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sábado, 1 de julho de 2017

JÁ PENSOU EM CARREGAR O CELULAR SÓ 4 VEZES POR ANO? NOVA TECNOLOGIA PODE PERMITIR ISSO

Pode estar na hora de aposentar seus powerbanks ou esquecer a mania de deixar um carregador de celular em casa, outro no serviço e um terceiro na mochila. Isso porque pesquisadores da Universidade de Michigan e de Cornell desenvolveram uma nova tecnologia que, graças a um material diferente do convencional, é até 100 vezes mais eficiente que as atuais baterias de smartphones. Com o nome de “eletromagnético multiferroico”, o elemento corresponde a um filme bem fino e polarizado que pode saltar de positivo para negativo – e vice-versa – utilizando apenas um pequeno pulso de energia. A ideia é aproveitar essa propriedade pouco usual para fazer com que você precise recarregar seu dispositivo mobile apenas umas quatro vezes por ano, já que no restante do tempo ele estará se alimentando da força originada dessa troca de polaridade. O mais interessante é que, embora a descoberta seja perfeita para os smartphones e tablets – que estão cada vez mais poderosos e com telas que consomem rapidamente a bateria dos aparelhos –, a tecnologia pode vir a ser expandida para outros tipos de equipamentos. Além de notebooks serem candidatos perfeitos para se beneficiarem da novidade, dá para imaginar que um brinquedinho como esses dentro de um desktop convencional, por exemplo, pode fazer com que ele funcione durante quedas na rede elétrica sem que tenha que depender de um no-break. Esse projeto também pode significar um gasto energético muito menor em geral, diminuindo a nossa pegada de carbono e ajudando, por tabela, o meio-ambiente. Vale notar, porém, que isso não deve acontecer este ano, em 2018 ou mesmo nos próximos dez anos. Segundo um dos pesquisadores envolvidos com o material, a tecnologia ainda está em seus estágios iniciais e só deverá ser disponibilizada a partir de 2030. Talvez, então, seja melhor não jogar fora aqueles powerbanks – pelo menos por enquanto. FONTE: www.indy100.com/article/mobile-phone-battery-power-long-life-science-innovation-tech-7818541

domingo, 7 de maio de 2017

BATERIA SOLAR HÍBRIDA RECARREGA SEM PRECISAR DE PAINEL SOLAR

O conceito ainda depende de desenvolvimentos para chegar à aplicação prática, mas é bastante promissor. [Imagem: Andrea Paolella et al. - 10.1038/ncomms14643]

Bateria solar

Usar pequenos painéis solares para recarregar baterias de celulares e outros aparelhos é uma ideia que não pegou porque a coisa toda fica grande e desajeitada - você conseguiria carregar tudo sem problemas, mas provavelmente não iria querer. Andrea Paolella, da Universidade McGill, no Canadá, resolveu então apostar em uma tecnologia alternativa: uma bateria que se autorecarrega usando energia solar. Ele descobriu que o catodo - o polo positivo - das baterias comuns de íons de lítio pode se tornar sensível à luz se forem incorporados nele os corantes que são a base das células solares orgânicas, do tipo DSC (sigla em inglês de "células solares sensibilizadas por corantes"). "Em outras palavras, nossa equipe foi capaz de simular o processo de recarregamento usando luz como fonte de energia," disse ele.

Sistema híbrido solar-bateria

Tendo construído um eletrodo que absorve a luz e produz as cargas, a equipe agora precisa fazer a outra metade do trabalho - construir um anodo compatível, o polo negativo, que seja capaz de armazenar essas cargas. "Eu estou otimista e acredito que teremos um dispositivo totalmente funcional," disse Paolella. "Falando teoricamente, nosso objetivo é desenvolver um novo sistema híbrido solar-bateria, mas dependendo da potência que ele possa gerar quando o miniaturizarmos, nós podemos imaginar aplicações práticas para aparelhos portáteis, como celulares." O pesquisador não é o único que está entusiasmado com a possibilidade. Para realizar a parte que falta do trabalho, a equipe recebeu um financiamento de 564 mil dólares do conselho de pesquisas do Canadá (NSERC) e já aceitou uma parceria da estatal de energia Instituto Hydro-Québec. Outras equipes já desenvolveram baterias solares, mas com tecnologias mais difíceis de miniaturizar. Bibliografia: Light-assisted delithiation of lithium iron phosphate nanocrystals towards photo-rechargeable lithium ion batteries. Andrea Paolella, Cyril Faure, Giovanni Bertoni, Sergio Marras, Abdelbast Guerfi, Ali Darwiche, Pierre Hovington, Basile Commarieu, Zhuoran Wang, Mirko Prato, Massimo Colombo, Simone Monaco, Wen Zhu, Zimin Feng, Ashok Vijh, Chandramohan George, George P. Demopoulos, Michel Armand, Karim Zaghib. Nature Communications. Vol.: 8: 14643. DOI: 10.1038/ncomms14643. FONTE: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=bateria-solar-hibrida-recarrega-sem-precisar-painel-solar&id=010115170427

sábado, 25 de março de 2017

CONHEÇA 5 TRUQUES PARA FAZER SEU SMARTPHONE RECARREGAR MAIS RÁPIDO

Seu smartphone já ficou sem bateria justo quando você vai sair e não vai ter como carregar no meio do caminho? Olha esses truques de como fazer seu smartphone carregar mais rápido:

1. Modo avião ou celular desligado

Gente, ativar o modo avião ou desligar o aparelho faz com que o celular carregue mais rápido. Isso acontece porque várias funções que gastam bateria, como Wi-Fi e Bluetooth, ficam desligadas. Mas olha só, se você fizer isso, vai ficar sem receber ligações e mensagens enquanto não ligar o celular ou desativar o modo avião, tá?

2. Desative funções desnecessárias

Se você não quer ficar sem receber ligações, então desative funções desnecessárias enquanto o celular está carregando, como o Wi-Fi, Bluetooth, localização e aplicativos que ficam rodando em segundo plano. Aproveite para fechar os aplicativos que você não está usando.

3. Modo economia

Uma dica bem legal para fazer o celular carregar rapidinho é ativar o modo de economia de bateria. Assim, o próprio celular irá fazer alguns ajustes que irão ajudar na hora da recarga.

4. Tomada

Sabia que o smartphone carrega mais rápido se estiver conectado na tomada do que no computador? É que as portas USB tem uma taxa de transferência de energia menor e o computador ainda limita o quanto de energia vai ser usado para recarregar o aparelho. FONTE:https://olhardigital.uol.com.br/lu-explica/noticia/5-truques-para-fazer-seu-smartphone-recarregar-mais-rapido/66152

sábado, 8 de outubro de 2016

PAINÉIS SOLARES ESPACIAIS PODERÃO CARREGAR SISTEMAS SEM FIO NO FUTURO

É provável que no futuro você não precisará se preocupar com a tarefa de recarregar o seu telefone diariamente. Quando falamos da próxima geração de baterias, engenheiros no Japão têm concentrado esforços no desenvolvimento de um sofisticado sistema que consegue enviar grandes quantidade de energia elétrica a distâncias consideráveis. E por trás de diversos protótipos e projetos há uma ideia em comum: a habilidade de enviar energia do céu ao solo. O objetivo da pesquisa, eventualmente, é criar um enorme painel solar baseado no espaço que não é afetado pelos sistemas meteorológicos e que, constantemente, possa coletar grandes quantidades de energia e enviá-las aos receptores na Terra via microondas. Apesar de ainda modestos, os protótipos atuais já facilmente desarmam os sistemas de carregamento sem fio que você consegue comprar para smartphones e outros gadgets hoje em dia. Durante a feira de eletrônicos Ceatec, que acontece no Japão nesta semana, a J Space Systems apresentou algumas das antenas que usa para receber as transmissões de microondas de alta potência. Batizadas de “Rectenna”, elas são antenas planas sintonizadas na frequência de 5.8GHz.
A companhia conseguiu com sucesso transmitir energia a uma distância de cerca de 50 metros usando o sistema, apesar de apresentar perdas consideráveis. A antena envia 1.8 kilowatts, mede 1,2 metros quadrados e consegue colher 340 watts de uma antena receptora que tinha 2,6 metros por 2,3 metros. A Mitsubishi Heavy Industries também está a frente de uma pesquisa similar e no ano passado conseguiu enviar 10kW de energia a uma distância de cerca de 500 metros, um recorde para pesquisadores japoneses. Para fazer isso, ela usou amplas matrizes de transmissão e recepção. Se a tecnologia continuar a progredir, haverá uma série de usos para ela. Um deles é usar a curta distância para enviar energia em torno das fábricas, permitindo que máquinas, sensores e estações de trabalho facilmente sejam configurados sem ter que executar novos cabos de alimentação. Outra aplicação em potencial vê balões sendo usados para enviar energia para áreas atingidas por desastres naturais onde a energia elétrica acabou, enquanto a tecnologia poderia ser usada para enviar energia do solo para um drone ou objeto similar para mantê-lo voando. Mas tudo isso soa pequeno quando comparado a ideia futurística de painéis solares orbitantes capazes de coletar grandes quantidades da energia do sol e enviá-las a Terra. Para atingir tal estágio, há ainda muito trabalho a ser feito, incluindo a grande tarefa de reduzir perdas de transmissão. A agência espacial japonesa, que está atrás da ideia, admite que a ideia de colheita de energia solar no espaço não é nova. Projetos anteriores em outros países chegaram perto, mas não evoluíram devido a falta de suporte para um sistema como esse. Mesmo assim, a agência espacial está continuando a direcionar pesquisadores para a tecnologia. Mas se mantém realista: “levará tempo significativo e esforços para superar os muitos obstáculos no caminho para a concretização de um sistema de energia solar espacial”, disse. fonte: idgnow.com.br/internet/2016/10/07/paineis-solares-espaciais-poderao-carregar-sistemas-sem-fio-no-futuro/

domingo, 17 de maio de 2015

NOVA BATERIA PODE CARREGAR APARELHOS ELETRÔNICOS EM 1 MINUTO

Desenvolvida pela Universidade de Stanford, nova versão de bateria usa alumínio em vez de lítio para apresentar ciclo de vida maior e segurança. Os pesquisadores da Universidade de Stanford desenvolveram uma nova bateria que pode ser recarregada em cerca de um minuto e é mais segura do que as células de íon lítio usadas em tudo, desde smartwatches até aviões. A novidade pode significar um dia uma recarga super rápida para smartphones e outros gadgets. A bateria usa células de ion alumínio, que são muito mais baratas do que as de lítio. Elas também possuem alto desempenho e não tem perigo de pegar fogo ou explodir quando danificadas, como acontece com as bateria de lítio. “Nossa nova bateria não vai pegar fogo, mesmo que você fure ela”, afirmou Dai Hongjie, professor de química em Stanford. Seu trabalho é detalhado na edição de 6 de abril da revista acadêmica Nature. Pesquisas com baterias de alumínio não são algo novo, mas uma fixação em um produto comercial que sempre buscou materiais apropriados para o anodo e o cátodo que mantém seu desempenho após ciclos repetidos de carga e recarga. “Descobrimos sem querer que uma solução simples é usar grafite”, afirmou Dai. O resultado é uma bateria que pode sobreviver a 7.500 ciclos de carga sem perder desempenho. Isso é bem mais do que os cerca de 100 ciclos que outras baterias de alumínio podem aguentar atualmente – e também mais do que os 1 mil ciclos padrão das baterias atuais de lítio, aponta a universidade. O protótipo desenvolvido pela equipe de Dai combina um anodo de alumínio com um cátodo de grafite em uma bolsa de um eletrólito líquido iônico, o que significa que a bateria também é flexível. Esse é um recurso atrativo para empresas de eletrônicos, que querem colocar baterias em seus produtos minúsculos, e até mesmo em fabricantes de automóveis, que querem colocar baterias em camadas em torno das curvas dentro do “corpo” dos carros. Então qual é a pegadinha? O protótipo atual produz cerca de 2 volts, que é menos do que os 3,6 volts de uma bateria de lítio convencional, e sua densidade de energia – a quantidade de energia elétrica armazenada em uma determinada unidade de massa – também é menor. A bateria de alumínio de Stanford possui uma densidade de energia de 40 watts por kg, em comparação com algo entre 100 e 260 watts por kg dos modelos de lítio.Mas a equipe de Stanford está otimista que esses problemas podem ser resolvidos. “Melhorar o material do cátodo pode eventualmente aumentar a voltagem e a densidade de energia”, afirma Dai. “Por outro lado, nossa bateria tem todo o resto que você sonha que uma bateria deve ter: eletrodos baratos, boa segurança, recarga de alta velocidade, flexibilidade, e ciclo de vida longo. Vejo ela como uma nova bateria em seus primeiros dias. É bastante animador.” FONTE: idgnow.com.br/mobilidade/2015/04/07/nova-bateria-pode-recarregar-aparelhos-eletronicos-em-apenas-um-minuto/

domingo, 12 de abril de 2015

CONHEÇA A BATERIA DE ALUMÍNIO QUE CARREGA EM APENAS 1 MINUTO

O protótipo da bateria de alumínio é rápido, flexível e muito durável.

Rápida e durável

Pesquisadores das universidades de Stanford e Taiwan criaram uma bateria de alumínio que recarrega rapidamente, é muito segura e poderia ser fabricada a baixo custo. O protótipo recarrega completamente em apenas um minuto e suportou 7.500 ciclos de carga e recarga sem degradação - para comparação, uma bateria de lítio tem durabilidade prevista de 1.000 ciclos. "Nós desenvolvemos uma bateria recarregável de alumínio que pode substituir os atuais dispositivos de armazenamento, tanto as baterias alcalinas, que são ruins para o meio ambiente, quanto as baterias de íons de lítio, que ocasionalmente explodem em chamas," disse o professor Hongjie Dai. Para demonstrar a segurança da nova bateria, Dai furou o protótipo enquanto ele era usado, e ele não pegou fogo.

Bateria de alumínio

O alumínio é um material interessante para baterias porque é relativamente barato - é mais barato do que o lítio - e tem potencial para armazenar uma grande quantidade de carga. Mas ninguém até hoje conseguiu viabilizar uma bateria de alumínio que produzisse uma tensão suficiente e fosse durável. A solução encontrada pela equipe integra um eletrodo negativo de alumínio com um eletrodo positivo de um tipo especial de grafite. Os dois são mergulhados em um eletrólito de líquido iônico no interior de um invólucro recoberto por polímero. "O eletrólito é basicamente um sal que é líquido a temperatura ambiente, de forma que ele é muito seguro," disse Ming Gong, principal criador da bateria ao lado do seu colega Meng-Chang Lin.

Desafios a vencer

O alumínio se dissolve no eletrodo negativo, enquanto íons contendo alumínio migram para os espaços entre as camadas de grafite no eletrodo positivo. No recarregamento, dá-se o inverso, depositando-se o alumínio metálico de volta no eletrodo negativo. Mas nem tudo está pronto para que as baterias de alumínio cheguem às prateleiras. Apesar de muito durável e de conservar a tensão gerada ao longo de milhares de ciclos de carga e descarga, o protótipo gera uma tensão baixa, cerca de metade da gerada por uma bateria de lítio. Os esforços da equipe irão se concentrar agora nesse aspecto. Além disso, a "injeção" dos íons de alumínio entre as camadas de grafite faz o material se expandir, contraindo-se quando a energia é consumida. Por isso a equipe escolheu um invólucro flexível, mas será um desafio compatibilizar essa "bateria pulsante" com os invólucros rígidos dos aparelhos eletrônicos. "Fora isso, a nossa bateria tem tudo o mais que você poderia sonhar em uma bateria: eletrodos de baixo custo, boa segurança, carregamento de alta velocidade, flexibilidade e ciclo de vida longo. Eu a vejo como uma nova bateria em seus primeiros dias. É muito emocionante," disse o professor Dai. Bibliografia: An ultrafast rechargeable aluminium-ion battery. Meng-Chang Lin, Ming Gong, Bingan Lu, Yingpeng Wu, Di-Yan Wang, Mingyun Guan, Michael Angell, Changxin Chen, Jiang Yang, Bing-Joe Hwang, Hongjie Dai. Nature Physics. Vol.: Published online. DOI: 10.1038/nature14340. fonte: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=bateria-de-aluminio&id=010115150408

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

NOVA BATERIA FICA 70% CARREGADA EM 2 MINUTOS E, TEM VIDA ÚTIL DE 20 ANOS

Pesquisadores desenvolveram uma nova, incrível e quase inacreditável bateria de íons de lítio. Ela é absolutamente inovadora e vai de encontro a tudo aquilo que a gente queria: é super-rápida para carregar e dura 10 vezes mais do que as baterias atualmente disponíveis no mercado.

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Cansado de esperar uma hora para o seu telefone carregar antes de sair de casa? Ou ficar sem bateria no meio do dia, exatamente nos momentos que você mais precisa dos seus aparelhos? Bom, você não é o único. Tanto que um grupo de pesquisadores da Universidade Tecnológica de Nanyang, em Cingapura, concentrou seus esforços para desenvolver uma solução.O que eles criaram foi uma bateria melhor.

A nova bateria de íons de lítio

A nova bateria é assustadoramente eficiente. Ela é carregada a 70% de sua capacidade em apenas dois minutos. Como se isso já não fosse incrível o suficiente, ela também tem duração de 20 anos. As baterias recarregáveis de íons de lítio já são comuns em nossos celulares, tablets e notebooks, mas a maioria só dura em torno de 500 ciclos de recarga, o que é em torno de dois a três anos de uso normal. Sem contar que elas demoram cerca de duas horas para carregar completamente. A nova bateria melhora drasticamente o processo de recarga, e permite que você carregue o seu telefone celular enquanto procura suas chaves antes de sair de casa. Ela também ajuda a tornar os veículos elétricos uma alternativa mais viável para carros movidos a combustíveis fósseis, reduzindo os custos de substituição de baterias e permitindo que os motoristas recarreguem seus carros em minutos. Com isso, os carros elétricos seriam capazes de aumentar suas performances drasticamente em apenas cinco minutos de carga, o que é inclusive mais rápido do que o tempo necessário para a bomba de gasolina encher um tanque. O professor Chen Xiaodong, que liderou o estudo, disse em um comunicado à imprensa internacional que também é igualmente importante a possibilidade que agora teremos de reduzir drasticamente o lixo tóxico gerado por baterias descartadas, uma vez que essas novas baterias duram 10 vezes mais do que as que temos hoje em circulação no mercado.

Como essa bateria foi descoberta?

A descoberta da bateria que promete revolucionar o nosso futuro aconteceu depois que os cientistas substituíram o grafite tradicional que compõe o ânodo (pólo negativo da bateria) em baterias de íons de lítio por um novo material de gel feito de nanotubos de dióxido de titânio que eles mesmos criaram para esse propósito específico. Esses nanotubos são mil vezes mais finos que um fio de cabelo humano e aceleram a velocidade com que os elétrons e íons podem ser transferidos dentro e fora das baterias, permitindo um carregamento super-rápido. Eles também permitem que mais energia seja armazenada nas baterias, o qye significa que ela pode agora oferecer 10.000 ciclos de recarga, em vez dos habituais 500.

Preço?

E ainda tem como ficar melhor: as novas baterias serão relativamente baratas, já que o dióxido de titânio é barato e abundante no solo. A equipe publicou detalhes sobre seu gel de dióxido de titânio e já teve a tecnologia licenciada para eventualmente produzir os dispositivos. Eles esperam que as baterias cheguem ao mercado dentro de dois anos. fonte:sciencealert.com.au/news/20141410-26327.html

sábado, 24 de maio de 2014

COMO AS FORMIGAS CONSEGUEM CARREGAR TANTO PESO?

O comprimento das formigas varia de 1,6 mm a quase 5 cm. A maioria das espécies são vermelhas, negras, marrons ou amarelas, mas existem algumas verdes ou de um azul metálico. E, como outros insetos, elas têm seis patas. Os corpos se dividem em três segmentos distintos: cabeça, tórax e abdômen. Ao contrário de outros insetos, as formigas têm antenas articuladas (e não retas ou recurvas), e um pedicelo, um estreitamento do corpo entre o tórax e o abdômen. O bucho, um órgão localizado no abdômen, é usado para armazenar comida, que mais tarde pode ser regurgitada para alimentar outros membros da colônia. A maioria das formigas têm corpos lisos, ainda que algumas apresentam projeções espinhosas. As formigas têm fortes mandíbulas adaptadas para matar, esmagar, mastigar, cortar ou dilacerar, dependendo da espécie e daquilo que ela coma. Algumas espécies de formigas dispõem de glândulas que produzem ácido fórmico, um forte ácido que pode ser lançado contra inimigos, causando queimadura ou coceira. Muitas formigas dispõem de ferrões que contêm veneno, e algumas, como a formiga lava-pés e a colheitadeira, podem infligir picadas dolorosas e ocasionalmente fatais aos seres humanos e outros animais.
POR QUE AS FORMIGAS TÊM CINTURAS FINAS? As formigas têm cinturas finas para que possam mover as porções separadas de seu corpo com mais liberdade em passagens estreitas. Isso permite que elas se contorçam em diferentes direções, característica importante para o movimento em um formigueiro. Elas têm três porções principais de corpo: cabeça, tronco e o abdômen. Os olhos, antenas e mandíbulas da formiga ficam em sua cabeça. Afixadas ao tronco, existem seis pernas segmentadas. Cada perna dispõe de um pé com duas garras. As garras se aferram à terra, cascas de árvore ou folhas, de modo que as formigas podem caminhar, galgar e escavar rapidamente. As formigas também são fortes. Muitas delas são capazes de erguer pesos 50 vezes superiores aos de seus corpos. Se o homem de 70 kg tivesse a mesma capacidade,ele suportaria um peso de mais ou menos 3500 kg! O abdômen tem 2 partes – a cintura e o gáster. Os órgãos que cuidam da digestão, da eliminação de dejetos e da reprodução ficam no gáster. Algumas espécies de formigas têm um ferrão no extremo do gáster como defesa contra outros insetos. ONDE VIVEM AS FORMIGAS? Existem cerca de 10 mil espécies de formigas. Por isso, não surpreende que as formigas, como milhões de outros insetos sociais, vivam em todo o mundo, exceto nas regiões mais frias. De fato, as áreas com climas mais úmidos e quentes abrigam o maior número de formigas e outros insetos. As florestas tropicais apresentam grande riqueza de insetos. Se todos os animais que habitam a selva amazônica fossem pesados, muitos cientistas acreditam que formigas e cupins responderiam por um terço do peso total. As formigas apresentam forte capacidade de sobrevivência. Elas apresentam diferentes formas de vida que permitem que vivam em diferentes habitats. E seu pequeno tamanho lhes torna fácil encontrar alimento e abrigo. SENTIDOS O sentido mais desenvolvido da formiga é o do faro. As formigas dispõem de glândulas abdominais que excretam diversos feromônios, substâncias químicas que causam reações específicas da parte de outros indivíduos. Os feromônios atuam como alarme, como forma de atração sexual e como marcadores de caminhos, e ajudam indivíduos a se reconhecer. As formigas têm um senso bem desenvolvido de paladar, e são capazes de distinguir entre sabores amargos, doces, azedos e salgados. Elas também têm um senso de tato desenvolvido. Os receptores tácteis se localizam nos pés e nos pêlos da perna. As antenas são usadas para determinar cheiro e sabor, e para tocar objetos. Algumas espécies de formigas apresentam olhos compostos e visão bem desenvolvida, enquanto outras têm olhos simples que só podem distinguir entre claro e escuro. Existem algumas espécies de formigas cegas. FONTE: VOCESABIA