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domingo, 19 de julho de 2015

CONHEÇA O BIZARRO PEIXE ENCONTRADO NO ÁRTICO

Um peixe extremamente estranho foi capturado recentemente nas águas geladas do Ártico, no norte do Canadá. Depois de alguma especulação sobre o que poderia ser, pesquisadores o identificaram como o super raro quimera de nariz comprido. O peixe de águas profundas com aparência assustadora tem um nariz comprido, boca ameaçadora e uma espinha dorsal venenosa em cima de seu corpo cinza gelatinoso. O animal foi apanhado perto da província Nunavut, no Estreito de Davis.
“Potencialmente, se pudéssemos pescar em águas mais profundas, talvez entre 1.000 e 2.000 metros, poderíamos encontrar muitos deles”, disse Nigel Hussey, da Universidade de Windsor, que identificou o peixe. “Nós simplesmente não sabemos. Apenas um destes peixes tem sido documentado, no Estreito de Hudson [que une o Oceano Atlântico e a Baía de Hudson no Canadá]”. A princípio, os cientistas pensavam que o peixe era o igualmente bizarro tubarão-duende. Apesar dos tubarões serem seus parentes mais próximos, as quimeras ramificaram-se deste grupo cerca de 400 milhões de anos atrás, e permaneceram uma clara e distinta linhagem a partir de então, basicamente inalterada desde que compartilhavam a Terra com os dinossauros.
Ou seja, a quimera é uma das mais antigas espécies de peixe do mundo. Como todas as quimeras, a de nariz comprido é um parente distante de tubarões e raias. O animal possui uma espécie de chicote, uma cauda que pode crescer até cerca de um metro de comprimento. Também tem um esqueleto feito de cartilagem. Esse peixe enigmático é amplamente restrito às águas profundas do oceano, o que o coloca fora do alcance para a maioria dos pescadores e cientistas. Por estas razões, as estranhas criaturas são pouco estudadas e compreendidas. FONTE: dailymail.co.uk/news/article-2510271/extremely-rare-deep-sea-fish-venomous-spine-tail-like-whip-long-bizarre-snout-discovered-canadian-arctic-html

domingo, 15 de março de 2015

MARTE PODE TER TIDO MAIS ÁGUA DO QUE O OCEANO ÁRTICO

Esse pode ter sido Marte há alguns bilhões de anos – novas evidências sugerem que o planeta vermelho podia ter mais água do que o Oceano Ártico. Na revista Science, cientistas publicaram um artigo que levanta a possibilidade de que Marte tinha água suficiente para cobrir toda a sua superfície, há 4,5 bilhões de anos. Essas conclusões foram baseados na análise da crosta de Marte, que tem um local aparentemente ‘marcado’ por um oceano nas suas planícies norte. Esse oceano cobriria 20% do nosso vizinho. Durante seis anos, pesquisadores da Nasa usaram três grandes telescópios no Chile e no Havaí para comparar a diferença na quantidade de moléculas de água na atmosfera de Marte entre suas estações. Nessa atmosfera existe H2O, nossa velha conhecida e HDO, que ocorre quando um dos átomos de hidrogênio é substituído por um isótopo chamado deutério. Essa molécula com deutério age de forma diferente da água normal, por causa de seu peso. O hidrogênio da água pode se vaporizar e ‘ir embora de Marte’. Mas o deutério é mais pesado e ficaria para trás. Como em suas calotas polares, Marte apresenta muito deutério, cientistas suspeitam que ele perdeu uma grande quantidade de água. O que isso muda? Os dados indicam que o planeta era úmido e habitável por um tempo maior do que foi estimado antes. Mas o que aconteceu com a água? Pesquisadores acreditam que a atmosfera marciana decaiu há alguns bilhões de anos, perdendo o calor e a pressão necessária para manter a água em sua forma líquida. Então o oceano se condensou e apenas 13% dele ainda está lá, em forma de calotas de gelo ainda visíveis:
fonte: megaarquivo.com/2015/03/09/11-183-marte-pode-ter-tido-mais-agua-do-que-o-oceano-artico