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domingo, 21 de dezembro de 2014

ESPAÇO PODE TORNAR ASTRONAUTAS INFÉRTEIS

Um novo estudo mostrou que o tempo gasto no espaço pode afetar ambos os órgãos reprodutores masculinos e femininos. A pesquisa, que foi realizada pela NASA, demonstrou que os animais expostos à gravidade zero e os níveis de radiação tipicamente encontradas no espaço acabaram pode ocasionar em infertilidade. A agência espacial incentiva que os astronautas congelem seus óvulos ou espermas antes de ir em missões e esta última pesquisa poderia afetar ainda mais as decisões sobre o espaço e tempo. “Nós realmente não tenho os dados humanos para determinar se realmente o que estamos vendo nos animais pode ser traduzível para os seres humanos”, disse o Dr. Joseph Tash. “Mas nós estamos vendo grandes impactos nos animais”. A radiação cósmica também é conhecida por afetar outras partes do corpo, bem como, especialmente os olhos. 80% astronautas relatam algum tipo de deficiência visual, depois de apenas algumas semanas em espaço, sendo necessário o uso de óculos após o seu regresso. FONTE: arquivoufo.com.br/2014/12/02/espaco-pode-tornar-astronautas-inferteis/

segunda-feira, 2 de junho de 2014

ESTRESSE PODE AFETAR A PRODUÇÃO DE ESPERMA, AFIRMA ESTUDO

O estresse, além de afetar a rotina, pode gerar problemas para quem planeja ter filhos. Uma pesquisa publicada na revista "Fertility and Sterility" aponta a existência de uma associação entre o estresse e a qualidade do sêmen do homem. Segundo o estudo, viver dois ou mais eventos estressantes ao longo de um ano pode alterar a motilidade (locomoção), forma e concentração do esperma. O estudo foi feito com 193 homens, entre 38 e 49 anos, que forneceram amostras de esperma e informações detalhadas sobre acontecimentos estressantes vivenciados por eles, subjetiva e objetivamente. De posse dessas informações, os pesquisadores cruzaram os dados com o histórico de saúde reprodutiva do pesquisado e suas preocupações com fertilidade, descobrindo assim essa associação entre o estresse e a qualidade do sêmen. "Homens que se sentem estressados são mais propensos a ter menores concentrações de esperma em sua ejaculação. Além disso, o esperma fica disforme, o que prejudica a motilidade. Esse déficit pode estar associado a problemas de fertilidade", explicou o pesquisador Pam Factor-Litvak, PhD e professor associado de epidemiologia da Faculdade de Saúde Pública Mailman, na Universidade de Columbia, em Nova York, nos Estados Unidos. Apesar de o estudo não ter como objetivo demonstrar uma relação direta entre os dois fatores, os pesquisadores afirmam que o estresse tem efeito oxidativo e os hormônios chamados de glicocorticoides podem ser acionados diante de uma situação de estresse, o que pode afetar a produção de testosterona e esperma. Segundo o estudo, a tensão laboral também está associada à diminuição de testosterona. Estudos recentes mostram que o estresse não é a única causa do problema. Um estudo da Universidade de Harvard apresentado na conferência da Sociedade Americana para Medicina Reprodutiva em 2013 mostrou que o consumo de carne processada está associado à diminuição da qualidade do esperma. Outras pesquisas têm mostrado que a qualidade do esperma também cai quando o homem assiste mais de 20 horas por semana de televisão e quando está com sobrepeso. FONTE: http://zip.net/bnny9M

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

WI-FI PODE CAUSAR INFERTILIDADE MASCULINA

Cientistas argentinos afirmam ter descoberto uma ligação entre o uso do Wi-Fi e problemas relacionados à infertilidade nos homens.

A notícia foi publicada no site Fertility and Sterility, onde a equipe de Medicina Reprodutiva Nascentis, da cidade de Córdoba, na Espanha, aponta que o sinal de rede sem fio pode aumentar o dano no DNA humano e torná-lo mais vulnerável a complicações - em especial na produção de espermatozóides.

"Nossos dados sugerem que o uso de um computador portátil sem fio, quando conectado à internet e posicionado próximo aos órgãos reprodutores masculinos, pode diminuir a qualidade do sêmen humano. No momento, não sabemos se esse efeito é induzido por todos os dispositivos móveis ligados à rede Wi-Fi, ou que tipo de condições aumentam esse efeito", explicam os pesquisadores.

A equipe recolheu amostras de sêmen de 29 homens saudáveis e colocou as coletas sob um notebook conectado à internet. Em seguida, compararam os resultados com outras amostras armazenadas na mesma temperatura, porém longe do computador.

Após quatro horas, foi descoberto que as amostras expostas ao Wi-Fi apresentaram três vezes mais danos ao DNA do que as outras. Além disso, apenas três quartos do esperma ainda apresentavam algum tipo de movimento mais intenso, em comparação com os 86% das amostras colocadas longe do PC.

Os efeitos, segundo o grupo de cientistas, são causados pela radiação emitida pelo sinal Wi-Fi, e não pelo computador, que emite níveis insignificantes de radiação.

FONTE:site Fertility and Sterility