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domingo, 6 de setembro de 2015

MONOTONIA E INTERNET MOTIVAM INFIDELIDADE ENTRE OS CASAIS

Em tempos de vazamento do Ashley Madison, o Secondlove, site de relacionamento para pessoas comprometidas que procuram uma relação extra conjugal, decidiu divulgar dados de uma pesquisa que traça o perfil da traição no Brasil. Os resultados revelam que entre os diversos motivos para trair, o principal é a monotonia no relacionamento. E entre entre as situações preferidas para começar a trair, a mais citada, em disparado, é a a internet. A maior parte dos 1 milhão de usuários do site no Brasil, adeptos à traição, é de homens casados há mais de 7 anos, com idade entre 30 e 49 anos, filhos e curso superior. O Sudeste é a região com maior número de casos de traição, sendo São Paulo o estado com mais pessoas interessadas em ter uma relação fora do casamento (41%). O Rio de Janeiro aparece em segundo, com 15,2%, seguido por Minas, com 10,3%. Estados do Sul e Centro Oeste têm algum peso, representados pelo Paraná e DF, com 5,7% e 3,8%, respectivamente. Entre os motivos para trair, além da monotonia no relacionamento,apontada por 51,7% dos usuários que responderam a pesquisa, aparecem a falta de sexo (45,3%), a vontade de realizar uma fantasia sexual (29,5%), a falta de atenção (27,5%) e a falta de espontaneidade do parceiro (26.2%). A maioria das pessoas possui alguma expectativa com a traição: 50,2% delas esperam que o ato resulte em um relacionamento casual, já 18,5% querem encontrar um novo parceiro. Há aqueles que desejam uma relação longa (15,6%). Ainda assim, há também os que esperam somente por uma noite de aventura (7,2%). Entre as situações preferidas para começar a trair, além da internet (citada por 46,5%), aparecem as idas a bares e restaurantes (26,4%), os passeios (11%), o trabalho (5,8%) e as férias (3,7%). Para não serem descobertos, muitos dos respondentes usam truques, sendo o principal deles a exclusão de todos os rastros digitais, apagando pistas do computador, tablet ou celular (52,6%). Há também os que fingem estar em reuniões de trabalho (26,1%) ou que vão bem longe de casa para trair (31,3%). Muitos não precisam tomar qualquer cuidado, pois seus parceiros sequer desconfiam da traição (28,9%). Tecnologia a favor da traição Da grande parcela de pessoas que traem utilizando a internet (46,5%), muitas se cadastram em sites de traição por ser um ambiente mais discreto. Isso porque uma boa parte nunca traiu ou traiu poucas vezes. Dos usuários do Secondlove, 53,6% nunca tiveram um caso antes aderir à plataforma, ou traíram até, no máximo, duas vezes. Das pessoas que responderam a pesquisa da empresa, 59,2% nunca foram pegos por seus respectivos companheiros. fonte: idgnow.com.br/internet/2015/09/02/monotonia-e-internet-motivam-a-infidelidade/

sábado, 31 de maio de 2014

QUANTO MAIOR FOR SEU MEMBRO VIRIL, MAIOR É A PROBABILIDADE DE QUE SUA PARCEIRA ESTEJA SENDO INFIEL

Um novo estudo realizado no Quênia questiona o mito popular de que um membro grande é garantia de um maior prazer sexual para a mulher. Para este estudo, publicado na revista científica PLOSOne, os pesquisadores entrevistaram 545 casais a respeito dos hábitos de sua relação, indagando se a mulher teve em alguma ocasião aventuras extraconjugais. Os resultados mostram que quanto maior era o pênis do marido mais provável era que sua esposa fosse infiel com um homem que tivesse um membro menor. A razão: um pênis muito grande tende a lastimar a mulher se sua vagina for pequena. Os pesquisadores levaram em conta outros fatores, como violência doméstica, falta de satisfação sexual ou a idade da mulher, mas os resultados são consistentes. Das 545 mulheres, 6,2% tiveram aventuras durante o estudo de seis meses com homens mais adequados a sua anatomia. A conclusão é clara, um membro grande pode ser mais atraente na imaginação, mas a verdade é que na hora do "rala e rola" o fundamental não é ter um órgão de um tamanho determinado, senão um que possa satisfazer a sua parceira. Assista o video: http://www.youtube.com/watch?v=_czaqafJZCM FONTE: Medical Daily / ndig

O QUE DÓI MAIS A INFIDELIDADE EMOCIONAL OU SEXUAL?

A sociedade em que vivemos nos habituou a considerar a infidelidade um assunto sério, grave em quase todos os casos. As relações de casal, construídas essencialmente sob o sistema da monogamia, dificilmente sobrevivem a que algum dos dois membros seja infiel ao outro, isto é, falte ao compromisso tácito que se estabelece entre ambos ao se envolver com outra pessoa. Primeiramente, se perguntamos-nos que tipo de vínculo pode surgir entre duas pessoas para que seja considerado “importante” e não possa passar por alto? A convenção diz-nos que existem ao menos dois tipos de infidelidade: a sexual e a sentimental. Ou o intercâmbio é corporal ou emocional, em ambos os casos, com uma pessoa diferente a quem ostenta o “monopólio legítimo” desses dois aspectos da existência. O casal é quem supostamente deve-nos satisfazer tanto sexual como emocionalmente, só que às vezes não é assim, e o lugar comum assegura que então acontece uma infidelidade. Se isto é assim, resulta interessante uma pesquisa recente da Universidade Estatal do Kansas (EUA), segundo a qual homens e mulheres reagem de formas muito diferentes à infidelidade sexual e à emocional, em especial quando se trata de assumir a situação. Neste estudo 238 homens e 239 mulheres responderam a várias questionários nos quais se buscava traçar certo perfil da infidelidade em diferentes perspectivas. Assim, por exemplo, uma das perguntas que os voluntários tinham que responder era, hipoteticamente, que lhes angustiaria mais, imaginar que seu casal desfrutava de um apaixonado encontro sexual com outra pessoa ou, em outra situação, que seu casal estabelecia um laço emocional profundo com outra pessoa. A análise das respostas mostrou que para um homem resulta mais dolorosa a possibilidade de que sua parceira seja infiel sexualmente, enquanto para as mulheres o pesar vem pelo lado emocional. Isto, por suposto, dista muito de ser uma regra, mas talvez nos ajude a entender certas especulações sobre o comportamento amoroso humano. FONTE: Huff Post/ ndig