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domingo, 30 de agosto de 2015
NOVA TEORIA DIZ QUE HUMANOS COM FATOR RH NEGATIVO PERTENCENTE À UMA LINHAGEM EXTRATERRESTRE
Nós humanos temos quatro tipos sanguíneos gerais: A, B. AB e O. Esta classificação é derivada, de acordo com cientistas, das proteínas que são encontradas na superfície celular projetadas para combater bactérias e vírus no corpo humano. A grande maioria dos humanos neste planeta possui estas proteínas, o que significa que seu fator sanguíneo é Rh Positivo. Mas um grupo minoritário, com Rh Negativo, falta estas proteínas. Assim, como seria esta crucial diferença explicada cientificamente? E por que ela existe? Através dos anos, vários estudos científicos têm procurado por estas respostas.
Agora, alguns cientistas acreditam ter encontrado uma coisa fascinante a respeito dos Rhs Positivo e Negativo. De acordo com esta teoria “científica”, num passado distante, seres extraterrestres visitaram a Terra e criaram, através de “manipulação genética”, o Rh Negativo, com a intenção de criarem uma raça de “escravos”.
O povo Basco da Espanha e França possui o maior percentual de sangue com Rh negativo. Aproximadamente 30% possui (rr) Rh Negativo e aproximadamente 60% carrega um gene (r) negativo.
Mas, alienígenas…realmente? Segundo os investigadores, isto explicaria o porquê das mães com Rh Negativo não tolerarem fetos com Rh Positivo; assim, esta intolerância radical e difícil de explicar pela maior parte das leis naturais deriva de uma modificação genética antiga, o que explica porque os grupos de Rh Positivo e Rh Negativo tendem a se ‘repelir, ao invés de se juntar.
Esta teoria nos leva aos tempos da antiga Suméria, quando uma raça de alienígenas altamente avançados teria vindo de outro lugar do cosmos; Os Anunnakis, teriam construído e criado as primeiras sociedades humanas.
Acredita-se que estes seres antigos planejaram e alteraram geneticamente as espécies humanas primitivas, criando seres mais fortes e mais ‘adequados’, os quais foram usados como escravos num passado distante.
O Rh Negativo seria o legado que os Anunnakis deixaram na Terra, entre outras coisas. De forma interessante, o tipo Rh Negativo é característico, por exemplo, na família real britânica, o que gerou muitas teorias controversas sobre uma possível linhagem extraterrestre. Embora esta hipótese não tenha sido confirmada, as questões perturbadoras que ela gera pairam no ar: Como o mundo civilizado iria reagir ao fato de que uma porção pequena da população terrestre possui código genético que foi alterado no passado distante por seres extraterrestre altamente avançados?
E se fosse possível que o grupo de pessoas com Rh Negativo tivesse uma conexão com seres de fora da Terra? E se ainda houver uma conexão misteriosa entre eles? Como a vida na Terra mudaria?
FONTE:ancient-code.com/humans-with-blood-type-rh-negative-belong-to-an-extraterrestrial-lineage-according-to-new-theory/
domingo, 21 de junho de 2015
NOVA TEORIA APOIA A TESE DE QUE O UNIVERSO NÃO EXISTE, ATÉ QUE OLHEMOS PARA ELE
O Universo não existe se pararmos de olhar para ele!Isto de acordo com uma famosa teoria da mecânica quântica, a qual argumenta que o comportamento passado de uma partícula muda, baseado no que vemos. Agora os cientistas executaram um novo experimento provando que esta teoria é verdadeira na escala dos átomos.
De acordo com as regras da mecânica quântica, a fronteira entre o ‘mundo lá fora’ e a nossa própria consciência subjetiva está ofuscada.
Quando os físicos olham para os átomos ou partículas de luz, o que eles vêem depende de como o experimento está ajustado.
Para testar isto, os físicos da Universidade Nacional Australiana (sigla ANU, em inglês) recentemente conduziram o que é conhecido como o experimento do pensamento de escolha atrasada de John Wheeler. O experimento envolve um objeto em movimento, para o qual é dada a escolha de agir como uma partícula ou como uma onda. Então, o experimento de Wheeler pergunta – em qual ponto o objeto toma a decisão?
O bom senso dita que o objeto não seja nem similar à uma onda, nem à uma partícula, independentemente de como o mensuramos. Mas a física quântica prediz que a observação do comportamento similar à uma onda ou à uma partícula depende somente de como o objeto é realmente mensurado ao final de sua jornada. Isto é exatamente o que a equipe australiana descobriu.
“Isto prova que a mensuração é tudo. Ao nível quântico, a realidade não existe se você não estiver olhando para ela“, disse o Professor Associado Andrew Truscott.
Apesar da aparente estranheza, os resultados confirmam a validade da teoria quântica. A teoria quântica governa o mundo das coisas muito pequenas e tem permitido o desenvolvimento de muitas tecnologias, tais como o LED, o laser e chips de computadores.
A ANU inverteu o conceito original de Wheeler dos fachos de luz sendo refletidos por espelhos e, ao invés disso, usou átomos esparramados por uma luz laser.
“As previsões da física quântica sobre a interferência eram estranhas o suficiente quando aplicadas à luz, a qual parecia mais como uma onda“, disse Roman Khakimov, aluno em PhD. “Mas, a aplicação do experimento com átomos, que são coisas complicadas, os quais possuem uma massa e interferem com campos elétricos e assim por diante, adiciona à estranheza.”
Primeiramente, a equipe do Professor Turscott prendeu um grupo de átomos de hélio num estado de suspensão, conhecido como condensado Bose-Einstein, e então os ejetou até sobrar somente um átomo. O único átomo foi então derrubado através de uma par de fachos laser, que formaram um padrão de grade agindo como um cruzamento, da mesma forma que uma grade sólida iria espalhar a luz.
Uma segunda grade de luz, para combinar novamente os trajetos, foi adicionada de forma aleatória, o que levou à uma interferência construtiva ou destrutiva, como se o átomo tivesse viajado em ambas as trajetórias.
Quando a segunda grade de luz não era adicionada, nenhuma interferência foi vista. Era como se o átomo tivesse escolhido somente uma trajetória. Porém, um número aleatório que determinava se a grade era adicionada foi somente gerado após o átomo ter passado através do cruzamento.
“Se você escolher acreditar que átomo realmente tomou uma trajetória em particular, ou várias, então você deve aceitar que uma mensuração futura esteja afetando o passado do átomo“, disse Truscott.
“Os átomos não viajaram de A para B. Somente quando eles foram mensurados no final de suas trajetórias que seus comportamentos como onda, ou como partícula, foram trazidos à existência“, disse ele.
Fonte: http://ovnihoje.com/2015/06/06/nova-teoria-apoia-a-ideia-de-que-o-universo-nao-existe-ate-que-olhemos-para-ele/#axzz3cb2sfqq6
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
A MORTE EXISTE? NOVA TEORIA DIZ QUE 'NÃO'
Muitos de nós temem a morte. Acreditamos na morte porque nos foi dito que iremos morrer. Associamo-nos com o corpo, e sabemos que corpos morrem. Porém, uma nova teoria científica sugere que a morte não seja o evento final.
Um aspecto bem conhecido da física quântica é a de que certas observações não podem ser absolutamente previstas. Ao invés disso, há uma gama de observações possíveis, cada uma com uma probabilidade distinta. Uma explicação de tendência predominante, a interpretação de ‘muitos-mundos’, declara que cada uma destas possíveis observações corresponde a um diferente universo (o ‘multiverso’).
Uma nova teoria científica, chamada de biocentrismo, refina estas ideias. Há um número infinito de universos, e tudo que poderia possivelmente acontecer ocorre em algum universo. a morte não existe no sentido real dentro destes cenários. Todos os possíveis universos existem simultaneamente, irrelevantemente do que aconteça em qualquer um deles. Embora os corpos individuais estejam destinados à auto destruição, o sentimento vivo (‘Quem sou eu?’) é somente uma fonte de energia de 20 Watts que opera no cérebro. Mas esta energia não desaparece com a morte. Um dos conceitos mais certos da ciência é o de que a energia nunca morre; ela não pode ser criada, nem destruída. Mas esta energia transcende de um mundo para outro?
Considere um experimento que foi recentemente publicado na Science, mostrando que os cientistas podiam retroativamente mudar as coisas que haviam acontecido no passado. Partículas tinham que decidir como se comportar quando atingiam um divisor de facho. Mais tarde, a pessoa que conduzia o experimento podia ligar ou desligar um segundo interruptor. O resultado foi que aquilo que o observador decidia naquele momento determinava o que a partícula fazia no passado.
Desconsiderando a escolha que você, o observador, faça, é você que irá sentir o resultado. As ligações entre estas várias histórias e universos transcendem nossas ideias clássicas ordinárias do espaço e do tempo. Pense na energia de 20 Watts como uma simples holografia que projeta esta ou aquele resultado em uma tela. Se você ligar ou desligar o segundo divisor de facho, ainda é a mesma bateria ou agente responsável pela projeção.
De acordo com o Biocentrismo, o espaço e o tempo não são objetos rígidos como pensamos. Abane sua mão através do ar – se você tirar tudo, o que sobra? Nada.
O mesmo se aplica ao tempo. Você não pode ver nada através do osso que cerca o seu cérebro. Tudo que você vê e sente agora é um redemoinho de informações ocorrendo em sua mente. O espaço e o tempo são simplesmente ferramentas para colocar tudo junto.
A morte não existe num mundo sem tempo e sem espaço. No final, até mesmo Einstein admitiu: “Agora Besso [um velho amigo] partiu deste estranho mundo um pouco antes de mim. Isto não significa nada. As pessoas como nós… sabemos que a diferença entre o passado, o presente e o futuro é somente uma ilusão teimosamente persistente“.
A imortalidade não significa uma existência perpétua em um tempo sem fim, mas sim reside fora do tempo.
Fonte: www.robertlanza.com
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