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sábado, 8 de outubro de 2016

NASA DETECTA VAPOR DE ÁGUA EM LUA DE JÚPITER

A NASA, confirmou recentemente que o telescópio Hubble detectou o que parecem ser colunas de vapor d’água irrompendo de Europa, uma das luas do planeta Júpiter. Geoff Yoder, diretor interino da agência espacial norte-americana, explicou a importância da descoberta: “O oceano de Europa é considerado um dos locais mais promissores do Sistema Solar, onde há grande potencial de existir vida”. A superfície de Europa é coberta por um oceano maior que todos os oceanos da Terra juntos e está revestida de uma espessa camada de gelo. Se confirmada a descoberta, os pesquisadores poderão coletar amostras de água e tentar definir o grau de habitabilidade do satélite. Dadas as limitações tecnológicas, é difícil determinar com exatidão se as imagens registradas pelo Hubble correspondem realmente a uma coluna de vapor d’água emergindo da superfície do satélite – na imagem acima, na parte inferior, à esquerda. No entanto, diante de uma hipótese tão promissora, a NASA planeja enviar uma sonda não tripulada para analisar o território na próxima década. Em 2018, o James Webb Space Telescope estará pronto para funcionamento. Trata-se de um telescópio de altíssima resolução, projetado especialmente para observar com maior precisão a lua de Júpiter. fonte: megaarquivo.com/2016/10/04/12-853-sinais-de-vida-nasa-detecta-vapor-de-agua-em-lua-de-jupiter/

CONHEÇA 6 EXTRATOS VEGETAIS QUE ADIAM O ENVELHECIMENTO

Se a medicina conseguisse encontrar uma forma de retardar o processo de envelhecimento, essa certamente seria a descoberta médica mais importante da nossa era. Essa busca pela fonte da juventude remonta aos antigos gregos. Na mitologia, a fonte daria a imortalidade para quem bebesse da sua água. Agora, um novo estudo publicado na revista Oncotarget pode ter descoberto um fator importante: os extratos de plantas que contêm os seis melhores grupos de moléculas antienvelhecimento já vistos até agora. Essa descoberta foi feita por pesquisadores da Universidade de Concordia que vasculharam a extensa biblioteca biológica do IDUNN Technologies, realizando mais de 10.000 testes para triagem de extratos de plantas que aumentassem o tempo de vida de uma levedura. De uma levedura? Sim, no nível celular, o envelhecimento dos seres humanos e de uma levedura, progride de forma semelhante. Em ambos, o ritmo é definido por um conjunto distinto de reações químicas dispostas em várias “vias de sinalização” que regulam a taxa do envelhecimento. Portanto, a levedura é o melhor modelo celular para entender como o processo antienvelhecimento ocorre.

Quais são eles?

No total, foram encontrados 6 novos grupos de moléculas que desaceleram o envelhecimento cronológico das leveduras, explicou Vladimir Titorenko, autor sênior do estudo e professor do Departamento de Biologia da Concordia. Eles identificaram que 6 extratos vegetais podem retardar o envelhecimento, afetando diferentes vias de sinalização que definem esse ritmo. São estes: 1- Cimicifuga racemosa, conhecido como cohosh preto. 2- Valeriana officinalis L., conhecida como valeriana. 3- Passiflora incarnata L., conhecida como flor-da-paixão. 4- Ginkgo biloba, conhecida como folha de ginko. 5- Apium graveolens L., conhecida como semente de aipo. 6- Salix alba, conhecido como salgueiro branco.
Salix Albasalgueiro branco – é o mais potente de todos. De todos eles, a casca do salgueiro é o mais potente até agora descrito na literatura científica. E ele já era usado na época de Hipócrates para aliviar a dor e febre! O estudo mostrou que ele aumenta o De todos eles, a casca do salgueiro é o mais potente até agora descrito na literatura científica. E ele já era usado na época de Hipócrates para aliviar a dor e febre! O estudo mostrou que ele aumenta o tempo cronológico de vida da levedura, média e máxima, por 475% e 369%, respectivamente. Isto representa um efeito muito maior do que a rapamicina e a metformina, os dois melhores fármacos conhecidos pelos seus efeitos antienvelhecimento.

Caminhos pró e antienvelhecimento

Titorenko explica que algumas “vias de sinalização” retardam o envelhecimento se ativado em resposta a determinados nutrientes ou hormônios. Esses caminhos são chamados de “antienvelhecimento” ou “pró-longevidade”. Outras vias de sinalização aceleram o envelhecimento se ativadas em resposta a outros tipos de nutrientes ou hormônios. Estas vias são chamadas de “pró-envelhecimento” ou “pró-morte”. Cada um dos 6 extratos de plantas mira em diferentes vias de sinalização antienvelhecimento ou pró-envelhecimento. O estudo revelou várias características destes 6 extratos como ferramentas potenciais para desacelerar sintomas crônicos e doenças da velhice: – Eles imitam os efeitos de retardo do envelhecimento das dietas de restrição calórica. – Eles retardam o envelhecimento da levedura, provocando uma resposta ao estresse. – Elas estendem a longevidade da levedura de forma mais eficiente do que qualquer outro composto químico já descrito com essa finalidade. – Eles retardam o envelhecimento através de vias de sinalização que estão implicadas no aparecimento de doenças com o avanço da idade. – Um deles retarda o envelhecimento através de um percurso desconhecido. – Eles estendem a longevidade e retardam o aparecimento de doenças relacionadas à velhice em outros organismos afora a levedura. O Health Canada classifica os 6 extratos vegetais como seguros para o consumo humano, e recomenda 5 deles como suplementos que melhoram a saúde com benefícios clinicamente comprovados. No entanto, mais pesquisas devem ser feitas. Por isso o IDUNN Technologies está colaborando com mais quatro universidades em seis programas de pesquisas além da levedura. Essa descoberta tem importantes implicações não só para retardar o processo de envelhecimento, mas também para prevenir determinadas doenças associadas a esse processo, como o câncer. FONTE: http://ofuturodascoisas.com/os-seis-extratos-vegetais-que-adiam-o-envelhecimento/

O FUTURO DO SEXO E DO NAMORO

O sexo é uma das atividades mais ancestrais do mundo, afinal o futuro da espécie depende disso. Mas, não é só a questão da reprodução. O sexo também é um dos drivers humanos mais poderosos. Já causou guerras, construiu e destruiu reinos e impérios. Sendo uma das atividades mais antigas que existe, talvez você possa pensar que ela não mude no futuro… Mas, talvez seja bom considerar que, assim como a nossa espécie continua evoluindo – seja biologicamente ou tecnologicamente – o ato sexual vai evoluir também. Então, valeria a pena você entender como as tecnologias exponenciais irão mudar a nossa relação com o sexo. Fomos buscar saber o que Peter Diamandis, co-fundador da Singularity University pensa sobre esse assunto. Em um recente artigo, ele mostrou a sua visão sobre o futuro do sexo e do namoro.

O Namoro na Era da Internet

Nossos pais e antepassados tiveram relacionamentos locais e lineares. Eles tiveram poucos parceiros, possivelmente pessoas que moravam na mesma cidade (ou até mesmo vizinhos), colegas de escola e com o mesmo status social. Diamandis lembra que, na década de 1960, mais de 50% dos casamentos, no mundo, eram arranjados. Na Índia esse percentual era de 95%. Hoje esse percentual caiu para menos de 15% (nível global). Em 1960, a idade média da noiva era de 20 anos. O noivo tinha em média 23 anos. Hoje, a idade média é próxima a 29 para mulheres e 30 para os homens. Reflexo da mudança cultural. A era digital também alcançou a esfera das relações. O namoro passou de local e linear para global e exponencial. Para você ter uma ideia, hoje, 40 milhões de norte-americanos (cerca de 40% da população solteira nos EUA) usam serviços de namoro online de uma indústria que gira na ordem de 2,4 bilhões de dólares. Estes novos relacionamentos transcendem os limites geográficos e os estratos sociais. Entre 1995 e 2005, houve um crescimento exponencial dos encontros online entre os casais heterossexuais. Para os casais do mesmo sexo, essa tendência tem sido ainda mais dramática, com mais de 60% dos casais do mesmo sexo se relacionando online em 2008 e 2009. As implicações disso são surpreendentes. Há uma série de efeitos sociológicos, tais como a gamificação do namoro, e a comoditização das pessoas. Segundo Diamandis, isso é apenas o começo.

O Namoro e a Tecnologia Exponencial

Num futuro muito próximo, vamos ver plataformas de namoro online que usam a inteligência artificial e o aprendizado de máquina para encontrar o parceiro perfeito se você quiser. Durante o encontro, seus óculos de realidade aumentada (RA) vão lhe dar, em tempo real, todo tipo de informação que você precisa saber sobre ela ou ele. Talvez você queira entender como ela ou ele esteja se sentindo em relação a esse encontro. Será fácil: a câmera de RA estará observando a dilatação capilar e da pupila. Mas, toda essa tecnologia, pode ser uma faca de dois gumes. Por um lado, ela pode aumentar a chance de sucesso dos encontros, criar relacionamentos mais significativos, e isso tem um impacto positivo, Diamandis espera. Mas, enquanto o namoro é apenas um lado da moeda, o outro lado é o sexo … e as implicações da tecnologia exponencial sobre o sexo podem ser chocantes.

O Sexo e a Tecnologia Exponencial

O sexo já foi para o lado digital; portanto, ele tem sido desmaterializado, desmonetizado e democratizado. Hoje, a pornografia é gratuita e está disponível para qualquer pessoa que tenha uma conexão com a Internet. Diamandis exemplifica que, em 2015, um site de pornografia relatou que os seus usuários assistiram mais de 4,3 bilhões de horas de pornografia (87 bilhões de vídeos). Isso somente naquele ano. O acesso maior à Internet, a proliferação de celulares e de vídeos online, e a publicidade têm impulsionado a pornografia em uma indústria que movimenta US$ 97 bilhões. E isso está causando uma série de fenômenos sociais negativos. Mais da metade dos meninos e quase um terço das meninas irão ter acesso às primeiras imagens pornográficas antes de chegar aos 13 anos. Em uma pesquisa com centenas de estudantes universitários, 93% dos meninos e 62% das meninas disseram que foram expostos à pornografia antes de completar 18 anos.
A pornografia está influenciando tudo, desde a linguagem dos adolescentes, o uso de piercings em certas partes do corpo, até no que eles esperam dar e receber nas relações íntimas”, Jill Manning, Ph.D, Instituto Witherspoon.
No Japão, uma população crescente de homens relatam que preferem ter “namoradas virtuais” do que reais, pois os avatares virtuais lhes dão uma sensação de maior controle. Quarenta e cinco por cento das mulheres solteiras japonesas e 25% de homens solteiros japoneses com idades entre 16 e 24 afirmam que não estão mesmo interessados em contato sexual. Dadas estas tendências, a menos que algo aconteça para aumentar a taxa de natalidade do Japão, a população vai diminuir em um terço até 2060. Mas, novamente, como prevê Diamandis, isso é apenas o começo… a medida que a realidade virtual (VR) torna-se mais generalizada, a pornografia VR irá crescer. Talvez seja muito mais intensa, vívida, e viciante – e, Diamandis acredita que haverá uma proliferação de Avatares e relações robóticas baseados na inteligência artificial, similares aos personagens retratados nos filmes Her e Ex Machina.

As consequências

A promessa da pornografia VR é oferecer um mundo virtual com sexo “melhor”, sexo infinito e com novas variedades. O problema, no entanto, é que quanto mais uma pessoa visite esse mundo de fantasia, mais provável é que a sua realidade torne-se exatamente o oposto do que ela vivenciou virtualmente. Muitos psicólogos acreditam que o pornô VR pode entorpecer o desejo sexual e o prazer no mundo real, levando a um sexo cada vez menos satisfatório. Para muitos, a VR (e outras tecnologias exponenciais, como robótica, sensores e AI) podem virar um substituto das relações humanas e das interações mais íntimas, dado que estas tecnologias irão tornar-se mais acessíveis, mais baratas, on-demand, e, nos deixar no controle da situação.

Quais são os prós?

Talvez um pouco de intimidade (ainda que tecnológica) seja benéfica para aquelas pessoas solitárias, idosas ou enfermas. Para Diamandis, uma coisa é certa: Como acontece com toda tecnologia na história, desde a imprensa ao VHS e à Internet, a pornografia vai estar na linha de frente para financiar o avanço da tecnologia. fonte: http://ofuturodascoisas.com/o-futuro-do-sexo-e-do-namoro/

CONHEÇA O SSD DE 15 TB DE ALTO DESEMPENHO DA SAMSUNG QUE CUSTA US$ 10.000

Revelado em 2015, o SSD PM1633a de 15TB da Samsung agora começou a aparecer nas lojas de revendas com um preço sugerido de 10 mil dólares(R$ 32.155,00, com a cotação do dólar a R$ 3,2155). Apesar de aproximadamente 63 centavos de dólar por GB parecer alto (e definitivamente é mais caro do que o SSD do consumidor comum), esse SSD da Samsung não é realmente voltado para o gamers padrão ou entusiasta por computação - especialmente quando você olha seus números de desempenho. Esse é um SSD totalmente direcionado para empresas. O SSD traz velocidades de leitura e gravação de até 200 mil e 32 mil I/Os por segundo (IOPS), respectivamente, além de velocidades sequenciais de leitura e gravação de até 1.200Mbps por segundo. Mas quão rápido é isso? É mais do que o dobro do SSD padrão top de linha voltado para consumidores finais. Com 15mm de espessura, o SSD de alto desempenho da Samsung é muito grosso para caber em um laptop normal. Os SSDs para laptops costumam ter entre 5mm e 9mm de espessura. Até o final do ano, a Samsung espera anunciar outras versões do PM1633a: 7.68TB, 3.84TB, 1.92TB, 960GB e 480GB. FONTE: idgnow.com.br/ti-corporativa/2016/07/28/ssd-de-15tb-de-alto-desempenho-da-samsung-custa-us-10-mil/

O USO DE SMARTPHONES REDUZEM CONCENTRAÇÃO E AFETAM PRODUTIVIDADE

É inegável: smartphones ajudam a manter o contato com colegas, controlar mensagens e realizar tarefas urgentes de qualquer lugar a qualquer momento. Porém, esses aparelhos estão tornando as pessoas menos produtivas nos escritórios. Pelo menos, é o que sustenta um novo experimento psicológico financiado pela Kaspersky. O estudo estabeleceu uma correlação entre os níveis de produtividade e a distância entre os participantes e seus iPhones e Androids. Com os dispositivos longe, o desempenho dos participantes foi 26% melhor. O experimento testou o comportamento de 95 pessoas com idades entre 19 e 56 anos nos laboratórios das Universidades de Würzburg e Nottingham Trent. Os pesquisadores solicitaram que os participantes fizessem um teste de concentração em quatro situações diferentes: com o aparelho no bolso, sobre a mesa, trancado em uma gaveta e mantido fora da sala. Os resultados foram significativamente mais baixos quando o smartphone estava sobre a mesa, e cada distância adicional imposta entre os participantes e seus dispositivos, aumentou o desempenho no teste. No geral, os resultados do teste foram 26% melhores quando os telefones ficavam fora da sala. Ao contrário das expectativas, a ausência dos smartphones não causou tensão nos participantes, uma vez que os níveis de ansiedade foram consistentes em todos os experimentos. Porém, no geral, as mulheres ficaram mais ansiosas que os homens, o que levou os pesquisadores a concluir que os níveis de ansiedade no trabalho não são afetados pelos smartphones (ou por sua ausência), mas podem depender do sexo da pessoa. “Estudos anteriores mostraram que, por um lado, a distância do smartphone tem um impacto emocional negativo, como o aumento da ansiedade. Mas, por outro lado, as pesquisas também demonstraram que a presença do smartphone pode ser um fator de distração. Em outras palavras, tanto a presença quanto a ausência do smartphone podem prejudicar a concentração”, diz Jens Binder, da Universidade de Nottingham Trent. Astrid Carolus, da Universidade de Würzburg, acrescenta que, de forma geral, as conclusões tiradas a partir do experimento indicam que a ausência do smartphone melhora a concentração, mais do que sua presença. Os resultados do experimento correspondem às descobertas de uma pesquisa anterior, intitulada “Digital Amnesia at Work” (Amnésia Digital no trabalho). Nessa pesquisa, a Kaspersky Lab demonstrou que os dispositivos digitais podem ter impacto negativo sobre os níveis de concentração. Ela revelou, por exemplo, que a inclusão de notas em dispositivos digitais durante reuniões reduz o nível de entendimento do que está acontecendo no ambiente. “Embora a proibição de dispositivos digitais no trabalho não seja uma opção real, essas descobertas, associadas às do estudo Digital Amnesia at Work, dão as empresas uma ideia de como melhorar sua produtividade”, observa o documento da provedora de tecnologias de segurança. Segundo a companhia, em vez de esperar ter acesso permanente a seus smartphones, a produtividade dos funcionários pode ser incrementada se eles tiverem um período exclusivo ‘sem o smartphone’. “Um modo de fazer isso é impor ‘regras de reuniões’, como a proibição de celulares e computadores no ambiente normal de trabalho”, diz Cláudio Martinelli, diretor geral da Kaspersky Lab Brasil. “As empresas também devem estar cientes de que, no cenário totalmente conectado de hoje, um nível reduzido de concentração pode gerar problemas de segurança”. FONTE: idgnow.com.br/ti-corporativa/2016/10/07/smartphones-reduzem-concentracao-e-afetam-produtividade-diz-pesquisa/

PAINÉIS SOLARES ESPACIAIS PODERÃO CARREGAR SISTEMAS SEM FIO NO FUTURO

É provável que no futuro você não precisará se preocupar com a tarefa de recarregar o seu telefone diariamente. Quando falamos da próxima geração de baterias, engenheiros no Japão têm concentrado esforços no desenvolvimento de um sofisticado sistema que consegue enviar grandes quantidade de energia elétrica a distâncias consideráveis. E por trás de diversos protótipos e projetos há uma ideia em comum: a habilidade de enviar energia do céu ao solo. O objetivo da pesquisa, eventualmente, é criar um enorme painel solar baseado no espaço que não é afetado pelos sistemas meteorológicos e que, constantemente, possa coletar grandes quantidades de energia e enviá-las aos receptores na Terra via microondas. Apesar de ainda modestos, os protótipos atuais já facilmente desarmam os sistemas de carregamento sem fio que você consegue comprar para smartphones e outros gadgets hoje em dia. Durante a feira de eletrônicos Ceatec, que acontece no Japão nesta semana, a J Space Systems apresentou algumas das antenas que usa para receber as transmissões de microondas de alta potência. Batizadas de “Rectenna”, elas são antenas planas sintonizadas na frequência de 5.8GHz.
A companhia conseguiu com sucesso transmitir energia a uma distância de cerca de 50 metros usando o sistema, apesar de apresentar perdas consideráveis. A antena envia 1.8 kilowatts, mede 1,2 metros quadrados e consegue colher 340 watts de uma antena receptora que tinha 2,6 metros por 2,3 metros. A Mitsubishi Heavy Industries também está a frente de uma pesquisa similar e no ano passado conseguiu enviar 10kW de energia a uma distância de cerca de 500 metros, um recorde para pesquisadores japoneses. Para fazer isso, ela usou amplas matrizes de transmissão e recepção. Se a tecnologia continuar a progredir, haverá uma série de usos para ela. Um deles é usar a curta distância para enviar energia em torno das fábricas, permitindo que máquinas, sensores e estações de trabalho facilmente sejam configurados sem ter que executar novos cabos de alimentação. Outra aplicação em potencial vê balões sendo usados para enviar energia para áreas atingidas por desastres naturais onde a energia elétrica acabou, enquanto a tecnologia poderia ser usada para enviar energia do solo para um drone ou objeto similar para mantê-lo voando. Mas tudo isso soa pequeno quando comparado a ideia futurística de painéis solares orbitantes capazes de coletar grandes quantidades da energia do sol e enviá-las a Terra. Para atingir tal estágio, há ainda muito trabalho a ser feito, incluindo a grande tarefa de reduzir perdas de transmissão. A agência espacial japonesa, que está atrás da ideia, admite que a ideia de colheita de energia solar no espaço não é nova. Projetos anteriores em outros países chegaram perto, mas não evoluíram devido a falta de suporte para um sistema como esse. Mesmo assim, a agência espacial está continuando a direcionar pesquisadores para a tecnologia. Mas se mantém realista: “levará tempo significativo e esforços para superar os muitos obstáculos no caminho para a concretização de um sistema de energia solar espacial”, disse. fonte: idgnow.com.br/internet/2016/10/07/paineis-solares-espaciais-poderao-carregar-sistemas-sem-fio-no-futuro/

ESTA É UMA DAS PRINCIPAIS RAZÕES PELAS QUAIS NÃO VOLTAMOS MAIS A LUA EM MISSÕES OFICIAIS

Alguma vez você já se perguntou por que não voltaram à Lua? Parece que a NASA está escondendo um segredo obscuro de nós. Uma das razões parece ser que há uma base alienígena na lua. Parece que mais e mais pessoas estão indo a público com informações sugerindo que isso poderia de fato ser verdade. Os rumores dizem que há uma base lunar estranha no lado mais distante da Lua (o lado virado para longe da Terra). Dr. Edgar Mitchell, o astronauta que participou da missão Apollo 14 em 1971, e o sexto homem a pisar na Lua, declarou recentemente. Mitchell não foi o único a falar abertamente sobre o tema extraterrestre. Edwin Eugene Aldrin, aka "Buzz" Aldrin foi piloto do módulo lunar durante a missão Apollo 11, bem como um dos primeiros humanos a pousar na superfície da lua e, a segunda a caminhar sobre ela. Na Apollo 11 durante a rota até a lua, observei uma luz para fora da janela, que parecia está se movendo ao lado de nós. Havia muitas explicações sobre o que poderia ser, exceto outra nave de outro país ou de outro mundo - ou era o foguete que tinha se separado, mas não tinha explicação: estávamos cara a cara com as 2 espaçonaves. fonte: semprequestione.com/2016/10/revelador-esta-e-uma-das-principais.html#.V_mHRkorK1s

NOVAS ANÁLISES GENÉTICAS CONFIRMAM QUE O "ALIENÍGENAS DO ATACAMA" NÃO É UMA FARSA E SURPREENDE A TODOS

Em 2003, os pesquisadores descobriram um pequeno esqueleto no deserto de Atacama no Chile. O esqueleto se assemelha a um ser humano. No entanto, ele tinha visivelmente algumas diferenças que levaram a testes forenses a determinar o esqueleto, apelidado Ata, de algo originado fora deste mundo. O "ALIEN" DE ATACAMA Algumas destas diferenças incluem o esqueleto que era apenas de 15 centímetros, ou 6 polegadas, de comprimento. As primeiras teorias indicaram que os restos eram de um bebê prematuro ou um aborto espontâneo. Outras deformidades que confundiu cientistas eram de que o esqueleto tinha apenas 10 costelas, ao contrário do habitual de 12, que os seres humanos têm. Eles também acreditavam que o crânio era em forma de cone, que obviamente não parece humano. Isso ficou mais exagerado ainda através do formato do rosto e da mandíbula que assemelha-se ainda mais com um ser alienígena. Alguns acreditavam que o esqueleto era parte de uma farsa. O esqueleto tinha permanecido escondido por 6 anos, até 2009. Até 2012, quando os cientistas foram capazes de estudar o esqueleto através do raios-X, da tomografia computadorizada e da amostragem genética. Devido à natureza árida do Deserto do Atacama, significava que o material biológico como os pulmões e o coração ainda estavam ligeiramente preservados. A teoria que o ATA era um feto, foi refutada por meio da existência de dentes maduros na boca e que os ossos estavam bem desenvolvidos e, tinham a semelhança dos ossos de uma criança entre 6 e 8 anos de idade. A outra questão que permanece é o porquê do esqueleto ser tão pequeno. É possível que o ATA fosse acometido de nanismo. No entanto, a menor pessoa do mundo tinha 54,6 cm de altura. Outra teoria era que o ATA estava sofrendo de progeria, que trazia sintomas de envelhecimento muito precocemente. Também é possível que o ATA foi mumificado como um bebê abortado ou natimorto. Embora ,isso não poderia explicar o crescimento do esqueleto ou as nervuras em falta. Há muitas perguntas a serem respondidas sobre o ATA e, mais testes genéticos estão sendo realizados por pesquisadores. O resultado poderá mudar a nossa visão de mundo! FONTE: semprequestione.com/2016/10/novas-analises-geneticas-confirmam-que.html

CIENTISTA FINLANDÊS ENCONTRA UM MISTÉRIO NAS PIRÂMIDES DA BÓSNIA

Um cientista da Finlândia declarou ter descoberto anomalias nas pirâmides da Bósnia em Visoko, as quais não podem ser explicadas como fenômenos naturais. Seriam estas provas concretas de que são estruturas feitas pelo homem? O pesquisador finlandês registrou sons vindos do topo da Grande Pirâmide de Visoko, os quais NÃO são o resultado de quaisquer fenômenos naturais. De acordo com a BH News Agency Patria (NAP), um engenheiro de som chamado Heikki Savolainen declarou ter encontrado anomalias nas pirâmides em Visoko que não podem ser explicadas como fenômenos naturais. O especialista em sonoplastia ficou em Visoko, na Bósnia e Herzegovina por uma semana e fez gravações eletromagnéticas, de ultrassom e infrassom no Vale Bósnio das Pirâmides. O que ele encontrou desafia as explicações. De fato, de acordo com Savolainen, seus resultados são espetaculares. Ele disse que há uma conexão óbvia entre a radiação eletromagnética e ultrasônica do topo da Pirâmide do Sol e os túneis subterrâneos. Isto, ele argumenta, mostra que os túneis observáveis e as pirâmides são de fato a mesma entidade. A tese da existência das Pirâmides da Bósnia tem sido pesadamente atacada por pesquisadores ao redor do globo, os quais rejeitam a noção de que há pirâmides naquele país. Porém, pesquisas têm mostrado que não somente há pirâmides na Bósnia, mas que elas também podem ser as estruturas artificiais mais antigas da face do planeta. De acordo com uma análise feita no local, as Pirâmides da Bósnia teriam aproximadamente 29.200, anos. Foi reportado que o facho de ‘ultrassom’ encontrado no fundo da Pirâmide do Sol vem em blocos regulares de 9.3333 Hz, com picos de até 28.3000 kHz. Além disso, a filtragem de energia mostra que o nível de ionização tem mais de 43.000 íons negativos, que é 200 vezes mais alto do que a concentração média, o que faz com que estas câmara subterrâneas mostrem propriedades de cura. Testes confirmaram que os níveis de ‘radiação negativa’ através das grades Hartman, Curry e Schneider são iguais a zero nos túneis descobertos. Ocorre que as pirâmides da Bósnia podem ser, afinal, um dos monumentos antigos mais fantásticos já construídos por uma civilização há muito tempo perdida, a qual habitou a Europa moderna há dezenas de milhares de anos. A Pirâmide do Sol, com seus 220 metros de altura, excede a Grande Pirâmide do Egito, que mede 146 metros de altura. Mas o que descobrirmos ser impressionante é o fato de que a orientação da pirâmide para o Norte é precisa, com um erro de 0 graus, 0 minutos e 12 segundos. Uma incrível precisão, e isto é onde a Pirâmide do Sol na Bósnia possui um fato comum com a Grande Pirâmide do Egito. No Egito, a Grande Pirâmide reside na interseção da linha mais longa de latitude, e a mais longa de longitude, que é o exato centro de massa de terra no nosso planeta. fontes: ancient-code.com/finnish-scientist-spots-great-mystery-bosnian-pyramids//ovnihoje.com/2016/10/08/cientista-finlandes-encontra-um-misterio-nas-piramides-da-bosnia/

ARTRITE PODE SER TRATADA COM CÉLULAS DO PRÓPRIO PACIENTE

Cientistas britânicos descobrem que minúsculas bolhas humanas conseguem chegar à cartilagem inflamada, até então tida como impenetrável. Pacientes com artrite podem, futuramente, usufruir dos benefícios de uma terapia em desenvolvimento nos laboratórios da Universidade Queen Mary de Londres, no Reino Unido. Publicado recentemente na revista Science Translational Medicine, o estudo indica que há possibilidade de as cartilagens, até então consideradas impenetráveis por medicamentos, serem tratadas com células do próprio doente, as chamadas microvesículas. Os autores demonstraram, na pesquisa inicial com ratos, que essas moléculas são capazes de ultrapassar as barreiras da cartilagem para aplicar medicamentos e outros agentes terapêuticos. Microvesículas são estruturas subcelulares que não excedem um micrômetro de diâmetro. Parecidas com bolhas preenchidas por um líquido e responsáveis pelo transporte de lipídios e proteínas, elas são produzidas por células do sistema imunitário chamadas neutrófilos. Essas pequenas moléculas chamam a atenção por dois motivos: contêm mais de 300 tipos de proteínas, que variam conforme as funções, e se acumulam em grande quantidade nas articulações de pacientes com artrite reumatoide (AR), doença inflamatória crônica na qual as células imunes destroem tecidos articulares. Os tratamentos atuais reduzem a inflamação e aliviam a dor, mas não conseguem alvejar diretamente as células dentro da cartilagem, tecido que reveste a superfície dos ossos. “Para a nossa surpresa, descobrimos que as vesículas liberadas por células brancas do sangue podem ‘viajar’ para a cartilagem e entregar seu conteúdo. Além disso, elas têm um efeito protetor sobre a cartilagem afetada pela artrite”, comemora Mauro Perretti, autor sênior da pesquisa. Para chegar a essa conclusão, ele e a equipe estudaram microvesículas de pacientes e roedores com AR. Ao investigar os níveis elevados dessas pequenas moléculas no líquido das articulações, os estudiosos notaram que elas também estavam carregadas com anexina A1, proteína que ajuda a combater a inflamação e a reparar tecidos feridos. Em uma fase seguinte, constatou-se que camundongos com artrite e produção prejudicada de microvesículas tinham cartilagens mais inflamadas do que as cobaias sem a doença. Além disso, a injeção direta de microvesículas nas articulações dos animais protegeu-os da degradação no tecido. Os resultados sugerem que as microvesículas podem ser usadas como uma espécie de “cavalo de troia”, penetrando na cartilagem e permitindo que a anexina A1 se ligue aos seus receptores nas células do tecido doente, o que gera uma reação anti-inflamatória acentuada. O tratamento de pacientes com as próprias vesículas requereria apenas um dia no hospital, e essas moléculas poderiam ser ainda “fortificadas” com outros agentes terapêuticos, por exemplo, ácidos graxos de ômega-3s. Diretor médico da Pesquisa em Artrite do Reino Unido, Stephen Simpson acredita que a utilização do próprio sistema de transporte do corpo para movimentar agentes terapêuticos, novos e atuais, diretamente na cartilagem reduziria os danos articulares de forma mais eficaz do que nunca. “Uma cartilagem saudável e intacta significa menos dor e incapacidade, melhorando a qualidade de vida de milhões de pessoas que vivem com artrite”, considera. O diretor científico da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, regional Distrito Federal, Julian Machado, explica que a nutrição da cartilagem se dá por difusão, “alimentando-se” de células dispersas na matriz ricas em colágeno e outras glicoproteínas. Sabendo disso, médicos tentam restaurar a cartilagem danificada com tratamentos focados nessa estratégia. “Apesar de serem usados no mundo inteiro e prescritos por médicos, não sabemos ao certo se são eficientes em repor e restaurar a constituição da cartilagem”, ressalva Machado. “A grande coisa desse estudo é utilizar o expediente dessa capacidade de difusão para colocar as vesículas dentro do material danificado.” O especialista cita outros tratamentos inovadores para a artrite, como o uso de células-tronco da medula para gerar cartilagens.

Risco de incapacitação

A artrite reumatoide (AR) atinge mais os joelhos e o quadril, estruturas que suportam o peso do corpo. Pessoas com essas duas regiões comprometidas podem ficar disfuncionais. Segundo Marcelo Ferrer, ortopedista da Orto Sul, em Brasília, nessa enfermidade, a membrana sinovial hipertrofia e lança toxinas que invadem e destroem a cartilagem. O também membro da Sociedade Brasileira do Quadril e Cirurgia de Joelho acredita ser possível que os resultados britânicos contribuam para o desenvolvimento de outras doenças autoimunes. Exercícios físicos não são mais proibidos para quem tem artrite reumatoide. As atividades precisam ser supervisionadas, funcionais e focadas no fortalecimento muscular. No dia a dia do paciente de artrite reumatoide, os obstáculos estão por todos os lados. A maçaneta da porta, o cabo da panela, a tampa da garrafa, os degraus da escada… Para uma pessoa com dor, rigidez ou deformidades articulares, esses objetos simples tornam-se desafiadores. O comprometimento das atividades rotineiras, contudo, pode ser amenizado com terapia ocupacional. Aliada à prática regular de exercícios físicos, a adaptação das tarefas cotidianas representa um ganho enorme na qualidade de vida. “Modificar hábitos é algo essencial para o tratamento, e isso pode incluir aspectos muito individuais, desde mudar a forma como o paciente lava a louça, digita no computador e toma banho até mesmo modificar como ele encara o cuidado com a sua saúde”, explica Pedro de Almeida, professor do curso de terapia ocupacional da Universidade de Brasília (UnB) e pesquisador de tecnologias assistivas para pacientes reumatológicos. De acordo com ele, diversos estudos científicos indicam que proteger as articulações e poupar energia na execução de tarefas reduzem a dor, melhoram a fadiga, aumentam a participação social, diminuem a rigidez matinal e a incidência de deformidades nas mãos, e incrementam a funcionalidade, mesmo entre pessoas com quadros mais graves da doença. O especialista explica que, quanto mais cedo o paciente iniciar as mudanças de hábito, maiores as chances de evitar as lesões e os prejuízos para a rotina. No artigo Terapia ocupacional na artrite reumatoide: o que o reumatologista precisa saber?, publicado na Revista Brasileira de Reumatologia, Almeida destaca que, sem tratamento adequado, a taxa de aposentadoria associada à doença varia de 7% (no primeiro ano após o diagnóstico) a 39% (15 anos depois). A redução da produtividade motivada pela artrite reumatoide é estimada em 7 mil euros por ano, observa. Contudo, existe um arsenal de técnicas protetivas, exercícios físicos e recursos tecnológicos para evitar que isso aconteça. Quem faz o encaminhamento do paciente ao serviço de reabilitação, onde será acompanhado por uma equipe multidisciplinar, é geralmente o reumatologista. “Esse processo acontece em centros de reabilitação públicos, os da rede Sarah, e em alguns hospitais, entre eles o HUB (Hospital Universitário de Brasília), que tem um serviço multidisciplinar integrado”, explica Almeida. Ele ressalta, porém, que, em outros centros de saúde, o número reduzido de profissionais qualificados pode fazer com que se espere muito para ter acesso ao serviço. “Muitas vezes, isso desmotiva o paciente”, afirma. Segundo o especialista, o problema não é só do Brasil. “Observo situações similares aqui no Canadá, onde a espera por uma consulta com profissionais especializados pode ser superior a quatro meses”, diz o professor da UnB, que atualmente faz parte do doutorado no país norte-americano. O ideal é que o acompanhamento seja realizado de duas a três vezes por semana nos primeiros meses de diagnóstico. Depois, de acordo com a evolução da doença, os encontros com o profissional podem chegar a acontecer apenas a cada três meses. “Além de evitar que o paciente deixe de fazer o que é importante para ele, mantendo-o independente, o tratamento reduz a ocorrência não só de complicações físicas, como dor e limitações de movimento, mas também a incidência de sintomas de depressão e ansiedade decorrentes de sentimentos de incapacidade que podem surgir quando o paciente se vê impossibilitado de realizar atividades que antes eram perfeitamente possíveis”, explica Pedro de Almeida.

Coração protegido

Tão importante quanto tomar os remédios e aprender a executar as tarefas cotidianas sem sobrecarregar as articulações é se movimentar. No passado, muitos médicos recomendavam repouso aos pacientes. Com isso, além do isolamento social, eles se tornavam caquéticos e desenvolviam comorbidades associadas à falta de atividade física. Hoje, contudo, sabe-se que os exercícios não só estão permitidos como fazem parte do tratamento da artrite reumatoide. “A partir da década de 1990, a atividade física começou a ser recomendada porque a literatura científica mostra que, quanto mais a pessoa se movimenta, menor a frequência e a intensidade da dor. O movimento ‘desenferruja’”, explica Frederico Santos de Santana, diretor técnico do Instituto Saúde e Exercício e pesquisador do HUB. Além do manejo da dor, o exercício físico é recomendado porque os pacientes da doença crônica têm risco maior de complicações cardiovasculares, e 66% deles sofrem de caquexia reumatoide, condição caracterizada pela perda da massa muscular. Sobretudo aqueles que não têm comprometimento dos membros inferiores são aconselhados a fazer caminhadas para evitar as comorbidades. Frederico Santos de Santana conta que, entre as pessoas com artrite reumatoide, o número de passos diários fica entre 3 mil e 4 mil. Uma paciente dele chegava a andar apenas 400 passos por dia. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o número mínimo de passos para uma pessoa ser considerada ativa é 10 mil. Como parte do tratamento da artrite reumatoide, o exercício físico precisa ser orientado e supervisionado por um profissional. “É arriscado permitir que o paciente faça qualquer atividade. Na área da saúde, não temos o direito de errar. Por isso, é preciso uma boa avaliação interdisciplinar”, observa Santana. Alguns aspectos, como medicamentos, podem interferir no resultado. Daí a necessidade de uma análise minuciosa por parte do profissional antes da prescrição do treino. Normalmente, os exercícios são de baixo impacto, envolvem atividades aeróbicas, de força muscular e funcionais. Para indicar os mais adequados, o educador físico ou o fisioterapeuta vai priorizar as necessidades do paciente, levando em consideração três parâmetros: dor, fadiga e qualidade do sono. “Exercício também é remédio. Então, precisamos dosá-lo. Temos de respeitar o princípio da individualidade porque cada um vai reagir de uma forma”, diz Raphaela Franco Miranda, pesquisadora do Laboratório de Aptidão Física e Reumatológica do HUB. Muitas pessoas terão de começar com o mínimo possível — andar mais dentro de casa, por exemplo ou ir a pé até a padaria. De acordo com a avaliação do profissional, o nível de esforço vai aumentando. Segundo Frederico Santos de Santana, os resultados medidos em estudos científicos mostram um grande incremento da qualidade de vida. “Eles produzem mais, conseguem trabalhar, viajar e ter mais disposição para as atividades da vida diária”, diz. O problema, destaca o especialista, é que nem todos têm acesso a esse tipo de acompanhamento. “É muito difícil conseguir o acompanhamento do professor de educação física nos hospitais. Se o paciente for na clínica particular, será muito bem tratado, terá resultados muito eficazes e efetivos, mas só pode ir à clínica particular uma parcela muito pequena da população”, lamenta. “O tratamento reduz a ocorrência não só de complicações físicas, como dor e limitações de movimento, mas também a incidência de sintomas de depressão e ansiedade decorrentes de sentimentos de incapacidade que podem surgir” – Pedro de Almeida, professor do curso de terapia ocupacional da Universidade de Brasília.

Soluções tecnológicas facilitam a rotina

Para executar as tarefas cotidianas, muitos pacientes recorrem às tecnologias assistivas. “Esse mercado cresceu muito no Brasil nos últimos 10 anos, sobretudo nas áreas relacionadas a pesquisa e desenvolvimento de equipamentos e seu uso no processo de reabilitação. Hoje, temos uma disponibilidade satisfatória de produtos comercialmente disponíveis para pacientes com artrite reumatoide e outras doenças”, conta o terapeuta ocupacional Pedro de Almeida, professor da Universidade de Brasília (UnB) e pesquisador de tecnologias assistivas para pacientes reumatológicos. Porém, ele ressalta que o custo ainda é bastante elevado, obrigando o terapeuta e o paciente a buscarem soluções adaptadas. “É importante observar que, embora existam muitos recursos de tecnologia assistiva em sites, catálogos de fabricantes e artigos, nem todos os pacientes vão precisar de dispositivos como órteses, adaptações de utensílios domésticos ou equipamentos similares”, lembra. Para uma pessoa com deformidades e rigidez nas articulações da mão, por exemplo, um abridor de garrafas adaptado pode ser de grande valia. Contudo, se o problema é no quadril, o mesmo objeto não faz o menor sentido. “Como a necessidade do recurso é motivada pela dificuldade de realizar atividades e ocupações específicas, cada paciente é um caso que precisa ser avaliado e atendido em suas particularidades”, insiste Almeida. Outro exemplo citado por ele é o da dor articular afetando atividades como cozinhar ou trocar de roupa. “Mas o paciente pode não precisar de uma órtese ou de um dispositivo assistivo. Ele pode modificar a forma como a atividade é feita, alterando o padrão de movimentos utilizados, e isso pode ser suficiente para ele”, ensina.” É importante que cada caso seja avaliado e tratado individualmente, pois a prescrição ou a aquisição de um recurso de tecnologia assistiva que não seja necessário implica não só em custo financeiro, mas também emocional para o paciente, podendo prejudicar o tratamento como um todo.” Pedro de Almeida lembra ainda que particularmente as órteses precisam ser fabricadas sob medida. No mercado, existem diversos modelos disponíveis, mas o formato é padrão e, muitas vezes, inadequado. “O terapeuta ocupacional é capacitado para confeccionar órteses personalizadas e moldadas sob medida, que são muito mais adequadas às demandas que o paciente apresenta. O Distrito Federal conta com uma Oficina de Órteses e Próteses, com terapeuta ocupacional, que faz esse serviço pelo Sistema Único de Saúde.” fontes: por Paloma Oliveto / Isabela de Oliveira / Saúde / Correio Braziliense// lersaude.com.br/descoberta-artrite-pode-ser-tratada-com-celulas-do-proprio-paciente/

sábado, 1 de outubro de 2016

ENTENDA COMO O ESTRESSE CHEGA AO CORAÇÃO

Estudo inédito mapeia como a tensão contínua leva ao infarto, ao derrame e a outros problemas cardíacos. Ela provoca inflamações nas paredes arteriais, comprometendo, por exemplo, o fluxo sanguíneo. Em tempos de convulsão social, quando todos parecem estar com os nervos à flor da pele, é bom respirar fundo e pensar duas vezes antes de se aborrecer com discordâncias políticas e de outra natureza. Caso contrário, o coração poderá sofrer as consequências. Se não chega a ser novidade que o estresse contínuo contribui para o surgimento de doenças cardiovasculares, agora, um estudo conseguiu rastrear os efeitos da tensão mental crônica desde o cérebro até as paredes das artérias. De acordo com os pesquisadores, surge uma evidência robusta de que preocupações excessivas causam inflamações que podem provocar infarto, parada cardíaca e acidente vascular cerebral. O trabalho, apresentado na 65ª sessão científica anual do Colégio Americano de Cardiologia, baseia-se em estudos de imagem que avaliaram a atividade bioquímica cerebral de 293 pessoas com média de idade de 55 anos. Todas haviam se submetido ao PET/CT, uma eficiente ferramenta de avaliação das alterações metabólicas, entre 2005 e 2008. À época, fizeram o exame para checar se tinham câncer — o resultado deu negativo. Além disso, nenhum apresentava problemas cardiovasculares. Com imagens bastante precisas e um método de marcadores fluorescentes, o PET/CT forneceu detalhes da atividade cerebral, da medula óssea e das artérias dos participantes. Eles foram divididos em 2 grupos, de acordo com o nível de ativação da amígdala — quanto maior, mais alto o nível de estresse. Essa região, que não tem nenhuma relação com a amígdala da garganta, é uma das mais primitivas do cérebro e está associada às respostas ao estresse e ao medo. Diante de uma situação perigosa, entra em ação, desencadeando um complexo processo fisiológico que inclui a liberação de hormônios e outras substâncias — é por isso que uma pessoa com medo ou raiva tem reações como sudorese, tremor e alteração nos batimentos cardíacos.

Amígdala ativa

Ao longo de 5 anos, os pesquisadores do Hospital Geral de Massachusetts, em Boston, acompanharam os participantes por meio de avaliações cardiovasculares. No fim desse período, descobriram que aqueles que integravam o grupo em que a amígdala era mais ativa apresentaram um risco 14 vezes maior de sofrer problemas cardíacos para cada unidade de aumento da atividade do estresse no cérebro. Além disso, enquanto entre essas pessoas o percentual de eventos cardiovasculares foi de 35% em 5 anos; no outro, a taxa caiu para 5%. “Esses resultados nos intrigaram. Acredito que eles iluminam, pela primeira vez, a relação entre a ativação de tecidos neurais (aqueles associados ao medo e ao estresse) e os eventos cardíacos subsequentes”, diz Ahmed Tawakol, codiretor do programa de PET/CT cardíaco do Hospital Geral de Massachusetts e coautor do trabalho. De acordo com Deepak Bhatt, diretor do Programa de Intervenções Integradas cardiovasculares do Hospital Feminino de Brigham, em Harvard, não há dúvidas de que o estresse desencadeie efeitos fisiológicos em todo o corpo, incluindo o coração. “Isso é especialmente verdade no caso de um estresse severo e agudo. Pessoas que recebem uma notícia traumática podem, em casos raros, sofrer um ataque cardíaco imediato”, observa Bhatt, que não participou do estudo. “Isso não é apenas um ataque de ansiedade ou pânico. Quando você faz o cateterismo nesses pacientes, vê que uma artéria que anteriormente estava aberta ficou obstruída. Da mesma forma, o estresse crônico, que vai se acumulando com o tempo, tem esse potencial”, complementa.

Medula óssea

Ahmed Tawakol conta que o aumento crônico da atividade no centro do medo cerebral estimula, na medula óssea, a produção de alguns tipos de células, inclusive os monócitos. Essas estruturas são importantes componentes do sistema imunológico, entrando em ação quando se precisa proteger o corpo contra algum agente externo que entra na corrente sanguínea. Em excesso, porém, provocam inflamações nos tecidos que estão associadas a diversas doenças e condições, de câncer a infarto. “Essa produção aumentada de monócitos foi visualizada pelo PET/CT nos pacientes que sofriam de mais estresse. No caso deles, as inflamações se instalaram na parede das artérias. Já sabemos, há bastante tempo, que a inflamação crônica arterial é um dos fatores de risco de doenças cardiovasculares”, conta Amorina Ishai, coautora do estudo. Segundo a especialista, a formação e o desenvolvimento de uma lesão aterosclerótica é um processo complexo e tem a inflamação crônica como componente patológico. “O papel dos monócitos é grande tanto no início da formação das placas quanto na progressão das mesmas”, observa. De acordo com a pesquisadora, no estudo apresentado durante a reunião do Colégio Americano de Cardiologia, não se buscou uma relação causal entre a ativação da amígdala, a produção de monócitos pela medula óssea e a inflamação das artérias. “O que visualizamos foi uma correlação, mas não podemos dizer com certeza, ainda, como isso tudo se relaciona”, explica. “Para compreendermos melhor a interação entre esses fatores, teríamos de desenhar um novo estudo que envolvesse uma intervenção de redução de estresse no cérebro ou da resposta emocional e constatar que isso reduziu os eventos cardiovasculares”, diz Ahmed Tawakol. “Se descobrirmos que tratar o estresse de alguma forma resulta na redução de doenças cardiovasculares, teremos uma janela para novos diagnósticos e novas intervenções. Certamente, temos interesse em testar a hipótese de que ferramentas para lidar com o estresse podem reduzir o risco cardíaco”, afirma.

Peso no quadril

Uma pesquisa do Hospital John Hopkins de Baltimore acrescentou evidências de que, para evitar riscos cardiovasculares, é melhor ter um formato corporal de pera (o peso concentrado nos quadris) do que de maçã (peso ao redor do abdômen). Os pesquisadores constataram que a obesidade abdominal é um forte preditor de doenças cardíacas graves em pacientes que têm diabetes 1 e 2, sem, contudo, apresentar sintomas de problemas no coração. O trabalho foi feito com mais de 200 homens e mulheres. A conclusão dos cientistas é de que a circunferência abdominal é um indicador melhor para risco coronariano que o índice de massa corporal, medida que considera peso e altura.

Depressão é fator de risco

estresseA depressão é um conhecido fator de risco para doenças cardiovasculares, mas, até agora, não se sabia se a chance de sofrer um ataque cardíaco ou um derrame pode aumentar ou piorar caso haja alguma mudança no quadro dessa condição mental. Um novo estudo conduzido por pesquisadores do Instituto do Coração de Salt Lake City (EUA) mostra que tratar efetivamente o paciente depressivo pode reduzir a probabilidade de ele sofrer complicações cardiovasculares. O trabalho também foi apresentado no Colégio Americano de Cardiologia. “Com a ajuda de pesquisas anteriores, sabemos que a depressão está associada a riscos cardiovasculares a longo prazo, mas identificar que, a curto prazo, aliviar os sintomas da doença reduz o risco cardíaco do paciente pode ajudar essas pessoas a se comprometerem mais com o tratamento dos sintomas depressivos”, aposta Heidi May, epidemiologista e autora do estudo. “A principal conclusão de nossas pesquisas é: se a depressão não é tratada, o risco de complicações cardiovasculares aumenta significativamente”, avisa. A equipe liderada por May analisou dados do Intermountain, um banco de dados que contém informação de mais de 100 mil pacientes de Salt Lake City. Ele focaram em 7.550 pessoas que completaram pelo menos dois questionários sobre depressão ao longo de um ou dois anos. Elas foram categorizadas com base nos resultados da pesquisa como nunca deprimidas, não mais deprimidas, continuam deprimidas ou se tornaram deprimidas. Então, os pacientes foram acompanhados para verificar se haviam sofrido algum problema cardiovascular importante, como derrame, falência cardíaca, ataque cardíaco ou morte. No fim do estudo, 4,6% dos que não estavam mais deprimidos apresentaram ocorrência dessas complicações similar às taxas daqueles que jamais haviam sofrido depressão (4,8%). Já os que continuavam deprimidos e os que adquiriram o transtorno mental ao longo da pesquisa registraram percentuais de 6% e 6,4%, respectivamente.

Mais testes

Segundo May, o trabalho indica que um tratamento efetivo diminui o risco de sofrer problemas cardiovasculares a curto prazo. Contudo, ela ressalta que mais estudos são necessários para identificar exatamente como deve ser essa terapia. “O que fizemos foi simplesmente observar dados que foram coletados previamente. Para irmos além, precisamos fazer um teste clínico completo, que avalie o que observamos”, diz. Devido à natureza complexa da depressão, é difícil dizer se ela leva ao aumento de fatores de risco de problemas cardiovasculares ou se é justamente o contrário. Uma pista do trabalho de May é que mudanças nos sintomas depressivos podem causar mudanças fisiológicas imediatas, o que, por sua vez, reduzem a chance de ocorrências cardíacas. Mas a médica ressalta que essa questão não está fechada. fonte:por Paloma Oliveto / Saúde / Coreio Braziliense/lersaude.com.br/entenda-como-o-estresse-chega-ao-coracao/

CORAÇÃO: APRENDA LIMPAR SUAS ARTÉRIAS

As dicas para equilibrar a alimentação e controlar as taxas de colesterol parecem simples. Basicamente, é preciso diminuir o consumo de gorduras maléficas e aumentar o de alimentos naturais. Porém pouca gente sabe sobre os males que o colesterol alto pode causar ao coração e a real importância da alimentação equilibrada na prevenção e no controle do problema. reduzir o nível de colesterol é fundamental para manter o coração batendo forte. Segundo pesquisa da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp), apenas 10% dos paulistas conhecem os males do colesterol ruim e 85% não o consideram um fator de risco para problemas cardíacos. Quando não controlado, o colesterol pode causar aterosclerose, prejudicar a circulação do sangue e até provocar infarto. “A aterosclerose é uma doença caracterizada pela obstrução dos vasos sanguíneos, causada pela formação de placas de ateroma, compostas principalmente pelo colesterol”, explica a cardiologista Viviane Cordeiro Veiga. Cerca de 80% das doenças cardiovasculares podem ser evitadas com alimentação saudável, exercícios físicos e o não consumo de cigarros. Portanto, fique de olho nos alimentos mais poderosos e conheça seus efeitos benéficos, tanto para prevenir o colesterol alto quanto para baixar as taxas.
O sedentarismo é responsável por 54% das mortes por problemas vasculares.

Feijão-caupi, o novo herói

Também conhecido como feijão-fradinho ou feijão de corda, essa espécie possui uma proteína chamada vicilina que, associadas às fibras do alimento, é capaz de reduzir o colesterol. A descoberta foi feita pela nutricionista Carolina Frota, durante pesquisa de mestrado na Universidade de São Paulo. O estudo, feito com hamster (animais que tem o metabolismo semelhante ao do ser humano), mostrou que a ingestão do feijão e da proteína isolada são capazes de diminuir, respectivamente, 49% e 22% o colesterol total. A pesquisa continua, agora investigando os benefícios do feijão-caupi para a saúde das pessoas. O objetivo é investir na proteína isolada. Esse tipo de feijão combina com saladas e pode ser usado como ingrediente de feijoadas vegetarianas, por isso, é fácil incluí-lo na alimentação. Durante a semana, varie com outros tipos de leguminosas, que também são ricas em fibras.

Cereal de todo dia

“A fibra solúvel da aveia reduz o colesterol ruim, limpando as artérias”, afirma a nutricionista Carolina Marques. Betaglucana é o nome dessa poderosa fibra que, quando ingerida, dissolve-se em água e forma um gel viscoso que capta o excesso de gorduras obtidas da alimentação e manda-o embora com as fezes. O consumo deve ser regular: pelo menos duas colheres (sopa) todos os dias. “O ideal é usar o farelo de aveia, onde as betaglucanas estão mais concentradas”, recomenda Carolina. Barato e versátil, o cereal pode ser acrescentado a diversos pratos prontos (sucos, sopas, saladas). A dica é polvilhar sobre salada de frutas – laranja, morango, kiwi e uvas são ótimas opções, pois contêm antioxidantes que reduzem a formação de placas de gordura nas artérias.

Quer variar? Aposte na linhaça

Assim como a aveia, essas sementinhas dão um toque especial a saladas, sopas, massas, sucos, vitaminas, frutas e o que mais a imaginação permitir. Com sabor semelhante ao de castanhas, a linhaça é rica em ômega 3. “É um tipo de gordura insaturada que reduz o colesterol total e o LDL (o colesterol ruim) e aumenta o HDL (o colesterol bom). Também reduz a pressão arterial”, diz a nutricionista Lilian Speziali. Cada 100 g de linhaça possui 33,5 g de fibras, o que também faz a diferença nas taxas de colesterol. Especialistas recomendam o consumo de duas colheres (sopa) diariamente. Como o organismo não consegue digerir facilmente as sementes inteiras, que possui casca resistente, o ideal é consumir em forma de farinha. Apesar de ser encontrada pronta no mercado, é melhor optar pelas sementes inteiras e triturá-las no liquidificador somente o que for consumir, já que perdem rapidamente os nutrientes em contato com o ar e a luz.

Mais vermelho no prato

O benefício mais famoso que o tomate exerce é a prevenção do câncer de próstata, já que o alimento é uma das melhores fontes de licopeno. A substância tem função antioxidante e é responsável pela coloração vermelha do tomate e de outros legumes e frutas, como pimentão, melancia e goiaba. Mas o licopeno faz muito mais pela saúde: inibe uma enzima que participa da produção do colesterol, colaborando com o controle e a redução de suas taxas.

2 quadradinhos por dia

Deliciar-se com um bombom pequeno ou dois quadradinhos de uma barra de chocolate vai além da melhora do humor. Afinal, esse doce tão querido por tanta gente é capaz de controlar as taxas de colesterol. Porém, o tipo e a quantidade vão determina se o chocolate fará bem ou mal à saúde do coração. A versão ao leite, por exemplo, tem grande quantidade de gordura e açúcar. Em excesso, eleva o peso corporal e a glicose no sangue. Já o tipo amargo é rico em polifenóis, substâncias antioxidantes que ajudam na redução do colesterol. Esse benefício se deve ao cacau, o dono dos antioxidantes. Por isso opte pelo chocolate com mais de 60% de cacau e consuma sempre em pequenas quantidades.
Quase 30% da população brasileira apresenta altas taxas de colesterol.

Qual é o limite?

Todas as pessoas, apresentando ou não fatores de risco, devem checar os níveis de colesterol antes dos 20 anos e continuar fazendo o exame regularmente. Os sintomas do colesterol alto só manifestam-se quando seus valores são muito elevados, por isso recomenda-se realizar exames de sangue para o colesterol de tempos em tempos. Cerca de 70% do colesterol presente no organismo é produzido pelo fígado. Ele produz a quantidade suficiente para o uso das células, o restante vêm da alimentação e seu excesso é depositado nas paredes dos vasos sanguíneos, sendo prejudicial ao corpo. Crianças cujas famílias apresentem histórico de doenças cardíacas também devem conferir as taxas. Basta uma pequena amostra de sangue e o resultado é dado em mg/dl (miligramas por decilitro de sangue). Confira os limites estabelecidos pela Sociedade Brasileira de Cardiologia: Colesterol total: é a soma LDL + HDL +VLDL. O ideal é que esteja abaixo de 200 mg/dl. Entre 200 e 239 mg/dl, há riscos de problemas cardíacos. Acima de 240 mg/dl, os riscos são maiores e pode ocorrer infarto e AVC (acidente vascular cerebral). LDL: abaixo de 100 mg/dl para pessoas saudáveis e menor que 70 para quem já possui algum problema cardiovascular. HDL: acima de 40 para homens e 50 para mulheres. Triglicérides: A hipertrigliceridemia, nome que se dá ao aumento dos triglicérides (ou triglicerídeos) no sangue, também é fator de risco para aterosclerose, principalmente se associados a níveis baixos de HDL. Os valores normais de triglicerídeos são: Até 150 mg/dL = normal; Entre 150 e 199 mg/dl = limítrofe; Entre 200 e 500 mg/dl = elevado; Maior que 500 mg/dl= muito elevado.

O que é VLDL?

Tanto se ouve falar do LDL e do HDL, os principais responsáveis pelo transporte do colesterol no sangue, que muitos se esquecem dessa outra substância engordurada. Se fôssemos traçar uma árvore genealógica das lipoproteínas, o VLDL seria um parente muito próximo do LDL. Sua sigla, do inglês “very low density lipoprotein”, afinal, significa lipoproteína de muito baixa densidade, numa tradução literal do inglês. Apesar de também participar do leva-e-traz do colesterol, sua grande missão é carregar os triglicérides, um outro tipo de gordura. Mas, mesmo que seus níveis estejam elevados, os especialistas não o encaram como uma grande ameaça. Níveis do VLDL: Desejável : Até 30 mg/dl; Discretamente elevado : 30 a 40 mg/dl; Elevado : 40 a 99 mg/dl; Muito Elevado : Maior ou igual 100 mg/dl.

O que faz o colesterol no organismo?

O VLDL transporta triglicerídeos e um pouco de colesterol. O LDL transporta colesterol e um pouco de triglicerídeos. O HDL faz o caminho inverso, tira colesterol dos tecidos e devolve para o fígado que vai excretá-lo nos intestinos. Elevadas concentrações de VLDL e o LDL estão associados a deposição de gordura na parede dos vasos, levando a formação de placas. Esse processo é chamado de aterosclerose. Essas placas de gordura diminuem a luz dos vasos. Também causam lesão direta na parede, diminuindo a elasticidade das artérias. Tudo isso favorece a obstrução do fluxo de sangue e do aporte de oxigênio e nutrientes aos tecidos. O resultado final é o infarto, o AVC, a isquemia dos membros etc… O aumento do colesterol é chamado de dislipidemia. Enquanto que o LDL e o VLDL levam colesterol para as células e facilitam a deposição de gordura nos vasos, o HDL faz o inverso, promove a retirada do excesso de colesterol, inclusive das placas arteriais. Por isso, denominamos o HDL como colesterol bom e o VLDL e o LDL como colesterol ruim. A produção das lipoproteínas é regulada pelos níveis de colesterol. Colesterol derivado de gorduras saturadas e gordura trans favorecem a produção de LDL enquanto que gordura insaturada, encontrada no azeite, peixes e amêndoas, por exemplo, promove a produção do HDL. Há muito tempo deixamos de valorizar o valor do colesterol total (HDL + LDL + VLDL) e passamos a dar mais atenção aos valores individuais de HDL e LDL. Veja esses exemplos: Paciente 1 – LDL 150, HDL 20 e VLDL 20 = colesterol total de 190 mg/dL. Paciente 2 – LDL 100, HDL 65 e VLDL 25 = colesterol total de 190 mg/dL. Pelo que foi explicado até agora, não há dúvidas que o paciente 1 apresenta mais riscos de aterosclerose que o paciente 2 apesar de terem o mesmo nível de colesterol total.

Então, quais são os valores de HDL e LDL normais e quais são perigosos?

LDL (colesterol ruim): Menor que 100 mg/dL – Ótimo; Entre 101 e 130 mg/dL – Normal; Entre 131 e 160 mg/dL – Normal/alto; Entre 161 e 190 mg/dL – Alto; Maior que 190 mg/dL – Muito alto. HDL (colesterol bom): Menor que 40 mg/dL – Baixo (ruim); Entre 41 e 60 mg/dL – Normal; Maior que 60 mg/dL – Alto (ótimo). Uma dieta rica em gorduras insaturadas e pobres em saturadas está indicada para todas as pessoas. O aumento do colesterol LDL está relacionado a fatores genéticos e alimentares. Uma vez que 75% do colesterol é endógeno e apenas 25% vem da alimentação, algumas pessoas não conseguem normalizar os níveis de LDL apenas com dieta e precisam tomar medicamentos. Exercícios físicos também ajudam a elevar o HDL e diminuir o LDL.
Pesquisa realizada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com 2 mil pessoas, mostrou que 44% das crianças com idade entre 2 e 9 anos apesentavam colesterol elevado.

Escolha a gordura certa

O colesterol nas alturas não exige o abandono da ingestão de tudo o que é gorduroso. Afinal, existem diferentes tipos de gordura e algumas delas são capazes de preservar a saúde do coração. É o caso das insaturadas, presentes em peixes, linhaça, azeite e oleaginosas. Chamadas de “gorduras do bem”, elevam o bom colesterol (HDL), reduzem o ruim (LDL) e, como as células nervosas são compostas de gorduras, ainda melhoram a memória. Como toda gordura, as insaturadas devem ser consumida com moderação. Portanto, o ideal é substituir as gorduras maléficas pelas do bem. Nesse grupo, encaixam-se os ômegas 3 e 9 que, por não serem produzidos pelo organismo, devem ser obtidos pela alimentação. Confira as recomendações de como e quanto consumir as melhores fontes de gorduras benéficas: Peixes: salmão, atum, arenque cavala, sardinha e tainha são os principais exemplos de peixes gordos e saudáveis. Prefira assar, grelhar ou cozinhar, já que frituras devem ficar fora do cardápio de quem quer fugir do colesterol. De 2 a 3 vezes por semana é o consumo ideal para obter os benefícios. Oleaginosas: nozes, castanha de caju, avelã, amêndoas, castanha-do-pará… Você pode optar por qualquer uma delas e consumir nos lanches da manhã ou da tarde. Por serem ricas em gorduras benéficas e proteínas, espantam a fome, resultando em menos vontade por guloseimas nos intervalos das refeições. Azeite: considerado um dos melhores alimentos funcionais, o azeite regula o colesterol, previne diabetes, reduz a pressão arterial e até controla o depósito de gordura na barriga. Tudo isso contribui para que o coração bata forte por muito mais tempo. O recomendado é ingerir até duas colheres (sopa) por dia, sem aquecer e de preferência o tipo extravirgem. Já as gorduras saturadas precisam ser evitadas ou reduzidas significativamente na dieta. São encontradas em carnes gordas, embutidos (linguiça, salsicha, mortadela), laticínios integrais, frituras e massas folhadas. “A gordura saturada eleva a produção de colesterol ruim (LDL), por isso precisa ser consumida em pequena quantidade”, avisa o cardiologista e nutrólogo Daniel Magnoni.
Existem ainda as gorduras trans, presentes principalmente em alimentos industrializados. São formadas quando o processo industrial transforma óleos líquidos em gordura sólida para melhorar a textura dos produtos. Assim, sorvetes, bolachas recheadas, salgadinhos de pacote, bolos, etc., aumentam o colesterol ruim e diminuem o bom. Por isso atenção aos rótulos dos produtos!

Frutas para o coração

Todas as frutas, por serem ricas em fibras e substâncias antioxidantes, podem ajudar no controle do colesterol (pessoas com diabetes devem procurar um médico para saber a quantidade de consumo permitida). Porém, existem algumas que contém ainda mais nutrientes poderosos que agem beneficiando as artérias. Confira!

Antioxidantes em cachos

Uvas, especialmente as de coloração que vai do vermelho ao roxo, são riquíssimas em substâncias antioxidantes, como os flavonoides. “Aumentam o colesterol bom, melhoram a circulação e previnem danos contra as artérias, diminuindo o risco de doenças cardiovasculares”,destaca a nutricionista Barbara Sanches. Os flavonoides atuam impedindo a oxidação do colesterol e, assim, reduzem o depósito de gorduras nas artérias e as consequente formação de placas. Inclua 1 cacho pequeno de uvas na alimentação, 2 vezes por semana. Se preferir, opte pelo suco natural sem açúcar, 1 copo de 250 ml.

Calorias do bem

Em 100 g de abacate estão presentes 8,4 g de gorduras e são justamente as benéficas, que aumentam o bom colesterol. Por isso, apesar de ser calórica, a fruta pode (e deve!) entrar no cardápio, é só ter moderação: 1/4 de abacate por dia, variando com outras frutas durante a semana, é o indicado. Ainda fornece ótima quantidade de fibras (mais de 6 g em cada 100 g) de abacate). No Brasil, consome-se o alimento com açúcar. Porém, em outros países, é adicionado a pratos salgados, como o guacamole. Em cubos, o abacate pode ser acrescentado a qualquer tipo de salada, tornando-se uma opção mais saudável que a fruta doce. FONTES: por Marisa Sei / Saúde todo dia / Editora Alto Astral – Ano 5 – nº 6 – 2013 / Consultoria: Barbara Sanches, Carolina Sanches, Carolina Marques e Lilian Speziali, nutricionistas / Daniel Magnoni, cardiologista e nutrólogo; Viviane Cordeiro Veiga, cardiologista/ lersaude.com.br/coracao-limpe-suas-arterias/

CIENTISTA AMERICANO DIZ QUE MARTE FOI HABITADA NO PASSADO E SOFREU UM ATAQUE NUCLEAR, QUE ANIQUILOU TODA VIDA DO PLANETA

As armas nucleares estão frequentemente nas notícias mundiais aqui na Terra graças a Coreia do Norte. Nosso humilde planeta não é o único lugar que tem ou teve atividade nuclear de acordo com um cientista do Instituto Americano de Aeronáutica e Astronáutica. Dr. John E. Brandemburg afirma que marte teve duas explosões nucleares no passado.

Evidência de 2 grandes explosões nucleares em Marte

Brandemburg apresentou suas reivindicações na conferência de Espaço AIAA em setembro de 2016. Ele falou sobre as áreas das explosões nucleares, "Os locais estão localizados ao norte de Cydonia e Galaxias Chaos". Existe a possibilidade de que poderia ser artefatos culturais encontrado nesses locais. Quem fez isso? Se o cientista está correto sobre suas descobertas, ele abre a questão de quem poderia ter desencadeado as armas nucleares e, quando eles fizeram isso. Já para não falar como é que eles fazem isso! O trabalho de Brandemburg foi analisado pela primeira vez pelo Departamento de Defesa dos EUA, que eram eles quem lhe deram permissão para apresentar suas descobertas na Conferência AIAA, na Califórnia. Onde estão as crateras? Em caso de explosões nucleares, seria de esperar uma cratera, mas isso não é o caso. Tal como aconteceu em Hiroshima, as bombas podem ter sido projetados para explodir no ar para maximizar o dano isso significa que nenhuma cratera é deixada para trás. Brandemburg diz que foi o caso de Marte.Em vez disso, as ondas de choque são enormes o suficiente para causar mudanças catastróficas ao planeta vermelho e mudar drasticamente seu clima.O trabalho tem sido cuidadosamente estudado pelo Pentágono. FONTE: semprequestione.com/2016/09/cientista-americano-diz-que-marte-foi.html

MISTERIOSA MALETA DEIXADA PARA TRÁS POR OPERAÇÃO NAZISTA EM 1948 COM RESTOS DE UM ANTIGO ALIENÍGENA, CHOCAM PESQUISADORES

Nas montanhas do Cáucaso, na República Autônoma de Adygeya, foi encontrada uma maleta misteriosa chamada sociedade secreta Nazi Ahnenerbe. Os investigadores acreditam que os membros da SS estavam em Adygeya provavelmente interessado nos segredos das antas antigas e faz com que, naturalmente, alta radioatividade na área. Também é possível que os nazistas estivessem procurando tesouros de ouro no Conselho Cossaco (Cuban Council) perdidos durante a Guerra Civil Russa (1917-1923). Os pesquisadores também descobriram um mapa alemão de Adygeya em 1941, e foram surpreendidos pela sua precisão e perfeição. Estes objetos encontrados despertaram grande interesse dos especialistas. Historiadores sabem muitos detalhes sobre a operação Edelweiss em que os símbolos nazistas Wehrmacht foram erguidos no pico Elbrus, a montanha mais alta doa Europa, localizada em Kabardino-Balkaria no Cáucaso russo. FONTE: semprequestione.com/2016/09/misteriosa-maleta-deixada-para-tras-por.html

ENQUANTO REFORMAVAM UMA CASA NO EGITO, ALGUÉM ENCONTROU MOEDAS MISTERIOSAS QUE PARECEM PROVAR A EXISTÊNCIA DE ETS

É possível que esta antiga moeda descoberta recentemente mostre e prove a visita de alienígenas no planeta Terra? De acordo com muitos ufólogos tais provas são totalmente reais. Encontrar moedas não é nada novo. A história foi revivida através do site fenômeno UFO É interessante que representações semelhantes são encontrados em muitas moedas e imagens. Igualmente intrigante é a inscrição no reverso da moeda "OPPORTUNUS Adest", que em tradução livre significa "Estamos aqui no tempo devido." fonte:semprequestione.com/2016/09/enquanto-reformava-uma-casa-no-egito.html