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sexta-feira, 29 de novembro de 2013

CIENTISTAS CRIAM TESTE QUE REVELA CHANCE DE SUCESSO NO CASAMENTO

Cientistas desenvolveram um novo "teste do amor". Divulgada na publicação científica "Science", a pesquisa sugere que uma resposta subconsciente à imagem do parceiro ou da parceira pode ser um indicador sobre o futuro do casamento. O autor do estudo, James McNulty, da Universidade da Flórida, afirma que o novo teste é um melhor medidor do verdadeiro sentimento entre os recém-casados. "Essas respostas subconscientes parecem ser bastante poderosas para indicar se as pessoas vão continuar felizes", disse à BBC. O time de cientistas entrevistou 135 casais recém-casados logo após a cerimônia de casamento. Os pesquisadores pediram que eles avaliassem seus casamentos com adjetivos positivos e negativos, como "bom", "ruim", "satisfatório" e "insatisfatório". Depois, eles mediram a reação subconsciente e intuitiva em relação ao outro usando o "teste do amor". O teste envolveu mostrar a um dos parceiros a fotografia do outro por menos de um segundo. Eles depois tinham que responder o mais rápido possível se palavras como "ótimo", "incrível", "horrível" e "assustador" definiam o outro. A velocidade com que eles respondiam era um indicador dos seus verdadeiros sentimentos, de acordo com os pesquisadores. O teste é baseado no princípio psicológico de associação. A teoria é que depois de ver rapidamente uma foto do parceiro, o estado de espírito do recém-casado pode ser positivo ou negativo. Incrível ou assustador? Se eles se encontram em um estado de espírito positivo, eles identificarão palavras positivas como "ótimo" e "incrível" mais rapidamente do que palavras negativas como "assustador" e "horrível" e vice-versa. McNulty e seu time descobriram que as respostas conscientes dos recém-casados sobre seus relacionamentos eram sempre positivas e felizes, como se pode imaginar. Mas as reações intuitivas em resposta ao teste do amor variavam consideravelmente. Os pesquisadores entrevistaram os casais a cada seis meses ao longo dos quatro primeiros anos de casamento. Eles descobriram que, em média, aqueles que tinham uma reação intuitiva negativa eram mais propensos a dizer que estavam infelizes no casamento. Alguns até se divorciaram. "Todo mundo quer acreditar que está em um bom relacionamento, e as pessoas podem se convencer que estão, mas essas reações intuitivas são melhores indicadores de como as pessoas se sentem em relação a seus relacionamentos", diz McNulty. De acordo com os autores, o teste mede a presença ou ausência de sentimentos negativos. "As pessoas podem ter amor e sentimentos negativos ao mesmo tempo, e esse teste provavelmente toca nos dois pontos", diz o pesquisador. Mas McNulty faz questão de reforçar o fato de que a pesquisa não está desenvolvida suficientemente para ser oferecida para pessoas antes de se casarem. Ele ressalta que os cientistas encontraram uma tendência, e que alguns dos casais que tiveram uma resposta negativa permaneceram felizes, enquanto outros que tiveram uma reação positiva se tornaram infelizes. Para aqueles que estão prestes a se casar, McNulty diz que a reação intuitiva pode ser algo a se levar em consideração. "Eu não acho que a resposta intuitiva sobre como se vê o parceiro seja o único fator considerado, mas deve ser um deles", afirma. FONTE: http://zip.net/bwlDXw

IBGE: MORTALIDADE POR CÂNCER DE MAMA AUMENTA 16,7% NO PAÍS EM 20 ANOS

A mortalidade por câncer de mama entre as brasileiras de 30 a 69 anos passou de 17,4 por 100 mil habitantes, em 1990, para 20,4 em 2010, o que representa um aumento de 16,7%. É o que mostram os dados da "Síntese de Indicadores Sociais", divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), nesta sexta-feira (29). O levantamento é baseado em números da Pnad 2012 (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios). O número mais alto, segundo a análise, é consequência da dificuldade de acesso a consultas médicas ou desinformação sobre exames preventivos periódicos e da redução da taxa de natalidade (mais mulheres optam por engravidar depois dos 30 anos e o organismo fica mais exposto ao estrogênio). A mortalidade aumentou apesar do investimento do governo em mamógrafos nos últimos anos - de 2002 a 2009, houve aumento de 118% dos equipamentos existentes naa rede pública e de 75% nos estabelecimentos privados que prestam serviços ao SUS (Sistema Único de Saúde). A distribuição dos mesmos, no entanto, continua reproduzindo as desigualdades regionais: no Sudeste há 2,8 mamógrafos para 100 mil habitantes, enquanto no Norte e no Nordeste não passa de metade disso. O câncer de mama é o mais prevalente na população feminina. Na última quarta-feira, o Inca (Instituto Nacional de Câncer) divulgou uma estimativa de 57,1 mil da doença no país em 2014. Câncer de colo de útero A mortalidade por câncer de colo de útero - terceiro mais comum entre as brasileiras - manteve-se estável nas mulheres de 30 a 69 anos no período de 1990 a 2010, variando de 8,5 para 8,7 mortes por 100 mil habitantes. A infecção por HPV é responsável por 95% dos casos, por isso a ampliação da oferta do exame de papanicolau foi determinante para o resultado. A desigualdade regional, no entanto, é marcante. Em 2010, a mortalidade na Região Norte foi de 16 por 100 mil habitantes, contra 6,7 por 100 mil na Região Sudeste. FONTE: http://zip.net/bqlFFn

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

COMO REVERTER O ENVELHECIMENTO CELULAR

Conforme nossas células se dividem, seu DNA sofre desgaste. De acordo com estudo recente, contudo, seria possível reverter parcialmente esse processo, garantindo mais alguns anos de vida – e menos doenças para se preocupar. Um dos sinais do envelhecimento celular (e de todos os problemas que ele traz) é o encurtamento dos telômeros, estruturas que ficam nas extremidades dos nossos cromossomos e evitam que ocorram mutações no DNA durante o processo de divisão das células. A equipe de pesquisadores analisou 35 homens com câncer de próstata, observando o comprimento dos telômeros de algumas de suas células. Cinco anos mais tarde, repetiram as análises e descobriram que, em 10 participantes que adotaram hábitos de vida mais saudáveis (como uma dieta balanceada e a prática de exercícios físicos), os telômeros ficaram em média 10% mais longos do que no início do estudo – uma reversão parcial do envelhecimento celular. Por outro lado, nos outros 25 participantes, que não mudaram seus hábitos, os telômeros ficaram em média 3% mais curtos. “Se forem validadas por estudos randomizados, controlados e em larga escala, essas mudanças de estilo de vida podem significativamente reduzir o risco de diversas doenças e mortalidade prematura”, destaca Dean Ornish, líder da equipe de pesquisadores e professor da Universidade da Califórnia (EUA). Outras pesquisas mostraram que há um vínculo entre o encurtamento de telômeros e um aumento nas chances de se desenvolver diversos tipos de câncer, doenças cardíacas e outras enfermidades. Embora ainda seja cedo para tirar conclusões (afinal, o estudo foi feito em pequena escala), dietas equilibradas e uma rotina saudável de exercícios já tiveram benefícios comprovados por outros estudos. Ornish ressalta a importância de reconhecer o quanto da nossa saúde depende das atitudes que adotamos. “Nossos genes e nossos telômeros são uma predisposição, mas não são necessariamente nosso destino”. FONTE: BBC

ESTRESSE PODE AFETAR SEUS GENES

Embora o impacto do estresse em nosso sistema imunológico já não seja segredo há décadas, o mecanismo por trás dele ainda intriga a ciência. Por exemplo, já sabíamos que estresse em nossa primeira idade pode causar mudanças no DNA, mas ainda não entendemos direito como isso funciona. Ao investigar o fenômeno do estresse no organismo, pesquisadores da Universidade Ruhr de Bochum (Alemanha) confirmaram que um dos principais alvos da condição são os nossos genes. Especificamente, os pesquisadores examinaram dois genes: o que produz receptores de oxitocina (conhecido como “hormônio antiestresse”) e o que produz fator neurotrófico derivado do cérebro (que contribui para o desenvolvimento e ligação de células cerebrais). Este último não chegou a ser afetado pelo estresse. O dos receptores de oxitocina, porém, foi. Nessa pesquisa, os 76 participantes passaram por uma fictícia entrevista de emprego, na qual teriam que resolver complexos problemas de matemática enquanto eram observados. Foram coletadas amostras de sangue no início e depois da “entrevista”. Nos primeiros dez minutos do teste, a atividade do gene foi reduzida por um processo químico chamado metilação – intensificada pelo estresse. Uma hora e meia depois do teste, a metilação deste gene diminuiu muito, e a produção dos receptores voltou ao normal. Os pesquisadores acreditam que esse mecanismo do estresse pode estar ligado a doenças crônicas, como depressão e câncer. FONTE: io9

ESTRESSE PODE DEIXAR VC DOENTE?

De fato: estresse e doenças estão entrelaçados. Há alguns anos já se sabe que o estresse psicológico aumenta o risco de doenças cardiovasculares, gripes, resfriados e até alergias. Mas como um leva ao outro? Pesquisas recentes mostram que o hormônio cortisol tem um papel decisivo. Liberado em grandes quantidades em momentos de estresse pelas glândulas suprarrenais, esse hormônio abastece o corpo com uma ‘explosão’ de energia. Ele também ajuda na resposta do sistema imune do corpo a infecções e inflamações, mantendo diversas doenças sob controle. Mas quando os níveis de cortisol permanecem elevados, o corpo se torna menos sensível ao hormônio, da mesma maneira que níveis elevados de insulina podem levar à resistência à insulina. Cientistas da Universidade Carnegie Mellon, nos Estados Unidos, colocaram isso à prova. Em um experimento, 276 adultos saudáveis foram expostos a vírus de gripes, mantidos em quarentena e monitorados por cinco dias. Aqueles que passaram por experiências estressantes estiveram mais propensos a mostrar resistência ao cortisol. E tiveram mais chances de desenvolver resfriados, também de acordo com outra pesquisa, publicada no periódico científico PNAS. Outro ponto importante a ser levado em conta é que as pessoas mais resistentes ao cortisol eram também as que mais produziam citoquinas, componentes do sistema imunológico que promovem inflamações e que aumentam a severidade dos sintomas. “Já que a inflamação tem um papel importante no começo e na progressão de um amplo espectro de doenças, esse processo tem grandes implicações para o entendimento do papel do estresse”, afirmam os pesquisadores. FONTE:TheNewYorkTimes

ENGENHEIROS DESENVOLVEM IMPLANTE DE VIDRO QUE FAZ OSSOS CRESCEREM

Engenheiros da Universidade de Missouri de Ciência e Tecnologia (EUA) desenvolveram um implante feito com um tipo de vidro bioativo (foto abaixo) que pode reparar grandes defeitos ósseos. Quando um paciente recebe este implante, o osso danificado consegue crescer. Funciona assim: os materiais bioativos reagem com fluidos do corpo e se transformam em osso vivo, por isso não precisam ser removidos.
Em uma das pesquisas, o material bioativo foi implantado em crânios de ratos, e o resultado foi positivo: o implante poroso ligado ao osso promoveu o crescimento do osso novo em seis semanas. A equipe de engenheiros pretende continuar os estudos aplicando o implante em animais maiores, em condições mais realistas. Eles acreditam que a adição de pequenas quantidades de prata (que, em certas quantidades, é bactericida) no implante poderá prevenir o risco de infecção, e a utilização de cobre poderia promover o crescimento de vasos sanguíneos, necessários para manter os ossos saudáveis. Os pesquisadores também fizeram testes computadorizados para garantir que o implante possa suportar o peso e a pressão dos ossos longos do corpo, como os dos braços e pernas. No futuro, este material poderá ser usado para reparar defeitos graves, que podem surgir como resultado de doenças ou traumas físicos (como guerras e acidentes). Atualmente, os tratamentos para reparos ósseos são feitos com metal poroso, que pode ter resultados ineficientes, além de trazer risco de infecções. Os materiais utilizados no desenvolvimento do implante e vidro, por sua vez, são baratos e fáceis de obter. FONTE: MedicalXpress/Mst

AS 10 COISAS QUE VC TALVEZ NÃO SAIBA SOBRE O AMOR

Ao escrever o livro “Love 2.0: How Our Supreme Emotion Affects Everything We Feel, Think, Do, and Become” (em português, “Amor 2.0: Como nossas emoções supremas afetam tudo o que sentimos, pensamos, fazemos e nos tornamos”), a autora Barbara Fredrickson, professora de psicologia e diretora do Laboratório de Emoções Positivas e Psicofisiologia da Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill (EUA), aprendeu algumas coisas sobre o amor que ela julga importante compartilhar. Confira: 10. Pode ser difícil falar de amor em termos científicos, porque as pessoas têm ideias pré-existentes fortes sobre ele A visão do amor que surge a partir da ciência requer uma mudança radical, segundo Barbara. “Eu aprendi que preciso pedir às pessoas para revisitar suas visões atuais de amor o suficiente para considerá-lo a partir de uma perspectiva diferente: a perspectiva do seu corpo”, diz. Amor não é romance. Não é desejo sexual. Não é nem mesmo o vínculo especial que você sente com outros familiares ou pessoas significativas para você. E talvez o mais difícil de tudo, o amor não é duradouro e incondicional. A mudança radical que Barbara sugere é ver o amor como nosso corpo o experimenta: um micromomento de conexão compartilhada com o outro. 9. O amor não é exclusivo Nós tendemos a pensar no amor apenas no contexto de nossos entes queridos. Quando o limitamos a apenas o círculo mais íntimo de família e amigos, inadvertidamente e severamente restringimos nossas oportunidades para o crescimento, saúde e bem-estar, de acordo com Barbara. Na realidade, ela acha que podemos experimentar micromomentos de conexão com qualquer um, seja nossa alma gêmea ou um estranho. “Enquanto você se sentir seguro e forjar o tipo certo de conexão, as condições para experimentar a emoção do amor são boas”, afirma. 8. O amor não pertence a uma pessoa Nós tendemos a pensar em emoções como eventos particulares, confinados a mente e corpo de uma pessoa. Atualizar a visão do amor desafia esta lógica. Segundo Barbara, evidências sugerem que quando você realmente se conecta com outra pessoa, uma sincronia perceptível, mas momentânea, surge entre os dois: seus gestos e bioquímica, até mesmo seus respectivos disparos neurais, espelham um o outro em um padrão que ela chama de ressonância de positividade. “O amor é uma onda biológica de sentimento bom e cuidado mútuo que rola por dois ou mais cérebros e corpos de uma só vez”, diz. 7. Fazer contato visual é importante para o amor Seu corpo tem a capacidade de “identificar” as emoções das pessoas ao seu redor, tornando suas perspectivas para o amor – definidas como micromomentos de ressonância de positividade – quase ilimitadas. Embora isso soe esperançoso, essa habilidade natural é frustrada se você não fizer contato visual com a outra pessoa. O encontro dos olhos é uma chave essencial para a sincronia neural. 6. O amor fortalece a conexão entre o cérebro e o coração, tornando-o mais saudável Décadas de pesquisa mostram que as pessoas que estão mais conectadas socialmente vivem vidas mais longas e saudáveis. No entanto, como exatamente os laços sociais afetam a saúde ainda é um dos grandes mistérios da ciência. Um novo fator de risco para a saúde: sua vida social A equipe de pesquisa liderada por Barbara descobriu que, quando pessoas são designadas aleatoriamente a aprender maneiras de criar mais micromomentos de amor diariamente, a função do seu nervo vago, um canal chave que liga o cérebro ao coração, melhora de forma duradoura. Esta descoberta fornece um novo caminho para descobrir de que forma micromomentos de amor servem como nutrientes para a sua saúde.Abraços fazem bem para a saúde, dependendo de quem nos abraça. 5. Suas células imunes refletem suas experiências passadas de amor Segundo Barbara, as formas como seus genes são expressos no nível celular dependem de muitos fatores, incluindo se você se considera ser socialmente conectado ou cronicamente solitário. Barbara e sua equipe estão investigando os efeitos celulares do amor, testando se as pessoas que constroem mais micromomentos de amor na vida diária também têm células imunológicas mais saudáveis. 5 formas de contato que fazem bem a saúde. 4. Pequenos momentos emocionais podem ter grandes efeitos biológicos “Hormônio do amor” pode ser capaz de curar várias doenças psiquiátricas Pode parecer surpreendente que uma experiência que dura apenas um momento possa ter um efeito duradouro sobre a sua saúde e longevidade. No entanto, Barbara notou que há um ciclo importante, uma espiral ascendente, entre vida social e bem-estar físico. Isto é, não somente seus micromomentos de amor o tornam mais saudável, mas ser saudável “aumenta” a sua capacidade de amar. Pouco a pouco, amor gera amor, melhorando a sua saúde. E saúde gera saúde, melhorando a sua capacidade de amar. 3. Não subestime o amor no casamento “Escrever este livro mudou profundamente a minha visão pessoal de amor. Eu costumava defender o amor como uma força constante, firme, mas que não definia meu casamento. Enquanto essa força constante e firme ainda existe, agora vejo a nossa ligação como um produto dos muitos micromomentos de ressonância de positividade que meu marido e eu compartilhamos ao longo dos anos”, conta Barbara. Segundo ela, isso pode ajudar a afastar uma ideia de amor fixa que o pode levar a subestimar esse sentimento em um relacionamento. “O amor é algo que devemos recultivar todos os dias”, afirma. 2. Amor e compaixão podem ser a mesma coisa Reimaginar o amor como micromomentos de positividade compartilhada pode fazer parecer que o amor requer que você sempre se sinta feliz. Isso não é verdade. Você pode experimentar um momento de microamor, mesmo que você ou a pessoa com quem você se conecta esteja sofrendo. “O amor não exige que você ignore ou suprima negatividade. Ele simplesmente requer que algum elemento de empatia, bondade ou apreciação sejam adicionados à mistura. Compaixão é a forma que o amor toma quando o sofrimento ocorre”, explica Barbara. 1. Atualizar sua visão do amor já muda a sua capacidade de amar A ciência oferece novas lentes através das quais você pode ver suas interações emocionais. “As pessoas que entrevistei para o livro compartilharam histórias incrivelmente comoventes sobre como usaram micromomentos de conexão para fazer reviravoltas dramáticas em suas vidas pessoais e profissionais”, conta Barbara. “Uma das coisas mais esperançosas que eu aprendi é que quando as pessoas tomam só um minuto por dia para pensar se se sentiam ligadas e sintonizadas com os outros, iniciam uma cascata de benefícios. E isto é algo que você pode começar a fazer hoje, tendo aprendido apenas um pouco mais sobre como o amor funciona”, diz. FONTE:CNN

terça-feira, 26 de novembro de 2013

QUAIS SÃO AS CAUSAS E EFEITOS DA ENXAQUECA??

Apenas nos Estados Unidos, 30 milhões de pessoas padecem com enxaqueca, um problema de saúde que afeta mulheres três vezes mais do que os homens. A enxaqueca apresenta efeitos variáveis em intensidade e frequência na população. A partir da análise de casos passados, neurologistas do Hospital Geral de Massachussets, em Boston (EUA), elaboraram um catálogo de quem mais sofre com essa condição clínica, e quais as razões. Um dos principais fatores de influência são os hormônios. As mulheres são mais propensas a desenvolver enxaqueca, conforme explicam os médicos, justamente porque ela está associada às mudanças hormonais relativas ao ciclo menstrual. Este dado ganhou força quando eles verificaram que as pacientes tendem a sofrer menos com o problema tão logo atingem a menopausa. Além disso, é justamente nos dias mais próximos da menstruação que as mulheres têm os picos mais agudos de incidência de enxaqueca. Mas há também outros fatores. Quadros médicos como depressão, ansiedade, pressão alta, derrames e epilepsia estão associados à enxaqueca em maior ou menor escala. A faixa etária mais atingida pelo problema está entre 15 e 55 anos, sendo o auge da incidência por volta dos 40 anos. Histórico familiar de enxaqueca também influencia nas chances de ser portador. Mesmo que você não se encaixe em nenhum destes grupos de risco, é possível contrair enxaqueca. Esta condição é caracterizada por pressão direta de vasos sanguíneos do sistema nervoso no cérebro, mas cientistas ainda debatem as razões por trás disso. Muitos defendem a ideia de que a enxaqueca pode ser ativada em qualquer pessoa por uma série de perturbações rotineiras. No organismo, incluem-se problemas como insônia, estresse, baixo açúcar no sangue, desidratação e consumo de certos alimentos, além de álcool. Fatores externos como mudanças no clima, luzes muito fortes e barulhos altos também podem acionar a enxaqueca. Assim como outras doenças de ordem neurológica, não há uma cura comprovada para quem sofre de enxaqueca. Apesar disso, existem tratamentos eficientes para ajudar a reduzir a dor e o incômodo, alguns dos quais se utilizam de medicamentos como o Botox. Terapias como estas são a maior chance do paciente na luta contra as condições que levaram ao problema. FONTE:Science Daily

QUAIS EXAMES INÚTEIS SEU MÉDICO ESTÁ SOLICITANDO???

Às vezes, os médicos são os principais responsáveis por pedir exames ou sugerir tratamentos desnecessários. Para economizar tempo e dinheiro, nove grandes grupos médicos, cada qual de uma especialidade, elaboraram uma lista. Nela constam cinco exames e/ou tratamentos que poderiam ser evitados, sem retirar qualquer benefício médico dos pacientes. A iniciativa foi uma ideia de Howard Brody. Depois de meses de análises por parte de comitês de especialistas, as nove primeiras especialidades a terem suas listas estabelecidas foram cardiologia, cardiologia nuclear, oncologia, radiologia, nefrologia, gastroenterologia, medicina de família, medicina geral e alergologia. A importância dessas listas reside no fato de que tratamentos desnecessários podem acarretar péssimas consequências para a saúde do paciente, que, por exemplo, é exposto em excesso à radiação ou toma remédios além da conta. Confira as listas! 1-ALERGOLOGIA: - Exames de imunoglobulina G (IgG) e uma bateria indiscriminada de testes de imunoglobulina E (IgE) devem ser evitados. - Não peça tomografia computadorizada da cavidade nasal e não prescreva antibióticos para rinossinusite aguda sem complicações. - Não faça testes diários de diagnóstico em pacientes com urticária crônica. - Em casos de infecção, não recomende a reposição de imunoglobulina, a menos que haja resposta dos anticorpos às vacinas terapêuticas. - Não diagnostique asma sem fazer espirometria. 2-MEDICINA DE FAMÍLIA: - Caso sinta dores nas costas, não faça raio-X da região nas primeiras seis semanas, a menos que existam fatores de risco. - Não prescreva antibióticos para sinusite fraca ou moderada, a não ser que os sintomas durem sete dias ou mais, ou a menos que os sintomas piorem depois de uma pequena melhora clínica. - Não faça absorciometria de raios-X de dupla energia para casos de osteoporose em mulheres abaixo de 65 anos ou em homens abaixo de 70, sem fatores de risco. - Não peça eletrocardiogramas anualmente ou qualquer outro exame cardíaco para pacientes com baixo risco e sem sintomas. - Não faça o teste de Papanicolau em mulheres que tenham menos de 21 anos ou em mulheres que fizeram histerectomia por doenças não relacionadas a cânceres. 3- CARDIOLOGIA: - Não faça exames cardíacos que possam ser estressantes ou não invasivos na avaliação inicial de pacientes sem sintomas cardíacos, a não ser que existam fatores de alto risco. - Não realize exames cardíacos que possam ser estressantes ou não invasivos em pacientes assintomáticos. - Não faça exames cardíacos que possam ser estressantes ou não invasivos, como uma avaliação de pré-operatório, em pacientes programados para passar por cirurgias não cardíacas de baixo risco. - Não faça ecocardiogramas como se fosse um exame de rotina para doenças assintomáticas de válvula nativa em pacientes adultos com nenhuma mudança dos sintomas. - Não faça colocação de stent de lesões não culprit durante angioplastia coronária para enfartos estáveis e sem complicações do tipo STEMI. 4-MEDICINA GERAL: - Não realize eletrocardiograma em indivíduos assintomáticos e com baixo risco para doenças coronárias. - Não faça exames de imagens em pacientes com dores lombares não específicas. - Na avaliação de síncope simples (desmaio) e na avaliação neurológica normal, não realize tomografias computadorizadas ou ressonância magnética. - Em pacientes com baixa probabilidade de tromboembolismo venoso, obtenha a medida de D-dímero como um teste de diagnóstico inicial; não faça imagens computadorizadas como parte desse diagnóstico inicial. - Não realize radiografias pré-operatórias do peito na ausência de suspeita clínica de patologia intratorácica. Radiologia - Não faça exames computadorizados para dores de cabeça simples. - Não realize exames computadorizados para suspeita de embolia pulmonar sem probabilidade moderada ou alta (pré testada). - Evite raios-X do peito para pré-operatórios para pacientes ambulatoriais com histórico clínico e exames físicos normais. - Não faça tomografia computadorizada para avaliar suspeitas de apendicite em crianças até que o ultrassom seja considerado uma opção. - Não recomende exames computadorizados para cistos anexais sem maiores perigos clínicos. 5-GASTROENTEROLOGIA: - Para tratamento farmacológico de pacientes com refluxo gastroesofágico, a terapia de supressão ácida deveria ser administrada na menor dose necessária, para atingir os objetivos terapêuticos. - Não repita imageamento para câncer colorretal (seja qual for o método) por 10 anos, depois de uma colonoscopia de alta qualidade ter dado negativo em indivíduos que tenham o fator de risco da idade. - Não repita colonoscopia por pelo menos cinco anos para pacientes que tenham um ou dois pólipos adenomatosos pequenos (menor que 1 centímetro), sem displasia. - Para o paciente que é diagnosticado com o esôfago de Barrett e que já fez duas endoscopias, que confirmam a ausência de displasia na biópsia, um exame de vigilância posterior não precisa ser feito em um período menor que três anos. - Para um paciente com síndrome da dor abdominal funcional, a tomografia computadorizada não deve ser repetida, a menos que haja mudança no quadro clínico. 6-ONCOLOGIA CLÍNICA: - Não utilize terapias direcionadas ao câncer para pacientes com tumores sólidos e com as seguintes características: status de desempenho baixo (3 ou 4), nenhuma melhora de intervenções anteriores, não elegíveis para interferência cirúrgica e sem evidências clínicas de que tratamentos contra a doença poderão funcionar. - Não faça tomografia computadorizada, tomografia emissora de pósitron ou scan de radionuclídeo dos ossos, em níveis iniciais de câncer de próstata, com baixo risco de metástase. - Não faça tomografia computadorizada, tomografia emissora de pósitron ou scan de radionuclídeo dos ossos, em níveis iniciais de câncer de mama, com baixo risco de metástase. - Não realize testes com biomarcadores ou imageamentos para indivíduos assintomáticos, que trataram câncer de mama com terapia curativa. - Não use estimuladores das células brancas para prevenção primária ou neutropenia febril para pacientes com menos de 20% de risco de complicações. 7-NEFROLOGIA: - Não realize imageamentos rotineiros para detectar câncer em pacientes dialisados, que tem expectativas de vida limitadas sem qualquer sinal ou sintoma. - Não administre agentes estimulantes de eritropoieses em pacientes com doença renal crônica, em que os níveis de hemoglobina sejam maiores ou iguais a 10g/L e que não tenham sintomas de anemia. - Evite drogas anti-inflamatórias não-esteroides em indivíduos com hipertensão e outras doenças cardíacas. - Não coloque cateteres centrais de inserção periférica em pacientes com doença renal crônica (do estágio III ao V), sem consultar um nefrologista. - Não inicie diálise crônica sem se assegurar que a decisão foi tomada em conjunto pelo paciente, sua família e seus médicos. 8-CARDIOLOGIA NUCLEAR: - Não faça imageamentos cardíacos ou angioplastia coronária em pacientes sem sintomas cardíacos, a não ser que tenham fatores de alto risco. - Não faça imageamentos cardíacos para pacientes com baixo risco. - Não realize imageamentos de radionuclídeos como parte de exames de rotina em pacientes assintomáticos. - Não faça imageamentos cardíacos, como avaliação pré-operatória, em pacientes que passarão por cirurgias não cardíacas de risco baixo ou intermediário. - Use métodos para reduzir a exposição à radiação em imageamentos cardíacos sempre que possível. FONTE: TheNewYorkTimes

9 MANEIRAS BIZARRAS PELAS QUAIS VC ESTÁ MINANDO SUA PRÓPRIA FELICIDADE

Terapia, dietas malucas… A internet está cheia de dicas para a felicidade instantânea e “curas” para a depressão. É como se tudo o que as pessoas precisassem para alcançar o nirvana fosse uma xícara de chá verde. Além do fato de que a depressão é complexa demais para ser tratada com apenas um fator, como obter um novo animal de estimação, a maioria dessas chamadas curas podem estar na verdade tornando as coisas piores. Confira: 9. SEXO
Ter uma ótima vida sexual deveria ser o bônus da vida. Então, o que esperar do perfil psicológico de um Casanova moderno? Que tal ansiedade e depressão? Um estudo recente com 3.900 estudantes universitários sobre o seu bem-estar mental e sua tendência a saltar na cama com estranhos descobriu níveis elevados de ansiedade, ansiedade social e depressão entre aqueles que frequentemente faziam sexo casual. No entanto, os pesquisadores não determinaram se o sexo causou depressão, ou se a depressão provocou um desejo de perder-se em sexo. Qualquer que seja a maneira de contornar isso, há uma possibilidade muito real de que Hugh Hefner seja o homem mais infeliz da Terra. 8. RIQUEZA
Logo depois de “uma vida sexual incrível”, a segunda coisa que a maioria de nós provavelmente desejaria a um gênio da lâmpada é ser absolutamente podre de rico. Afinal de contas, o dinheiro pode não ser capaz de comprar a felicidade, mas com certeza torna a miséria muito mais confortável, não? Não. Todos nós já ouvimos histórias de horror sobre ganhadores de loteria que acabaram totalmente infelizes, mas pesquisas sugerem que mesmo aqueles que começaram ricos são propensos à doença mental. Especificamente, os filhos de pais que ganham mais de 159.000 dólares (cerca de R$ 360.000) por ano são perigosamente propensos a ansiedade, depressão, automutilação e abuso de drogas. Somente as crianças das famílias mais pobres estavam em maior risco do que os Riquinhos. Então, o que está acontecendo? Tudo se resume ao tipo de pessoa que geralmente ganha mais de US$ 150.000 por ano: altamente motivada e impiedosamente contra o fracasso. Em outras palavras, o tipo exato de pessoa suscetível a dar um grande saco de neuroses para os seus filhos de Natal. Toda essa pressão se manifesta em um medo paralisante do fracasso nos pequenos. 7. VEGETARIANISMO
A dieta vegetariana geralmente é considerada muito saudável. Ao evitar o excesso de gordura e propriedades cancerígenas da carne, os vegetarianos parecem estar em uma posição ideal para viver vidas longas e felizes, exceto que a ciência sugere o contrário. Um estudo alemão recente analisou a dieta e saúde mental de 4.000 participantes de todas as esferas da vida. Os resultados foram surpreendentes. Os vegetarianos eram mais propensos a sofrer de ansiedade, hipocondria, depressão, e até mesmo dismorfia corporal do que os seus semelhantes comedores de carne. E essa não era apenas uma anomalia estatística leve: vegetarianos tinham duas vezes mais probabilidade de serem doentes mentais que a população em geral, e três vezes mais probabilidade do que os participantes do grupo de controle. Mais uma vez, ninguém tem certeza se o vegetarianismo provoca toda essa miséria, ou se as pessoas miseráveis são apenas mais propensas a abandonar a carne. 6. ABSTINÊNCIA
Álcool e depressão andam juntos. Além de ser um calmante, nossa droga líquida favorita também é altamente viciante, extremamente prejudicial para o corpo, e socialmente mais prejudicial do que mesmo crack ou heroína. Faz sentido supor, então, que os abstêmios estarão livres da névoa de culpa e miséria que os bebedores são forçados a aguentar todas as manhãs de sábado. Bem, prepare-se para ficar chocado. Um estudo norueguês que comparou hábitos de beber e a saúde mental de 38 mil pessoas descobriu que, embora beber muito correspondesse a altos níveis de ansiedade, o oposto era verdade para a depressão. Os participantes que exercitavam rigoroso autocontrole eram aparentemente menos felizes do que aqueles que acordavam todas as manhãs em uma poça de vômito. A teoria é que aqueles que nunca bebem, mas vivem em países com cultura de consumo alcóolico, são menos propensos a forjar laços sociais fortes com as pessoas do que aqueles que de fato relaxam um pouco com uma cerveja. Nem alcoolismo nem abstinência total parecem uma boa ideia. 5. ESPORTES
Exercício físico deveria ter um efeito positivo sobre a saúde, e esportes coletivos são certamente bons para, pelo menos, fazer amigos e se sentir parte de um grupo. Então por que causa depressão? Especificamente, os pesquisadores olharam para a saúde mental de atletas universitários atuais e antigos e descobriram que os que ainda jogavam eram até duas vezes mais propensos a depressão. Em sua hipótese, os pesquisadores afirmaram que esperavam que as ex-estrelas, agora privadas de seus companheiros, treinadores e emoção do jogo, tivessem mais depressão. Mas, como as crianças ricas, é provável que o resultado encontrado seja devido aos atletas universitários estarem sob maior pressão. Além de ter que estudar, eles também têm que jogar bem e alcançar seus objetivos próprios, e tudo isso pode causar um grande estresse. 4. COMPRAS
Muitos concordariam que a melhor maneira de relaxar de uma semana estressante é ir às compras. No entanto, o capitalismo está na verdade lhe deixando miserável. Um estudo recente realizado na Holanda seguiu 2.500 pessoas para avaliar os seus hábitos de compras e felicidade. Eles descobriram que as pessoas materialistas eram mais propensas a ser solitárias, o que também as tornava mais deprimidas. O problema se resume a nossa cultura do consumismo. Graças a décadas de publicidade, somos ensinados a associar certos valores com determinados produtos. Quando não podemos pagar por um desses itens ou temos que gastar mais do que deveríamos para obtê-lo, isso nos deixa ansiosos e isolados. 3. TV
Um estudo da Universidade de Maryland (EUA) sobre a felicidade tentou descobrir os hábitos mais comuns das pessoas que se dizem muito felizes e infelizes. O resultado? Pessoas infelizes assistem mais televisão. As que disseram ser “muito felizes” eram propensas a gastar mais tempo lendo e socializando. Os pesquisadores analisaram 30 anos de informações e chegaram à conclusão de que assistir televisão pode ajudar na felicidade momentânea, mas tem menos efeitos positivos mais tarde na vida. Isso porque assistir TV é uma atividade viciante, que como tal produz prazer momentâneo e infelicidade a longo prazo. Para pessoas menos sociáveis, a TV é a droga da vez. 2. MÚSICA
Não é incomum ouvir críticos musicais nostálgicos falando sobre uma música ou o álbum “que salvou sua vida”. É um sentimento que todos podem entender – aquele momento em que você ouve um trecho de uma música e se identifica. Portanto, pode ser chocante para alguns que ouvir música aparentemente torna as pessoas mais propensas à depressão. Em 2011, um estudo da Universidade de Pittsburgh (EUA) categorizou adolescentes pela quantidade de tempo que passaram ouvindo música e comparou seu bem-estar mental. Eles descobriram que, para cada aumento do nível de audição, o risco de depressão aumentou 80%. Isso é quase o efeito oposto que a leitura teve, com adolescentes sendo 50% menos infelizes quanto mais liam. A música foi o passatempo mais ligado à depressão, batendo até mesmo a TV. Por quê? Não sabemos ainda. Talvez a música moderna seja consistentemente miserável, ou talvez adolescentes deprimidos sejam mais propensos a tentar escapar através da música. Tudo o que podemos dizer com certeza é que o cara ouvindo funk no ônibus é provavelmente mais deprimido do que a menina sentada ao lado dele lendo Franz Kafka. 1. REDES SOCIAIS
Você é o tipo de pessoa que vai terminar de ler este artigo e deixar um comentário? Temos más notícias: você é objetivamente mais propenso a ser solitário. Um estudo recente analisou o uso da internet de pessoas deprimidas e não deprimidas, e descobriu que as infelizes usam a internet de forma diferente. Especificamente, são mais propensas a se envolver em interações como compartilhar fotos, músicas e opiniões através do Facebook, salas de chat e fóruns. As pessoas saudáveis eram menos propensas a verificar obsessivamente seu e-mail, passar o tempo em redes sociais, e sentar-se até tarde da noite lendo artigos. Esta descoberta vai contra tudo o que pensamos saber sobre a internet. A interação em redes sociais deveria fazer-nos sentir menos solitários e mais conectados, daí o motivo pelo qual todos parecem ter mais amigos no Facebook do que há pessoas no planeta. No entanto, um grande corpo de pesquisa sugere que esse ponto de vista é desatualizado. O segredo da felicidade na internet é simplesmente ignorar todos os idiotas furiosos da web e seguir com sua própria vida. FONTE: TheListverse

5 RAZÕES PELAS QUAIS A VIDA NO ESPAÇO É MAIS DIFÍCIL DO QUE VC PENSA

Obviamente, a vida no espaço não é sinônimo de férias – você está lá em cima, enfrentando a fronteira final, lutando contra meteoros e objetos pessoais flutuando dentro da espaçonave e consciente de que qualquer falha trará uma morte horrível no abismo sideral. E é por isso mesmo que a vida no espaço desperta tanta curiosidade em nós, seres humanos: o mistério de se aventurar no desconhecido. Na realidade, a parte mais difícil sobre a vida em uma estação espacial ou base lunar são diversos pequenos aborrecimentos do cotidiano nos quais você nunca pensou – e os quais a ficção científica jamais mencionou. Por mais que não se trate de problemas do calibre de batalhas interestelares ou monstros alienígenas, esses contratempos do dia a dia fariam da sua vida um inferno, e não de uma maneira impressionante. 5. VC PRECISA SE EXERCITAR CONSTANTEMENTE (senão corre o risco de desmaiar)
É de se esperar que uma certa quantidade de exercício físico seja necessário para compensar a falta de gravidade do ambiente. O detalhe é que, além de você ser capaz de levantar facilmente os halteres gigantescos que só os caras mais bombados da sua academia conseguem (lembre-se: não há gravidade, então as coisas não “pesam” nada), você vai ter que se exercitar o tempo todo. Sempre. E você não tem escolha. Há duas razões por trás disso. A primeira e mais evidente delas é evitar que seus músculos e ossos fiquem quebradiços e se transformem em uma papa amorfa devido à ausência da gravidade. O outro motivo é um fenômeno maluco chamado intolerância ortostática. Essa é uma novidade para muita gente. Na Terra, essa é a razão pela qual, por vezes, sentimos uma tontura quando nos levantamos muito depressa. Fora do nosso planeta, se torna um dos principais motivos para você e seu estilo de vida sedentário odiarem o espaço. Seu corpo é normalmente capaz de lidar com a intolerância ortostática, elevando a sua frequência cardíaca e pressão arterial até que você se recomponha. Entretanto, no espaço, seu coração não colabora muito. Percebendo que não precisa mais lutar contra a gravidade, como está acostumado aqui embaixo, ele fica mais preguiçoso e bate cada vez menos e de maneira mais fraca – e, consequentemente, sua pressão arterial cai. Resultado: você vai desmaiar. Repetidas vezes. Seu único remédio? Fazer MUITO exercício. O ideal recomendado aos astronautas é que malhem durante duas horas e meia, todos os dias em que estiverem em órbita. E não estamos falando de exercícios divertidos com aquela mini cama elástica, bolas grandes e coloridas ou qualquer outro adereço que possa desviar sua atenção do exercício em si. Os viajantes espaciais precisam passar esse tempo todo amarrados em uma das três engenhocas disponíveis (um circuito de academia, uma esteira ou um combinado espacial digno de Chuck Norris, chamado ARED). Tudo isso, lembre-se, em uma salinha minúscula, sem uma ampla janela na sua frente, tampouco com uma leve brisa soprando – e cheio de cabos ligados ao seu corpo para que não saiam voando no meio da série. E todo esse esforço não será recompensado com uma barriga de tanquinho – os únicos prêmios que os astronautas recebem após tanto esforço são o privilégio de manter a consciência ininterruptamente e a capacidade de evitar que seu corpo se desmanche como uma massa de uma empada assim que retornem ao campo de gravidade da Terra. Saúde! Astronautas bebem urina e suor reciclados na ISS 4. VC VAI VOLTAR MAIS ALTO (e isso será incrivelmente doloroso)
A maioria das pessoas que você conhece não se importaria de se tornar um pouco mais altas, certo? Pois bem, avise a elas que isso pode ser feito. Se por acaso acontecer de elas se aventurarem no espaço, logo você terão uma agradável surpresa: um surto de crescimento induzido pela falta de gravidade aumentará a sua altura em cerca de 4 a 6 centímetros. E quando dizemos “agradável”, por favor entenda “terrivelmente doloroso e deformante”. Afinal, o que está acontecendo, basicamente, é que seus nervos em sua coluna estão sendo esticados. Normalmente, a medula espinhal humana permite que o nosso cérebro se comunique rapidamente com qualquer parte do corpo. Porém, qualquer situação incomum que altere essa configuração natural (como estar no espaço sideral, por exemplo) tende a produzir dificuldades. Os discos intervertebrais que amortecem a coluna dos efeitos da gravidade subitamente se tornam inúteis. Logo, suas vértebras começam a se afastar preguiçosamente umas das outras, deixando a estrutura da coluna vertebral cada vez mais alongada. A boa notícia é que você fica, de fato, mais alto, pelo menos enquanto estiver em um ambiente de microgravidade. A má notícia é que você provavelmente experimentará uma dor crônica nas costas, uma vez que sua coluna, assim como seus nervos, será constantemente esticada como um acordeão. Além disso, seus nervos também correrão grande perigo de serem danificados. E imagine o que acontece quando você finalmente desembarcar de volta em um planeta dotado de campo de gravidade. Sua espinha, deformada devido ao tempo que você passou fora da Terra, terá que aguentar o baque causado por suas vértebras, que tentarão se reajustar ali dentro – como um elástico que é esticado e depois solto – após a liberdade excessiva que a falta de gravidade lhes proporcionou. Em seu processo de readaptação à Terra, você também correrá sérios riscos de sofrer com hérnia de disco. 3. A RADIAÇÃO AFETA SEUS OLHOS
Os astronautas a bordo dos primeiros voos espaciais ficaram confusos e assustados devido a misteriosos raios de luz que eles notaram enquanto estavam em órbita. “Grande coisa”, você pode pensar, eles estavam no espaço sideral, deve haver uma gigantesca quantidade de coisas estranhas acontecendo por lá. Talvez fosse um raio de luz solar refletindo em um satélite, algum fragmento brilhante de um meteoro ou apenas uma nave alienígena curiosa. Havia apenas um problema: aquelas luzes estranhas nunca ocorriam quando eles estavam realmente olhando para algum lugar – esses flashes brilhantes eram visíveis apenas com os olhos fechados. Sim, no espaço, você tem a sua própria discoteca particular na sua cabeça. Além disso, você provavelmente vai pensar que está ficando louco toda vez que der uma piscada um pouco mais demorada. Cientificamente, este curioso espetáculo de luz é causado por partículas altamente carregadas (ou seja, radiação) que viajam livremente pelo espaço – até encontrarem sua retina e irem diretamente na direção (e através) dela. Como as partículas radioativas atingem seu olho em grande velocidade, elas enganam seu cérebro para que ele pense que você está vendo luzes. A blindagem magnética benevolente da Terra nos protege da maioria da matéria elétrica que o sol lança constantemente em nós. Portanto, nós não desfrutamos de um show pirotécnico psicodélico a cada vez que piscamos aqui na Terra. No espaço, por outro lado, não há nenhum nível de proteção magnética, de modo que os olhos de quem se aventura por aquelas bandas precisam lidar com toda a fúria penetrante do sol. À primeira vista, estas luzes podem parecer apenas um inconveniente. Mas depois, principalmente perto do seu primeiro turno de dormir, a realidade bate à sua porta: como diabos você vai conseguir pegar no sono quando o interior de suas pálpebras parece mais um show do Daft Punk? Seus problemas, claro, não terminam por aí. O espaço é um bastardo vingativo que também deseja te sacanear a longo prazo. A penetração da radiação constante realmente provoca dano estrutural aos tecidos delicados de seus olhos, o que pode causar prejuízos permanentes à sua visão caso você fique mais de um mês sob essas condições. 2. VC SENTE SEU NARIZ SEMPRE ENTUPIDO E PRECISA DESESPERADAMENTE DE COMIDA PICANTE
Os alimentos preparados especialmente para os astronautas sempre estiveram num pastoso e híbrido limbo entre comidas de verdade e refeições em pílulas. Felizmente, as coisas evoluíram bastante ao longo do tempo nesse campo. Tanto que, hoje em dia, você pode se deliciar nas alturas com alimentos como barras de bacon (surpreendentemente impopulares) e coquetel de camarão (assustadoramente popular). Porém, você não será capaz de provar qualquer uma dessas comidas a menos que você adicione molho picante ou o tempero japonês wasabi, porque o espaço arruína a sua capacidade de sentir o gosto das comidas. Como já mencionado anteriormente, os fluidos do corpo humano ficam um pouco malucos quando se está em um ambiente de microgravidade. Eles tendem a se aventurar por locais desconhecidos do organismo e explorar cavidade inéditas. As regiões do corpo com a maior quantidade de cavidades prontas para receberem esses fluidos desbravadores são a cabeça e o tronco. Consequência? A cabeça do viajante espacial incha, assim como a parte superior do corpo como um todo, dando a impressão de que os astronautas de repente começaram a tomar esteroides. Um efeito colateral prático deste inchaço é que a sua versão espacial passa a sofrer de congestão nasal constante. E já que a gravidade não é capaz de manter seu ranho no lugar onde ele pertence, você acaba com a cabeça cheio de muco, o que te dá a impressão de estar sempre doente, mesmo quando você está saudável (até porque, se você realmente estiver doente, estará em sérios apuros [veja mais no tópico a seguir da lista]). A única solução para aliviar esse sentimento incômodo é a sensação ardente da comida picante. Acredita-se que a pimenta é o único alimento capaz de obstruir a cavidade nasal, devolvendo aos astronautas a capacidade de sentir os aromas das comidas que eles ingerem. É por isso que alimentos picantes são tão valiosos a bordo da Estação Espacial Internacional. A situação é tão desesperadora que a astronauta Peggy Whitson uma vez “brincou” de ameaçar impedir a entrada de um ônibus espacial visitante a menos que seus colegas levassem alimentos picantes como presente. 1- SER VC FICAR DOENTE,VC ESTARÁ PERDIDO
Como um dos poucos sortudos que têm a chance de fugir do nosso nobre planeta, o primeiro passo para a sua preparação é… ficar isolado em quarentena. Isso se justifica porque você certamente não vai querer levar todas as nossas doenças aqui da Terra com você para o grande além – onde, aliás, até mesmo os mais inofensivos micróbios tendem a adquirir uma força, digamos assim, galática. Você não pode correr riscos, uma vez que as bactérias com as quais estamos acostumadas se transformam em criaturas totalmente diferentes lá fora. Uma infecção bacteriana no espaço levará seu corpo a responder drasticamente reduzindo, de forma automática, a imunidade de seu organismo, o que, no final das contas, não será nem sombra de como era na Terra. Esta não é apenas mais uma situação de “você provavelmente terá um pouco de tosse” – é realmente grave. Experimentos de laboratório com salmonelas mutantes do espaço mostram que as bactérias podem infectar camundongos (e, presumivelmente, seres humanos) com três vezes mais eficiência em um ambiente de microgravidade em comparação com uma infecção aqui na Terra. E isso que a experiência utilizou camundongos com o sistema imunológico perfeito, apresentado no nível da Terra – não se pode afirmar o que aconteceria se a salmonela alienígena contaminasse um organismo já debilitado e com a capacidade de lutar contra intrusos devastada após algum tempo em órbita. Pior: os medicamentos espaciais são praticamente inúteis. Remédios e vacinas também têm a tendência de perder sua potência fora do nosso planeta. Ou seja, se você ficar doente lá fora, você estará perdido. No espaço. FONTE: Cracked

'PÍLULA DO DIA SEGUINTE' PODE NÃO FUNCIONAR PARA MULHERES COM MAIS DE 75 KG

Recentemente, a HRA Pharma, empresa que fabrica a versão europeia do medicamento conhecido como Norlevo, resolveu atualizar a sua embalagem para indicar que a medicação de prevenção a gravidez nem sempre é eficaz para mulheres com mais de 75 quilos e não funciona em mulheres que pesam mais de 80 quilos. Originalmente, foi solicitado que a HRA Pharma analisasse a eficácia da sua “pílula do dia seguinte” por um estudo de 2011 da Universidade de Edimburgo, na Escócia, que constatou que o risco de gravidez era mais de três vezes maior para mulheres obesas em comparação com mulheres com índice de massa corporal normal quando a medicação era tomada. Eles também descobriram que o risco de gravidez era particularmente elevado se a contracepção de emergência contivesse levonorgestrel, hormônio encontrado em muitas das principais pílulas vendidas no mundo, incluindo as mais vendidas no Brasil (Postinor-2, Pilem, Pozato, Diad, Minipil2-Post e Poslov). O estudo finaliza recomendando que mulheres com sobrepeso usem o DIU como método contraceptivo. Levando esses dados em conta, um grande número de mulheres brasileiras não poderia usar a medicação. Dados do Ministério da Saúde de agosto desse ano mostram que, ao todo, 51% da população acima de 18 anos apresenta índice de massa corporal igual ou acima de 25 (sobrepeso), dos quais 48,1% são mulheres. Além disso, 17,7% delas são obesas. Além disso, esses números são baseados no sistema falho de índice de massa corporal, que não leva em conta a gordura corporal para chegar à conclusão sobre a saúde de uma pessoa. Não há como negar que uma parcela significativa de mulheres que tomam a pílula do dia seguinte pesam mais de 75 quilos, seja isso considerado obeso para o seu tipo de corpo ou não. O site da HRA Pharma ainda não mudou as informações do seu produto, mas a nova embalagem deve conter o seguinte aviso: “Estudos sugerem que Norlevo é menos eficaz em mulheres com peso de 75 quilos ou mais, e não é eficaz em mulheres com peso de 80 kg ou mais” e que Norlevo “não é recomendado se você pesa 75 kg ou mais”. Ainda não sabemos se outros fabricantes de pílulas farão a mesma recomendação aos seus consumidores. E se os principais fabricantes não fizerem essa observação, marcas genéricas não podem mudar sua embalagem para conter o aviso. Aparentemente, não tem como tornar as pílulas do dia seguinte mais seguras para mulheres com mais peso. Apenas aumentar a quantidade de levonorgestrel não funciona para melhorar a eficácia contraceptiva do medicamento. Outros hormônios são considerados ainda menos eficazes e muitas vezes induzem náusea. A melhor opção para as acima de 75 kg, ao que parece, é trocar de método contraceptivo mesmo. Jezebel, GazetadoPovo, SempreTops

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

VÍRUS RECÉM-DESCOBERTOS PODEM REDEFINIR A VIDA COMO A CONHECEMOS

Cientistas descobriram dois vírus que desafiam a classificação da vida. Maior e geneticamente mais complexos do que qualquer gênero viral conhecido pela ciência, os chamados “pandoravírus” podem reacender um debate de longa data sobre a classificação do que é considerado vida. Esse nome foi dado devido às surpresas que os seres podem ter reservado aos biólogos, em referência à figura mítica grega que abriu uma caixa e liberou o mal no mundo. Houve um tempo em que os cientistas consideravam os vírus seres muito pequenos e simples. Até que sugiu o “mimivírus”, descoberto em 1992. À época, se tratava, de longe, do maior e mais complexo vírus já encontrado pelos cientistas. Com 600 nanômetros de diâmetro (dimensão comparável em tamanho a algumas bactérias) e com um genoma de cerca de mil genes, o mimivírus em muitos aspectos possuía maior semelhança com uma bactéria parasita do que com um vírus. Em comparação, o HIV mede apenas 120 nanômetros de diâmetro e contém um total de apenas nove genes. O nome “mimivírus” vem da abreviatura em inglês de “vírus imitando (mimicking) micróbio”. Uma vasta lista de outros vírus de grande porte têm sido descobertos desde então – o mamavírus, por exemplo, e o apropriadamente chamado megavírus. Nesta quinta-feira (18), no entanto, pesquisadores da Universidade de Aix-Marselha, liderados pelos biólogos Jean-Michel Claverie e Chantal Abergel (que ajudou a revelar o mimivírus) anunciaram uma descoberta ainda mais surpreendente. Trata-se do pandoravírus, recolhido na lama de águas costeiras de Melbourne, na Austrália, e da região central do Chile, que é duas vezes maior do que qualquer outro vírus conhecido pela ciência. Cada um deles possui cerca de 2.500 genes, 2.300 dos quais inteiramente novos para a biologia. Pandoravírus, em outras palavras, não são apenas enormes, também são inconfundivelmente diferentes de qualquer vírus conhecido na terra – incluindo outros vírus gigantes. O fato de esses pandoravírus serem tão geneticamente únicos (sem contar que eles foram coletados em continentes completamente diferentes) sugere que os gêneros virais gigantes podem ser mais comuns do que se acreditava anteriormente. Além disso, os vírus recém-descobertos ainda levantam questões interessantes sobre as fronteiras entre as células vivas e os vírus inanimados. A equipe também realizou vários experimentos para confirmar se os pandoravírus eram realmente vírus. Usando microscópios de luz e eletrônicos, os cientistas acompanharam um ciclo de replicação completa dos seres recém-descobertos. Eles identificaram, com isso, os três critérios fundamentais para classificá-los como vírus. Eis uma brincadeira divertida para se jogar na próxima vez que você encontrar seus primos biólogos. Primeiro, aguarde uma pausa na conversa. Em seguida, mexa-se despretensiosamente em sua cadeira e casualmente pergunte se os vírus são seres vivos. Muito bem! Você acaba de alimentar as chamas do debate que os profissionais da área têm travado por cerca de um século. Sente-se e desfrute. De preferência, com um pouco de pipoca. O recém-descoberto pandoravírus pode aumentar esse debate. “Primeiro vistos como veneno, depois como formas de vida e então como produtos químicos biológicos, os vírus hoje estão em uma área cinzenta entre os seres vivos e não vivos”, escreve o biólogo molecular Luis Villarreal em artigo para a revista Scientific American. “Eles não podem se reproduzir por conta própria, mas podem fazê-lo em células verdadeiramente vivas e também podem afetar o comportamento de seus hospedeiros profundamente”. A ambiguidade decorre, em grande parte, de natureza paradoxal do vírus. Por um lado, eles possuem muitas características que nós associamos com a vida, como a presença de DNA e RNA e a capacidade de evoluir. Eles também são capazes de tomarem para si a estrutura celular de seus hospedeiros, que eles exploram para se reproduzir, se espalhar e infectar, às vezes, com eficiência letal. É uma façanha impressionante e assustadora, especialmente para algo que não tem a capacidade de produzir suas próprias proteínas. Além disso, eles são seres bastante pequenos, fisicamente, pensavam os cientistas, e seus genomas são minúsculos. Eles não têm parede celular e nem sequer passam por processos metabólicos. São razões como essas que fizeram a participação dos vírus ser negada na grande árvore da vida. Dez anos atrás, no entanto, a descoberta acidental do mimivírus forçou muitos cientistas a reconsiderar a qualificação do que é vida. Os pandoravírus, com seu tamanho desmedido e composição genômica sem precedentes, dão ainda mais razões para que os cientistas repensem essa classificação. “Uma vez que mais de 93% dos genes dos pandoravírus não remetem a nenhum ser conhecido”, escrevem os pesquisadores na última edição da revista Science, “a sua origem não pode ser rastreada a qualquer linhagem celular conhecida”. No entanto, eles ponderam, o seu DNA polimerase se assemelha ao de outros vírus gigantes, sugerindo a existência de um controverso quarto domínio da vida”. Ou seja, eles podem “inaugurar” um ramo até então desconhecido da vida, que é diferente dos aceitos três domínios: Eubacteria (que compreende as bactérias), Archaea (que inclui os procariontes que não se encaixam na classificação anterior), e Eukaria (que inclui todos os eucariontes, os seres vivos com um núcleo celular organizado como nós, os animais e as plantas). FONTE: Io9

QUER SALVAR O PLANETA?? PARE DE COMER CARNE

Quer ajudar o clima? Que tal reduzir o seu consumo de carne? Pelo menos no mundo desenvolvido, esse passo pode ser necessário a fim de estabilizar os níveis atmosféricos de um gás do efeito estufa, o óxido nitroso. O óxido nitroso é o maior contribuinte do homem à destruição do ozônio estratosférico (o “buraco de ozônio”), e o terceiro gás que mais contribui para o efeito estufa, depois do dióxido de carbono e do metano. Cerca de 80% das emissões humanas de óxido nitroso são provenientes da agricultura. Bactérias convertem o nitrogênio encontrado no esterco bovino ou o excesso deixado no solo em gás óxido nitroso. Cada quilo de carne que comemos requer múltiplos quilos de grãos, e cada grão, por sua vez, requer a utilização de fertilizantes contendo azoto, de modo que a quantidade de óxido nitroso liberado por caloria da carne (e lacticínios) é muito maior do que simplesmente comer as culturas (verduras, frutas) diretamente. PARANDO A MUDANÇA CLIMÁTICA Pesquisadores analisaram várias trajetórias possíveis para as futuras emissões de óxido nitroso, inclusive estabilizar os níveis atmosféricos de óxido nitroso deste século. Eles consideraram que alterações às emissões seriam necessárias para atingir esta meta. Uma abordagem para reduzir a quantidade de óxido nitroso emitida é a utilização de azoto de maneira mais eficiente para cada quilo de grãos ou carne produzido. Mas reduzir a demanda por carne também é eficaz. “Se quisermos chegar à redução mais agressiva – o que realmente estabiliza o óxido nitroso – temos que usar todos os itens acima, incluindo mudanças na dieta”, disse o pesquisador Eric Davidson. Ele mostrou que seria necessário reduzir o consumo de carne no mundo desenvolvido em 50% para gerir o azoto duas vezes mais eficientemente. Essa análise é consistente com outros estudos, como um relatório de 2006 da ONU, que afirmou que a pecuária contribui mais à mudança climática do que o transporte. Se incluirmos o metano – liberado em grandes quantidades por ruminantes como o gado – e as emissões de dióxido de carbono da produção de fertilizantes, as emissões de gases de efeito estufa provenientes da agricultura e pecuária são ainda maiores. O óxido nitroso é liberado em quantidades muito menores do que o dióxido de carbono e o metano, mas é cerca de 300 vezes melhor em capturar calor, e dura na atmosfera por cerca de 100 anos, de modo que cada uma de suas moléculas contribui muito ao aquecimento climático. Então, a solução é a redução do consumo de carne. Mas isso tem chances de acontecer? Davidson ressalta que, 30 anos atrás, ninguém acharia possível que o tabagismo fosse proibido em bares, ou que o consumo de cigarro diminuísse. Tudo pode acontecer. De acordo com o estudo de Davidson, o consumo anual médio per capita de carne no mundo desenvolvido foi de 78 quilos em 2002 e está projetado para crescer para 89 quilos em 2030. Enquanto isso, no mundo em desenvolvimento foi de 28 quilos em 2002, projetado para crescer para 37 em 2030. “Temos vivido de uma forma muito luxuosa. Ir de 82 kg de carne por ano a 40 não deveria ser pedir muito”, disse a cientista Christine Costello. FONTE: LiveScience

terça-feira, 19 de novembro de 2013

MOTORES DE ANTIMATÉRIA E FUSÃO PODERÃO MOVER NAVES ESPACIAIS NO FUTURO

Em 2010, a NASA produziu um trabalho em parceria com o “The Tauri Group” para determinar quais as áreas de avanço tecnológico mais promissoras, que permitiriam vencer os desafios da exploração espacial. Uma das tecnologias sugeridas pela pesquisa, chamada de “Technology Frontiers: Breakthrough Capabilities for Space Exploration” (“Fronteiras da Tecnologia: capacidades inovadoras para a exploração espacial”) é o uso de antimatéria para disparar um motor de fusão nuclear. Como combustível para esse motor, seriam usadas pastilhas contendo deutério e trítio – isótopos mais pesados do hidrogênio -, cercados por um material mais pesado, como urânio. A ideia é disparar um raio de antiprótons – o equivalente da antimatéria aos prótons – para iniciar a reação de fusão, com o hidrogênio sendo convertido em hélio e liberando muita energia. A propulsão poderia ser obtida de diversas formas, como aquecendo um combustível ao ejetá-lo em altíssimas velocidades. A ideia não é nova: o projeto Daedalus, da Sociedade Interplanetária Britânica, já propôs o uso de foguetes de fusão para fazer viagens interestelares. Os cálculos apontam que uma viagem para Júpiter precisaria de 1,16 gramas de antiprótons, o que não parece muito, exceto quando consideramos que desde 1950 não devem ter sido produzidos mais de 10 nanogramas do material em aceleradores de partículas, e que poucas gramas devem custar vários trilhões de dólares. Porém, os autores do estudo apontam que a produção de antiprótons está avançando, e talvez venham a ser a grande novidade em propulsão espacial até 2060. Com a quantidade de combustível suficiente, uma viagem a Júpiter não demoraria mais que alguns poucos meses, e seria possível chegar em Marte depois de apenas 39 dias de viagem, usando um foguete de plasma. FONTE: Space.com]

FUSÃO NUCLEAR PODE VIRAR REALIDADE MAIS CEDO QUE O ESPERADO

A corporação Lockheed Martin afirmou que pode estar uma década de distância de produzir uma planta de energia com base em reatores de fusão compactos. Reatores de fusão ganharam grande destaque na imprensa porque têm importantes vantagens em relação a outras fontes de energia. Eles utilizam fontes de combustível abundantes, não apresentam fuga de radiação acima dos níveis normais de radiação de fundo e produzem menos lixo radioativo que os atuais reatores de fissão. Ao contrário dos reatores que utilizam fissão, a fusão nuclear não deve produzir materiais que podem ser utilizados em armas nucleares. Em resumo, os reatores de fusão oferecem melhor contenção, desligamento mais fácil, maior eficiência energética e menos resíduos radioativos. A tecnologia para a execução de tal “equipamento maravilha” ainda não está disponível, mas muitos projetos experimentais foram e estão sendo feitos por todo o mundo. Um deles, o Skunkworks da Lockheed, anunciou durante uma apresentação no “Solve for X” do Google estar mais próximo da realidade do que nunca. Claro que, com alto tão promissor, ainda faltam alguns obstáculos para sua concretização. Apesar do fato de a fusão nuclear ter sido descoberta como fonte de energia desde os anos 1950, reatores de fusão ainda não foram eficazmente ligados a uma fonte de energia regular. Tokamaks, o primeiro protótipo de reator de fusão criado, gerava energia através de ímãs que produziam calor em um anel gigante. Para fazer isso funcionar, era preciso uma câmara de vácuo enorme em forma de rosquinha, e podia levar anos entre sua construção e a geração de energia. Como o Tokamaks, a maioria dos projetos existentes exige recursos e infraestrutura que normalmente apenas governos podem fornecer. Tais esforços de coordenação são difíceis mesmo em tempos financeiros prósperos, então ainda não foram levados a cabo. Sendo assim, em parte, é a viabilidade do projeto da Lockheed que o torna tão atraente. Muito menor do que as tentativas de reatores de fusão tradicionais, o reator compacto da Skunkworks utiliza um cilindro, e não um anel, o que contribui para um campo magnético mais forte e deixa menos pontos pelos quais a energia pode escapar. Além disso, o reator deve ser pequeno o suficiente para que um caminhão possa transportá-lo, mas ainda robusto o suficiente para gerar energia para 100.000 casas. Segundo Charles Chace, da Lockheed, a empresa espera tornar a tecnologia possível através de um método de contenção de plasma. “Há atualmente 1,3 bilhão de pessoas sem acesso à energia. Para quem tem acesso, o uso de energia é crescente e a demanda deve dobrar até 2050. As cerca de 1.200 novas usinas a carvão gastariam trilhões e colocariam o meio-ambiente em perigo para atender tal demanda. Temos uma possibilidade alternativa de energia, algo novo criado pela combinação de diferentes partes de coisas que já existem”, disse. A Lockheed espera ter um modelo de teste disponível até 2017 e ampliá-lo para a produção regular até 2022. FUSÃO x FISSÃO Na fissão nuclear, a energia é obtida a partir da divisão de um átomo em dois. Em um reator nuclear convencional, nêutrons de alta energia dividem átomos pesados de urânio, proporcionando grandes quantidades de energia, radiação e lixo radioativo por longos períodos de tempo. Na fusão nuclear, a energia é obtida quando dois átomos são agrupados para formar um. Em um reator de fusão, átomos de hidrogênio se agrupam para formar átomos de hélio, nêutrons e grandes quantidades de energia. É o mesmo tipo de reação utilizado pelas bombas de hidrogênio e pelo sol. É uma fonte de energia mais limpa, segura, eficiente e abundante do que a fissão nuclear. Há vários tipos possíveis de reações de fusão, mas a maioria envolve isótopos de hidrogênio chamados de deutério e trítio. Essas reações produzem partículas de alta energia (prótons, elétrons, neutrinos, pósitrons) e radiação (luz, raios gama).[POPSCI, ICOSA, HSW]

QUEM FICA MUITO TEMPO SENTADO MORRE MAIS CEDO

Um estudo de enorme alcance, que pesquisou a rotina de mais de 222 mil cidadãos australianos ao longo de três anos, passa uma mensagem bem clara sobre o hábito de passar muito tempo sentado: pessoas que passam mais de quatro horas diárias sobre uma cadeira são até 40% mais propensas a encurtar a própria vida. É claro que este índice médio de 40%, conforme explicam os cientistas, só se aplica àqueles que realmente abusam do ato de sentar, passando mais de 11 horas por dia nesta posição. Entre oito e onze horas, a mesma taxa cai para 15%. No entanto, ainda que os médicos estejam certos de que é desaconselhável ficar tanto tempo sentado, não se sabe exatamente porque isso é tão ruim. As principais evidências são as mesmas que se verificam no sedentarismo: exercícios físicos regulares têm efeitos positivos quanto aos triglicerídeos e a pressão sanguínea. Ou seja, o principal prejuízo não é o fato de estar sentado em si, mas o de não se mover. Em uma sociedade onde a tecnologia nos facilita a vida, evitando cada vez mais que tenhamos que sair de casa para cumprir nossos afazeres, é cada vez mais complicado tornar o exercício físico algo rotineiro. FONTE: WebMD

15 ATIVIDADES QUE QUEIMAM 200 CALORIAS

Trata-se de um número arbitrário, nós sabemos, mas quem não quer gastar calorias? Ainda mais 200 delas! E nem é preciso ser um super atleta. Você só precisa… 1-Correr por 20 minutos. Mas existem várias outras atividades que, mesmo sem querer, acabam queimando essa quantidade de calorias sem a necessidade de suar, correr o risco de machucar o joelho e, você sabe, se exercitar. Quem sabe você prefira… 2-Mascar chicletes por 18 horas. Porém, cuidado! Como cada chiclete possui aproximadamente 10 calorias e, se você trocar de goma a cada hora, você recuperará todas as calorias que perdeu mascando-as. Ou seja, você teria que permanecer com o mesmo doce as 18 horas seguidas. Alguém se habilita? Uma alternativa que requer menos da sua mandíbula, mas ainda na região bucal é… 3-Aplicar protetor labial 1.500 vezes. E que tal utilizar esses lábios mega hiper superprotegidos para algo mais divertido? Para queimar 200 calorias, é necessário que você e seu amor estejam dispostos a… 4-Beijar durante 2 horas seguidas. Nada mau, hein? Se as coisas esquentarem, vocês só precisam… 5-Fazer sexo por 1 hora para se livrarem dessa mesma quantidade de calorias. Mas antes disso (ou depois…) você talvez queira… 6-Escovar os dentes 45 vezes, com 2 minutos de duração para cada escovada. Se você considera que 200 calorias não merecem um esforço tão grande quanto sexo ou higiene bucal, tente… 7-Assistir TV por 2 horas e meia. Pode não parecer, mas o simples fato de ver televisão passivamente, apenas trocando de canal eventualmente, te ajuda a queimar (demoradamente) calorias. Para um efeito um pouco mais rápido, a sugestão é… 8-Assistir a 4 seriados de comédia, daqueles de meia hora cada um. O riso que certamente acompanhará sua maratona televisiva acelera o processo de perda de calorias. Se você ficar entendiado com os episódios de Friends (impossível) e acabar caindo no sono, tudo bem, pois… 9-Dormir durante mais 3 horas também fazem aquelas 200 calorias sumirem. 10-E o que você me diz se, em vez de tirar uma soneca no sofá, você decidir ser mais radical e surfar por 1 hora? É uma ótima alternativa para quem, além de emagrecer, deseja pegar um belo bronzeado (todo mundo). E a boa notícia é que, se algo der errado e você se afogar, não há com o que se preocupar, já que… 11-Beber 8 copos d’água durante 3 dias queima as tais 200 calorias. Porém, é preciso que seja potável e não do mar. 12-Se você estiver à procura de uma atividade mais intensa, que não envolva água salgada nem três dias para se concretizar, você pode relembrar os bons momentos de Educação Física na escola e pular corda durante 15 minutos. Será que você possui o mesmo pique de quando estava na 6ª série? Ou, se você está contente e quer mostrar para toda a gente, pode… 13-Cantar 23 vezes seguidas a sua música preferida (uma canção de 4 minutos). Só não garantimos que aqueles que ouvirem seu repertório um tanto quanto repetitivo fiquem assim tão contentes. Para acompanhar, sugerimos… 14-Tocar piano por 1 hora e meia. Se você não sabe tocar piano, você pode muito bem… 15-Escrever uma história de 4.800 palavras sobre como foi sua experiência de gastar 200 calorias. Que tal? Só lembrando que o número exato de calorias que seu corpo queimará durante cada atividade depende de vários fatores, que incluem sexo, idade, tamanho e composição geral do seu corpo. E, para efeito de comparação, um quilo de gordura possui aproximadamente 8 mil calorias. Ou seja, o desafio de perder 200 calorias é apenas o começo. FONTE:Asap Science

TRABALHAR EM PÉ EQUIVALE A CORRER 10 MARATONAS NO ANO EM CALORIAS QUEIMADAS

Não é novidade que ficar sentado pode te matar aos poucos, mas o fato de que ficar em pé é bom para a saúde certamente é. Um estudo descobriu que existem muitos benefícios de ficar em pé, principalmente para quem permanece 7 a 8 horas sentado durante o trabalho. A Universidade de Chester, juntamente com a BBC, conduziu uma experiência simples com um grupo de apenas dez voluntários. A experiência consistia em ficar em pé pelo menos três horas e usar um acelerômetro (que mede o movimento), bem como monitores cardíacos e de glucose. As medições foram feitas durante os dias em que os voluntários ficaram em pé e comparadas com os dias em que eles ficaram sentados. Os resultados são, no mínimo, interessantes. Uma das coisas que foi percebida é que, nos dias em que ficavam em pé, os níveis de glucose sanguínea das pessoas desciam para níveis normais muito mais rapidamente logo após as refeições. Os níveis de glucose estão relacionados a doenças como o diabetes. Outra coisa notada foi um aumento na taxa de batimentos cardíacos nos dias em pé, que subiu em pelo menos 10 batimentos por minuto. Este batimento cardíaco “extra” responde por uma queima de 50 calorias por hora. Em um ano, pode chegar a cerca 30.000 calorias, ou 3,6 kg de gordura. Dr. Buckley, um dos médicos que participou do estudo, aponta que, colocando em termos de nível de atividade, “seria equivalente a correr cerca de 10 maratonas por ano, só de ficar em pé três ou quatro horas durante o trabalho”. Obviamente, trata-se de um estudo muito pequeno e simplificado, mas que serve como indicador de que ficar em pé pode ajudar a manter ou perder peso. No entanto, esse ato não dispensa a necessidade de fazer exercícios regulares. FONTE: Lifehacker, BBC

FAST FOOD AUMENTA O RISCO DE DEPRESSÃO

Gosta de comer lanches de padaria, como doces e croissants, e fast foods, como hambúrgueres, cachorros quentes e pizzas? Má notícia. Um novo estudo revela que consumidores desse tipo de alimento têm 51% mais chances de desenvolver depressão. Pior: gosta de comer bastante? Foi encontrada também uma relação com a quantidade. Isso significa que “quanto mais fast food você come, maior o risco de depressão”, afirma o líder do estudo, Almudena Sánchez-Villegas. “Mesmo comer pequenas quantidades já está ligado com uma chance significativamente maior de desenvolver uma depressão”, diz. A pesquisa acompanhou 8.964 participantes, que nunca tiveram depressão ou tomaram antidepressivos, durante seis meses. No fim, 493 foram diagnosticados com depressão ou começaram a tomar medicamentos. “Apesar de mais pesquisa ser necessária, a ingestão de alimentos de confeitarias e fast foods deveriam ser controlada tanto pela saúde do corpo quanto a mental”, comenta Sánchez-Villegas. Depressão afeta cerca de 121 milhões de pessoas no mundo. O estudo demonstra também que aqueles que comem mais comidas desse tipo têm mais tendência a serem solteiros, menos ativos e comer menos frutas, peixe, vegetais e azeite de oliva. Fumar e trabalhar mais de 45 horas por semana também fatores vistos nesse grupo. FONTE: MedicalXpress

DEPRESSÃO PODE SER FATOR DE RISCO PARA ALZHEIMER E OUTRAS DEMÊNCIAS

Uma nova pesquisa descobriu que pessoas que tiveram depressão na meia idade têm maior risco de desenvolver demência mais tarde. A demência de que estamos falando é a demência vascular, que se trata de uma doença causada por acidentes vasculares cerebrais (derrames). É o segundo tipo de demência mais comum, depois do Alzheimer, sendo que as duas condições têm sintomas parecidos, mas processos diferentes. O estudo também descobriu que pessoas que têm depressão já mais tarde na vida possuem maior risco de desenvolver mal de Alzheimer. Os pesquisadores seguiram 13.000 adultos de 30 a 40 anos até seus 80 anos. Eles descobriram que sintomas de depressão na meia idade levavam a 20% mais risco de demência vascular, e depressão na terceira idade levava a 70% mais risco de Alzheimer, sempre em comparação com pessoas que não tiveram depressão. “Os participantes do estudo eram 3,5 vezes mais propensos a desenvolver demência vascular se tivessem sintomas de depressão tanto na meia-idade quanto mais tarde na vida, o que sugere que a depressão recorrente provoca alterações vasculares que coloca as pessoas em risco para a demência”, explicou a autora do estudo, Deborah E. Barnes, professora de psiquiatria da Universidade da Califórnia, em San Francisco, EUA. Porém, o estudo tem falhas. Foi baseado apenas em questionários sem aprofundamento, e os cientistas não viram imagens dos cérebros dos pacientes que tiveram demência nem souberam que se eles se trataram e de que forma da depressão. Portanto, apesar de saberem que existe uma ligação entre as duas condições, os pesquisadores não podem dizer se a depressão causa demência ou se o tratamento da primeira condição pode evitar a segunda. Não é a primeira vez que estudos sugerem que há uma relação entre demência e depressão. Uma pesquisa que revelou que as mulheres têm mais depressão do que os homens mencionou que evidências crescentes mostram que Alzheimer e Parkinson têm seu início em distúrbios de ansiedade na meia-idade. O início dos sintomas, como ataques de pânico e dificuldade para dormir, pode indicar um possível desenvolvimento de Parkinson de 5 a 6 anos depois. Outro estudo mostrou que a depressão aumenta o risco de derrame, que, como vimos, é a causa de demência vascular. Também, uma pesquisa descobriu que a viuvez aumenta as chances de desenvolver Alzheimer, e isso pode estar ligado à depressão que o viúvo ou viúva sofre. A principal questão que os cientistas têm que tentar responder agora é se é possível evitar a demência curando os sintomas da depressão. FONTE: CNN, IVDN

COMER PEIXE REGULARMENTE PODE PREVENIR ALZHEIMER

Idosos que comem peixe pelo menos uma vez por semana são entre três e cinco vezes menos propensos a desenvolverem Alzheimer, de acordo com um novo estudo da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos. Mas é essencial que o peixe seja grelhado ou assado para que os ácidos graxos ômega-3 sejam preservados. O ômega-3 ajuda a proteger o cérebro, aumentando o fluxo sanguíneo da região, reduzindo inflamações e limitando o acúmulo de placas prejudiciais que favorecem o desenvolvimento de mal de Alzheimer. Quando o peixe é frito, ele fica com quantidades muito baixas de ômega-3, e consequentemente não oferece proteção alguma contra demência e perda de memória relacionada com a idade, conhecida como deterioração cognitiva. No estudo, pesquisadores questionaram 260 voluntários saudáveis com idade média de 76 anos sobre a frequência com que eles comiam peixe. Dez anos depois, aqueles que não comiam peixes regularmente tinham mostrado muitos mais problemas nas áreas cerebrais ligadas a memória. Cinco anos após essa primeira análise, pesquisadores descobriram que 31% dos idosos que não ingeriam peixes com frequência tinham desenvolvido Alzheimer ou deterioração cognitiva. Os índices dessas doenças entre os idosos que comiam peixe pelo menos uma vez na semana foram entre 3% e 8%. Ciro Raji, que liderou o estudo, disse que futuras pesquisas podem ajudar a descobrir se suplementos de ômega-3 produzem efeitos semelhantes, e se alguns tipos de peixe oferecem mais proteção do que outros. No entanto, a pesquisa não levou em consideração fatores como o estilo de vida dos voluntários. A melhor maneira de prevenir o Alzheimer, além de uma dieta saudável, incluindo frutas e legumes, é também fazer exercício físico regularmente e se livrar do tabagismo. FONTE: Telegraph

BURACO NEGRO É DESCOBERTO NA VIA LÁCTEA

Um novo buraco negro foi descoberto na Via Láctea. Batizado de Swift J1745-26, ele brilhou na faixa do raio-X duas vezes na manhã de 16 de setembro, e mais uma vez no dia seguinte, e foi o suficiente para ser encontrado. No dia 18, o brilho do buraco aumentou, chegando ao pico. Foi equivalente ao da famosa Nebulosa do Caranguejo, considerada uma das mais brilhantes fontes de energia, e usada para calibração de observatórios de alta-energia. Ela continua brilhando, e embora seu brilho tenha diminuído do seu auge, ainda está 30 vezes mais brilhante do que quando foi descoberta. Os disparos de raio-X foram ocasionados por matéria caindo no buraco negro. Pouco antes de atravessar o horizonte de eventos, a matéria estava tão quente que, por instantes, brilhou na faixa do raio-X. Os astrônomos agora querem medir a massa do objeto, e confirmar se é realmente um buraco negro, já que ainda há a possibilidade de ser uma estrela de nêutrons. A origem da matéria é uma estrela vizinha – o buraco negro faz parte de um sistema binário. Ela vai se acumulando em um disco em torno do buraco negro para entrar dentro dele de uma só vez, em vez de cair lentamente com o tempo, produzindo um brilho contínuo de raio-X. Não se sabe ao certo a distância em que se encontra o buraco negro. Estimativas variam de 20.000 a 30.000 anos-luz, e a posição é na constelação Sagitário, a mesma que abriga o buraco negro do centro da nossa galáxia. Na verdade, sua direção é possivelmente poucos graus distante da posição do buraco negro central. A matéria que está brilhando e a estrela vizinha não são visíveis a partir da Terra porque nuvens de gás e poeira escondem a estrela, impedindo que seja vista daqui na faixa da luz visível, embora seja visível no infravermelho e rádio. Provavelmente, a companheira do buraco negro é uma estrela como o nosso sol. FONTE: Science Daily

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

SAÚDE ÍNTIMA FEMININA EXIGE CUIDADOS ESPECIAIS

Coceira, menstruação irregular e corrimento. Algumas mulheres acreditam que esses problemas são apenas respostas normais e passageiras do organismo feminino. Mas não é bem assim: eles podem ser sinal de que alguma coisa está errada e precisam de atenção especial. Falar sobre saúde íntima feminina é um assunto complicado, tanto pelo fato de o órgão feminino ser interno e complexo como por ele ser cercado de tabus. Muitas mulheres chegam mesmo a ter vergonha de falar sobre o assunto e tendem a ignorar ou subestimar sinais que podem ser sintomas de algum problemas de saúde, e que precisa de acompanhamento médico. SINAL DE ALERTA Esse é o caso, por exemplo, de quando a menstruação apresenta alguma alteração. Variação de intervalo entre um sangramento e outro, intensidade e duração do fluxo são alterações normais, e variam de mulher para mulher. Mas se a mudança é muito grande, então é preciso ficar atenta: pode ser sinal de alguma alteração hormonal, orgânica ou até mesmo funcional. "Em relação aos ciclos menstruais é muito importante a caracterização individual de cada paciente. Mesmo assim, as mudanças devem sempre ser levadas ao conhecimento do ginecologista para melhor elucidação diagnóstica", explica a ginecologista Andréa da Rocha Tristão, professora do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina da Unesp. Se o fluxo passa a ser muito intenso ou ter duração muito longa, pode ser sinal da presença de um mioma (tumor benigno do tecido que forma a parede do útero). Já se a coloração da menstruação se torna mais escura (amarronzada ou quase preta), pode ser indício de endometriose, feridas (na vagina, no útero ou no colo do útero), HPV ou outras DSTs, cisto de ovário, alterações hormonais por medicamentos, estresse e até mesmo mudança de pílula anticoncepcional. Também é preciso atenção no caso de alterações na secreção vaginal. Toda mulher apresenta secreção vaginal, mas mudanças na cor ou no cheiro ou ainda dores podem ser sinal de algum problema de saúde. Ter uma maior secreção vaginal é normal em situações como gestação, ovulação, uma semana antes do período menstrual, uso de pílulas anticoncepcionais, excitação sexual, adesivos ou anel vaginal. Mas quando não há esses motivos, e a secreção ainda apresenta ardor, coceira e cheiro forte, pode ser então um corrimento. E corrimento pode ser sintoma de infecções provocadas por bactérias, fungos ou até mesmo vírus. Já coceira na região íntima nunca é normal. Ela pode indicar desde uma alergia até uma DST. Sintomas relacionados à coceira, como secreção de coloração e odor estranho, dor ao urinar, vermelhidão, inchaço e dor no ato sexual indicam que o problema é mais do que uma simples irritação e merece atenção. SEM VERGONHA Um dos maiores erros ao se tratar da saúde íntima feminina é ignorar os sintomas. Se algo está errado, é preciso procurar ajuda médica especializada para investigar o problema. Caso contrário, ele pode se tornar mais grave e, além de ficar mais difícil de resolver, pode causar grandes transtornos. "Ser acompanhada regularmente por um ginecologista é um cuidado de saúde que nenhuma mulher deveria descuidar. Além de ajudar a prevenir problemas ginecológicos, essa supervisão médica permite detectar precocemente doenças como câncer de colo de útero", alerta Alessandra Bedin, ginecologista e obstetra do Hospital Israelita Albert Einstein. CUIDADOS Para evitar esses problemas, existe uma série de atitudes que a mulher pode tomar. A primeira delas é ter um cuidado redobrado com a higiene íntima. É interessante usar sabonetes íntimos, especiais para fazer a higiene da região íntima. A diferença do sabonete íntimo e do comum está no pH: enquanto os comuns tendem para o pH básico ou neutro (entre 9 e 10), os íntimos têm um pH ácido (entre 4 e 4,5), resultado da composição com ácido láctico. Essa acidez é necessária para manter vivos os microrganismos e lactobacilos que vivem nessa região e têm como função proteger a mulher de possíveis infecções. Sabonetes que contêm hidratantes devem ser evitados, pois apesar de serem ótimos para a pele, são péssimos para a vagina. Desodorantes íntimos, talcos e perfumes também, pois podem causar reações alérgicas. Por outro lado, excesso de lavagens na região íntima também pode causar problemas. Lavagens exageradas na região genital ou uso de chuveirinhos não são aconselhados, pois podem remover a proteção natural da vagina, tornando a área mais suscetível a infecções. Absorvente Durante a menstruação, o cuidado deve ser ainda maior. O absorvente, tanto o interno como o externo, deve ser trocado no mínimo três vezes ao dia, ou quantas vezes forem necessárias, dependendo do fluxo. "As trocas devem ser frequentes para não favorecer a proliferação de bactérias", aponta Bedin. Além disso, a cada troca, deve ser feita a higiene local. Absorventes perfumados ou diários devem ser evitados: o primeiro porque pode causar alergia, e o segundo porque impermeabiliza e impede a transpiração da região genital, favorecendo a instalação de fungos e bactérias. E o cuidado maior deve ser o acompanhamento por um ginecologista, sem vergonha ou tabus. Afinal, saúde íntima é uma questão importante, e precisa de toda a atenção e cuidado para que as mulheres tenham uma boa qualidade de vida, com muita saúde e prazer. FONTE:http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/ciencia/2013/11/18/saude-intima-feminina-exige-cuidados-especiais-veja-mitos-e-verdades.htm

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

COMO A DIETA MEDITERRÂNEA PROTEGE O CÉREBRO

Você já deve ter ouvido falar da dieta mediterrânea, famosa por ser saudável e trazer benefícios ao corpo ao longo do tempo. A dieta mediterrânea é baseada na dieta das populações do litoral do Mar Mediterrâneo, como as populações litorais da Itália e da Grécia. A dieta possui uma abundância de frutas e vegetais frescos, peixe, grãos integrais, legumes, gorduras monoinsaturadas como azeite de oliva, e quantidades moderadas de álcool. Tem uma baixa quantidade de carne vermelha, gorduras saturadas como manteiga, e grãos refinados. Agora, mais um estudo sugere que pessoas que seguem a dieta de estilo mediterrânico têm melhor saúde. Dessa vez, o benefício é que ela produz menos danos aos pequenos vasos de sangue no cérebro. Seguir a dieta mediterrânica já foi relacionado a um menor risco de síndrome metabólica, doença cardíaca, derrame, demência e maior longevidade. Mas os pesquisadores dizem que nenhum estudo olhou para a possível ligação da dieta com o volume hipersensível da substância branca (WMHV, na sigla em inglês) no cérebro, que pode ajudar a explicar alguns destes efeitos benéficos. O volume é um indicador de danos aos pequenos vasos sanguíneos do cérebro e é detectado através de ressonância magnética. Estudos anteriores demonstraram que altas quantidades de WMHV no cérebro podem significar maior risco de derrame e demência. No novo estudo, os pesquisadores compararam as imagens cerebrais e as dietas de 966 adultos com idade média de 72 anos. A dieta relatada dos participantes foi classificada de acordo com a proximidade da dieta mediterrânica. Os resultados mostraram que aqueles que mais seguiam uma dieta mediterrânica apresentaram menor medida de WMHV. Cada aumento na pontuação da dieta mediterrânica foi associado com uma diminuição correspondente no volume hipersensível de substância branca. O benefício manteve-se mesmo após ajuste para outros fatores de risco para danos aos vasos sanguíneos no cérebro, como diabetes, tabagismo, pressão arterial alta e níveis de colesterol anormais. Os pesquisadores dizem que o aspecto da dieta mediterrânea que mais parecia importar nesse benefício foi a proporção de gordura monoinsaturada por gordura saturada. As gorduras monoinsaturadas são encontradas em muitos óleos vegetais, abacate e nozes. As gorduras saturadas são encontradas principalmente em carnes e produtos lácteos, bem como em alguns alimentos industrializados. Ainda assim, os resultados sugerem que o padrão alimentar global da dieta mediterrânica, ao invés de qualquer um dos componentes individuais, pode ser mais relevante para explicar seus benefícios saudáveis. FONTE:WebMD

VEJA COMO " SE APAIXONAR" MEXE COM SEU CÉREBRO

Morrer de amores é uma coisa totalmente emocional, né? Pelo contrário: é totalmente “racional”. Apaixonar-se pode causar estragos em seu corpo. O coração acelera, a barriga embrulha, você entra numa montanha russa emocional, sentindo-se delirantemente feliz em um minuto, e ansioso e desesperado no próximo. E esses sentimentos românticos intensos não vêm do coração; vêm do cérebro. Em um pequeno estudo, pesquisadores analisaram imagens de ressonância magnética do cérebro de 10 mulheres e 7 homens que afirmaram estar profundamente apaixonados. O comprimento das suas relações variava de um mês a menos de dois anos. Os participantes viram fotos de seus amados, e fotos de uma pessoa com aparência semelhante. Os cérebros dos participantes reagiram às fotos de seus amores produzindo respostas emocionais nas mesmas partes do cérebro normalmente envolvidas com a motivação e recompensa. Ou seja, esse tipo de amor usa o mesmo sistema no cérebro ativado quando uma pessoa é viciada em drogas. Em outras palavras, você começa a desejar a pessoa por quem está apaixonado como desejaria uma droga. Especialistas dizem que o amor romântico é uma das emoções mais poderosas que uma pessoa pode ter. Nossos cérebros sabem que temos que escolher um parceiro. Eles se tornam motivados para conquistar o companheiro ou companheira, às vezes indo a extremos para obter a sua atenção e carinho. A parte de recompensa do cérebro, também chamada de centro do prazer, é uma parte essencial do cérebro para sobreviver nessa situação, pois nos ajuda a reconhecer quando algo é bom. E o esforço para se sentir bem em torno de seu companheiro pode ser ainda mais poderoso do que o desejo por sexo. Mas quando conquistamos nosso amor, esse sentimento de desejo/vício desaparece? Não completamente. Em outro estudo, cientistas analisaram exames de ressonância magnética de 10 mulheres e 7 homens que estavam casados há uma média de 21 anos e afirmavam ainda estar intensamente apaixonados por seus parceiros. Os pesquisadores descobriram que em cada um desses amantes de longo prazo, as regiões cerebrais também foram ativadas quando eles olharam para fotos de seus parceiros. “Amor a longo prazo” ativava regiões do cérebro ligadas ao apego e gostar de uma recompensa. Às vezes, conquistar uma pessoa não desfaz, mas aumenta a ligação entre as pessoas, que permite que os parceiros fiquem juntos por tempo suficiente para ter e criar filhos. Mas estudos do cérebro sugerem que o amor muda ao longo do tempo. As pessoas se acostumam com o relacionamento, perdendo o medo do parceiro as deixar, então não se focam tanto no desejo. FONTE: LiveScience