Powered By Blogger

Total de visualizações de página

Postagens populares

Mostrando postagens com marcador TV. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador TV. Mostrar todas as postagens

sábado, 22 de julho de 2017

SUPER WI-FI: COMO AS FREQUÊNCIAS NÃO USADAS PELA TV PODEM LEVAR A INTERNET A LUGARES REMOTOS

Mais da metade da população mundial não tem acesso à internet - no Brasil, são mais de 70 milhões sem conexão à rede, segundo dados da União Internacional de Telecomunicações, das Nações Unidas. E, por mais surpreendente que possa parecer, a solução pode estar em uma tecnologia que chegou muito antes da revolução digital: a televisão analógica. A ideia é usar os chamados "espaços em branco" dos canais de televisão para levar a rede a esses 57% do globo que não têm internet (mais de 4 bilhões de pessoas). O nome oficial da tecnologia será Rede de Área Regional Sem Fio (WRAN, na sigla em inglês), mas ela já é informalmente conhecida como "super wi-fi". Basicamente, prevê ocupar as redes de televisão não utilizadas com um tipo de conexão wi-fi que conseguiria alcançar distâncias muito grandes. Essa não é a única iniciativa em curso para tentar mudar a situação de quem vive nas zonas mais rurais: o Google faz isso com o Projeto Loon, que coloca nos céus uma rede de balões, e o Facebook usa drones. Mas agora a Microsoft quer tomar a dianteira com o super wi-fi. Desde 2008, a companhia e outras empresas tentavam gerar o acesso à rede por meio dessa tecnologia, que é mais potente do que os sinais de celulares, já que pode "atravessar" melhor as paredes de cimento e outros obstáculos físicos.

Preencher os espaços em branco

A Microsoft anunciou no início de julho que usará os chamados "espaços em branco" dos canais para conectar as zonas mais remotas dos Estados Unidos à internet. A empresa é uma das primeiras a implementar essa tecnologia. Por enquanto, ela quer testá-la em solo americano e, caso se mostre eficaz, a exportá-la para outros lugares do mundo. O plano é explorar as bandas de frequência UHF que não são utilizadas para "acabar com a brecha tecnológica e estabelecer uma rede em áreas subdesenvolvidas", explicou a empresa de Seattle. "A Microsoft está trabalhando com sócios de todo o mundo para desenvolver tecnologias e modelos de negócio que facilitarão o acesso à internet para milhões de pessoas", declarou Paul Garnett, diretor de Iniciativas de Acesso a Preços Acessíveis da companhia. Mas não foi a Microsoft que inventou isso. Engenheiros da Universidade de Rice, em Houston (EUA) haviam testado a ideia pela primeira vez em 2015. "Devido à popularidade da televisão a cabo, satélite e internet, o UHF é uma das parte mais subutilizadas do espectro sem fio nos Estados Unidos", explicou o pesquisador principal da universidade à época, Edward Knightly. Agora, a empresa quer aproveitar essa possibilidade em 12 Estados do país - entre eles Arizona, Kansas, Nova York e Virgínia. Em entrevista ao jornal The New York Tumes, seu presidente, Brad Smith, classificou os espaços em branco como "a melhor solução para chegar aos 80% da população americana rural que não tem banda larga hoje em dia".

Vantagens

Mas o que a Microsoft e outras empresas que têm investido nessa causa ganham ao promover esse tipo de ação? Em primeiro lugar, mais de 24 milhões de "clientes em potencial" que poderão usar, uma vez conectados, seus serviços de nuvem, aplicativos e outras ferramentas digitais. E, além disso, elas podem ganhar prestígio de marca e popularidade. Para apoiar seu plano, a Microsoft começou negociações com reguladoras estatais para que elas possam garantir o uso dos canais de televisão para este fim e para que invistam na extensão da tecnologia em áreas rurais. Mas há ainda alguns obstáculos pelo caminho. Poucos fabricantes estão criando dispositivos compatíveis com essa tecnologia e alguns dos que podem ser usados custam pelo menos US$ 1 mil por unidade. A Associação Nacional de Radiodifusores dos Estados Unidos (NAB, na sigla em inglês) diz que há apenas 800 dispositivos compatíveis com o super wi-fi registrados pelos reguladores. "Os espaços em branco supõem uma oportunidade tremenda para ajudar na cobertura de radiodifusão nas áreas rurais e isso justifica o custo inicial dos fabricantes", disse Doug Brake, analista da Information Technology & Innovation Foundation (ITIF), uma organização sem fins lucrativos nos Estados Unidos. Outro desafio é a batalha interminável com emissoras de televisão, que garantem que o super wi-fi poderia prejudicar o funcionamento dos outros canais. "A Microsoft está há mais de uma década fazendo promessas sobre a tecnologia dos espaços em branco. Em que momento podemos finalmente concluir que ela é um fracasso?", escreveu Patrick McFadden, do Conselho Geral da NAB. Enquanto isso, a gigante garante que seu objetivo não é se tornar uma empresa de telecomunicações, mas que quer apenas conseguir que os dispositivos para usar essa tecnologia sejam mais acessíveis. Várias universidades americanas se mostraram favoráveis, mas falta muito para que o super wi-fi seja um padrão de mercado. Alguns de seus críticos a comparam com a falida WiMAX, que foi apresentada como a principal estratégia para alcançar as zonas rurais, mas depois se mostrou um fracasso. fonte: http://www.bbc.com/portuguese/geral-40650487

sábado, 28 de março de 2015

NOVO PENDRIVE DA INTEL TRANSFORMA QUALQUER TV EM PC WINDOWS OU LINUX

A Intel usou a CES 2015 para mostrar o seu novo e ainda inédito “Compute Stick”, um pendrive maior do que o normal feito para rodar o Windows 8 ou o Ubuntu Linux quando plugado em um monitor ou PC por meio de uma entrada HDMI. A ideia de colocar um sistema em um pendrive não é exatamente nova – o Windows to Go era mais direcionado para trabalhadores remotos, por exeplo. Mas a mais recente tentativa da Intel é uma mistura curiosa de hardware intrigante com algumas limitações. Fisicamente, o Compute Stick é construído em torno do processador quad-core Atom Z3735F Bay Trail de 1.86Mhz com a versão do Windows (preço sugerido de 129 dólares) vindo com 2GB de RAM e 12GB de armazenamento. Em termos de processamento, é uma espécie de mistura entre um tablet e uma set-top box. A versão para Ubuntu se vira com apenas 1GB de RAM e um armazenamento de 8GB, mas com o bônus de custar menos (89 dólares) – como o Linux sempre vence em questões financeiras. Uma entrada para MicroSD permite que o armazenamento seja aumentado, caso necessário. A unidade ainda possui uma entrada micro-USB do mesmo lado que traz a chave de ligar e uma entrada USB de tamanho normal. Também estão embutidos as conectividades WiFi (802.11n) e Bluetooth. Como muitas pessoas notaram na CES 2015, a ausência de entradas é uma limitação para qualquer aparelho que queira ser chamado de um PC completo. A Intel espera conseguir conectar o Compute Stick por meio do conector HDMI no futuro, o que parece uma dica para os consumidores finais esperarem pela segunda versão do produto. A Intel possui um histórico de aparecer com maneiras inteligentes de “embalar” o seu poder de processamento em pacotes inesperados que não acabam ficando terrivelmente importantes. Aliás, lembra do NUC (Next Unit of Computing)? Coincidentemente, a Intel lançou a segunda versão dessa plataforma, com mais processadores Broadwell. Então talvez o produto tenha um futuro, afinal de contas. Para ser justo, o objetivo da Intel com esses produtos não é criar tanto um mercado quanto é estimular outras empresas a continuarem esse trabalho. FONTE: idgnow.com.br/ti-pessoal/2015/01/09/novo-pendrive-da-intel-transforma-qualquer-tv-em-pc-windows-ou-linux

sexta-feira, 27 de junho de 2014

A TV ESTÁ TE MATANDO?

Se existe algum vilão ainda mais criticado do que o açúcar na era moderna, esse vilão é a TV. Acusada de tudo pelos cientistas – de fazer as crianças perderem o sono e irem pior na escola, de tornar as crianças mais fracas, de estar ligada a agressividade infantil, de aumentar o risco de doenças cardiovasculares, de fazer mal principalmente a crianças com menos de dois anos etc -, um novo estudo agora se junta ao coro já existente de pesquisas que dizem que a TV pode te matar, e sugere que ficar em frente a uma telinha por mais de três horas ao dia pode encurtar sua vida. O novo estudo contou com mais de 13.000 adultos aparentemente saudáveis na Espanha. Os que passaram mais de três horas por dia assistindo à televisão tinham o dobro do risco de morte precoce em comparação com aqueles que assistiram a menos de uma hora de TV por dia. Os participantes do estudo eram altamente educados, magros e ativos. A média de idade foi de 37 anos. Participantes com diabetes, doenças cardíacas ou câncer foram excluídos da pesquisa. Ao longo de aproximadamente oito anos, houve 97 mortes – 19 por doenças cardíacas, 46 por câncer e 32 devido a outras causas, como acidentes e doença renal ou hepática. Os pesquisadores então compararam o risco de morte com o tempo gasto em atividades sedentárias, como assistir TV, trabalhar em um computador e dirigir. Não foi encontrada nenhuma relação entre morte prematura e dirigir ou trabalhar em um computador, mas os riscos associados com assistir TV foram impressionantes. Para cada duas horas adicionais que uma pessoa gastou assistindo TV, o risco de morte por doenças do coração deu um salto de 44%, o risco de morte por câncer subiu 21% e o risco de morte prematura subiu 55% para todas as outras causas, em comparação com pessoas que disseram assistir menos de uma hora de TV por dia. CAUSA OU LIGAÇÃO? A TV não é exatamente uma assassina profissional que anda por aí com uma metralhadora atirando nas pessoas. Então como explicar esses resultados? Os cientistas se perguntaram se pessoas já gravemente doentes assistiam mais TV porque não eram fisicamente capazes de fazer outra coisa. Eles excluíram as 35 mortes que aconteceram nos três primeiros anos do estudo, na esperança de tirar essas pessoas da pesquisa – e os resultados só ficaram mais fortes. Então eles pensaram na possibilidade de que as pessoas tendem a consumir mais alimentos processados e bebidas açucaradas quando assistem TV, de modo que ajustaram os resultados para controlar os efeitos de lanches e bebidas açucaradas na saúde. Mais uma vez, os resultados só ficaram mais fortes. Eles continuaram a tentar eliminar coisas que podiam explicar as estatísticas, tais como tabagismo, idade, sexo, peso e se as pessoas seguiam ou não uma dieta mediterrânea (considerada uma das mais saudáveis pelos especialistas). Nada parecia afetar os resultados. Mas isso não significa nem prova que assistir muita TV leva a uma morte precoce; apenas demonstra que existe uma ligação entre as duas coisas. De acordo com o Dr. Lennert Veerman, pesquisador em saúde pública da Universidade de Queensland, na Austrália, a ligação entre a visualização de TV e morte precoce é, provavelmente, indireta. Quanto mais tempo as pessoas gastam assistindo TV, menos tempo têm para coisas que são conhecidas por prolongar a vida, como ver os amigos ou fazer exercício. Além disso, ele afirma que o estudo não incluiu alguns fatores potencialmente importantes, como saúde mental, desemprego e consumo de álcool. “Eu, pessoalmente, ainda acho que é mais provável que assistir TV seja um indicador de risco do que uma causa de morte”, disse Veerman. No entanto, se existe um acordo entre os todos os cientistas, é de que a melhor coisa que as pessoas podem fazer é minimizar seu tempo na frente telinha. FONTE: webmd.com/news/20140625/is-all-that-tv-killing-you

segunda-feira, 5 de maio de 2014

COMO FUNCIONA A TV A PLASMA

A grande inovação desse tipo de aparelho está na forma como são ativados os pixels, os pequenos pontos luminosos que formam a imagem na tela. Na televisão tradicional, isso é feito por um feixe de elétrons, que é emitido dentro de um grande tubo – por isso o aparelho tem muita profundidade. Já no novo modelo, os pixels são minúsculas lâmpadas fluorescentes que contêm em seu interior plasma, um gás carregado eletricamente que dá nome ao aparelho. Como as microlâmpadas têm espessura equivalente à de um fio de cabelo, o aparelho tem uma estrutura extremamente compacta, parecendo um quadro para pendurar na parede. Além de reduzir a profundidade da TV para poucos centímetros, a nova tecnologia ainda aumentou a resolução da imagem em quase sete vezes. Outras vantagens são a tela plana, que evita distorções, e as imagens com mais cores e brilho, além de menos problemas de reflexo. Entretanto, o princípio usado para formar as imagens é basicamente o mesmo nas duas televisões. Os pixels, distribuídos em linhas horizontais, da esquerda para direita, e de cima para baixo, não são ativados todos de uma só vez. Assim, cada quadro da tela leva pouco mais de um milésimo de segundo para ser completado. E é exatamente essa seqüência de surgimento dos quadros que cria a ilusão de movimento. COMPARAÇÃO DESIGUAL
1. Uma peça chamada cátodo emite um feixe de elétrons rumo à tela. A luz criada pelo feixe aciona os pixels na tela, que têm três cores: vermelha, verde e azul. Dependendo da luz que cada cor recebe, forma-se um ponto na tela e a soma de todos eles compõe a imagem 2. Tudo isso ocorre no tubo da TV. Mas é preciso haver espaço interno para que o feixe de elétrons seja desviado por um campo magnético (controlado pelos sinais da emissora) e consiga varrer a tela toda. Quanto maior a tela, maior tem que ser o tubo
TV A PLASMA
1. O feixe de elétrons foi substituído por microlâmpadas, dispostas lado a lado, formando uma grade próxima à tela. Cada lâmpada é um pixel e tem uma cor própria (vermelha, verde ou azul). As lâmpadas são acionadas por eletrodos ligados a uma placa de vídeo, que recebe os sinais da emissora 2. Cada lâmpada possui em seu interior uma mistura de gases. Quando recebem o comando da placa de vídeo, os eletrodos de um pixel liberam elétrons que se chocam contra os átomos da mistura gasosa, transformando-a em plasma, ou seja, um gás com partículas carregadas eletricamente 3. Essas partículas são atraídas por outras partículas de carga oposta e começam a se chocar, liberando luz ultravioleta, invisível ao olho humano. A luz ultravioleta bate numa camada de fósforo da lâmpada e, aí sim, surge uma luminosidade visível. Ou seja, um dos milhares de pixels da TV foi acionado para ajudar a compor a imagem na tela
FONTE:Mundo Estranho