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sábado, 1 de julho de 2017
JÁ PENSOU EM CARREGAR O CELULAR SÓ 4 VEZES POR ANO? NOVA TECNOLOGIA PODE PERMITIR ISSO
Pode estar na hora de aposentar seus powerbanks ou esquecer a mania de deixar um carregador de celular em casa, outro no serviço e um terceiro na mochila. Isso porque pesquisadores da Universidade de Michigan e de Cornell desenvolveram uma nova tecnologia que, graças a um material diferente do convencional, é até 100 vezes mais eficiente que as atuais baterias de smartphones.
Com o nome de “eletromagnético multiferroico”, o elemento corresponde a um filme bem fino e polarizado que pode saltar de positivo para negativo – e vice-versa – utilizando apenas um pequeno pulso de energia. A ideia é aproveitar essa propriedade pouco usual para fazer com que você precise recarregar seu dispositivo mobile apenas umas quatro vezes por ano, já que no restante do tempo ele estará se alimentando da força originada dessa troca de polaridade.
O mais interessante é que, embora a descoberta seja perfeita para os smartphones e tablets – que estão cada vez mais poderosos e com telas que consomem rapidamente a bateria dos aparelhos –, a tecnologia pode vir a ser expandida para outros tipos de equipamentos. Além de notebooks serem candidatos perfeitos para se beneficiarem da novidade, dá para imaginar que um brinquedinho como esses dentro de um desktop convencional, por exemplo, pode fazer com que ele funcione durante quedas na rede elétrica sem que tenha que depender de um no-break.
Esse projeto também pode significar um gasto energético muito menor em geral, diminuindo a nossa pegada de carbono e ajudando, por tabela, o meio-ambiente. Vale notar, porém, que isso não deve acontecer este ano, em 2018 ou mesmo nos próximos dez anos. Segundo um dos pesquisadores envolvidos com o material, a tecnologia ainda está em seus estágios iniciais e só deverá ser disponibilizada a partir de 2030. Talvez, então, seja melhor não jogar fora aqueles powerbanks – pelo menos por enquanto.
FONTE: www.indy100.com/article/mobile-phone-battery-power-long-life-science-innovation-tech-7818541
quinta-feira, 15 de junho de 2017
POR QUE É PERIGOSO RECARREGAR O CELULAR EM LUGARES PÚBLICOS
Recarregar bateria fora de casa pode oferecer riscos[Getty images]
É uma situação bastante comum. A bateria do seu celular acaba e você, no aeroporto, café ou transporte público, coloca o aparelho para recarregar.
Especialistas em segurança alertam, no entanto, que isso pode levar apuros - logo, demanda precauções.
"Quando você conecta seu telefone ou tablet (a pontos de recarga) em lugares públicos - um aeroporto, por exemplo -, se um hacker passou por ali antes, ele pode extrair informações do seu aparelho", explicou Samuel Burke, repórter de tecnologia da rede americana de TV CNN, em um programa especial sobre o assunto.
Além disso, usar um cabo USB para recarregar o celular conectando-o a um computador ou tablet que você não conhece também está longe de ser a melhor opção.
Segundo a empresa de segurança cibernética russa Kaspersky Lab, os celulares deixam expostos um grande número de dados quando estão conectados a computadores, um processo que, no jargão técnico, os especialistas chamam de "aperto de mão".
Durante o "aperto de mão", o telefone passa, pelo cabo, informações para o computador. Ele "conta" à máquina, por exemplo, como se chama, qual é seu fabricante, número de série, sistema operacional e até sua lista de arquivos.
A partir daí, seu celular pode ficar "infectado" e é possível que uma pessoa monitore as atividades do aparelho usando o ID (código de identificação) do dispositivo, explicam os especialistas da empresa.
Entre as consequências mais comuns do "aperto de mão" está a possível invasão do dispositivo por um programa maléfico, malware em inglês, e que pode, por exemplo, bloquear seu acesso a arquivos.
Para devolver esse acesso, muitos hackers tentam obrigar o usuário a pagar um "resgate".
Outra possível consequência é que vírus podem infectar o aparelho e, disfarçados de páginas oficiais, obter informações pessoais do usuário, como dados bancários.
'Juice-jaking'
Em texto no jornal americano The New York Times, a repórter de tecnologia da publicação, J.D. Biersdorfer, disse que a cópia de dados telefônicos de uma pessoa sem seu consentimento - chamada de "juice-jaking" - "foi demonstrada em convenções de hackers". "É perfeitamente possível transferir programas maléficos para um telefone a partir da conexão USB de um computador ou dispositivo em ponto público de recarga, por exemplo, em aeroportos ou shopping centers", explicou Biersdorfer. "Em 2016, a Federal Trade Commission dos Estados Unidos (Comissão Federal de Comércio, FTC na sigla em inglês) recomendou a consumidores que não conectassem seus smartphones a sistemas de entretenimento por meio de um porto USB ou conexão Bluetooth em carros alugados", escreveu a especialista. A razão, segundo Biersdorfer, é que o sistema é capaz de importar e armazenar dados do seu telefone - como registros de chamadas, contatos e endereços que você solicitou ao GPS (Global Positioning System, instrumento de navegação embutido em computadores e smartphones que se baseia em sinais de rádio emitidos por satélites artificiais). Por isso, a FTC aconselha que, em vez de utilizar a conexão de saída do USB, o consumidor conecte seu aparelho na tomada elétrica do carro por meio de um cabo compatível. Detalhe: esse é apenas um exemplo de "juice-jaking".Recomendações
- Utilize as funções de encriptação e autenticação do seu celular para proteger seus dados e arquivos. Elas podem ser encontradas entre os ajustes de segurança do aparelho. - Use um bom antivírus. - Não recarregue seu celular em computadores e pontos de recarga que não sejam de sua confiança. - Se você decidir correr o risco e recarregar em um local menos confiável, não desbloqueie o aparelho durante a recarga. - Use um cabo USB especial, que te permita recarregar o telefone mas, ao mesmo tempo, evite a transferência de dados. - Faça a recarga com o aparelho desligado - Proteja seu telefone com uma boa senha. - Seja cauteloso com os aplicativos que você instala. fonte: http://www.bbc.com/portuguese/geral-40022162domingo, 18 de setembro de 2016
SAIBA O QUE ACONTECE AO SEU CORPO QUANDO USA O CELULAR ANTES DE DORMIR
Uma equipe de pesquisadores da Business Insider investigou o que exatamente esse comportamento está fazendo para nossos cérebros e corpos. Depois de ler você vai certamente fazer um esforço para deixar seu celular de lado antes de dormir.
O problema começa com algo chamado ritmo circadiano que, como o psiquiatra Dan Siegel, da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, explica no vídeo, determina quando o seu corpo libera hormônios. Esse ritmo circadiano é controlado pela exposição à luz.
Por esse fato, ao usar o seu telefone durante a noite antes de dormir, você está enviando um fluxo de fótons para seus olhos e eles dizem ao seu cérebro para não secretar melatonina – o hormônio que faz você se sentir cansado e com vontade de dormir.
Logicamente isso significa que você irá ficar acordado por mais tempo e como você está acordado irá acabar por usar novamente dispositivos eletrônicos, sendo que nesse processo podem se passar várias horas de seu sono desejado.
E isso piora ainda quando você tem que acordar para o trabalho ou estudo no dia seguinte. Fazendo isso de forma consistente, você fica perdendo algumas horas de sono todas as noites. Atualmente, os pesquisadores estão apenas começando a entender por que o sono é tão importante.
De fato, ter entre 7 e 9 horas de sono por noite não só permite que nossos neurônios ativos descansem, mas também ativa as células gliais, que são cruciais para limpar as neurotoxinas que se acumulam em nossos cérebros durante o dia.
Quando não dormimos o suficiente, estas células gliais não podem fazer o seu trabalho de limpar as neurotoxinas o que faz com que acabemos tendo perda de memória e falta de atenção nas tarefas do dia-a-dia.
fonte: ciencia-online.net/2016/01/efeitos-de-usar-celular-antes-de-dormir.html
segunda-feira, 18 de abril de 2016
DESCUBRA POR QUE TROCAR UMA TELA DE CELULAR É TÃO CARO
Se ainda não aconteceu com você, considere-se uma pessoa de sorte. Mas a maioria de nós, donos de smartphone, já foi vítima dessa situação desastrosa: como se ganhasse vida própria, o celular escapa das nossas mãos e se joga…no chão, na quina ou onde quer que seja, e a tela se estilhaça. Solução: trocar a tela. O problema é o preço...
A troca de display é, de longe, o serviço mais procurado nas assistências técnicas espalhadas por aí. Fomos conversar com uma especializada para tentar entender esses preços tão altos. Não entramos no mérito alta do dólar, impostos e coisas do gênero, mas descobrimos que um dos principais responsáveis pelo encarecimento das telas dos smartphones mais novos é o fato de que elas passaram a ser uma peça única. Antes, elas eram compostas por três componentes: o touch (a parte sensível ao toque), o LCD e, por cima, o vidro. Agora, na maioria dos aparelhos, é tudo integrado. Ou seja, independente do que quebrar, tem que trocar a peça toda!
Ou seja, a tela integrada - com o touch, o LDC e o vidro - representa praticamente 50% de um smartphone. A outra metade inteligente do aparelho é a placa mãe. Justamente por isso, uma tela de smartphone de última geração pode chegar aos mil e quatrocentos reais - mais que muito aparelho intermediário por aí.
Pesquisando na internet, encontramos valorem bem abaixo dos praticados pelas assistências. Mas aí fomos entender que nem toda tela vendida para cada modelo de smartphone é a mesma coisa. Muito pelo contrário. Primeiro de tudo: tenha em mente que não existe tela “original”. O melhor que se pode encontrar no mercado de substituição são as chamadas telas de primeira linha; que são praticamente idênticas às que vieram originalmente no aparelho.
Não tenha dúvida, as telas mais baratas encontradas por aí, são telas de baixa qualidade. Aí, não adianta esperar milagre; a qualidade não é a mesma e, pior, uma tela dessas pode até causar um prejuízo muito maior e danificar o próprio aparelho…
De qualquer forma, você ainda pode preferir se arriscar e fazer tudo por conta própria; desde a compra até a troca efetiva da tela. É importante dizer que é difícil encontrar telas de primeira linha a venda na internet. E, para colocar a mão na massa, é preciso, antes de mais nada, pesquisar bastante. Existe uma infinidade de vídeos tutoriais ensinando como trocar a tela de diversos smartphones. Mas cada um tem uma especificação …
No final das contas, se o objetivo for economizar mesmo, o mais indicado é tomar ainda mais cuidado para evitar os acidentes. Ou ainda investir em uma capinha ou película anti-choque.
Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/video/descubra-por-que-trocar-uma-tela-de-celular-e-tao-caro/57016
sábado, 29 de agosto de 2015
WI-POWER: RECARREGADOR DE CELULAR À DISTÂNCIA
Objetos metálicos não atrapalham o recarregamento, o que vinha sendo um entrave para as tecnologias de recarregamento sem fios.
Onidirecional e à distância
Engenheiros coreanos desenvolveram um carregador de baterias sem fios, à distância e onidirecional, ou seja que funciona com total liberdade de posição entre a fonte de energia e o aparelho a ser recarregado. Esta é uma vantagem real, uma vez que os aparatos de recarregamento sem fios demonstrados até então exigem que o aparelho seja colocado sobre a base, o que não traz vantagens em relação a plugá-lo em uma tomada. O dispositivo é capaz de recarregar múltiplos aparelhos simultaneamente, inclusive com o aparelho no ar e em uso. Devido à semelhança dessa disponibilidade de energia com a disponibilidade de dados das redes Wi-Fi, a equipe batizou a tecnologia de Wi-Power. Com novos desenvolvimentos e ampliação da área de cobertura, a expectativa é fornecer "zonas Wi-Power", onde os usuários poderão continuar usando seus aparelhos, que captarão a energia automaticamente para recarregar as baterias.Bobinas dipolo
O protótipo utiliza um transmissor plano de um metro quadrado, contendo duas bobinas dipolo feitas de materiais magnéticos de alta frequência, cada uma contendo um núcleo de ferrita e conectada a um capacitor ressonante. Com as bobinas dipolo são mais compactas do que as bobinas tradicionais, foi possível criar uma estrutura que gera um campo magnético 3D acima da mesa de transmissão. A equipe demonstrou o recarregamento simultâneo de 30 celulares, cada um drenando uma potência de 1 watt, ou cinco notebooks drenando 2,4 watts cada um - todos localizados a 50 centímetros de distância do carregador. Bibliografia: Six Degrees of Freedom Mobile Inductive Power Transfer by Crossed Dipole Tx and Rx Coils B. H. Choi, E. S. Lee, Y. Sohn, G. Jang, C. T. Rim. IEEE Transactions on Power Electronics. Vol.: 99, 1. DOI: 10.1109/TPEL.2015.2449290. fonte: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=wi-power-recarregador-celular-distancia&id=010115150828domingo, 28 de junho de 2015
SAIBA COMO FUNCIONA O DOWNLOAD DE ENERGIA PARA O CELULAR
O conceito de uma antena para capturar energia das ondas eletromagnéticas também pode funcionar para a luz.
Colheita de energia
Há poucos dias, o anúncio de uma tecnologia que permitirá que celulares façam download de energia do ar chamou a atenção da imprensa. Mas como essa tecnologia funciona? Sobretudo, como os aparelhos podem funcionar se a energia que eles emitem for capturada de volta para recarregar a bateria? Na verdade, a ideia de converter sinais de rádio em energia é tão antiga quanto a eletricidade comercial. Nikola Tesla ficou famoso por suas tentativas de transmitir eletricidade pelo ar, uma ideia que está renascendo através de técnicas conhecidas como Witricity - uma "eletricidade sem fios". Mas é mais simples tentar reaproveitar as ondas eletromagnéticas que já nos cercam porque as ondas de rádio são apenas uma forma de corrente alternada de frequência muito alta. Além disso, elas já estão sendo transmitidas e, em grande parte, desperdiçadas, já que apenas uma pequena porção delas atinge um aparelho projetado para captá-las.Recaptura de energia
Sendo apenas corrente alternada, a captura de energia do ar precisa apenas de uma antena adequada, que capte a energia das ondas de rádio presentes no ambiente, e aparelhos que as transformem na corrente contínua que alimenta os aparelhos eletrônicos ou recarrega as baterias - os carregadores de baterias, aquelas pequenas caixas que você espeta na tomada, são retificadores, ou seja, conversores da corrente alternada em corrente contínua, e transformadores, para baixar a tensão para a quantidade de volts adequada para cada aparelho. A quantidade de eletricidade capturada desta forma não é grande, mas a miniaturização dos aparelhos e seu menor consumo de energia está tornando essa chamada "colheita de energia" uma opção interessante. Por exemplo, o anúncio mais recente sobre o "download de eletricidade" consegue economizar até 30% da bateria de um celular. Ocorre que ele não se baseia na captura da energia desperdiçada e espalhada pelo ambiente, mas da energia dissipada na transmissão do próprio aparelho. O truque consiste em capturar o sinal de rádio em uma intensidade que não seja suficiente para degradar a qualidade das transmissões de dados ou voz. A produtividade da técnica é razoável porque os telefones celulares transmitem em todas as direções ao mesmo tempo - esta é a forma mais rápida para um aparelho portátil alcançar a torre de celular ou o roteador Wi-Fi mais próximo. A técnica só funcionará, portanto, quando o celular estiver transmitindo - quando você estiver falando ao telefone, enviando e-mails, arquivos ou mensagens de texto. Se você estiver apenas jogando offline, sua bateria continuará sendo drenada como de costume.Antenas especiais
Técnicas baseadas em metamateriais, sobretudo com antenas capazes de capturar várias frequências de ondas de rádio, prometem estender essa técnica para outros usos, recarregando continuamente baterias e pilhas usadas em outros aparelhos. Um sistema de reciclagem de energia demonstrado recentemente, baseado em metamateriais, já consegue produzir 7,3 volts, mais do que a tensão dos carregadores USB. Como a luz também é uma onda eletromagnética, o princípio está sendo aplicado igualmente a células solares, que, dotadas de antenas próprias, tornam-se capazes de capturar uma porção maior do espectro eletromagnético. FONTE: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=como-funciona-download-energia-pelo-celular&id=010115150615sábado, 27 de junho de 2015
SEU CELULAR E TABLET ESTÃO PREJUDICANDO SUA VISÃO
Todo mundo deve ter ouvido de sua mãe ou avó que deveria ficar mais longe da televisão ou do computador, para não “cansar as vistas”. Pois a sua mãe ou avó estava certa: usar computador ou televisão, e mais recentemente, celular smartphone e tablets, pode realmente estar prejudicando a sua visão.
Seu celular está prejudicando sua visão
O alerta é de oftalmologistas, apontando os danos que o vício nestes aparelhos pode causar. E é vício mesmo – pessoas com menos de 25 anos têm o costume de olhar pelo menos 32 vezes por dia se tem alguma coisa acontecendo na tela do seu smartphone, segundo estudo recentemente publicado. E qual o risco, exatamente? Segundo os médicos, a luz azul-violeta prejudica uma região da retina chamada mácula causando a sua degeneração, uma das principais causas de cegueira, geralmente associada ao envelhecimento. Mesmo a “luz azul do bem” (azul-turquesa), usada para regular o relógio circadiano (o ciclo de sono-vigília do nosso organismo), pode desregular este relógio. Outra coisa que o estudo com 2.000 voluntários revelou é que, além de checar 32 vezes por dia o smartphone, as pessoas costumam olhar para ele bem mais de perto do que para outros objetos, e acumular pelo menos 7 horas diárias de estresse nos olhos. O dano é causado, segundo os oftalmologistas, pelas longas horas de uso e pela diminuição do ritmo das piscadas. O conselho dos especialistas é simples: além de diminuir o tempo de uso destes apetrechos, é importante fazer exames oftalmológicos com frequência. FONTE:bbc.co.uk/newsbeat/article/26780069/smartphone-overuse-may-damage-eyes-say-opticiansdomingo, 17 de maio de 2015
LENTE DE 10 CENTAVOS TRANSFORMA CELULAR EM MICROSCÓPIO
A lente é posta diretamente na câmera do celular, sem a necessidade de qualquer aparato adicional.
Microscópio no celular
Já existem kits para transformar as câmeras dos telefones celulares em microscópios, e até em telescópios. Mas Yu-Lung Sung, da Universidade de Houston, nos Estados Unidos, mostrou que sempre dá para fazer as coisas melhores e menores. Sung criou uma lente cujo material custa apenas R$0,10 e que dá à câmera de um celular uma capacidade de ampliação de 120 vezes. Outra vantagem é que a lente pode ser acoplada diretamente à lente da câmera, sem a necessidade de aparatos adicionais, o que torna imbatíveis seu custo e sua simplicidade. Além de usos educativos e para hobbies, a equipe afirma que um microscópio baseado em um celular pode ter aplicações clínicas, sobretudo em exames de laboratório para áreas isoladas ou que não dispõem de laboratórios e técnicos especializados.PDMS
A lente é feita de PDMS (polidimetilsiloxano), o mesmo material usado para fabricar lentes de contato. O material, que tem uma consistência gelatinosa, é pingado sobre uma superfície pré-aquecida para curar. A curvatura da lente e, por decorrência, sua capacidade de ampliação, depende do tempo e da temperatura em que o PDMS é aquecido. "Nossa lente pode transformar uma câmera de smartphone em um microscópio simplesmente colocando a lente no lugar, sem quaisquer anexos ou mecanismos de apoio," escreveram os pesquisadores. "A adesão forte, mas não permanente, entre o PDMS e o vidro, permite que a lente seja facilmente retirada após o uso. Uma resolução de imagem de 1 micrômetro, com uma ampliação óptica de 120X, foi alcançada." Bibliografia: Fabricating optical lenses by inkjet printing and heat-assisted in situ curing of polydimethylsiloxane for smartphone microscopy. Yu-Lung Sung, Jenn Jeang, Chia-Hsiung Lee, Wei-Chuan Shih. Journal of Biomedical Optics. Vol.: 20(4), 047005. DOI: 10.1117/1.JBO.20.4.047005. fonte: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=lente-10-centavos-transforma-celular-microscopio&id=010165150511quarta-feira, 15 de outubro de 2014
SAIBA COMO CUIDAR DA BATERIA DO SEU CELULAR
Seu smartphone parece um pequeno milagre: um computador de bolso que pode fazer tudo o que você precisa e ainda lhe render vários outros caprichos.
Mas nenhum de seus superpoderes importa se a bateria acabar. E, com tudo que esse aparelhinho pode fazer, o descarregamento ocorre sempre mais rápido do que desejaríamos.
Com as baterias removíveis ficando cada vez mais raras, é preciso cuidar muito bem da que você tem. Felizmente, não é difícil manter as costumeiras baterias de íons de lítio de seu celular saudáveis.
Obviamente, a primeira regra para estender a vida útil da bateria é não desgastá-la jogando Candy Crush ou andando com Wi-Fi e GPS ativados quando você não está usando nenhum. Fora isso, no entanto, existem algumas regras básicas para o cuidado de sua bateria. Confira:
Não espere a bateria acabar para recarregá-la
Você já deve ter ouvido falar do “efeito memória” das baterias – se você recarregá-las antes delas ficarem totalmente vazias, elas “esquecem” parte da sua capacidade e passam a descarregar mais rápido. Esqueça isso. A memória da bateria é uma coisa real, sim, mas que se aplica apenas a baterias de níquel. Seu companheiro atual muito provavelmente tem uma bateria de íons de lítio, que precisa ser tratada de forma um pouco diferente. Para tirar o máximo proveito de uma bateria de íons de lítio, você deve tentar mantê-la acima de 50% de sua capacidade por mais tempo possível. Deixá-la descarregar totalmente não vai ajudar; na verdade, vai prejudicar um pouco sua vida útil se você fizer isso com muita frequência (ainda assim, é inteligente fazer uma descarga completa uma vez por mês para “calibração”). Também não é bom carregar seu celular ou outro gadget o tempo todo, pois as baterias de íons de lítio podem ficar superaquecidas. Felizmente para você, seu carregador é inteligente o suficiente para lhe ajudar com isso – ele “desliga” o carregamento uma vez que o dispositivo está 100%. Mas, para complicar um pouco mais, sua bateria não gosta particularmente de estar completamente cheia. Na verdade, ela vai se comportar o melhor se você tirá-la da carga antes dela atingir 100%. Deixá-la ligada na tomada quando já estiver cheia vai causar um pouco de degradação. Em resumo, se você realmente quiser otimizar a vida da sua bateria, você deve tentar fazer com que seu celular tenha sempre entre 40% e 80% de carga, recarregando-o para atingir esses níveis sempre que possível. Várias pequenas cargas não são tão ruins quanto ir de 0 a 100% o tempo todo, mas não são ótimas também.Mantenha seu dispositivo fresco
Nossos maus hábitos de carregamento graças ao treinamento que tivemos com as velhas baterias recarregáveis são prejudiciais, mas as baterias de íons de lítio têm um inimigo pior: o calor. A bateria de seu smartphone degradará muito mais rapidamente se estiver quente, não importando se está sendo usada ou não. A 0 graus Celsius (0°C), uma bateria de íons de lítio perde 6% da sua capacidade máxima por ano. A 25°C, esse número salta para 20%. A 40°C, perde gritantes 35% da sua capacidade anualmente. Em condições extremas (60°C), a bateria perde 40% de sua capacidade a cada 3 meses. Claro, não é exatamente prático nem inteligente manter seu telefone na geladeira, mas com certeza ajuda evitar que ele passe longas estadias em carros fechados e outros ambientes quentes.Evite carregamento sem fio
Carregamento sem fio pode ser extremamente conveniente se o seu telefone é capaz de fazer isso, mas não vem sem desvantagens. Os carregadores sem fio existentes hoje têm o péssimo hábito de gerar um pouco de calor. E, enquanto o desperdício de energia é apenas uma chatice em geral, o calor vai prejudicar sua bateria no processo. É um pouco menos prático, mas o carregamento padrão na tomada vai manter sua bateria em melhor forma, especialmente se você já estiver em algum lugar quente.Não deixe a bateria totalmente descarregada, mesmo parada
Obviamente, usar a bateria irá-la degradar. Mas ela vai morrer lentamente mesmo se você deixar seu iPad no armário, parado. Há um truque para minimizar esse envelhecimento inevitável, porém: deixá-la pelo menos um pouco carregada. Se você estiver planejando abandonar por longo período um dispositivo com bateria de íons de lítio, tente deixá-lo com pelo menos 40% de energia da bateria. As baterias de íons de lírio não perdem 30% de seu poder ao mês como as baterias de níquel fazem, mas perderão talvez 5 a 10% de sua carga mensalmente. E quando as baterias de íons de lítio ficam muito baixas – literalmente 0% -, ficam seriamente instáveis e perigosas de se carregar. Para evitar desastres como explosões, elas têm circuitos de autodestruição que irão desativar uma bateria muitas vezes ainda boa se ela ficar descarregada totalmente.No fim, não esquente a cabeça com isso
As dicas são úteis, mas como não são capazes de fazer a bateria durar muito mais do que ela vai durar de qualquer maneira, é fácil ficar com preguiça de cuidar bem dela. Normalmente, uma bateria de íons de lítio dura de três a cinco anos, e muitos querem trocar seus aparelhos em algum momento entre esse período de qualquer maneira. O ligeiro dano causado por deixar seu telefone ligado durante toda a noite, todas as noites, ou usar carregamento sem fio, talvez não valha a inconveniência de trocar tais hábitos. Ainda assim, é muito fácil manter sua bateria razoavelmente saudável, evitando a tortura particularmente notória de deixá-la zerar por completo todos os dias, ou largá-la em um carro quente o tempo todo. Da próxima vez que você voltar para casa com potência de sobra, você vai agradecer a si mesmo por ter sido apenas um pouco cuidadoso. fonte:http://gizmodo.com/how-to-take-care-of-your-smartphone-battery-the-right-w-513217256sexta-feira, 3 de outubro de 2014
CONHEÇA O CELULAR CONTROLADO PELAS MÃOS SEM TOQUE
Controlar o seu celular com gestos das mãos - sem tocar na tela - pode ser mais fácil do que se imaginava.
Tudo o que é necessário são os próprios sinais eletromagnéticos gerados e captados pelo aparelho.
As ondas de rádio emitidas pelos celulares são refletidas de volta para eles pelas mãos de formas tão características que é possível identificar gestos com grande precisão.
Chen Zhao e seus colegas da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, desenvolveram então um algoritmo que reconhece as reflexões do sinal do celular em cada posição, incluindo variações apenas nos dedos.
Em testes com voluntários, o programa reconheceu oito movimentos de bater, quatro movimentos laterais e dois gestos de deslizar - tudo com uma precisão de 87%.
Controle sem toque
A ideia da equipe é que os usuários possam controlar seus celulares sem tocar neles, sobretudo quando estiverem longes de seus aparelhos. "Isto permite a interação com o celular quando as telas sensíveis ao toque e as câmeras não estão visíveis," disse o professor Matthew Reynolds, orientador do grupo. Assim, se o telefone estiver em seu bolso e tocar em hora imprópria, uma leve ondulação dos seus dedos será suficiente para silenciá-lo. Ou fazer um movimento de deslizamento com a mão pode mudar o volume ou saltar para a próxima música. O programa feito pela equipe para demonstrar essas possibilidades, chamado SideSwipe, será oficialmente apresentado durante uma conferência sobre interfaces no Havaí, em Outubro. Bibliografia: SideSwipe: Detecting In-air Gestures Around Mobile Devices Using Actual GSM Signals Chen Zhao, Ke-Yu Chen, Md Tanvir Islam Aumi, Shwetak Patel, Matthew S. Reynolds http://www.keyuc.com/research/SideSwipe/SideSwipe_UIST2014.pdf fonte: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=celular-controlado-pelas-maos-sem-toque&id=010150140919sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
SEU CELULAR PODE ESTAR DELIGANDO SEU RELACIONAMENTO
Smartphones podem ser viciantes, e tem gente que gasta mais tempo com esses aparelhos do que com seu parceiro, mesmo em encontros românticos. Ao mesmo tempo em que a tecnologia permite que estejamos conectados constantemente com o mundo, ela também pode nos tornar mais desconectados uns dos outros.
Pesquisadores da Universidade de Essex descobriram que as pessoas relataram um relacionamento pobre e pouca confiança no seu parceiro se havia um celular próximo durante uma discussão, mesmo que ele não estivesse em uso. Também acharam que seu parceiro tinha menos empatia pelos seus problemas.
Outros estudos apontam que os celulares podem distrair nossa atenção do momento presente, e isto é um problema, se considerarmos que três de cada cinco proprietários de smartphones nos EUA não conseguem ficar uma hora inteira sem checar seus aparelhinhos.
Mais ainda: a tecnologia pode separar casais e terminar relacionamentos. Estar conectado com os colegas e a satisfação imediata nestes relacionamentos virtuais podem fazer com que se gaste mais energia fantasiando conexões em vez investi-la em nosso parceiro ou parceira. Eles podem até mesmo abrir caminho para a infidelidade emocional.
Não dá para se livrar dos aparelhinhos, principalmente para quem os usa para trabalhar, mas a tecnologia deve ser usada com sabedoria, dizem os cientistas.
Deixe de lado
Em um encontro, o melhor a se fazer é deixar o celular fora de vista e fora da mente. Desligue-o e coloque-o em uma bolsa ou bolso enquanto estiver no encontro. O mundo não vai acabar se você não verificar seu e-mail uma hora ou duas.
À noite, também é uma boa ideia desligar fones, tablet e laptops, ou pelo menos deixá-los fora do quarto. Eles podem interferir com a sua capacidade de relaxar e se desligar, e também podem distrair você. Melhor dar atenção para quem está ao seu lado.
Repense a mídia social
Não é uma boa ideia conectar-se com seus ou suas “ex” online, e pode ser uma boa ideia também não fazer o mesmo com seu parceiro atual. Saber todos aspectos mais mundanos do dia-a-dia de sua cara metade, como o que comeu, e quais filmes quer ver, pelo Facebook, acaba com todo o senso de mistério, e diminui a necessidade de descobrir isto cara-a-cara, com uma conversa sincera.
Se você quer se conectar online com seu/sua parceiro/a atual, considere algum serviço que ajude a aproximar o casal. Programas como o Between e TwoCup tem sido chamados de espaços íntimos online, e por um bom motivo: eles permitem compartilhar memórias, mensagens, e fotos – e sem ninguém mais se meter ou mesmo ver.
Crie uma conexão sexy
A tecnologia não é de todo ruim; ela pode até mesmo ajudar a aumentar a intimidade e apimentar as preliminares.
Use seu smartphone para mandar para sua cara metade e-mails, mensagens de texto ou de voz sexys. Você pode até mesmo descrever uma fantasia ou seus planos para mais tarde com ele ou ela. E que tal um pouco de flerte no Skype ou FaceTime, principalmente se um dos dois estiver fora da cidade? Apenas lembre de usar uma conta particular, não da empresa para qual você trabalha, por exemplo.
Smartphones e outros aparelhos podem ter um impacto negativo no seu relacionamento, mas não precisa ser sempre assim. Aprenda a usá-los sabiamente e você pode começar a se sentir mais conectado com sua cara metade.
FONTE:CNN Health
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
TESTE SUA "FELICIDADE": VC CONSEGUE IGNORAR SEU CELULAR?
Se você fica constantemente checando seu celular, um novo estudo acredita que você tem menos chances de ser feliz do que os que conseguem resistir a um alerta de mensagem.
O senso comum parece dizer que as pessoas que recebem mensagem a toda hora e não saem do celular têm muitos amigos e uma vida social intensa. No entanto, a pesquisa da Universidade de Kent (em Ohio, nos EUA) chegou à conclusão de que aqueles ligados ao telefone tendem a ser menos felizes do que aqueles que sabem se desligar.
Outras descobertas da pesquisa é que os usuários de celular mais ávidos também sofrem com mais ansiedade, além de ter notas mais baixas do que os que usam pouco o telefone.
Os pesquisadores estudaram mais de 500 alunos com 18 a 22 anos e analisaram seu uso diário de celular, avaliando como ele afetava sua vida. Os participantes também permitiram que a equipe acessasse suas notas na Universidade.
Eles descobriram que, longe de fazer as pessoas se sentirem mais conectadas, o telefone móvel só aumentava sua ansiedade, conforme muitos se sentiam obrigados a manter contato constante. Outros tiveram problemas para desconectar-se de sites de mídia social, como o Facebook.
O novo estudo está em contraste gritante com pesquisas anteriores que afirmaram que os celulares melhoram a interação social e ajudam a reduzir a sensação de isolamento.
Os pesquisadores acreditam que, na verdade, usar o celular constantemente está ligado a um maior estresse. Os estudantes relataram se sentir “amarrados” ao seu telefone, como se tivessem uma obrigação na sua vida. Outros reclamaram que ter um telefone celular significava que ele tinha que estar sempre disponível a qualquer momento, o que era exaustivo.
“Não há privacidade ou tempo de solidão nas vidas dessas pessoas. Eu acho que a saúde mental requer um pouco de tempo pessoal para refletir, um tempo sozinho para olhar para dentro de si, pensar sobres eventos da vida e se recuperar do estresse diário”, argumentou o pesquisador Andrew Lepp.
No Brasil, as vendas de smartphones cresceram 179% em 2011, de acordo com a Nielsen. O número de smartphones no país nesse mesmo ano era de cerca de 30% do total de celulares. Hoje, dois anos depois, esses números estão com certeza ainda maiores.
Com tanta gente carregando um celular cheio de funções por aí, checar o dispositivo constantemente tornou-se a mais nova obsessão do momento: cerca de metade dos usuários checam seu celular pelo menos uma vez a cada hora, segundo uma pesquisa da empresa Lookout. Os smartphones são tão viciantes que alguns usuários sentem inclusive “vibrações fantasmas”, de tão desesperados que estão para receber novas mensagens.
Se a pesquisa da Universidade de Kent se revelar verdadeira, a sociedade terá um grande problema em suas mãos: conforme o mundo for totalmente domado por smartphones, seremos 7 bilhões de infelizes na Terra.
FONTE:DailyMail
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
TELEFONE CELULAR PODE AFETAR O ESPERMA
Constatamos que o celular pode acabar com o seu casamento e talvez até causar câncer. Mas afetar as “jóias da família”? Sim, manter o telefone celular ligado no bolso pode reduzir a qualidade do esperma de acordo com uma nova pesquisa.
“Nós acreditamos que todos estes dispositivos são usados porque são muito seguros, mas podem causar efeitos prejudiciais devido à proximidade dos celulares e à exposição que eles estão causando nas gônadas”, disse o pesquisador principal Ashok Agarwal da Cleveland Clinic, nos EUA.
No estudo, a equipe de Ashok coletou amostras de sêmen de 32 homens e levou-as ao laboratório. Cada amostra era colocada em pequenos tubos cônicos e divididos em duas partes: um grupo de teste e outro de controle. O grupo de controle não foi exposto a emissões de celulares, mas foram mantidos nas mesmas condições e temperatura do grupo de teste.
O sêmen do grupo de teste foi colocado a 2,5 cm de um celular de 850 MHz (uma freqüência comum) em modo de fala por uma hora. Esta distância foi utilizada para duplicar a distância do bolso da calça com os testículos.
Em geral os pesquisadores encontraram um aumento no estresse oxidante como um aumento significativo nos radicais livres e químicos oxidantes, incluindo uma redução nos antioxidantes. Ashok disse que isso causou a uma redução na qualidade do esperma, incluindo mobilidade e viabilidade. O mesmo efeito aparece com a exposição a certos poluentes ou infecções no trato genital ou urinário.
“Em geral houve um aumento de 85% em radicais livre em todas as amostras. Radicais livres já foram conectados com uma série de doenças em humanos incluindo câncer de pulmão”, disse Ashok. Outros estudos também ligaram os radicais livres a redução na qualidade do esperma.
No entanto o estudo mostrou grandes limitações, ele concordou, devido ao pequeno tamanho da amostra. E como foi conduzido em um laboratório não leva em conta a proteção que o corpo humano pode oferecer com as camadas de pele, ossos e tecidos. Ashok está em estágios iniciais de novas pesquisas que podem imitar o papel do corpo humano em proteger o esperma das ondas de emissão de radiação eletromagnética dos telefones celulares.
Ashok também admite que não haja explicação clara para o efeito demonstrado, mas contou uma de suas teorias. “Talvez a radiação do telefone celular consiga afetar as gônadas através do efeito térmico ao aumentar a temperatura dos testículos causando efeitos danosos ao esperma.”
Em um estudo anterior Ashok descobriu que homens que usam seus celulares mais do que quatro horas por dia tem uma qualidade de esperma significativamente mais baixa do que aqueles que usaram seus celulares por menos tempo. Aquelas descobertas foram baseadas em dados relatados por 361 voluntários.
“Nosso estudo não provou que você deve parar de colocar os celulares no bolso. Há muitas coisas que devem ser provadas antes de chegarmos neste estágio.” O que ele não disse é que o seguro morreu de velho.
FONTE:CNN
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