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segunda-feira, 9 de junho de 2014
CIENTISTAS DESCOBREM O PLASMA QUE PROTEGE A TERRA DE TEMPESTADES SOLARES
Cientistas norte-americanos conseguiram identificar um rio de plasma que serve como uma capa de proteção para Terra. É sabido que a parte mais intensa do fluxo de partículas vindas do Sol é detida pela magnetosfera, um campo magnético que ajuda a estabilizar as cargas dos ventos solares.
Até então, acreditava-se que a intensidade desse processo dependia da magnitude do vento solar. Porém, os últimos estudos conseguiram demonstrar que a plasmasfera também participa desta interação.
Quando a magnetosfera sofre um forte impacto de vento solar, uma porção de plasma frio se desloca até o limite do campo magnético mais próximo do Sol. Desta forma, ocorre um aumento na massa de matéria na região que interage com o vento solar, reduzindo sensivelmente a reconexão magnética.
A equipe do Professor John Foster, do Observatório Haystack no Instituto Tecnológico de Massachusetts, analisou sinais de GPS fornecidos por satélite e distorcidos em função das tormentas magnéticas. Depois, comparando com os sinais dos satélites que estudam o comportamento das auroras boreais, puderam registrar um fluxo de plasma se movimentando durante a tempestade solar que ocorreu na Terra em janeiro de 2013.
Finalmente, os cientistas concluíram que, apesar do campo magnético da Terra ajudar a protegê-la, o plasma que flui no espaço e retarda o processo de reconexão é essencial para que a radiação do Sol em nosso planeta não seja tão devastadora.
fonte:noticias.seuHistory.com
segunda-feira, 5 de maio de 2014
COMO FUNCIONA A TV A PLASMA
A grande inovação desse tipo de aparelho está na forma como são ativados os pixels, os pequenos pontos luminosos que formam a imagem na tela. Na televisão tradicional, isso é feito por um feixe de elétrons, que é emitido dentro de um grande tubo – por isso o aparelho tem muita profundidade. Já no novo modelo, os pixels são minúsculas lâmpadas fluorescentes que contêm em seu interior plasma, um gás carregado eletricamente que dá nome ao aparelho. Como as microlâmpadas têm espessura equivalente à de um fio de cabelo, o aparelho tem uma estrutura extremamente compacta, parecendo um quadro para pendurar na parede.
Além de reduzir a profundidade da TV para poucos centímetros, a nova tecnologia ainda aumentou a resolução da imagem em quase sete vezes. Outras vantagens são a tela plana, que evita distorções, e as imagens com mais cores e brilho, além de menos problemas de reflexo. Entretanto, o princípio usado para formar as imagens é basicamente o mesmo nas duas televisões.
Os pixels, distribuídos em linhas horizontais, da esquerda para direita, e de cima para baixo, não são ativados todos de uma só vez. Assim, cada quadro da tela leva pouco mais de um milésimo de segundo para ser completado. E é exatamente essa seqüência de surgimento dos quadros que cria a ilusão de movimento.
COMPARAÇÃO DESIGUAL
1. Uma peça chamada cátodo emite um feixe de elétrons rumo à tela. A luz criada pelo feixe aciona os pixels na tela, que têm três cores: vermelha, verde e azul. Dependendo da luz que cada cor recebe, forma-se um ponto na tela e a soma de todos eles compõe a imagem
2. Tudo isso ocorre no tubo da TV. Mas é preciso haver espaço interno para que o feixe de elétrons seja desviado por um campo magnético (controlado pelos sinais da emissora) e consiga varrer a tela toda. Quanto maior a tela, maior tem que ser o tubo
TV A PLASMA
1. O feixe de elétrons foi substituído por microlâmpadas, dispostas lado a lado, formando uma grade próxima à tela. Cada lâmpada é um pixel e tem uma cor própria (vermelha, verde ou azul). As lâmpadas são acionadas por eletrodos ligados a uma placa de vídeo, que recebe os sinais da emissora
2. Cada lâmpada possui em seu interior uma mistura de gases. Quando recebem o comando da placa de vídeo, os eletrodos de um pixel liberam elétrons que se chocam contra os átomos da mistura gasosa, transformando-a em plasma, ou seja, um gás com partículas carregadas eletricamente
3. Essas partículas são atraídas por outras partículas de carga oposta e começam a se chocar, liberando luz ultravioleta, invisível ao olho humano. A luz ultravioleta bate numa camada de fósforo da lâmpada e, aí sim, surge uma luminosidade visível. Ou seja, um dos milhares de pixels da TV foi acionado para ajudar a compor a imagem na tela
FONTE:Mundo Estranho
sábado, 22 de março de 2014
CIENTISTAS DESCOBREM O PLASMA QUE PROTEGE A TERRA DE TEMPESTADES SOLARES
Cientistas norte-americanos conseguiram identificar um rio de plasma que serve como uma capa de proteção para Terra. É sabido que a parte mais intensa do fluxo de partículas vindas do Sol é detida pela magnetosfera, um campo magnético que ajuda a estabilizar as cargas dos ventos solares.
Até então, acreditava-se que a intensidade desse processo dependia da magnitude do vento solar. Porém, os últimos estudos conseguiram demonstrar que a plasmasfera também participa desta interação.
Quando a magnetosfera sofre um forte impacto de vento solar, uma porção de plasma frio se desloca até o limite do campo magnético mais próximo do Sol. Desta forma, ocorre um aumento na massa de matéria na região que interage com o vento solar, reduzindo sensivelmente a reconexão magnética.
A equipe do Professor John Foster, do Observatório Haystack no Instituto Tecnológico de Massachusetts, analisou sinais de GPS fornecidos por satélite e distorcidos em função das tormentas magnéticas. Depois, comparando com os sinais dos satélites que estudam o comportamento das auroras boreais, puderam registrar um fluxo de plasma se movimentando durante a tempestade solar que ocorreu na Terra em janeiro de 2013.
Finalmente, os cientistas concluíram que, apesar do campo magnético da Terra ajudar a proteger a vida sobre sua superfícies, o plasma que flui no espaço e retarda o processo de reconexão é essencial para que a radiação do Sol em nosso planeta não seja tão devastadora
FONTES: http://noticias.seuhistory.com; http://issoeofim.blogspot.com.br
domingo, 30 de setembro de 2012
FOGUETE DE PLASMA PODE ENCURTAR VIAGENS ESPACIAIS
Um foguete de plasma que está sendo construído pela Nasa como um “estepe” para outro (que deve ir à Estação Espacial Internacional) pode ganhar uma missão própria: visitar um asteróide.
O foguete foi batizado de Vasimr (sigla em inglês para Foguete de Magnetoplasma com Impulso Específico Variado). Segundo cientistas, ele poderia levar astronautas até Marte, por exemplo, em uma velocidade muito superior, fazendo em 45 dias um percurso que, agora, demoraria nove meses.
Viagens espaciais mais rápidas não poupam só o tempo dos astronautas como, também, são mais seguras – elas diminuiriam a exposição à radiação espacial que, atualmente, é o que impede que nós visitemos Marte.
Chegar até um asteróide pode ser o teste final para a tecnologia usada no Vasmir, que usa ondas de rádio para ionizar o combustível (argônio, xenônio ou hidrogênio), resultando em plasma com temperaturas 20 vezes mais quentes do que a superfície do Sol.
O lançamento do novo foguete está previsto para 2014. Criadores do Vasmir afirmam que o transporte espacial do futuro será esse.
Fonte: MSNBC
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