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domingo, 28 de junho de 2015

MATERIAL COM RIGIDEZ NEGATIVA ABSORVE IMPACTO EM 0,03 SEGUNDO

Absorção de impactos

Materiais estruturalmente inovadores parecem ter-se tornado uma tendência, com alegações recentes de um pretenso "material mais eficiente do Universo" e até de um material Hulk, que fica mais forte com radiação gama. Dixon Correa, da Universidade do Texas em Austin, apresentou agora um material polimérico cuja estrutura interna vai-se ajustando para absorver energia com uma eficiência inédita. A estrutura, batizada de "favo de mel com rigidez negativa", poderá ser usada em pára-choques de automóveis, capacetes de segurança, caneleiras, roupas de proteção pessoal e em qualquer outra situação onde é necessário absorver fortes impactos. Já existem várias estruturas nessa categoria de "favos de mel", formadas por células, geralmente hexagonais, dispostas em diversas configurações e dimensões. Elas são muito eficientes, mas conseguem suportar apenas um impacto, já que se deformam e não conseguem retornar ao seu formato original.

Favos de mel com rigidez negativa

As estruturas com rigidez negativa, por sua vez, são formadas por células com uma geometria que permite uma deformação flexível e reversível, retornando ao formato original depois de cessada a força que as comprime. O protótipo, com cerca de 9 centímetros e feito de nylon, consegue suportar uma força de 200 newtons aplicada em altíssima velocidade: um projétil atingindo o material a uma velocidade de 160 km/h foi parado em 0,03 segundo. A equipe afirma que as células com rigidez negativa podem ser fabricadas em diferentes dimensões, o que amplia ainda mais o potencial de aplicação do material. Bibliografia: Mechanical design of negative stiffness honeycomb materials. Dixon Malcom Correa, Carolyn Conner Seepersad, Michael R. Haberman Integrated Materials and Manufacturing Innovation Vol.: 4 (1) DOI: 10.1186/s40192-015-0037-9 fonte: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=material-rigidez-negativa-absorve-impacto&id=010170150619

domingo, 12 de abril de 2015

CONHEÇA NOVO MATERIAL QUE EVITA QUE CO2 SEJA LIBERADO NA ATMOSFERA

O material microencapsulado (em cima) e o processo de fabricação de cada esfera, onde 1 é a solução de carbonato, 2 o silicone curável com ultravioleta e 3 uma solução aquosa externa.

Captura de carbono

Como não existem ainda planos factíveis para capturar e retirar o CO2 da atmosfera, o melhor é evitar liberar o gás no meio ambiente. Isto é o que promete uma nova classe de materiais criados por uma equipe internacional de pesquisadores para serem usados principalmente nas chaminés das grandes usinas termoelétricas e das fábricas. As tecnologias de captura de carbono desenvolvidas até agora utilizam solventes à base de aminas cáusticas para separar o CO2 do gás que escapa pelas chaminés. Contudo, além de ser um processo caro, ele resulta em uma redução significativa na produção de energia da usina, além de produzir subprodutos tóxicos. A nova técnica emprega um solvente barato e ambientalmente benigno: o carbonato de sódio. Quando inserido nas microcápsulas, o composto aumenta em dez vezes a taxa de captura de carbono. Outra vantagem: enquanto as aminas tóxicas degradam-se com o uso, os carbonatos têm uma vida útil virtualmente ilimitada.

Microencapsulamento

O material é formado por microcápsulas feitas com polímeros porosos, cheias de absorventes líquidos, uma técnica que já vem sendo explorada para a criação de novos medicamentos. O encapsulamento permite combinar as vantagens dos meios sólidos e líquidos de captura de carbono. Além disso, as características do envoltório e do núcleo podem ser modificadas e otimizadas independentemente, dando flexibilidade para a adaptação da técnica a diferentes tipos de emissões. As microcápsulas, feitas de silicone fotocurável, são preenchidas com uma solução de bicarbonato de sódio combinado com um catalisador, para otimizar a captura do CO2. O dióxido de carbono é posteriormente liberado aquecendo o material, que pode então ser reutilizado. O próximo passo da equipe é viabilizar a fabricação do material microencapsulado em larga escala e testar sua eficiência em campo. Bibliografia: Encapsulated liquid sorbents for ?carbon dioxide capture. John J. Vericella, Sarah E. Baker, Joshuah K. Stolaroff, Eric B. Duoss, James O. Hardin IV, James Lewicki, Elizabeth Glogowski, William C. Floyd, Carlos A. Valdez, William L. Smith, Joe H. Satcher Jr., William L. Bourcier, Christopher M. Spadaccini, Jennifer A. Lewis, Roger D. Aines. Nature Communications. Vol.: 6, Article number: 6124. DOI: 10.1038/ncomms7124. FONTE: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=novo-material-evita-co2-seja-liberado-atmosfera&id=010125150406

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

INVENTADO NOVO CRISTAL QUE ABSORVE QUANTIDADES ENORMES DE OXIGÊNIO

O material cristalino muda de cor quando absorve ou libera oxigênio. O cristal fica preto quando ele está saturado com oxigênio e rosa quando o oxigênio foi liberado novamente. Cientistas dinamarqueses inventaram um material cristalino revolucionário que é capaz de absorver e armazenar o oxigênio em altas concentrações. Um balde de tal material pode sugar o oxigênio de um quarto, o que poderia dar adeus aos tanques pesados de oxigênio. Imagine se você pudesse se livrar do enorme tanque de oxigênio ao fazer um mergulho? Agora é possível com o novo cristal desenvolvido em uma Universidade do Sul da Dinamarca, com a ajuda da Universidade de Sydney, na Austrália. Alguns grãos microscópicos desse cristal são o suficiente para um gole de ar, mas um balde – ou 10 litros – pode sugar completamente o oxigênio de um quarto. “No laboratório, vimos como esse material consumiu o oxigênio do ar em torno de nós”.Professor Christine McKenzie, que liderou o estudo, disse. Quando coisas diferentes são expostas ao oxigênio, elas reagem de forma diferente – do vinho aos alimentos ou até os seres vivos, os fatores (pressão, temperatura, etc.), o tempo de exposição, estas variações podem alterar radicalmente as coisas. No entanto, o que você ganha com esta nova descoberta é uma forma de controlar o oxigênio sem reagir com ele. O material também é capaz de absorver e liberar oxigênio muitas vezes sem perder a capacidade. É como mergulhar uma esponja na água, espremendo a água de fora e repetir o processo várias vezes.” Para liberar o oxigênio armazenado, tudo que precisa é aquecer o material, ou pressioná-lo. E essas são apenas as formas naturais ainda conhecidas. McKenzie e sua equipe estão procurando novas formas de liberar o oxigênio. “Estamos agora nos perguntando se a luz também pode ser usado como um gatilho para o material liberar oxigênio – isso abre perspectivas no crescente campo da fotossíntese artificial”, diz ela. O que é mais surpreendente é o quão natural o processo de armazenar o oxigênio realmente é. O componente chave no novo material é o cobalto metálico. Possui uma qualidade natural de absorção e “dá ao novo material a estrutura molecular que lhe permite absorver o oxigênio ao seu redor.” Isso pode ser útil para pacientes com problemas pulmonares que hoje precisam levar tanques de oxigênio pesados ​​com eles. Como também para os mergulhadores poderem um dia deixar os tanques de oxigênio em casa. FONTE: curioso.blog.br/post/cristal-absorve-quantidade-enorme-oxigenio/

sábado, 26 de julho de 2014

BURACO NEGRO ABSORVE PLANETA COM 15 VEZES MAIS MASSA DO QUE JÚPITER

Um grupo de astrofísicos detectou um planeta com uma massa 15 vezes maior que a de Júpiter, e que foi absorvido por um buraco negro em uma galáxia situada a 47 milhões de anos-luz da Via Láctea, informou na última terça-feira a Universidade de Genebra. Os cientistas notaram um sinal luminoso que vinha de um buraco negro situado no centro da galáxia NGC 4845, cuja massa é 300.000 vezes superior à do Sol. O buraco estava 'adormecido' há mais de 30 anos, segundo um comunicado da Universidade. "Foi uma observação totalmente inesperada em uma galáxia que esteve tranquila durante ao menos 20 ou 30 anos", afirmou Marek Nikojuk, da Universidade de Bialystok, na Polônia, o principal autor de um artigo publicado na revista "Astronomy & Astrophysics", em declarações difundidas pela Agência Espacial Europeia (ESA). Segundo a revista, o buraco negro demorou três meses para desviar o planeta de sua trajetória e absorver 10% de sua massa total. O resto permaneceu em órbita. Marek Nikojuk nos lembra ainda que este evento é uma prévia do que irá ocorrer em nossa própria Galáxia. Como já se sabe, no centro da Via Láctea existe um buraco negro chamado Sagittarius A, que é estudado já há algum tempo. O satélite europeu INTEGRAL, com o qual também colaboram a Nasa e a Rússia, tornou possível esta observação. Fontes: AFP/ galeriadometeorito.com/2013/04/buraco-negro-absorve-planeta-com-15.html

quarta-feira, 28 de maio de 2014

PLANTAS COM GENES DE RATO PODERÃO ABSORVER SUBSTÂNCIAS TÓXICAS

Cientistas siberianos desenvolveram plantas com genes de rato. Especialistas do Instituto de Ecologia do Homem de Kemerovo e do Laboratório de Bioengenharia da Universidade de Altai afirmam que os novos organismos geneticamente modificados ajudaram a transformar substâncias tóxicas depois de trabalhos de perfuração e em minas. A erva não se transformará num exército de ratos que comerão sofregamente as toxinas. As plantas deverão continuar a ser as mesmas, mas receberão o gene de rato que criará anticorpos contra o benzopireno, afirmam os cientistas. Nos seus trabalhos, eles basearam-se nas propriedades naturais de muitas plantas de absorver substâncias nocivas. Por exemplo, o aloe, a hera, o clorofito são capazes de limpar o ar em 70% de formaldeído, benzol, amoníaco, tolueno e outros produtos químicos prejudiciais ao homem. Porém, as possibilidades naturais das plantas são insuficientes para tratar resíduos tóxicos nos poços e minas, é preciso reforçá-las. E aqui ajudarão os ratos, declarou à Voz da Rússia Maksim Kutsev, chefe do Laboratório de Bioengenharia da Universidade do Altai: "Os ratos são frequentemente utilizados como cobaias de laboratório, por isso estão bem estudados. Há plantas que na natureza, sem qualquer modificação, absorvem as substâncias prejudiciais, mas têm uma fraca capacidade de cruzamento. Para aumentar a capacidade de absorção da planta desse poluente (benzopireno), faz-se-lhe mais essa modificação." O benzopireno é um composto químico resistente com alta toxicidade. Como produto derivado, ele encontra-se nas águas dos poços e minas que são trazidas à superfície, explica o especilaista. Em recintos fechados criam-se normalmente lagos artificiais que são isolados dos solos tapando-os com terra. Desse modo, o solo poluído deixa de poder ser aproveitado, mas é melhor criar uma planta que transforme o benzopireno e o limpe, considera o chefe do Laboratório de Bioengenharia da Universidade do Altai: "Temos uma série de plantas onde treinámos a metodologia de transformação com genes modelares. Presentemente, tem lugar a adaptação dessa construção pelos nossos colegas de Kemerovo (Instituto de Ecologia do Homem de Kemerovo). Depois, iremos criar o gene completo." O tefroseris e outros tipos de plantas aquáticas, que crescem junto a rios e lagos, são os que melhor servem. Segundo o cientista, elas têm uma enorme fito-massa e crescem rapidamente, por isso poderão resolver melhor a tarefa colocada: neutralizar substâncias nocivas. Os lagos artificiais, para onde a água tóxica é lançada, não só não serão tapados com terra, mas serão aí plantadas plantas geneticamente modificadas. Elas absorvem toda a umidade, "devorarão" o benzopireno e, desse modo, não o deixarão chegar ao meio ambiente. Os especialistas pensam conseguir plantas com genes de rato dentro de alguns meses e, depois, elaborarão recomendações para a sua plantação, reprodução e utilização. No próximo ano, serão feitos testes em áreas modelares. Se os resultados forem bons, dentro de um ano, a tecnologia será utilizada nas minas de carvão de Kuzbass. FONTE:http://portuguese.ruvr.ru/2014_04_17/

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

ASFALTO QUE ABSORVE A POLUIÇÃO DO AR É CRIADO NA HOLANDA

Um grupo de pesquisadores da Universidade de Tecnologia de Eindhoven desenvolveu um pavimento que neutraliza os índices de poluição do ar. Assim, o novo asfalto consegue mitigar até 19% dos gases poluentes emitidos durante um dia, com temperatura ambiente e sob condições climáticas favoráveis. A equipe também descobriu que o pavimento especial pode absorver 45% dos gases poluentes emitidos ao longo de um ano de experiências. Os blocos que constituem o novo tipo de asfalto foram revestidos por óxido de titânio, substância que tem o poder de transformar em propriedades inofensivas os gases que poluem o ar e colaboram para o aquecimento global. Até agora, os criadores acreditam que o novo pavimento pode chegar ao mercado com valor 50% mais alto do que os métodos convencionais. Mesmo assim, o asfalto ecológico é uma alternativa muito viável para a Holanda – que tem um alto IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), mas registra um dos maiores índices de poluição atmosférica da União Europeia. Por lá, as autoridades políticas acreditam que seja mais barato fomentar o uso do novo pavimento do que destinar verbas para corrigir o estrago feito pela poluição no meio ambiente e na saúde das pessoas – o que, por exemplo, aumenta a demanda do sistema público de saúde. Apesar de as autoridades holandesas investirem no uso das bikes e na geração de energia limpa, no país não é rara a ocorrência do smog (fenômeno causado pela interação da concentração de gases poluentes na atmosfera com a natureza, que tem como resultado uma camada de fumaça cinza que cobre as cidades). Representantes da China, dos EUA e da África do Sul também demonstraram interesse na nova solução de construção civil.
Exemplo de smog, na cidade de Londres FONTE:Descubra o verde