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segunda-feira, 9 de novembro de 2015

TEMPESTADES SOLARES 'VARRERAM' ATMOSFERA DE MARTE E MUDARAM O CLIMA DO PLANETA

Um novo estudo divulgado pela Nasa indica que a atmosfera de Marte está, aos poucos, se esvaindo. A partir de dados coletados pela sonda americana MAVEN, a equipe de cientistas descobriu que tempestades solares, que constantemente atingem o planeta vizinho, despiram as camadas superiores de sua atmosfera. Não fosse isso, talvez a atmosfera do planeta vermelho seria semelhante a de nosso planeta. Pesquisadores da missão MAVEN descobriram o fenômeno depois de estudar como uma tempestade solar, ocorrida no início desse ano, impactou Marte. A teoria é que partículas solares oriundas da tempestade energizaram gases na camada superior à atmosfera, levando-as para o espaço. Cientistas também estudaram quais átomos e moléculas foram perdidos na atmosfera de Marte, incluindo aí hidrogênio, oxigênio, e dióxido de carbono.

Um planeta como o nosso

De acordo com o estudo – publicado na Science e Geophysical Research Letters – tais interações solares explicam as atuais condições de Marte e que em um passado distante, cerca de 4 bilhões de anos, sua atmosfera era tão densa quanto a da Terra, preenchida com gases o suficiente para aquecê-lo e abrigar largos oceanos em sua superfície. Agora, o planeta frio e desértico conta com uma atmosfera fina e um centésimo da pressão da Terra. “Uma das principais questões é onde a água foi?”, disse Bruce Jakosky, principal pesquisador do Laboratório para Física Espacial e Atmosférica da Universidade do Colorado. “A Maven está tentando entender qual o papel que a fuga da atmosfera tem desempenhado na mudança do clima", completou. A Maven foi lançada em novembro de 2013 a bordo do foguete Atlas V e se colocou em órbita ao redor de Marte em setembro de 2014. FONTE:http://idgnow.com.br/internet/2015/11/06/tempestades-solares-varreram-atmosfera-de-marte-e-mudaram-clima-do-planeta/

domingo, 20 de setembro de 2015

VENTILADORES GIGANTES VÃO SUGAR O CO2 DA ATMOSFERA E TRANSFORMÁ-LO EM COMBUSTÍVEL

Enquanto alguns podem associar a poluição do CO2 principalmente com plantas industriais e chaminés gigantes liberando o gás na atmosfera, a realidade é que elas não são as maiores vilãs do meio ambiente.

A culpa é do setor de transportes

Os veículos é que complicam tudo. As emissões de gás carbônico deste setor representam cerca de 24% das emissões globais de CO2 e têm a maior taxa de crescimento de todos. Embora existam tecnologias existentes para capturar gás carbônico a partir de uma pilha de fumo, por exemplo, até hoje não houve soluções para capturar o montante já liberado na atmosfera por carros, caminhões e aviões.

Mas isto está prestes a mudar

No início deste ano, a empresa de engenharia de carbono fundada e mantida por Bill Gates iniciou a construção do primeiro dispositivo de captura de gás carbônico liberado no meio ambiente. Durante anos, a empresa tem trabalhado no desenvolvimento da tecnologia que está agora pronta para ser implementada em maior escala. Tal como as árvores, a tecnologia de captura de ar prende o gás carbônico que polui os ares. No entanto, economiza muito espaço. Para fazer o mesmo trabalho que estes dispositivos, seriam necessários quilômetros e mais quilômetros de terra fértil para o plantio de árvores. Além disso, a nova tecnologia poderá ser instalada em terras improdutivas, tais como desertos. Segundo David Keith, professor da Escola de Engenharia da Universidade de Harvard (EUA) e presidente executivo da empresa de engenharia de carbono de Bill Gates, o sistema protótipo construído na Universidade British Columbia pode absorver as emissões de cerca de 14 a 15 veículos ou cerca de 100 quilos de dióxido de carbono por dia.

Como funciona

De maneira simplificada, o sistema funciona com o ar entrando na instalação através de um absorvente de CO2 líquido, que retém cerca de 80% de dióxido de carbono numa solução para processamento adicional. Depois, a ideia é que o CO2 seja recuperado a partir da solução de carbonato e integrado na produção de hidrocarbonetos líquidos que são totalmente compatíveis com a infraestrutura de transporte de hoje, mas tem baixa (ou nenhuma) concentração de carbono. A construção de ventiladores gigantes com fins de demonstração deve terminar até o final deste ano. E será o último passo para a construção de dispositivos em grande escala que, além de ter objetivo comercial, também pretende encerrar o ciclo do CO2 na natureza. fonte: bigthink.com/design-for-good/giant-fans-will-soon-suck-out-co2-from-the-atmosphere-and-turn-it-into-fuel

domingo, 30 de agosto de 2015

MÉTODO USA CO² DA ATMOSFERA PARA FABRICAR NANOFIBRAS DE CARBONO

Pesquisadores da Universidade George Washington, nos Estados Unidos, desenvolveram uma técnica que pode ajudar a reduzir as emissões de carbono na atmosfera. O método transforma o gás carbônico encontrado na atmosfera em nanofibras de carbono, material extremamente leve e forte que possui aplicações em diversas áreas como a produção de baterias, equipamentos espaciais e eletrônicos, materiais de construção e pode até virar diamante. De acordo com o professor Suart Licht, um dos responsáveis pelo projeto, a tecnologia pode fabricar até 10 gramas de nanofibra de carbono por hora, utilizando energia solar. A novidade pode também baratear o processo. Atualmente, fibras similares são vendidas por cerca de US$ 25 mil por tonelada, mas segundo o professor, a nova técnica pode reduzir o valor para US$ 1 mil. “Este é um caminho razoável para reduzir os níveis de CO² na atmosfera”, afirma Licht. A técnica pode reduzir a concentração de gás carbônico na atmosfera. “Calculamos que usando uma área menor que 10% do deserto do Saara, em 10 anos a tecnologia pode retirar CO² o suficiente para fazer seus níveis na atmosfera diminuírem ao que eram antes da revolução industrial”, explica o professor. Para a próxima etapa do projeto, os pesquisadores querem ampliar e melhorar o processo. FONTE: megaarquivo.com/2015/08/23/11-713-mega-techs-metodo-usa-co%C2%B2-da-atmosfera-para-fabricar-nanofibras-de-carbono/

domingo, 28 de junho de 2015

HUBBLE OBSERVA EXOPLANETA DO TAMANHO DE NETUNO, QUE 'SANGRA" ATMOSFERA

Esta impressão de artista mostra a enorme nuvem em forma de cometa que "sangra" do Netuno quente, Gliese 436b, a apenas 30 anos-luz da Terra. A estrela hospedeira também está na imagem, uma ténue anã vermelha de nome Gliese 436. O hidrogênio está a evaporar do planeta devido à radiação extrema da estrela. Um fenômeno assim tão grande nunca tinha sido observado num exoplaneta deste tamanho. Astrónomos usando o Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA descobriram uma imensa nuvem de hidrogénio dispersada por um planeta quente do tamanho de Neptuno em órbita de uma estrela próxima. A enorme cauda gasosa do planeta tem cerca de 50 vezes o tamanho da estrela-mãe. Os resultados foram publicados na edição de 24 de junho da revista Nature. Um fenômeno assim tão grande nunca tinha sido observado antes em redor de um exoplaneta deste tamanho (já foram observados fenômenos parecidos mas em exoplanetas mais massivos). Pode proporcionar pistas de como as super-Terras - versões quentes e gigantes da Terra - nascem em torno de outras estrelas. "Esta nuvem de hidrogênio é espetacular!" afirma David Ehrenreich do Observatório da Universidade de Genebra, na Suíça, autor principal do estudo. "Embora a taxa de evaporação não ameace, por agora, o planeta, nós sabemos que a estrela, uma tênue anã vermelha, já foi mais ativa no passado. Isto significa que a atmosfera do planeta evaporou-se mais depressa durante o primeiro bilhão de anos da sua existência. No geral, estima-se que pode ter perdido até 10% da sua atmosfera." O planeta, chamado Gliese 436b, é considerado um "Netuno quente" porque é parecido em tamanho com Netuno, mas está muito mais perto da sua estrela Gliese 436 do que Netuno está do Sol. Embora, neste caso, o planeta não esteja em perigo de perder completamente a sua atmosfera - deixando apenas um núcleo sólido e rochoso - este comportamento pode explicar a existência das super-Terras quentes, que orbitam muito perto das suas estrelas e são normalmente mais massivas que a Terra, embora mais pequenas que as 17 massas terrestres de Netuno. As super-Terras quentes podem ser os núcleos remanescentes de planetas mais massivos que perderam completamente as suas atmosferas espessas, devido ao mesmo gênero de evaporação que o Hubble observou em redor de Gliese 436b. Tendo em conta que a atmosfera da Terra bloqueia a maior parte da luz ultravioleta, os astrônomos precisaram de um telescópio espacial com a capacidade ultravioleta e precisão requintada do Hubble a fim de observar a nuvem. "Não teríamos sido capazes de a observar em comprimentos de onda visíveis," explica Ehrenreich. "Mas quando apontamos o olho ultravioleta do Hubble para este sistema, dá-se uma verdadeira transformação - o planeta altera-se para uma coisa monstruosa." Ehrenreich e a sua equipe sugerem que a enorme nuvem de gás pode existir em torno deste planeta porque a nuvem não é rapidamente aquecida e varrida pela radiação da estrela anã vermelha, que é relativamente fria. Isto permite com que a nuvem fique por mais tempo. Este gênero de evaporação pode também ter acontecido no passado do nosso Sistema Solar, quando a Terra tinha uma atmosfera rica em hidrogênio que se dissipou. Também é possível que aconteça novamente no final da vida do nosso planeta, quando o Sol inchar para se tornar numa gigante vermelha e ferver a nossa atmosfera restante, antes de engolir completamente o nosso planeta. Gliese 436b reside muito próximo de Gliese 436 - apenas a cerca de 4 milhões de quilômetros de distância - e completa uma órbita em mais ou menos 2,6 dias terrestres. Este planeta tem, pelo menos, 6 bilhões de anos, mas os astrônomos suspeitam que possa ser mais velho. Com aproximadamente o tamanho de Netuno, tem uma massa que corresponde a mais ou menos 23 Terras. E a apenas 30 anos-luz da Terra, é um dos exoplanetas mais próximos que se conhecem. "A descoberta da nuvem em redor de Gliese 436b pode mudar completamente o jogo da caracterização das atmosferas de toda a população de Netuno e super-Terras em observações ultravioletas," comenta Vincent Bourrier, também do Observatório de Genebra na Suíça, coautor do estudo. Nos próximos anos, Bourrier espera que os astrônomos encontrem milhares de planetas deste gênero." Fonte: http://www.ccvalg.pt/astronomia/noticias/2015/06/26_gliese_436b.htm

domingo, 7 de junho de 2015

CONCENTRAÇÃO DE CARBONO NA ATMOSFERA PODE MUDAR A VIDA MARINHA

Assim como as florestas, os oceanos são fundamentais para o equilíbrio climático do planeta: absorvem 25% das emissões totais de gás carbônico (CO2), o principal gás responsável pelo efeito estufa. No entanto, a concentração de carbono na atmosfera bateu recorde este ano e excedeu o limite de 400 partes por milhão (ppm), o que indica que os mares podem não estar dando conta do recado. Se o aumento da temperatura global ficar acima de dois graus, o que já é considerado difícil de ser revertido, a vida marinha terá de se reorganizar de uma forma nunca vista nos últimos três milhões de anos, mostra um estudo publicado nesta semana na revista científica “Nature Climate Change”. Com águas mais quentes, espécies capturadas para consumo humano podem desaparecer porque os ambientes se tornarão inóspitos. Até os mares das regiões polares, que se tornariam mais agradáveis para a vida marinha, devem virar palco de disputas entre as espécies endêmicas e as invasoras. “Haverá espécies que vão desaparecer, mas outras conseguirão assumir um lugar nos ecossistemas. Mas os pescadores estão acostumados a capturar apenas determinadas espécies, e eles terão de se adaptar a essa nova realidade”, afirmou o coordenador do estudo, Gregory Beaugrand, oceanógrafo do Centro Nacional Francês de Pesquisas Científicas. Os prejuízos para a indústria da pesca, que acrescentou US$ 274 bilhões ao PIB mundial em 2012, ainda não podem ser estimados. Mas é fato que ela afetará de crustáceos a cetáceos. O aquecimento das águas tem como consequência o impacto no crescimento do fitoplâncton, a base da cadeia alimentar marinha, o que resulta em menos alimento disponível para os peixes. Além do aquecimento das águas, a elevada concentração de gases de efeito estufa nos oceanos torna as águas mais ácidas, outro fator de risco à vida marinha. A Unesco diz que a acidez aumentará 150% até 2100. “A acidificação dos oceanos é um fenômeno pouco conhecido, mas é uma ameaça silenciosa do aquecimento global. Ela vai afetar a sobrevivência dos recifes de corais”, afirma a bióloga Leandra Gonçalves, consultora da SOS Mata Atlântica. No Brasil, a situação das espécies marinhas não é das mais animadoras: quase 100 espécies de peixes marinhos de importância comercial estão sob risco de extinção. Diretora da Oceana, ONG internacional voltada à conservação de oceanos, Monica Brick Peres diz que o Brasil não produz estatísticas confiáveis sobre a pesca, o que faz com que espécies ameaçadas continuem sendo pescadas acidentalmente e até vendidas ilegalmente como se fossem peixes permitidos. FONTE: megaarquivo.com/2015/06/06/11-443-concentracao-de-carbono-na-atmosfera-pode-mudar-a-vida-marinha/

domingo, 12 de abril de 2015

CONHEÇA NOVO MATERIAL QUE EVITA QUE CO2 SEJA LIBERADO NA ATMOSFERA

O material microencapsulado (em cima) e o processo de fabricação de cada esfera, onde 1 é a solução de carbonato, 2 o silicone curável com ultravioleta e 3 uma solução aquosa externa.

Captura de carbono

Como não existem ainda planos factíveis para capturar e retirar o CO2 da atmosfera, o melhor é evitar liberar o gás no meio ambiente. Isto é o que promete uma nova classe de materiais criados por uma equipe internacional de pesquisadores para serem usados principalmente nas chaminés das grandes usinas termoelétricas e das fábricas. As tecnologias de captura de carbono desenvolvidas até agora utilizam solventes à base de aminas cáusticas para separar o CO2 do gás que escapa pelas chaminés. Contudo, além de ser um processo caro, ele resulta em uma redução significativa na produção de energia da usina, além de produzir subprodutos tóxicos. A nova técnica emprega um solvente barato e ambientalmente benigno: o carbonato de sódio. Quando inserido nas microcápsulas, o composto aumenta em dez vezes a taxa de captura de carbono. Outra vantagem: enquanto as aminas tóxicas degradam-se com o uso, os carbonatos têm uma vida útil virtualmente ilimitada.

Microencapsulamento

O material é formado por microcápsulas feitas com polímeros porosos, cheias de absorventes líquidos, uma técnica que já vem sendo explorada para a criação de novos medicamentos. O encapsulamento permite combinar as vantagens dos meios sólidos e líquidos de captura de carbono. Além disso, as características do envoltório e do núcleo podem ser modificadas e otimizadas independentemente, dando flexibilidade para a adaptação da técnica a diferentes tipos de emissões. As microcápsulas, feitas de silicone fotocurável, são preenchidas com uma solução de bicarbonato de sódio combinado com um catalisador, para otimizar a captura do CO2. O dióxido de carbono é posteriormente liberado aquecendo o material, que pode então ser reutilizado. O próximo passo da equipe é viabilizar a fabricação do material microencapsulado em larga escala e testar sua eficiência em campo. Bibliografia: Encapsulated liquid sorbents for ?carbon dioxide capture. John J. Vericella, Sarah E. Baker, Joshuah K. Stolaroff, Eric B. Duoss, James O. Hardin IV, James Lewicki, Elizabeth Glogowski, William C. Floyd, Carlos A. Valdez, William L. Smith, Joe H. Satcher Jr., William L. Bourcier, Christopher M. Spadaccini, Jennifer A. Lewis, Roger D. Aines. Nature Communications. Vol.: 6, Article number: 6124. DOI: 10.1038/ncomms7124. FONTE: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=novo-material-evita-co2-seja-liberado-atmosfera&id=010125150406

domingo, 15 de março de 2015

ÁGUA É DESCOBERTA, PELA PRIMEIRA VEZ, NA ATMOSFERA DE EXOPLANETA DO TAMANHO DE NETUNO

Foi detectado pela primeira vez vapor de água na atmosfera de um exoplaneta do tamanho de Netuno. O HAT-P-11b é o menor planeta fora do Sistema Solar encontrado pelos cientistas a apresentar essas condições. A descoberta, publicada nesta quarta-feira na revista Nature, permite avançar rumo à identificação de mundos em nossa galáxia com condições similares à da Terra — ou seja, que possam abrigar vida. Com um raio quatro vezes maior que o de nosso planeta e localizado na constelação de Cisne, a 124 anos-luz (cada ano-luz equivale a 9,46 trilhões de quilômetros), o HAT-P-11b possui uma camada de nuvens sobre sua superfície fria e gasosa que permitiu a análise da composição de sua atmosfera e revelou a presença de água. Essas condições são raras, pois, até o momento, só era possível analisar a composição atmosférica de grandes planetas gasosos, similares a Júpiter. Os planetas menores normalmente são cobertos por densas nuvens, compostas por todos os tipos de elementos, que impedem a análise das camadas mais profundas da atmosfera. Há décadas, esse é um obstáculo para estudar planetas do sistema solar como Júpiter, coberto de nuvens estratificadas de amoníaco, e Vênus, onde se estendem grossas nuvens de ácido sulfúrico. A atmosfera clara do HAT-P-11b, entretanto, revelou, além de moléculas de vapor de água, também hidrogênio e vestígios de átomos pesados. Dada a impossibilidade tecnológica atual de enviar sondas espaciais para estudar distantes exoplanetas, os cientistas tratam de estabelecer sua composição atmosférica a partir de informações do espectro electromagnético que chega à Terra. Assim, a partir de imagens obtidas pelos telescópios Hubble e Spitzer, os cientistas analisaram a luz emitida pela estrela do planeta através de sua atmosfera. O pesquisador Jonathan Fraine, da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, e seus colegas perceberam que a luz com comprimento de onda de 1,4 micrômetro era absorvida, o que está dentro do espectro de absorção de moléculas de água. A presença de água é um dos elementos essenciais para que a vida possa se desenvolver. O achado é considerado chave para compreender a formação e a evolução dessa classe de exoplanetas, segundo aponta o estudo da Nature. fonte: megaarquivo.com/2014/09/25/10-613-exobiologia-agua-e-descoberta-pela-primeira-vez-na-atmosfera-de-exoplaneta-do-tamanho-de-netuno

sábado, 14 de março de 2015

QUAIS SÃO AS CAMADAS DA ATMOSFERA?

1. TROPOSFERA (A FAIXA DA VIDA)

Altitude: De 0 km a 18 km Temperatura: Até -60°C, nas partes mais altas Concentra as maiores quantidades de gases indispensáveis para os seres vivos: 78% de nitrogênio, 21% de oxigênio e 1% de gás carbônico. Nela, ocorrem os fenômenos meteorológicos, como chuvas e ventos. E é por ela que transitam aviões, helicópteros, balões etc.

2. ESTRATOSFERA (FILTRO SOLAR)

Altitude: De 18 km a 50 km. Temperatura: De -60°C a -80°C. Nela está a camada de ozônio, responsável por filtrar a radiação ultravioleta emitida pelo Sol. O famoso "buraco", na verdade, é a rarefação do ozônio e fica concentrado na Antártida, levado por fortes correntes de ar

3. MESOSFERA (PELÍCULA PROTETORA)

Altitude: De 50 km a 80 km. Temperatura: De -10°C a -100°C Protege a Terra de meteoros. Eles caem a uma velocidade de 65 mil km/h, mas explodem ao encontrarem o atrito dessa fatia, aliado à baixa temperatura. Nela também se formam as intrigantes nuvens noctilucentes: compostas por minúsculos cristais de gelo que só são visíveis quando iluminados por baixo, no pôr do sol

4. TERMOSFERA

Altitude: De 80 km a 300 km. Temperatura: Pode chegar a 1.000°C. Nessa camada o ar já é muito rarefeito. É aqui que o vento solar é interceptado pelo magnetismo da Terra e direcionado para os polos, o que forma a aurora boreal. É também onde fica a ionosfera, faixa carregada de íons e que recebe e transmite as frequências do rádio.

5. EXOSFERA (LACRE ESPACIAL)

Altitude: De 300 km a 600 km. Temperatura: 1.000°C. É a transição entre a atmosfera e o espaço, por isso, vai terminando gradualmente até virar só espaço sideral! Nessa camada ficam os satélites espaciais que orbitam a Terra. Como o ar é extremamente rarefeito, a temperatura chega a 1.000 oC. Mas não se assuste: devido à rarefação, o calor não se propaga. FONTE: Livro Geografia Crítica Vol. 1, de J. William Vesentini // http://mundoestranho.abril.com.br/materia/quais-sao-as-camadas-da-atmosfera

domingo, 11 de janeiro de 2015

ESTRANHO OVNI NO CÉU DA CALIFÓRNIA SOLTANDO OBJETIVO MISTERIOSO NA ATMOSFERA

Um objeto voador não identificado foi filmado voando sobre a Califórnia. Ele parecia produzir uma cauda em forma de saca-rolhas, o que indica um movimento de rotação, e ejetou um objeto circular que parece voar em outra direção, aparentemente mais rápido que o próprio objeto. O que poderia ser? Fonte:http://hypescience.com