Powered By Blogger

Total de visualizações de página

Postagens populares

Mostrando postagens com marcador MUDANÇA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador MUDANÇA. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

COMO A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL MUDARÁ NOSSAS VIDAS ATÉ 2030

Até o ano de 2030, a Inteligência Artificial(IA), terá mudado a nossa forma de ir para o trabalho, de cuidar da nossa saúde e de como nossos filhos serão educados. Esse é o consenso entre especialistas acadêmicos e de tecnologia que participam no estudo "One Hundred Year Study on Artificial Intelligence", da Universidade de Stanford. Focado em tentar prever os avanços da Inteligência Artificial, bem como os desafios éticos decorrentes, o grupo divulgou esta semana o seu primeiro relatório: “Artificial Intelligence and Life in 2030". Aborda temas como saúde, segurança, entretenimento, educação, robôs de serviço, transporte e comunidades pobres - e tenta prever como as tecnologias inteligentes afetarão a vida urbana. Os pesquisadores esperam que, ao pensar sobre o futuro, eles possam antecipar as mudanças - os benefícios e os problemas - que a Inteligência Artificial pode trazer, para que cientistas e legisladores possam estar melhor preparados para lidar com eles. É sabido e alardeado que a Inteligência Artificial pode levar a mudanças significativas no mercado de trabalho, com o uso crescente de como robôs e sistemas inteligentes assumindo postos de trabalho mais qualificados, bem além daqueles mais operacionais, incluindo processos decisórios. Os robôs já estão maciçamente presentes no ambiente industrial, mas estamos apenas começando a ver sua aplicabilidade em serviços. Muitas atividades do setor de serviços serão realizadas por robôs. Por outro lado, soluções de Inteligência Artificial (Deep Learning, Processamento de Linguagem Natural, Computação Cognitiva, etc) vão abrir novos postos de trabalho. O primeiro deles será o dos analistas de dados, necessários para dar sentido a todas as informações geradas a partir sistemas inteligentes. O trabalho deve começar agora para descobrir como ajudar as pessoas a se adaptarem durante o rápido processo de mudanças pelo qual a economia passará, quando empregos existentes serão perdidos e os novos serão criados. "Até agora, a maioria do que se sabe sobre Inteligência Artificial vem de livros de ficção científica e filmes ", disse Stone. "Este estudo fornece uma base realista para discutir como as soluções de Inteligência Artificial vão afetar a sociedade". Quanto mais cedo entendermos os impactos das mudanças, mais preparados estaremos. Por fim, tece considerações sobre os cuidados a serem tomados durante o processo, partindo do princípio de que o objetivo das aplicações de inteligência Artificial deva ser sempre o de criar valor para a sociedade. Cuidados devem ser tomados para aumentar e melhorar as capacidades humanas e a interação, e para evitar a discriminação e determinados segmentos da sociedade. As políticas públicas e de governança deverão primar por assegurar a equidade, segurança, privacidade e minimizar os impactos sociais do uso crescente de sistemas inteligentes. FONTE: http://idgnow.com.br/internet/2016/09/05/como-a-inteligencia-artificial-mudara-nossas-vidas-ate-2030/

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

TEMPESTADES SOLARES 'VARRERAM' ATMOSFERA DE MARTE E MUDARAM O CLIMA DO PLANETA

Um novo estudo divulgado pela Nasa indica que a atmosfera de Marte está, aos poucos, se esvaindo. A partir de dados coletados pela sonda americana MAVEN, a equipe de cientistas descobriu que tempestades solares, que constantemente atingem o planeta vizinho, despiram as camadas superiores de sua atmosfera. Não fosse isso, talvez a atmosfera do planeta vermelho seria semelhante a de nosso planeta. Pesquisadores da missão MAVEN descobriram o fenômeno depois de estudar como uma tempestade solar, ocorrida no início desse ano, impactou Marte. A teoria é que partículas solares oriundas da tempestade energizaram gases na camada superior à atmosfera, levando-as para o espaço. Cientistas também estudaram quais átomos e moléculas foram perdidos na atmosfera de Marte, incluindo aí hidrogênio, oxigênio, e dióxido de carbono.

Um planeta como o nosso

De acordo com o estudo – publicado na Science e Geophysical Research Letters – tais interações solares explicam as atuais condições de Marte e que em um passado distante, cerca de 4 bilhões de anos, sua atmosfera era tão densa quanto a da Terra, preenchida com gases o suficiente para aquecê-lo e abrigar largos oceanos em sua superfície. Agora, o planeta frio e desértico conta com uma atmosfera fina e um centésimo da pressão da Terra. “Uma das principais questões é onde a água foi?”, disse Bruce Jakosky, principal pesquisador do Laboratório para Física Espacial e Atmosférica da Universidade do Colorado. “A Maven está tentando entender qual o papel que a fuga da atmosfera tem desempenhado na mudança do clima", completou. A Maven foi lançada em novembro de 2013 a bordo do foguete Atlas V e se colocou em órbita ao redor de Marte em setembro de 2014. FONTE:http://idgnow.com.br/internet/2015/11/06/tempestades-solares-varreram-atmosfera-de-marte-e-mudaram-clima-do-planeta/

FIM DO EMAIL: CONHEÇA 3 TECNOLOGIAS QUE IRÃO MUDAR A COMUNICAÇÃO

Gurus do marketing digital tentam nos convencer que o e-mail é a melhor ferramenta para nutrir relacionamentos com clientes e assinantes. Mas, com o surgimento de novas ferramentas, como o SnapChat e o Periscope, qual será a forma de comunicação mais eficaz para os negócios ou mesmo para falar algo importante com um amigo? É melhor telefonar? Usar o Skype? ou o WhatsApp? Passar uma mensagem pelo Facebook? Tudo depende do contexto. Muito mais do que preferir esse ou aquele canal, é preciso entender qual estratégia vai funcionar melhor no contexto da nossa comunicação. O artigo de hoje, foi baseado no post Why Email Is Broken—and What Will Replace It, escrito semana passada pelo empreendedor e futurista Peter Diamandis. A seguir, vamos ver os canais atuais, os contextos para a comunicação e as tecnologias emergentes que irão substituir tudo o que conhecemos hoje.

O fim do e-mail

A forma como nos comunicamos está mudando o tempo todo. E tudo o que a gente quer é não ser inconveniente ou inadequado na forma de abordar e interagir com as pessoas. À medida que novas tecnologias e ferramentas surgem, nossa comunicação fica cada vez mais fragmentada e contextualizada. Como exemplos, temos: LinkedIn é ideal para o trabalho. É um canal mais formal. Facebook é para os amigos. Snapchat é para os amigos íntimos. Mensagem de texto é para algo imediato ou urgente. Slack é para a equipe de trabalho. Twitter é para difundir algo publicamente. Skype é para conversas a longas distâncias. Chamadas telefônicas são para pessoas mais íntimas ou algo realmente importante. E o Email? A realidade é que o e-mail é provavelmente a pior forma de comunicação. O excesso de emails e SPAMs que recebemos diariamente em nossas caixas está tornado esse canal completamente ineficaz. E também há várias análises de que estamos no início do fim do e-mail. Então o que virá nos próximos anos? Vamos ver já!

Somos animais sociais

Somos animais sociais, e nos comunicamos muito melhor quando interagimos face a face com as pessoas. Essa proximidade nos permite ouvir a entonação da voz e ver as expressões faciais de nosso interlocutor. De fato, especialistas recomendam que se há algo importante ou crítico para comunicar – como fechar um negócio, levantar capital, romper com alguém – é melhor fazer pessoalmente. Peter Diamandis recomenda que se você não puder estar pessoalmente, use o Skype ou o Beam (veja abaixo). Se não puder usar o Skype, é melhor telefonar. Qualquer outra forma de comunicação é inadequada para transmitir algo importante.

Como a tecnologia irá ajudar no futuro?

Novas tecnologias irão criar um nível muito mais significativo e íntimo nas nossas comunicações. Na próxima década, três áreas-chave irão emergir:

1- Telepresença

Você já ouviu falar em Suitable Technologies? Ou robô de telepresença? Alguns chamam essa tecnologia de Skype sobre rodas, mas é muito mais do que isso. Robôs de telepresença como o Beam representam a próxima geração de comunicação face-a-face. Ele permite que você se movimente e participe, como se estivesse lá em carne e osso. Num futuro muito próximo, esta tecnologia lhe dará poderes especiais como por exemplo, puxar informações detalhadas na tela sobre a pessoa com quem você está falando. Imagine ainda poder usar os sensores do robô para medir a freqüência cardíaca e a pupila da pessoa com quem você está falando durante uma negociação. Tecnologias como o Beam irão expandir nossa experiência sensorial quando nos comunicamos.

2- Mundos Virtuais

O próximo passo na comunicação vem com a possibilidade de estarmos com alguém ou com um grupo de pessoas, não pessoalmente, mas em um mundo virtual de alta resolução. Um mundo em que duas pessoas podem ter seus avatares, numa réplica quase perfeita, conversando e interagindo como no mundo real. Nesses mundos virtuais, as expressões faciais do seu avatar espelham exatamente as suas expressões, usando um tipo de tecnologia que James Cameron mostrou no filme Avatar.

3- Interface Cérebro-Computador

A mais avançada forma de comunicação se materializará na próxima década, à medida que desenvolvemos a Interface Cérebro Computador (em inglês, Brain Computer Interface – BCI) A capacidade de conectar nossa mente ao computador e o computador à nossa mente, permitirá um nível mais íntimo de comunicação. E esse potencial não se limita apenas a conseguir manipular computadores e máquinas com nossos pensamentos. O BCI abre portas para tecnologias que nos permitirá estabelecer uma comunicação direta com o cérebro de alguém (comunicação mente-mente ou BBI). Seremos capazes de compreender os pensamentos e os sentimentos da pessoa que estamos conversando. Estas 3 tecnologias (Tele-presença, Mundos Virtuais e BCI/BBI) nos levará à uma forma de comunicação muito mais profunda e dinâmica. Skypes e Emails talvez se reinventem para poderem competir. fonte: http://ofuturodascoisas.com/fim-do-email-tres-tecnologias-irao-mudar-a-comunicacao/

domingo, 31 de maio de 2015

CONHEÇA 6 EVENTOS CLIMÁTICOS QUE PODERIAM LEVAR A GRANDES MUDANÇAS NO MUNDO

Um dos maiores temores sobre a mudança climática é que ela pode gerar eventos que vão alterar drasticamente a Terra como a conhecemos. Esses eventos podem contribuir para a extinção em massa de espécies, dramática elevação do nível do mar, secas extensas e a transformação de florestas em vastas pastagens, por exemplo. Sabemos que a Terra já passou anteriormente por eventos relacionados com o clima. Mas a situação de hoje é diferente, porque desta vez são os seres humanos que estão conduzindo estas mudanças e o aquecimento está ocorrendo em um ritmo muito mais rápido. Confira os 6 maiores eventos climáticos com os quais cientistas se preocupam atualmente:

1. Derretimento no Ártico

O derretimento do gelo no verão do Ártico é considerada a maior ameaça climática do momento. Alguns cientistas pensam que esse evento já passou do ponto no qual podíamos fazer alguma coisa a respeito. Conforme o gelo do mar do Ártico derrete e se aquece, a água do oceano exposta absorve mais luz solar, o que reforça o aquecimento. A transição para um verão ártico sem gelo pode ocorrer rapidamente – dentro de algumas décadas -, o que tem implicações geopolíticas conforme as nações competem por recursos como espaço e petróleo. Adicionado a isso vem o dano que resultaria da interrupção de todo um ecossistema.

2. Groelândia sem gelo

O aquecimento do Ártico também deve deixar grande parte da Groelândia sem gelo. Embora essa perda de gelo provavelmente chegue ao ponto de não retorno este século, a transição completa levará pelo menos algumas centenas de anos. O derretimento na região deve elevar os níveis dos mares em até 6 metros. Metade das 10 maiores cidades do mundo, incluindo Nova York, e um terço das 30 maiores cidades do mundo já estão ameaçadas por este aumento do nível do mar. Hoje, essas cidades são o lar de cerca de 1,8 bilhões de pessoas.

3. Desintegramento do gelo na Antártica Ocidental

Do outro lado da Terra, a camada de gelo da Antártida Ocidental também está se desintegrando. Como a parte inferior desta geleira fica abaixo do nível do mar, é vulnerável a dissolução rápida conforme a água quente do oceano corrói seu gelo. Novamente, chegaremos a um ponto de não retorno ainda este século. O colapso total da geleira, que elevaria o nível do mar em quase 5 metros, pode levar algumas centenas de anos.

4. El Niño como um evento climático permanente

Os oceanos absorvem cerca de 90% do calor extra preso na Terra por gases do efeito estufa. Isso pode afetar sua dinâmica, que controla eventos como o El Niño. Embora existam várias teorias sobre o que poderia acontecer no futuro, a consequência mais provável dessa absorção de calor pelo oceano é que o El Niño, fenômeno climático natural, torne-se uma parte mais permanente de nosso sistema climático. Isso causaria secas extensas no sudeste da Ásia e em outros lugares, enquanto algumas áreas propensas a secas hoje, como a Califórnia, iriam ter algum alívio. A transição para um mundo com mais El Niños deverá ser gradual e demorar cerca de cem anos, mas tal mudança já deve ser iniciada este século.

5. Morte da floresta amazônica

O desmatamento, uma estação seca mais longa e o aumento das temperaturas no verão estão ameaçando a quantidade de chuvas na Amazônia. Pelo menos metade da floresta poderia se transformar em savana e pastagens. Uma vez que a mudança for acionada, pode se completar durante apenas algumas décadas. Isso tornaria muito difícil para a floresta tropical restabelecer-se e levaria a uma perda considerável da biodiversidade. No entanto, a redução da Amazônia em última análise depende do que acontece com o El Niño, juntamente com futuras mudanças de uso da terra pelos humanos.

6. Fim de metade das florestas boreais

O aumento do estresse hídrico e térmico pode ter consequências nas grandes florestas do Canadá, Rússia e outras partes do Hemisfério Norte. Elas podem se tornar mais vulneráveis a doenças e incêndios, o que por sua vez pode levar a uma redução de 50% de suas terras – um evento a partir do qual elas nunca devem se recuperar. Em vez disso, haverá uma transição gradual para florestas abertas ou pastagens ao longo de várias décadas. Isso teria um enorme impacto sobre o balanço de carbono no mundo, uma vez que as florestas podem absorver muito mais gás do que pastagens. Se elas diminuírem, o clima será afetado – assim como o balanço energético da Terra. No entanto, a complexa interação entre fisiologia das plantas, o permafrost e incêndios torna a situação difícil de ser bem compreendida ou prevista pelos cientistas. fonte:livescience.com/51018-these-six-triggers-will-transform-earth-climate.html

sábado, 16 de maio de 2015

RADIAÇÃO ESPACIAL PODE MUDAR A ESTRUTURA CEREBRAL DOS ASTRONAUTAS

Mesmo após 54 anos enviando astronautas para o espaço, a NASA ainda está aprendendo sobre como as condições espaciais afetam o corpo humano. Atualmente, a agência está estudando os efeitos do voo espacial de longa duração na visão humana, com seu estudo único com gêmeos. E os pesquisadores analisarão como a microgravidade desgasta o sistema músculo-esquelético. Agora, uma nova pesquisa com ratos indica que o ambiente do espaço também pode ter um impacto significativo no cérebro. Em um estudo publicado na revista Science, os pesquisadores analisaram como raios cósmicos – partículas altamente carregadas que permeiam todo o espaço – podem impactar os cérebros de ratos; eles descobriram que os animais expostos a esta radiação do tipo espacial ficaram muito menos curiosos e mais confusos do que suas contrapartes não expostas. No Laboratório de Radiação Espacial da Nasa, os pesquisadores submeteram ratos a oxigênio totalmente ionizado e titânio, elementos frequentemente encontrados em raios cósmicos. Cada rato foi atingido com um único feixe de partículas carregadas, semelhantes às pequenas doses de radiação que penetram a nave durante viagens espaciais. Para ter ideia de como esses feixes afetavam o cérebro, os ratos foram alterados para terem neurônios fluorescentes, a fim de serem melhor vistos durante o exame. Seis semanas após a exposição, os pesquisadores da UC Irvine notaram mudanças distintas nos cérebros dos ratos – uma inflamação notável que interrompeu a comunicação entre os neurônios. De acordo com o estudo, as partículas agiram como pequenos projéteis, voando para o cérebro e rompendo as estruturas neuronais conhecidas como dendritos. A perda dessa espécie de ramo de sinapses, que transportam sinais eletroquímicos entre os neurônios, é frequentemente associada com deficiências cognitivas e doença de Alzheimer. Indo um passo adiante, os pesquisadores fizeram alguns experimentos comportamentais com os ratos expostos para saberem como essas alterações cerebrais podem afetar sua memória e habilidades de aprendizagem. Com certeza, os ratos apresentaram menos curiosidade e pareciam mais confusos do que os ratos que não haviam sido expostos à radiação do tipo espacial. Estes sintomas são semelhantes às mudanças cognitivas que pacientes com câncer de cérebro experienciam quando submetidos a tratamentos de radiação. Apesar dos resultados, isso não significa que precisamos transportar todos os astronautas da ISS para a Terra imediatamente. Os indivíduos na estação não experimentam tanto bombardeio de raios cósmicos, uma vez que a magnetosfera da Terra age como um escudo protetor e desvia partículas carregadas. Além disso, os pesquisadores observam que você precisaria de vários meses de exposição à radiação espacial para começar a experimentar mudanças cerebrais. Mas, isso contém enormes implicações para a principal iniciativa da NASA no momento: uma longa viagem para o planeta vermelho. Tal viagem levaria vários anos, e os astronautas estariam sem a rede de segurança do campo magnético.
“Esta não é uma notícia positiva para os astronautas em uma viagem num período de dois a três anos de ida e volta a Marte”, disse Charles Limoli, professor de radiação oncológica na escola de medicina da UCI. “Decréscimos de desempenho, de déficits de memória e perda de consciência e foco durante o voo espacial podem afetar as atividades em missões críticas, e a exposição a estas partículas pode ter consequências negativas a longo prazo para a cognição.”
Confira este vídeo animado que os pesquisadores fizeram para ilustrar a sua experiência. Ratos em capacetes espaciais! FONTE: curioso.blog.br/post/radiacao-espacial-mudar-estrutura-cerebral-astronautas/

sexta-feira, 3 de abril de 2015

FALAR UMA 2° LÍNGUA PODE MUDAR A FORMA COMO VC VÊ O MUNDO

Está precisando ter a mente mais aberta? Matricule-se na escola de línguas mais próxima da sua casa. Segundo um novo estudo, falantes de inglês e alemão colocam ênfases diferentes sobre ações e suas consequências, influenciando a maneira como pensam sobre o mundo. O trabalho também constata que os bilíngues podem extrair o melhor de ambas as visões de mundo, podendo tornar o seu pensamento mais flexível. Desde os anos 1940, cientistas cognitivos têm debatido se a sua língua materna influencia seu modo de pensar. A discussão tem sido reacendida nas últimas décadas, como um número crescente de estudos sugerindo que a linguagem pode levar os falantes a prestarem atenção em certos aspectos do mundo. Falantes de russo são mais rápidos para distinguir tons de azul do que os falantes de inglês, por exemplo. E falantes de japonês tendem a agrupar objetos por material e não forma, enquanto os coreanos se concentram no quão firmemente os objetos se encaixam. Ainda assim, os céticos argumentam que tais resultados são artefatos de laboratório ou, na melhor das hipóteses, apenas refletem as diferenças culturais entre os participantes, algo que não teria relação com a linguagem. No novo estudo, os pesquisadores se voltaram para as pessoas que falam vários idiomas. Ao estudar bilíngues, “nós estamos pegando esse debate clássico e virando-o de cabeça para baixo”, diz o psicolinguista Panos Athanasopoulos, da Universidade de Lancaster, no Reino Unido. Ao invés de perguntar se os falantes de diferentes línguas têm mentes diferentes, eles se perguntaram se duas mentes diferentes poderiam existir dentro de uma pessoa.

Nova abordagem

Athanasopoulos e seus colegas estavam interessados ​​em uma diferença especial na forma como falantes do inglês e do alemão tratam certos eventos. O inglês tem um conjunto de ferramentas que permite situar gramaticalmente ações no tempo: “I was sailing to Bermuda” (“Eu estava navegando para Bermuda”) é diferente de “I sailed to Bermuda” (“Eu naveguei para Bermuda ”). O alemão não tem esse recurso. Como resultado, os falantes alemães tendem a especificar os começos, meios e fins de eventos, mas os falantes de inglês muitas vezes deixam de fora os fins e concentram-se nos meios. Olhando para a mesma cena, por exemplo, um falante de alemão poderia dizer: “Um homem sai de casa e vai para a loja”, enquanto o de inglês apenas diria: “Um homem está andando”. Esta diferença linguística parece influenciar como os falantes das duas línguas interpretam eventos. Athanasopoulos e seus colegas pediram a 15 falantes nativos de cada idioma para assistir a uma série de vídeos que mostravam pessoas praticando caminhada, ciclismo, corrida ou dirigindo. Em cada conjunto de três vídeos, os pesquisadores pediram aos indivíduos para decidir se uma cena com um objetivo ambíguo (uma mulher caminha por uma rua em direção a um carro estacionado) era mais parecida com uma cena com uma meta clara (uma mulher entra em um prédio) ou uma cena sem objetivo (uma mulher caminha por uma estrada rural). Os falantes do alemão compararam cenas ambíguas com cenas com metas claras cerca de 40% da vezes, em média, em comparação com 25% entre os falantes de inglês. Esta diferença implica que os falantes do alemão são mais propensos a se concentrar em possíveis resultados das ações das pessoas, mas os falantes de inglês prestam mais atenção à ação em si. Falantes bilíngues, por sua vez, pareciam alternar entre essas perspectivas com base na linguagem mais ativa em suas mentes. Os pesquisadores descobriram que 15 alemães fluentes em inglês eram tão focados em uma meta quanto qualquer outro falante nativo, quando testados em alemão em seu país de origem. Mas um grupo similar de 15 bilíngues alemão-inglês testados em inglês no Reino Unido tinham, assim como como falantes nativos de inglês, foco na ação. Essa alteração também pode ser vista como um efeito da cultura, mas um segundo experimento mostrou que os bilíngues também podem mudar de perspectivas tão rápido quanto podem mudar de idioma.

Enganando o cérebro

Em outro grupo de 30 bilíngues de alemão-inglês, os pesquisadores mantiveram uma língua ocupada durante a atividade com os vídeos, fazendo os participantes repetirem sequências de números em voz alta em inglês ou alemão. Distrair uma língua parecia trazer automaticamente a influência da outra língua à tona. Quando os pesquisadores “bloquearam” o inglês, os sujeitos agiram como alemães típicos e acharam que vídeos ambíguos eram semelhantes ao que tinham uma meta. Com alemão bloqueado, os indivíduos bilíngues agiram como falantes de inglês e combinaram as cenas ambíguas com as incertas. Quando os pesquisadores surpreenderam os participantes mudando a linguagem dos números de distração no meio do experimento, o foco das pessoas sobre objetivos versus ações mudou junto com a linguagem. Os resultados sugerem que uma segunda língua pode desempenhar um importante papel inconsciente na elaboração da percepção. “Por ter uma outra língua, você tem uma visão alternativa do mundo”, explica Athanasopoulos. “Este é um avanço importante”, diz o cientista cognitivo Phillip Wolff, da Universidade Emory, em Atlanta, que não estava ligado ao estudo. “Se você é bilíngue, é capaz de entreter diferentes perspectivas e ir e voltar”, diz ele. “Isso realmente não tinha sido demonstrado antes”. Apesar disso, pesquisadores que duvidam que a linguagem desempenha um papel central no pensamento provavelmente permanecerão céticos. A psicóloga cognitiva Barbara Malt, da Universidade Lehigh, em Bethlehem, Pensilvânia, acredita que o ambiente artificial do laboratório pode condicionar as pessoas, fazendo com que confiem na linguagem mais do que normalmente fariam. “Em uma situação do mundo real, eu poderia encontrar razões para dar atenção à continuidade de uma ação e [também poderia ter] outros motivos para prestar atenção ao ponto final”, diz ela, descrente desta linha de pensamento. Para ela, tais mecanismos não existem somente em pessoas bilíngues e o simples conhecimento de outra linguagem não seria capaz de filtrar a maneira como enxergamos a realidade. fonte: news.sciencemag.org/brain-behavior/2015/03/speaking-second-language-may-change-how-you-see-world

domingo, 29 de março de 2015

CONHEÇA 10 TECNOLOGIAS QUE PROMETEM MUDAR O MUNDO

Quais tecnologias emergentes têm o maior potencial de mudar o mundo?Se você checar todas as listas desse tipo que foram feitas nas últimas décadas, verá que o índice de acerto é pífio. Mas o Fórum Econômico Mundial gosta desse exercício, reunindo todos os anos 18 especialistas para responder a esta questão. Aí está a versão 2015 do exercício de futurologia, com as "dez inovações que podem mudar nossas vidas, transformar indústrias e proteger o planeta".

1. Carros a hidrogênio

O fórum reconhece que estes veículos são uma promessa de longa data, mas diz que "só agora a tecnologia parece ter chegado ao ponto no qual montadoras planejam incorporá-la em lançamentos para consumidores". Carros a hidrogênio têm algumas vantagens em relação aos atuais modelos, movidos a gasolina, álcool, diesel ou eletricidade. Nos carros elétricos, é preciso recarregar suas baterias a partir de uma fonte externa de energia. Já as células de combustível geram eletricidade diretamente, usando combustíveis como hidrogênio ou gás natural. Esta energia fica armazenada nas baterias. Isso permite que eles percorram grandes distâncias, como veículos movidos a combustível - o que não ocorre com os modelos elétricos, que ainda têm uma autonomia limitada. Carros movidos a hidrogênio geram menos impacto ao meio ambiente Além disso, a recarga de uma célula de gás de hidrogênio comprimido leva apenas cerca de três minutos, embora encher o tanque de hidrogênio possa ser complicado. Por fim, o uso de hidrogênio como combustível não gera monóxido de carbono, como ocorre com carros comuns, mas vapor d'água, o que ajuda a reduzir a poluição no ar. Mas ainda há vários obstáculos a vencer, entre eles construir tanques de hidrogênio para carros, produzir hidrogênio barato em larga escala e de fontes não-fósseis - hoje é produzido a partir do gás natural - e criar uma infraestrutura para distribuí-lo à população. "O transporte de hidrogênio por longas distâncias, mesmo que comprimido, ainda não é considerado economicamente viável hoje em dia", afirma o fórum. "No entanto, técnicas inovadoras de armazenamento logo reduzirão este custo e os riscos associados a esta prática." O fórum espera que, em uma década, milhões de veículos movidos a hidrogênio estejam em uso.

2. Robótica

Outra tecnologia que há muito tempo se faz presente no imaginário coletivo, a robótica tem passado por avanços que estão permitindo que finalmente deixe de estar confinada a fábricas e outras tarefas simples. "Sensores melhores e mais baratos permitem que robôs sejam capazes de compreender e responder ao ambiente em torno dele. Seus 'corpos' estão se tornando mais adaptáveis e flexíveis", afirma o fórum. "E eles estão mais conectados, beneficiando-se da computação em nuvem para acessar e processar informações remotamente, em vez de terem que ser inteiramente programados para realizar uma tarefa autonomamente." Com isso, os robôs estão assumindo uma variedade de tarefas, como um controle preciso de pragas em plantações e sua colheita ou cuidando de idosos e pacientes, inclusive na sua reabilitação física. Além disso, robôs menores e mais habilidosos estão não apenas realizando tarefas repetitivas em fábricas no lugar das pessoas, mas também colaborando com humanos em vez de substituí-los. "O medo de que robôs conectados à web possam fugir do controle se tornará mais proeminente, mas, conforme estas máquinas realizam tarefas domésticas e as pessoas se familiarizam com elas, esse receio deve ser amenizado", afirma o fórum.

3. Plástico termorrígido reciclável

Ao contrário dos termoplásticos, que podem ser aquecidos e reaquecidos para adquirirem diferentes formas e serem reciclados, os plásticos termorrígidos só podem passar por este processo uma única vez. Isto confere durabilidade a este tipo de plástico, tornando-o uma parte importante do mundo atual, com seu uso em celulares, computadores e aeronaves, mas também faz com que seja impossível reciclá-los. Mas, em 2014, houve avanços significativos nesta área, com a descoberta de uma nova categoria reciclável de plásticos termorrígidos, com o uso de ácido para quebrar a cadeia de polímeros que os forma e os reutilizar na fabricação de novos produtos, mantendo suas características mais úteis, como a rigidez e a durabilidade. "Apesar de nenhum processo de reciclagem ser 100% eficiente, esta inovação - se for empregada amplamente - pode gerar uma grande redução no lixo descartado", destaca o fórum. "Esperamos que este novo tipo de plástico termorrígido substitua o antigo em cinco anos e se torne onipresente em bens fabricados por volta de 2025."

4. Engenharia genética agrícola

A engenharia genética gera uma grande polêmica, mas o fórum defende que "novas técnicas permitem 'editar' o código genético de plantas para torná-las mais nutritivas ou resistentes às mudanças climáticas". Atualmente, a engenharia genética de cultivos agrícolas depende de bactérias para transferir uma parte de DNA para outro genoma, algo que já foi comprovado ser tão arriscado (ou seguro, de acordo com o ponto de vista) quanto realizar esta transferência por cruzamento de espécies. "No entanto, técnicas mais precisas de edição genética foram desenvolvidas nos últimos anos", afirma o fórum. Elas conferem às plantas uma maior resistência a pragas e insetos, reduzindo a necessidade de uso de pesticidas, e aumentam a sustentabilidade de cultivos ao reduzir a necessidade de água e fertilizantes. "Muitas destas inovações serão particularmente benéficas para agricultores de pequeno porte de países em desenvolvimento. Assim, a engenharia genética pode se tornar menos controversa, à medida que seu benefício seja reconhecido para aumentar a renda e melhorar a dieta de milhões de pessoas."

5. Manufatura aditiva (impressão 3D)

Hoje, a fabricação de produtos começa por um grande pedaço de determinado material, como madeira, metal ou rocha, e passa pela remoção de camadas até atingir a forma desejada. Por sua vez, a manufatura aditiva - também conhecida como impressão 3D - parte do zero e aplica camadas do material até atingir a forma final, usando um modelo digital como guia. "Produtos fabricados assim podem ser altamente personalizados para cada usuário, ao contrário de produtos feitos com processos de fabricação em massa", esclarece o fórum. Além disso, usando células humanas como material básico, esta técnica permite criar tecidos orgânicos que podem ser usados no teste de segurança de medicamentos, além de transplantes. "Um próximo estágio importante da manufatura aditiva seria fabricar desta forma componentes eletrônicos, como placas de circuitos", destaca o fórum. "Esta ainda é uma tecnologia nascente, mas deve se expandir rapidamente na próxima década com oportunidades e inovações que a aproximarão do mercado de massa."

6. Inteligência artificial

Nos últimos anos, a inteligência artificial evoluiu bastante, com smartphones reconhecendo a voz de seu dono, carros que dirigem a si mesmos ou drones que dispensam o controle remoto. Hoje, esta tecnologia faz com que uma máquina reconheça um ambiente a sua volta e reaja a ele. "Mas estamos dando um passo à frente com máquinas capazes de aprender autonomamente ao assimilar grandes volumes de informação", diz o fórum. "Assim como os novos robôs, esta inteligência artificial nascente levará a um aumento significativo de produtividade. Máquinas com acesso rápido a uma imensa fonte de dados poderão responder a situações sem cometer erros com base em emoções, como no caso de diagnóstico de doenças." O fórum reconhece que esta tecnologia tem riscos atrelados a ela, como máquinas superinteligentes que um dia poderiam suplantar a humanidade. "Especialistas levam este receio cada vez mais a sério, mas, por outro lado, isso pode tornar ainda mais evidente a importância de atributos essencialmente humanos, como criatividade e relações interpessoais."

7. Manufatura descentralizada

Este tipo de fabricação de produtos muda completamente a noção que temos hoje da manufatura. Em vez de reunir todo o material necessário para fazer um produto em um único - e enorme - local e depois distribuí-lo ao público, a manufatura descentralizada distribui a fabricação de diferentes partes do produto por diversos locais. E o produto final acaba sendo montado muito próximo de onde consumidor está. "Na prática, isso substitui a cadeia de fornecedores de materiais pela informação digital. Em vez de fazer uma cadeira em uma fábrica central, fábricas menores e locais recebem instruções de como fazer suas peças, que podem ser montadas pelo próprio consumidor ou em oficinas", esclarece o fórum. "Isso permite usar recursos de forma mais eficiente, com menos desperdício, diminuindo o impacto ambiental. Também reduz a barreira de entrada para novas empresas num mercado ao diminuir a quantidade de dinheiro necessário para criar um protótipo e fabricar produtos." O fórum defende que esta nova técnica de fabricação mudará o mercado de trabalho e a economia da manufatura, mas também apresenta riscos, por ser mais difícil de regular. "Nem tudo poderá ser feito desta forma. Cadeias de produção ainda serão necessárias para bens de consumo mais importantes e complexos."

8. Drones inteligentes

Drones são usados amplamente nos dias de hoje, na agricultura, no cinema e em outras aplicações que requerem uma vigilância aérea ampla e barata. "Mas, até agora, eles têm pilotos humanos, que os controlam a partir do solo", explica o fórum. "O próximo passo é desenvolver máquinas que voam por conta própria, o que permite uma série de novos usos." Para isso, os drones precisam ser capazes de usar sensores para reagir ao ambiente a sua volta, mudando sua trajetória e altura de voo para evitar colisões com outros objetos em seu caminho. Isso permitirá que estes robôs assumam tarefas perigosas para humanos, como manutenção de redes elétricas. Ou realizar entregas de medicamentos urgentes mais rapidamente. Na agricultura, poderiam auxiliar no uso mais preciso de fertilizantes e água ao analisar plantações desde o ar. "Com esta tecnologia, os drones poderão voar de forma mais próxima a humanos e em cidades", destaca o fórum. "Mas, para serem amplamente usados, eles terão que se provarem capazes de voar em meio às mais difíceis situações, como em tempestades de areia e nevascas. Quando isso ocorrer, eles nos tornarão imensamente mais produtivos."

9. Tecnologia neuromórfica

Os computadores atuais funcionam de forma linear, transferindo informação entre chips e um processador central por meio de uma rede. Já um cérebro funciona de forma totalmente interconectada, com uma densidade de conexões que superam em muito a de um computador. Mas cientistas já trabalham na criação de chips neuromórficos, que simulam a arquitetura cerebral e aumentam exponencialmente a capacidade de um computador processar informações e reagir. "Uma limitação da transferência de dados entre uma memória e um processador central é que isso usa grandes quantidades de energia e gera muito calor", afirma o fórum. "Chips neuromórficos são mais eficientes neste aspecto e mais poderosos, funcionando como uma rede de neurônios." O fórum acredita que esta tecnologia, em estágio de protótipo em empresas como a IBM, é a próxima etapa da computação de ponta e permitirá um processamento de dados mais ágil e potente, abrindo caminho para máquinas aprenderem por conta própria. "Computadores serão capazes de antecipar e aprender, em vez de apenas reagir de acordo com a forma como foram programados."

10. Genoma digital

O primeiro sequenciamento do genoma humano levou muitos anos e consumiu bilhões de dólares, mas hoje isso pode ser feito em minutos por algumas centenas de dólares. "Essa habilidade de desvendar nossa genética individual promete levar a uma revolução, com serviços de saúde mais personalizados e efetivos", defende o fórum. Isso porque muitos dos males que enfrentamos derivam de um componente genético. Com esta digitalização do DNA, um médico poderia, por exemplo, tratar um câncer de acordo com a composição genética do tumor. O fórum ressalta, no entanto, que, assim como toda informação pessoal, será necessário proteger o genoma de uma pessoa por motivos de privacidade. fonte: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=tecnologias-que-prometem-mudar-mundo&id=020175150305

sábado, 28 de março de 2015

O AQUECIMENTO GLOBAL PODE MUDAR O GOSTO DOS ALIMENTOS

As temperaturas mais altas não só poderiam impactar nosso suprimento de alimentos, mas, também, podem mudar o seu sabor. Um novo relatório da Universidade de Melbourne compilou uma lista de muitos alimentos que estão ameaçadas pela elevação das temperaturas. Naturalmente, o relatório centrou-se especificamente na Austrália, que tem duradouras ondas de calor escaldante. 93% da sua oferta de alimentos vem do próprio país, portanto, quaisquer mudanças no clima podem afetar drasticamente o seu abastecimento. “É definitivamente um alerta quando você ouve que a torrada e a geleia de framboesa que você come no café-da-manhã, por exemplo, podem não estar tão prontamente disponíveis daqui a 50 anos”, diz o professor adjunto Richard Eckard, da Universidade de Melbourne. Eckard e seus colegas descobriram numerosos alimentos que possivelmente mudarão em um futuro mais quente, incluindo: - Beterraba e cenoura não cultivam bem em clima quente e seco. Esperem por cenouras com menos sabor e textura pobre e beterrabas com menos cor. - Em áreas onde há umidade, bem como o calor, as batatas correm maior risco de serem atacadas por pragas. - A carne não está imune a ondas de calor também. Animais como galinhas e vacas podem ficar tão estressados com temperaturas mais elevadas como os seres humanos, e muitas vezes eles não têm ar-condicionado para se refugiar. O calor pode afetar o apetite, por isso, animais como galinhas não comem tanto ou engordam – ficando a carne mais dura, mais fibrosa. - E por falar em carne, muitos animais têm os grãos como fonte de alimento. Infelizmente, o aumento das temperaturas e as secas podem levar a culturas atrofiadas de trigo e outros produtos, aumentando o preço de ambos os alimentos, os grãos e os animais que se alimentam deles. - Algumas das alterações mais drásticas poderão ser vistas no departamento de lacticínios. Os pesquisadores descobriram que as ondas de calor podem reduzir a quantidade de leite de vaca produzido em 10 a 25%, podendo diminuir em até 40% em condições extremas. FONTE: curioso.blog.br/post/aquecimento-mudar-gosto-alimentos/

domingo, 12 de outubro de 2014

CONHEÇA 5 FORMAS DE COMO A MÍDIA ESTÁ MUDANDO SEU CÉREBRO

A mídia social faz cada vez mais parte da nossa vida. Mas de que forma é que está a afetar o nosso cérebro? Veja o video para saber a resposta. De acordo com o último episódio de AsapSCIENCE, a internet provavelmente está a mudar o seu cérebro, mesmo enquanto você lê este artigo. As mídias sociais e a internet, obviamente, têm afetado a forma como interagimos, mas o que estão a fazer aos nossos corpos? Algumas das mudanças mais significativas estão a acontecer no nosso cérebro e o último episódio de AsapSCIENCE enumera cinco formas como a mídia social nos está a mudar o cérebro. Acontece que, usar a mídia social pode ser literalmente viciante, porque oferece recompensa imediata com muito pouco esforço. Isso significa que o nosso cérebro começa a se religar e nos faz ansiar mais estimulação de mídia social. De fato, 10% dos usuários de internet relatam não conseguir controlar a quantidade de tempo que passam online. As varreduras do cérebro revelaram também que falar sobre nós mesmos e as nossas opiniões sobre as mídias sociais podem desencadear partes do cérebro envolvidas no prazer. Talvez ainda mais assustador seja o surgimento da síndrome da vibração fantasma, um fenômeno em que as pessoas sentem a vibração do telefone quando não existe vibração. Essa é uma sensação muito comum entre os usuários de mídia social. Isto porque os nossos cérebros estão tão acostumados a sentir os telefones a vibrar, que podem perceber uma coceira física, com o receber uma mensagem ou chamada. Veja abaixo o novo video da AsapSCIENCE sobre esta temática. ASSISTA O VIDEIO: FONTE:sciencealert.com.au/features/20140809-26146.html

segunda-feira, 30 de junho de 2014

PÓLO MAGNÉTICO DA TERRA ESTÁ MUDANDO EM RITMO ACELERADO

A Terra tem um pólo norte magnético e um pólo norte geográfico, mas pólo magnético da Terra está mudando em um ritmo acelerado nos últimos anos.Uma nova pesquisa realizada pela Agência Espacial Europeia e da sua missão de três satélite chamado enxame, mostra que o pólo norte magnético da Terra está se movendo em direção ao sul da Sibéria. Os satélites foram lançados em novembro do ano passado com a finalidade de investigar os campos magnéticos da Terra. Os campos foram encontrados para agir como um escudo contra a radiação solar e espaço, e também para ajudar a moderar o clima da Terra. Os cientistas também determinaram com informações dos satélites enxame, que ao longo dos últimos seis meses, houve uma acentuada diminuição na força do campo magnético da Terra em até 15 por cento. Alguns dos muitos riscos envolvidos em um enfraquecimento do campo magnético da Terra incluem as alterações climáticas, o aumento tempestades solares que podem causar a rede elétrica em colapso, buracos de ozônio temporários e possível aumento de exposição à radiação que leva a um aumento da taxa de câncer em seres humanos. A mudança na aceleração dos pólos magnéticos da Terra se origina a partir do núcleo do planeta. Grandes áreas do Hemisfério Ocidental ter visto diminuído o poder no campo magnético, enquanto uma grande área no sul do Oceano Índico tem visto um aumento no poder do campo. Os cientistas serão capazes de continuar analisando os dados dos satélites ENXAME ao longo dos próximos meses para determinar se estes resultados coincidem com outras orientações de sinal do resto das camadas da Terra, como a ionosfera, manto, crosta, oceanos e magnetosfera. A última inversão dos pólos magnéticos da Terra ocorreu 780.000 anos atrás, mas ao longo dos últimos 20 milhões anos o padrão de reversões pólo tem sido uma constante em 200.000-300.000 anos. Desde a primeira pesquisadores localizado o pólo magnético de volta no início do século XIX, tornou-serpenteava mais de 600 milhas. De volta ao início do século XX o pólo estava se movendo em apenas 10 quilômetros por ano, mas que a taxa acelerou-se para cerca de 40 quilômetros por ano. Este deslocamento anual do pólo se acredita ser causada por núcleo externo líquido da Terra, o que é feito de metal e flui em torno do núcleo interior de metal vendido muito lentamente, deslocando, assim, o campo magnético. Normalmente, uma inversão do pólo magnético leva milhares de anos, mas tem havido alguma evidência recente de que a inversão do campo magnético rápidas ocorrer. De volta aos anos 1960 os cientistas localizados evidência parcial que um pólo de reversão extremamente rápida, mas de curto prazo aconteceu apenas 41 mil anos atrás. Esta pesquisa foi encontrado em uma pequena aldeia de Laschamp, França, onde em 2012 os cientistas revisitou o local para descobrir que a reversão só durou um pouco mais de 400 anos ea força do campo estava enfraquecido para apenas 25 por cento do que a força de hoje o campo magnético é produzindo atualmente. Outras descobertas recentes incluem evidências encontradas no Oregon em 1995 e Nevada em 2010, onde lava endurecida foi examinado e considerado para indicar o que o campo magnético se moveu 53 graus em um único ano, e em um caso até seis graus em um único dia , que é mais de 10.000 vezes mais rápido do que o habitual. Alguns acreditam que esses movimentos dos campos magnéticos da Terra a partir do deslocamento do manto da Terra pode levar ao aumento da atividade vulcânica, enquanto outros observaram a correlação entre a mudança magnética 41.000 anos atrás, e os moribundos fora dos neandertais na Europa.Se pólo magnético da Terra continua a acelerar em um ritmo mais rápido, os resultados provavelmente vai ser mais perigoso do que se mover-se gradualmente ao longo de milhares de anos, como muitos cientistas acreditam que é comum. Fonte: http://guardianlv.com/2014/06/earths-magnetic-pole-shifting-accelerates/http://planetxnews.com/2014/06/28/earths-magnetic-pole-shifting-accelerates/

sábado, 21 de junho de 2014

ESTA TINTA DE NANOPARTÍCULAS DE OURO MUDA DE COR COM UM TOQUE

Uma equipe de químicos da Universidade da Califórnia fez uma descoberta interessante por acaso. Enquanto experimentavam como amarrar nanopartículas de ouro, eles notaram que o ouro mudava entre as cores azul brilhante, roxo e chegava até vermelho. Na verdade, quanto mais eles tocavam, mais a cor era alterada. Após um tempo, eles conseguiram manipular as nanopartículas de ouro para formar uma película de polímero que pode ser aplicada como tinta. Tocar a película faz com que as nanopartículas se amarrem para se esticar, e, assim, muda a cor do polímero. “Desenvolvemos um sensor de pressão de alta resolução que indica a pressão ao variar a cor – um sensor que todos nós conseguimos ver com nossos olhos”, explica Yadong Win, lider do estudo. “Quando juntas, as nanopartículas de ouro são azuis. Mas elas gradualmente se alteram para vermelho com aumento da pressão conforme elas se separam.” Isso é diferente de outras tintas sensíveis a pressão existentes. As imagens digitais mostrando a mudança de cor do filme do sensor depois de experimentar diferentes quantidades de pressão. As imagens digitais mostrando a mudança de cor do filme do sensor depois de experimentar diferentes quantidades de pressão.
As imagens digitais mostrando a mudança de cor do filme do sensor depois de experimentar diferentes quantidades de pressão. Como o The Atlantic destaca, “é como Hypercolor para toque em vez de calor.” As possibilidades vão muito além da moda. A equipe de Yin diz que a nova tecnologia pode ser útil em testes de impacto, de modo que especialistas em segurança podem ver onde os impactos ocorreram. Como as nanopartículas de ouro respondem a diferentes tipos de pressão, isso permitira medir a gravidade dos golpes. Isso também ajuda outros estudos recentes ao mostrar como as nanopartículas de ouro interconectadas respondem a mudanças no ambiente.Mas deve ser bem legal ter uma camiseta feita com isso. Imagina que divertido uma pessoa dar um tapa nas suas costas e a marca da mão dela permanecer por uma semana. FONTE:Gizmodo

sábado, 26 de abril de 2014

MUDANÇA NOS POLOS NORTE/SUL JÁ ESTÁ ACONTECENDO AGORA

Há muitos indicadores quantificáveis científicos que comprovam que a Terra e o Sistema Solar inteiro estão passando por mudanças que nunca ocorreram anteriormente dentro da história humana registrada nesse atual ciclo {n.t. Um ínfimo ciclo de apenas treze mil anos, iniciado após o Dilúvio em 10.986 a.C., com o afundamento final de Atlântida, que em termos cósmicos é apenas um “piscar de olhos” da(s) divindade (s) criadora(s)}. Muitos médiuns e canalizadores também receberam (em) mensagens que nos dizem que nós entramos no início de uma mudança dimensional que já está afetando profundamente toda a nossa vida planetária.
E alguns preveem que dentro da próxima (atual) década vamos entrar em um processo de Ascensão Coletiva cumprindo as profecias do Cristo. GREGG BRADEN é provavelmente a pessoa mais reconhecida nos meios científicos que está a avaliar e revelar os fenômenos científicos que apontam para essa mudança. Ele ficou intrigado com tudo isso quando ele estava trabalhando como Geólogo para a Phillips Petroleum no final de 1970, há quase quarenta anos e percebeu que o magnetismo da terra estava em seu ponto mais baixo em 2.000 anos e diminuindo a um ritmo acelerado. Como resultado dessas descobertas, Braden escreveu um livro – “Awakening to Zero Point” - que documentou este e outros indicadores de que as condições em nosso planeta está em rápida e acelerada mutação. WYNN: É verdade que os pólos magnéticos da Terra estão em processo de mudança agora? Gregg Braden: Em Maio-Junho-Julho de 2002, foi muito bem reconhecido e valorizado por revistas científicas que realmente estavam divulgando PELA PRIMEIRA vez que estamos no processo de uma inversão polar e mudança no campo eletromagnético planetário. Voltando na década de 1960, os geólogos estavam certos de que a terra periodicamente passa através de uma reversão dos seus polos magnéticos. Eles puderam declarar e confirmar isso a partir dos resultados obtidos da análise de amostras do núcleo de gelo, e de antigos fósseis, bem como de partículas magnetizadas que foram bloqueados em determinadas posições dentro das rochas da Terra. Os geólogos estavam tão certos sobre este fenômeno que realmente mapearam o fenômeno pelos últimos quatro milhões e meio de anos, e os registros resultantes sugerem que o planeta Terra “já passou por 14 destes reversões polares e do seu campo eletromagnético”. Naquela tempo, entre 1961 e 1962, há meio século no passado, os cientistas achavam que a última inversão dos pólos teriaocorrido por volta da época da última Idade do Gelo, de dez a 12 mil anos atrás (N.T. Foi em 10.986 a.C. e provocou o afundamento de Atlântida, no evento conhecido como o Dilúvio da Bíblia). E eles estavam certos de que isso iria acontecer novamente, mas somente que seria há milhares de anos no futuro, por isso não havia nada para se preocupar. MAS na década de 1990, os geólogos continuaram a refinar este tipo de informação e seus estudos e obtiveram novos e diferentes resultados em relação ao TEMPO. Eles haviam dito que levaria ainda milhares de anos para que isso acontecesse novamente. Então eles começaram a declarar: “Bem, isso pode acontecer em centenas de anos.”(e NÃO MAIS MILHARES de anos). Mas agora, nos dias de hoje, cinquenta anos depois das primeiras descobertas e pesquisas, recentes evidências encontradas em alguns dos núcleos de gelo da Groenlândia e da Antártica que dizem que ESSA MUDANÇA poderia acontecer em tão pouco tempo quanto uma década apenas. Mas agora, sabemos hoje que os pólos JÁ ESTÃO se movendo. Nós estamos vivendo isso exatamente agora. Nós não sabemos exatamente o que isso significa, porque mesmo que tenha acontecido no mínimo já catorze vezes nos últimos quatro milhões e meio de anos, isso nunca aconteceu antes com sete bilhões de pessoas vivendo na terra em cidades, algumas gigantescas (e a população crescendo…). Wynn: Você esta dizendo que esse fato já é do conhecimento comum? Gregg Braden: É de conhecimento comum para pessoas que precisam ( E PARA AS QUE ESTÃO BUSCANDO DESCOBRIR A VERDADE) saber estas coisas. Por exemplo, nos regulamentos da agência federal da aviação dos EUA, a FAA (Federal Aviation Administration) dizem que, quando os pólos se moverem para além de 5 graus de sua posição, as pistas dos aeroportos tem que ser renumeradas para voltar a se correlacionar com as indicações (Bússolas) magnéticas que os instrumentos de bordo dos aviões estão acusando ao decolarem/aterrissarem. O primeiro aeroporto nos Estados Unidos a refazer a sua localização e repintar as coordenadas de sua localização nas cabeceiras de suas pistas de decolagem foi o St. Paul, na cidade de Minneapolis, em Minnesota-EUA onde foi gasto algo na ordem de oitenta e cinco mil dólares para se pintar e renumerar as NOVAS coordenadas da pista. Mas o que aconteceu no período maio-junho-julho de 2002 é que (pela primeira vez na história) grandes revistas científicas, tais como Nature, Science, Scientific American, e New Scientist publicaram relatórios dizendo que estamos definitivamente já em processo de uma reversão do campo magnético e dos polos, o que os cabos de comunicação da agência de notícias AP-Associated Press logo captou. Os cientistas ainda não têm ideia do impacto que essa mudança vai causar em um mundo de tecnologia eletrônica e nas redes de geração e distribuição de energia elétrica, de comunicações via satélite, internet, redes sociais, etc. Mas, ainda há mais, eles não sabem qual será o impacto no sistema imunológico humano. As modalidades de tratamentos e cura alternativa têm mostrado uma ligação entre o magnetismo e o sistema imunológico do corpo (como a acupuntura chinesa), que também implicaria que o nosso sistema imunológico poderia muito bem estar inserido nos campos magnéticos da terra. Também sabemos que os pássaros e animais marinhos (mamíferos como as baleias, golfinhos, orcas) migram através dos oceanos se utilizando da linha de grade do campo eletromagnético do planeta para sua orientação. Portanto, há especulações (já é uma CERTEZA) de que as mudanças que estão ocorrendo no campo magnético são responsáveis pelos padrões de mudança na rota das aves migratórias e dos grandes mamíferos marinhos que foram registradas em todos os oceanos da Terra. A mudança atual no campo eletromagnético também pode explicar por que as baleias, orcas e golfinhos estão encalhando e morrendo aos milhares nas costas de todos os continentes. As linhas de navegação que esse animais sempre seguiram pelos oceanos mudaram e agora levam-nos para uma praia qualquer (em terra firme). Quando seres humanos preocupados em ajudá-los levam-nos de volta para a água e os colocam em liberdade, eles voltam a se alinhar com as mesmas linhas magnéticas em mudança, e em segui-las, e então eles acabam encalhados nas praias novamente e morrem. Então, sim, podemos dizer que já é de conhecimento comum agora(pelo menos para aquela parcela da humanidade, pequena ainda, que esta em busca de informações e em processo evolutivo). As revistas científicas mais respeitadas já dizem que estamos em meio a esta mudança. E mesmo que não saibamos exatamente o que isso significa, é significativo que esse assunto e fato está sendo reconhecido em outros meios e tipos de literatura sérios, e não apenas em revistas especulativas ou pseudocientíficas. Wynn: Quando foi que essa mudança magnética foi reconhecida pela primeira vez? Gregg Braden: Teria sido nesse período junho/julho de 2002. As pessoas estavam me mandando e-mails de que tinham visto e lido sobre o assunto, e me dando referências. Eu mesmo também encontrei matérias e referências nas revistas sobre o assunto. Wynn: Será que vamos sobreviver a uma mudança completa dos polos e do campo eletromagnético? Gregg Braden: Qualquer resposta a essa pergunta deve necessariamente permanecer dentro do reino da especulação, porque na história humana tradicional registrada isso nunca aconteceu antes. Por outro lado, existem tradições das nações indígenas dos EUA e antigas tradições bíblicas dos hebreus (e de outros povos) sugerindo que uma mudança magnética pode ter acontecido mesmo, mais recentemente, do que a última Idade do Gelo em torno de 13.000 anos atrás, e essas tradições sugerem que a última mudança polar poderia ter acontecido mais recentemente, em torno de 3.600 anos. Há lendas indígenas (antigo México e no Peru, dos INCAS) que falam de um dia em 3.600 anos atrás, quando o sol teria então se levantado a partir do oeste, como sempre tinha feito até então, pairando no céu por mais de um dia inteiro, e se pondo no leste, mas no dia seguinte, levantando-se no leste e se pondo no oeste, como faz até hoje. As tradições hebraicas falam deste evento também, dizendo que isso aconteceu durante uma batalha (o cerco aos povos de Canaã).{n.t. - No Capítulo 7 do livro “Os Reinos Perdidos”(The Lost Realms) de Zecharia Sitchin, podemos ler: Completamente ignorado pelos estudiosos como uma pista válida é a declaração repetida nas lendas dos Incas nos Andes (local antípoda da Terra Santa) de que houve uma escuridão assustadora há um longo tempo de seu passado. Ninguém se perguntou se essa era a mesma escuridão devida pelo não aparecimento do sol quando atrasou seu nascimento de que as lendas mexicanas também falam em um conto na região de Teotihuacan e suas pirâmides, no antigo México. Se não houvesse sido de fato um fenômeno global, que o sol não se levantasse pela manhã e a noite então se estendesse pelo dia, então tal evento de extensão da noite de tal magnitude teria sido observado em todas as Américas. As lembranças coletivas os mexicanas e dos andinos parecem corroborar um e o outro local neste ponto, e portanto, um defende e corrobora a veracidade do fato, como duas testemunhas para o mesmo evento em locais distantes e sem contato entre si. Segundo o Frei Dominicano Antonio de Montesinos e outros cronistas da história dos povos andinos, esse evento extremamente inusitado aconteceu no reinado de Titu Yupanqui Pachacuti II, o 15º monarca, em tempos do antigo império INCA. Foi no terceiro ano de seu reinado, quando “os bons costumes foram esquecidos pelos homens e as pessoas se deram, se entregaram a todos os tipos de vício”, foi nesse tempo em que ”não houve aurora por vinte horas, o “SOL NÃO NASCEU NAQUELE DIA.” Em outras palavras, a noite não terminou quando deveria e o nascer do sol foi adiado durante vinte horas, tendo a noite avançado pelo dia. Depois de um grande clamor do povo, confissão de pecados, rezas, sacrifícios e orações, o sol finalmente se levantou. Isso não poderia ter sido causado por um eclipse: não foi descrito de que o brilho do sol foi obscurecido por uma sombra. Além disso, nenhum eclipse dura tanto tempo, e os sacerdotes peruanos da nação INCA estavam cientes de tais eventos periódicos. O registro não diz que o sol desapareceu, ele apenas diz que ele não se levantou “não houve aurora” – durante vinte horas. Mas, se mesmo isso não é convincente o suficiente ainda, vamos chamar a Bíblia em testemunho, e sobre ninguém menos que Josué como sendo a própria testemunha. Era como se o sol, onde quer que ele estivesse escondido, de repente parasse. Se a lembrança andina e mexicana for verdadeira, então em algum outro lugar, no lado oposto da Terra nessa data, o Dia teria que durar o mesmo tempo extra da noite andina, percebida na América do Sul e Central, não terminando quando ele deveria ter terminado, mas que se prolongasse pelo mesmo período do dia, durando cerca de vinte horas a mais, o tempo equivalente percebido como escuridão extra pelos INCAS. E TAL FATO ACONTECEU E ESTA REGISTRADO NO LIVRO SAGRADO CONHECIDO COMO A BÍBLIA CATÓLICA, em seu Livro de JOSUÉ, capítulo 10: versículos 11 a 14. Fim de citação} Os antigos hebreus tomaram como um claro sinal de que a assistência celestial estava do seu lado, porque ficou dia um longo tempo extra o suficiente para a batalha terminar com a sua vitória. Não podemos verificar isso nos discos de pedra ou em fósseis, porque 3.600 anos passados é demasiado curto período de tempo para um tal evento ficar assim registrado.Tudo o que temos para analisar são as tradições, lendas e mitos preservados oralmente e descritos em registros históricos de povos antigos. O que a tradição nos diz, no entanto, é que se algo assim fosse acontecer, os povos da terra sobreviveram a ela. Teria que ser um dia muito estranho para se viver, mas se as lendas antigas são verdade, isso aconteceu e as pessoas aparentemente sobreviveram a mudança (que pode ter sido suave e não definitiva). No entanto, não sei como isso afetou suas vidas.
Acima: mudança no polo norte verificada nos últimos 150 anos, com uma brusca aceleração apenas nos 10 anos finais: Wynn: Você tem alguma ideia de como esta mudança magnética pode mudar a consciência humana? Gregg Braden: A especulação é de que há uma correlação entre a consciência e o magnetismo. Para se entender como essa conexão pode funcionar, é útil compará-la com uma memória de computador. Os campos magnéticos na memória são mantidos no lugar por meio de uma carga elétrica – uma carga lenta – dentro do computador em si mesmo. Quando as pilhas do computador acabam, a carga se foi, e a memória é perdida. Daí temos que recarregar o sistema operacional. Da mesma forma, pesquisadores e os descendentes dos povos indígenas acreditam que quando a Terra passar por essa mudança que a ciência vê como uma reversão magnética, também haverá uma grande mudança e limpeza da consciência na e da Terra. {Nota do tradutor: Em Josué 10:11-14 esta escrito: “O SENHOR lançou sobre eles, do céu, grandes pedras, até AZECA, {uma referência à AZTECA, no MÉXICO?} e morreram; e foram muitos mais os que morreram das pedras da saraiva do que os que os filhos de Israel mataram a espada. Então Josué falou ao SENHOR, no dia em que o SENHOR deu os amorreus nas mãos dos filhos de Israel, e disse na presença dos israelitas: SOL, detém-te em Gibeom, e tu, LUA, no vale de Ajalom. E o SOL SE DETEVE, e a LUA PAROU, até que o povo se vingou de seus inimigos.Isto não está escrito no Livro de JASHER? O SOL, pois, se DETEVE no MEIO DO CÉU, e não se apressou a se pôr, quase um dia inteiro. E não houve dia semelhante a este, nem antes nem depois dele, ouvindo o SENHOR assim a voz de um homem (Josué); porque o SENHOR pelejava por Israel.“ No LIVRO DE JASHER, Capítulo 88: vers. 61 a 64 esta escrito: “61 E enquanto eles estavam fugindo, o Senhor enviou-lhes pedras de granizo do céu, e mais deles morreram pelos granizos, do que pelo abate dos filhos de Israel. 62 E os filhos de Israel os perseguiram, e ainda os feriu na estrada, indo e ferindo-os. 63 E quando eles estavam lutando ainda, o dia estava declinando em direção à noite, e Josué disse à vista de todas as pessoas, SOL, que tu fiques em Gibeom, e tu LUA, fiques no vale de Aijalom, até que a nação tenha se vingado sobre seus inimigos. 64 E o Senhor ouviu a voz de Josué, e então o O SOL SE DETEVE no meio dos céus, e ele ficou parado seis e trinta momentos (uma medida de tempo antiga?), e a LUA TAMBÉM PAROU e não se apressou para se por em um dia inteiro”. Fim de citação} Não haverá mais nada segurando todos os padrões magnéticos dos paradigmas que tenham sido colocados no lugar. Então, quando nós despertamos após essa grande mudança, a nossa consciência será de acordo com a nossa verdadeira natureza interna, com a nossa verdadeira essência. E a memória de todos os males ou todas as coisas ruins ou todos os ressentimentos do ego e intelecto temporário que nós praticamos uns contra os outros como indivíduos assim como entre as nações, não mais farão parte dessa nova consciência, dessa nova grade magnética do planeta, haverá então um novo paradigma. A partir dessa perspectiva, que muitas tradições preveem, sentem ou especulam, é de que estamos já nos aproximando de um tempo do que eles chamam de a “Grande Limpeza”, e que esta limpeza já esta acontecendo em um nível de memória no núcleo da consciência humana. Wynn: Portanto, é possível supor que, de alguma forma, a existência de nossa memória está ligada a este campo magnético? Gregg Braden: Acho que sim. Eu acho que por causa dos relatos de eventos estranhos dos astronautas que deixaram a terra e foram para o espaço durante o programa Apollo. Pelo fato de deixarem a atmosfera da Terra e circundarem o planeta muitas centenas de milhas acima da superfície terrestre, fora dos efeitos do campo eletromagnético da Terra, que lá em cima eram insignificantes. Então os astronautas começaram a ter experiências a que eles não estavam preparados ou treinados para enfrentarem, e que foram totalmente inesperadas. Quando eles estavam no espaço e olhavam de volta à Terra, eles começaram a ter ideias e sentimentos, o despertar de uma consciência que eles nunca tiveram quando estavam em terra. Isso significou algo diferente para cada um deles. Na mesma maneira, amigos meus que foram para o Vietnã disseram que tudo havia mudado quando eles voltaram para casa. Todos eles haviam mudado. Para alguns, a mudança foi tão dolorosa e drástica que eles nunca mais poderiam falar sobre isso, e para os outros, a mudança foi um catalisador em suas vidas e eles falavam sobre isso incessantemente. E eu acredito que houve realmente um programa especial da PBS que documentou este mesmo fenômeno com os astronautas, que eles nunca mais foram os mesmos depois que estiveram no espaço e voltaram. Quando eles voltaram, havia alguns que não sabia o que fazer com os novas experiências no espaço exterior. Alguns se voltaram para as drogas e consumo excessivo de álcool. Outros canalizaram a mudança que ocorreu dentro deles em algo muito positivo, de afirmação de projetos das suas vidas. Um integrante deste último grupo foi o astronauta Dr. Edgar Mitchell, que fundou a Noetic Sciences Organization, em um esforço para validar o fenômeno da consciência humana. Outro astronauta realizou a pesquisa para a procura pela Arca de Noé, e realmente a encontrou incorporada no gelo do pico do Monte Ararat, nas Montanhas Taurus exatamente onde a Bíblia disse que estaria [1]. Fontes: http://thoth3126.com.br; http://www.greggbraden.com/ e http://alienshift.com/id177.html

quinta-feira, 3 de abril de 2014

NASA ESTÁ MUDANDO O ESPAÇO-TEMPO COM EXPLOSÕES DE VÓRTICES DE ENERGIA

Um pesquisador reuniu evidências sobre um estranho fenômeno atmosférico de que a agência espacial americana NASA está conduzindo experiências incríveis, talvez em conjunto com atividades de H.A.A.R.P misteriosas. Ele acredita que os cientistas encontraram uma forma de fazer furos no espaço-tempo. Christopher Everard , um diretor de cinema britânico e autor, é um homem em uma missão - um homem que está tentando trazer a um mundo descrente evidências de que a National Aeronautics and Space Administration embarcou em uma série de experimentos secretos de alta energia que "fazendo buracos no espaço-tempo "com esferas intensas de energia crua catapultada através artificiais vórtices, ou buracos de minhoca.
Everard está a coletar relatos de testemunhas oculares das experiências que estão sendo realizadas na atmosfera superior em todo o mundo. Ele também observa em sua página do Facebook peer-reviewed estudos que estão aparecendo no site oficial da NASA e em universidades e laboratórios de pesquisa que amarrar os experimentos.
Nave entra no wormhole. A busca para criar um sistema de Star Trek de propulsão do tipo parece ser a próxima missão da NASA tão grande como foguetes químicos e off-the-shelf tecnologia espacial estão sendo absorvidas pela indústria privada.
Ilustração de um vórtice de energia quântica Espaço-tempo e as explosões de vórtices de energia na Austrália, Rússia e China. Wormholes já foram criados em pelo menos três países, Everard afirma. Testemunhas viram e fotografaram vórtices espirais sobre a Austrália, a Rússia e na China. O vórtice australiano pode ser amarrado nas atividades da HAARP um experimento dos EUA, enquanto que os russos e chineses em alta energia de vórtices podem ser revelado aquelas nações nos próprios e exóticos experimentos de alta energia física no espaço
Modelo matemático de um buraco de minhoca do espaço-tempo. Alegadamente, um pouco da ciência que suporta estas experiências em curso podem ser encontrados em papéis inovadores de pesquisa, tais como: Avaliação de Avanços de propulsão e potenciais Novas Tendências em Astrodinâmica e Aplicações, Edward Belbruno, (ed.).. PDF ] Outra é a energia do vácuo quântico:. estudo da física de vácuo de energia para propulsão Breakthrough mais sobre a física de propulsão inovadoras podem ser encontrados aqui .
Um navio de energia quântica proposto. PESQUISA ESCURA Oficialmente, observa Everard, a Nasa suspendeu sua investigação sobre as aplicações da tecnologia da urdidura e buraco de minhoca. NASA supostamente puxou o plugue em projetos sancionados de volta em 2009. Everard está convencido de que a NASA está afetando o espaço-tempo. No entanto, Everard sustenta, a pesquisa tecnológica continua, entregue a projetos obscuros militares sendo trabalhados por divisões secretas de empreiteiros da defesa militar do Pentágono como as tecnologias inovadoras "ficam no escuro." Everard afirma que "fotos de alta definição por satélite da Área 51" revelam as experiências em curso relacionadas com o desenvolvimento de propulsão espacial da física de energia do vácuo. Everard está trabalhando em um relatório detalhado dos projetos que está programado para aparecer em uma futura edição da Revista Feed Your Brain.
Uma nave espacial do futuro entra em um buraco de minhoca artificial. ” Para aqueles que são céticos das afirmações de Everard, ele convida-los a visitar programa da Universidade de Harvard Research Wormhole onde - de acordo com Everard - ". eles estão seguindo o tipo Lorentzien canalizados de abordagem buraco de minhoca" “ A NASA também forneceu também uma espiada na pesquisa atual com a sua página do Centro de Pesquisa Glenn a fazer a pergunta intrigante " Warp Drive, Quando? " Na outra extremidade do espectro da ciência americana a escritora de ficção Sylvia Engdahl , acredita que tais reivindicações estão a alimentar um "Mito Space" novo que está se espalhando por toda a sociedade. Suas 16 páginas, " a nova mitologia da Era Espacial " fala sobre muitas disputas da era espacial mitos e ligações de ficção científica de muitas das reivindicações atuais de pesquisadores que fazem sobre planetas desconhecidos astronautas antigos, tecnologias exóticas em segredo, e muito mais. Fonte: http://beforeitsnews.com/

terça-feira, 1 de abril de 2014

PESQUISADORES DESENVOLVEM FONTE DE ENERGIA LIMPA INESGOTÁVEL QUE PODE MUDAR O RUMO DA HUMANIDADE

Um grupo de pesquisadores do laboratório americano Livermore National conseguiu desenvolver um reator de fusão nuclear que poderia mudar a história do consumo energético do mundo. Por quê? Porque produz muito mais energia do que consome e, portanto, poderia vir a ser uma fonte inesgotável de energia limpa, similar à energia utilizada pelas estrelas. Segundo o artigo, publicado pela revista Nature, o grande problema dos reatores de fusão nuclear até o momento é, justamente, o fato de necessitarem de mais energia do que são capazes de produzir. Agora, parece que este balanço pode se tornar positivo. Depois de diversas experiências com o reator NIF (National Ignition Facility), a equipe liderada por Omar Hurricane alcançou o feito histórico. “O mais empolgante, no momento, é que estamos registrando um aumento constante na produção energética, resultante do processo de ignição”, explicou Hurricane. A chave para o sucesso foi o ataque contra as partículas Alfa que, ao invés de escapar, depositam sua energia no combustível. O novo processo contribui para o aquecimento que, por sua vez, aumenta o número de reações de fusão nuclear, produzindo assim mais partículas Alfa. Trata-se de um processo de renovação interminável. Nossa ideia de consumo energético e combustível pode estar à beira de uma imensa transformação. FONTE:http://noticias.seuhistory.com/

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

AS GRANDES CIDADES ESTÃO MUDANDO O CLIMA DO PLANETA

Os cientistas concluíram que, nas regiões urbanas do hemisfério norte, a temperatura tem aumentado em média 0,1 grau por ano. Os especialistas afirmam que a alteração do microclima pode ser perigoso para os habitantes das cidades. Os cientistas do Scripps Institution of Oceanography estabeleceram que o chamado “efeito das ilhas urbanas de calor” tem influência na ecologia. Nas grandes cidades, o ar é aquecido pelas empresas industriais, pelos carros. Os edifícios de vidro e concreto esfriam lentamente e, como resultado, surgem zonas de concentração de calor provocadas pelo homem. Em um ano, a temperatura média no hemisfério norte aumenta 0,1 grau. Para o sistema ecológico, o perigo não é o calor em si, mas aquilo que, com ele, é levantado para a atmosfera, diz o ecologista Alexei Yablokov. “A questão não reside só no aumento da temperatura. Os grandes edifícios fazem alterar as correntes de ar. Nas cidades, o vento sopra de maneira diferente. Podem surgir fortes redemoinhos, o ar fica contaminado com poeiras. Isto é muito perigoso. Partículas muito pequenas, menores que um mícron, penetram facilmente no organismo, provocando doenças”. O nível de poluição do ar com metais pesados e outras substâncias perigosas depende em muito do planejamento da cidade. Se esta foi construída de forma muito densa e não possui avenidas para a passagem dos ventos, podem surgir zonas muito poluídas. Tal acontece, por exemplo, na capital russa, refere o diretor geral do Instituto de Economia das Cidades, Alexander Puzanov. “Em diversas alturas e em diversos regimes atmosféricos, este calor fica “estagnado” e, então, forma-se não apenas uma “ilha de calor” mas aumenta a concentração de resíduos na atmosfera. O mais perigoso é a alternação de frio e calor nas cidades que se localizam em zonas baixas. Por exemplo, em Moscou, há alguns bairros rodeados por pequenas colinas. Nesses locais, o ar frio pode manter-se parado durante bastante tempo juntamente com todas as partículas nocivas”. As grandes cidades causam, de fato, bastantes danos à ecologia das zonas onde estão localizadas. No entanto, tais danos podem ser minimizados. É suficiente construir instalações de depuração, reduzir as emissões de substâncias nocivas. Muito mais perigoso é o abate indiscriminado de florestas, diz Igor Chkradiuk, do Centro de Proteção da Natureza. Este problema não se verifica só nas cidades. “Nas pequenas aldeias, as pessoas também podem cortar todas as árvores, utilizar os solos até ao seu total esgotamento. Um exemplo é o atual Iraque, onde há 8 mil anos existia uma zona excecionalmente fértil, na qual o homem aprendeu pela primeira vez a trabalhar a terra. Agora é uma região deserta, embora houvesse poucas cidades. O importante não é o tamanho da zona urbana, mas sim fazer com que as pessoas não destruam tudo à volta apenas para o seu próprio conforto”. Tanto os cientistas norte-americanos como os investigadores consultados pela Voz da Rússia afirmam que as cidades estão de fato aquecendo o planeta. Todavia, por enquanto, o valor provocado pelo Homem representa perigo somente para os próprios habitantes das cidades. Agora se as grandes cidades continuarem a crescer e os recursos naturais continuarem a ser utilizados irracionalmente, não conseguiremos evitar uma catástrofe ecológica. Fonte: http://portuguese.ruvr.ru/

domingo, 23 de fevereiro de 2014

BEBIDAS ENERGÉTICAS MUDAM O MODO COMO SEU CORAÇÃO BATE

As bebidas energéticas riquíssimas em cafeína mudam o modo como seu coração funciona. Isso pode significar aumento no risco de problemas no ritmo cardíaco, o que pode ser fatal. O alerta veio de pesquisadores que fizeram estudos com adultos saudáveis que consumiam essas bebidas, mostrando que as taxas de contração cardíaca aumentaram uma hora depois de consumo. Isso significa que os compartimentos do coração que são responsáveis por bombearem o sangue para todo o corpo – como por exemplo o ventrículo esquerdo – tiveram mais dificuldade de contração. Os cientistas alemães examinaram os efeitos da cafeína e da taurina em bebidas como o Red Bull em 18 adultos com média de idade de 27 anos. Cada voluntário foi submetido a exames de ressonância magnética do coração antes e uma hora depois de consumir uma bebida contendo 400 mg/100ml de taurina e 32 mg/100ml de cafeína. Após o consumo, os participantes tiveram um aumento significativo no pico de tensão e contratilidade no ventrículo responsável por receber o sangue oxigenado dos pulmões, bombeando-o para a aorta que irá distribui-lo por todo o corpo. “Até agora, não sabemos exatamente o efeito dessas bebidas energéticas têm sobre a função do coração”, disse o Dr. Jonas Dorner, responsável pela sessão de imagem cardiovascular da Universidade de Bonn, na Alemanha. “Geralmente elas contêm taurina e cafeína como seus principais ingredientes farmacológicos. A quantidade de cafeína é três vezes maior do que outras bebidas comuns com cafeína, como café ou coca-cola”, disse. Ele prossegue: “Há muitos efeitos secundários conhecidos associados com uma alta ingestão de cafeína, incluindo palpitações, aumento na pressão arterial e, em casos mais graves, convulsões e morte súbita”. Ele ainda ressalta que a Ciência precisa de mais estudos para entender os mecanismos que influenciam o corpo após tomar as bebidas energéticas. No entanto, embora existam riscos a longo prazo para o coração, o Dr. Dorner comentou que o consumo dessas bebidas em crianças possui efeitos não relatados e completamente desconhecidos. Ele ressaltou também que pessoas com arritmia cardíaca devem evitar essas bebidas. A mistura dos energéticos com bebidas alcoólicas estimula e agrava os problemas cardíacos. “Há preocupação sobre o fato desses produtos terem efeitos colaterais sobre a função do coração, especialmente em adolescentes e jovens, mas existe pouca regulamentação de vendas nessas bebidas”. O estudo foi apresentado na reunião anual da Sociedade Radiológica da América do Norte (RSNA). Fonte: DailyMail

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

TABELA PERIÓDICA DOS ELEMENTOS SOFRE MUDANÇA

A tabela periódica é ensinada do mesmo jeito há muito tempo. Por mais de um século e meio, os seres humanos usam pesos atômicos padrão – um valor único. Porém, conforme a tecnologia evoluiu, os cientistas descobriram que os números desse gráfico não são tão estáticos como se acreditava anteriormente. Agora, dez elementos que ajudam a compor o universo – hidrogênio, lítio, boro, carbono, nitrogênio, oxigênio, silício, cloro, enxofre e tálio – estão mudando de uma forma sem precedentes: seus pesos atômicos estão sendo alterados. Os cientistas ainda não inventaram uma fórmula mágica para transformar as massas de todos estes elementos. Em vez disso, eles estão atualizando o que muitas vezes é considerada como “constante da natureza” na tabela periódica. O padrão de peso atômico de um elemento, que é composto de um tipo de átomo, baseia-se na massa de seus átomos. O problema que os cientistas estão acrescentando está enraizado no fato de que estes átomos nem sempre têm a mesma massa. Apesar de todos os átomos que constituem um elemento terem o mesmo número de prótons, os elementos têm variantes conhecidas como isótopos que possuem números diferentes de nêutrons em seus núcleos, fazendo com que alguns sejam mais leves ou mais pesados do que outros. Alguns elementos têm mais de um isótopo estável. Por exemplo, o carbono tem dois: o carbono-12 e carbono-13. Os números em cada isótopo revelam quantas partículas eles têm em seus núcleos. Por exemplo, o carbono-12 tem seis prótons e seis nêutrons. No passado, para dar um padrão de peso atômico para estes elementos, os cientistas faziam a média dos pesos atômicos destes isótopos com base em quão comum eles eram; quanto mais abundante um isótopo era, maior o papel que desempenhava no padrão de peso atômico. No entanto, a abundância de um isótopo pode variar na natureza, levando a variações de peso atômico de um elemento. Por exemplo, o enxofre tem um padrão de peso atômico de 32,065, mas o seu peso real atômico está entre 32,059 e 32,076, dependendo de onde o elemento é encontrado. Essas pequenas variações no peso atômico de um elemento são importantes para a pesquisa e a indústria. Por exemplo, medições precisas das abundâncias de isótopos de carbono são usadas para determinar a pureza e a fonte de alimentos como mel e baunilha. Medições de isótopos de nitrogênio, cloro e outros elementos ajudam a localizar os poluentes em rios e águas subterrâneas. No esporte, as investigações de doping são feitas com base na identificação da testosterona, porque o peso atômico do carbono da testosterona natural humana é maior do que na testosterona farmacêutica. Ou seja, há uma grande quantidade de informações práticas que podemos obter através do peso atômico. Agora, pela primeira vez na história, os pesos atômicos padrão de dez elementos serão expressos de uma maneira nova, que reflete com mais precisão a forma como esses elementos são encontrados na natureza. Em vez de valores únicos, eles vão ficar expressos em intervalos, com limites superiores e inferiores, para transmitir variações de peso atômico. Por exemplo, o peso padrão do carbono está listado como um intervalo entre 12,0096 e 12,0116. Os outros elementos da tabela periódica permanecem iguais, já que elementos com apenas um isótopo estável não apresentam variação em seus pesos atômicos. Por exemplo, os pesos atômicos padrão do flúor, alumínio, sódio e ouro são constantes, e seus valores têm mais de seis casas decimais. Os especialistas dizem que as mudanças podem parecer confusas para estudantes e cientistas, mas são fáceis de serem aplicadas. Por exemplo: que número deve se usar em um teste, ou no laboratório? Em última instância, dependerá do elemento e do contexto. Se as pessoas quiserem fazer um cálculo simples que envolva um destes 10 elementos, podem utilizar um valor único chamado de peso atômico convencional. Se precisarem de mais precisão (mais casas decimais do número), podem procurar um valor de peso atômico para o contexto específico que desejam. Por exemplo, o boro na água do mar tem uma faixa de peso atômico muito estreita, então a pessoa poderia selecionar um valor de 10,818. FONTE:[LiveScience]