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sexta-feira, 21 de abril de 2017
OS HUMANOS PRECISARÃO MODIFICAR SEUS CORPOS PARA SOBREVIVER EM MARTE?
Viver no espaço – particularmente em Marte – é algo que fascina a nossa espécie há décadas. Recentemente, o fundador da SpaceX, Elon Musk, decidiu que iria colocar muita grana num plano para colonizar o Planeta Vermelho. A NASA também tem planos com sua “Jornada a Marte” em 2030. Há muitas outras iniciativas e planos mais obscuros para colonizar Marte, liderados por celebridades, bilionários e até mesmo os Emirados Árabes.
Mas existe uma grande diferença entre colocar os pés em Marte e construir uma base de longo prazo num outro planeta. Em relação à colonização humana de Marte, há uma série de preocupações – em particular, como os humanos iriam lidar, tanto fisicamente quanto psicologicamente, com um ambiente tão severo? Num estudo publicado recentemente no periódico Space Policy, Konrad Szocik, cientista de cognição da Universidade de Tecnologia da Informação e Gerenciamento em Rzeszow, na Polônia, aponta que mandar astronautas para viver um tempo na Estação Espacial Internacional não é o treinamento adequado para preparar a habitação em Marte. Na verdade, Szocik depreende que os humanos precisarão alterar seus corpos de uma maneira bem extrema para conseguir se sustentarem numa colônia marciana. Outros entusiastas dessa ideia, incluindo Elon Musk, discordam.
“Minha ideia é que o corpo e a mente humana são adaptadas para viver num ambiente terrestre. Consequentemente, alguns desafios fisiológicos e psicológicos durante a jornada e depois, durante o cotidiano em Marte, provavelmente serão muito difíceis para que os humanos sobrevivam. Por exemplo, nós deveríamos levar em conta o alto risco de problemas de saúde durante uma missão dessas e a falta de ajuda e cuidados médicos profissionais diretos”, disse Szocik ao Gizmodo por email.
No seu artigo, Szocik explora alguns dos tratamentos preventivos que outros pesquisadores sugeriram para astronautas, antes que fossem para Marte. Ele nota que alguns sugeriram “deixar a tripulação em coma antes da jornada”, o que reduziria as necessidades de energia, preveniria atrofia dos músculos e proveria uma proteção extra à radiação do espaço profundo, e até “remover o apêndice para evitar grandes perigos”.
De fato, em 2012, pesquisadores do Instituto Nacional de Saúde dos EUA (NIH) enumeraram os riscos potenciais e as vantagens de se realizar apendicectomia e colecistectomia – remoção do apêndice e da vesícula biliar, respectivamente – antes de enviar astronautas a longas viagens espaciais. A lógica é bem simples: se o apêndice ou a vesícula biliar de alguém estourarem no espaço, uma cirurgia seria mais do que desagradável – seria impossível.
Szocik argumenta também que as primeiras missões tripuladas para Marte poderiam ter uma carga psicológica muito pesada. Mesmo que os primeiros colonizadores passem por um preparo mental forte, a pressão do isolamento num ambiente de alto risco é assustadora. No entanto, os primeiros resultados do experimento HI-SEAS da NASA, que imita esse isolamento ao manter pequenas equipes num domo perto do vulcão Mauna Loa no Havaí, são promissores. Recentemente, uma equipe passou um ano num ambiente parecido com o de Marte, e seus membros voltaram do confinamento bem positivos e animados.
“Realmente, os problemas psicológicos (“saúde comportamental” na terminologia da NASA) serão uma grande preocupação”, disse Mark Shelhamer, ex-cientista chefe do programa de pesquisa humana da NASA, ao Gizmodo. “Nesse sentido, a EEI não é o melhor local para simular uma missão para Marte. A EEI é isolada e confinada (embora não tanto quanto uma nave espacial para Marte será). No entanto, as equipes se revezam para que sejam enviadas novas pessoas a cada três meses, e existe uma estrutura bem robusta e efetiva de apoio psicológico (os astronautas podem falar com amigos, família, físicos e psicólogos na Terra a qualquer momento, sem nenhum atraso de comunicação)”.
No geral, Szocik diz que nenhuma preparação na Terra conseguirá dar, necessariamente, tudo o que uma pessoa precisa para sobreviver em Marte a longo prazo. “Acho que a medicina pode ser insuficiente e que serão necessárias algumas soluções permanentes, como modificações genéticas e/ou cirúrgicas”, disse ele, acrescentando que deveríamos usar a ideia de trans-humanismo – segundo a qual, aproveitando a ciência e a tecnologia, podemos melhorar nossos corpos e mentes para sobreviver em ambientes muito diferentes – para nos prepararmos.
Esse conceito não é exatamente novo: futuristas propõem há muito tempo que a humanidade precisará usar a biologia, nanotecnologia, tecnologia da informação e ciência cognitiva para se tornar mais equipada para a vida no espaço. E, embora a ideia de acelerar nossa evolução biológica para aumentar as chances de sobrevivência em Marte soe interessante, não são todos que acreditam que essa seja uma ideia viável, ética ou necessária.
“Pessoas já sugeriram selecionar astronautas com base em predisposições genéticas para coisas como resistência à radiação. É claro que essa ideia está repleta de problemas. Primeiro, é ilegal escolher candidatos de emprego com base em informações genéticas. Depois, existem consequências não intencionais ao fazer manipulações como essa, e quem é que sabe o que pode piorar se escolhermos e selecionarmos o que achamos que deve ser feito melhor?”, disse Shelhamer.
Embora Shelhamer admita que as ideias de Szocik sejam interessantes, ele sente que elas são, no final das contas, desnecessárias. “Acho que podemos dar aos astronautas as ferramentas – físicas, mentais e operacionais – para que eles sejam, individualmente e como um grupo, resilientes diante do desconhecido. É nisso que estou trabalhando agora, mas ainda está nos primeiros estágios. Que tipo de pessoa prospera em ambientes extremos? Que tipo de estruturas missionárias existem para ajudar essa pessoa? É isso o que precisa ser examinado sistematicamente”, disse.
O futuro presidente de Marte, Elon Musk, foi mais direto quando pedimos para que comentasse a ideia de que humanos precisariam alterar sua biologia para sobreviver em Marte, dizendo que toda a premissa era “ridícula”. “Estar no espaço profundo ou na órbita da Terra por longos períodos é muito pior do que estar em Marte. Buzz Aldrin ainda está bem, assim como outros astronautas”, disse Musk ao Gizmodo, via DM no Twitter.
Mesmo que os mais otimistas estejam certos, e nós não tenhamos que nos modificar para viver de forma saudável em Marte, uma grande questão permanece ao pensar na colonização: como iremos nos reproduzir? Embora não seja tão ruim quanto o espaço profundo, a superfície de Marte sofre de intensa radiação, devido ao fato da sua atmosfera ser muito mais fina do que a da Terra e não possuir um campo magnético para desviar partículas energéticas. Isso é particularmente preocupante para as mulheres que gostariam de engravidar, já que pequenas doses de radiação ionizante podem ter graves consequências para a saúde dos fetos. Com toda a probabilidade, assentamentos de longo prazo teriam que ser construídos sob a superfície do planeta para proteger as pessoas, especialmente os jovens, idosos, doentes e grávidas, das partículas energéticas solares e dos raios cósmicos galácticos.
“Não sabemos como a gravidade reduzida e a radiação irão afetar o processo de reprodução humana. Podemos supor que esse impacto será prejudicial”, disse Szocik.
Szocik acrescentou que, para manter uma colônia capaz de sustentar a si mesma sem realizar cruzamentos consanguíneos, teríamos que enviar um monte de gene para Marte, o que poderia ser difícil. Dessa forma, ele sugere “levar em consideração uma oportunidade de clonar humanos ou outros métodos similares”, para manter a colônia.
Levar a humanidade para vários planetas soa emocionante. Também soa terrível! Esperemos que as próximas missões como Rover 2020 da NASA nos deem mais informações sobre como poderíamos viver (e transar) em um planeta frio e insensível.
FONTE: http://gizmodo.uol.com.br/humanos-modificar-corpos-marte/
domingo, 30 de agosto de 2015
NOVA TEORIA DIZ QUE HUMANOS COM FATOR RH NEGATIVO PERTENCENTE À UMA LINHAGEM EXTRATERRESTRE
Nós humanos temos quatro tipos sanguíneos gerais: A, B. AB e O. Esta classificação é derivada, de acordo com cientistas, das proteínas que são encontradas na superfície celular projetadas para combater bactérias e vírus no corpo humano. A grande maioria dos humanos neste planeta possui estas proteínas, o que significa que seu fator sanguíneo é Rh Positivo. Mas um grupo minoritário, com Rh Negativo, falta estas proteínas. Assim, como seria esta crucial diferença explicada cientificamente? E por que ela existe? Através dos anos, vários estudos científicos têm procurado por estas respostas.
Agora, alguns cientistas acreditam ter encontrado uma coisa fascinante a respeito dos Rhs Positivo e Negativo. De acordo com esta teoria “científica”, num passado distante, seres extraterrestres visitaram a Terra e criaram, através de “manipulação genética”, o Rh Negativo, com a intenção de criarem uma raça de “escravos”.
O povo Basco da Espanha e França possui o maior percentual de sangue com Rh negativo. Aproximadamente 30% possui (rr) Rh Negativo e aproximadamente 60% carrega um gene (r) negativo.
Mas, alienígenas…realmente? Segundo os investigadores, isto explicaria o porquê das mães com Rh Negativo não tolerarem fetos com Rh Positivo; assim, esta intolerância radical e difícil de explicar pela maior parte das leis naturais deriva de uma modificação genética antiga, o que explica porque os grupos de Rh Positivo e Rh Negativo tendem a se ‘repelir, ao invés de se juntar.
Esta teoria nos leva aos tempos da antiga Suméria, quando uma raça de alienígenas altamente avançados teria vindo de outro lugar do cosmos; Os Anunnakis, teriam construído e criado as primeiras sociedades humanas.
Acredita-se que estes seres antigos planejaram e alteraram geneticamente as espécies humanas primitivas, criando seres mais fortes e mais ‘adequados’, os quais foram usados como escravos num passado distante.
O Rh Negativo seria o legado que os Anunnakis deixaram na Terra, entre outras coisas. De forma interessante, o tipo Rh Negativo é característico, por exemplo, na família real britânica, o que gerou muitas teorias controversas sobre uma possível linhagem extraterrestre. Embora esta hipótese não tenha sido confirmada, as questões perturbadoras que ela gera pairam no ar: Como o mundo civilizado iria reagir ao fato de que uma porção pequena da população terrestre possui código genético que foi alterado no passado distante por seres extraterrestre altamente avançados?
E se fosse possível que o grupo de pessoas com Rh Negativo tivesse uma conexão com seres de fora da Terra? E se ainda houver uma conexão misteriosa entre eles? Como a vida na Terra mudaria?
FONTE:ancient-code.com/humans-with-blood-type-rh-negative-belong-to-an-extraterrestrial-lineage-according-to-new-theory/
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
AS MUTAÇÕES DO VÍRUS EBOLA OCORREM 2 VEZES MAIS RÁPIDO EM HUMANOS DO QUE EM ANIMAIS
CÉLULA INFECTADA COM VÍRUS DO EBOLA
Segundo o último relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde sobre a epidemia de ebola na África Ocidental, já foram registrados mais de três mil casos e mais de 1,5 mil mortes nos quatro países atingidos pela doença (Guiné, Libéria, Serra Leoa e Nigéria). No sábado, a organização confirmou que o vírus chegou a mais um país, o Senegal, e recentemente afirmou que o número real de infectados pode ser de 20 mil. Em meio ao cenário alarmante, uma descoberta genética apontou um novo desafio para a contenção do surto: na medida em que passa de uma pessoa a outra, o ebola está sofrendo mutações 2 vezes mais depressa do que em outros animais hospedeiros, como o morcego frugívoro.
O estudo publicado na revista Science sequenciou amostras do genoma do vírus nos primeiros 78 pacientes a serem infectados em Serra Leoa. Os pesquisadores registraram mais de 300 alterações genéticas localizadas sobretudo na glicoproteína, molécula responsável pela ligação do vírus nas nossas células – processo a partir do qual ele começa a se reproduzir. É por meio desta proteína que o sistema imunológico identifica o parasita.
“Como muitas das mutações alteram sequências protéicas e outros alvos biologicamente significativos, elas devem ser monitoradas para impactos em diagnósticos, vacinas e terapias críticas a uma resposta à epidemia”, diz o artigo publicado na revista 'Science'. Além de impor novas dificuldades ao tratamento que já enfrenta diversas barreiras, as mutações podem comprometer também a eficácia de drogas experimentais como a ZMapp, que curou infectados na Libéria e dois missionários americanos que contraíram ebola em Serra Leoa.
Através do sequenciamento do genoma, foi possível reconstruir a rota do vírus naquele país. Os pesquisadores descobriram que a via de entrada da doença ocorreu no dia 25 de maio, quando diversas pessoas infectadas de Guiné atenderam ao chamado de uma curandeira tribal de Serra Leoa que alegava ser capaz de curar a enfermidade. Ao invés de salvar aqueles que foram ao seu encontro, a xamã acabou adoecendo e morreu, sendo velada em um funeral com grande comoção. Como o ebola é transmitido mesmo por cadáveres, a partir deste evento a epidemia começou a se espalhar exponencialmente pelo país.
Numa medida pouco comum, os pesquisadores disponibilizaram os dados na internet assim que eles foram disponibilizados, para garantir que colegas pudessem ter um acesso mais dinâmico e se instrumentalizar na luta contra o surto. Dos 58 autores e co-autores da pesquisa, cinco morreram vítimas do vírus, entre eles o médico Sheik Umar Khan, considerado um herói em Serra Leoa e uma das principais referências mundiais no combate ao ebola.
FONTE:abc.net.au/science/articles/2014/08/29/4076805.htm
sábado, 26 de abril de 2014
ALIENS COLHEM AMOSTRAS DE SÊMEN E ÓVULOS DE ABDUZIDOS HUMANOS PARA SUAS EXPERIÊNCIAS GENÉTICAS
Quando a ciência da ufologia apareceu, o fenômeno do OVNI foi associado com alienígenas verdes do espaço profundo preto, estudando o planeta Terra com fins científicos ou militares. No final do século 20, ufólogos começam a falar sobre a intenção de seres extraterrestres para se obter o material genético humano.
Em 16 de outubro de 1957 com 23 anos de idade, um agricultor brasileiro Antonio Vilas Boas estava trabalhando em seu campo, quando o motor de seu trator parou de repente. Em apenas alguns minutos o agricultor viu um "disco voador" acima de sua cabeça. A nave pousou no campo, e Antônio viu três humanóides do UFO sobre a área remota sair. Os ets estavam se aproximando do jovem e Antônio entrou em pânico, ele não tinha idéia sobre a intenção dos alienígenas. Assim fez a sua mente para lutar. Os ets eram mais fortes em número, eles arrastaram o homem aterrorizado para sua nave espacial. Eles rasgaram as roupas do fazendeiro e jogaram fora, o amarraram a uma mesa de metal e realizara, um exame meticuloso médico. Eles aparentemente encontraram seu cativeiro saudável, um deles injetou uma substância desconhecida e saiu da sala. Em um longo tempo, Antônio zonzo, viu que a porta se abriu e ele viu uma loira bonita nua. A menina virou o jovem - e o agricultor estava fazendo amor com a mulher extraterrestre por várias horas, sem dizer uma palavra. Em uma de suas entrevistas a repórteres Antônio disse: "Quando ela estava indo embora, ela se vira, apontou para a barriga, sorriu e apontou para o céu."
Após esse encontro notável, Antônio começou um desejo de conhecimento. Um ano depois, ele entrou para o departamento de direito da universidade local, com sucesso, formou-se e tornou-se um brilhante advogado.
Tornou-se conhecido na década de 1950, os ets frequentemente visitam-no na Terra com fins matrimoniais. Bem-americano conhecido contatado Howard Menger foi uma das poucas pessoas, que tiveram a oportunidade de conhecer uma fêmea alienígena. O nome da 'mulher' era Marla. Ela disse que nasceu há 500 anos na constelação de Leão. Menger caiu profundamente no sexo com a mulher do espaço. Ele se divorciou de sua esposa e se casou com Marla. Esta última obteve a cidadania americana e preferiu o conforto da casa de Menger a vôos intergalácticos.
Elizabeth Klarer foi uma das primeiras mulheres, que supostamente teve um caso de amor com um homem extraterrestre. Em 1956, ela se apaixonou por um 'homem' chamado Akon. O alienígena levou para seu planeta Metok . Ele seduziu a mulher lá e Elizabeth se entregou ao menino et. Depois que o et não precisava mais da mulher ele a mandou-a de volta para a Terra. Elizabeth Klarer morreu na solidão, em 1994, na África do Sul. Ela acreditava firmemente que seu filho Ayling permaneceu em algum lugar em Alpha Centauri.
Há uma série de outros exemplos de relações íntimas entre os seres terrestres e extraterrestres. Há vários anos, a escola Harward médica propôs ao professor John Mack para explorar o fenômeno dos contatos sexuais com alienígenas. O psicólogo experiente era inicialmente cético em vez sobre sua pesquisa, embora ele chegou a conclusões inacreditáveis. O professor estudou e analisou uma série de histórias sobre sequestros. Ele concluiu que os ets conduziram experimentos genéticos sobre as pessoas. Aliens examinam os seres humanos em laboratórios especiais, colhem amostras de sêmen de homens e amostras de óvulos de mulheres. Às vezes, eles colocam um óvulo fertilizado no útero, e a mulher tem a criança durante as primeiras semanas de seu desenvolvimento. Então eles levam o embrião e continuam mantendo a sua vida. Professor Mack disse, os ets mostraram bebês híbridos para suas mães, às vezes. Uma mulher foi raptada repetidamente dois anos após o primeiro sequestro. Humanóides mostraram ao abduzido seu filho brincando em uma sala especial. O menino não parecia uma criança normal, mas a mulher não poderia ajudar a cuidar dele. Ets saúdam o instinto maternal e deixam a mulher ficar com seu bebê por vários meses.
A ciência moderna não tem nenhuma evidência convincente para provar contatos sexuais com alienígenas. No entanto, tais contatos têm acontecido por diversas eras, já. Descrições deles pode ser encontrado em numerosos contos, onde as pessoas são raptadas por fadas, anões, monstros marinhos, em lendas sobre criaturas demoníacas succubus e incubus e assim por diante e assim por diante. Hoje em dia, algumas mulheres dizem que tinha sido vítima de violência sexual por parte de seres extraterrestres. Uma garota californiana de 19 anos deu à luz a um bebê de pele azul e web-footed. A menina disse que ela havia sido estuprada por uma teia de ets. Ela alegou ninguém acreditou na história dela e ela tinha que manter a criança extraterrestre para provar a sua legitimidade.
Fonte: thelostancients.com/
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
HÍBRIDOS DE ETS E HUMANOS VIVEM ENTRE NÓS?
Que o mundo está cheio de gente estranha, disso a gente está cansado de saber. Gente feia demais, bonita demais. Inteligente demais, inocente demais. Pois é. Mas o que, para a maioria das pessoas, poderiam ser considerados simples traços físicos ou de personalidade, para os conspirólogos de plantão podem ser pistas que nos levam a seres híbridos. Em outras palavras, seres resultantes de cruzamentos de ETs com humanos.
Segundo explica a ufologia, os híbridos são criaturas que vivem entre nós já faz um tempão. E se você pensou que esses mutantes são verdinhos e chifrudos, esqueça, caro leitor. Fisicamente, eles seriam iguaizinhos a nós, reles mortais. Só que com poderes especiais, como telepatia e leitura de mentes, por exemplo. Portanto, identificar um híbrido é tarefa para especialistas no assunto.
O escritor inglês David Icke, por exemplo, se diz bom nisso. Ele afirma com todas as letras que os ETs da raça reptiliana – répteis bípedes, com asas nas costas e rabos de lagarto – estão entre nós há mais de 10 000 anos transando adoidado com terráqueas. Seus filhos, netos, bisnetos e por aí vai seriam aqueles que controlam o destino do planeta: bancos, indústrias, mídia e governos. Quer ver exemplos de reptilianos capazes de mudar de forma? A rainha Elizabeth II, da Inglaterra, e o presidente americano George W. Bush. Alguns seguidores da teoria de Icke garantem que a morte da princesa Diana teria sido um ritual de sacrifício aos lagartões espaciais.
Mas o que os ETs ganham enchendo a Terra de filhotes? A principal explicação dos ufólogos é preparar o terreno para a dominação total alienígena. A tese é defendida por David M. Jacobs, professor de História na Filadélfia (EUA) e autor do livro A Ameaça - Relatório Secreto: Objetivos e Planos dos Alienígenas. “O propósito alien é essencialmente gerar híbridos, por meio da mistura dos materiais genéticos deles com os dos humanos. Depois, eles integram estes seres na nossa sociedade até que restem apenas híbridos, sob completo domínio e controle dos próprios aliens”, explica Jacobs. “Estes híbridos podem apresentar emoções humanas, mas a lealdade deles pertence a seus criadores.” Segundo Jacobs, o cruzamento se dá por inseminação artificial e não por relações sexuais propriamente ditas. Homens ou mulheres escolhidos seriam abduzidos, levados à nave e, lá, teriam seus óvulos ou espermatozóides retirados para inseminação. Normalmente, quem gesta o bebê é uma humana, que dá à luz na nave.
Para Jacobs, o objetivo máximo dos aliens é a integração na sociedade humana. Para chegar lá, existiriam quatro programas: Programa de Abdução, que envolve indivíduos humanos selecionados para serem abduzidos de todas as partes do mundo; Programa de Procriação, que é o processo em que os aliens coletam óvulos e esperma humanos, alteram geneticamente o embrião fertilizado, incubam os fetos em hospedeiras humanas e fazem com que humanos interajam física e mentalmente com a prole para um apropriado desenvolvimento do híbrido; Programa de Hibridização, em que os aliens aperfeiçoam os híbridos para torná-los cada vez mais humanos, porém, com poderes extraterrestres; Programa de Integração, para quando, finalmente, os aliens assumirem o controle da nossa sociedade.
CASO SHANE
Na noite de 2 de maio de 1968, a jovem Shane Kurz, de Westmoreland, Nova York (EUA) teria visto um objeto cilíndrico no céu, caindo em sono profundo meia hora depois. Na manhã seguinte, Shane estava deitada na cama e a porta da frente da casa estava aberta. O chão tinha marcas de pegadas de lama e seus chinelos também estavam sujos. “Dois dias depois”, contou Shane, “percebi duas marcas avermelhadas no meu abdômen e uma linha no meu umbigo”. Em 1975, sob hipnose, ela se lembrou de alguns fatos. Recordou ter ouvido uma voz e ter visto uma luz no seu quarto. Depois, andou para um local lamacento próximo à sua casa. Lá, um feixe de luz quente a teria levado para o interior de um Ovni. Dentro dele, entrou numa sala parecida com um consultório médico. Um ser de olhos negros e sem nariz teria lhe dito: “Você é especial”, ordenando que ela tirasse a blusa e deitasse numa mesa. Esse ser, que Shane pensa ser o médico, teria lhe dito que ela era uma boa reprodutora. O tal médico levou a moça até uma outra sala onde uma agulha teria sido inserida no seu umbigo. Um humanóide consumou o ato sexual, dizendo que ela seria a mãe de um filho seu e logo não se lembraria de nada.
SEXO NO BRASIL
Um caso narrado para o site Ufogenesis foi o do brasileiro Joselino de Mattos. Na noite de 13 de abril de 1979, ele teria sido levado à bordo do objeto e ficado numa “sala de hospital”, onde vários humanóides teriam recolhido amostras de seu sêmen. Depois, Joselino teria mantido relações com uma mulher, que soltou a seguinte frase após o sexo: “Talvez uma semente sobreviva.”
Outro reprodutor humano e brasileiro foi o agricultor Antonio Villas-Boas, abduzido em outubro de 1957. Ele contou que foi levado para uma nave, onde ETs tiraram sua roupa, passaram óleo em seu corpo e o levaram para um quarto. Alguns minutos depois, uma mulher nua, de cabelos loiros, com olhos finos entrou no quarto. Sem dizer uma palavra, ela e Villas-Boas teriam mantido relações sexuais – sem se beijar na boca, bem entendido. Após a segunda vez, a mulher teria coletado o sêmen dele, colocando-o num potinho. Ao partir, ela apontou para a sua própria barriga e depois para o céu, como se quisesse dizer que o seu filho nasceria em um outro planeta.
Quando se trata de reprodução sem contato sexual, normalmente, os abduzidos narram a seguinte história: são levados contra a vontade para um cômodo da nave, onde são obrigados a tirar a roupa. Numa outra sala, são submetidos a vários exames por apalpação e instrumentais. Os homens são excitados sexualmente e têm o sêmen retirado na hora da ejaculação; já as mulheres têm um óvulo retirado por um instrumento que atravessa o umbigo. Em certos casos, um feto é implantado. Dias depois, estas mulheres, surpreendentemente constatam que estão grávidas – só que em breve elas são novamente levadas para um Ovni, onde o feto é extraído e criado em condições especiais.
Segundo David Jacobs, os alienígenas vêm advertindo com veemência aos acontecimentos catastróficos que a Terra viverá no dia em que eles forem maioria por aqui. Mas onde será que eles estão? Há quem jure que os híbridos têm inúmeros disfarces. Um dos mais corriqueiros seria o de técnico de computadores. Aqueles gentis rapazes que consertam as máquinas das empresas, sabe? Cuidado com eles, incauto leitor...
FONTE: SUPERINTERESSANTE
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