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sábado, 31 de maio de 2014

FÍSICOS ENCONTRAM NOVO MODO DE MEDIR O TEMPO

O físico Holger Müller e seus colegas da Universidade da Califórnia, em Berkeley (EUA), encontraram uma forma nova de medir o tempo usando átomos de césio. Segundo explicam em um artigo publicado na revista Science, com este método é possível dizer que horas são usando só a onda de matéria de um átomo de césio e se referem a seu método como um relógio de Compton, porque se baseia na frequência Compton de uma onda de matéria. Assim aproveitam o fato de que, na natureza, a matéria pode ser tanto uma partícula como uma onda, seu método para dizer a hora utiliza as oscilações de uma onda de matéria, cuja freqüência é 10 bilhões de vezes mais alta que a da luz visível. Por enquanto o novo relógio é ainda 100 milhões de vezes menos preciso que os melhores relógios atômicos atuais, que empregam íons de alumínio. No entanto, as futuras melhoras na técnica poderiam aumentar sua precisão até atingir a dos relógios atômicos, incluindo os relógios de césio que agora são utilizados para definir o segundo como unidade de tempo, assegura o próprio pesquisador. - "Quando alguém faz um relógio de parede, há um pêndulo e um relógio que conta as oscilações do pêndulo. De modo que há algo que balança", explica Müller. "Não havia maneira de fazer um relógio de ondas de matéria, já que sua frequência de oscilação é 10 bilhões de vezes mais alta que inclusive as oscilações da luz visível". No entanto, no ano passado o cientista deu-se conta de que poderia ser capaz de combinar duas técnicas bem conhecidas para criar um mecanismo de relojoeiro e explicitamente demonstrar que a freqüência de Compton de apenas uma partícula é útil como referência para um relógio. Um átomo de césio que se afasta e depois retorna é menor que um que se detém, motivo pelo qual o movimento de onda da matéria de césio oscila menos vezes e a diferença de frequência poderia ser mensurável. No laboratório, Müller provou que podia medir esta diferença ao permitir que as ondas de matéria dos átomos de césio fixos e em movimento intervenham em um interferômetro atômico. - "Nosso relógio tem uma precisão de sete partes por bilhão", esclarece. "É como medir um segundo de oito anos, quase tão bom como o primeiro relógio atômico de césio de uns 60 anos atrás. Talvez possamos desenvolvê-lo mais e em um dia definir o segundo como tantas oscilações da freqüência de Compton para uma partícula determinada", anuncia. Müller espera impulsionar sua técnica para partículas ainda menores, como os elétrons ou positrons inclusive, neste último caso, com a criação de um relógio de antimateria. O físico tem a esperança de que algum dia será capaz de dizer a hora usando as flutuações quânticas no vácuo. FONTE: Chemistry World

DESCOBERTO BURACO NEGRO COM A MAIOR RESERVA DE ÁGUA DO UNIVERSO

Buraco negro tem a maior reserva de água do universo Pronto. Temos água para o momento. Ou talvez não... Resulta que duas equipes de astrônomos descobriram a maior e mais longínqua reserva de água jamais achada no universo. Está em um buraco negro a uma distância de 12 bilhões de anos luz e possui ao menos 140 bilhões de vezes mais água que a disponível em todos os oceanos da Terra em conjunto. Trata-se de uma gigantesca massa de vapor de água escondida no quasar APM 08279+5255 (na constelação Lince), que possui um buraco negro que é 20.000 de vezes maior que nosso Sol. Para as observações lideradas por cientistas do Instituto de Tecnologia de Califórnia (Caltech), um grupo utilizou um instrumento chamado Z-Spec do Submillimeter Observatory no Havai, com observações adicionais desde o Combined Array for Research in Millimeter-Wave Astronomy (CARMA) na Califórnia do Sul. O outro grupo operou com o Plateau de Bure Interferometer nos Alpes Franceses. Ambos observam em frequências de onda milimétricas e submilimétricas, que permitem descobrir e medir estas reservas. Muita água. O problema vai ser ir buscá-la. fonte:Wired.

ESTRANHO FENÔMENO ASTRONÔMICO LIBERA TANTA ENERGIA COMO O SOL EM 300.000 ANOS

Os astrônomos de Nova Gales do Sul, na Austrália, que estão a cargo da operação do radiotelescópio Parkes, acharam uma curiosa e até agora inédita forma de energia no espaço exterior e deram conta dela em um artigo da revista Science. O fenômeno foi registrado em quatro ocasiões entre fevereiro de 2011 e janeiro de 2012, e afirmam que, seja o que for que tenha acontecido, foi algo tão veloz que não tem suficiente informação para analisar a sua procedência. Os astrônomos registraram um poderoso sinal durante poucos milisegundos: quatro flashes de energia provenientes de diferentes pontos da galáxia, mas os cientistas apressam-se em esclarecer que sua procedência não pôde ser localizada em nenhum ponto dentro de nossa Via Láctea nem em nenhuma galáxia próxima. Segundo o relatório, durante os milisegundos de duração do resplendor, cada um dos sinais liberou tanta energia como nosso sol é capaz de emitir durante 300 mil anos. - "Viajou desde um lugar tão longínquo que para o tempo em que atingem a Terra o telescópio Parkes teria que operar durante um milhão de anos para coletar suficiente informação como para ter o equivalente energético de um mosquito em pleno vôo", escreve Dan Thornton da Universidade de Manchester, explicando a magnitude do fenômeno para o Discovery News. James Cordes da Universidade de Cornell, por sua vez, afirma que este fenômeno poderia tratar de um tipo de evento astrofísico de alta energia completamente inédito na história da observação do universo: - "Ainda é muito cedo para identificar as origens astrofísicas de eventos tão comuns, mas (até agora) tão raramente detectados". Algumas possíveis hipóteses da origem deste fenômeno ainda dividem os estudiosos: choque de estrelas de nêutrons com campos magnéticos super poderosos, buracos negros evaporando-se, emanações de raios gama provenientes de uma super nova? A resposta ainda está longe de ser esclarecida. FONTE: NBCNews

OS PÁSSAROS DE CHERNOBIL EVOLUÍRAM PARA SUPORTAR A RADIAÇÃO

Uma equipe de acadêmicos de múltiplos países realizou um estudo, que foi recentemente publicado na revista Functional Ecology, no qual é revelado como a seleção natural responde a uma ação humana completamente impremeditada: a radiação em Chernobil depois do acidente de sua central nuclear em 1986. Em base à premissa de que os pássaros que residem perto de Chernobil têm melhores chances de sobreviver à radiação do que os pássaros perto da planta de Fukushima, no Japão, depois do acidente de seu reator em 2011, os cientistas partiram da base que esta diferença de tempo lhe teria permitido aos pássaros ucranianos desenvolver uma resistência contra a radiação. Para sabê-lo, os cientistas extraíram amostras de sangue e penas de 120 pássaros de 13 espécies diferentes que recolheram tanto de regiões com muita e pouca radiação ao redor de Chernobil para buscar danos genéticos e analisar os níveis de glutationa, um antioxidante que ajuda a remover moléculas radioativas de tecidos biológicos. Os resultados foram significativos. Enquanto os pássaros em zonas com baixa radiação tinham uma concentração média de glutationa de 450 microgramas por grama de massa corporal; os pássaros em zonas com alta radiação tinham 725 microgramas por grama. E mais: quanto maior nível de glutationa, menor era a quantidade de dano genético nas células dos pássaros. FONTE: The Economist.com/news/science-ande-technology/

AS PRINCIPAIS CAUSAS DE MORTE NO MUNDO, SEGUNDO OMS

Não é nada legal calcular os riscos e as causas que mais mortes produzem no mundo, mas afinal elas continuam acontecendo e as estatísticas estão ai para todo mundo ver (ou não). Exatamente como a lista atualizada da Organização Mundial da Saúde (OMS) com as principais causas de morte no mundo, e ao revisá-la podemos ter algumas surpresas. Segundo os dados apresentados, as doenças hereditárias são as responsáveis pela maior parte das mortes no mundo, entre as quais cabe destacar as doenças cardiovasculares, o câncer, a diabetes (recém incorporada à lista) e as doenças pulmonares crônicas. A tuberculose, no entanto, abandona o ranking das dez principais ainda que mantém-se no das quinze, já que continua matando um milhão de pessoas ao ano. Confira: 1°- Isquemias no coração: 7 milhões de pessoas; 2°- Derrames cerebrais: 6,2 milhões de pessoas; 3°- Infecções respiratórias: 3,2 milhões de pessoas; 4°- Doenças pulmonares: 3 milhões de pessoas; 5°- Diarreia: 1,9 milhões de pessoas; 6°- AIDS: 1,6 milhões de pessoas; 7°- Câncer de traquéia, brônquios e pulmão: 1,5 milhões de pessoas; 8°- Diabetes: 1,4 milhões de pessoas; 9°- Acidentes de trânsito: 1,3 milhões de pessoas; 10°- Prematuridade e baixo peso no nascimento: 1,2 milhões de pessoas. FONTE: ElMundo.es/elmundosalud/2013/07/22/noticias/1374508826.html

OS SUPLEMENTOS PARA EMAGRECER TÊM EFEITOS MUITOS PERIGOSOS

Em um artigo publicado na revista American Journal of Public Health, a Sociedade Espanhola para o Estudo da Obesidade (SEEDO) adverte sobre os perigos dos suplementos dietéticos. Segundo os autores da pesquisa, estes suplementos são as novas gerações das pílulas "rainbow", que foram proibidas nos anos 90 devido a sua periculosidade. Alguns deles contêm derivados de anfetaminas, com benzodiazepinas, bloqueadores beta e outros compostos com muitos efeitos adversos para o organismo. Para poder burlar a estrita normatização existente sobre os fármacos, estes produtos não são apresentados no mercado como fármacos, senão como suplementos alimentícios. Ademais, os novos canais de comercialização como a Internet favoreceram sua rápida propagação entre os consumidores. - "Existe um monte de páginas na Internet que promovem produtos milagrosos para a perda de peso e é um tema também recorrente em fóruns, mas não há que perder de vista que estes podem ser produtos perigosos que em muitas ocasiões não passaram em nenhum controle sanitário, e isto pode causar graves efeitos colaterais e inclusive mortes", explica Albert Goday, um dos autores e presidente da SEEDO. "De fato, em estudos anteriores conseguimos documentar os perigos destes suplementos milagrosos sobre o sistema cardiovascular, renal ou endócrino. Se as pessoas consultassem o médico antes de tomar qualquer tipo de medicamento ou suplemento evitaríamos muitos problemas". Estes produtos milagrosos prometem uma solução rápida aos problemas de peso e capitalizam a disposição de muitos pacientes a tomar qualquer porcaria que ofereça uma solução sem o esforço que supõe seguir uma dieta ou fazer exercícios para perder peso de forma saudável. Ademais, segundo indicam os especialistas, a sociedade atual tende cada vez mais a automedicar-se, algo que, unido à enorme importância que se concede ao aspecto físico, faz com que o comércio destes produtos seja muito lucrativo, apesar de sua periculosidade. No entanto, as chaves para uma dieta bem sucedida são a alimentação equilibrada e o exercício físico regular, algo que não pode ser substituído por nenhum medicamento "milagroso". FONTE: PubGet.com/paper/22813089/the_return_of_rainbow_diet_pills

O QUE CONTÊM REALMENTE ALGUNS SUPLEMENTOS VITAMÍNICOS?

O negócio dos suplementos alimentícios equivale a ganhos superiores a 5 bilhões de dólares ao ano, mas sua regulamentação passa acima das leis que regem à indústria farmacêutica. Uma nova pesquisa publicada no New York Times, no entanto, revelou que as substâncias vendidas com diferentes fins raramente contêm a erva ou ingrediente que afirmam ter em sua publicidade. Utilizando um teste de DNA, um grupo de pesquisadores canadenses realizou o mapeamento dos ingredientes de 44 populares suplementos alimentícios disponíveis hoje em dia, propriedade de 12 grandes companhias, e o que encontraram -em lugar de equinácea ou gingko biloba- foram substitutos baratos, como soja, trigo ou arroz. Em um terço das pílulas não encontraram nem sequer restos das supostas plantas que diziam conter. O estudo foi dirigido por Steven G. Newmaster, professor de biologia e diretor de botânica no Instituto de Biodiversidade de Ontário, na Universidade de Guelph. O mais preocupante para Steven foi o fato de que estas companhias não só enganam seus consumidores, senão que as substâncias com as quais fabricam os suplementos vitamínicos podem ser inclusive venenosos para algumas pessoas. Assim, nos comprimidos de equinácea encontraram restos de Parthenium hysterophorus, uma planta nativa da Índia e Austrália que está relacionada com irritações de pele, náuseas e flatulências; e nas famosas cápsulas de erva-de-são-joão (Hypericum perforatum) não encontraram sequer traço desta planta: as cápsulas de um pote eram feitas de arroz, e as de outro continham sene, um poderoso laxante também utilizado popularmente, mas com outros fins. A descoberta mais perigosa foi que em um pote de gingko biloba encontraram restos de nogueira preta, uma espécie de noz que pode ser potencialmente mortal se for consumida por pessoas com alergia as nozes. Contudo, um representante da indústria fitoterápica disse que, ainda que os erros de etiquetagem são uma preocupação constante para eles, a gravidade das acusações deste relatório, publicado na revista BMC Medicine, é um pouco exagerado. Esta pesquisa buscará que as regulamentações sanitárias aplicáveis à indústria farmacêutica sejam também obrigatórias para a indústria fitoterápica, que com o pretexto de curas milagrosas e duvidosos benefícios à saúde -não seria o efeito placebo em ação?- pode colocar em perigo os consumidores, que não têm ideia do que contêm estas populares cápsulas. FONTE: NY Times.

AS MULHERES COM BUNDA GRANDE VIVEM MAIS TEMPO

Segundo uma pesquisa realizada por cientistas da Universidade de Oxford, ter as nádegas de um tamanho considerável previne o desenvolvimento de diabetes. Por sua vez, determinaram que as mulheres que possuem um traseiro grande e cintura fina, são mais inteligentes que o restante. O corpo feminino acumula gordura em muitas partes, como os seios, o abdômen ou as pernas, mas muitas garotas guardam grandes reservas nos glúteos, algo que tem mais vantagens do que poderiam imaginar. Os cientistas analisaram e compararam a gordura do abdômen feminino com as das pernas, cadeiras e nádegas, encontrando que a gordura proveniente da parte baixa do corpo das mulheres previne o desenvolvimento de diabetes, graças à quantidade e tipo de hormônios que contém. Estas gorduras produzem hormônios que ajudam a metabolizar açúcares e outros lipídeos de forma mais fácil, ao contrário da gordura abdominal que segrega hormônios com o efeito contrário. De qualquer forma, não se trata de que as mulheres devam comer a mais. O benefício do traseiro avantajado é determinado pela genética, portanto ainda não é possível alterar o bumbum por meio de hábitos alimentícios. Outras descobertas similares, que fazem pensar que as mulheres com traseiros grandes são capazes de viver mais e melhor, são os realizadas pelas universidades de Califórnia e Pittsburgh. Pesquisadores destas instituições descobriram que as mulheres desbundantes e com largas cadeiras, mas com cinturas finas, são mais inteligentes que as demais. A inteligência destas voluptuosas garotas, deve-se aos ácidos graxos Omega 3 que se acumulam ali e que intervêm no desenvolvimento do cérebro. Os pesquisadores analisaram dados de 16 mil mulheres, concluindo que ao comparar as medidas da cadeira com a cintura, a proporção ideal resulta de 0.6 e 0.7. O professor Konstantinos Manolopoulos, que encabeçou a equipe da Universidade de Oxford, assegura que as mulheres com mais gordura nas nádegas têm níveis menores de colesterol e glicemia. Ter um grande traseiro também favorece os níveis de leptina no corpo feminino. A leptina é um hormônio que se encarrega de regular o peso; bem como a dinopectina, hormônio com efeitos antiinflamatórios, vasculoprotetores e anti-diabéticos. O tecido adiposo dos glúteos grandes prende as partículas gordas daninhas e evita padecimentos cardiovasculares. Outros interessantes resultados destas pesquisas foram que, ao que parece, os filhos nascidos de mães com cadeiras mais largas são intelectualmente superiores aos filhos de mães menos voluptuosas. FONTE: Cronica.com.ar/diario/2013/09/11/55175-las-mujeres-con-cola-grande-viven-mas-tiempo.html

A 1° IMPRESSÃO DURA EM TORNO DE 200 MILISEGUNDOS

É provável que tenha esquecido como conheceu cada pessoa que hoje faz parte de sua vida. A memória é frágil e indigna de confiança. De fato, eu mesmo esqueci o que ia dizer. O importante é que um experimento, publicado na revista Plos One, comprovou que podemos formar uma opinião sobre a personalidade de alguém com apenas 300 milisegundos após tê-lo conhecido, inclusive sem ver à pessoa, só ouvindo um “olá”. O tom e outras características da metalinguagem portam valiosa informação a respeito do emissor, para além da mensagem, como seu estado de ânimo e intenção, mas em particular -diz o novo estudo- nos revelam dois dados vitais a respeito de sua personalidade habitual: se a pessoa é confiável e/ou dominante. Em todos os voluntários avaliados, os resultados foram consistentes: um tom que se eleva é sinal de confiabilidade em vozes masculinas, enquanto as mulheres consideradas como fiáveis alternam o tom da voz entre agudos e graves; uma personalidade dominante, por outro lado, deixa cair o tom enquanto fala e possui maior ressonância. Ao mesmo tempo, sabe-se por outro experimento que reconhecemos uma pessoa por sua voz em menos de 1/5 de segundo. Este é aproximadamente o mesmo tempo que levamos para reconhecer um rosto (170 ms). Investimos muitos mais recursos no reconhecimento social que em quase qualquer outra habilidade cognitiva. A pesquisa mostrou que inclusive a tensão utilizada pelo cérebro ao processar sons vocais humanos tem o dobro da medido ao ouvir outros sons animais e ambientais. É espantoso que o cérebro tenha se especializado tanto neste tipo de habilidades cognitivas -que nenhuma máquina atual é capaz de imitar remotamente- e que siga sendo tão cego a outros detalhes da realidade. FONTE:ndig

POR QUE UMA MULHER PROVOCA SEXUALMENTE E DEPOIS CAI FORA?

A verdade é que sob a biologia evolutiva é possível teorizar a respeito desse comportamento tão contraditório nas mulheres que consiste em chamar a atenção com seus atributos sexuais ao mesmo tempo que depois renega essa atenção que se baseia em seus atributos. Diz a cultura popular que as mulheres, no fundo, nunca se embelezam para os homens senão para criar inveja em uma estranha concorrência com outras mulheres. Em qualquer caso, esta mesma cultura popular também tem expressões vulgares e grosseiras como "mulher-mela-cueca", o tipo que provoca provoca e nos deixa na mão, pois este comportamento de "atirar a pedra e esconder a mão" se origina em mulheres de todas as sociedades. Façam a prova: contemplem qualquer mulher que se queixa porque os homens só a olham do pescoço para baixo, provavelmente usa um baita de um decotão ou está muito bem maquiada, por exemplo. E isso não é uma crítica ao decote pronunciado e nem muito menos ao rosto maquiado, apenas a evidência da ambiguidade da situação, essa contradição que é explicada de forma muito ilustrativa por Desmond Morris, no ótimo "O macaco nu, de 2001. O ser humano é um primata de acentuada sexualidade, no entanto, no caso da mulher, ela repensa uma e outra vez que chegar até a uma relação sexual pode comportar uma série de encargos dos quais o homem está isento: a gravidez, por exemplo, ou o custo de fabricar um óvulo em comparação com um espermatozoide. Por essa razão, a mulher não pode evitar as provocações sexuais ainda que depois não vá levar a sério essa sexualidade: "A mulher cobre os seios, e seguidamente acentua sua forma com sutiãs que os destacam, em um artificioso estimulante sexual que pode ser almofadado ou que valorize a sua forma oculta, que realce e o aumente, imitando desta maneira a tumescência dos seios que acontece durante a excitação sexual. (...) O generalizado apelo do batom, ruge e perfume, para aumentar o estímulo dos lábios, do rubor e do cheiro do corpo, respectivamente, apresenta grandes contradições. A fêmea que mediante o banho suprime sistematicamente seu próprio cheiro biológico, o substitui a seguir com perfumes comerciais sexy, que, em realidade, não são mais que formas diluídas dos produtos das glândulas odoríferas de outras espécies de mamíferos -incluindo os de vacas- totalmente diferentes." Apesar de todos estes apelos artificiais para potencializar a sexualidade em um possível flerte, depois acontecem muitos tipos de restrições de caráter sexual. Tal e qual expressa Morris: "Por que ligar o ar condicionado para depois puxar o cobertor? Por um lado para tentar evitar um estímulo sexual desenfreado que pode romper laços entre o casal. No entanto, não há uma restrição sexual absoluta. Por que não limitar então estas exibições no âmbito do relacionamento?" Em parte, porque nosso alto nível de sexualidade precisa de uma constante expressão e distração (pelo menos para os homens). Esta sexualidade foi criada para manter o casal unido mas, ao mesmo tempo, é uma fonte de problemas alheios ao casamento porque também se desenvolve fora de sua atmosfera, como se fosse um jogo, como se fosse um Rapo. A outra parte da resposta, apesar de que elas não gostem de admitir, é que o sexo também é usado pela mulher por motivos de conveniência. Se a parceira nos chama pelo diminutivo ou um apelido carinhoso demandando sexo fora de hora, alguma coisa tem, e isso é válido para todos os primatas. Se uma chimpanzé quer se aproximar de um macho agressivo com fins não sexuais, às vezes realiza uma exibição de caráter sexual, não para copular com ele, senão porque despertando seu impulso sexual o suficiente também eliminará seu impulso agressivo. Estas formas de comportamento denominam-se atividades retromotivadoras muito bem utilizadas pelas mulheres para engambelarem os coitados de nós homens. E na maioria das vezes sabemos disso, mas deixamos ser enganados, porque afinal, conforme dito, é retromotivador. A fêmea emprega o estímulo sexual para remotivar o macho e conseguir, desta forma, uma vantagem não sexual. Ainda que esta estratégia, em uma espécie como a nossa, na qual os indivíduos estão atados por casais, entranha seus riscos. E diferente do que poderia inferir uma mente doentia, tais riscos não constituem violação, violência ou coisa do gênero, senão uma chateação desnecessária que pode descambar em discussões e até em separações de um potencial relacionamento. Por isso este estímulo não deve ir muito longe, porque afinal existe um limite que deve ser observado, afinal ninguém tem sangue de barata. Aceitando as básicas restrições sexuais impostas pela sociedade, é possível a uma mulher dar claros sinais ao seu parceiro de que "não está disponível para a cópula" (dor de cabeça) e, ao mesmo tempo, dar outros sinais que digam: "não obstante, continuo muito gostosa". Estes últimos cumprirão sua missão de reduzir o antagonismo, enquanto os primeiros farão com que seu desejo seja respeitado naquele momento. Desta maneira, conseguem assoviar e chupar cana. FONTE:http://www.ndig.com.br/item/2013/09/por-que-uma-mulher-provoca-sexualmente-e-depois-cai-fora#ixzz33LMJf5qe

QUAIS SÃO AS ZONAS ERÓGENAS DO CORPO FEMININO?

Ainda que a resposta possa parecer evidente, não o é tanto. Os pontos erógenos não só respondem à fisionomia, isto é, a quantas terminações nervosas ocultam, senão que também dependem de nossas associações mentais, de modo que os lugares mais insuspeitos podem erotizar a base de imaginação. Um relatório da Universidade de Indiana demonstrou que algumas mulheres podiam chegar ao orgasmo com simples caricias nos lábios, com pequenos golpes nos dentes e até com suaves carícias nas sobrancelhas. Existem, no entanto, certos rincões do corpo feminino que são uma aposta segura para despertar o desejo sexual, independentemente das preferências pessoais. Até o momento, só podíamos intuir, agora, uma equipe de cientistas canadenses elaborou um ranking preciso das zonas mais erógenas do corpo feminino. Para isso, os pesquisadores declararam a sensibilidade das diferentes zonas do corpo da mulher, incluindo tanto as provavelmente sexuais (genitais, períneo, seios) como as mais neutras (pescoço, abdômen, antebraço). Um grupo de mulheres saudáveis compreendidas entre os 18 e 35 anos, prestaram-se ao trabalho de despir-se e recostar sobre uma maca para participar deste experimento, não tão altruísta. Os cientistas aplicaram um ligeiro toque de pressão, um mais intenso e também vibração em um lapso de 2 segundos em diferentes partes mencionadas para avaliar o nível de excitação que proporcionavam. Os resultados revelaram que, quando se trata de tocar com leveza, o pescoço, o antebraço e as zonas próximas à vagina são as zonas mais receptivas, e a aréola do mamilo a que menos. Quando se trata de exercer pressão com força, o clitóris e os mamilos são os “botões” mais efetivos. Por último, quando se trata da vibração, o clitóris e os mamilos são os pontos que geram maior convulsão. Se não conhecemos o suficiente os gostos de nossa colega de vigília, sempre podemos optar por algum destes pontos erotizantes, sem esquecer que todo ranking estará encabeçado pelo único órgão feminino que não cumpre outra função que a puramente sexual: o clitóris. fonte: Time.com/98088/the-most-erogenous-parts-of-the-female-body-ranked-by-science

QUANTO MAIOR FOR SEU MEMBRO VIRIL, MAIOR É A PROBABILIDADE DE QUE SUA PARCEIRA ESTEJA SENDO INFIEL

Um novo estudo realizado no Quênia questiona o mito popular de que um membro grande é garantia de um maior prazer sexual para a mulher. Para este estudo, publicado na revista científica PLOSOne, os pesquisadores entrevistaram 545 casais a respeito dos hábitos de sua relação, indagando se a mulher teve em alguma ocasião aventuras extraconjugais. Os resultados mostram que quanto maior era o pênis do marido mais provável era que sua esposa fosse infiel com um homem que tivesse um membro menor. A razão: um pênis muito grande tende a lastimar a mulher se sua vagina for pequena. Os pesquisadores levaram em conta outros fatores, como violência doméstica, falta de satisfação sexual ou a idade da mulher, mas os resultados são consistentes. Das 545 mulheres, 6,2% tiveram aventuras durante o estudo de seis meses com homens mais adequados a sua anatomia. A conclusão é clara, um membro grande pode ser mais atraente na imaginação, mas a verdade é que na hora do "rala e rola" o fundamental não é ter um órgão de um tamanho determinado, senão um que possa satisfazer a sua parceira. Assista o video: http://www.youtube.com/watch?v=_czaqafJZCM FONTE: Medical Daily / ndig

O QUE DÓI MAIS A INFIDELIDADE EMOCIONAL OU SEXUAL?

A sociedade em que vivemos nos habituou a considerar a infidelidade um assunto sério, grave em quase todos os casos. As relações de casal, construídas essencialmente sob o sistema da monogamia, dificilmente sobrevivem a que algum dos dois membros seja infiel ao outro, isto é, falte ao compromisso tácito que se estabelece entre ambos ao se envolver com outra pessoa. Primeiramente, se perguntamos-nos que tipo de vínculo pode surgir entre duas pessoas para que seja considerado “importante” e não possa passar por alto? A convenção diz-nos que existem ao menos dois tipos de infidelidade: a sexual e a sentimental. Ou o intercâmbio é corporal ou emocional, em ambos os casos, com uma pessoa diferente a quem ostenta o “monopólio legítimo” desses dois aspectos da existência. O casal é quem supostamente deve-nos satisfazer tanto sexual como emocionalmente, só que às vezes não é assim, e o lugar comum assegura que então acontece uma infidelidade. Se isto é assim, resulta interessante uma pesquisa recente da Universidade Estatal do Kansas (EUA), segundo a qual homens e mulheres reagem de formas muito diferentes à infidelidade sexual e à emocional, em especial quando se trata de assumir a situação. Neste estudo 238 homens e 239 mulheres responderam a várias questionários nos quais se buscava traçar certo perfil da infidelidade em diferentes perspectivas. Assim, por exemplo, uma das perguntas que os voluntários tinham que responder era, hipoteticamente, que lhes angustiaria mais, imaginar que seu casal desfrutava de um apaixonado encontro sexual com outra pessoa ou, em outra situação, que seu casal estabelecia um laço emocional profundo com outra pessoa. A análise das respostas mostrou que para um homem resulta mais dolorosa a possibilidade de que sua parceira seja infiel sexualmente, enquanto para as mulheres o pesar vem pelo lado emocional. Isto, por suposto, dista muito de ser uma regra, mas talvez nos ajude a entender certas especulações sobre o comportamento amoroso humano. FONTE: Huff Post/ ndig

O ENTRELAÇAMENTO QUÂNTICO SUPERA 10.000 VEZES A VELOCIDADE DA LUZ

Um experimento com fótons entrelaçados quanticamente parece demonstrar que a velocidade mínima de interação neste tipo de partículas é de 10 vezes a velocidade da luz. Desde certo sentido comum contagiado de algumas ideias da física moderna acredita-se que não existe nada no universo que supere a velocidade da luz. No entanto, ao menos teoricamente, esta constante propõe-se só como um primeiro ponto que não é de todo impossível de superar. E talvez mais que teoricamente, pois agora um grupo de pesquisa dirigido por Juan Yin, da Universidade de Ciência e Tecnologia da China em Xangai assegura ter observado uma interação quântica que foi 10 mil vezes mais rápida que a velocidade da luz. O experimento foi realizado com fótons entrelaçados, uma das propriedades mais misteriosas e sugestivas das partículas subatômicas pela qual duas delas, depois de interagir entre si, podem permanecer unidas e ligadas intimamente inclusive quando estão separadas por uma distância enorme, manifestando efeitos em que, por exemplo, quando uma é polarizada, a outra também se polarizada, mas com uma carga oposta. Na prova de Yin, usaram um par destes fótons e enviaram a diferentes pontos, separados em 16 km. Ato seguido, mediram quanto demorava o entrelaçamento para "atualizar" o estado entre ambas as partículas, concluindo que a velocidade mais lenta possível para as interações quânticas é de 10 mil vezes a velocidade da luz. Contudo, estes resultados são ainda provisórios, pois o grande impedimento é que não é possível conhecer o estado de um par de fótons antes de que sejam submetidos a algum tipo de medição. fonte: LiveScience

CIENTISTAS DESCOBRIRAM A FORMA DE TRANSFORMAR LUZ EM MATÉRIA

Físicos do Imperial College de Londres descobriram a forma de criar matéria a partir da luz, uma teoria proposta já por Gregory Breit e John Archibald Wheeler em 1934.
A ideia dos dois cientistas era que deveria ser possível converter matéria a partir da luz “esmagando” dois fótons para criar um elétron e um posítron. O cálculo resultou que era teoricamente possível, mas os dois cientistas jamais esperavam que alguém demonstrasse empiricamente sua predição. As novas pesquisas mostram como a teoria de Breit e Wheeler poderia ser comprovada na prática. Um colisor de fótons, que converteria a luz em matéria, tecnologicamente já é possível, seria um novo experimento de física de alta energia que recriaria o processo dos primeiros 100 segundos depois da criação do universo. Os cientistas estavam trabalhando nos problemas associados à fusão, quando se deram conta da possibilidade de chegar as condições criadas por Breit e Wheeler. Agora os esforços se centram em realizar o experimento que consiga transformar a luz em matéria, em primeiro lugar os cientistas usariam um laser de alta intensidade para acelerar os elétrons logo abaixo da velocidade da luz, então estes elétrons poderiam ser disparados sobre uma lousa de ouro para criar um feixe de fótons um bilhão de vezes mais energizados que a luz visível. Na seguinte etapa disparariam um laser de alta energia que criaria um campo de radiação térmica que geraria uma luz similar à emitida pelas estrelas. Posteriormente os fótons das duas fontes entrariam em choque que por sua vez formariam elétrons e posítrons, sendo possível sua detecção. FONTEs:I Fucking Love Science/ ndig

SER DESCONFIADO TRIPLICA A PROBABILIDADE DE APRESENTAR DEMÊNCIA

Pensar que as demais pessoas se movem normalmente por puro egoísmo, desconfiar de tudo e de todos e ver também a vida desde o ponto de vista do "copo meio vazio" faz com que os desconfiados cínicos sejam mais proclives a sofrer de demência na idade adulta. Esta foi inesperada conclusão do estudo realizado por uma equipe de pesquisadores da Universidade da Finlândia Oriental em Kuopio quem publicaram seu trabalho na revista Neurology. Trata-se da primeira vez que realizam uma pesquisa com relação direta entre o cinismo e a demência. Para isso, os experientes analisaram os dados de 1.449 pessoas, com uma idade média de 71 anos, aos quais realizaram testes para o diagnóstico de demência, bem como um questionário que media seu nível de cinismo, com perguntas como: "É mais seguro não confiar em ninguém?". Segundo os resultados obtidos, os participantes foram divididos em três grupos segundo seu nível de desconfiança cínica. O rastreamento dos participantes foi realizado durante 10 anos. Depois deste período, 622 pessoas tinham completado os teste e foram diagnosticados com demência. Depois de examinar o volume total de dados, os pesquisadores descobriram que as pessoas com os níveis mais altos de desconfiança eram três vezes mais propensas a desenvolver demência, que as pessoas com níveis baixos. Da mesma forma, as pessoas com elevado nível de desconfiança também eram mais propensas a morrer antes que as dos grupos com níveis baixos. - "Entender como um traço de personalidade tal como o cinismo afeta o risco de demência poderia nos dar um conhecimento importante para reduzir esses riscos", explica Anna Maija Tolppanen, líder do estudo. fontes:BBC /ndig

O "GOLPE MORTAL" NAS ARTES MARCIAIS EXISTE NA VIDA REAL?

O “golpe mortal”, também conhecido como o “toque da morte”, é um suposto movimento das artes marciais que, ainda que pequeno e mínimo, pode resultar letal a quem recebe. Ou ao menos essa é sua fama. A pergunta óbvia é, claro, se apesar de tanta ficção e falatório em torno deste toque, ele existe para valer? Funciona tal e qual vemos no cinema, televisão e outras montagens?
Tecnicamente dito movimento conhecido como dim mak -um termo chinês que significa o golpe que exerce pressão contra uma artéria-, segundo seus praticantes, tem um efeito retardado que pode provocar a morte repentina de quem o recebe até com vários meses de diferença. Ainda que exista a história de que Bruce Lee morreu por castigo divino por ser ateu, a mais difundida dá conta que ele foi vítima de um dim mak, inclusive memes conspiranóicos indicam que este teria sido realizado por Chuck Norris, como vingança por ter sido ridicularizado por seu mestre Bruce Lee. Um dos primeiros registros da sua existência data do Bubishi, o tratado canônico de artes marciais que começou a ser redigido no século XVII, onde o dim mak é mencionado, ainda que não digam os detalhes de sua execução. Medicamente o “toque da morte” está associado com uma complicação conhecida com o nome de Commotio cordis, a morte súbita que acontece quando um golpe no peito interrompe o ritmo cardíaco. Não causa danos ao coração, mas sim na estimulação elétrica do batimento: bastam entre 10 ou 30 milisegundos de interrupção para provocar a morte. O dim mak é também muito explorado pelo cinema como a compressão prolongada da artéria carótida, o que tem como efeito a diminuição da irrigação sanguínea no cérebro e a consequente perda da consciência. Contudo, o “toque da morte” é um dos movimentos mais misteriosos das artes marciais, tanto que nem sequer é totalmente seguro que possa ser identificado a integridade com o dim mak ou com as conseqüências fisiológicas que descrevemos até aqui. fontes:io9 /mdig

CONHEÇA UM POUCO MAIS SOBRE A SINUSITE

Sinusite é o nome que se dá à inflamação dos seios paranasais , também conhecidos como seios da face. A sinusite pode ser resultado de infecções (virais, bacterianas ou fúngicas), alergias ou alterações do sistema imune, incluindo doenças auto-imunes. O QUE SÃO SEIOS PARANASAIS? Os seios paranasais, também chamados de seios nasais ou seios da face, são cavidades cheias de ar dentro dos ossos do crânio e da face, comunicando-se com a cavidade nasal.
São 4 o número de seios paranasais, a saber: - Seio frontal; - Seio etmoidal; - Seio esfenoidal; - Seio maxilar. Os seios nasais desempenham várias funções, entre elas: - Umidificação e aquecimento do ar respirado pelo nariz. - Aumento da ressonância da voz. - Equilíbrio das pressões intracranianas quando há variações na pressão atmosférica (mergulhos, viagens de avião ou subidas a grandes altitudes). - Secreção de muco para proteção das vias aéreas superiores. - Absorção de impacto em casos de trauma (materiais ocos absorvem mais impacto do que materiais maciços). Os seios paranasais são bilaterais e simétricos, ligam-se à cavidade nasal por pequenos orifícios por onde é drenado o muco produzido. Quadros de alergia ou gripe, por exemplo, causam edema da mucosa nasal e aumento das secreções, obstruindo facilmente a drenagem dos seios da face. A impossibilidade de escoar o muco produzido leva à congestão dos seios paranasais e, consequentemente, à sinusite. O termo rinossinusite (rinite+sinusite) é tecnicamente mais correto que apenas sinusite, pois enfatiza a concomitante inflamação da mucosa nasal e dos seios paranasais. TIPOS: A sinusite pode acometer qualquer um dos 4 seios paranasais, podendo ser bilateral ou unilateral. A sinusite por ser classificada em: - Sinusite aguda: quando os sintomas duram menos de 4 semanas. - Sinusite subaguda: quando os sintomas duram entre 4 e 12 semanas - Sinusite crônica: quando os sintomas duram mais que 12 semanas. - Sinusite recorrente: quando há 4 ou mais episódios de sinusite durante o ano. A imensa maioria das sinusites agudas são de origem viral ou alérgica, porém, a obstrução e estase do muco nos seios favorece a proliferação de bactérias, podendo levar à sinusite bacteriana. Portanto, o paciente pode ter um quadro inicial de sinusite alérgica que, após contaminação com bactérias das vias respiratórias, se transforma em um quadro de sinusite bacteriana. As sinusites bacterianas que não são completamente curadas podem progredir para o quadro de sinusite crônica. SINTOMAS: Os sintomas da sinusite aguda incluem congestão nasal, corrimento nasal purulento (coriza com catarro), dor de cabeça, dor facial, dor na arcada dentária superior, dor em volta dos olhos, sensação de pressão quando se abaixa a cabeça, ouvidos entupidos, tosse (principalmente noturna), hálito ruim e/ou diminuição do paladar e do olfato. É comum a presença de dor quando fazemos pressão com os dedos sobre os seios nasais, principalmente nos seios frontais e maxilares, que são os mais superficiais. A maioria dos casos de sinusite viral ou alérgica melhora espontaneamente dentro de 10 dias. Sinusites bacterianas leves também podem ser autolimitadas, mas nos casos mais sintomáticos,com febre alta e coriza purulenta, a cura geralmente só vem com tratamento antibiótico. Quando há contaminação da sinusite por bactérias é comum surgir febre. Porém, como a gripe pode desencadear sinusite e também cursar com febre, nem sempre é fácil fazer a distinção entre uma sinusite viral e uma sinusite bacteriana. Como já foi salientado, uma sinusite pode começar como uma infecção viral ou um quadro alérgico e depois de alguns dias se transformar em sinusite bacteriana. Em muitos casos não é possível distinguir uma sinusite viral de uma sinusite bacteriana nos primeiros 10 dias de doença. A existência de uma rinossinusite bacteriana aguda deve ser suspeitada em pacientes com qualquer uma das seguintes características: 1) sinais ou sintomas de sinusite aguda com duração de 10 ou mais dias sem melhora clínica, 2) início do quadro já com sintomas mais graves, como febre maior que 39ºC e descarga nasal purulenta, com duração de pelo menos três dias consecutivos, 3) um quadro de sinusite aguda que melhora após poucos dias, mas subitamente volta a piorar, surgindo febre, dor na face e coriza purulenta. COMPLICAÇÕES: Como os seios da face apresentam íntima relação com órgãos nobres, como olhos, ouvidos e cérebro, a sinusite bacteriana pode levar a complicações graves. Portanto, é importante procurar atendimento médico sempre que houver associado à sinusite: - Febre acima de 39ºC; - Edema ou vermelhidão na face; - Edema e vermelhidão em volta dos olhos; - Visão dupla ou qualquer outra alteração visual; - Confusão mental; - Dor de cabeça muito intensa; - Rigidez de nuca; - Prostração intensa. A sinusite bacteriana, apesar de apresentar uma taxa de mortalidade baixa, é uma infecção que não deve ser negligenciada, principalmente quando existem os sinais descritos acima. Entre as suas possíveis complicações podemos citar a infecção dos olhos, meningite , abscesso cerebral, infecção dos ossos da face, otites e labirintite. DIAGNÓSTICO:
O diagnóstico da sinusite é clínico. O otorrinolaringologista pode fazer uma rinoscopia (endoscopia nasal) para tentar visualizar diretamente os seios paranasais. Em caso de dúvida, pode-se lançar mão de exames de imagem. A radiografia de seios da face, muito usada antigamente, não é mais considerado um bom exame, pois não consegue identificar a sinusite até 40% dos casos. Quando ela é positiva, como na foto ao lado que mostra uma sinusite do seio maxilar esquerdo, o diagnóstica é confirmado. O problema é que se a radiografia for normal, não dá para descartar a existência da sinusite. O exame de imagem mais utilizado atualmente é a tomografia computadorizada (TC). Compare as imagens abaixo de duas tomografias computadorizadas dos seios da face e veja como a qualidade das imagens é muito superior.
SINUSITE EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA A TC da direita está normal e os seios nasais estão preenchidos apenas com ar (imagem preta). À esquerda, podemos ver uma TC de seios da face evidenciando sinusite bilateral, mais evidente no seio maxilar direito, que está completamente tomado por líquido (imagem cinzenta). As imagens fornecidas pela TC são muito mais bem definidas. Ao contrário do que ocorre na radiografia simples dos seios da face, uma tomografia computadorizada normal é capaz de excluir o diagnóstico de sinusite. TRATAMENTO: A maioria dos casos de sinusite aguda melhora espontaneamente em 7 a 10 dias. O tratamento, portanto, é basicamente sintomático. Mesmo as sinusites bacterianas costumam ter bom prognóstico. As complicações são pouco comuns. Para o tratamento das sinusites agudas não bacterianas estão indicados a lavagem da cavidade nasal com solução salina (soro fisiológico) e aplicação de corticoides nasais em spray. Compressas mornas sobre o rosto podem trazer alívio e ingestão vigorosa de líquidos ajuda a diluir as secreções. Fora essas orientações, mais nada é muito eficaz. Os descongestionantes nasais são geralmente usados em excesso e desnecessariamente. Quando necessário, indica-se o seu uso por no máximo 3 dias, uma vez que estas drogas estão associadas a recaídas, provocadas por congestão nasal de rebote. O paciente usa o descongestionante, apresenta alívio temporário dos sintomas, mas quando o suspende, a congestão nasal retorna rapidamente. O uso de anti-histamínicos, apesar de ser muito prescrito, não apresenta evidências de benefícios na sinusite. Durante as crises é importante evitar contato com fumaça de cigarro, pois este é um importante fator de irritação das vias aéreas. Os antibióticos só devem ser usados quando há evidências de sinusite bacteriana. Os mais usados são Amoxacilina com ácido clavulânico, Bactrim®, levofloxacino, moxifloxacino, claritromicina ou Azitromicina. Deve-se ter cuidado para não usar antibiótico indiscriminadamente para que não haja seleção de bactérias resistentes. Se a sinusite não tiver características de origem bacteriana, não há motivos para usar antibióticos. SINUSITE CRÔNICA: É aquela que permanece por mais de 12 semanas consecutivas apesar do tratamento. A sinusite crônica está muito associado à presença de desvio de septo nasal e/ou pólipos nasais. Os dois propiciam a cronicidade por causarem obstrução da comunicação entre os seios paranasais e as vias nasais. Outras causas de infecção crônica são a sinusite por fungos, doença do refluxo gastroesofágico, alergia respiratória recorrente, HIV, asma e fibrose cística. Enquanto a sinusite aguda costuma resolver-se sozinha em alguns dias, a sinusite crônica é uma inflamação mais difícil de ser controlada, devendo ser sempre avaliada por um otorrinolaringologista. Apesar de ser de difícil cura, ela pode ser controlada com tratamento adequado. FONTE:http://www.mdsaude.com/2009/12/sinusite-rinossinusite.html#ixzz33KpoZMgs

ANTIBIÓTICOS : TIPOS E INDICAÇÕES

O advento dos antibióticos no final da década de 1920 revolucionou a ciência e trouxe a medicina para a era moderna. Pela primeira vez fomos capazes de combater e vencer bactérias causadoras de diversas infecções, a principal causa de mortalidade à época. Neste texto vamos falar das principais classes de antibióticos, procurando explicar sucintamente o porquê do seu uso. O QUE É ANTIBIÓTICO? Consideramos antibiótico toda a substância capaz de matar ou inibir o crescimento de bactérias. Os antibióticos podem ser bactericidas, quando destroem diretamente as bactérias, ou bacteriostáticos, quando impedem a multiplicação das mesmas, facilitando o trabalho das nosso sistema imune no controle da infecção. Para ser efetivo e tolerável, o antibiótico precisa ser uma substância nociva às bactérias, mas relativamente segura para as nossas células. Isso não significa que não possa haver efeitos secundários, mas por definição, um antibiótico deve ser muito mais tóxico para germes invasores do que para o organismo invadido. De nada adiantaria matar bactérias que causam a pneumonia se também estivéssemos matando as células do pulmão. O primeiro antibiótico descoberto foi a penicilina, em 1928, pelo bacteriologista inglês, Alexander Fleming. A sua descoberta ocorreu por acaso quando suas placas de estudo com a bactéria estafilococos foram acidentalmente contaminadas por um fungo do gênero penicillium. Fleming notou que ao redor destes fungos não existiam bactérias, o que o levou a descobrir a penicilina, uma substância bactericida produzida por estes seres. Atualmente os antibióticos são substâncias sintéticas, produzidos em laboratórios, muitos deles derivados de substâncias naturais como é o caso da penicilina. Atenção: não confundir antibióticos com anti-inflamatórios. COMO UM ANTIBIÓTICO INDUZ RESISTÊNCIA? Um dos maiores problemas da medicina moderna é o uso indiscriminado dos antibióticos, o que tem levado ao surgimento de bactérias resistentes aos mesmos. Quando os primeiros antibióticos começaram a ser comercializados, tinha-se a ideia de que as doenças infecciosas estavam com os dias contados, e que era apenas uma questão de tempo para estarmos livres de qualquer tipo de infecção bacteriana. Porém, conforme o uso de novos antibióticos foram se tornando mais disseminados, cepas resistentes de bactérias foram surgindo e multiplicando-se, criando-se, assim, um ciclo vicioso que persiste até os dias atuais. Quanto mais antibióticos criamos, mais bactérias resistentes surgem. Mas se o antibiótico mata as bactérias, como ele induz a criação de cepas resistentes? A resistência aos antibióticos pode ser entendida através das leis da evolução e da seleção natural. Acompanhe o texto junto à ilustração abaixo. MECANISMO DE RESISTÊNCIA AOS ANTIBIÓTICOS Vamos imaginar uma infecção urinária causada pela bactéria E.coli. Quando há uma cistite, estamos falando de milhões de bactérias atacando a bexiga. Essas bactérias são da mesma espécie, mas não são exatamente iguais; não são clones. Quando escolhemos um antibiótico, optamos por aquele que é eficaz contra a maioria das bactérias presentes. Nem sempre o antibiótico mata 100% das bactérias. O que acontece é que se reduzirmos o número de bactérias para 5% ou 10%, a infecção desaparece porque nosso sistema imune é capaz de controlar o que sobrou. Porém, muitas vezes o nosso organismo não consegue se livrar completamente destas bactérias, permitindo que as mesmas se reproduzam e causem uma nova infecção, agora composta apenas por bactérias resistentes ao antibiótico escolhido inicialmente. Este é um exemplo simplificado do que ocorre na realidade. Geralmente são necessários alguns cursos repetidos do mesmo antibiótico, ao longo de meses ou anos, para que surjam bactérias resistentes. Este processo é nada mais do que a seleção natural, onde os mais fortes sobrevivem e passam seus genes para seus descendentes. Algumas espécies de bactérias são propensas a criar resistência, assim como alguns antibióticos causam resistência com mais facilidade. Alguns fatos, entretanto, favorecem o surgimento mais rápido de cepas resistentes. O principal é a interrupção precoce do tratamento. Se um antibiótico está prescrito por 10 dias, é porque sabe-se de antemão que este é o tempo necessário para matar praticamente todas as bactérias. Algumas bactérias mais fracas morrem com 24 horas, outras precisam de 7 dias. Se o tratamento é interrompido com 5 dias, por exemplo, as bactérias mais resistentes, que precisavam de mais tempo de antibiótico, continuarão vivas e poderão se multiplicar, levando, agora, a uma infecção bem mais resistente. Outro fator importante é o uso indiscriminado de antibióticos. Muitas das infecções que temos são causadas por bactérias que vivem naturalmente no nosso corpo, controladas pelo nosso sistema imune, apenas à espera de uma queda nas defesas para atacarem. Se o paciente usa muito antibiótico sem necessidade, como, por exemplo, para tratar infecções por vírus, ele estará previamente selecionando as bactérias mais resistentes, e, futuramente, quando houver uma real infecção bacteriana, esta será causada já por bactérias resistentes. COMO SABER QUAL ANTIBIÓTICO É MAIS EFICAZ? Através de estudos prévios conhecemos antecipadamente o perfil de cada espécie de bactéria. Por exemplo, sabemos que a E.coli, bactéria que causa infecção urinária, costuma ser sensível aos antibióticos Bactrim e Ciprofloxacina. Entretanto, pacientes com quadros de infecção urinária de repetição, com múltiplos cursos de antibióticos, podem ter E.coli resistentes a estes antibióticos. Além disso, nem toda infecção urinária é causada pela E.coli, podendo haver infecções por bactérias com perfis de sensibilidade completamente diferentes. Como saber, então, especificamente para cada caso, qual bactéria é responsável pela infecção e qual antibiótico é o mais indicado? A única maneira de se ter certeza do perfil de sensibilidade de uma bactéria é através do exame de cultura, que pode ser uma cultura de sangue (hemocultura), de urina (urocultura), de fezes (coprocultura) etc… Nestas análises, coletamos uma pequena quantidade de um fluido ou secreção que imaginamos conter a bactéria infectante e colocamos em um meio propício ao crescimento de bactérias. 48 a 72h depois conseguimos identificar exatamente qual bactéria está presente e realizar vários testes com diversos antibióticos, procurando saber quais são eficazes e quais são ineficazes. Este teste é chamado de antibiograma. Todo exame de cultura apresenta no seu resultado, o nome da bactéria identificada e uma pequena lista de antibióticos resistentes e sensíveis, para que o seu médico possa escolher qual a melhor opção. Quando o paciente encontra-se grave e não pode esperar por 72 horas para iniciarmos o antibiótico, optamos inicialmente por antibióticos fortes e que cobrem um amplo espectro de bactérias, trocando-o, após o resultados das culturas, pelo o antibiótico mais específico indicado pelo antibiograma. QUE INFECÇÕES SÃO TRATADAS COM ANTIBIÓTICOS? Qualquer infecção bacteriana pode e deve ser tratada com antibióticos. Infecções por vírus não melhoram com antibióticos e, portanto, não devem ser tratados com os mesmos. - Infecções com vírus devem ser tratadas com antivirais (quando necessário). - Infecções por fungos devem ser tratadas com antifúngicos. - Infecções por parasitas devem ser tratada com antiparasitários. - Infecções por bactérias devem ser tratadas com antibióticos. EFEITOS COLATERAIS: O efeito colateral mais comum são as náuseas e a diarreia. Alguns pacientes são alérgicos a determinadas classes de antibióticos, sendo as mais comuns, penicilinas e sulfas. Grávidas devem ter muito cuidado com antibióticos, pois algumas classes estão associadas a má formações. As penicilinas e cefalosporinas são as mais seguras. Nunca tome antibióticos sem autorização explícita do seu obstetra. Muitos antibióticos são eliminados pelos rins, por isso, podem se tornar tóxicos em pacientes com insuficiência renal, já que a sua eliminação torna-se afetada. Nestes casos, muitas vezes, faz-se necessário um ajuste da dose para evitar excesso de antibióticos na corrente sanguínea. DOSE E TEMPO DE TRATAMENTO: O tempo de tratamento e a dose dependem de 2 fatores: tempo de circulação da droga no sangue e perfil de resistência da bactéria. Uma mesma infecção pode ser tratada por tempos diferentes dependendo do antibiótico prescrito. Por exemplo, uma faringite pode ser tratada com: - Uma dose intramuscular única de penicilina benzatina. - 3 dias de Azitromicina 1 comprimido por dia. - 10 dias de amoxicilina 1 comprimido de 8/8h. Algumas infecções são facilmente tratadas com curtos cursos de um único antibiótico, como gonorréia, clamídia ou cistites. Outras, como a tuberculose, precisam de 3 antibióticos e um tratamento de pelo menos 6 meses para serem curadas. Nas infecções mais brandas, a escolha do antibiótico é empírica, baseada no conhecimento prévio de sensibilidade. Nos casos mais graves ou nas infecções que não respondem inicialmente aos antibióticos prescritos, uma cultura de material apropriado deve ser feita para melhor guiar a escolha do antibiótico. OS ANTIBIÓTICOS MAIS USADOS NA PRÁTICA CLÍNICA: a)PENICILINAS – A penicilina foi o primeiro antibiótico desenvolvido e deu origem a vários outros estruturalmente semelhantes. Os principais antibióticos derivados da penicilina são: - Amoxicilina; - Ampicilina; - Azlocilina; - Carbenicilina; - Cloxacilina; - Mezlocilina; - Nafcilina; - Penicilina; - Piperacilina; - Ticarcilina. A penicilina em si é atualmente pouco usada, pois a maioria das bactérias já é resistente a mesma. Porém, a penicilina ainda é indicada para sífilis, amigdalites e erisipela. É importante salientar que apesar de serem todas da família da penicilina, o espectro de ação entre cada uma é muito diferente, sendo a piperacilina, por exemplo, usada em infecções hospitalares, enquanto a amoxicilina é geralmente indicada para infecções simples das vias aéreas. b)CEFALOSPORINAS – As cefalosporinas surgiram logo depois da penicilina e apresentam mecanismo de ação muito semelhante a estas. Exemplos: - Cefaclor; - Cefadroxilo; - Cefazolina; - Cefixime; - Cefoperazona; - Cefotaxima; - Cefotetan; - Cefoxitina; - Ceftazidima; - Ceftriaxona; - Cefuroxima; - Cefalexina; - Cefalotina; - Loracarbef. Assim com nas penicilinas, as diferentes cefalosporinas apresentam espectro de ação muito variável, também podendo ser usadas para desde infecções graves, como meningite, até simples feridas de pele. c)QUINOLONAS – As quinolonas são muitos usadas para tratar infecções de bactérias originárias do intestino, entre elas, diarréias e infecções urinárias. As novas quinolonas também são eficazes para pneumonias. - Ciprofloxacina; - Enoxacina; - Levofloxacina; - Lomefloxacina; - Moxifloxacina; - Norfloxacina; - Ofloxacina. d)AMINOGLICOSÍDEOS – Os aminoglicosídeos são antibióticos usados na imensa maioria dos casos apenas de modo intra-hospitalar, pois são administrados por via intravenosa. São indicados para infecções graves. Existem algumas formulações para uso tópico ou como colírio. - Amicacina; - Gentamicina; - Canamicina; - Neomicina; - Estreptomicina; - Tobramicina. e)MACROLÍDIOS – Os macrolídios são geralmente usados para infecções das vias respiratórias, muitas vezes em associação com alguma penicilina ou cefalosporina, para acne, clamídia ou, em muitos casos, como substituto da penicilina em pacientes alérgicos. - Azitromicina; - Claritromicina; - Eritromicina. f)TETRACICLINAS – As tetraciclinas são atualmente usadas para o tratamento da acne, da cólera, algumas DSTs, e leptospirose. - Doxiciclina; - Minociclina; - Tetraciclinas. g)OUTROS GRUPOS: - Aztreonam; - Clindamicina; - Etambutol; - Imipenem; - Isoniazida; - Meropenem; - Metronidazol; - Nitrofurantoína; - Pirazinamida; - Rifampicina; - Trimetoprim-sulfametoxazol. FONTE: http://www.mdsaude.com/2011/02/antibioticos.html#ixzz33KkVwYt1

CONHEÇA OS REMÉDIOS QUE PODEM FAZER MAL AOS RINS

Os rins são os principais responsáveis pela filtração e eliminação de substâncias tóxicas do sangue. Porém, mesmo o rim pode sofrer efeitos adversos de algumas destas substâncias. Vários medicamentos usados frequentemente na prática médica podem causar lesão nos rins se forem usados de modo inapropriado. Damos o nome de drogas nefrotóxicas todas aquelas que apresentam potencial risco de causar lesão nos rins. Além da lesão direta de certas substâncias nos rins, existe também um grupo de drogas que são seguras em pessoas sadias, mas se tornam perigosas em pacientes que já apresentam doença prévia nos rins, fazendo com que haja piora da doença renal. Várias destas drogas são extremamente comuns e muitas vezes vendidas sem prescrição médica. Vamos falar um pouquinho das principais drogas nefrotóxicas, ou seja, dos remédios que podem fazer mal aos rins. ATENÇÃO: esse texto não tem como objetivo assustar ninguém, nem fazer propaganda contra medicamentos. O objetivo é mostrar como a auto-medicação pode ser perigosa e trazer prejuízos que as pessoas nem imaginam que possam acontecer. 1.) ANTI-INFLAMATÓRIOS: O grande vilão dos rins são os anti-inflamatórios não esteróides (AINES). O principal efeito é a redução da filtração renal, ou seja, da capacidade dos rins em filtrar o sangue. Pessoas sadias toleram essa alteração sem maiores complicações. O problema ocorre naqueles que tem insuficiência renal (principalmente em fases avançadas), e portanto, já apresentam a filtração renal diminuída de base. Esse grupo apresenta grande risco de falência renal aguda e, muitas vezes, necessitam de hemodiálise de urgência. O risco cresce a partir do 3º dia de uso. O anti-inflamatório é, portanto, uma droga contra-indicada em pacientes com insuficiência renal. Outra lesão relacionada aos anti-inflamatórios é a nefrite intersticial, uma espécie de reação alérgica localizada no rim. A nefrite intersticial pode ser causada por várias drogas além dos anti-inflamatórios e se apresenta principalmente como uma insuficiência renal aguda, com rápida elevação da creatinina. No caso da nefrite intersticial dos anti-inflamatórios ela apresenta uma característica especial que é a presença concomitante de proteinúria e síndrome nefrótica. É bom deixar claro que a nefrite intersticial não é uma reação comum, principalmente se levarmos em conta a quantidade de pessoas que tomam anti-inflamatórios no mundo. Um terceiro tipo de lesão, mais incomum ainda, é o induzido por uso crônico de anti-inflamatórios, mesmo em pessoas normais. Parece que para pessoas com rins normais desenvolverem lesão renal pelo uso prolongado de AINES , são necessários no mínimo 5000 comprimidos ao longo da vida. Isso equivale a 7 anos de anti-inflamatórios diários em um regime de 12/12 horas. O AAS (aspirina) também é um anti-inflamatório e deve ser usado com cautela em pacientes com doenças renais. 2.) ANTIBIÓTICOS: Os antibióticos também são causa de nefrite intersticial. Diferentemente da nefrite pelos anti-inflamatórios, no caso dos antibióticos a proteinúria é pequena, mas outros sintomas como febre e manchas vermelhas pelo corpo associado a insuficiência renal aguda, ocorrem com maior frequência. Vários antibióticos podem causar nefrite intersticial, principalmente as penicilinas, rifampicina, ciprofloxacino e trimetoprim/sulfametoxazol (Bactrim®). Alguns antibióticos são nefrotóxicos por natureza e devem ser evitados em doente renais crônicos. São eles: - Aminoglicosídeos: Gentamicina, Amicacina, Estreptomicina, Tobramicina e Neomicina; - Anfotericina B; - Pentamidina. 3.) ANALGÉSICOS: A lesão renal renal pelo uso prolongado de analgésicos era muito comum até a década de 80, e caiu vertiginosamente após a retirada da Fenacetina do mercado. Hoje as lesões relacionadas aos analgésicos são causados pelo uso diário e prolongado do Paracetamol (acetaminofeno), principalmente se associado ao ácido acetilsalicílico (AAS). Também são lesões raras, mas que existem. A Dipirona é muito pouco usada na Europa e nos EUA, por isso existem poucos estudos sobre seu toxicidade renal. 4.) CONTRASTE DE EXAME RADIOLÓGICO: Doentes com insuficiência renal devem evitar contrastes radiológicos sempre que possível. Se o exame for imprescindível, deve-se realizar uma preparação do paciente para minimizar os efeitos. Os principais exames que usam contrastes nefrotóxicos são: - Tomografia computadorizada; - Cateterismo cardíaco; - Urografia excretora; - Angiografia; - Ressonância magnética (perigoso apenas em insuficiência renal avançada). 5.) OUTRAS DROGAS: - LÍTIO: usada principalmente no distúrbio bipolar ( antigo distúrbio maníaco-depressivo) - ACICLOVIR: antiviral - INDINAVIR: anti-retroviral usado na SIDA (AIDS) - CICLOSPORINA: imunossupressor usado em transplantes e doenças auto-imunes - TACROLIMUS: igual ciclosporina - CICLOFOSFAMIDA: imunossupressor usado em doenças auto-imunes e algumas neoplasias Existem cada vez mais relatos sobre casos de lesão renal induzidas pelas chamadas ervas chinesas tradicionais. Já são mais de 150 casos de pessoas que usavam essas ervas para emagrecer e desenvolveram insuficiência renal aguda com necessidade de hemodiálise. Poucos são os procedimentos médicos isentos de riscos. A automedicação é perigosa e é importante conhecer os principais efeitos colaterais para poder detectá-los precocemente. Não é a toa que grande maioria dos médico passa por uma formação de pelo menos 10 anos. FONTE: http://www.mdsaude.com/2008/12/remdios-que-podem-fazer-mal-aos-rins.html#ixzz33KiIfhjV

SUPLEMENTOS DE CREATINA FAZEM MAL?

Afinal, suplementos de creatina fazem mal? Tomar creatina melhora o desempenho atlético? Creatina é anabolizante? Saiba o que os trabalhos científicos dizem. Suplementos de creatina começaram a ser usados por desportistas no início da década de 1980, ganhando grande popularidade na década seguinte após extensa divulgação na mídia do seu uso por atletas ganhadores da medalha de ouro nas Olimpíadas. Atualmente nos E.U.A cerca de 50% dos atletas universitários, 25% dos jogadores de basquetebol da NBA e 50% dos profissionais do futebol americano, referem consumir creatina regularmente para otimização do desempenho esportivo.
É bom deixar claro que a creatina não é um esteroide anabolizante, popularmente conhecido como “bomba”.Também não é considerado doping por nenhuma organização internacional, incluindo o comitê olímpico internacional. Antes de falarmos dos efeitos deste suplemento, sejam eles benéficos ou não, vamos entender o que é a creatina e qual a lógica por trás do seu uso, seja na academia do seu bairro ou por desportistas em competições internacionais. O QUE É CREATINA? A creatina é uma substância produzida a partir de 3 aminoácidos, estando presente em todos os animais vertebrados Nosso corpo, sejamos atletas ou não, produz creatina através de proteínas consumidas na alimentação. A creatina é sintetizada nos rins e fígado, sendo transportada para ser armazenada nos músculos. A principal função da creatina é fornecer energia para a contração dos músculos. Nas próximas linhas vou tentar simplificar um mecanismo fisiológico complexo. É importante ler com calma a próxima parte para pode entender por que a creatina funciona para alguns atletas e não para outros. COMO FUNCIONA? Como todo mundo sabe, os nossos músculos precisam de energia para funcionar. Esforços explosivos com demanda de força máxima do músculo, como no levantamento de peso ou na corrida de 100 metros rasos, são feitos através de um sistema energético chamado de fosfagênio. A energia para os chamados esforços explosivos é fornecida após uma reação química onde um nucleotídio (compostos ricos em energia) chamado adenosina trifosfato (ATP) perde uma molécula de fósforo virando adenosina difosfato (ADP). Cada vez que um ATP é transformado em um ADP, há liberação de uma quantidade de energia que é usada pelo músculo para se contrair. Imagine-se agora em uma academia de musculação. Você está em repouso e seu músculo está repleto de ATP. Você então, começa a fazer um exercício muscular com algum peso. O seu ATP muscular começa a ser quebrado rapidamente em ADP, liberando energia para que o seu músculo aguente o peso. O seu esforço é tão grande que em poucos segundos você consome todo o seu ATP e, a partir de então, já não consegue mais levantar o peso proposto. Você agora precisa descansar um pouco e esperar que os músculos voltem a ficar repletos de ATP. Mas aonde entra a creatina nesta história? A creatina é a substância que mais rapidamente consegue fornecer de volta a molécula de fósforo, transformando o ADP novamente em ATP. O nome correto da creatina é fosfocreatina. Neste processo de restauração do ATP, a fosfocreatina perde sua molécula de fósforo sendo posteriormente transformada em creatinina, uma molécula sem função que acaba sendo eliminada na urina. Como a creatinina é completamente eliminada pelos rins, ela serve como um marcador da função renal. Quando a creatinina começa a se acumular no sangue significa que os rins não estão trabalhando bem.
Na verdade, em esforços grandes e explosivos todo o ATP muscular é consumido em aproximadamente 3 segundos. Graças a creatina o músculo consegue prolongar seus estoques de ATP por pelo menos 10 segundos. Após esse tempo toda a creatina disponível é convertida em creatinina, e o ADP já não é mais imediatamente convertido em ATP. Surge então, o segundo modo de se produzir ATP, através do consumo dos estoques de glicose muscular (glicogênio) sem oxigênio. Este modo não restaura o ATP rápido o suficiente para exercícios de máxima utilização muscular que gastam ATP em ritmo frenético. Porém, para exercícios do tipo jogar futebol, nadar, ou corridas de média distância, ele é mais do que suficiente. O terceiro e último modo de se criar energia é através do consumo de glicose com oxigênio. Este é o modo usado nas atividades aeróbicas, como correr, pedalar ou nadar em ritmo cadenciado. Nestas modalidades o consumo de ATP é bem mais lento e, por isso, sua reposição também pode ser mais lenta. Na verdade sempre existe uma interposição entre os 3 sistemas. Quando se joga futebol, por exemplo, acabamos por utilizar os 3 mecanismos em momento diferentes da partida. Porém, essa é uma atividade que usa predominantemente o consumo de glicose como modo de se gerar ATP. Na musculação, onde os exercícios duram poucos segundos, usamos basicamente o sistema da creatina. SUPLEMENTOS DE CREATINA FUNCIONAM? Baseado no que foi explicado acima é fácil entender a lógica por trás da suplementação de creatina. Se houver mais creatina disponível no corpo, maior será o tempo que o sistema fosfagênio (ATP+creatina) consegue manter a geração de energia para atividades esportivas explosivas. A história da creatina é muito bonita e faz todo o sentido, mas a ciência é feita com comprovação prática das teorias. E aí surgem as primeiras controvérsias. Os primeiros trabalhos apresentavam resultados conflitantes. Enquanto alguns pesquisadores conseguiam demonstrar ganhos efetivos de massa muscular e rendimento com os suplementos de creatina, outros não conseguiam apresentar os mesmos resultados. Na verdade esses resultados discrepantes ocorriam porque existiam muitas diferenças entre os grupos analisados, seja na idade, tempo de treinamento, tipo de esporte praticado etc… Atualmente, após quase 20 anos de investigação, já há algum consenso entre os pesquisadores. A creatina parece sim proporcionar real ganho de massa muscular quando associado a um programa rotineiro de musculação. Porém, até 20% da pessoas, não se sabe bem por que, não apresentam nenhum benefício com esse suplemento. Os efeitos em mulheres e homens mais velhos são menos evidentes. Também não há evidências claras de benefícios para atividades que não usam predominantemente o sistema fosfagênio (ATP+creatina). Entre elas podemos citar: corrida (exceto 100 e 200 metros rasos), natação e ciclismo. A creatina é normalmente vendida sob a forma de creatina monoidratada. EFEITOS COLATERAIS Um dos grandes atrativos da creatina é o rápido efeito visual do produto. Em 1 semana já há ganho de peso e algumas pessoas realmente parecem apresentar algum grau de hipertrofia muscular. Porém, um ganho tão rápido costuma indicar apenas retenção de líquidos, o que pode ocorrer em suplementos de creatina que possuem elevado teor de sódio. Apesar de ainda não haver estudos definitivos, os suplementos de creatina, quando de boa qualidade e usados na dose recomendada, não parecem estar associados a nenhum efeito colateral importante em indivíduos saudáveis. Já é comprovado cientificamente que excesso de aminoácidos e proteínas causam aceleração da perda de função dos rins em pacientes com insuficiência renal crônica, por isso, o uso de creatina nestes pacientes é contraindicado. Na verdade, como ainda existem poucos estudos sobre a segurança dos suplementos de creatina, seu uso é desaconselhado em pessoas que não sejam completamente saudáveis. Os efeitos colaterais mais comuns da creatina são náuseas, diarreias, câimbras e desidratação. Existe ainda a hipótese de uma relação entre o consumo de creatina e aumento na incidência de cálculos renais. Em pessoas com asma, a creatina pode causar exacerbações da doença. CONCLUSÃO: A creatina proporciona sim, ganho de performance e massa muscular para atividades de explosão muscular não-aeróbicas. Porém, é necessário um programa de treino regular. É importante frisar que o produto não é livre de efeitos colaterais, e não são todas as pessoas que conseguem obter vantagens com o seu consumo. Atualmente o consenso é de que a creatina em doses até 20g por dia não faz mal a saúde, porém, ainda não há evidencias inequívocas de sua segurança a longo prazo. A creatina deve preferencialmente ser tomada com supervisão de um médico especializado em atividades esportivas e um profissional de educação física. Formulações de baixa qualidade e pouco controle técnico podem apresentar impurezas potencialmente danosas ao organismo. FONTE: http://www.mdsaude.com/2010/03/creatina.html#ixzz33Kf84Dqj

QUAIS OS PAÍSES MAIS SEDENTÁRIOS DO MUNDO?

O sedentarismo é um dos males mais comuns e também mais combatidos de nossa época, uma consequência negativa do progresso e da modernização da vida prática que paulatinamente nos fixou a um estilo de vida caracterizado pela inatividade, que pode reduzir paradoxalmente nossa expectativa de vida e que guarda relação direta com as condições econômicas e de industrialização de cada país.
Recentemente um grupo multinacional de pesquisadores liderado por Pedro Hallal da Universidade Federal de Pelotas publicou na conceituada revista méica The Lancet um estudo classificando os países segundo o grau de atividade média de seus habitantes, levando em conta ademais outras condições como o gênero e a idade. Por último cabe mencionar que o mínimo de atividade física recomendável é de 30 minutos de exercício moderado ao dia, 5 dias na semana ou 20 minutos de exercício intenso ao dia por 3 dias. Estes dados foram a sua vez transformados em um mapa, pela revista The Economist, que facilita a visualização das estatísticas e permite uma leitura geral e rápida das mesmas. Destaca, primeiramente, que a inatividade parece se encontrar em relação direta com o rendimento médio que percebem os habitantes de um país, ainda que também com aspectos culturais que, como nos países árabes, impedem às mulheres de desenvolver uma vida como a que se leva no Ocidente (ao menos no que se refere a atividades de cuidado pessoal e entretenimento). As mulheres russas, croatas, luxemburguesas, gregas e iraquianas (só para citar algumas) são mais dinâmicas do que suas contrapartes masculinas. Malta ganha a corrida para a nação mais preguiçosa, com 72% dos adultos fazendo muito pouco exercício. O Brasil está "bem na fita" [Uhull!]: quase metade da população masculina é sedentária e mais da metade das mulheres passam bem longe de um exercício físico. Por outro lado, países muito menos industrializados como Benin, Bangladesh, Moçambique e Mongólia surpreendem pelo alto grau de atividade de sua população masculina, com mais de 90% dos homens realizando a atividade física mínima. Estes números são preocupantes já que segundo outro estudo publicado na própria Lancet, atividade física insuficiente tem aproximadamente o mesmo efeito sobre a expectativa de vida como o fumo. Fontes: The Atlantic /mdig

AS PROPRIEDADES MÁGICAS DO SÊMEN

Há alguns anos, um polêmico estudo da Universidade de Albany revelava, para a felicidade masculina, uma curiosa relação existente entre o estado de ânimo das mulheres e suas práticas sexuais: aquelas que regularmente faziam sexo oral sem proteção, eram mais felizes em comparação às que não praticavam ou então que faziam com preservativo. Os autores do estudo sugeriram que o sêmen pode modificar o humor feminino, já que contém estrona, oxitocina, cortisol, serotonina e melatonina, químicos estreitamente relacionados à felicidade, o que permitia supor que o sêmen pode ter propriedades antidepressivas. No entanto, um novo estudo liderado por Gregg Adams descobriu novas propriedades no sêmen: uma proteína chamada Fator de Indução da Ovulação (OIF, por suas siglas em inglês) que envia sinais ao cérebro para liberar hormônios femininas. Estes hormônios depois configuram o corpo para ovular, sem importar a etapa do período em que a mulher se encontre. A surpresa para Adams foi que já havia observado este fenômeno em camelos e, agora, em seres humanos. Gregg e seus colegas demonstraram que esta proteína ajuda a estimular a ovulação em mamíferos como coalas, coelhos, gatos e, por suposto, o ser humano; isto implica que a proteína também poderia determinar a fertilidade e infertilidade nas mulheres. De modo que além de ser condutor de espermatozóides, o líquido seminal também promove a ovulação através de um mecanismo que até há pouco a ciência desconhecia. Fonte: BigThink

sexta-feira, 30 de maio de 2014

16 GIFS ANIMADOS DE COMO AS COISAS SÃO FEITAS - PARTE 3

Conheça parte do processo de fabricação de produtos que você utiliza todos os dias, mas não tem ideia de como são feitos. 1- Canetas Marca Texto
Os marcadores são testados para garantir que não falharão. 2- Giz de cera
3- Livro
A capa é colocada junto com as páginas.
Em seguida todas as páginas são enquadradas numa máquina que as corta para atingir o tamanho perfeito. 4- Donuts
5- Batata Pringles
Uma máquina organiza as “batatas” de tamanhos iguais numa coluna e depois as coloca na embalagem. Curiosidade: Você sabia que as batatas Pringles são na verdade uma massa fécula de batata frita em rodelas? 6- Balão
Um molde em forma de balão é imerso em látex colorido.
Depois uma espécie de escova dá forma à extremidade. 7- Correntes
8- Molas
9- Biscoito da sorte
10- Ferro forjado decorado
11- Garfo
12- Pretzels
13- Garrafa de vidro – Se você olhar com atenção verá o formato da garrafa logo após o corte!
A forma das ferramentas de corte determina o formato do gargalo da garrafa.
14- Macarrão espiral
15- Palito de dente
16- Preservativo
Fonte: Huffington Post

QUAIS SÃO OS MAIORES MEDOS DE UM ASTRONAUTA?

O filme Gravityestrelado por Sandra Bullock e George Clooney, o longa mostra, de maneira bastante realista, as consequências de um acidente ocorrido numa estação espacial, expondo sua tripulação aos perigos da escuridão fria e silenciosa que é o espaço. Em razão disso, muito tem se questionado sobre quais os medos dos astronautas reais enquanto estão no espaço. Chris Hadfield, astronauta que ficou famoso pelos seus vídeos no YouTube filmados direto do espaço, deu algumas respostas. Acredite, os medos dos astronautas não são poucos e são constantes. Em entrevista ao New York Post, Hadfield fez uma lista de quais seriam os principais temores de um astronauta perante a imensidão do espaço. Para ficar mais ilustrativo, fizemos uma breve análise para esclarecer por que cada um desses medos é marcante na vida de um astronauta. 7 – Ter a nave incendiada durante a reentrada na Terra
A reentrada de um ônibus espacial na Terra é um dos momentos mais tensos enfrentados pelos seus tripulantes. A velocidade média no momento em que a mesma começa a “cair” em direção ao planeta é de mais ou menos 24 mil quilômentros por hora. Isso gera um atrito tão forte que os gases ao redor da nave se aquecem a uma temperatura de 1500 graus celsius. Não fosse pelo revestimento de proteção externo da fuselagem, formado por placas únicas e numeradas feitas de cerâmica e sílica, seria impossível que os astronautas retornassem à Terra com vida. A história já nos mostrou o que pode acontecer quando há uma falha nesse sistema de isolamento térmico. Foi o que se considerou como principal causa para o que aconteceu com o ônibus espacial Columbia, que se desmaterializou numa bola de fogo ao adentrar a atmosfera terrestre em 1º de fevereiro de 2003. 6 e 5 – A ocorrência de uma calamidade na Terra enquanto se está no espaço e a perda de comunicação com o controle em solo
Ao contrário do que se possa imaginar, estar no espaço enquanto o planeta sofre algum tipo de desastre, seja natural, seja provocado pelo homem, não é uma boa idéia. Muitos podem pensar “é melhor estar fora do planeta que dentro dele caso algo muito ruim aconteça”, mas, para os astronautas, isso poderia ser um pesadelo. E não é muito difícil imaginar o porquê: os ônibus espaciais, bem como a Estação Espacial Internacional, estão em constante contato com as bases de controle existentes no planeta recebendo informações sobre o posicionamento da aeronave, por exemplo. Uma catástrofe que atingisse a Terra a ponto de impedir esse contato por horas ou dias, poderia ser catastrófico também para os astronautas. Apesar de existirem naves que podem ser aterrissadas independentemente dos controles em Terra, – e isso é parte do treinamento básico da tripulação – o contato com a base ainda é uma das garantias de que está tudo bem na aeronave e de que os procedimentos adotados estão corretos. Outra questão é que a comunicação com o planeta é um meio rápido e eficaz, na maioria das vezes, de resolução dos problemas à bordo, ou você nunca ouviu a famosa frase “Houston, nós temos um problema” quando um astronauta está em apuros? Em suma, a perda da comunicação pode significar, em muitos aspectos, o retorno não seguro da tripulação à Terra (ou mesmo o não retorno) ou impossibilidade de resolução de problemas, o que pode significar o caos no espaço. 4 – Um astronauta se tornar gravemente doente ou morrer em órbita
O que acontece quando um astronauta fica doente no espaço? Basicamente falando, não é uma coisa boa. O motivo mais forte de se evitar que a tripulação fique doente é que cada pessoa é essencial, ou você acha que eles estão ali a passeio? Um membro a menos no grupo, representa mais trabalho sobre os demais. Se na Terra isso já não é legal, imagine no espaço onde tudo é mais complicado de se fazer. Um problemão que vem acompanhado de um astronauta doente é o fato de como evitar que a doença se propague aos demais. Um simples espirro no espaço pode por todos os membros de uma missão em risco, pois, graças à falta de gravidade, os microorganismos simplesmente flutuam pelos compartimentos sem ter para onde ir, afinal, as naves são completamente vedadas. Outro agravante é que a vida no espaço diminui a imunidade do organismo, tornando ainda mais fácil a contaminação e desenvolvimento de uma doença grave. De fato, isso já aconteceu na Apollo VII, quando uma das tripulantes pegou uma gripe comum e teve que ser retornada à Terra no meio da missão. Se um astronauta simplesmente morrer no espaço, felizmente as naves e a própria estação espacial possuem compartimentos médicos destinados ao armazenamento seguro do corpo até que se possa trazê-lo à Terra. O problema aqui seria o impacto emocional e o peso carregado pelos demais em se ter um tripulante a menos à bordo. 3 – Fogo na nave espacial Um incêndio não é bom em nenhum lugar; no espaço, pode ser especialmente catastrófico por diversas razões: uma nave espacial é completamente selada; lida-se com oxigênio puro, que é extremamente inflamável; o fogo gera um rápido consumo do limitado suprimento de ar, o que pode resultar na antecipação do retorno à Terra; risco de danificar equipamentos importantes ou ferir gravemente um dos tripulantes; risco de rápido alastramento, o que pode ser fatal. Foi o que ocorreu na missão Apollo I que, por conta uma incêndio provocado por defeitos elétricos, causou a morte de seus três astronautas em menos de 1 minuto. 2 – Ter defeitos mecânicos fatais durante o lançamento
Durante o procedimento de lançamento de um foguete espacial, o funcionamento de todos os sistemas possíveis e imagináveis é checado, bem como a condição de cada parte da nave. Isso ocorre pelo simples fato de que muita coisa pode dar errado nesse momento extremamente delicado de uma missão espacial. Para começar, está-se lidando com litros e litros de combustível altamente inflamável, fora o fato de que a explosão que ocasiona o lançamento do foguete ocorre em estágios que precisam ocorrer no tempo certo e na hora certa, caso contrário tudo pode ir pelos ares – literalmente. Para se ter uma idéia da delicadeza da situação, foi por causa de uma borracha de isolamento das juntas do propulsor, chamada de o-ring, que a nave Challenger se desfez no ar durante o seu lançamento no ano de 1986. Segundo a NASA, a temperatura local era muito baixa, fazendo com que a tal borracha se tornasse quebradiça. 1 – Flutuar sem rumo no espaço
Esse, segundo Chris Hadfield, é o maior medo de todo astronauta. Aliás, este é um dos temas principais do filme Gravidade, mencionado anteriormente. E por que esse é o maior de todos os medos? Não é difícil de se imaginar: de todos os temores já apresentados, esta é a situação mais complicada de ser contornada. A não-gravidade e a falta de atrito no espaço fazem com que um corpo impulsionado permaneça continuamente seguindo numa linha reta infinita, em direção ao espaço sem fim. Por conta disso, todos os astronautas que precisem sair dos veículos para a realização de alguma atividade externa são presos por ganchos firmemente atados a cabos, proporcionando uma maior segurança. Hadfield afirma que mesmo a utilização de uma chave para desatarraxar um parafuso exige uma força extrema. É como trocar os pneus de um carro enquanto se usa patins de neve, diz ele. O detalhe aqui é que qualquer movimento extremamente brusco ou mal pensado pode resultar num deslocamento indesejado do corpo. Fontes: New York Post, TIME, Popular Science, Space Answers