindo, mas sem tocar a superfície do planeta, descrevendo uma trajetória circular ao redor do globo”, afirmou um engenheiro do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). A velocidade é o elemento-chave para pôr um satélite em órbita. Se for impulsionado a uma velocidade muito baixa, ele cai logo, “puxado” pela gravidade da Terra. EXEMPLO – Se a velocidade de impulso for de, digamos, 10 km/h, ele cai depois de percorrer apenas 687 metros no espaço. Se a velocidade com que se atira o objeto for maior, ele irá cair cada vez mais longe. Mas, se o impulso não for suficiente para o satélite dar uma volta na Terra, ele não estará em órbita. EXEMPLO – Se a velocidade de impulso for de 10 000 km/h, ele se choca com a superfície depois de percorrer 754 quilômetros no espaço. Agora, sim, nosso satélite entrou em órbita. No nosso exemplo, ele está a 300 km da superfície. Se for menos do que isso, a atmosfera é mais densa e a resistência do ar “breca” o movimento do satélite. EXEMPLO – O impulso ideal para o satélite entrar em órbita a 300 km de altitude é de 27 800 km/h. FONTE: megaarquivo.com/2015/01/13/10-983-fisica-como-um-satelite-fica-em-orbita/

A GRAVIDADE NÃO É UMA FORÇA E NÃO TEM PODER DE “PUXAR”?

Porém, como é possível uma influência que move e atrai objetos não ser considerada uma força? Isso porque a gravidade não “puxa”, ela “acelera”. Ao contrário do que a linguagem utilizada pela física introdutória costuma dizer, para facilitação do aprendizado, a gravidade deforma o espaço-tempo, fazendo com que objetos sigam uma curvatura criada. Graças às teorias da relatividade de Albert Einstein, sabemos que a energia diz ao espaço-tempo como deve ser sua curvatura. Nesse caso, a massa é geralmente a parte mais importante da equação, ou seja, a energia que é a massa de um objeto curvado ao espaço-tempo. Assim, a massa dobra o espaço-tempo, e essas curvas ditam a mobilidade da energia. A gravidade seria a curvatura do espaço-tempo. Assim como um carro percorre uma estrada cheia de curvas, objetos viajam por elas no espaço-tempo. E, assim como um carro acelera, objetos maciços criam curvas extremas no espaço-tempo, e a gravidade é capaz de acelerar corpos que entram (ou se aproximam) de poços de gravidade profundas. Tal caminho é chamado de “curva geodésica”. O melhor exemplo para explicar a gravidade e sua capacidade de acelerar objetos são a Terra e a Lua. Nosso planeta é um objeto muito maciço quando comparado à Lua. Assim, a Terra provoca uma curva acentuada no espaço-tempo. A Lua orbita em torno de nosso planeta por conta das deformações no espaço-tempo que são causadas pela massa da Terra. Portanto, a Lua viaja pela curva sem sentir alguma força atuante. Não se trata de um impulso ou empuxo, e sim um caminho. Você pode estar se perguntando, então, por que nem todos os asteroides e os meteoritos que passam próximos a nossa órbita são incorporados a ela? Esse caminho depende de muitos fatores, como velocidade, trajetória e a massa dos respectivos objetos envolvidos. Milhares de cometas e asteroides passam por nós sem serem capturados e arrastados para uma órbita particular, justamente por isso, ao mesmo tempo que tantos outros orbitam a Terra por um tempo. Tudo é relativo na relatividade. FONTE: megaarquivo.com/2015/08/27/11-729-fisica-voce-sabia-que-a-gravidade-nao-e-uma-forca-e-nao-tem-poder-de-puxar/

O NÍVEL DO LAGO MAIS PROFUNDO DA TERRA ESTÁ DIMINUINDO PRECIPITADAMENTE

O nível de água no lago Baikal diminuiu 40 centímetros em relação a 2013, e já falta pouco para que atinja a cota crítica de 456 ms, após a qual o ecossistema do lago mais profundo e mais puro do mundo poderá começar a sofrer mudanças irreparáveis. Os serviços de emergência russos estão monitorando o nível de água do lago durante as 24 horas do dia. Efetivamente, não é para brincar quando o repositório da quarta parte de toda a água doce na Terra registra um descenso acelerado do seu nível. A água vai-se embora dos poços nas aldeias costeiras, deixando secas até as turfeiras. Mais oito centímetros de descenso e a água lacustre será proibida por lei para as atividades econômicas, adverte Arkadi Ivanov, coordenador do programa Baikal da Greenpeace Rússia: "Antes de mais nada, isso traz consigo uma ameaça aos recursos haliêuticos. Pois a faixa de águas litorais de pouca profundidade deixará, afinal, de existir, convertendo-se em costa. Os peixes que desovam no lago vão perder seus desovadouros habituais, enquanto os que desovam em rios perderão lugares apropriados para o desenvolvimento dos alevins. Tal mudança poderá afetar também as aves que nidificam no vale do rio Selenga. Além disso, há perigos de dimensão social, como o desaparecimento total de água em poços e o surgimento de um novo estorvo no combate a incêndios, muito especialmente em turfeiras". A situação se deve, segundo acreditam os cientistas, a duas razões. A primeira tem a origem na própria natureza. O inverno do ano passado foi de pouca neve e o verão também bastante seco. Os afluentes do Baikal não receberam alimentação suficiente para manter o nível de água no lago. A segunda razão tem a ver com um erro de cálculo humano. Ao fazer a previsão do tempo projetada para um período de vários trimestres, os meteorologistas predizeram erroneamente um verão e outono chuvosos. Como consequência, as usinas hidrelétricas foram autorizadas a reduzir o nível de água nas albufeiras 20% mais do que normalmente. Contudo, uma estiagem inesperada chegou em vez de chuvas intensas, devido à qual o Baikal não conseguiu recuperar o nível de água, produzindo-se uma queda dramática desse. Esta situação deve lembrar-nos mais uma vez de que os seres humanos somos responsáveis para com a natureza. Os acontecidos atuais devem chamar uma particular atenção da Mongólia e dos países e organizações que apoiam os projetos mongóis relacionados com o Baikal, prossegue o chefe do programa Baikal da Greenpeace Rússia, Arkadi Ivanov: "Como se sabe, a Mongólia começou a projetar a construção de uma série de represas no curso do Selenga, um dos rios que alimentam o Baikal, e de seus afluentes. Por exemplo, se sabe de um projeto da usina hidrelétrica Shuren; o segundo projeto, em termos de suas proporções, é o de transvasar a água do rio Orkhon, um afluente do Selenga, para o deserto de Gobi. Implementação desses projetos poderá afetar seriamente a caudalosidade do Selenga e, por conseguinte, do Baikal". Os ambientalistas russos e internacionais procuram que a Mongolia use as fontes alternativas, as que permitem alcançar as metas sem ofender a natureza. Em particular, o país asiático tem excelentes perspectivas no campo de exploração da energia eólica e solar, argumentam os especialistas. No que diz respeito à situação vivida atualmente pelo lago Baikal, os especialistas acreditam que por enquanto não há razões para falar de danos ambientais irreversíveis. O referido quadro, segundo eles, vai durar até abril, quando a neve começará a derreter. O Baikal voltará a se encher com água e, se calhar, a sua linha litoral recuperará os antigos contornos. FONTE: http://br.sputniknews.com/portuguese.ruvr.ru/news/2015_02_01/O-n-vel-de-gua-do-lago-mais-profundo-da-Terra-est-diminuindo-precipitadamente-1353/

NOVA TEORIA DIZ QUE HUMANOS COM FATOR RH NEGATIVO PERTENCENTE À UMA LINHAGEM EXTRATERRESTRE

Nós humanos temos quatro tipos sanguíneos gerais: A, B. AB e O. Esta classificação é derivada, de acordo com cientistas, das proteínas que são encontradas na superfície celular projetadas para combater bactérias e vírus no corpo humano. A grande maioria dos humanos neste planeta possui estas proteínas, o que significa que seu fator sanguíneo é Rh Positivo. Mas um grupo minoritário, com Rh Negativo, falta estas proteínas. Assim, como seria esta crucial diferença explicada cientificamente? E por que ela existe? Através dos anos, vários estudos científicos têm procurado por estas respostas. Agora, alguns cientistas acreditam ter encontrado uma coisa fascinante a respeito dos Rhs Positivo e Negativo. De acordo com esta teoria “científica”, num passado distante, seres extraterrestres visitaram a Terra e criaram, através de “manipulação genética”, o Rh Negativo, com a intenção de criarem uma raça de “escravos”. O povo Basco da Espanha e França possui o maior percentual de sangue com Rh negativo. Aproximadamente 30% possui (rr) Rh Negativo e aproximadamente 60% carrega um gene (r) negativo. Mas, alienígenas…realmente? Segundo os investigadores, isto explicaria o porquê das mães com Rh Negativo não tolerarem fetos com Rh Positivo; assim, esta intolerância radical e difícil de explicar pela maior parte das leis naturais deriva de uma modificação genética antiga, o que explica porque os grupos de Rh Positivo e Rh Negativo tendem a se ‘repelir, ao invés de se juntar. Esta teoria nos leva aos tempos da antiga Suméria, quando uma raça de alienígenas altamente avançados teria vindo de outro lugar do cosmos; Os Anunnakis, teriam construído e criado as primeiras sociedades humanas. Acredita-se que estes seres antigos planejaram e alteraram geneticamente as espécies humanas primitivas, criando seres mais fortes e mais ‘adequados’, os quais foram usados como escravos num passado distante. O Rh Negativo seria o legado que os Anunnakis deixaram na Terra, entre outras coisas. De forma interessante, o tipo Rh Negativo é característico, por exemplo, na família real britânica, o que gerou muitas teorias controversas sobre uma possível linhagem extraterrestre. Embora esta hipótese não tenha sido confirmada, as questões perturbadoras que ela gera pairam no ar: Como o mundo civilizado iria reagir ao fato de que uma porção pequena da população terrestre possui código genético que foi alterado no passado distante por seres extraterrestre altamente avançados? E se fosse possível que o grupo de pessoas com Rh Negativo tivesse uma conexão com seres de fora da Terra? E se ainda houver uma conexão misteriosa entre eles? Como a vida na Terra mudaria? FONTE:ancient-code.com/humans-with-blood-type-rh-negative-belong-to-an-extraterrestrial-lineage-according-to-new-theory/

FLORESTA DE HOIA BACIU: ÁREA DE GRANDE DE ATIVIDADE DE OVNIS, ASSOMBRADAS OU AMBAS?

Quando a maioria das pessoas pensam na Transilvânia, suas mentes imaginam imagens de castelos, Drácula e coisas relacionadas a vampiros. Porém, mais recentemente, a Transilvânia se tornou conhecida por sua Floresta Hoia Baciu. Algumas pessoas chegaram a declarar que esta floresta é o “Triângulo das Bermudas” da Romania. Localizada logo ao lado da cidade de Cluj Napoca, uma das regiões históricas da Transilvânia, a Floresta Hoia Baciu ganhou notoriedade fora da Romania quando um biólogo, Alexandru Sift, tirou uma foto de um OVNI em forma de disco na floresta, enquanto estava numa viagem de pesquisa científica em 1968. Os avistamentos de OVNIs que têm ocorrido na floresta são ainda mais apoiados por uma grande clareira na forma de um círculo quase perfeito. Nada cresce nesta área da floresta e ela é chamada de zona de “vegetação morta”. Amostras de solo têm sido tiradas da clareira e analisadas. Os resultados destes testes não mostram nenhuma razão para a vegetação não crescer neste local da floresta. Muitos ovniologos especulam que esta clareira pode ser uma área de pouso de OVNIs.
clearingOs moradores da região acreditam que a clareira seja o lar de fantasmas que assombram a floresta. Várias fotos foram tiradas na clareira, as quais parecem mostrar formas suspensas no ar e o perfil de figuras humanas. Estas fotos fazem aumentar a crença das alegações da população local. As pessoas que vivem ao redor da floresta acreditam que se entrarem na floresta nunca mais sairão. De acordo com uma lenda local, a floresta foi batizada com o nome de um pastor que desapareceu dentro dela junto com 200 ovelhas. Seus receios podem ter fundamento. Há histórias de pessoas que desapareceram para dentro da floresta, e quando saíram não lembravam do que havia acontecido. Uma dessas histórias é de uma criança de 5 anos que desapareceu na floresta. Quando ela reapareceu 5 anos mais tarde usando as mesmas roupas. que pareciam novas, ela não lembrava do que acontecera durante o tempo em que desapareceu. Isto levou algumas pessoas a acreditarem de que a floresta possa ser algum tipo de portal para outra dimensão.
Uma outra lenda local sobre a floresta alega que esta abriga espíritos de aldeões assassinados, que ficaram presos na floresta e não conseguem passar para o além. Para adicionar à validade desta lenda, há muitas pessoas que visitaram a floresta e relataram ter ouvido vozes e testemunhado cabeças fantasmagóricas de pessoas pairando entre as árvores. Para adicionar ainda mais gasolina ao fogo, muitas das árvores da floresta são contorcidas, ao ponto de parecerem algo vindo de um pesadelo. Esta paisagem horripilante não ajuda em nada a acalmar as pessoas que ousam caminhar entre as árvores. De fato, houve vários relatos de pessoas sendo fisicamente agredidas na floresta. Suas machucaduras incluem erupções na pele, náusea, períodos de vômito, queimaduras, arranhões e ansiedade extrema, somente como alguns dos exemplos. A floresta, especialmente a clareira em forma de círculo, é também assunto de grande interesse para os investigadores do paranormal. Durante uma temporada do programa de TV, Destination Truth, um dos cameramen foi violentamente atacado enquanto filmava o círculo, e jogado ao solo por algo invisível e desconhecido. As pessoas que vivem próximas da floresta têm relatado clarões de luz inexplicáveis, orbs (globos de luz), e outras coisas estranhas que ocorrem na região. Além disso, quando uma câmera de imagem térmica é utilizada nesses orbs que ficam entre as árvores, nenhuma assinatura de calor é aparente. Os investigadores paranormais que se aventuraram na floresta reportaram defeitos em seus equipamentos quando próximos da floresta e atribuem os problemas nos equipamentos como sendo um sinal de atividade paranormal.
Também têm havido relatos de pessoas que lembram de suas experiências passadas e então esquecem imediatamente disso após deixarem a floresta. A Floresta Hoia Baciu é sem dúvida um local misterioso e fascinante e, embora não podemos dizer com certeza que todos os relatos dos fenômenos sejam verdadeiros, podemos sim dizer que se alguém for bravo o suficiente, deveria então viajar para a Transilvânia e tentar descobrir o que realmente está acontecendo numa das florestas mais assombradas do mundo. Assim, a floresta é uma área de grande atividade OVNI, assombrada, ou ambas as coisas? FONTE: locklip.com/the-hoia-baciu-forest-ufo-hotspot-haunted-or-both/

RISCO DE ABORTO ESPONTÂNEO É MAIOR PARA MULHERES COM ENDOMETRIOSE

Estudo acompanhou 15 mil mulheres durante 30 anos e verificou um risco 76% maior. A endometriose atinge entre 10% e 15% das mulheres em idade reprodutiva segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) e pode levar até dez anos para ser diagnosticada. No Brasil, aproximadamente 6 milhões têm a doença. Muitas delas, no entanto, sequer sabem que têm o problema. Isso por que o sintoma mais comum é a dor da cólica menstrual que, culturalmente, é considerada típica do período menstrual e muitas vezes ignorada como problema de saúde. A endometriose é também a principal causa de infertilidade feminina sendo responsável por 50% dos casos. Um terceiro aspecto relacionado à endometriose – além de dor e infertilidade – foi apresentado no Encontro Anual da Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, realizado em Lisboa em junho. Pesquisa feita na Escócia com 15 mil mulheres avaliadas entre 1981 e 2010 mostrou que aquelas que têm endometriose apresentaram um risco 76% maior de sofrer aborto espontâneo e a chance triplicada de desenvolver uma gestação fora do útero, também conhecida como gravidez ectópica ou tubária. Os pesquisadores analisaram dois grupos de mulheres, com ou sem endometriose, e naquelas com diagnóstico prévio da doença, foram verificadas ainda uma chance maior de hemorragia pré e pós-parto, além do nascimento prematuro dos bebês. Apesar de serem números impactantes, o ginecologista e presidente da Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais (Sogimig), Agnaldo Lopes da Silva Filho afirma que a descoberta não deve pautar a decisão de uma mulher em ter ou não um filho já que a gravidez não é considerada de risco. “É uma pesquisa de peso que sinalizou para outras repercussões sobre a endometriose. Os resultados são importantes para que a mulher com a doença seja orientada sobre essas complicações”, afirma.

Sintomas

Além de cólicas fortes e dificuldade para engravidar, dor na relação sexual, dores espontâneas na região do útero, desconforto para evacuar (às vezes acompanhada de diarreia) ou para urinar durante o período menstrual também podem ser sinais da doença. O endométrio é a camada interna do útero que se renova mensalmente pela menstruação. Sua função é preparar o órgão para receber o embrião. Quando a gravidez não acontece, o tecido descama e sai pela vagina: a menstruação. A endometriose consiste na presença de endométrio em locais fora do útero como, por exemplo, na superfície dos órgãos abdominais e nas vísceras pélvicas. Quando o sistema imunológico responsável pela defesa do organismo não consegue eliminar essas células, a doença se estabelece. Ou seja, quando há endometriose, sempre que a mulher menstrua, o tecido que está fora do útero desenvolve-se e sangra ao mesmo tempo dentro do corpo, provocando inflamação, dor e a formação de tecido cicatricial. Isso faz com que a doença progrida sobre órgãos e tecidos. Em casos graves, as lesões podem ser irreversíveis. A endometriose não tem cura, mas tem tratamento. Os principais objetivos são aliviar ou reduzir a dor, reverter ou limitar a progressão da doença, preservar ou restaurar a fertilidade e evitar ou adiar a recorrência da doença. O tratamento é sempre individualizado e leva em consideração o desejo da mulher em engravidar e o grau da doença. O presidente da SOGIMIG, Agnaldo Lopes da Silva Filho, explica que para as manifestações mais graves da doença a cirurgia é indicada e é feita por videolaparoscopia. Assim, os implantes ou lesões, como são chamados os pedaços do endométrio instalados em outras partes do corpo, são destruídos pela energia do laser, coagulação bipolar (cauterização) ou retirada com instrumento cirúrgico. Ainda não se conhece exatamente o porquê de a endometriose se desenvolver, mas é consenso que fatores imunológicos, genéticos e hormonais estão associados ao surgimento da doença. O diagnóstico é feito pela análise do quadro clínico, através da presença dos sintomas da doença, e exames de imagens. Os principais são a ultrassonografia transvaginal e a ressonância magnética. Segundo a Associação Brasileira de Endometriose e Ginecologia Minimamente Invasiva (SBE) cerca de 50% das mulheres com endometriose podem engravidar espontaneamente após o tratamento adequado e a cirurgia por videolaparoscopia pode aumentar as chances de gestação espontânea em mulheres em todos os estágios da doença. Em alguns casos, entretanto, podem ser necessárias técnicas de reprodução assistida como a fertilização in vitro.

Mais da metade das brasileiras desconhece a endometriose

Pesquisa da SBE em parceria com a Bayer mostrou que 53% das brasileiras desconhecem a endometriose. O levantamento foi feito com 10 mil mulheres, com idade acima de 18 anos, em Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador. Outro indício de que a doença ainda não é de conhecimento amplo da população feminina é o levantamento do Google sobre os termos mais buscados no Brasil em 2014. O relatório apontou a palavra ‘endometriose’ entre as dez mais pesquisadas na categoria ‘O que é…’. Pesquisa revela falta de informação das mulheres em grande parte das capitais do país sobre doença que é uma das principais causas de infertilidade na população feminina Ela afeta mais de 170 milhões de mulheres em todo o mundo, causa dor, sangramento irregular e é também uma das principais causas da infertilidade e perda de qualidade de vida entre a população feminina. No Brasil, são cerca de 6 milhões de mulheres sofrendo com a endometriose, sendo que 53% desconhecem a doença. O dado alarmante vem de pesquisa realizada este ano pela Associação Brasileira de Endometriose e Ginecologia Minimamente Invasiva (SBE), com apoio da Bayer. O levantamento foi feito com 10 mil mulheres, com idade acima de 18 anos, em Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador. A pesquisa revelou que, em Porto Alegre, 68% das mulheres não sabem o que é a endometriose, enquanto, em Manaus, o número subiu para 82%. Em São Paulo e Brasília, 52% disseram nunca ter ouvido falar da doença. Em Recife, 72% das mulheres afirmaram já ter ouvido falar sobre o assunto; em Curitiba e Salvador, o percentual de conhecimento foi de 64%, e no Rio de Janeiro, de 54%. E reforça também que as mulheres ainda não estão bem informadas sobre a endometriose, o que acaba dificultando a detecção e tratamento da doença. Na capital mineira, apenas 27% das mulheres abordadas responderam conhecer a doença. O ginecologista Benito Ceccato, professor da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais, explica que o endométrio é a membrana que reveste a cavidade uterina, “cuja função é receber o ovo fecundado. A placenta vai ser formada no endométrio e será a conexão do bebê com a mãe, fornecendo os nutrientes necessários para o desenvolvimento fetal. Todo mês, o endométrio prepara-se para receber o óvulo fecundado e, caso não ocorra a gravidez, ele descama junto do sangue (menstruação)”. “Assim, a endometriose é a presença de tecido similar ao endométrio fora da cavidade uterina, que também responde às variações hormonais, podendo descamar e sangrar durante o período menstrual”, diz. O especialista esclarece que a endometriose pode ocorrer, teoricamente, em qualquer parte do organismo, sendo descritos casos raros de localização, por exemplo, na cicatriz umbilical, septo nasal e na pleura. “As localizações mais comuns são a cavidade peritoneal (peritônio é a membrana que recobre os órgãos do abdômen), os ovários, os ligamentos uterinos e intestinos. Os tipos, portanto, estão relacionados com sua localização: peritoneal, ovariana, profunda (quando acomete os ligamentos uterinos e o intestino terminal) e de outras localizações. Ressalte-se que a endometriose pode aparecer em mais de uma localização na mesma paciente.” O especialista ressalta que as causas definitivas da endometriose ainda são pouco definidas. “Fatores genéticos e imunológicos estão relacionados com a gênese da doença. É sabido, também, que mulheres que postergam a gravidez, com perfil empreendedor, têm maior propensão à doença. Os sintomas estão mais relacionados com o período menstrual. O mais clássico é a dismenorreia (desconforto e cólicas menstruais) intensa e progressiva (piora com o passar do tempo).” Quando a doença surge em órgãos como a bexiga, pode haver sangramento ao urinar (hematúria), e quando a endometriose atinge o septo nasal, sangramento nessa região (epistaxe). Ceccato salienta que os sintomas intensos da endometriose pioram muito a qualidade de vida das mulheres acometidas pela doença, que sofrem durante o período menstrual não apenas com as cólicas e o desconforto, mas também com sintomas psicológicos associados, que podem comprometer o relacionamento familiar e social. “As mulheres no período reprodutivo estão propensas à doença. Há fatores genéticos e imunológicos bem definidos que predispõem o desenvolvimento dela, assim como fatores comportamentais, como a postergação da gravidez.”

Um mal assintomático

Rivia Mara Lamaita, presidente do Comitê de Reprodução Humana da Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais, diz que a incidência de endometriose na população feminina é variável, devido à presença de uma grande porcentagem de mulheres que são assintomáticas e às limitações dos exames de imagem para evidenciar um diagnóstico preciso da doença. “É uma afecção ginecológica comum, presente na mulher principalmente durante seu período reprodutivo, podendo ser encontrada também entre adolescentes. As estimativas da doença dependem da população que está sendo avaliada.” Segundo a médica, observa-se uma prevalência da doença em achados acidentais cirúrgicos em torno de 1,6 casos por 1 mil pacientes. Em mulheres assintomáticas, o problema está presente em entre 2% e 22% delas; entre 20% e 50% em pacientes que não conseguem engravidar espontaneamente; e nas portadoras de dor pélvica, a prevalência fica entre 40% e 50%.” A médica esclarece que as principais consequências da doença são a dismenorreia incapacitante (dores tão fortes, que a mulher acaba se afastando das atividades diárias, como trabalho, vida social, academia), que habitualmente leva a paciente ao uso excessivo de analgésicos para controle do quadro ou ao pronto-atendimento para medicações intravenosas, e também o insucesso de tentativas de um casal com desejo de engravidar. “A dor pélvica cíclica ou acíclica, associada ao quadro de dispareunia (dor que aparece nos órgãos genitais durante ou logo após as relações sexuais) ou à mudança do hábito intestinal ou à dor ao evacuar, limitam e atrapalham a qualidade de vida da mulher, que se depara com limitações sociais durante esse período. Muitas vezes, há uma demora no diagnóstico da endometriose e a paciente vai experimentando um estresse enorme frente à falta de controle do quadro. A progressão da doença também pode alterar o funcionamento de outros órgãos e até obstruções quando comprometem o intestino ou bexiga. “

Terapia individual

Rivia ressalta que não há uma terapia curativa para a endometriose e o tratamento deve ser individualizado e voltado para as queixas relevantes de cada paciente. “Os sintomas de dor pélvica são tratados com analgésicos potentes e anti-inflamatórios, e a supressão hormonal na mulher auxilia muito no controle da endometriose. Podem ser usados contraceptivos combinados ou somente com progestágenos. Em casos mais graves, até bloqueios mais intensos com análogos do GnRH (hormônio estimulante de gonadotrofinas). Há casos que somente se beneficiarão com intervenções cirúrgicas.” O inventário da cavidade pélvica, um exame bem minucioso feito por videolaparoscopia, é um dos melhores para obter um diagnóstico preciso para endometriose. “Durante essa intervenção, ao mesmo tempo que é feito o diagnóstico, é possível realizar a retirada dos focos comprometedores da endometriose e, assim, amenizar a doença e melhorar seus sintomas. Depois desse tratamento, as pacientes inférteis sem comprometimento tubário e sem outros fatores de infertilidade associados podem melhorar sua chance de engravidar, tanto de forma espontânea como com auxílio de um especialista.”

Tipos

A endometriose é uma doença enigmática e tem merecido classificações que procuram identificar a localização das lesões, o grau de comprometimento dos órgãos e a severidade da doença. Embora grande parte das clínicas utilize a classificação da American Fertility Society que divide a doença em mínima, leve, moderada e severa, recentes avanços na pesquisa da doença recomendam uma nova classificação em 3 diferentes tipos: superficial ou peritoneal, ovariana e infiltrativa profunda. Entretanto a endometriose é considerada uma doença multifocal, isto é, na maiorias das vezes ela se apresenta em mais de um tipo na mesma paciente: superficial e ovariana, intestinal e ovariana, as três juntas e assim por diante. Todos os três têm o nome de endometriose, mas são consideradas doenças diferentes, pois não possuem a mesma origem e por isto recebem tratamentos diferenciados. Esta divisão tem facilitado o tratamento e a cura, e mostra a importância do médico especialista em conhecer cada um dos detalhes que envolvem a doença, conseguindo-se assim separar o “joio do trigo”. A endometriose costuma provocar medo nas mulheres, que pode ser justificado, muitas vezes, pelo desconhecimento de sua causa. Porém, nem sempre o aparecimento da doença é motivo de desespero e precisa ser combatido urgentemente.

Conheça os 3 tipos de endometriose e saiba quais são as principais características:

>> Superficial: É caracterizada por lesões muito pequenas, de um a dois milímetros, na região pélvica da mulher. Os exames de imagem não são capazes de detectar o problema e seu diagnóstico ocorre apenas quando a cirurgia é realizada. “O tipo (superficial) pode ou não trazer problemas clínicos, pois não sabemos se essas pequenas lesões crescem ou regridem espontaneamente”, explica o Dr. Sergio Podgaec, ginecologista do Einstein. “Ou seja, é possível que existam muitas mulheres com a doença e elas nunca saberão disso. Assim, nem sempre a mulher que possui essa lesão deve fazer algum tipo de procedimento. Na maioria dos casos, o importante é fazer o acompanhamento para saber se a doença evolui.” >> De ovário: Também conhecida como endometrioma de ovário, é uma das formas mais comuns da doença, acometendo, segundo dados do especialista do Einstein, aproximadamente 40% das mulheres que têm a doença. “Neste caso surge um cisto no ovário da mulher que geralmente só é detectado por meio de um exame de imagem”, explica Podgaec. De acordo com o médico, nem sempre a doença pode ser detectada apenas com exame de toque na mulher, com exceção das vezes em que o cisto é muito grande. >> Profunda: É o tipo mais avançado da endometriose. Caracterizado quando a mulher possui lesões com mais de 5 milímetros de espessura e pode afetar intestino, vagina, bexiga, ureter e outros órgãos. “Seu diagnóstico é realizado por meio de toque ou de exames de imagem. Este é o tipo que normalmente gera mais dor na mulher”, diz o cardiologista. Segundo ele, o tipo de sintoma varia de acordo com o local onde a doença acontece. “Geralmente, a suspeita pode ser mais precisa porque a mulher sente dor no local em que a doença está. Ou seja, sintomas intestinais podem se relacionar com a presença de lesões intestinais, sintomas urinários com lesões na bexiga e dor na relação sexual com nódulos no fundo vaginal.”

Outras formas de endometriose

# Endometriose de parede: Esta forma da doença aparece após uma cirurgia uterina, seja uma cesárea, histerectomia ou miomectomia. Durante a cirurgia, células do endométrio acabam ficando na cicatriz cirúrgica e ali proliferam e formam um nódulo de endometriose. O quadro clínico consiste em um nódulo abaixo de uma cicatriz cirúrgica que dói e aumenta durante o fluxo menstrual! O tratamento é sempre cirúrgico e consiste na remoção do nódulo. De forma contrária ao que fazemos nos outros tipos de endometriose esta não precisa de complementação medicamentosa após a cirurgia e tampouco da prevenção da recidiva. # Endometriose pulmonar ou pleural: É extremamente rara. Ainda não sabemos com as células endometriais vão parar tão longe! Talvez elas entrem em um vaso sanguíneo ou linfático e cheguem aos pulmões. A mulher com endometriose pulmonar pode se queixar de tosse com sangue durante o fluxo menstrual. # Septo reto-vaginal: É extremamente rara, acomete o tecido que fica entre o reto e a vagina. Sua origem ainda é controversa, entretanto, acredita-se que pode derivar da transformação de algum resquício da formação dos órgãos genitais em células endometriais. O tratamento pode ser clínico ou cirúrgico.

Classificação da endometriose

O sistema de classificação de ASRM é comumente utilizado atualmente e baseia-se no aspecto, tamanho e profundidade de implantes peritoneais e ovarianos; na presença, extensão e tipo de aderências; e no grau de obliteração do fundo de saco. Estes parâmetros, em conjunto, refletem a extensão da doença endometriótica. Os estádios são dependentes da pontuação de acordo com indicado abaixo: - Estágio I (endometriose mínima): escore 1-5, implantes isolados e sem aderências significantes. - Estágio II (endometriose leve): escore 6-15, implantes superficiais com menos de 5 cm, sem aderências significantes. - Estágio III (endometriose moderada): escore 16-40, múltiplos implantes aderências peritubárias e periovarianas evidentes. - Estágio IV (endometriose grave): escore > 40, múltiplos implantes superficiais e profundos, incluindo endometriomas, aderências densas e firmes. FONTES: por Augusto Pio / Saúde / Estado de Minas / Valéria Mendes / Saúde / Correio Braziliense / Hospital Albert Einstein // lersaude.com.br/risco-de-aborto-espontaneo-e-maior-para-mulheres-com-endometriose/

DESCOBERTO PLANETA "IRMÃO" DE JÚPITER A 100 ANOS-LUZ DE DISTÂNCIA

Um novo sistema instalado na Terra desenhado para captar imagens de planetas fora do sistema solar descobriu o seu primeiro astro. O planeta foi chamado 51 Eridani b e foi descoberto pelo Gemini Planet Imager, o sistema montado no telescópio Gemini South no Chile. O Eridani b encontra-se a cerca de 100 anos luz do Sistema Solar. O exoplaneta tem uma massa duas vezes maior do que Júpiter mas de resto é muito semelhante ao nosso gigante vizinho. A sua atmosfera é rica em metano, um elemento também presente na atmosfera de Júpiter. "Muitos dos astrônomos de exoplanetas tinham imagens de atmosferas que pareciam estrelas, este parece um planeta" disse Bruce Macintosh, co-autor do estudo sobre o novo planeta, citado pelo Mashable. O Gemini Planet Imager capta imagens diretas dos exoplanetas, ao contrário do telescópio espacial Kepler, que procura sinais da existência de planetas através da redução da luminosidade da estrela que eles orbitam quando estes passam em frente a ela. O Eridani b é na verdade mais novo que Júpiter e está mais afastado da sua estrela do que Júpiter está do Sol. No nosso Sistema Solar, este novo planeta orbitaria entre Saturno e Urano. Também a estrela daquele sistema, 51 Eridani, é muito mais nova que o Sol: este tem 4,5 bilhões de anos e a 51 Eridani tem apenas 20 milhões de anos. Esta relativa juventude da 51 Eridani - já com um sistema planetário associado - vem contribuir para a discussão científica de como se formam os planetas. Existem duas teorias dominantes sobre a formação de planetas: uma defende que os planetas têm maioritariamente um início "frio"; outra de que tiveram um início "quente". Os planetas do Sistema Solar terão tido um início "frio", ou seja, formaram-se através da junção de pequenas partículas, até que é criado um núcleo firme, que depois atrai gases para que seja formada uma atmosfera. Por outro lado, os planetas podem ter um início "quente", em que os materiais do disco solar - material solar que sobra da formação da estrela - em movimento rápido, se junta em aglomerados que criam de formam muito mais rápida os planetas. Muitos dos exoplanetas descobertos até agora poderiam ter surgido através do processo "quente". No entanto, o 51 Eridani b "é o primeiro que está suficientemente frio e suficientemente perto de uma estrela para ter sido formado à 'maneira antiga'" disse Macintosh, ou seja, como aconteceu em órbita do Sol. O que leva este cientista a dizer que "todo este sistema planetário pode ser muito parecido com o nosso". Fontes: issoeciencia6.blogspot.com.br/2015/08/planeta-irmao-de-jupiter-descoberto-100.html// www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=4728998&page=-1