Postagens populares
-
Desde a adolescência até a meia-idade ou um pouco mais somos capazes de nos reproduzir. O sexo tem um papel importante em nossa cultura; nós...
-
Da adolescência à menopausa, a menstruação faz parte da vida de toda mulher. É sinal de saúde na fase reprodutiva. Sua ocorrência é resultad...
-
Há algum tempo, a revista “Super Interessante” publicou uma matéria a respeito das piores dores do mundo. O método para medir a intensidade ...
-
Os tubarões são, talvez, as criaturas que mais aterrorizam as pessoas em todo o mundo. Sua temível aparência, tamanho grande e seu ambiente ...
-
De acordo com especialistas, cerca de 75% das mulheres terão pelo menos uma vez a infecção ao longo da vida. A doença é causada por um fungo...
-
As tempestades elétricas Numa tempestade elétrica, as nuvens de tempestade estão carregadas como capacitores gigantes no céu. A parte superi...
-
Segundo os médicos, ela não é tão preocupante quanto a bacteriana. Consiste numa inflamação da membrana chamada meninge, que reveste o siste...
-
O que a maioria das pessoas sabe sobre esteróides é que eles fazem os músculos crescerem e que eles fazem mal à saúde. Tanto que as ligas es...
-
Nós não somos os primeiros habitantes da Europa. Quase tudo o que nos ensinaram sobre a história antiga está (deliberadamente) errado. Ass...
-
Quem nunca sonhou em ser astronauta para um dia poder fazer uma viagem espacial? Até hoje, as imagens do homem chegando à Lua encantam inúme...
Mostrando postagens com marcador ESTRESSE. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ESTRESSE. Mostrar todas as postagens
sábado, 1 de outubro de 2016
ENTENDA COMO O ESTRESSE CHEGA AO CORAÇÃO
Estudo inédito mapeia como a tensão contínua leva ao infarto, ao derrame e a outros problemas cardíacos. Ela provoca inflamações nas paredes arteriais, comprometendo, por exemplo, o fluxo sanguíneo.
Em tempos de convulsão social, quando todos parecem estar com os nervos à flor da pele, é bom respirar fundo e pensar duas vezes antes de se aborrecer com discordâncias políticas e de outra natureza. Caso contrário, o coração poderá sofrer as consequências. Se não chega a ser novidade que o estresse contínuo contribui para o surgimento de doenças cardiovasculares, agora, um estudo conseguiu rastrear os efeitos da tensão mental crônica desde o cérebro até as paredes das artérias. De acordo com os pesquisadores, surge uma evidência robusta de que preocupações excessivas causam inflamações que podem provocar infarto, parada cardíaca e acidente vascular cerebral.
O trabalho, apresentado na 65ª sessão científica anual do Colégio Americano de Cardiologia, baseia-se em estudos de imagem que avaliaram a atividade bioquímica cerebral de 293 pessoas com média de idade de 55 anos. Todas haviam se submetido ao PET/CT, uma eficiente ferramenta de avaliação das alterações metabólicas, entre 2005 e 2008. À época, fizeram o exame para checar se tinham câncer — o resultado deu negativo. Além disso, nenhum apresentava problemas cardiovasculares.
Com imagens bastante precisas e um método de marcadores fluorescentes, o PET/CT forneceu detalhes da atividade cerebral, da medula óssea e das artérias dos participantes. Eles foram divididos em 2 grupos, de acordo com o nível de ativação da amígdala — quanto maior, mais alto o nível de estresse.
Essa região, que não tem nenhuma relação com a amígdala da garganta, é uma das mais primitivas do cérebro e está associada às respostas ao estresse e ao medo. Diante de uma situação perigosa, entra em ação, desencadeando um complexo processo fisiológico que inclui a liberação de hormônios e outras substâncias — é por isso que uma pessoa com medo ou raiva tem reações como sudorese, tremor e alteração nos batimentos cardíacos.
domingo, 31 de agosto de 2014
TER MUITOS AMIGOS NO FACEBOOK PODE CAUSAR ESTRESSE
Pesquisa sobre o uso do Facebook feita pela Universidade Edinburgh Napier com 200 estudantes mostra que as pessoas que mais têm amigos na rede social se sentem mais estressadas. O Facebook tem mais de 500 milhões de usuários em todo o mundo. Segundo notícia da BBC, 12% dos estudantes disseram que não gostam de receber pedidos de amizade, enquanto 63% disseram que sempre adiam a confirmação do pedido. Mais de 10% disseram que se sentem ansiosos com o Facebook, e mais de 30% das pessoas disseram que se sentem culpadas por rejeitar pedidos de amizade na rede social.
Kathy Charles, líder do estudo, disse que os resultados levantaram muitos paradoxos. "Por exemplo, mesmo que haja uma grande pressão para aderir ao Facebook, há também uma ambivalência considerável entre os usuários sobre seu benefício", diz Charles. "E ainda descobrimos que justamente as pessoas com mais contatos na rede, que investiram mais tempo online, são as mais suscetíveis ao estresse".
Kathy Charles diz que a causa para o estresse pode ser a pressão que os usuários sentem para bolar atualizações sobre sua vida para um grande número de espectadores. "É como estar em um minicanal de notícias sobre a sua vida. Quanto mais pessoas veem seu feed de notícias, mais você pode sentir como se tivesse uma audiência". A pessoa é quase uma minicelebridade, e a pressão para produzir algo sobre si mesmo é grande.
A grande maioria das pessoas respondeu que a melhor coisa do Facebook é poder manter contato com os amigos, e muitas pessoas não querem sair da rede social por medo de perder informações sociais importantes ou ofender seus contatos. "Como os jogos de azar, o Facebook mantém o usuário em um limbo neurótico, sem saber se deve continuar lá caso perca alguma coisa boa", complementa a líder do estudo.
A pesquisa também descobriu que outras causas para o estresse incluem deletar os contatos indesejados, a pressão para ser criativo e divertido, e ter que usar a etiqueta apropriada com diferentes tipos de "amigos".
FONTE: http://tecnologia.hsw.uol.com.br/amigos-facebook-estresse.htm
quarta-feira, 25 de junho de 2014
OS CÉREBROS DE HOMENS E MULHERES REAGEM DE FORMA DIFERENTE AO ESTRESSE
Os psicólogos já têm anotado por muito tempo que o estresse afeta homens e mulheres de forma diferente. As mulheres tendem a buscar apoio social, enquanto os homens são mais propensos a se retirar.
Agora, um novo estudo afirmou que existe mesmo uma diferença quanto ao estresse em homens e mulheres. Os pesquisadores estavam estudando como o estresse afeta os processos cognitivos nas pessoas e descobriram diferenças de tensão entre os sexos. Segundo eles, essas diferenças não aparecem a menos que as pessoas estejam estressadas.
A pesquisa pode representar uma base neurológica para a descoberta de que as mulheres tendem a ser mais enfáticas do que os homens. Os pesquisadores não sabem exatamente porque essas diferenças ocorrem, mas um dos motivos pode ser a interação dos hormônios sexuais com os hormônios do estresse.
Para saber se as diferenças no cérebro dos sexos influenciam seu comportamento, os pesquisadores se focaram na amígdala, uma estrutura do tamanho de uma amêndoa enterrada nas profundezas do cérebro, que ajuda a processar estímulos de medo, como a cara de raiva.
Os pesquisadores também analisaram a ínsula, outra estrutura cerebral profunda, que ajuda na empatia, e o pólo temporal, uma área do cérebro escondida atrás das orelhas envolvida com a compreensão do estado de espírito de outra pessoa.
Eles mediram os níveis de cortisol, o hormônio do estresse, a partir de amostras de saliva coletadas dos 47 voluntários. Em seguida, metade dos homens e metade das mulheres foram convidados a mergulhar as mãos em água gelada por cerca de três minutos, enquanto outros mergulharam as mãos em água morna.
Ambos os grupos, em seguida, tiveram seus cérebros escaneados usando ressonância magnética funcional, que mede o fluxo sanguíneo em áreas diferentes do cérebro. Os participantes concluíram algumas tarefas não relacionadas com o estudo antes de dar outra amostra de saliva. Depois disso, os pesquisadores continuaram a examinar o cérebro dos participantes enquanto os faziam assistir imagens de 160 rostos, 80 irritados e 80 neutros.
Os homens e mulheres que colocaram a mão em água gelada ficaram igualmente estressados pela experiência, a julgar pelos seus níveis de cortisol. Mas o estresse afetou seus cérebros de forma muito diferente.
Quando os homens estressados olharam faces neutras ou com raiva, seus cérebros mostraram uma diminuição na atividade na área fusiforme facial, que contribui com o reconhecimento facial. O sinal medido em seu FFA foi de cerca de 0,75%, em comparação com quase 1,5% dos homens da água quente. As mulheres estressadas, pelo contrário, pareciam mais afinadas com o reconhecimento de expressões faciais. Seu sinal FFA mediu quase 1,5%, em comparação com 0,75% das mulheres relaxadas.
Os pesquisadores também observaram uma correlação hormonal: quanto maior o nível de testosterona, menor será a atividade de FFA quando se está estressado. Eles não encontraram flutuações comparáveis com base nos níveis de estrogênio. A descoberta apóia a teoria de que os hormônios podem estar na raiz das diferenças de resposta ao estresse.
As interações entre as áreas de processamento de emoção também diferem por gênero. Os pesquisadores analisaram uma medida chamada conectividade funcional, e descobriram que os homens apresentaram menos conectividade funcional entre essas áreas quando estão estressados do que as mulheres.
Parece que quando as mulheres estão estressadas, as áreas sociais e emocionais do seu cérebro entram em alerta, talvez refletindo uma tendência a aproximação, a procura de apoio social. As mesmas áreas no cérebro dos homens parecem se separar, se soltar.
Os pesquisadores não sabem se estas diferenças são inatas do cérebro ou um produto da socialização, então eles ainda não podem dizer se a atividade diminuída no cérebro dos homens quer dizer que eles realmente tornam-se menos engajados e empáticos quando estão estressados, ou se compensam de alguma outra forma. No entanto, outros estudos não encontraram diferenças de gênero na forma como homens e mulheres agem quando estão estressados.
fonte: livescience.com/10140-stress-brings-difference-male-female-brains.html
segunda-feira, 2 de junho de 2014
ESTRESSE PODE AFETAR A PRODUÇÃO DE ESPERMA, AFIRMA ESTUDO
O estresse, além de afetar a rotina, pode gerar problemas para quem planeja ter filhos. Uma pesquisa publicada na revista "Fertility and Sterility" aponta a existência de uma associação entre o estresse e a qualidade do sêmen do homem. Segundo o estudo, viver dois ou mais eventos estressantes ao longo de um ano pode alterar a motilidade (locomoção), forma e concentração do esperma.
O estudo foi feito com 193 homens, entre 38 e 49 anos, que forneceram amostras de esperma e informações detalhadas sobre acontecimentos estressantes vivenciados por eles, subjetiva e objetivamente. De posse dessas informações, os pesquisadores cruzaram os dados com o histórico de saúde reprodutiva do pesquisado e suas preocupações com fertilidade, descobrindo assim essa associação entre o estresse e a qualidade do sêmen.
"Homens que se sentem estressados são mais propensos a ter menores concentrações de esperma em sua ejaculação. Além disso, o esperma fica disforme, o que prejudica a motilidade. Esse déficit pode estar associado a problemas de fertilidade", explicou o pesquisador Pam Factor-Litvak, PhD e professor associado de epidemiologia da Faculdade de Saúde Pública Mailman, na Universidade de Columbia, em Nova York, nos Estados Unidos.
Apesar de o estudo não ter como objetivo demonstrar uma relação direta entre os dois fatores, os pesquisadores afirmam que o estresse tem efeito oxidativo e os hormônios chamados de glicocorticoides podem ser acionados diante de uma situação de estresse, o que pode afetar a produção de testosterona e esperma. Segundo o estudo, a tensão laboral também está associada à diminuição de testosterona.
Estudos recentes mostram que o estresse não é a única causa do problema. Um estudo da Universidade de Harvard apresentado na conferência da Sociedade Americana para Medicina Reprodutiva em 2013 mostrou que o consumo de carne processada está associado à diminuição da qualidade do esperma. Outras pesquisas têm mostrado que a qualidade do esperma também cai quando o homem assiste mais de 20 horas por semana de televisão e quando está com sobrepeso.
FONTE: http://zip.net/bnny9M
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
COMO O ESTRESSE FAZ VOCÊ PERDER SEUS OBJETIVOS DE VISTA
Caiu na rotina, está insatisfeito e, mesmo assim, não consegue mudar seus hábitos? Parte da culpa pode estar na interação de dois “hormônios do estresse” em seu organismo: o cortisol e a adrenalina.
Em estudo publicado recentemente no periódico Journal of Neuroscience, um grupo de pesquisadores analisou como esses dois hormônios podem prejudicar nosso foco em objetivos e metas. Para isso, eles reuniram 69 estudantes universitários e os dividiram em quatro grupos: um deles tomou pílulas de hidrocortisona (que aumentam os níveis de cortisona no corpo); o segundo tomou yohimbina (substância que aumenta a produção de adrenalina); o terceiro tomou as duas substâncias, e o último tomou placebo.
Na primeira etapa do estudo, eles deveriam realizar uma tarefa em um computador, pela qual ganhariam uma recompensa de sua escolha (chocolate ou laranjas) e poderiam comer o quanto quisessem.
Em seguida, tiveram a opção de realizar outra tarefa (mais difícil) e ganhar uma recompensa diferente – ou continuar só com a primeira. Os participantes que tomaram o placebo ou apenas uma das substâncias decidiram realizar a tarefa mais difícil e ganhar a nova recompensa.
Aqueles que tomaram as duas substâncias, porém, se contentaram em manter a “rotina”, mesmo que já não estivessem tão satisfeitos com a recompensa. Por meio de ressonância magnética, os pesquisadores perceberam que esses participantes apresentavam atividade reduzida em duas regiões do cérebro ligadas ao comportamento direcionado a metas (o córtex orbitofrontal e o córtex pré-frontal medial). Em contraste, todos os participantes apresentaram o mesmo nível de atividade nas regiões ligadas ao desenvolvimento de hábitos.
Se quiser se tornar mais focado, combater o estresse pode ser uma boa estratégia.
FONTE:Live Science
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
VC ESTÁ ESTRESSADO???
Dores no corpo, memória falha, ganho de peso... Livre sua saúde de males como esses driblando as tensões do dia a dia
O ritmo da vida moderna deixa qualquer um desequilibrado.
São tantas tarefas e responsabilidades para dar conta que uma hora o corpo cansa da correria e da falta de tempo para cuidar de você mesmo. Uma coisa é certa – ele sente o baque das noites maldormidas, do estresse no trabalho, do sanduíche que você engole enquanto dirige porque pulou alguma refeição. Não só sente como se manifesta, desencadeando males que podem comprometer muito sua saúde. Por isso, nós estamos aqui para ajudar você a não cair nessa e encontrar uma válvula de escape para aliviar as tensões. Abaixo segue uma lista de onde o estresse moderno atinge o corpo e como lutar contra ele. Fique esperto!
# 70% Da população economicamente ativa no Brasil sofre alguma sequela de estresse
Fonte: International Stress Management Association no Brasil (ISMA-BR)
O ponto do estresse - A MENTE
“A secreção crônica de cortisol – hormônio do estresse – pode levar a pessoa à fadiga, ou seja, cansaço de alguma parte do corpo, como músculos e até o próprio cérebro”, explica o neurologista André Gustavo Lima, membro da Academia Brasileira de Neurologia, do Rio de Janeiro. Preste atenção para não cair em um ciclo que pode provocar perda de memória e depressão.
A válvula de escape: O excesso de trabalho, a pressão do chefe, a falta de grana… Esses são problemas clássicos que resultam em estresse. “Uma alternativa para liberar a tensão é praticar atividades físicas aeróbicas, de preferência ao ar livre.”
O ponto do estresse - O CORAÇÃO
O estresse crônico – de longa data, como quando você carrega uma dívida há meses no banco – contribui para ataques do coração, assim como o estresse agudo, aquele que vem quando algo que você não esperava acontece de repente. Pesquisadores da Universidade de Western Ontario (Canadá) coletaram amostras de fios de cabelo de mais de cem homens, sendo que metade deles já havia sido hospitalizada por ataques cardíacos, e descobriram que o nível de cortisol nos folículos era maior nesses pacientes.
A válvula de escape: Inspire-se nos líderes. Melhor: trabalhe com calma e afinco para se tonar um deles. A Escola de Negócios da Universidade de Columbia (EUA) realizou uma pesquisa na qual os participantes foram designados como líderes ou subordinados. Metade das pessoas em ambos os grupos foram convidadas a contar uma mentira qualquer. Os subordinados que tiveram que mentir apresentaram níveis elevados de cortisol – hormônio do estresse. Mas os que estavam na posição de líder e também mentiram não apresentaram sinais de estresse, sugerindo que, mesmo em situações estressantes (obrigados a mentir), as pessoas que têm poder e controle sentem pouca ou nenhuma ansiedade.
O ponto do estresse - O DNA
Uma enxurrada de hormônios do estresse 24 horas por dia pode encurtar os telômeros – estruturas genéticas que protegem as extremidades dos cromossomos. Quando os mesmo se tornam muito curtos, a vida da célula chega ao fim: ela não consegue mais se multiplicar.
A válvula de escape: Um estudo recente da Universidade Harvard (EUA) descobriu que a resposta fisiológica à meditação e aos exercícios de respiração pode neutralizar os danos celulares causados pelo estresse.
O ponto do estresse - O SISTEMA NERVOSO
Quando você está estressado, hormônios inundam o corpo e começam a alterar várias estruturas. A liberação dos mesmos leva à contração da musculatura, e a adrenalina descarregada na corrente sanguínea acelera os batimentos cardíacos e a respiração. “Quando isso acontece, o corpo sofre inúmeros sintomas. O psicossomático reflete na pressão alta, ansiedade, insônia, dores de cabeça, úlcera do aparelho digestivo etc. Como consequência da energia gasta nesse processo, o sistema imunológico é enfraquecido, causando diversos prejuízos para o organismo como um todo”, explica o neurologista André Gustavo Lima.
A válvula de escape: Reveja seu estilo de vida. “É importante saber conviver com as pessoas em harmonia, desenvolver o gosto por alguma atividade física, cultivar pensamentos positivos. Meditação e ioga podem ser uma boa maneira de levar uma vida equilibrada.”
O ponto do estresse - OS MÚSCULOS
Tensão no pescoço e nas costas causada por estresse, além de longos dias debruçado sobre o computador, podem resultar em dores musculares.
A válvula de escape: Alongue-se. “É importante fazer pausas durante o trabalho. A ginástica laboral é fundamental para aliviar o corpo – alongue braços e pernas como um movimento de espreguiçar e preste atenção na respiração, inspirando e expirando por cerca de dois minutos. A automassagem nos ombros também ajuda a aliviar o estresse”, explica Lucia Helena Accioli Nunes, médica do trabalho do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, em São Paulo.
O ponto do estresse - O ORGANISMO
O estresse pode alterar a velocidade como o corpo processa gordura, levando-o a armazená-la no abdome. Mais: ele também pode aumentar a acidez no estômago e refletir no funcionamento do intestino.
A válvula de escape: Ria mais e pratique ioga. Estudos já demonstraram a capacidade da ioga de aliviar o estresse e diminuir a pressão arterial. Relatórios apresentados no Colégio Americano de Medicina Esportiva também apontaram que rir faz bem – pessoas que assistiram a comédias tiveram os vasos sanguíneos mais flexíveis e melhoraram o fluxo de sangue por mais de 24 horas após rirem.
FONTE: MENSHEALTH
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
ESTRESSE PODE AFETAR SEUS GENES
Embora o impacto do estresse em nosso sistema imunológico já não seja segredo há décadas, o mecanismo por trás dele ainda intriga a ciência. Por exemplo, já sabíamos que estresse em nossa primeira idade pode causar mudanças no DNA, mas ainda não entendemos direito como isso funciona.
Ao investigar o fenômeno do estresse no organismo, pesquisadores da Universidade Ruhr de Bochum (Alemanha) confirmaram que um dos principais alvos da condição são os nossos genes.
Especificamente, os pesquisadores examinaram dois genes: o que produz receptores de oxitocina (conhecido como “hormônio antiestresse”) e o que produz fator neurotrófico derivado do cérebro (que contribui para o desenvolvimento e ligação de células cerebrais). Este último não chegou a ser afetado pelo estresse. O dos receptores de oxitocina, porém, foi.
Nessa pesquisa, os 76 participantes passaram por uma fictícia entrevista de emprego, na qual teriam que resolver complexos problemas de matemática enquanto eram observados. Foram coletadas amostras de sangue no início e depois da “entrevista”.
Nos primeiros dez minutos do teste, a atividade do gene foi reduzida por um processo químico chamado metilação – intensificada pelo estresse. Uma hora e meia depois do teste, a metilação deste gene diminuiu muito, e a produção dos receptores voltou ao normal.
Os pesquisadores acreditam que esse mecanismo do estresse pode estar ligado a doenças crônicas, como depressão e câncer.
FONTE: io9
ESTRESSE PODE DEIXAR VC DOENTE?
De fato: estresse e doenças estão entrelaçados. Há alguns anos já se sabe que o estresse psicológico aumenta o risco de doenças cardiovasculares, gripes, resfriados e até alergias.
Mas como um leva ao outro? Pesquisas recentes mostram que o hormônio cortisol tem um papel decisivo. Liberado em grandes quantidades em momentos de estresse pelas glândulas suprarrenais, esse hormônio abastece o corpo com uma ‘explosão’ de energia.
Ele também ajuda na resposta do sistema imune do corpo a infecções e inflamações, mantendo diversas doenças sob controle. Mas quando os níveis de cortisol permanecem elevados, o corpo se torna menos sensível ao hormônio, da mesma maneira que níveis elevados de insulina podem levar à resistência à insulina.
Cientistas da Universidade Carnegie Mellon, nos Estados Unidos, colocaram isso à prova. Em um experimento, 276 adultos saudáveis foram expostos a vírus de gripes, mantidos em quarentena e monitorados por cinco dias. Aqueles que passaram por experiências estressantes estiveram mais propensos a mostrar resistência ao cortisol.
E tiveram mais chances de desenvolver resfriados, também de acordo com outra pesquisa, publicada no periódico científico PNAS.
Outro ponto importante a ser levado em conta é que as pessoas mais resistentes ao cortisol eram também as que mais produziam citoquinas, componentes do sistema imunológico que promovem inflamações e que aumentam a severidade dos sintomas.
“Já que a inflamação tem um papel importante no começo e na progressão de um amplo espectro de doenças, esse processo tem grandes implicações para o entendimento do papel do estresse”, afirmam os pesquisadores.
FONTE:TheNewYorkTimes
Assinar:
Postagens (Atom)



.jpg)


