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sexta-feira, 27 de setembro de 2013

MOTORES DE ANTIMATÉRIA E FUSÃO PODERÃO MOVER NAVES ESPACIAIS NO FUTURO

Em 2010, a NASA produziu um trabalho em parceria com o “The Tauri Group” para determinar quais as áreas de avanço tecnológico mais promissoras, que permitiriam vencer os desafios da exploração espacial. Uma das tecnologias sugeridas pela pesquisa, chamada de “Technology Frontiers: Breakthrough Capabilities for Space Exploration” (“Fronteiras da Tecnologia: capacidades inovadoras para a exploração espacial”) é o uso de antimatéria para disparar um motor de fusão nuclear. Como combustível para esse motor, seriam usadas pastilhas contendo deutério e trítio – isótopos mais pesados do hidrogênio -, cercados por um material mais pesado, como urânio. A ideia é disparar um raio de antiprótons – o equivalente da antimatéria aos prótons – para iniciar a reação de fusão, com o hidrogênio sendo convertido em hélio e liberando muita energia. A propulsão poderia ser obtida de diversas formas, como aquecendo um combustível ao ejetá-lo em altíssimas velocidades. A ideia não é nova: o projeto Daedalus, da Sociedade Interplanetária Britânica, já propôs o uso de foguetes de fusão para fazer viagens interestelares. Os cálculos apontam que uma viagem para Júpiter precisaria de 1,16 gramas de antiprótons, o que não parece muito, exceto quando consideramos que desde 1950 não devem ter sido produzidos mais de 10 nanogramas do material em aceleradores de partículas, e que poucas gramas devem custar vários trilhões de dólares. Porém, os autores do estudo apontam que a produção de antiprótons está avançando, e talvez venham a ser a grande novidade em propulsão espacial até 2060. Com a quantidade de combustível suficiente, uma viagem a Júpiter não demoraria mais que alguns poucos meses, e seria possível chegar em Marte depois de apenas 39 dias de viagem, usando um foguete de plasma. Fonte: Space.com

BEBER ÁLCOOL ENCOLHE O CÉREBRO

Quem bebe álcool, mesmo nas menores quantidades, tem um volume cerebral menor do que as pessoas que não bebem, de acordo com um estudo publicado na revista científica Archives of Neurology. Apesar de um pequeno encolhimento no cérebro ser normal com a idade, quantidades maiores de redução em algumas áreas já foram ligadas a demência. Carol Ann Paul da Universidade de Boston, nos EUA, tinha a esperança de descobrir que o álcool poderia proteger o cérebro do encolhimento. No entanto ela descobriu que qualquer nível de consumo de álcool leva à redução de volume cerebral. Foram 1.839 pessoas, uma amostra de tamanho significativo, que fizeram o exame de Ressonância Magnética do cérebro e disseram o quanto bebiam. Como regra geral a cientista descobriu que quanto mais álcool é consumido, menor é o volume do cérebro com os abstinentes tendo um volume mais alto do que pessoas que pararam de beber ou que bebem 14 ou mais drinques por semana. A conexão entre o consumo de álcool e o volume cerebral foi mais enfático nas mulheres. Nos homens, apenas aqueles que bebiam 14 ou mais drinques por semana tinham volume cerebral menor do que aqueles acostumados com pouco álcool. Nas mulheres, mesmo variações sutis na ingestão de álcool mostraram diferenças claras no volume do cérebro. Essa discrepância não deixou claro que quantidades pequenas de bebidas alcoólicas encolhem o cérebro. O álcool desidrata e a desidratação pode ter efeitos negativos em quaisquer tecidos sensíveis. No entanto o estudo não responde se cérebros “encolhidos” ou com menor volume tem mais dificuldades de memória e funcionamento mental. As diferenças de volume também eram pequenas: 1,5% entre aqueles que não bebem e os que bebem muito. No entanto especialistas afirmam que a descoberta sobre a redução do cérebro é interessante. Mas ainda há um longo caminho para descobrir as implicações desse fato. Fonte: CNN

BEBER EXCESSIVAMENTE PREJUDICA MAIS A MULHER DO QUE O HOMEN

Quando se trata de “aguentar beber”, algumas mulheres são capazes de beber tanto quanto os homens. Porém, não há igualdade quando se trata de qual saúde sofre mais por isso. Segundo uma nova pesquisa, o consumo excessivo de álcool leva a maiores estragos no corpo feminino, com um maior risco de danos no cérebro, fígado e coração, entre outras condições. A pesquisa apresentou um salto de 30% em mulheres que bebem demais entre 1979 e 2006 (isto é, que tomam pelo menos quatro bebidas alcoólicas em rápida sucessão). Os especialistas estão cada vez mais preocupados com o aumento da “bebedeira” entre mulheres mais jovens. Um estudo que reúne dados de mais de 500.000 pessoas indica que mulheres com idade entre 21 e 23 anos são o único grupo cuja bebedeira aumentou. Isso é preocupante. As diferenças físicas entre homens e mulheres desempenham um papel importante na maneira como o corpo metaboliza o álcool. As mulheres têm mais gordura e menos água em seus sistemas, bem como níveis mais baixos de uma enzima importante na decomposição do álcool. Isso significa que elas experimentam os efeitos da bebida mais rapidamente e durante mais tempo que os homens. Segundo os pesquisadores, como as mulheres são menores do que os homens, a mesma quantidade de álcool fica mais concentrada no corpo de uma mulher no que no corpo de um homem. Isso significa que quando um homem e uma mulher bebem a mesma quantidade de álcool, em geral, os órgãos internos da mulher ficam mais expostos do que os do homem. As consequências de beber incluem diversos danos as mulheres. Por exemplo, lesões no fígado. As mulheres desenvolvem doença hepática induzida por álcool, incluindo hepatite e cirrose, durante um curto período de tempo e depois de menos consumo de álcool do que os homens. O hormônio feminino estrogênio pode aumentar os riscos. Outras lesões são as cerebrais. Exames de ressonância magnética mostraram que certas regiões do cérebro são menores em mulheres alcoólatras do que em outras mulheres e homens que são alcoólatras, mesmo após as medidas serem ajustadas ao tamanho da cabeça. A doença cardíaca também é uma ameaça. Muitos estudos têm mostrado que uma ou duas bebidas por dia é saudável para o coração. No entanto, outras pesquisas mostram taxas similares de danos graves ao músculo do coração entre mulheres e homens que são alcoólicos, apesar do fato das mulheres alcoólatras consumirem 60% menos álcool durante a vida, em média. O risco de desenvolver câncer de mama também sobe drasticamente para as alcoólatras. Uma grande análise mostrou que o risco de desenvolver a doença salta 9% para cada aumento de 10 gramas de consumo diário de álcool por dia, até 60 gramas. Além disso, o risco de acidentes e casos violentos é muito maior. Não apenas as mulheres se colocam em maior risco de serem abordadas, sexualmente ou não, como tem havido um aumento na última década na proporção de motoristas mulheres envolvidas em acidentes de carro fatais. Os hábitos de consumo não saudáveis colocam as mulheres em maior risco para uma variedade de consequências adversas à saúde e socialmente, incluindo a infecção pelo vírus da Aids. Mesmo condições menos sérias, tais como sinusite ou infecções da bexiga, podem ser provocadas pelo abuso de álcool. Algumas ex-alcoólatras relataram infecções crônicas no seio, desidratação, síndrome do intestino irritável, etc. O alcoolismo pode ser muito “sutil”. Muitas vezes as pessoas não conseguem perceber quando “cruzam a linha” para a doença. Aliás, segundo pesquisadores e especialistas, muitas pessoas não sabem sequer que é uma doença. Os cientistas encorajam os profissionais de saúde a fazer exames em mulheres de todas as idades para selecionar as com problemas de bebida, já que os sintomas são tão facilmente negligenciados. Por exemplo, em mulheres mais velhas, o álcool pode ser um “culpado oculto” que contribui para a depressão, quedas frequentes, ou insuficiência cardíaca. Nem os profissionais de saúde, nem os pacientes devem simplesmente assumir que o álcool não pode ser um problema; pois não só pode, como é. Fonte: LiveScience

MULHERES QUE BEBEM CERVEJA PODEM DESENVOLVER PSORÍASE MAIS FACILMENTE

As moças que gostam de “suco de cevada” podem querer pedir um refrigerante após lerem sobre essa pesquisa: beber cerveja aumenta as chances de uma mulher desenvolver psoríase em até 70%. A psoríase é uma doença auto-imune que faz com que a pele fique vermelha, inflamada e com possíveis lesões que causam escamação. Estima-se que 2,5% dos caucasianos e 1,3% dos negros sofram com a doença. Os médicos ainda não sabem a causa exata da psoríase, mas acreditam que algum fator ative o sistema imunológico do corpo, fazendo com que as células da pele se reproduzam de forma muito acelerada. Pesquisadores da faculdade de medicina de Harvard resolveram analisar melhor a associação que há entre bebidas alcoólicas e psoríase. Para isso, eles observaram dados de mais de 82 mil mulheres, que respondiam a questionários a cada dois anos desde 1991. As questões incluíam a quantidade e a freqüência de bebidas alcoólicas que as moças consumiam. Até 2005, pouco mais de mil destas mulheres havia desenvolvido psoríase. A maioria destas afirmava beber cerveja até duas vezes por semana – mostrando que as que bebiam o líquido tinham 72% a mais de chances de desenvolver a doença. Curiosamente, nenhuma ligação com outras bebidas alcoólicas populares, como o vinho, foi notada. Isso pode acontecer porque cevada e outros grãos contêm glúten e pessoas com psoríase têm sensibilidade a essa substância. Especialistas aconselham que mulheres que tenham histórico de psoríase na família evitem beber cerveja. Fonte: LiveScience