A grande inovação desse tipo de aparelho está na forma como são ativados os pixels, os pequenos pontos luminosos que formam a imagem na tela. Na televisão tradicional, isso é feito por um feixe de elétrons, que é emitido dentro de um grande tubo – por isso o aparelho tem muita profundidade. Já no novo modelo, os pixels são minúsculas lâmpadas fluorescentes que contêm em seu interior plasma, um gás carregado eletricamente que dá nome ao aparelho. Como as microlâmpadas têm espessura equivalente à de um fio de cabelo, o aparelho tem uma estrutura extremamente compacta, parecendo um quadro para pendurar na parede.
Além de reduzir a profundidade da TV para poucos centímetros, a nova tecnologia ainda aumentou a resolução da imagem em quase sete vezes. Outras vantagens são a tela plana, que evita distorções, e as imagens com mais cores e brilho, além de menos problemas de reflexo. Entretanto, o princípio usado para formar as imagens é basicamente o mesmo nas duas televisões.
Os pixels, distribuídos em linhas horizontais, da esquerda para direita, e de cima para baixo, não são ativados todos de uma só vez. Assim, cada quadro da tela leva pouco mais de um milésimo de segundo para ser completado. E é exatamente essa seqüência de surgimento dos quadros que cria a ilusão de movimento.
COMPARAÇÃO DESIGUAL
1. Uma peça chamada cátodo emite um feixe de elétrons rumo à tela. A luz criada pelo feixe aciona os pixels na tela, que têm três cores: vermelha, verde e azul. Dependendo da luz que cada cor recebe, forma-se um ponto na tela e a soma de todos eles compõe a imagem
2. Tudo isso ocorre no tubo da TV. Mas é preciso haver espaço interno para que o feixe de elétrons seja desviado por um campo magnético (controlado pelos sinais da emissora) e consiga varrer a tela toda. Quanto maior a tela, maior tem que ser o tubo
TV A PLASMA
1. O feixe de elétrons foi substituído por microlâmpadas, dispostas lado a lado, formando uma grade próxima à tela. Cada lâmpada é um pixel e tem uma cor própria (vermelha, verde ou azul). As lâmpadas são acionadas por eletrodos ligados a uma placa de vídeo, que recebe os sinais da emissora
2. Cada lâmpada possui em seu interior uma mistura de gases. Quando recebem o comando da placa de vídeo, os eletrodos de um pixel liberam elétrons que se chocam contra os átomos da mistura gasosa, transformando-a em plasma, ou seja, um gás com partículas carregadas eletricamente
3. Essas partículas são atraídas por outras partículas de carga oposta e começam a se chocar, liberando luz ultravioleta, invisível ao olho humano. A luz ultravioleta bate numa camada de fósforo da lâmpada e, aí sim, surge uma luminosidade visível. Ou seja, um dos milhares de pixels da TV foi acionado para ajudar a compor a imagem na tela
FONTE:Mundo Estranho
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segunda-feira, 5 de maio de 2014
COMO FUNCIONA A TV A PLASMA
A grande inovação desse tipo de aparelho está na forma como são ativados os pixels, os pequenos pontos luminosos que formam a imagem na tela. Na televisão tradicional, isso é feito por um feixe de elétrons, que é emitido dentro de um grande tubo – por isso o aparelho tem muita profundidade. Já no novo modelo, os pixels são minúsculas lâmpadas fluorescentes que contêm em seu interior plasma, um gás carregado eletricamente que dá nome ao aparelho. Como as microlâmpadas têm espessura equivalente à de um fio de cabelo, o aparelho tem uma estrutura extremamente compacta, parecendo um quadro para pendurar na parede.
Além de reduzir a profundidade da TV para poucos centímetros, a nova tecnologia ainda aumentou a resolução da imagem em quase sete vezes. Outras vantagens são a tela plana, que evita distorções, e as imagens com mais cores e brilho, além de menos problemas de reflexo. Entretanto, o princípio usado para formar as imagens é basicamente o mesmo nas duas televisões.
Os pixels, distribuídos em linhas horizontais, da esquerda para direita, e de cima para baixo, não são ativados todos de uma só vez. Assim, cada quadro da tela leva pouco mais de um milésimo de segundo para ser completado. E é exatamente essa seqüência de surgimento dos quadros que cria a ilusão de movimento.
COMPARAÇÃO DESIGUAL
1. Uma peça chamada cátodo emite um feixe de elétrons rumo à tela. A luz criada pelo feixe aciona os pixels na tela, que têm três cores: vermelha, verde e azul. Dependendo da luz que cada cor recebe, forma-se um ponto na tela e a soma de todos eles compõe a imagem
2. Tudo isso ocorre no tubo da TV. Mas é preciso haver espaço interno para que o feixe de elétrons seja desviado por um campo magnético (controlado pelos sinais da emissora) e consiga varrer a tela toda. Quanto maior a tela, maior tem que ser o tubo
TV A PLASMA
1. O feixe de elétrons foi substituído por microlâmpadas, dispostas lado a lado, formando uma grade próxima à tela. Cada lâmpada é um pixel e tem uma cor própria (vermelha, verde ou azul). As lâmpadas são acionadas por eletrodos ligados a uma placa de vídeo, que recebe os sinais da emissora
2. Cada lâmpada possui em seu interior uma mistura de gases. Quando recebem o comando da placa de vídeo, os eletrodos de um pixel liberam elétrons que se chocam contra os átomos da mistura gasosa, transformando-a em plasma, ou seja, um gás com partículas carregadas eletricamente
3. Essas partículas são atraídas por outras partículas de carga oposta e começam a se chocar, liberando luz ultravioleta, invisível ao olho humano. A luz ultravioleta bate numa camada de fósforo da lâmpada e, aí sim, surge uma luminosidade visível. Ou seja, um dos milhares de pixels da TV foi acionado para ajudar a compor a imagem na tela
FONTE:Mundo Estranho
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