Loading...

Total de visualizações de página

Postagens populares

domingo, 28 de junho de 2015

SAMSUNG PROMETE BATERIA DE GRAFENO COM O DOBRO DA DURAÇÃO

A Samsung anunciou o desenvolvimento de um novo sistema estrutural de baterias – essas mesmas que utilizamos nos nossos smartphones e duram em média 8 horas – utilizando o grafeno e silício. Essa nova combinação de elementos quando inserida na cadeia de produção pode duplicar a densidade de energia de baterias utilizadas em smartphones e outros dispositivos. O resultado da pesquisa foi publicada na Revista Nature, a publicação de maior respaldo no âmbito das novas descobertas científicas. O grafeno é uma das formas cristalinas do carbono. Forte, leve e excelente condutor de energia e calor, ele já é utilizado como componente em microprocessadores e outros dispositivos eletrônicos, pois sua maleabilidade e versatilidade permite ser utilizado em várias escalas na cadeia de produção de produtos eletrônicos. Entretanto, inserir silício na cadeia de produção das atuais baterias, cujo sistema é baseado na atividade dos íons de lítio, sempre foi um desafio, pois a constante mudança de volume do material entre os ciclos de carga e descarga tornava a presença do silício e inviável nas baterias, mesmo sendo o condutor ideial nesses casos. Tudo indica que a empresa sul-coreana conseguiu resolver esse problema. A solução, segundo o estudo sobre o projeto publicado na Nature, foi criar uma capa protetora para o material utilizando o próprio grafeno. Com isso, as partículas de silício continuam agrupadas e inertes à variação de volume. Tudo isso resultou num dispositivo capaz de armazenar e conduzir até 1,8 mais vezes que as tradicionais, ampliando assim a densidade energética dos mais tradicional sistema de armazenamento de energia para dispositivos eletrônicos. Ainda não há sinalização da Samsung de quando a nova tecnologia chegá ao mercado. fonte: megaarquivo.com/2015/06/26/11-537-mega-techs-samsung-promete-bateria-de-grafeno-com-o-dobro-da-duracao/

MINERAÇÃO ÓPTICA VAI PROCURAR ÁGUA NO ESPAÇO

"Depois de vários meses de recolhimento, até 120 toneladas de água podem ser armazenadas desta maneira," garante o proponente da ideia

Mineração óptica

A NASA está estudando um novo conceito de mineração espacial que promete resolver de uma vez só os maiores desafios para as missões espaciais de longa duração. A mineração óptica poderá fornecer o suprimento de água e oxigênio para os astronautas durante longos períodos de exploração, bem como fornecer combustível para os foguetes, sobretudo para as viagens de retorno, além de um escudo antirradiação cósmica muito eficiente. Tudo isto pode ser conseguido minerando água de um asteroide. "A APIS pode capturar até 100 toneladas de água de um asteroide nas proximidades da Terra com um único lançamento de um foguete Falcon 9," garante o professor Joel Sercel, proponente do projeto, cuja sigla (APIS) significa Asteroid Provided In-Situ Supplies, ou suprimentos locais fornecidos por asteroides. "A mineração óptica é uma nova abordagem para escavação e processamento de materiais de asteroides na qual a luz solar altamente concentrada é usada para fazer furos, escavar, quebrar e formatar um asteroide, enquanto esse asteroide está preso dentro de um saco de contenção," explica Sercel. Colocar um asteroide dentro de um saco de contenção é uma das formas aventadas pela NASA para sua longamente prometida primeira missão para além da Lua, embora o formato mais provável da primeira missão desse tipo envolva a captura de uma pedra na superfície de um asteroide maior.

Óptica anidólica

O processo envolve o uso da chamada óptica anidólica, que emprega componentes como espelhos parabólicos ou elípticos para capturar a luz do Sol e direcioná-la para pontos específicos - técnica similar está sendo proposta também para a iluminação do interior das casas aqui na Terra. A ideia do Dr. Sercel é usar essa luz concentrada para aquecer o asteroide dentro do saco, fazendo com que a água em seu interior se vaporize. Esse processo irá gerar uma pressão variando de um décimo a um centésimo por cento da pressão atmosférica terrestre, mas o suficiente para bombear a água para fora do saco de contenção, permitindo seu armazenamento. "Depois de vários meses de recolhimento, até 120 toneladas de água podem ser armazenadas desta maneira. Usando propulsão térmica solar com uma parte da água como agente propulsor, o sistema APIS retorna a água recolhida para uma órbita lunar retrógrada distante, onde ela poderá dar suporte a um programa muito mais acessível de exploração humana do espaço cis-lunar," concluiu Sercel. O próximo desafio é identificar um asteroide que possua as desejadas 120 toneladas de água e que tenha uma dimensão razoável que permita que ele seja ensacado, permitindo sua mineração. fonte: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=mineracao-optica-agua-espaco&id=010130150608

ELETRÔNICA INJETÁVEL REVOLUCIONA MONITORAMENTO DO CÉREBRO

A malha eletrônica, sendo capturada pela seringa (a) e depois liberada (c), desenrolando-se naturalmente para aderir ao tecido biológico.

Circuito eletrônico injetável

Um circuito eletrônico flexível, biocompatível, construído na forma de uma malha, "neurofílico" - liga-se naturalmente até a neurônios individuais - e que pode ser injetado por uma seringa. Este é o resultado do trabalho de uma equipe multidisciplinar e de vários países, coordenada pelo Dr. Charles Lieber, da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. O grupo já havia criado nanotransistores para medir sinais dentro das células, juntado-os em um nanoprocessador - um processador feito de baixo para cima - e misturado biológico e eletrônico para fabricar tecidos ciborgues. Agora eles deram o passo seguinte, construindo um circuito eletrônico completo na forma de uma malha muito aberta, com os transistores e sensores nas junções. O circuito flexível foi injetado por uma seringa no cérebro de animais de laboratório. Como 95% da área da malha eletrônica é espaço livre, ela amolda-se perfeitamente às células individuais, monitorando-as continuamente.
Os testes foram realizados em cérebros de cobaias, gerando dados com uma precisão nunca antes obtida.

Monitoramento do cérebro

Nenhuma das tecnologias atuais para medir e interagir com os neurônios é precisa o suficiente. Como os cientistas acreditam que as capacidades cognitivas de ordem mais elevada - como cognição, emoções etc. - emergem do trabalho conjunto e da interação dos neurônios cerebrais, eles gostariam de monitorar esses neurônios de forma mais consistente. Isto não tem sido fácil porque os eletrodos atuais são rígidos demais, danificando os neurônios e atrapalhando seu trabalho normal. Por outro lado, não é possível monitorar de forma consistente o funcionamento de um neurônio individual, já que essas células nervosas oscilam continuamente, sacudidas pela respiração e pelo bater do coração. "Ao longo dos últimos 30 anos, as pessoas têm feito melhorias incrementais nas técnicas de microfabricação que nos permitiram fabricar sondas rígidas cada vez menores, mas ninguém abordou esta questão - a interface dos componentes eletrônicos/celulares - no nível em que a biologia trabalha," disse o Dr. Lieber. "Quer se trate de uma sonda de silício ou de polímeros flexíveis... elas causam inflamação no tecido, o que requer mudar continuamente a posição ou a estimulação. Mas com nossos eletrônicos injetáveis, é como se eles não estivessem lá. Eles são um milhão de vezes mais flexíveis do que qualquer eletrônica flexível estado da arte, e têm dimensões subcelulares," acrescentou. Mas o grande avanço dos circuitos flexíveis em malha é que, ao serem injetados no cérebro, por meio de um furo no crânio do animal, eles desenrolam-se sozinhos, aderindo ao tecido cerebral. Os fios na porção final da malha são reunidos em um finíssimo cabo, podendo então ser conectados ao sistema de monitoramento e estimulação.
Os transistores e sensores ficam nas interconexões dos nanofios que formam a malha eletrônica.

Malha eletrônica

O processo de fabricação do circuito eletrônico injetável é extremamente simples, e compatível com as técnicas atuais de fabricação. Tudo começa com uma camada de material solúvel depositada sobre um substrato. Acima da camada dissolvível são postos os nanofios que vão formar a malha, ensanduichados entre camadas de polímero orgânico. Nas interseções dos nanofios são construídos os transistores para estimulação, ou aplicados os eletrodos para medição. A camada inicial é então dissolvida, liberando a malha flexível, que pode ser posta em uma seringa e aplicada como uma injeção. "Ser capaz de posicionar e registrar dados com precisão em áreas muito específicas, ou mesmo a partir de neurônios individuais, ao longo de um período prolongado de tempo - isto poderá ter um impacto enorme sobre a neurociência," finalizou Lieber. Bibliografia: Syringe-injectable electronics. Jia Liu, Tian-Ming Fu, Zengguang Cheng, Guosong Hong, Tao Zhou, Lihua Jin, Madhavi Duvvuri, Zhe Jiang, Peter Kruskal, Chong Xie, Zhigang Suo, Ying Fang, Charles M. Lieber. Nature Nanotechnology. Vol.: Published online. DOI: 10.1038/nnano.2015.115. FONTE:inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=eletronica-injetavel-revoluciona-monitoramento-cerebro&id=010110150609

ESPAÇONAVE DE GRAFENO PODE SER IMPULSIONADA POR LUZ

A esponja, formada por folhas de grafeno, é grande demais para estar sendo movida apenas pela pressão dos fótons.

Empuxo da luz

Uma esponja de grafeno fabricada por cientistas chineses consegue transformar a luz em movimento, eventualmente formando a base de uma nave espacial que dispense o combustível dos foguetes tradicionais. A estrutura plana e monoatômica do grafeno é muito forte e conduz eletricidade e calor muito bem. A equipe do professor Yongsheng Chen, da Universidade de Nankai, queria investigar se arranjos maiores de carbono poderiam manter algumas dessas propriedades. Para isso, eles misturaram milhares de pequenas folhas de grafeno para formar uma esponja de carbono puro. Contudo, ao cortar a esponja de grafeno com um laser, eles notaram que a luz impulsionava o material para a frente. Lasers têm sido utilizados para empurrar e até puxar moléculas individuais e nanopartículas - os chamados raios tratores -, mas a esponja tinha vários centímetros de diâmetro, e deveria ser grande demais para se mover. Para tirar a prova, a equipe colocou a esponja de grafeno sob vácuo e disparou lasers de diferentes comprimentos de onda e intensidades. A esponja não apenas se moveu linearmente, como foi levitada, vencendo a força da gravidade para subir até 40 centímetros. O movimento foi obtido também com a luz solar concentrada e dirigida para a esponja com uma lente.
A esponja de grafeno foi levitada (a) e empurrada linearmente (b) por um laser e pela luz solar concentrada.

Vela solar

A explicação para o movimento ainda é um enigma.A equipe acredita que o grafeno absorve a energia dos fótons, acumulando uma carga de elétrons. Eventualmente essa carga atinge um limite crítico, e elétrons adicionais seriam liberados, empurrando a esponja na direção oposta. De qualquer forma, o fato é que o material atua como uma vela solar, um conceito que vem sendo testado pelas principais agências espaciais do mundo, incluindo a NASA, ESA e JAXA. As velas solares funcionam porque os fótons podem transferir momento para um objeto, empurrando-o para a frente. Embora o efeito seja muito pequeno, no vácuo do espaço ele é suficiente para mover uma nave espacial. Ocorre que as forças medidas com a esponja de grafeno são grandes demais para serem geradas apenas pelos de fótons - a equipe também descartou a ideia de que o laser vaporizaria uma parte do grafeno, gerando o impulso ejetando átomos de carbono.

Motor espacial de grafeno

Por isso, a equipe acredita que a esponja de grafeno poderá ser usada para construir um sistema de propulsão paras naves espaciais movidas pela luz, mais eficiente do que as velas solares. "Embora a força de propulsão ainda seja menor do que os foguetes químicos convencionais, ela já é várias ordens de grandeza maior do que a gerada pela pressão da luz," concluiu a equipe. Bibliografia: Macroscopic and direct light propulsion of bulk graphene material. Tengfei Zhang, Huicong Chang, Yingpeng Wu, Peishuang Xiao, Ningbo Yi, Yanhong Lu, Yanfeng Ma, Yi Huang, Kai Zhao, Xiao-Qing Yan, Zhi-Bo Liu, Jian-Guo Tian, Yongsheng Chen. arXiv. Vol.: 6, Article number: 6141. DOI: 10.1038/ncomms7141. http://arxiv.org/abs/1505.04254. Three-dimensionally bonded spongy graphene material with super compressive elasticity and near-zero Poisson’s ratio. Yingpeng Wu, Ningbo Yi, Lu Huang, Tengfei Zhang, Shaoli Fang, Huicong Chang, Na Li, Jiyoung Oh, Jae Ah Lee, Mikhail Kozlov, Alin C. Chipara, Humberto Terrones, Peishuang Xiao, Guankui Long, Yi Huang, Fan Zhang, Long Zhang, Xavier Lepró, Carter Haines, Márcio Dias Lima, Nestor Perea Lopez, Lakshmy P. Rajukumar, Ana L. Elias, Simin Feng, Seon Jeong Kim, N. T. Narayanan, Pulickel M. Ajayan, Mauricio Terrones, Ali Aliev, Pengfei Chu, Zhong Zhang, Ray H. Baughman, Yongsheng Chen Nature Communications. fonte: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=espaconave-grafeno-impulsionada-apenas-luz&id=010130150612

TECNOLOGIA "FULL-DUPLEX" DOBRA CAPACIDADE DE CELULARES E WI-FI

Teste do novo transmissor full-duplex em uma câmara anecoica. Uma nova tecnologia de transmissão sem fios pode mudar fundamentalmente o projeto dos sistemas de transmissão via rádio, além de aumentar a largura de banda e a capacidade das redes sem fios, e reduzir o consumo de bateria dos equipamentos portáteis. Leo Laughlin e seus colegas da Universidade de Bristol, no Reino Unido, desenvolveram uma técnica que estima e anula a interferência gerada pela transmissão de cada aparelho. Isto permite que um dispositivo de rádio transmita e receba no mesmo canal ao mesmo tempo. Em outras palavras, torna-se necessário apenas um canal para a comunicação de duas vias, utilizando a metade do espectro eletromagnético em comparação com a tecnologia atual.

Arquitetura full-duplex

Esta nova arquitetura full-duplex combina uma técnica de "isolamento de equilíbrio elétrico" com outra chamada "cancelamento ativo de frequência de rádio", suprimindo a interferência por um fator de mais de 100 milhões. O protótipo usa apenas componentes disponíveis comercialmente, tornando-o adequado para uso em aparelhos móveis, como celulares e tablets. Se for adotada em um sistema Wi-Fi, por exemplo, esta técnica pode dobrar a capacidade de um ponto de acesso, permitindo a conexão de um maior número de usuários, ou dobrar a taxa de dados para os usuários atuais. Para os celulares, a operação full-duplex também poderia aumentar a capacidade e a velocidade de transmissão, ou, alternativamente, manter a rede atual com menor número de estações rádio-base, diminuindo o custo de operação. "Até agora havia um problema fundamental não solucionado com as comunicações via rádio. Como o espectro radioelétrico é um recurso limitado, e com as operadoras de rede pagando milhões para ter acesso a esse espectro, a solução deste problema nos coloca um passo mais perto de dispositivos mais rápidos, mais baratos e mais verdes para o nosso futuro conectado," disse Leo Laughlin. Bibliografia: Optimum single antenna full duplex using hybrid junctions. Leo Laughlin, Mark A. Beach, Kevin A. Morris, Chunqing Zhang, John L. Haine. IEEE Communications Magazine. Vol.: 32, Issue: 9. DOI: 10.1109/JSAC.2014.2330191. FONTE: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=tecnologia-full-duplex-dobra-capacidade-celulares-wi-fi&id=010110150612

SAIBA COMO FUNCIONA O DOWNLOAD DE ENERGIA PARA O CELULAR

O conceito de uma antena para capturar energia das ondas eletromagnéticas também pode funcionar para a luz.

Colheita de energia

Há poucos dias, o anúncio de uma tecnologia que permitirá que celulares façam download de energia do ar chamou a atenção da imprensa. Mas como essa tecnologia funciona? Sobretudo, como os aparelhos podem funcionar se a energia que eles emitem for capturada de volta para recarregar a bateria? Na verdade, a ideia de converter sinais de rádio em energia é tão antiga quanto a eletricidade comercial. Nikola Tesla ficou famoso por suas tentativas de transmitir eletricidade pelo ar, uma ideia que está renascendo através de técnicas conhecidas como Witricity - uma "eletricidade sem fios". Mas é mais simples tentar reaproveitar as ondas eletromagnéticas que já nos cercam porque as ondas de rádio são apenas uma forma de corrente alternada de frequência muito alta. Além disso, elas já estão sendo transmitidas e, em grande parte, desperdiçadas, já que apenas uma pequena porção delas atinge um aparelho projetado para captá-las.

Recaptura de energia

Sendo apenas corrente alternada, a captura de energia do ar precisa apenas de uma antena adequada, que capte a energia das ondas de rádio presentes no ambiente, e aparelhos que as transformem na corrente contínua que alimenta os aparelhos eletrônicos ou recarrega as baterias - os carregadores de baterias, aquelas pequenas caixas que você espeta na tomada, são retificadores, ou seja, conversores da corrente alternada em corrente contínua, e transformadores, para baixar a tensão para a quantidade de volts adequada para cada aparelho. A quantidade de eletricidade capturada desta forma não é grande, mas a miniaturização dos aparelhos e seu menor consumo de energia está tornando essa chamada "colheita de energia" uma opção interessante. Por exemplo, o anúncio mais recente sobre o "download de eletricidade" consegue economizar até 30% da bateria de um celular. Ocorre que ele não se baseia na captura da energia desperdiçada e espalhada pelo ambiente, mas da energia dissipada na transmissão do próprio aparelho. O truque consiste em capturar o sinal de rádio em uma intensidade que não seja suficiente para degradar a qualidade das transmissões de dados ou voz. A produtividade da técnica é razoável porque os telefones celulares transmitem em todas as direções ao mesmo tempo - esta é a forma mais rápida para um aparelho portátil alcançar a torre de celular ou o roteador Wi-Fi mais próximo. A técnica só funcionará, portanto, quando o celular estiver transmitindo - quando você estiver falando ao telefone, enviando e-mails, arquivos ou mensagens de texto. Se você estiver apenas jogando offline, sua bateria continuará sendo drenada como de costume.

Antenas especiais

Técnicas baseadas em metamateriais, sobretudo com antenas capazes de capturar várias frequências de ondas de rádio, prometem estender essa técnica para outros usos, recarregando continuamente baterias e pilhas usadas em outros aparelhos. Um sistema de reciclagem de energia demonstrado recentemente, baseado em metamateriais, já consegue produzir 7,3 volts, mais do que a tensão dos carregadores USB. Como a luz também é uma onda eletromagnética, o princípio está sendo aplicado igualmente a células solares, que, dotadas de antenas próprias, tornam-se capazes de capturar uma porção maior do espectro eletromagnético. FONTE: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=como-funciona-download-energia-pelo-celular&id=010115150615

CONHEÇA A IMPRESSÃO COLORIDA SEM TINTA

As cores são geradas pela interação da luz com as nanoestruturas, sem qualquer pigmento.

Metacores

Diversos animais possuem sistemas de coloração muito vívidos que não são baseados em pigmentos, mas em estruturas nanoscópicas que interagem de forma muito peculiar com a luz, gerando efeitos de cores difíceis de reproduzir. Uma equipe da Universidade de Ciência e Tecnologia de Missouri, nos Estados Unidos, começou agora a dominar essa técnica de "impressão colorida sem tinta". Em vez de aplicar pigmentos, como na impressão tradicional, a técnica se baseia na construção de minúsculas estruturas projetadas para interagir de forma precisa com a luz, criando os efeitos de cor.

Metaestruturas

As nanoestruturas são sanduíches de materiais dielétricos e metálicos projetados para manipular as ondas de luz, o que as inclui na categoria dos metamateriais, o tipo de material artificial usado nos mantos de invisibilidade.
Os efeitos de cor são gerados variando os furos na superfície superior dos sanduíches de material dielétrico e metálico. A parte superior do sanduíche recebe furos com dimensões e espaçamentos precisos para prover uma interação específica com a luz. "Ao contrário do processo de impressão de uma impressora jato de tinta ou laser, onde são misturados pigmentos de múltiplas cores, não há nenhuma tinta colorida no nosso processo de impressão estrutural - apenas diferentes tamanhos de buracos sobre uma fina camada metálica," disse Jie Gao, criador das nanoestruturas.

Artes e segurança

"Para criar uma imagem colorida com as nossas paletas de cores em nanoescala, substituímos diferentes áreas na imagem original com diferentes nanoestruturas com tamanhos de furos específicos para representar várias cores visíveis," explica o professor Xiaodong Yang, um especialista na criação de "meta-átomos". A equipe acredita que a técnica poderá ter aplicações industriais e artísticas, além de armazenamento de informações e sistemas de segurança - recentemente foi apresentada uma nanoespiral que é praticamente impossível de ser reproduzida e cujos efeitos baseiam-se nos mesmos mecanismos de interação com a luz. Bibliografia: Structural color printing based on plasmonic metasurfaces of perfect light absorption. Fei Cheng, Jie Gao, Ting S. Luk, Xiaodong Yang. Nature Scientific Reports. Vol.: 5: 11045. DOI: 10.1038/srep11045. FONTE: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=impressao-colorida-sem-tinta&id=010160150616

MATERIAL COM RIGIDEZ NEGATIVA ABSORVE IMPACTO EM 0,03 SEGUNDO

Absorção de impactos

Materiais estruturalmente inovadores parecem ter-se tornado uma tendência, com alegações recentes de um pretenso "material mais eficiente do Universo" e até de um material Hulk, que fica mais forte com radiação gama. Dixon Correa, da Universidade do Texas em Austin, apresentou agora um material polimérico cuja estrutura interna vai-se ajustando para absorver energia com uma eficiência inédita. A estrutura, batizada de "favo de mel com rigidez negativa", poderá ser usada em pára-choques de automóveis, capacetes de segurança, caneleiras, roupas de proteção pessoal e em qualquer outra situação onde é necessário absorver fortes impactos. Já existem várias estruturas nessa categoria de "favos de mel", formadas por células, geralmente hexagonais, dispostas em diversas configurações e dimensões. Elas são muito eficientes, mas conseguem suportar apenas um impacto, já que se deformam e não conseguem retornar ao seu formato original.

Favos de mel com rigidez negativa

As estruturas com rigidez negativa, por sua vez, são formadas por células com uma geometria que permite uma deformação flexível e reversível, retornando ao formato original depois de cessada a força que as comprime. O protótipo, com cerca de 9 centímetros e feito de nylon, consegue suportar uma força de 200 newtons aplicada em altíssima velocidade: um projétil atingindo o material a uma velocidade de 160 km/h foi parado em 0,03 segundo. A equipe afirma que as células com rigidez negativa podem ser fabricadas em diferentes dimensões, o que amplia ainda mais o potencial de aplicação do material. Bibliografia: Mechanical design of negative stiffness honeycomb materials. Dixon Malcom Correa, Carolyn Conner Seepersad, Michael R. Haberman Integrated Materials and Manufacturing Innovation Vol.: 4 (1) DOI: 10.1186/s40192-015-0037-9 fonte: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=material-rigidez-negativa-absorve-impacto&id=010170150619

MELANINA: UM SEMICONDUTOR NATURAL PARA BIOELETRÔNICA

Na primeira linha são apresentadas as estruturas dos compostos e as cores representam diferentes átomos; nas demais, as cores representam a reatividade de cada centro. Esses resultados permitem avaliar qualitativamente reações que ocorrem durante a síntese dos derivados da melanina e propor as prováveis estruturas resultantes.

Semicondutor natural

A melanina é um polímero biológico natural, responsável pela cor dos nossos cabelos, olhos e pele, mas igualmente disseminada pela natureza, dos seres humanos até os fungos. O que poucos sabem é que a melanina possui também capacidades de condutividade elétrica e condutividade iônica, que são as formas de transporte de eletricidade dos aparelhos eletroeletrônicos e dos seres vivos, respectivamente. Isto torna a melanina um componente ideal para a bioeletrônica, dispositivos biologicamente compatíveis que podem fazer a conexão entre o eletrônico e o biológico, com aplicações especialmente na área da saúde, em sensores médicos ou tratamentos de estimulação de tecidos vivos, por exemplo. Foi essa potencialidade que despertou o interesse dos pesquisadores do Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF), um instituto que reúne pesquisadores de várias instituições brasileiras, sediado na Universidade Estadual Paulista (Unesp). "Trata-se de um semicondutor orgânico natural, muito complexo do ponto de vista estrutural porque não é um material sintetizado pelo homem. A maior dificuldade experimental está em fazer o que a ciência dos materiais considera fundamental para o avanço do conhecimento na área: encontrar a relação estrutura-propriedade. Sem essa compreensão estrutural não é possível estabelecer ligações com as propriedades desejadas", explica Carlos Frederico Graeff.

Estrutura eletrônica

A equipe brasileira então combinou o cálculo de estrutura eletrônica à técnica experimental de ressonância eletrônica de spin, utilizada no estudo de radicais livres e de defeitos em materiais, para caracterizar a estrutura da melanina e relacioná-la às suas propriedades bioeletrônicas. O resultado foi a descoberta de pelo menos dois centros na estrutura molecular da melanina que são responsáveis pelos resultados experimentais apresentados pela substância, incluindo o paramagnetismo. A expectativa da equipe brasileira é que, ao ajudar a compreender melhor o semicondutor biológico, seus estudos facilitem a exploração de suas propriedades e a sua eventual replicação em compostos sintéticos para uso prático. A melanina ainda não possui aplicações comerciais, mas sua estrutura já serviu de inspiração para a fabricação de transistores biodegradáveis, usados na construção de um chip experimental para conexão de implantes no corpo humano. Bibliografia: Electronic structure calculations of ESR parameters of melanin units. Augusto Batagin-Neto, Erika Soares Bronze-Uhle, Carlos Frederico de Oliveira Graeff. Vol.: 17, 7264-7274. DOI: 10.1039/C4CP05256K. fonte: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=melanina-semicondutor-natural-bioeletronica&id=010160150622

ENCONTRADA SOLUÇÃO PARA APAGÃO DE RÁDIO DE VEÍCULOS HIPERSÔNICOS

O apagão das comunicações das naves e veículos hipersônicos ocorre porque se forma um "revestimento de plasma" ao seu redor, que impede a passagem das ondas de rádio.

Silêncio de rádio

O silêncio de rádio que marca a reentrada das naves na atmosfera sempre foi um incômodo para os controladores das missões. A bem-conhecida saga da Apollo 13 levou as tensões ao pico depois de a tripulação demorar mais de um minuto a mais do que o esperado para retomar as comunicações. E ninguém se esquece do final menos feliz do ônibus espacial Colúmbia. A boa notícia é que há uma forma de evitar esse apagão das comunicações, segundo Xiaotian Gao e Binhao Jiang, do Instituto de Tecnologia Harbin, na China. A tecnologia também poderá ser aplicada em outros veículos hipersônicos, de imediato ajudando a coletar informações sobre essas naves e aviões ainda em fase de desenvolvimento, como o HyCAUSE da NASA, o SpaceLiner da ESA e o avião hipersônico chinês, ainda sem nome oficial.

Revestimento de plasma

O blecaute das comunicações na reentrada na atmosfera ocorre porque a nave é envolta por um colchão de ar quente ionizado - um plasma - que reflete as ondas eletromagnéticas, impedindo que elas saiam ou cheguem às antenas da nave. Esse mesmo "revestimento de plasma" ocorre em aviões viajando em velocidades acima de cinco vezes a velocidade do som. Contudo, experimentos em laboratório já haviam indicado que, em certas condições, esse revestimento de plasma pode até mesmo melhorar o rendimento das antenas, mas ninguém havia entendido perfeitamente esse efeito. Gao e Jiang descobriram que a melhoria do sinal gerada nos experimentos anteriores foi produzida por uma ressonância - oscilações eletromagnéticas que se equivalem - entre o revestimento de plasma e o ar ao seu redor. A dupla idealizou então uma forma de replicar essas condições para aplicação em naves e veículos de verdade, em condições operacionais. A única exigência é que as comunicações sejam feitas usando canais de baixa frequência durante o apagão das comunicações.

Camada de equivalência

A solução está em uma "camada de equivalência" a ser adicionada às antenas, gerando um acoplamento entre a nave e o mundo exterior por meio da ressonância produzida entre o ar e o revestimento de plasma. A camada de equivalência funciona como um capacitor, enquanto o revestimento de plasma funciona como uma bobina, que naturalmente resiste a alterações em uma corrente elétrica que a atravessa. Quando um capacitor e uma bobina são acoplados, eles criam um circuito ressonante. "Uma vez que a ressonância seja alcançada, a energia pode ser trocada de forma constante e sem perdas. Como resultado, a radiação eletromagnética pode se propagar através da camada de equivalência e do revestimento de plasma como se eles não existissem," explicou Gao. A única exigência é que a camada de equivalência e o revestimento de plasma sejam menores do que o comprimento de onda das ondas de rádio usadas nas comunicações, o que exige o uso de baixas frequências. Bibliografia: A matching approach to communicate through the plasma sheath surrounding a hypersonic vehicle Xiaotian Gao, Binhao Jiang. Journal of Applied Physics. Vol.: 117, 233301. DOI: 10.1063/1.4921751. fonte: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=solucao-apagao-radio-veiculos-hipersonicos&id=010110150622

GRAVIDADE EXPLICA FRONTEIRA ENTRE MUNDOS CLÁSSICO E QUÂNTICO

Ilustração de uma molécula na presença da dilatação gravitacional do tempo. A molécula está em um estado de superposição quântica - ela está em vários lugares ao mesmo tempo - mas a dilatação do tempo destrói esse fenômeno quântico.

Fronteira clássico-quântico

Einstein fez história com sua teoria do espaço-tempo, voltada para as grandes dimensões, mas nunca se deu bem com a mecânica quântica, a outra bem-sucedida teoria do início do século passado, esta voltada para as pequenas dimensões. Desde então, os físicos vêm tentando alinhavar essas duas teorias, mais especificamente, traçar a fronteira onde as esquisitices da mecânica quântica deixam de operar e passa a valer a mais intuitiva mecânica clássica. Assim, não deixa de ser surpreendente a proposta agora feita por uma equipe das universidades de Viena (Áustria) e de Harvard (EUA). Para Igor Pikovski e seus colegas, a força da gravidade, conforme descrita por Einstein, pode explicar a transição dos comportamentos quânticos para os comportamentos clássicos em razão do efeito que ela causa sobre o tempo, mais especificamente pela chamada dilatação temporal induzida pela gravidade de grandes massas, como planetas e estrelas. Se eles estiverem certos, isto significa que muitos experimentos quânticos nunca poderão ser feitos com precisão adequada na superfície terrestre, devendo ser levados ao espaço para garantir resultados fiéis.

Dilatação do tempo destrói fenômenos quânticos

Segundo a teoria de Einstein, a gravidade é a manifestação da curvatura do espaço e do tempo, e o fluxo do tempo é alterado pela massa. O que os físicos estão propondo agora é que é justamente essa dilatação do tempo causada pela gravidade que causa a supressão dos efeitos quânticos nas escalas maiores. Eles calcularam que, conforme as partículas na dimensão dos átomos começam a se aglutinar e formar objetos maiores - das moléculas para cima - a dilatação do tempo gerada pela gravidade da Terra suprime o comportamento quântico dessas partículas. As minúsculas partículas agitam-se continuamente, mesmo quando formam objetos maiores. E esse movimento também é afetado pela dilatação do tempo: ele é retardado no chão e acelerado em altitudes mais elevadas. É essa assimetria, argumenta a equipe, que causa a chamada decoerência, a perda de "conexão" entre os estados quânticos que dá tanta dor de cabeça aos pesquisadores que estão trabalhando com qubits na tentativa de construir computadores quânticos. A equipe conseguiu demonstrar que este efeito destrói a superposição quântica e, assim, obriga os objetos maiores a se comportar de forma clássica, como esperamos na vida cotidiana, em que cada coisa fica no seu lugar, e só num lugar de cada vez. Por exemplo, se um experimento tentar colocar 1 grama de carbono - 1023 átomos de carbono - em uma superposição de dois estados, bastará deslocar a amostra verticalmente em 1 micrômetro no campo gravitacional da Terra para que a decoerência se desfaça em 1 milissegundo.

Escalas cosmológicas

Se esses cálculos forem confirmados por experimentos - eventualmente feitos com relógios atômicos muito precisos -, obviamente pode haver outras implicações além de mandar os experimentos quânticos para a Estação Espacial ou mesmo ainda para mais longe. "Falta ver o que esses resultados implicam em escalas cosmológicas, onde a gravidade pode ser muito mais forte," antecipou o professor Caslav Brukner, membro da equipe. Bibliografia: Universal decoherence due to gravitational time dilation. , 2015; DOI: Igor Pikovski, Magdalena Zych, Fabio Costa, Caslav Brukner. Nature Physics. Vol.: Published online. DOI: 10.1038/nphys3366. fonte: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=gravidade-explica-fronteira-entre-mundos-classico-quantico&id=010130150623

FOTOBATERIA RECARREGA APENAS COM LUZ EM 30 SEGUNDOS

Aqui o protótipo da fotobateria é usado para girar um pequeno ventilador. Fotobateria Ela parece ser um híbrido de bateria e célula solar. Essa "fotobateria" recarrega em meros 30 segundos, sem precisar ser ligada na tomada ou em qualquer outra fonte de energia. Tudo o que ela precisa é de luz ambiente, seja solar, seja artificial. O protótipo ainda é pequeno, capaz de alimentar um LED ou fazer funcionar um pequeno ventilador, mas já suportou 100 ciclos de carga e descarga retendo até 72% da energia recebida pela luz. Ravikumar Thimmappa e seus colegas do Instituto Indiano de Ciências e Pesquisas reconhecem que sua fotobateria ainda é pequena e não retém energia suficiente para alimentar os dispositivos móveis atuais, mas ressaltam que este é um primeiro passo promissor rumo a uma alternativa às baterias de íons metálicos - como as baterias de íons de lítio.

Titânio e ferro

A fotobateria possui um anodo de nitreto de titânio, que é sensível à luz e altamente estável, eliminando preocupações com componentes tóxicos e eventuais riscos de fogo e explosão. O catodo consiste em um composto à base de ferro, chamado hexacianoferrato. "Nós mostramos uma estratégia alternativa para a produção de energia, na qual a luz é utilizada para acionar uma química de descarga no catodo de uma bateria recarregável aquosa," escreve a equipe. "A fotobateria libera uma carga desprezível no escuro, mas a capacidade salta para 77,8 mAh/g quando iluminada por luz artificial, confirmando que a química da bateria é acionada pela luz," concluem. Bibliografia: Chemically Chargeable Photo Battery. Ravikumar Thimmappa, Bhuneshwar Paswan, Pramod Gaikwad, Mruthyunjayachari Chattanahalli Devendrachari, Harish Makri Nimbegondi Kotresh, Ramsundar Rani Mohan, Joy Pattayil Alias, Musthafa Ottakam Thotiyl. Journal of Physical Chemistry C. Vol.: Article ASAP. DOI: 10.1021/acs.jpcc.5b02871. fonte: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=fotobateria-recarrega-apenas-luz&id=010115150623

NOVA FASE DA MATÉRIA: LÍQUIDOS PLANOS

O ouro líquido ficará suspenso em um poro de grafeno.

Ouro líquido

Líquidos não têm forma própria, adaptam-se à forma do recipiente que os contém, ou esparramam-se quando derramados. Contudo, simulações feitas em computador acabam de mostrar que é possível criar um líquido plano, ultrafino - tão fino que ele não conseguiria mais se esparramar. Essa nova fase da matéria assumiria a forma de um material monoatômico, similar ao grafeno, e seria nada menos do que ouro líquido, a temperatura ambiente. Todos os materiais monoatômicos observados até agora apresentam-se na fase sólida - é o caso do grafeno, siliceno, fosforeno, estaneno e germaneno.

Líquido monoatômico

Acreditava-se que o movimento termal dos átomos necessário para que um material líquido fosse estável na forma de uma camada monoatômica tornaria o material frágil demais, com a membrana quebrando-se rapidamente. Pekka Koskinen e Topi Korhonen, da Universidade Jyvaskyla, na Finlândia, mostraram que não é bem assim. Suas simulações preveem uma fase líquida do ouro quando o metal for posto na forma de uma camada atômica, suspensa em uma grade de grafeno. "Aqui, o papel do grafeno é similar aos anéis através dos quais as crianças sopram para fazer bolhas de sabão. O estado líquido é possível quando a borda dos poros de grafeno estica a membrana [de ouro] e a mantém estável," explicou Koskinen.

Volatilidade

Agora é esperar a confirmação dos cálculos por meio de experimentos.Infelizmente, parece que a membrana de ouro líquido será volátil, desfazendo-se tão rapidamente quanto as bolhas de sabão que as crianças sopram."Mas mesmo o grafeno foi previamente considerado muito instável para existir," ressalva Koskinen. Bibliografia: Plenty of motion at the bottom: atomically thin liquid gold membrane. Pekka Koskinen, Topi Korhonen. Nanoscale. Vol.: 7, 10140-10145. DOI: 10.1039/C5NR01849H. fonte:inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=nova-fase-materia-liquidos-planos&id=010160150624

CÉLULA SOLAR GERA E ARMAZENA ENERGIA POR SEMANAS

A célula solar orgânica é formada por polímeros (doadores de cargas) e fulerenos (receptores de cargas).

Célula solar com depósito

Talvez não seja necessário usar baterias para armazenar e usar à noite a energia captada por painéis solares durante o dia. Rachel Huber e Amy Ferreira, da Universidade da Califórnia em Los Angeles, criaram um novo tipo de célula solar que não libera a eletricidade gerada imediatamente, podendo armazená-la por semanas. A técnica foi buscar inspiração na fotossíntese, processo no qual a energia solar é dirigida para estruturas celulares dentro das células, onde as cargas positivas e negativas são cuidadosamente separadas.

Fulerenos

A nova célula solar usa 2 componentes, um polímero doador de cargas, e, como receptor de cargas, um fulereno, um material à base de carbono. O polímero absorve a luz do Sol e repassa os elétrons para o fulereno. A grande inovação consistiu em projetar a célula solar de tal forma que haja fulerenos internos, mesclados com o polímero, para que eles possam capturar os elétrons, e uma camada externa de fulerenos, onde os elétrons podem ser mantidos por semanas, sem se recombinarem com as cargas positivas (lacunas) nos polímeros.

De molho

Mas a coisa toda ainda não está pronta para ser colocada no telhado e começar a gerar e armazenar energia. "Nós não colocamos esses materiais em um dispositivo real ainda; eles estão todos em solução. Quando nós os colocarmos juntos e fizermos um circuito fechado, então teremos chegado a algum lugar," disse o professor Yves Rubin. Parece valer a pena investir nesse futuro dispositivo, uma vez que todos os materiais usados são baratos e a estrutura de polímero e fulereno constrói-se sozinha por automontagem: basta colocar tudo em solução, como eles estão agora nesse ponto do trabalho. Bibliografia: Long-lived photoinduced polaron formation in conjugated polyelectrolyte-fullerene assemblies R. C. Huber, A. S. Ferreira, R. Thompson, D. Kilbride, N. S. Knutson, L. S. Devi, D. B. Toso, J. R. Challa, Z. H. Zhou, Y. Rubin, B. J. Schwartz, S. H. Tolbert.Science.Vol.: 348 (6241): 1340.DOI: 10.1126/science.aaa6850. fonte: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=celula-solar-gera-armazena-energia-semanas&id=020115150626

GRAFENO É APENAS O COMEÇO NO UNIVERSO DOS MATERIAIS UNDIMENSIONAIS

Enquanto o grafite dá origem ao grafeno, o diamante pode gerar o diamano. Muito se tem falado sobre o grafeno, protagonista de uma onda tecnológica que poderá levar ao desenvolvimento de computadores ultrarrápidos, transistores com a espessura de átomos, dispositivos médicos mais seguros ou aparelhos eletrônicos flexíveis que podem ser dobrados e colocados no bolso. Tudo isso e muito mais. O potencial do versátil material derivado do grafite tem como base propriedades como a dureza (200 vezes mais que o aço), associada à extrema leveza e espessura atômica, e à capacidade de conduzir calor e eletricidade melhor do que qualquer outro material conhecido.

Além do grafeno

Mas o grafeno não está sozinho.Ele é apenas um entre muitos novos materiais chamados de bidimensionais - por serem formados por camadas planas e simples de átomos ou moléculas - que chegam juntos com o potencial de iniciar uma revolução científica e tecnológica de dimensões imprevisíveis. Embora a molibdenita - outro material considerado bidimensional, embora seja monocamada, e não monoatômico - já tenha ultrapassado o grafeno no campo das aplicações eletrônicas, o fato é que a grande maioria desses materiais ainda é desconhecida. "Há muitos a serem descobertos e estudados. Não dá nem para dizer que estamos na ponta do iceberg. O número de sistemas bidimensionais é imenso e só agora estamos olhando para eles", explica o físico brasileiro Antônio Hélio de Castro Neto, atualmente na Universidade Nacional de Cingapura. Castro Neto foi o principal descobridor da conversão da eletricidade em magnetismo pelo grafeno, além de participar da equipe que demonstrou que o grafeno pode ligar e desligar o magnetismo.

Heteroestruturas

Castro Neto destaca o dissulfeto de molibdênio e o fosforeno, formado por folhas simples de fósforo e com propriedades semicondutoras. Outras equipes estão trabalhando também com estaneno, germaneno e siliceno. "Há também as heteroestruturas tridimensionais, cujo campo, ainda em sua infância, também será muito grande e com enorme valor econômico por causa do potencial de aplicações", disse o pesquisador.
O grafeno (embaixo) está sendo deixado para trás pela molibdenita (em cima) no campo das aplicações eletrônicas, esta já próxima da fase industrial. Muitos desses novos materiais têm propriedades complementares e poderão ser empregados em conjunto com o grafeno, em um número de combinações teoricamente ilimitado. Por exemplo, recentemente se demonstrou que a junção de grafeno e molibdenita pode gerar tanto LEDs, quanto células solares. "Esses novos materiais têm propriedades ópticas não triviais. Eles são finos e macios, como membranas, e não como os sólidos conhecidos. Sua maciez reflete em suas propriedades eletrônicas. Eles têm superfícies puras, sem irregularidades e suas propriedades eletrônicas podem ser modificadas pela aplicação de forças. Podemos esticá-los ou modificá-los quimicamente. Um dos grandes ganhos de quando se trabalha com esses materiais é a funcionalização química", destacou Castro Neto.

Dificuldades de engenharia

O pesquisador acrescentou que um dos grandes desafios da pesquisa com esses novos materiais bidimensionais é a dificuldade de produzi-los, seja em laboratório ou ainda mais em escala industrial. "A esfoliação leva muito tempo. Estamos esperando que os engenheiros criem novas tecnologias capazes de manipular mecanicamente esses cristais bidimensionais. Acho que a robótica poderá ajudar muito nesse sentido", disse. "A ciência da computação também terá um papel fundamental nessa exploração, sem dúvida alguma. Como estamos falando de materiais complexos, não podemos fazer modelamentos simples. Se não tivermos poder computacional, não saberemos o que está ocorrendo," concluiu Castro Neto. FONTE:inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=universo-materiais-unidimensionais&id=010160150626

POR QUE A NASA QUER ARMAS NUCLEARES CONTRA ASTEROIDES, SE MENCIONOU ANTERIORMENTE NÃO HAVER AMEAÇAS À TERRA?

A NASA e a Administração Nacional de Segurança Nuclear estão se unindo para tentar descobrir uma maneira de usar armas nucleares para destruir tanto ameaçadores asteroides ou pelo menos incentivá-los fora do curso. Isto parece muito estranho, considerando o fato de que apenas um par de semanas atrás, a NASA anunciou publicamente que sabia de "nenhum asteroide ou cometa atualmente em rota de colisão com a Terra" e que "nenhum objeto grande é susceptível de atingir a Terra a qualquer momento nos próximos centenas de anos ". Se o que a NASA nos disse anteriormente é verdade, que parece que seria um tremendo desperdício de tempo, dinheiro e recursos para trabalhar em uma maneira de destruir asteroides usando armas nucleares. Porque é que a NASA de repente tão interessada na ameaça de grandes asteroides, se um não é provável que nos atingiu "a qualquer momento nas próximas centenas de anos"? Poderia ser possível que eles sabem de algo que eles não estão nos dizendo? Quando ouvi pela primeira vez que a NASA estava formando uma parceria com a Administração Nacional de Segurança Nuclear para descobrir uma maneira de usar armas nucleares contra asteroides, imediatamente tive flashbacks para dois dos meus filmes favoritos da década de 1990 - Impacto Profundo e Armageddon. Mas isso me perturba que os nossos "melhores mentes" não vêm-se com alguma ideia melhor desde que esses filmes saiu primeiro. O que se segue é de um artigo do New York Times sobre este novo desenvolvimento ... As duas agências - NASA e a Administração Nacional de Segurança Nuclear - há muito que estudam tais ameaças por conta própria. Eles examinaram os escombros cósmicos, interceptadores de foguetes projetados e simulações de execução de supercomputadores para ver se uma explosão nuclear poderia deslocar um grande asteroide fora do curso. Em entrevistas, autoridades federais e peritos privados disse que o novo convênio interinstitucional iria aprofundar os níveis de cooperação de especialistas e planejamento governamental, em última análise, aumentando as chances de uma deflexão de sucesso. "É um grande passo em frente", disse Kevin Greenaugh, um oficial sênior da agência de segurança nuclear."Sempre que você tem várias agências que vêm junto para a defesa comum, isso é notícia." Parece uma solução tão perfeitamente "americano", não é mesmo?O que devemos fazer se uma grande ameaça está vindo em nossa direção?Mas, como MSN apontou, explodindo uma montanha gigantesca de rocha caminhando para nós em altíssima velocidade poderia criar um problema ainda maior ... Simulações de computador sugerem que poderia explodir com sucesso uma rocha espacial de tamanho médio. No entanto, os fragmentos de rocha resultantes poderia piorar a situação, dependendo de quão longe o asteroide está da Terra quando ela explode. Uma solução melhor seria usar a bomba para desviar o asteroide em vez de explodi-lo em pedacinhos. Outras propostas (não-nucleares) incluem tratores de gravidade, usando a luz solar para "ferver" partes do Near Earth Object, e usando lasers ou naves espaciais de alta velocidade para empurrar o objeto fora de sua rota de colisão com a Terra. No entanto, a NASA 2007 em estudo feito que as soluções nucleares podem ser a melhor arma que temos quando se trata de combater espaço assassino rochas. No início deste ano, eles realizaram um "cenário hipotético impacto de um asteroide". O que se segue é o site oficial da NASA tem a dizer sobre esse exercício ... Na Conferência de 2015 IAA Defesa Planetária (PDC), que será realizada 13-17 abril de 2015, em Frascati, Itália, um cenário hipotético impacto de um asteroide serão apresentados e utilizados como base para a discussão. NOTA: Embora este cenário é realista em muitos aspectos, é totalmente fictícia e não descreve um verdadeiro potencial impacto de asteroides. Então, por que a NASA está gastando muito tempo e energia em algo que eles dizem é, provavelmente não vai acontecer "a qualquer momento nas próximas centenas de anos"? É claro que a verdade é que a NASA não está sendo direto com a gente. Como o Daily Mail recentemente explicou, existem cerca de um milhão de objetos próximos da Terra que poderia ser potencialmente uma ameaça ao nosso planeta, e a NASA só sabe onde uma pequena percentagem deles estão ... Os cientistas acreditam que existem cerca de um milhão de asteroides próximos da Terra que poderiam representar uma ameaça ao nosso planeta - mas apenas uma pequena fração foram até agora detectados. Prova dramática que qualquer um destes pode atingir a Terra veio em 15 de fevereiro do ano passado, quando um objeto desconhecido explodiu acima de Chelyabinsk, na Rússia, com 20 - 30 vezes a energia da bomba atômica de Hiroshima. É verdade que a nossa capacidade de detectar os asteroides que podem afetar o nosso planeta tem crescido. Mas ainda é extremamente limitada. Aqui é mais a partir do Daily Mail ... Mas os sistemas de detecção de asteroides existentes só pode rastrear um por cento dos estimados objetos que orbitam o Sol, segundo a empresa de mineração de asteroide Planetary Resources, que é uma parceria com a Nasa no projeto. Em uma sessão na conferência SXSW no Texas no ano passado, o cientista da NASA Jason Kessler disse: 'A probabilidade de algo batendo nós no futuro é bastante garantida, embora não estamos pirando que existe uma ameaça iminente. " Sim, sem dúvida, a chance de que uma rocha espacial gigante vai bater-nos em algum momento no futuro é de fato "garantida". Sabemos que asteroides gigantes atingiram nosso planeta no passado, e houve uma muito significativa "falta próxima" apenas alguns meses atrás que a NASA não esperava com antecedência. Eu gostaria que eles simplesmente ser honestos com nós. NASA não pode ver todas as rochas espaciais gigantes que poderiam ser uma ameaça para nós, e eles definitivamente deve gastar tempo, dinheiro e recursos sobre este problema. Algum dia, se um asteroide gigante nos bate em apenas o ponto certo, como ao largo da costa leste dos Estados Unidos, por exemplo, as consequências seriam absolutamente catastrófico. Poderíamos repente se deparar com um tsunami centenas de metros de altura correndo em direção a nossas principais cidades costeiras. A maioria das pessoas assumem que um grande asteroide não é uma ameaça porque não tem acontecido durante qualquer uma das nossas vidas. Mas, a NASA não estaria indo a todos estes problemas se isso era algo que eles não estavam preocupados. No final, o que eles não estão nos dizendo poderá vir a ser muito mais um problema do que a maioria de nós jamais imaginou. Fonte: http://undhorizontenews2.blogspot.pt/search?updated-max=2015-06-24T11:27:00-03:00&max-results=25

REMOÇÃO DE 6 BILHÕES DE PESSOAS SOB UMA 'NOVA CONSTITUIÇÃO DA TERRA' E 'GOVERNO MUNDIAL'

Os despopulacionistas estão todos novamente nos esforços e empurrando realmente a difícil redução de 6 bilhões de pessoas na Terra, a fim de tomar o planeta até precisamente o que está sendo sugerido como sua "capacidade sustentável contábil de um bilhão de pessoas." Mas desta vez, o plano de despovoamento pode muito bem ser codificado pelo Vaticano. Professor John Schellnhuber foi selecionado como um porta -voz para rolamento do Vaticano de um documento papal sobre a mudança climática. Ele é o professor que já foi afirmado que o planeta está superpovoado por pelo menos 6 bilhões de pessoas. Atualmente, o Vaticano está lhe fornecendo uma plataforma que muitos antecipam efetuará em uma declaração oficial da Igreja em apoiar o despovoamento revolucionário em nome da "ciência do clima." "O documento de ensino, chamado uma encíclica, estava agendado para lançamento em 18 de junho na Cidade do Vaticano," em Breitbart.com. "Talvez com a excepção da encíclica de 1968 sobre a contracepção, nenhum documento do Vaticano foi recebido com tal antecipação." Um completamente novo Tribunal Planetário para manter a capacidade de todas as nações ... uma arena para governá-los todos.Schellnhuber devaneios sobre um "Tribunal Planetário", liderado por uma nova "Constituição da Terra", que irá realizar sobre a capacidade de cada nação e do governo sobre o globo. Como ele se descreve nesta dados sobreHumansAndNature.org, ele é um apoiante de um todo-poderoso, com foco no clima governo mundial que reinaria sobre o planeta ... um literal "ditadura científica" de acordo com o que quer que "ciência" os defensores da mudança climática pode fabricar em conjunto a cada ano.
Como afirma Schellnhuber: Permitam-me concluir esta breve contribuição com um devaneio sobre essas instituições-chave que poderiam trazer um sofisticado - e, portanto, mais adequado - versão do "governo mundial" noção convencional. Democracia global pode ser organizado em torno de três atividades principais, a saber: (i) uma Constituição Terra; (ii) um Conselho Global; e (iii) um Tribunal Planetário. Não posso discutir essas instituições em qualquer detalhe aqui, mas gostaria de indicar, pelo menos, que: - A Constituição da Terra estará a transcender a Carta das Nações Unidas e identificará os primeiros princípios orientadores a humanidade em sua busca pela liberdade, dignidade, segurança e sustentabilidade; - O Conselho Global será um conjunto de indivíduos eleitos diretamente por todas as pessoas na Terra, onde a elegibilidade não devem ser restringidas por cotas geográficas, religiosas ou culturais; e - O Tribunal Planetário será um corpo jurídico transnacional aberto aos apelos de todos, especialmente com respeito a violações da Constituição Terra. Schellnhunber, para colocá-lo de forma diferente, pensa que um novo governo mundial pode fazer a "liberdade" para a humanidade por ditar a ele com um novo Tribunal Planetário liderado por uma Constituição da Terra, que, sem dúvida, começará por afirmar que o planeta pode suportar apenas um bilhão de pessoas. Os outros 6 bilhões, ou então basicamente tem que ser eliminados. Então, alternativamente de uma Carta de Direitos, esta nova Constituição da Terra será configurada em uma Lei de Mortes e um governo global que possa ordenar o extermínio de milhares de milhões de seres humanos como uma forma de "salvar o clima." "Em uma encíclica sem precedentes sobre o tema do meio ambiente, o pontífice está prevista para argumentar que a exploração da humanidade dos recursos do planeta tem atravessado as fronteiras naturais da Terra", relata o The Guardian. "... O mundo enfrenta ruína sem uma revolução nos corações e mentes." The Guardian prossegue documento: O papa está "visando uma mudança de coração. O que vai nos salvar não é a tecnologia ou ciência. O que vai nos salvar é a transformação ética de nossa sociedade ", disse o padre carmelita Eduardo Agosta Scarel, um cientista do clima que leciona na Pontifícia Universidade Católica da Argentina em Buenos Aires. Governador da Califórnia, põe em causa a existência de demasiadas pessoas.Curiosamente, governador da Califórnia, Jerry Brown poderia cumprimentar um tal plano despovoamento estruturado sob um novo governo mundial. Ele recentemente tweeted sobre Califórnia ter muitas pessoas, afirmando: "Em algum momento, quantas pessoas podemos acomodar?" Gov. Brown continua a mencionar que a mudança climática é a causa da seca existente é muito mais pior do que qualquer coisa que a maioria tem visto no passado. Aparentemente, a Califórnia tem muitas pessoas, reclama o Gov. Brown, e isso significa que Califórnia precisa ser por design despovoada. Com isso, o Vaticano e Jerry Brown juntam-se as iniciativas de outros apoiadores do despovoamento como Bill Gates, que uma vez afirmou que as vacinas podem ajudar a diminuir a população mundial de 10 a 15%. Fiel ao caso, vacinas dadas às mulheres jovens já foram identificados para ser deliberadamente contaminada com produtos químicos de esterilização, conforme descrito pelos médicos Quênia Associação Católica, uma organização pró-vacina financiado em parte pelo UNICEF. Da mesma forma, um alarmante 75% das crianças que receberam vacinas em uma pequena cidade no México acabou hospitalizados ou mortos após a última rodada de tiros vacina que muitos têm especulado pode muito bem ser parte de um teste despovoamento.

Rápido despovoamento X despovoamento gradual:

Desde que você é um dos objetivos do despovoamento global, você pode querer aumentar a sua consciência de como ele pode muito bem ser executado. Quando se trata de despovoamento, existem duas técnicas pensado pelos globalistas: DESPOVOAMENTO GRADUAL: Esta abordagem se concentra na esterilização escondido via vacinas, pílulas anticoncepcionais gratuitos e "serviços sociais" iniciativas de educação que tentam convencer as mulheres a ter menos filhos. A estratégia é deixar lentamente a população atual de 7 mil milhões morrem, enquanto a taxa de natalidade cai, provocando a população total a encolher ao longo do tempo. Você pode chamar isso de "não-violento" significa reduzir lentamente a população ao longo do tempo. Ninguém tem que morrer prematuramente para que isso seja puxado para fora, muito simplesmente. DESPOVOAMENTO RÁPIDA: Esta abordagem consiste em técnicas de fast-kill para matar basicamente bilhões de pessoas, enquanto culpando-o em outra coisa. Os mais de perspectivas prováveis ​​incluem o lançamento de uma arma biológica em aerossol (Ebola 2.0?), O conjunto de vírus de câncer agressivo em vacinas (veja a confissão de ex-cientista vacina da Merck Maurice Hilleman para o fundo), a guerra nuclear global, a libertação deliberada de armas EMP que erradiquem a rede elétrica, e assim por diante. Estas são, sem dúvida, as mais nefastas, despovoamento coisas covardes para fazer, e eles certamente seria composta de assassinato mundial em uma escala enorme. " Atual Despovoamento gradual" técnicas têm sido tentadas desde a década de 1970. Elas não têm funcionado.Como a população mundial continua a aumentar, os corretores de poder globais agora parecem estar experimentando com técnicas de "despovoamento rápido" para realizar seu objetivo de se livrar de 6 bilhões de pessoas do planeta.

Despovoamento planejado X despovoamento acidental:

Outra dimensão neste diálogo surge na variação entre "planejada" e despovoamento "acidental". Despovoamento previsto é, escusado será dizer, o objetivo de ações e políticas que se destinam a instantaneamente e quantificável diminuir o número de seres humanos que vivem no planeta. Despovoamento acidental é o que ocorre quando ocorre uma catástrofe e os sistemas que mantêm a civilização moderna cantarolando abruptamente falhar: uma falha na rede de energia, por exemplo, ou uma poluição genética fugitivo de culturas que leva a fome global. Os cientistas das alterações climáticas encorajamos fortemente que a descarga de dióxido de carbono para a atmosfera, de alguma forma provocar o colapso catastrófico da sociedade, levando à morte de milhões ou bilhões de pessoas. Mantendo isso em mente, os globalistas observar-se como sendo compassivo para a humanidade, invocando o despovoamento planejado, portanto, impedindo catastrófico, o despovoamento acidental (ou seja, um die-off mundial após o colapso catastrófico do ecossistema global). É assim que eles racionalizam programas escondidos de esterilização de vacinas, por exemplo, ou falam de se livrar de 6 bilhões de pessoas no planeta. Simplificando, quando eles estão matando você e mais 6 bilhões de seus irmãos e irmãs, basta lembrar que em suas próprias mentes, eles amam a vida e estão a defender o ecossistema!Mas como, especificamente, é que você vai se livrar de 6 bilhões de pessoas, se você é um globalista empurrando para o assassinato em massa em nome da ciência do clima?

Como eles eliminam 6 bilhões de pessoas? 12 macacos!

Matar uma pessoa é chamada assassinato. Matar 6 bilhões de pessoas é referido como "a ciência do clima." Mas como você fazê-lo funcionar, com precisão? É menos complicado do que você pode acreditar. Como representado no filme 12 macacos, tudo que toma é o lançamento de um vírus como arma, geneticamente modificado em qualquer aeroporto significativa, em qualquer lugar do mundo. (Não estou dizendo que isso é legítimo, pois foi em um filme. Isso seria ridículo. Alternativamente, nesta situação, o filme mostra corretamente a realidade de quão facilmente uma arma biológica poderá ser distribuída por alguém com o objetivo de eliminar a civilização humana tal como a conhecemos.) De lá, o vírus recria e distribui globalmente, provocando a morte generalizada e despovoamento reforçando ao mesmo tempo os governos do mundo para controlar as suas populações com as forças policiais estaduais médica, como quarentenas necessários, restrições a viagens, imunizações forçados, postos de controle nas rodovias médicos e assim por diante e assim por diante. (É uma espécie de o projeto estado policial ideal se você pensar sobre isso, e ele dá aos governos a razão para inserir chips RFID de rastreamento médico em corpos de todos com uma arma. O Exército dos EUA tem atualmente armas biológicas que podem matar um bilhão ou mais que isso. É uma verdade indiscutível que os militares dos EUA a longo tempo fabricaram e colocaram em prática tais armas biológicas virais, possivelmente, utilizando como arma de guerra. (I anteriormente mencionado sobre o Ebola no ar que corria louco através de um Exército dos EUA centro de pesquisa médica em 1990, matando um edifício completo cheio de macacos antes que eles "atacassem " o edifício com produtos químicos de esterilização.) Enquanto tratados internacionais prometem tal pesquisa foi esquecida, só um tolo está convencido de tais promessas ocas são sempre mantidas. Na verdade, a pesquisa é simplesmente transferida para o estado oculto, continuando como normal em "orçamentos negros." Hoje em dia, o governo dos Estados Unidos tem cepas virais que podem dizimar a humanidade no tempo de menos de um ano ... e elas podem ser "acidentalmente-propositadamente" lançadas em qualquer lugar do planeta sem se detectar. Não surpreendentemente, se você estava indo para lançar um vírus mortal para dizimar a humanidade (a palavra "dizimar" significa matar 1 em cada 10, aliás, isso não significa que "erradicará"), você deve primeiro certificar-se de toda seus amiguinhos da elite globalista adquiram injeções de vacina contra o vírus. Normalmente, os tiros da vacina serão produzidos sem qualquer do mercúrio, alumínio, formaldeído e MSG encontrados em vacinas dadas ao público em geral, produzindo-os consideravelmente mais seguro. O CDC, obviamente, ficaria totalmente omissa sobre esta pandemia, assim como eles também conseguiram um silêncio total sobre a admissão de seu cientista Dr. William Thompson, que confessou abertamente a tomar parte no engano científico no CDC para esconder as ligações entre vacinas e o autismo em afro-americanos. O público seria deixado afastar. E nesta situação, acho que seria mais provável para suceder? As pessoas que usam ervas medicinais e superalimentos imune-impulsionados. Aqueles que são eliminados pelo vírus de controle populacional como arma seria constituído principalmente de idosos, imunodeprimidos, e desnutridos. Isso poderia ser exatamente o que o novo "Planetary Tribunal" governo mundial deseja se livrar de, em primeiro lugar, poupando os corpos capazes trabalhadores que pagam impostos confiscatório para os governos e produzem saída econômica que pode ser aproveitado pelas corporações globalistas . Então eu agora lançar a questão de volta para o Papa, Professor John Schellnhuber, Bill Gates, Ted Turner e outros entusiastas de despovoamento: Como especificamente você está planejando para se livrar de 6 bilhões de pessoas deste planeta? A parte absolutamente cômica em tudo isso é que as massas do mundo são atualmente tão completamente lavagem cerebral pela campanha publicitária do clima que se você instruiu-os a relatar voluntariamente a "câmaras de eutanásia eco-amigável" para preservar o planeta, matando a si mesmos, eles alinharam em massa conformar! Heck, eles iriam comprar bilhetes! Surpreendentemente, isso pode não ser uma má ideia tão só para empregar o prêmio mundial Darwin e obrigar o mais idiota, ovelhas obedientes do mundo a eliminar-se voluntariamente do pool genético humano em uma espécie de moderno dia do sacrifício em massa de Gaia. Os astecas fizeram isso acontecer, e que trabalhou apenas maravilhoso! (Basta verificar com todos os astecas que ainda estão ao redor.) O que provavelmente poderia ir mal? Fonte: http://www.pakalertpress.com

CHEMTRAILS: VACINA ANTI-RELIGIÃO SENDO DESENVOLVIDA PELO PENTÁGONO

Pentágono vaza vídeo que mostra Chemtrails sendo usado para o Controle da Mente Contra Fundamentalistas religiosos. O projeto do pentágono esta em andamento e causa muita polêmica, intitulado VMAT2 a vacina causa alterações no DNA do ser humano para reproduzir impulsos anti-religiosos através de vacinações. Ainda não acredita em Chemtrails? Existem, e estão sendo usados ​​para muitos propósitos malignos diferentes, incluindo o controle da mente sobre a população. Eu prometo que depois que você ver estes vídeo vai abrir sua mente. O vídeo do Pentágono foi lançado provando como eles estão usando chemtrails e vacinas para o controle da mente contra as "religiões" sobre as populações do Oriente Médio. Uma maneira de levar o "Deus Gene" para fora do cérebro e manter as pessoas sob o controle da mente. Fonte: http://ufosonline.blogspot.pt/

NASA FAZ REVELAÇÃO ALARMANTE SOBRE O FIM DA ÁGUA NA TERRA

A notícia é bem preocupante mesmo, e veio diretamente do Jet Propulsion Laboratory da Nasa. Segundo o famoso jornal norte-americano 'The Washington Post', a água do nosso planeta deve acabar muito antes do que os cientistas calculavam anteriormente.

Níveis de stress dos Reservatórios mundiais de água

O estudo foi feto através da análise de fotos de satélite, que revelaram uma situação muito mais grave do que se pensava. Jay Famiglietti, lider da equipe de pesquisadores, afirmou que a situação é crítica, e diz que a água já está desaparecendo em níveis alarmantes. Segundo os estudos, o nível de mais da metade dos maiores aquíferos subterrâneos do planeta está diminuindo exponencialmente. Os estudos também mostraram que pelo menos 20 dos 37 aquíferos mais importantes do mundo já ultrapassaram o ponto crítico de sustentabilidade, e dentre esses 20, 13 já estão quase desaparecendo por completo, ou seja, estamos consumindo mais água do que a maior parte das reservas são capazes de suprir, e isso significa que esses reservatórios não devem sobreviver muito tempo.

Lençóis subterrâneos

Os aquíferos estudados representam cerca de 35% da água usada pelos seres humanos, e essa demanda só está aumentando. No estado norte-americano da Califórnia, por exemplo, 65% dos aquíferos estão sendo utilizados para consumo, já que os rios e reservas na superfície já não dão mais conta da demanda. E devido ao aumento da população mundial, a situação deve piorar: segundo as previsões mais pessimistas, dentro de poucos anos os reservatórios estarão extintos. Fonte: http://ufosonline.blogspot.pt/

VEJA A GALÁXIA GIGANTE EM CRESCIMENTO

O enorme halo em torno da galáxia elíptica gigante Messier 87 pode ser visto nesta imagem muito profunda. Um excesso de radiação na região em cima à direita do halo e o movimento das nebulosas planetárias nesta galáxia, são os últimos sinais que restam de uma galáxia de tamanho médio que colidiu recentemente com M87. A imagem mostra também muitas outras galáxias que fazem parte do Enxame de Virgem, do qual Messier 87 é o membro maior. Em particular, as duas galáxias em cima à direita da imagem são chamadas “os Olhos". Observações recentes obtidas com o VLT (Very Large Telescope) do ESO mostraram que a galáxia elíptica gigante Messier 87 engoliu uma galáxia inteira de tamanho médio no último bilhão de anos. Uma equipe de astrônomos conseguiu pela primeira vez seguir o movimento de 300 nebulosas planetárias brilhantes, encontrando evidências claras deste evento e encontrando também excesso de radiação emitida pelos restos da vítima completamente desfeita. Os astrônomos pensam que as galáxias crescem ao engolir galáxias mais pequenas. No entanto, evidências deste fenômeno não são fáceis de encontrar — tal como os restos da água de um copo lançada num lago se mistura com a água do lago, as estrelas da galáxia mais pequena misturam-se com as estrelas muito semelhantes da galáxia maior, não deixando qualquer traço. Uma equipa de astrônomos liderada pela estudante de doutoramento Alessia Longonardi do Max-Planck-Institut für extraterrestrische Physik, Garching, Alemanha, utilizou uma técnica observacional inteligente para mostrar que a nossa vizinha galáxia elíptica gigante Messier 87 se fundiu com uma galáxia mais pequena no último bilhão de anos. "Este resultado mostra de modo direto que as estruturas grandes e luminosas no Universo ainda estão a crescer de modo substancial — as galáxias ainda não estão prontas!" — diz Alessia Longobardi. "Uma grande parte do halo exterior de Messier 87 aparece-nos duas vezes mais brilhante do que seria de esperar se a colisão não tivesse ocorrido." Messier 87 situa-se no centro do enxame de galáxias de Virgem. Trata-se de uma enorme bola de estrelas com um massa total de mais de um bilhão de vezes a do Sol, localizada a cerca de 50 milhões de anos-luz de distância. Em vez de tentarem ver todas as estrelas de Messier 87 — existem literalmente bilhões destes objetos que, para além de serem muito ténues, são obviamente muito numerosos para poderem ser estudados de forma individual — a equipe observou nebulosas planetárias, as conchas luminosas em torno de estrelas envelhecidas. Uma vez que estes objetos brilham muito intensamente num tom específico de verde ultramarino, podemos facilmente distingui-los das estrelas circundantes. Observações cuidadas da radiação emitida por estas nebulosas usando um espectrógrafo potente podem também revelar os seus movimentos. Tal como a água de um copo que deixa de se ver uma vez atirada a um lago — mas que pode causar ondas e outras perturbações passíveis de serem vistas se houver partículas de lama na água — os movimentos das nebulosas planetárias, medidos com o auxílio do espectrógrafo FLAMES montado no VLT, dão-nos pistas sobre a fusão que ocorreu. "Estamos a assistir a um único evento de acreção recente, no qual uma galáxia de tamanho médio passou através do centro de M87 e, como consequência das enormes forças de maré, as suas estrelas dispersaram-se ao longo de uma região 100 vezes maior que a galáxia original!” acrescenta Ortwin Gerhard, chefe do grupo de dinâmica do Max-Planck-Institut für extraterrestrische Physik, Garching, Alemanha, e coautor do novo estudo. A equipe observou também de forma cuidada a distribuição da radiação nas regiões exteriores de Messier 87 e descobriu evidências de radiação adicional emitida pelas estrelas da galáxia mais pequena que se desfez. Estas observações mostraram igualmente que a galáxia desfeita trouxe estrelas mais jovens e azuis para M87, inferindo-se assim que esta galáxia seria antes da fusão, muito provavelmente, uma galáxia em espiral a formar estrelas. "É muito interessante conseguir identificar estrelas que se encontram espalhadas por centenas de milhares de anos-luz no halo desta galáxia — e ainda conseguir inferir a partir das suas velocidades que pertencem a uma estrutura comum. As nebulosas planetárias verdes são as agulhas no palheiro das estrelas douradas. No entanto, estas 'agulhas' raras dão-nos pistas sobre o que aconteceu às estrelas," conclui a coautora Magda Arnaboldi (ESO, Garching, Alemanha). Fonte: http://www.ccvalg.pt/astronomia/noticias/2015/06/26_m87.htm

HUBBLE OBSERVA EXOPLANETA DO TAMANHO DE NETUNO, QUE 'SANGRA" ATMOSFERA

Esta impressão de artista mostra a enorme nuvem em forma de cometa que "sangra" do Netuno quente, Gliese 436b, a apenas 30 anos-luz da Terra. A estrela hospedeira também está na imagem, uma ténue anã vermelha de nome Gliese 436. O hidrogênio está a evaporar do planeta devido à radiação extrema da estrela. Um fenômeno assim tão grande nunca tinha sido observado num exoplaneta deste tamanho. Astrónomos usando o Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA descobriram uma imensa nuvem de hidrogénio dispersada por um planeta quente do tamanho de Neptuno em órbita de uma estrela próxima. A enorme cauda gasosa do planeta tem cerca de 50 vezes o tamanho da estrela-mãe. Os resultados foram publicados na edição de 24 de junho da revista Nature. Um fenômeno assim tão grande nunca tinha sido observado antes em redor de um exoplaneta deste tamanho (já foram observados fenômenos parecidos mas em exoplanetas mais massivos). Pode proporcionar pistas de como as super-Terras - versões quentes e gigantes da Terra - nascem em torno de outras estrelas. "Esta nuvem de hidrogênio é espetacular!" afirma David Ehrenreich do Observatório da Universidade de Genebra, na Suíça, autor principal do estudo. "Embora a taxa de evaporação não ameace, por agora, o planeta, nós sabemos que a estrela, uma tênue anã vermelha, já foi mais ativa no passado. Isto significa que a atmosfera do planeta evaporou-se mais depressa durante o primeiro bilhão de anos da sua existência. No geral, estima-se que pode ter perdido até 10% da sua atmosfera." O planeta, chamado Gliese 436b, é considerado um "Netuno quente" porque é parecido em tamanho com Netuno, mas está muito mais perto da sua estrela Gliese 436 do que Netuno está do Sol. Embora, neste caso, o planeta não esteja em perigo de perder completamente a sua atmosfera - deixando apenas um núcleo sólido e rochoso - este comportamento pode explicar a existência das super-Terras quentes, que orbitam muito perto das suas estrelas e são normalmente mais massivas que a Terra, embora mais pequenas que as 17 massas terrestres de Netuno. As super-Terras quentes podem ser os núcleos remanescentes de planetas mais massivos que perderam completamente as suas atmosferas espessas, devido ao mesmo gênero de evaporação que o Hubble observou em redor de Gliese 436b. Tendo em conta que a atmosfera da Terra bloqueia a maior parte da luz ultravioleta, os astrônomos precisaram de um telescópio espacial com a capacidade ultravioleta e precisão requintada do Hubble a fim de observar a nuvem. "Não teríamos sido capazes de a observar em comprimentos de onda visíveis," explica Ehrenreich. "Mas quando apontamos o olho ultravioleta do Hubble para este sistema, dá-se uma verdadeira transformação - o planeta altera-se para uma coisa monstruosa." Ehrenreich e a sua equipe sugerem que a enorme nuvem de gás pode existir em torno deste planeta porque a nuvem não é rapidamente aquecida e varrida pela radiação da estrela anã vermelha, que é relativamente fria. Isto permite com que a nuvem fique por mais tempo. Este gênero de evaporação pode também ter acontecido no passado do nosso Sistema Solar, quando a Terra tinha uma atmosfera rica em hidrogênio que se dissipou. Também é possível que aconteça novamente no final da vida do nosso planeta, quando o Sol inchar para se tornar numa gigante vermelha e ferver a nossa atmosfera restante, antes de engolir completamente o nosso planeta. Gliese 436b reside muito próximo de Gliese 436 - apenas a cerca de 4 milhões de quilômetros de distância - e completa uma órbita em mais ou menos 2,6 dias terrestres. Este planeta tem, pelo menos, 6 bilhões de anos, mas os astrônomos suspeitam que possa ser mais velho. Com aproximadamente o tamanho de Netuno, tem uma massa que corresponde a mais ou menos 23 Terras. E a apenas 30 anos-luz da Terra, é um dos exoplanetas mais próximos que se conhecem. "A descoberta da nuvem em redor de Gliese 436b pode mudar completamente o jogo da caracterização das atmosferas de toda a população de Netuno e super-Terras em observações ultravioletas," comenta Vincent Bourrier, também do Observatório de Genebra na Suíça, coautor do estudo. Nos próximos anos, Bourrier espera que os astrônomos encontrem milhares de planetas deste gênero." Fonte: http://www.ccvalg.pt/astronomia/noticias/2015/06/26_gliese_436b.htm

HUBBLE DETECTA PROTETOR SOLAR EM PLANETA DISTANTE

O Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA detetou uma estratosfera, uma das camadas principais da atmosfera da Terra, no exoplaneta quente e gigante conhecido como WASP-33b. A presença de uma estratosfera pode proporcionar pistas sobre a composição de um planeta e o modo como foi formado. Esta camada atmosférica inclui moléculas que absorvem a luz visível e ultravioleta, agindo como uma espécie de "protetor solar" para o planeta que rodeia. Até agora, os cientistas não tinham a certeza se estas moléculas seriam encontradas nas atmosferas de planetas grandes e extremamente quentes em redor de outras estrelas. Estes resultados foram publicados na edição de 12 de junho da revista The Astrophysical Journal. "Alguns desses planetas têm atmosferas superiores tão quentes, que essencialmente fervem para o espaço," afirma Avi Mandell, cientista planetário do Centro de Voo Espacial Goddard da NASA em Greenbelt, no estado americano de Maryland. "Não esperamos necessariamente, e a estas temperaturas, encontrar uma atmosfera com moléculas que possam levar a estas estruturas em camadas múltiplas." Na atmosfera da Terra, a estratosfera fica por cima da troposfera - a região turbulenta e meteorologicamente ativa que vai do solo até ao topo das nuvens mais altas. Na troposfera, a temperatura é mais quente na secção inferior - nível do solo - e arrefece a altitudes mais elevadas. A estratosfera é exatamente o oposto. Nesta camada, a temperatura aumenta com a altitude, um fenómeno chamado inversão de temperatura. Na Terra, a inversão de temperatura ocorre porque o ozono na estratosfera absorve grande parte da radiação ultravioleta do Sol, impedindo-a de alcançar a superfície, protegendo a biosfera e, portanto, aquecendo ao invés a estratosfera. Inversões de temperaturas similares ocorrem nas estratosferas de outros planetas do nosso Sistema Solar como Júpiter e Saturno. Nestes casos, o culpado é um grupo diferente de moléculas chamadas hidrocarbonetos[HxCy]. No entanto, nem o ozono nem os hidrocarbonetos conseguem sobreviver às altas temperaturas da maioria dos planetas extrasolares conhecidos. Isto levou a um debate acerca da existência de estratosferas em exoplanetas. Usando o Hubble, os investigadores resolveram este debate ao identificarem uma inversão de temperatura na atmosfera de WASP-33b, que tem cerca de quatro vezes e meia a massa de Júpiter. Os membros da equipa também suspeitam que o responsável pela inversão de temperatura na estratosfera de WASP-33b seja o óxido de titânio. "Estas duas linhas de evidência criam um caso muito convincente para a detecção de uma estratosfera num exoplaneta," afirma Korey Haynes, autora principal do estudo. Haynes foi estudante da Universidade George Mason em Fairfax, Virginia, EUA, e trabalhava com Mandell quando a pesquisa foi realizada. Os cientistas analisaram observações feitas pelo coautor Draken Deming (Universidade de Maryland em College Park) com o instrumento WFC3 (Wide Field Camera 3) do Hubble. O WFC3 consegue capturar um espectro na região do infravermelho próximo onde a assinatura da água aparece. Os cientistas podem usar o espectro para identificar a água e outros gases na atmosfera de um planeta distante e determinar a sua temperatura. Haynes e colegas usaram as observações do Hubble e dados de estudos anteriores para medir a emissão de água e assim compará-la com a emissão de gases mais profundos na atmosfera. A equipe determinou que a emissão da água era produzida na estratosfera a cerca de 3.300° C. O resto da emissão vem de gases mais profundos na atmosfera, a uma temperatura de mais ou menos 1.650° C. A equipe também apresentou a primeira evidência observacional de que a atmosfera de WASP-33b contém óxido de titânio[TiO2], um de poucos compostos que age como um forte absorvente de radiação visível e ultravioleta e que é capaz de permanecer no estado gasoso numa atmosfera tão quente como esta. "É fundamental compreender as ligações entre as estratosferas e as composições químicas a fim de estudar os processos atmosféricos dos exoplanetas," afirma Nikku Madhusudhan, da Universidade de Cambridge, Reino Unido. "A nossa descoberta marca um avanço importante nesta direção." Fonte: http://www.ccvalg.pt/astronomia/noticias/2015/06/16_estratosfera_wasp_33b.htm

CHANDRA ENCONTRA EVIDÊNCIAS DE ERUPÇÕES SUCESSIVAS DE BURACO NEGRO

Composição do grupo de galáxias NGC 5813 no visível e em raios-X. Os astrônomos usaram o Observatório de raios-X Chandra da NASA para mostrar que várias erupções de um buraco negro supermassivo, ao longo de 50 milhões de anos, reorganizou a paisagem cósmica no centro de um grupo de galáxias. Os cientistas descobriram esta história de erupções do buraco negro através do estudo de NGC 5813, um grupo de galáxias a cerca de 105 milhões de anos-luz da Terra. Estas observações do Chandra são as mais longas já obtidas para um grupo de galáxias, com a duração de pouco mais de uma semana. Os dados do Chandra são vistos aqui nesta composição onde os raios-X do Chandra (roxo) foram combinados com dados no visível (vermelho, verde e azul). Os grupos galácticos são como os seus primos maiores, os enxames galácticos, mas em vez de albergarem centenas ou até mesmo milhares de galáxias como os enxames, os grupos são normalmente compostos por 50 galáxias ou menos. Tal como os enxames de galáxias, os grupos de galáxias estão envolvidos em quantidades gigantescas de gás quente que emite raios-X. O buraco negro supermassivo em erupção está localizado na galáxia central de NGC 5813. A rotação do buraco negro, juntamente com o gás que espirala na sua direção, pode produzir uma torre vertical e enrolada de campos magnéticos que arremessam uma grande fração do gás para longe da vizinhança do buraco negro sob a forma de jatos altamente energéticos e velozes. Os investigadores foram capazes de determinar a duração das erupções do buraco negro ao estudar cavidades, ou bolhas gigantes, no gás de NGC 5813 que tem vários milhões de graus. Estas cavidades são esculpidas quando jatos do buraco negro supermassivo geram ondas de choque que empurram o gás para fora e criam enormes buracos. As últimas observações do Chandra revelam um terceiro par de cavidades, além de outros dois que já tinham sido anteriormente descobertos em NGC 5813, representando três erupções distintas do buraco negro central. Este é número mais alto de pares de cavidades já descoberto num grupo ou num enxame de galáxias. Semelhante à forma como uma bolha de ar de baixa densidade sobe para a superfície da água, as cavidades gigantes em NGC 5813 tornam-se "flutuantes" e afastam-se do buraco negro. Para melhor compreender a história das erupções do buraco negro, os investigadores estudaram os detalhes dos três pares de cavidades. Descobriram que a quantidade de energia necessária para produzir o par de cavidades mais próximas do buraco negro é inferior à energia produzida necessária para produzir os outros dois pares mais antigos. No entanto, a taxa de produção energética é aproximadamente a mesma para todos os três pares. Isto indica que a erupção associada com o par interior de cavidades está ainda a ocorrer. Cada um dos três pares de cavidades está associado com uma frente de choque, visível como as arestas nítidas na imagem de raios-X. Estas frentes de choque, parecidas com estrondos sónicos de um avião supersónico, aquecem o gás, impedindo com que a maioria arrefeça e forme um grande número de estrelas novas. O estudo detalhado das frentes de choque revela que são, na realidade, ligeiramente turvos em vez de nítidos. Isto pode ser provocado pela turbulência no gás quente. Assumindo que este é o caso, os autores descobriram uma velocidade turbulenta - isto é, a velocidade média dos movimentos aleatórios do gás - de aproximadamente 258.000 km/h. Isto é consistente com as previsões dos modelos teóricos e estimativas com base em observações de raios-X do gás quente noutros grupos e enxames. O artigo que descreve estes resultados foi publicado na edição de 1 junho da revista The Astrophysical Journal e está disponível online. Fonte: http://www.ccvalg.pt/astronomia/noticias/2015/06/12_ngc_5813.htm

30 DE JUNHO: CONJUNÇÃO PLANETÁRIA É DESTAQUE NO CÉU

Quem olhar para o horizonte nesta e nas próximas noites após o pôr do sol vai reparar em duas estrelas bem próximas uma da outra. Na realidade não são estrelas, mas os planetas Vênus e Júpiter que estão quase se tocando.

Conuncao entre Venus e Jupiter

Muita gente já viu os dois pontinhos luminosos, mas quem olhou com um pouco mais de atenção pode reparar que dia após dia eles estão mais próximos um do outro. E isso é verdade. No próximo dia 30 de junho, Vênus e Júpiter entrarão em conjunção, um termo astronômico que significa a máxima aproximação visual entre dois objetos. Em outras palavras, vistos da Terra, Vênus e Júpiter estarão quase "colados" entre si. Naturalmente, isso é apenas uma ilusão de ótica e não há qualquer possibilidade de choque entre eles. Enquanto Vênus está a cerca de 80 milhões de km de distância da Terra, Júpiter está 10 vezes mais longe, a 898 milhões de km. O que cria a ilusão de proximidade é a posição atual dos dois planetas dentro de suas orbitas, que faz com que do ponto de vista de quem está na Terra, ambos pareçam próximos entre si, como mostra o diagrama acima.

Vendo o espetáculo

Para ver os dois astros juntos é só olhar para o quadrante oeste depois que o Sol se pôr. Vênus estará altamente reluzente e será facilmente reconhecido. Júpiter estará logo acima à direita. Embora o ápice do evento seja dia 30 de junho, os dois planetas já podem ser vistos facilmente e cada vez mais juntos.

Fotografe a Conjunção

Para fotografar a conjunção aconselhamos o uso de um tripé ou algum suporte bastante firme para evitar fotos tremidas. Se a câmera tiver o modo "noturno", utilize-o. O ideal é que a máquina seja capaz de fotografar em modo "Manual", aumentando o tempo de exposição e diminuindo a abertura do diafragma. De resto, é só curtir o pôr do Sol e em seguida ficar na boa companhia de Vênus e Júpiter. Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Show_dos_astros!_Conjuncao_planetaria_e_o_destaque_do_ceu_noturno&posic=dat_20150626-104308.inc

CONHEÇA 5 ARTEFATOS ANTIGOS QUE AINDA INTRIGAM OS CIENTISTAS

Com o grande desenvolvimento da tecnologia e a criação de ferramentas como o Google Maps, por exemplo, muita gente acha que não há muitos segredos que ainda possam ser descobertos pelo homem. No entanto, alguns objetos realmente antigos ainda são misteriosos o suficiente para deixar os cientistas confusos. Na lista abaixo, você vai poder conferir uma série de descobertas e criações variadas que foram investigadas por diversos estudiosos. Contudo, eles não conseguiram obter respostas sobre a procedência desses objetos e, em alguns casos, nem mesmo qual a utilidade deles.

1. As esferas cheias de segredo

Algumas décadas atrás, um grupo de mineradores da América do Sul encontrou duas esferas no meio das suas escavações. Uma delas é feita de metal e conta com marcações que indicam o equador e linhas paralelas a ela. A outra é do mesmo formato e com as mesmas características, mas feita de uma substância esponjosa. De acordo com a análise de cientistas, esses dois objetos têm 2,8 bilhões de anos, o que é uma marca realmente impressionante. Por conta da antiguidade dessas esferas, os estudiosos não conseguem saber quem as fez, nem o método usado para isso ou a utilidade que elas teriam.

2. Tecnologia perdida

Em 1900, um mecanismo feito de bronze foi retirado do mar, perto de uma ilha grega chamada de Anticítera. Em um primeiro momento, os estudiosos não identificaram nada de estranho, pois acharam que o objeto se tratava de um astrolábio, que era um instrumento utilizado por especialistas em Astronomia no século I. Contudo, uma observação mais detalhada constatou que esse mecanismo continha uma composição complexa de engrenagens, coisa que só deveria vir a existir em 1575. Apesar dos estudos, não foi possível constatar quem fez algo tão desenvolvido quase 2 mil anos atrás, nem como a tecnologia foi perdida ou a finalidade do objeto.

3. Viagem no tempo

Em 1961, um casal estava caçando em uma montanha na Califórnia, até que eles encontraram uma geode — formação mineral de segunda classe, que eles poderiam vender por um bom preço. Quando chegaram em casa, os dois decidiram abrir a pedra, já que ela é brilhante por dentro. Por conta disso, eles acharam uma peça de cerâmica bastante estranha. Depois de estudos, constatou-se que o objeto era uma vela de ignição datada de 1920. No entanto, para estar dentro de uma geode, seria necessário que a peça tivesse cerca de 500 mil anos, o que sugere uma possível viagem no tempo. No entanto, essa descoberta sumiu e mais nada foi descoberto.

4. Várias esferas perfeitas

Na década de 1930, alguns homens, que estavam limpando um terreno para plantações de banana na Costa Rica, acharam dezenas de esferas de pedra perfeitas. Havia uma variedade enorme de tamanho, sendo que algumas eram do tamanho de bolas de tênis até outras chegavam a pesar incríveis 16 toneladas. Essas esferas foram claramente torneadas por trabalho humano, mas não se sabe quem as fez, o motivo por trás dessa iniciativa e nem mesmo o método utilizado para conseguir criar esferas tão perfeitas. E aí, você tem algum palpite?

5. Civilização antiga

Na década de 1990, alguns mineradores russos estavam atrás de ouro, mas eles acabaram achando uma quantidade grande de objetos de metais manufaturados, como os que você pode conferir na imagem acima. A princípio, não é nada de chamativo, já que você pode achar molas em praticamente qualquer lugar. Contudo, cientistas constaram que esses objetos têm cerca de 100 mil anos — ou seja, bem antes das sociedades conhecidas começarem a trabalhar com o metal. Por conta disso, os estudiosos não sabem como eles foram feitos ou por quem, possibilitando a teoria de que uma civilização avançada e bem antiga tenha se perdido pela história. É lógico que o mundo ainda esconde mais segredos, mas não seria possível colocar todos somente em uma lista. Por conta disso, se você tiver uma teoria para alguma dessas descobertas ou saiba de outros mistérios, não economize nos comentários! Fonte: http://portugalmisterioso.blogspot.pt/