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sábado, 19 de novembro de 2016

SAIBA POR QUE A MAIORIA DAS MULHERES GEME DURANTE O SEXO

Dos romancezinhos mais água com açúcar aos filmes eróticos, quase todas as representações de orgasmos femininos mostram que ao sentir prazer, a mulher geme. Mas isso é uma necessidade física ou é um comportamento forçado para cumprir expectativas do que é considerado sexy? Pesquisadores se perguntaram a mesma coisa. Em 2011, Gayle Brewer, da Universidade de Central Lancashire e Colin Hendrie da Universidade de Leeds (Reino Unido) publicaram na revista Archives of Sexual Behavior sua pesquisa sobre o tema, tecnicamente conhecido como “vocalização copulatória”. No estudo, eles entrevistaram 71 mulheres heterossexuais e sexualmente ativas com idades entre 18 e 48 anos e constataram que muitas delas gemiam, mas não necessariamente quanto estavam tendo um orgasmo. 66% delas afirmaram que gemiam para acelerar o clímax do parceiro e 87% disseram que vocalizam para melhorar a autoestima. “Enquanto os orgasmos femininos acontecem mais nas preliminares, as vocalizações copulatórias são relatadas com mais frequência antes e durante a ejaculação masculina”, escreveram os pesquisadores. As participantes do estudo também afirmaram que usam o som para aliviar o tédio, fatiga e dor ou desconforto durante o sexo. Então a vocalização feminina seria apenas uma ferramenta para ajudar o parceiro “chegar lá” e para ajudar a mulher a lidar com momentos desagradáveis da penetração? “Não há muita pesquisa nesta área, mas somos bombardeados pela mídia com imagens que nos dizem que gemer é associado com orgasmo e com prazer sexual. Então seria uma estratégia razoável gemer, já que os homens tendem a associar o gemido com orgasmo”, diz Kristen Mark, uma pesquisadora sobre sexualidade da Universidade de Indiana (EUA). Apesar de a estratégia ter suas vantagens para que a mulher se sinta bem e para incentivar o parceiro, há também a desvantagem da comunicação ineficaz. Os gemidos podem sinalizar ao homem que ele está fazendo tudo da melhor forma para aquela mulher, quando alguns simples ajustes podem melhorar o relacionamento para os dois. “Use o gemido para sinalizar que você está excitada e que as coisas estão indo bem, e não para esconder que não estão”, orienta a educadora sexual Patty Brisben. Para ela, é importante que as mulheres demonstrem o suas necessidades sexuais. “Temos que dar esse passo à frente e dar a nós mesmas permissão para ensinar. Usar a vocalização para ensinar ao seu parceiro o que é gostoso. É uma forma de dizer ‘pare, continue, sim, não”, sem parecer um guarda de trânsito”, brinca ela. A especialista também acredita que os gemidos ajudem a própria mulher a atingir o orgasmo e que as mulheres passam por diferentes fases de maior e menor vocalização durante a vida. Ela também sugere que os homens adotem este sutil meio de comunicação. “A autoestima é uma via de mão dupla e, para suas parceiras durante o sexo, os homens deveriam se esforçar para emitir mais do que um grunhido no final. Isso não tem a ver com fingir uma coisa que não sente, mas sim ser mais presente sexualmente e entrar em sintonia com a outra pessoa”, diz. Espontâneos ou não, os gemidos não acontecem apenas entre os seres humanos. Uma pesquisa sobre babuínos, por exemplo, revela que as fêmeas têm uma série de sons copulatórios, Quando estão mais perto da ovulação, elas têm uma vocalização mais complexa, e quando cruzam com machos com grande influência no grupo, emitem um som diferente. As fêmeas do gênero Macaca também vocalizam para ajudar os machos a atingirem o orgasmo. FONTE: http://edition.cnn.com/2016/11/13/health/women-moan-sex/index.html

sábado, 8 de outubro de 2016

O FUTURO DO SEXO E DO NAMORO

O sexo é uma das atividades mais ancestrais do mundo, afinal o futuro da espécie depende disso. Mas, não é só a questão da reprodução. O sexo também é um dos drivers humanos mais poderosos. Já causou guerras, construiu e destruiu reinos e impérios. Sendo uma das atividades mais antigas que existe, talvez você possa pensar que ela não mude no futuro… Mas, talvez seja bom considerar que, assim como a nossa espécie continua evoluindo – seja biologicamente ou tecnologicamente – o ato sexual vai evoluir também. Então, valeria a pena você entender como as tecnologias exponenciais irão mudar a nossa relação com o sexo. Fomos buscar saber o que Peter Diamandis, co-fundador da Singularity University pensa sobre esse assunto. Em um recente artigo, ele mostrou a sua visão sobre o futuro do sexo e do namoro.

O Namoro na Era da Internet

Nossos pais e antepassados tiveram relacionamentos locais e lineares. Eles tiveram poucos parceiros, possivelmente pessoas que moravam na mesma cidade (ou até mesmo vizinhos), colegas de escola e com o mesmo status social. Diamandis lembra que, na década de 1960, mais de 50% dos casamentos, no mundo, eram arranjados. Na Índia esse percentual era de 95%. Hoje esse percentual caiu para menos de 15% (nível global). Em 1960, a idade média da noiva era de 20 anos. O noivo tinha em média 23 anos. Hoje, a idade média é próxima a 29 para mulheres e 30 para os homens. Reflexo da mudança cultural. A era digital também alcançou a esfera das relações. O namoro passou de local e linear para global e exponencial. Para você ter uma ideia, hoje, 40 milhões de norte-americanos (cerca de 40% da população solteira nos EUA) usam serviços de namoro online de uma indústria que gira na ordem de 2,4 bilhões de dólares. Estes novos relacionamentos transcendem os limites geográficos e os estratos sociais. Entre 1995 e 2005, houve um crescimento exponencial dos encontros online entre os casais heterossexuais. Para os casais do mesmo sexo, essa tendência tem sido ainda mais dramática, com mais de 60% dos casais do mesmo sexo se relacionando online em 2008 e 2009. As implicações disso são surpreendentes. Há uma série de efeitos sociológicos, tais como a gamificação do namoro, e a comoditização das pessoas. Segundo Diamandis, isso é apenas o começo.

O Namoro e a Tecnologia Exponencial

Num futuro muito próximo, vamos ver plataformas de namoro online que usam a inteligência artificial e o aprendizado de máquina para encontrar o parceiro perfeito se você quiser. Durante o encontro, seus óculos de realidade aumentada (RA) vão lhe dar, em tempo real, todo tipo de informação que você precisa saber sobre ela ou ele. Talvez você queira entender como ela ou ele esteja se sentindo em relação a esse encontro. Será fácil: a câmera de RA estará observando a dilatação capilar e da pupila. Mas, toda essa tecnologia, pode ser uma faca de dois gumes. Por um lado, ela pode aumentar a chance de sucesso dos encontros, criar relacionamentos mais significativos, e isso tem um impacto positivo, Diamandis espera. Mas, enquanto o namoro é apenas um lado da moeda, o outro lado é o sexo … e as implicações da tecnologia exponencial sobre o sexo podem ser chocantes.

O Sexo e a Tecnologia Exponencial

O sexo já foi para o lado digital; portanto, ele tem sido desmaterializado, desmonetizado e democratizado. Hoje, a pornografia é gratuita e está disponível para qualquer pessoa que tenha uma conexão com a Internet. Diamandis exemplifica que, em 2015, um site de pornografia relatou que os seus usuários assistiram mais de 4,3 bilhões de horas de pornografia (87 bilhões de vídeos). Isso somente naquele ano. O acesso maior à Internet, a proliferação de celulares e de vídeos online, e a publicidade têm impulsionado a pornografia em uma indústria que movimenta US$ 97 bilhões. E isso está causando uma série de fenômenos sociais negativos. Mais da metade dos meninos e quase um terço das meninas irão ter acesso às primeiras imagens pornográficas antes de chegar aos 13 anos. Em uma pesquisa com centenas de estudantes universitários, 93% dos meninos e 62% das meninas disseram que foram expostos à pornografia antes de completar 18 anos.
A pornografia está influenciando tudo, desde a linguagem dos adolescentes, o uso de piercings em certas partes do corpo, até no que eles esperam dar e receber nas relações íntimas”, Jill Manning, Ph.D, Instituto Witherspoon.
No Japão, uma população crescente de homens relatam que preferem ter “namoradas virtuais” do que reais, pois os avatares virtuais lhes dão uma sensação de maior controle. Quarenta e cinco por cento das mulheres solteiras japonesas e 25% de homens solteiros japoneses com idades entre 16 e 24 afirmam que não estão mesmo interessados em contato sexual. Dadas estas tendências, a menos que algo aconteça para aumentar a taxa de natalidade do Japão, a população vai diminuir em um terço até 2060. Mas, novamente, como prevê Diamandis, isso é apenas o começo… a medida que a realidade virtual (VR) torna-se mais generalizada, a pornografia VR irá crescer. Talvez seja muito mais intensa, vívida, e viciante – e, Diamandis acredita que haverá uma proliferação de Avatares e relações robóticas baseados na inteligência artificial, similares aos personagens retratados nos filmes Her e Ex Machina.

As consequências

A promessa da pornografia VR é oferecer um mundo virtual com sexo “melhor”, sexo infinito e com novas variedades. O problema, no entanto, é que quanto mais uma pessoa visite esse mundo de fantasia, mais provável é que a sua realidade torne-se exatamente o oposto do que ela vivenciou virtualmente. Muitos psicólogos acreditam que o pornô VR pode entorpecer o desejo sexual e o prazer no mundo real, levando a um sexo cada vez menos satisfatório. Para muitos, a VR (e outras tecnologias exponenciais, como robótica, sensores e AI) podem virar um substituto das relações humanas e das interações mais íntimas, dado que estas tecnologias irão tornar-se mais acessíveis, mais baratas, on-demand, e, nos deixar no controle da situação.

Quais são os prós?

Talvez um pouco de intimidade (ainda que tecnológica) seja benéfica para aquelas pessoas solitárias, idosas ou enfermas. Para Diamandis, uma coisa é certa: Como acontece com toda tecnologia na história, desde a imprensa ao VHS e à Internet, a pornografia vai estar na linha de frente para financiar o avanço da tecnologia. fonte: http://ofuturodascoisas.com/o-futuro-do-sexo-e-do-namoro/

sábado, 3 de setembro de 2016

CONHEÇA 24 MANEIRAS PELAS QUAIS VC ENTENDEU SEXO ERRADO

Se você quer aprender sobre sexo, não escute conversas de vestiário nem compre revistas idiotas. Esse conhecimento, no geral, é lixo. Em estudos científicos, no entanto, se pode confiar. Veja alguns mitos sobre sexo e a verdade por trás deles:

1-Esperma

Toda gota de líquido que sai do pênis de um homem pode engravidar? Não. Em dois estudos separados, pesquisadores descobriram que a pré-ejaculação não tem na verdade esperma. Nas raras amostras que continham um pouco de esperma, eles eram imóveis.

2-Camisinha

Você acha que a camisinha estraga sua experiência com sexo? Provavelmente, é porque está usado o modelo errado. Um estudo do portal luckybloke.com descobriu que 68% dos homens usam o tamanho errado de camisinha, e que trocar por um tipo mais adequado melhorou drasticamente seu prazer. Estilo também conta.

3-Primos

O casamento entre primos será sempre um desastre no quesito reprodução? Não. Um estudo da Islândia descobriu que as chances de um defeito de nascimento são de 2 a 3%, as mesmas que uma mulher de 40 anos enfrenta ao engravidar.

4-Relacionamento aberto

Você é daqueles que pensa que nenhum relacionamento aberto pode dar certo? Não é o que a ciência descobriu. Casais em relações poli amorosas se comunicam melhor. Essas relações também possuem menos medo, ansiedade, ciúme, raiva e rejeição que relações monogâmicas. Mesmo quando as coisas vão mal, casais em relacionamentos abertos tendem a conversar mais sobre seus sentimentos negativos.

5-Cólica menstrual

Ninguém precisa evitar o sexo durante o período menstrual. Um estudo até descobriu que relações sexuais e orgasmos aliviam a dor de cabeça e cólica. Também, com o corpo mais sensível, a experiência pode ser ainda melhor.

6-Coito interrompido

Acha que a famosa “tiradinha” não funciona? Pois, se usado correntemente, o método de coito interrompido é eficaz 96% das vezes. A camisinha, quando usada corretamente, é eficaz 98% das vezes. No entanto, o coito interrompido não protege contra DSTs.

7-Maturidade sexual

Enquanto é verdade que os homens atingem seu pico hormonal no final da adolescência e as mulheres no início dos 20 anos, o “auge ou maturidade sexual” tem mais a ver com atitude e conforto, não hormônios.

8-Sexo vende

Uma pesquisa descobriu que, na verdade, comerciais sexys distraem as pessoas. Elas se tornam menos capazes de se lembrar do produto que os anunciantes estão tentando vender.

9-Duração

Alguns homens só são bons mesmo com rapidinhas. Nenhum tipo de exercício vai ajudá-los a durar mais tempo, de acordo com o médico terapeuta Stephen Snyder. Uma dica, então, é melhorar as habilidades nas preliminares e no pós-sexo.

10-Sexo casual

Não é verdade que só homens gostam de sexo casual. As mulheres são tão propensas a aceitar um encontro desse tipo quando sabem que o homem será capaz de dá-la prazer (isso porque, para elas, o clímax custa mais esforço). Já mulheres bissexuais, quando o sexo casual é com outra mulher, são tão propensas a aceitar o encontro quanto os homens.

11-Esportes

Sexo não piora desempenho atlético. Não é necessário se abster antes de grandes jogos. A atividade pode até aumentar a testosterona, e não diminui-la, o que pode ajudar.

12-Primeira vez

Nem sempre a primeira vez dói, para mulheres. Depende bastante do relaxamento. A vagina de uma mulher é sensível ao seu estado mental, de forma que, se a mulher estiver tensa e esperando dor, a vagina pode ficar tensa também e a dor será uma profecia autocumprida.

13-Velhice

As pessoas não param de fazer sexo quando envelhecem. Um estudo concluiu que 75% das pessoas entre 57 a 75 anos fazem sexo. E nada de mamãe e papai. Pelo menos metade faz sexo oral, e DSTs têm se tornado um problema comum entre idosos.

14-Pílula do dia seguinte

Esse tipo de pílula não causa aborto. Na verdade, previne a ovulação. Se você já estava ovulando, nada mais pode ser feito, mesmo que você ingerir a droga. Mas, se não estava, a pílula vai impedir que isso aconteça – o que é uma coisa boa se você não quer engravidar, visto que o esperma pode durar no seu corpo por até uma semana.

15-Casamento

Casados fazem menos sexo que solteiros? Não de acordo com o Instituto Kinsey. A pesquisa mostrou que quase 50% dos jovens recém-casados fazem sexo duas a três vezes por semana, enquanto que 50% dos jovens solteiros não tinham feito sexo no último ano.

16-Físico x mental

Mulheres não querem só homens bonitos. Um estudo concluiu que elas avaliam como melhores parceiros para um relacionamento de longo prazo homens mais criativos e inteligentes do que os bonitos ou atléticos.

17-Hímen

Há muitos mitos envolvendo o hímen. Ele pode já ter sumido antes de uma mulher perder a virgindade, pois não é sempre rígido, pelo contrário; na maioria das pessoas, é flexível e seus pedaços vão “desaparecendo” ao longo da vida com atividades físicas, masturbação, caminhadas etc.

18-Afrodisíacos herbais

De acordo com a Administração de Drogas e Alimentos americana, afrodisíacos herbais não funcionam. Alguns inclusive causam problemas, como cantárida, ligado a danos permanentes no trato urinário.

19-Experimentação universitária

Um estudo descobriu que a ideia de que as mulheres “experimentam” mais sexualmente na universidade não é necessariamente verdade. Por exemplo, só 10% das graduadas haviam feito sexo lésbico, em comparação com 15% das que nunca terminaram o ensino médio.

20-Concepção

A concepção não acontece sempre durante o sexo. Na verdade, é mais provável que demore até uma semana. Mesmo que você não estiver ovulando durante a relação sexual, ainda pode engravidar mais tarde.

21-Banho frio

Banho frio não vai tirar seu tesão. Na verdade, pode aumentar os níveis de testosterona, e por consequência a libido. Também aumenta a energia e a contagem de esperma.

22-Chocolate

Chocolate só é afrodisíaco se você comer MUITO dele. Enquanto o alimento contém serotonina e feniletilamina, substâncias que podem causar um rush hormonal, você entraria em coma por diabetes antes de sentir seus efeitos.

23-Sexo casual 2

Se você acha que pessoas que fazem sexo casual não são felizes, isso não é verdade. Sexo casual pode fazer muito bem para seu bem-estar emocional, se você estiver fazendo-o pelas razões certas (ou seja, porque você está a fim e está se divertindo). Neste caso, diminui as chances de depressão e aumenta a autoestima.

24-Sadomasoquismo

Será que quem curte sadomasoquismo não bate muito bem da cabeça? Pelo contrário. Não há nada de errado com os praticantes deste tipo de sexo. Um estudo descobriu que eles são mais extrovertidos, menos neuróticos, menos ansiosos e mais abertos a novas experiências. Além disso, são mais seguros em seus relacionamentos. fonte: cracked.com/photoplasty_2211_24-ways-youve-misunderstood-sex-your-whole-life/

domingo, 7 de agosto de 2016

FANTASMAS DA IDADE MÉDIA AINDA ASSOMBRAM O SEXO NA MODERNIDADE

Muito do que pensamos, fazemos e condenamos hoje em relação ao sexo tem origem na Idade Média. Mesmo que de forma inconsciente, repetimos alguns tabus, medos, culpas e preconceitos que remontam há mais de 1 mil anos. Confira algumas curiosidades sobre as relações sexuais em um período compreendido entre os séculos V e XV.

Preservativos

As “camisinhas” medievais eram feitas de pedaços de intestino de animais amarrados com barbante ou de linho. Em ambos os casos, o objetivo era prevenir doenças venéreas. A contracepção é algo bem mais recente. Só se pensou nisso em meados do século XVII.

Posição correta

A Igreja determinava que a única posição natural para o sexo era a conhecida “papai e mamãe”, na qual o homem fica em cima da mulher, cara a cara. As outras posições, assim como o sexo anal e oral, eram consideradas pecado.

Atos contra a natureza

Um estudo de São Tomás de Aquino concluiu que o único ato possível era o coito vaginal. Todo o resto eram sodomia ou “atos contra a natureza”: masturbação, sexo oral ou anal e homossexualismo eram pecados tão terríveis que podiam ser punidos com a morte na fogueira, forca, fome ou mutilação.

Prostituição

Durante um tempo, a Igreja aprovou a prostituição como forma de evitar o adultério e o homossexualismo. As prostitutas trabalhavam em bordéis e, nas aldeias, eram identificadas por roupas especiais.

Celibato

Os solteiros não podiam fazer sexo. Os fornicadores (aqueles que tinham sexo sem estar casados) deviam ser denunciados ao padre de sua congregação.

Impotência

Caso um homem tivesse problemas para satisfazer sexualmente sua esposa, um grupo de mulheres sábias examinava seu órgão genital para determinar se ele era capaz de procriar. Se, aos seus olhos, não era, o casal então tinha que se separar. fonte: megaarquivo.com/2016/07/30/12-705-mega-tabus-fantasmas-da-idade-media-ainda-assombram-o-sexo-na-modernidade/

domingo, 22 de novembro de 2015

CONHEÇA A MECÂNICA DO SEXO

Em biologia, a reprodução sexual é um processo de combinação e mistura de traços genéticos, que muitas vezes resultam na especialização de organismos numa variedade macho ou fêmea, cada um conhecida como um sexo diferente. A reprodução sexual, então, envolve a combinação de células especializadas (gametas) para formar descendentes que herdam traços de ambos os pais. Orgasmo dos homens é quase essencial (“quase” porque pequenos grupos de esperma podem escapar do pênis antes do orgasmo ser atingido) para a reprodução, enquanto que o orgasmo feminino não. Muitos acreditam que o orgasmo feminino não tem nenhuma função óbvia além de ser “agradável” – embora algumas evidências sugerem que ele pode ter evoluído como uma vantagem discriminatória no que diz respeito à escolha do cônjuge.

Você sabia?

A mulher mais fértil, de acordo com o Guinness Book of World Records, era a esposa de Feodor Vassiliev da Rússia (1707-1782), que teve 69 crianças sobreviventes. Acredita-se que o pai o mais prolífico de todos os tempos seja o último imperador Sharifian de Marrocos, Mulai Ismail (1646-1727), que supostamente gerou mais de 800 crianças a partir de um harém de 500 mulheres.

Mas qual é a mecânica do sexo?

Para entender como o sexo funciona, fisicamente falando, uma equipe de pesquisadores convidou um casal para ter relações sexuais dentro de um aparelho de ressonância magnética. O lugar é apertado, o que não permite muitas manobras e posições, e os dois tinham que ficar 15 minutos parados depois da penetração. Ou seja: não é o ninho de amor perfeito. Mas foi o suficiente para nos mostrar um ângulo diferente da reprodução sexual. No vídeo abaixo, o laranja é o homem e o azul é a mulher: Os resultados mostraram que a penetração do pênis provoca um deslocamento no útero, e acontece em um ângulo mais agudo do que os cientistas originalmente imaginavam. A ressonância também mostrou que o esperma é entregue lá no fundo da vagina – bem mais fundo do que se pensava ser possível. A partir deste conhecimento, sabemos que os espermatozoides passam menos tempo lutando por suas vidas.

Por que as células reprodutoras da mulher ficam para dentro e as do homem não?

Esta é uma das grandes diferenças sensíveis entre o aparelho reprodutivo do homem e da mulher. O homem carrega os espermatozoides nos testículos, que é uma estrutura que fica para “fora” do corpo. Como você pode ver no vídeo, isso acontece porque os testículos são mais frios e, se ficassem em uma região semelhante ao do útero feminino, não sobreviveriam. fonte: sciencedump.com/content/sex-under-mri-helps-us-fully-understand-mechanics-intercourse

CASAIS QUE TÊM RELAÇÕES SEXUAIS SEMANALMENTE SÃO MAIS FELIZES

Quanto mais sexo, melhor? Hum, não exatamente. E quem está dizendo isso é a ciência. De acordo com a pesquisadora Amy Muise Said, embora o hábito de fazer sexo com mais frequência esteja associado com uma maior felicidade, esta ligação não é mais significativa se um casal faz sexo apenas uma vez por semana. Os resultados dos estudos conduzidos por ela sugerem que é importante manter uma relação íntima com seu parceiro, mas você não precisa ter relações sexuais todos os dias para manter a chama do relacionamento acesa. Alguns estudos anteriores (e uma infinidade de artigos de autoajuda) alegam indiscriminadamente que fazer mais sexo equivale a ser mais feliz. O novo estudo, que foi feito com base em análises de mais de 30.000 americanos com mais de 40 anos, é o primeiro a encontrar uma falha nesta associação. A conclusão é que não há diferenças significativas entre casais que fazem sexo todo dia e casais que fazem sexo uma vez por semana. O estudo não foi projetado para identificar uma ligação causal, por isso não nos diz que fazer sexo até uma vez por semana faz casais mais felizes, ou estar em um relacionamento feliz leva as pessoas a ter relações sexuais mais frequentes. Além disso, estas conclusões específicas foram para pessoas em relacionamentos românticos. Não houve uma associação entre a frequência sexual e bem-estar para pessoas solteiras, segundo Muise, que é psicóloga social e tem pós-doutorado na Universidade de Toronto-Mississauga.

Sexo x Felicidade

A ligação entre sexo e felicidade depende de uma série de fatores, tais como o contexto em que a relação sexual ocorre e como as pessoas estão confortáveis com o sexo fora do relacionamento. Os resultados representam a maioria – que são casais heterossexuais ou aqueles em relacionamentos estabelecidos. Apesar dos estereótipos comuns que os homens querem mais sexo e as pessoas mais velhas fazem menos sexo, não houve diferença nos resultados com base em sexo, idade ou tempo de relacionamento. Segundo Muise, os resultados foram consistentes para homens e mulheres, jovens e idosos, e casais que estavam juntos por anos ou décadas.

Felicidade tem mais relação com sexo do que com dinheiro

Os pesquisadores também realizaram uma pesquisa online com 335 pessoas (138 homens, 197 mulheres) que estavam em relacionamentos de longo prazo e encontraram os mesmos resultados do primeiro estudo. Estes participantes também foram questionados sobre a sua renda anual. O que eles concluíram a partir da análise dos dados coletados foi que havia uma diferença maior na felicidade entre as pessoas que têm relações sexuais uma vez por mês em comparação com pessoas que fazem sexo uma vez por semana, do que entre as pessoas que tinham uma renda de 15 a 25 mil por ano comparado com pessoas que tinham uma renda de 50 a 75 mil por ano. De acordo com o pesquisador, as pessoas pensam que muitas vezes mais dinheiro e mais sexo é igual a mais felicidade, mas isto só é verdade até certo ponto. Quando o assunto é felicidade, parece que fundamental mesmo é o equilíbrio. FONTE: medicalxpress.com/news/2015-11-couples-sex-weekly-happiest.html

domingo, 13 de setembro de 2015

CONHEÇA 10 MITOS MAIS COMUNS RELACIONADO AO SEXO

É de se admitir, que o sexo está nas mentes das pessoas a todo momento. As pessoas vivem, respiram o sexo, e são capazes de quase tudo para ser feliz na vida sexual. O desejo sexual do homem é uma força inata, natural. E a título de curiosidade e informação, nesta seleção estão os 10 mitos mais comuns relacionados ao sexo.

1. O sexo maravilhoso surge naturalmente

O corpo humano não vem com um manual de instrução. A boa comunicação é a chave para o sexo bom, como é uma vontade de abertura para tentar novas técnicas e posições para descobrir o que cada parceiro acha prazeroso.

2.Os homens têm mais impulsos sexuais do que as mulheres

Embora muitos homens façam acreditar que estão prontos 24 horas do dia, 7 dias da semana, a verdade é que os homens vivenciam flutuações diárias na libido, como as mulheres. A disponibilidade de um homem para saltar na cama pode ser impactada por muito dos mesmos fatores que impactam o nível de desejo de uma mulher, a incluir dieta, sono, saúde, estresse, problemas de saúde, autoconfiança, e desarmonia do relacionamento.

3.Depois de certa idade, o sexo não é mais importante

O sexo é um aspecto importante da saúde física e emocional e do bem estar para adultos de todas as idades, até para aqueles em seus anos dourados. Enquanto algumas pessoas acreditam que uma diminuição na libido é uma parte natural do envelhecimento, uma perda do desejo sexual pode ser relacionada com um número de outros fatores. A incluir deficiências hormonais, depressão, transtornos de ansiedade, efeitos colaterais da medicação, alterações em um relacionamento, barreiras de comunicação, ou perda de um conjugue ou parceiro.

4.Viagra é a resposta

Enquanto muitas pessoas acreditam que o Viagra e outros medicamentos orais similares é o melhor ou único tratamento para os homens com disfunção erétil, a verdade é que para muitos homens, estas drogas não são uma opção viável ou simplesmente não são eficazes. As medicações orais são apenas uma correção temporária para um problema que pode ter outras causas subjacentes de saúde, que devem ser abordadas por um médico qualificado. Além disso, muitos homens com problemas de saúde, a incluir hipertensão e diabetes, não podem tomar prescrições orais pelos efeitos colaterais sérios de potencial ou contra-indicações com outros medicamentos.

5.O tamanho importa

Apesar de todo homem exagerar ao dizer o quanto é grande seu pênis, o tamanho não é um barômetro para masculinidade. Como qualquer um com experiência sexual sabe, o entusiasmo sexual real supera de longe todas as partes dotadas. E ao contrário de outro popular mito sexual, o tamanho do membro não tem nada a ver com o tamanho das mãos ou pés.

6.Certos alimentos podem pôr a pessoa no clima

Chamados pela deusa grega da sensualidade e amor, os afrodisíacos são conhecidos por colocar a pessoa no clima. Enquanto ostras, chocolate escuro, morangos, e pênis de tigre possam fazer a pessoa se sentir l’amour, não há evidência científica para apoiar a validade dos afrodisíacos. No entanto, enquanto não há ciência para os alimentos e/ou ervas que causam excitação, um determinado alimento pode desencadear uma memória erótica ou desejo na mente, então em certo sentido, todos têm os próprios afrodisíacos.

7.O sexo oral é mais seguro do que o sexo vaginal e anal
De adolescentes ao ex-presidente Bill Clinton, o sexo oral parece ter o estigma de um passe livre tanto como as relações sexuais seguem. Sim, isso conta como sexo. E sim, é possível pegar uma doença sexualmente transmissível do sexo oral. Há ainda uma troca de fluidos, o que significa que as doenças podem entrar no corpo através de feridas ou pequenos cortes na boca e garganta.

8.A ejaculação precoce apenas afeta os homens jovens

Alguns homens descobrem que a ejaculação precoce começa no início da maturidade sexual, mas muitos homens também descobrem que isso passa a ser um problema mais tarde na vida. Na realidade, a ejaculação precoce afeta 30% dos homens em algum momento de suas vidas. Muitas vezes, a ejaculação precoce em homens que estão na faixa dos 30 anos de idade ou mais velhos, é um co-sintoma da disfunção erétil ou fadiga, mau condicionamento cardiovascular, depressão, ansiedade, ou sintomas neurológicos.

9.Fantasiar sobre alguém é algo ruim

Uma grande parte da experiência sexual começa no próprio cérebro, não no corpo, e algumas vezes o cérebro pode viajar. Se o indivíduo está comprometido com a parceira, e o relacionamento está bem, tudo bem pensar sobre Angelina Jolie ou Megan Fox de vez em quando.

10. As mulheres não podem engravidar se um homem “colocar para fora”

O método de “colocar para fora”, também conhecido como coito interrompido, é potencialmente a pior forma possível de controle de natalidade. Os homens nem sempre sabem quando o fluido ejaculatório começa a escoar para fora, e até mesmo à frente de um orgasmo perceptível, pré-ejaculatório que inclui esperma é lançado e é suficiente para engravidar uma mulher. E na realidade, um em cada 5 casais que usam este método como única forma de controle de natalidade ao longo de um ano obterá então uma gravidez indesejada. fonte: top10mais.org/top-10-mitos-mais-comuns-relacionados-ao-s3xo/

domingo, 30 de agosto de 2015

CIÊNCIA DESCOBRE A HORA EXATA PARA FAZER SEXO

Um estudo científico recente, publicado pela revista British Medical Journal – que coleta dados divulgados pela Associação Médica Britânica –, afirma ter descoberto o horário perfeito para fazer sexo. Provavelmente, o resultado surpreenderá muitas pessoas, já que a hora escolhida não parece ser a mais comum; entretanto, é o momento em que tanto os homens quanto as mulheres estão com o nível de testosterona mais elevado: às 5h48m da manhã. Esse horário preciso é a combinação dos dados de aumento da testosterona com os das atividades cotidianas: mais testosterona e menos preocupação em relação aos afazeres diários resultariam no momento perfeito para a troca sexual. Nos homens, a quantidade de testosterona presente no organismo 12 minutos antes das 6h pode chegar a ser 25% a 50% maior que no resto do dia – isso, claro, se ele tiver dormido à noite, uma vez que a glândula que regula sua produção é muito mais ativa durante o sono. O resultado desse estudo é baseado em uma estatística do horário em que as pessoas acordam. Por isso, se se passou a noite em claro, o horário ideal não será o mesmo. O fenômeno que explica essa pesquisa é o mesmo que faz com que a maioria dos homens tenha ereções matinais. E isso coincide com um estudo recente feito na Itália, no qual se descobriu que, para as mulheres, a manhã é o momento ideal para chegar ao orgasmo. FONTE: megaarquivo.com/2015/08/27/11-728-isso-tem-hora-ciencia-descobre-a-hora-exata-para-fazer-sexo/>

terça-feira, 21 de abril de 2015

CONHEÇA 15 DICAS SEXUAIS QUE FUNCIONAM REALMENTE

Ao invés de comprar revistas adultas ou acreditar em e-mails com apresentações de Power Point duvidosas, que tal receber dicas de sexo realmente úteis que tem alguma base verdadeira? Foi a ciência que disse que...

1. Usar meias durante o sexo aumenta a libido

Usar meias durante o sexo pode aumentar significativamente suas chances de ter um orgasmo. Foi o que descobriu um estudo holandês, pelo menos. Ao que tudo indica, o frio é um grande estraga-prazeres para ambos os sexos. Particularmente, a mulher precisa se sentir segura e relaxada antes da excitação, e a meia tem tudo a ver com conforto. Vai entender.

2. Sorrir menos torna homens mais sexualmente atraentes. O oposto ocorre com mulheres

Sociólogos da Universidade British Colombia, no Canadá, realizaram um estudo que mostrou homens que sorriem são vistos como menos atraentes pelas mulheres do que homens que optam por uma expressão mais séria ou arrogante. Por outro lado, homens adoram mulheres que sorriem. Os resultados parecem indicar que homens que sorriem são considerados mais femininos e menos dominantes, portanto menos sexualmente desejáveis. Já para os homens, é interessante que as mulheres pareçam exatamente femininas e menos dominantes.

3. Tomar sol aumenta a libido e o desejo sexual

A exposição da pele à luz solar por apenas 15 a 20 minutos pode aumentar os níveis de testosterona em 120% nos homens, segundo pesquisadores. O hormônio pode aumentar em até 200% quando a pele genital é exposta ao sol. E não precisamos explicar que testosterona é capaz de aumentar a libido e o desejo sexual, né?

4. Sue mais (se for homem) para deixar as mulheres no “clima”

A androstenodiona é um componente do suor masculino derivado da testosterona. Uma pesquisa da Universidade de Chicago mostrou que ele tem o efeito de manter ou aumentar o clima positivo em mulheres que inalam a química. “As respostas das mulheres no estudo foram melhora do humor e excitação sexual um pouco maior. As mulheres também responderam com um aumento da pressão arterial, frequência cardíaca e respiratória. Isso durou cerca de uma hora, se as mulheres inalaram a androstenodiona durante quinze minutos ou mais”, explica a Dra. Claire White, uma das cientistas do estudo.

5. Tenha uma barriguinha (se for homem) para aguentar mais na cama

Uma pesquisa da Universidade de Erciyes em Kayseri, Turquia, mostrou que os homens com barrigas maiores são melhores amantes. Os com excesso de peso e barrigas óbvias duram em média 7,3 minutos a mais na cama do que os sarados. Os especialistas sugerem que mais gordura ao redor da área do estômago pode significar mais estradiol, um hormônio sexual feminino que ajuda a inibir o orgasmo nos homens.

6. Tenha uma barba média para atrair as mulheres

Diversos estudos já demonstraram que as mulheres curtem uma barba média – esse tipo de barba (ao contrário de rostos totalmente barbeados ou com uma barba enorme) são os preferidos do sexo feminino. Provavelmente porque indica maturidade sexual, sem a agressão que uma barba muito cheia sugere.

7. Faça exercícios de Kegel

Ambos homens e mulheres possuem músculos do assoalho pélvico. Esses músculos estão localizados na região entre as pernas, a partir do osso púbico na frente até a base da espinha nas costas. Quando estão fracos ou afetados de alguma forma, eles não fazem seu trabalho de forma eficiente, chegando a causar incontinência urinária e redução no prazer sexual, por exemplo. Principalmente para as mulheres, fortalecer os músculos do assoalho pélvico aumenta a chance de se chegar ao orgasmo e ter uma vida sexual mais satisfatória. Os exercícios de Kegel podem ajudar com isso. Para localizar esta musculatura na pélvis, você pode parar, durante o ato de urinar, nomeio do caminho. Então a exercite enrijecendo-a e soltando (quando você não estiver urinando). Faça isso todos os dias, várias vezes ao dia.

8. Procure homens que gostem de comida apimentada

Já estabelecemos que altos níveis de testosterona podem ser uma coisa boa no que diz respeito ao sexo. Se você está procurando um homem com mais testosterona, repare no seu gosto por comida apimentada. Um estudo da Universidade de Grenoble, na França, descobriu que homens que gostam mais de comida picante são também os com maiores níveis do hormônio.

9. Use vermelho

Vários estudos mostraram que homens e mulheres acham potenciais parceiros mais atraentes quando estes estão vestindo vermelho – considerada a cor do amor. Homens de vermelho são vistos como tendo um status social mais elevado, com mais probabilidade de serem mais bem sucedidos. Mulheres de vermelho são vistas como mais sexys e mais propensas a fazer sexo.

10. Faça exercícios junto com seu interesse romântico

O exercício físico induz sintomas de excitação fisiológica – mãos suadas, pulso acelerado, falta de ar. Estes sintomas espelham, de muitas maneiras, a emoção da atração romântica. Curiosamente, as pessoas podem facilmente confundir os dois e pensar que sua excitação física é de fato atração romântica. Utilize este fenômeno para a sua vantagem, convidando o seu interesse romântico para treinar com você.

11. Tenha um orgasmo para aliviar a enxaqueca

Dor de cabeça não é mais desculpa para não fazer sexo; é uma boa desculpa para fazer sexo. Pesquisadores da Universidade de Munster, na Alemanha, descobriram que a atividade sexual foi bem sucedida no tratamento de enxaquecas em 60% dos participantes. Isso porque o sexo libera endorfinas, que são analgésicos naturais. Masturbação ou qualquer outra atividade sexual também podem ser capazes de se aliviar dores de cabeça em algumas pessoas.

12. Brinque com um bebê para conseguir o telefone de mulheres

Em um estudo, um homem interagiu com um bebê, conversando, brincando, sorrindo e dando beijos na criança. Depois que sua “irmã” saiu, o homem iniciou uma conversa com mulheres aleatórias, pedindo seu telefone. Na segunda parte do estudo, o mesmo homem não interagiu com o bebê (ignorou-o) e depois tentou conseguir o telefone de mulheres. Quando o homem brincou com o bebê, 40% das mulheres deram-lhe seus números de telefone, em comparação com apenas 12% quando o cara ignorou o bebê. Provavelmente, é vantajoso para as mulheres achar atraente um homem que é bom com bebês.

13. Procure pessoas com boa autoestima e confiança

Pessoas que se comunicam melhor e compreendem as emoções de outra pessoa são mais propensas a ter uma vida sexual satisfatória. Atributos pessoais como a autoestima e autonomia também desempenham um papel no prazer sexual. Níveis mais elevados de autoestima, autonomia e empatia foram associados com maior prazer sexual em mulheres. Nos homens, a autonomia foi positivamente correlacionada com a frequência do orgasmo, enquanto maior autoestima estava ligada ao prazer de dar sexo oral. Então, já sabem, mulheres: procure um cara confiante para receber um bom tratamento.

14. Cheire torta de abóbora e lavanda para aumentar o fluxo sanguíneo no pênis e na vagina

O neurologista Alan R. Hirsch, de Chicago (EUA), queria descobrir que aromas causavam excitação sexual. Ele chegou à conclusão de que a combinação de lavanda e torta de abóbora apresentou a maior excitação mensurável nos homens, aumentando o fluxo de sangue no pênis por uma média de 40%. Também aumentou o fluxo sanguíneo vaginal em 11%. Os cheiros de bolo de canela, alcaçuz e donuts também eram bons para os homens, aumentando o fluxo de sangue no pênis por 31,5%. Para as mulheres, o odor mais eficiente foi “Good & Plenty”, um doce de alcaçuz, ou uma combinação de alcaçuz e pepino, que causou um aumento de 13% no fluxo de sangue vaginal.

15. Dê um bom beijo para despertar o desejo

Apesar de nós não encararmos dessa maneira, pelo menos não frequentemente, os lábios são a zona erógena do corpo mais exposta. Cheios de terminações nervosas, um simples toque pode enviar uma cascata de informações para o cérebro, ajudando-nos a decidir se queremos continuar com um beijo (e relacionamento) ou não. Psicólogos da Universidade Estadual de Nova York (EUA) divulgaram que 59% dos homens e 66% das mulheres terminaram um relacionamento devido ao beijo. Por isso, capriche nesse momento íntimo: ele é a porta de entrada para muito mais. fonte: cracked.com/photoplasty_1236_21-sex-tips-that-science-says-actually-work_p2/

sábado, 26 de julho de 2014

MARATONA OU RAPIDINHA? TEMPO NEM SEMPRE É IMPORTANTE NO SEXO

Quanto tempo dura uma relação sexual satisfatória? Não existe resposta única ou certa para essa pergunta.Porém o tempo do prazer pode ser bem diferente daquele da imaginação. Uma pesquisa conduzida em 2008 pela Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, com terapeutas sexuais norte-americanos e canadenses, concluiu que 3 a 7 minutos é uma duração adequada e de 7 a 13 minutos, desejável. Abaixo disso, os entrevistados classificaram o ato sexual como muito curto e, acima desse intervalo, muito longo, contrariando a fantasia popular de que sexo bom dura horas. "Não sendo uma ejaculação precoce, o tempo é secundário", acredita a psicóloga Heloisa Fleury, que faz parte da equipe do Prosex (Programa de Estudos em Sexualidade), ligado ao Instituto de Psiquiatria da USP(Universidade de São Paulo), e do Departamento de Psicodrama do Instituto Sedes Sapientiae, que oferece atendimento clínico e cursos para profissionais de psicologia. Heloisa diz que é comum no imaginário de homens e adolescentes a ideia de que o sexo precisa durar bastante para ser bem apreciado. Entretanto, a psicóloga destaca que a satisfação não se mede pelo relógio, e que para a maioria das mulheres chegar ao orgasmo são necessários outros fatores, como clima, contexto e habilidade do parceiro. "Esses fatores são mais importantes do que o tempo do coito. Muitas mulheres até se incomodam quando o tempo da penetração é muito longo", afirma. A funcionária pública Simone (nome fictício), de Brasília(DF), que vive um relacionamento há 10 anos, passou por esse problema. Ela conta que suas transas com o marido demoravam de uma hora e meia a duas horas, já que ele possuía um enorme controle da ejaculação. "Ficava muito cansativo, chega uma hora que nem o físico aguenta", lembra. Simone diz que, além de cansada, sentia-se frustrada pela sensação de fazer tudo que podia para dar prazer ao marido, mas sem conseguir levá-lo logo ao orgasmo. Por outro lado, ela descobriu que ele agia assim porque gostava de prolongar a fase anterior ao clímax. Conversando, o casal conseguiu chegar a um meio termo. "Passamos a prestar mais atenção às necessidades do outro. Ele percebeu que o excesso de tempo mais me cansava do que divertia. E eu percebi que para ele também era importante esse tempo antes da ejaculação. Ambos cedemos", revela Simone. Tempo para as mulheres Maratonas na cama, como as vividas por Simone com o marido, fazem parte da história recente da sexualidade. Antes do prazer feminino ser valorizado, sobretudo nas últimas décadas, o ato sexual costumava ser bastante rápido e voltado apenas à reprodução. "O sucesso da relação sexual dependia do vigor do marido e da rapidez do ato. Caso um marido bêbado demorasse fazendo amor, é porque ele perdera a força de fertilizar. Manobras eróticas também comprometiam o cronômetro", escreve a historiadora Mary Del Priore, sobre a vida sexual no século 19, no livro "Histórias Íntimas – Sexualidade e Erotismo na História do Brasil" (Planeta). Em entrevista ao UOL, Mary diz que, naquela época, o sexo era praticamente "cirúrgico", ou seja, extremamente curto, porque se acreditava que era importante para o homem economizar esperma, já que os médicos pensavam que a ejaculação constituía um esforço intenso e extraía o que havia de mais puro no sangue. São também os livros médicos que vão estimular a mudança no comportamento sexual. "A partir dos anos 1920 e 1930, surgem manuais ensinando que o gozo tem que ser algo mútuo, que não adiantava apenas o homem gozar rapidamente ou a mulher gozar sem o homem", destaca a historiadora. Equilíbrio e intimidade Na pesquisa realizada no ano passado a pedido da marca de preservativos Durex, com 1.004 brasileiros entre 18 e 65 anos, 36% disseram que a duração do ato sexual fica entre 6 e 15 minutos; 33% entre 16 e 30 minutos e 17% mais do que 30 minutos, resultados bastante acima daqueles apontados pelo estudo norte-americano. Para a psicóloga Heloisa Fleury, esse tempo parece superestimado. Para saber com precisão é necessário cronometrar a relação. "Se o sexo está muito bom, o casal pode, subjetivamente, achar que foi muito mais longo do que realmente foi", justifica. O professor de tantra Otavio Leal, da Humaniversidade, instituição de ensino terapêutico e transpessoal de São Paulo, também autor do livro "Maithuna – Sexo Tântrico"(Alfabeto), acredita que o mais importante no sexo são as carícias, independentemente de quanto tempo levem. "As carícias ajudam a derreter as nossas defesas, a nos deixar plenos", diz. Leal também afirma que retardar o êxtase aumenta o prazer. "Quanto mais prolongado for esse momento, maior será a energia e o prazer", diz. O professor conta que existem rituais no tantra hindu que chegam a durar 19 dias, obviamente, com atividades que vão além da penetração. "Se pensarmos no ato sexual apenas como genital, se for longo, pode ser cansativo, mas não a carícia, o preparatório. O que vem antes do orgasmo é que faz a diferença", explica. Para o professor de tantra, o fundamental na relação sexual é a construção da intimidade. "Hoje, existe maior liberdade, mas falta intimidade.E intimidade requer tempo. Sexo dá prazer. A intimidade dá felicidade, amor", diz. Se o sexo dura poucos ou muitos minutos, isso pouco importa se houver sincronia entre os parceiros e prazer mútuo. "Não tem nada a ver com o relógio", reforça a psicóloga do Prosex. Para Simone, equacionar o ritmo do casal, apesar de não ser tarefa fácil, é possível. "Hoje em dia, às vezes é rapidinha, às vezes demora bastante. Não nos preocupamos mais tanto com tempo", diz a funcionária pública. FONTE:: http://zip.net/bkn0n7

sábado, 31 de maio de 2014

O QUE DÓI MAIS A INFIDELIDADE EMOCIONAL OU SEXUAL?

A sociedade em que vivemos nos habituou a considerar a infidelidade um assunto sério, grave em quase todos os casos. As relações de casal, construídas essencialmente sob o sistema da monogamia, dificilmente sobrevivem a que algum dos dois membros seja infiel ao outro, isto é, falte ao compromisso tácito que se estabelece entre ambos ao se envolver com outra pessoa. Primeiramente, se perguntamos-nos que tipo de vínculo pode surgir entre duas pessoas para que seja considerado “importante” e não possa passar por alto? A convenção diz-nos que existem ao menos dois tipos de infidelidade: a sexual e a sentimental. Ou o intercâmbio é corporal ou emocional, em ambos os casos, com uma pessoa diferente a quem ostenta o “monopólio legítimo” desses dois aspectos da existência. O casal é quem supostamente deve-nos satisfazer tanto sexual como emocionalmente, só que às vezes não é assim, e o lugar comum assegura que então acontece uma infidelidade. Se isto é assim, resulta interessante uma pesquisa recente da Universidade Estatal do Kansas (EUA), segundo a qual homens e mulheres reagem de formas muito diferentes à infidelidade sexual e à emocional, em especial quando se trata de assumir a situação. Neste estudo 238 homens e 239 mulheres responderam a várias questionários nos quais se buscava traçar certo perfil da infidelidade em diferentes perspectivas. Assim, por exemplo, uma das perguntas que os voluntários tinham que responder era, hipoteticamente, que lhes angustiaria mais, imaginar que seu casal desfrutava de um apaixonado encontro sexual com outra pessoa ou, em outra situação, que seu casal estabelecia um laço emocional profundo com outra pessoa. A análise das respostas mostrou que para um homem resulta mais dolorosa a possibilidade de que sua parceira seja infiel sexualmente, enquanto para as mulheres o pesar vem pelo lado emocional. Isto, por suposto, dista muito de ser uma regra, mas talvez nos ajude a entender certas especulações sobre o comportamento amoroso humano. FONTE: Huff Post/ ndig

quarta-feira, 7 de maio de 2014

VOCÊ RENUNCIARIA AO SEXO EM TROCA DE ALGUMA DESTAS 7 COISAS?

Ainda que a cultura contemporânea ocidental privilegia o sexo sobre muitos outros comportamentos e posses, não são poucos os casos daqueles que renunciam seu exercício e as satisfações que este implica em troca de outros bens muito específicos. Assim, de acordo com diversas pesquisas, o sexo não está acima de coisas como, pasmem, um iPhone, um corpo escultural ou uma boa noite de sono reparador, inclusive por algo tão simplório como revisar o Facebook. No primeiro caso, o do aparelho celular da Apple, uma pesquisa revelada pela companhia no quinto aniversário do gadget, no passado 18 de junho, indica que 15 pessoas de cada 100 prefeririam passar um fim de semana sem sexo a um fim de semana separadas de seu iPhone. Por outro lado, o sexo também seria utilizado como moeda de troca por 68% das mulheres como forma de conseguir uma melhor aparência física. Isto segundo as revistas SHAPE e FitSugar, cuja pesquisa revelou que dita proporção passaria um mês sem relações sexuais se pudessem brilhar em um biquíni. Já o The Better Sleep Council, uma ONG que estuda os hábitos do sono entre a população estadunidense, descobriu que 12% destes trocaria uma noite de tranquilidade e descanso por uma de perdição carnal. Sem muita surpresa, a Internet é também um rival notável das delícias do sexo, pois agora sua importância é tal que, de acordo com o Boston Consulting Group, 21% das pessoas seriam capazes de renunciar a 1 ano de sexo se em troca recebessem 1 ano de acesso a Internet grátis. E, ainda mais inesperado, duas em cada 10 mulheres pesquisadas pela revista Cosmopolitan consideraram bem mais suportável uma semana sem sexo do que uma sem poder saber o que seus amigos postaram no Facebook. Como da para notar, se trata de trocar um prazer pelo outro. E dentro destes talvez nenhum tão elementar como a alimentação. Em fevereiro passado a revista Bon Appetit concluiu que 3 entre 4 pessoas, 75%!, estão dispostas a trocar uma relação íntima por seu prato favorito. Finalmente, 25% do pressionado setor de estudantes universitários aceitou que se pudessem escolher entre o sexo e deixar de carregar volumosos livros consigo, se inclinariam sem dúvida pelo último. Deixa eu ver se abriria mão do sexo por: iPhone? Não! Aparência física? De jeito nenhum! Sono? Sexo primeiro, sono depois! Internet? Nem fodendo, aliás... Facebook? De forma alguma! Prato predileto? Prefiro uma "comida"! E você, abriria mão do sexo por alguma coisa? O quê? (Deixe sua opinião nos comentários!) Fontes: HuffPost/ mdig

QUE PAÍSES TÊM MAIS E MELHOR SEXO?

Desde tempos imemoráveis que o sexo é um dos principais motores para o desdobramento da raça humana. E não só nos referimos a esta atividade como um recurso reprodutivo, essencial para a subsistência de nossa espécie, senão que também sempre foi o epicentro nos aspectos psicológicos, biológicos, rituais, metafísicos, etc, na história. Pois é com esse aspecto que a marca de preservativos Durex, elabora anualmente um estudo para definir os hábitos e costumes de dezenas de países em torno do sexo. Graças ao qual podemos saber em que países se tem sexo com maior freqüência, ou em quais existe maior satisfação sexual. Para definir uma referência comum, utilizam como medida regular, em uma semana. E através da pergunta "Você faz sexo ao menos uma vez por semana?" delineiam os ritmos sexuais de cada país. E de acordo à Sexual Wellbeing Survey de Durex, os países em que os habitantes mais fazem sexo, entre os 26 incluídos, são a Grécia, Brasil, Rússia, Chinesa e Itália: Grécia (87%); Brasil (82%); Rússia (80%); China (78%); Itália (76%); Polônia (76%); Malásia (74%); Suíça (72%); Espanha (72%); México (71%). Enquanto a lista dos mais abstêmios é encabeçado pelo Japão, com um alarmante 34%, seguido dos Estados Unidos, Nigéria, e Reino Unido. Nestes casos resulta um tanto preocupante a desídia sexual de seus habitantes, sobretudo se levarmos em conta que fazer sexo ao menos uma vez por semana representa benefícios concretos para nossa saúde. Japão (34%); EUA (53%); Nigéria (53%); Reino Unido (55%); Canadá (59%). Por outro lado, em relação a satisfação, a lista varia bastante, o que nos indica que muito sexo não equivale, necessariamente, a um belo sorriso estampado no rosto e o caso da Nigéria é uma prova disso já que sendo o penúltimo país em frequência sexual, ao contrário encabeça o índice de satisfação. Ainda que, no top 5 de satisfação também aparecem 2 dos países mais fornicadores do planeta, Polônia e Grécia. A seguir os países cujos habitantes estão mais satisfeitos com seus encontros sexuais: Nigéria (67%); México (63%); Índia (61%); Polônia(54%); Grécia (51%). E para fechar nossa sexo-demografía, apresentamos os 5 países com maior insatisfação em frente a seus encontros sexuais. Chama bastante a atenção o caso do Japão, país que de acordo a este estudo se encontra em um profundo ocaso sexual, pois não só encabeça a listagem de nações com menos sexo, também está à frente da listagem com resultados menos satisfatórios: só 15%. Japão (15%); França (25%); Hong Kong (29%); Cingapura (35%); Tailândia (35%). Fontes: Durex / mdig

OS 12 PAÍSES COM MAIOR SATISFAÇÃO SEXUAL

O site Alternet.org publicou uma lista dos 12 países mais satisfeitos sexualmente, baseando-se em uma pesquisa global da marca de camisinhas Durex e em uma série de indicadores estatísticos, incluindo a própria percepção de cada país. Há que dizer que estas listas de jeito nenhum são concludentes, costumam ser enviesadas e enganosas, algo acentuado quando temos como parte dos ingredientes as respostas de cada país sobre seu nível de satisfação sexual ou o número de vezes ao mês que pratica sexo ou até a percentagem de orgasmos de cada relação. A curiosidade primeira é que, sendo um site americano, a reflexão do Alternet gira em torno de que os Estados Unidos não figura entre os países de maior satisfação sexual; o que na leitura deste site se deve a sua natureza puritana, cujo melhor exemplo é o cristianismo de direita extrema -os mesmos que querem obrigatoriamente a ensinar criacionismo nas escolas-. Os americanos dizem ter apenas 48% de satisfação sexual e fazem várias vezes menos sexo do que os habitantes de outros países, por exemplo, Rússia, onde 80% dos habitantes praticam sexo pelo menos uma vez à semana. Estados Unidos não é um país que se destaque por sua promiscuidade (ainda que sim em gravidezes entre adolescentes) pese a que dificilmente outro país supera os Estados Unidos na sexualização dos meios de comunicação: uma invasão de imagens sexuais do espaço público que recorda a filosofia de Jean Baudrillard, na qual a imagem substituiu a realidade; a sexualidade desenfreada que enche as telas como um simulacro. Roland Barthes já havia vaticinado: "Nos Estados Unidos o sexo encontra-se em todas partes, menos no sexo". A lista a seguir leva em conta fatores como: habilidade para ter orgasmos, frequência de relações sexuais, saúde mental e física, leis sobre a prostituição e casamentos gay progressistas, igualdade e liberdade do estresse associado ao sexo, etc. 1. SUÍÇA: Um país que conta com prostituição legal (incluindo caixas de sexo na via pública), programas de educação sexual a nível de jardim da infância. 21% dos suíços consideram sua vida sexual excelente. 32% já fizeram sexo em lugares públicos. Toda esta fornicação, no entanto, não se reflete nos índices de gravidezes adolescentes: a Suíça tem um dos mais baixos (10 vezes menor do que do Estados Unidos). País que demonstra que a educação sexual faz com que as pessoas tenham mais e melhor sexo e tenham menos problemas indesejáveis relacionados como gravidezes ou doenças. Outro fator a considerar é que um estudo mostrou que mulheres com alto nível socioeconômico reportaram ter também maior nível de satisfação sexual, ao que parece ter dinheiro permite que as mulheres relaxem e não considerem que o sexo seja uma relação de domínio. 2. ESPANHA: Não surpreende que este país apareça entre os primeiros lugares. A Espanha se destaca com suas abundantes praias nudistas, sua alta aceitação dos direitos humanos (exclusive ciganos) e com supostamente o estereótipo do amante latino, considerado "o melhor amante masculino" em uma pesquisa entre 15 mil mulheres de todo mundo. Algo que se reflete em que 90% dos espanhóis dizem estar sexualmente satisfeitos. 3. ITÁLIA: Ou sobre os efeitos da dieta mediterrânea na saúde. Um estudo mostra que tomar dois copos de vinho diariamente está relacionado com uma vida sexual com maior satisfação. Os italianos levam o sexo à mesa, em uma cultura onde o prazer, todos os prazeres estão unidos. 64% dos italianos considera sua vida sexual satisfatória. 4. BRASIL: Não sou eu, senão o Altersex que diz que somos outro dos países, junto com Itália e Espanha, associados globalmente com uma sexualidade extrovertida -própria dos amantes latinos-, e neste caso até paradisíaca (quem pode separar os corpos torneados o sol e a praia do sexo?). Os brasileiros somos considerados os segundos melhores amantes do mundo, e as brasileiras junto com as russas e as suecas são consideradas algumas das mulheres mais lindas do mundo. 82% dos brasileiros dizem praticar sexo uma vez à semana e costumam perder sua virgindade a uma idade bem precoce, segundo um estudo que entra em conflito com a grande população católica do país, o que às vezes se reflete na predileção pelo sexo anal. 5. GRÉCIA: O país da filosofia e as grandes conversas no agora, é o país que tem mais abertura para discutir o sexo. Esta abertura é refletida, em que os gregos são o povo que mais fazem sexo mundo (164 vezes ao ano). O que podemos aprender com os gregos? Falar de sexo de maneira desenfadada, sem ansiedade, é já a paquera preliminar do sexo. No entanto, céticos e polemistas, só 51% diz estar satisfeito. 6. HOLANDA: Um país, assim como a Suíça, relacionado com ideias liberais, onde a prostituição é socialmente aceita, onde existem praias nudistas e uma política pública de grande abertura em educação sexual. 64% dos holandeses sente-se confiado em satisfazer suas necessidades e desejos sexuais. Holanda tem uma média de natalidade entre adolescentes de 0.53% bem menor que os 3.9% dos Estados Unidos. 7. MÉXICO: México é rankeado como um dos países mais quentes e tem o segundo lugar de satisfação com 63% segundo seu habitantes. Esta avaliação poderia estar, sob certa suspicácia, contaminada pela relação dos fatos dos próprios mexicanos, que gostam de aumentar suas proezas sexuais. O lugar na lista é bem discutível quando se considera que o México é um dos focos vermelhos na tratamento dos direitos humanos e na exploração sexual juvenil. 8. ÍNDIA: O país mais vinculado à fusão do misticismo com a sexualidade, berço da ioga e do tantra, tem uma satisfação sexual de 61%. Ao que parece os homens na Índia são bem mais propensos a prolongar as preliminares, um dos segredos para a satisfação feminina. Ainda que a Índia seja uns dos países onde as pessoas têm sua primeira vez em uma idade mais avançada, o aura do sexo tântrico parece jogar a seu favor. 9. AUSTRÁLIA: Este é um país de pouca densidade populacional onde se encontram imensos lugares, ideais para um pouco de erotismo ao ar livre. 75% dos australianos diz ter praticado sexo na rua. As australianas estão abertas a participar em trios, 20% cita o ménage à trois como sua fantasia sexual predileta (nos Estados Unidos só 3%). Os australianos tem em média 25 parceiros sexuais durante a vida (nos Estados Unidos a média é de 13). 10. NIGÉRIA: O país com maior satisfação sexual segundo Durex, com 67% de satisfação. Os nigerianos demoram 24 minutos em média e as mulheres nigerianas são as mais infiéis do mundo; 62% já confessou ter pulado a cerca. Isto poderia ter a ver com a dura lei islâmica que prevalece no país. 11. ALEMANHA: Ainda que os alemães sejam rankeados como os piores amantes do mundo, atrás até mesmo dos japoneses, especialmente pela "fedentina", o país se classificar como uma nação sexualmente bem satisfeita. Alemanha é o lar de alguns dos programas de educação sexual mais abrangentes do mundo e é conhecida por suas políticas progressistas em relação ao trabalho sexual. O elemento de excitação sexual também parece estar em pleno andamento. 32% dos alemães professam ter tido um caso de uma noite e 30% fizeram sexo em algum lugar público. À semelhança de outros países da Europa Ocidental, os alemães avaliam seu próprio desempenho sexual como excelente, com o que as alemãs discordam lindamente. 12. CHINA: Outro estranho aparecimento no ranking -ocupando o lugar de um país escandinavo, talvez, sempre presentes neste tipo de rankings "dos melhores países"). O caso é que os chineses, em uma sociedade muito repressora e sexualmente repressiva, estão praticando muito sexo furtivo, eles tem mais relações sexuais por semana do que a maioria das outras nações. Ademais a China é um dos países que mais está abraçando a tecnologia como meio para conseguir a satisfação sexual, com um claro boom nas vendas de brinquedos sexuais e demais produtos. 70% dos brinquedos sexuais são feitos na China, mas o que não é fabricado na China atualmente? FONTE:mdig

domingo, 30 de março de 2014

CONHEÇA AS VANTAGENS DE UM SEXO SEM ORGASMO

Está na Wikipédia: Coitus reservatus, ou “karezza”, é a relação sexual na qual o homem evita a ejaculação propositalmente, interrompendo a penetração sempre que sente que está quase lá, para então recomeçar do zero. Esta orientação, que vai pela contramão do que a maioria das culturas pelo mundo define como o auge do prazer masculino durante o ato, tem sido mais defendida nos últimos tempos. O conceito foi criado ainda no final do século XIX, por uma médica americana chamada Alice Stockham. À frente de seu tempo, Alice já externava sua preocupação quanto ao controle de natalidade, e sugeriu pela primeira vez que poderia haver benefícios em uma relação carnal sem o clímax (embora este não seja exatamente o conceito de “coito interrompido”, no qual o homem ejacula fora da vagina para evitar gravidez). Ela chegou a ser processada pela justiça americana por tentar ensinar esta prática para a população! KAREZZA? Se você imaginou que este é mais um vocabulário de um daqueles manuais de Kama Sutra, enganou-se. A palavra não tem origem oriental, mas sim italiana. “Carezza”, na língua da velha bota, significa “carícia”. Esta é a ideia principal da, digamos, técnica: valorizar o carinho e afeição entre homem e mulher. Os especialistas afirmam que é possível condicionar o corpo para que haja mais prazer no “antes” e no “durante” no sexo, ao invés de deixar os sentidos esperando apenas o orgasmo como ponto final. ALÉM DO PRAZER PROPRIAMENTE DITO As vantagens desse tipo de coito, de acordo com os médicos, não se restringem à sensação momentânea. Os hindus, por exemplo, o consideram como um aproveitamento espiritual e meditativo do sexo. Por esta razão, existem correntes culturais, na Índia, na qual se valorizam posições e movimentos que dificultem a ejaculação, que chega a ser vista como sinal de fraqueza: o homem não consegue se controlar. A técnica da “Karezza” também é vista, por alguns médicos, como possível cura para disfunção erétil nos homens e falta de desejo nas mulheres. Segundo esta linha de raciocínio, os problemas na cama de um casal já não tão jovem começam em uma limitação física, mas são agravados pelo lado emocional. Em outras palavras, o casal não está acostumado a extrair prazer do sexo senão pela via do orgasmo. Eles desprezam o amor e envolvimento que existem durante o processo, e enxergam essa etapa apenas como um caminho até o clímax. Quando ele passa a não ser atingido tão facilmente, homem e mulher se frustram por não chegar lá. E tudo o que vem antes fica automaticamente comprometido. HORMÔNIO DO AMOR A oxitocina, o mesmíssimo hormônio responsável pelas contrações uterinas da mulher na hora de ganhar um nenê, desempenha na relação sexual um papel mais decisivo do que os cientistas julgavam há até alguns anos. Pode-se liberar, com a técnica do “Karezza”, altas doses de oxitocina pelo corpo, tanto no homem quanto na mulher. Dá tanto ou mais prazer que a ejaculação das partes. E qual o segredo para fazer um sexo regado a oxitocina? Basta seguir a cartilha do “karezza”: valorizar no parceiro o beijo, o olhar, a respiração, fazer massagens, sentir os batimentos, acariciar as partes íntimas sem pressa e sentir o corpo do parceiro por completo. Que a penetração não seja a protagonista, mas apenas um elemento a mais no repertório do casal. Sem ejaculação, o sexo pode ser retomado e retomado, por várias vezes. A “fronteira final”, representada pelo orgasmo, se perde, e o ato de fazer amor passa a ser uma cadeia contínua de prazer por quanto tempo o casal desejar. FONTES:Daily Mail/Karezza/Sensações Virtuais

sábado, 15 de março de 2014

OS 11 FATOS QUE VOCÊ NÃO SABIA SOBRE SEXO

Os anos passam, e as pesquisas relacionadas ao sexo em seres humanos continuam sendo temas relevantes.Você talvez já tenha lido muito do que já foi escrito sobre o assunto, mas é provável que não conheça estas 11 verdades a respeito da relação entre as pessoas e o ato sexual. 11 – GENÉTICA INFLUENCIA A IDADE DA PRIMEIRA VEZ DAS MENINAS
Um estudo da Universidade do Estado da Califórnia, em Fullerton (EUA), fez uma análise conjunta da vida sexual de irmãs gêmeas univitelinas, de várias idades. E descobriram que uma irmã tende a perder a virgindade mais ou menos na mesma época que a outra. É claro que fatores pessoais, sociais e culturais também influenciam nesse quesito, mas os pesquisadores afirmas que os genes não podem ser deixados de lado. 10 – O CLITÓRIS É MAIS INTERNO DO QUE EXTERNO
Nas aulas de biologia, o clitóris fica famoso por ser aquele pequeno apêndice arredondado logo acima da entrada da vagina, como um órgão externo e visível. Este órgão, na realidade, é composto de mais de 8.000 fibras nervosas, e se enrola ao redor da vagina. Quando a mulher fica excitada, ele tende a ficar ereto e o prazer sexual da mulher aumenta automaticamente. Embora o homem não possa ver nada disso, conforme explicam os pesquisadores, é possível sentir. 9 – O ESPERMA É NUTRITIVO
Durante uma ejaculação, a quantidade média de esperma liberado pelo homem tem aproximadamente a mesma quantidade de proteínas que um ovo grande, além de vitamina C, vitamina B12, cálcio, potássio, magnésio e zinco. 8 – SEXO AJUDA A MANTER A SAÚDE
Cientistas afirmam que existem benefícios reais à saúde relacionados ao sexo. A atividade sexual aumenta os níveis de imunoglobulina A, um poderoso anticorpo que previne gripes e resfriados antes de começarem, além de combater alguns vírus na entrada da boca e do nariz, impedindo que entrem no corpo. O sexo, enfim, é um ótimo auxiliar do sistema imunológico. 7 – O SIMPLES ATO SEXUAL TORNA AS MULHERES MAIS ATRATIVAS
A atividade sexual feminina dobra os níveis de estrogênio pelo corpo, o que torna o cabelo mais brilhante e a pele mais macia. Pesquisadores defendem que este hormônio pode ser tratado como a “fonte da juventude” das mulheres. Além disso, o orgasmo feminino envolve uma reação em que as bochechas ficam mais rosadas e os lábios mais vermelhos, especialmente em temperaturas altas. É quase como um tratamento de beleza completo sem sair do colchão. 6 – SE VOCÊ É SEXUALMENTE ATIVO,PROVAVELMENTE VAI CONTRAIR DST O número pode assustar: 80% dos adultos sexualmente ativos contraem alguma doença sexualmente transmissível em algum ponto da vida. Boa parte deste contingente, no entanto, pega uma das 25 variedades de doenças que não deixam sintomas visíveis, ou seja, a pessoa geralmente nem fica sabendo que contraiu nada. Estes índices, no entanto, tendem a baixar com o advento de novas vacinas, como a que combate o perigoso vírus HPV. 5 – MÉTODOS ANTICONCEPCIONAIS PIORAM A LIBIDO
Trata-se de um complicado caso psicológico. Mulheres que tomam pílula anticoncepcional, por exemplo, tendem a achar seus parceiros menos atraentes e menos satisfatórios na cama justamente porque identificam neles um homem que deseja um relacionamento duradouro, e não apenas um momento de luxúria carnal. Tais mulheres, por outro lado, tendem a apreciar mais seus companheiros justamente pelos aspectos não sexuais da relação. Os números parecem comprovar essa tese: um estudo recente mostra que os relacionamentos das mulheres em uso de pílula duram cerca de dois anos a mais do que as que não usam. 4 – DIETA INFLUENCIA O SABOR DO SÊMEN
Os adeptos de sexo oral podem se interessar por essa dica: o sabor do esperma é condicionado de acordo com o que o homem costuma comer. Frutas doces como abacaxi, kiwi e melancia, por exemplo, tendem a deixar o sêmen com um sabor mais leve, enquanto cerveja e café fazem o contrário. Além do sabor, pode haver mudanças na textura: carnes em geral podem tornar a ejaculação mais “amanteigada”. Já as frutas cítricas e ácidas tornam o esperma um pouco mais doce. 3 – NÃO HÁ CONSENSO SOBRE ORGASMO FEMININO
Já perdemos a conta de quantos experimentos, teses e postulações tentaram definir se existe ou não a ejaculação feminina, e como ela acontece de fato. Alguns cientistas argumentam que a parede vaginal, analisada cuidadosamente, mostra que não existe nenhuma zona mais sensível ao toque ou especialmente cheia de nervos direcionados a proporcionar o orgasmo. O líquido que as mulheres supostamente “ejaculam” nos momentos de prazer também é tratado de forma diferente em cada pesquisa: alguns chegam a considerar que tal substância não passa de urina. 2 – APENAS RECENTEMENTE O ORGASMO FEMININO É INVESTIGADO
A ciência de um passado não muito distante deixou de lado, em geral, os estudos sobre ejaculação e orgasmo nas mulheres, além da busca pelo chamado ponto G. Isso aconteceu, conforme explicam os pesquisadores, porque estas coisas nada têm a ver com reprodução, estão relacionadas estritamente ao prazer. E nem sempre o ato sexual foi visto sob essa perspectiva. Isso sem falar na mãozinha que a tecnologia tem dado, com novas formas de investigar o corpo da mulher. 1 – O PONTO G NÃO EXISTE
Ao longo da história, muito se falou sobre a busca de uma suposta zona erógena que deixa as mulheres automaticamente em estado de excitação: seria o chamado ponto G. Estudos recentes, no entanto, garantem ter vasculhado todas as regiões da vagina e não encontrado nenhuma área em particular com essa função. Existem, no entanto, várias partes em que a estimulação sexual causa efeitos observáveis, embora o homem não precise procurar incessantemente por elas. FONTE: Oddee

AS 10 COISAS QUE VOCÊ NÃO SABIA SOBRE A BIOLOGIA DO SEXO

10. EXCITAÇÃO E NOJO
Sexo é algo bastante… nojento. Se não fosse o prazer, provavelmente jamais faríamos sexo. Talvez seja por isto que quando estamos excitados, é mais difícil sentir nojo. Em um estudo recente, 90 mulheres foram divididas em três grupos, “excitadas”, “não excitadas” e “neutras”, e receberam 16 diferentes tarefas, indo de “nojentas” a “muito nojentas” — coisas como limpar as mãos em lenços usados, pegar um balde cheio de camisinhas usadas e beber água em um copo com um inseto boiando na água. O inseto era falso e as camisinhas não tinham sido realmente usadas, mas as participantes não sabiam disso. As mulheres que estavam excitadas estavam mais dispostas a fazer as tarefas que os outros grupos, especialmente se a tarefa “nojenta” tinha alguma coisa sexual, como o balde de camisinhas.Parece que inibir a sensação de nojo é uma parte importante para as pessoas quererem fazer sexo. 9. AMNÉSIA GLOBAL TRANSIENTE
Este é um fenômeno extremamente raro, afeta talvez 3 pessoas a cada 100.000 por ano, e foi relatado pela primeira vez em 1956. Basicamente, o indivíduo fica com amnésia por alguns momentos. Isso acontece de forma súbita, e em poucas horas se vai, mas neste período o indivíduo só lembra das coisas até certo ponto. E a vítima também esquece praticamente tudo que faz durante este período. Mas o que isto tem a ver com sexo? Bom, na maioria dos casos, a pessoa estava fazendo sexo um pouco antes da memória ir para o quarto ao lado e deixá-la se perguntando “onde eu estou?”. A amnésia global transiente parece não ter outro efeito colateral além da perda de memória, e nos casos em que as pessoas não estavam fazendo sexo durante o ataque, a condição que o disparou foi algo similar, como uma atividade extenuante de algum tipo, ou uma mudança súbita na temperatura do corpo. 8. MULHERES ATRAENTES E SAÚDE
O hormônio cortisol é a primeira resposta a situações estressantes, que envolvem respostas do tipo “lutar ou fugir”, como saltar de paraquedas. O que você provavelmente não sabia era que colocar uma mulher bonita em uma sala com um homem faz com que os níveis de cortisol no seu sangue aumentem consideravelmente. Se o homem considerar a mulher extremamente atraente, em cinco minutos seus níveis de cortisol estão próximos dos níveis de um ataque cardíaco. E quanto mais atraente a mulher, maiores os níveis de cortisol. A pesquisa feita por cientistas espanhóis testou os níveis de hormônio na saliva de homens, e descobriu que o interesse sexual é visto a nível hormonal como um desafio a ser vencido. Quanto mais perigoso (atraente) for o predador (a mulher), mais preparado o homem precisa estar para sobreviver (copular). Mas tem um porém: as mulheres perdem o interesse quando percebem que os níveis de estresse do homem estão muito altos. 7. EXERCÍCIO ORGÁSMICO
Para a maioria de nós, ir para a academia é trocar uma coisa boa (no caso, tudo menos academia) pela academia. Mas para cerca de 5% das mulheres, há uma nova razão para se exercitar: orgasmos induzidos pelo exercício. Em um estudo mais recente, ou melhor dizendo, em um questionário on-line, 15% das mulheres relataram ter experimentado o fenômeno e o dobro deste número relatou algum tipo de prazer sexual. Para as mulheres que estão curiosas, parece que o orgasmo acontece nos exercícios abdominais. Para os homens que estão querendo experimentar, lamento informar, mas aparentemente só funciona com elas. 6. SEXO EM GRAVIDADE ZERO
Por enquanto, segundo os relatórios da Nasa, ninguém tentou fazer sexo em ambiente de microgravidade, e isso é bastante compreensível, dadas as dificuldades: não há tração, e você fica batendo contra as paredes. Além dos problemas com a lei — de ação e reação -, há ainda o problema biológico: como o esperma irá se comportar em microgravidade? E, se houver concepção, existe um outro probleminha: o que a radiação vai causar ao feto? Não sabemos os efeitos causados pela radiação solar em um adulto, em uma viagem de 500 dias ou mais à Marte, quem dirá em um feto em desenvolvimento. 5. MELHORA NO SISTEMA IMUNOLÓGICO
Em uma pesquisa feita em 1999, descobriu-se que estudantes universitários que faziam sexo pelo menos duas vezes por semana tinham altos níveis de igA no corpo. O igA é um anticorpo encontrado no muco e é um bom indicador da saúde do sistema imunológico. A explicação para os níveis elevados de igA era que, ao se expor regularmente aos germes que outras pessoas têm em seus corpos, estes estudantes estavam adquirindo imunidade a um espectro maior de vírus e bactérias. Por outro lado, estudantes abstinentes tinham menos defesas biológicas. E agora, a pegadinha: estudantes que faziam muito sexo (três ou mais vezes por semana) apresentavam uma queda no igA, chegando aos mesmos níveis dos abstinentes. 4. RISCO DE CÂNCER PRÓSTATA REDUZIDO
Fazer sexo frequentemente pode não ajudar o sistema imunológico, mas vai reduzir o risco de desenvolver câncer de próstata. Um estudo que acompanhou durante oito anos um grupo de 30.000 homens descobriu que uma frequência de sexo de pelo menos 21 vezes por mês diminui em um terço a probabilidade de desenvolver esta doença. Ainda não se sabe por que a ejaculação frequente tem este efeito no câncer de próstata. Uma das hipóteses é de que ela evita acúmulo de tecidos e fluídos que poderiam se infectar ou inflamar. 3. GENÉTICA SEXUAL
O estudo da genética humana já revelou que temos alguns traços de genes neandertais, o que faz com que a gente pense no grande bacanal que não eram aqueles dias, mas o estudo do sexo em períodos arcaicos também dá pistas de outras coisas, como o movimento das populações humanas. As similaridades genéticas entre neandertais, denisovanos, e ancestrais recentes estão servindo para mostrar que a teoria atual, que afirma que o Homo sapiens surgiu na África e de lá se espalhou, é um pouco simplista. O estudo do genoma neandertal publicado em 2010, além do teste genético de pessoas vivendo em várias regiões da África, Ásia e Europa, está apontando uma história um pouco diferente: os primeiros humanos teriam saído da África, miscigenado com os neandertais, retornado para a África com estes traços neandertais, e daí espalhando-se e substituindo os genes nativos. 2. VOZES AGUDAS
Um dos traços que tanto homens quanto mulheres associam à masculinidade é a voz grossa, a ponto de ser um traço que as mulheres inconscientemente procuram neles. A voz grossa está ligada a altos níveis de testosterona, que por sua vez estão conectados à capacidade de produzir bebês saudáveis. Entretanto, uma pesquisa publicada em 2011 aponta que homens com voz mais grossa têm menor concentração de esperma que os homens com voz mais fina. Provavelmente trata-se de um compromisso evolucionário: homens mais masculinos têm mais chances de reproduzir, por isto não precisam concentração maior de esperma. Os homens que têm voz fina não tem tantas chances, então tem que aproveitar melhor as chances que aparecerem. 1. ESPINHOS PENIANOS HUMANOS
É um fato, a maioria dos mamíferos tem espinhos nos pênis, geralmente usados para induzir a ovulação depois do sexo ou para fazer com que as fêmeas tenham menos vontade de fazer sexo depois do encontro com eles. E o homem tem o código genético para a criação dos espinhos penianos, só que ele nunca é ativado. Basicamente, o que acontece é que os genes podem fazer duas atividades diferentes, sendo uma delas a codificação de proteínas, e a outra a ativação e desativação de trechos de código genético em momentos específicos. Nos seres humanos, a fábrica proteica dos espinhos penianos existe, mas o código genético que a ativa desapareceu. Por quê? O melhor palpite que temos vem do fato que mamíferos que têm muitos parceiros sexuais têm espinhos mais proeminentes, enquanto os mamíferos que se unem em casais têm espinhos recessivos. Por exemplo, os espinhos penianos dos chipanzés se parecem mais com carocinhos. Em algum momento, se tornou mais vantajoso aos humanos formar casais estáveis, e alguma mutação que eliminou a chave que ativa os espinhos acabou se tornando popular. FONTE: FONTE: Listverse