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sábado, 5 de dezembro de 2015

IDENTIFICADO ASTRO MAIS DISTANTE DO SISTEMA SOLAR

Há tempos a NASA procura pelo Planeta X. Astrônomos acreditam que o Sistema Solar pode ter mais dois planetas gigantes.

Novo planeta anão

Astrônomos encontraram o corpo celeste mais distante no Sistema Solar: observações do telescópio japonês Subaru revelaram o astro a 15,5 bilhões de quilômetros do Sol, cerca de três vezes mais longe do que Plutão. O objeto foi catalogado como V774104 e, segundo estudos iniciais, teria entre 500 e 1.000 quilômetros de extensão, menor do que Plutão, mas suficiente para ser classificado como planeta anão. Os modelos que tentam explicar a formação do Sistema Solar não conseguem explicar corpos tão distantes, sobretudo as órbitas estranhas que apresentam. "Não conseguimos explicar as órbitas desses objetos a partir do que sabemos sobre o Sistema Solar", disse Scott Sheppard, membro da equipe de observação. Hoje, o V774104 está a 15,4 bilhões de quilômetros do Sol, o equivalente a 103 unidades astronômicas (ua), uma régua cósmica equivalente à distância entre a Terra e o Sol.

Órbitas estranhas

Agora será necessário rastrear o planeta anão durante pelo menos um ano para descobrir qual é a forma e o tamanho de sua órbita em torno do Sol. Definida sua órbita, o planeta anão poderá ser classificado em um de 2 grupos. Se sua órbita o trouxer mais perto do Sol, ele se tornaria parte de uma população mais comum de mundos gelados cujas órbitas podem ser explicadas por interações gravitacionais com Netuno. Esses "objetos do Cinturão de Kuiper", que incluem Plutão, ficam entre 30 e 50 ua.
Ilustração artística do planeta anão Sedna. O objeto mais distante do Sol até agora era o planeta anão Eris. Contudo, se ele não se aproxima muito do Sol, pode juntar-se a um clube raro e muito mais interessante, que só agora vem sendo desvendado com a descoberta recente dos planetoides conhecidos como 2012 VP113 e Sedna, que nunca se aproximam do Sol mais do que 50 ua, mas afastam-se até 1.000 ua. Estes seriam "objetos da Nuvem de Oort", uma formação hipotética de corpos celestes idealizada para explicar a origem dos cometas. Este caso é bem mais entusiasmante porque leva à busca de novos planetas grandes ainda desconhecidos - o que estenderia muito a fronteira do Sistema Solar - e que possam ser responsáveis pelo desenho da órbita desses planetas anões tão distantes.

Objetos mais distantes do Sistema Solar

Oficialmente, o astro até agora considerado mais distante do Sol era o planeta anão Eris e sua lua Disnomia, que se movem em uma órbita elíptica a nunca menos do que 97 ua. Para comparação, os planetas rochosos ficam entre 0,39 e 4,2 ua do Sol, os gigantes gasosos entre 5 e 30 ua, e o Cinturão de Kuiper, que inclui Plutão, fica entre 30 e 50 ua. Sedna fica a 75 ua e o planeta anão recém-descoberta fica a 103 ua. FONTE: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=identificado-astro-mais-distante-sistema-solar&id=010130151112#.VmNXj3arS1s

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

IDENTIFICADO ASTRO MAIS DISTANTE DO SISTEMA SOLAR

Há tempos a NASA procura pelo Planeta X. Astrônomos acreditam que o Sistema Solar pode ter mais dois planetas gigantes

Novo planeta anão

Astrônomos encontraram o corpo celeste mais distante no Sistema Solar: observações do telescópio japonês Subaru revelaram o astro a 15,5 bilhões de quilômetros do Sol, cerca de três vezes mais longe do que Plutão. O objeto foi catalogado como V774104 e, segundo estudos iniciais, teria entre 500 e 1.000 quilômetros de extensão, menor do que Plutão, mas suficiente para ser classificado como planeta anão. Os modelos que tentam explicar a formação do Sistema Solar não conseguem explicar corpos tão distantes, sobretudo as órbitas estranhas que apresentam. "Não conseguimos explicar as órbitas desses objetos a partir do que sabemos sobre o Sistema Solar", disse Scott Sheppard, membro da equipe de observação. Hoje, o V774104 está a 15,4 bilhões de quilômetros do Sol, o equivalente a 103 unidades astronômicas (ua), uma régua cósmica equivalente à distância entre a Terra e o Sol.

Órbitas estranhas

Agora será necessário rastrear o planeta anão durante pelo menos um ano para descobrir qual é a forma e o tamanho de sua órbita em torno do Sol. Definida sua órbita, o planeta anão poderá ser classificado em um de dois grupos. Se sua órbita o trouxer mais perto do Sol, ele se tornaria parte de uma população mais comum de mundos gelados cujas órbitas podem ser explicadas por interações gravitacionais com Netuno. Esses "objetos do Cinturão de Kuiper", que incluem Plutão, ficam entre 30 e 50 ua. Contudo, se ele não se aproxima muito do Sol, pode juntar-se a um clube raro e muito mais interessante, que só agora vem sendo desvendado com a descoberta recente dos planetoides conhecidos como 2012 VP113 e Sedna, que nunca se aproximam do Sol mais do que 50 ua, mas afastam-se até 1.000 ua. Estes seriam "objetos da Nuvem de Oort", uma formação hipotética de corpos celestes idealizada para explicar a origem dos cometas.
Ilustração artística do planeta anão Sedna. O objeto mais distante do Sol até agora era o planeta anão Eris. Este caso é bem mais entusiasmante porque leva à busca de novos planetas grandes ainda desconhecidos - o que estenderia muito a fronteira do Sistema Solar - e que possam ser responsáveis pelo desenho da órbita desses planetas anões tão distantes.

Objetos mais distantes do Sistema Solar

Oficialmente, o astro até agora considerado mais distante do Sol era o planeta anão Eris e sua lua Disnomia, que se movem em uma órbita elíptica a nunca menos do que 97 ua. Para comparação, os planetas rochosos ficam entre 0,39 e 4,2 ua do Sol, os gigantes gasosos entre 5 e 30 ua, e o Cinturão de Kuiper, que inclui Plutão, fica entre 30 e 50 ua. Sedna fica a 75 ua e o planeta anão recém-descoberta fica a 103 ua. FONTE:inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=identificado-astro-mais-distante-sistema-solar&id=010130151112#.VkYKvtQVhHw

sábado, 16 de maio de 2015

ENCONTRADA A GALÁXIA MAIS DISTANTE DA TERRA

Há mais de 13 bilhões de anos-luz de nosso planeta minúsculo, uma galáxia antiga espreita. Nomeada EGS-zs8-1, ela é um aglomerado extremamente luminoso de estrelas – e é a galáxia mais distante que já vimos. A EGS-zs8-1 foi identificada originalmente por imagens tiradas com os telescópios espaciais Hubble e Spitzer, mas esta pesquisa mais recente identificou a localização exata da galáxia através do Observatório WM Keck, no Havaí. Seu novo instrumento MOSFIRE (Espectrógrafo de multi-objeto para exploração de infravermelho) permite que os pesquisadores estudem as mudanças de luz de várias galáxias ao mesmo tempo, dando uma indicação mais clara de quão longe as galáxias se situam. As mudanças de luz da EGS-zs8-1 indicam que ela é pouco mais jovem do que o Big Bang, que acredita-se ter ocorrido há 13,8 bilhões de anos atrás. Se as medições do Keck estiverem corretas, então esta galáxia formou-se há apenas 670 milhões de anos após a origem cataclísmica. Na escala de tempo do universo, nossa dimensão estava em sua infância. Visto que a luz desta galáxia levou 13,1 bilhões de anos para viajar aos nossos olhos insignificantes, nós estamos realmente olhando para o passado, para quando este aglomerado de estrelas formou-se pela primeira vez. Mesmo em uma idade tão jovem, a EGS-zs8-1 já era uma galáxia maciça de se ver. “Enquanto nós vemos a galáxia como ela era há 13 bilhões de anos atrás, ela já havia construído mais de 15% da massa da nossa Via Láctea hoje”, disse Pascal Oesch, principal autor do estudo, em um comunicado. “Mas ela teve apenas 670 milhões de anos para fazê-lo. O universo ainda era muito jovem nessa altura.” FONTE: curioso.blog.br/post/encontrada-galaxia-distante-terra/