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domingo, 25 de junho de 2017

K'INICH JANAAB' PAKAL: O GOVERNANTE MAIA QUE SERIA UM ALIENÍGENA DO PASSADO

Você já deve ter ouvido mais de uma história interessante sobre civilizações do passado que teriam tido contato com seres extraterrestres e até viajado ao espaço, certo? Existem relatos desse tipo envolvendo culturas de várias partes do mundo, como os antigos sumérios, os incas, os astecas e os maias. Pois, falando nos maias, hoje nós aqui do Mega Curioso vamos contar para você sobre um intrigante personagem chamado K’inich Janaab’ Pakal, que pertenceu a esse povo.

Figura importante

K’inich Janaab’ Pakal — também conhecido como Pakal, o Grande — viveu durante o século 6 e foi governante do estado maia de B’aakal, cuja sede era a antiga cidade de Lakam Ha’. Atualmente, esse local se encontra compreendido em um impressionante complexo arqueológico chamado Palenque e fica a cerca de 130 quilômetros ao sul de Ciudad del Carmen, no estado de Chiapas, no México. Pakal assumiu o governo no ano de 615, quando tinha apenas 12 anos de idade, e permaneceu até a sua morte, em 683, aos 80 anos — o que significa que ele ficou no poder por 68 anos. Segundo os registros históricos, durante seu reinado, a cidade de Lakam Ha’ floresceu e viveu muitos anos de prosperidade econômica, transformando-se em uma das localidades mais importantes da região. Além disso, as ruínas de Palenque são um testemunho de que aconteceram muitos avanços arquitetônicos, artísticos e de engenharia no local.
Tudo isso é muito legal e interessante, mas a coisa toda ganha um revés intrigante com a descoberta da tumba de Pakal, em 1952. Quem encontrou o local foi o arqueólogo mexicano Alberto Ruiz, enquanto ele trabalhava no interior de uma edificação chamada Templo das Inscrições.

Descoberta da tumba

Durante um século após o complexo de Palenque ser localizado, os arqueólogos vasculhando o sítio acreditavam que o pequeno edifício havia servido para fins religiosos. Isso até Ruiz perceber que as paredes do templo pareciam continuar até o subterrâneo, em 1948. Então, ele e seu time começaram a escavar e, finalmente, encontraram a câmara mortuária do antigo governante. Veja uma reconstrução da tumba a seguir:
Reconstrução da câmara funerária de Pakal criada no Museu Nacional de Antropologia do México. Em seu interior, os arqueólogos encontraram diversas inscrições nas paredes que mostravam figuras em revelo que, mais tarde, foram identificadas como os Nove Senhores da Noite, personagens que representavam sacerdotes que deveriam guiar a Pakal em sua viagem pelo mundo dos mortos. Os arqueólogos também se depararam com o sarcófago do governante e, dentro dele, o corpo do antigo governante — usando uma impressionante máscara de jade e adornado com joias como braceletes, anéis e um volumoso colar. Entretanto, o que deu origem às histórias de que Pakal teria sido um astronauta do passado foram os fascinantes relevos entalhados na tampa de seu sarcófago. De acordo com os arqueólogos, a peça mostra a figura central de um homem curvado para trás na base de uma árvore, e um pássaro sobre ela que pode estar caindo ou alçando voo do interior de uma grande urna. Além disso, os vários símbolos que circulam as extremidades da tampa representam importantes elementos da cosmologia maia. Olha só:

Antigo astronauta

Só que o pessoal que defende a teoria dos antigos astronautas interpreta essas figuras todas de uma forma um pouquinho diferente... Para essa turminha, a tampa do sarcófago de Pakal, na verdade, supostamente mostra um homem dentro de uma espaçonave e com as mãos sobre um painel repleto de controles e botões — que, presumivelmente, seriam usados para pilotar a nave. E não é só isso, não! Ademais, os teóricos dos antigos astronautas dizem que as gravuras mostram um dispositivo próximo ao nariz do homem que permitiria que ele respirasse uma vez chegasse ao espaço. A imagem também mostra o personagem pressionando um par de pedais e o que parecem ser chamas saindo pela parte posterior do “veículo”. Esse pessoal consegue ver essas coisas todas com simplesmente olhar a tampa do sarcófago na horizontal. Veja: O
s teóricos dos antigos astronautas ainda dizem que análises teriam apontado que o homem encontrado no interior do sarcófago não passava dos 40 anos de idade quando foi sepultado — embora Pakal tivesse 80 quando morreu —, portanto outra pessoa teria sido enterrada no lugar do governante. E como nenhum cadáver correspondendo ao de um idoso foi encontrado na câmara mortuária, a dedução foi a de que Pakal era um extraterrestre que regressou às estrelas após cumprir a sua missão na Terra.
Os historiadores e arqueólogos continuam defendendo que as gravuras se referem à crença maia sobre o que acontece com os homens após a morte, e os símbolos presentes no sarcófago correspondem a uma parte da cosmologia dessa cultura. Entretanto, o homem retratado na tampa do sarcófago acabou ficando conhecido como “Astronauta de Palenque” — e o homem que deveria ocupar a tumba, como um suposto alienígena que voltou para o espaço. FONTES: ancient-code.com/the-mystery-of-king-pakal-did-he-lift-off-to-the-stars// ancient.eu/Kinich_Janaab_Pacal// https://supercurioso.com/gobernante-maya-viajado-al-espacio//theancientaliens.com/alien-art-tomb-lid-of-pakal

CONHEÇA A ENIGMÁTICA PEDRA DE ROSWELL,SUPOSTAMENTE FEITA POR ETS

A possibilidade de vida inteligente fora da Terra é algo que fascina inúmeros pesquisadores mundo afora, e qualquer artefato que possa “comprovar” alguma tentativa de comunicação com seres do espaço gera enorme burburinho na mídia – principalmente se ele permanecer como um mistério. Desde o Caso Roswell, em 1947, os ufólogos ficaram em polvorosa com a possibilidade de, enfim, termos contatado uma nave alienígena e capturado seus tripulantes. Apesar de nenhuma prova concreta ter surgido desde então, a história entrou no imaginário popular – tanto que muita gente acredita que o governo norte-americano esconde o que foi encontrado na misteriosa Área 51. Atualmente, a cidade de Roswell respira a fama que adquiriu desde o suposto acidente extraterrestre de décadas atrás. E foi ali perto, no meio do deserto do estado do Novo México, a 18 km de onde teria caído a aeronave, que um senhor alega ter encontrado um artefato curioso, que ficou conhecido no meio paranormal como a Pedra de Roswell.

Descoberta

Em setembro de 2004, o empresário Robert Ridge foi caçar cervos no deserto. Seria mais um dia comum na sua vida, caso ele não tropeçasse, literalmente, em um artefato pra lá de estranho. Enterrada na areia do local, com apenas um pedaço aparecendo, estava uma curiosa pedra, com enigmáticas inscrições na sua superfície. Medindo 4 cm de espessura e 5 cm de comprimento, a rocha continha desenhos geométricos que remetiam a luas e sóis. E o mais incrível de tudo: a imagem era idêntica a de símbolos que apareceram em uma plantação na Inglaterra, a milhares de quilômetros dali, em 1996. Seria apenas uma cópia vinda de uma cidade que cultua o misticismo extraterrestre há quase sete décadas?

Agroglifo

Os ufólogos que pesquisaram o círculo na plantação inglesa disseram se tratar de um dos mais perfeitos agroglifos já surgidos em todo o mundo. Ele foi descoberto por um piloto e um passageiro que sobrevoaram a plantação de milho duas vezes: na primeira, estava tudo normal; meia hora depois, ao retornarem pela mesma rota, a imagem estava lá. Quem teria feito? A figura é idêntica à que está na rocha encontrada quase uma década depois nos EUA. Muitos céticos acreditam que ela foi falsificada por alguém que queria notoriedade, só que a técnica de jateamento de areia, usada para tal fim, era ineficaz. Seriam necessárias avançadas tecnologias a laser para produzir tais inscrições. Daí surge a pergunta: se é criação humana, por que ela seria jogada no meio do deserto onde poderia ficar perdida para sempre? Vários especialistas, inclusive, tentaram recriar a rocha em laboratório e não conseguiram imitar os acabamentos perfeitos. Para piorar, o material da pedra é diferente do encontrado no deserto e possui estranhas propriedades eletromagnéticas dificílimas de serem falsificadas – quem conseguiria abrir a rocha para colocar um ímã lá dentro, sem deixar qualquer vestígio na sua superfície? Posteriores estudos radiográficos mostraram que o artefato é maciço, sem um ímã em seu interior.

Chave ou calendário?

A Pedra de Roswell, como ficou conhecida, ser magnética nem é tão bizarro – isso se ela contivesse bastante ferro em sua composição, o que não é o caso. Em contato com um ímã externo, a pedra pode girar nos sentidos horário e anti-horário. Seria outro mero acaso da natureza? Além disso, seu formato levemente triangular parece se encaixar perfeitamente na mão, e isso parece ter criado uma forte ligação “paranormal” com o seu descobridor: Robert Ridge ficou profundamente perturbado emocionalmente quando um pedaço da rocha foi retirado para análises em laboratório. Será que existe alguma conexão psíquica do artefato com o seu “dono”?
Alguns estudiosos de vida extraterrestre acreditam que a Pedra de Roswell pode ser alguma espécie de chave – mas ninguém sugere qual seja a fechadura. Já outros ufólogos defendem que as inscrições podem significar algum tipo de data: seria a inscrição de quando faremos um contato alienígena? Pelo jeito, esse vai continuar sendo mais um mistério para os teóricos dos antigos astronautas... fontes:http://ouralienpast.com/the-roswell-rock// historicmysteries.com/roswell-rock// jasoncolavito.com/blog/review-of-in-search-of-aliens-s01e04-the-roswell-rock // http://curiouslystrangehorror.tumblr.com/post/107279273000/roswell-rock // ufonut.com/roswell-rock-circle-revisited//https://www.youtube.com/watch?v=S-VSMVakP3A

CONHEÇA AS BALAS RIP E VEJA A NOVA MUNIÇÃO DEVASTADORA EM AÇÃO

Uma nova munição devastadora foi lançada em uma convenção de armas e tiros em Las Vegas, nos Estados Unidos. Sugestivamente, o produto recebeu o nome de “RIP”, que significa Radically Invasive Projectile (Projétil Radicalmente Invasivo), mas também é um trocadilho com a sigla de “Rest In Peace” (Descanse em Paz), expressão comum em inglês. As balas tem um design diferenciado e o segredo de sua eficiência está na ponta oca que se divide em diversos pedaços após o disparo. Segundo a G2 Research, empresa responsável pelo desenvolvimento do produto, a munição foi criada para garantir a segurança pessoal, já que este é “o último round que você vai precisar”. Desde o lançamento, as balas RIP estão fazendo sucesso e as demonstrações de sua potência somaram milhões de visualizações no YouTube. Para mostrar em detalhes o efeito de um disparo realizado com essa munição, a equipe do canal Rated RR testou as balas em gelatina balística e filmou tudo em câmera lenta para simular como seria o estrago de um desses projéteis no corpo humano. De acordo com os fabricantes, as balas RIP foram criadas para “atingir todos os órgãos vitais” em “nove aberturas separadas” para fazer com que as vísceras explodam de maneira irreparável. Meio violento demais, não é mesmo?! Bem, veja o projétil em ação novamente – agora em câmera superlenta – e compartilhe conosco suas opiniões nos comentários. FONTEs: dailymail.co.uk/news/article-2547765/New-devastating-hollow-R-I-P-bullet-dubbed-round-need-released-single-women-protect-homes.html // https://www.youtube.com/watch?v=PTpceymbX6w#t=341/

SAIBA MAIS SOBRE O EMPAREDAMENTO,UMA DAS PRÁTICAS MAIS CRUÉIS DA HISTÓRIA

Você já ouviu falar sobre o Emparedamento? Como o próprio nome sugere, ele consiste em, basicamente, enclausurar pessoas vivas e foi empregado para os mais diversos fins (com algumas variações) ao longo da História. Existem inúmeros registros do uso desse método cruel e doloroso em várias partes do mundo como forma de punição e até para a realização de sacrifícios humanos — e a seguir você pode saber um pouco mais sobre ele.

Trancafiados até a morte

De acordo com Joel Stice, do site All That Is Interesting, de modo geral, o emparedamento era uma punição aplicada a pessoas condenadas à morte e consistia em trancafiar as pobres coitadas em caixões, caixotes ou, ainda, atrás de paredes para que elas morressem lenta e dolorosamente de fome, sede ou asfixia. Um dos registros mais antigos da prática do emparedamento vem da Roma Antiga, onde esse método era usado quando alguma virgem vestal era condenada à morte. Conforme explicamos sobre essas mulheres, era proibido derramar o sangue de uma vestal e, portanto, na hora de aplicar um castigo capital, os romanos tinham que ser criativos. Entre os diversos métodos desenvolvidos para lidar com as vestais — como derramar chumbo derretido por suas gargantas —, a solução mais usual era trancafiar as condenadas em pequenas câmaras que ficavam enterradas junto ao portão de entrada ao Templo de Vesta com um pouco de água e comida, para prolongar ainda mais o seu sofrimento. E não pense que esse castigo foi deixado de lado quando o cristianismo chegou e substituiu as práticas pagãs.

Idade Média

Segundo Joel, durante a Idade Média, a Igreja Católica usava um método parecido para punir freiras e monges que não andassem na linha ou fossem acusados de heresia. Nesse caso, o castigo — também conhecido como “vade in pacem” ou “vá em paz”, em latim — consistia em selar os pecadores em câmaras e fornecer pequenas quantidades de comida e água por meio de uma pequena abertura. O pior é que o emparedamento não era usado na Idade Média apenas para punir religiosos pecadores. Existem relatos por toda a Europa de pessoas — e muitas vezes crianças! — que foram emparedadas durante a realização de sacrifícios humanos. O mais macabro é que a prática não tinha nada a ver com rituais focados no maligno, mas sim para trazer boa sorte e proteger edificações como pontes, fortalezas, castelos e igrejas.
Reconstrução que mostra um cavaleiro que teria sido condenado ao emparedamento no Castelo Kuressaare, na Estônia. De acordo com Joel, registros históricos apontam que os sacrifícios algumas vezes eram realizados com crianças devido à crença de que a inocência da vítima tornaria a edificação invencível — e vários corpos emparedados foram efetivamente encontrados durante reformas de várias estruturas medievais. Alguns exemplos são o Castelo de Burg Reichenstein, a Igreja de Vilmnitz e a Ponte de Bremen, na Alemanha, além de uma igreja em Holsworthy, na Inglaterra.

Punição através dos séculos

O triste é que essa coisa de trancafiar seres humanos e esperar que eles morressem lentamente não ficou para trás na Idade Média — nem se restringiu à Europa. Existem relatos de pessoas que viajaram ao Oriente Médio e à Ásia e se depararam com condenados fechados em caixas ou enterrados até o pescoço. Um desses relatos, segundo Joel, é de um mercador do século 16 chamado Jean Baptiste Tavanier que, durante uma viagem à Pérsia, encontrou homens encerrados em tumbas de pedra apenas com a cabeça deixada para fora — para que eles ficassem expostos aos elementos e ao ataque de aves de rapina.
Uma variação do emparedamento registrada na Mongólia em 1913. FONTE:http://all-that-is-interesting.com/immurement-history

CONHEÇA 5 MANEIRAS TERRÍVEIS DE MORRER

A morte é um assunto tenso para muita gente, afinal, quem é que gosta de pensar em como vai bater as botas? Porém, sempre tem um jeitinho ruim de apertar o paletó de madeira que a gente desconhece. Saca só algumas situações terríveis:

1. Eletrocutado na cadeira elétrica

Harold P. Brown resolveu criar a cadeira elétrica como um dispositivo mais humano de execução em contrapartida ao fuzilamento e à guilhotina. Só que Brown talvez não entendesse nada de “mais humano”, já que esse tipo de morte é extremamente terrível e cruel. A sequência de choques pode superaquecer o corpo da pessoa a ponto de ela cozinhar por dentro! Os glóbulos oculares derretem, a pele pode fritar e se fundir à cadeira – isso quando você não pega fogo! Além disso, as convulsões são tão intensas que algumas pessoas chegaram a quebrar as penas durante uma execução desse jeito. A maioria das mortes por eletrocussão demora cerca de 2 minutos, mas esse tempo pode ser até 10 vezes maior!

2. Envenenado por botulismo

O botulismo é uma doença infecciosa rara, mas altamente dolorosa. Trata-se de um tipo de envenenamento com uma das toxinas mais mortais do planeta. O mais comum é que os músculos do seu corpo comecem a parar. TODOS ELES! Inclusive aqueles responsáveis por sua respiração. O tratamento costuma ser longo, com seu corpo tendo que ficar até alguns meses ligados a aparelhos de respiração artificial até voltarem ao normal. A maneira mais comum de contrair botulismo é através do consumo de produtos enlatados que foram conservados de maneira irregular.

3. Comido por formigas

As formigas-correição formam um grupo de 200 espécies desse inseto e são consideradas carnívoras! Elas andam sempre em grandes números – até 100 mil formigas! –, normalmente se alimentando de pequenos animais. Porém, não é só de bichos que elas vivem, não... Na África, existem relatos de elas atacando seres humanos. Já pensou em ser devorado vivo por essas insetos? O pior é que elas não poupam ninguém: podem atacar quem estiver dormindo ou até doentes moribundos. Pior é que nem dá tempo de salvar a infeliz vítima que cair em suas garras.

4. Afogado no esgoto

Convenhamos que morrer afogado não deve ser uma das coisas mais legais do mundo, mas se afogar em meio a dejetos deve ser ainda pior! Acidentes envolvendo pessoas caindo em bueiros, principalmente durante tempestades, já foram relatados em vários lugares do mundo. O pior é que muitas vezes os corpos desses azarados costumam demorar a serem encontrados.

5. Executado por um elefante

Na Índia, até pouco mais de 150 anos atrás, a condenação à morte por elefantes era uma prática comum. A pessoa era amarrada ao animal, que a arrastava por diversas ruas. No trajeto, já era possível se esfolar e se quebrar inteiro, mas o pior ainda estava por vir... O elefante terminava o serviço pisando sobre a cabeça do infeliz que cometeu algum crime hediondo. Entretanto, existiam métodos ainda piores: no século 3 a.C., os elefantes esmagavam os membros da pessoa, depois a jogavam para cima e só então terminavam de matá-las. Já na Idade Média, lâminas de ferro eram afixadas aos elefantes para eles cortarem as vítimas antes de aniquilá-las. FONTE:http://www.toptenz.net/top-10-worst-ways-to-die.php

sábado, 24 de junho de 2017

CONHEÇA 6 DAS PIORES MANEIRAS DE MORRER

Quando o assunto é morte, será que existe alguma lista estranha o suficiente para reunir as piores formas de morrer? Bem, existe. O site How Stuff Works publicou uma relação e nós vamos repassar alguns itens a você. Confira a seguir quais são as opções mais trágicas no menu da morte:

1. Fome

Seu corpo pode aguentar até 60 dias sem comer nada, mas precisaria ingerir pelo menos água nesse período. Após alguns dias, você já ficaria sem as reservas de gordura e seu fígado começaria a produzir toxinas que fariam muito mal ao seu organismo. Em apenas um mês, você perderia 18% do seu peso de uma maneira nada saudável e bem perigosa. Depois disso, seu corpo iria consumir a energia dos próprios músculos e órgãos, até morrer.

2. À deriva

Estar no meio do oceano, sem comida, sem rumo, sem nada para usar como proteção, com frio e flutuando sobre cabeças de tubarões parece não ser o sonho mais feliz de alguém. Nessa situação, você pode morrer de fome, de frio, afogado (caso caia no mar) ou ainda ser atacado por algum tubarão faminto.

3. Cair em um vulcão

Essa possibilidade é remota – ainda bem –, afinal não são muitas as pessoas que correm esse risco. Mas, em um caso desses, talvez você imagine que a pessoa que cai em um vulcão tem seu corpo instantaneamente derretido nas lavas, certo? Errado! Por isso essa é uma das mortes mais sacanas de todas, uma vez que, se alguém cair em um vulcão ativo e cheio de lavas ultraquentes, ficaria flutuando na superfície antes de afundar. Seria, então, uma morte cruel, longa e imensamente dolorosa. Fuja dos vulcões!

4. Acidente aéreo

É raro acontecer, mas, quando acontece, geralmente muita gente morre ao mesmo tempo — e, durante a queda de um avião, todo mundo dentro dele sabe o que vai acontecer e entra em pânico ao mesmo tempo. Portanto, não se trata de uma das melhores maneiras de passar dessa para melhor, não é mesmo? A queda de um avião, nesses casos, duraria poucos minutos e no primeiro deles você estaria desmaiado devido à falta de oxigênio. Quando acordasse, teria que enfrentar de 2 a 3 minutos de pânico geral a 193 km/h.

5. Ser comido por animais

Não que muitas explicações sejam necessárias nesse tópico, mas é preciso lembrar que isso não é assim tão comum e que animais são lindos, mesmo os assassinos. Então não vale ficar com raiva ou desenvolver medo de animal algum, combinado? Ainda assim, eles podem comer você. Temos que amar os animais? Temos. Mas é bom manter a distância, em alguns casos. Jaguares, por exemplo, não atacam pessoas pelo pescoço como leões e tigres, mas pela têmpora, até encontrarem seu cérebro. Zumbis? Isso sem falar em hienas, capazes de comer suas vítimas enquanto ainda estão vivas, ao contrário das anacondas, que sufocam suas presas – humanas ou não – e depois as comem. Não é linda, afinal, a natureza?

6. Congelado

Morrer de frio por si só já é uma coisa horrível, mas morrer congelado deve ser ainda mais cruel. Seu corpo deve manter-se em uma temperatura média de 37 ºC, certo? Quando está muito frio, você treme, e isso é uma resposta de seus músculos, que querem arranjar uma maneira de produzir calor. Quando o frio é tanto a ponto de você literalmente congelar, seu corpo vai ficar duro como madeira, o que significa que suas habilidades motoras e de coordenação já não existem mais. Nessa altura, seu cérebro também sofre as consequências e você fica confuso, sem conseguir pensar direito. Depois de algum tempo, você vai perder a consciência até a morte. fonte:http://health.howstuffworks.com/diseases-conditions/death-dying/10-worst-ways-to-die.htm#page=10

CONHEÇA 10 COISAS QUE VOCÊ POSSIVELMENTE NÃO SABE SOBRE OS OCEANOS

Os oceanos são conhecidos não somente por ocuparem a maior parte da superfície do planeta — eles cobrem 70% dela! —, mas também por hospedarem a maior quantidade de vida não-explorada. Matéria-prima do imaginário de muitas lendas e palco de inúmeras produções cinematográficas, ainda há muito a se descobrir sobre os nossos mares. Veja a seguir uma lista com 10 curiosidades não tão populares sobre eles:

1. Eles não são, de fato, azuis

Já se perguntou o porquê de a água do mar não ser azul quando a colocamos em uma garrafa pet? O fato de os oceanos terem essa coloração se deve ao Sol, em especial à incidência de luz sobre a superfície da água. Os comprimentos de onda mais claros, como o vermelho e o laranja, são absorvidos mais rápido pela superfície, enquanto os comprimentos de onda azuis entram mais fundo no mar. Isso faz com que a coloração azulada predomine sobre os demais tons. Mais próximo de algumas ilhas e praias, a tonalidade tende a se tornar esverdeada. Isso porque nessas regiões é comum a existência de flora marinha composta de pigmentos amarelados, como algas e bactérias, os quais modificam a equação final: azul + amarelo = verde. Quanto à garrafa pet, a água não aparece azul porque não há moléculas suficientes para absorver a luz.

2. A Internet depende deles

Estamos frequentemente habituados a enxergar os limites da infraestrutura da internet até onde os cabos do nosso provedor saem da parede. Mas há muito, muito mais por trás disso. Seus streams do Spotify, os últimos vídeos assistidos no YouTube ou sua compra recente na Amazon provavelmente trafegaram por cabos estendidos ao longo de milhares de quilômetros no fundo dos oceanos. Sem essa mega conexão intercontinental subaquática, a internet que conhecemos não seria possível.

3. Existem rios e lagos abaixo da superfície

Em lugares onde há acúmulo de crostas de sal debaixo do solo oceânico, a água atua como agente perfurador, aos poucos abrindo buracos e dissolvendo o sal das mesmas. A água extremamente salgada se acumula no fundo por ser mais densa que a do redor, formando rios ou lagos nitidamente divididos. Alguns deles são tão parecidos com rios de verdade que têm margens, correntes e até ondas. Nesses ambientes é comum a presença de enormes quantidades de mexilhões e pequenos crustáceos adaptados que se alimentam de bactérias extremófilas, dada a inexistência de luz em locais tão profundos. As bactérias, por sua vez, convertem o metano da água salgada em energia, em um processo raro de vermos na natureza.

4. Mais de 20 milhões de toneladas de ouro residem nos mares

Há hoje o equivalente a 2,5 quilos de ouro para cada habitante do planeta — faça as contas: nós já somamos 7,5 bilhões de pessoas! Incrivelmente, segundo estimativas mais recentes, todo o ouro extraído até hoje representa apenas cerca de 2% do total de ouro nos mares. Entretanto, ele não é extraível por estar em sua maioria muito diluído, na ordem de 13 bilionésimos de grama de ouro para cada litro de água do mar. Já o ouro sólido presente entre as rochas do leito oceânico se encontra muito profundo e encrostado para ser minerado, tornando a tarefa não só difícil como absurdamente cara.

5. A maior cascata do mundo não fica nos continentes

Na disputa por quem detinha a maior queda d'água do mundo, a Venezuela, há tempos, se firmou vitoriosa com seu Salto Angel, de 979 metros. Porém, para a surpresa de muitos, a verdadeira vencedora estava bem longe da terra firme. Com 3.505 metros de altura e quase 5 milhões de metros cúbicos por segundo, a Cascata do Estreito da Dinamarca tem uma vazão equivalente a 2 mil Cataratas do Niágara juntas. Localizada no Atlântico, entre a Groenlândia e a Islândia, a cachoeira se forma através da diferença de temperatura que existe a cada lado do Estreito: a água ártica vinda do Mar da Groenlândia se encontra com a do Mar de Irminger, e "cai" por ser mais fria e densa.

6. O ponto mais remoto do planeta está no Pacífico

O Pacífico é, de longe, o maior de todos os oceanos, com o dobro do tamanho do segundo colocado, o Atlântico, o que o figura como candidato perfeito a hospedar o local mais remoto e isolado do globo.
Nomeado de "Ponto Nemo" — ou mais formalmente como "Polo Oceânico de Inacessibilidade" —, ele é tão distante de qualquer terra habitada (2,7 mil km para sermos mais específicos) que as pessoas mais próximas são geralmente astronautas (a Estação Espacial Internacional orbita a uma altura de 416 km acima do ponto). Para ser considerado um polo de inacessibilidade, um local deve estar igualmente distante de três pontos de terra. No caso do Nemo, temos a Ilha Ducie, uma das Ilhas britânicas Pitcairn, ao norte, Motu Nui, pertencente à Ilha de Páscoa, a nordeste, e a Ilha Maher, na Antártida, ao sul.

7. Erupções vulcânicas ocorrem, em sua maioria, debaixo d'água

Cerca de 80% das erupções vulcânicas da Terra, espalhadas entre os mais de um milhão de vulcões — ativos e extintos —, espirram suas lavas dentro dos oceanos. E possivelmente há muito mais onde nossas limitações científicas não conseguiram chegar. O mais incrível é que há vida nesses lugares, mesmo em condições tão extremas: a pressão da água equivale ao peso de meio carro para cada centímetro quadrado; a temperatura da água congelante contrasta com os 400° C da lava que sai das chaminés; isso sem falar da quantidade de elementos tóxicos, como o sulfato de hidrogênio, expelidos pelos vulcões e nocivos à maioria das espécies.

8. Eles nos mantêm respirando

A Amazônia é popularmente conhecida pelo jargão de "pulmão do mundo", mas, na verdade, esse título pertence aos oceanos. As plantas marinhas, especialmente os fitoplânctons, as algas marinhas e os plânctons de alga, são responsáveis por 70% de todo o oxigênio produzido. Alguns deles, como os fitoplânctons da espécie Prochlorococcus, são tão pequenos e numerosos que introduzem, sozinhos, incontáveis toneladas de oxigênio na atmosfera. Estima-se que o ar de uma em cada 5 vezes que respiramos provenha dessas microplantas.

9. As maiores ondas estouram debaixo da superfície

Ondas gigantes são muito raras porque dependem de condições específicas para acontecer, como terremotos ou deslizamentos massivos de terra ou gelo. A maior já registrada, com 30,4 metros de altura, se formou no Alasca, em 1958, em função de um terremoto e consequente deslizamento de terra. Fora isso, as maiores ondas naturais não passam dos 25 metros. Todavia, nas profundezas do Pacífico Sul já foram encontradas ondas colossais de mais de 250 metros que se formam no limiar de duas camadas de água de densidades diferentes. No fluxo oceânico, a água mais fria e salgada da camada mais profunda se eleva devido a cumes no fundo do mar, subindo por sobre a camada de água mais quente e formando, assim, as ondas. O processo todo, no entanto, demora cerca de uma hora para acabar.

10. Conchas não soam como o oceano

Destruindo as crenças de muitos na infância, o som que ouvimos ao pôr uma concha do mar no ouvido não é do oceano, mesmo que pareça coincidentemente com o som de ondas quebrando. O que estamos ouvindo, na verdade, é barulho. Sim, o barulho ao nosso redor é comumente despercebido porque ele é muito baixo. A concha funciona como um amplificador — ou mais precisamente como um ressonador —, aumentando volume o suficiente para que o barulho seja audível. FONTE:http://mentalfloss.com/article/501254/25-things-you-didnt-know-about-worlds-oceans

CIENTISTAS TESTAM VACINA CONTRA COLESTEROL PARA PREVENIR DOENÇAS CARDÍACAS

Depois de testes bem-sucedidos com camundongos, uma vacina que reduz o colesterol será testada em humanos. A injeção foi desenvolvida para evitar que depósitos de gordura obstruam as artérias. Ela seria uma alternativa a pacientes que tomam diariamente comprimidos para reduzir o risco de derrame, angina e doenças do coração. Pesquisadores da Universidade Médica de Viena vão avaliar a segurança de seu tratamento experimental em 72 voluntários. Ainda levará pelo menos seis anos de testes para saber se o tratamento é seguro e eficiente o suficiente para uso em humanos, explicaram Guenther Staffler e sua equipe da Organização Holandesa de Pesquisa Científica Aplicada na publicação científica European Heart Journal. Segundo os pesquisadores, mesmo que se torne disponível ao público, a vacina não deveria ser vista como uma desculpa para pessoas evitarem exercícios físicos e adotarem uma alimentação com alto nível de gordura. A injeção ajuda o sistema imune do corpo a atacar uma proteína chamada PCSK9, que permitiria ao mau colesterol, o LDL, se acumular na corrente sanguínea. Pesquisadores esperam que esse possa ser um reforço anual para aumentar a imunidade dos pacientes. Em camundongos, o tratamento reduziu o LDL em 50% em um período de 12 meses e pareceu proteger contra o acúmulo de depósitos de gordura nas artérias (aterosclerose).

O que é colesterol?

O colesterol é uma substância gordurosa encontrada no sangue. Todos precisam dela, mas o excesso do chamado colesterol ruim aumenta o risco de doenças cardiovasculares. O bom colesterol, ou HDL, por outro lado, é benéfico porque ajuda a transportar outros tipos de colesterol da corrente sanguínea para o fígado, onde ele é descomposto. Algumas pessoas têm colesterol alto por uma condição genética chamada hipercolesterolemia familiar. Alimentação não saudável, alto consumo de álcool, fumo e inatividade também estão relacionados com o problema. Pessoas com colesterol alto podem tomar medicamentos que reduzem seus níveis, chamados estatinas, e, com isso, também minimizar os riscos de doenças cardiovasculares. Mas embora as drogas sejam baratas e eficazes, não funcionam em todo mundo. Algumas pessoas não gostam de tomar medicação diária ou se esquecem de tomá-la porque estão se sentindo bem. Além disso, em alguns casos é possível haver efeitos colaterais. Por essas razões, pesquisadores têm investigado opções alternativas de tratamento no lugar das estatinas.

Próximos passos

A primeira fase de testes, em 72 voluntários, deve ser concluída no final deste ano. Isso vai definir se há problemas de segurança ou efeitos colaterais antes que estudos maiores com pessoas comecem. Há uma preocupação de que a vacina terapêutica aumente o risco de diabetes - os pesquisadores da Universidade Médica de Viena estarão de olho nisso. "Ainda há muitas perguntas sobre essa abordagem poder funcionar em humanos", comentou Tim Chico, cardiologista da Universidade de Sheffield. "Essa é mais uma prova de que o colesterol provoca doenças do coração. E reduzir o colesterol diminui o risco de doenças do coração, então isso confirma a importância de um estilo de vida saudável para todos, e de medicamentos como estatinas para algumas pessoas." Para o professor Nilesh Samani, da Fundação Britânica do Coração, encontrar novas formas de controlar os níveis de colesterol das pessoas é "absolutamente vital". "Embora testada apenas em camundongos até o momento, essa vacina poderia levar a uma maneira simples de combater o colesterol alto e, em última instância, reduzir o risco de doenças do coração nas pessoas." FONTE: http://www.bbc.com/portuguese/geral-40339807

PERÍODO DE 1 MILHÃO DE ANOS DE INTENSA ATIVIDADE VULCÂNICA EXTINGUIU A ERA DOS DINOSSAUROS, DIZ ESTUDO

Um período de um milhão de anos de uma intensa atividade vulcânica provavelmente abriu caminho para o início da era dos dinossauros, sugere um novo estudo publicado no periódico científico PNAS. Cientistas encontraram rochas antigas com traços de emissões de massivas erupções vulcânicas ocorridas há cerca de 200 milhões de anos. Essas erupções teriam levado a uma das maiores extinções em massa de que se tem notícia - a Extinção do Triássico -, permitindo que os dinossauros passassem a dominar o planeta. Entre as espécies extintas, segundo o estudo, estavam criaturas semelhantes a crocodilos, mamíferos parecidos com répteis e os primeiros anfíbios. "Os dinossauros puderam explorar os nichos ecológicos que ficaram livres pela extinção", explicou o autor principal do estudo, Lawrence Percival, do departamento de ciências da Terra da Universidade de Oxford.
Qualquer ser vivo nas proximidades das erupções teria sido afetado, diz a pesquisa. Mas mesmo criaturas vivendo mais à distância também teriam problemas: as repetidas erupções teriam devastado um habitat extenso, bloqueando o sol e levando ao aumento dos níveis de dióxido de carbono. Mesmo assim, os primeiros dinossauros desse período conseguiram sobreviver a essas difíceis condições de vida - e os pesquisadores não sabem como. Assim que os vulcões se acalmaram, restavam poucos de seus competidores, permitindo o surgimento da era dos dinossauros.

Aumento de mercúrio

Os pesquisadores analisaram rochas vulcânicas de quatro continentes que datam deste período turbulento. Um estudo anterior avaliou como os níveis de carbono variava nas rochas, o que está relacionado com o aumento de dióxido de carbono de erupções vulcânicas. Mas essa nova pesquisa olhou para outras impressões digitais da atividade vulcânica: o mercúrio. Quando vulcões entram em erupção, eles emitem mercúrio nas nuvens de gás que sobem rumo ao céu. Ele então se espalha pela atmosfera antes de se depositar entre os sedimentos do solo, onde permanece por milhões de anos. "Se você vê um grande aumento de mercúrio nestes sedimentos, você pode inferir que houve atividade vulcânica nesse exato momento", explicou Percival. "E isto é o que vemos no momento desta extinção". Os pesquisadores descobriram evidências de uma massiva atividade vulcânica que teria se estendido por cerca de 1 milhão de anos. A professora Tamsin Mather, da Universidade de Oxford, descreveu o possível cenário: "Você tem estas fissuras, estas rachaduras se abrindo na crosta terrestre, com fogo e lava jorrando para fora". "Você provavelmente tem diferentes áreas ativas em diferentes períodos durante milhões de anos. E você provavelmente tem períodos de erupções ocorrendo por volta de uma década com grandes volumes de magma e gases surgindo da superfície também". Os pesquisadores agora querem usar o mercúrio para investigar outros períodos da atividade vulcânica antiga. "Esta é uma nova e poderosa ferramenta que realmente vai nos permitir entender mais sobre a evolução do nosso planeta e como ele se tornou o que é hoje". FONTE: http://www.bbc.com/portuguese/geral-40338932

quinta-feira, 15 de junho de 2017

NASA PRETENDE CONSTRUIR FOGUETES MOVIDOS A FUSÃO NUCLEAR

São vários os pontos que limitam atualmente a nossa capacidade de alcance no espaço, sendo um deles a questão dos combustíveis. Atualmente, os foguetes de propulsão à nossa disposição demandam o uso de combustível propulsor, que garantem energia e velocidade necessárias para mover as espaçonaves, mas tudo por um período relativamente curto de tempo. E é exatamente para tentar mudar esse panorama que a NASA acaba de criar uma empresa para desenvolver foguetes movidos a fusão nuclear. Chamada de Princeton Satellite Systems, a companhia tem como principal objetivo desenvolver um reator nuclear pequeno e seguro o suficiente para ser acoplado a uma espaçonave, capaz de gerar energia o suficiente para longas empreitadas espaciais. Eficiente, mas ainda com problemas Além de ser bem menor do que um reator nuclear comum (ele teria 1,5 m de comprimento por 4,8 m de largura), o projeto bancado pela NASA também é bem mais barato. Enquanto experimentos com um reator convencional pode custar até US$ 20 bilhões, o protótipo de foguete movido a fusão nuclear não deve custar mais do que US$ 20 milhões. Para garantir a propulsão, o minirreator usaria uma combinação de deutério e hélio-3 para gerar campo magnético e ondas de rádio de baixa frequência e, assim, criar o calor necessário para transformar a matéria em plasma e iniciar a fusão. O direcionamento do plasma pelo bocal do foguete garantiria um motor de propulsão eficiente e de alto impulso. A NASA já realizou três doações pesadas à Princeton Satellite Systems e espera que todo este aporte financeiro seja capaz também de solucionar alguns problemas em torno do projeto. O principal deles até agora é a questão da radiação: apesar de este tipo de reator produzir menos radiação nociva, ele ainda o faz, o que pode colocar em risco a saúde dos tripulantes de uma espaçonave. Vale lembrar, porém, que é justamente para isso que servem as pesquisas e os testes. Assim, a nova startup fundada pela NASA pretende ter um protótipo de seu novo reator de fusão nuclear entre 2019 e 2020. FONTE: scientificamerican.com/article/could-tiny-fusion-rockets-revolutionize-spaceflight/?WT.mc_id=SA_TW_SPC_NEWS&sf87930813=1

CONHEÇA 5 DOS EXOPLANETAS MAIS ESTRANHOS DESCOBERTOS RECENTEMENTE

Se você é fã de astronomia e gosta de acompanhar as notícias sobre as últimas descobertas nessa área, então deve saber que os cientistas estão empenhados em encontrar mundos que ofereçam as condições necessárias para abrigar formas de vida — e, com um pouco de sorte, se deparar com um planeta que sirva de lar para seres alienígenas. E os astrônomos estão se esforçando de verdade! Para você ter uma ideia, de acordo com Michael Irving, do site New Atlas, pelo menos 3.600 exoplanetas foram descobertos nas últimas duas décadas. Infelizmente, ninguém conseguiu achar — ainda — um mundo com as condições ideais para suportar a vida como conhecemos, nem um que abrigue criaturinhas extraterrestres, mas eles certamente acharam alguns planetas pra lá de curiosos. Confira:

1. GJ 1132b

Se trata de um exoplaneta rochoso que se encontra a 39 anos-luz de distância da Terra e que, além de ser semelhante ao nosso mundo, foi o primeiro desse tipo no qual os astrônomos conseguiram detectar a presença de uma atmosfera contendo oxigênio. Excitante, certo? Na verdade, a notícia é excitante sim, mas mais para os cientistas do que para os terráqueos esperançosos em colonizar outros mundos. Isso porque, apesar de o GJ 1132b estar um pouco fora do nosso alcance — considerando que não podemos chegar até ele com as tecnologias atuais —, a tão comentada atmosfera provavelmente causa um efeito estufa no planeta capaz de gerar temperaturas altas o suficiente para derreter rochas e transformar sua superfície em um imenso oceano de lava.

2. HAT-P-7b

Localizado a 1000 anos-luz de distância da Terra, o exoplaneta HAT-P-7b é um gigante gasoso que orbita bem próximo ao seu Sol e apresenta rotação sincronizada com ele, o que significa que uma de suas faces está constantemente voltada para a estrela. Por essa razão, o lado de HAT-P-7b que fica eternamente exposto aos raios solares tem temperaturas escaldantes de 2.600 graus Celsius, aproximadamente, enquanto a outra fica voltada para o vazio frio do espaço. O interessante, é que essa diferença de temperaturas faz com que o exoplaneta tenha ventos pra lá de fortes — que carregam pesadas nuvens ao seu redor. Você achou essa curiosidade meio sem graça? Talvez você mude ideia ao saber que os astrônomos acreditam que, em vez de “chuva”, as nuvens que circulam pelo HAT-P-7b são carregadas de safiras e rubis.

3. PSR J1719-1438

Se você achou a ideia de que exista um planeta com nuvens carregadas de pedras preciosas interessante, o que você pensaria de um mundo que poderia ser feito de diamante? Esse é o PSR J1719-1438, um pequeno exoplaneta com cerca de 60 mil quilômetros de diâmetro que orbita a pulsar PSR J1719-1438, situada a 4.000 anos-luz de distância da Terra. E como os astrônomos chegaram a essa conclusão? Segundo estimaram, o PSR J1719-1438 é composto principalmente por oxigênio e carbono e, embora o planetinha seja pequeno — contando com cerca de um quinto do diâmetro da Terra —, ele é bastante denso (com uma massa ligeiramente superior à de Júpiter). Essas características indicam que sua estrutura provavelmente é cristalina e que, se o exoplaneta não for inteiramente feito de diamante, uma grande parte dele deve ser.

4. OGLE-2016-BLG-1195Lb

E se falássemos para você que o OGLE-2016-BLG-1195Lb é um planeta que conta com uma massa semelhante à da Terra e que ele orbita a sua estrela a uma distância parecida à que o nosso mundo orbita o Sol? Seria de imaginar que, como mínimo, esse exoplaneta poderia apresentar temperaturas cálidas como as que nós temos por aqui, certo?Acontece que o OGLE-2016-BLG-1195Lb orbita um Sol tão “apagadinho” que os astrônomos sequer conseguem decidir se ele pode ser classificado como estrela. Isso faz com que o exoplaneta seja uma enorme esfera gelada — provavelmente com temperaturas ainda mais baixas do que as registradas em Plutão, que não passam dos -223 °C quando sua órbita o aproxima mais do Sol.

5. KELT 11b

Júpiter, como você sabe, é o maior planeta do Sistema Solar — e ele é tão grande que caberiam 1.300 Terras em seu interior. Pois os astrônomos descobriram um exoplaneta que é 40% maior do que o nosso gigantão gasoso, então, imagine só o tamanho da criança!Chamado KELT 11b, esse supergigante gasoso se encontra a 320 anos luz de distância da Terra e completa uma orbita ao redor de sua estrela — uma subgigante amarela — a cada cinco dias. Mas, curiosamente, o exoplaneta conta com apenas um quinto da massa de Júpiter, o que significa que, comparativamente, ele é tão denso como o isopor e possui uma atmosfera extraordinariamente grande. fontes: http://newatlas.com/weirdest-exoplanets-discovered/49330 //www.space.com/18563-pluto-temperature.html //www.nasa.gov/feature/jpl/iceball-planet-discovered-through-microlensing // http://theconversation.com/how-we-caught-the-first-glimpse-of-weather-on-a-faraway-gas-giant-70229

CONHEÇA 6 PLANETAS MAIS EXTREMOS QUE JÁ FORMA DESCOBERTOS

1. O mais quente

A temperatura de um planeta depende diretamente de dois fatores: a intensidade e a distância de sua estrela. No Sistema Solar, Mercúrio é um dos mais quentes, justamente por ser o mais próximo do Sol. Ele tem uma temperatura média de 430 °C, enquanto o Sol alcança 5.500 °C. Mercúrio perde apenas para Vênus, que registra 461 °C principalmente por conta do efeito estufa. Porém, isso não está nem perto do planeta mais quente descoberto: o KELT-9b, que circunda a estrela HD 195689, alcança impressionantes 4.300 °C! Essa temperatura chega a ser mais alta do que a de algumas estrelas com massa menor do que o Sol, por exemplo. Por ser extremamente quente, ele é um planeta gasoso tipo Júpiter, já que suas moléculas estão em constante ebulição.

2. O mais frio

O OGLE-2005-BLG-390Lb, às vezes chamado de Hoth, em homenagem ao planeta gelado de Star Wars, é o mais frio já detectado até hoje: ele atinge -223 °C, apenas 50 graus acima do chamado zero absoluto. E ele nem é tão distante assim de sua estrela – ficaria entre Marte e Júpiter, por exemplo –, mas acontece que esta se trata de uma anã-vermelha, uma das que tem as menores temperaturas conhecidas.

3. O maior

Júpiter é o planeta com o maior raio do Sistema Solar: ele possui mais de 71 mil km, o equivalente a 11 vezes o da Terra. Já em termos de massa, caberiam 2 mil de nosso planeta dentro de Júpiter. Ele é tão grande que equivale a 2,5 vezes o total de massa de todos os outros planetas do Sistema Solar reunidos! Mas Júpiter é fichinha perto do planeta chamado DENIS-P J082303.1-491201 b: esse gigante tem 28,5 vezes a massa do maior planeta do Sistema Solar, levando alguns cientistas a considerarem que ele se trata, na verdade, de uma estrela anã-marrom.

4. O menor

Com um tamanho pouco maior do que a Lua, o planeta Kepler-37b é o menor que se tem conhecimento até hoje. Ele foi descoberto em 2013 e fica localizado a 210 anos-luz da Terra. Esse planetinha tem uma temperatura semelhante a Mercúrio, já que orbita muito próximo de sua estrela, a Kepler-37.

5. O mais velho

Acredita-se que o Universo possua 13,8 bilhões de anos. Cerca de 1,1 bilhão de anos depois de seu surgimento foi a vez de o planeta mais velho aparecer: o PSR B1620-26 b é um gigante gasoso, com 2,5 vezes a massa de Júpiter e uma idade estimada de 12,7 bilhões de anos. Por ser muito antigo, é bastante provável que não tenha elementos como carbono e oxigênio. Curiosamente, esse avô de todos os planetas é mais velho inclusive do que as duas estrelas que ele orbita: uma de nêutrons e uma anã-branca.

6. O mais novo

Com apenas 2 milhões de anos, o planeta V830 Tauri b é o mais recente do Universo. Ele ainda está em processo de formação, colidindo com asteroides e outros corpos celestes. Sua estrela tem a mesma massa do Sol, mas o dobro do raio, ou seja, ainda não se contraiu até a sua forma final. Esse sistema está localizado a 427 anos-luz da Terra. fonte: sciencealert.com/the-seven-most-extreme-planets-ever-discovered

CONHEÇA 6 SUPERPODERES QUE O SEU CORPO DESENVOLVE EM CONDIÇÕES EXTREMAS

Em seu livro “What Doesn’t Kill Us” (“O Que Não Nos Mata”, em tradução livre), o escritor Scott Carney analisa a capacidade do ser humano de sobreviver em ambientes extremos. Apesar de muita gente pensar que morreria caso ficasse 1 semana abandonado na selva, o corpo do homem é programado para suportar inúmeras adversidades. É só pensar que nossos antepassados escalaram montanhas geladas e atravessaram grandes distâncias (terrestres ou marítimas) com pouquíssimos recursos tecnológicos. Boa parte dos recursos para isso está dentro da gente, como a habilidade para suportar o frio ou o cansaço físico extremo. Carney chama isso de “poderes humanos”, e eles podem ser aprimorados e desenvolvidos, segundo ele. Confira alguns exemplos:

1. Suportando baixas temperaturas

O guru holandês Wim Hof diz que técnicas respiração e a exposição a baixíssimas temperaturas fizeram com que ele tivesse a capacidade de se aquecer naturalmente e de se adaptar mais rapidamente a grandes altitudes. Hof também seria capaz de controlar seu sistema imunológico! Ele foi o primeiro ser humano analisado pelo autor Scott Carney. Ele descobriu que quem segue o método Hof de controle imunológico consegue efetivamente bons resultados nesse sentido, algo que parecia foram de cogitação. O guru foi capaz, por exemplo, de escalar o monte Kilimanjaro em apenas 28 horas – e sem camisa! A maioria das pessoas leva 1 semana para isso, principalmente por conta da aclimatação e do frio.

2. Sobrevivendo em grandes altitudes

Quem já visitou cidades situadas em grandes altitudes, como La Paz, na Bolívia, já deve ter percebido que a fadiga se mostra presente muito mais rápido do que estamos acostumados. Entretanto, o corpo humano se adapta a isso através de mutações nos glóbulos vermelhos, que se tornam mais propícios a manter o oxigênio. Esses efeitos são percebidos mesmo depois que você vai embora dessas cidades. Para povos nativos, que sempre viveram em grandes altitudes, os efeitos são praticamente permanentes, fazendo-os prosperar em lugares com o ar bastante rarefeito, como em algumas regiões do Himalaia.

3. Prendendo a respiração e fazendo mergulhos profundos

Em 1949, o ítalo-húngaro Raimondo Bucher mergulhou a 30 metros de profundidade na costa de Naples, nos Estados Unidos, sem nenhum tipo de equipamento ou tubos de oxigênio. Os cientistas achavam que seu corpo não suportaria, mas ele entrou para a história do mergulho livre da era moderna. Recentemente, foi descoberto que afundar na água faz com que nossa frequência cardíaca diminua, bem como o consumo de oxigênio. A prática já tem levado alguns super-humanos a suportarem a pressão de mais de 200 metros de profundidade e cerca de 22 minutos sem oxigênio. Qual será o limite?

4. Correndo longas distâncias

O ser humano é muito mais fraco que outras espécies em diversos atributos físicos, mas tem um no qual a gente ganha: a corrida de longa distância. O corpo do homem é capaz de suportar grandes distâncias sem perder o ritmo. Inclusive, já teve gente ganhando de cavalos em competições de 35 e 80 km! Essa qualidade explicaria, por exemplo, como que Dean Karnazes conseguiu correr 50 maratonas em 50 dias.

5. Sonar humano

Os golfinhos e os morcegos são criaturas que se locomovem através de uma espécie de sonar: eles emitem um som e através do eco e da reverberação das ondas sonoras são capazes de saber onde está cada obstáculo. Porém, eles não são os únicos capazes de andar desse jeito... O norte-americano Daniel Kish é um dos principais exemplos de humano com capacidade de ecolocalização. Através de um aparelhinho de cliques, Kish, que é cego, consegue até mesmo andar de bicicleta. Os pesquisadores descobriram que esse superpoder é “fácil” de ser aprendido em apenas poucas semanas, caso a pessoa se dedique bastante para “ver” o clique.

6. Bússola humana

Com o advento do GPS, muita gente “desligou” a área do cérebro destinada à geolocalização. Entretanto, essa é uma característica humana que pode ser muito desenvolvida. O capitão Tupaia, do Taiti, que navegou com o inglês James Cook, era capaz de apontar a direção correta mesmo em uma noite escura e com o mar agitado. Mas a gente nem precisa ser tão incrível quanto ele: basta querermos usar no mapa mental. Quanto mais desenvolvemos o senso de localização, mais esse mapa se amplia dentro de nosso cérebro. Ou seja, não custa deixar o GPS de lado e tentar se achar por conta própria, que tal? fonte: iflscience.com/plants-and-animals/7-amazing-superpowers-that-humans-can-develop-to-deal-with-extreme-conditions/all/

CONHEÇA 6 DICAS PARA RECONHECER UM ATAQUE CARDÍACO ANTES QUE ELE ACONTEÇA

Na sociedade atual, em que o número de obesos aumenta, bem como o consumo de produtos industrializados, ricos em gorduras, açucares e sal, não é incomum que muitos sofram com problemas cardíacos. Ataques cardíacos são um risco real e presente e todo cuidado é necessário para evitá-los. Segundo o Ministério da Saúde, o infarto do miocárdio é uma das principais causas de morte no Brasil, ocorrendo cerca de 400 mil casos de ataques cardíacos com aproximadamente 70 mil mortes por ano. E, como quem avisa, amigo é, resolvemos dar algumas dicas fáceis de como saber se você ou alguém próximo está na iminência ou correndo risco de ter um ataque cardíaco.

1. Fadiga

Em outras palavras, aquele cansaço sem causa aparente. Isso acontece por causa do estreitamento das artérias, fazendo com que o coração receba menos sangue do que está acostumado e forçando-o a trabalhar mais que o normal. Por conta disso, a pessoa sente-se cansada e sonolenta o tempo todo.

2. Falta de ar

Quando o coração bombeia menos sangue, o pulmão tem mais dificuldade de transportar o oxigênio e, consequentemente, há menos oxigênio para si próprio. Ambos os órgãos funcionam em conjunto, logo, se um não funciona bem, o outro também falhará em suas tarefas. Sentir falta de ar sem motivo aparente não é nada bom e deve-se recorrer o mais rápido possível ao médico.

3. Fraqueza

Quando se sente fraqueza repentina, é porque as artérias não estão permitindo a circulação sanguínea adequada pelo corpo. Os músculos, sem a quantidade necessária de nutrientes e oxigênio transportados pelo sangue, ficam mais fracos, podendo provocar, inclusive, quedas.

4. Tontura e suor frio

A má circulação do sangue pelo corpo afeta também o cérebro, provocando a sensação de tontura e é comum se sentir desengonçado e desastrado, como uma má coordenação repentina dos movimentos. NUNCA ignore este sintoma, pois sua vida pode estar em risco.

5. Pressão no peito

Quando se está tendo os sintomas de um princípio de ataque cardíaco, é normal que se sinta (ou que venha se sentindo) dor ou uma pressão do lado esquerdo do peito. A má notícia é que esses sintomas só aumentam até o momento em que o ataque em si ocorra.

6. Ter sintomas de resfriado ou gripe

Esse é um sintoma estranho, mas que pode ocorrer em algumas pessoas. Quando se tem os mesmos sintomas de um resfriado, do nada, pode significar que um ataque cardíaco é iminente. Sabe-se que há pessoas que já se queixaram de ter tido sintomas de resfriado antes dos seus ataques ocorrerem. Se você ou alguém próximo possui alguns desses sintomas, procure a ajuda médica o mais rápido possível, pois, em muitos casos, é possível que se saia do quadro com nenhuma ou poucas consequências importantes. Fontes: medicinenet.com/heart_attack__symptoms_and_early_warning_signs/views.htm // nhlbi.nih.gov/health/health-topics/topics/heartattack/signs

CONHEÇA 11 SINAIS DE QUE VOCÊ PRECISA BEBER MAIS ÁGUA

Não é nenhuma novidade de que todo o ser vivo precisa de água, mas precisamos admitir que nem sempre nos lembramos disso. A quantidade recomendada de água varia de acordo com o sexo, as atividades físicas que a pessoa pratica e também a idade. Mas, o corpo dá sinais claros de que o tanto de água que está sendo consumido diariamente não está sendo o suficiente para o funcionamento e manutenção do organismo.

1 – Pele seca

A pele é o maior órgão do nosso corpo e precisa de hidratação. A falta de suor pode ser extremamente prejudicial para a saúde, pois torna o corpo incapaz de eliminar o excesso de sujeira e óleo acumulado ao longo do dia. Se você quer evitar esse problema, é melhor tomar mais água!

2 – Você está sempre com sede

Isso é um grande indicador de que há algo errado em seu corpo. Além da desidratação, algumas doenças também causam a sede excessiva. Então, quando sentir esse sintoma, é melhor ficar atento, caprichar na hidratação e caso os sintomas persistam, é melhor procurar um médico.

3 – Olhos secos

A falta de água não afeta somente a boca e a garganta, como também os olhos. Isso causa falta de água nos canais lacrimais, causando ardência e vermelhidão nos olhos, além de outros problemas mais graves.

4 – Boca e lábios secos

Parece óbvio – e é – mas muita vezes negligenciamos. Frequentemente, quando sentimos a desagradável sensação de boca seca, recorremos aos sucos, refrigerantes e outras bebidas doces. Elas são apenas uma solução temporária e não é tão eficaz quanto parece.

5 – Dor nas articulações

Sim, falta de água também causa dor nas articulações e pode causar bastante desconforto. As junções e os discos de cartilagem são compostos por 80% de água, e são necessárias para os ossos não se esfregarem uns contra os outros a cada passo. Ao manter o equilíbrio de água nas articulações, o corpo pode absorver o choque produzido por movimentos bruscos em quedas ou corridas.

6 – Redução da massa muscular

Os músculos também são compostos por uma grande quantidade de água. Então quando você tem menos água no corpo, você tem menos massa muscular. Beba água antes, durante e após os treinos e atividade física. Tal hábito não só é necessário para você se sentir bem, mas também é muito importante para reduzir a probabilidade de inflamação e dor associada com os exercícios posteriormente.

7 – Você fica doente por mais tempo

Beber água ajuda seu organismo a se livrar de doenças com muito mais facilidade. Seu organismo trabalha perfeitamente quando há a filtragem, mas sem a água esse mecanismo não pode funcionar corretamente. Quando sofremos desidratação, diferentes órgãos começam a ‘sugar’ a água do sangue, e isso pode causar o surgimento de uma longa lista de problemas e torna bem mais difícil se livrar deles.

8 – Sentir cansaço e sonolência também pode ser falta de água

Quando há desidratação, o seu corpo rouba água do sangue e isso causa falta de oxigênio em todos os órgãos. Como resultado, essa falta causa sonolência e cansaço. Se você se sente assim e não encontra uma explicação para isso – preguiça não vale – é melhor rever a quantidade de água que você anda tomando por dia.

9 – Fome, muita fome

Quando você está desidratado, seu corpo pode pensar que precisa de mais comida. Isso acontece durante o dia e também a noite, quando você acorda e sente aquela necessidade louca de assaltar a geladeira.

10 – Problemas digestivos podem ser causados por desidratação Já falamos sobre o quão importante é a hidratação da mucosa oral, e como ela está ligada ao sistema digestivo. Sem a quantidade necessária de água, a densidade do revestimento estomacal diminui, o que permite que o ácido do estômago danifique seus órgãos internos, levando ao que é comumente chamado de azia e indigestão.

11 – Envelhecimento precoce

A capacidade do nosso organismo de reter água diminui naturalmente a medida em que envelhecemos. Isso significa que, conforme a idade passa, precisamos aumentar a ingestão de água. Caso isso não seja feito, podemos sentir os efeitos na pele e também nas doenças que passamos a ter. Fonte:http://brightside.me/article/12-important-signs-that-we-dont-drink-enough-water-36355/

POR QUE É PERIGOSO RECARREGAR O CELULAR EM LUGARES PÚBLICOS

Recarregar bateria fora de casa pode oferecer riscos[Getty images] É uma situação bastante comum. A bateria do seu celular acaba e você, no aeroporto, café ou transporte público, coloca o aparelho para recarregar. Especialistas em segurança alertam, no entanto, que isso pode levar apuros - logo, demanda precauções. "Quando você conecta seu telefone ou tablet (a pontos de recarga) em lugares públicos - um aeroporto, por exemplo -, se um hacker passou por ali antes, ele pode extrair informações do seu aparelho", explicou Samuel Burke, repórter de tecnologia da rede americana de TV CNN, em um programa especial sobre o assunto. Além disso, usar um cabo USB para recarregar o celular conectando-o a um computador ou tablet que você não conhece também está longe de ser a melhor opção. Segundo a empresa de segurança cibernética russa Kaspersky Lab, os celulares deixam expostos um grande número de dados quando estão conectados a computadores, um processo que, no jargão técnico, os especialistas chamam de "aperto de mão". Durante o "aperto de mão", o telefone passa, pelo cabo, informações para o computador. Ele "conta" à máquina, por exemplo, como se chama, qual é seu fabricante, número de série, sistema operacional e até sua lista de arquivos. A partir daí, seu celular pode ficar "infectado" e é possível que uma pessoa monitore as atividades do aparelho usando o ID (código de identificação) do dispositivo, explicam os especialistas da empresa. Entre as consequências mais comuns do "aperto de mão" está a possível invasão do dispositivo por um programa maléfico, malware em inglês, e que pode, por exemplo, bloquear seu acesso a arquivos. Para devolver esse acesso, muitos hackers tentam obrigar o usuário a pagar um "resgate". Outra possível consequência é que vírus podem infectar o aparelho e, disfarçados de páginas oficiais, obter informações pessoais do usuário, como dados bancários.

'Juice-jaking'

Em texto no jornal americano The New York Times, a repórter de tecnologia da publicação, J.D. Biersdorfer, disse que a cópia de dados telefônicos de uma pessoa sem seu consentimento - chamada de "juice-jaking" - "foi demonstrada em convenções de hackers". "É perfeitamente possível transferir programas maléficos para um telefone a partir da conexão USB de um computador ou dispositivo em ponto público de recarga, por exemplo, em aeroportos ou shopping centers", explicou Biersdorfer. "Em 2016, a Federal Trade Commission dos Estados Unidos (Comissão Federal de Comércio, FTC na sigla em inglês) recomendou a consumidores que não conectassem seus smartphones a sistemas de entretenimento por meio de um porto USB ou conexão Bluetooth em carros alugados", escreveu a especialista. A razão, segundo Biersdorfer, é que o sistema é capaz de importar e armazenar dados do seu telefone - como registros de chamadas, contatos e endereços que você solicitou ao GPS (Global Positioning System, instrumento de navegação embutido em computadores e smartphones que se baseia em sinais de rádio emitidos por satélites artificiais). Por isso, a FTC aconselha que, em vez de utilizar a conexão de saída do USB, o consumidor conecte seu aparelho na tomada elétrica do carro por meio de um cabo compatível. Detalhe: esse é apenas um exemplo de "juice-jaking".

Recomendações

- Utilize as funções de encriptação e autenticação do seu celular para proteger seus dados e arquivos. Elas podem ser encontradas entre os ajustes de segurança do aparelho. - Use um bom antivírus. - Não recarregue seu celular em computadores e pontos de recarga que não sejam de sua confiança. - Se você decidir correr o risco e recarregar em um local menos confiável, não desbloqueie o aparelho durante a recarga. - Use um cabo USB especial, que te permita recarregar o telefone mas, ao mesmo tempo, evite a transferência de dados. - Faça a recarga com o aparelho desligado - Proteja seu telefone com uma boa senha. - Seja cauteloso com os aplicativos que você instala. fonte: http://www.bbc.com/portuguese/geral-40022162

COMO TRABALHAM AS PESSOAS E OS ROBÔS QUE CONSERTAM OS CABOS DE INTERNET OCULTOS SOB O MAR

O rompimento de um cabo submarino de internet é algo imprevisível. Alguns podem passar anos sem nenhum dano. Outros, contudo, acabam sofrendo rasgos em poucos meses. Nesse emaranhado de cerca de 300 cabos que nos conectam à rede nas profundezas aquáticas - alguns submersos a mais de 8,5 km - nem todos estão expostos a danos na mesma proporção. "Nosso cabo TGN-Atlantic, que conecta o Reino Unido com os Estados Unidos - tem 13 mil km de extensão, o equivalente a 136 mil piscinas olímpicas -, não sofreu nenhuma falha desde 2013", afirma John Hayduk, chefe de operações da empresa indiana Tata Communications, responsável pela maior rede de cabos submarinos do mundo, que engloba 25% das rotas do planeta. "É uma façanha de engenharia coordenar a conectividade desses cabos diariamente e encontrar localizações adequadas para eles", afirma o especialista. Mas pode haver complicações. "No fundo do oceano há montanhas, vales profundos, áreas lamacentas e terrenos irregulares", diz Kersti Klami, diretora de comunicação da Tata. "É importante encontrar locais para cabos submarinos que sejam os mais planos possíveis. Evitar, por exemplo, barreiras de coral. Em zonas de pesca e navegação, o cabo é enterrado no fundo do mar para evitar danos com âncoras", acrescenta.
Ainda assim, às vezes as coisas dão errado e os cabos se danificam. É quando enviamos um navio especial de reparos." A operação não é simples. Trata-se de um trabalho conjunto entre homem e máquina, muitas vezes a milhares de metros abaixo do mar, condição em que precisão e técnica são fundamentais.

Inimigos dos cabos

"Produtos de navegação, como equipamentos de pesca que se enroscam nos cabos ou âncoras que se arrastam com eles, são as causas mais comuns de rompimentos", afirma John Manock, editor da SubCableWorld, publicação da Technology Systems Corporations, empresa de comunicação baseada na Flórida e especializada en tecnologia marítima. Um relatório de 2015 do Comitê Internacional de Proteção de Cabos (ICPC, na sigla em inglês) apontou que operações marítimas respondem por 65% a 75% dos danos nos cabos. "A atividade sísmica também pode provocar estragos, especialmente em áreas de alta atividade, como o círculo de fogo do Pacífico, mas não representa nem 10% das ocorrências", afirma Manock. Manock diz que é um equívoco associar esses danos a mordidas de tubarões. Segundo ele, o ICPC afirma que esses casos não representam nem 1% dos casos registrados entre 1959 e 2006. "Causas habituais incluem terremotos e âncoras perto da costa, em regiões de rotas pesqueiras", concorda Hayduk. Mas como é possível identificar danos em um cabeamento submarino? "Uma mudança repentina na voltagem indica que algo está errado. É preciso muita eletricidade para ligar o sinal que coordena os dados transportados pelos cabos e que permite o funcionamento da internet", explica Hayduk. "Quando um cabo está partido, ele entra em contato com o mar, o que causa essa variação súbita na voltagem." Quando algo assim ocorre, é preciso atuar com urgência. "Se o cabo não foi completamente cortado, o tráfego de internet é redirecionado a outro sistema de cabos, e muitas vezes os usuários nem percebem o problema", afirma o chefe de operações da Tata.
O cabo TGN-Atlantic viaja pelo oceano do Reino Unido aos EUA transportando dados de internet a cerca de 200km por segundo(TATA COMMUNICATIONS). Enquanto isso, as operações de reparo ocorrem dentro e fora d'água.

Homem e máquina

"Consertar um cabo estragado pode levar dias. Em primeiro lugar é preciso identificar o dano. Depois envia-se o navio de reparos. O mau tempo pode atrasar essas operações", explica Manock. John Hayduk, da Tata, diz que a empresa costuma levar duas semanas nessas operações - mas o prazo pode se estender por até dois meses caso a ocorrência seja no meio do oceano e causada por terremoto. Disponibilidade de navios, prazos para obter permissões, distância da ocorrência, tempo para identificação do problema e clima são fatores que influenciam a duração dos reparos, afirma Alan Mauldin, diretor de pesquisa da consultoria de telecomunicações americana TeleGeography. "O cabo não costuma ser reparado dentro da água - é trazido ao barco para os consertos", afirma. E o processo dependerá do tipo de dano sofrido pelo material. "Para encontrar a parte danificada são feitas medições nos extremos do cabo. Quando o navio chega, o processo leva em geral um dia, mas não é sempre assim", afirma o historiador tecnológico Bill Burns.
Todo é coordenado por robôs - ou ROVs (veículos submarinos operados remotamente, na sigla em inglês). "Eles são empregados para manipular os cabos em oceanos pouco profundos, e apenas para retirá-los, não para consertá-los sob a água", afirma Burns. Segundo o historiador, apenas operadores humanos embarcados podem proporcionar a precisão e o cuidado necessários ao trabalho. "Em águas mais profundas há cabos que estão no mesmo lugar há 160 anos. Os ROVs podem ser usados para localizar a parte danificada. Baixa-se uma pequena âncora em uma corda grossa, que se arrasta em direção ao cabo até se enganchar a ele", detalha. Para o conserto, é preciso cortar o pedaço danificado e colocar uma nova peça, numa espécie de remendo. "Isso demanda um trabalho coordenado entre robôs e humanos", dizHayduk. "A equipe a bordo do navio insere a parte nova e depois o robô volta ao fundo do mar e a conecta ao extremo do cabo, que em seguida é enterrado novamente sob o leito oceânico."
O navio só retorna após a conclusão do conserto. "Problemas nessas operações são raros, e há testes para confirmar o sucesso do reparo." A operação é complexa, mas as empresas possuem experiência nessas ações, daí o histórico de êxitos. "A indústria de cabos submarinos tem muita experiência em consertos. É preciso lembrar que o primeiro telégrafo transatlântico começou a funcionar em 1858 e teve que ser reparado em poucas semanas", comenta Manock. "Por mais que o processo seja difícil, especialmente em más condições climáticas, as operações costumam transcorrer sem problemas. E isso é vital pela natureza do tráfego de internet em nosso mundo, onde um apagão na rede pode provocar graves problemas econômicos e até de segurança nacional", conclui o editor Manock. FONTE: http://www.bbc.com/portuguese/geral-40243439

EM BUSCA DO SER VIVO MAIS VELHO DO MUNDO

As efêmeras, insetos semelhantes a pequenas libélulas, vivem por apenas um dia; os humanos podem chegar, com sorte, a um século de vida. Mas qual é o organismo vivo mais velho do mundo? Para cientistas, essa tarefa, de tentar precisar a idade de espécies longevas, é um desafio. Sob os galhos de uma castanheira de 300 anos no Jardim Botânico Real em Londres, o diretor do local, Tony Kirkham, diz que as árvores são capazes de viver mais que animais mas que é preciso um trabalho de detetive para encontrar as mais velhas e estimar sua idade. "Primeiro, podemos olhar registros antigos para descobrir se uma árvore estava plantada lá numa determinada data. Então, olhamos para pinturas e outros trabalhos de arte para ver se a árvore já estava presente. E alguns mapas antigos também podem claramente mostrar as árvores do local, especialmente as importantes". Uma maneira conhecida de definir a idade de uma árvore é contar o número de anéis no núcleo do tronco: há um anel por ano de crescimento. É um processo conhecido como dendrocronologia e só funciona para certos tipos de árvore - as que têm um crescimento anual acelerado. O problema óbvio é que contar os anéis geralmente envolve cortar a árvore. Arboricultores contornam esse problema usando um tipo de furadeira que permite remover parte do núcleo para contar os anéis sem levar a árvore à morte. É uma arte delicada; Tony conta um caso ocorrido nos anos 60, quando a broca de um cientista quebrou dentro de um pinheiro do tipo bristlecone do qual queria retirar uma amostra. O equipamento é caro, e para ajudá-lo a recuperar o instrumento perdido, um guarda-florestal cortou a árvore. Uma vez derrubada, a árvore pôde ser facilmente analisada: tinha 5 mil anos.
"Foi terrível, mas muitos achados científicos foram possíveis graças àquela oportunidade, e desde então, encontramos árvores que são tão velhas quanto, se não mais velhas", admite Tony. Uma equipe de pesquisadores americanos mantém uma lista, chamada Lista Velha, de árvores antigas oficialmente datadas. Entre elas, está uma figueira sagrada no Sri Lanka que tem pelo menos 2.222 anos, e um cipreste-da-patagônia, no Chile, com 3.627 anos - é tão velho quanto os monumentos pré-históricos de Stonehenge, na Inglaterra. Um pinheiro bristlecone batizado de Matusalém, encontrado nas montanhas da Grande Bacia, na Califórnia (EUA), tem 4.850 anos. Mas a árvore mais velha da lista, um pinheiro da mesma espécie na mesma localidade, ainda não batizado, tem um núcleo sugerindo uma idade de 5.067 anos. A árvore, desgastada pelo tempo, viveu a ascensão e a queda do Império Romano. Já estava lá quando os egípcios antigos começaram a construção das pirâmides. Mas será este pinheiro de mais de 5 mil anos o organismo individual mais velho do planeta? Isto depende da definição de "organismo individual". No Parque Nacional de Fishlake, em Utah(EUA), vivem álamos-trêmulos que muitos teriam dificuldade de enxergar como uma única árvore. Trata-se de uma colônia clonal, ou seja, um grupo de árvores geneticamente idênticas. É tão grande que parece uma floresta. Mas mesmo sendo do tamanho do Vaticano, a colônia, conhecida como "Pando", latim para "eu me espalho", começou de uma única semente, e, ao longo dos anos, se estendeu por 50 mil troncos de árvores. É difícil estimar sua idade exata, diz a geneticista de população Karen Mock, da Universidade do Estado de Utah, que trabalha no local. "Houve várias estimativas, mas o problema é que a árvore original muito provavelmente não está mais lá", contou ela à BBC. As árvores clonais crescem em todas as direções e se regeneram ao longo do tempo. Isto significa que tirar o núcleo de um trono não dará a idade da colônia. Cientistas tentam contornar o problema equiparando tamanho com idade. É um processo impreciso, por isso a estimativa da idade de Pando vai de poucos milhares de anos a 80 mil anos. A professora Mock espera que uma nova técnica, de investigar quantas mutações de DNA são acumuladas ao longo do tempo, traga uma alternativa para definir a idade dessa árvore memorável. Se uma árvore pode viver 80 mil anos, por que parar aí? Há algum organismo imortal na Terra? Não, de acordo com o especialista em envelhecimento João Pedro de Magalhães, da Universidade de Liverpool. "Todos os organismos podem morrer, então não há uma espécie imortal", diz. "Mas você tem espécies vertebradas complexas que parecem não envelhecer, como as tartarugas das Ilhas de Galápagos (Equador) ou uma salamandra das cavernas chamada Olm. Eu digo 'parecem não envelhecer'; não estudamos nenhuma dessas espécies por 500 anos. Já é difícil conseguir financiamento para cinco anos de projeto", brinca. O quanto você vive depende, em parte, do seu lugar no mundo; seu nicho ecológico. Os organismos no topo da cadeia alimentar têm poucos predadores, então têm mais chances de viver mais e passar essa característica para outras gerações.
O clima frio também tem importância: as esponjas-de-vidro da Antártida, por exemplo, são consideradas os "animais vivos mais velhos" da Terra, com uma longevidade estimada em cerca de 15 mil anos. "Não temos certeza disso", diz Magalhães, "porque, obviamente, ninguém estava lá para checá-las há 15 mil anos". As estimativas são passíveis a erro, mas de acordo com Magalhães, as esponjas da Antártida crescem lentamente por causa do frio, e se encaixam no modelo de criaturas de crescimento lento com períodos de vida mais longos. No entanto, o organismo vivo mais velho - segundo medições mais precisas - continua sendo o pinheiro bristlecone da Grande Bacia, na Califórnia, o Pinus longaeva. O Pando e as esponjas-de-vidro da Antártida podem ser mais velhos, mas suas idades foram estabelecidas por medições indiretas. Para os especialistas, entretanto, há muito a ser descoberto nessa área, e é provável que o organismo mais velho do planeta sequer foi encontrado. fonte: http://www.bbc.com/portuguese/geral-40258768