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domingo, 16 de julho de 2017
CIENTISTAS CAPTAM SINAIS ESTRANHOS DE ESTRELA PRÓXIMA AO NOSSO SISTEMA
Sinais de rádio supostamente vindos da estrela Ross 128, uma das mais próximas do nosso sistema, estão intrigando os cientistas. Agora, o maior telescópio de rádio em operação na atualidade – localizado no Observatório de Arecibo, em Porto Rico – está sendo virado em direção a ela para captar com mais precisão essas ondas e, quem sabe, ajudar a decifrar do que se tratam.
A Ross 128 é a décima segunda estrela mais próxima do nosso Sol, a aproximadamente 11 anos-luz de distância, e é a fonte mais provável dos sinais enigmáticos que Abel Mendez, professor da Universidade de Porto Rico, descreveu como “pulsos não polarizados quase periódicos de banda larga com características muito fortes que se assemelham a dispersões”.
Uma das suspeitas de Mendez é que os sinais sejam resultado de erupções solares da Ross ou por algo fora do campo de visão atual ou até mesmo por um satélite em uma órbita mais alta. “Caso você esteja se perguntando, a hipótese de alienígenas está abaixo de muitas outras explicações melhores”, disse o professor.
O problema com as 3 teses levantadas pelos cientistas é que as frequências dos sinais não são compatíveis com erupções e com as dispersões identificadas, além de o fato de terem poucos objetos próximos no campo de visão e que satélites não costumam emitir pulsos semelhantes aos captados.
Agora, resta aos cientistas recorrer ao telescópio de Arecibo para tentar entender melhor do que se trata. Outra estrela, a Barnard, que também é uma anã vermelha, também está no escopo e na mira dos “ouvidos” do observatório.
fonte: cnet.com/news/ross-128-arecibo-radio-telescope-signals-space-aliens/#ftag=CAD590a51e
sábado, 15 de julho de 2017
SONDA DA NASA CAPTURA FOTOS INÉDITAS DA MAIOR TEMPESTADE DO SISTEMA SOLAR
Se você acompanha de perto notícias relacionadas com astronomia, então deve estar por dentro das andanças da sonda espacial Juno da NASA. A pequena nave não-tripulada tem como missão levantar informações sobre Júpiter, o maior planeta do Sistema Solar e, para isso, ela percorreu quase três bilhões de quilômetros — ao longo de mais ou menos cinco anos — até chegar ao gigante gasoso, em meados do ano passado.
Desde então, a Juno vem conduzindo sua missão direitinho e ajudando os cientistas a desvendar uma porção de mistérios sobre Júpiter. Ela também tem enviado imagens espetaculares do planeta — e a última seleção foi registrada sobre a “Grande Mancha Vermelha”, a feição mais marcante da atmosfera jupiteriana.
Tempestade descomunal
De acordo com Ben Panko, do site Smithsonian.com, atualmente, a sonda espacial leva 53 dias para percorrer de um polo a outro de Júpiter, e no início desta semana, Juno fez a maior aproximação da Grande Mancha Vermelha já realizada por um dispositivo terráqueo até agora. As melhores imagens que existiam dessa imensa estrutura eram as que foram capturadas pelas sondas espaciais Voyager quando elas passaram por Júpiter em 1979. Essa turbulenta feição jupiteriana se encontra em atividade há mais de 300 anos e é um imenso ciclone com mais de 16.000 quilômetros de diâmetro — o que significa que o nosso planeta caberia com folga em seu interior! —, ventos que atingem mais de 600 km/h e cujas temperaturas podem passar dos 1.300 graus Célsius. Então, não é à toa que a Grande Mancha Vermelha é considerada a maior tempestade do Sistema Solar. Segundo Mark Kaufman, do site Inverse, a Juno sobrevoou essa descomunal formação a cerca de 9.000 quilômetros de altitude e aproveitou para registrar uma porção de imagens da tempestade. O sobrevoo durou 12 minutos e capturou panorâmicas com sua impressionante câmera — que conta com uma resolução de aproximadamente 3 quilômetros por pixel. Confira alguns dos cliques que já foram processados na galeria a seguir: (NASA/ NASA/SwRI/MSSS/Juan Carlos Munoz © CC NC AS)(JPL NASA/Swri/MSSS/JunoCam/Carlos Galeano - Cosmonautika © PUBLIC DOMAIN)(NASA/ TiagoPanserini)(NASA/ Luigi Gallo © CC BY) Só a título de curiosidade, durante o século 19, os astrônomos estimaram que a Grande Mancha Vermelha media 40.000 quilômetros de diâmetro e, em 2015, o pessoal da NASA divulgou a informação de que ela parece estar diminuindo de tamanho — a uma taxa de mais ou menos 930 km/ano. Os pesquisadores não sabem dizer a razão do “encolhimento”, mas, quem sabe as leituras conduzidas pela Juno não os ajudam a descobrir! fonte: smithsonianmag.com/smart-news/peering-great-red-spot-180964037/sábado, 25 de fevereiro de 2017
O QUE ACONTECERIA SE UM BURACO NEGRO APARECESSE NO SISTEMA SOLAR?
Os buracos negros formam uma região do Universo onde a matéria se encontra em um estado tão superconcentrado e denso que a sua força da gravidade é tão poderosa que tudo — absolutamente tudo — é sugado para o seu interior. Nada pode fugir de sua atração gravitacional, nem mesmo a luz ou qualquer radiação, pois elas não têm velocidade suficiente para fugir dessa força extrema.E o que aconteceria se algo tão poderoso passasse pelo nosso Sistema Solar? Coisas muito ruins, com certeza! Para começar, só nos daríamos conta de sua aproximação quando os planetas que se encontram mais distantes do Sol começassem a apresentar variações em suas órbitas. Júpiter, o planeta mais massivo do nosso sistema, seria capturado pela força gravitacional do buraco negro, que o consumiria pouco a pouco, sugando todo o seu gás.
Assumindo a premissa
O portal Gizmodo entrevistou o cientista Nick Stone, da Universidade Columbia, nos EUA, para saber se esse filme tem algum fundamento. “Eu diria que dois dos três desastres dessa citação são realmente bastante plausíveis, desde que aceitemos a premissa de um buraco negro perdido passando através do nosso sistema solar”, Stone disse ao Gizmodo por e-mail. Segundo o astrofísico, muitas variáveis podem afetar os efeitos reais de tal fenômeno na Terra, como o tamanho do buraco negro e sua distância do sistema solar. Um buraco negro “supermassivo” seria tão grande que mataria tudo. Um filme sobre isso só poderia mostrar uma “massa estelar”.Outra possibilidade
Todo esse material — extremamente quente — formaria um disco luminoso que giraria ao redor do buraco negro, permitindo que se tornasse visível. Conforme fosse se aproximando da Terra, os efeitos gravitacionais do buraco negro provavelmente desencadeariam terremotos e erupções vulcânicas sem precedentes, além de alterar a nossa órbita e fazer com que o nosso planeta se aproximasse ou se afastasse do Sol. Ao passar por nós, as mudanças geológicas devido às forças de maré teriam sido tão extremas que toda a superfície ficaria recoberta por magma, destruindo todas as formas de vida do planeta. E, como o Sol é o astro mais massivo do nosso sistema, ele e o buraco negro se atrairiam fortemente, graças às suas forças gravitacionais, sendo que todos os gases da nossa estrela seriam sugados pelo buraco. Por fim, o buraco negro engoliria todo o Sistema Solar, que seria sugado na forma de um redemoinho espiralado, indo parar em seu centro como se fosse água caindo por um ralo! Mas não se preocupe. Todas as galáxias contam com um buraco negro supermassivo em seu centro e é muito — muito — pouco provável que eles decidam sair de passeio por aí, devorando sistemas solares pelo caminho. fonte: http://ahduvido.com.br/buraco-negro-no-sistema-solarsábado, 5 de dezembro de 2015
IDENTIFICADO ASTRO MAIS DISTANTE DO SISTEMA SOLAR
Há tempos a NASA procura pelo Planeta X. Astrônomos acreditam que o Sistema Solar pode ter mais dois planetas gigantes.
Novo planeta anão
Astrônomos encontraram o corpo celeste mais distante no Sistema Solar: observações do telescópio japonês Subaru revelaram o astro a 15,5 bilhões de quilômetros do Sol, cerca de três vezes mais longe do que Plutão. O objeto foi catalogado como V774104 e, segundo estudos iniciais, teria entre 500 e 1.000 quilômetros de extensão, menor do que Plutão, mas suficiente para ser classificado como planeta anão. Os modelos que tentam explicar a formação do Sistema Solar não conseguem explicar corpos tão distantes, sobretudo as órbitas estranhas que apresentam. "Não conseguimos explicar as órbitas desses objetos a partir do que sabemos sobre o Sistema Solar", disse Scott Sheppard, membro da equipe de observação. Hoje, o V774104 está a 15,4 bilhões de quilômetros do Sol, o equivalente a 103 unidades astronômicas (ua), uma régua cósmica equivalente à distância entre a Terra e o Sol.Órbitas estranhas
Agora será necessário rastrear o planeta anão durante pelo menos um ano para descobrir qual é a forma e o tamanho de sua órbita em torno do Sol. Definida sua órbita, o planeta anão poderá ser classificado em um de 2 grupos. Se sua órbita o trouxer mais perto do Sol, ele se tornaria parte de uma população mais comum de mundos gelados cujas órbitas podem ser explicadas por interações gravitacionais com Netuno. Esses "objetos do Cinturão de Kuiper", que incluem Plutão, ficam entre 30 e 50 ua. Ilustração artística do planeta anão Sedna. O objeto mais distante do Sol até agora era o planeta anão Eris. Contudo, se ele não se aproxima muito do Sol, pode juntar-se a um clube raro e muito mais interessante, que só agora vem sendo desvendado com a descoberta recente dos planetoides conhecidos como 2012 VP113 e Sedna, que nunca se aproximam do Sol mais do que 50 ua, mas afastam-se até 1.000 ua. Estes seriam "objetos da Nuvem de Oort", uma formação hipotética de corpos celestes idealizada para explicar a origem dos cometas. Este caso é bem mais entusiasmante porque leva à busca de novos planetas grandes ainda desconhecidos - o que estenderia muito a fronteira do Sistema Solar - e que possam ser responsáveis pelo desenho da órbita desses planetas anões tão distantes.Objetos mais distantes do Sistema Solar
Oficialmente, o astro até agora considerado mais distante do Sol era o planeta anão Eris e sua lua Disnomia, que se movem em uma órbita elíptica a nunca menos do que 97 ua. Para comparação, os planetas rochosos ficam entre 0,39 e 4,2 ua do Sol, os gigantes gasosos entre 5 e 30 ua, e o Cinturão de Kuiper, que inclui Plutão, fica entre 30 e 50 ua. Sedna fica a 75 ua e o planeta anão recém-descoberta fica a 103 ua. FONTE: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=identificado-astro-mais-distante-sistema-solar&id=010130151112#.VmNXj3arS1sdomingo, 22 de novembro de 2015
DOIS PLANETAS SÃO DESCOBERTOS NA BORDA DO SISTEMA SOLAR E UM DELES PODE TER VIDA
Astrônomos fizeram duas novas descobertas que podem expandir os limites conhecidos do nosso sistema solar, bem como representar os maiores avanços na busca por vida extraterrestre até agora.
Estamos falando de 2 novos planetas, incluindo um parecido com a Terra que está perto o suficiente de nós para podermos estudá-lo em detalhes.
GJ 1132b
Na borda de nosso sistema solar, há um novo planeta rochoso com um tamanho próximo ao da Terra. Chamado de GJ 1132b, é a descoberta que detém o maior potencial para encontrar vida alienígena até à data. Isso porque esse planeta está três vezes mais perto de nós do que qualquer outro objeto semelhante já encontrado orbitando uma estrela. Sua proximidade irá “permitir aos astrônomos estudar o planeta com uma fidelidade sem precedentes”, segundo Drake Deming, astrônomo da Universidade de Maryland, nos EUA. O planeta completa uma órbita ou passa sua estrela a cada 1,6 dias, proporcionando mais oportunidades de pesquisa e mensuração do que qualquer outro já visto. O planeta foi descoberto em movimento em volta de uma estrela anã vermelha, com apenas um quinto do tamanho do sol. Ele tem um raio 16% maior que o da Terra, e temperaturas superficiais que atingem 260 graus Celsius. Apesar de ser quente demais para manter água em estado líquido ou sustentar a vida tal como a conhecemos, é frio o suficiente para suportar alguns dos blocos básicos da vida e, possivelmente, apoiar formas vivas como as bactérias.V774104
Os limites conhecidos do nosso sistema solar também foram ampliados com a descoberta de um planeta anão distante – três vezes mais distante que Plutão. Estudos iniciais sugerem que o objeto, nomeado V774104, é provavelmente um corpo gelado com 500 a 1.000 km de largura, embora mais pesquisas sejam necessárias para determinar a sua órbita. O planeta foi encontrado com a ajuda do Telescópio Subaru do Japão, localizado no topo de Mauna Kea, um vulcão adormecido no Havaí. Ele fica a 15,4 bilhões de quilômetros do sol. Essa descoberta marca a extremidade do sistema solar e, portanto, a extremidade da influência gravitacional do sol. Também confirma que o sistema solar é muito mais complicado do que os astrônomos imaginavam anteriormente.Limites constantemente testados
Esses novos achados parecem indicar que os planetas existem provavelmente na casa dos trilhões só em nossa galáxia. “A razão pela qual esta descoberta é importante é que nós realmente não sabemos como nosso sistema solar se formou, há um mistério lá fora”, disse Brad Tucker, astrônomo do Observatório Mount Stromlo em Canberra, na Austrália, que não estava envolvido na pesquisa. “Estamos sempre encontrando novos objetos como estes. Se não entendermos como nosso sistema solar se formou, não saberemos os ingredientes que são necessários para fazer uma Terra, nem a resposta para a pergunta: qual o limite do nosso sistema solar?”. fonte: edition.cnn.com/2015/11/12/world/solar-system-discoveries-earth/index.html?eref=rss_techsexta-feira, 13 de novembro de 2015
IDENTIFICADO ASTRO MAIS DISTANTE DO SISTEMA SOLAR
Há tempos a NASA procura pelo Planeta X. Astrônomos acreditam que o Sistema Solar pode ter mais dois planetas gigantes
Novo planeta anão
Astrônomos encontraram o corpo celeste mais distante no Sistema Solar: observações do telescópio japonês Subaru revelaram o astro a 15,5 bilhões de quilômetros do Sol, cerca de três vezes mais longe do que Plutão. O objeto foi catalogado como V774104 e, segundo estudos iniciais, teria entre 500 e 1.000 quilômetros de extensão, menor do que Plutão, mas suficiente para ser classificado como planeta anão. Os modelos que tentam explicar a formação do Sistema Solar não conseguem explicar corpos tão distantes, sobretudo as órbitas estranhas que apresentam. "Não conseguimos explicar as órbitas desses objetos a partir do que sabemos sobre o Sistema Solar", disse Scott Sheppard, membro da equipe de observação. Hoje, o V774104 está a 15,4 bilhões de quilômetros do Sol, o equivalente a 103 unidades astronômicas (ua), uma régua cósmica equivalente à distância entre a Terra e o Sol.Órbitas estranhas
Agora será necessário rastrear o planeta anão durante pelo menos um ano para descobrir qual é a forma e o tamanho de sua órbita em torno do Sol. Definida sua órbita, o planeta anão poderá ser classificado em um de dois grupos. Se sua órbita o trouxer mais perto do Sol, ele se tornaria parte de uma população mais comum de mundos gelados cujas órbitas podem ser explicadas por interações gravitacionais com Netuno. Esses "objetos do Cinturão de Kuiper", que incluem Plutão, ficam entre 30 e 50 ua. Contudo, se ele não se aproxima muito do Sol, pode juntar-se a um clube raro e muito mais interessante, que só agora vem sendo desvendado com a descoberta recente dos planetoides conhecidos como 2012 VP113 e Sedna, que nunca se aproximam do Sol mais do que 50 ua, mas afastam-se até 1.000 ua. Estes seriam "objetos da Nuvem de Oort", uma formação hipotética de corpos celestes idealizada para explicar a origem dos cometas. Ilustração artística do planeta anão Sedna. O objeto mais distante do Sol até agora era o planeta anão Eris. Este caso é bem mais entusiasmante porque leva à busca de novos planetas grandes ainda desconhecidos - o que estenderia muito a fronteira do Sistema Solar - e que possam ser responsáveis pelo desenho da órbita desses planetas anões tão distantes.Objetos mais distantes do Sistema Solar
Oficialmente, o astro até agora considerado mais distante do Sol era o planeta anão Eris e sua lua Disnomia, que se movem em uma órbita elíptica a nunca menos do que 97 ua. Para comparação, os planetas rochosos ficam entre 0,39 e 4,2 ua do Sol, os gigantes gasosos entre 5 e 30 ua, e o Cinturão de Kuiper, que inclui Plutão, fica entre 30 e 50 ua. Sedna fica a 75 ua e o planeta anão recém-descoberta fica a 103 ua. FONTE:inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=identificado-astro-mais-distante-sistema-solar&id=010130151112#.VkYKvtQVhHwsábado, 21 de março de 2015
ACREDITE: EXISTE ALGO MAIOR QUE O SOL EM NOSSO SISTEMA SOLAR
O sol é uma estrela, por isso, é muito maior até mesmo do que Júpiter, o maior planeta do nosso sistema solar.
Mas ele não é a maior coisa no sistema que gira em torno dele. É algo feito do próprio astro-rei, mas que é quase invisível aos nossos olhos.
A atmosfera exterior do sol gera uma bolha magnética enorme, chamada de heliosfera, que é a maior estrutura contínua do sistema solar.
Júpiter é grande o suficiente para comportar 1.000 Terras. No entanto, 1.000 Júpiteres cabem dentro do sol. E o tamanho da heliosfera? Puff…
Várias explosões nucleares acontecem dentro do sol. Esta bola de gás e plasma é grande o suficiente para ter o tipo de pressão interna que obriga o hidrogênio a transformar-se em hélio através da fusão nuclear.
Lá no fundo da nossa estrela, onde milhões de toneladas de hidrogênio se fundem em hélio a cada segundo, o calor resultante, ao lado de outros tipos de energia, move-se em direção à superfície, trazendo junto um monte de partículas carregadas. Um inferno nuclear como este também bagunça o campo magnético solar.
Eventualmente, tudo atinge a superfície do sol, onde as coisas ficam violentas. Não há nada lá para parar a luz solar, as partículas carregadas e o campo magnético de viajar para o espaço.
Buracos nas camadas superiores da atmosfera do sol vazam continuamente um vento de partículas carregadas. A estrela, por vezes, tem episódios onde rajadas de campos magnéticos e até 1 bilhão de toneladas de matéria carregada são atiradas da sua superfície a milhões de quilômetros por hora.
Os cientistas chamam essa explosão toda de heliosfera. O campo magnético da Terra e sua atmosfera densa nos protegem de seus piores efeitos. Esta corrente de partículas carregadas e campos magnéticos flui principalmente em torno de nós e segue viajando até Júpiter e mesmo muito além de Plutão.
A heliosfera começa a perder energia depois que sai do sol, por isso tem que terminar em algum lugar. Ninguém sabe ao certo onde, no entanto. Mas esta bolha magnética solar deve ficar, em algum ponto, demasiada fraca para empurrar para trás o vento interestelar.
A única coisa que temos certeza é que a heliosfera envolve todo o sistema solar, incluindo o sol. É definitivamente a maior estrutura contínua na nossa região do universo.
FONTE: knowledgenuts.com/2014/12/06/the-sun-is-not-the-biggest-thing-in-our-solar-system
CONHEÇA 10 OBJETOS ESTRANHOS QUE VC DESCONHECIA QUE ESTIVESSEM NO SISTEMA SOLAR
Com 4.826 planetas confirmados, alguns candidatos na fila e a descoberta de um gigante de gás com um sistema colossal de 160 anéis, pode até parecer que sabemos alguma coisa sobre o que habita nosso sistema solar. Mas o universo é realmente imenso e tem um passatempo curioso: gosta de nos confundir.
1. Cruithne
Depois de dar uma olhada em alguns dos objetos bizarros que temos perambulando pelo espaço, vamos voltar para casa com a Terra e discutir um assunto que divide opiniões: a segunda lua do nosso planeta. Desde 1846, os astrônomos estão à procura de uma segunda lua para a Terra. Frederic Petit foi o primeiro a afirmar que tinha encontrado uma. Ele propôs que ela dava volta na Terra em menos de três horas, e passava a apenas 11 quilômetros acima da superfície do nosso planeta. Depois disso, muitos outros astrônomos têm afirmado encontrar uma segunda lua, todos sem sucesso. No entanto, há uma exceção estranha. 3753 Cruithne é um asteroide alienígena que orbita o sol em 364 dias, com ressonância perfeita à da Terra. Isto significa que, por um curto período de tempo a cada ano, o asteroide de 5 km é parte do sistema terrestre. Ele atinge o seu ponto mais próximo da Terra a cada mês de novembro. Tecnicamente, não conta como uma lua, uma vez que deixa a órbita da Terra. Mas ainda é bom pensar que a cada ano, um objeto estranho vem nos visitar. Que seja bem-vindo.2. Luas siamesas
As luas Janus e Epimeteu são conhecidas como as “luas siamesas” porque compartilham a mesma órbita e são separadas por apenas 50 km – o que é menos do que o raio das próprias luas e, em se tratando de universo, é uma distância ridícula de pequena. Devido a isso, elas estão presas em uma espécie de tango gravitacional que faz com que literalmente troquem de lugar a cada quatro anos. Apesar do seu complexo relacionamento, elas nunca vão colidir uma com a outra. Originalmente, os cientistas ficaram intrigados porque os dados que tinham não correspondiam às suas expectativas da lua chamada “Janus”. Em 1978, 12 anos após a descoberta de sua órbita comum, percebemos que o que achávamos ser uma só lua era na verdade duas. Isto foi confirmado pelo voo rasante da sonda espacial Voyager em 1980. Curiosamente, um leve anel de poeira está presente na região de suas órbitas. Isso sugere que as duas luas foram uma vez um único corpo maior que, desde então, foi quebrado e está deixando para trás vestígios.3. O anel extra de Saturno
Nós mencionamos Saturno algumas vezes até agora porque ele é um lugar incrivelmente interessante mesmo. Enquanto o planeta é conhecido por seu sistema de anéis desde muito tempo, só recentemente foi descoberto o quão longe esses anéis se estendem pelo o espaço. Por exemplo, só em 2009 se descobriu um enorme anel que corresponde à banda mais distante e maior do planeta. O anel está inclinado a 27 graus a partir dos anéis principais e começa a uma distância de cerca de 128 vezes o raio do planeta a partir da sua superfície, se estendendo 207 vezes o seu raio espaço a dentro. Não é à toa que demoraram tanto para encontrá-lo. Na verdade, a maior dificuldade deve ter sido entender que esse objeto bizarro faz parte do conjunto de anéis de saturno – já que ele está tão longe dos coleguinhas. Para deixar ainda mais difícil… Ele é tão difuso que só pode ser detectado em infravermelho, e essa pode ser a razão por trás da sua lua de dois tons, chamada Lapetus. A lua de Saturno conhecida como Phoebe orbita dentro do anel e com a mesma inclinação, por isso é muito provável que seja a culpada. Eu explico melhor: a poeira se dispersa de Phoebe e em Iapetus, que orbita no limite deste novo anel colossal. Toda vez que Iapetus passa através dele, a matéria se recolhe em seu equador. Depois de centenas de milhares de anos, essa matéria parece ter se consolidado, criando a aparência impressionante da lua. Agora é só uma questão de saber se ela é preta com listras brancas ou branca com listras pretas.4. Triton
Triton representa 99% de toda a massa conhecida por orbitar em Netuno. É como se todo o gás do gigante fosse condensado em uma lua. Como mostrado pela sonda Voyager 2 em 1989, Triton é raro entre as luas conhecidas na medida em que é geologicamente ativo: sua superfície é cheia de vulcões, mas eles não expelem cinzas e lava quando entram em erupção, como os da Terra. Ao invés disso, eles expelem água e amônia. Sendo apenas um pouco menor do que a nossa lua, Triton é a única grande lua no sistema solar a orbitar para trás. Com a pressão do ar na superfície 50.000 vezes menor do que na Terra, você não poderia jamais empinar uma pipa em Triton, por exemplo. No entanto, incrivelmente e contra todas as expectativas, a sonda Voyager 2 fotografou nuvens voando a poucos quilômetros acima da superfície. Para finalizar suas estranhezas, Triton é um dos objetos mais reflexivos conhecidos pela ciência, refletindo de 60 a 95% de toda a luz que o atinge. Para você ter uma ideia de como isso é incrível, a nossa lua, que é capaz de lançar sombras sobre a Terra à noite, reflete apenas 11% da luz que recebe.5. 2008 KV42
Por que tantos objetos astronômicos têm nomes irritantes como este? Felizmente, este cometa foi apelidado de “Drac”. Sim, em homenagem ao Conde Drácula. Drac foi o primeiro objeto trans-netuniano descoberto a orbitar em torno do sol na direção contrária de todos os outros corpos do sistema solar, embora tenha feito isso muito lentamente, e levado 306 anos para completar uma volta. Apesar de dar uma volta em torno do astro rei, Drac nunca fica mais perto do que cerca de 20 vezes a distância do sol à Terra – o que estranhamente corresponde à órbita de Urano. Isto significa que o cometa poderia ser o elo perdido entre objetos como o cometa Halley e outros detritos que vagam para além de Plutão, ajudando a explicar a sua formação, que é atualmente um mistério para a ciência. Existem muitas ideias para tentar explicar por que a órbita de Drac é tão diferente de quase todas as outras. Uma das perspectivas mais interessantes é que ele pode não ter se formado juntamente com o nosso sistema solar, caso contrário orbitaria na mesma direção, como todo o resto. É inteiramente possível que o cometa possa ter ficado preso em nosso sistema solar a partir do espaço interestelar, proporcionando-nos com uma quantidade sem precedentes de informações sobre o cosmos.6. Pan e Atlas
Estas duas luas de Saturno são as mais próximas de sua casa-mãe. O que as tornatão especiais é o fato de que parecem ter copiado os anéis de Saturno, assumindo uma forma bizarra. Pan, que é conhecida como a “lua pastora”, tem o seu nome em homenagem ao Deus dos pastores, enquanto Atlas foi nomeada em homenagem a Titan, que “segurou o céu em seus ombros”, uma vez que suporta os anéis de Saturno. Atlas, a mais achatada entre as duas, tem apenas 19 km de polo a polo, e 46 km em toda a sua cintura. Os equadores alongados destas luas não podem ser explicados da mesma maneira como Haumea, uma vez que não giram com rapidez suficiente para inchar. A rotação rápida dessas luas também cria um alongamento uniforme, e elas definitivamente não são regulares. Depois de muitas simulações de computador, a Universidade de Paris encontrou a resposta: discos de acreção. Conforme o disco de detritos gira, as bordas da estrutura achatam. Durante a formação das luas de Saturno, discos de acreção feitos de pó dos anéis de Saturno se formaram em torno das pequenas luas e eventualmente se acumularam em seus equadores.7. Haumea
Antes de ser nomeado oficialmente, o 136.108 Haumea era conhecido como “Papai Noel” por ter sido descoberto em 28 de dezembro de 2004. Esse apelido até que cabe super bem, porque Haumea é um planeta anão bastante “talentoso” e único. Os cientistas inicialmente acharam difícil fazer medições de Haumea por causa de sua rotação extremamente rápida, que inclusive é mais rápida do que qualquer rotação de outro corpo conhecido no sistema solar. Um dia de Haumea tem apenas 3,9 horas de duração. A rotação em si não causa tantos problemas assim, mas o fato é que Haumea tem uma forma que não é parecida com a de qualquer outro planeta. Devido à sua composição de rocha e gelo e sua baixa gravidade, a imensa força centrífuga que atua nesse planeta anão tem esticado sua superfície, que é conhecida como uma “elipsoide escalena”. Isso significa que a distância entre seus polos é 996 km, mas seu maior eixo tem um colossal comprimento de 1.960 km. Haumea não só possui algumas das propriedades de rotação mais interessantes conhecidas no universo, como também tem duas luas, Hi’iaka e Namaka. Nada mal para algo com apenas 6% da massa da nossa lua.8. Hexágono de Saturno
Todos sabemos sobre Saturno e seus anéis, mas você já ouviu falar sobre os seus padrões de nuvens? No início de 1980, a missão Voyager fez uma descoberta surpreendente e sem precedentes, que foi confirmada por uma outra visita da sonda Cassini. Englobando todo o pólo norte de Saturno está uma tempestade hexagonal gigante com os lados mais longos do que o diâmetro da Terra. E essa tempestade já dura mais de 30 anos! Spookily, como é chamado o hexágono, não se move com o resto das nuvens do planeta, e uma vez que possui um elevado grau de precisão geométrica, inúmeras teorias conspiratórias surgiram sobre o assunto. (Felizmente, a maioria deles não são apocalípticas). Embora o fenômeno ainda não seja totalmente explicado, os cientistas têm várias ideias que ajudam a explicar exatamente o que está acontecendo, que envolvem “dinâmica de fluidos”. Experimentos em laboratório já mostraram que em um fluido em que o centro está girando mais rápido do que os lados exteriores, começa se criar turbulência nas bordas. Em altas velocidades suficientes, formas poligonais começam a aparecer. Uma vez que os ventos no hexágono foram cronometrados em 322 quilômetros por hora, lados nítidos estão se formando. E enquanto isso soa como uma explicação científica bastante convincente, alguns ainda estão convencidos de que é, naturalmente, uma abertura para outra dimensão.9. 90 Antíope
O número do nome “90 Antíope” significa que ele foi o 90º asteroide descoberto, apesar de que, na verdade, essa é uma questão para debate. Este objeto raro está orbitando dentro do cinturão de asteroides entre Marte e Júpiter e é um sistema binário (também conhecido como “asteroide duplo”). Então, Antíope é tecnicamente o 90º e 91º asteroides descobertos. Quando descoberto pela primeira vez, Antíope foi deixado de lado, porque achava-se que ele não era diferente de outros inúmeros pequenos objetos que orbitam dentro do cinturão de asteroides. No entanto, em 2000, o telescópio terrestre “Keck II” de 10 metros, estabelecido no Havaí, observou que a grande mancha singular vista por telescópios mais antigos era na verdade dois corpos menores que orbitam um ao lado outro. Cada um deles tem aproximadamente 86 km de diâmetro e seus centros estão separados por uma distância de apenas 171 km. A melhor maneira de imaginar o que parece é pensar em duas bolas de boliche mantidas juntas por pedaço de corda. É bizarro mesmo.10. Orcus e Vanth
Todos nós já ouvimos falar sobre Plutão, especialmente após ele ter sido rebaixado de planeta a planeta anão em 2006, e da sonda New Horizons ter dado notícias sobre sua superfície. Mas você já ouviu falar no que é por vezes citado como “anti-Plutão”? 90482 Orcus é um objeto do cinturão de Kuiper com quase exatamente o mesmo período orbital, inclinação e distância do sol que Plutão. Não apenas as suas órbitas são quase idênticas, como ambos têm luas que são muito grandes em relação ao seu tamanho. A lua de Plutão, chamada Caronte, é a metade do tamanho de Plutão, e Vanth (a lua de Orcus) foi estimada em um terço do tamanho deste planeta. O nome “Orcus” foi escolhido porque é o equivalente etrusco para o romano “Pluto”. A superfície de Orcus é coberta com gelo de água cristalina e, possivelmente, amônia congelada, o que indica que algum tipo de atividade geológica e criovulcanismo pode ter ocorrido ali em algum momento do passado. Se a presença de amônia for realmente confirmada, Orcus poderia ajudar os cientistas a compreender a formação de outros objetos trans-netunianos. fonte: listverse.com/2015/03/05/10-bizarre-objects-you-didnt-know-were-in-our-solar-systemdomingo, 10 de agosto de 2014
CONHEÇA 4 LUGARES DO SISTEMA SOLAR ONDE PODE EXISTIR VIDA EXTRATERRESTRE
De todos os lugares onde os cientistas esperavam encontrar vida na Terra, um lago do Caribe borbulhando asfalto preto não estava no topo da lista.Mas os pesquisadores relataram na revista Science que o óleo não necessariamente sufocava toda a vida.
Micróbios foram encontrados vivendo em gotículas minúsculas de água cheia de breu de alcatrão num Lago de Trinidad.
Esta descoberta terrestre poderia realmente ser uma bênção para a busca de vida noutros planetas com ambientes extremos que se pensava serem muito hostis para suportar organismos vivos. Veja aqui alguns lugares do sistema solar que podem abrigar vida alienígena.
1. TITÃ
A descoberta de vida no Lago de Trinidad deve ser emocionante para os investigadores que procuram sinais de vida em Titã, a maior lua de Saturno. Titã assemelha-se mais à Terra do que qualquer outro corpo celeste do sistema solar.
Mas em vez de oceanos de água, esta lua gelada é o lar de grandes lagos de hidrocarbonetos. Os autores do novo estudo na Science dizem que poderia haver gotas de misturas de água e amônia crescentes dentro lagos de Titã oleosos, assim como no Lago.
2. MARTE
No final do século XIX e início do século XX, o astrônomo Percival Lowell popularizou a ideia de que os "canais" no planeta vermelho eram obra de marcianos inteligentes. Esses canais aparentes acabaram por ser uma ilusão espectacular.
Imagens das missões Mariner e Viking da NASA, em 1960 e 1970 revelaram uma paisagem desolada, sem vestígios de civilização análoga à humanidade na Terra. Os cientistas não têm nenhuma evidência até agora de que a vida já existiu em Marte.
No entanto, sabem que Marte tem água gelada que cobre os seus pólos e que o solo da superfície marciana contém 2% de água por peso.
Além disso, amostras de terra estudadas pelo Curiosity da NASA revelaram que Marte teria sido capaz de suportar vida microbiana há bilhões de anos atrás, quando o planeta era muito mais úmido e mais quente do que é hoje.
3. EUROPA
Se a água é a chave para a vida como a conhecemos, então Europa pode ser o candidato mais promissor na busca de organismos estranhos.
Pensa-se que esta lua de Júpiter abriga um enorme oceano de água líquida sob sua crosta gelada e espessa.
Nos últimos anos, os cientistas descobriram vida microbiana em ambientes extremos do oceano na Terra, que sugerem que formas de vida estranhas poderiam existir num lugar como Europa.
4. ENCELADUS
Como Europa, a lua de Saturno Enceladus tem um escudo congelado formidável cobrindo uma subsuperfície de oceano profundo, que pode cobrir uma área pelo menos tão grande como o Lago Superior, de acordo com um estudo recente publicado na revista Science.
Alguns pesquisadores acreditam que eles podem ser capazes de estudar água oculta em Enceladus, sem perfurar a sua crosta, que pode ter até 40 quilómetros de espessura. A sonda Cassini da NASA detectou 101 gêiseres de vapor de água e gelo em erupção perto do pólo sul de Enceladus.
FONTE:Livescience.com/47246-alien-life-in-solar-system-candidates.html
sábado, 2 de agosto de 2014
É DESCOBERTO SISTEMA SOLAR "GÊMEO" DO NOSSO
Astrônomos de todo o mundo conseguiram identificar um sistema solar “gêmeo” do nosso, com sete planetas. A descoberta se se trata do sistema planetário que orbita a estrela KIC 11442793, residente há 2.500 anos luz do nosso Sol, na constelação de Cisne.
O que impressionou astrônomos do mundo inteiro foi o encontro do sétimo planeta dentro deste sistema, o que trouxe outra dimensão a sua relevância no âmbito da astronomia.
Apesar de contar com um planeta a menos, o sistema gêmeo apresenta traços muito semelhantes ao nosso sistema planetário entre os quais destacam-se dois planetas parecidos com a Terra, três super-Terras e dois corpos gasosos imensos. Além disto, tal como ocorre em nosso sistema, quanto menor o planeta, mais próximo orbita de sua estrela. O planeta recentemente descoberto tem quase três vezes o diâmetro da Terra e ocupa o quinto lugar de sua formação, da estrela para fora (espaço). Por sua dimensão, este planeta leva apenas 125 dias para completar uma volta em torno de sua estrela.
Uma das coisas mais interessantes desta descoberta foi a participação fundamental de um grupo de astrônomos amadores que colaborou através do site Planet Hunters, processando inúmeros dados obtidos pelo telescópio Kepler, durante sua investigação espacial.
FONTE: History
sábado, 26 de julho de 2014
OS PRINCIPAIS SATÉLITES NATURAIS DO SISTEMA SOLAR
Satélite natural ou lua(em letra minúscula)é um corpo celeste que orbita um planeta ou outro corpo menor. Dessa forma, o termo satélite natural poderia se referir a planetas anões orbitando a uma estrela, ou até uma galáxia anã orbitando uma galáxia maior. Porém, ele é normalmente um sinônimo de lua, usado para identificar satélites não artificiais de planetas, planetas anões ou corpos menores. Por exemplo, a Lua é o satélite natural da Terra.
Em Setembro de 2011, havia 375 objetos no Sistema Solar classificados como luas. Dentre esses, 169 orbitam planetas e 206 orbitam planetas anões e corpos menores.
Porém, algumas luas são maiores que alguns planetas principais, como Ganímedes e Titã, satélites de Júpiter e Saturno, respectivamente, que são maiores que Mercúrio. Assim sendo estes satélites, se não orbitassem planetas, seriam eles mesmos planetas. Apesar disso, existem outros satélites que são muito menores e têm menos de 5 km de diâmetro, como várias luas do planeta Júpiter.
Caronte, a lua de Plutão tem mais ou menos metade do diâmetro deste último, e visto que o primeiro não gira exatamente em torno do segundo (visto que o baricentro do sistema plutoniano localiza-se acima da superfície plutoniana), o que leva certos astrônomos a pensarem no conjunto como um planeta duplo. De facto, o próprio sistema Terra-Lua (embora o baricentro do sistema esteja dentro da Terra, e a Lua tenha menos de um quarto o diâmetro terrestre) é,também, considerado por alguns astrônomos como um planeta duplo.
FONTE: galeriadometeorito.com/p/satelites.html
OS PLANETAS GASOSOS DO SISTEMA SOLAR
Planetas gasosos ou Gigantes Gasosos são planetas de grandes dimensões (diâmetro e massa) que não são principalmente compostos de rocha ou outras matérias sólidas. Os 4 planetas gasosos do Sistema Solar são: Júpiter, Saturno, Urano e Netuno.
Os Gigantes Gasosos diferenciam-se dos restantes membros do Sistema Solar pelas suas dimensões e também pela sua composição química e estrutural.
Esses planetas são corpos compostos principalmente de gases (Hidrogênio, Hélio, Metano) possuindo um pequeno núcleo sólido rochoso no seu interior. A sua composição é semelhante à da nebulosa original que deu formação ao Sistema Solar.
A distância média entre o Sol e a Terra é de cerca de 150 milhões de km e, por definição, equivale a 1 unidade astronômica (UA), que é a unidade de distância utilizada para descrever as órbitas de planetas e outros corpos do Sistema Solar.
JÚPITER: 5.2 UA
É o maior planeta do Sistema Solar, tanto em diâmetro quanto em massa e é o quinto mais próximo do Sol. Possui menos de um milésimo da massa solar, contudo tem 2,5 vezes a massa de todos os outros planetas em conjunto. É um planeta gasoso junto com Saturno, Urano e Neptuno. Estes quatro planetas são por vezes chamados de planetas jupiterianos ou planetas jovianos. Júpiter é um dos quatro gigantes gasosos, isto é, não é composto primariamente de matéria sólida. É composto principalmente de hidrogênio e hélio. O planeta também pode possuir um núcleo composto por elementos mais pesados. Por causa de sua rotação rápida, de cerca de 10 horas, ele possui o formato de uma esfera oblata. Sua atmosfera é dividida em diversas faixas, em várias latitudes, resultando em turbulência e tempestades onde as faixas se encontram. Uma dessas tempestades é a Grande Mancha Vermelha, uma das características visíveis de Júpiter mais conhecidas e proeminentes, cuja existência data do século XVII, com ventos de até 500 km/h e possuindo um diâmetro transversal duas vezes maior do que a Terra.
Júpiter é observável a olho nu, com uma magnitude aparente máxima de -2,8, sendo no geral o 4° objeto mais brilhante no céu, depois do Sol, da Lua e de Vênus. Por vezes, Marte aparenta ser mais brilhante do que Júpiter. O planeta era conhecido por astrônomos de tempos antigos e era associado com as crenças mitológicas e religiosas de várias culturas. Os romanos nomearam o planeta de Júpiter, um deus de sua mitologia.
Júpiter possui um tênue sistema de anéis, e uma poderosa magnetosfera. Possui pelo menos 64 satélites, dos quais se destacam os quatro descobertos por Galileu Galilei em 1610: Ganímedes, o maior do Sistema Solar, Calisto, Io e Europa, os três primeiros são mais massivos que a Lua sendo que Ganímedes, possui um diâmetro maior que o do planeta Mercúrio.
Em tempos modernos, várias sondas espaciais visitaram Júpiter, todas elas de origem estadunidense. A Pioneer 10 passou por Júpiter em Dezembro de 1973, seguida pela Pioneer 11, cerca de um ano depois. A Voyager 1 passou em Março de 1979, seguida pela Voyager 2 em Julho do mesmo ano. A sonda espacial Galileu entrou na órbita de Júpiter em 1995, enviando uma sonda através da atmosfera de Júpiter no mesmo ano e conduzindo múltiplas aproximações com os satélites galileanos até 2003. A sonda Galileu também presenciou o impacto do cometa Shoemaker-Levy 9 em Júpiter em 1994, possibilitando a observação direta deste evento. Outras missões incluem a sonda espacial Ulysses, Cassini-Huygens, e New Horizons, que utilizaram o planeta para aumentar sua velocidade e ajustar a sua direção aos seus respectivos objetivos. Um futuro alvo de exploração é Europa, satélite que potencialmente possui um oceano líquido.
SATURNO: 9.5 UA
É o sexto planeta do Sistema Solar, com uma órbita localizada entre as órbitas de Júpiter e Urano. É o 2° maior planeta, após Júpiter, sendo um dos planetas gasosos do Sistema Solar, porém o de menor densidade, tanto que se existisse um oceano grande o bastante, Saturno flutuaria nele. Seu aspecto mais característico é seu brilhante sistema de anéis, o único visível da Terra. Seu nome provém do deus romano Saturno. Faz parte dos denominados planetas exteriores.
Saturno é um planeta gasoso, principalmente composto de hidrogênio (97%), com uma pequena proporção de hélio e outros elementos. Seu interior consiste de um pequeno núcleo rochoso e gelo, cercado por uma espessa camada de hidrogênio metálico e uma camada externa de gases. A atmosfera externa tem uma aparência suave, embora a velocidade do vento em Saturno possa chegar a 1.800 km/h, significativamente tão rápido como os de Júpiter, mas não tão rápidos como os de Netuno. Saturno tem um campo magnético planetário intermediário entre as forças da Terra e o poderoso campo ao redor de Júpiter.
Antes da invenção do telescópio, Saturno era o mais distante dos planetas conhecidos. A olho nu não parecia ser luminoso. O primeiro ao observar seus anéis foi Galileu em 1610, porém devido à baixa inclinação de seus anéis e à baixa resolução de seu telescópio lhe fizeram pensar a princípio que se tratava de grandes luas. Christiaan Huygens com melhores meios de observação pode em 1659 visualizar com clareza os anéis. James Clerk Maxwell em 1859 demonstrou matematicamente que os anéis não poderiam ser um único objeto sólido, sendo que deveriam ser um agrupamento de milhões de partículas de menor tamanho.
O movimento de rotação em volta do seu eixo demora cerca de 10,5 horas, e cada revolução ao redor do Sol leva 29 anos terrestres.
Tem um número elevado de satélites, 61 descobertos até então, e está cercado por um complexo de anéis concêntricos, composto por dezenas de anéis individuais separados por intervalos, estando o mais exterior destes situado a 138 000 km do centro do planeta geralmente compostos por restos de meteoros e cristais de gelo. Alguns deles têm o tamanho de uma casa.
Saturno é um esferoide oblato (achatado nos pólos) - seus diâmetros polares e equatoriais variam por quase 10% (120 536 km contra 108 728 km). Este é o resultado de sua rápida rotação. Na linha do equador é notável uma pequena saliência, devido à velocidade de rotação. Os outros planetas gasosos também são oblatos, mas em um menor grau. Saturno é o único do sistema solar que é menos denso que a água, com uma densidade média de 0,69 g/cm³.
URANO: 19.0 UA
É o sétimo planeta a partir do Sol, o 3° maior e o 4° mais massivo dos oito planetas do Sistema Solar. Foi nomeado em homenagem ao deus grego do céu, Urano, o pai de Cronos (Saturno) e o avô de Zeus (Júpiter). Embora seja visível a olho nu em boas condições de visualização, não foi reconhecido pelos astrônomos antigos como um planeta devido a seu pequeno brilho e lenta órbita. William Herschel anunciou sua descoberta em 13 de maio de 1781, expandindo as fronteiras do Sistema Solar pela primeira vez na história moderna. Urano foi também o primeiro planeta descoberto por meio de um telescópio.
Urano tem uma composição similar à de Netuno, e ambos possuem uma composição química diferente da dos maiores gigantes gasosos, Júpiter e Saturno. Como tal, os astrônomos algumas vezes os colocam em uma categoria separada, os "gigantes de gelo". A atmosfera de Urano, embora similar às de Júpiter e Saturno em sua composição primária de hidrogênio e hélio, contém mais "gelos" tais como água, amônia e metano, assim como traços de hidrocarbonetos. É a mais fria atmosfera planetária no Sistema Solar, com uma temperatura mínima de 49 K (–224 °C). Tem uma complexa estrutura de nuvens em camadas, e acredita-se que a água forma as nuvens mais baixas, e metano as mais exteriores. Em contraste, seu interior é formado principalmente por gelo e rochas.
Como os outros planetas gigantes, Urano tem um sistema de anéis, uma magnetosfera e vários satélites naturais. O sistema uraniano tem uma configuração única entre os planetas porque seu eixo de rotação é inclinado para o lado, quase no plano de translação do planeta. Portanto, seus polos norte e sul estão quase situados onde seria o equador nos outros planetas. Em 1986, imagens da sonda Voyager 2 mostraram Urano como um planeta virtualmente sem características na luz visível, ao contrário dos outros planetas gigantes que contêm faixas de nuvens e grandes tempestades. Entretanto, observações terrestres têm mostrado sinais de mudanças sazonais e aumento da atividade meteorológica nos últimos anos à medida que Urano se aproximou do equinócio. A velocidade de vento no planeta pode alcançar 250 metros por segundo (900 km/h).
NETUNO: 30.0 UA
É o oitavo planeta do Sistema Solar, e o último, em ordem de afastamento a partir do Sol, desde a reclassificação de Plutão para a categoria de planeta-anão, em 2006, que era o último dos planetas. É, tal como a Terra, conhecido como o "Planeta Azul", mas não devido à presença de água. Netuno recebeu o nome do deus romano dos mares. É o 4° maior planeta em diâmetro, e o 3° maior em massa. Netuno tem 17 vezes a massa da Terra e é ligeiramente mais maciço do que Urano, que tem cerca de 15 vezes a massa da Terra e é menos denso. O seu símbolo astronômico é Símbolo astronômico para Netuno , uma versão estilizada do tridente do deus Netuno.
Descoberto em 23 de Setembro de 1846, Neptuno foi o 1° planeta encontrado por uma previsão matemática, em vez de uma observação empírica. Inesperadas mudanças na órbita de Urano levaram os astrônomos a deduzir que sua órbita estava sujeita a perturbação gravitacional por um planeta desconhecido. Subsequentemente, Neptuno foi encontrado, a um grau da posição prevista. A sua maior lua, Tritão, foi descoberta pouco tempo depois, mas nenhuma das outras 12 luas do planeta foram descobertas antes do século XX. Neptuno foi visitado por uma única sonda espacial, Voyager 2, que voou pelo planeta em 25 de Agosto de 1989.
A composição de Netuno é semelhante à composição de Urano, e ambos têm composições diferentes das dos maiores gigantes gasosos Júpiter e Saturno. A atmosfera de Netuno, apesar de ser semelhante à de Júpiter e de Saturno por ser composta basicamente de hidrogênio e hélio, juntamente com os habituais vestígios de hidrocarbonetos e, possivelmente, nitrogênio,contém uma percentagem mais elevada de "gelos", tais como água, amônia e metano. Como tal,os astrônomos por vezes colocam-nos numa categoria separada, os "gigantes de gelo". Em contraste, o interior de Netuno é composto principalmente de gelo e rochas, como o de Urano. Existem traços de metano nas regiões ultra-periféricas que contribuem, em parte, para a aparência azul do planeta.
Em oposição à relativamente monótona atmosfera de Urano, a atmosfera de Netuno é notável pelos seus padrões climáticos ativos e visíveis. Netuno tem os ventos mais fortes de qualquer planeta no sistema solar,que podem chegar a atingir os 2.100 km/h. Na altura do voo da Voyager 2, por exemplo, o seu hemisfério sul possuía uma Grande Mancha Escura, comparável à Grande Mancha Vermelha de Júpiter. A temperatura na alta atmosfera é geralmente próxima de -218°C(55,1 K),um dos mais frios do sistema solar, devido à sua grande distância do sol. A temperatura no centro da Netuno é de cerca de 7.000°C (7.270 K), o que é comparável à da superfície do Sol e semelhante à encontrada no centro da maioria dos outros planetas do sistema solar. Netuno tem um pequeno e fragmentado sistema de anéis, que pode ter sido detectado durante a década de 1960, mas só foi confirmado indiscutivelmente pela Voyager 2.
fonte: galeriadometeorito.com/p/planetas-gasosos-ou-gigantes-gasosos.html
OS PLANETAS ROCHOSOS DO SISTEMA SOLAR
Planetas rochosos, ou "telúricos' (do latim Tellus um sinônimo de Terra) ou planetas sólidos são planetas rochosos assim como a Terra. São 4 os planetas rochosos do Sistema Solar: Mercúrio, Vênus, Terra e Marte.
A distância média entre o Sol e a Terra é de cerca de 150 milhões de km e, por definição,equivale a uma unidade astronômica(ou simplesmente 1 UA).
MERCÚRIO:
É o menor e mais interno planeta do Sistema Solar, orbitando o Sol a cada 87,969 dias terrestres. Sua órbita tem a maior excentricidade e seu eixo apresenta a menor inclinação em relação ao plano da órbita dentre todos os planetas do Sistema Solar. Mercúrio completa três rotações em torno de seu eixo a cada duas órbitas. O periélio da órbita de Mercúrio apresenta uma precessão de 43 segundos de arco por século, um fenômeno explicado somente no século XX pela Teoria da Relatividade Geral formulada por Albert Einstein. Sua aparência é brilhosa quando observado da Terra, tendo uma magnitude aparente que varia de −2,6 a 5,7, embora não seja facilmente observado pois sua separação angular do Sol é de apenas 28,3º. Uma vez que Mercúrio normalmente se perde no intenso brilho solar, exceto em eclipses solares, só pode ser observado a olho nu durante o crepúsculo matutino ou vespertino.
Comparado a outros planetas, pouco se sabe a respeito de Mercúrio, pois telescópios em solo terrestre revelam apenas um crescente iluminado com detalhes limitados. As duas primeiras espaçonaves a explorar o planeta foram a Mariner 10, que mapeou aproximadamente 45% da superfície do planeta entre 1974 e 1975, e a MESSENGER, que mapeou outros 30% da superfície durante um sobrevoo em 14 de janeiro de 2008. O último sobrevoo ocorreu em setembro de 2009 e a nave entrou em órbita do planeta em 18 de março de 2011, quando começou a mapear o restante do planeta, numa missão com duração nominal de um ano terrestre.
Mercúrio tem uma aparência similar à da Lua com crateras de impacto e planícies lisas, não possuindo satélites naturais nem uma atmosfera substancial. Entretanto, diferentemente da Lua, possui uma grande quantidade de ferro no núcleo que gera um campo magnético, cuja intensidade é cerca de 1% da intensidade do campo magnético da Terra. É um planeta excepcionalmente denso devido ao tamanho relativo de seu núcleo. A temperatura em sua superfície varia de 90 a 700 K (−183 °C a 427 °C). O ponto subsolar é a região mais quente e o fundo das crateras perto dos polos as regiões mais frias.
As primeiras observações registradas de Mercúrio datam pelo menos do primeiro milênio antes de Cristo. Antes do século IV a.C., astrônomos gregos acreditavam que se tratasse de dois objetos distintos: um visível no nascer do sol, ao qual chamavam Apolo, e outro visível ao pôr do Sol, chamado de Hermes. O nome em português para o planeta provém da Roma Antiga, onde o astro recebeu o nome do deus romano Mercúrio, que tinha na mitologia grega o nome de Hermes (Ἑρμῆς). O símbolo astronômico de Mercúrio é uma versão estilizada do caduceu de Hermes.
VÊNUS:
É o segundo planeta do Sistema Solar em ordem de distância a partir do Sol, orbitando-o a cada 224,7 dias. Recebeu seu nome em homenagem à deusa romana do amor e da beleza Vénus, equivalente a Afrodite. Depois da Lua, é o objeto mais brilhante do céu noturno, atingindo uma magnitude aparente de -4,6, o suficiente para produzir sombras. Como Vénus se encontra mais próximo do Sol do que a Terra, ele pode ser visto aproximadamente na mesma direção do Sol (sua maior elongação é de 47,8°). Vénus atinge seu brilho máximo algumas horas antes da alvorada ou depois do ocaso, sendo por isso conhecido como a estrela da manhã(Estrela d'Alva)ou estrela da tarde (Vésper); também é chamado Estrela do Pastor.
Vênus é considerado um planeta do tipo terrestre ou telúrico, chamado com frequência de planeta irmão da Terra, já que ambos são similares quanto ao tamanho, massa e composição. Vénus é coberto por uma camada opaca de nuvens de ácido sulfúrico altamente reflexivas, impedindo que a sua superfície seja vista do espaço na luz visível. Ele possui a mais densa atmosfera entre todos os planetas terrestres do Sistema Solar, constituída principalmente de dióxido de carbono. Vénus não possui um ciclo do carbono para fixar o carbono em rochas ou outros componentes da superfície, nem parece ter qualquer vida orgânica para absorvê-lo como biomassa. Acredita-se que no passado Vénus possuía oceanos como os da Terra, que se evaporaram quando a temperatura se elevou, restando uma paisagem desértica, seca e poeirenta, com muitas pedras em forma de placas. A água provavelmente se dissociou e, devido à inexistência de um campo magnético, o hidrogênio foi arrastado para o espaço interplanetário pelo vento solar. A pressão atmosférica na superfície do planeta é 92 vezes a da Terra.
A superfície venusiana foi objeto de especulação até que alguns dos seus segredos foram revelados pela ciência planetária no século XX. Ele foi finalmente mapeado em detalhes pelo Projeto Magellan em 1990-91. O solo apresenta evidências de extenso vulcanismo e o enxofre na atmosfera pode indicar que houve algumas erupções recentes. Entretanto, a falta de evidência de fluxo de lava acompanhando algumas das caldeiras visíveis permanece um enigma. O planeta possui poucas crateras de impacto, demonstrando que a superfície é relativamente jovem, com idade de aproximadamente 300-600 milhões de anos. Não há evidência de placas tectônicas, possivelmente porque a crosta é muito forte para ser reduzida, sem água para torná-la menos viscosa. Em vez disso, Vénus pode perder seu calor interno em eventos periódicos de reposição da superfície.
TERRA:
É o terceiro planeta mais próximo do Sol, o mais denso e o quinto maior dos oito planetas do Sistema Solar. É também o maior dos quatro planetas telúricos. É por vezes designada como Mundo ou Planeta Azul. Lar de milhões de espécies de seres vivos, incluindo os humanos, a Terra é o único corpo celeste onde é conhecida a existência de vida. O planeta formou-se há 4,54 bilhões de anos, e a vida surgiu na sua superfície um bilhão de anos depois. Desde então, a biosfera terrestre alterou significativamente a atmosfera e outros fatores abióticos do planeta, permitindo a proliferação de organismos aeróbicos, bem como a formação de uma camada de ozônio, a qual, em conjunto com o campo magnético terrestre, bloqueia radiação solar prejudicial, permitindo a vida no planeta. As propriedades físicas do planeta, bem como suas história geológica e órbita, permitiram que a vida persistisse durante este período. Acredita-se que a Terra poderá suportar vida durante pelo menos outros 500 milhões de anos.
A sua superfície exterior está dividida em vários segmentos rígidos, chamados placas tectônicas, que migram sobre a superfície terrestre ao longo de milhões de anos. Cerca de 71% da superfície da Terra está coberta por oceanos de água salgada, com o restante consistindo de continentes e ilhas, os quais contêm muitos lagos e outros corpos de água que contribuem para a hidrosfera. Não se conhece a existência de água no estado líquido em equilíbrio, necessária à manutenção da vida como a conhecemos, na superfície de qualquer outro planeta. Os polos geográficos da Terra encontram-se maioritariamente cobertos por mantos de gelo ou por banquisas. O interior da Terra permanece ativo, com um manto espesso e relativamente sólido, um núcleo externo líquido que gera um campo magnético, e um núcleo interno sólido, composto sobretudo por ferro.
A Terra interage com outros objetos no espaço, em particular com o Sol e a Lua. No presente, a Terra orbita o Sol uma vez por cada 366,26 rotações sobre o seu próprio eixo, o que equivale a 365,26 dias solares ou um ano sideral. O eixo de rotação da Terra possui uma inclinação de 23,4° em relação à perpendicular ao seu plano orbital, produzindo variações sazonais na superfície do planeta com período igual a um ano tropical (365,24 dias solares). A Lua é o único satélite natural conhecido da Terra, tendo começado a orbitá-la há 4,53 bilhões de anos. É responsável pelas marés, estabiliza a inclinação axial da Terra e abranda gradualmente a rotação do planeta. Entre aproximadamente 4,1 e 3,8 bilhões de anos atrás, durante o intenso bombardeio tardio, impactos de asteroides causaram mudanças significativas na superfície terrestre.
Os recursos minerais da Terra em conjunto com os produtos da biosfera, fornecem recursos que são utilizados para suportar uma população humana global. Estes habitantes da Terra estão agrupados em cerca de 200 estados soberanos, que interagem entre si por meio da diplomacia, viagens, comércio e ação militar. As culturas humanas desenvolveram várias crenças sobre o planeta, incluindo a sua personificação em uma deidade, a crença numa Terra plana, ou em que a Terra é o centro do universo, e uma perspectiva moderna do mundo como um ambiente integrado que requer proteção.
MARTE: 1.5 UA
É o quarto planeta a contar do Sol e é o último dos quatro planetas telúricos (ou rochosos) no Sistema Solar. A sua distância é de 1,5 UA do Sol (ou seja, a uma vez e meia a distância da Terra ao Sol). De noite, aparece como uma estrela vermelha, razão por que os antigos romanos lhe deram o nome de Marte, o deus da guerra. Os chineses, coreanos e japoneses chamam-lhe "Estrela de Fogo", baseando-se nos cinco elementos da filosofia tradicional oriental. Executa uma volta em torno do Sol em 687 dias terrestres (quase 2 anos terrestres). Marte é um planeta com algumas afinidades com a Terra: tem um dia com uma duração muito próxima do dia terrestre e o mesmo número de estações. Marte tem calotas polares que contêm água e dióxido de carbono gelados, o maior vulcão conhecido do sistema solar - o Olympus Mons, um desfiladeiro imenso, planícies, antigos leitos de rios secos, tendo sido recentemente descoberto um lago gelado. Os primeiros observadores modernos interpretaram aspectos da morfologia superficial de Marte de forma ilusória, que contribuíram para conferir ao planeta um estatuto quase mítico: primeiro foram os canais; depois as pirâmides,o rosto humano esculpido,e a região de Hellas no sul de Marte que parecia que, sazonalmente, se enchia de vegetação, o que levou a imaginar a existência de marcianos com uma civilização desenvolvida. Hoje sabemos que poderia ter existido água abundante em Marte e que formas de vida primitiva podem, de fato, ter surgido.
FONTE: galeriadometeorito.com/p/planetas-rochosos.html
sexta-feira, 25 de abril de 2014
PLANETA QUE NÃO TEM ESTRELA É DESCOBERTO PERTO DO SISTEMA SOLAR
Geralmente, todos os planetas viram em torno de uma estrela
A relação entre planetas e estrelas tornou-se ainda menos clara após a recente descoberta de um astrônomo norte-americano.
O cientista Kevin Luhman, da Universidade Estadual da Pensilvânia, descobriu, com a ajuda do satélite Wise, da Nasa, um corpo celeste que não vira em torno de astro nenhum. O autor da descoberta o qualifica como uma “anã marrom”, classe que reúne estrelas que não conseguiram obter massa suficiente para iniciar a fusão de hidrogênio, condição necessária para se “acenderem”.
Porém, mesmo assim, a massa do objeto é muito mais pequena do que é necessário para ser “estrela não acabada”. O corpo celeste, que recebeu o nome WISE Jo85510.83, tem até 10 vezes a massa do Júpiter, e para ser estrela, precisaria pelo menos de 13 vezes a massa do maior planeta do Sistema Solar. A mídia já batizou o achado de “planeta órfão”.
Em termos de astronomia, este achado é importante, já que considerava-se que todo planeta precisa de uma estrela. Agora, pode ser estabelecido novo tipo de planeta que aspira a ser estrela mas não consegue.
FONTE:portuguese.ruvr.ru
domingo, 30 de março de 2014
QUÃO LONGE FICA O FIM DO SISTEMA SOLAR?
14,48 bilhões de quilômetros: essa é distância percorrida pelas Voyager 1 e 2, duas naves espaciais que deixaram a Terra em 1970 e só agora estão saindo do sistema solar.
Nesse exato momento, elas estão passando as bolhas magnéticas em sua borda, a aproximadamente 15 bilhões de quilômetros da Terra.
15 bilhões de quilômetros é claramente muito longe, mas também é uma distância muito difícil de imaginar. Que tal colocar isso em mais termos um pouco mais práticos?
Vamos pensar em distâncias entre cidades: por avião, a distância entre as cidades americanas Los Angeles e Nova York é de 3.983 quilômetros. Para chegar a borda do sistema solar, as sondas Voyager fizeram o equivalente a 3 a 4 milhões dessas viagens.
Pode-se também medir a distância em unidades de separação Terra-Lua. Nosso satélite nos orbita a uma distância média de 384.403 quilômetros. Enfileire essa distância 37.679 vezes, uma após a outra, e você vai chegar na borda do sistema solar.
O sol está a mais ou menos 150 milhões de quilômetros de distância de nós. A borda do sistema solar (e agora as intrépidas naves Voyagers) estão quase 97 vezes mais longe da gente.
FONTE:LifesLittleMysteries
FORÇA MISTERIOSA ESTÁ TRAZENDO UMA SONDA DE VOLTA AO SISTEMA SOLAR
Você lembra da Pioneer 10? Ela é uma sonda espacial que deixou o Sistema Solar em 1983. Pois bem, cientistas perceberam que a sonda está sendo empurrada de volta para o nosso sistema, por alguma força misteriosa.
Inicialmente, os astrônomos pensaram que a sonda estava voltando por causa do impulso que uma sobra de gás nos motores da Pioneer que estivesse escapando causaria. Mas a força é praticamente constante. Outras possibilidades como radiação solar e gravidade também foram descartadas.
A força misteriosa é 10 milhões de vezes mais fraca do que a gravidade e os cientistas estão acreditando que possa se tratar de uma “nova força da natureza”, desconhecida até então.
A velocidade da sonda, que é, atualmente, 43 mil quilômetros por hora e parece estar diminuindo 9 quilômetros por hora, mas a cada século.
A Pioneer está fazendo os cientistas questionarem o conhecimento que temos sobre a gravidade e o universo.
FONTE: Gizmodo
domingo, 23 de março de 2014
OS 10 FATOS FASCINANTES SOBRE O SISTEMA SOLAR
O sistema solar é o local onde dentro da Via Láctea - a nossa galáxia mãe - onde estamos. É composto por diversos planetas, incluindo a Terra, que circundam o Sol.
Existem planetas para todos os gostos, de diversos tamanhos e tipos. Alguns dos planetas, incluindo o nosso, têm satélites naturais, ou luas. Uns têm poucas e outros estão cheios de Luas.
Todos nos lembramos de alguns fatos sobre o nosso sistema solar, como a existência dos nove planetas, por exemplo (pelo menos até que os cientistas mudaram de ideias).
Mas existem algumas curiosidades menos conhecidas para a maioria das pessoas. Listadas abaixo estão dez curiosidades sobre o nosso sistema solar e sobre os planetas dentro dele.
10. JÚPITER SUGA LIXO ESPACIAL
Júpiter é o maior planeta do nosso sistema solar e é conhecido principalmente pela sua grande mancha vermelha, uma tempestade de longa duração sobre a superfície de Júpiter. Este planeta tem muito mais do que isso, no entanto, e é realmente considerado pelos cientistas por ser importante para a nossa segurança.
A razão para isso é que o tamanho e a força gravitacional enorme de Júpiter trabalha como uma barreira protetora que protege a Terra de lixo espacial, puxando objetos perigosos na sua órbita antes que eles possam chegar até nós.
Um francês chamado Pierre-Simon Laplace descobriu um cometa que parecia estar vindo em direção à Terra, mas ficou preso no campo gravitacional de Júpiter e foi completamente removido do sistema solar.
9. HÁ 5 PLANETAS ANÕES NO NOSSO SISTEMA SOLAR
Embora certamente haja algum debate atualmente sobre planetas anões, podemos concordar que estes planetas são essencialmente grandes corpos planetários que não limparam a sua órbita o suficiente para serem considerados planetas, mas que ao mesmo tempo não orbitam outro planeta para serem considerados luas. [10 bizarros objetos não-planetários do nosso sistema solar]
Na verdade, existem 5 planetas anões no nosso sistema solar, um deles é Plutão, recentemente reclassificado. Os outros quatro são Ceres, Eris, Haumea, e Makemake.
8. O NOSSO SISTEMA SOLAR ESTÁ CHEIO DE ASTERÓIDES
Embora tenhamos todos visto muitos filmes que apresentam asteróides, muitas pessoas podem não saber que o nosso sistema solar contém um grande cinturão de asteróides localizado entre Júpiter e Marte, bem como asteróides menores agrupados em todo o sistema solar, alguns deles bastante próximos da Terra.
7. VÊNUS É O PLANETA MAIS QUENTE
Se se perguntar qual é o planeta mais quente, a maioria das pessoas julga ser Mercúrio. Mas isso não é verdade, apesar de ser uma conclusão completamente razoável, visto que Mercúrio é, afinal, o planeta mais próximo do sol. No entanto, Vénus é na verdade um planeta mais quente do que Mercúrio, embora esteja mais longe.
A razão para isto é que prende-se com a atmosfera do planeta Vénus que é espessa o suficiente para reter o calor gerado pelo sol. Curiosamente, Vénus é também a ovelha negra do mundo dos planetas, girando na direção oposta.
6. ESTATUTO DE PLUTÃO HÁ MUITO ERA DUVIDOSO
Muitas pessoas ficaram chocadas quando a comunidade científica anunciou que Plutão deixou de ser considerado um planeta. Muitos de nós tinha aprendido desde jovens que Plutão era um planeta, e tal facto era considerado por muitos de nós como uma verdade inquestionável.
No entanto, o estatuto de Plutão tinha sido colocado em questão há mais de 30 anos - apesar de tal facto ser mencionado poucas vezes fora dos círculos académicos de astrónomos. Plutão é realmente muito menor do que se imagina. Para ter uma ideia, seriam precisos 170 plutões para preencher o espaço ocupado pela Terra.
5. UM DIA EM MERCÚRIO É IGUAL A 58 DIAS TERRESTRES
Um dia em qualquer planeta é considerado uma rotação completa sobre si mesmo. Estamos acostumados a que esta rotação leve cerca de 24 horas e por isso parece bizarro pensar em passar um dia em Mercúrio, cuja rotação dura cerca de sessenta dias da Terra.
Devido à órbita de Mercúrio em torno do Sol, um ano em no planeta é o equivalente a cerca de oitenta e oito dias na Terra, o que significa que em Mercúrio, há menos de dois dias em um ano. Mas isso não é tudo: devido à órbita estranha do planeta, o sol realmente parece viajar para trás e para a frente no céu.
4. AS ESTAÇÕES EM URANO DURAM 20 ANOS
Urano tem uma inclinação orbital de 82°graus, o que significa que ele está praticamente de lado. O efeito disso é que uma estação em Úrano dura cerca de vinte anos na Terra, e provoca todo o tipo de clima estranho.
Recentemente, Urano saiu de uma tempestade particularmente longa de inverno. A primavera de Urano não é nada parecida com a da Terra, como a temperatura muito abaixo de zero, e com enormes tempestades, num completo ambiente hostil.
3. O SOL REPRESENTA 99% DA MASSA DO SISTEMA SOLAR
O sol é, evidentemente, a parte mais importante do nosso sistema solar. Mesmo que esta bola brilhante de gás nos dê luz, calor e energia que faz praticamente tudo funcionar, às vezes é fácil esquecer o quão assustadoramente enorme o nosso sol realmente é.
O sol constitui mais de noventa e nove por cento de toda a massa em todo o nosso sistema solar. Júpiter e outros planetas grandes compõem a maior parte do resto, e Terra quase não regista peso na equação.
2. VOCÊ PESARIA MUITO MENOS NA LUA
A gravidade na Lua, devido à sua pequena massa, é muito menor do que aquilo que nós experimentamos na Terra. Para comparação, a gravidade da Terra é cerca de seis vezes mais forte. Isto significa basicamente que você pode saltar cerca de seis vezes mais do que na Terra. [10 segredos estranhos da Lua]
1. SATURNO NÃO É O ÚNICO COM ANÉIS
Todos sabemos que Saturno tem anéis incríveis, constituídos por pequenas rochas, gelo e outras partículas. Mas, na verdade, existem vários outros planetas que também têm anéis ao redor deles. Na verdade, todos os planetas maiores do sistema solar têm anéis.
Isto é verdade para Júpiter, cujo anéis não podem ser vistos a partir de nosso planeta, assim como Neptuno. Mesmo Úrano tem nove anéis brilhantes em torno dele, mas todos estes são difíceis de ver devido à distância a que os planetas estão da Terra.
FONTE: Listverse
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
A NOVA MATUSALÉM: A ESTRELA MAIS VELHA DO UNIVERSO DESCOBERTA A 6.000 ANOS-LUZ DO SISTEMA SOLAR
Uma equipe liderada por astrônomos da Universidade Nacional Australiana descobriu a mais antiga estrela conhecida no Universo, que formou logo após o Big Bang 13,7 bilhões de anos. A descoberta permitiu que os astrônomos pela primeira vez para estudar a química das primeiras estrelas, dando aos cientistas uma ideia mais clara do que o Universo era como na sua infância.
"Esta é a primeira vez que temos sido capazes de dizer de forma inequívoca que encontramos a impressão digital química de uma estrela de primeira", disse o pesquisador-chefe, o Dr. Stefan Keller, da Escola de Pesquisa ANU Astronomy and Astrophysics .
"Este é um dos primeiros passos para entender o que essas primeiras estrelas eram como. Que esta estrela nos permitiu fazer é registrar a impressão digital dessas primeiras estrelas."
A estrela foi descoberta usando o ANU SkyMapper telescópio no Observatório Siding Spring , que está à procura de estrelas antigas, uma vez que realiza um projeto de cinco anos para produzir o primeiro mapa digital do céu do sul.
A estrela antiga é de cerca de 6.000 anos-luz da Terra, o que o Dr. Keller diz que é relativamente perto em termos astronômicos. Ele é um dos 60 milhões de estrelas fotografadas por SkyMapper em seu primeiro ano.
"As estrelas que estão encontrando o número um em um milhão", diz o membro da equipe Professor Mike Bessell, que trabalhou com Keller na pesquisa.
"Encontrar tais agulhas num palheiro é possível graças ao telescópio SkyMapper ANU que é única em sua capacidade de encontrar estrelas com baixo teor de ferro a partir de sua cor."
Dr. Keller e Professor Bessell confirmou a descoberta usando o telescópio Magellan, no Chile.
A composição da estrela recém-descoberta mostra se formou na esteira de uma estrela primordial, que tinha uma massa 60 vezes maior do que o nosso sol.
"Para fazer uma estrela como o nosso Sol, você pega os ingredientes básicos de hidrogênio e hélio a partir do Big Bang e adicionar uma quantidade enorme de ferro - o equivalente a cerca de 1.000 vezes a massa da Terra," diz o Dr. Keller.
"Para fazer esta antiga estrela, você não precisa de mais do que um asteróide Austrália porte de ferro e um monte de carbono. É uma receita muito diferente que nos diz muito sobre a natureza das primeiras estrelas e como eles morreram."
Dr. Keller diz que se pensava que as estrelas primordiais morreram em explosões extremamente violentas que poluíram grandes volumes de espaço com ferro. Mas a antiga estrela mostra sinais de poluição com elementos mais leves, como carbono e magnésio, e nenhum sinal de poluição com ferro.
"Isso indica supernova explosão da estrela primordial era de surpreendentemente baixo de energia. Embora suficiente para desintegrar a estrela primordial, quase todos os elementos pesados como o ferro, foram consumidos por um buraco negro que se formou no coração da explosão", diz ele .
O resultado pode resolver uma discrepância de longa data entre as observações e previsões do Big Bang.
Esta nova descoberta supera o que os astrônomos acreditavam que era o mais antigo conhecido no universo com uma idade bem determinada, 13,2 bilhões de anos formou logo após o Big Bang. Apelidado de HD 140283, fica a uma distância relativamente curta de 186 anos-luz de nosso sistema solar e tem sido estudada pelos astrônomos há mais de um século. Os pesquisadores sabem há muito tempo que o objeto é composto quase inteiramente de hidrogênio e hélio, uma característica de ter formado no início da história do universo, antes de gerações sucessivas de estrelas teve a chance de forjar elementos mais pesados.
A descoberta foi publicada na última edição da revista Nature .
FONTE:http://www.dailygalaxy.com/
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