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terça-feira, 28 de fevereiro de 2017
PELA 1° VEZ CIENTISTAS OBSERVAM O VIOLENTO INÍCIO DE UMA SUPERNOVA
Cientistas observaram os efeitos imediatos da formação de uma supernova pela primeira vez, detectando apenas 3 horas depois da explosão o enorme brilho da morte de uma estrela supergigante vermelha.
O evento foi batizado de SN 2013fs, e foi a primeira chance que os pesquisadores tiveram de estudar uma supernova tão jovem. Normalmente o brilho resultante de sua formação só é descoberto alguns dias depois. Neste caso, foi mais sorte que qualquer outra ação mais ativa; os telescópios já estavam apontados para a região correta por coincidência.
A supernova aconteceu na galáxia chamada NGC 7610, que está a 160 milhões de anos-luz da Terra. Depois da luz desta explosão anciã ter viajado por 160 milhões de anos através do espaço, ela finalmente atingiu a Terra em 2013, onde foi detectada em uma inspeção automática do céu que acontecia no observatório Palomar, perto de San Diego, na Califórnia.
“Até alguns anos atrás, flagrar uma supernova uma semana depois da explosão já era considerado pouco tempo. Este já não é mais o caso, e com novas inspeções automáticas e totalmente robotizadas, temos flagrado eventos um dia ou até menos depois da explosão”, diz o astrofísico Ofer Yaron, do Instituto de Ciência Weizmann, em Israel.
sábado, 10 de setembro de 2016
ASTRÔNOMOS DESCOBREM RELÍQUIA DA ÉPOCA DA FORMAÇÃO DA VIA LÁCTEA
Terzan 5 é de fato um dos blocos constituintes primordiais do bojo, muito provavelmente uma relíquia dos primórdios da Via Láctea.[Imagem: ESO/F. Ferraro].
Aglomerado Terzan 5
Uma equipe internacional de astrônomos encontrou uma formação que eles acreditam ser um remanescente da Via Láctea primordial, contendo estrelas com idades muito diferentes. Este sistema estelar é parecido com um aglomerado globular, mas diferente dos outros aglomerados já conhecidos por conter estrelas muito similares às estrelas mais antigas da Via Láctea, fazendo uma ponte entre o passado e o presente da nossa Galáxia. Terzan 5, situado a 19 mil anos-luz de distância, na constelação de Sagitário, tem sido classificado como um aglomerado globular há 40 anos, quando foi descoberto, mas uma equipe liderada por astrônomos italianos acaba de descobrir que ele é diferente de todos os outros aglomerados globulares conhecidos. Entre as diferenças está a existência de dois tipos distintos de estrelas, que não diferem apenas nos elementos que contêm, mas também apresentam uma diferença de idades de cerca de 7 bilhões de anos - as duas populações estelares detectadas têm idades de 12 e 4,5 bilhões de anos, respectivamente. As idades das duas populações indicam que o processo de formação estelar em Terzan 5 não se processou de forma contínua, tendo sido dominado por dois períodos distintos de formação estelar. "Esta hipótese requer que o antecessor de Terzan 5 tenha tido enormes quantidades de gás para uma segunda geração de estrelas e tenha sido muito massivo, com pelo menos 100 milhões de vezes a massa do Sol," explica Davide Massari, coautor do estudo.Fóssil cósmico
As suas propriedades incomuns fazem de Terzan 5 o candidato ideal a um "fóssil vivo" dos primeiros dias da Via Láctea. Teorias atuais de formação galáctica assumem que vastos acúmulos de gás e estrelas interagiram para formar o bojo primordial da Via Láctea, fundindo-se e dissolvendo-se no processo. "Pensamos que alguns restos destes acúmulos gasosos poderão ter permanecido relativamente imperturbados e que continuam existindo em nossa galáxia," explica Francesco Ferraro, autor principal do estudo. "Tais fósseis galácticos permitem aos astrônomos reconstruir uma parte importante da história da nossa Via Láctea." Bibliografia: The age of the young bulge-like population in the stellar system Terzan 5: linking the Galactic bulge to the high-z Universe. F. R. Ferraro, D. Massari, E. Dalessandro, B. Lanzoni, L. Origlia, R. M. Rich, A. Mucciarelli The Astrophysical Journal. Vol.: 828, Number 2. DOI: 10.3847/0004-637X/828/2/75. fonte: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=reliquia-epoca-formacao-via-lactea&id=010175160907domingo, 30 de agosto de 2015
PELA 1° VEZ, CIENTISTAS FILMAM COMO O CÉREBRO FORMAM AS MEMÓRIAS
Pela primeira vez na história, cientistas capturaram em vídeo como o cérebro cria as memórias, observando moléculas à medida que se transformam nas estruturas que definem quem somos.
Primeiro, vamos relembras as aulas de biologia sobre a memória:
Os neurônios se unem nas sinapses, onde os dendritos se agarram uns aos outros, assim como os dedos de uma mão se prendem aos da outra mão… Acredita-se que as memórias são formadas quando se formam conexões estáveis e duradouras na sinapse, entre os neurônios que ficam em contato uns com os outros.Por isso, cientistas da Universidade Yeshiva (EUA) colocaram “tags” fluorescentes nas moléculas essenciais para criar memórias. Dessa forma, eles puderam observá-las viajando num cérebro de rato, em tempo real e em neurônios vivos. Como isso funciona? Primeiro, os pesquisadores “estimulam os neurônios do hipocampo do rato, onde são feitas e armazenadas as memórias”. Depois, eles “acompanham as moléculas fluorescentes (mRNA de beta-actina) se formando nos núcleos de neurônios”. São os pontos brilhantes do vídeo. Por fim, as moléculas viajam pelas ramificações do neurônio, os dendritos – e lá se formam as memórias. O que eles descobriram é fascinante: a proteína beta-actina, relacionada às memórias, pode ser sintetizada “em horários e locais específicos, e em quantidades específicas”. É exatamente assim que os cientistas imaginavam que tudo funcionava. De acordo com o Dr. Robert Singer, autor sênior dos trabalhos de pesquisa:
Fizemos a observação de que os neurônios ativam seletivamente a síntese de proteínas e, em seguida, a desativam. Isso se encaixa perfeitamente em como acreditamos que as memórias são formadas. Estímulos frequentes ao neurônio tornariam o mRNA disponível em fluxos frequentes e controlados, fazendo com que a proteína beta-actina se acumule precisamente onde ela é necessária para fortalecer a sinapse.Todo o processo foi documentado em dois artigos da Science. Antes disso, cientistas japoneses observaram como se forma um pensamento, um processo completamente diferente. FONTE: einstein.yu.edu/news/releases/968/watching-molecules-morph-into-memories/
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
COMO SÃO FORMADAS AS PEDRAS PRECIOSAS?
O adjetivo não é utilizado em vão. Uma pedra preciosa pode levar milhares de anos até ser formada no centro da Terra. E outro longo período até ser descoberta pelo homem e exibida seja em uma joia ou de outra maneira. Esse processo natural ainda não conseguiu ser replicado com perfeição por mãos humanas ou por qualquer ferramenta desenvolvida com essa finalidade. Nenhuma produção artificial de pedras conseguiu gerar objetos de valor tão alto como aquelas que Terra fabricou em suas entranhas.
Formação de pedras é feita de 3 maneiras
A criação desses preciosos objetos ocorre por três diferentes caminhos. A formação magmática acontece através das lavas vulcânicas que se solidificam no interior da Terra. Elas se moldam, depois de pressões gigantescas, em cristais de alto valor. Entre eles estão os diamantes e as esmeraldas. Isso pode acontecer também na superfície por meio dos vulcões ou fissuras com o resfriamento da lava. O segundo movimento formador de pedras acontece pela ação da água e do vento sobre as rochas. São pedras que vão sendo criadas a partir da sedimentação de outras rochas. Elas se cristalizam a partir da evaporação. Nesse grupo de formação sedimentar estão o calcário, o argilito e arenito. A última maneira é a formação metamórfica. São as pedras criadas pela transformação química e física de outras rochas. Essa mudança acontece devido a variações climáticas, de pressão e por outros fatores externos como, por exemplo, deslizamentos. Enfim, são alterações que podem provocar a cristalização dessas pedras. Nesse grupo estão o granito, o quartzo e o mármore. Diamante é mineral mais resistente conhecido Extremamente popular nas joias, o diamante é o minerai mais resistente conhecido. Por isso, não é usado apenas na produção de ornamentos, mas também nas ferramentas industriais de corte e perfuração. Par a ser formada, essa pedra precisa de uma temperatura de aproximadamente 1500 graus centígrados e grande pressão. Ela é extraída de uma rocha chamada kimberlito, que chegou à superfície da Terra através das erupções de vulcões. Nem tão resistente quanto o diamante, mas bastante preciosa é a opala, que precisa de algo em torno de cinco milhões de anos para a formação de um centímetro. Ela é criada a partir da passagem das águas da chuva por solo arenoso que dissolvem a sílica do arenito. Esse material é levado através das fendas para áreas mais profundas e, com a evaporação das águas durante o período de seca, a sílica se reúne a outros materiais como magnésio, zircônio, prata e cobre formando opalas em cores variadas. Milhares de anos também são necessários para a formação da esmeralda, que tem origem nas rochas metamórficas, mas com influência também da lava. Com o resfriamento da massa quente nas fendas subterrâneas produz-se a mistura perfeita de substâncias como berilo (silicato de alumínio e berilo), crômio e vanádio, que produzem uma das mais belas e valiosas pedras do mercado das joias.Antigas civilizações já valorizavam as pedras
A valorização dessas pedras começou já nas antigas civilizações. Em todos os períodos da história que se conhece há relatos do uso de joalheria e adornos por homens e mulheres. Enfeites moldados com ossos, conchas e madeira foram encontrados em escavações datadas da pré-história. Ao longo do tempo, naturalmente, a sofisticação dos adornos foi aumentando e quanto mais raro o objeto apresentado mais valor ele passava a possuir aos olhos da sociedade. No Egito Antigo, as joias eram usadas como forma de representar suas crenças e deuses. Tinham minérios como base. Os celtas, que habitam a região onde hoje se localizam alemães, suíços e austríacos, produziam joias em ouro e bronze. Os romanos preferiam o metal e pedras lapidadas.Brasil é fonte de pedras preciosas
É possível encontrar pedras preciosas em boa parte do planeta, mas há maior concentração delas em alguns locais da Terra. O Brasil é um desses pontos privilegiados, assim como a Austrália, África do Sul, Estados Unidos e o sudeste da Ásia. O país sempre foi um local fértil para garimpo. As opalas, por exemplo, podem ser encontradas na Serra dos Matões, no Piauí. Em Carnaíba, na Bahia, existe a exploração comercial das esmeraldas. Ametistas, topázio, ágata e turmalina são outras pedras que brotam do subsolo brasileiro. fonte: ciencia.hsw.uol.com.br/como-s%C3%A3o-formadas-pedras-preciosassegunda-feira, 30 de junho de 2014
CIENTISTAS DESCOBRIRAM FRATURA TECTÔNICA EM FORMAÇÃO AO LARGO DA COSTA PORTUGUESA
Um "embrião" de placa tectônica foi detectado a sudoeste de Portugal Elliot Lim e Jesse Varner, CIRES/NOAA/NGDC
Após os grandes terramotos de 1755 e 1969 em Portugal, já se suspeitava que algo estivesse a acontecer no fundo do Atlântico, próximo da Península Ibérica. Agora, cientistas portugueses, australianos e franceses afirmam ter descoberto os primeiros indícios desse fenômeno.
A descoberta de uma zona de subducção nas suas primeiríssimas fases de formação, ao largo da costa de Portugal, acaba de ser anunciada por um grupo internacional de cientistas liderados por João Duarte, geólogo português a trabalhar na Universidade de Monash, na Austrália.
A confirmar-se que o fenômeno, em que uma placa tectônica da Terra mergulha debaixo de outra, está mesmo a começar a acontecer, como concluem estes cientistas num artigo publicado online pela revista Geology, isso significa que, daqui a uns 200 milhões de anos, o Oceano Atlântico poderá vir a desaparecer e as massas continentais de Europa e América a juntar-se num novo supercontinente.
João Duarte e a sua equipa de Monash, juntamente com Filipe Rosas, Pedro Terrinha e António Ribeiro, da Universidade de Lisboa e do Instituto Português do Mar e da Atmosfera – e ainda Marc-André Gutcher, da Universidade de Brest (França) – detectaram os primeiros indícios de que a margem Sudoeste Ibérica – uma margem “passiva” do Atlântico, isto é, onde aparentemente nada acontecia –, está na realidade a tornar-se ativa, explica em comunicado aquela universidade australiana. A formação da fractura foi detectada através do mapeamento pelos cientistas, ao longo de oito anos, do fundo do oceano nessa zona.
“Detectamos os primórdios da formação de uma margem ativa – que é como uma zona de subducção embrionária”, diz João Duarte, citado no mesmo comunicado.
E o investigador salienta que a atividade sísmica significativa patente naquela zona, incluindo o terramoto de 1755 que devastou Lisboa, já fazia pensar que estivesse a produzir-se aí uma convergência tectônica.
A existência desta zona de subducção incipiente ao largo de Portugal poderá indiciar que a geografia dos atuais continentes irá evoluir, ao longo dos próximos 220 milhões de anos, com a Península Ibérica a ser empurrada em direção aos Estados Unidos. Este tipo de fenômeno já terá acontecido três vezes ao longo de mais de quatro mil milhões de anos de história do nosso planeta, com o movimento das placas tectônicas a partir antigos supercontinentes (como o célebre Pangeia, que reunia todos os continentes atuais) e a abrir oceanos entre as várias massas continentais resultantes.
O processo de formação da nova zona de subducção deverá demorar cerca de 20 milhões de anos, fornecendo aos cientistas uma “oportunidade única” de observar o fenômeno de ativação tectônica.
Fonte: http://www.publico.pt/ciencia/noticia/cientistas-descobriram-fractura-tectonica-em-formacao-ao-largo-da-costa-portuguesa-1597634
sábado, 17 de maio de 2014
MISTERIOSA FORMAÇÃO DE MAGNETAR EXPLICADA
Um única estrela fugitiva num aglomerado de estrelas distante poderia explicar como uma supernova enorme evita o colapso em buraco negro, deixando para trás um bizarro objeto remanescente no seu lugar.
A descoberta explica a presença de um magnetar - um objeto bizarro que não só é muito denso, mas também extremamente magnético - no aglomerado estelar Westerlund 1, a cerca de 16.000 anos-luz da Terra.
Os magnetares são um tipo raro de estrela de nêutrons que é deixada para trás depois de uma explosão de supernova. Eles também são conhecidos pelas suas pulsações que enviam radiação gama para o cosmos.
O magnetar CXOU J164710.2-455216 é conhecido há já algum tempo, mas o que intrigou os astrônomos foi como se formou a partir de uma estrela que explodiu, tendo provavelmente 40 vezes a massa do sol. Com essa massa, deveria ter-se formado um buraco negro.
ASSISTA O VIDEO: http://www.youtube.com/watch?v=CcIKWfGJgBA
ENCONTRANDO UMA ESTRELA FURTIVA
Há alguns anos, os astrônomos propuseram que o magnetar foi criado a partir da gravidade de 2 estrelas que orbitavam entre si, sendo enormes num arranjo muito compacto. Tão compacto que o seu sistema caberia dentro da órbita da Terra em torno do sol.
Essa teoria, no entanto, implicava encontrar uma estrela companheira. O novo estudo olhou para todas as estrelas errantes que teriam sido lançadas para fora da órbita original, na explosão de supernova. Um candidato - Westerlund 1-5 - comportava-se exatamente como o previsto.
Usando essa informação, os astrônomos reconstruiram a história do magnetar e concluiram que esses objetos provavelmente se formam somente em sistemas de estrelas duplas. A história começa quando a estrela mais massiva no sistema binário começa a queimar até ao fim o seu combustível.
As suas camadas exteriores consomem e, em seguida, transferem-se para a estrela companheira - o futuro magnetar. O acompanhante acelera a sua rotação, que se acredita ser a chave para o campo altamente magnético da magnetoestrela.
Eventualmente, a estrela companheira cresce até lançar essas camadas. Grande parte deste material sangra para o espaço, mas algum volta novamente para a estrela original - com a criação de uma assinatura química única.
É esta segunda transferência de massa, que impede a estrela companheira de se transformar num buraco negro quando implode. Um estudo sobre esta pesquisa será publicado na revista Astronomy and Astrophysics.
FONTE: Space
quarta-feira, 30 de abril de 2014
COMO SE FORMAM AS NUVENS?
As nuvens formam-se quando o vapor de água sobe para a atmosfera e se condensa em partículas microscópicas, tais como poeira, sujidade e sal marinho.
Quando o sol aquece a água nos oceanos, rios, lagos e outras fontes, alguma da água evapora ou passa do estado líquido para vapor de água. [Nuvens de tempestade estão cheias de bactérias]
Com bastante calor, a água nos solos e sedimentos também evapora. Além disso, as plantas transpiram, ou "suam ", o vapor de água a partir das suas folhas e caules (semelhante ao modo como as pessoas libertam vapor de água ao expirar).
Parte desse vapor de água vai para a atmosfera através de um processo chamado de convecção, em que parcelas de ar mais quentes e menos ascendem, enquanto pareclas mais frias e densas afundam.
Uma vez que a pressão atmosférica diminui à medida que a altitude aumenta, o vapor de água experiencia menos pressão quanto maior a altitude. Com menos pressão, o vapor de água expande. Enquanto faz isso, ele perde energia, acabando por arrefecer.
Eventualmente, o ar atinge a temperatura do ponto de orvalho - a temperatura a que o ar se torna saturado com vapor de água. Abaixo dessa temperatura, uma parte do vapor de água começa a condensar-se, ou a passar do estado gasoso ao estado líquido.
No entanto, a água normalmente só sofre condensação quando está em contato com uma superfície sólida; sendo este o lugar onde as partículas microscópicas de poeira ou sal na atmosfera (também chamados de núcleos de condensação de nuvens, ou sementes de nuvem) entram em jogo.
Quando uma quantidade suficiente de vapor de água se condensa sobre as sementes de nuvem, forma-se uma nuvem visível. Mas a atmosfera está em constante estado de fluxo, de modo que tanto a condensação como a evaporação ocorrem de forma contínua, mesmo depois de se formar uma nuvem.
Se há mais evaporação a partir da nuvem de condensação, a nuvem irá dissipar, mas se houver mais condensação, a nuvem vai crescer. A precipitação ocorre quando as gotas de água na nuvem se tornam demasiado pesadas para permanecer no alto em correntes de ar da atmosfera. FONTE:Livescience
domingo, 27 de abril de 2014
HUBBLE REGISTRA FORÇA VIOLENTA DE ESTRELA EM FORMAÇÃO
O telescópio espacial Hubble capturou o momento em que uma gigantesca nuvem de gás de hidrogênio é iluminada em decorrência de uma estrela que se encontra em sua fase final de formação.
A ESA (Agência Espacial Europeia) divulgou a imagem nesta quinta-feira (15).
A estrela em questão é a S106 IR, que ejeta material a uma velocidade tão alta, a ponto de interferir nos gases e na poeira que a rodeiam.
A S106 IR também é capaz de "esquentar" esses gases, fazendo-os com que cheguem a uma temperatura de 10 mil graus Celsius. A radiação da estrela ioniza o hidrogênio que, por sua vez, se expande. A luz dessa expansão é vista na cor azul na foto e a camada de poeira fina e fria aparece em vermelho.
A próxima fase da S106 IR será a de estabilidade, mais calmo, considerado como sendo o da fase "adulta". Mas até lá vai demandar um bom tempo cósmico.
Fonte: http://www.paraiba.com.br
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