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sexta-feira, 21 de abril de 2017

OS HUMANOS PRECISARÃO MODIFICAR SEUS CORPOS PARA SOBREVIVER EM MARTE?

Viver no espaço – particularmente em Marte – é algo que fascina a nossa espécie há décadas. Recentemente, o fundador da SpaceX, Elon Musk, decidiu que iria colocar muita grana num plano para colonizar o Planeta Vermelho. A NASA também tem planos com sua “Jornada a Marte” em 2030. Há muitas outras iniciativas e planos mais obscuros para colonizar Marte, liderados por celebridades, bilionários e até mesmo os Emirados Árabes. Mas existe uma grande diferença entre colocar os pés em Marte e construir uma base de longo prazo num outro planeta. Em relação à colonização humana de Marte, há uma série de preocupações – em particular, como os humanos iriam lidar, tanto fisicamente quanto psicologicamente, com um ambiente tão severo? Num estudo publicado recentemente no periódico Space Policy, Konrad Szocik, cientista de cognição da Universidade de Tecnologia da Informação e Gerenciamento em Rzeszow, na Polônia, aponta que mandar astronautas para viver um tempo na Estação Espacial Internacional não é o treinamento adequado para preparar a habitação em Marte. Na verdade, Szocik depreende que os humanos precisarão alterar seus corpos de uma maneira bem extrema para conseguir se sustentarem numa colônia marciana. Outros entusiastas dessa ideia, incluindo Elon Musk, discordam. “Minha ideia é que o corpo e a mente humana são adaptadas para viver num ambiente terrestre. Consequentemente, alguns desafios fisiológicos e psicológicos durante a jornada e depois, durante o cotidiano em Marte, provavelmente serão muito difíceis para que os humanos sobrevivam. Por exemplo, nós deveríamos levar em conta o alto risco de problemas de saúde durante uma missão dessas e a falta de ajuda e cuidados médicos profissionais diretos”, disse Szocik ao Gizmodo por email. No seu artigo, Szocik explora alguns dos tratamentos preventivos que outros pesquisadores sugeriram para astronautas, antes que fossem para Marte. Ele nota que alguns sugeriram “deixar a tripulação em coma antes da jornada”, o que reduziria as necessidades de energia, preveniria atrofia dos músculos e proveria uma proteção extra à radiação do espaço profundo, e até “remover o apêndice para evitar grandes perigos”. De fato, em 2012, pesquisadores do Instituto Nacional de Saúde dos EUA (NIH) enumeraram os riscos potenciais e as vantagens de se realizar apendicectomia e colecistectomia – remoção do apêndice e da vesícula biliar, respectivamente – antes de enviar astronautas a longas viagens espaciais. A lógica é bem simples: se o apêndice ou a vesícula biliar de alguém estourarem no espaço, uma cirurgia seria mais do que desagradável – seria impossível. Szocik argumenta também que as primeiras missões tripuladas para Marte poderiam ter uma carga psicológica muito pesada. Mesmo que os primeiros colonizadores passem por um preparo mental forte, a pressão do isolamento num ambiente de alto risco é assustadora. No entanto, os primeiros resultados do experimento HI-SEAS da NASA, que imita esse isolamento ao manter pequenas equipes num domo perto do vulcão Mauna Loa no Havaí, são promissores. Recentemente, uma equipe passou um ano num ambiente parecido com o de Marte, e seus membros voltaram do confinamento bem positivos e animados. “Realmente, os problemas psicológicos (“saúde comportamental” na terminologia da NASA) serão uma grande preocupação”, disse Mark Shelhamer, ex-cientista chefe do programa de pesquisa humana da NASA, ao Gizmodo. “Nesse sentido, a EEI não é o melhor local para simular uma missão para Marte. A EEI é isolada e confinada (embora não tanto quanto uma nave espacial para Marte será). No entanto, as equipes se revezam para que sejam enviadas novas pessoas a cada três meses, e existe uma estrutura bem robusta e efetiva de apoio psicológico (os astronautas podem falar com amigos, família, físicos e psicólogos na Terra a qualquer momento, sem nenhum atraso de comunicação)”. No geral, Szocik diz que nenhuma preparação na Terra conseguirá dar, necessariamente, tudo o que uma pessoa precisa para sobreviver em Marte a longo prazo. “Acho que a medicina pode ser insuficiente e que serão necessárias algumas soluções permanentes, como modificações genéticas e/ou cirúrgicas”, disse ele, acrescentando que deveríamos usar a ideia de trans-humanismo – segundo a qual, aproveitando a ciência e a tecnologia, podemos melhorar nossos corpos e mentes para sobreviver em ambientes muito diferentes – para nos prepararmos. Esse conceito não é exatamente novo: futuristas propõem há muito tempo que a humanidade precisará usar a biologia, nanotecnologia, tecnologia da informação e ciência cognitiva para se tornar mais equipada para a vida no espaço. E, embora a ideia de acelerar nossa evolução biológica para aumentar as chances de sobrevivência em Marte soe interessante, não são todos que acreditam que essa seja uma ideia viável, ética ou necessária. “Pessoas já sugeriram selecionar astronautas com base em predisposições genéticas para coisas como resistência à radiação. É claro que essa ideia está repleta de problemas. Primeiro, é ilegal escolher candidatos de emprego com base em informações genéticas. Depois, existem consequências não intencionais ao fazer manipulações como essa, e quem é que sabe o que pode piorar se escolhermos e selecionarmos o que achamos que deve ser feito melhor?”, disse Shelhamer. Embora Shelhamer admita que as ideias de Szocik sejam interessantes, ele sente que elas são, no final das contas, desnecessárias. “Acho que podemos dar aos astronautas as ferramentas – físicas, mentais e operacionais – para que eles sejam, individualmente e como um grupo, resilientes diante do desconhecido. É nisso que estou trabalhando agora, mas ainda está nos primeiros estágios. Que tipo de pessoa prospera em ambientes extremos? Que tipo de estruturas missionárias existem para ajudar essa pessoa? É isso o que precisa ser examinado sistematicamente”, disse. O futuro presidente de Marte, Elon Musk, foi mais direto quando pedimos para que comentasse a ideia de que humanos precisariam alterar sua biologia para sobreviver em Marte, dizendo que toda a premissa era “ridícula”. “Estar no espaço profundo ou na órbita da Terra por longos períodos é muito pior do que estar em Marte. Buzz Aldrin ainda está bem, assim como outros astronautas”, disse Musk ao Gizmodo, via DM no Twitter. Mesmo que os mais otimistas estejam certos, e nós não tenhamos que nos modificar para viver de forma saudável em Marte, uma grande questão permanece ao pensar na colonização: como iremos nos reproduzir? Embora não seja tão ruim quanto o espaço profundo, a superfície de Marte sofre de intensa radiação, devido ao fato da sua atmosfera ser muito mais fina do que a da Terra e não possuir um campo magnético para desviar partículas energéticas. Isso é particularmente preocupante para as mulheres que gostariam de engravidar, já que pequenas doses de radiação ionizante podem ter graves consequências para a saúde dos fetos. Com toda a probabilidade, assentamentos de longo prazo teriam que ser construídos sob a superfície do planeta para proteger as pessoas, especialmente os jovens, idosos, doentes e grávidas, das partículas energéticas solares e dos raios cósmicos galácticos. “Não sabemos como a gravidade reduzida e a radiação irão afetar o processo de reprodução humana. Podemos supor que esse impacto será prejudicial”, disse Szocik. Szocik acrescentou que, para manter uma colônia capaz de sustentar a si mesma sem realizar cruzamentos consanguíneos, teríamos que enviar um monte de gene para Marte, o que poderia ser difícil. Dessa forma, ele sugere “levar em consideração uma oportunidade de clonar humanos ou outros métodos similares”, para manter a colônia. Levar a humanidade para vários planetas soa emocionante. Também soa terrível! Esperemos que as próximas missões como Rover 2020 da NASA nos deem mais informações sobre como poderíamos viver (e transar) em um planeta frio e insensível. FONTE: http://gizmodo.uol.com.br/humanos-modificar-corpos-marte/

sábado, 8 de abril de 2017

NASA VAI ENVIAR SERES HUMANOS A MARTE EM 2033

A agência espacial recebeu um conjunto de ambiciosos novos objetivos, que incluem uma missão tripulada a Marte. A nova Lei de Autorização de Transição da NASA de 2017, que atribuirá US$ 19,5 bilhões ao orçamento da agência espacial, foi aprovada na semana passada, anunciando uma nova era de missões espaciais e pesquisa. Um dos novos objetivos mais significativos da NASA será criar um roteiro para que os seres humanos “fiquem perto ou na superfície de Marte nos anos 2030” com uma data de missão tripulada de 2033. Já a missão de redirecionamento de asteroides previamente planejada, que visava trazer um asteroide em uma órbita mais próxima e, em seguida, enviar uma tripulação para visitá-lo, agora talvez nunca aconteça. Houve um apoio significativo no entanto para a nova espaçonave Orion e Space Launch System, que será crucial se a NASA quer enviar seres humanos para Marte dentro do prazo estabelecido. Uma missão não tripulada da Lua está agendada para 2018 com uma missão tripulada em 2021. A lei também apoia planos para um rover do tamanho de um carro em Marte até 2020, uma missão para procurar vida na lua de Júpiter Europa e os esforços para localizar exoplanetas usando o Telescópio Espacial James Webb. A NASA também foi convidada a renovar seus esforços para localizar os asteroides potencialmente perigosos, bem como para criar mais plutônio 238 – o combustível usado para alimentar algumas de suas sondas de profundidade e aterradores. FONTE: https://arquivoufo.com.br/2017/03/26/nasa-vai-enviar-seres-humanos-marte-em-2033/

domingo, 20 de dezembro de 2015

A SONDA CURIOSITY FAZ UMA VISITA ÀS INTRIGANTES DUNAS DE MARTE

Conforme a sonda Curiosity sobe lentamente o Mount Sharp, ela está fazendo o seu primeiro close-up das dunas de areia de Marte – a primeira vez que temos investigado dunas ativas em outro planeta. As “Dunas Bagnold” cercam a borda noroeste da montanha. Algumas são tão altas quanto uma casa de dois andares, e elas são muito ativas. Imagens de satélite mostram os ventos marcianos mudando as dunas 90 cm por ano. A chegada da Curiosity nas dunas não é o começo apenas para o veículo espacial marciano, mas para toda a exploração do espaço. “Nenhuma duna ativa foi visitada em qualquer lugar do sistema solar além da Terra”, diz um comunicado de imprensa da NASA.
Uma vista da “High Dune” no campo de dunas Bagnold, em Marte. A sonda vai colher uma amostra do material para analisar a duna em seu laboratório de bordo. Ela vai procurar pistas sobre a composição das dunas e como o vento as molda. Por exemplo, “Estas dunas têm uma textura diferente das dunas na Terra”, diz Nathan Bridges da equipe Curiosity. “As ondulações sobre elas são muito maiores do que as no topo de dunas terrestres, e não sabemos porquê. Temos modelos com base na baixa pressão atmosférica. É preciso uma velocidade do vento superior para fazer uma partícula se mover. Mas agora nós teremos a primeira oportunidade de fazer observações detalhadas.”
A Curiosity movimentou um pneu através de um lençol de areia perto das dunas para ver o que estava abaixo da superfície. O principal objetivo da Curiosity agora é explorar o Mount Sharp, em camadas, a montanha que se eleva 5,5 km acima da cratera Gale. A meta da sonda é verificar o maior número possível dessas camadas de rocha. Assim como camadas de sedimentos na Terra fornecem uma janela para o passado, os cientistas estão esperando que as camadas do Mount Sharp forneçam alguns insights sobre a história geológica de Marte.
Trilha da roda da Curiosity revelou que a subsuperfície do lençol de areia continha grãos mais finos do que na superfície. FONTE:curioso.blog.br/post/sonda-curiosity-visita-as-intrigantes-dunas-marte/

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

MOTOR DE PLASMA PODERIA LEVAR SERES HUMANOS A MARTE USANDO 100 MILHÕES DE VEZES MENOS COMBUSTÍVEL

Físicos da França descobriram como otimizar um tipo avançado de propulsor de foguete elétrico que usa uma corrente de plasma e viaja a 72.420 quilômetros por hora, o que lhes permite executar o trajeto Terra-Marte usando 100 milhões de vezes menos combustível do que a química convencional de foguetes prevê. Conhecido como “propulsor Hall”, estes motores têm operado no espaço desde 1971, e agora estão rotineiramente voando em satélites de comunicação e sondas espaciais para ajustar suas órbitas, quando necessário. As aplicações não param por aí. Os cientistas querem usar esses propulsores para levar os seres humanos a Marte. Só tem um problema relativamente grande: o tempo de vida atual de um propulsor Hall é cerca de 10.000 horas de operação, e isso é muito pouco para a maioria das missões de exploração espacial, que requerem mais de 50.000 horas. Propulsores Hall funcionam como propulsores iônicos regulares, com explosão de um fluxo de íons carregados a partir de um ânodo para um cátodo (eletrodos positiva e negativamente carregados), onde são neutralizados por um feixe de elétrons. Isso impulsiona as naves para frente.

Porque são melhores

A diferença dos propulsores Hall é que, em vez de ter um cátodo físico, eles combinam um campo magnético e uma nuvem de elétrons presos para criar um cátodo “virtual” completamente oco. Uma pequena quantidade de gás propulsor – geralmente xênon – é injetada no canal do propulsor para produzir um fluxo de íons carregados, e como estes íons são muito pesados para serem apanhados no campo magnético do cátodo virtual, eles podem se fechar e impedir a neutralização. Isto cria uma descarga de plasma de baixa pressão, que produz o impulso na direção oposta à do fluxo de íons. Tudo isso funciona muito bem, mas o problema da curta vida do propulsor Hall é a parte que contém o ânodo, cátodo virtual e nuvem de elétrons. Este contêiner, chamado de parede do canal de descarga, é constantemente bombardeado com íons de alta energia, de forma que todo o motor acaba por ter de ser reparado ou substituído em uma quantidade relativamente pequena de tempo. Assim, os cientistas do Centro Nacional Francês de Pesquisa Científica decidiriam retirar a parede do canal de descarga completamente. Isso se mostrou uma abordagem eficaz para evitar a interação entre o plasma e a parede do canal de descarga e mover as regiões de ionização e de aceleração fora da cavidade, como explicou o pesquisador-chefe, Julien Vaudolon.

Motor de plasma revolucionário

Como o motor consome muito menos combustível do que os foguetes químicos convencionais, isso liberaria espaço em uma nave espacial para enviar grandes quantidades de carga, ou talvez até mais pessoas. Isso significa que nossos planos megalomaníacos de colonizar outros planetas, como Marte, poderiam dar um passo largo rumo à execução. Ainda não há nenhuma evidência de quanto este novo design poderia influenciar na vida útil do propulsor Hall, mas se os pesquisadores conseguirem fazê-lo funcionar em torno de 50.000 horas, isso certamente poderia revolucionar a exploração espacial no futuro. fonte:sciencealert.com/this-plasma-engine-could-get-humans-to-mars-on-100-million-times-less-fuel

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

TEMPESTADES SOLARES 'VARRERAM' ATMOSFERA DE MARTE E MUDARAM O CLIMA DO PLANETA

Um novo estudo divulgado pela Nasa indica que a atmosfera de Marte está, aos poucos, se esvaindo. A partir de dados coletados pela sonda americana MAVEN, a equipe de cientistas descobriu que tempestades solares, que constantemente atingem o planeta vizinho, despiram as camadas superiores de sua atmosfera. Não fosse isso, talvez a atmosfera do planeta vermelho seria semelhante a de nosso planeta. Pesquisadores da missão MAVEN descobriram o fenômeno depois de estudar como uma tempestade solar, ocorrida no início desse ano, impactou Marte. A teoria é que partículas solares oriundas da tempestade energizaram gases na camada superior à atmosfera, levando-as para o espaço. Cientistas também estudaram quais átomos e moléculas foram perdidos na atmosfera de Marte, incluindo aí hidrogênio, oxigênio, e dióxido de carbono.

Um planeta como o nosso

De acordo com o estudo – publicado na Science e Geophysical Research Letters – tais interações solares explicam as atuais condições de Marte e que em um passado distante, cerca de 4 bilhões de anos, sua atmosfera era tão densa quanto a da Terra, preenchida com gases o suficiente para aquecê-lo e abrigar largos oceanos em sua superfície. Agora, o planeta frio e desértico conta com uma atmosfera fina e um centésimo da pressão da Terra. “Uma das principais questões é onde a água foi?”, disse Bruce Jakosky, principal pesquisador do Laboratório para Física Espacial e Atmosférica da Universidade do Colorado. “A Maven está tentando entender qual o papel que a fuga da atmosfera tem desempenhado na mudança do clima", completou. A Maven foi lançada em novembro de 2013 a bordo do foguete Atlas V e se colocou em órbita ao redor de Marte em setembro de 2014. FONTE:http://idgnow.com.br/internet/2015/11/06/tempestades-solares-varreram-atmosfera-de-marte-e-mudaram-clima-do-planeta/

terça-feira, 27 de outubro de 2015

ESQUELETO DE RÉPTIL ALIENÍGENA ENCONTRADO EM MARTE

Enquanto a NASA confirma a presença de água líquida na superfície marciana, caçadores de anomalias não ficam de braços cruzados. Uma imagem liberada pela NASA, tirada pelo rover Curiosity, mostra uma formação rochosa bizarra que segundo os ufólogos poderia ser o esqueleto fóssil de um animal pré-histórico que viveu em Marte. Conforme relatado pelo canal YouTube “Paranormal Crucible”, a imagem foi tirada dentro da cratera Gale. “Eles se parecem com os restos mortais de um monstro pré-histórico”, diz o vídeo. “Se olharmos mais de perto, você pode ver um crânio e um osso pequeno, e nós podemos ver claramente a cavidade ocular e a coluna curvada do animal.” A NASA, por sua vez, explica que é apenas rochas e erosão e que os caçadores de anomalias são vítimas de pareidolia, ou ilusão de ótica!Quem está certo? FONTE: http://arquivoufo.com.br/2015/10/27/esqueleto-de-reptil-alienigena-encontrado-em-marte/

sábado, 3 de outubro de 2015

NASA ANUNCIA INDÍCIOS DE ÁGUA EM MARTE

Linhas recorrentes em encostas de Marte podem ser criadas por sais hidratados, embora a água que entra na composição desses sais ainda não tenha sido detectada. Esta imagem foi colorida artificialmente para mostrar melhor os detalhes.

Água em Marte

"Marte não é o planeta seco que pensávamos. Em certas circunstâncias, existe água líquida em Marte." A frase é de Jim Green, diretor de ciência planetária da NASA, em uma conferência nesta segunda-feira feita para anunciar "a solução de um mistério de Marte", segundo a agência. Na entrevista coletiva, cientistas da agência afirmaram que manchas escuras observadas em vários pontos inclinados do solo de Marte podem estar ligadas à existência de água corrente durante o verão no planeta. "Essas manchas se formam no fim da primavera, aumentam no verão e somem no outono. Por 40 anos, não pudemos explicar por que elas existiam", afirmou Green. "Marte sofreu uma enorme mudança climática e perdeu sua água. Mas há muito mais umidade no ar do que jamais havíamos imaginado," acrescentou ele, sem apresentar dados sobre essa umidade.

Sais hidratados

Segundo o anúncio, dados da sonda orbital MRO (Mars Reconnaissance Orbiter) mostram que as linhas escuras, que aparecem nos declives marcianos, estão associadas a depósitos de sal, que podem alterar os pontos de congelamento e evaporação da água, fazendo com que ela fique líquida por tempo suficiente para se mover. Sem isso, a água congelaria nas baixas temperaturas do planeta. Ou seja, as sondas não detectaram água propriamente dita, mas sinais no relevo que podem ser explicados pela formação de sais hidratados - sais que contêm moléculas de água em sua formulação. "Nossas descobertas apoiam fortemente a hipótese de que as linhas recorrentes em declives se formam como resultado de atividade contemporânea de água em Marte," afirma o estudo que embasa o anúncio, publicado na revista Nature Geoscience, que esclarece ainda que "a origem da água que forma as atuais linhas em declives ainda não foi compreendida". "Os sais hidratados mais consistentes com as características de absorção espectral que detectamos são perclorato de magnésio [Mg(ClO4)], clorato de magnésio[Mg(ClO3)] e perclorato de sódio[NaClO4]," escrevem Lujendra Ojha e seus colegas no estudo.
As linhas na encosta aumentam e diminuem ao longo das estações marcianas.

Sal aguado

As imagens divulgadas durante o evento mostram penhascos e paredões em vales e crateras, marcados por linhas que podem se estender por centenas de metros durante o verão marciano. Em alguns pontos, as linhas se combinam, formando padrões intrincados. Os cientistas ainda não sabem de onde poderia vir a água que entra na formação dos sais, mas o estudo levanta possibilidades, ainda não comprovadas, como a de que ela venha de aquíferos salgados, se condense a partir da fina atmosfera marciana, ou mesmo de uma combinação de ambos os fatores, em diferentes partes do planeta. O pesquisador Alfred McEwen, membro da equipe de pesquisadores do MRO e professor de geologia planetária na Universidade do Arizona, afirma que ainda não foi encontrada "água parada" no planeta, mas, sim, camadas finas de solo molhado. "Essa água é mais salgada do que a dos oceanos da Terra", afirmou.

Exageros da NASA

São incontáveis as vezes em que a NASA fez anúncios sobre algum tipo de "descoberta de água em Marte". A descoberta de sais hidratados é muito interessante, mas ainda está longe de significar a constatação de um cristal de gelo ou uma gota de água no planeta, como poderiam levar a crer as discussões feitas durante a entrevista coletiva, versando sobre a importância que teria a descoberta de água em Marte, sobretudo para o uso de astronautas no futuro - uma descoberta que ainda não foi feita, infelizmente. Por exemplo, o estudo científico publicado na Nature Geoscience tem o título "Evidência espectral de sais hidratados em linhas de encostas recorrentes em Marte", em tradução literal. Mas o anúncio publicado no site da agência espacial é intitulado "NASA confirma evidência de que água líquida flui [no planeta] Marte atual". Exageros como esse fizeram com que a "descoberta de água em Marte" virasse uma das piadas mais comuns entre os cientistas. O mesmo aconteceu com as "descobertas" de água na Lua, anunciadas com grande esforço de mídia, incluindo conclusões de que a Lua poderia ter água disseminada em todo o seu interior. Contudo, estudos posteriores que mostraram que os minerais descobertos não se formam na presença de água não mereceram a mesma atenção. De qualquer forma, a existência de percloratos em Marte é bastante interessante porque esses minerais entram na composição de alguns combustíveis para foguete, podendo suprir combustíveis para futuras naves que retornem à Terra - eventualmente para buscar água. Bibliografia: Spectral evidence for hydrated salts in recurring slope lineae on Mars. Lujendra Ojha, Mary Beth Wilhelm, Scott L. Murchie, Alfred S. McEwen, James J. Wray, Jennifer Hanley, Marion Massé, Matt Chojnacki. Nature Geoscience. Vol.: Published online. DOI: 10.1038/ngeo2546. FONTE: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=nasa-anuncia-indicios-agua-marte&id=010130150928

domingo, 9 de agosto de 2015

SE MARTE JÁ FOI HABITADO, O QUE ACONTECEU ?

Após estudar o planeta vermelho por décadas, os cientistas admitem que existe a grande possibilidade de que um impacto de meteoro ou cometa alterou o destinho de Marte. Comparado com a Terra, Marte é cheio de crateras de impacto, mas isso não é estranho, já que esse planeta tem uma posição muito inconfortável no nosso sistema solar, bem ao lado do cinturão de asteroides. Devido a isto, Marte é constantemente bombardeado por asteroides, e diferentemente da Terra, Marte não possui uma lua grande para defendê-lo de ataques de asteroides. Olhando para trás na história, sabemos que a Terra já foi impactada por uma enorme rocha espacial e alguns daqueles impactos possivelmente mudaram a história do nosso planeta. Um dos melhores exemplos que conhecemos é a cratera de impacto de Chicxulub, localizada na península do Yucatan, no México, a qual os cientistas acreditam ter sido a razão principal para a extinção dos dinossauros.
Assim, se isso aconteceu aqui na Terra, não seria algo similar possível em Marte? No planeta vermelho encontramos uma cratera de impacto bem interessante, localizada na região Lyot, e ela possui aproximadamente 200 km em diâmetro. A área desta cratera de impacto nos conta o quão poderoso o impacto foi e ele poderia ser uma das causas principais do porquê de Marte ser um “deserto” hoje. Este impacto de cometa pode ter causado uma profunda disrupção no sistema planetário de Marte. Ele teria sido um evento de mudança climática absolutamente devastador para o planeta. Assim, seria possível que bem antes de ter perdido sua atmosfera, Marte abrigava a vida? Até mesmo civilizações que chamavam Marte de seu ‘lar’? Estas são apenas algumas das questões que devem ser esclarecidas. Em 20 de julho de 1976, após uma jornada de 10 meses, a sonda Viking I alcançou seu destino, Marte. As imagens que a Viking enviou de volta para a Terra foram espetaculares, e algumas delas mostraram que Marte não era tão diferente da Terra. Algumas regiões de Marte pareciam com lugares da Terra, como o Vale da Morte. A história da sonda Viking I fica interessante após ela ter executado vários testes à procura de vida no planeta vermelho. A Viking I retornou resultados controversos. O Dr. Gil Levin projetou um dos testes que a sonda Viking desempenhou – um teste relativamente simples. Ele explicou que microorganismos respiram bem como você ou eu, ou qualquer outro animal, e então eles exalam dióxido de carbono. O que a NASA fez foi pegar uma pequena amostra do solo marciano, colocá-la dentro de um vasilhame, a qual foi monitorada por uma semana por sinais de ‘bolhas’ dentro do tubo. Após 7 dias, o inesperado aconteceu. O teste para encontrar vida em Marte foi positivo pelos critérios aceitos pela NASA, pois ‘bolhas’ foram registradas dentro do vasilhame da Viking I. Embora este teste tenha retornado positivo para a existência de vida, outros testes com critérios diferentes mostraram resultados negativos. A NASA foi muito cautelosa sobre este assunto e optou por dizer: “Não há prova de vida em Marte”. Alguns cientistas sugerem que Marte possa ter tido uma atmosfera similar à da Terra, e ela foi aniquilada há 65 milhões de anos. Adicionando à esta sugestão, ideias foram formadas no passado, as quais mostram a possibilidade de que uma civilização uma vez habitou Marte, fugiu para a Terra à procura de abrigo. Assim, isto nos torna os ‘marcianos’ que desesperadamente tentamos encontrar? Alguns cientistas dizem ter encontrado evidências fortes de civilizações perdidas no planeta vermelho e, de fato, eles acreditam que podem ter encontrado uma assinatura nuclear na atmosfera marciana, que combina com a da Terra após um teste nuclear. De acordo com cientistas há grandes traços de Xenon-129 em Marte, e o único processo conhecido que produz este elemento é uma explosão nuclear. Seria esta somente outra coincidência que mostra o quão similar Marte é com a Terra? Ou este fato estaria fornecendo evidência de que Marte foi muito diferente no passado? Fontes: ufodisclosure.net // noticia-final.blogspot.com.br/2015/08/se-marte-ja-foi-habitado-o-que-aconteceu.html

domingo, 5 de julho de 2015

PENTÁGONO ESTÁ PROJETANDO ORGANISMOS PARA POVOAR MARTE

Não é segredo que a Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa (DARPA, em inglês), a divisão de estudos científicos do Pentágono, investe pesado em engenharia genética e biologia sintética. Se você se empolga ou se aterroriza com as possibilidades dessa tendência, aí vai uma novidade: o órgão independente americano acredita estar prestes a criar organismos capazes de povoar Marte. O objetivo da pesquisa é aquecer e adensar a atmosfera marciana por meio de plantas, bactérias e algas que realizarão a fotossíntese na superfície improdutiva do planeta vermelho. É uma missão que mesmo os eternos tecno-otimistas como Elon Musk acham que não vai acontecer tão cedo, mas a DARPA, ao que parece, está bem empenhada na árdua missão. “Pela primeira vez temos as ferramentas tecnológicas para transformar locais hostis aqui na Terra e, também, para ir ao espaço e ficar por lá”, afirmou Alicia Jackson, diretora adjunta do novo departamento de tecnologias biológicas na DARPA, enquanto apontava para uma versão artística de Marte habitada.Parte do DTA Gview, que permite aos cientistas verificar genes específicos em vez de uma série de A, T e Gs. Ano passado, o laboratório de Jackson se empenhou em aprender a como projetar geneticamente organismos de todos os tipos com mais facilidade. Em outras palavras, foi além do feijão com arroz da biologia sintética — a e.coli e as leveduras, usadas na maioria dos projetos do ramo. “Há entre 30 milhões a 30 bilhões de organismos na Terra. No momento, usamos somente duas delas para a engenharia genética”, afirmou. “Quero utilizar todos os organismos que tenham as propriedades que eu estabelecer — e mapeá-los e projetá-los de forma rápida. Se você procurar nos softwares de anotações de genoma atuais, eles não são desenvolvidos para encontrar rapidamente os sistemas e genes capazes de serem projetados. São desenvolvidos para encontrar algo esotérico e interessante para que eu possa publicar um artigo científico a respeito.” A DARPA e alguns de seus parceiros de pesquisa criaram um software chamado DTA Gview, chamado por Jackson de “o Google Maps dos genomas”. Na conferência, ela apresentou os genomas de diversos organismos no programa. A tela mostrava uma lista de genes conhecidos e os locais a que pertenciam. “Essa grande quantidade de dados genômicos que estamos coletando é incrível, exceto pelo fato de que estão em bancos de dados e permanecerão como dados, não conhecimento. Pouca informação genética que temos é prática”, ela afirmou. “A partir disso, o objetivo é, em um dia, sequenciar e descobrir onde posso projetar um organismo.” De forma bem básica, o objetivo do projeto é escolher os melhores genes das formas de vida que quisermos e editá-los em outras formas de vida a fim de criar algo completamente novo. Isso deverá acontecer primeiro com bactérias e outros organismos. O objetivo é, no futuro, fazer isso com organismos mais complexos e multicelulares. A utilidade dessa tecnologia é bastante surpreendente. Talvez o mais interessante seja o plano da DARPA para utilizar organismos projetados no reparo de danos ao meio ambiente. Jackson afirmou que, depois de um desastre natural ou causado pelo homem, será possível projetar novos tipos de organismos extremófilos capazes de sobreviver em ambientes devastados. Conforme esses organismos forem fotossintetizados e prosperarem, revitalizarão o ambiente de forma natural. E é daí que começa o plano de povoar Marte. Com prática em transformar os cenários danificados em locais saudáveis, Jackson acredita que teremos o que for necessário para, por fim, tentar colonizar o sistema solar. Isso é algo que sequer tem uma estimativa. Segundo a DARPA, a tecnologia está no início e muito do trabalho atual é sigiloso. Mas as implicações do projeto são muito empolgantes, afirma Jackson. “Após um desastre natural ou causado pelo homem, podemos considerar a recuperação do meio ambiente. Pela primeira vez, buscaremos soluções para esse problema.” Fonte:http://motherboard.vice.com/pt_br/read/organismos-que-povoarao-marte/

AERONAVE BOOMERANG PODER SER A PRIMEIRA A VOAR EM MARTE

Rover com suas várias missões, a NASA vem explorando ativamente a tundra vermelha de Marte desde a década de 90 - mas agora a agência espacial pretende investigar o céu Marciano. Armstrong Voo da NASA Centro de Pesquisa está testando um protótipo de voar aeronaves de asa chamado Prandtl-m, que poderia ser o primeiro veículo a voar em Marte. E ele parece muito com um grande boomerang de titânio. O Prandtl-m irá ser feito de fibra de vidro ou fibra de carbono e tem uma envergadura de 24 polegadas quando implantadas - mas o seu protótipo é leve, apenas com uma libra. Uma vez que a Marte tem significativamente menos gravidade que a terra, o que significa versão marciana da aeronaves pode pesar até 2,6 quilos e ainda voar com eficiência. A atmosfera marciana é muito mais fina do que aqui na Terra, de modo que parte da Nasa será realizar alguns testes de alta altitude sobre o Prandtl-m para ver se ele está apto a voar acima do nosso vizinho planetário. Mais tarde este ano, um balão vai levar a aeronave até a uma altitude de 100.000 pés quadrados, onde o ar é muito mais fino, para simular o que seria como voar em espaço aéreo Marciano. Testes futuros terá o Prandtl-m ainda mais de 450.000 pés. fonte: ufosonline.blogspot.com.br/2015/07/nasa-esta-aeronave-boomerang-pode-ser.html

domingo, 7 de junho de 2015

ORGANISMOS TERRESTRES PODEM SOBREVIER EM MARTE

Um estudo da universidade de Arkansas colocou quatro espécies de micro-organismos terrestres em condições de baixa pressão atmosférica, similares às de um aquífero subterrâneo em Marte: Methanothermobacter wolfeii, Methanosarcina barkeri, Methanobacterium formicicum, e Methanococcus maripaludis. Todos conseguiram sobreviver e manter seus processos metabólicos. As espécies são arqueias metanogênicas organismos primitivos que não precisam de oxigênio, extraindo sua energia do hidrogênio e usando o dióxido de carbono como material de construção celular, produzindo metano como resultado. Se a última expressão ativou uma risadinha interna é porque, sim, elas vivem nos intestinos e são responsáveis por parte dos gases – a parte que, junto como o hidrogênio, os torna inflamáveis e uma fonte infinita de piadas práticas. Mas também vivem em pântanos e outros locais insalubres, causando o macabro fogo fátuo. As arqueias não são bactérias, nem eucariotas – isto é, os organismos com as células mais avançadas, das amebas e algas até você. “Esses organismos são candidatos ideias à vida em Marte”, afirma Rebecca Nichols, estudante de doutorado e coautora do estudo, apresentado na última convenção geral da Sociedade Americana de Microbiologia. “Todas as espécies de metanogênicos mostraram sobreviver após a exposição à baixa pressão, indicada pela produção de metano tanto nas culturas originais e as transferidas após o fim de cada experiência. Este trabalho representa um passo crucial em determinar se metanogênicos podem existir em Marte”. Nichols também é autora de estudos anteriores, que provaram que esses organismos são capazes de sobreviver a ser congelados e descongelados diariamente, como acontece com os aquíferos no subsolo de Marte. FONTE: megaarquivo.com/2015/06/06/11-447-organismos-terrestres-podem-sobreviver-em-marte/

NASA LANÇA UM DISCO VOADOR PARA FUTURAS VIAGENS A MARTE

A Nasa vai lançar ao espaço nesta sexta-feira uma nave em formato de disco voador projetada para expedições longas, que serviria para eventuais missões a Marte. Caso o experimento seja bem sucedido, significará um passo importante para viagens tripuladas ao planeta vermelho. O voo de teste do disco voador, conhecido como Low-Density Supersonic Decelerator (LDSD), será transmitido ao vivo pelo site da Nasa. Durante o lançamento do disco, a Nasa irá testar o maior paraquedas já usado. Como a atmosfera de Marte é muito fina, qualquer paraquedas para ajudar a aterrissar uma espaçonave pesada, de rápido movimento, precisa ser bem mais forte do que o convencional. Com o objetivo de enviar seres humanos a Marte em 2030, a agência está testando o aparato feito com tecnologia de nova geração, conhecido como Supersonic Ringsail — que poderia permitir que naves ainda mais pesadas pousem suavemente. O disco voador feito pela agência americana será lançado de uma base na ilha de Kauai, no Havaí. O veículo será rebocado até a estratosfera por um balão meteorológico de grande altitude, de onde irá decolar alcançando uma altitude de 20 milhas acima da Terra. A nave poderá atingir uma velocidade quase três vezes maior à do som. "À medida que a Nasa planeja ambiciosas missões científicas para Marte — lançando bases até mesmo para expedições humanas mais complexas— a espaçonave, que precisava aterrissar com segurança na superfície do Planeta Vermelho, se tornará maior e mais pesada para acomodar estadias prolongadas dos exploradores”, afirmou a Nasa por meio de um comunicado. O primeiro voo de teste do disco voador foi em junho de 2014, e um outro voo de teste está previsto para 2016. FONTE:http://www.dm.com.br/ciencia/2015/06/nasa-lanca-nesta-sexta-um-disco-voador-para-futuras-viagens-marte.html

domingo, 17 de maio de 2015

VIAGEM A MARTE PODERÁ CAUSAR DANOS AO CÉREBRO

Estas imagens mostram a redução na complexidade dos dendritos após a irradiação que simula os raios cósmicos que os astronautas receberão no espaço.

Sistema nervoso

A lista de possíveis problemas a serem enfrentados pelos astronautas pioneiros das missões a Marte ganhou mais um item: danos ao cérebro causados pela radiação cósmica. Em 2013, um estudo feito com base nos dados coletados pelo robô Curiosity enquanto ele viajava para Marte revelou que os astronautas sofrerão o impacto dos raios cósmicos e das partículas solares, com risco de desenvolvimento de câncer. Agora, um estudo feito por pesquisadores da Universidade da Califórnia sugere que a longa exposição aos raios cósmicos pode causar danos significativos ao sistema nervoso central, resultando em sequelas semelhantes às sofridas por pessoas com demência. Raios cósmicos são partículas de alta energia originadas do espaço e que viajam quase à velocidade da luz. Físicos mobilizam-se para entender raios cósmicos Calcula-se que uma viagem a Marte, distante cerca de 226 milhões de quilômetros da Terra, duraria pelo menos nove meses.

Danos cerebrais

A má notícia é que os danos cerebrais aos astronautas poderiam ocorrer já durante a viagem. "Déficits de memória e a diminuição de atividades cerebrais, por exemplo, poderão afetar partes críticas da missão. E a exposição às partículas poderá provocar problemas cognitivos para o resto da vida", afirma Charles Limoli, coordenador do estudo. A equipe de Limoli fez testes com ratos, submetendo-os a sessões de irradiação num laboratório da NASA especializado em estudos com raios cósmicos. A exposição a determinadas partículas resultou em inflamações no cérebro que dificultaram a transmissão de sinais pelos neurônios. Tomografias computadorizadas mostraram que a rede de comunicação cerebral foi prejudicada por danos a células nervosas chamadas dendritos - alterações que contribuíram para a redução de desempenho dos ratos em atividades ligadas ao conhecimento e à memória. Tipos semelhantes de disfunções cognitivas são comuns em pacientes com câncer de cérebro que receberam tratamentos à base de radiação de prótons.

Escudos mais eficientes

Segundo Limoli, embora os astronautas trabalhando na Estação Espacial Internacional por longos períodos também sejam atingidos por raios cósmicos, a intensidade do "bombardeio" é menor e eles ainda contam com um pouco de proteção da magnetosfera terrestre. As soluções aventadas pela equipe incluem o desenvolvimento de escudos de proteção contra radiação mais eficientes e o desenvolvimento de novas drogas que possam funcionar como tratamentos preventivos para os astronautas. Bibliografia: What happens to your brain on the way to Mars Vipan K. Parihar, Barrett Allen, Katherine K. Tran, Trisha G. Macaraeg, Esther M. Chu, Stephanie F. Kwok, Nicole N. Chmielewski, Brianna M. Craver, Janet E. Baulch, Munjal M. Acharya, Francis A. Cucinotta, Charles L. Limoli. Science Advances. Vol.: 1 no. 4 e1400256. DOI: 10.1126/sciadv.1400256. FONTE: inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=viagem-marte-podera-causar-danos-cerebro&id=010130150505

terça-feira, 21 de abril de 2015

HÁ ÁGUA LÍQUIDA LOGO ABAIXO DA SUPERFÍCIE DE MARTE

Cada vez mais temos visto evidências de que o nosso sistema solar está inundado de H2O. Agora, depois de inúmeras grandes revelações de oceanos líquidos ao longo da nossa casa celestial, parece que Marte pode ter água líquida perto de sua superfície também. Não é nenhum mistério que o planeta vermelho tem água. Marte tem duas calotas polares cobertas de gelo durante todo o ano. Mas, pela primeira vez, a sonda Curiosity, da Nasa, encontrou evidências de que pode existir água em estado líquido, capaz de sustentar vida. A pequena máquina nômade, que tem perambulado em torno de Marte durante os últimos dois anos e meio, recentemente descobriu no solo marciano a substância perclorato de cálcio. Isso é significativo, dado o relacionamento do perclorato com água. Perclorato de cálcio [Ca(ClO4)2] pode absorver vapor de água da atmosfera em condições adequadas. E quando ele é misturado com H20, o composto diminui o ponto de congelamento da água, permitindo que ela exista na forma líquida a temperaturas muito baixas. Neste estado líquido, a água é considerada salgada, uma solução extremamente salina. De acordo com Morten Bo Madsen, um dos principais pesquisadores no artigo publicado na Nature, a estação de monitoramento meteorológico da Curiosity descobriu que durante a noite e logo após o nascer do sol no inverno, as condições são propícias para o perclorato absorver água da atmosfera marciana.
“Quando a noite cai, parte do vapor de água na atmosfera se condensa na superfície do planeta como geada, mas o perclorato de cálcio é muito absorvente e forma uma salmoura com a água, por isso, o ponto de congelamento é reduzido e a geada pode se transformar em um líquido”, disse Madsen, professor associado e chefe do Grupo de Marte do Instituto Niels Bohr.
Os pesquisadores acreditam que, sendo o solo marciano tão poroso, a água escoa para baixo da superfície, combinando com outros sais para se mover abaixo do solo. A descoberta de perclorato também coincide com novas fotos em close que a Curiosity tirou de seu atual lar, a cratera Gale (imagem destaque), apresentando grandes extensões de depósitos sedimentares. Madsen e sua equipe admitem a hipótese de que esses depósitos se formaram quando feixes de água desciam a encosta da cratera, se reunindo no meio para formar um lago. Os pesquisadores afirmam que Marte já foi o lar de cerca de 6,5 vezes a quantidade de água que tem lá hoje, há cerca de 4,5 bilhões de anos atrás. Se você ainda está se recuperando da previsão da NASA para um dia encontrar vida dentro do nosso sistema solar, não há chance de tal descoberta ser feita em Marte. O ambiente marciano é muito inóspito e cheio de radiação para abrigar micróbios. Mas, claro, há sempre a possibilidade de encontrarmos vida que nós nunca havíamos sondado antes. FONTE: curioso.blog.br/post/agua-liquida-superficie-marte/

domingo, 15 de março de 2015

MARTE PODE TER TIDO MAIS ÁGUA DO QUE O OCEANO ÁRTICO

Esse pode ter sido Marte há alguns bilhões de anos – novas evidências sugerem que o planeta vermelho podia ter mais água do que o Oceano Ártico. Na revista Science, cientistas publicaram um artigo que levanta a possibilidade de que Marte tinha água suficiente para cobrir toda a sua superfície, há 4,5 bilhões de anos. Essas conclusões foram baseados na análise da crosta de Marte, que tem um local aparentemente ‘marcado’ por um oceano nas suas planícies norte. Esse oceano cobriria 20% do nosso vizinho. Durante seis anos, pesquisadores da Nasa usaram três grandes telescópios no Chile e no Havaí para comparar a diferença na quantidade de moléculas de água na atmosfera de Marte entre suas estações. Nessa atmosfera existe H2O, nossa velha conhecida e HDO, que ocorre quando um dos átomos de hidrogênio é substituído por um isótopo chamado deutério. Essa molécula com deutério age de forma diferente da água normal, por causa de seu peso. O hidrogênio da água pode se vaporizar e ‘ir embora de Marte’. Mas o deutério é mais pesado e ficaria para trás. Como em suas calotas polares, Marte apresenta muito deutério, cientistas suspeitam que ele perdeu uma grande quantidade de água. O que isso muda? Os dados indicam que o planeta era úmido e habitável por um tempo maior do que foi estimado antes. Mas o que aconteceu com a água? Pesquisadores acreditam que a atmosfera marciana decaiu há alguns bilhões de anos, perdendo o calor e a pressão necessária para manter a água em sua forma líquida. Então o oceano se condensou e apenas 13% dele ainda está lá, em forma de calotas de gelo ainda visíveis:
fonte: megaarquivo.com/2015/03/09/11-183-marte-pode-ter-tido-mais-agua-do-que-o-oceano-artico

domingo, 1 de março de 2015

COMO SERIA VIVER EM MARTE?

O astrônomo americano Percival Lowell foi o primeiro a especular que os canais no Planeta Vermelho eram canais realmente antigos construídos por extraterrestres inteligentes. Mas se esse sonho de ficção científica se tornasse realidade e fossemos capazes de ir viver para marte como seria essa experiência? Em 1965, a sonda Mariner 4 da NASA completou o primeiro voo rasante marciano, e 6 anos depois, a Mars Lander 3 da União Soviética tornou-se a primeira nave espacial a pousar suavemente em Marte. Desde então, tem havido numerosas missões bem sucedidas ao Planeta Vermelho, incluindo a implantação de quatro sondas em Marte - a Sojourner, a Spirit, a Opportunity e a ainda a Curiosity. Há também a Mars Odyssey, que produziu um mapa de todo o planeta. A NASA está agora a planear uma missão tripulada a Marte, que está prevista para 2030. Não se sabe onde os astronautas vão pousar em Marte para essa missão, mas tendo em vista uma futura colónia espacial marciana, provavelmente seria necessário uma base permanente em algum lugar nas latitudes norte mais baixas, afirma Ashwin Vasavada, cientista do projecto Mars Science Laboratory da NASA. Tal como a Terra, Marte tem estações devido à inclinação do planeta sobre o seu eixo, mas também tem um efeito sazonal secundário por causa da sua órbita altamente elíptica. O hemisfério sul está apontado para longe do sol quando o planeta está mais distante dele, resultando em invernos muito frios e verões muito mais quentes do que no hemisfério norte. Se você fosse viver para o hemisfério norte, você iria gozar de cerca de sete meses de primavera, seis meses de Verão, um pouco mais de cinco meses de outono e apenas cerca de quatro meses de inverno. (Um ano em Marte é cerca de 1,88 anos terrestres, e um dia dura um pouco mais de 24 horas. A temperatura média em Marte é de 60 graus Celsius abaixo de zero, mas pode variar de menos 126 graus negativos no inverno perto dos pólos e 20 graus durante o verão perto do equador. As temperaturas também podem mudar drasticamente dentro de uma única semana. As variações de temperatura de Marte muitas vezes resultam em tempestades de poeira poderosas, que às vezes cobrem todo o planeta em apenas alguns dias. Embora essas tempestades provavelmente não prejudicassem fisicamente as pessoas, a poeira poderia entupir a eletrônica e interferir com os instrumentos movidos a energia solar. Com apenas 1 por cento da densidade da atmosfera da Terra, a atmosfera marciana é grossa o suficiente para queimar meteoros menores do que bolas, sendo que seria improvável ser atingido por eles. Você também não precisaria preocupar-se muito com a atividade vulcânica e tectônica, se vivesse em Marte. O problema principal e mais preocupante seria a radiação do espaço. Ao contrário da Terra, Marte não tem um campo magnético global e uma espessa atmosfera para proteger a sua superfície da radiação. Se você fosse enviasse uma mensagem para a Terra, ela levaria uma média de 15 minutos a chegar. Embora não seja muito tempo, é definitivamente irritante o suficiente que ser difícil ter uma conversa via Skype com alguém. Em termos de clima, você poderia ver uma pequena nuvem ocasional ou a geada fria de manhã, porque o ar marciano contém baixos níveis de umidade. Mas você não iria encontrar nenhuma nuvem de tempestade no céu ou gotas de chuva a bater no chão. Com este céu claro, a noite marciana está cheia de estrelas. Os astrônomos amadores iriam querer olhar para as luas de Marte, Phobos e Deimos, que poderia ser vistas ao mesmo tempo. Estes satélites, sendo ambos muito menores do que a nossa Lua, também poderiam eclipsar parcialmente o sol durante o dia. O céu do dia geralmente tem uma coloração laranja por causa de toda a poeira. O nascer e pôr do sol seriam semelhantes aos da Terra em dias muito nebulosos, exceto que a área em torno do sol é azul. A superfície de Marte oferece até algumas grandes oportunidades para passeios turísticos. Se fôssemos colonizar Marte completamente, certamente alguns lugares dariam bons parques nacionais, afirma Vasavada. Por exemplo, o Monte Olimpo é o vulcão mais alto do sistema solar, chegando a 25 quilômetros acima das planícies circundantes. Por outro lado, o Valles Marineris é um gigantesco sistema de vales. Seria também interessante visitar as sondas Viking e as enormes calotas polares de Marte, que às vezes formam quedas de neve de gelo seco. Mas, com uma gravidade que é apenas 38 por cento da da Terra, mover-se por Marte seria inicialmente um desafio. Correr e fazer movimentos rápidos, provavelmente, necessitaria de um pouco de aprendizagem, acredita Vasavada. Ainda assim, seria melhor do que se mover sobre a superfície da Lua. FONTE: space.com/28557-how-to-live-on-mars.html

sábado, 7 de fevereiro de 2015

MEDICINA ESPACIAL É O MAIOR OBSTÁCULO PARA UMA VIAGEM DO HOMEM A MARTE

A ausência de gravidade torna relação sexual e reprodução quase impossível A NASA tem um plano ambicioso de mandar uma missão tripulada a Marte. Porém, não é a falta de tecnologia de foguetes capazes de fazer a viagem com mais rapidez e segurança para o planeta vermelho. O problema é que a medicina ainda não tem respostas para contornar as dificuldades impostas ao organismo humano pelas condições físicas e climáticas de Marte. O recorde atual no tempo de permanência de um homem no espaço é do cosmonauta russo Valery Piliakov, que passou 438 dias na estação orbital “Mir”. Uma viagem de ida e volta a Marte teria a duração de, no mínimo 1 ano e 6 meses. O astronauta sairia da gravidade da Terra para passar 6 meses no ambiente de microgravidade de uma nave,sujeito à radiação cósmica.Depois, passaria outros 6 meses na gravidade marciana, correspondente a um terço da terrestre (3,72 m/s2). Em seguida, enfrentaria outros 6 meses de microgravidade para retornar à Terra. Teríamos também que contornar o problema de sobrevivência num planeta onde não há água, não há quase atmosfera, sem oxigênio, com temperatura muito baixa e a comunicação com a Terra levaria 20 minutos.

Missão marciana precisaria de equipamento médico especial

A saúde física e mental do viajante do espaço será fundamental na missão. Atualmente, os astronautas são treinados para fazer procedimentos médicos e identificar algumas situações de risco. Médicos orientam da Terra, os participantes de missões espaciais sobre procedimentos e monitoram o organismo dos astronautas, interpretando exames, sintomas e sinais vitais. Pois, em situações extremas, não há ambulância espacial que possa trazer um astronauta para a Terra em minutos ou em horas. Uma viagem longa como a Marte, no entanto, envolveria um volume maior de equipamentos. Isso obrigaria a NASA a construir naves maiores e mais velozes. A primeira relação sexual no espaço também não descartada pelos cientistas numa missão tão longa. No espaço, um movimento para frente produz outro contrário de mesma intensidade, o que tornaria necessário que os 2 ficassem amarrados para fazer sexo. A reprodução natural também é inviável. A trompa de falópio – canal que se estende do ovário ao útero – não está anatomicamente conectada ao ovário. Por isso, com a falta de gravidade, os órgãos perderiam a relação de posição terrestre e isto poderia dificultar ou até impedir a captação adequada do óvulo pela trompa. O problema com as trompas poderia provocar fecundação extra-uterina e gestações ectópicas (fora do útero), como as que ocorrem na trompa ou no abdômen. O sistema cardiovascular é um dos primeiros a ser afetado pela redução da gravidade. Em ambiente de microgravidade, o sangue se desloca para a parte superior do corpo, aumentando op volume com o qual o coração tem que trabalhar. O coração, então, passa a trabalhar como se houvesse um real aumento de volume sanguíneo no organismo e inicia um processo de eliminação de líquido corporal. Nesta condição, aumentaria a filtração renal e diminuiria o reflexo da sede. A adaptação do corpo às novas condições leva de 3 a 5 dias. Mas a perda muscular e óssea não pára como a diminuição da gravidade, uma vez que não há resistência, o que provoca a atrofia dos músculos e a desmineralização dos ossos. Por isso, é essencial que os astronautas se exercitem de 2 a 3 horas por dia (no mínimo) em esteiras especiais durante a missão. Flutuando, os viajantes perdem as referências do que está em cima ou embaixo, passando a ter um sintoma neurológico chamado desorientação espacial. O que os olhos dizem para o cérebro, quando uma pessoa está de cabeça para baixo, não é percebido pelo sistema vestibular - responsável pela orientação do equilíbrio.

Pressão atmosférica menor pode causar embolia

Se na viagem espacial o sangue sobe, em Marte voltaria a descer, criando um novo problema. Quando os astronautas retornassem à Terra, precisariam de cadeira de rodas para transportá-los, com o retorno do sangue à posição normal. Ao chegar a Marte, teriam que enfrentar sozinhos o problema. E a pressão atmosférica menor poderia provocar uma descompressão, com formação de bolhas de nitrogênio(N2) no sangue, gerando embolia. O mesmo que ocorre com os mergulhadores, quando retornam de grandes profundezas para a superfície do mar. Os participantes da missão marciana teriam que produzir alimentos, água, energia e ter um meio eficiente de comunicação com a Terra. Além da NASA, a agência espacial do Japão também estuda equipamentos e sistemas para permitir a colonização de Marte. Os equipamentos que podem ser usados em Marte devem ser testados antes numa base lunar. Cientistas japoneses planejam a abertura de minas e de uma grande estação permanente na Lua. O satélite terrestre poderia funcionar como um posto de abastecimento em viagens especiais para outros planetas. Importando um quilo de hidrogênio terrestre e usando 8 quilos de oxigênio extraído das rochas lunares, os astronautas teriam combustível suficiente para alimentar os motores que estão sendo desenvolvidos pela NASA.

Astronautas correm sério risco de ter pedras nos rins

Ao se expor à microgravidade, um astronauta corre grande risco de desenvolver problemas renais. A pesquisadora da NASA Peggy Whitson coletou amostras de urina antes, durante e depois de uma viagem espacial de 16 dias. Os resultados indicaram que a composição da urina mudou durante o vôo, havendo uma maior cristalização de cálcio. As mudanças ocorreram rapidamente e persistiram até o último dia da viagem. O aumento da porcentagem de cálcio na urina, aliado à redução do pH urinário, é o que leva muitas vezes à formação das pedras renais. Devido à severidade dos sintomas apresentados durante o vôo, os cientistas dizem serem necessárias medidas para minimizar o problema. O primeiro passo seria o estudo de proteínas que inibissem a formação de pedras. Fonte: jornal o globo

domingo, 21 de dezembro de 2014

FÍSICO AFIRMA QUE MARTE FOI ATACADO POR ARMAS NUCLEARES

Dr John Brandenburg afirma que a vida em Marte foi dizimada por um ataque nuclear. A ideia de que uma civilização no planeta Marte foi dizimada por um ataque nuclear orquestrada por uma raça extraterrestre avançada pode soar como o enredo de um filme de ficção científica , mas o físico Dr John Brandenburg propôs que este cenário pode realmente ter alguma razão. O especialista em tecnologias de propulsão sustenta que entidades hostis de “civilizações jovens ruidosas” podem ter dizimado os habitantes do planeta e pode fazer o mesmo com nós aqui na Terra. Sua pesquisa, intitulada “A evidência de uma explosão termonuclear maciça em Marte” oferece uma base a reivindicação de uma combinação de fatores, incluindo a composição dos solos do planeta e da descoberta de grandes concentrações de Xenon-129 em sua atmosfera, algo tipicamente vistos após um incidente nuclear. “Dada a grande quantidade de isótopos nucleares na atmosfera de Marte que se assemelham às de testes de bombas de hidrogênio na Terra, Marte pode apresentar um exemplo de civilização extinta por um ataque nuclear a partir do espaço”, escreveu Brandenburg. O autor defende ainda que uma missão humana a Marte deveria “ser montada imediatamente para maximizar o conhecimento do que ocorreu”. fonte: arquivoufo.com.br/2014/11/29/fisico-afirma-que-marte-foi-atacado-por-armas-nucleares/

domingo, 12 de outubro de 2014

REVELAÇÃO: CHEFE DA NASA MENCIONA QUE, "UMA VEZ EXISTIU VIDA EM MARTE" E AINDA PODE TER?

Chefe da Nasa, Charles Bolden afirma: "É um planeta irmão para a Terra, um planeta mais provável em nosso sistema solar que teve vida uma vez e pode ter vida agora." Este é o primeiro anúncio dado pela NASA que a vida existiu em Marte! Isso é uma vitória enorme para Astro biologistas e Ufólogos de todo o Mundo. Bolden admite que a NASA sabe que Marte já teve vida. Bolden então passou a dizer que Marte ainda pode ter vida nele, mas você nota sua hesitação, ele hesitou quando começou dizendo na parte ", ... pode ter vida agora." Ele até piscou os olhos e se encolheu (lado direito) como se fosse machucá-lo ao dizer isso, lá no fundo ele estava morrendo de vontade de dizer ao Mundo e finalmente, permitiu-se a colocá-lo para o público Este é um anúncio tão monumental que ele deve ser colocado nos livros de história ao redor do mundo.
O dia em que a NASA anunciou ter existido Vida em Marte em 09 outubro de 2014. FONTE: ufosonline.blogspot.com.br/2014/10/revelacao-chefe-da-nasa-menciona-que.html

terça-feira, 23 de setembro de 2014

A SONDA MAVEN DA NASA CHEGA À ÓRBITA DE MARTE

A sonda Maven da Nasa começou a orbitar no domingo à noite o planeta Marte, em uma missão científica que pretende entender a modificação no clima do planeta vermelho com o passar do tempo, anunciou a agência espacial americana. "Com base nos dados observados de navegação, parabéns. Maven está agora em órbita", anunciou Dave Folta, do centro Goddar de voos espaciais da Nasa. Os aplausos foram intensos na sala de controle da missão do Laboratório de Propulsão a Jato (JPL), em Pasadena, Califórnia. Maven (Mars Atmosphere and Volatile Evolution) entrou na órbita de Marte às 23H24 (domingo, horário de Brasília), segundo o JPL. A entrada aconteceu depois que os motores da sonda foram acionados durante 30 minutos para conter a velocidade. A sonda não tripulada de 2,45 toneladas foi lançada em novembro de 2013 de Cabo Canaveral, Flórida, e viajou durante mais de 10 meses por 711 milhões de quilômetros para aproximar-se de Marte com o propósito de estudar todas as camadas de sua atmosfera. Os dados da Maven ajudarão os cientistas a compreender o que aconteceu com a água em Marte e o dióxido de carbono de sua atmosfera há bilhões de anos. Também deve auxiliar na compreensão de como o clima mudou de quente e úmido para frio e seco. Como o planeta Marte perdeu sua atmosfera é um dos grandes mistérios da ciência. As respostas da sonda podem jogar alguma luz sobre a capacidade do planeta para abrigar vida (mesmo que vida microbiana) há muito tempo. Além disso, as descobertas da sonda podem ajudar no entendimento sobre como os humanos sobreviveriam em uma futura missão no planeta vermelho, talvez em 2030. Após várias semanas necessárias para calibrar seus instrumentos, a Maven iniciará uma missão de um ano para estudar os gases das camadas superiores da atmosfera de Marte, a 6.000 km da superfície, e como esta interage com o Sol e os ventos solares. Além disso, fará leituras em níveis mais próximos ao solo marciano. Nos últimos anos, a Nasa enviou várias sondas a Marte.O veículo robotizado Curiosity, por exemplo, está explorando a superfície e envia dados sobre o local, que já estabeleceram que em um passado remoto existiram condições para abrigar vida, ao menos microbiana. "Como primeiro veículo a estudar a alta atmosfera de Marte, a Maven aumentará claramente nossa compreensão da história da atmosfera marciana e como o clima mudou durante o tempo, assim como impacto sobre a evolução do ambiente na superfície e a habitabilidade potencial do planeta", destacou no domingo o diretor da Nasa, Charles Bolden."A Maven também permitirá uma preparação melhor das futuras missões tripuladas ao planeta vermelho a partir de 2030", completou. "O conjunto de instrumentos a bordo da Maven tem o propósito de encontrar as peças que faltam ao quebra-cabeça da história de Marte", disse David Mitchell, coordenador do projeto da Nasa."Todas as demais missões a Marte até o momento se concentravam na superfície de Marte", lembrou. O projeto Maven custou 671 milhões de dólares, está dotado de oito instrumentos, incluindo um espectrômetro de massa para determinar as estruturas moleculares dos gases atmosféricos e o sensor SWEA (Solar Wind Electron Analyser), que examinará o vento solar. No fim da semana, uma sonda indiana também entrará na órbita do planeta vermelho. Será a primeira sonda orbital indiana enviada a Marte para buscar vestígios de existência de vida. fonte: http://zip.net/bjpCJB