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sábado, 15 de julho de 2017

SONDA DA NASA CAPTURA FOTOS INÉDITAS DA MAIOR TEMPESTADE DO SISTEMA SOLAR

Se você acompanha de perto notícias relacionadas com astronomia, então deve estar por dentro das andanças da sonda espacial Juno da NASA. A pequena nave não-tripulada tem como missão levantar informações sobre Júpiter, o maior planeta do Sistema Solar e, para isso, ela percorreu quase três bilhões de quilômetros — ao longo de mais ou menos cinco anos — até chegar ao gigante gasoso, em meados do ano passado. Desde então, a Juno vem conduzindo sua missão direitinho e ajudando os cientistas a desvendar uma porção de mistérios sobre Júpiter. Ela também tem enviado imagens espetaculares do planeta — e a última seleção foi registrada sobre a “Grande Mancha Vermelha”, a feição mais marcante da atmosfera jupiteriana.

Tempestade descomunal

De acordo com Ben Panko, do site Smithsonian.com, atualmente, a sonda espacial leva 53 dias para percorrer de um polo a outro de Júpiter, e no início desta semana, Juno fez a maior aproximação da Grande Mancha Vermelha já realizada por um dispositivo terráqueo até agora. As melhores imagens que existiam dessa imensa estrutura eram as que foram capturadas pelas sondas espaciais Voyager quando elas passaram por Júpiter em 1979. Essa turbulenta feição jupiteriana se encontra em atividade há mais de 300 anos e é um imenso ciclone com mais de 16.000 quilômetros de diâmetro — o que significa que o nosso planeta caberia com folga em seu interior! —, ventos que atingem mais de 600 km/h e cujas temperaturas podem passar dos 1.300 graus Célsius. Então, não é à toa que a Grande Mancha Vermelha é considerada a maior tempestade do Sistema Solar. Segundo Mark Kaufman, do site Inverse, a Juno sobrevoou essa descomunal formação a cerca de 9.000 quilômetros de altitude e aproveitou para registrar uma porção de imagens da tempestade. O sobrevoo durou 12 minutos e capturou panorâmicas com sua impressionante câmera — que conta com uma resolução de aproximadamente 3 quilômetros por pixel. Confira alguns dos cliques que já foram processados na galeria a seguir:
(NASA/ NASA/SwRI/MSSS/Juan Carlos Munoz © CC NC AS)(JPL NASA/Swri/MSSS/JunoCam/Carlos Galeano - Cosmonautika © PUBLIC DOMAIN)(NASA/ TiagoPanserini)(NASA/ Luigi Gallo © CC BY) Só a título de curiosidade, durante o século 19, os astrônomos estimaram que a Grande Mancha Vermelha media 40.000 quilômetros de diâmetro e, em 2015, o pessoal da NASA divulgou a informação de que ela parece estar diminuindo de tamanho — a uma taxa de mais ou menos 930 km/ano. Os pesquisadores não sabem dizer a razão do “encolhimento”, mas, quem sabe as leituras conduzidas pela Juno não os ajudam a descobrir! fonte: smithsonianmag.com/smart-news/peering-great-red-spot-180964037/

domingo, 9 de julho de 2017

NASA AVANÇA EM MISSÃO QUE VISA PROTEGER A TERRA DA AMEAÇA DE ASTEROIDES

A NASA está desenvolvendo o seu primeiro sistema de defesa planetária para evitar que um grande meteoro atinja a Terra. Afinal há sempre uma probabilidade a espreita que nos reservaria o mesmo destino dos dinossauros. Os detalhes da missão chamada "Double Asteroid Redirection Test" (DART) soam como obra de ficção científica de Hollywood com Bruce Willis no elenco e envolvem enviar uma espaçonave em uma viagem suicida contra um asteroide. Segundo Lindley Johnson, do escritório de defesa planetária da Nasa, o projeto demonstrará o que é conhecido como impacto cinético. Ao atingir um asteroide, o que se espera é alterar sua órbita. A missão se encontrava na fase de conceito até então e no último dia 23 recebeu sinal verde para a etapa onde cientistas desenvolverão o design preliminar da espaçonave. Esta deverá se chocar contra um pequeno asteroide que se aproximará da Terra em outubro de 2022, mas que, segundo a NASA, não representa nenhuma ameaça ao nosso planeta. O alvo escolhido é, na verdade, um sistema binário composto pelos corpos Didymos A (com cerca de 780 metros de diâmetro) e o Didymos B, com 160 metros. Os cientistas do programa explicam que o fato de Didymos B orbitar o Didymos A facilita a observação dos resultados do impacto e garante que o experimento não irá alterar a órbita do par ao redor do Sol. "Um asteroide binário é o laboratório natural perfeito para esse teste", disse Tom Statler, cientista do DART. Após o lançamento, a espaçonave - que terá o tamanho de uma geladeira - voará em direção ao Didymos e um sistema de navegação autônoma será usado para mirar o asteroide menor, chocando-se contra o objeto a uma velocidade aproximada de 6 quilômetros por segundo[21.600 Km/h]. Aqui na Terra, observatórios acompanharão o impacto e as mudanças resultantes na órbita de Didymos B em relação ao A. A NASA estima que já tenha localizado 93% dos objetos que são suficientemente grandes para causar impactos globais. A esperança é que, com o DART, em breve, haverá um mecanismo de defesa que possa impedir que asteroides nos coloquem em extinção. fonte: http://idgnow.com.br/internet/2017/07/05/nasa-avanca-em-missao-que-visa-proteger-terra-da-ameaca-de-asteroides/

quinta-feira, 15 de junho de 2017

NASA PRETENDE CONSTRUIR FOGUETES MOVIDOS A FUSÃO NUCLEAR

São vários os pontos que limitam atualmente a nossa capacidade de alcance no espaço, sendo um deles a questão dos combustíveis. Atualmente, os foguetes de propulsão à nossa disposição demandam o uso de combustível propulsor, que garantem energia e velocidade necessárias para mover as espaçonaves, mas tudo por um período relativamente curto de tempo. E é exatamente para tentar mudar esse panorama que a NASA acaba de criar uma empresa para desenvolver foguetes movidos a fusão nuclear. Chamada de Princeton Satellite Systems, a companhia tem como principal objetivo desenvolver um reator nuclear pequeno e seguro o suficiente para ser acoplado a uma espaçonave, capaz de gerar energia o suficiente para longas empreitadas espaciais. Eficiente, mas ainda com problemas Além de ser bem menor do que um reator nuclear comum (ele teria 1,5 m de comprimento por 4,8 m de largura), o projeto bancado pela NASA também é bem mais barato. Enquanto experimentos com um reator convencional pode custar até US$ 20 bilhões, o protótipo de foguete movido a fusão nuclear não deve custar mais do que US$ 20 milhões. Para garantir a propulsão, o minirreator usaria uma combinação de deutério e hélio-3 para gerar campo magnético e ondas de rádio de baixa frequência e, assim, criar o calor necessário para transformar a matéria em plasma e iniciar a fusão. O direcionamento do plasma pelo bocal do foguete garantiria um motor de propulsão eficiente e de alto impulso. A NASA já realizou três doações pesadas à Princeton Satellite Systems e espera que todo este aporte financeiro seja capaz também de solucionar alguns problemas em torno do projeto. O principal deles até agora é a questão da radiação: apesar de este tipo de reator produzir menos radiação nociva, ele ainda o faz, o que pode colocar em risco a saúde dos tripulantes de uma espaçonave. Vale lembrar, porém, que é justamente para isso que servem as pesquisas e os testes. Assim, a nova startup fundada pela NASA pretende ter um protótipo de seu novo reator de fusão nuclear entre 2019 e 2020. FONTE: scientificamerican.com/article/could-tiny-fusion-rockets-revolutionize-spaceflight/?WT.mc_id=SA_TW_SPC_NEWS&sf87930813=1

sábado, 3 de junho de 2017

COMO SERÁ A 1° MISSÃO ESPACIAL AO SOL, ANUNCIADA PELA NASA

A agência espacial americana (Nasa) lançará em meados do ano que vem uma sonda para se aproximar da superfície do Sol. Este será o objeto feito pelo homem que poderá chegar mais perto do astro celeste, a uma distância de seis milhões de quilômetros. Isto é cerca de sete vezes mais perto do que o último recorde, da espaçonave Helios, lançada em 1976 e que chegou a 44 milhões de quilômetros da superfície solar. O grande desafio é produzir um equipamento capaz de suportar as temperaturas da região, que chegam a cerca de 2.500°C. A nave da Nasa será protegida por um escudo térmico composto de carbono especialmente desenvolvido para a missão. Além disso, a proteção térmica será constantemente resfriada por sistemas de radiadores. "Gosto de chamar esta de a missão mais quente sob o Sol", comentou a cientista da Nasa, Nicola Fox. A sonda de 3 metros de comprimento vai orbitar 24 vezes o Sol, e a máxima aproximação é esperada para dezembro de 2024. Ela irá se locomover a uma velocidade de 725.000 km por hora – 200 km por segundo. A missão custará cerca de US$ 1,5 bilhão (R$ 4,8 bilhões) e espera coletar dados para ajudar astrônomos a prever eventos solares que impactam a vida na Terra e a explicar alguns dos mistérios que cercam nossa fonte de luz e calor. Um dos enigmas é por que a temperatura da superfície do Sol é muito mais quente que a da sua corona – a atmosfera. Ou seja, enquanto a superfície tem em torno de 5.700°C, a atmosfera é 300 vezes mais quente. Em geral, seria esperado o oposto: a superfície, por estar mais próxima da fonte de calor, seria mais quente. Outro mistério a ser estudado será o que acelera o chamado “vento solar” – a emissão de partículas a partir do Sol que afeta a Terra e o sistema solar. O astrofísico Eugene Parker, de 89 anos, foi pioneiro na pesquisa desse fenômeno e será homenageado pela Nasa, que anunciou nesta semana que o cientista dará nome à sonda, batizada Parker Solar Probe. Segundo a Nasa, o trabalho de Parker é a base de grande parte da compreensão sobre como as estrelas interagem com os objetos que os orbitam. É a primeira vez que a agência americana nomeou uma nave especial com um indivíduo vivo. “A resposta a estas questões podem ser obtidas apenas através de medições no local do vento solar”, disse num comunicado Nicky Fox, cientista que trabalha no projeto. A Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) também planeja lançar sua própria missão ao Sol em fevereiro de 2019. FONTE: http://www.bbc.com/portuguese/internacional-40138403

sábado, 8 de abril de 2017

NASA VAI ENVIAR SERES HUMANOS A MARTE EM 2033

A agência espacial recebeu um conjunto de ambiciosos novos objetivos, que incluem uma missão tripulada a Marte. A nova Lei de Autorização de Transição da NASA de 2017, que atribuirá US$ 19,5 bilhões ao orçamento da agência espacial, foi aprovada na semana passada, anunciando uma nova era de missões espaciais e pesquisa. Um dos novos objetivos mais significativos da NASA será criar um roteiro para que os seres humanos “fiquem perto ou na superfície de Marte nos anos 2030” com uma data de missão tripulada de 2033. Já a missão de redirecionamento de asteroides previamente planejada, que visava trazer um asteroide em uma órbita mais próxima e, em seguida, enviar uma tripulação para visitá-lo, agora talvez nunca aconteça. Houve um apoio significativo no entanto para a nova espaçonave Orion e Space Launch System, que será crucial se a NASA quer enviar seres humanos para Marte dentro do prazo estabelecido. Uma missão não tripulada da Lua está agendada para 2018 com uma missão tripulada em 2021. A lei também apoia planos para um rover do tamanho de um carro em Marte até 2020, uma missão para procurar vida na lua de Júpiter Europa e os esforços para localizar exoplanetas usando o Telescópio Espacial James Webb. A NASA também foi convidada a renovar seus esforços para localizar os asteroides potencialmente perigosos, bem como para criar mais plutônio 238 – o combustível usado para alimentar algumas de suas sondas de profundidade e aterradores. FONTE: https://arquivoufo.com.br/2017/03/26/nasa-vai-enviar-seres-humanos-marte-em-2033/

sábado, 8 de outubro de 2016

NASA DETECTA VAPOR DE ÁGUA EM LUA DE JÚPITER

A NASA, confirmou recentemente que o telescópio Hubble detectou o que parecem ser colunas de vapor d’água irrompendo de Europa, uma das luas do planeta Júpiter. Geoff Yoder, diretor interino da agência espacial norte-americana, explicou a importância da descoberta: “O oceano de Europa é considerado um dos locais mais promissores do Sistema Solar, onde há grande potencial de existir vida”. A superfície de Europa é coberta por um oceano maior que todos os oceanos da Terra juntos e está revestida de uma espessa camada de gelo. Se confirmada a descoberta, os pesquisadores poderão coletar amostras de água e tentar definir o grau de habitabilidade do satélite. Dadas as limitações tecnológicas, é difícil determinar com exatidão se as imagens registradas pelo Hubble correspondem realmente a uma coluna de vapor d’água emergindo da superfície do satélite – na imagem acima, na parte inferior, à esquerda. No entanto, diante de uma hipótese tão promissora, a NASA planeja enviar uma sonda não tripulada para analisar o território na próxima década. Em 2018, o James Webb Space Telescope estará pronto para funcionamento. Trata-se de um telescópio de altíssima resolução, projetado especialmente para observar com maior precisão a lua de Júpiter. fonte: megaarquivo.com/2016/10/04/12-853-sinais-de-vida-nasa-detecta-vapor-de-agua-em-lua-de-jupiter/

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

NASA DIVULGA IMAGENS INÉDITAS DE JÚPITER FEITAS PELA SONDA JUNO

A NASA divulgou no último final de semana imagens inéditas de Júpiter feitas pela sonda Juno. A espaçonave chegou a órbita do planeta em julho após uma longa viagem de cinco anos. As imagens em alta resolução mostram o planeta abaixo de suas nuvens de gás. O feito é histórico uma vez que nenhuma missão até então havia conseguido chegar tão próximo e registrar fotos tão precisas. O sobrevoo colocou a sonda a 4,2 mil quilômetros acima da atmosfera do gigante gasoso. O pesquisador principal da missão, Scott Bolton, do Instituto de Pesquisa de Southwest, disse que as imagens surpreenderam a equipe. Segundo ele, não se parece com nada que jamais foi visto ou que se esperava. "Conseguimos ver pela primeira vez o polo Norte de Júpiter... É mais azul nesse local do que em outras partes do planeta, e há muitas tempestades". Segundo Bolton, as faixas latitudinais que comumente caracterizam a ilustração do planeta e seus cinturões não aparecem nas imagens recentes: “é difícil de reconhecer Júpiter pelas imagens". A missão tem como objetivo coletar dados e materiais de sua atmosfera a fim de investigar a origem e evolução do maior planeta de nosso Sistema Solar. A Juno está equipada com ferramentas sofisticadas para captura de tais dados, entre elas aparelhos sensoriais que, agora, se voltam para as suas muitas camadas para medir a composição, temperatura, movimentos e suas propriedades. A NASA explica que os dados obtidos pela missão deverão indicar se Júpiter possui um centro sólido ou se o gás é comprimido a um estado ainda mais denso no centro do planeta. Segundo a agência espacial, a sonda se aproxima novamente do planeta no dia 19 de outubro. A previsão é que o destino da Juno se encerre em fevereiro de 2018, quando a espaçonave receberá o comando de se chocar a superfície de Júpiter. FONTE: http://idgnow.com.br/internet/2016/09/05/nasa-divulga-imagens-ineditas-de-jupiter-feitas-pela-sonda-juno/

sábado, 20 de agosto de 2016

ESTARIA A NASA TENTANDO FAZER UMA VIAGEM INTERESTELAR

Uma série de iniciativas da NASA, junto com um recente vídeo mostrando um objeto em alta velocidade mergulhando na superfície do Sol, deram margem à uma teoria incrível a respeito dos objetivos secretos da agência espacial. A NASA tem um forte apetite quando se trata da descoberta de novas coisas sobre o espaço. Sem dúvida, a renomada agência espacial está oferecendo benefícios de valor para a humanidade através do que ela revela, mas há também o lado misterioso disso que está sendo velado quase que perfeitamente. Isto posto, a NASA pode estar almejando metas mais altas do que as que imaginamos, e as pessoas que gerenciam a agência sabem como escondê-las muito bem. Para clarificar esta ideia, vamos realçar o evento de 2009, quando a NASA bombardeou a Lua, sem ter uma razão sólida para tal. Devido ao fato deles saberem que o evento não passaria sem ser notado, a brilhante ideia de torná-lo público e até mesmo transmiti-lo ao vivo para todo o planeta tomou forma. É verdade que ninguém (exceto eles) viu o que eles estavam bombardeando. Não houve imagem do impacto, mas somente um sufocado ‘bum’. Com este álibi em mãos, não houve receio do questionamento ou perseguição pública, mas o que estava realmente tentando obter com isto a renomada agência espacial? A especulação dentro da comunidade OVNI indica um observatório alienígena localizado no lado oculto da Lua. Por alguma razão, a NASA decidiu limpar a área. Vários anos se passaram desde o evento, e adivinhe o quê? O Governo dos EUA deu a luz verde para uma empresa comercial, gerenciada pelo empresário bilionário Naveen Jain, o cientistas de computadores Barney Pell e o futurista espacial Bob Richards pousarem na Lua, após 40 anos de ausência. A empresa, com base na Flórida, conhecida como Moon Express, irá entregar um módulo de alunissagem por razões científicas, mas também com uma carga comercial, Se isto não parecer suspeito o suficiente, vamos dar uma olhada em seus próximos objetivos. Em 2018, a NASA quer ‘tocar’ o Sol com sua missão Solar Probe Plus, que irá travar uma espaçonave em órbita solar e então mergulhá-la na sua superfície escaldante. Não há dúvida que esta missão significaria muito para a ciência. A sonda completará 24 órbitas ao redor do Sol e irá agregar uma visão de muito valor sobre a atividade solar. Mas isto poderia ser somente outro acobertamento perfeito para as reais intenções – investigar o misterioso ‘buraco’ negro que está crescendo na superfície do Sol. A NASA até mesmo admite isto, mas a operação está velada sob uma razão científica acreditável. Contudo, o cientista suíço Nassim Haramein acredita que há mais coisas a respeito da mancha do Sol do que se vê à primeira vista. Em sua visão, os extraterrestres estão usando a nossa estrela como um portal para a viagem interestelar. Ele sugere que naves alienígenas manipulam as extremas forças presentes dentro e ao redor do Sol, para eventualmente abrirem ‘buracos de minhoca’ que ligam o Sistema Solar aos mais distantes locais do Universo. Assim, poderiam estes buracos negros que são observados na superfície solar serem ‘buracos de minhoca’ que constituem passagens seguras entre dimensões? Muitos pesquisadores de OVNIs acreditam que sim, e mais provas disso recém apareceram no satélite Solar and Heliospheric Observatory (SOHO), que capturou a imagem de um suposto cometa Kreutz, que em tese passa de raspão no Sol, queimando à medida que se aproximava do nosso astro rei. Porém o objeto que viajava a 600 km/s não pareceu evaporar antes do impacto. Ao invés disso, ele pode ser visto enquanto impacta diretamente no Sol. Poderia isto ser um claro exemplo do que Haramein descreve como nave alienígena? De acordo com esta teoria, tais ‘buracos de minhoca’ não somente estão presentes na superfície do sol, mas também dentro de todos os planetas. Ele acredita que uma vez que uma civilização alcance um certo nível de avanço tecnológico, ela é capaz de viajar através do espaço e do tempo, usando estes recursos. Esta suposição explicaria o grande número de avistamentos de OVNIs entrando em vulcões aqui na Terra. Uma espécie avançada de alienígenas usaria o calor e o eletromagnetismo dentro dos planetas e estrelas para abrir portais interdimensionais que a impulsionaria dentro do manto terrestre, ou através do Universo. Poderia a NASA esconder estes fatos de nós, porque a espécie humana não está madura para aceitar esta informação? Estariam eles lentamente nos preparando para encararmos esta realidade num futuro próximo? Ou seria este um plano mais alto elaborado pelos nossos governos e pelos alienígenas? Poderiam eles trabalhar juntos para o bem maior da humanidade, ou somente para seus próprios interesses? Seja lá qual for o caso, parecemos estar mais próximos do que nunca de encontrarmos a verdade. Quando tudo for revelado, podemos somente esperar que seja para o bem de todos. fontes: http://ufoholic.com/nasa-trying-test-interstellar-travel-using-solar-wormhole //ovnihoje.com/2016/08/20/estaria-a-nasa-tentando-fazer-uma-viagem-interestelar/

domingo, 7 de agosto de 2016

NASA DESCOBRE UM BURACO NEGRO CRESCENDO NA SUPERFÍCIE DO SOL

A NASA viu um buraco gigante sobre a superfície do sol. Mas, antes que você entre em pânico tentando entender o que isso significa, não é o fim do mundo. O fenômeno astronômico é chamado de buraco coronal, e aparece na atmosfera da nossa estrela de tempos em tempos. O buraco pode durar de semanas a meses de cada vez, e pode tomar até um quarto da superfície do sol. De acordo com a agência espacial norte-americana, esses buracos marcam pontos de baixa densidade onde o campo magnético do sol abre livremente no espaço interplanetário, permitindo que o material quente da corona acelere para fora. Devido a isso, essas áreas têm plasma muito menos quentes do que os seus arredores mais brilhantes, fazendo com que pareçam mais escuras – daí a impressão de que há um “buraco” no astro-rei. Buracos coronais são a fonte de um vento de partículas solares de alta velocidade que flui para fora do sol, cerca de três vezes mais rápido que o vento mais lento em outros lugares. Enquanto eles não sinalizam grandes problemas para nós, pode haver algumas consequências irritantes na Terra. Os ventos solares liberados podem formar tempestades solares, que por sua vez podem perturbar os sistemas de satélite e de comunicação de rádio, por exemplo. FONTE: businessinsider.com/nasa-just-spotted-a-massive-hole-growing-on-the-surface-of-the-sun-2016-7

domingo, 20 de dezembro de 2015

HACKER ENCONTROU EVIDÊNCIAS DE "NAVES DE GUERRA ESPACIAIS" EM COMPUTADORES DA NASA

Gary McKinnon, um hacker especializado em invasões de sistemas complexos, revelou detalhes do que ele supostamente encontrou em computadores da NASA. O hacker britânico, que em 2002 foi considerado culpado pela “maior invasão de computadores militares de todos os tempos”, falou sobre seus esforços para encontrar evidências de acobertamentos relacionados a OVNIs. Com 49 anos, ele foi poupado de extradição para os EUA há 3 anos, disse recentemente ter descoberto evidência de um programa espacial secreto gerido pela Marinha dos Estados Unidos. “Eu fiz uma varredura em documentos e encontrei uma planilha do Excel que mencionava “oficiais não-terrestres”, disse. “Tinha fileiras de nomes e guias sobre ‘transferência de material’ entre as naves”. “Eu penso que há alguma base no espaço – o que explicaria a tentativa da NASA em apagar as provas de OVNIs de suas fotografias de satélite”. McKinnon diz que ele encontrou pelo menos uma imagem que mostra o que parecia ser um objeto estranho. “Estava no hemisfério de um planeta que eu suponho que era a Terra”, disse ele. “O tempo estava nublado, mas não havia o clássico OVNI em formato de charuto, mas tenho certeza que não era algo feito pelo homem”. Suas reivindicações controversas foram recebidas com significativo grau de ceticismo pelos especialistas. FONTE: http://arquivoufo.com.br/2015/12/08/hacker-encontrou-evidencias-de-naves-de-guerra-espaciais-em-computadores-da-nasa/

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

FUNCIONÁRIO DEMITIDO DA NASA REVELA QUE A AGÊNCIA ESCONDE A VERDADE SOBRE A LUA

Segundo o ex-gerente de dados do controle do departamento de fotografias, existe ruínas que foram construídas no lado oculto da lua. Ken Johnston, ex-gerente de dados do controle de fotografias do laboratório Receptor Luna da NASA, acabou abrindo a boca e contando para canais de TV norte-americanos a verdade por trás do lado oculto da lua. Verdade esta que a Agência Espacial Americana, esconde de todo mundo há mais de 40 anos. Segundo Johnston, no dia 20 de julho de 1969, quando a Apolo 11 fez seu primeiro pouso na Lua, sua tripulação tinha como missão explorar o solo lunar. Mas o que a tripulação teria encontrado foi algo muito mais surpreendente, teriam encontrado construções antigas com origem artificial. Segundo depoimentos dados a seus supervisores, os astronautas da época afirmam terem encontrado ruínas de edifícios em formato de torre com mais de 300m de altura. Além disso, havia na base extraterrestre uma grande operação de mineração e tecnologia de gravitação desconhecida. Além de terem encontrado objeto voadores em formato oval pousados sobre a superfície da lua, os astronautas haviam batido mais de 100 fotos de tudo que foi encontrado. Mas segundo relatos, a NASA teria dado a ordem para Johnston destruir as imagens, porém ele se recusou a seguir a determinação. Esta notícia já veio à tona em 2008, quando o ex-astronauta Neil Armstrong concedeu uma entrevista a um site de notícias. Na época, o ex-astronauta afirmou que no lado oculto da lua teria sido encontradas gigantescas construções. Uma espécie de base extraterrestre e eles estariam fazendo uma operação de mineração na superfície lunar. Além disso, a tripulação da Apollo 11 teria fotografado mais de 100 fotos fotografando naves-mães enormes pousadas sobre a superfície lunar. Além das fotos, uma câmera a bordo da sonda também teria gravado em tempo real as provas sobre o fato. Porém, quando retornaram à Terra, os astronautas foram orientados a não comentar nada a respeito do assunto. E muitas fotos assim como as imagens gravadas teriam sido apagadas pela Agência. Estas relatos aparecem no livro lançado recentemente chamado ''Dark Mission the Secret History of NASA". O livro é de co-autoria do consultor da NASA e conselheiro da CBS, Richard C. Hoagland, em parceria com Mike Bara, consultor de engenharia de área espacial. No livro, consta que o homem teria sido expulso da Lua por uma civilização extraterrestre que explora o local. O que poderia explicar o fato de o homem nunca mais pisar novamente em solo lunar há mais de 40 anos. Em nota, Johnston afirma: ''Não tenho mais nada a perder, briguei com a Agência e fui demitido", resumiu. O fato é que em 2009, a NASA lançou de um satélite um míssil balístico, o qual teria atingido em cheio o lado oculto da lua. Como alegação para o fato, a Agência informou que fez isto na tentativa de descobrir a existência de água no interior da Lua. Em dezembro passado, a Agência informou que pretende construir uma base em um dos polos da Lua. E pretende terminar este projeto em 2024. Já a empresa ''Energia'', fabricante de foguetes de lançamento da Rússia, tem um plano mais ambicioso. Pretende dar início a construção de uma base permanente na lua ainda em 2015. FONTE:http://br.blastingnews.com/mundo/2015/10/funcionario-demitido-da-nasa-revela-que-a-agencia-esconde-a-verdade-sobre-a-lua-00626403.html // http://novosinsolitos.blogspot.com.br/2015/11/funcionario-demitido-da-nasa-revela-que.html

MONTANHAS EM PLUTÃO PODEM SER VULCÕES GELADOS,DIZ NASA

Desde que começou a enviar dados para a Terra, a sonda New Horizons - que sobrevoou Plutão em julho deste ano - tem sido responsável por descobertas que tem surpreendido cientistas. Novas imagens indicam que o planeta anão pode abrigar dois “vulcões de gelo”, no caso montanhas que ao invés de expelirem lava como aqueles que conhecemos, liberam uma mistura gelada de água, metano e nitrogênio. Por enquanto são só hipóteses, uma vez que ainda não há meios da equipe responsável pela missão fazer análises de materiais para confirmar ou declinar a descoberta. “Não vimos nada como isso em todos os mundos do Sistema Solar médio. É realmente incrível.”, declarou Alan Stern, principal investigador da missão New Horizons. De acordo com o pesquisador, as construções mais próximas dos possíveis vulcões de Plutão foram identificadas em Marte. Os dois candidatos a criovulcões foram informalmente batizados de Wright Mons e Piccard Mons. A estimativa é que eles tenham alguns quilômetros de altura e dezenas de quilômetros de diâmetro.
Vale ressaltar que a New Horizons não enviou ainda todos os dados registrados durante o sobrevoo histórico. Até então, apenas 20% das informações chegaram a Terra, o que indica que há muito sobre o planeta anão que pode nos surpreender. FONTE:http://idgnow.com.br/internet/2015/11/10/montanhas-em-plutao-podem-ser-vulcoes-gelados-diz-nasa/

domingo, 1 de novembro de 2015

NASA COMEÇA INVESTIGAR FORMAÇÕES MISTERIOSAS NO CAZAQUISTÃO

A NASA começou a investigar uma série de formações estranhas no Cazaquistão. Imagens de satélite de uma planície no norte remoto do país revelaram figuras geométricas colossais feitas através da terraplanagem – são quadrados, cruzes, linhas e anéis do tamanho de vários campos de futebol, reconhecíveis apenas a partir do ar. Estima-se que o símbolo mais antigo tenha em torno de 8.000 anos de idade. O maior, perto de um povoado neolítico, é um quadrado gigante formado por 101 montes levantados, seus cantos opostos ligados por uma cruz, cobrindo uma área maior do que a Grande Pirâmide de Quéops. Outra é uma espécie de suástica de três partes, com os seus braços terminando em ziguezagues inclinados em sentido horário. As obras de terraplanagem, na região de Turgai, norte do Cazaquistão, foram descritas no ano passado em uma conferência de arqueologia em Istambul, na Turquia, como únicas e não estudadas anteriormente. Ao todo são 260 símbolos – montes, trincheiras e muralhas – com cinco formas básicas. Avistados pela primeira vez no Google Earth em 2007 por Dmitriy Dey, um cazaque economista e entusiasta da arqueologia, os chamados Geoglifos da Estepe permanecem profundamente misteriosos e em grande parte desconhecidos do grande público.

Interesse internacional

Duas semanas atrás, na maior sinal até agora de interesse oficial em investigar os locais, a NASA mostrou fotografias claras de satélite de algumas das figuras tiradas a partir de cerca de 700 km de altura. “Eu nunca vi nada parecido com isso, é notável”, afirma Compton J. Tucker, cientista sênior da biosfera na NASA, que forneceu as imagens arquivadas. Ronald E. LaPorte, cientista da Universidade de Pittsburgh, nos EUA, que ajudou a divulgar as descobertas, chamou o envolvimento da NASA de “extremamente importante” na mobilização de apoio para futuras pesquisas. Esta semana, a NASA colocou as fotografias espaciais da região em uma lista de tarefas para os astronautas na Estação Espacial Internacional. Entretando, o objetivo pode levar algum tempo para ser atingido devido a alguns fatores específicos do espaço. “Pode levar algum tempo para a tripulação conseguir imagens do local, uma vez que estão sob a mercê de ângulos de elevação do sol, restrições de tempo e horário”, afirma Melissa Higgins, das Operações de Missão da NASA, em resposta ao Dr. Laporte.

Pesquisa extensa

As imagens arquivadas da NASA serão acrescentadas à extensa pesquisa que Dey compilou este ano em uma apresentação em PowerPoint traduzida do Russo para o Inglês. “Eu não acho que eles foram feitos para serem vistos do ar,” afirma ele, descartando especulações bizarras envolvendo alienígenas e nazistas. Muito antes de Hitler, a suástica era um antigo e quase universal elemento de design. Ele teoriza que as figuras construídas ao longo de linhas retas em elevações foram “observatórios horizontais para acompanhar os movimentos do sol nascente”. O Cazaquistão, uma vasta ex-república soviética rica em petróleo que faz fronteira com a China, tem avançado lentamente na investigação e na proteção dos achados, dizem os cientistas. “Eu estava preocupado que esta fosse uma farsa”, conta LaPorte, professor emérito de epidemiologia em Pittsburgh. Ele acompanhou um relatório sobre as descobertas no ano passado, enquanto pesquisava doenças no Cazaquistão. Com a ajuda de James Jubilee, um ex-oficial de controle de armas americano e agora coordenador sênior de ciência e tecnologia para questões de saúde no Cazaquistão, o Dr. LaPorte rastreou Dey através do Departamento de Estado, e as suas imagens e documentação rapidamente os convenceu da autenticidade e importância dos símbolos. Eles buscaram fotos na KazCosmos, agência espacial do país, e pressionaram as autoridades locais a buscar proteção urgente da Unesco para os sítios arqueológicos – até agora sem sorte.

Mudanças importantes

No período cretáceo, 100 milhões de anos atrás, Turgai estava dividida em duas por um estreito que passava pelo o que agora são o Mediterrâneo e o Oceano Ártico. As terras ricas da Estepe eram um destino para as tribos da Idade da Pedra que procuravam locais de caça, e a pesquisa de Dey sugere que a cultura Mahandzhar, que floresceu lá de 7000 a.C a 5.000 a.C, poderia estar ligada às figuras mais velhas. Mas os cientistas têm dúvidas que uma população nômade teria ficado no lugar durante o tempo necessário para derrubar e colocar madeira nas muralhas, e para desenterrar sedimentos do lago para construir os enormes montes, originalmente de 2 a 3 metros de altura e agora com quase um metro de altura e quase 12 metros de diâmetro. Persis B. Clarkson, arqueólogo da Universidade de Winnipeg, no Canadá, analisou algumas das imagens e disse que essas construções e aquelas similares no Peru e no Chile estavam mudando as visões dos cientistas sobre os primeiros nômades. “A ideia de que caçadores-coletores pudessem acumular o número de pessoas necessárias para realizar projetos em grande escala – como a criação dos geoglifos no Cazaquistão – tem feito os arqueólogos repensar profundamente a natureza e o calendário das organizações sofisticadas em grande escala dos seres humanos como algo que antecede as sociedades assentadas e civilizadas”, explica. “Enormes esforços” foram feitos na construção das estruturas, concorda Giedre Motuzaite Matuzeviciute, arqueóloga da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, e professora da Universidade de Vilnius, na Lituânia, que visitou dois dos locais no ano passado. Ela afirma não ter certeza sobre chamar as estruturas de geoglifos – um termo aplicado às enigmáticas linhas de Nazca no Peru, que retratam animais e plantas – porque geoglifos “são usados para definir arte em vez de objetos com alguma função”. Culto ao Sol A Dra. Matuzeviciute e dois arqueólogos da Universidade de Kostanay, no Cazaquistão, Andrey Logvin e Irina Shevnina, discutiram as figuras na reunião de arqueólogos europeus em Istambul no ano passado. Com nenhum material genético para análise – nenhum dos dois montes que foram escavados eram túmulos – a Dr. Matuzeviciute disse que usou luminescência oticamente estimulada, um método usado para medir doses de radiações ionizantes, para analisar o material de construção, e chegou à conclusão que um dos montes datava de cerca de 800 aC. Outros estudos preliminares empurraram a data da mais antiga das construções para mais de 8.000 anos atrás, o que poderia torná-la a mais antiga de tais criações já encontrada. Outros materiais apresentaram datas da Idade Média. Dey afirma que algumas das figuras poderiam ter sido observatórios solares semelhantes, de acordo com algumas teorias, a Stonehenge na Inglaterra, e as torres de Chankillo, no Peru. “Tudo está ligado através do culto ao sol”, afirma.

Descoberta ao acaso

A descoberta foi uma grande casualidade. Em março de 2007, Dey estava em casa assistindo ao programa “Pirâmides, múmias e tumbas”, no canal Discovery Channel. “Há pirâmides em todo o mundo”, ele lembra de ter pensado. “Deve haver pirâmides no Cazaquistão, também”. Logo, ele estava à procura de imagens do Google Earth em Kostanay e seus arredores. Não havia nenhum sinal de pirâmides. Mas, segundo ele, cerca de 320 quilômetros ao sul ele viu algo tão intrigante quanto – um quadrado gigante, com mais de 250 metros de cada lado, composto por pontos, atravessado por um X pontilhado. A princípio ele pensou que poderiam ser os restos de uma instalação soviética, talvez um dos experimentos de Nikita Khrushchev para cultivar a terra virgem para a produção de pão. Mas no dia seguinte, Dey viu uma segunda figura gigantesca, com a forma de uma suástica de três pernas e cerca de 90 metros de diâmetro de diâmetro. Antes do fim do ano, Dey tinha encontrado mais oito quadrados, círculos e cruzes. Até 2012, havia 19. Agora sua lista têm 260 formações, incluindo alguns montículos estranhos com duas linhas caídas chamados “bigodes”. Antes de sair para olhar para as figuras ao vivo, Dey perguntou a arqueólogos cazaques se sabiam alguma coisa a respeito de tais coisas. A resposta foi não. Em agosto de 2007, ele levou o Dr. Logvin e outros para a maior figura, agora chamada de Ushtogaysky Square, nomeada em homenagem à aldeia mais próxima. “Foi muito, muito difícil de entender a partir do zero”, lembra. “As linhas estão indo para o horizonte. Você não pode imaginar o que a figura realmente é”. Quando eles cavaram um dos montes, eles não encontraram nada. “Não era um cenotáfio (uma espécie de memorial fúnebre erguido em homenagem a alguma pessoa), onde existem pertences”, disse ele. Mas nas proximidades encontraram artefatos de um povoado neolítico com cerca de 6.000 e 10.000 anos de idade, incluindo pontas de lança. Agora, Dey afirma que o plano é construir uma base de operações. “Nós não podemos desenterrar todos os montes. Isso seria contraproducente “, afirma ele. “Precisamos de tecnologias modernas, como eles têm no Ocidente”. Dr. LaPorte afirma que ele, Dey e seus colegas também estavam pensando em usar drones, como o Ministério da Cultura no Peru tem feito para mapear e proteger locais antigos. Mas o tempo é um inimigo. Uma figura, chamada de Cruz Koga, foi substancialmente destruída por construtores de estradas este ano. E isso, afirma Dey, “foi depois de termos notificado as autoridades”. fonte: nytimes.com/2015/11/03/science/nasa-adds-to-evidence-of-mysterious-ancient-earthworks.html

sábado, 3 de outubro de 2015

NASA ANUNCIA INDÍCIOS DE ÁGUA EM MARTE

Linhas recorrentes em encostas de Marte podem ser criadas por sais hidratados, embora a água que entra na composição desses sais ainda não tenha sido detectada. Esta imagem foi colorida artificialmente para mostrar melhor os detalhes.

Água em Marte

"Marte não é o planeta seco que pensávamos. Em certas circunstâncias, existe água líquida em Marte." A frase é de Jim Green, diretor de ciência planetária da NASA, em uma conferência nesta segunda-feira feita para anunciar "a solução de um mistério de Marte", segundo a agência. Na entrevista coletiva, cientistas da agência afirmaram que manchas escuras observadas em vários pontos inclinados do solo de Marte podem estar ligadas à existência de água corrente durante o verão no planeta. "Essas manchas se formam no fim da primavera, aumentam no verão e somem no outono. Por 40 anos, não pudemos explicar por que elas existiam", afirmou Green. "Marte sofreu uma enorme mudança climática e perdeu sua água. Mas há muito mais umidade no ar do que jamais havíamos imaginado," acrescentou ele, sem apresentar dados sobre essa umidade.

Sais hidratados

Segundo o anúncio, dados da sonda orbital MRO (Mars Reconnaissance Orbiter) mostram que as linhas escuras, que aparecem nos declives marcianos, estão associadas a depósitos de sal, que podem alterar os pontos de congelamento e evaporação da água, fazendo com que ela fique líquida por tempo suficiente para se mover. Sem isso, a água congelaria nas baixas temperaturas do planeta. Ou seja, as sondas não detectaram água propriamente dita, mas sinais no relevo que podem ser explicados pela formação de sais hidratados - sais que contêm moléculas de água em sua formulação. "Nossas descobertas apoiam fortemente a hipótese de que as linhas recorrentes em declives se formam como resultado de atividade contemporânea de água em Marte," afirma o estudo que embasa o anúncio, publicado na revista Nature Geoscience, que esclarece ainda que "a origem da água que forma as atuais linhas em declives ainda não foi compreendida". "Os sais hidratados mais consistentes com as características de absorção espectral que detectamos são perclorato de magnésio [Mg(ClO4)], clorato de magnésio[Mg(ClO3)] e perclorato de sódio[NaClO4]," escrevem Lujendra Ojha e seus colegas no estudo.
As linhas na encosta aumentam e diminuem ao longo das estações marcianas.

Sal aguado

As imagens divulgadas durante o evento mostram penhascos e paredões em vales e crateras, marcados por linhas que podem se estender por centenas de metros durante o verão marciano. Em alguns pontos, as linhas se combinam, formando padrões intrincados. Os cientistas ainda não sabem de onde poderia vir a água que entra na formação dos sais, mas o estudo levanta possibilidades, ainda não comprovadas, como a de que ela venha de aquíferos salgados, se condense a partir da fina atmosfera marciana, ou mesmo de uma combinação de ambos os fatores, em diferentes partes do planeta. O pesquisador Alfred McEwen, membro da equipe de pesquisadores do MRO e professor de geologia planetária na Universidade do Arizona, afirma que ainda não foi encontrada "água parada" no planeta, mas, sim, camadas finas de solo molhado. "Essa água é mais salgada do que a dos oceanos da Terra", afirmou.

Exageros da NASA

São incontáveis as vezes em que a NASA fez anúncios sobre algum tipo de "descoberta de água em Marte". A descoberta de sais hidratados é muito interessante, mas ainda está longe de significar a constatação de um cristal de gelo ou uma gota de água no planeta, como poderiam levar a crer as discussões feitas durante a entrevista coletiva, versando sobre a importância que teria a descoberta de água em Marte, sobretudo para o uso de astronautas no futuro - uma descoberta que ainda não foi feita, infelizmente. Por exemplo, o estudo científico publicado na Nature Geoscience tem o título "Evidência espectral de sais hidratados em linhas de encostas recorrentes em Marte", em tradução literal. Mas o anúncio publicado no site da agência espacial é intitulado "NASA confirma evidência de que água líquida flui [no planeta] Marte atual". Exageros como esse fizeram com que a "descoberta de água em Marte" virasse uma das piadas mais comuns entre os cientistas. O mesmo aconteceu com as "descobertas" de água na Lua, anunciadas com grande esforço de mídia, incluindo conclusões de que a Lua poderia ter água disseminada em todo o seu interior. Contudo, estudos posteriores que mostraram que os minerais descobertos não se formam na presença de água não mereceram a mesma atenção. De qualquer forma, a existência de percloratos em Marte é bastante interessante porque esses minerais entram na composição de alguns combustíveis para foguete, podendo suprir combustíveis para futuras naves que retornem à Terra - eventualmente para buscar água. Bibliografia: Spectral evidence for hydrated salts in recurring slope lineae on Mars. Lujendra Ojha, Mary Beth Wilhelm, Scott L. Murchie, Alfred S. McEwen, James J. Wray, Jennifer Hanley, Marion Massé, Matt Chojnacki. Nature Geoscience. Vol.: Published online. DOI: 10.1038/ngeo2546. FONTE: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=nasa-anuncia-indicios-agua-marte&id=010130150928

domingo, 9 de agosto de 2015

NASA NÃO COMENTA A RESPEITO DO OVNI QUE MONITOROU O POUSO DA APOLO 11 NA LUA

A NASA não foi capaz de explicar o porquê de um pedaço da Lua parecer ter se quebrado, numa das fotos tiradas durante o pouso da Apolo 11 na Lua. Um vídeo a respeito do objeto foi publicado no YouTube pelo usuário Streetcap 1, o qual acha que a anomalia poderia ter sido um OVNI. O vídeo então foi publicado pelo pesquisador de OVNIs, Scott C. Waring, do site UFO Sightings Daily. Waring disse: “Esta é uma grande foto da Lua, em alta qualidade. Porém, há algo estranho a seu respeito. Um pedaço dela está se quebrando”. Ele adicionou: “É impossível que alienígenas tenham evoluído tanto, que viver por mais tempo seria seu ouro. Assim para conseguirem isto, eles criaram naves e prédios que se misturam ao meio ambiente. isto poderia ser uma nave partindo da superfície, e se os astrônomos a virem se movendo pelo espaço, eles acreditariam que seria de um asteroide”. Streetcap 1 também disse no vídeo que “parecia que um pedaço da Lua está se quebrando”. Mas irrelevantemente do que o objeto misterioso seja, a NASA ainda não foi capaz de explicá-lo. O site express.co.uk investigou o fato, olhando nas fotos originais nos arquivos que mostram o pedaço, bem como nas fotos tiradas logo antes e depois, as quais não mostram o objeto.
Há algo estranho nesta foto, mas a NASA não foi capaz de explicar.
O objeto é mostrado no círculo vermelho aqui.
Uma foto quase idêntica, tirada alguns momentos antes. Após descobrir em uma das fotos originais que a anomalia era genuína, enviamos a foto para a NASA, para ver se ela poderia explicar o que foi capturado pela câmera, na imagem em questão. A porta-voz da NASA, Lynette Madison, confirmou ter recebido nosso questionamento em 22 de julho. Num e-mail enviado naquele mesmo dia, perguntamos: Este é um pedaço da imagem no link. Parece que um pedaço da Lua está acima dela. Vários sites especializados em OVNIs estão automaticamente dizendo: “Esta é uma seção da imagem no link. Parece como um pedaço da Lua acima dela. Vários sites de OVNIs estão automaticamente dizendo que se trata de um OVNI, etc. mas além disso, é um tanto estranho. Poderia algum dos cientistas da NASA oferecer uma explicação para isto?” Lynnette Madison respondeu no mesmo dia, com cópia para Dwayne Browne, porta-voz da exploração planetária, ciência e heliofísica da NASA, dizendo que ele poderia responder. Em 30 de julho, fomos atrás do Sr. Browne, após não termos recebido uma resposta, e então tentamos contato com ele e com a Sra. Madison novamente. Madison disse: “Estou surpresa que Dwayne não respondeu. Ele é a pessoa que precisaria responder, porque ele tem o contato com os cientistas”.Até agora, não houve resposta do Sr. Browne. FONTE: express.co.uk/news/science/595989/Did-bit-of-Moon-break-off-or-was-UFO-watching-Apollo-landing-even-Nasa-won-t-say

domingo, 2 de agosto de 2015

NASA DESCOBRE SISTEMA PLANETÁRIO COM 3 SUPER-TERRAS

Modelação da NASA mostra a silhueta do extraplaneta rochoso, ou estrela anã, apelidado de HD 219134b e localizado a 21 anos-luz da Terra. A descoberta do sistema planetário, constituído por um planeta gigante e 3 super-Terras a orbitar em torno de uma estrela anã, foi anunciada esta quinta-feira Astrônomos europeus anunciaram a descoberta de um sistema planetário com 3 super-Terras em órbita de uma estrela anã brilhante, sendo que um deles parece ser um planeta de rochas vulcânicas derretidas. O sistema com quatro planetas está no hemisfério norte da constelação Cassiopeia, tendo a forma de um M e estando a 21 anos-luz da Terra, adiantaram os investigadores da revista europeia "Astronomy & Astrophysics". Este sistema parece ser constituído por um planeta gigante e 3 super-Terras que estão a orbitar em torno de uma estrela anã, apelidada de HD219134. As super-Terras foram assim designadas pelo fato de possuírem uma massa maior que a do planeta Terra, mas, ainda assim, serem mais leves que os planetas gasosos Neptuno, Saturno ou Júpiter. O planeta com a órbita mais curta, HD219134b, anda à volta a cada três dias, tendo já sido observado, do ponto de vista da Terra, em trânsito em redor das faces da sua estrela. As medições a partir do solo, feitas com o telescópio espacial Spitzer da NASA, mostraram que a sua massa é 4,5 vezes mais alta e 1,6 mais larga do que a altura e largura da massa da Terra. "A sua densidade média é próxima da densidade da Terra, sugerindo uma composição semelhante. Está muito perto da estrela. A temperatura é de cerca de 700 graus Kelvin." (aproximadamente 427 Celsius), segundo o relato de um comunicado de imprensa da Universidade de Genebra, onde trabalha a equipa de astrônomos responsáveis pela pesquisa. Portanto, não é uma zona habitável e não teria água necessária para a vida humana. Contudo, HD219134b é excitante para os estudiosos da área por ser o planeta em trânsito mais próximo da Terra, proporcionando desta forma uma oportunidade rara para estudar mais aprofundadamente a sua composição e atmosfera contra o pano de fundo da sua estrela. "Estes sistemas são especialmente interessantes na medida em que permitem - através do estudo - a caracterização da atmosfera do planeta, a luz da estrela que atravessa a atmosfera," disse Udry, coautor do relatório da Universidade de Genebra. fontes: expresso.sapo.pt/sociedade/2015-07-30-NASA-descobre-sistema-planetario-com-tres-super-Terras // novosinsolitos.blogspot.com.br/2015/07/nasa-descobre-sistema-planetario-com.html

sábado, 25 de julho de 2015

NASA DEVE ANUNCIAR A DESCOBERTA DE "OUTRA TERRA"

Pode ser que a velha discussão sobre o fato de sermos ou não o único planeta com condições para ter vida em todo o universo esteja prestes a acabar. E a verdade não só está lá fora como ainda pode vir à tona ainda nesta quinta-feira, 23 de julho, a partir de um anúncio que a NASA prometeu fazer. A agência especial norte-americana está em busca de outros lugares semelhantes à Terra desde a descoberta dos chamados exoplanetas, ou seja, planetas que orbitam estrelas da mesma forma como fazemos com o Sol. Agora, depois de anos de pesquisa juntamente com o telescópio Kepler, parece que finalmente encontramos algo. De acordo com um comunicado preparado pela NASA, uma “outra Terra” foi encontrada pelos astrônomos fora do nosso Sistema Solar e isso pode significar uma verdadeira revolução em termos científicos. Afinal, o que esse outro mundo pode nos revelar? Que surpresas vamos encontrar por lá? Será que, mais do que trazer condições de vida, esse novo planeta também não possui sua própria população? Todas essas perguntas — e muitas outras mais — continuam em aberto e devem ser respondidas durante a coletiva de imprensa que a NASA vai realizar na tarde desta quinta-feira. A partir das 13h (horário de Brasília), a agência vai iniciar uma transmissão em seu site oficial para relatar todas as descobertas do telescópio Kepler e trazer mais detalhes sobre o que tudo isso representa. Desde que o Kepler foi lançado ao espaço, em 2009, ele já descobriu mais de mil planetas e 3 mil outros corpos celestes que podem ser catalogados como planetas fora de nosso Sistema Solar. No entanto, até então, nenhum deles trazia características tão semelhantes às da Terra, como distância de sua estrela principal, temperatura e até mesmo o período de sua órbita. Assim, se a NASA realmente revelar o que todo mundo acredita, hoje será um dia para entrar nos livros de História. fontes: ign.com/articles/2015/07/23/is-nasa-about-to-announce-the-discovery-of-another-earth// gazetadopovo.com.br/mundo/nasa-pode-anunciar-nesta-quinta-feira-o-planeta-mais-parecido-com-a-terra-ja-descoberto-64gvfmubcv9912mv71ewhm3pv// http://canaltech.com.br/noticia/ciencia/nasa-deve-anunciar-outra-terra-nesta-quinta-feira-45779/#ixzz3gwku0Vqk

domingo, 19 de julho de 2015

NOVO VÍDEO DA NASA SIMULA SOBREVOO A PLUTÃO

A NASA divulgou nesta sexta-feira (17), um novo vídeo feito a partir das imagens coletadas pela sonda New Horizons. Nele é possível realizar um passeio pela gelada superfície do planeta-anão e ver em detalhes o relevo que tem surpreendido cientistas. Nas imagens, as planícies recém-descobertas que formam o “coração” de Plutão e do seu lado as jovens montanhas feitas de gelo. A primeira região recebeu o nome de Sputnik Plannum, homenagem ao primeiro satélite artificial lançado pela União Soviética em 1957. Já a cadeia de montanhas foi batizada de Norgay Montes, em referência ao primeiro homem a chegar ao cume do Everest, Tenzing Norgay. As imagens foram registradas pela sonda a uma distância de 77 mil quilômetros do planeta anão e enviadas a Terra no dia 14 de julho. FONTE: idgnow.com.br/internet/2015/07/17/novo-video-da-nasa-simula-sobrevoo-a-plutao/

domingo, 5 de julho de 2015

AERONAVE BOOMERANG PODER SER A PRIMEIRA A VOAR EM MARTE

Rover com suas várias missões, a NASA vem explorando ativamente a tundra vermelha de Marte desde a década de 90 - mas agora a agência espacial pretende investigar o céu Marciano. Armstrong Voo da NASA Centro de Pesquisa está testando um protótipo de voar aeronaves de asa chamado Prandtl-m, que poderia ser o primeiro veículo a voar em Marte. E ele parece muito com um grande boomerang de titânio. O Prandtl-m irá ser feito de fibra de vidro ou fibra de carbono e tem uma envergadura de 24 polegadas quando implantadas - mas o seu protótipo é leve, apenas com uma libra. Uma vez que a Marte tem significativamente menos gravidade que a terra, o que significa versão marciana da aeronaves pode pesar até 2,6 quilos e ainda voar com eficiência. A atmosfera marciana é muito mais fina do que aqui na Terra, de modo que parte da Nasa será realizar alguns testes de alta altitude sobre o Prandtl-m para ver se ele está apto a voar acima do nosso vizinho planetário. Mais tarde este ano, um balão vai levar a aeronave até a uma altitude de 100.000 pés quadrados, onde o ar é muito mais fino, para simular o que seria como voar em espaço aéreo Marciano. Testes futuros terá o Prandtl-m ainda mais de 450.000 pés. fonte: ufosonline.blogspot.com.br/2015/07/nasa-esta-aeronave-boomerang-pode-ser.html

sábado, 4 de julho de 2015

IMAGENS DA NASA MOSTRAM BURACO NEGRO "ARROTANDO" RAIOS X

Um satélite dos Estados Unidos fotografou o que astrônomos descreveram como simplesmente o "arroto" de um buraco negro. O Swift, controlado pela Agência Espacial Americana (Nasa), detectou um pulso de raios-X emitido por um buraco negro batizado de V404 Cygni. Localizado na constelação de Cisne, a 8.000 anos-luz da terra, o corpo celeste já tinha "arrotado" antes, mas a última vez tinha sido em 1989.

Raridade

"Esse tipo de erupção é bastante raro. Quando detectamos um, usamos tudo o que temos para monitorar suas emissões, dos sinais de rádio aos raios gama", explica Neil Gehrels, astrônomo da Nasa. "No momento, V404 Cygni está mostrando uma variação excepcional nas emissões e oferece uma rara chance de observarmos (o fenômeno)". O Swift não é um satélite comum: ele tem a habilidade de girar rapidamente para observar as emissões de raios gama, que normalmente duram menos de um minuto, assim como outras rajadas energéticas, incluindo os raios-X. Emissões deste tipo são brilhantes, mas atingem seu pico de intensidade em apenas alguns dias.
Ocorrem quando gases são atraídos pela gravidade dos buracos negros - apesar do nome, eles são estrelas contraídas e cujo pulso gravitacional é capaz de atrair até a luz. Os buracos negros são extremamente difíceis de serem observados e sua localização normalmente é "denunciada" pelo movimento de corpos celestes próximos. Por isso, a oportunidade apresentada pelo V404 Cygni foi preciosa. Ainda mais porque o buraco negro voltou a "dormir", segundo a Nasa. Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/espaco/imagens-da-nasa-mostram-buraco-negro-arrotando-raios-x,e0398eb6877848800ee2f93951a24fd6t16wRCRD.html