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quarta-feira, 7 de setembro de 2016
CONHEÇA O TUBARÃO QUE VIVE 400 ANOS
Se a puberdade já é ruim para os humanos, imagine o que é esperar mais de um século por ela. O tubarão da Groenlândia (Somniosus microcephalus) leva 156 anos para atingir a maturidade sexual. Mas isso não é nem metade do tempo de vida da espécie, que pode ultrapassar os 400 anos. Um novo estudo publicado na revista Science foi o primeiro a conseguir estabelecer a expectativa de vida do bicho – e ele hoje é considerado o vertebrado com a vida mais longa do planeta.
Esse tubarão leva a vida “devagar e sempre”: ao contrário de seus colegas de espécie mais ágeis, ele nada a 1,5 km/h – não dá nem para pensar em fazer um filme de terror nessa velocidade. Por causa da lerdeza, o Somniosus microcephalus não pode ter frescura para se alimentar: come de tudo, de baleia e polvo até um mamífero terrestre que caia na água.
Os cientistas já tinham encontrado algumas pistas de que o tubarão da Groenlândia chegava a idades muito avançadas. Eles crescem extremamente devagar – cerca de 1 cm por ano. Quando nascem, têm apenas 42 cm. Mas, os próprios pesquisadores viam tubarões adultos de 5 metros. A conta não fecha, a menos que eles vivam um ciclo de 4 séculos. Como ter certeza?
Primeiro, os cientistas tentaram analisar os anéis de crescimento – como aqueles que ajudam a datar árvores e que alguns animais também possuem, nos ossos – mas não encontraram nenhum. A solução improvável foi olhar para o passado nuclear da Groenlândia.
O oceano ao redor da Groenlândia foi palco de uma série de testes de bombas nucleares nos anos 60. O fluxo de nêutrons térmicos produzido pelas bombas atômicas reagiam com átomos de nitrogênio, formando um tipo artificial de Carbono-14 em quantidades muito maiores que as normais, tanto na atmosfera quanto no mar. O carbono extra foi se alojar em partes do corpo em desenvolvimento na época – como a retina dessa espécie de tubarões.
Os cientistas analisaram a concentração ocular de Carbono-14 de uma série de carcaças do tubarão. Só encontraram uma quantidade anormal em três deles, o que indica que eles nasceram nos anos 60. Usando a técnica de datação por decaimento do Carbono-14, eles conseguiram precisar que um deles nasceu em 1963.
Conforme a suspeita dos cientistas, esses eram também os tubarões menores, com menos de 2 metros. Os demais bichos não tinham concentrações anormais de Carbono-14 porque já estavam completamente formados durante os testes nucleares, o que indica que são ainda mais velhos.
Juntando os dados que tinham sobre idade, tamanho e carbono, os cientistas estimaram que o tubarão mais velho da amostra tinha 400 anos – e a expectativa de vida média deles ficaria perto dos 392 anos, com uma margem de erro de 150 anos para mais ou para menos.
Com isso, o Somniosus microcephalus disparou no primeiro lugar de vertebrado mais velho do planeta. A antiga campeã, a vizinha baleia da Groenlândia (Balaena mysticetus), chega a meros 211 anos de vida, ficando para trás por mais de um século.
FONTE: megaarquivo.com/2016/08/19/12-753-biologia-marinha-um-tubarao-que-vive-400-anos/
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
TESTE DO OLFATO AJUDA A PREVER EXPECTATIVA DE VIDA
Medir o olfato das pessoas na velhice pode ajudar médicos a prever qual é a expectativa de vida dos pacientes, sugere um estudo da Universidade de Chicago.
A pesquisa publicada na revista científica online PLOS One descobriu que 39% dos 3 mil adultos que apresentaram o sentido do olfato menos eficiente morreram nos cinco anos anos seguintes.
Em comparação, o mesmo ocorreo com apenas 10% daqueles capazes de identificar odores corretamente.
Os cientistas dizem, porém, que a perda de olfato não causa a morte.
Mas este pode ser um sinal de alerta para que qualquer pessoa com problemas neste sentido por muito tempo procure um médico.
5 odores
No estudo, pesquisadores pediram a uma amostra representativa de adultos com idades entre 57 e 85 anos para participar de um rápido teste de cheiro. A avaliação envolveu a identificação de odores distintos, disponíveis em canetas hidrográficas impregnadas por diferentes cheiros, como hortelã, peixe, laranja, rosa e couro. Cinco anos mais tarde, cerca de 39% dos adultos que tiveram as notas mais baixas (4 a 5 erros) havia morrido, em comparação a 19% dos que tiveram uma perda de olfato moderada e com apenas 10% daqueles com um senso de cheiro saudável (um ou nenhum erro). E, apesar de considerar idade, nutrição, tabagismo, pobreza e saúde, os pesquisadores descobriram que aqueles com o sentido do olfato mais pobre ainda permaneciam no grupo de maior risco.'Prenúncio'
"Achamos que a perda do sentido do olfato não causa diretamente a morte, mas é um prenúncio, um sistema de alerta que mostra que o dano pode ter sido feito", disse o cientista-chefe da pesquisa, Jayant Pinto. "Nossas descobertas podem fornecer um teste clínico útil, uma maneira rápida de baixo custo capaz de identificar pacientes de maior risco". Ainda não está claro como a perda de olfato contribui exatamente para a expectativa de vida , mas os pesquisadores apresentaram uma série de possíveis razões. Eles dizem que uma capacidade reduzida de detectar odores pode sinalizar menos regeneração ou reparação de células do corpo em geral. Isso poeque um senso de olfato saudável depende em parte de um volume de troca contínua das células que revestem o nariz. Assim, uma sensação de piora no olfato pode servir como um espelho para a exposição de toda uma vida à poluição e a bactérias. Os pesquisadores agora fazem investigações adicionais para entender as razões por trás desta ligação entre olfato e expectativa de vida.'Interface'
"O sentido do olfato é um pouco subestimado, embora desempenhe um papel muito importante na vida cotidiana", disse Pinto. "Mas não queremos que as pessoas entrem em pânico. Um forte resfriado, alergias e problemas de sinusite também podem afetar o olfato." A redução do olfato nestes casos só devem ser motivo de preocupação, explica o cientista, se o problema persistir. "Talvez, este estudo mostre que precisamos começar a prestar mais atenção à saúde sensorial." O professor Tim Jacob, da Universidade de Cardiff, que não esteve envolvido na pesquisa, afirma: "Este estudo foi bem conduzido e sugere que o sentido do olfato está intimamente ligado à saúde e ao bem-estar. O cheiro está na interface entre fisiologia e psicologia, que é um campo de batalha de interações recíprocas." "Por exemplo, a perda de olfato pode resultar em depressão, e a depressão pode resultar em alterações na capacidade de sentir cheiros." FONTE: http://zip.net/bbpKxxsexta-feira, 27 de junho de 2014
DOENÇAS MENTAIS REDUZEM EXPECTATIVA DE VIDA MAIS DO QUE TABAGISMO
Doenças mentais sérias podem encurtar a vida em até vinte anos. Esse número é equivalente ou até pior do que a queda na expectativa de vida decorrente do tabagismo, revelou um estudo da Universidade de Oxford, na Inglaterra, publicado nesta quinta-feira no periódico World Psychiatry.
Pesquisadores revisaram vinte estudos que mediram o risco de mortalidade de doenças mentais, dependência em álcool e drogas (cocaína, ópio e anfetamina), demência, autismo, dificuldades de aprendizagem e distúrbios de comportamento na infância. As pesquisas incluíam mais de 1,7 milhões de pessoas e relatavam 250 000 mortes.
Os estudiosos, então, compararam a expectativa de vida e a incidência de suicídio entre esses indivíduos com os dados da população em geral, assim como com os de tabagistas que fumam mais de um maço de cigarros diariamente.
“Nós descobrimos que muitos problemas mentais causavam uma queda na expectativa de vida tão grande quanto fumar vinte ou mais cigarros por dia”, diz Seena Fazel, coautor do estudo e membro do Departamento de Psiquiatria da Universidade de Oxford.
A redução média da expectativa de vida foi de nove a vinte anos para bipolares, dez a vinte anos para esquizofrênicos, sete a onze para depressivos e nove a 24 anos para dependentes de álcool e drogas. Já entre os que fumavam intensamente, a diminuição foi de oito a dez anos.
Segundo Fazel, há muitas razões para as doenças mentais encurtarem a vida. “Comportamentos de alto risco são comuns em pacientes psiquiátricos, sobretudo decorrentes do abuso de drogas e álcool. Esses doentes também são mais propensos a morrer por suicídio. O estigma em torno da saúde mental pode fazer com que eles não sejam tão bem tratados pelos médicos quanto os pacientes com problemas físicos”, explica.
Além disso, doenças psiquiátricas podem agravar enfermidades físicas, especialmente cardiopatias, diabetes e câncer.
Pesquisadores, profissionais da saúde e governo precisam encarar as doenças mentais como prioritárias, diz Fazel. “O tabagismo é considerado um grande problema de saúde pública. Com vontade política e financiamento, as taxas de mortalidade relacionadas ao vício declinaram. Precisamos de um esforço semelhante quando o assunto é saúde mental.”
FONTE: megaarquivo.com/2014/05/25/10-224-neurologia-doencas-mentais-reduzem-expectativa-de-vida-mais-do-que-tabagismo/
sábado, 31 de maio de 2014
AS MULHERES COM BUNDA GRANDE VIVEM MAIS TEMPO
Segundo uma pesquisa realizada por cientistas da Universidade de Oxford, ter as nádegas de um tamanho considerável previne o desenvolvimento de diabetes. Por sua vez, determinaram que as mulheres que possuem um traseiro grande e cintura fina, são mais inteligentes que o restante.
O corpo feminino acumula gordura em muitas partes, como os seios, o abdômen ou as pernas, mas muitas garotas guardam grandes reservas nos glúteos, algo que tem mais vantagens do que poderiam imaginar.
Os cientistas analisaram e compararam a gordura do abdômen feminino com as das pernas, cadeiras e nádegas, encontrando que a gordura proveniente da parte baixa do corpo das mulheres previne o desenvolvimento de diabetes, graças à quantidade e tipo de hormônios que contém. Estas gorduras produzem hormônios que ajudam a metabolizar açúcares e outros lipídeos de forma mais fácil, ao contrário da gordura abdominal que segrega hormônios com o efeito contrário.
De qualquer forma, não se trata de que as mulheres devam comer a mais. O benefício do traseiro avantajado é determinado pela genética, portanto ainda não é possível alterar o bumbum por meio de hábitos alimentícios.
Outras descobertas similares, que fazem pensar que as mulheres com traseiros grandes são capazes de viver mais e melhor, são os realizadas pelas universidades de Califórnia e Pittsburgh. Pesquisadores destas instituições descobriram que as mulheres desbundantes e com largas cadeiras, mas com cinturas finas, são mais inteligentes que as demais.
A inteligência destas voluptuosas garotas, deve-se aos ácidos graxos Omega 3 que se acumulam ali e que intervêm no desenvolvimento do cérebro. Os pesquisadores analisaram dados de 16 mil mulheres, concluindo que ao comparar as medidas da cadeira com a cintura, a proporção ideal resulta de 0.6 e 0.7.
O professor Konstantinos Manolopoulos, que encabeçou a equipe da Universidade de Oxford, assegura que as mulheres com mais gordura nas nádegas têm níveis menores de colesterol e glicemia. Ter um grande traseiro também favorece os níveis de leptina no corpo feminino. A leptina é um hormônio que se encarrega de regular o peso; bem como a dinopectina, hormônio com efeitos antiinflamatórios, vasculoprotetores e anti-diabéticos.
O tecido adiposo dos glúteos grandes prende as partículas gordas daninhas e evita padecimentos cardiovasculares. Outros interessantes resultados destas pesquisas foram que, ao que parece, os filhos nascidos de mães com cadeiras mais largas são intelectualmente superiores aos filhos de mães menos voluptuosas.
FONTE: Cronica.com.ar/diario/2013/09/11/55175-las-mujeres-con-cola-grande-viven-mas-tiempo.html
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
COMO ESTENDER SUA EXPECTATIVA DE VIDA EM 7 ANOS
À primeira vista pode parecer exgero (afinal, estamos falando de exercícios moderados, não de um treinamento ao estilo Rocky Balboa), mas especialistas garantem que é verdadeiro: fazer 2 horas e 30 minutos de caminhada semanalmente pode aumentar em 7 anos sua expectativa de vida.
Divulgado recentemente, estudo realizado por pesquisadores do governo dos Estados Unidos e da Universidade de Harvard (EUA) mostra que os benefícios de uma rotina de exercícios pode ir muito além do que se imaginava. Para chegar a essa conclusão, eles reuniram dados de seis pesquisas anteriores de longo prazo, em que foram analisados mais de 600 mil voluntários (tanto homens como mulheres) acima de 40 anos.
A análise focou em caminhadas “moderadas” – rápidas o suficiente para fazer a pessoa suar, mas não a ponto de impedi-la de conversar com um acompanhante. Em média, 2h30 de caminhada semanais acrescentaram 3,4 anos na expectativa de vida dos praticantes (em pessoas com peso saudável, o benefício foi de 7 anos); 5 horas semanais acrescentaram em média 4,2 anos; e 7 horas, 4,5 anos.
Além disso, aqueles que tinham um peso “ideal” (ou próximo disso), mas não se exercitavam, tinham uma expectativa de vida 3,1 anos menor do que pessoas obesas que praticavam exercício – o que reforça a importância de se manter ativo independentemente do peso.
Os benefícios, ainda, foram idênticos para homens e mulheres, porém maiores para pessoas com histórico de câncer ou de doenças cardíacas. No caso de praticantes negros, o aumento na expectativa de vida foi maior do que para os das demais etnias.
“Não podemos subestimar quão importante a atividade física é para a saúde – mesmo a mais modesta pode acrescentar anos à sua vida”, ressalta o pesquisador I-Min Lee.
Fonte:Daily Mail UK
domingo, 30 de setembro de 2012
SEXO DOBRA EXPECTATIVA DE VIDA
Você provavelmente já devia saber que cenoura, brócolis e beterraba fazem bem para a sua saúde. Para alguns, isso pode até ser um motivo a mais para não ser saudável. Mas as descobertas que vamos anunciar aqui vão te deixar com muita vontade de ser saudável.
Estudo realizado na Universidade Queens, em Belfast na Irlanda, publicado no British Medical Journal, analisou a vida sexual de cerca de 1000 homens de meia idade durante uma década. Após comparar as qualidades de vida de homens de idades próximas, chegou-se à conclusão de que aqueles que praticam mais sexo vivem até duas vezes mais que aqueles que não têm uma vida sexual ativa.
Os benefícios de uma alimentação saudável e de exercícios físicos como yoga e levantamento de peso sempre são muito investigados. Porém, nunca se fez um estudo tão detalhado das vantagens de se ter uma vida sexual ativa.
O sexo pode tonificar vários músculos do corpo, como a pélvis, a barriga e os braços. Diminui a pressão sanguínea, aumenta a circulação e combate o colesterol. Pessoas que praticam sexo com mais freqüência têm metade das chances de sofrer um infarto ou um derrame.
Como se não bastasse, é a atividade física que mais queima calorias. Em apenas trinta minutos, 200 calorias podem ser eliminadas. E também diminui a fome, porque libera um tipo de anfetamina que regula o apetite.
Isso sem falar em todo o relaxamento produzido pelo orgasmo, que ajuda a combater o stress, no fato de que funciona como uma espécie de analgésico natural, e ainda faz com que o corpo libere mais anticorpos que previnem tosses e gripes.
Portanto, não é necessário gastar dinheiro com academia e nem com programas como cinema e teatro. Sexo é a melhor atividade de emagrecimento e entretenimento do mundo.
Fonte: Natural News
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