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terça-feira, 6 de novembro de 2012

TRIÂNGULO DAS BERMUDAS:O MISTÉRIO PERMANECE

O Triângulo das Bermudas é um estiramento do Oceano Atlântico, delimitado por uma linha imaginária entre a Flórida, Porto Rico (passando por Cuba) e logicamente as Ilhas Bermudas. O primeiro a utilizar esse nome para designar essa região misteriosa, foi o jornalista e escritor Vincent H. Garddis, em 1964. Essa região também é conhecida como "Mar do Diabo", "Triângulo Maldito", "Triângulo da Morte", "Mar dos Barcos Perdidos", "Cemitério de Barcos", "Triângulo do Diabo" e outros nomes que foram dados pelos raros sobreviventes e também por jornalistas de todo o mundo. A febre das Bermudas, se deu mais nos anos 70, quando várias investigações sobre o lugar foram retomadas, mas sem conclusões satisfatórias. São vários os casos de desaparecimentos de barcos e aviões nessa área. Muitos não deixaram vestígios. Alguns foram posteriormente encontrados, porém sem nenhuma pessoa a bordo, ou sequer uma pista de que alí haviam estado. Geralmente as cargas e equipamentos eram encontradas intactas, assim como haviam sido embarcadas em seus portos de origem. Os aviões em sua maioria nunca foram encontrados. Várias supostas explicações foram surgindo com o tempo, mas nenhuma delas pode ser comprovada. Desde hipóteses de OVNIs sequestradores até tempestades magnéticas que teriam feito com que bússolas e equipamentos de navegação parassem de funcionar (mas... isso não explicaria o total desaparecimento da tripulação, nos casos em que as embarcações foram encontradas posteriormente). Existem ainda aqueles que acham que tudo não passa de coincidência. Outras hipóteses seriam: erro humano, anomalias magnéticas, bolha de gás metano que se elevavam e engoliam tudo ao redor (veja explicação a seguir), vulcões submarinos em erupção, piratas, animais submarinos gigantescos e outras tentativas absurdas de se explicar o desaparecimento de tantas pessoas. A teoria das bolhas de gás metano surgiu por volta de 1998, levantada pelo geólogo inglês Ben Chennell. Segundo ele, existem várias reservas de metano congelado e comprimido no fundo do oceano e se elas desmoronam, causam explosões submarinas, que com o deslocamento de ar e água, afundam as embarcações que estiverem no local. Questionado sobre os aviões desaparecidos, ele disse que em casos mais extremos as explosões poderiam super aquecer os motores de aeronaves que estivessem passando pelo local. Mas ele não soube explicar como as tripulações de barcos encontrados intactos, desapareciam. A região do Triângulo das Bermudas também é conhecida pelos cientistas por ocorrerem outros fenômenos interessantes, só encontrados alí, ou encontrados em maior concentração do que em outras partes do mundo. São encontradas em grande número, por exemplo, cavernas subterrâneas que dão passagem a lagos e mares no continente americano. Relatos de sobreviventes que quase desapareceram na região, citam uma grande neblina que ofuscava a visão e fazia parecer que mar e céu eram a mesma coisa. Um capitão de fragata disse que sentiu uma força puxando o barco no sentido contrário ao que ele tentava direcionar sua embarcação. Um rebocador que socorria um grande cargueiro escapou dessa mesma névoa descrita por várias pessoas, porém o cargueiro teria desaparecido depois de uma espécie de tempestade na qual o dono do rebocador disse ter passado. Existem no planeta vários outros pontos conhecidos como portais do diabo ou triângulos de tempestades magnéticas, mas o mais famoso, sem dúvida é o Triângulo das Bermudas. Uma lista de apenas algumas embarcações e aeronaves desaparecidas no Triângulo das Bermudas: * KAIYO MARUS - Um navio enviado pelo governo japonês, justamente com o intuito de estudar o fenômeno no local, desapareceu sem deixar nenhuma pista, com dezenas de cientistas a bordo. *ROSALIE - Barco francês desaparecido em 1840. Foi encontrado meses depois na área do Triângulo das Bermudas, com as velas recolhidas, carga intacta, navegando normalmente, porém sem nenhum vestígio de sua tripulação. *MARY CELESTE - Barco desaparecido em novembro de 1872, com 10 tripulantes. Foi encontrado em dezembro do mesmo ano sem ninguém a bordo. * ATLANTA - Fragata britânica com 290 pessoas a bordo, desaparecido em janeiro de 1880. * FREYA - De origem alemã, ficou um dia desaparecido. Saiu de Manzanillo, Cuba no dia 3 de outubro de 1902. O curioso é que foi encontrado no dia seguinte, no mesmo local de onde havia saído, porém sem nenhuma pessoa a bordo. Todos os tripulantes desapareceram. * CYCLOPS - Desaparecido em 4 de março de 1918. Carregava 19.000 toneladas de provisionamentos para a marinha americana. Tinha 309 pessoas a bordo e desapareceu sem nem mesmo enviar uma mensagem de socorro. * RAIFUKU MARU - Cargueiro japonês desaparecido en 1924. Chegou a pedir ajuda pelo rádio, mas nunca foi encontrado. * COTOPAXI - Desaparecido em 1925, próximo a Cuba. * STAVENGER - Cargueiro desaparecido em 1931 com 43 homens a bordo. * JOHN AND MARY - Desapareceu em abril de 1932. Posteriormente foi encontrado a deriva, a cerca de 80km das ilhas Bermudas. * ANGLO-AUSTRALIAN - Desaparecido em março de 1938. Pediu socorro quando estava próximo as ilhas Açores. Sua tripulação era de 39 homens. * GLORIA COLITE - Desaparecido em fevereiro de 1940. Também apareceu com tudo intacto, mas sem tripulação. * RUBICON - Desapareceu em 22 de outubro de 1944. Cargueiro cubano que teria sumido no centro do chamado Triângulo das Bermudas. Foi encontrado mais tarde pela Guarda Costeira Americana próximo a costa da Flórida. * SANDRA - Cargueiro repleto de inseticidas que desapareceu em junho de 1950. Nunca foi encontrado. * CONNEMARA IV - Desapareceu em setembro de 1955. Apereceu 640km distante das bermudas, também sem tripulação. * MARINE SULPHUR QUEEN - Cargueiro que desapareceu em fevereiro de 1963 sem emitir nenhum pedido de socorro. * SNO'BOY - Desaparecido em 1º de Julho de 1963. Era um pesqueiro com 20 homens a bordo. Nunca foi encontrado. * WITCHCRAFT - Desaparecido em 24 de dezembro de 1967. Considerado um dos casos mais extraordinários do Triângulo. Tratava-se de uma embarcação que realizava cruzeiros marítimos. Estava amarrado a uma bóia em frente ao porto de Miami, Flórida, a cerca de 1600 metros do solo. Simplesmente desapareceu com sua equipe e um passageiro a bordo. * ANITA - Desaparecido em março de 1973. Era um cargueiro de 20.000 toneladas que estava circulando próximo ao Triângulo com 32 tripulantes a bordo. * MILTON ATRIDES - Cargueiro desaparecido em abril de 1973. * SUPER CONTELLATIÓN - Avião desaparecido em 30 de outubro de 1945. Era um avião da marinha norte americana. Estava com 42 pessoas a bordo. * MARTIN MARINER - Hidroavião desaparecido em 5 de dezembro de 1945. Depois de 20 minutos de vôo, sumiu com 13 tripulantes a bordo. * Um C-54 do exército dos Estados Unidos, desapareceu em 1947. Nunca foi encontrado. * Um avião TUDOR IV. Desaparecido em 29 de janeiro de 1948. Avião comercial de quatro motorres. Tinha 31 passageiros e 3 tripulantes a bordo. * Avião DC-3. Desaparecido em 28 de dezembro de 1948. Avião particular, comercial, com 32 passageiros. * Mais um avião TUDOR IV, desapareceu em 17 de janeiro de 1949. Avião comercial. * GLOBEMASTER - Avião desaparecido em março de 1950. Era um avião comercial dos Estados Unidos. * Avião de transporte britânico YORK. Desaparecido em 2 de fevereiro de 1952. Tinha 33 passageiros a bordo fora a tripulação. Sumiu ao norte do Triângulo das Bermudas. * MARTIN P-5M. Hidroavião desaparecido em 9 de novembro de 1956. Fazia a patrulha da costa dos Estados Unidos. Sumiu com 10 tripulantes a bordo nas proximidades do Triângulo das Bermudas. * CHASE YC-122 - Desaparecido em 11 de janeiro de 1957. Era um avião cargueiro com 4 passageiros a bordo. * Um avião KB-50 desapareceu em 8 de janeiro de 1962. Tratava-se de um avião tanque das Forças Aéreas dos Estados Unidos. Desapareceu quando cruzava o Triângulo. * 2 STRATOTANKERS KC-135 desapareceram em 28 de agosto de 1963. Eram 2 aviões de quatro motores cada, novos, a serviço das forças aéreas americanas. Iam em missão secreta para um base no Atlântico, mas nunca chegaram no local. * CARGOMASTER C-132 - Desaparecido em 22 de setembro de 1963 perto das ilhas Açores. * FLYNG BOXCAR C-119 - Desaparecido em 5 de junho de 1965. Era um avião comercial com 10 passageiros a bordo. Fonte:Años Luz - The Bermuda Triangle ~ The Devil's Sea

7 DESAPARECIMENTOS NO TRIÂNGULO DAS BERMUDAS

O Triângulo das Bermudas, também conhecido como o Triângulo do Diabo, é uma faixa do Oceano Atlântico limitada por Flórida, Bermudas e Porto Rico que tem sido o local dos mais estranhos desaparecimentos ao longo da história. A Guarda Costeira americana não reconhece o Triângulo das Bermudas, ou as explicações sobrenaturais para os misteriosos desaparecimentos bem no meio dele. Há algumas explicações prováveis para as embarcações desaparecidas, incluindo furacões, terremotos subaquáticos, e campos magnéticos que interferem nas bússolas e em outros dispositivos de posicionamento. Mas é muito mais interessante pensar que as seguintes embarcações foram engolidas por outra dimensão, abduzidas por aliens ou simplesmente desapareceram sem deixar rastros. Esses malfadados aviões, navios e pessoas foram vítimas das misteriosas forças do Triângulo das Bermudas. Descubra como embarcações e aeronaves, e seus passageiros, nunca mais foram vistos. Quem disse que o Triângulo das Bermudas só engole navios e aviões? Quem disse que ele não pode levar um homem à loucura também? Talvez seja isso que aconteceu no Teignmouth Electron, em1969. A Sunday Times Golden Globe Race (a primeira corrida de iate ao redor do mundo sem paradas) deixou a Inglaterra em 31 de outubro de 1968, exigindo que cada participante viajasse sozinho. Donald Crowhurst era um dos participantes, mas ele nunca cruzou a linha de chegada. O Electron foi encontrado abandonado no meio do Triângulo das Bermudas em julho de 1969. Diários de bordo recuperados na embarcação revelam que Crowhurst estava enganando os organizadores sobre sua posição na corrida e indo um pouco mais adiante no grande oceano azul. Também revelaram que Crowhurst estava demonstrando sinais de doença mental. O último registro em seu diário é datado de 29 de junho - acredita-se que Crowhurst tenha pulado do barco e se afogado no Triângulo. Uma aeronave Tudor 4 como o Star Tiger deixou as Bermudas em 17 de janeiro de 1949 com 7 tripulantes e 13 passageiros com destino à Jamaica. Naquela manhã, o capitão J. C. McPhee relatou que o vôo estava indo bem. Logo em seguida, outra mensagem mais crítica veio do capitão, quando ele relatou que estava mudando de frequência, e nada mais foi ouvido dele. Nunca mais. Mais de 60 aeronaves e 13 mil homens saíram em busca do Star Airel, mas nem pista do avião. Restos ou destroços jamais foram encontrados. Depois do desaparecimento do Ariel, as Tudor 4 deixaram de ser produzidas. FONTE:HSW

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

PELA SUA SAÚDE,PRIORIZE MAIS PEIXE OU FRANGO DO QUE CARNE VERMELHA

Segundo um novo estudo, alimentos ricos em proteína, como peixe ou frango, devem ser priorizados e mais consumidos do que aquele belo bife acebolado, pois eles podem reduzir o risco de doenças cardíacas. O estudo mostra que substituir a carne vermelha ou minimizar a quantidade dela na sua dieta traz benefícios importantes para a saúde. Os resultados demonstraram que comer mais carne vermelha cozida ou processada e laticínios ricos em gordura aumenta os riscos de doença cardíaca. A pesquisa compilou dados de questionários aplicados a 84.136 mulheres com idade entre 30 e 55 anos. Comparado com as mulheres que comiam, em média, meia porção de carne vermelha por dia, as mulheres que comiam duas porções tiveram um risco 30% maior de desenvolver doença cardíaca coronária. Além de reduzir as porções de carne vermelha, o resultado mostrou que comer mais peixe, frango e nozes diminui o risco de doença cardíaca coronária. Trocando a carne vermelha por uma porção de nozes ao dia, o risco cai 30%; trocando a carne vermelha por uma porção de peixe ao dia, o risco cai 24%; trocando por uma porção carne de ave ao dia, o risco cai 19% e trocando por uma porção de produtos lácteos com baixo teor de gordura por dia, o risco cai 13%. Embora o estudo tenha sido realizado somente com mulheres, os pesquisadores disseram que é muito provável que os resultados também se apliquem aos homens. Sendo assim, o conselho para melhorar a saúde é aproveitar os produtos citados e fazer substituições da carne vermelha em sua dieta. FONTE:LiveScience

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

5 DICAS PARA EVITAR A RADIAÇÃO DO TELEFONE CELULAR

Alguns estudos mostram uma ligação estatística do celular com câncer, mas estes dados ainda necessitam de confirmação. Muitos anos atrás foram observadas relações estatística entre cigarro e câncer, mas não se compreendia a causa exata da doença. Essa é a mesma preocupação de Devra Davis, Diretora do Centro de Oncologia Ambiental da Universidade de Pittsburg, nos EUA. Não há evidência concreta de que os celulares sejam nocivos, mas nós também não temos certeza de que eles sejam seguros. E a preocupação é ainda maior no que concerne às crianças. Se uma criança de 14 anos está fumando, você não precisa se preocupar que ela vá desenvolver câncer naquele instante. Os efeitos do tabaco podem levar décadas para se acumular no organismo e causarem as mutações nocivas que levam ao câncer, e é possível que o mesmo ocorra com os celulares. Como os aparelhos celulares, que hoje parecem estar onipresentes, são usados a apenas poucos anos não há como saber dos efeitos de uma exposição a longo prazo. O grupo da Dra. Devra e seus colegas, especialistas em câncer, liberaram recentemente um comunicado para seus funcionários sobre o uso dos celulares, recomendando o uso de viva-voz ou fones de ouvido. Crianças, segundo ela, deveriam usar celulares apenas em emergências, pois possuem o crânio mais fino e o cérebro ainda está em desenvolvimento. Ninguém deveria carregar seus aparelhos no bolso ou na cintura. “Você está cozinhando a sua medula óssea”, disse Devra. Na possibilidade da radiação do celular realmente ser perigosa, você quer jogar Roleta Russa com a sua cabeça? Se você se convenceu com os argumentos mais alarmistas de que o celular possa causar câncer, agora terá que descobrir a melhor maneira de continuar usando o seu aparelho, já que a maioria de nós não pode mais viver sem ele. Enquanto não houver um consenso sobre o assunto entre os especialistas, o que nós podemos fazer? É fato que os celulares realmente emitem radiação, mas há alguns simples passos que podem reduzir a exposição à radiação ou praticamente eliminá-la. 5. COMPRE UM TELEFONE CELULAR COM MENOS RADIAÇÃO radiação do celular é medida através da Taxa de Absorção Específica (specific absorption rate – SAR). Para saber qual a SAR do seu aparelho veja esta lista (em inglês). Alcatel BenQ (BenQ-Siemens) Kyocera LG Mitsubishi Motorola Nextel (Sprint) Nokia Palm Treo Panasonic Sagem Samsung Siemens (BenQ-Siemens) UTStarcom Mas é o nível de exposição que importa. Se você utiliza muito o celular é importante comprar um telefone com uma SAR menor. Mas se você o utiliza pouco, a sua exposição é bem reduzida. 4. USE UM FONE DE OUVIDO DE “TUBO OCO” É similar a um fone comum, exceto pelo fato de que os últimos 15 cm – a parte mais próxima do ouvido – é um tubo oco sem fios. Nesse caso você está recebendo o som através do ar e não ondas de radio. 3. USE UM FONE BLUETOOTH Um fone Bluetooth também emite radiação, mas ela é cem vezes menor do que a radiação que você recebe ao segurar o telefone no ouvido, disse Magda Havas, professora associada do Institute for Health Studies da Universidade de Trent em Ontário, Canadá. Os especialistas ficaram divididos entre quesito e o no 2, mas o governo de Israel emitiu recomendações essa semana sugerindo especificamente fones com fio. Mas apesar de Magna gostar da solução Bluetooth ela diz para não colocar o fone na cabeça se você não estiver falando, pois o dispositivo continua a emitir sinal. Há pessoas que utilizam o fone o tempo todo e o mínimo que devem fazer é mudar o fone entre os ouvidos, de tempos em tempos, para reduzir a exposição em apenas um dos lados. 2. USE FONES DE OUVIDO COM FIOS COM UMA CONTA DE FERRITE Não, não é nenhum tipo de bijuteria. Uma conta de ferrite pode ser colocada no fio do fone de ouvido. A preocupação é que o próprio fio emita radiação no seu ouvido. A conta foi criada para absorver a radiação, para que você não o faça. Elas são baratas e você pode encontrar em lojas ou na internet. As contas são os favoritos de Louis Slesin, editor da revista Microwave News. “É a melhor maneira”, ele disse. Testes feitos na Universidade de York, na Inglaterra, descobriram que se você usa a conta de ferrite a radiação emitida pelo fio não pode sequer ser medida, mesmo sob as piores condições. “Este dispositivo comum mata a radiação.” É claro que se o telefone celular está em seu bolso isso não ajuda muito, pois o aparelho estaria irradiando diretamente no seu corpo. Portanto, se você preocupa-se mesmo com a radiação, mantenha o telefone o mais afastado o possível e evite ao máximo que o fio esteja tocando seu corpo. 1. USE SEMPRE A FUNÇÃO VIVA-VOZ Esta é a opção alternativa favorita de todos os especialistas. Nada próximo da sua cabeça. “Coloque-o a algumas dezenas de centímetros. Meio ou um metro é o ideal”, disse Magda. A cada centímetro que você afasta o aparelho de seu corpo faz com que a radiação se reduza rapidamente. A 5 cm de distância a radiação reduz em 4 vezes. Se você segurá-lo a 10 cm a radiação cai 16 vezes, segundo ela. Segundo Louis “cada milímetro conta”. Muitos dos cientistas entrevistados usam o aparelho direto no ouvido, pois o utilizam pouco. A analogia com o cigarro também vale aqui. Se você fuma um ou dois cigarros por semana não precisa se preocupar tanto quanto uma pessoa que fuma um maço por dia. FONTE:CNN

CELULARES E RADIAÇÃO: CONHEÇA OS MODELOS QUE EMITEM OS MAIORES E MENORES NÍVEIS

Se você é um usuário de telefone celular – um grupo que, nestes dias, significa praticamente todo mundo – e não se preocupa com a radiação emitida pelo aparelho, talvez seja hora de rever seus conceitos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou essa semana os celulares como “possivelmente cancerígenos para os seres humanos”. Os aparelhos em si não são necessariamente prejudiciais – é a radiação emitida pelos celulares, e absorvida pelo corpo humano, que preocupa os médicos. Mas quando se trata de níveis de radiação, nem todos os telefones são iguais. Abaixo estão as listas de alguns modelos disponíveis no mercado que emitem os níveis mais altos e mais baixos de energia de radiofrequência. Uma rápida explicação sobre os números: eles se referem à “taxa de absorção específica”, ou SAR, na sigla em inglês, um referencial comum que mede a taxa de energia de radiofrequência que seu corpo absorve do telefone. Quanto menor o número, menor é a exposição à radiação. Para um celular ser certificado pelos órgãos competentes e vendido nos EUA, por exemplo, seu nível máximo de SAR deve ser menor que 1,6 watts por quilograma. As listas foram compiladas pelo Grupo de Trabalho Ambiental americano, baseadas em dados fornecidos pelos fabricantes dos celulares. Os dados foram coletados em dezembro do ano passado, o que significa que alguns modelos mais recentes não estão listados. Os aparelhos são os à venda nos Estados Unidos. NÍVEIS MAIS BAIXOS DE RADIAÇÃO: 1. LG Quantum (AT & T): 0,35 watts por quilograma 2. Casio EXILIM (Verizon Wireless): 0,53 W / kg 3. Pantech Breeze II (AT & T, a AT & T GoPhone): 0,55 W / kg 4. Sanyo Katana II (kajeet): 0,55 W / kg 5. Samsung Fascinate (Verizon Wireless): 0,57 W / kg 6. Samsung Mesmerize (CellularOne, EUA Celular): 0,57 W / kg 7. Samsung SGH-a197 (AT & T GoPhone): 0,59 W / kg 8. Samsung Contour (MetroPCS): 0,60 W / kg 9. Samsung Gravity T (T-Mobile): 0,62 W / kg 10. Motorola i890 (Sprint) e Samsung SGH-T249 (T-Mobile): 0,63 W / kg NÍVEIS MAIS ALTOS DE RADIAÇÃO: 1. Motorola Bravo (AT & T): 1,59 W / kg 2. Motorola Droid 2 (Verizon Wireless): 1,58 W / kg 3. Palm Pixi (Sprint): 1,56 W / kg 4. Motorola Boost (Boost Mobile): 1,55 W / kg 5. Blackberry Bold (AT & T, T-Mobile): 1,55 W / kg 6. Motorola i335 (Sprint): 1,55 W / kg 7. HTC Magic (T-Mobile): 1,55 W / kg 8. Motorola W385 (Boost Mobile, Verizon Wireless, U.S. Cellular): 1,54 W / kg 9. Motorola i290 Boost (Boost Mobile): 1,54 W / kg 10. Motorola DEFY (T-Mobile); Motorola Quantico (U.S. Cellular, MetroPCS); Motorola Charm (T-Mobile): 1,53 W / kg O nível de SAR do iPhone 4 da Apple é de 1,17 W / kg (no modelo para a AT & T, o modelo da Verizon não foi listado). Os níveis de radiação das dezenas de modelos de BlackBerry variam muito. Esses números apresentados, porém, são apenas uma estimativa. Sua exposição real vai depender da frequência com que você usa seu celular e as condições específicas da rede. Por exemplo, quando a conexão está fraca, o telefone celular precisa enviar mais radiação para alcançar a torre de comunicação. Além disso, ainda não há provas conclusivas de que um telefone com um maior nível de SAR representa um risco maior para a saúde – ou, na verdade, qualquer risco – em compraração com um modelo que emite menos radiação. FONTE: CNN

15 FATOS EXTRAORDINÁRIOS SOBRE O CORPO HUMANO

15 Os ácidos digestivos do estômago possuem potência suficiente para digerir zinco. Felizmente as células naquele órgão se renovam em velocidade suficiente para que o seu suco gástrico não possa digerir a si mesmo. 14 Os pulmões possuem 300 milhões de capilares, ou seja, minúsculos vasos sanguíneos. Se eles fossem ligados ponta a ponta poderiam percorrer a distância de 2.400 km. 13 Um homem libera em média 250 milhões de espermatozóides durante um único ato sexual, produzindo cerca de 525 bilhões destas células durante toda a sua vida. A mulher libera apenas cerca de 450 óvulos maduros durante toda a sua vida. 12 Os ossos humanos são tão fortes quanto o granito ao sustentar peso. Um bloco de ossos do tamanho de uma caixa de fósforos grande pode sustentar até nove toneladas, isso é quatro vezes a capacidade do concreto. 11 Cada unha do corpo leva seis meses para crescer da base até a ponta. 10 O maior órgão do corpo é a pele. Um homem adulto é coberto por cerca de 1,9m2 de pele. Cada um de nós perde cerca de 600 mil partículas de pele por hora. A pele morta é constantemente esfoliada do corpo somando cerca de 48kg ao longo de 70 anos. A pele morta também é a responsável pela maior parte do pó na sua casa. 9 Enquanto você dorme sua altura aumenta cerca de 8mm. Durante o dia cada um encolhe novamente para o tamanho normal. A causa são os discos de cartilagem em nossa coluna vertebral que se hidratam durante o sono, aumentando de volume, e são espremidas como esponjas durante o dia, por causa da força da gravidade. 8 Uma pessoa comum do ocidente ingere cerca de 50 toneladas de comida e bebe 50 mil litros de líquidos durante a sua vida. 7 Cada rim contém cerca de um milhão de filtros individuais. Eles filtram cerca de 1,3 litros de sangue por minuto e expelem até 1,4 litros de urina por dia. 6 Os músculos focais dos olhos se movem cerca de 100 mil vezes por dia. Para malhar as pernas da mesma maneira você teria que andar 80km. 5 Em apenas uma hora um corpo humano gera calor combinado suficiente para ferver 3,8 litros de água. 4 Uma única hemácia do seu sangue leva apenas um minuto para circular completamente o seu corpo. 3 O prepúcio (pele da ponta do pênis) removido de bebês circuncidados, quando colocado em cultura, leva apenas 21 dias para crescer pele suficiente para cobrir três quadras de basquete. Graças à ciência esta pele é usada para tratar pacientes de queimaduras entre outras enfermidades. 2 É comum ouvir a frase que afirma que “somos criaturas visuais”. Isso se dá pelo fato de que os olhos recebem cerca de 90% de toda a nossa informação. 1 O coração bombeia cerca de 5 litros de sangue por minuto, ou seja 7.200 litros por dia, mais de 2,5 milhões de litros a cada ano ou 184 milhões litros até os 70 anos de idade. Nada mal para uma bomba biológica de apenas 300 gramas! [Fontes: LISTVERSE,WIKIPEDIA,LIVESCIENCE,HSW,BODIESTHEEXHIBITION]

10 FATOS INTERESSANTES SOBRE O CORAÇÃO

Assuntos do coração são discutidos na sociedade há muito tempo, não só por médicos e profissionais da saúde, mas também por escritores literários. Existem livros inteiros dedicados a ele e a, principalmente, o amor. Cada vez mais temos a certeza de que o coração é complexo; sem ele não podemos viver nem amar. Aproveite então para conhecer um pouco dos mistérios dessa máquina incrível da qual você depende totalmente: 10) SEX APPEAL Um estudo descobriu que ter um orgasmo pelo menos três vezes por semana corta pela metade a probabilidade de morte por doença cardíaca coronária. Além disso, o sexo pode ser uma ginástica e tanto. Estima-se que uma sessão de sexo vigoroso pode dobrar a ritmo do coração e queimar cerca de 200 calorias, ou o equivalente a uma corrida de 15 minutos. Assim, permanecer na cama pode ser exatamente o que o médico pediu. 9) CORAÇÃO FEMININO
Durante décadas, doenças cardíacas e ataques do coração foram vistos como uma doença do homem, mas isso está longe da verdade. Doenças do coração matam 500 mil mulheres norte-americanas a cada ano, contra 50 mil homens. Outra diferença entre os sexos: mulheres não tendem a ter um ataque cardíaco padrão hollywoodiano em que a dor no peito lhe faz cair ao chão. Em vez disso, as mulheres relataram aperto, dor ou pressão no coração, além de outros sintomas como náuseas, dores nas costas e na mandíbula. 8 ) REMENDO NO CORAÇÃO
Um coração partido pode ser doloroso o suficiente para lhe fazer desejar um kit de reparação. Essa opção pode se tornar realidade um dia. Cientistas estão estudando a salamandra vermelha manchada para desenvolver terapias celulares para seres humanos com corações fisicamente danificados. Este anfíbio pode “renascer” suas células, como se elas fossem células-tronco, a fim de construir um novo músculo para o coração. Em outro estudo, cientistas projetaram um coração que bate a partir de células-tronco embrionárias em laboratório. 7) DE CORAÇÃO PARA CORAÇÃO
Um olhar aparentemente tímido de um cachorro ou uma carícia de seu gato pode fazer você imaginar se seu animal de estimação pode se comunicar com você. Um estudo recente adiciona os cavalos na lista de animais sensíveis emocionalmente. Uma cientista verificou que o ritmo do coração de um cavalo reflete os seres humanos que os tocam. O detector de emoção do cavalo poderá um dia substituir os métodos utilizados para mensurar hormônios do stress em pacientes. 6) CORAÇÃO GRANDE
Algumas pessoas realmente têm corações maiores do que outros – e não tem nada a ver com o ditado “em coração de mãe sempre cabe mais um”. Ao invés de ser um sinal de afeto, o coração dilatado pode indicar doença cardíaca. O tipo mais comum, chamada cardiomiopatia dilatada, ocorre quando as câmaras do coração estendem e ampliam. A doença pode privar os órgãos do corpo de sangue suficiente. Se não for tratado, um coração grande pode levar à insuficiência cardíaca. 5) RIR FAZ BEM PRO CORAÇÃO
Uma gargalhada do tipo que lhe faz escorrer lágrimas pode fazer com que o revestimento das paredes dos seus vasos sanguíneos, chamado endotélio, relaxe, aumentando o fluxo de sangue por até 45 minutos após o ataque de riso. Porém, danos ao endotélio podem levar ao estreitamento dos vasos sanguíneos e, eventualmente, doenças cardiovasculares. Isso não é motivo para rir. 4) BEBIDA PARA O CORAÇÃO
Um copo de Merlot pode ir direto ao coração, segundo pesquisas. E isso também vale para a variedade branca. Os cientistas atribuem benefícios ao coração à pele da uva, repleta de certos antioxidantes. Desde que é a pele arroxeada que é removida para fazer Chardonnays, muitos cientistas assumiram que o vinho branco provavelmente não faria qualquer bom ao coração, mas um experimento com ratos de laboratório mostrou que a polpa de uva esconde compostos cardio protetores que rivalizam com os encontrados em vinhos tintos. Tinto ou branco? Basta seguir seu coração. 3) PODEROSA BOMBA
Em menos de um minuto, seu coração pode bombear sangue para todas as células do seu corpo. E ao longo de um dia, cerca de 100.000 batimentos cardíacos bombeiam 2.000 litros de sangue rico em oxigênio, muitas vezes através de cerca de 96 mil quilômetros de ramificação de vasos sanguíneos que ligam as células dos nossos órgãos e partes do corpo. Trabalho pesado para um músculo do tamanho de um punho, não? 2) CORAÇÃO PARTIDO
Segundo uma pesquisa, um rompimento com alguém querido ou a notícia de uma morte na família pode, literalmente, levar a corações partidos, sob a forma de maior risco de ataque cardíaco. Esse trauma também pode desencadear a liberação de hormônios do estresse na corrente sanguínea que temporariamente atordoam o coração. Os sintomas resultantes imitam aqueles de um ataque cardíaco – dores no peito e falta de ar – mas deste tipo de dores no coração você pode se recuperar em alguns dias. 1) SINAL DE AMOR
Pesando cerca de 283 gramas, o músculo cheio de sangue chamado de coração se tornou o símbolo universal do amor. Os gregos acreditavam que o coração era a sede do espírito; os chineses o associaram ao centro de felicidade e os egípcios acreditavam que as emoções e o intelecto surgiram a partir do coração. Ninguém sabe ao certo a origem exata da associação do coração ao amor, no entanto. Uma ideia é que o coração tenha adquirido sua marca de “amor” na antiga cidade grega de Cirene, na Líbia. A colônia era conhecida por uma planta chamada Silphium, com casca de semente em forma de coração. A Silphium tinha propriedades medicinais, e possivelmente também foi utilizada como um contraceptivo de ervas. FONTE: [LiveScience]

7 COISAS SURPREENDENTES SOBRE O UNIVERSO

A cada dia, novas descobertas assustam e deixam os astrônomos perplexos. Muitas coisas que sabemos sobre o universo ainda não têm explicação, enquanto outras funcionam de maneira tão perfeita ou misteriosa que nos fazem crer em algo maior. Confira algumas das coisas mais interessantes sobre o universo em que vivemos: 1 – O UNIVERSO É (MUITO) ANTIGO
O universo começou com o Big Bang. Os cientistas estimam que ele tenha cerca de 13,7 bilhões de anos (para mais ou menos 130 milhões de anos). Os astrônomos fizeram esse cálculo através da medição da composição da matéria e densidade de energia no universo, o que lhes permitiu determinar quão rápido o universo expandiu-se no passado. Como resultado, eles poderiam “voltar no tempo” e identificar quando o Big Bang ocorreu. O tempo entre a explosão e agora compõe a idade do universo. 2 – O UNIVERSO ESTÁ EXPANDINDO
Na década de 1920, o astrônomo Edwin Hubble fez a descoberta revolucionária de que o universo não é estático, mas sim está se expandindo. Por muito tempo se pensou que a gravidade da matéria no universo tornaria essa expansão lenta, ou até mesmo faria com que ela se contraísse. Em 1998, o Telescópio Espacial Hubble estudou supernovas muito distantes e concluiu que, há muito tempo, o universo estava se expandindo mais lentamente do que acontece hoje. Esta descoberta intrigante sugeriu que uma força inexplicável, chamada energia escura, é o motor da expansão acelerada do universo. Enquanto a energia escura pode ser a força estranha que está puxando o cosmos em velocidades cada vez maiores, ela continua a ser um dos maiores mistérios da ciência, já que sua detecção permanece indefinida. 3 – O UNIVERSO ESTÁ ACELERANDO
A misteriosa energia escura não só pode ser a condução da expansão do universo, como parece estar puxando o cosmos em velocidades cada vez maiores. Em 1998, duas equipes de astrônomos anunciaram que não o universo não estava apenas em expansão, mas acelerando também. Segundo os pesquisadores, quanto mais longe uma galáxia está da Terra, mais rápido ela está se afastando. A aceleração do universo também confirma a teoria de Albert Einstein da relatividade geral, e, ultimamente, os cientistas têm revivido a constante cosmológica de Einstein para explicar a estranha energia escura que parece neutralizar a gravidade e fazer com que o universo se expanda a um ritmo acelerado. Três cientistas ganharam o Prêmio Nobel 2011 de Física por sua descoberta de 1998 de que a expansão do universo estava se acelerando. 4 – O UNIVERSO PODE SER PLANO
A forma do universo é influenciada pela luta entre a força da gravidade (com base na densidade da matéria no universo) e sua taxa de expansão. Se a densidade do universo exceder um certo valor crítico, então o universo seria “fechado”, como a superfície de uma esfera. Isto implica que o universo não é infinito, mas não tem fim. Neste caso, o universo eventualmente irá parar de se expandir e começar a colapsar sobre si mesmo, em um evento conhecido como “Big Crunch”. Se a densidade do universo for menor que o valor de densidade crítica, então a forma do universo seria “aberta”, como a superfície de uma sela. Neste caso, o universo não tem limites e vai continuar a se expandir para sempre. No entanto, se a densidade do universo for exatamente igual à sua densidade crítica, então a geometria do universo é “plana”, como uma folha de papel. Nesse caso, o universo não tem limites e se expandirá para sempre, mas a taxa de expansão irá gradualmente se aproximar de zero depois de uma quantidade infinita de tempo. Medições recentes sugerem que o universo é plano, com uma margem de cerca de 2% de erro. 5 – O UNIVERSO ESTÁ CHEIO DE COISAS INVISÍVEIS
O universo é majoritariamente composto de coisas que não podem ser vistas. Na verdade, as estrelas, planetas e galáxias que podem ser detectadas representam apenas 4% do universo. Os outros 96% são substâncias que não podem ser vistas ou facilmente compreendidas. Estas substâncias elusivas, chamada de energia escura e matéria escura, ainda não foram detectadas, mas os astrônomos baseiam sua existência na influência gravitacional que ambas exercem sobre a matéria normal, as partes do universo que podem ser vistas. 6 – O UNIVERSO TEM ECOS DE SEU NASCIMENTO
A radiação cósmica de fundo do universo é composta por ecos de luz que sobraram do Big Bang que criou o universo, 13,7 bilhões de anos de atrás. Esta relíquia da explosão coloca um véu de radiação em torno do universo. Uma missão da Agência Espacial Europeia mapeou o céu inteiro à luz de micro-ondas para revelar novas pistas sobre como o universo começou. Essas observações são os pontos de vista mais precisos da radiação cósmica de fundo já obtidos. Os cientistas esperam usar os dados da missão para resolver algumas das questões mais debatidas no campo da cosmologia, como o que aconteceu imediatamente depois que o universo foi formado. 7 – PODE HAVER MAIS DE UM UNIVERSO
A ideia de que vivemos em um multiverso, que nosso universo é um dos muitos, vem de uma teoria chamada inflação eterna, que sugere que logo após o Big Bang, o espaço-tempo se expandiu a taxas diferentes em lugares diferentes. Segundo a teoria, isso deu origem a “universos bolha” que poderiam funcionar com as suas próprias leis da física. O conceito é polêmico e era meramente hipotético, até que estudos recentes procuraram marcadores físicos da teoria do multiverso no fundo cósmico de micro-ondas, que é uma relíquia do Big Bang. Pesquisadores buscaram as melhores observações disponíveis do fundo cósmico de micro-ondas para detectar sinais de colisões, mas não encontraram nada de conclusivo. Se dois universos se colidiram, os pesquisadores afirmam que isso teria deixado um padrão circular para trás na radiação cósmica de fundo. FONTE:[Space]

10 FATOS SURPREENDENTES SOBRE O CÉREBRO HUMANO

Se algum dia sua autoestima estiver “no chão”, lembre-se disto: entre suas orelhas está uma das estruturas mais fantásticas que existem – seu cérebro.E, mesmo que você não seja, digamos, um possível candidato ao Prêmio Nobel de Física, essa “máquina” não deixa de ser impressionante. 1 – O CÉREBRO NÃO SENTE DOR Por não ter receptores para isso, o cérebro não sente dor. É por isso que neurocirurgias podem ser feitas enquanto o paciente está acordado. Aliás, isso ajuda os cirurgiões a manter o controle sobre o procedimento – e não bagunçar funções motoras ou de visão, por exemplo. O que não torna esse tipo de cirurgia algo menos perturbador de se ver… 2 – HÁ MAIS DE 160 MIL QUILÔMETROS DE VASOS SANGUÍNEOS NO CÉREBRO Curiosamente, essa estrutura relativamente pequena (que pesa menos de 2 kg) contém um número monstruoso de elementos: 100 bilhões de neurônios, conectados entre si por 100 trilhões de sinapses. Em termos de informação, o cérebro é capaz de armazenar 1.000 terabytes (1 terabyte = 1.024 gigabytes), o equivalente a cinco vezes o conteúdo da Enciclopédia Britânica. Em tempo: nós usamos 100% da capacidade do nosso cérebro, ao contrário do que dizia aquele famoso mito dos 10%. 3 – O CÉREBRO DE EINSTEIN FOI PRESERVADO Poucas horas depois de sua morte, em 1955, Einstein teve seu cérebro retirado pelo Dr. Thomas Harvey sem autorização da família. O legista simplesmente tomou chá de sumiço e só foi encontrado 23 anos depois por um jornalista persistente. O médico admitiu que ainda estava com o cérebro de Einstein, cortado em 240 partes e preservado em jarros com formaldeído. 4 – HÁ GRANDES DIFERENÇAS ENTRE OS DOIS LADOS DO CÉREBRO Essa fantástica estrutura é formada por dois hemisférios, sendo um deles mais voltado a pensamentos racionais e analíticos (o esquerdo) e o outro voltado mais para pensamentos conceituais e visuais (o direito). Além disso, eles trabalham de forma “invertida”: se você machuca sua mão direita, a dor é processada pelo hemisfério esquerdo. Curiosamente, você sobreviveria mesmo que perdesse completamente um dos hemisférios (não sei se muito bem). 5 – O CÉREBRO DOS HOMENS É 10% MAIOR QUE O DAS MULHERES “Ahá! Eu sabia!”, pensaram alguns leitores. Antes de acharem que estão por cima, vale destacar que, embora seja relativamente menor, o cérebro feminino possui mais células nervosas do que o masculino. Além disso, ele realmente tende a priorizar “emoções”, enquanto o dos homens tende a priorizar a “lógica”. Mas o cérebro de homens homossexuais tende a funcionar de maneira mais similar ao de mulheres. 6 – SEU CÉREBRO É MAIS ATIVO ENQUANTO VOCÊ DORME Durante o sono, nosso cérebro processa intensamente as informações que coletou durante o dia – alguns cientistas acreditam que esse fenômeno é responsável pelos sonhos. Até hoje, ninguém sabe exatamente por que, de fato, sonhamos. Contudo, já foi comprovado que pessoas com QI mais elevado tendem a sonhar mais, e que tirar um cochilo durante o dia pode ajudá-lo a ter mais disposição e foco para trabalhar. 7 – É POSSÍVEL MANIPULAR SONHOS Quem assistiu ao filme “A Origem” provavelmente ficou surpreso com a manipulação de sonhos. A ideia, porém, é verdadeira e não é nova: o termo Sonho Lúcido, que descreve o fenômeno, foi criado na década de 1880 pelo psiquiatra alemão Frederik Willem van Eeden – mas só ganhou força quase um século depois, na década de 1960. Hoje em dia, há inúmeros sites e artigos explicando como controlar os próprios sonhos. 8 – NINGUÉM SABE POR QUE DAMOS RISADA O riso é um fenômeno unicamente humano (não, hienas não riem porque acham graça de algo), que começa a partir dos 4 meses de idade. Também é algo “contagioso” e difícil de fingir. Ainda assim, até hoje ninguém descobriu exatamente por que certas situações provocam riso, nem por que nem todo mundo acha graça em uma mesma piada. 9 – TAMANHO NÃO IMPORTA MUITO Seguindo o mesmo raciocínio do item 5, podemos dizer que um cérebro maior não garante, necessariamente, que a pessoa seja mais inteligente. O de Einstein, por exemplo, pesava 1,23 kg (a média para um adulto é de 1,4 kg). 10 – O QI MAIS ALTO DO MUNDO É 210 O coreano Kim Ung-yong, nascido em 1962, possui o QI mais alto do mundo. Aos seis meses de idade, já começou a falar. Aos oito, conseguia entender álgebra. Começou a frequentar o curso de física na Universidade de Hanyang aos 4 anos e, quando se formou, foi convidado pela NASA para continuar seus estudos nos EUA. De volta à Coreia do Sul, em 1978, trocou a física pela engenharia civil e obteve um título de doutorado na área. fonte:[Oddee]

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL:CIENTISTAS CRIAM CHIP QUE IMITA O CÉREBRO HUMANO

Será que é possível simular, por computador, o funcionamento do cérebro humano? Um grupo de pesquisadores americanos garante que sim. Eles desenvolveram um chip que imita a maneira como o nosso cérebro responde a uma nova informação recebida. Seria um primeiro passo, conforme eles visualizam, para a criação de uma inteligência artificial. O chip foi concebido no Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT, na sigla em inglês), nos Estados Unidos. A capacidade deste dispositivo, basicamente, é fazer sinapses. Um cérebro humano tem cerca de 100 bilhões de neurônios, e a comunicação entre eles é feita sempre através de sinapses. Imitar essas sinapses artificialmente foi a base para a construção do chip. A diferença é que esse cérebro artificial não é composto de células, e sim de 400 transistores dispostos de forma a simular a “comunicação interna” das nossas mentes. Da mesma maneira que os íons correm, no nosso cérebro, através de átomos carregados eletricamente como sódio, potássio e cálcio, os íons correm através desses transistores no “cérebro” do MIT. Professores de neurobiologia da Universidade da Califórnia (EUA) foram convocados para analisar o cérebro artificial em funcionamento, e se mostraram impressionados com o seu realismo. Em um futuro talvez não muito distante, um chip como esse poderia atuar exatamente como o nosso cérebro, e de maneira ainda mais rápida. FONTE: [BBC]

CIENTISTAS DESENVOLVEM CHIPS PARA RELIGAR NEURÔNIOS

As nossas faculdades mentais, em um cérebro saudável, dependem de um delicado equilíbrio: a boa ligação entre os neurônios entre os axônios, que transmitem os impulsos elétricos. Em acidentes físicos de grande impacto, por uma variedade de razões, podem prejudicar essa comunicação entre as células nervosas, criando uma demência quase sempre irreversível. Mas pesquisadores da Universidade Case Western Reserve, em Cleveland (Ohio, EUA), estão trabalhando para torná-la reversível. Como? A partir de um chip que estimula a religação entre os axônios. Este trabalho nasceu de uma necessidade: fazer algo pelos soldados americanos nas tropas instaladas no Iraque e no Afeganistão. Quando se há uma lesão cerebral violenta, um traumatismo, como acontece em guerras, a tendência é que a pessoa em questão perca seus movimentos. E foi na busca por retomar tais movimentos que nasceu a ideia do chip. Apesar de os desenvolvedores terem pensado em retomar movimentos de soldados, em primeiro lugar, um chip restaurador pode servir para uma série de funções. Sintomas de grande consequência, como a perda de equilíbrio, coordenação e raciocínio, por exemplo. O novo chip é um dispositivo microeletrônico, que estimula os axônios a se reconectarem. Isso acontece através de pequenos impulsos elétricos que simulam atividade neural. Deve ser aplicado em um paciente pouco tempo depois do referido traumatismo (os cientistas falam em um mês, no máximo), para amplificar a potência do cérebro danificado. Este aparelho, menor do que uma moeda de 25 centavos, é chamado de “Interface cérebro-máquina-cérebro”. O dispositivo, na teoria, é concebido para ficar instalado fora do corpo, possivelmente colocado sobre a nuca. Em ratos, já foi testado com sucesso: os camundongos que tiveram atividades cerebrais danificadas foram recuperados com o aparelho. O próximo passo, segundo os cientistas, é testar em primatas não-humanos. Se tudo correr bem, eles avaliam que a máquina estará pronta para uso humano dentro de 10 anos. FONTE: [Daily Tech]

NOVOS CHIPS ELETRÔNICOS SE CONSERTAM SOZINHOS

De acordo com uma equipe americana de pesquisadores, a ideia de chips eletrônicos que se autoconsertam está mais próxima. O processo toma pouco mais do que um segundo para trazer o circuito de volta. O grupo afirma que seu trabalho pode eventualmente levar a equipamentos com maior duração, assim como resolver um dos maiores problemas das viagens interplanetárias. O processo de cura acontece usando o estresse gerado no dano ao material para quebrar pequenos reservatórios, que contém um material especial que preenche os buracos, restaurando o circuito elétrico. Para testar a teoria, a equipe criou sistemas com linhas de ouro em vidro, formando um circuito. Eles então colocaram microcápsula de 0,01 milímetros diretamente nas linhas, ou uma pequena lâmina com microcápsulas maiores, de 0,2 milímetros. Em ambos os casos, as cápsulas continham gálio-índio eutético – um material escolhido pela alta condutividade e ponto de fusão baixo. O dispositivo então foi colocado entre outra cama de vidro e acrílico, e conectado à eletricidade. O circuito foi usado até que quebrou, passando para voltagem zero. Segundo os cientistas, as microcápsulas quebradas consertaram o circuito na maior parte dos testes em apenas um milissegundo, restaurando quase toda a voltagem. As cápsulas menores consertaram o sistema todas às vezes, mas eram menos condutivas do que as maiores, que apresentaram um nível de sucesso um pouco menor. A equipe sugere que o uso de ambas no mesmo sistema daria um melhor resultado. Os dispositivos foram então monitorados por quatro meses, sem apresentar perda de condutividade. O líder do grupo afirma que a teoria pode provocar uma grande mudança na indústria espacial. “Hoje em dia, quando algo quebra no espaço, a única maneira de concertá-lo é remover o circuito e trocá-lo – não há forma de ir manualmente até lá para consertá-lo”, afirma o professor de engenharia espacial Scott White. “Penso que a real aplicação da nova tecnologia é em eletrônicos que são incrivelmente difíceis de consertar ou trocar – pense em satélites ou viagens interplanetárias, onde é fisicamente impossível trocar algo”, complementa. As razões pela qual os sistemas atuais falham após o uso repetido são microdanos internos, que atrapalham a condutividade dos elétrons de uma bateria para outra. A equipe afirma que se conseguir resolver o problema, baterias elétricas de carros podem durar muito mais anos do que hoje, tornando a manutenção dos veículos mais barata. O grupo também afirma que a técnica tem o potencial de oferecer sistemas eletrônicos mais sustentáveis. O professor White dá o exemplo de botões de celular, que param de funcionar após o uso repetido, por causa de danos no circuito interno. Sistemas de “autoconserto” iriam estender a vida desses objetos. “Basicamente, o que vemos é que os eletrônicos são dispensados para oferecer mais funcionalidade desenvolvida. Talvez a forma de fazer isso não seja fabricar novos circuitos e sistemas toda hora, mas ter alguns que durem mais”, diz White. FONTE:[BBC]

NOVOS ELEMENTOS SÃO ADICIONADOS À TABELA PERIÓDICA

Após uma revisão de três anos feita por órgãos de química e física, dois novos elementos foram acrescentados à tabela periódica. Os elementos estão atualmente sem nome, mas já se sabe que ambos são altamente radioativos e existem durante menos de um segundo antes de decair em átomos mais leves. A tabela periódica é a organização oficial de elementos conhecidos, organizados de acordo com suas propriedades e estrutura atômica. A revisão foi realizada por um grupo de trabalho conjunto da União Internacional de Química Pura e Aplicada (IUPAC) e da União Internacional de Física Pura e Aplicada (IUPAP). Nos últimos anos, houve várias reclamações por parte de laboratórios internacionais sobre a descoberta de novos elementos químicos nas posições 113, 114, 115, 116 e 118 na tabela periódica. O grupo de trabalho concluiu que os elementos 114 e 116 preenchiam os critérios para a inclusão oficial na tabela. Os outros, por enquanto, ainda não. Os novos elementos estão sendo provisoriamente chamados de ununquadium e ununhexium, mas os nomes finais ainda serão definidos. A descoberta dos dois elementos foi creditada a equipes colaborativas dos laboratórios Joint Institute for Nuclear Research, em Dubna, Rússia e Lawrence Livermore National Laboratory, na Califórnia, Estados Unidos. FONTE:[BBC]

TABELA PERIÓDICA DOS ELEMENTOS SOFRE MUDANÇA

A tabela periódica é ensinada do mesmo jeito há muito tempo. Por mais de um século e meio, os seres humanos usam pesos atômicos padrão – um valor único. Porém, conforme a tecnologia evoluiu, os cientistas descobriram que os números desse gráfico não são tão estáticos como se acreditava anteriormente. Agora, dez elementos que ajudam a compor o universo – hidrogênio, lítio, boro, carbono, nitrogênio, oxigênio, silício, cloro, enxofre e tálio – estão mudando de uma forma sem precedentes: seus pesos atômicos estão sendo alterados. Os cientistas ainda não inventaram uma fórmula mágica para transformar as massas de todos estes elementos. Em vez disso, eles estão atualizando o que muitas vezes é considerada como “constante da natureza” na tabela periódica. O padrão de peso atômico de um elemento, que é composto de um tipo de átomo, baseia-se na massa de seus átomos. O problema que os cientistas estão acrescentando está enraizado no fato de que estes átomos nem sempre têm a mesma massa. Apesar de todos os átomos que constituem um elemento terem o mesmo número de prótons, os elementos têm variantes conhecidas como isótopos que possuem números diferentes de nêutrons em seus núcleos, fazendo com que alguns sejam mais leves ou mais pesados do que outros. Alguns elementos têm mais de um isótopo estável. Por exemplo, o carbono tem dois: o carbono-12 e carbono-13. Os números em cada isótopo revelam quantas partículas eles têm em seus núcleos. Por exemplo, o carbono-12 tem seis prótons e seis nêutrons. No passado, para dar um padrão de peso atômico para estes elementos, os cientistas faziam a média dos pesos atômicos destes isótopos com base em quão comum eles eram; quanto mais abundante um isótopo era, maior o papel que desempenhava no padrão de peso atômico. No entanto, a abundância de um isótopo pode variar na natureza, levando a variações de peso atômico de um elemento. Por exemplo, o enxofre tem um padrão de peso atômico de 32,065, mas o seu peso real atômico está entre 32,059 e 32,076, dependendo de onde o elemento é encontrado. Essas pequenas variações no peso atômico de um elemento são importantes para a pesquisa e a indústria. Por exemplo, medições precisas das abundâncias de isótopos de carbono são usadas para determinar a pureza e a fonte de alimentos como mel e baunilha. Medições de isótopos de nitrogênio, cloro e outros elementos ajudam a localizar os poluentes em rios e águas subterrâneas. No esporte, as investigações de doping são feitas com base na identificação da testosterona, porque o peso atômico do carbono da testosterona natural humana é maior do que na testosterona farmacêutica. Ou seja, há uma grande quantidade de informações práticas que podemos obter através do peso atômico. Agora, pela primeira vez na história, os pesos atômicos padrão de dez elementos serão expressos de uma maneira nova, que reflete com mais precisão a forma como esses elementos são encontrados na natureza. Em vez de valores únicos, eles vão ficar expressos em intervalos, com limites superiores e inferiores, para transmitir variações de peso atômico. Por exemplo, o peso padrão do carbono está listado como um intervalo entre 12,0096 e 12,0116. Os outros elementos da tabela periódica permanecem iguais, já que elementos com apenas um isótopo estável não apresentam variação em seus pesos atômicos. Por exemplo, os pesos atômicos padrão do flúor, alumínio, sódio e ouro são constantes, e seus valores têm mais de seis casas decimais. Os especialistas dizem que as mudanças podem parecer confusas para estudantes e cientistas, mas são fáceis de serem aplicadas. Por exemplo: que número deve se usar em um teste, ou no laboratório? Em última instância, dependerá do elemento e do contexto. Se as pessoas quiserem fazer um cálculo simples que envolva um destes 10 elementos, podem utilizar um valor único chamado de peso atômico convencional. Se precisarem de mais precisão (mais casas decimais do número), podem procurar um valor de peso atômico para o contexto específico que desejam. Por exemplo, o boro na água do mar tem uma faixa de peso atômico muito estreita, então a pessoa poderia selecionar um valor de 10,818. FONTE:[LiveScience]

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

BACTÉRIA "GIGANTE": ALGUMAS ESPÉCIES SÃO VISÍVEIS A OLHO NU

Se você achava que bactéria era sinônimo de “ameaça invisível”, lamento informar que você não está de todo certo. De fato, a maioria das bactérias é minúscula, muito pequena para ser vista a olho nu. Há boas razões para isso: enquanto as células complexas das plantas e animais têm sistemas de transporte internos para mover moléculas ao redor, as bactérias se baseiam principalmente na difusão para mover coisas ao redor de suas células. Uma vez que a difusão só funciona bem em distâncias de até alguns milionésimos de metro, as bactérias não podem crescer muito. No entanto, algumas espécies conseguiram realizar a façanha. Na verdade, pelo menos três são tão grandes que podem ser vistas sem ajuda de um microscópio. A primeira gigante foi descoberta em 1985, mas devido ao seu tamanho, não foi reconhecida como uma bactéria até oito anos mais tarde. A Epulopiscium fishelsoni (na foto) tem a forma de bastonete, vive no intestino de peixes-cirurgiões no Mar Vermelho, e chega até 0,7 milímetros de comprimento (o que é centenas de vezes maior do que, por exemplo, a bactéria E. coli que mora no nosso intestino e tem cerca de 0,002 milímetros de comprimento). A E. fishelsoni alcança esse tamanho “máximo” por ter dezenas a centenas de milhares de cópias de seu DNA. Isso significa que ela pode produzir proteínas em muitos lugares diferentes em sua célula, de forma que elas só precisam se difundir a uma curta distância para chegar até onde são necessárias. Cálculos recentes mostram a proporção de DNA por volume na E. fishelsoni é o mesmo para uma bactéria de tamanho normal. A E. fishelsoni manteve o título de maior bactéria até 1997, quando Thiomargarita namibiensis apareceu para concorrer na categoria. A T. namibiensis, que significa “pérola de enxofre da Namíbia”, por causa dos grânulos de enxofre brilhantes que moram dentro dela, chega a até 0,75 milímetros de diâmetro. A bactéria conta com o mesmo truque de E. fishelsoni: milhares de cópias de seu DNA. Embora tenha um volume até 100 vezes maior do que a E. fishelsoni, a maior parte deste espaço é usado para armazenamento: 98% da célula é ocupada por uma membrana enorme, ou vacúolo. Este vacúolo contém até três meses de fornecimento de nitrato, que a bactéria usa para oxidar o sulfeto de hidrogênio do qual se alimenta. O armazenamento é necessário porque o fornecimento de nitrato no fundo do mar é irregular, dependendo de animais mortos que afundam. Uma bactéria quase idêntica a T. namibiensis, com 0,5 milímetros de diâmetro, também visível a olho nu, foi descoberta no México em 2002. Isso prova que provavelmente há mais bactérias gigantescas por aí, esperando para serem encontradas. FONTE:[NewScientist]

DESCOBERTA ARANHA GIGANTE QUE FAZ A MAIOR TEIA DO MUNDO

Cientistas descobriram uma nova espécie de aranha: a Nephila komaci. Ela pode construir teias frequentemente com mais de 1 metro de diâmetro, além de comer insetos, podem devorar passarinhos, morcegos e até lagartos pequenos. O aracnídeo gigante, que foi encontrado em Madagascar, África, mesmo que não seja venenoso para os seres humanos, pode dar uma desagradável mordida. Como muitas aranhas, só as fêmeas são gigantes. Seus corpos têm 3,8 centímetros e diâmetro entre as penas de até 12 centímetros. Já os machos são até cinco vezes menores que suas companheiras. O novo gênero foi encontrado pelo biólogo esloveno Matjaz Kuntner, da Academia Eslovena de Ciências e Artes, e por Jonathan Coddington, do museu de História Natural do Smithsonian Institution, em Washington. A equipe já lançou diversas expedições à África do Sul para encontrar especificamente esta espécie, mas todas tinham sido mal sucedidas, sugerindo que a espécie Nephila, coletada primeiramente em 1978, era híbrida ou uma espécie extinta. Entretanto, em 2003, uma segunda amostra vinda de Madagascar foi encontrada no Museu de História Natural, em Viena, Áustria, o que sugeriu que a espécie não fosse híbrida. Finalmente, há alguns anos, um colega sul africano encontrou um macho e duas fêmeas no Tembe Elephant Park, o que validou a existência da espécie. “Nós tememos que a espécie possa ser colocada em perigo, porque seu habitat definitivo é uma floresta de areia no Tembe Elephant Park”, diz Coddington. FONTE:[Telegraph]

TUBARÃO GIGANTE:CONHEÇA A MAIOR MANDÍBULA DO MUNDO

Ainda bem que você não foi um homem pré-histórico. Ainda mais um que nadasse. Recentemente foi montado o maior maxilar de tubarão do mundo, com 2,7 metros de altura e 3,4 metros de diâmetro (o animal tinha dentes do tamanho da mão de um homem). E, no próximo mês, qualquer pessoa com muito dinheiro e gosto estranho pode tê-la. O maxilar vai a leilão em 21 de junho, no Heritage Auctions em Dallas, Texas, EUA. As mandíbulas foram construídas com 182 dentes fossilizados do maior tubarão do mundo, o Carcharocles megalodon, extinto cerca de 2 milhões de anos atrás. Elas têm quatro dentes com mais de 18 centímetros de comprimento, uma raridade extrema. Provavelmente há menos de 10 exemplares conhecidos.
O maxilar é trabalho de uma vida de Vito Bertucci, que passou quase duas décadas em busca dos dentes enormes utilizados no maxilar. Segundo David Herskowitz, diretor do departamento de história natural do Heritage, o lance mínimo para ele é de U$ 625.000 (mais de um milhão de reais), mas as mandíbulas devem arrecadar até U$ 700.000 (R$ 1,12 milhões). Por milhões de anos, o C. megalodon, um dos maiores predadores de todos os tempos, controlou quase todos os oceanos do planeta. Pesquisadores têm encontrado evidências dos tubarões gigantes que remontam 20 milhões de anos, mas as espécies desapareceram do registro fóssil cerca de 2 milhões de anos atrás. Os tubarões podem ter sido extintos numa época em que as geleiras cobriram grandes áreas do globo. Assim como os tubarões vivos hoje, o esqueleto do Megalodon pré-histórico era feito de cartilagem, não osso, por isso as criaturas deixaram pouco para trás. A única coisa que dá para encontrar no registro fóssil são seus dentes, porque eles são rígidos o suficiente para se preservar através do tempo geológico. Embora isso pareça pouco, os cientistas foram capazes de usar equações com base em seus conhecimentos de fisiologia do tubarão branco – a espécie moderna que mais se assemelha ao Megalodon – para extrapolar o quão grande seria o tubarão antigo. A mandíbula para venda em junho representaria um tubarão verdadeiramente monstruoso. Ele teria 18 metros de comprimento, um exemplar de grande porte até mesmo para os já enormes Megalodons. FONTE:[OurAmazingPlanet]

PRIMEIRO GRANDE PREDADOR ERA UM CAMARÃO GIGANTE COM MEGAVISÃO

A 500 milhões de anos, criaturas marítimas fugiam de uma criatura aterrorizante: um gigantesco camarão primitivo, com visão super desenvolvida. É um dos animais conhecidos mais antigos a ter olhos compostos, a marca registrada dos insetos modernos e crustáceos. Anomalocaris – que significa “estranho camarão” – é o exemplo mais antigo de um bom predador. Com 90 a 200 centímetros, era o maior animal dos mares Cambriano (fim da era geológica paleozóica). Ele possuía patas ágeis, que o permitiam agarrar sua presa e coloca-lá na boca. Sem pernas, ele devia nadar em alto mar. Isso levanta uma questão: como ele encontrava suas presas? Ele tinha olhos, mas todos os fósseis descobertos até agora estão em péssimas condições, dificultando saber se eram bons ou não. Mas John Paterson e seus colegas encontraram um par de olhos bem conservados, de 515 milhões de anos, na Ilha Kangaroo, fora da costa sul do país. “Anomalocaris tinha ótima visão, rivalizando ou superando a de muitos insetos e crustáceos vivos”, comenta Paterson. O OLHO QUE TUDO VÊ Os olhos estavam em hastes que saíam da cabeça do camarão, cada um com dois a três centímetros de diâmetro – o tamanho de uma azeitona. Eles eram cobertos com lentes, com 70 a 110 micrometros cada. Isso significa que cada olho tinha pelo menos 16 mil lentes. “Pouquíssimos animais modernos, particularmente os artrópodes, têm olhos tão sofisticados”, afirma Paterson. Moscas comuns, por exemplo, têm apenas 3 mil lentes. As únicas comparáveis são algumas moscas predadoras que possuem até 28 mil lentes em cada olho. A visão aguçada do Anomalocaris provavelmente o permitia procurar sua presa nas camadas superiores do oceano, bem iluminadas. Os primeiros artrópodes – o grupo que abriga os insetos, aranhas e o Anomalocaris – provavelmente tinham olhos compostos. Para utilizar esses olhos, o Anomalocaris tinha que ter um cérebro razoável. E, de fato, evidências moleculares sugerem que estruturas chave do cérebro humano vêm desde os primeiros animais complexos, a pelo menos 600 milhões de anos – muito antes do estranho camarão. HORA DA REFEIÇÃO Ainda não é claro o que o Anomalocaris comia. Paterson aponta para marcas de mordida e outros ferimentos encontrados em trilobitas (artrópodes) do período, o que pode indicar ataques do predador. Mas também existem sugestões de que sua boca era fraca demais para quebrar conchas, e, nesse caso, ele devia procurar por animais moles. Peterson afirma que a ameaça do camarão deve ter forçado outras espécies, presas e outros predadores a evoluir rapidamente. Conchas duras eram um caminho óbvio, e surgiram logo depois. Estranhamente, o Anomalocaris não era muito protegido: ele tinha, provavelmente, apenas um exoesqueleto mole. Mas, independente disso, ele foi um sucesso. Animais como ele sobreviveram até 480 milhões de anos atrás. FONTE: [NewScientist]

QUÃO MORTÍFERA É A VESPA DO MAR?

Uma garotinha australiana de 10 anos, chamada Rachel Shardlow, foi “abraçada” por uma água-viva da espécie vespa do mar. A cubomedusa australiana é tão perigosa que é incrível que Rachel tenha sobrevivido ao ataque e médicos e biólogos estão estudando seu caso. Não há nenhum número oficial, mas estima-se que mais de cem pessoas morram todos os anos devido a esse animal. Apenas nas Filipinas é normal que 20 a 40 pessoas sejam mortas pela vespa do mar. Mas, como certidões de óbito com a causa da morte não são necessárias em alguns países, os números podem ser bem maiores. A vespa do mar, que figura em posição ‘privilegiada’ em nossa lista com os 10 animais mais mortíferos do mundo, possui tentáculos cobertos por cnidocistos – orifícios que contém uma carga de veneno e um pequeno ferrão para injetar a substância. Assim que o ferrão fura a pele o cnidocisto libera o veneno que, por sua vez, causa variação na pressão sanguínea e, eventualmente, parada cardíaca. Ao contrário de outros tipos de água viva, a vespa do mar é uma nadadora ágil, já que possui 24 olhos que detectam qualquer obstáculo em seu caminho. Normalmente, águas vivas maiores são mais perigosas, já que seus tentáculos possuem mais cnidocistos, mas garanto que você não ia querer encarar um abraço da vespa do mar. FONTE:[LiveScience]

CUIDADO: BEBER ÁGUA EM EXCESSO PODE MATAR

Todo mundo sabe que beber água durante exercícios é importante, principalmente durante longos exercícios, como treinos e competições.Entretanto, se muita água for ingerida, podemos sofrer de uma condição conhecida como hiponatremia, que literalmente significa pouco sódio no sangue. A hiponatremia é relativamente comum entre pessoas com certas doenças, e entre atletas, como maratonistas. Mas como a hiponatremia causa a morte? Uma forma comum de morte nestes casos é o edema ou inchaço cerebral. O excesso ou pouca ingestão de água ou sal causa uma série de reações no corpo, mediadas pelo hormônio antidiurético. O resultado é que o organismo passa a eliminar água pela urina, ou então para de eliminá-la. Mas se uma quantidade muito grande de água for ingerida em um período curto, pode-se atingir uma condição chamada de “sobrecarga de ingestão de água”, que pode ser associada a uma diminuição no sangue em circulação, mesmo que a quantidade total de fluidos no corpo seja alta. A diminuição na quantidade de sangue circulante leva a um acúmulo anormal de fluido no corpo, ou edema. A diminuição do volume de sangue causa um aumento no efeito hormonal antidiurético, piorando o problema. O corpo todo começa a apresentar problemas. A diminuição no volume de sangue diminui também a quantidade de oxigênio levado a todo o corpo, inclusive aos músculos e também ao cérebro, tornando o funcionamento do mesmo errático, prejudicando os processos cognitivos (do pensamento) e de tomada de decisões. O resultado é confusão, desorientação, e inconsciência. De qualquer forma, o risco de sofrer de hiponatremia é baixo, e na maioria dos casos, a condição pode ser tratada, assim situações perigosas são facilmente evitadas. Pra profissionais, vale a pena correr o risco baixo de hiponatremia em vista das vantagens obtidas pela melhora na performance atlética pela ingestão da quantia correta de água: geralmente entre 150 ml e 200 ml a cada 15 a 20 minutos de exercícios. A recomendação mais simples é beber de acordo com a sede. Antes, durante e depois do exercício. FONTE:[MedicalXpress]

É POSSÍVEL ALGUMA COISA ESCAPE DE UM BURACO NEGRO

Os buracos negros são possivelmente os elementos mais obscuros do universo. Graças à enorme gravidade da curvatura espacial, tudo o que vai para dentro deles é imediatamente partido e perdido. Os cientistas nunca viram um buraco negro porque nada, nem mesmo a luz, pode escapar dele. Bem, na verdade, quase nada pode escapar… Os estudantes que estão começando mecânica quântica aprendem que, no mundo subatômico, nenhuma barreira é intransponível. Partículas elementares – como fótons e elétrons – não são como bolas saltitantes que, quando jogadas em uma parede, ricocheteiam. Elas são mais parecidas com fantasmas. Barreiras incentivam essas partículas fantasmagóricas a ficar dentro de uma determinada área, mas ocasionalmente as partículas passam através delas. Esse estranho comportamento é chamado de “efeito túnel”, e nem mesmo os assustadores buracos negros são imunes a esse fenômeno. De acordo com Andew Hamilton, astrofísico da Universidade do Colorado, o horizonte de um buraco negro é de fato uma barreira intransponível para os seres humanos ou qualquer outra coisa maior do que um átomo. Mas, de vez em quando, uma partícula subatômica consegue passar por ele. Acredita-se que todos os buracos negros emitam um lampejo incrivelmente fraco de material, chamado de “radiação Hawking”, efeito descoberto pelo físico inglês Stephen Hawking, em 1970. A teoria diz que a radiação faz com que os buracos negros percam massa. Classicamente, se acredita que não há nenhuma maneira pela qual a radiação escape de um buraco negro. Dentro do horizonte, o espaço está caindo mais rápido do que a luz, por isso nada pode sair dele sem viajar mais rápido do que a luz do outro lado. Mas, de acordo com a mecânica quântica, existe alguma possibilidade de que algo possa sair do tunelamento quântico. Para que isso aconteça, devem existir condições muito especiais. Assim como a mecânica quântica permite o tunelamento quântico, ela também permite que as partículas aleatoriamente rebentem à existência. Na realidade, as “flutuações quânticas” acontecem o tempo todo: pares de partículas e antipartículas surgem espontaneamente do vácuo no espaço (e geralmente aniquilam umas as outras imediatamente). Para que uma partícula possa escapar de um buraco negro, uma flutuação quântica deve ocorrer perto da borda do buraco negro. Quando isso acontece, às vezes uma partícula será colocada para fora antes que o aniquilamento aconteça. Seu parceiro imediatamente fica “espaguetizado” pelo buraco negro – alongado, assim que ele mergulha para o centro. Para que esta separação dramática ocorra, as partículas produzidas na flutuação quântica devem ter comprimentos de onda muito longos. Por mais estranho que possa parecer, a mecânica quântica diz que todas as partículas também são ondas, e assim elas têm comprimentos de onda que descrevem a distância entre seus picos sucessivos. Quanto mais lentamente uma onda ou partícula se movimenta, maior seu comprimento de onda. Partículas que são produzidas por flutuações quânticas e que têm comprimentos de onda que são comparáveis ao tamanho do buraco negro são capazes de sair dele. Usando a analogia anterior, podemos dizer que essas partículas são especialmente fantasmagóricas. Seus enormes comprimentos de onda as tornam livres para vaguear pelos domínios que ultrapassam o limite do buraco negro. A radiação Hawking tem um comprimento de onda característico, que é comparável ao tamanho do horizonte do buraco negro. No caso do buraco negro que está no centro da nossa galáxia, a Via Láctea, as partículas que saem dele têm comprimentos de onda com cerca de 14 vezes o raio do nosso sol. Nos buracos negros supermassivos as partículas devem ter comprimentos de onda longos como o tamanho de bilhões de sóis para saírem dele. Como você deve ter imaginado, não há muitas partículas que se encaixam nos critérios necessários para escapar dos buracos negros. Mesmo os buracos mais brilhantes (que são os menores, porque têm menos gravidade e, portanto, permitem que mais partículas escapem) são muito escuros. A radiação Hawking de um “pequeno” buraco negro do tamanho de 30 sóis é apenas um bilhão de trilhão de trilionésimo tão brilhante quanto uma lâmpada de 100 watts. Esta radiação é completamente inundada pela luz de outros objetos brilhantes no espaço, e por isso os cientistas ainda não conseguiram detectar a radiação Hawking. No entanto, eles afirmam ter certeza de que ela existe. FONTE:[Life'sLittleMysteries]

BURACO NEGRO TEM VENTOS DE 32 MILHÕES DE KM/H

Cientistas calcularam os ventos mais fortes já observados em um buraco negro: 32 milhões de quilômetros por hora (km/h). Isso representa cerca de 3% da velocidade da luz, e quase 10 vezes mais rápido do que já visto em qualquer outro buraco negro com massa estelar. “Isso é o equivalente cósmico dos ventos de um furacão categoria 5”, afirma a líder do estudo, Ashley King, da Universidade de Michigan, EUA. “Não esperávamos observar ventos tão poderosos em um buraco negro desse tipo”. Um buraco negro estelar, que nasce quando uma estrela extremamente massiva colapsa, tipicamente contém entre cinco a dez vezes a massa do sol. O que está fabricando esse incríveis ventos é conhecido como IGR J17091-3624, ou IGR J17091. O IGR J17091 é um sistema binário onde uma estrela parecida com o sol orbita o buraco negro. Ele está localizado na região central da nossa galáxia, a cerca de 28 mil anos-luz da Terra. Os ventos do IGR J17091 são parecidos com os mais rápidos gerados por buracos negros super massivos, que possuem uma massa milhões, ou até bilhões, de vezes maiores. Esse é o tipo de buraco negro que os cientistas imaginam residir no coração de quase todas as galáxias ativas, incluindo a nossa. “É uma surpresa que esse pequeno buraco negro consiga ter ventos a uma velocidade que vemos tipicamente apenas em buracos negros gigantes”, comenta o coautor Jon Miller, também da Universidade de Michigan. “Em outras palavras, ele está muita acima de sua classe”. Outra descoberta surpreendente do estudo é que o vento, que aparece de um disco de gás ao redor do buraco negro, pode estar dispersando mais material pelo espaço do que o buraco está capturando. “Ao contrário da percepção popular do buraco negro puxando todo o material que se aproxima, nós estimamos que quase 95% da matéria ao redor do IGR J17091 é expelida pelos ventos”, comenta King. Ao contrário dos furacões da Terra, os ventos do IGR J17091 estão soprando em diferentes direções, ao mesmo tempo. Esse padrão é diferente dos jatos, quando o material que flui fica centrado em raios perpendiculares ao disco do buraco negro, geralmente a uma velocidade próxima à da luz. Os astrônomos imaginam que os campos magnéticos dos discos dos buracos negros são responsáveis por produzir os jatos e ventos. FONTE: [Hypescience]

BURACO NEGRO GIGANTESCO CRIA BOLHA DE PARTÍCULAS

Quando se fala em “buraco negro”, normalmente imaginamos uma espécie de “aspirador de matéria”, do qual nem mesmo a luz escapa. Contudo, alguns não apenas absorvem partículas, mas as expelem – e os feixes chegam perto de atingir a velocidade da luz. Quando desaceleram, criam uma espécie de “bolha” que, apesar do tamanho, é invisível para telescópios convencionais. Assim, usando um equipamento capaz de capturar imagens a partir de ondas de rádio de baixa frequência, o Telescópio Internacional LOFAR, uma equipe de astrônomos de vários países conseguiu registrar o fenômeno. “O resultado é de grande importância”, destaca Francesco de Gasperin, um dos autores do estudo. “Ele mostra o enorme potencial do LOFAR e traz fortes evidências do vínculo entre buracos negros, galáxias e seus arredores”. BOLHA ESPECIAL Durante o teste do LOFAR, os astrônomos observaram o centro da galáxia Messier 87 (que é 2 mil vezes mais massiva do que a nossa), onde está um dos maiores buracos negros já descobertos, cuja massa é 6 bilhões de vezes maior que a do sol. Em poucos minutos, o buraco absorve uma quantidade de matéria equivalente à da Terra, converte parte dela em radiação e expele grande parte em altíssima velocidade – emitindo ondas de rádio. Em comparação com o resto do universo, a bolha é especialmente “nova”: tem “apenas” 40 milhões de anos. Além disso, o que vemos com a ajuda do LOFAR não é apenas um registro de uma atividade que ocorreu há muito tempo, pois a bolha recebe constantemente novas partículas expelidas pelo buraco negro. “O que é mais fascinante é que esse resultado dá pistas sobre a violenta conversão matéria-energia que ocorre muito perto do buraco negro”, destaca a pesquisadora Andrea Merloni. “Nesse caso, o buraco negro é particularmente eficiente em acelerar o jato [de matéria], e muito menos efetivo em produzir emissões visíveis”. FONTE:[ScienceDaily]

FUSÃO DE GALÁXIAS É CAPTURADA PELO HUBBLE

A foto acima mostra a galáxia NGC 2623, que é na verdade um par de galáxias em processo de formar uma só. O telescópio Hubble fotografou a fase final dessa titânica fusão de galáxias. Elas estão a cerca de 300 milhões de anos-luz de nós, na constelação de Câncer. E por que acontecem fusões de galáxias? No espaço, as galáxias não ficam igualmente espaçadas: elas se reúnem em grupos ou pequenos aglomerados, unidos pela atração gravitacional (e governadas por ela). Nessa dança gravitacional, é comum que duas galáxias sejam mutuamente atraídas e acabem passando por um processo de fusão. Essa colisão e fusão demoram milhões ou até bilhões de anos. No caso da NGC 2623, o encontro violento entre as galáxias gigantes tem produzido uma região de formação de estrelas perto de um amplo núcleo luminoso, ao longo das “caudas” vistas na imagem. As caudas opostas cheias de gás, poeira e jovens aglomerados de estrelas azuis se estendem por mais de 50.000 anos-luz a partir do núcleo já mesclado das galáxias. Provavelmente provocado pela fusão, um buraco negro supermassivo comanda a atividade na região nuclear. A formação de estrelas e seu núcleo galáctico ativo fazem da NGC 2623 brilhante em todo o seu espectro. A imagem também mostra galáxias de fundo ainda mais distantes, espalhadas pelo campo de visão do Hubble. Veja também a foto da NGC 6240, uma colisão entre duas galáxias ricas em gás que se fundiram a 330 milhões de anos-luz da Terra, na constelação de Ofiúco. O fenômeno nos permite ter uma ideia de como a fusão de nossa galáxia com a galáxia Andrômeda vai parecer para um observador em outro ponto do universo. FONTE:[NASA]

terça-feira, 30 de outubro de 2012

COMO NASCEM, VIVEM, MORREM AS ESTRELAS

A existência de um astro, que dura de 100 milhões a 1 trilhão de anos, passa por três fases: nascimento, meia-idade e maturidade. "Todas as estrelas nascem da mesma forma: pela união de gases", diz o astrônomo Roberto Boczko, da Universidade de São Paulo (USP). Partículas de gás (geralmente hidrogênio) soltas no Universo vão se concentrando devido às forças gravitacionais que puxam umas contra as outras. Formam, assim, uma gigantesca nuvem de gás que se transforma em estrela - isto é, um corpo celeste que emite luz. A gravidade espreme essa massa gasosa a tal ponto que funde os átomos em seu interior. Essa fusão é uma reação atômica que transforma hidrogênio em hélio, gerando grande quantidade de calor e de luz. Um exemplo de estrela jovem são as Plêiades, na Via Láctea, resultado de fusões que começaram há poucos milhões de anos. Durante a meia-idade - cerca de 90% da sua existência -, a estrela permanece em estado de equilíbrio. Seu brilho e tamanho variam pouco, ocorrendo apenas uma ligeira contração. É o caso do Sol, que, com 4,5 bilhões de anos, se encontra nessa fase intermediária de sua existência, sofrendo mínima condensação. Quando a maior parte do hidrogênio que a compõe se esgota, a estrela entra na maturidade - este sim, um período de drásticas transformações. Praticamente todo o hidrogênio do núcleo já se converteu em hélio. Com isso, diminui a fusão entre as moléculas de gás e começa um período de contração e aquecimento violentos no corpo celeste. A quantidade de calor e luz gerados é tão grande que o movimento se inverte: o astro passa a se expandir rapidamente. Seu raio chega a aumentar 50 vezes e o calor se dilui. A estrela vira uma gigante vermelha. Um exemplo é Antares, na constelação de Escorpião - uma amostra de como ficará o Sol daqui a 4,5 bilhões de anos, engolindo todo o Sistema Solar. Já na maturidade, a falta de hidrogênio torna-se crítica. Apesar da rápida expansão, a fusão entre os gases diminui continuamente: o astro caminha para seu fim. O modo como ele morrerá depende da sua massa. Se ela for até duas vezes a do Sol, sua contração transformará o corpo celeste em um pequeno astro moribundo, cuja gravidade já não consegue segurar os gases da periferia. Mas se a massa for de duas a três vezes a do Sol, a contração final será muito forte, criando um corpo celeste extremamente denso chamado pulsar, ou estrela de nêutrons. Quando a massa é maior, a condensação final é mais violenta ainda e o núcleo do antigo astro vira um buraco negro - sua densidade é tão alta que ele não deixa nem a luz escapar. Simultaneamente, os gases da camada mais periférica dessa estrela se transformam em uma supernova — massa de gás que brilha por pouco tempo até sumir de uma vez por todas. A massa da criação celestial Concentração de gases no espaço gera astros luminosos Nascimento Todo o Universo está cheio de moléculas de gases dispersas. Elas atraem umas às outras e, ao atingirem uma certa massa, dão origem às estrelas Juventude Numa estrela nova, os gases (principalmente hidrogênio) encontram-se mais dispersos na periferia, mas extremamente condensados no centro. Essa concentração é tão grande que os átomos de hidrogênio se fundem, dando origem a átomos de hélio e liberando grande quantidade de calor Maturidade Quando a maior parte do hidrogênio se esgota, a estrela entra em sua fase de vida final. Segue-se um período de violenta retração, após o qual ela se expande drasticamente, aumentando várias vezes o seu tamanho TRÊS FACES DA MORTE 1. Se a massa da estrela for até duas vezes a do Sol, sua contração transformará a estrela em uma anã branca, pequeno astro moribundo, 100 vezes menor que seu tamanho original 2. Se a massa for duas a três vezes a do Sol, sua contração será tão violenta que as partículas de gás tornam-se nêutrons. O resultado é a chamada estrela de nêutrons, o segundo corpo celeste mais denso do Universo 3. Se a massa da estrela for três vezes maior que a do Sol, sua contração final será tão violenta que o núcleo transforma-se num buraco negro, o corpo celeste mais denso que se conhece. Enquanto isso, os gases periféricos dão origem a uma supernova, massa gasosa que brilha por pouco tempo e logo desaparece FONTE: MUNDOESTRANHO

OS 8 VENENOS MAIS MORTAIS DO MUNDO

8 - CIANURETO. Origem: Vegetais como a mandioca,ou sintetizado em laboratório. Contaminação: Ingestão ou inalação. Dose Letal: 5mg/kg Antídoto: NITRITO DE SÓDIO. Informações: Também chamado de "CIANETO",esse composto existe na forma de gás ou de pó.Ele destrói as células do sangue,causa parada respiratória e debilita o sistema nervoso central. Após a Segunda Guerra Mundial,muitos oficiais nazistas se mataram engolindo uma cápsula de cianureto. (0,00005mg de cianureto mataria uma formiga(10mg) 7 - ESTRICINA. Origem:Planta Strychnos nux vomica. Contaminação:Ingestão,inalação ou contato com a pele. Dose Letal:2,3mg/kg Antídoto:Não tem.Diazepan intravenoso ameniza os sintomas. Informações:Sintetizada no início do século XIX,a estricina é um pó usado como pesticida para matar ratos.O envenenamento gera convulsões,espasmos musculares e a morte por asfixia.No passado foi usada como anabolizante,para aumentar as contrações musculares dos atletas. (0,00005mg/kg de estricina mata uma Formiga Saúva(25mg) 6 - SARIN Origem:Sintetizado em laboratório. Contaminação:Inalação. Dose Letal:0,5mg/kg Antídoto:Atropina. Informações:Criado pelos nazistas em 1939,o gás sarin é uma das armas químicas mais poderosas que existem.Em contato com o organismo,o veneno debilita os músculos,causando parada cardíaca e respiratória.Foi esse o gás usado num atentado ao metrô de Tóquio em 1995,que matou 12 pessoas e feriu 5mil. (0,00005mg/kg de sarin mataria um grilo(100mg) 5 - RICINA. Origem:Mamona(Ricinus communis) Contaminação:Ingestão ou inalação da substância Dose Letal: 22 microgramas/kg Antídoto:Não possui. Informações:Considerada o mais letal veneno de origem VEGETAL,a ricina é uma proteína isolada das sementes da mamona.O envenenamento provoca dor de estômago,diarréia e vômito com sangue.Uma semente de mamona tem ricina suficiente para matar uma criança.De tão letal,é usada em ataques bioterroristas. (0,00005mg/kg de ricina mataria um besouro(2mg) 4 - TOXINA DiIFTÉRICA. Origem:Bacilo Corynebacterium diphteriae Contaminação:Gotículas de saliva da fala ou espirro da pessoa contaminada. Dose Letal:100 nanogramas/kg Antídoto:Soro antidiftérico. Informações:O sujeito contaminado com essa toxina,fica doente de difteria,uma doença que atinge os órgãos vitais,como o coração,fígado e rins. (0,00005mg de toxina diftérica mataria um rato(500g) ou 250 besouros, ou 5000grilos, ou 20mil formigas saúvas, ou até 50mil formigas comuns) 3 - SHIGA-TOXINA. Origem:Bactérias dos gêneros shigella e escherichia. Contaminação:Ingestão de bebidas ou alimentos contaminados. Dose Letal:1 nanograma/kg Antídoto:Não tem.Tratam-se os sintomas até o veneno ser expelido do corpo. Informações:A intoxicação causa uma diarréia tão forte que pode causar a morte.O veneno destrói a mucosa do intestino,causando hemorragia e impedindo a absorção da água.A pessoa fica desidratada e faz cocô com sangue. (0,00005mg/kg de shiga-toxina mataria uma pessoa de 50kg ou 100 ratos de 500g) 2 - TOXINA TETÂNICA. Origem:Bactéria clostridium tetani Contaminação:Contato dos esporos da bactéria com ferimentos na pele. Dose Letal:1 nanograma/kg Antídoto:Soro antitetânico. Informações:Essa é a toxina causadora do tétano,doença que ataca o sistema nervoso provocando espasmos musculares,dificuldade de deglutição,rigidez muscular do abdome e taquicardia.Estima-se que TREZENTAS MIL pessoas se contaminem com esse veneno por ANO no mundo,e desse total,METADE morre! (0,00005mg/kg de toxina tetânica mataria uma pessoa de 50kg ou 100 ratos de 500g) 1 - TOXINA BOTULÍNICA Origem:Bactéria Clostridium botulinum Contaminação:Inalação ou ingestão de água ou alimentos contaminados. Dose Letal:0,4 nanogramas/kg Antídoto:Antitoxina trivalente equina Informações:Dez mil vezes mais potente que os venenos de cobra,essa toxina age sobre o sistema neurológico,causando paralisia e morte.Curiosamente,em pequenas doses,essa substância é usada em tratamentos estéticosa para amenizar rugas(é o Botox). (0,00005mg/kg de toxina botulínica mataria uma leoa de 100kg, 2pessoas de 50kg, 200ratos de 500g,50000besouros de 2g,1milhão de grilos de 100mg,4milhões de formigas saúvas de 25mg ou até 10milhões de formigas comuns de 10mg). FONTE:http://mafiosorigatti.blogspot.com.br/2009/11/os-oito-venenos-mais-mortais-do-mundo.html

TIPOS DE TOXINAS

Os produtos tóxicos são classificados pelo tipo de malefício que provocam. Dividem-se em venenos sistêmicos, mutagênicos, carcinogênicos, teratogênicos ou toxinas comportamentais. As divisões compreendem apenas produtos danosos após entrarem no organismo e serem distribuídos pelo sistema circulatório. Essa classificação não inclui alguns produtos químicos altamente reativos, como ácidos e bases fortes, causadores de danos tão logo entram em contato com a pele ou olhos, por exemplo. Também exclui compostos capazes de provocar respostas alérgicas em determinados indivíduos. Alergia não é normalmente causada pela ação tóxica do produto. Um indivíduo sensível terá a reação alérgica como conseqüência de exposição a quantidades muito pequenas de determinado produto e a manifestação será típica desse indivíduo. Há, entretanto, produtos químicos denominados sensibilizantes porque produzem reações alérgicas em expressivo número de pessoas, a exemplo dos isocianatos usados para fabricação de poliuretana (1). Nesses casos, essa capacidade é levada em conta quando se estabelecem os limites máximos permitidos para exposição. Tabela 1: classificação das toxinas TIPO DE TOXINA/DEFINIÇÃO VENENOS SISTÊMICOS:interferem nos processos celulares, fazendo com que as células alterem suas funções ou morram, afetando os órgãos a que elas pertencem. TOXINAS QUE AFETAM O DNA MUTAGÊNICAS:interferem nos processos celulares, fazendo com que as células alterem suas funções ou morram, afetando os órgãos a que elas pertencem CARCINOGÊNICAS: podem causar danos ao DNA. TOXINAS QUE AFETAM O SISTEMA REPRODUTIVO TERATOGÊNICOS:aumentam a probabilidade da ocorrência de câncer; em geral são também mutagênicos ALTERADORES DE FERTILIDADE:causam anormalidades nos embriões. TOXINAS QUE AFETAM O SISTEMA NERVOSO:afetam as células do sistema reprodutivo sem produzir danos nas células cerebrais, interferem nos neurotransmissores, provocando alterações de comportamento, como perda de memória, irritação, sonolência etc. Os venenos sistêmicos são os mais facilmente reconhecidos. O envenenamento por esses produtos resulta em dano geral às células de um determinado órgão, seu “alvo”. Os sintomas aparecem como resultado do mau funcionamento desse órgão, embora geralmente células de outros órgãos também sejam afetadas. O “alvo” de cada veneno determina a sua denominação. Por exemplo, as toxinas que agem no fígado são chamadas hepatotoxinas, danos no sistema nervoso são produzidos por neurotoxinas e assim por diante. Conhecido o órgão “alvo”, seu monitoramento se torna possível por meio de exames médicos. A tabela 1 detalha a classificação das toxinas. Dos outros tipos de toxinas pode-se dizer que têm mecanismo de ação ainda mais complexo, dificultando sua caracterização, como ocorre, por exemplo, com os produtos mutagênicos e carcinogênicos. O estabelecimento da relação entre câncer e produtos químicos data do século XIX, devido às observações feitas pelo médico inglês sir Percival Potts, que notou a ocorrência de grande quantidade de casos de câncer de próstata entre os limpadores de chaminé. Suspeitando haver algo responsável pelos tumores na fuligem com a qual aqueles homens tinham intenso contato, propôs que se banhassem depois do trabalho. O subseqüente sucesso de sua sugestão estabeleceu o começo do presente entendimento da atividade carcinogênica de vários produtos químicos. Da mesma forma, somente quando os trabalhadores da sala de embalagem de uma fábrica de agrotóxicos na Califórnia perceberam ter em comum problemas de fertilidade é que foi descoberta a capacidade do dibromocloropropano de inibir a produção de espermatozóides. Classificam-se hoje tais compostos como alteradores de fertilidade. Outro exemplo trágico permite ilustrar a diferença do mecanismo de ação das toxinas mutagênicas e teratogênicas nos embriões: no caso destes, o perigo existe quando uma gestante é a eles exposta no momento em que algum órgão do embrião está se formando, podendo interferir no seu desenvolvimento. Exposição dos pais, homem ou mulher, a um produto teratogênico antes da concepção não tem maior significado. Mutagênicos, ao contrário, podem causar deficiências de nascença alterando o DNA do óvulo ou do espermatozóide antes da fertilização. Preocupações com produtos teratogênicos também são recentes. Datam de 1960, quando a droga talidomida foi largamente prescrita a mulheres grávidas na Europa e no Japão. Teratogênico potente, o efeito freqüentemente causado por este composto é a má formação de braços e pernas ou muitas vezes a completa ausência desses membros. Quando a dose do produto tóxico é suficientemente alta de modo a danificar imediatamente o órgão “alvo”, impedindo seu correto funcionamento, o indivíduo exposto morre. Esse nível de exposição é chamado dose letal aguda e é a medida fundamental para determinar a toxicidade de uma substância. São dados que podem ser obtidos na literatura especializada para os mais variados produtos químicos. Devido a diferenças constitutivas, a dose letal mínima pode variar de um indivíduo para outro. Os valores publicados são baseados em dados estatísticos obtidos em vários estudos. De forma geral, pode-se dizer que o estabelecimento dos parâmetros toxicológicos é muito difícil. Por exemplo, avaliações do potencial teratogênico tem de ser feitas usando cobaias em processo de gestação. As cobaias normalmente usadas, em geral pequenos roedores, são muito diferentes dos humanos nos aspectos reprodutivos. Assim, a extrapolação dos resultados de testes em animais para humanos é um dos grandes problemas dessas determinações. A referência 1 exemplifica de forma interessante a dificuldade: aspirina é potente teratogênico para pequenos roedores, enquanto a talidomida não é. Como já citado, efeitos exatamente opostos são observados nos seres humanos. O problema da extrapolação, aliado aos movimentos de proteção aos animais, estão levando ao estabelecimento de alternativas que incluem a realização de testes “in vitro”. Por exemplo, quando se procura determinar os efeitos de um produto químico em determinado tecido, podem ser usadas células deste mantidas em meio adequado. Testes iniciais de mutagenicidade são feitos rapidamente e de forma mais econômica, usando linhagens especiais de bactérias. Entretanto, na determinação da toxicidade sistêmica o uso de animais ainda é necessário. Nesses casos, a diferença de tamanho entre humanos e roedores é outro grande problema, ou seja, a constatação de que 1 mg de um determinado composto apresenta efeitos tóxicos em uma cobaia, não significa que o mesmo 1 mg causará efeito idêntico em um homem. Por isso, normalmente os dados toxicológicos são expressos em mg de composto por kg de peso corpóreo. Assim, 1 mg para uma cobaia de 250 g significa uma dose tóxica de 4 mg/kg. Em um homem com 70 kg de peso corpóreo, 280 mg serão necessárias para produção da mesma resposta tóxica. Obviamente, devido às já citadas diferenças entre cobaias e homens este não é um valor exato, mas constitui uma aproximação bastante útil. Para determinação da toxicidade dos produtos por inalação, nenhum ajuste de tamanho é necessário. Assume-se que cobaias e humanos respiram a quantidade de ar proporcional ao seu tamanho. A toxicidade por via respiratória é a de maior relevância na definição dos limites de exposição aceitáveis para os trabalhadores das indústrias químicas. Como já citado, no estabelecimento desses padrões, há que se considerar o tempo de exposição. Como se trata de exposição no ambiente de trabalho, as normas internacionais, em geral, consideram-na de 8 horas diárias ou 40 horas semanais. Na legislação brasileira o tempo de exposição semanal adotado é de 48 horas semanais. A expressão dos dados toxicológicos envolve o uso de terminologia específica, detalhada a seguir. A primeira diferença importante está exatamente relacionada ao tempo de exposição. No caso da determinação da toxicidade aguda, estuda-se o efeito de uma única dose, em concentração maior. Por outro lado, a determinação da toxicidade crônica, envolve a administração de pequenas quantidades diárias, por um determinado período de tempo, em geral meses. A toxicidade crônica é, obviamente, a de maior importância quando se trata da saúde ocupacional. Em geral, o primeiro parâmetro medido quando se estabelece a toxicidade de um produto é a dose letal aguda. A metodologia estabelecida para determinação envolve os já mencionados problemas de extrapolação de dados, variações individuais etc. Por isso normalmente se adota como dose letal aquela capaz de causar a morte de 50% da população de cobaias usadas. Esse dado é expresso como LD50, advindo da sigla do termo inglês letal dose. Dessa forma, enquanto a LD50 oral de glicerol para ratos, em mg/kg, é 25,2 (1), no caso da dioxina, mais tóxica, essa dose cai para 0,022 (6). A dioxina também é, segundo a literatura especializada, carcinogênica e potente teratogênica (6). Também é encontrada na literatura toxicológica a denotação LDLO. Significa a menor dose necessária para matar um animal, ou lowest lethal dose. A especificação da toxicologia dos produtos cujo contato é feito por inalação é feita em termos da concentração no ar, em geral em ppm ou mg/m3. A dose letal por sua vez é designada LC50, ou lethal concentration, equivalendo àquela capaz de matar 50 % da população exposta. A tabela 2 ilustra os vários graus de toxicidade aguda por inalação e ingestão. FONTE:http://www.quimica.com.br/revista/qd384/higiene2.htm