Powered By Blogger

Total de visualizações de página

Postagens populares

Mostrando postagens com marcador NUVENS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador NUVENS. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 30 de abril de 2014

COMO SE FORMAM AS NUVENS?

As nuvens formam-se quando o vapor de água sobe para a atmosfera e se condensa em partículas microscópicas, tais como poeira, sujidade e sal marinho. Quando o sol aquece a água nos oceanos, rios, lagos e outras fontes, alguma da água evapora ou passa do estado líquido para vapor de água. [Nuvens de tempestade estão cheias de bactérias] Com bastante calor, a água nos solos e sedimentos também evapora. Além disso, as plantas transpiram, ou "suam ", o vapor de água a partir das suas folhas e caules (semelhante ao modo como as pessoas libertam vapor de água ao expirar). Parte desse vapor de água vai para a atmosfera através de um processo chamado de convecção, em que parcelas de ar mais quentes e menos ascendem, enquanto pareclas mais frias e densas afundam. Uma vez que a pressão atmosférica diminui à medida que a altitude aumenta, o vapor de água experiencia menos pressão quanto maior a altitude. Com menos pressão, o vapor de água expande. Enquanto faz isso, ele perde energia, acabando por arrefecer. Eventualmente, o ar atinge a temperatura do ponto de orvalho - a temperatura a que o ar se torna saturado com vapor de água. Abaixo dessa temperatura, uma parte do vapor de água começa a condensar-se, ou a passar do estado gasoso ao estado líquido. No entanto, a água normalmente só sofre condensação quando está em contato com uma superfície sólida; sendo este o lugar onde as partículas microscópicas de poeira ou sal na atmosfera (também chamados de núcleos de condensação de nuvens, ou sementes de nuvem) entram em jogo. Quando uma quantidade suficiente de vapor de água se condensa sobre as sementes de nuvem, forma-se uma nuvem visível. Mas a atmosfera está em constante estado de fluxo, de modo que tanto a condensação como a evaporação ocorrem de forma contínua, mesmo depois de se formar uma nuvem. Se há mais evaporação a partir da nuvem de condensação, a nuvem irá dissipar, mas se houver mais condensação, a nuvem vai crescer. A precipitação ocorre quando as gotas de água na nuvem se tornam demasiado pesadas para permanecer no alto em correntes de ar da atmosfera. FONTE:Livescience

quarta-feira, 16 de abril de 2014

ENCONTRADAS NUVENS DE GASES "IMPENETRÁVEIS" COMO SÓLIDOS

Gases, como todos sabemos, não oferecem muita resistência. Ou seja, se você tentar atravessar uma nuvem de gás, você não vai encontrar problema algum para passar por ela. O mesmo é válido para duas nuvens de gases que se encontram: eles passam direto uma pela outra. Físicos do Massaschusetts Institute of Technology (MIT), Estados Unidos, porém, observaram a primeira exceção à regra: duas nuvens de gases ultra-frios que se chocam como se fossem sólidos. Os pesquisadores tinham a intenção de usar átomos de lítio gasoso como modelo para elétrons em sistemas de fortes interações – isto é, sistemas em que partículas atômicas são propensas a colidirem umas com as outras. Eles estavam tentando estudar as circunstâncias em que os elétrons e quarks formam um determinado estado da matéria. Em vez disso, o que eles descobriram foi um fenômeno surpreendente que poderia ajudar a explicar o comportamento dos sistemas como estrelas de nêutrons, supercondutores de alta temperatura ou a a sopa de quarks e glúons que existiu logo após o Big Bang. Para conseguir o efeito do gás impenetrável (nomenclatura nossa, não deles), a equipe do MIT resfriou os isótopos de lítio até cerca de 50 bilionésimos de um grau Kelvin – ou um fio de cabelo antes do zero absoluto. Depois de separar o gás em duas nuvens, com um campo magnético, a equipe usou então uma armadilha de luz laser para empurrá-los um em direção ao outro. No entanto, ao invés de se difundir, como é comum (e esperado), os gases se colidiram como sólidos. As nuvens de gás não são exatamente impenetráveis. Elas acabaram por se dispersar uma na outra, mas apenas depois de que um longo segundo se passou – um segundo é uma quantidade muito longa de tempo quando se está trabalhando em escala atômica. A descoberta, porém, tem um potencial de investigação para além do interesse genérico (gases impenetráveis!). Limitando o gás de lítio a duas dimensões, os pesquisadores poderiam simular os elétrons em semicondutores de alta temperatura, uma tecnologia-chave para a criação de linhas de transporte de eletricidade de longo alcance – eficientes o suficiente para apoiar uma economia de energia renováveis. A descoberta também pode ser usada para simular outros sistemas de forte interação encontrados em escalas muito maiores no cosmos, como os de estrelas de nêutrons – que são muito menores em tamanho do que o nosso sol, mas com muito mais massa. FONTE:PopSci