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domingo, 25 de junho de 2017

CONHEÇA 5 MANEIRAS TERRÍVEIS DE MORRER

A morte é um assunto tenso para muita gente, afinal, quem é que gosta de pensar em como vai bater as botas? Porém, sempre tem um jeitinho ruim de apertar o paletó de madeira que a gente desconhece. Saca só algumas situações terríveis:

1. Eletrocutado na cadeira elétrica

Harold P. Brown resolveu criar a cadeira elétrica como um dispositivo mais humano de execução em contrapartida ao fuzilamento e à guilhotina. Só que Brown talvez não entendesse nada de “mais humano”, já que esse tipo de morte é extremamente terrível e cruel. A sequência de choques pode superaquecer o corpo da pessoa a ponto de ela cozinhar por dentro! Os glóbulos oculares derretem, a pele pode fritar e se fundir à cadeira – isso quando você não pega fogo! Além disso, as convulsões são tão intensas que algumas pessoas chegaram a quebrar as penas durante uma execução desse jeito. A maioria das mortes por eletrocussão demora cerca de 2 minutos, mas esse tempo pode ser até 10 vezes maior!

2. Envenenado por botulismo

O botulismo é uma doença infecciosa rara, mas altamente dolorosa. Trata-se de um tipo de envenenamento com uma das toxinas mais mortais do planeta. O mais comum é que os músculos do seu corpo comecem a parar. TODOS ELES! Inclusive aqueles responsáveis por sua respiração. O tratamento costuma ser longo, com seu corpo tendo que ficar até alguns meses ligados a aparelhos de respiração artificial até voltarem ao normal. A maneira mais comum de contrair botulismo é através do consumo de produtos enlatados que foram conservados de maneira irregular.

3. Comido por formigas

As formigas-correição formam um grupo de 200 espécies desse inseto e são consideradas carnívoras! Elas andam sempre em grandes números – até 100 mil formigas! –, normalmente se alimentando de pequenos animais. Porém, não é só de bichos que elas vivem, não... Na África, existem relatos de elas atacando seres humanos. Já pensou em ser devorado vivo por essas insetos? O pior é que elas não poupam ninguém: podem atacar quem estiver dormindo ou até doentes moribundos. Pior é que nem dá tempo de salvar a infeliz vítima que cair em suas garras.

4. Afogado no esgoto

Convenhamos que morrer afogado não deve ser uma das coisas mais legais do mundo, mas se afogar em meio a dejetos deve ser ainda pior! Acidentes envolvendo pessoas caindo em bueiros, principalmente durante tempestades, já foram relatados em vários lugares do mundo. O pior é que muitas vezes os corpos desses azarados costumam demorar a serem encontrados.

5. Executado por um elefante

Na Índia, até pouco mais de 150 anos atrás, a condenação à morte por elefantes era uma prática comum. A pessoa era amarrada ao animal, que a arrastava por diversas ruas. No trajeto, já era possível se esfolar e se quebrar inteiro, mas o pior ainda estava por vir... O elefante terminava o serviço pisando sobre a cabeça do infeliz que cometeu algum crime hediondo. Entretanto, existiam métodos ainda piores: no século 3 a.C., os elefantes esmagavam os membros da pessoa, depois a jogavam para cima e só então terminavam de matá-las. Já na Idade Média, lâminas de ferro eram afixadas aos elefantes para eles cortarem as vítimas antes de aniquilá-las. FONTE:http://www.toptenz.net/top-10-worst-ways-to-die.php

sábado, 24 de junho de 2017

CONHEÇA 6 DAS PIORES MANEIRAS DE MORRER

Quando o assunto é morte, será que existe alguma lista estranha o suficiente para reunir as piores formas de morrer? Bem, existe. O site How Stuff Works publicou uma relação e nós vamos repassar alguns itens a você. Confira a seguir quais são as opções mais trágicas no menu da morte:

1. Fome

Seu corpo pode aguentar até 60 dias sem comer nada, mas precisaria ingerir pelo menos água nesse período. Após alguns dias, você já ficaria sem as reservas de gordura e seu fígado começaria a produzir toxinas que fariam muito mal ao seu organismo. Em apenas um mês, você perderia 18% do seu peso de uma maneira nada saudável e bem perigosa. Depois disso, seu corpo iria consumir a energia dos próprios músculos e órgãos, até morrer.

2. À deriva

Estar no meio do oceano, sem comida, sem rumo, sem nada para usar como proteção, com frio e flutuando sobre cabeças de tubarões parece não ser o sonho mais feliz de alguém. Nessa situação, você pode morrer de fome, de frio, afogado (caso caia no mar) ou ainda ser atacado por algum tubarão faminto.

3. Cair em um vulcão

Essa possibilidade é remota – ainda bem –, afinal não são muitas as pessoas que correm esse risco. Mas, em um caso desses, talvez você imagine que a pessoa que cai em um vulcão tem seu corpo instantaneamente derretido nas lavas, certo? Errado! Por isso essa é uma das mortes mais sacanas de todas, uma vez que, se alguém cair em um vulcão ativo e cheio de lavas ultraquentes, ficaria flutuando na superfície antes de afundar. Seria, então, uma morte cruel, longa e imensamente dolorosa. Fuja dos vulcões!

4. Acidente aéreo

É raro acontecer, mas, quando acontece, geralmente muita gente morre ao mesmo tempo — e, durante a queda de um avião, todo mundo dentro dele sabe o que vai acontecer e entra em pânico ao mesmo tempo. Portanto, não se trata de uma das melhores maneiras de passar dessa para melhor, não é mesmo? A queda de um avião, nesses casos, duraria poucos minutos e no primeiro deles você estaria desmaiado devido à falta de oxigênio. Quando acordasse, teria que enfrentar de 2 a 3 minutos de pânico geral a 193 km/h.

5. Ser comido por animais

Não que muitas explicações sejam necessárias nesse tópico, mas é preciso lembrar que isso não é assim tão comum e que animais são lindos, mesmo os assassinos. Então não vale ficar com raiva ou desenvolver medo de animal algum, combinado? Ainda assim, eles podem comer você. Temos que amar os animais? Temos. Mas é bom manter a distância, em alguns casos. Jaguares, por exemplo, não atacam pessoas pelo pescoço como leões e tigres, mas pela têmpora, até encontrarem seu cérebro. Zumbis? Isso sem falar em hienas, capazes de comer suas vítimas enquanto ainda estão vivas, ao contrário das anacondas, que sufocam suas presas – humanas ou não – e depois as comem. Não é linda, afinal, a natureza?

6. Congelado

Morrer de frio por si só já é uma coisa horrível, mas morrer congelado deve ser ainda mais cruel. Seu corpo deve manter-se em uma temperatura média de 37 ºC, certo? Quando está muito frio, você treme, e isso é uma resposta de seus músculos, que querem arranjar uma maneira de produzir calor. Quando o frio é tanto a ponto de você literalmente congelar, seu corpo vai ficar duro como madeira, o que significa que suas habilidades motoras e de coordenação já não existem mais. Nessa altura, seu cérebro também sofre as consequências e você fica confuso, sem conseguir pensar direito. Depois de algum tempo, você vai perder a consciência até a morte. fonte:http://health.howstuffworks.com/diseases-conditions/death-dying/10-worst-ways-to-die.htm#page=10

CONHEÇA 10 COISAS QUE VOCÊ POSSIVELMENTE NÃO SABE SOBRE OS OCEANOS

Os oceanos são conhecidos não somente por ocuparem a maior parte da superfície do planeta — eles cobrem 70% dela! —, mas também por hospedarem a maior quantidade de vida não-explorada. Matéria-prima do imaginário de muitas lendas e palco de inúmeras produções cinematográficas, ainda há muito a se descobrir sobre os nossos mares. Veja a seguir uma lista com 10 curiosidades não tão populares sobre eles:

1. Eles não são, de fato, azuis

Já se perguntou o porquê de a água do mar não ser azul quando a colocamos em uma garrafa pet? O fato de os oceanos terem essa coloração se deve ao Sol, em especial à incidência de luz sobre a superfície da água. Os comprimentos de onda mais claros, como o vermelho e o laranja, são absorvidos mais rápido pela superfície, enquanto os comprimentos de onda azuis entram mais fundo no mar. Isso faz com que a coloração azulada predomine sobre os demais tons. Mais próximo de algumas ilhas e praias, a tonalidade tende a se tornar esverdeada. Isso porque nessas regiões é comum a existência de flora marinha composta de pigmentos amarelados, como algas e bactérias, os quais modificam a equação final: azul + amarelo = verde. Quanto à garrafa pet, a água não aparece azul porque não há moléculas suficientes para absorver a luz.

2. A Internet depende deles

Estamos frequentemente habituados a enxergar os limites da infraestrutura da internet até onde os cabos do nosso provedor saem da parede. Mas há muito, muito mais por trás disso. Seus streams do Spotify, os últimos vídeos assistidos no YouTube ou sua compra recente na Amazon provavelmente trafegaram por cabos estendidos ao longo de milhares de quilômetros no fundo dos oceanos. Sem essa mega conexão intercontinental subaquática, a internet que conhecemos não seria possível.

3. Existem rios e lagos abaixo da superfície

Em lugares onde há acúmulo de crostas de sal debaixo do solo oceânico, a água atua como agente perfurador, aos poucos abrindo buracos e dissolvendo o sal das mesmas. A água extremamente salgada se acumula no fundo por ser mais densa que a do redor, formando rios ou lagos nitidamente divididos. Alguns deles são tão parecidos com rios de verdade que têm margens, correntes e até ondas. Nesses ambientes é comum a presença de enormes quantidades de mexilhões e pequenos crustáceos adaptados que se alimentam de bactérias extremófilas, dada a inexistência de luz em locais tão profundos. As bactérias, por sua vez, convertem o metano da água salgada em energia, em um processo raro de vermos na natureza.

4. Mais de 20 milhões de toneladas de ouro residem nos mares

Há hoje o equivalente a 2,5 quilos de ouro para cada habitante do planeta — faça as contas: nós já somamos 7,5 bilhões de pessoas! Incrivelmente, segundo estimativas mais recentes, todo o ouro extraído até hoje representa apenas cerca de 2% do total de ouro nos mares. Entretanto, ele não é extraível por estar em sua maioria muito diluído, na ordem de 13 bilionésimos de grama de ouro para cada litro de água do mar. Já o ouro sólido presente entre as rochas do leito oceânico se encontra muito profundo e encrostado para ser minerado, tornando a tarefa não só difícil como absurdamente cara.

5. A maior cascata do mundo não fica nos continentes

Na disputa por quem detinha a maior queda d'água do mundo, a Venezuela, há tempos, se firmou vitoriosa com seu Salto Angel, de 979 metros. Porém, para a surpresa de muitos, a verdadeira vencedora estava bem longe da terra firme. Com 3.505 metros de altura e quase 5 milhões de metros cúbicos por segundo, a Cascata do Estreito da Dinamarca tem uma vazão equivalente a 2 mil Cataratas do Niágara juntas. Localizada no Atlântico, entre a Groenlândia e a Islândia, a cachoeira se forma através da diferença de temperatura que existe a cada lado do Estreito: a água ártica vinda do Mar da Groenlândia se encontra com a do Mar de Irminger, e "cai" por ser mais fria e densa.

6. O ponto mais remoto do planeta está no Pacífico

O Pacífico é, de longe, o maior de todos os oceanos, com o dobro do tamanho do segundo colocado, o Atlântico, o que o figura como candidato perfeito a hospedar o local mais remoto e isolado do globo.
Nomeado de "Ponto Nemo" — ou mais formalmente como "Polo Oceânico de Inacessibilidade" —, ele é tão distante de qualquer terra habitada (2,7 mil km para sermos mais específicos) que as pessoas mais próximas são geralmente astronautas (a Estação Espacial Internacional orbita a uma altura de 416 km acima do ponto). Para ser considerado um polo de inacessibilidade, um local deve estar igualmente distante de três pontos de terra. No caso do Nemo, temos a Ilha Ducie, uma das Ilhas britânicas Pitcairn, ao norte, Motu Nui, pertencente à Ilha de Páscoa, a nordeste, e a Ilha Maher, na Antártida, ao sul.

7. Erupções vulcânicas ocorrem, em sua maioria, debaixo d'água

Cerca de 80% das erupções vulcânicas da Terra, espalhadas entre os mais de um milhão de vulcões — ativos e extintos —, espirram suas lavas dentro dos oceanos. E possivelmente há muito mais onde nossas limitações científicas não conseguiram chegar. O mais incrível é que há vida nesses lugares, mesmo em condições tão extremas: a pressão da água equivale ao peso de meio carro para cada centímetro quadrado; a temperatura da água congelante contrasta com os 400° C da lava que sai das chaminés; isso sem falar da quantidade de elementos tóxicos, como o sulfato de hidrogênio, expelidos pelos vulcões e nocivos à maioria das espécies.

8. Eles nos mantêm respirando

A Amazônia é popularmente conhecida pelo jargão de "pulmão do mundo", mas, na verdade, esse título pertence aos oceanos. As plantas marinhas, especialmente os fitoplânctons, as algas marinhas e os plânctons de alga, são responsáveis por 70% de todo o oxigênio produzido. Alguns deles, como os fitoplânctons da espécie Prochlorococcus, são tão pequenos e numerosos que introduzem, sozinhos, incontáveis toneladas de oxigênio na atmosfera. Estima-se que o ar de uma em cada 5 vezes que respiramos provenha dessas microplantas.

9. As maiores ondas estouram debaixo da superfície

Ondas gigantes são muito raras porque dependem de condições específicas para acontecer, como terremotos ou deslizamentos massivos de terra ou gelo. A maior já registrada, com 30,4 metros de altura, se formou no Alasca, em 1958, em função de um terremoto e consequente deslizamento de terra. Fora isso, as maiores ondas naturais não passam dos 25 metros. Todavia, nas profundezas do Pacífico Sul já foram encontradas ondas colossais de mais de 250 metros que se formam no limiar de duas camadas de água de densidades diferentes. No fluxo oceânico, a água mais fria e salgada da camada mais profunda se eleva devido a cumes no fundo do mar, subindo por sobre a camada de água mais quente e formando, assim, as ondas. O processo todo, no entanto, demora cerca de uma hora para acabar.

10. Conchas não soam como o oceano

Destruindo as crenças de muitos na infância, o som que ouvimos ao pôr uma concha do mar no ouvido não é do oceano, mesmo que pareça coincidentemente com o som de ondas quebrando. O que estamos ouvindo, na verdade, é barulho. Sim, o barulho ao nosso redor é comumente despercebido porque ele é muito baixo. A concha funciona como um amplificador — ou mais precisamente como um ressonador —, aumentando volume o suficiente para que o barulho seja audível. FONTE:http://mentalfloss.com/article/501254/25-things-you-didnt-know-about-worlds-oceans

CIENTISTAS TESTAM VACINA CONTRA COLESTEROL PARA PREVENIR DOENÇAS CARDÍACAS

Depois de testes bem-sucedidos com camundongos, uma vacina que reduz o colesterol será testada em humanos. A injeção foi desenvolvida para evitar que depósitos de gordura obstruam as artérias. Ela seria uma alternativa a pacientes que tomam diariamente comprimidos para reduzir o risco de derrame, angina e doenças do coração. Pesquisadores da Universidade Médica de Viena vão avaliar a segurança de seu tratamento experimental em 72 voluntários. Ainda levará pelo menos seis anos de testes para saber se o tratamento é seguro e eficiente o suficiente para uso em humanos, explicaram Guenther Staffler e sua equipe da Organização Holandesa de Pesquisa Científica Aplicada na publicação científica European Heart Journal. Segundo os pesquisadores, mesmo que se torne disponível ao público, a vacina não deveria ser vista como uma desculpa para pessoas evitarem exercícios físicos e adotarem uma alimentação com alto nível de gordura. A injeção ajuda o sistema imune do corpo a atacar uma proteína chamada PCSK9, que permitiria ao mau colesterol, o LDL, se acumular na corrente sanguínea. Pesquisadores esperam que esse possa ser um reforço anual para aumentar a imunidade dos pacientes. Em camundongos, o tratamento reduziu o LDL em 50% em um período de 12 meses e pareceu proteger contra o acúmulo de depósitos de gordura nas artérias (aterosclerose).

O que é colesterol?

O colesterol é uma substância gordurosa encontrada no sangue. Todos precisam dela, mas o excesso do chamado colesterol ruim aumenta o risco de doenças cardiovasculares. O bom colesterol, ou HDL, por outro lado, é benéfico porque ajuda a transportar outros tipos de colesterol da corrente sanguínea para o fígado, onde ele é descomposto. Algumas pessoas têm colesterol alto por uma condição genética chamada hipercolesterolemia familiar. Alimentação não saudável, alto consumo de álcool, fumo e inatividade também estão relacionados com o problema. Pessoas com colesterol alto podem tomar medicamentos que reduzem seus níveis, chamados estatinas, e, com isso, também minimizar os riscos de doenças cardiovasculares. Mas embora as drogas sejam baratas e eficazes, não funcionam em todo mundo. Algumas pessoas não gostam de tomar medicação diária ou se esquecem de tomá-la porque estão se sentindo bem. Além disso, em alguns casos é possível haver efeitos colaterais. Por essas razões, pesquisadores têm investigado opções alternativas de tratamento no lugar das estatinas.

Próximos passos

A primeira fase de testes, em 72 voluntários, deve ser concluída no final deste ano. Isso vai definir se há problemas de segurança ou efeitos colaterais antes que estudos maiores com pessoas comecem. Há uma preocupação de que a vacina terapêutica aumente o risco de diabetes - os pesquisadores da Universidade Médica de Viena estarão de olho nisso. "Ainda há muitas perguntas sobre essa abordagem poder funcionar em humanos", comentou Tim Chico, cardiologista da Universidade de Sheffield. "Essa é mais uma prova de que o colesterol provoca doenças do coração. E reduzir o colesterol diminui o risco de doenças do coração, então isso confirma a importância de um estilo de vida saudável para todos, e de medicamentos como estatinas para algumas pessoas." Para o professor Nilesh Samani, da Fundação Britânica do Coração, encontrar novas formas de controlar os níveis de colesterol das pessoas é "absolutamente vital". "Embora testada apenas em camundongos até o momento, essa vacina poderia levar a uma maneira simples de combater o colesterol alto e, em última instância, reduzir o risco de doenças do coração nas pessoas." FONTE: http://www.bbc.com/portuguese/geral-40339807

PERÍODO DE 1 MILHÃO DE ANOS DE INTENSA ATIVIDADE VULCÂNICA EXTINGUIU A ERA DOS DINOSSAUROS, DIZ ESTUDO

Um período de um milhão de anos de uma intensa atividade vulcânica provavelmente abriu caminho para o início da era dos dinossauros, sugere um novo estudo publicado no periódico científico PNAS. Cientistas encontraram rochas antigas com traços de emissões de massivas erupções vulcânicas ocorridas há cerca de 200 milhões de anos. Essas erupções teriam levado a uma das maiores extinções em massa de que se tem notícia - a Extinção do Triássico -, permitindo que os dinossauros passassem a dominar o planeta. Entre as espécies extintas, segundo o estudo, estavam criaturas semelhantes a crocodilos, mamíferos parecidos com répteis e os primeiros anfíbios. "Os dinossauros puderam explorar os nichos ecológicos que ficaram livres pela extinção", explicou o autor principal do estudo, Lawrence Percival, do departamento de ciências da Terra da Universidade de Oxford.
Qualquer ser vivo nas proximidades das erupções teria sido afetado, diz a pesquisa. Mas mesmo criaturas vivendo mais à distância também teriam problemas: as repetidas erupções teriam devastado um habitat extenso, bloqueando o sol e levando ao aumento dos níveis de dióxido de carbono. Mesmo assim, os primeiros dinossauros desse período conseguiram sobreviver a essas difíceis condições de vida - e os pesquisadores não sabem como. Assim que os vulcões se acalmaram, restavam poucos de seus competidores, permitindo o surgimento da era dos dinossauros.

Aumento de mercúrio

Os pesquisadores analisaram rochas vulcânicas de quatro continentes que datam deste período turbulento. Um estudo anterior avaliou como os níveis de carbono variava nas rochas, o que está relacionado com o aumento de dióxido de carbono de erupções vulcânicas. Mas essa nova pesquisa olhou para outras impressões digitais da atividade vulcânica: o mercúrio. Quando vulcões entram em erupção, eles emitem mercúrio nas nuvens de gás que sobem rumo ao céu. Ele então se espalha pela atmosfera antes de se depositar entre os sedimentos do solo, onde permanece por milhões de anos. "Se você vê um grande aumento de mercúrio nestes sedimentos, você pode inferir que houve atividade vulcânica nesse exato momento", explicou Percival. "E isto é o que vemos no momento desta extinção". Os pesquisadores descobriram evidências de uma massiva atividade vulcânica que teria se estendido por cerca de 1 milhão de anos. A professora Tamsin Mather, da Universidade de Oxford, descreveu o possível cenário: "Você tem estas fissuras, estas rachaduras se abrindo na crosta terrestre, com fogo e lava jorrando para fora". "Você provavelmente tem diferentes áreas ativas em diferentes períodos durante milhões de anos. E você provavelmente tem períodos de erupções ocorrendo por volta de uma década com grandes volumes de magma e gases surgindo da superfície também". Os pesquisadores agora querem usar o mercúrio para investigar outros períodos da atividade vulcânica antiga. "Esta é uma nova e poderosa ferramenta que realmente vai nos permitir entender mais sobre a evolução do nosso planeta e como ele se tornou o que é hoje". FONTE: http://www.bbc.com/portuguese/geral-40338932

quinta-feira, 15 de junho de 2017

NASA PRETENDE CONSTRUIR FOGUETES MOVIDOS A FUSÃO NUCLEAR

São vários os pontos que limitam atualmente a nossa capacidade de alcance no espaço, sendo um deles a questão dos combustíveis. Atualmente, os foguetes de propulsão à nossa disposição demandam o uso de combustível propulsor, que garantem energia e velocidade necessárias para mover as espaçonaves, mas tudo por um período relativamente curto de tempo. E é exatamente para tentar mudar esse panorama que a NASA acaba de criar uma empresa para desenvolver foguetes movidos a fusão nuclear. Chamada de Princeton Satellite Systems, a companhia tem como principal objetivo desenvolver um reator nuclear pequeno e seguro o suficiente para ser acoplado a uma espaçonave, capaz de gerar energia o suficiente para longas empreitadas espaciais. Eficiente, mas ainda com problemas Além de ser bem menor do que um reator nuclear comum (ele teria 1,5 m de comprimento por 4,8 m de largura), o projeto bancado pela NASA também é bem mais barato. Enquanto experimentos com um reator convencional pode custar até US$ 20 bilhões, o protótipo de foguete movido a fusão nuclear não deve custar mais do que US$ 20 milhões. Para garantir a propulsão, o minirreator usaria uma combinação de deutério e hélio-3 para gerar campo magnético e ondas de rádio de baixa frequência e, assim, criar o calor necessário para transformar a matéria em plasma e iniciar a fusão. O direcionamento do plasma pelo bocal do foguete garantiria um motor de propulsão eficiente e de alto impulso. A NASA já realizou três doações pesadas à Princeton Satellite Systems e espera que todo este aporte financeiro seja capaz também de solucionar alguns problemas em torno do projeto. O principal deles até agora é a questão da radiação: apesar de este tipo de reator produzir menos radiação nociva, ele ainda o faz, o que pode colocar em risco a saúde dos tripulantes de uma espaçonave. Vale lembrar, porém, que é justamente para isso que servem as pesquisas e os testes. Assim, a nova startup fundada pela NASA pretende ter um protótipo de seu novo reator de fusão nuclear entre 2019 e 2020. FONTE: scientificamerican.com/article/could-tiny-fusion-rockets-revolutionize-spaceflight/?WT.mc_id=SA_TW_SPC_NEWS&sf87930813=1

CONHEÇA 5 DOS EXOPLANETAS MAIS ESTRANHOS DESCOBERTOS RECENTEMENTE

Se você é fã de astronomia e gosta de acompanhar as notícias sobre as últimas descobertas nessa área, então deve saber que os cientistas estão empenhados em encontrar mundos que ofereçam as condições necessárias para abrigar formas de vida — e, com um pouco de sorte, se deparar com um planeta que sirva de lar para seres alienígenas. E os astrônomos estão se esforçando de verdade! Para você ter uma ideia, de acordo com Michael Irving, do site New Atlas, pelo menos 3.600 exoplanetas foram descobertos nas últimas duas décadas. Infelizmente, ninguém conseguiu achar — ainda — um mundo com as condições ideais para suportar a vida como conhecemos, nem um que abrigue criaturinhas extraterrestres, mas eles certamente acharam alguns planetas pra lá de curiosos. Confira:

1. GJ 1132b

Se trata de um exoplaneta rochoso que se encontra a 39 anos-luz de distância da Terra e que, além de ser semelhante ao nosso mundo, foi o primeiro desse tipo no qual os astrônomos conseguiram detectar a presença de uma atmosfera contendo oxigênio. Excitante, certo? Na verdade, a notícia é excitante sim, mas mais para os cientistas do que para os terráqueos esperançosos em colonizar outros mundos. Isso porque, apesar de o GJ 1132b estar um pouco fora do nosso alcance — considerando que não podemos chegar até ele com as tecnologias atuais —, a tão comentada atmosfera provavelmente causa um efeito estufa no planeta capaz de gerar temperaturas altas o suficiente para derreter rochas e transformar sua superfície em um imenso oceano de lava.

2. HAT-P-7b

Localizado a 1000 anos-luz de distância da Terra, o exoplaneta HAT-P-7b é um gigante gasoso que orbita bem próximo ao seu Sol e apresenta rotação sincronizada com ele, o que significa que uma de suas faces está constantemente voltada para a estrela. Por essa razão, o lado de HAT-P-7b que fica eternamente exposto aos raios solares tem temperaturas escaldantes de 2.600 graus Celsius, aproximadamente, enquanto a outra fica voltada para o vazio frio do espaço. O interessante, é que essa diferença de temperaturas faz com que o exoplaneta tenha ventos pra lá de fortes — que carregam pesadas nuvens ao seu redor. Você achou essa curiosidade meio sem graça? Talvez você mude ideia ao saber que os astrônomos acreditam que, em vez de “chuva”, as nuvens que circulam pelo HAT-P-7b são carregadas de safiras e rubis.

3. PSR J1719-1438

Se você achou a ideia de que exista um planeta com nuvens carregadas de pedras preciosas interessante, o que você pensaria de um mundo que poderia ser feito de diamante? Esse é o PSR J1719-1438, um pequeno exoplaneta com cerca de 60 mil quilômetros de diâmetro que orbita a pulsar PSR J1719-1438, situada a 4.000 anos-luz de distância da Terra. E como os astrônomos chegaram a essa conclusão? Segundo estimaram, o PSR J1719-1438 é composto principalmente por oxigênio e carbono e, embora o planetinha seja pequeno — contando com cerca de um quinto do diâmetro da Terra —, ele é bastante denso (com uma massa ligeiramente superior à de Júpiter). Essas características indicam que sua estrutura provavelmente é cristalina e que, se o exoplaneta não for inteiramente feito de diamante, uma grande parte dele deve ser.

4. OGLE-2016-BLG-1195Lb

E se falássemos para você que o OGLE-2016-BLG-1195Lb é um planeta que conta com uma massa semelhante à da Terra e que ele orbita a sua estrela a uma distância parecida à que o nosso mundo orbita o Sol? Seria de imaginar que, como mínimo, esse exoplaneta poderia apresentar temperaturas cálidas como as que nós temos por aqui, certo?Acontece que o OGLE-2016-BLG-1195Lb orbita um Sol tão “apagadinho” que os astrônomos sequer conseguem decidir se ele pode ser classificado como estrela. Isso faz com que o exoplaneta seja uma enorme esfera gelada — provavelmente com temperaturas ainda mais baixas do que as registradas em Plutão, que não passam dos -223 °C quando sua órbita o aproxima mais do Sol.

5. KELT 11b

Júpiter, como você sabe, é o maior planeta do Sistema Solar — e ele é tão grande que caberiam 1.300 Terras em seu interior. Pois os astrônomos descobriram um exoplaneta que é 40% maior do que o nosso gigantão gasoso, então, imagine só o tamanho da criança!Chamado KELT 11b, esse supergigante gasoso se encontra a 320 anos luz de distância da Terra e completa uma orbita ao redor de sua estrela — uma subgigante amarela — a cada cinco dias. Mas, curiosamente, o exoplaneta conta com apenas um quinto da massa de Júpiter, o que significa que, comparativamente, ele é tão denso como o isopor e possui uma atmosfera extraordinariamente grande. fontes: http://newatlas.com/weirdest-exoplanets-discovered/49330 //www.space.com/18563-pluto-temperature.html //www.nasa.gov/feature/jpl/iceball-planet-discovered-through-microlensing // http://theconversation.com/how-we-caught-the-first-glimpse-of-weather-on-a-faraway-gas-giant-70229

CONHEÇA 6 PLANETAS MAIS EXTREMOS QUE JÁ FORMA DESCOBERTOS

1. O mais quente

A temperatura de um planeta depende diretamente de dois fatores: a intensidade e a distância de sua estrela. No Sistema Solar, Mercúrio é um dos mais quentes, justamente por ser o mais próximo do Sol. Ele tem uma temperatura média de 430 °C, enquanto o Sol alcança 5.500 °C. Mercúrio perde apenas para Vênus, que registra 461 °C principalmente por conta do efeito estufa. Porém, isso não está nem perto do planeta mais quente descoberto: o KELT-9b, que circunda a estrela HD 195689, alcança impressionantes 4.300 °C! Essa temperatura chega a ser mais alta do que a de algumas estrelas com massa menor do que o Sol, por exemplo. Por ser extremamente quente, ele é um planeta gasoso tipo Júpiter, já que suas moléculas estão em constante ebulição.

2. O mais frio

O OGLE-2005-BLG-390Lb, às vezes chamado de Hoth, em homenagem ao planeta gelado de Star Wars, é o mais frio já detectado até hoje: ele atinge -223 °C, apenas 50 graus acima do chamado zero absoluto. E ele nem é tão distante assim de sua estrela – ficaria entre Marte e Júpiter, por exemplo –, mas acontece que esta se trata de uma anã-vermelha, uma das que tem as menores temperaturas conhecidas.

3. O maior

Júpiter é o planeta com o maior raio do Sistema Solar: ele possui mais de 71 mil km, o equivalente a 11 vezes o da Terra. Já em termos de massa, caberiam 2 mil de nosso planeta dentro de Júpiter. Ele é tão grande que equivale a 2,5 vezes o total de massa de todos os outros planetas do Sistema Solar reunidos! Mas Júpiter é fichinha perto do planeta chamado DENIS-P J082303.1-491201 b: esse gigante tem 28,5 vezes a massa do maior planeta do Sistema Solar, levando alguns cientistas a considerarem que ele se trata, na verdade, de uma estrela anã-marrom.

4. O menor

Com um tamanho pouco maior do que a Lua, o planeta Kepler-37b é o menor que se tem conhecimento até hoje. Ele foi descoberto em 2013 e fica localizado a 210 anos-luz da Terra. Esse planetinha tem uma temperatura semelhante a Mercúrio, já que orbita muito próximo de sua estrela, a Kepler-37.

5. O mais velho

Acredita-se que o Universo possua 13,8 bilhões de anos. Cerca de 1,1 bilhão de anos depois de seu surgimento foi a vez de o planeta mais velho aparecer: o PSR B1620-26 b é um gigante gasoso, com 2,5 vezes a massa de Júpiter e uma idade estimada de 12,7 bilhões de anos. Por ser muito antigo, é bastante provável que não tenha elementos como carbono e oxigênio. Curiosamente, esse avô de todos os planetas é mais velho inclusive do que as duas estrelas que ele orbita: uma de nêutrons e uma anã-branca.

6. O mais novo

Com apenas 2 milhões de anos, o planeta V830 Tauri b é o mais recente do Universo. Ele ainda está em processo de formação, colidindo com asteroides e outros corpos celestes. Sua estrela tem a mesma massa do Sol, mas o dobro do raio, ou seja, ainda não se contraiu até a sua forma final. Esse sistema está localizado a 427 anos-luz da Terra. fonte: sciencealert.com/the-seven-most-extreme-planets-ever-discovered

CONHEÇA 6 SUPERPODERES QUE O SEU CORPO DESENVOLVE EM CONDIÇÕES EXTREMAS

Em seu livro “What Doesn’t Kill Us” (“O Que Não Nos Mata”, em tradução livre), o escritor Scott Carney analisa a capacidade do ser humano de sobreviver em ambientes extremos. Apesar de muita gente pensar que morreria caso ficasse 1 semana abandonado na selva, o corpo do homem é programado para suportar inúmeras adversidades. É só pensar que nossos antepassados escalaram montanhas geladas e atravessaram grandes distâncias (terrestres ou marítimas) com pouquíssimos recursos tecnológicos. Boa parte dos recursos para isso está dentro da gente, como a habilidade para suportar o frio ou o cansaço físico extremo. Carney chama isso de “poderes humanos”, e eles podem ser aprimorados e desenvolvidos, segundo ele. Confira alguns exemplos:

1. Suportando baixas temperaturas

O guru holandês Wim Hof diz que técnicas respiração e a exposição a baixíssimas temperaturas fizeram com que ele tivesse a capacidade de se aquecer naturalmente e de se adaptar mais rapidamente a grandes altitudes. Hof também seria capaz de controlar seu sistema imunológico! Ele foi o primeiro ser humano analisado pelo autor Scott Carney. Ele descobriu que quem segue o método Hof de controle imunológico consegue efetivamente bons resultados nesse sentido, algo que parecia foram de cogitação. O guru foi capaz, por exemplo, de escalar o monte Kilimanjaro em apenas 28 horas – e sem camisa! A maioria das pessoas leva 1 semana para isso, principalmente por conta da aclimatação e do frio.

2. Sobrevivendo em grandes altitudes

Quem já visitou cidades situadas em grandes altitudes, como La Paz, na Bolívia, já deve ter percebido que a fadiga se mostra presente muito mais rápido do que estamos acostumados. Entretanto, o corpo humano se adapta a isso através de mutações nos glóbulos vermelhos, que se tornam mais propícios a manter o oxigênio. Esses efeitos são percebidos mesmo depois que você vai embora dessas cidades. Para povos nativos, que sempre viveram em grandes altitudes, os efeitos são praticamente permanentes, fazendo-os prosperar em lugares com o ar bastante rarefeito, como em algumas regiões do Himalaia.

3. Prendendo a respiração e fazendo mergulhos profundos

Em 1949, o ítalo-húngaro Raimondo Bucher mergulhou a 30 metros de profundidade na costa de Naples, nos Estados Unidos, sem nenhum tipo de equipamento ou tubos de oxigênio. Os cientistas achavam que seu corpo não suportaria, mas ele entrou para a história do mergulho livre da era moderna. Recentemente, foi descoberto que afundar na água faz com que nossa frequência cardíaca diminua, bem como o consumo de oxigênio. A prática já tem levado alguns super-humanos a suportarem a pressão de mais de 200 metros de profundidade e cerca de 22 minutos sem oxigênio. Qual será o limite?

4. Correndo longas distâncias

O ser humano é muito mais fraco que outras espécies em diversos atributos físicos, mas tem um no qual a gente ganha: a corrida de longa distância. O corpo do homem é capaz de suportar grandes distâncias sem perder o ritmo. Inclusive, já teve gente ganhando de cavalos em competições de 35 e 80 km! Essa qualidade explicaria, por exemplo, como que Dean Karnazes conseguiu correr 50 maratonas em 50 dias.

5. Sonar humano

Os golfinhos e os morcegos são criaturas que se locomovem através de uma espécie de sonar: eles emitem um som e através do eco e da reverberação das ondas sonoras são capazes de saber onde está cada obstáculo. Porém, eles não são os únicos capazes de andar desse jeito... O norte-americano Daniel Kish é um dos principais exemplos de humano com capacidade de ecolocalização. Através de um aparelhinho de cliques, Kish, que é cego, consegue até mesmo andar de bicicleta. Os pesquisadores descobriram que esse superpoder é “fácil” de ser aprendido em apenas poucas semanas, caso a pessoa se dedique bastante para “ver” o clique.

6. Bússola humana

Com o advento do GPS, muita gente “desligou” a área do cérebro destinada à geolocalização. Entretanto, essa é uma característica humana que pode ser muito desenvolvida. O capitão Tupaia, do Taiti, que navegou com o inglês James Cook, era capaz de apontar a direção correta mesmo em uma noite escura e com o mar agitado. Mas a gente nem precisa ser tão incrível quanto ele: basta querermos usar no mapa mental. Quanto mais desenvolvemos o senso de localização, mais esse mapa se amplia dentro de nosso cérebro. Ou seja, não custa deixar o GPS de lado e tentar se achar por conta própria, que tal? fonte: iflscience.com/plants-and-animals/7-amazing-superpowers-that-humans-can-develop-to-deal-with-extreme-conditions/all/

CONHEÇA 6 DICAS PARA RECONHECER UM ATAQUE CARDÍACO ANTES QUE ELE ACONTEÇA

Na sociedade atual, em que o número de obesos aumenta, bem como o consumo de produtos industrializados, ricos em gorduras, açucares e sal, não é incomum que muitos sofram com problemas cardíacos. Ataques cardíacos são um risco real e presente e todo cuidado é necessário para evitá-los. Segundo o Ministério da Saúde, o infarto do miocárdio é uma das principais causas de morte no Brasil, ocorrendo cerca de 400 mil casos de ataques cardíacos com aproximadamente 70 mil mortes por ano. E, como quem avisa, amigo é, resolvemos dar algumas dicas fáceis de como saber se você ou alguém próximo está na iminência ou correndo risco de ter um ataque cardíaco.

1. Fadiga

Em outras palavras, aquele cansaço sem causa aparente. Isso acontece por causa do estreitamento das artérias, fazendo com que o coração receba menos sangue do que está acostumado e forçando-o a trabalhar mais que o normal. Por conta disso, a pessoa sente-se cansada e sonolenta o tempo todo.

2. Falta de ar

Quando o coração bombeia menos sangue, o pulmão tem mais dificuldade de transportar o oxigênio e, consequentemente, há menos oxigênio para si próprio. Ambos os órgãos funcionam em conjunto, logo, se um não funciona bem, o outro também falhará em suas tarefas. Sentir falta de ar sem motivo aparente não é nada bom e deve-se recorrer o mais rápido possível ao médico.

3. Fraqueza

Quando se sente fraqueza repentina, é porque as artérias não estão permitindo a circulação sanguínea adequada pelo corpo. Os músculos, sem a quantidade necessária de nutrientes e oxigênio transportados pelo sangue, ficam mais fracos, podendo provocar, inclusive, quedas.

4. Tontura e suor frio

A má circulação do sangue pelo corpo afeta também o cérebro, provocando a sensação de tontura e é comum se sentir desengonçado e desastrado, como uma má coordenação repentina dos movimentos. NUNCA ignore este sintoma, pois sua vida pode estar em risco.

5. Pressão no peito

Quando se está tendo os sintomas de um princípio de ataque cardíaco, é normal que se sinta (ou que venha se sentindo) dor ou uma pressão do lado esquerdo do peito. A má notícia é que esses sintomas só aumentam até o momento em que o ataque em si ocorra.

6. Ter sintomas de resfriado ou gripe

Esse é um sintoma estranho, mas que pode ocorrer em algumas pessoas. Quando se tem os mesmos sintomas de um resfriado, do nada, pode significar que um ataque cardíaco é iminente. Sabe-se que há pessoas que já se queixaram de ter tido sintomas de resfriado antes dos seus ataques ocorrerem. Se você ou alguém próximo possui alguns desses sintomas, procure a ajuda médica o mais rápido possível, pois, em muitos casos, é possível que se saia do quadro com nenhuma ou poucas consequências importantes. Fontes: medicinenet.com/heart_attack__symptoms_and_early_warning_signs/views.htm // nhlbi.nih.gov/health/health-topics/topics/heartattack/signs

CONHEÇA 11 SINAIS DE QUE VOCÊ PRECISA BEBER MAIS ÁGUA

Não é nenhuma novidade de que todo o ser vivo precisa de água, mas precisamos admitir que nem sempre nos lembramos disso. A quantidade recomendada de água varia de acordo com o sexo, as atividades físicas que a pessoa pratica e também a idade. Mas, o corpo dá sinais claros de que o tanto de água que está sendo consumido diariamente não está sendo o suficiente para o funcionamento e manutenção do organismo.

1 – Pele seca

A pele é o maior órgão do nosso corpo e precisa de hidratação. A falta de suor pode ser extremamente prejudicial para a saúde, pois torna o corpo incapaz de eliminar o excesso de sujeira e óleo acumulado ao longo do dia. Se você quer evitar esse problema, é melhor tomar mais água!

2 – Você está sempre com sede

Isso é um grande indicador de que há algo errado em seu corpo. Além da desidratação, algumas doenças também causam a sede excessiva. Então, quando sentir esse sintoma, é melhor ficar atento, caprichar na hidratação e caso os sintomas persistam, é melhor procurar um médico.

3 – Olhos secos

A falta de água não afeta somente a boca e a garganta, como também os olhos. Isso causa falta de água nos canais lacrimais, causando ardência e vermelhidão nos olhos, além de outros problemas mais graves.

4 – Boca e lábios secos

Parece óbvio – e é – mas muita vezes negligenciamos. Frequentemente, quando sentimos a desagradável sensação de boca seca, recorremos aos sucos, refrigerantes e outras bebidas doces. Elas são apenas uma solução temporária e não é tão eficaz quanto parece.

5 – Dor nas articulações

Sim, falta de água também causa dor nas articulações e pode causar bastante desconforto. As junções e os discos de cartilagem são compostos por 80% de água, e são necessárias para os ossos não se esfregarem uns contra os outros a cada passo. Ao manter o equilíbrio de água nas articulações, o corpo pode absorver o choque produzido por movimentos bruscos em quedas ou corridas.

6 – Redução da massa muscular

Os músculos também são compostos por uma grande quantidade de água. Então quando você tem menos água no corpo, você tem menos massa muscular. Beba água antes, durante e após os treinos e atividade física. Tal hábito não só é necessário para você se sentir bem, mas também é muito importante para reduzir a probabilidade de inflamação e dor associada com os exercícios posteriormente.

7 – Você fica doente por mais tempo

Beber água ajuda seu organismo a se livrar de doenças com muito mais facilidade. Seu organismo trabalha perfeitamente quando há a filtragem, mas sem a água esse mecanismo não pode funcionar corretamente. Quando sofremos desidratação, diferentes órgãos começam a ‘sugar’ a água do sangue, e isso pode causar o surgimento de uma longa lista de problemas e torna bem mais difícil se livrar deles.

8 – Sentir cansaço e sonolência também pode ser falta de água

Quando há desidratação, o seu corpo rouba água do sangue e isso causa falta de oxigênio em todos os órgãos. Como resultado, essa falta causa sonolência e cansaço. Se você se sente assim e não encontra uma explicação para isso – preguiça não vale – é melhor rever a quantidade de água que você anda tomando por dia.

9 – Fome, muita fome

Quando você está desidratado, seu corpo pode pensar que precisa de mais comida. Isso acontece durante o dia e também a noite, quando você acorda e sente aquela necessidade louca de assaltar a geladeira.

10 – Problemas digestivos podem ser causados por desidratação Já falamos sobre o quão importante é a hidratação da mucosa oral, e como ela está ligada ao sistema digestivo. Sem a quantidade necessária de água, a densidade do revestimento estomacal diminui, o que permite que o ácido do estômago danifique seus órgãos internos, levando ao que é comumente chamado de azia e indigestão.

11 – Envelhecimento precoce

A capacidade do nosso organismo de reter água diminui naturalmente a medida em que envelhecemos. Isso significa que, conforme a idade passa, precisamos aumentar a ingestão de água. Caso isso não seja feito, podemos sentir os efeitos na pele e também nas doenças que passamos a ter. Fonte:http://brightside.me/article/12-important-signs-that-we-dont-drink-enough-water-36355/

POR QUE É PERIGOSO RECARREGAR O CELULAR EM LUGARES PÚBLICOS

Recarregar bateria fora de casa pode oferecer riscos[Getty images] É uma situação bastante comum. A bateria do seu celular acaba e você, no aeroporto, café ou transporte público, coloca o aparelho para recarregar. Especialistas em segurança alertam, no entanto, que isso pode levar apuros - logo, demanda precauções. "Quando você conecta seu telefone ou tablet (a pontos de recarga) em lugares públicos - um aeroporto, por exemplo -, se um hacker passou por ali antes, ele pode extrair informações do seu aparelho", explicou Samuel Burke, repórter de tecnologia da rede americana de TV CNN, em um programa especial sobre o assunto. Além disso, usar um cabo USB para recarregar o celular conectando-o a um computador ou tablet que você não conhece também está longe de ser a melhor opção. Segundo a empresa de segurança cibernética russa Kaspersky Lab, os celulares deixam expostos um grande número de dados quando estão conectados a computadores, um processo que, no jargão técnico, os especialistas chamam de "aperto de mão". Durante o "aperto de mão", o telefone passa, pelo cabo, informações para o computador. Ele "conta" à máquina, por exemplo, como se chama, qual é seu fabricante, número de série, sistema operacional e até sua lista de arquivos. A partir daí, seu celular pode ficar "infectado" e é possível que uma pessoa monitore as atividades do aparelho usando o ID (código de identificação) do dispositivo, explicam os especialistas da empresa. Entre as consequências mais comuns do "aperto de mão" está a possível invasão do dispositivo por um programa maléfico, malware em inglês, e que pode, por exemplo, bloquear seu acesso a arquivos. Para devolver esse acesso, muitos hackers tentam obrigar o usuário a pagar um "resgate". Outra possível consequência é que vírus podem infectar o aparelho e, disfarçados de páginas oficiais, obter informações pessoais do usuário, como dados bancários.

'Juice-jaking'

Em texto no jornal americano The New York Times, a repórter de tecnologia da publicação, J.D. Biersdorfer, disse que a cópia de dados telefônicos de uma pessoa sem seu consentimento - chamada de "juice-jaking" - "foi demonstrada em convenções de hackers". "É perfeitamente possível transferir programas maléficos para um telefone a partir da conexão USB de um computador ou dispositivo em ponto público de recarga, por exemplo, em aeroportos ou shopping centers", explicou Biersdorfer. "Em 2016, a Federal Trade Commission dos Estados Unidos (Comissão Federal de Comércio, FTC na sigla em inglês) recomendou a consumidores que não conectassem seus smartphones a sistemas de entretenimento por meio de um porto USB ou conexão Bluetooth em carros alugados", escreveu a especialista. A razão, segundo Biersdorfer, é que o sistema é capaz de importar e armazenar dados do seu telefone - como registros de chamadas, contatos e endereços que você solicitou ao GPS (Global Positioning System, instrumento de navegação embutido em computadores e smartphones que se baseia em sinais de rádio emitidos por satélites artificiais). Por isso, a FTC aconselha que, em vez de utilizar a conexão de saída do USB, o consumidor conecte seu aparelho na tomada elétrica do carro por meio de um cabo compatível. Detalhe: esse é apenas um exemplo de "juice-jaking".

Recomendações

- Utilize as funções de encriptação e autenticação do seu celular para proteger seus dados e arquivos. Elas podem ser encontradas entre os ajustes de segurança do aparelho. - Use um bom antivírus. - Não recarregue seu celular em computadores e pontos de recarga que não sejam de sua confiança. - Se você decidir correr o risco e recarregar em um local menos confiável, não desbloqueie o aparelho durante a recarga. - Use um cabo USB especial, que te permita recarregar o telefone mas, ao mesmo tempo, evite a transferência de dados. - Faça a recarga com o aparelho desligado - Proteja seu telefone com uma boa senha. - Seja cauteloso com os aplicativos que você instala. fonte: http://www.bbc.com/portuguese/geral-40022162

COMO TRABALHAM AS PESSOAS E OS ROBÔS QUE CONSERTAM OS CABOS DE INTERNET OCULTOS SOB O MAR

O rompimento de um cabo submarino de internet é algo imprevisível. Alguns podem passar anos sem nenhum dano. Outros, contudo, acabam sofrendo rasgos em poucos meses. Nesse emaranhado de cerca de 300 cabos que nos conectam à rede nas profundezas aquáticas - alguns submersos a mais de 8,5 km - nem todos estão expostos a danos na mesma proporção. "Nosso cabo TGN-Atlantic, que conecta o Reino Unido com os Estados Unidos - tem 13 mil km de extensão, o equivalente a 136 mil piscinas olímpicas -, não sofreu nenhuma falha desde 2013", afirma John Hayduk, chefe de operações da empresa indiana Tata Communications, responsável pela maior rede de cabos submarinos do mundo, que engloba 25% das rotas do planeta. "É uma façanha de engenharia coordenar a conectividade desses cabos diariamente e encontrar localizações adequadas para eles", afirma o especialista. Mas pode haver complicações. "No fundo do oceano há montanhas, vales profundos, áreas lamacentas e terrenos irregulares", diz Kersti Klami, diretora de comunicação da Tata. "É importante encontrar locais para cabos submarinos que sejam os mais planos possíveis. Evitar, por exemplo, barreiras de coral. Em zonas de pesca e navegação, o cabo é enterrado no fundo do mar para evitar danos com âncoras", acrescenta.
Ainda assim, às vezes as coisas dão errado e os cabos se danificam. É quando enviamos um navio especial de reparos." A operação não é simples. Trata-se de um trabalho conjunto entre homem e máquina, muitas vezes a milhares de metros abaixo do mar, condição em que precisão e técnica são fundamentais.

Inimigos dos cabos

"Produtos de navegação, como equipamentos de pesca que se enroscam nos cabos ou âncoras que se arrastam com eles, são as causas mais comuns de rompimentos", afirma John Manock, editor da SubCableWorld, publicação da Technology Systems Corporations, empresa de comunicação baseada na Flórida e especializada en tecnologia marítima. Um relatório de 2015 do Comitê Internacional de Proteção de Cabos (ICPC, na sigla em inglês) apontou que operações marítimas respondem por 65% a 75% dos danos nos cabos. "A atividade sísmica também pode provocar estragos, especialmente em áreas de alta atividade, como o círculo de fogo do Pacífico, mas não representa nem 10% das ocorrências", afirma Manock. Manock diz que é um equívoco associar esses danos a mordidas de tubarões. Segundo ele, o ICPC afirma que esses casos não representam nem 1% dos casos registrados entre 1959 e 2006. "Causas habituais incluem terremotos e âncoras perto da costa, em regiões de rotas pesqueiras", concorda Hayduk. Mas como é possível identificar danos em um cabeamento submarino? "Uma mudança repentina na voltagem indica que algo está errado. É preciso muita eletricidade para ligar o sinal que coordena os dados transportados pelos cabos e que permite o funcionamento da internet", explica Hayduk. "Quando um cabo está partido, ele entra em contato com o mar, o que causa essa variação súbita na voltagem." Quando algo assim ocorre, é preciso atuar com urgência. "Se o cabo não foi completamente cortado, o tráfego de internet é redirecionado a outro sistema de cabos, e muitas vezes os usuários nem percebem o problema", afirma o chefe de operações da Tata.
O cabo TGN-Atlantic viaja pelo oceano do Reino Unido aos EUA transportando dados de internet a cerca de 200km por segundo(TATA COMMUNICATIONS). Enquanto isso, as operações de reparo ocorrem dentro e fora d'água.

Homem e máquina

"Consertar um cabo estragado pode levar dias. Em primeiro lugar é preciso identificar o dano. Depois envia-se o navio de reparos. O mau tempo pode atrasar essas operações", explica Manock. John Hayduk, da Tata, diz que a empresa costuma levar duas semanas nessas operações - mas o prazo pode se estender por até dois meses caso a ocorrência seja no meio do oceano e causada por terremoto. Disponibilidade de navios, prazos para obter permissões, distância da ocorrência, tempo para identificação do problema e clima são fatores que influenciam a duração dos reparos, afirma Alan Mauldin, diretor de pesquisa da consultoria de telecomunicações americana TeleGeography. "O cabo não costuma ser reparado dentro da água - é trazido ao barco para os consertos", afirma. E o processo dependerá do tipo de dano sofrido pelo material. "Para encontrar a parte danificada são feitas medições nos extremos do cabo. Quando o navio chega, o processo leva em geral um dia, mas não é sempre assim", afirma o historiador tecnológico Bill Burns.
Todo é coordenado por robôs - ou ROVs (veículos submarinos operados remotamente, na sigla em inglês). "Eles são empregados para manipular os cabos em oceanos pouco profundos, e apenas para retirá-los, não para consertá-los sob a água", afirma Burns. Segundo o historiador, apenas operadores humanos embarcados podem proporcionar a precisão e o cuidado necessários ao trabalho. "Em águas mais profundas há cabos que estão no mesmo lugar há 160 anos. Os ROVs podem ser usados para localizar a parte danificada. Baixa-se uma pequena âncora em uma corda grossa, que se arrasta em direção ao cabo até se enganchar a ele", detalha. Para o conserto, é preciso cortar o pedaço danificado e colocar uma nova peça, numa espécie de remendo. "Isso demanda um trabalho coordenado entre robôs e humanos", dizHayduk. "A equipe a bordo do navio insere a parte nova e depois o robô volta ao fundo do mar e a conecta ao extremo do cabo, que em seguida é enterrado novamente sob o leito oceânico."
O navio só retorna após a conclusão do conserto. "Problemas nessas operações são raros, e há testes para confirmar o sucesso do reparo." A operação é complexa, mas as empresas possuem experiência nessas ações, daí o histórico de êxitos. "A indústria de cabos submarinos tem muita experiência em consertos. É preciso lembrar que o primeiro telégrafo transatlântico começou a funcionar em 1858 e teve que ser reparado em poucas semanas", comenta Manock. "Por mais que o processo seja difícil, especialmente em más condições climáticas, as operações costumam transcorrer sem problemas. E isso é vital pela natureza do tráfego de internet em nosso mundo, onde um apagão na rede pode provocar graves problemas econômicos e até de segurança nacional", conclui o editor Manock. FONTE: http://www.bbc.com/portuguese/geral-40243439

EM BUSCA DO SER VIVO MAIS VELHO DO MUNDO

As efêmeras, insetos semelhantes a pequenas libélulas, vivem por apenas um dia; os humanos podem chegar, com sorte, a um século de vida. Mas qual é o organismo vivo mais velho do mundo? Para cientistas, essa tarefa, de tentar precisar a idade de espécies longevas, é um desafio. Sob os galhos de uma castanheira de 300 anos no Jardim Botânico Real em Londres, o diretor do local, Tony Kirkham, diz que as árvores são capazes de viver mais que animais mas que é preciso um trabalho de detetive para encontrar as mais velhas e estimar sua idade. "Primeiro, podemos olhar registros antigos para descobrir se uma árvore estava plantada lá numa determinada data. Então, olhamos para pinturas e outros trabalhos de arte para ver se a árvore já estava presente. E alguns mapas antigos também podem claramente mostrar as árvores do local, especialmente as importantes". Uma maneira conhecida de definir a idade de uma árvore é contar o número de anéis no núcleo do tronco: há um anel por ano de crescimento. É um processo conhecido como dendrocronologia e só funciona para certos tipos de árvore - as que têm um crescimento anual acelerado. O problema óbvio é que contar os anéis geralmente envolve cortar a árvore. Arboricultores contornam esse problema usando um tipo de furadeira que permite remover parte do núcleo para contar os anéis sem levar a árvore à morte. É uma arte delicada; Tony conta um caso ocorrido nos anos 60, quando a broca de um cientista quebrou dentro de um pinheiro do tipo bristlecone do qual queria retirar uma amostra. O equipamento é caro, e para ajudá-lo a recuperar o instrumento perdido, um guarda-florestal cortou a árvore. Uma vez derrubada, a árvore pôde ser facilmente analisada: tinha 5 mil anos.
"Foi terrível, mas muitos achados científicos foram possíveis graças àquela oportunidade, e desde então, encontramos árvores que são tão velhas quanto, se não mais velhas", admite Tony. Uma equipe de pesquisadores americanos mantém uma lista, chamada Lista Velha, de árvores antigas oficialmente datadas. Entre elas, está uma figueira sagrada no Sri Lanka que tem pelo menos 2.222 anos, e um cipreste-da-patagônia, no Chile, com 3.627 anos - é tão velho quanto os monumentos pré-históricos de Stonehenge, na Inglaterra. Um pinheiro bristlecone batizado de Matusalém, encontrado nas montanhas da Grande Bacia, na Califórnia (EUA), tem 4.850 anos. Mas a árvore mais velha da lista, um pinheiro da mesma espécie na mesma localidade, ainda não batizado, tem um núcleo sugerindo uma idade de 5.067 anos. A árvore, desgastada pelo tempo, viveu a ascensão e a queda do Império Romano. Já estava lá quando os egípcios antigos começaram a construção das pirâmides. Mas será este pinheiro de mais de 5 mil anos o organismo individual mais velho do planeta? Isto depende da definição de "organismo individual". No Parque Nacional de Fishlake, em Utah(EUA), vivem álamos-trêmulos que muitos teriam dificuldade de enxergar como uma única árvore. Trata-se de uma colônia clonal, ou seja, um grupo de árvores geneticamente idênticas. É tão grande que parece uma floresta. Mas mesmo sendo do tamanho do Vaticano, a colônia, conhecida como "Pando", latim para "eu me espalho", começou de uma única semente, e, ao longo dos anos, se estendeu por 50 mil troncos de árvores. É difícil estimar sua idade exata, diz a geneticista de população Karen Mock, da Universidade do Estado de Utah, que trabalha no local. "Houve várias estimativas, mas o problema é que a árvore original muito provavelmente não está mais lá", contou ela à BBC. As árvores clonais crescem em todas as direções e se regeneram ao longo do tempo. Isto significa que tirar o núcleo de um trono não dará a idade da colônia. Cientistas tentam contornar o problema equiparando tamanho com idade. É um processo impreciso, por isso a estimativa da idade de Pando vai de poucos milhares de anos a 80 mil anos. A professora Mock espera que uma nova técnica, de investigar quantas mutações de DNA são acumuladas ao longo do tempo, traga uma alternativa para definir a idade dessa árvore memorável. Se uma árvore pode viver 80 mil anos, por que parar aí? Há algum organismo imortal na Terra? Não, de acordo com o especialista em envelhecimento João Pedro de Magalhães, da Universidade de Liverpool. "Todos os organismos podem morrer, então não há uma espécie imortal", diz. "Mas você tem espécies vertebradas complexas que parecem não envelhecer, como as tartarugas das Ilhas de Galápagos (Equador) ou uma salamandra das cavernas chamada Olm. Eu digo 'parecem não envelhecer'; não estudamos nenhuma dessas espécies por 500 anos. Já é difícil conseguir financiamento para cinco anos de projeto", brinca. O quanto você vive depende, em parte, do seu lugar no mundo; seu nicho ecológico. Os organismos no topo da cadeia alimentar têm poucos predadores, então têm mais chances de viver mais e passar essa característica para outras gerações.
O clima frio também tem importância: as esponjas-de-vidro da Antártida, por exemplo, são consideradas os "animais vivos mais velhos" da Terra, com uma longevidade estimada em cerca de 15 mil anos. "Não temos certeza disso", diz Magalhães, "porque, obviamente, ninguém estava lá para checá-las há 15 mil anos". As estimativas são passíveis a erro, mas de acordo com Magalhães, as esponjas da Antártida crescem lentamente por causa do frio, e se encaixam no modelo de criaturas de crescimento lento com períodos de vida mais longos. No entanto, o organismo vivo mais velho - segundo medições mais precisas - continua sendo o pinheiro bristlecone da Grande Bacia, na Califórnia, o Pinus longaeva. O Pando e as esponjas-de-vidro da Antártida podem ser mais velhos, mas suas idades foram estabelecidas por medições indiretas. Para os especialistas, entretanto, há muito a ser descoberto nessa área, e é provável que o organismo mais velho do planeta sequer foi encontrado. fonte: http://www.bbc.com/portuguese/geral-40258768

POR QUE ALGUNS CORPOS SE MUMIFICAM NATURALMENTE APÓS A MORTE?

A mumificação era comum entre os egípcios, persas, algumas culturas andinas e em outras sociedades ao redor do mundo. Mas a natureza também faz seu próprio processo, de forma bem menos trabalhosa. Naturalmente, quando o coração deixa de bater, o corpo começa a se decompor, até restarem apenas ossos. No entanto, existem ocasiões, com mais frequência do que se imagina, em que ocorre uma mumificação natural (dessecação) dos tecidos moles - da pele e dos músculos - que são conservados mesmo após a morte. O fenômeno é tão comum que chegou a ser contemplado pela legislação italiana, explicou à BBC Mundo Dario Piombino-Mascali, antropólogo do mesmo país que atualmente pesquisa segredos médicos guardados pelos corpos mumificados em uma cripta na Lituânia.
"A lei italiana, por exemplo, estabelece que quando se exuma um corpo num cemitério e se descobre que ele não foi mineralizado, ele precisa ser novamente enterrado com substâncias químicas para que restem apenas os ossos", explica Piombino-Mascali. Mas embora seja comum, isso apenas ocorre em circunstâncias específicas.

Ambiente extremo

O contexto em cada caso pode ser diferente, mas é preciso, a princípio, um ambiente extremo: muito quente, muito seco ou muito frio. Depois da morte, nossas células liberam substâncias, incluindo enzimas. Isso cria um ambiente ideal para bactérias e fungos, que se incorporam a esta mistura e começam a decompor o corpo. Na maioria dos casos, as enzimas precisam de um ambiente aquoso para agir. Mas se a temperatura é muito alta, o corpo se desidrata antes que as enzimas entrem em ação, e aí ocorre a mumificação. "Isso também pode ocorrer quando a temperatura é muito baixa, porque o frio inibe a atividade das bactérias", disse Piombino-Mascali. Especialmente se o corpo permanece coberto de gelo ou neve. Um dos exemplos mais conhecidos é o do corpo mumificado de Ötzi, o homem do gelo que viveu há 5.300 anos nos Alpes suíços, considerado o caso forense mais antigo da história.

Nas criptas

Criptas, como as encontradas sob o solo de muitas igrejas europeias, são lugares apropriados para a ocorrência de mumificação de corpos, porque a temperatura é baixa, em geral há boa ventilação, e as construções por cima as protegem da água. A umidade, destaca o antropólogo, "é a inimiga número um das múmias".
[Getty images] Por outro lado, os pântanos, úmidos por natureza, são outro ambiente natural que favorece a mumificação. Isto se deve ao fato de serem ambientes geralmente frios, ácidos e anaeróbicos. Além disso, muitos têm um tipo de musgo (Sphagnum, ou esfagno) que cria mudanças químicas capazes de frear a atividade microbiana, o que ajuda na preservação dos tecidos. Outro fator é a composição do solo: a areia, por exemplo, absorve os fluidos, enquanto a presença de metais pesados no solo pode retardar a ação das enzimas. O material do caixão também pode ter influência: a madeira pode ter propriedades que ajudam na preservação, e os tecidos que cobrem o corpo podem absorver os líquidos. Por último, o processo depende ainda das características corporais de cada indivíduo. É mais difícil que a mumificação ocorra se o morto tiver uma concentração alta de gordura corporal. FONTE: http://www.bbc.com/portuguese/geral-40263222

CIENTISTAS DESENVOLVEM DROGA QUE BRONZEIA A PELE SEM EXPÔ-LA AO RISCO DE CÂNCER

Cientistas desenvolveram uma droga que imita a luz do Sol para bronzear a pele, sem os riscos associados à exposição aos raios ultravioleta. A substância estimulou a produção de melanina, que confere pigmentação ao corpo, em experimentos com pedaços de pele e em camundongos. Os testes revelam que até pessoas de pele mais clara, que normalmente se queimam mais facilmente no Sol, podem ser beneficiadas com a droga. Uma equipe do Hospital Geral de Massachusetts, responsável pela pesquisa, espera que a descoberta possa prevenir o câncer de pele e até reduzir a aparência envelhecida que pode resultar do excesso de exposição ao Sol.

'Bronzeado potente'

Os raios ultravioleta deixam a pele bronzeada ao causar-lhe danos. Isso deflagra uma cadeia de reações químicas na pele que provoca a produção de melanina - o protetor solar natural do corpo. A nova droga é esfregada na pele para impedir o dano e, assim, estimular a produção do pigmento sem a influência da radiação. David Fisher, um dos pesquisadores responsáveis pelo estudo, disse que a droga tem "um potente efeito bronzeador". "Pelo microscópio, podemos ver a melanina de verdade, ativando a produção do pigmento sem a influência dos raios ultravioleta", diz. A droga tem um resultado diferente do obtido com o spray de bronzeamento, que "pinta" a pele sem proteção da melanina. Também difere das camas de bronzeamento, que expõem a pele à luz ultravioleta, e das pílulas que supostamente elevam a produção do pigmento, mas também demandam exposição solar. A equipe, contudo, diz que o foco da pesquisa não é produzir um novo cosmético. Fisher diz que a falta de progresso no combate ao câncer de pele - o tipo mais comum de câncer - foi "uma frustração muito significativa" que motivou a investigação. "Nosso verdadeiro objetivo é desenvolver uma estratégia inovadora para proteger a pele da radiação UV e câncer", diz. "O pigmento escuro (da pele) é associado a um risco mais baixo de todas as formas de câncer de pele - isso seria incrível", acrescenta. Os experimentos, detalhados na revista científica Cell Reports, mostraram que a melanina produzida pela droga foi capaz de bloquear raios ultravioleta nocivos. Em última análise, os cientistas querem combinar a droga com protetor solar para aumentar a proteção contra a radiação. Fisher diz que é "absolutamente" necessário usar protetor solar, mas há o problema da falta de bronzeamento com o uso. A droga ainda não está pronta para o uso comercial. Embora até agora os resultados tenham sido promissores, os pesquisadores querem fazer mais testes de segurança. Matthew Gass, da Associação Britânica de Dermatologistas, disse que o estudo traz "uma abordagem única" para prevenir o câncer de pele. "São necessárias mais pesquisas antes de podermos ver essa tecnologia sendo usada por humanos. No entanto, certamente é uma proposta interessante", diz. "As taxas de câncer de pele no Reino Unido estão disparando. Qualquer pesquisa que possa prevenir as pessoas de desenvolver câncer de pele é bem-vinda", acrescenta. No Brasil, apesar de não ser o mais letal, o câncer de pele também é o mais frequente, correspondendo a 30% de todos os tumores. A droga também pode reduzir a aparência envelhecida, resultado do excesso de exposição ao sol. "Muitas pessoas dizem que o óbvio e mais contundente sinal de envelhecimento é a aparência da pele", diz Fisher. "Trata-se de algo quase que impossível de ser combatido com remédios, mas podemos usá-la para deixar a pele com uma aparência mais saudável por mais tempo", conclui. fonte: http://www.bbc.com/portuguese/geral-40277676

domingo, 11 de junho de 2017

CONHEÇA OS 20 TIPOS DE CÂNCER MAIS MORTAIS

Muitas pessoas tremem ao ouvir falar sobre o câncer. Essa doença é muito cruel e tem ganhado destaque por conta de casos não muito felizes. De acordo com especialistas e médicos oncologistas, essa infelizmente será a doença do século, já que cada vez mais pacientes são diagnosticados com tipos de cânceres todos os anos.E também não faltam famosos que deixaram este mundo por conta de algum tipo de câncer. Quer alguns exemplos? No Brasil, podemos mencionar: Hebe Camargo, Raul Cortez, Mara Manzan, Leandro (que fazia dupla com seu irmão Leonardo), Paulo Goulart… e ainda há muitos outros nomes no cenário internacional, como David Bowie, Alan Rickman (o Snape, de Harry Potter), Walt Disney, Bob Marley, Steve Jobs, Frank Sinatra… e muitos outros mesmo. Pensando nisso, resolvemos criar uma lista com os 20 tipos de cânceres mais mortais que existem. Vamos apresentar essas doenças, bem como suas principais causas, sintomas e tratamento, além de apresentar algumas curiosidades a respeito de cada uma – como a lista dos famosos que sofreram com essas doenças. Preparados?

20. Câncer de mama

Esse câncer é um velho conhecido aqui no Brasil. Isso porque a luta contra esse mal ficou mundialmente conhecida por conta daquelas camisas com círculos concêntricos na cor azul que todos os famosos usaram em uma campanha de incentivo para o tratamento dessa doença. Como o nome sugere, essa é uma doença que se desenvolve nos tecidos da mama. Ela se caracteriza pelo aparecimento de um nódulo na mama ou perto da zona da axila. Porém, outros sintomas visíveis também estão relacionados, como a alteração na forma da mama, retração do mamilo, pele avermelhada, inchada ou com saliências na região e o surgimento de reentrâncias.

Sintomas

Os sintomas incluem um nódulo na mama, secreção com sangue pelo mamilo e mudanças na forma ou textura do mamilo ou da mama. Os pacientes também podem sentir na mama desconforto, mamilo dolorido, mamilo invertido, nódulos ou secreção mamilar sanguinolenta. Também é comum fadiga relacionada ao câncer, linfonodos aumentados ou perda de peso

Tratamento

Depende da fase do câncer. Pode envolver quimioterapia, radioterapia e cirurgia. Mamoplastia: Cirurgia plástica para aumentar ou reduzir o tamanho dos seios ou para reconstruir uma mama. Linfadenectomia: Remoção cirúrgica de um linfonodo. Tumorectomia: Remoção cirúrgica de um nódulo (tumor) no peito. Mastectomia radical: Remoção cirúrgica total da mama, do músculo peitoral subjacente e dos gânglios. Mastectomia: Remoção cirúrgica total ou parcial da mama. Radioterapia: Tratamento que utiliza raios-X e outros raios de alta energia para matar as células anormais. Quimioterapia: Mata as células que estão crescendo ou se multiplicando muito rapidamente.

Prevenção

A principal forma de prevenir o surgimento do câncer de mama é cuidando do estilo de vida. Os médicos calculam que boas práticas podem prevenir até 42% dos cancros da mama. É recomendado manter um peso saudável, limitação da ingestão de álcool, amamentação dos filhos, pratica frequente de atividades físicas e um estilo de vida ativo.

19. Câncer de bexiga

Se refere a qualquer tipo de crescimento maligno na bexiga urinária. É mais um tipo de câncer em que as células se multiplicam de forma descontrolada em uma área específica. No caso específico dessa doença, o órgão é a bexiga, um músculo oco que armazena a urina e está localizado na pelve. O tipo mais comum de câncer de bexiga é aquele que começa nas células que recobrem o interior do órgão e é chamado de carcinoma de células uroteliais ou carcinoma de células transicionais.Os portadores dessa doença possuem um risco de 24,7% de morrer depois que o câncer é identificado.

Sintomas

O sintoma mais comum é o sangue na urina. Porém, as pessoas também podem ter dores circunstanciais durante a micção.

Tratamento

Ureterostomia: Criação cirúrgica de uma abertura abdominal para onde o fluxo de urina pode ser desviado a partir da bexiga. Radioterapia: Tratamento que utiliza raios-X e outros raios de alta energia para matar as células anormais. Derivação urinária: Cirurgia para redirecionar o fluxo de urina da sua via normal. Pode exigir uma nova abertura externa. Quimioterapia: Mata as células que estão crescendo ou se multiplicando muito rapidamente. Ureterossigmoidostomia: Desvio do fluxo urinário para longe dos rins em direção ao cólon. A urina sai do corpo pelo ânus, juntamente com as fezes. Retirada de bexiga: Procedimento realizado para remover um crescimento anormal. Cistoprostatectomia: Remoção cirúrgica da bexiga e da próstata.

Prevenção

Um estudo conduzido pela Organização Mundial da Saúde em 2008 identificou que alguns alimentos poderiam ajudar a prevenir o câncer de bexiga. Frutas e vegetais de cor amarela e laranja, como cenoura, além de frutas cítricas são as mais indicadas, embora não exista comprovação científica. Pessoas que bebem uma quantidade considerável de água por dia (acima de 1,5 litros) também apresentam menor risco de desenvolver esse câncer.

18. Câncer de rins

O rim é um dos órgãos mais importantes do corpo humano. Não é à toa que um câncer nele é tão perigoso. Em média, 25,3% dos pacientes que desenvolvem a doença não conseguem sobreviver ao tratamento ou aos sintomas decorrentes da condição. O câncer renal é um crescimento descontrolado de células na região dos rins, órgão responsável por filtrar as substâncias do sangue para que sejam eliminadas pela urina. Os rins também regulam a pressão arterial. Esse tipo de câncer é duas vezes mais comum entre homens e geralmente é diagnosticado entre os 40 e 60 anos. Ele mais comum entre negros e pardos.Se o tratamento for iniciado a tempo, 5 anos após o diagnóstico cerca de 70% dos pacientes conseguem permanecer vivos.

Sintomas

Os sinais mais comuns de câncer de urina incluem sangue na urina (urina rosa, vermelha ou roxa), dor lateral nos flancos logo abaixo das costelas, perda de peso, fadiga e febre intermitente.

Tratamento

Radioterapia: Tratamento que utiliza raios-X e outros raios de alta energia para matar as células anormais. Nefrectomia: remoção total ou parcial dos rins afetados Quimioterapia: Mata as células que estão crescendo ou se multiplicando muito rapidamente.

Prevenção

Ainda não há métodos comprovados que possam prevenir o surgimento de câncer nos rins. Porém, recomenda-se ingerir bastante água, pois parece haver uma correção com a ingestão de líquidos e o aparecimento dessa doença.

17. Linfoma não-Hodgkin (LNH)

Esse câncer de nome complicado se origina nos gânglios. Os linfomas são neoplasias (massa anormal de tecido) malignas que afetam os linfonodos, organismos muitos importantes no combate a infecções. Depois de diagnosticada, essa doença é classificada de acordo com a célula que a originou (linfócitos B ou T), a agressividade (agressivo ou indolente), o estágio (inicial, intermediário, avançado ou terminal) e extensão (nodular ou difuso).Cerca de 29,3% dos pacientes vem a falecer em decorrência de infecções geradas por causa dessa doença.

Sintomas

Os sintomas incluem inchaço dos gânglios linfáticos, febre, dor de barriga ou dor no peito. Os pacientes também podem ter dores locais nas articulações, no abdômen ou peito, além de anemia, fadiga, febre, suor noturno, coceira, inchaço na virilha, linfadenopatia cervical, linfonodos aumentados ou perda de peso.

Tratamento

Quimioterapia: Mata as células que estão crescendo ou se multiplicando muito rapidamente. Estimulante medular: Ajuda a medula óssea a produzir novas células sanguíneas. Esteroide: Modifica ou simula efeitos hormonais, muitas vezes para reduzir a inflamação ou aumentar o crescimento e a reparação tecidual. Transplante de medula óssea: Transplante de células-tronco para restaurar o sistema imunológico de uma pessoa. As células transplantadas podem vir de um dador ou do próprio indivíduo. Radioterapia: Tratamento que utiliza raios-X e outros raios de alta energia para matar as células anormais. Autotransplantação: Transferência de órgãos ou de tecidos de uma parte do corpo para outra na mesma pessoa.

Prevenção

Assim como para outros tipos de câncer, dietas ricas em frutas e verduras podem ter um efeito protetor contra esse tipo de doença.

16. Câncer cervical (ou no colo do útero)

Esse mal tem origem no cérvix. Ele é caracterizado pelo crescimento anormal de células que têm a capacidade de invadir ou se espalhar para outras partes do corpo. Em praticamente todos os casos – mais de 90% das vezes –, essa doença aparenta ser uma infecção causada pelo vírus do papiloma humano (VPH ou HPV, do inglês). Porém, boa parte das pessoas que são infectadas pelo vírus não desenvolvem o câncer. Cerca de 70% dos casos de câncer cervical acontece em países em desenvolvimento. Nos Estados Unidos, o índice de fatalidade para essa doença chega a impressionantes 32,5%.

Sintomas

Em alguns casos, pode ocorrer sangramento irregular ou dor na região do útero. Também é comum dor na região da pélvis, dores durante a relação sexual, menstruação anormal, intensa ou irregular e sangramento pela vagina. Outros sintomas são fadiga, náusea e perda de peso.

Tratamento

Braquiterapia: Colocação de material radioativo no interior do corpo para tratar o câncer. Radioterapia: Tratamento que utiliza raios-X e outros raios de alta energia para matar as células anormais. Quimioterapia: Mata as células que estão crescendo ou se multiplicando muito rapidamente. Histerectomia: Remoção cirúrgica do útero. Cervicectomia: Remoção cirúrgica do colo do útero, a parte inferior do útero que se conecta à vagina. Criocirurgia: Cirurgia que usa frio extremo para destruir o tecido doente.

Prevenção

A prevenção recomendada pelos médicos especialistas é a aplicação da vacina contra o HPV em pessoas que ainda não tiveram contato com o vírus. Por meio do exame de Papanicolau também é possível fazer o monitoramento da mulheres.

15. Câncer ósseo

Os tumores nos ossos são bastante raros e geralmente são classificados como benignos e malignos. Essa doença se caracteriza pelo desenvolvimento anormal de células cancerígenas dentro dos ossos da vítima. Como consequência, há uma maior probabilidade da ocorrência de fraturas, além de dores intensas nessas estruturas. Há uma sobrevida de aproximadamente 5 anos para os pacientes que são diagnosticados com esse mal, perfazendo uma chance de 67% de sobreviver por esse período.

Sintomas

Dor nos ossos, inchaço nas articulações e ossos que se quebram com facilidade.

Tratamento

Radioterapia: Tratamento que utiliza raios-X e outros raios de alta energia para matar as células anormais. Quimioterapia: Mata as células que estão crescendo ou se multiplicando muito rapidamente. Amputação do membro lesionado tentando manter o máximo possível de funções preservadas.

Prevenção

Infelizmente não há métodos eficazes de prevenção contra o câncer de ossos uma vez que a sua causa ainda é desconhecida. Porém, a recomendação de uma dieta saudável e não exposição excessiva ao sol são dicas importantes dos profissionais da saúde.

14. Câncer colorretal

Diferente do câncer no colo do útero, essa doença se desenvolve em dois segmentos do intestino grosso: o cólon e o reto. Esse mal tem origem a partir do crescimento anormal e descontrolado de células com a capacidade de invadir ou se espalhar por outras partes do corpo. O principal sinal desse tipo de câncer é o aparecimento de sangue nas fezes, indicando uma lesão grave na região. Nos Estados Unidos, esse doença ceifa aproximadamente 34,9% das vítimas que são diagnosticadas.

Sintomas

Depende do tamanho e da localização do câncer. Alguns sintomas comuns incluem alterações nos hábitos intestinais e na consistência das fezes, sangue nas fezes e desconforto abdominal. Também podemos mencionar dores locais no abdômen, pélvis e reto.

Tratamento

Colostomia: Criação cirúrgica de uma abertura abdominal por onde as fezes podem deixar o corpo. Colectomia: Remoção cirúrgica total ou parcial do cólon. Ressecção intestinal: Remoção cirúrgica de parte do intestino. Quimioterapia: Mata as células que estão crescendo ou se multiplicando muito rapidamente. Radioterapia: Tratamento que utiliza raios-X e outros raios de alta energia para matar as células anormais.

Prevenção

A manutenção de um estilo de vida e alimentação saudável são as melhores formas comprovadas de prevenir o surgimento de câncer colorretal.

13. Câncer de boca

É o desenvolvimento de tecidos malignos na cavidade bucal. Isso inclui tumores nos lábios, gengivas, língua, piso da boca, palato duro, palato mole e orofaringe. O tabagismo e o alcoolismo são os 2 principais fatores de risco para o desenvolvimento desse tipo de câncer. Em países desenvolvidos, a chance de sobrevivência é de 63%. No caso de regiões pobres, esse percentual cai para 33%.

Sintomas

Incluem uma ferida não cicatrizada, um nódulo ou uma mancha branca ou vermelha na parte interna da boca. Também há dores na boca e face, dor ao engolir, baba, mau hálito, placas vermelhas e brancas, secura ou úlceras.

Tratamento

Radioterapia: Tratamento que utiliza raios-X e outros raios de alta energia para matar as células anormais. Esvaziamento Cervical: Remoção cirúrgica dos gânglios linfáticos do pescoço. Glossectomia: Remoção cirúrgica de toda ou parte da língua.

Prevenção

Evitar o uso de cachimbos, cigarros e tabaco; evitar o consumo excessivo de álcool; evitar exposição exagerada ao sol sem proteção; evitar próteses mal ajustadas à sua boca; e boa higiene bucal.

12. Câncer de laringe

A maioria dos cânceres de laringe são originados a partir de células escamosas, que formam a maior parte do epitélio da laringe. O principal fator de risco para o desenvolvimento dessa doença é o tabagismo. Nos Estados Unidos, 39,3% dos pacientes diagnosticados não consegue sobreviver aos sintomas do câncer de laringe.

Sintomas

Rouquidão ou outras mudanças na voz, um abaulamento no pescoço, dor de garganta ou sensação de que há algo preso na garganta, tosse persistente e mau hálito.

Tratamento

Quimioterapia: Mata as células que estão crescendo ou se multiplicando muito rapidamente. Radioterapia: Tratamento que utiliza raios-X e outros raios de alta energia para matar as células anormais. Laringectomia: remoção completa ou parcial da laringe.

Prevenção

Evitar consumo excessivo de bebidas alcoólicas e cigarro.

11. Leucemia

Um dos tipos de cânceres mais conhecidos, a leucemia se caracteriza por um grupo de cânceres que surgem geralmente na medula óssea. Como causa dessa doença, há um elevado número de glóbulos brancos, células protetoras que acabam atacando o próprio organismo. O diagnóstico geralmente é realizado por meio de análises do sangue ou biópsia da medula óssea, mas ainda não descobrimos a causa exata da leucemia. Geralmente, 40,3% dos pacientes diagnosticados morrem devido a doença.

Sintomas

Sonolência, cansaço, irritabilidade e fraqueza, pouca fome e emagrecimento, dores de cabeça, tonturas, desmaios, queda de cabelos e palidez. Também podemos citar os quadros de infecções frequentes, língua dolorida, aftas, febre e dores em várias partes do corpo, como ossos, externo, articulações e órgãos internos.

Tratamento

Quimioterapia: Mata as células que estão crescendo ou se multiplicando muito rapidamente. Poliquimoterapia: associação de vários remédios diferentes. Transplante de medula óssea.

Prevenção

Evitar fatores de riscos que podem desencadear a doença, tais como estresse, tabagismo e radiação (raio-x, radioterapia).

10. Câncer ovariano

Essa doença se caracteriza pela presença de células anormais que têm a capacidade de invadir ou de se espalhar para outras partes do corpo. Um dos grandes problemas desse mal é que os sintomas, no início do processo, são fracos ou praticamente imperceptíveis. O risco de desenvolvimento dessa doença é maior naquelas mulheres que mais ovularam na vida, ou seja, aquelas que não tiveram filhos. Na pacientes diagnosticadas, há um risco de 53,8% de morte, um índice altíssimo para esse tipo de câncer.

Sintomas

Geralmente não tem sintomas nos estágios iniciais. Os estágios posteriores estão associados a sintomas, mas estes podem ser inespecíficos, como perda de apetite e perda de peso.

Tratamento

Omentectomia: Remoção cirúrgica total ou parcial do revestimento abdominal. Histerectomia: Remoção cirúrgica do útero. Quimioterapia: Mata as células que estão crescendo ou se multiplicando muito rapidamente. Radioterapia: Tratamento que utiliza raios-X e outros raios de alta energia para matar as células anormais.

Prevenção

As mulheres devem estar atentas aos fatores de risco e consultar regularmente o seu médico, principalmente aquelas acima de 50 anos.

9. Câncer uterino

Embora aconteça em uma região muito próximo ao câncer de colo de útero, o câncer uterino é caracterizado por um tumor apenas nos tecidos do útero. Um dos fatores de risco também é a ausência de gravidez, o que acaba propiciando o desenvolvimento dessa doença. No geral, 69,1% das mulheres diagnosticadas com essa doença vem a falecer por conta dos sintomas desse câncer.

Sintomas

Corrimento vaginal com sangue fora do período de menstruação, menorragia (períodos menstruais mais abundadntes) e dores durante e após as relações sexuais e na pélvis.

Tratamento

Histerectomia: remoção total ou parcial das trompas de Falópio e dos ovários Quimioterapia: Mata as células que estão crescendo ou se multiplicando muito rapidamente. Radioterapia: Tratamento que utiliza raios-X e outros raios de alta energia para matar as células anormais.

Prevenção

A manutenção de um estilo de vida e alimentação saudável são as melhores formas comprovadas de prevenir o surgimento da doença.

8. Câncer cerebral

Também conhecida como neoplasia intracraniana, essa doença ocorre quando se formam células anormais no cérebro. Aqui os tumores também são divididos em dois: malignos e benignos. A causa da maioria dos casos registrados ainda é desconhecida. Nos Estados Unidos, a doença é responsável pela morte de 69,2% dos pacientes diagnosticados.

Sintomas

São dores de cabeça novas ou gradualmente intensas, visão embaçada, perda de equilíbrio, confusão mental e convulsões. Em alguns casos, pode não haver sintomas.

Tratamento

Craniotomia: Cirurgia cerebral em que um pedaço de osso é removido do crânio. Tomoterapia: Tratamento contra o câncer que direciona doses elevadas de radiação aos tumores a partir de muitas direções, reduzindo os danos ao tecido ao redor. Radioterapia: Tratamento que utiliza raios-X e outros raios de alta energia para matar as células anormais Quimioterapia: Mata as células que estão crescendo ou se multiplicando muito rapidamente.

Prevenção

Infelizmente não há métodos comprovados que ajudem a prevenir o surgimento de câncer cerebral já que conhecemos muito pouco a respeito dessa doença.

7. Câncer estomacal

Esse câncer tem como causa principal a infecção pela bactéria Helicobacter pylori, um agente infeccioso que está por trás de 60% dos casos diagnosticados. Na maioria dos casos, esse tipo de doença leva anos para se desenvolver, permanecendo assintomática durante um bom tempo. Depois de completamente desenvolvida, há uma pequena chance de sobrevivência. Praticamente 70% dos pacientes diagnosticados não sobrevivem.

Sintomas

Pode não haver sintomas de câncer de estômago no início. Mais tarde, os sintomas incluem sensação de inchaço após comer, sentir-se satisfeito depois de ingerir pequenas quantidades de comida, náuseas, azia ou indigestão.

Tratamento

Gastrectomia: Remoção cirúrgica total ou parcial do estômago. Billroth II: Cirurgia para remover a parte inferior do estômago. O estômago remanescente é conectado a uma volta do intestino delgado. Billroth I: Criação cirúrgica de uma nova ligação entre o estômago e o intestino delgado. Quimioterapia: Mata as células que estão crescendo ou se multiplicando muito rapidamente.

Prevenção

Uma dieta rica em frutas, cogumelos, alho, soja e feijão verde já foi associada a redução de risco de desenvolver o câncer estomacal.

6. Câncer da vesícula biliar

Esse é um tipo de câncer raro e grave que afeta a vesícula biliar. Esse é um pequeno órgão do trato gastrointestinal que armazena a bile, uma secreção que é usada para ajudar no processo de digestão. Quando o tratamento é iniciado precocemente, o câncer tem cura, mas a sua condição assintomática acaba atrapalhando a identificação. Os pacientes que desenvolvem o câncer de vesícula biliar geralmente correm 81,5% de chance de falecer devido às complicações da doença.

Sintomas

Pode não haver sintomas. Quando ocorrem, os sintomas podem incluir dor abdominal, inchaço, coceira e febre.

Tratamento

Cirurgia para retirada da vesícula: Remoção cirúrgica da vesícula biliar. Hepatectomia: Remoção cirúrgica total ou parcial do fígado. Cirurgia do aparelho digestivo: Cirurgia na boca, no esôfago, estômago, intestino delgado, intestino grosso (cólon), reto ou ânus.

Prevenção

Infelizmente não há formas conhecidas de prevenir o surgimento do câncer da vesícula biliar. Os fatores de risco são conhecidos, tais como idade, sexo e etnia, mas pouco se sabe a respeito dessa doença e de como ela surge nos pacientes.

5. Câncer de pulmão

É caracterizado pelo crescimento descontrolado de células nos tecidos pulmonares. Nem é preciso explicar o quão importante é este órgão para o ser humano. São os pulmões que fazem a troca de oxigênio nas hemácias, promovendo a renovação celular por meio dessa troca. A sobrevivência depende do estágio da doença, mas, em geral, apresenta uma chance de 15% de sobrevida para os pacientes por pelo menos 5 anos.

Sintomas

Incluem tosse (muitas vezes com sangue), dor no peito, sibilo e perda de peso. Geralmente, esses sintomas aparecem apenas nas fases mais avançadas do câncer.

Tratamento

Lobectomia pulmonar: Remoção cirúrgica de uma parte (lobo) de um pulmão. Radioterapia: Tratamento que utiliza raios-X e outros raios de alta energia para matar as células anormais. Quimioterapia: Mata as células que estão crescendo ou se multiplicando muito rapidamente.

Prevenção

A manutenção de uma boa qualidade de vida, atividades frequentes e evitar o tabagismo são as melhores formas de prevenir o câncer de pulmão.

4. Câncer hepático

Essa condição se caracteriza pelo desenvolvimento desenfreado de células cancerígenas na região do fígado. O fígado é um órgão vital para o ser humano, sendo a maior glândula do nosso corpo e o segundo maior órgão (perdendo apenas para a pele).Ele funciona tanto como uma glândula exócrina como endócrina, produzindo a bile, o colesterol, convertendo amônia em ureia e desintoxicando o organismo. Nos Estados Unidos, vítimas desse tipo de câncer têm 82,5% de chance de falecer devido aos sintomas dessa doença.

Sintomas

Os sintomas são incomuns nos estágios iniciais de câncer de fígado. Mais tarde, os sintomas podem incluir perda de peso, dor de barriga, vômito e pele amarelada.

Tratamento

Quimioterapia: Mata as células que estão crescendo ou se multiplicando muito rapidamente. Crioablação: Uso de frio extremo para congelar e destruir tecido doente, como células cancerosas. Transplante de fígado: Substituição cirúrgica de um fígado doente por uma parte ou a totalidade do fígado saudável de um doador. Hepatectomia: Remoção cirúrgica total ou parcial do fígado.

Prevenção

A melhor forma de se prevenir contra o desenvolvimento do câncer de fígado é evitar a exposição a fatores de risco, como obesidade, diabetes e tabagismo.

3. Câncer de esôfago

O esôfago é o órgão cilíndrico que estão localizado entre a garganta e o estômago. Um câncer nessa região se caracterizada pelo desenvolvimento de células malignas de forma descontrolado, afetando o funcionamento da função digestiva primordial, que é o ato de engolir. Por causa do sintomas geralmente agudos, 82,6% dos pacientes não resistem ao câncer de esôfago.

Sintomas

Incluem dificuldade para engolir, perda involuntária de peso, dor no peito, piora da indigestão ou azia e tosse ou rouquidão.

Tratamento

Linfadenectomia: Remoção cirúrgica de um linfonodo. Esôfago-gastrectomia: Remoção cirúrgica de parte do esôfago e do estômago. Esofagectomia: Remoção cirúrgica total ou parcial do esôfago. Quimioterapia: Mata as células que estão crescendo ou se multiplicando muito rapidamente. Radioterapia: Tratamento que utiliza raios-X e outros raios de alta energia para matar as células anormais.

Prevenção

Especialistas descobriram que dietas ricas em repolho, brócolis, couve-flor e frutas e legumes verdes podem ajudar a diminuir os riscos de desenvolver o câncer de esôfago.

2. Câncer de pâncreas

Esse tipo de câncer surge a partir do momento que as células do órgão começam a se multiplicar de forma descontrolada. O pâncreas é um órgão glandular localizado atrás do estômago e é responsável pela produção de vários hormônios importantes para o ser humano, como a insulina, glucagon, somatostatina e polipéptido pancreático que circulam na corrente sanguínea. Os casos de câncer de pâncreas raramente acontecem antes dos 40 anos e geralmente afetam pessoas acima dos 70. Nos Estados Unidos, 92% das pessoas diagnosticadas com esse tipo de câncer morrem em decorrência dos sintomas apresentados.

Sintomas

Não há sintomas nos estágios iniciais. Os estágios posteriores estão associados a sintomas, mas estes podem ser inespecíficos, como falta de apetite e perda de peso.

Tratamento

Duodenopancreatectomia: Uma cirurgia complexa para remover certos tipos de câncer, na qual parte do pâncreas, estômago e intestino é removida. Remoção do pâncreas: Remoção cirúrgica total ou parcial do pâncreas, a glândula que produz insulina. Quimioterapia: Mata as células que estão crescendo ou se multiplicando muito rapidamente. Radioterapia: Tratamento que utiliza raios-X e outros raios de alta energia para matar as células anormais.

Prevenção

Evitar o tabagismo, manter um estilo de vida e alimentação saudável, e aumentar o consumo de frutas, verduras e cereais integrais.

1. Diffuse Intrinsic Pontine Glioma (DIPG)

O Glioma Pontino Intrínseco Difuso (mais conhecido pela sigla em inglês DIPG), é um tumor localizado no tronco cerebral. Essa é a maior parte do cérebro, conectando o órgão com a medula espinhal.A maioria dos tumores do tronco encefálico ocorre nos pomos e a infiltração é difusa (eles crescem entre os nervos) e, portanto, não pode ser removido cirurgicamente. Glioma é um nome geral para qualquer tumor que surge do tecido de suporte chamado glia, que ajuda a manter os neurônios no lugar e a funcionar bem. O tronco cerebral contém todos os neurônios aferentes (entrantes) dentro da medula espinhal, bem como estruturas importantes envolvidas nos movimentos oculares e no controle e sensação do músculo facial e da garganta. Praticamente 100% das pessoas diagnosticadas com o DIPG morrem depois do diagnóstico. Apenas 1% dos pacientes consegue sobreviver por alguns anos.

Sintomas

Os pacientes que desenvolvem o DIPG não sobrevivem muito tempo para demonstrar sintomas específicos. Falência múltipla dos órgãos geralmente é a causa de morte associada.

Tratamento

ainda não há tratamentos comprovados para combater a DIPG. O uso de radiação (quimioterapia e radioterapia) já se mostraram eficazes em alguns casos, mas logo os sintomas voltam e evoluem rapidamente.

Prevenção

Infelizmente também não há métodos comprovados para prevenir o surgimento desse tipo de câncer. FONTE: https://ahduvido.com.br/os-20-tipos-de-canceres-mais-mortais/