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terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

FACEBOOK VOLTA A COPIAR O SNAPCHAT COM O NOVO RECURSO WHATSAPP STATUS

O Facebook continua em sua cruzada contra o Snapchat. Desta vez, a empresa de Mark Zuckerberg replicou o conhecido formato de histórias do rival no seu aplicativo de mensagens WhatsApp, que acaba de completar 8 anos de história. Liberado a partir de hoje, 20/2, para os usuários do WhatsApp em aparelhos Android, iOS e Windows, o novo recurso WhatsApp Status chega para substituir as mensagens de texto usadas no status dos usuários. A partir de agora será possível tirar uma foto ou fazer um vídeo curto (de até 45 segundos) a partir do próprio app e então adicionar desenhos, texto e emojis, para que a imagem seja exibida como seu status por um prazo de 24 horas. Todas essas imagens ficarão em uma nova aba, chamada obviamente de status, onde também será possível visualizar e comentar nas atualizações dos seus contatos do WhatsApp. Com isso, o WhatsApp é o quarto aplicativo do Facebook a basicamente copiar o recurso de histórias do rival Snapchat, chegando depois do Instagram, do Facebook e do Messenger. Vale lembrar que o IPO (oferta pública de ações) do Snapchat, por meio da sua empresa mãe Snap Inc., está marcado para o próximo dia 2 de março. Disponibilidade Nesta primeira semana, o recurso será lançado para os seguintes países: França, Holanda, Itália, Espanha, Reino Unido, Israel e Arábia Saudita. Atualização Segundo o WhatsApp, o Status chega aos usuários do aplicativo no Brasil nesta quarta-feira, 22/2. FONTE:http://idgnow.com.br/internet/2017/02/20/facebook-volta-a-copiar-o-snapchat-com-o-novo-recurso-whatsapp-status/

INTEL TURBINA CHIPS ATOM COM 16 NÚCLEOS E RECURSOS PROFICIONAIS

Até então, o Intel Atom era mais conhecido como um chip de entrada para aparelhos móveis com desempenho instável. Mas isso deve mudar em breve. Isso porque os novos chips Atom C3000, anunciados nesta terça-feira, 21/2, possuem até 16 núcleos e são mais sofisticados do que nunca. Os chips são voltados para matrizes de armazenamento, equipamentos de redes e aparelhos de Internet das Coisas (IoT). Os novos chips possuem recursos encontrados principalmente em chips de servidores, incluindo ferramentas de redes, virtualização e correção de erros. Aparelhos de redes e armazenamento não exigem muito poderio, então os chips Atom se encaixam perfeitamente. Apenas alguns chips da Intel para servidores possuem mais de 16 núcleos, mas o número de núcleos do Atom significa que o processador pode lidar com mais fluxos de dados. O novo Atom C3000 se encaixa perfeitamente no plano de longo prazo da Intel de crescer nos mercados de servidores, Internet das Coisas e armazenamento. Para quem não lembra, a Intel deixou de fabricar chips Atom para smartphones em maio de 2016, e a linha dos processadores foi reconfigurada para incluir os chips E3900, para aparelhos de IoT, e os chips T5700 e T5500, usados nas placas Joule. Um recurso surpreendente do C3000 são as habilidades RAS (reliability, availability, and serviceability), mais comumente encontradas em chips Xeon top de linha. O recurso corrige erros de dados e evita crashes nos equipamentos de redes e armazenamento. FONTE:http://idgnow.com.br/ti-pessoal/2017/02/21/intel-turbina-chips-atom-com-16-nucleos-e-recursos-profissionais/

SAMSUNG APRESENTA NOVO PROCESSADOR EXYNOS 9 DE 10 NANÔMETROS

A Samsung revelou nesta quinta-feira, 23/2, um novo processador octa-core que combina uma CPU padrão com um modem gigabit LTE e uma unidade de processamento separada para aplicações de segurança, levando a especulações de que ele pode ter sido desenvolvido para o aguardado Galaxy S8, com lançamento previsto para abril. O novo Exynos 9 Series 8895 já está em produção e a Samsung que o chip seja usado em smartphones, headsets de realidade virtual e sistemas automotivos de informação e entretenimento. O novo chipset é o primeiro da Samsung a usar o processo de 10 nanômetros FinFET que entrega um desempenho até 27% melhor, além de consumir 40% menos energia quando comparado à tecnologia anterior de 14 nanômetros. O processador octa-core combina quatro gerações de núcleos principais de CPU de segunda geração da Samsung com quatro núcleos ARM Cortex-A53. Ele usa a tecnologia Samsung Coherent Interconnect (SCI) para entregar uma arquitetura de sistema heterogênea que permita cálculos mais rápidos para aplicações inteligência artificial e deep learning, segundo a fabricante. Para os gráficos, o Exynos 8895 usa a GPU Mali-G71, da ARM. O codec multi-formato (MFC) do chip também suporta gravação e reprodução de conteúdo em vídeo com resolução máxima de 4K UHD a 120 frames por segundo com suporte para os codecs de vídeo mais recentes, incluindo os padrões de compressão de vídeo HEVC (H.265), H.264 e VP9. O novo chip também possui uma unidade de processamento separada voltada para pagamentos móveis e relacionada a aplicações de segurança que utilizem reconhecimento de íris ou impressão digital, além de uma Vision Processing Unit (VPU) para visão de máquina que possa levar ao desenvolvimento de aparelhos com recursos de detecção de cantos usado em detecção de movimentos, registro de imagens, rastreamento de vídeos e reconhecimento de objetos. A Samsung não comentou se o novo processador será usado nos seus próximos smartphones top de linha, incluindo o Galaxy S8. FONTE: http://idgnow.com.br/mobilidade/2017/02/23/samsung-apresenta-novo-processador-exynos-9-de-10-nanometros/

O BURACO NEGRO DA VIA LÁCTEA PODE ESTAR AMPLIANDO O MAGNETISMO DE ESTRELAS

O BURACO NEGRO DA VIA LÁCTEA PODE ESTAR AMPLIANDO O MAGNETISMO DE ESTRELAS
Pela primeira vez, cientistas incluíram os campos magnéticos das estrelas em simulações de computador, para entendermos como as que ficam no centro de nossa galáxia respondem à aproximação do nosso buraco negro supermassivo. Os resultados foram publicados em um artigo no Astrophysical Journal Letters. Sagitário A* é o enorme buraco negro no centro da Via Láctea. No novo estudo, os astrônomos fizeram previsões sobre o que aconteceria com estrelas jovens altamente magnetizadas na vizinhança desse monstro galáctico. Essa é a primeira vez que o campo magnético de uma estrela é incluído em simulações onde um buraco negro destrói uma estrela, o que é chamado de “evento de ruptura de maré”. No passado, foi difícil colocar os campos magnéticos em contexto com outras influências sobre uma estrela, como a pressão do gás e a gravidade. “Os campos magnéticos são um pouco complicados numericamente de simular”, disse James Guillochon, astrofísico do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian, nos EUA, ao portal Seeker. As simulações mostraram algo interessante: se uma estrela apenas vislumbra o buraco negro, ela pode sobreviver ao encontro e seu campo magnético amplifica fortemente, por um fator de cerca de 30. Já se ela chega muito perto do buraco negro, a estrela é destruída e o campo magnético mantém sua força.“Um dos impactos imediatos é que podemos ver estrelas altamente magnetizadas nos centros das galáxias, incluindo a nossa”, explica Guillochon. Um evento de ruptura de maré deve teoricamente ser visível em nosso próprio centro galáctico, mas Guillochon afirma que isso só acontece cerca de uma vez a cada 10.000 anos ou mais. O fluxo causado por essa ruptura, no entanto, persiste por séculos. Guillochon coescreveu um artigo alguns anos atrás sobre G2, uma nuvem de gás no nosso centro galáctico que produziu muito menos atividade do que o esperado. G2 poderia ter sido produzida pela ruptura de uma estrela gigante vermelha, sendo que o gás resultante ainda está alimentando o buraco negro hoje. O pesquisador sugere que nuvens parecidas com G2 se formam “aglomerando-se” devido a instabilidades de refrigeração. Quando o material é altamente magnetizado, os campos podem ajudar a estabilizar as nuvens e impedir que se quebrem. Se o padrão for verdadeiro, nuvens altamente magnetizadas continuarão a passar perto do buraco negro nas próximas décadas. Dito isto, o desafio de aprender mais sobre as estrelas que sobrevivem a uma aproximação do buraco negro no centro galáctico é que elas tendem a ser de baixa massa e difíceis de ver. Quantas delas são magnetizadas, e quão fortemente, continua uma questão em aberto. Abaixo, você pode assistir a uma curta animação simulando o campo magnético de uma estrela sendo despedaçado por um buraco negro: FONTE:seeker.com/supermassive-black-hole-stars-magnetism-computer-simulations-2233559927.html

PLANTAS EXTREMAMENTE RESISTENTES SOBREVIVERAM A 450 DIAS NO ESPAÇO

As algas foram colocadas em bandejas e expostas ao espaço para fora da EEI. Em um experimento conduzido na Estação Espacial Internacional, dois tipos diferentes de algas foram expostos às condições extremas do espaço – e sobreviveram por nada menos do que 450 dias. Essa descoberta poderia aprofundar nossa compreensão de como a vida se originou na Terra, e de como podemos ser capazes de nos sustentar durante uma possível colonização de Marte. As algas foram submetidas a enormes flutuações de temperatura, um vácuo quase total e explosões de radiação cósmica durante 18 meses. Todas as amostras, menos uma, cresceram novas populações quando voltaram à Terra. As duas estirpes de algas usadas, uma da Noruega e outra da Antártida, agora se juntam a uma lista exclusiva de organismos capazes de sobreviver às condições duras da baixa órbita terrestre. Isso inclui algumas bactérias, fungos e tardígrados.

Plantas resistentes

Pesquisadores do Instituto Fraunhofer em Potsdam, na Alemanha, coletaram duas estirpes de algas conhecidas por suas tendências extremófilas, como a capacidade de suportar o frio e a desidratação. Especificamente, os cientistas usaram as algas verdes Sphaerocystis, encontradas no arquipélago norueguês de Svalbard, e as algas azuis-esverdeadas Nostoc, nativas da Antártida. Antes desta experiência, os pesquisadores passaram anos estudando as estratégias de sobrevivência de algas criófilas, cianobactérias, musgos, fungos e bactérias encontrados em regiões polares. Já estava bem estabelecido que esses organismos podiam suportar condições extremas em laboratório, mas os pesquisadores não foram capazes de replicar as condições exatas encontradas no espaço. Chegava então a hora de enviar tais plantas resistentes para a EEI. As plantas foram ligeiramente desidratadas em preparação para sua estadia espacial. Em 23 de julho de 2014, foram transportadas para a EEI. Durante seus 450 dias em órbita, as plantas foram expostas a temperaturas variando de menos 20 graus Celsius durante a noite a 47 graus Celsius durante o dia. Além de não ter atmosfera para puxar dióxido de carbono e outros gases, as algas foram submetidas a explosões de radiação ultravioleta a níveis que matariam praticamente qualquer outra criatura na Terra. Sensores foram utilizados para registrar as mudanças de temperatura e as quantidades de radiação cósmica recebida.
Todas as amostras, com exceção de uma, cresceram novas populações quando de volta à Terra. Uma vez de volta à Terra, quase todas as amostras se desenvolveram em novas populações. Notavelmente, apenas um espécime não sobreviveu ao calvário. O próximo passo dos cientistas é obter uma melhor compreensão das estratégias usadas pelas algas para sobreviver. Em particular, eles gostariam de saber o grau em que estas plantas foram danificadas pela radiação do sol. Essas informações poderiam ajudar nos esforços para proteger os astronautas de condições igualmente duras durante uma missão prolongada no espaço. Para este fim, os pesquisadores estão planejando conduzir uma análise de DNA das plantas e usar técnicas espectroscópicas para identificar biomoléculas e outras substâncias responsáveis pelos efeitos de blindagem. As descobertas também poderiam fornecer a cientistas um vislumbre de como a vida primordial era quando as condições na Terra eram muito mais hostis do que são hoje. Essas plantas e suas estratégias de sobrevivência notáveis também poderiam explicar por que alguns organismos são capazes de escapar de eventos de extinção em massa, como um impacto de asteroide e mudanças climáticas. Falando de asteroides, os achados também dão mais credibilidade à Hipótese de Panspermia – a ideia de que meteoros e cometas podem ter trazido organismos simples à Terra, dando assim início à evolução darwiniana. A pesquisa mostra que certas plantas podem sobreviver à exposição prolongada ao espaço. Quanto a saber se esses seres vivos poderiam suportar ou não os extremos da reentrada atmosférica, é outra história. Finalmente, o estudo tem implicações para aspirantes a viajantes espaciais que desejam colonizar Marte. A produção de alimentos no planeta seria essencial para a sobrevivência a longo prazo. As algas produzem oxigênio e proteínas, tornando-as uma boa fonte de alimento. Talvez algumas dessas variedades resistentes possam ser cultivadas em estufas especiais em solo marciano. FONTE:http://gizmodo.com/freakishly-resilient-plants-managed-to-survive-a-450-da-1792172774

PELA 1° VEZ CIENTISTAS OBSERVAM O VIOLENTO INÍCIO DE UMA SUPERNOVA

Cientistas observaram os efeitos imediatos da formação de uma supernova pela primeira vez, detectando apenas 3 horas depois da explosão o enorme brilho da morte de uma estrela supergigante vermelha. O evento foi batizado de SN 2013fs, e foi a primeira chance que os pesquisadores tiveram de estudar uma supernova tão jovem. Normalmente o brilho resultante de sua formação só é descoberto alguns dias depois. Neste caso, foi mais sorte que qualquer outra ação mais ativa; os telescópios já estavam apontados para a região correta por coincidência. A supernova aconteceu na galáxia chamada NGC 7610, que está a 160 milhões de anos-luz da Terra. Depois da luz desta explosão anciã ter viajado por 160 milhões de anos através do espaço, ela finalmente atingiu a Terra em 2013, onde foi detectada em uma inspeção automática do céu que acontecia no observatório Palomar, perto de San Diego, na Califórnia. “Até alguns anos atrás, flagrar uma supernova uma semana depois da explosão já era considerado pouco tempo. Este já não é mais o caso, e com novas inspeções automáticas e totalmente robotizadas, temos flagrado eventos um dia ou até menos depois da explosão”, diz o astrofísico Ofer Yaron, do Instituto de Ciência Weizmann, em Israel.

Cenário da explosão

Ao identificar a luz apenas algumas horas depois da explosão, cientistas tiveram a rara oportunidade de examinar as condições cósmicas que cercavam a estrela pouco antes da explosão. O brilho da supernova é visível por cerca de um ano, mas para observar o cenário da explosão, é preciso descobrir a supernova o quanto antes. No caso da SN 2013fs, observações mostraram que a estrela estava cercada por um disco de fragmentos que havia sido ejetado pela estrela no ano anterior à explosão. Essa camada de material cobriu a estrela com uma nuvem de gás de 10 bilhões de km de profundidade, antes de ser destruída pela supernova. “Antes de virar supernova, a estrela passa por instabilidades muito significantes no seu interior, afetando as camadas externas e superfície, o que causa essa perda de massa logo antes da explosão”, explica Yaron. “É como se a estrela soubesse que está no fim da vida e que vai morrer logo, e expulsa o material como se fosse o último suspiro”. SN 2013fs é uma supernova do tipo II, o tipo mais comum de explosão estelar, envolvendo estrelas entre 8 e 50 vezes a massa do Sol. “O fato dela ser do tipo comum II e estar com material ao seu redor significa que esse fenômeno de grande perda de massa logo antes da explosão pode ser comum entre colapsos de supernovas”, diz o cientista. Em breve poderemos confirmar se a perda de massa realmente é normal nesse tipo de explosão ou não, já que a tecnologia dos telescópios tem melhorado rapidamente. O esperado é que em pouco tempo possamos identificar essas explosões apenas minutos depois delas acontecerem. Essa possibilidade deverá ajudar cientistas a estudar essas mortes violentas das estrelas com grandes detalhes. Eles até esperam observar uma supernova na Via Láctea – contanto que ela não aconteça muito perto de nós. “Se você perguntar a um nadador no mar, ele não quer ver um tubarão. Mas se perguntar a um mergulhador, isso é tudo o que ele quer ver”, compara Yaron. FONTE:sciencealert.com/scientists-have-witnessed-the-violent-beginnings-of-a-supernova-for-the-first-time

CONHEÇA TRAPPIST-1 E SEUS 7 PLANETAS

Os astrônomos descobriram o primeiro sistema conhecido que hospeda 7 planetas do tamanho da Terra em torno de uma estrela, 3 deles em sua zona habitável. A apenas 39 anos-luz de distância de nós, os pesquisadores já identificaram os tamanhos, órbitas e massas da maioria dos planetas, sugerindo que todos podem ser rochosos. Em alguns, água líquida pode existir na superfície. A notícia é empolgante justamente porque esse pode ser o sistema com melhores chances de abrigar vida extraterrestre até agora. Faça um passeio conosco pelo notável TRAPPIST-1:

1° PARADA: A estrela

TRAPPIST-1 é uma estrela fraca um pouco maior do que Júpiter. Ela possui cerca de 8% do tamanho do nosso sol e brilha apenas 0,05% quanto ele. Os planetas em sua volta realizam órbitas apertadas, todas mais próximas do que Mercúrio em torno do sol. A maior parte da luz de TRAPPIST-1 está em comprimentos de onda infravermelhos, invisíveis ao olho humano, razão pela qual o telescópio Spitzer foi a ferramenta ideal para obter mais detalhes sobre os seus planetas. Anãs superfrias como TRAPPIST-1 são estrelas com vidas extremamente longas – essa poderia potencialmente continuar queimando por mais 5 trilhões de anos, muito tempo além da nossa estrela (que está no meio do caminho de sua vida de 10 bilhões de anos). Isso faz de TRAPPIST-1 uma boa candidata para abrigar vida, pelo tempo que ela tem para se desenvolver e evoluir. As estrelas anãs representam cerca de 75% da população estelar da Via Láctea. Planetas em suas zonas habitáveis parecem estar muito próximos e em perigo de explosões de radiação, mas modelos sugerem que alguns planetas poderiam suportar as condições para se tornar propícios à vida, se suas atmosferas e campos magnéticos forem fortes o suficiente.

2° PARADA: O planeta mais íntimo da estrela

O mais próximo dos 7 planetas, TRAPPIST-1b, orbita ao redor da estrela uma vez a cada 1,51 dias. Isso significa que está a 1,64 milhões de quilômetros dela, 4,27 vezes a distância média da Terra à lua. TRAPPIST-1b possui cerca de 1,09 vezes o raio da Terra, e 0,85 vezes sua massa, de acordo com cálculos preliminares – medidas que sugerem que ele é provavelmente rochoso. Por causa da proximidade a sua estrela, no entanto, 1b provavelmente está “preso” a ela, como a lua à Terra, o que significa que orbita com os mesmos lados voltados para TRAPPIST-1 todo o tempo. Apesar da frieza da estrela, 1b está perto o suficiente para que qualquer água presente ferver ou sublimar como vapor.

3° PARADA: Mais um mundo quente

Como 1b, TRAPPIST-1c orbita próximo o suficiente da sua estrela para que a água líquida provavelmente não exista em sua superfície. Tem 1,06 vezes o tamanho do raio da Terra e 1,38 vezes sua massa, e orbita ao redor da TRAPPIST-1 a cada 2,42 dias, no que seria 5,83 vezes a distância média da Terra à lua. Como TRAPPIST-1b, 1c foi descoberto ano passado, com base em observações do escurecimento da estrela conforme os planetas passavam por ela. Ele orbita a anã cinco vezes a cada oito órbitas do 1b, uma “ressonância” que sugere que os planetas poderiam ter se movido mais para perto da estrela em algum ponto.

4° PARADA: O mais leve

O TRAPPIST-1d tem apenas 0,41 vezes a massa da Terra, o que o torna o planeta mais leve com uma massa conhecida no sistema (os pesquisadores não sabem ao certo a massa e o raio do planeta mais distante, 1h). O pequeno mundo tem um raio de 0,77 vezes o da Terra e orbita a estrela a cada 4,05 dias, a uma distância equivalente a 8,16 vezes a da Terra à lua. Como seus vizinhos mais próximos, a superfície de 1d é provavelmente muito quente para sustentar água líquida. Ele orbita a estrela três vezes para cada oito órbitas do 1b.

5° PARADA: Bem-vindo à zona habitável

O TRAPPIST-1e é o mais íntimo dos planetas que estão na zona habitável da estrela – uma órbita na qual a água líquida poderia potencialmente existir em sua superfície, tornando-o mais acessível à vida. Mesmo que 1e seja provavelmente preso a sua estrela, como todos os planetas no sistema, os pesquisadores disseram que ainda poderia ser habitável se tiver a atmosfera certa para equilibrar o calor na sua superfície. Ele recebe quase tanta luz de sua estrela quanto a Terra do sol, sugerindo que poderia ter temperaturas semelhantes. 1e orbita a estrela a cada 6,10 dias, a uma distância de 10,8 vezes a média da Terra à lua. Tem um raio 0.92 vezes o da Terra e 0,62 vezes a sua massa. Para cada 8 órbitas de 1b, 1e orbita 2 vezes a TRAPPIST-1. Mais uma vez, as órbitas ressonantes dos planetas sugerem que eles viajaram de mais longe para mais perto da estrela. Mais para fora, haveria mais gelo; apesar disso, a configuração poderia significar que os planetas são mais propensos a ter água prontamente disponível.

6° PARADA: Vistas deslumbrantes

Da superfície de TRAPPIST-1f, um intrépido viajante espacial veria um belo conjunto de planetas vizinhos se o céu estivesse limpo. 1f também está na zona habitável da estrela. No seu céu, o 1e pareceria aproximadamente do tamanho da lua vista da Terra, e a estrela pareceria aproximadamente três vezes mais grande do que o sol no nosso céu. 1f orbita a estrela a cada 9,21 dias, o que é mais agradável em comparação com os planetas mais interiores, embora ainda muito mais rápido do que o planeta com a órbita mais curta do sistema solar: Mercúrio a cada 87,97 dias. O 1f orbita a TRAPPIST-1 a distância média de 13,3 vezes a da Terra à lua, tem 1,04 vezes o raio do nosso planeta e 0,62 vezes a sua massa. Dá 1,33 voltas na sua estrela para cada oito órbitas de 1b. Por fim, ele é potencialmente rico em água, e recebe aproximadamente a mesma quantidade de luz estelar que Marte recebe do sol.

7° PARADA: Ficando frio

O TRAPPIST-1g está bem na borda do que os pesquisadores acham que é a zona habitável da estrela –é um pouco frio, mas provavelmente não muito frio para que exista água líquida na sua superfície. 1g orbita a estrela a cada 12,35 dias, a uma distância de 17,4 vezes a da Terra à lua. O planeta tem 1,13 vezes o raio da Terra – o maior dos medidos – e 1,34 vezes sua massa. Além disso, recebe aproximadamente a mesma quantidade de luz estelar que algum lugar em nosso sistema solar entre Marte e o cinturão de asteroides. Vale ressaltar que a zona habitável de qualquer sistema planetário não é algo bem definido. Os contornos da zona dependem, por exemplo, da composição atmosférica de um planeta. O puxão gravitacional que os planetas em TRAPPIST-1 exercem um sobre o outro pode potencialmente aquecê-los, mudando a zona habitável ao redor da estrela, tornando os planetas mais distantes capazes de sustentar a água líquida. A radiação da estrela também pode afetar onde a água líquida pode persistir.

8° PARADA: O misterioso

TRAPPIST-1h é o mais distante dos exoplanetas de sua estrela. Os cientistas pensam que ele tem uma órbita que dura cerca de 20 dias, a 23,3 vezes a distância média da Terra à lua. O telescópio Spitzer o viu passar pela TRAPPIST-1somente uma vez, então suas estatísticas são muito menos determinadas do que a de seus vizinhos. Ele parece ter 0,76 vezes o raio da Terra, e sua massa é desconhecida. De qualquer forma, deve estar fora da zona habitável da estrela, com uma superfície gelada demais para a existência de água líquida. fonte: space.com/35805-earth-size-exoplanets-trappist-1-tour.html

BACTÉRIA DE 4 MILHÕES DE ANOS FOI ENCONTRADA NA MAIS PROFUNDA CAVERNA DO MUNDO

Os cientistas descobriram uma antiga cepa de bactérias chamada Paenibacillus em uma das cavernas mais profundas do mundo. Sombriamente, ela parece ser resistente a todos os antibióticos que a medicina moderna já conseguiu criar.

Caverna Lechuguilla

As bactérias ficaram escondidas por mais de 4 milhões de anos, o que sugere que existem outras igualmente poderosas que podem desenvolver resistência a certos tipos de antibióticos sem a influência dos seres humanos e dos nossos medicamentos. Uma teoria é de que elas desenvolveram tal resistência através da exposição a “antibióticos naturais” no ambiente subterrâneo. A cepa foi descoberta cerca de 305 metros no subsolo da caverna Lechuguilla, no Novo México(EUA), um ambiente cientificamente importante ao qual somente algumas equipes de pesquisa têm acesso. Cientistas da Universidade de Akron, nos EUA, e da Universidade McMaster, no Canadá, usaram amostras da caverna para identificar 5 formas pelas quais a Paenibacillus bloqueia antibióticos, com o objetivo de ajudar a descobrir como vencer essa resistência no futuro. Os antibióticos funcionam bloqueando os mecanismos que as bactérias prejudiciais usam para nos infectar, mas o problema é que esses patógenos estão evoluindo rapidamente e encontrando novos mecanismos para substituir os bloqueados mais rápido do que podemos entendê-los. Além desse problema, temos o fato de que nosso aumento no uso de antibióticos em hospitais e outras indústrias, como a agricultura, parece estar ajudando a resistência a antibióticos a evoluir ainda mais rapidamente. “Identificamos alguns mecanismos únicos de resistência que nem sequer emergiram em bactérias que nos deixam doentes, o que é emocionante, porque isso significa que temos tempo”, explica a pesquisadora Hazel Barton, da Universidade de Akron. Isso é parte da razão pela qual esta estirpe de bactérias antigas é de tanto interesse. Ela existia mesmo antes dos seres humanos aparecerem, então sua resistência independente parece vir de algum outro tipo de pressão ambiental, ainda desconhecido.

Testes

Os testes mostraram que as bactérias eram resistentes a 18 antibióticos diferentes, incluindo a daptomicina, que é usada como uma “droga de último recurso”, quando todas as outras já falharam. A principal defesa usada pela Paenibacillus é produzir mutações em células individuais que são passadas para a próxima geração. Nesta fase, esta bactéria resistente não torna seres humanos doentes, mas se evoluir para se tornar patogênica – o que pode acontecer com ou sem intervenção humana -, a equipe espera já ter encontrado uma maneira de derrotá-la. Bem como a caverna Lechuguilla abriga bactérias antigas resistentes a medicamentos, também pode conter os ingredientes para novos antibióticos. “Esse é o próximo passo deste estudo”, disse um dos membros da equipe, Gerry Wright, da Universidade McMaster. A menos que possamos ficar um passo à frente desses patógenos, a resistência antimicrobiana se tornará um grande problema no futuro, tornando as curas para certas doenças tão arriscadas quanto as próprias doenças. fonte:sciencealert.com/scientists-find-4-million-year-old-bacteria-that-antibiotics-can-t-touch

NOVAS EVIDÊNCIAS PODEM FINALMENTE EXPLICAR O MISTERIOSO "STONEHENGE" AMAZÔNICO

Mais de 450 imensos marcos foram descobertos no Acre, no norte do Brasil, revelando os últimos vestígios de uso da terra de sociedades antigas, antes que a folhagem densa da floresta amazônica os ocultasse séculos atrás.Por enquanto, ninguém sabe exatamente para que os locais misteriosos eram usados. No entanto, um novo estudo sugere que esse “Stonehenge” da Amazônia são evidências de sociedades indígenas habitualmente alterando a paisagem amazônica por centenas de anos antes da chegada dos europeus nas Américas.

Os nativos e a floresta

Os marcos, chamados de geoglifos, cobrem aproximadamente 13 mil quilômetros quadrados e começaram a aparecer na década de 80 no Acre, uma vez que áreas de floresta do estado foram devastadas para fins agrícolas. “O fato de que esses locais ficaram escondidos por séculos sob floresta madura realmente desafia a ideia de que as florestas amazônicas são ecossistemas imaculados”, disse a arqueóloga Jennifer Watling, da Universidade de São Paulo. Watling e sua equipe analisaram amostras de solo retiradas de dois desses locais, a fim de reconstruir cerca de 6.000 anos de história da floresta ao redor dos marcos.
Ao analisar fósseis microscópicos de plantas chamados fitólitos no solo, os cientistas puderam estimar a extensão histórica da vegetação antiga. Já os níveis de carvão vegetal indicaram o histórico de desmatamento por meio da queima da floresta.

As primeiras alterações de paisagem

As amostras mostraram que a floresta era dominada por bambu há pelo menos 6.000 anos. As leituras de carvão vegetal revelaram que os seres humanos se mudaram para a área em torno de 4.000 anos atrás – nesse ponto, as palmeiras começaram a aparecer em maior número. O pico da queima de florestas para limpar terras ocorreu entre cerca de 2.300 e 1.400 anos atrás – época na qual as primeiras terraplanagens foram feitas. Trincheiras parecem ter sido escavadas em vários momentos entre os séculos I e XV, com valas de até 11 metros de largura e 4 metros de profundidade. Embora a forma e a extensão desses locais já tivessem sido determinadas por meio de observações aéreas, os pesquisadores nunca entenderam o propósito original desses marcos.

Stonehenge amazônico

É improvável que os locais tenham sido aldeias, uma vez que a escavação não apresenta quantidades significativas de artefatos culturais. O layout também sugere que os sítios não foram construídos por razões defensivas. Em vez disso, a análise do solo sugere que as áreas foram usadas para encontros rituais de algum tipo, e podem ter sido visitadas esporadicamente pelas sociedades da época. “É interessante notar que o formato dos geoglifos, com uma vala externa e recinto de parede interna, são o que classicamente descrevem sítios ritualísticos como o Stonehenge”, explicou Watling.

Não se engane: os índios não desmatavam a Amazônia

Enquanto os antigos moradores das florestas que cavaram as valas podem ter usado fogo para limpar as florestas, os pesquisadores sugerem que eles não queimaram despreocupadamente grandes extensões de vegetação – mas sim seletivamente limparam pequenas parcelas de terra. A finalidade era provavelmente criar espaços e mercados comuns onde colheitas valiosas como palmas eram negociadas, além de outros produtos rendidos pela floresta. “Apesar do enorme número e densidade de geoglifos na região, podemos estar certos de que as florestas do Acre nunca foram devastadas tão extensamente, ou durante tanto tempo, como foram nos últimos anos”, Watling afirmou em um comunicado à imprensa. Os pesquisadores acham que esses mercados eram temporários, com grama e árvores recuperando rapidamente seções queimadas de floresta tropical uma vez que as pessoas se mudavam.

Temos que aprender com eles

Se a hipótese estiver correta, é mais um forte contraste com o desmatamento desenfreado e nocivo que tem ocorrido na Amazônia em tempos mais recentes – quase 20% da floresta brasileira desapareceu em pouco mais de quatro décadas. Embora as descobertas sugiram que o desmatamento na Amazônia é algo que os seres humanos têm feito há milênios, também mostram que alterar espaços verdes para o ganho humano não precisa ser um processo nocivo ou permanente, se for feito com cuidado. Nesse sentido, os pesquisadores esperam que seu estudo sirva como um exemplo para melhor administrar e cuidar da floresta tropical hoje. “Nossa evidência de que as florestas amazônicas têm sido administradas por povos indígenas muito antes do contato europeu não deve ser citada como justificativa para o uso de terra destrutivo e insustentável praticado hoje. Deve servir para destacar a engenhosidade de regimes de subsistência passados que não levaram à degradação florestal e a importância do conhecimento indígena para encontrar alternativas mais sustentáveis de uso da terra”, resumiu a pesquisadora. FONTE: sciencealert.com/new-evidence-could-finally-explain-the-purpose-of-amazon-s-mysterious-stonehenge

CONHEÇA 25 ANIMAIS ATERRORIZANTES DO MUNDO REAL

1. Tubarão tarpete

Esse tubarão da ordem Orectolobiformes passeia discretamente pelo fundo do oceano, parecendo um carpete velho, mas é capaz de engolir outros tubarões inteiros.

2. Peixe-pescador-boca-de-lobo

Esse peixe é um habitante de águas profundas e escuras. Além de possuir sua própria “vara de pescar”, sua enorme mandíbula abre horizontalmente, não verticalmente.

3. Lacraia dragão rosa choque

A lacraia dragão é um diplópode cuja cor rosa choque serve, provavelmente para afastar os predadores. É um aviso de que ela produz substâncias venenosas.

4.Peixe lobo marinho

Esse peixe da família Anarhichadidae pode pesar mais de 30 kg e é conhecido por pular em barcos ou em terra para capturar presas.

5. Rei das vespas

A Megalara garuda é chamada de “rei das vespas”, porque chega a 5 centímetros de comprimento e o macho possui longas mandíbulas em forma de foice.

6. Lula verme

Essa bizarra lula, que é metade verme, vem do gênero Teuthidodrilus e não poderia ser mais horrível. Supostamente, os tentáculos ajudam o animal a respirar e agarrar coisas.

7. Traça 3 pontos

A larva da traça Harrisimemna trisignata sobrevive apenas por ser muito repugnante para se tocar. A criatura descarta cabeças – sim, suas próprias cabeças, no plural mesmo – e as lembranças decapitadas ficam penduradas ali junto com o resto do seu corpo, para serem usadas como armas, caso seja necessário.

8. Aie-aie

Esse primata de Madagascar é noturno e arborícola. Embora inofensivo, seus dedos longos são basicamente o produto de um belo filme trash de horror. Eles servem para o animal conseguir caçar larvas nos buracos das árvores.

9. Porco-do-mar

Esse parente dos pepinos-do-mar vive nas profundezas engolindo lama do fundo do mar.

10. Siluro

Esse enorme peixe de água doce pode chegar a 3,5 metros e pesar 170 kg. Seu apetite voraz pode inclusive fazê-lo engolir pássaros no ar.

11. Peixe olhos de barril

Esse peixe tem uma cara triste e uma cabeça transparente. Essas bolas verdes são seus olhos.

12. Rã-golias

Essa rã, que pode ter o tamanho de um gato, come roedores, morcegos e outros sapos.

13. Lagosta das profundezas

A Dinochelus ausubeli tem uma garra que mais parece uma serra elétrica. A lagosta é cega, e usa essa garra para caçar presas.

14. Besouro girafa

Esse besouro aterrorizante de Madagascar usa o pescoço longo para combater rivais e construir ninhos.

15. Aranha de Darwin

Caerostris darwini é uma espécie de aranha que produz uma teia resistente, que pode se estender mais de 20 metros. É endêmica de Madagascar, e os cientistas creem que é forte o suficiente para capturar um pássaro.

16. Aranha pescadora

Essa aranha do gênero Dolomedes não precisa de teia. Ela pega suas presas na água. Algumas podem tentar matar morcegos também.

17. Carrapato paralisante

Ixodes holocyclus é um inseto cruel que pode imobilizar. Nativo da Austrália, a fêmea libera uma substância paralisadora.

18. Caranguejo Yeti

Kiwa hirsuta é uma espécie horripilante de caranguejo que cultiva bactérias nos pelos de seus braços para comer.

19. Raia elétrica

Essa raia pode liberar 220 volts de eletricidade, suficiente para derrubar um adulto. Água salgada amplifica seu efeito.

20. Morcego linguarudo

Anoura fistulata é um morcego cuja língua pode se estender mais do que o comprimento de seu corpo. É nativo da América do Sul.

21. Geoduck

Panopea generosa, ou geoduck, é uma espécie de molusco bivalve marinho grande demais para sua casca. É considerado uma iguaria – bem da nojenta, para não dizer outra coisa… Pode viver 140 anos e pesar até 9 kg.

22. Larva de peixe-zebra

A larva deste peixe tem poderes de Wolverine: pode regenerar de tudo, desde barbatanas a coração e cérebro.

23. Formiga-pote-de-mel

Essa formiga é uma despensa viva: se enche de néctar durante a estação chuvosa, e depois alimenta suas colegas boca-a-boca.

24. Taturana oblíqua

Essa taturana possui espinhos venenosos. Eles podem causar hemorragia interna. E nem adianta não tocá-la: a bicha pode lançar esses espinhos no ar.

25. Peixe pérola

Carapus mourlani é uma espécie de peixe que normalmente vive dentro de uma estrela do mar ou de um pepino do mar. Esses filhos da mãe entram no ânus de pepinos para se alimentar de suas gônadas. Às vezes, entram em dupla, para não ficar sem o rala-e-rola. É mole? FONTE: cracked.com/photoplasty_2291_25-terrifying-real-animals-that-will-haunt-your-dreams/

sábado, 25 de fevereiro de 2017

QUANTO TEMPO EM MÉDIA DURA UMA RELAÇÃO SEXUAL?

Esse é um assunto polêmico e que chama atenção de todo mundo. Afinal, qual é a duração da relação sexual em média? Você saberia responder a essa pergunta? Ou saberia responder qual a média de duração da relação sexual para você e seu parceiro (ou parceiros)? Sim, esse é um assunto bastante complicado. Porém, tudo fica ainda pior quando lembramos que não há consenso quando a proposta é definir quando “tudo” definitivamente começa. Como alguns casais podem querer prolongar um pouco mais as preliminares, a duração da relação sexual pode variar bastante nesses casos. Alguns, por outro lado, preferem partir direto para a “ação”. Dessa forma, a duração da relação sexual pode cair drasticamente. Também há aqueles que ficam no meio termo, não estendendo demais ou indo muito direto ao ponto. Além disso, ainda há outro agravante. Algumas pessoas, com o objetivo de se valorizar, acabam passando informações que não são fidedignas. Isso geralmente acontece com os homens, que superestimam a duração da relação sexual para passar uma boa impressão para suas parcerias. De qualquer forma, para a definição do tempo médio do ato sexual, foi preciso estabelecer um padrão.

O “padrão” para o ato sexual

Para chegar a uma conclusão, cientistas precisaram definir um padrão. Isso foi necessário para estabelecer quando o “cronômetro” começaria a contar. Muitos podem não concordar com essa decisão, mas ela foi essencial para chegarem a um resultado definitivo para a duração da relação sexual. O padrão é: o momento em que se inicia a penetração até o momento que o homem chega ao orgasmo. Sim, a pesquisa levou em conta apenas a parte reprodutiva do coito. Nada de considerar as preliminares ou quaisquer interrupções ou episódios que aconteçam entre o momento do ato sexual. Esse estudo foi realizado com 500 casais ao redor do mundo e trouxe resultados realmente surpreendentes. Agora, chega de papo e vamos logo conhecer o tempo médio da relação sexual.

Média de duração da relação sexual

Indo direto à resposta: 5,4 minutos. Sim, a média de duração da relação sexual foi de menos de 6 minutos. Achou pouco? Pois saiba que, na verdade, os resultados variaram bastante, mostrando que esse resultado pode estar um pouco subestimado. Os resultados obtidos apontam que alguns levam apenas 33 segundos enquanto outros conseguem manter a penetração por até 44 minutos. Isso significa uma variação de mais de 80 vezes entre uma medição e outra. Surpreendentemente, os testes mostraram que o uso de preservativo e o fato de o pênis ser circuncidado não afeta na duração da relação sexual. Além disso, o país em que você vive também não interfere na duração média da relação sexual. A menos que você more na Turquia. Por lá, o tempo do ato sexual não chega a ultrapassar 3,7 minutos em média. Por fim, outro resultado surpreendente dessa pesquisa: casais mais velhos costumam ser mais rápidos! Isso contraria totalmente o que muitos imaginavam. E aí, quanto tempo você leva nas suas relações sexuais? fonte: iflscience.com/plants-and-animals/how-long-does-sex-normally-last

O QUE ACONTECERIA SE UMA BOMBA ATÔMICA EXPLODISSE DENTRO DE UM VULCÃO?

O vulcão é uma estrutura geológica que sempre fascinou a humanidade. Porém, além do fascínio, ele também assustou muito os seres humanos. Afinal, quem nunca assistiu filmes ou ouvir falar de vulcões que entraram em erupção e causaram estragos gigantescos? De forma semelhante aos vulcões, as bombas atômicas também são verdadeiras armas de destruição em massa. Nem é preciso pensar muito para se lembrar dos estragos causados em Hiroshima e Nagasaki durante a Segunda Guerra Mundial. A gente até já fez uma matéria com as 10 bombas atômicas mais poderosas do mundo. Diante desses fatos, eis um questionamento: o que aconteceria se jogássemos uma bomba atômica dentro de um vulcão? Qual seria o estrago causado por essa ideia nada brilhante? Será que estaríamos diante do fim da humanidade? Descubra agora o que aconteceria entre a união do vulcão e bomba atômica.

Vulcão e bomba atômica

Uma explosão gigantesca. Uma nuvem de poeira tão densa e extensa que impediria totalmente a passagem da luz do som aqui na Terra. Bilhões de pessoas morrendo a todo o momento. Cidades inteiras sendo dizimadas por uma onda de choque e calor sem precedentes. Não, não é isso que aconteceria com a união entre um vulcão e bomba atômica. O cenário descrito, na verdade, se parece muito com um relato de filme de ficção científica. A união entre essas duas armas de destruição em massa é muito menos romântica e assustadora. Na verdade, jogar uma bomba atômica em um vulcão seria um completo desperdício. Muitos acham que por simplesmente cair no magma a bomba seria detonada. Porém, isso não aconteceria. É preciso muito mais energia para explodir todos os elementos químicos que compõe a arma que destruir as cidades de Hiroshima e Nagasaki.

E se a bomba explodisse?

Sim, se a bomba explodisse dentro do vulcão o cenário seria outro. Na verdade, ele poderia ser tão devastador como qualquer explosão nuclear. A diferença seria a quantidade de magma e destroços que seriam lançados por todos os lados. A destruição seria gigantesca, como muitos devem imaginar. Se estivermos falando de uma bomba Tsar, a bomba de hidrogênio mais poderosa que já foi construída, os estragos poderiam ser realmente inimagináveis. A montanha que envolve o vulcão poderia ser completamente destruída. As rochas seriam lançadas a quilômetros de distância, podem facilmente destruir quarteirões inteiros no impacto. O magma lançado poderia chegar ainda mais longe. Se em contato com a água, poderia causar estragos significativos na fauna. O calor seria o suficiente para exterminar cidades próximas e declarar o fim de qualquer resquício de vida em um raio de aproximadamente uns 50 quilômetros. Achou pouco? Agora imagine a nuvem de poeira que a explosão levantaria. Ela demoraria vários meses para ser completamente dispersada, o que causaria ainda mais estragos para a flora da região.

Isso pode acontecer?

Para nossa sorte, ninguém ainda teve a brilhante ideia de fazer a união entre um vulcão e bomba atômica. Um fator que acaba dificultando bastante a realização dessa proeza é o custo de produção de uma arma dessas. Como muitos devem imaginar, não é nada barato produzir uma bomba atômica e ainda desperdiçá-la em um vulcão. Porém, mesmo dito isso, seria praticamente impossível que alguém tivesse a capacidade de explodir a bomba atômica exatamente no ponto certo em que a detonação causaria o maior estrago. No final das contas, a explosão seria até mesmo atenuada pelas paredes da montanha. Seria muito mais inteligente jogar o explosivo diretamente no alvo que se pretende destruir. fonte:http://ahduvido.com.br/uniao-de-vulcao-e-bomba-atomica

CONHEÇA 5 SONS ATERRORIZANTES QUE VIERAM DO ESPAÇO

O ser humano ainda não conhece praticamente nada sobre o espaço sideral. Embora já tenhamos pisado na lua e visitado marte através de robôs, o homem ainda tem muito a explorar na vastidão do universo. Uma prova de que ainda não conhecemos os mistérios do espaço é o desconhecimento da origem de alguns sons aterrorizantes que já foram captados. Sim, lá no espaço esses sons aterrorizantes ainda são um mistério. Apesar de o som não se propagar no vácuo, as sondas conseguiram captar essas vibrações e transformar em algo audível para o ser humano. Será que você é capaz de decifrar os mistérios desses sons aterrorizantes? A seguir, separamos esses áudios para você ouvir e se arrepiar com os sons. Alguns parecem algo aleatório, mas outros realmente parecem uma mensagem tentando ser enviada através de códigos. Será que você consegue decifrar esses sons aterrorizantes?

1. Som interestelar

Em agosto de 2012, depois de 35 anos de voo, a Voyager I da Nasa se tornou a primeira A sonda a chegar no espaço interestelar. A nave marcou o momento ao mandar sons estridentes de ondas solares se chocando com o plasma interestelar. O fenômeno ocorre quando gases ionizados do espaço se chocam com a influência do sol a quase 20 bilhões de km. Uma segunda gravação feita em 2013 revelou que o tom ficava mais forte assim que a densidade do plasma aumentasse por causa da distância do sol.

2. Júpiter

Quando a sonda Juno da Nasa se aproximou da órbita de Júpiter, foi capaz de gravar um som assustador que surpreendeu cientistas. De acordo com especialistas, o som foi gerado pelo choque em arco, provocando na ultrapassagem da sonda durante o contato com o campo magnético do planeta. Assim como na Terra e em outros planetas, o campo é responsável por proteger o planeta de ventos solares agressivos.

3. Saturno

Enquanto se aproximava de Saturno, em abril de 2002, a sonda Cassini da Nasa começou a detectar estranhas emissões de rádio dos polos do planeta. Os equipamentos de medição de ondas de rádio instalados na sonda conseguiram detectar um espectro de frequências em sintonia com o aparecimento de auroras. Estruturas sutis encontradas no espectro mostraram que existiam várias fontes de rádio vindas de Saturno por meio de seus campos magnéticos. As frequências de rádio de Saturno estão acima das ouvidas por humanos, mas com uma modificação de tom é possível perceber o som do planeta. Teorias da conspiração apresentaram algumas semelhanças entre os padrões do som com o discurso de espécies inteligentes.

4. Cometa predador

Quando a sonda Rosetta se aproximou do Cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko em agosto de 2014, surpreendeu os cientistas com uma estranha gravação. De forma inesperada, o cometa estava produzindo uma “canção” na forma de um campo magnético oscilando ao seu redor. As variações no campo magnético aconteciam entre 40 e 50 MHz, 10 mil vezes abaixo do que o ouvido humano pode ouvir. Quando o espectro foi ajustado, foi descoberto que o cometa produzia uma série de cliques e grunhidos. Cientistas não foram capazes de explicar o processo que criava os sons, mas suspeitaram que eles estivessem ligados a eliminação de partículas.

5. Sistema GRS 1915+105

O sistema estelar GRS 1915+105 é um dos mais bizarros do espaço, consistindo apenas de uma uma estrela alimentando constantemente um buraco negro próximo. O par cria um gêiser espacial de incrível poder, enquanto o buraco negro arranca matéria da estrela. A cada meia hora, massa equivalente ao tamanho de um asteroide de 100 trilhões de toneladas é jogado no espaço próximo da metade da velocidade da luz. O satélite Rossi da Nasa observou o processo em 1996 e seus registros foram convertidos em som por equipes do MIT. FONTE: http://ahduvido.com.br/5-sons-aterrorizantes-vieram-do-espaco

CONHEÇA AS BONECAS SEXUAIS E COMO É SEU PROCESSO DE FABRICAÇÃO

Está na hora de falarmos de bonecas. Mas não as bonecas que crianças usam para brincar. Estamos falando de bonecas sexuais, objetos que foram criados para simular o corpo de uma mulher (ou homem) e satisfazer o desejo sexual de seus compradores. Sim, pode ser difícil de acreditar, mas já há bonecas sexuais sendo fabricadas e comercializadas por aí. Elas geralmente são chamadas de “real dolls”, ou “bonecas realistas”. Esse mercado tem movimentado milhares de dólares e despertado a curiosidade de muita gente. E há bonecas sexuais para todos os gostos. Altas, baixas, morenas, ruivas e loiras, e com muitas outras variações. Como já dissemos, há até mesmo bonecos sexuais do sexo masculino, satisfazendo o público feminino que procura esse tipo de entretenimento. Ficou curioso? Então prepare-se para conhecer como são feitas as bonecas sexuais!

Como tudo começou?

Um dos nomes mais conhecidos na indústria das bonecas sexuais é Matt McMullen, fundador e CEO da Realdoll, uma empresa especializada nesse mercado. O objetivo dele é satisfazer o desejo e dar prazer para seus clientes. Bom, ele conseguiu fazer isso com maestria. Que esse assunto é interessante a gente já sabe, mas como são feitas as bonecas sexuais? Para investigar esse universo cheio de fetiches, um fotógrafo viajou para o Japão. Por lá, essa indústria está bastante avançada e está crescendo sem parar. Ele conheceu mais profundamente esse mercado de brinquedos eróticos e acabou descobrindo detalhes que ainda nem haviam começado a explorar no Ocidente. Voltando para os Estados Unidos, ele começou a fabricação de bonecas sexuais em uma das empresas que mais se destacavam nesse segmento, a já mencionada Realdoll. O apetite do mercado era grande, motivo que fez a companhia crescer rapidamente em bem pouco tempo.

Como são feitas bonecas sexuais?

A fábrica Realdoll não mede esforços para aprimorar suas bonecas sexuais. Cada mínimo detalhe é trabalho para deixar esses produtos o mais próximo possível do real. Diversos artistas dedicam horas para esculpir e transmitir o máximo de realismo em cada trabalho realizado. As bonecas sexuais são feitas de silicone para se assemelhar à pele humana. A textura é suave e macia, mas os clientes podem escolher tudo. Desde a cor até as rugosidades leve da pele, além de tamanho dos seios, quadris, o tipo de cabelo e até os mamilos. Além de investir no realismo visual, a Realdoll também aprimora a experiência dessas bonecas sexuais com o uso da robótica. O objetivo é tentar aproximar ainda mais esses objetos de um corpo humano de verdade, colocando movimentos e respostas visuais e sonoras para cada ação. Algumas bonecas sexuais até gemem quando são estimuladas.

Como encomendar a sua?

Como já dissemos, é possível customizar praticamente todos os aspectos das bonecas sexuais. Além dos atributos físicos, também é possível pedir por uma cor específica dos olhos e até mesmo escolher a roupa. Porém, quem tem um fetiche específico pode encomendar uma réplica perfeita de determinada pessoa, que vai ser escaneada através de um mecanismo 3D. Para colocar esse fetiche em prática é preciso desembolsar algo próximo a US$ 6,5 mil. Em conversão para o real, daria algo em torno de R$ 22 mil. Porém, dependendo das modificações e especificações das bonecas sexuais, o valor pode subir facilmente para até R$ 100 mil. Para quem tiver toda essa grana sobrando, pode fazer uma encomenda através do site da Realdoll. E você, teria coragem de fazer esse investimento? Acha que o mercado de bonecas sexuais tem futuro e pode até mesmo vir a substituir a prostituição e outros segmentos eróticos? Deixe a sua opinião no campo dos comentários! fonte: http://ahduvido.com.br/como-sao-feitas-as-bonecas-sexuais

CONHEÇA 5 INVENÇÕES INCRÍVEIS QUE PODEM SER REALIDADE EM BREVE

Com o tempo, ficamos tão acostumados com os objetos ao nosso redor que não reparamos no quão difícil foi conceber tudo aquilo. Pense em seu smartphone, por exemplo. Já imaginou a sua vida sem ele? É mais um menos isso que pode acontecer com as invenções incríveis a seguir. Esses são itens que vão surpreender você e podem mudar o mundo como o conhecemos.

1. Ubiquitous Energy

Ao falarmos de energia solar, todo mundo imagina aqueles gigantescos painéis que ficam sobre as casas. Porém, essa não é a única forma de aproveitar a energia proveniente do Sol. Além de caros, esses painéis solares possuem uma eficiência energética que acaba não compensando o investimento. Porém, a empresa Ubiquitous Energy acaba de trazer uma solução realmente inovadora para a categoria de invenções incríveis. Trata-se de um adesivo que possui células fotovoltaicas capazes de transformar a energia solar em eletricidade. Embora possua uma eficiência de apenas 1% (bem abaixo dos 20% dos painéis solares), o custo de produção desse material acaba tornando-o uma solução muito mais viável e plausível.

2. CO2ube

O excesso de dióxido de carbono na atmosfera tem provocado diversos problemas ecológicos. Além disso, ele é apontado como um dos principais causadores do efeito estufa, o processo que causa o aumento na temperatura do planeta. Apesar de sabermos disso, mais de 1 bilhão de veículos movidos a combustíveis fósseis emitem grandes quantidades de dióxido de carbono todos os dias. Ao buscar uma solução barata e eficiente para isso, os jovens Param Jaggi e Johnny Cohen, escolhidos pela Forbes como uma das 30 pessoas com menos de 30 anos mais importantes do mundo, criaram o CO2ube . O tubo especial, que tem um custo de cerca de US$ 30, é posicionado na saída do escapamento de veículos, permite transformar os resíduos da combustão, entre eles o dióxido de carbono, em substâncias que não fazem mal à natureza. Dentro do tubo, a fumaça passa por filtros especiais contendo algas desenvolvidas em laboratório e um processo químico bastante básico, resultando em água, carbonato de sódio (sal translúcido e não prejudicial ao meio ambiente), oxigênio e açúcares. Por se tratar de um processo natural de filtragem, o CO2ube possui um prazo de validade que vai de oito a dez semanas.

3. Starpath

Se a alternativa aos painéis solares já impressionou você, prepare-se para conhecer o SolarPath. Essa é uma solução sustentável para a captação de energia solar que pode ser aplicada em qualquer tipo de pavimento. Sua superfície capta os raios solares e os converte em energia, o que é utilizado para iluminação durante o período da noite. Além do efeito espetacular, o StarPath substitui parte da iluminação pública. Dessa forma, diminui-se os custos e o uso da energia padrão, que vem de hidroelétricas e estações nucleares.

4. E-Nable

Próteses são fundamentais para ajudar deficientes físicos a terem uma vida independente e recuperarem a autoestima. Contudo, elas chegam a custar milhares de dólares para serem produzidas, o que inviabiliza seu uso por pessoas de baixa renda. Com as impressoras 3D, entretanto, a tarefa de criar e imprimir uma prótese tem ficado cada vez mais simples. Para estimular isso e ajudar milhares de crianças deficientes em todo o mundo, foi criada a E-Nable , ou Enabling the Future. Essa é uma plataforma colaborativa que incentiva a troca de modelos detalhados tridimensionais e fomenta o debate sobre impressão de próteses. Do projeto participam engenheiros, fisioterapeutas, médicos e entusiastas da impressão 3D, que não raro oferecem seu conhecimento e recursos para imprimir próteses para crianças desconhecidas, em uma atitude realmente nobre. 5. Biomatrix Floating Islands
Não é preciso se esforçar muito para notar os estragos de um ecossistema insustentável. As cidades poluem os rios mais do que o ser humano é capaz de despoluir. Para tentar contra-atacar esse cenário, a Biomatriz Water criou uma solução no mínimo curiosa. Trata-se da Biomatrix Floating Islands, uma série de ilhas artificiais ecológicas modulas que são capazes de acelerar a recuperação natural de um rio. Isso é feito ao estimular a presença de microorganismos “do bem”, que utilizam os poluentes como alimento e permitir que raízes de plantas fiquem em contato direto com a água, servindo de abrigo para peixes e outras formas de vida. Por meio disso, a biodiversidade do rio se mantém ainda mais vida. A poluição é decomposta pela própria natureza, sem qualquer produto químico seja utilizado. Essa é uma bela forma de revitalizar os rios e tornar as grandes cidades lugares mais bonitos. FONTE: http://ahduvido.com.br/invencoes-incriveis-podem-mudar-mundo