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sábado, 10 de janeiro de 2015

CIENTISTAS PROVAM QUE A ALMA PODE SAIR E OBSERVAR O CORPO

Cientistas provam que a alma pode sair e observar o corpo num estudo que com mais de 70 casos de pessoas que estiveram clinicamente mortas. Na Holanda, cientistas e pesquisadores elaboraram um estudo onde revelam que a alma pode sair e observar o corpo. Para chegar a essa conclusão, os cientistas estudaram mais de 70 casos de pessoas que relataram esse tipo de experiências durante o período em que estiveram clinicamente mortas. Um dos casos mais impressionantes relatado na pesquisa é o de um paciente clinicamente morto durante 20 minutos numa cirurgia cardíaca. Se o seu regresso à vida surpreendeu médicos, aquilo que ele contou em seguida deixou-os ainda mais perplexos. O paciente descreveu que "saiu de seu corpo" e soube indicar com precisão a posição específica de cada um dos médicos durante o período em que estava morto, além de ser capaz de enumera outros fatos relevantes que aconteceram na sala no mesmo período. Os médicos responsáveis pelos estudos foram Titus Rivas, Anny Adrien e Rudolf Smit, que publicaram um livro sobre a temática, que até ao momento apenas se encontra disponível em holandês e se chama "Wat een stervend brein niet kan", ou "O que um cérebro morrendo é capaz de fazer". No livro, eles explicam os casos e concluem que diante destas evidências é impossível negar a ausência do paciente do seu corpo durante a morte clínica. No entanto, esta ideia ainda não é bem aceite na comunidade científica. O número reduzido de casos e a falta de comprovação evidente de que as almas dos pacientes estiveram fora de seus corpos faz com que muitos cientistas sejam cépticos. Nessas circunstâncias poucos dão valor aos depoimentos dos pacientes sobre as situações que vivenciaram. FONTE: https://br.noticias.yahoo.com/blogs/eita/cientistas-atestam-que-nossa-alma-pode-deixar-o-corpo-e-observá-lo-135252335.html

domingo, 6 de julho de 2014

ILHA DESAPARECE EM TITÂ E INTRIGA CIENTISTAS

Uma equipe internacional de cientistas está investigando um objeto misterioso que apareceu e desapareceu da superfície de um lago gigante de Titã, o maior satélite natural de Saturno. Ano passado, quando a sonda Cassini, da NASA, passou perto de Titã, a maior lua de Saturno, captou uma imagem sem precedentes. Os cientistas puderam observar uma estranha mancha branca sobre Ligeia, um mar de 150 metros de profundidade, que se estende por centenas de quilômetros no hemisfério norte de Titã. Entretanto, em imagens anteriores, tiradas em 2007 e 2009, essa a mancha não aparece. Os pesquisadores supõem se tratar de um iceberg desprendido da costa, ou um efeito gerado pela irrupção de bolhas e ondas sobre a superfície normalmente calma. Por não saber ao certo, os astrônomos definiram o raro objeto nas imagens como “a ilha misteriosa”, até saberem com clareza o que é. “No momento, não estamos seguros de sua origem, pois possuímos apenas uma imagem que mostra o objeto. Mas certamente não é algo que se costuma ver em Titã”, afirma Jason Hofgartner, astrônomo da Universidade Cornell, em Nova York.“A única coisa que podemos dizer com certeza é que temos que retornar à Titã, mas, desta vez, com uma nave, para que possamos ver exatamente o que está acontecendo nos mares deste lugar incrível”, acrescenta John Zarnecki, professor de ciência espacial da Open University, do Reino Unido. Fora de nosso planeta, Titã é o único lugar de conhecimento da ciência que contém líquidos estáveis, fluindo sobre a superfície, seja na forma de lagos e mares ou de precipitações. FONTE:History

segunda-feira, 30 de junho de 2014

CIENTISTAS DESCOBRIRAM FRATURA TECTÔNICA EM FORMAÇÃO AO LARGO DA COSTA PORTUGUESA

Um "embrião" de placa tectônica foi detectado a sudoeste de Portugal Elliot Lim e Jesse Varner, CIRES/NOAA/NGDC Após os grandes terramotos de 1755 e 1969 em Portugal, já se suspeitava que algo estivesse a acontecer no fundo do Atlântico, próximo da Península Ibérica. Agora, cientistas portugueses, australianos e franceses afirmam ter descoberto os primeiros indícios desse fenômeno. A descoberta de uma zona de subducção nas suas primeiríssimas fases de formação, ao largo da costa de Portugal, acaba de ser anunciada por um grupo internacional de cientistas liderados por João Duarte, geólogo português a trabalhar na Universidade de Monash, na Austrália. A confirmar-se que o fenômeno, em que uma placa tectônica da Terra mergulha debaixo de outra, está mesmo a começar a acontecer, como concluem estes cientistas num artigo publicado online pela revista Geology, isso significa que, daqui a uns 200 milhões de anos, o Oceano Atlântico poderá vir a desaparecer e as massas continentais de Europa e América a juntar-se num novo supercontinente. João Duarte e a sua equipa de Monash, juntamente com Filipe Rosas, Pedro Terrinha e António Ribeiro, da Universidade de Lisboa e do Instituto Português do Mar e da Atmosfera – e ainda Marc-André Gutcher, da Universidade de Brest (França) – detectaram os primeiros indícios de que a margem Sudoeste Ibérica – uma margem “passiva” do Atlântico, isto é, onde aparentemente nada acontecia –, está na realidade a tornar-se ativa, explica em comunicado aquela universidade australiana. A formação da fractura foi detectada através do mapeamento pelos cientistas, ao longo de oito anos, do fundo do oceano nessa zona. “Detectamos os primórdios da formação de uma margem ativa – que é como uma zona de subducção embrionária”, diz João Duarte, citado no mesmo comunicado. E o investigador salienta que a atividade sísmica significativa patente naquela zona, incluindo o terramoto de 1755 que devastou Lisboa, já fazia pensar que estivesse a produzir-se aí uma convergência tectônica. A existência desta zona de subducção incipiente ao largo de Portugal poderá indiciar que a geografia dos atuais continentes irá evoluir, ao longo dos próximos 220 milhões de anos, com a Península Ibérica a ser empurrada em direção aos Estados Unidos. Este tipo de fenômeno já terá acontecido três vezes ao longo de mais de quatro mil milhões de anos de história do nosso planeta, com o movimento das placas tectônicas a partir antigos supercontinentes (como o célebre Pangeia, que reunia todos os continentes atuais) e a abrir oceanos entre as várias massas continentais resultantes. O processo de formação da nova zona de subducção deverá demorar cerca de 20 milhões de anos, fornecendo aos cientistas uma “oportunidade única” de observar o fenômeno de ativação tectônica. Fonte: http://www.publico.pt/ciencia/noticia/cientistas-descobriram-fractura-tectonica-em-formacao-ao-largo-da-costa-portuguesa-1597634

sábado, 14 de junho de 2014

CIENTISTAS MAPEIAM O TRIÂNGULO DAS BERMUDAS DO ESPAÇO

Uma região sobre o Brasil se tornou notória por falhas de satélites, luzes estranhas e outros fenômenos. Triângulo das Bermudas, como é conhecido a área do Atlântico Norte em que vários navios e aviões desapareceram em circunstâncias misteriosas, parece competir com outra região da América do Sul que está provando ser tão problemática quando o lendário local. Conhecido como Anomalia do Atlântico Sul, a área tem sido associada com falhas de satélites e naves espaciais durante anos. O Telescópio Espacial Hubble já teria sofrido problemas em seus instrumentos ao passar sobre da região, os computadores a bordo da Estação Espacial Internacional têm relatado falhas e alguns astronautas já puderam testemunhar estranhas luzes piscando. A causa destes problemas é um ponto fraco no campo magnético da Terra, resultando em um aumento de partículas energéticas, expondo satélites que orbitam a níveis anormais de radiação quando eles passam por cima. Cientistas na Itália conseguiram mapear as fronteiras da anomalia e descobriram que ele parece estar se movendo para o leste a uma velocidade de 37 quilômetros por ano. No entanto, nenhum residente da Terra deve se preocupar com o excesso de radiação pois a mesma só afeta objetos a uma altura de 200 km ou mais. FONTE:arquivoufo

segunda-feira, 9 de junho de 2014

CIENTISTAS DESCOBREM O PLASMA QUE PROTEGE A TERRA DE TEMPESTADES SOLARES

Cientistas norte-americanos conseguiram identificar um rio de plasma que serve como uma capa de proteção para Terra. É sabido que a parte mais intensa do fluxo de partículas vindas do Sol é detida pela magnetosfera, um campo magnético que ajuda a estabilizar as cargas dos ventos solares. Até então, acreditava-se que a intensidade desse processo dependia da magnitude do vento solar. Porém, os últimos estudos conseguiram demonstrar que a plasmasfera também participa desta interação. Quando a magnetosfera sofre um forte impacto de vento solar, uma porção de plasma frio se desloca até o limite do campo magnético mais próximo do Sol. Desta forma, ocorre um aumento na massa de matéria na região que interage com o vento solar, reduzindo sensivelmente a reconexão magnética. A equipe do Professor John Foster, do Observatório Haystack no Instituto Tecnológico de Massachusetts, analisou sinais de GPS fornecidos por satélite e distorcidos em função das tormentas magnéticas. Depois, comparando com os sinais dos satélites que estudam o comportamento das auroras boreais, puderam registrar um fluxo de plasma se movimentando durante a tempestade solar que ocorreu na Terra em janeiro de 2013. Finalmente, os cientistas concluíram que, apesar do campo magnético da Terra ajudar a protegê-la, o plasma que flui no espaço e retarda o processo de reconexão é essencial para que a radiação do Sol em nosso planeta não seja tão devastadora. fonte:noticias.seuHistory.com

quarta-feira, 28 de maio de 2014

PRODUTOS QUÍMICOS NO SABÃO PODEM CAUSAR INFERTILIDADE MASCULINA, AFIRMAM CIENTISTAS

Produtos químicos em produtos domésticos comuns, como pasta de dentes, sabão e brinquedos de plástico têm um impacto direto no esperma humano, que poderia ajudar a explicar o aumento dos níveis de infertilidade masculina, os cientistas descobriram. Foto por Desiitaly, via FlickrUm em cada três "não-tóxicos" produtos químicos utilizados na fabricação de itens de uso diário afetou significativamente a potência de células de esperma, o que pode explicar a alta incidência de infertilidade inexplicada na população humana, disseram os pesquisadores. É a primeira vez que um estudo encontrou um efeito direto dos muitos onipresentes produtos químicos sintéticos no ambiente em uma função vital do esperma humano. Os resultados irá aumentar mais as preocupações sobre a toxicidade de produtos químicos escondidos considerados seguros por exames toxicológicos. Mas os pesquisadores acreditam ter desenvolvido uma nova maneira de testar o impacto de produtos químicos domésticos no esperma humano, que vai permitir que as autoridades regulatórias da Europa para decidir se a proibir ou impor restrições à sua utilização em determinados produtos. O estudo foi parte de uma pesquisa mais ampla sobre os chamados "desreguladores endócrinos" produtos químicos que há vários anos têm sido associadas com o declínio a contagem de espermatozóides e infertilidade masculina generalizada. Em alguns casos, esses produtos químicos são pensados ​​para imitar os hormônios sexuais femininos - estrogénios - e em outros casos, agir como anti-andrógenos, os hormônios sexuais masculinos, interferindo assim com o sistema reprodutor masculino. No entanto, os cientistas descobriram que um em cada três comuns produtos químicos domésticos encontrados em produtos como protetores solares, detergentes e plásticos diretamente sabotado comportamento de natação do esperma humano e os fez lançar prematuramente as enzimas críticas necessárias para penetrar e fertilizar o óvulo - que seria tornar o infértil espermatozóides. Descobriram também que as concentrações necessárias para provocar essas reacções adversas foram semelhantes aos níveis muito baixos normalmente encontrados no interior do corpo humano.Além disso, eles mostraram pela primeira vez que houve um efeito "cocktail", em que um certo número de produtos químicos trabalhado em conjunto para amplificar os seus efeitos individuais. "Pela primeira vez, nós mostramos uma ligação direta entre a exposição aos desreguladores endócrinos de produtos industriais e os efeitos adversos sobre a função do esperma humano", o professor Niels Skakkebaek, do Hospital da Universidade de Copenhague, na Dinamarca, disse. "Na minha opinião, os nossos resultados são claramente de preocupação como alguns desreguladores endócrinos são possivelmente mais perigoso do que se pensava anteriormente. No entanto, ele continua a ser visto a partir de estudos clínicos futuros se os nossos resultados podem explicar reduzida fertilidade casal que é muito comum nas sociedades modernas, "Professor Skakkebaek disse ao The Independent. Professor Skakkebaek foi pioneira na investigação científica da crescente infertilidade masculina. Em 1991, ele produziu a primeira evidência de que a contagem de espermatozóides humanos caíram em quase 50 por cento em menos de 50 anos - baixa contagem de espermatozóides são uma das principais causas de infertilidade masculina. Alguns anos depois, os cientistas descobriram que algumas substâncias químicas comuns têm um efeito "estrogénica" ou "anti-androgênica" no sistema reprodutor masculino, o que pode ser particularmente importante no desenvolvimento de fetos masculinos no útero durante os críticos primeiros seis meses quando os tecidos reprodutivos formulário. No entanto, as pesquisas mais recentes, publicadas em relatórios EMBO e realizado com Timo Strünker do Centro de Estudos Europeus Avançados e Pesquisa em Bonn, na Alemanha, descobriram que 30 dos 96 produtos químicos domésticos comuns teve um efeito direto sobre a proteína "CatSper", que controla a motilidade das células do esperma, ou natação agilidade, e sua capacidade para entrar no óvulo para provocar a fertilização. "Nós encontramos uma forma completamente nova em que desreguladores endócrinos pode afetar a reprodução humana por interação direta com esperma humano", disse o professor Skakkebaek. Relativamente baixas concentrações das substâncias químicas - o que anteriormente se pensava ser demasiado baixo para causar um efeito - provocou a reação CatSper em estudos de proveta. "Em fluidos do corpo humano, não se encontra um dos poucos produtos químicos particulares, mas cocktails químicos bastante complexos, com muitas substâncias químicas diferentes de desregulação endócrina em concentrações muito baixas. Nós tentamos imitar essa situação em nossas experiências ", disse o Dr. Strünker. "Quando misturados o coquetel, apesar da extremamente baixa concentração de seus ingredientes, evoca respostas grandes e consideráveis ​​no esperma. Assim, nas misturas complexas [química] cooperam para interferir com a função do esperma. Este não foi mostrada antes. " Pessoas ingerir esses produtos químicos todos os dias ou pelo consumo de alimentos e bebidas contaminados com eles ou por absorvê-los através da pele em produtos de cuidados pessoais, tais como protetores solares e sabonetes. O professor Richard Sharpe, um cientista sênior da Unidade de Ciências Reprodutivas do Medical Research Council Humanos em Edimburgo, disse: "Este estudo parece abrir-se uma nova dimensão dos efeitos potenciais de estilo de vida comum ou produtos químicos ambientais sobre a fertilidade masculina." FONTE:http://www.independent.co.uk/news/science/chemicals-in-soap-can-cause-male-infertility-claim-scientists-9353159.html

CIENTISTAS RUSSOS DESENVOLVEM APARELHO SINGULAR PARA TRATAMENTO DOS RINS

Cientistas da cidade siberiana de Tomsk desenvolveram um aparelho singular para o tratamento da litíase urinária, que destrui pedras nos rins com a ajuda de nano-impulsos. O aparelho não tem análogos no mundo pela eficácia e segurança da ação, afirmam seus autores do Instituto de Física de Resistência de Materiais de Tomsk. No tratamento da litíase urinária são aplicados hoje duas técnicas diferentes. Uma delas exige uma intervenção cirúrgica para extrair pedras e outra supõe influir em depósitos de minerais sem a ajuda do bisturi. A influência pode ser exercida através de métodos sem contato ou com contato, sendo os primeiros menos eficazes, disse à Voz da Rússia o chefe de laboratório do Instituto de Física de Resistência de Materiais de Tomsk, Marat Lerner: “No exterior encontra-se uma fonte de ondas de choque que atravessam o corpo do paciente e influem no cálculo, destruindo-o. Posteriormente, os fragmentos de pedra se evacuam com a urina. Esta técnica não é muito boa, porque a onda de choque atravessa órgãos humanos, podendo provocar várias consequências, inclusive um diabetes sacarino”. Os métodos de contato são considerados menos vulneráveis. Neste caso, uma sonda muito fina se introduz através de certos órgãos humanos ou punção no corpo e influi na pedra. Atualmente, são utilizadas amplamente sondas de laser que, porém, são muito caras e também tem seus defeitos: podem provocar traumatismos e devem ser aplicados durante muito tempo. Cientistas de Tomsk conseguiram resolver estes problemas. O aparelho desenvolvido não apenas custa menos, mas também utiliza um método físico absolutamente novo: a fragmentação por impulsos elétricos de duração de nano-segundos, continua Marat Lerner: “Hoje em dia, este aparelho é a mais eficaz pelo tempo e pela própria fragmentação. O aparelho de laser funciona durante horas, porque faz evaporizar pouco a pouco o cálculo. O nosso gasta menos de um minuto e, em comparação com as sondas de laser, é menos traumático. Lá onde o aparelho de laser faz furo ou queimadura no tecido, o nosso deixa muito menores danos no corpo, o que é confirmado por dados histológicos”. Aparelhos de cientistas de Tomsk recomendaram-se bem em clínicas russas e provocaram interesse no estrangeiro. Mas é necessário um certificado europeu para entrar no mercado mundial. No ano em curso, os autores do aparelho pretendem aperfeiçoar seu invento com a assistência da corporação Rosnano, para fazê-lo corresponder às exigências deste certificado. FONTE:http://portuguese.ruvr.ru/2014_04_16/

quarta-feira, 21 de maio de 2014

CIENTISTAS AFIRMAM QUE ALIENS EXISTEM NO FUNDO DOS OCEANOS

Cientistas franceses afirmam que minúsculos "alienígenas" vivem no fundo dos nossos oceanos. As formas de vida chamadas de poliquetas vivem em profundidades de mais de 1.000 metros abaixo da superfície da água, onde não chegam raios solares. As criaturas, que medem pouco mais de dois ou três centímetros de comprimento, fazem parte de um ecossistema que era desconhecido até há 40 anos. Mas desde os anos 1970, a evolução tecnológica permitiu a exploração cada vez mais profunda do mundo marinho. Em vez de uma terra despovoada, foram descobertas diversas comunidades de criaturas que vivem em torno das fontes hidrotermais. Mais popularmente conhecido como 'fumantes', as fontes hidrotermais são rachaduras no fundo do mar, normalmente encontrada em torno de zonas de terremoto, vulcões e bordas das placas tectônicas. Elas liberam água superaquecida e um coquetel de produtos químicos que servem de abrigo para criaturas como as poliquetas. Fontes: O Dia/ DailyMail

sexta-feira, 16 de maio de 2014

CIENTISTAS TRANSFORMA BACTÉRIAS EM UM SUPER HD DE COMPUTADOR

Você pode até se encolher com a mera menção da bactéria E. Coli por causa das doenças terríveis que ela causa. Mas cientistas chineses criaram um uso mais agradável para as “bichinhas” – transformaram as bactérias em unidades de armazenamento de memória. Os pesquisadores encontraram uma forma de armazenar informação no DNA das bactérias que faz com que um grama de E. Coli seja capaz de armazenar a mesma quantidade de dados do que 450 hard drives de dois terabytes. O bioarmazenamento, como é conhecida essa técnica, pode parecer surpreendente, mas não é uma técnica nova. A tecnologia já está circulando por aí durante a última década inteira. Mas as tentativas de colocar informações no DNA de outros seres não foi levada adiante – por exemplo, alguns anos atrás uma equipe de cientistas japoneses colocou a teoria da relatividade de Einstein no DNA de bactérias, mas não pesquisou aplicações mais relevantes para o nosso dia a dia. Agora os cientistas chineses mostraram que não apenas texto, mas imagens, sons e vídeos podem ser armazenados nas células. Os dados são comprimidos, separados em pequenos pedaços e depois, quando queremos usá-los, são mapeados – assim como um CPU faz com os dados que armazenamos em HDs comuns. Os cientistas até conseguiram criar um método que torna as bactérias completamente seguras contra cyber-ataques, impedindo que alguém invada o sistema e consiga os dados que elas escondem. Em teoria, o bioarmazenamento de dados em bactérias permite o armazenamento de dados em espaços pequenos e, como as bactérias continuam se replicando, os dados ficam seguros por milênios. Basta saber se elas usam eletricidade ou ração como comida. FONTE:PopSci

segunda-feira, 5 de maio de 2014

CIENTISTAS DESCOBREM DATA EXATA EM QUE O SOL EXTINGUIRÁ A TERRA

Segundo um estudo astronômico da Universidade St. Andrews da Escócia, dentro de 5 milhões de anos, o Sol esgotará todo o seu combustível nuclear, transformando-se em um Gigante Vermelho. Sua superfície se expandirá até engolir diversos planetas, inclusive o nosso. Entretanto, um pouco antes disto, em torno de 2 milhões de anos, a superfície terrestre estará tão aquecida que os oceanos entrarão em ebulição. Nesta época, a vida estará restrita a um seleto grupo de micróbios que eventualmente também desaparecerão, no momento em que a Terra registrar uma temperatura de 140° Celsius; temperatura alta o suficiente para romper as cadeias moleculares de DNA. Pesquisadores chegaram a este prognóstico utilizando cálculos de reações químicas em escalas siderais, estabelecendo, com a subida paulatina da temperatura, o tempo em que a produção do vapor e o fluxo constante de carbono (CO2) afetarão a atmosfera. As primeiras vítimas mortais serão as plantas, incapazes de resistir aos níveis de carbono. Imediatamente a seguir morrerão os animais, que dependem das plantas para sua alimentação e respiração. De acordo com este estudo, a evolução da vida nestas condições é praticamente imprevisível, até porque a Mãe Natureza pode ter alguns coringas na manga e combater os futuros efeitos climáticos extremos. Quem viver, verá! FONTE:History

domingo, 27 de abril de 2014

CIENTISTAS CRIAM ELETRÔNICOS QUE PODEM SE AUTODESTRUIR

Sistema está sendo desenvolvido em universidade dos Estados Unidos e já apresenta resultados bem interessantes. No mundo da ficção, os objetos que podem ser autodestruídos são bem comuns. Eles estão nos jogos, nos livros e nos filmes, sendo cartas, computadores e qualquer outro equipamento. Mas, se você achava que eles estavam muito longe da realidade, é melhor mudar de opinião, pois cientistas dos Estados Unidos estão bem perto de permitir que isso ocorra na vida real — e os testes atuais são bem promissores. Isso está acontecendo na Universidade do Iowa, onde Reza Montazami — um professor assistente de engenharia mecânica — desenvolveu um sistema que transforma dispositivos eletrônicos em materiais que podem se autodestruir. Tudo isso é conseguido graças a polímeros degradáveis transitórios, que são muito mais voláteis do que os materiais baseados no silício. E, segundo o pesquisador, esses novos polímeros podem oferecer as mesmas funcionalidades que um dispositivo comum ofereceria, com a única diferença de que eles serão destruídos depois de algum tempo. Isso pode ser usado em processadores, circuitos e diversos outros equipamentos eletrônicos — tudo depende de como os desenvolvedores vão querer aplicar o sistema de Montezami. ONDE ISSO PODE SER USADO? Por enquanto, a aplicação real mais interessante é uma antena que pode desaparecer após algum tempo. De acordo com Gizmodo, em um minuto ela pode transmitir sinais e coordenadas ou informações relevantes para algum local remoto; então, ela é dissolvida. É importante dizer que isso exige a aplicação de uma solução especial e ainda sobram alguns rastros de metal. A equipe também já conseguiu criar alguns diodos de emissão de luz que podem ser destruídos automaticamente, mas o que eles querem fazer é algo mais complexo. Montezami diz que um dos seus desejos é criar um cartão de crédito que é dissolvido em caso de perda — exigindo apenas um sinal remoto, que poderia ser enviado de um smartphone. Planos mais ambiciosos vão desde os smartphones autodestrutíveis até aplicações para a espionagem. É claro ainda estamos bem longe disso, mas é interessante notar que a tecnologia está avançando e que os pesquisadores têm resultados reais de seus trabalhos. Será que teremos esses dispositivos com autodestruição no mercado algum dia? FONTES: gizmodo ;KCCI; tecnomundo

CONTROVÉRSIA: CIENTISTAS DIZEM QUE QUEBRA DA VELOCIDADE DA LUZ NÃO ACONTECEU

Um grupo de físicos comprovou que os famosos neutrinos, que pareciam viajar mais rápido do que a luz, na verdade não viajam tão rápido assim. Eles afirmam isso porque as partículas não emitiram um tipo de radiação específico. De acordo com um dos físicos desse estudo, é difícil contra argumentar essa última objeção sobre o resultado “mais rápido do que a luz”, que foi produzido por outros cientistas na Itália. O grupo, com base em Roma, argumenta que qualquer partícula que ultrapasse essa velocidade deveria emitir um tipo particular de radiação enquanto viaja. Como eles não detectaram nada disso nos neutrinos – e porque as partículas não pareciam emitir radiação não detectável – elas deveriam estar em velocidade menor ou igual à da luz. Eles afirmam que o outro experimento, que disse ter enviado neutrinos de um laboratório na Suíça até outro na Itália em 60 nanosegundos mais rápido do que a luz, deve ter errado a medição de tempo. O argumento é o seguinte: em alguns casos especiais, partículas conseguem viajar mais rápido do que fótons (partículas de luz) quando penetram em um meio, como o vidro. Isso acontece quando os fótons interagem com os átomos do meio, sendo absorvidos e reemitidos tantas vezes que a velocidade cai muito. Isso permite que outras partículas sejam mais rápidas do que a luz, mas ainda assim menos do que a velocidade normal da luz (ou “c”, a conotação usada para ela). Quando partículas carregadas propagam-se em um meio, mais rápidas do que a luz, elas emitem uma agitação de fótons conhecida como radiação Cherenkov, análoga ao estrondo sônico que os jatos de guerra fazem quando ultrapassam a velocidade do som. O efeito Cherenkov é previsto pelo modelo tradicional das partículas físicas e também é observável no mundo real, geralmente como um brilho azul que emana de núcleos de reatores nucleares. Após o teste com os neutrinos, os físicos Andrew Cohen e Sheldon Glashow, da Universidade de Boston, argumentaram que uma radiação similar à Cherenkov, mas ligada aos neutrinos em vez de partículas carregadas, deveria estar emanando do feixe de neutrinos usado. Se eles estavam emitindo essa radiação, tinham que estar perdendo muita energia. O físico da Universidade da Califórnia, David Cline, e membro do estudo mais recente, afirma que uma radiação similar à Cherenkov, na forma de fótons e pares de elétrons-pósitrons, estaria saindo do que os físicos chamam de “partículas virtuais”, pairando ao redor dos neutrinos. “A luz Cherenkov vem dessas partículas quando a velocidade da luz é ultrapassada. É difícil argumentar contra esse fato”, afirma Cline. Dias após a primeira equipe anunciar que havia melhorado e repetido o experimento da velocidade, os físicos do segundo grupo refutaram-no. Eles analisaram dados do feixe de neutrinos e não descobriram evidência alguma de elétrons-pósitrons vindo dos neutrinos. Eles também disseram que não havia marcas no espectro energético dos neutrinos que implicassem uma emissão de radiação similar à Cherenkov. Conclusão: de acordo com as leis aceitas da física, a velocidade dos neutrinos deve ter sido igual, mas não superior à da luz. O único contra-argumento possível, de acordo com Cline, é se o venerado e testado modelo padrão das partículas físicas estiver errado. “E claro, isso pode acontecer”, afirma. fonte: LiveScience

sexta-feira, 25 de abril de 2014

POSSÍVEL INVERSÃO DOS CAMPOS MAGNÉTICOS DA TERRA PREOCUPA CIENTISTAS

Uma possível inversão dos campos magnéticos da Terra está deixado os pesquisadores em estado de alerta. Para investigar quais as probabilidade de ocorrência de fato deste fenômeno e suas consequências, os pesquisadores da Agência Espacial Europeia (ESA) lançaram a missão Swarm, formada por três satélites que irão monitorar durante quatro anos o campo magnético da Terra, desde o seu interior até as suas camadas superiores na atmosfera. No vídeo divulgado sobre a missão, a ESA explica o problema: há várias décadas vem sendo observado um enfraquecimento do campo magnético da Terra, que tem como função desviar as partículas de radiação provenientes do Sol. Este tipo de comportamento poder ser uma indicação de que nosso planeta está começando o processo de inversão dos seus campos. Um fenômeno semelhante teria ocorrido há 780 mil anos. Para que esta inversão ocorra por completo são necessários milhares de anos. Se uma suposta nova inversão dos campos magnéticos estiver mesmo começando isso poderá representar um caos para o nosso tipo de sociedade, já que haveria o risco de alterações no funcionamento dos satélites de comunicação e no fornecimento de energia elétrica. De acordo com o vídeo da ESA, o fenômeno é possível e levaria o mundo atual de volta à "idade da pedra". Por isso, uma análise da situação pela missão Swarm é extremamente importante para que possamos prever e lidar com esta condição. Os satélites deverão ser lançados em meados do ano que vem. Fonte: http://noticias.seuhistory.com/

CIENTISTAS PROCURAM AFASTAR O ENVELHECIMENTO

Para a saúde e uma vida longa é necessário que o DNA de cromossomos seja distribuído corretamente. Todavia, no processo de funcionamento de genes, o DNA se dobra e desdobra como se fosse uma mola. Os biólogos russos definiram um mecanismo de sua dobragem, inventando assim mais um método de impedir o envelhecimento do organismo. E envelhecimento depende, em grande medida, do estado de nucleossomo, ou seja, de elementos estruturais do cromossomo. Mas esse estado se determina ainda por cargas elétricas, afirmam cientistas. O mecanismo de estabilização foi descoberto por um grupo científico que reúne especialistas da Faculdade de Biologia da Universidade Lomonosov e de outros centros científicos da Rússia. O coletivo contou com apoio de pesquisadores norte-americanos da Escola de Medicina Robert Wood Johnson, do estado de New Jersey. O cromossomo constitui um fio específico de nucleossomos, enquanto a molécula de DNA se estende ao longo de “rosário” formado por albuminas. Quando um gene está em ação, um fermento especial pode ler suas informações, se movendo ao longo do fio de DNA que se desdobra a partir da superfície de “rosário” para deixá-lo passar. Durante a vida de células, tal processo se repete múltiplas vezes, mas os nucleossomos, ou seja, as partes estruturas, se mantêm. Por isso, eles se recuperam cada vez. Mas de que modo? Os cientistas não podem dar uma resposta exata. Os investigadores conseguiram reproduzir o processo de restabelecimento por nucleossomo. Verificou-se que a estabilidade garantida por esse último era garantida pela ação eletrostática entre o fermento e as proteínas. Assim, no processo de evolução, devia surgir um mecanismo de estabilização que proporcionasse a destruição lenta de nucleossomos, constata Vassili Studinsky, dirigente do grupo científico e professor catedrático: “Acabamos por descobrir um alvo que, uma vez atingido, poderá vir a suspender o processo de envelhecimento. Será possível sintetizar substâncias que estabilizem o complexo de nucleossomos numa configuração pretendida. Existem candidatos para desempenhar esse papel. A partir dai, serão necessárias novas experiências”. FONTE: portuguese.ruvr.ru

CIENTISTAS DESCOBREM CÓPIA DA TERRA

Os astrônomos descobriram um planeta que, segundo afirmam, se assemelha à Terra mais do que qualquer outro corpo celeste que a ciência conhece. O planeta, nomeado Kepler-186f, encontra-se na chamada “zona habitável”, isto é, a distância entre este planeta e a sua estrela é tal que as condições existentes nele são favoráveis para o surgimento da vida. O clima deste planeta não é muito frio, nem demasiadamente quente e os cientistas supõem que na sua superfície pode existir água em estado líquido. A estrela em torno da qual este planeta gira encontra-se a cerca de 500 anos-luz da Terra. FONTE:portuguese.ruvr.ru

quinta-feira, 3 de abril de 2014

CIENTISTAS FRANCESES DESCOBREM VÍRUS ALIENÍGENA GIGANTE

Biólogos franceses descobriram um vírus gigante que pode ter origem extraterrestre. O vírus, batizado de Pandora, foi encontrado no corpo de uma ameba de águas profundas. O gigante espantou os pesquisadores com seu tamanho que é dez vezes maior do que o do maior dos vírus conhecidos. No entanto, o que mais impressionou os cientistas foi o genoma do novo vírus. Ele contêm mais de 2.500 genes, em comparação com apenas uma dúzia ou mais de vírus convencionais. E o mais importante é que 93% desses genes não foram encontrados em outros organismos, o que causou a hipótese de o vírus ter a origem extraterrestre. Fonte: http://portuguese.ruvr.ru/

CIENTISTAS TRANSFORMAM CIMENTO EM UM METAL USANDO LASERS

Uma equipe liderada por pesquisadores do Departamento de Energia e Instituto de Pesquisa Radioativa do Japão transformaram cimento líquido em um híbrido de vidro e metal. Isto é um tipo de metal com uma estrutura e propriedades parecida com a de vidro, o que torna condutor, menos frágil do que o vidro, e facilmente moldado. Os pesquisadores foram capazes de mudar o cimento líquido – um material não tão condutor com características de uma estrutura cristalina e não-cristalina – em um copo de metal por meio de um processo chamado de “captura de elétrons”: basicamente, mantendo os elétrons para baixo em estrutura química.
Os pesquisadores derreteram um ingrediente cimento, maienite, com lasers que atingem 2.000º Celsius, e o levantaram com um “levitador aerodinâmico”. O levitador manteve o material em suspensão, garantindo que ele não tocasse em uma superfície, para formar cristais. Eles alteraram sua estrutura, “prendendo” elétrons livres e tornando-se condutor. Isso significa que fizeram um semicondutor eficaz fora de um vidro, o que pode ser útil no seu smartphone, TV, computador e muito mais. A mesma técnica levitar-e-laser, dizem os pesquisadores, pode ser usado para transformar em outros materiais semicondutores, também. O resultado desta técnica lembra as histórias dos alquimistas antigos, que buscavam transformar um material (chumbo) em outro (ouro). FONTE: popsci, Portugal Mundial

CIENTISTAS CONSTROEM O 1° MAPA DE COMO O CÉREBRO ORGANIZA TUDO O QUE VEMOS

Nossos olhos podem ser a nossa janela para o mundo, mas como é que vamos fazer para que se tenha sentido as milhares de imagens que inundam nossas retinas a cada dia? Cientistas da Universidade da Califórnia, em Berkeley, descobriram que o cérebro está “programado” a colocar em ordem todas as categorias de objetos e ações que vemos. Eles criaram o primeiro mapa interativo de como o cérebro faz esta organização. O resultado foi obtido por meio de modelos computacionais de dados de imagens cerebrais coletadas enquanto pessoas assistiam horas de clipes de filme. Pesquisadores chamam de “um espaço semântico contínuo.” Algumas relações entre as categorias fazem sentido (humanos e animais partilham a mesma “vizinhança semântica”), enquanto outros (corredores e baldes) são menos óbvios. Os pesquisadores descobriram que pessoas diferentes compartilham um layout semântico similar.
Mapas mostram como diferentes categorias de objetos vivos e não-vivos que vemos são relacionados um ao outro no cérebro “espaço semântico”. Segundo Alexander Huth, estudante de doutorado em neurociência na Universidade de Berkeley e principal autor do estudo publicado na revista Neuron em 19/12/2012, foi possível compreender mais detalhadamente como funciona a organização do cérebro. Ele criou um visualizador do cérebro (click aqui e veja o visualizador) que demonstra, de forma mais detalhada a organização de um único cérebro humano. Uma compreensão mais clara de como o cérebro organiza o seu campo visual pode ajudar no diagnóstico médico e tratamento de distúrbios cerebrais. Estes resultados também podem ser utilizados para criar interfaces cérebro-máquina, particularmente em sistemas de reconhecimento de imagem facial e outros. “Nossa descoberta sugere que as varreduras do cérebro poderão em breve ser usadas para rotular uma imagem que alguém está vendo, e também pode ajudar a ensinar os computadores a melhor forma de reconhecer as imagens”, disse Huth, que produziu um vídeo e um site interativo para explicar a ciência do que os pesquisadores descobriram. Os pesquisadores descobriram que as categorias de objeto ou ação que os seres humanos veem altamente organizados e que a sobreposição de mapas cobrem em torno de 20 por cento do cérebro. Mapas mostram como diferentes categorias de objetos vivos e não-vivos que vemos são relacionados um ao outro no cérebro “espaço semântico”. Para a realização do experimento, a atividade cerebral de cinco pesquisadores foi gravada via Ressonância Magnética funcional. Eles assistiam duas horas de clipes de filme. Então era verificado o fluxo sanguíneo medido simultaneamente em milhares de locais em todo o cérebro. Os pesquisadores então utilizaram análise de regressão linear, e assim encontraram correlações em dados, para construir um modelo que mostra como cada um dos cerca de 30 mil locais no córtex responderam a cada uma das 1.700 categorias de objetos e ações vistas nos clipes de filme. Em seguida, eles usaram a análise de componentes principais, um método estatístico que pode resumir grandes conjuntos de dados, para encontrar o “espaço semântico” que era comum a todos os sujeitos do estudo. Os resultados são apresentados nos mapas coloridos, multidimensionais que mostram mais de 1.700 categorias visuais e suas relações entre si. Categorias que ativam as mesmas áreas do cérebro têm cores semelhantes. Por exemplo, os seres humanos são o verde, os animais são amarelos, os veículos são cor de rosa e violeta e os edifícios são azuis. “Ao utilizar o espaço semântico como uma ferramenta de visualização, nós vimos imediatamente que as categorias são representadas nestes mapas incrivelmente complexas que abrangem muito mais do cérebro do que esperávamos”, disse Huth. FONTE: UC Berkeley New Center

terça-feira, 1 de abril de 2014

CIENTISTAS CRIAM SANGUE ARTIFICIAL

Um ser humano que use sangue artificial, sem efeitos colaterais, parece algo tirado da ficção científica. Mas cientistas na Romênia provaram que isso é possível. A nova substância promete acabar com a escassez em bancos de sangue no futuro. De acordo com o Daily Mail, a pesquisa foi conduzida pelo professor Radu Silaghi-Dumitrescu, que criou, juntamente com a sua equipa de cientistas da Universidade de Babeş-Bolyai, um sangue que contém água, sais e uma proteína conhecida como hemerythrin, que é extraída de vermes marinhos. A substância foi já testada com sucesso em ratos. A união desses componentes ajudou no transporte de oxigénio pelo organismo como o sangue. Esse foi o primeiro teste que deu certo. As experiências anteriores foram insatisfatórias porque o sangue artificial era composto de uma proteína que não funcionava bem como sangue. Apesar do sucesso na última experiência, os testes com ratos prosseguirão até que os cientistas tenham a certeza absoluta de que não há efeitos colaterais. A expectativa é que o sangue artificial comece a ser testado em voluntários humanos daqui a dois anos. Se der certo, o sangue artificial ajudará a medicina a fazer grandes avanços, sendo que o principal avanço será o fim da escassez de oferta de sangue. Além disso, poderá prevenir infeções causadas por doações. A oferta de sangue também ajudaria nos hospitais de países mais pobres, onde milhares de vidas são perdidas em hemorragias após o parto, por exemplo. De acordo com os pesquisadores, os componentes podem ajudar até na criação de sangue instantâneo. Tal sangue, seria uma espécie de sangue em pó fácil de ser transportado e que se transformasse em sangue artificial quando a água fosse adicionada. Tal tecnologia médica certamente viria a resolver inúmeros problemas da atualidade associados à escassez de sangue. FONTE: ciencia-online

domingo, 23 de março de 2014

PODEMOS FICAR SEM ENERGIA NO FUTURO,DIZ CIENTISTAS

Um apagão eterno. Esqueça o micro-ondas, a televisão e o computador. Nada também de banho quente debaixo do chuveiro elétrico ou de ida de carro até o supermercado. Esse é o futuro se o mundo não começar a investir pesado em fontes alternativas de energia. Claro, isso tudo é um exagero, e a situação do Brasil é bem menos desesperadora. No entanto, o alarme para o fim da disponibilidade de combustíveis fósseis já soou e nos coloca frente a uma importante questão: o que é preciso fazer para não ficarmos sem energia no futuro? Agora, indicam os especialistas, é hora de pensar nas fontes sustentáveis de energia. "Não tem outro caminho senão investir nas fontes renováveis e na maior racionalidade no consumo de energia", diz Luiz Augusto Horta Nogueira, professor titular do Instituto de Recursos Naturais da Universidade Federal de Itajubá e consultor das Nações Unidas em temas energéticos. Atualmente, a matriz energética do Brasil é singular se comparada ao panorama mundial. Ao redor do planeta, cerca de 80% da energia é oriunda de combustíveis fósseis. Aqui, esse percentual é de 54%, enquanto o restante é obtido por meios renováveis. O quase equilíbrio atingido pelo Brasil nos coloca em uma situação mais confortável, mas ainda não suficientemente independente. "Se continuarmos assim, até 2050 as reservas de pré-sal descobertas nos últimos anos terão acabado", destaca Horta. Investir em apenas uma fonte alternativa, entretanto, não é a saída, aponta Júlio César Passos, professor do departamento de engenharia mecânica e coordenador do programa de pós-graduação em engenharia mecânica da Universidade Federal de Santa Catarina. Para o também pesquisador dos Laboratórios de Engenharia de Processos de Conversão e Tecnologia de Energia da universidade (LEPTEN), o país deve investir em uma matriz energética diversificada. "O Brasil ainda depende demais de fontes hídricas. Mais de 80% da energia elétrica do país é gerada por esse tipo de fonte", alerta o professor. A dependência de apenas uma fonte é prejudicial ao País, mesmo que essa fonte seja abundante, como no caso da água. Apesar de não explorarmos todo o potencial hídrico do território brasileiro, não podemos ficar dependentes dos reservatórios. Se ficarmos, o risco de blecaute total é bem presente. "Não existe meios de armazenarmos energia elétrica em grande quantidade para épocas de redução dos reservatórios, como é o caso do verão. Por isso é necessário o racionamento de energia nos períodos mais secos", explica. Para os próximos anos, Passos aponta para o crescimento da utilização da biomassa, por meio do biocombustível. "É a menina dos olhos do governo", declara. Segundo o professor, o País tem o conhecimento necessário, a tecnologia já está disponível e a logística - basicamente, a rede de postos de abastecimento e distribuição - já está instalada no País. Mas Horta diz que espera o crescimento da energia eólica, que deve ter sua capacidade instalada no Brasil multiplicada por seis. De mil megawatts produzidos hoje a partir da energia eólica, a expectativa é que chegue a 6 mil até 2015. A energia solar também irá ganhar mais destaque no cenário energético nacional, afirmam os pesquisadores. "Até o empresário Eike Batista investiu nisso", comenta Passos. A usina MPX Tauá, inaugurada pelo empresário, fica a 337 km de Fortaleza e tem capacidade para gerar um megawatt de energia, o suficiente para atender 1,5 mil famílias. O empresário promete que esse potencial energético irá dobrar em 2012. Para a inauguração da primeira usina de energia solar em escala da América Latina, Eike investiu R$ 10 milhões e utilizou mais R$ 1,2 milhão concedidos pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Sim, é bem caro. O custo inicial, aliás, é o que impede, por enquanto, a popularização desse tipo de energia. Para Passos, o ideal seria seguirmos o exemplo da China, que reduziu os impostos e incentivou a produção por meio de subsídios às fábricas. Saiba mais sobre as quatro fontes de energia apontadas pelos especialistas como as apostas para o futuro: ENERGIA HIDRÁULICA É a mais presente no Brasil. É obtida por meio de turbinas hidráulicas acionadas pela força de uma queda d¿água. São classificadas em dois grupos: usinas hidrelétricas (UHE) e pequenas centrais hidrelétricas (PCH), com maior e menor capacidade de produção e reserva de água, respectivamente. - Vantagens: fonte de energia renovável e confiável; pode contribuir positivamente para os chamados usos múltiplos - abastecimento de água, navegabilidade, irrigação, turismo, lazer, pesca e outros projetos regionais de desenvolvimento; o custo final da energia, com operação e manutenção, é atrativo, mesmo com os custos ambientais e sociais internalizados. - Desvantagens: dependendo do projeto, pode ocorrer perda de área de terra e de biodiversidade; alteração do microclima; alteração da fauna e da flora; alterações no regime e na qualidade da água; risco de rompimento de barragens; expulsão de populações e perda do equilíbrio socioeconômico local; necessidade de grandes volumes de capital. ENERGIA EÓLICA É conseguida com a energia do vento, que movimenta um rotor de hélice ou multipás, que, por meio de um sistema mecânico de transmissão, aciona um conversor (gerador elétrico). O conjunto todo é o que conhecemos como aerogerador. Atualmente, os parques eólicos são responsáveis pela produção de mil megawatts de energia. - Vantagens: fonte de energia renovável; não emite poluentes; o custo final vem caindo. - Desvantagens: depende do regime de vento e, por isso, deve ser usada em combinação com fontes mais constantes; quando de pequeno porte, necessita de um conjunto de baterias para armazenamento da energia; pode causar interferências eletromagnéticas nos sistemas de comunicação; eventualmente poluição sonora; morte de aves e interferência em suas rotas migratórias. BIOMASSA É conseguida por meio da queima de derivados recentes do processo da fotossíntese, como a lenha e os produtos da cana-de-açúcar, responsáveis por quase 30% da produção total de energia no Brasil. - Vantagens: fonte de energia renovável; baixo custo da energia gerada; representa disposição, tratamento, destinação e reciclagem dos resíduos de natureza biológica. - Desvantagens: para viabilizar o projeto é necessário garantir um volume mínimo e a proximidade da fonte de biomassa; há o risco de competição pelo uso da terra: emissão de CO2 e NOX e partículas; disputa da área plantada, que poderia ser reservada para o cultivo de alimentos. ENERGIA SOLAR É dividida em dois tipos: térmica e fotovoltaica. Energia solar térmica (heliotérmicas): O gerador elétrico é acionado por turbina a vapor, que é acionada indiretamente pelo calor liberado pelos raios solares.- Vantagens: baixo impacto ambiental; fonte de energia renovável; não emite poluentes; adequada para suprir eletricidade para pequenas cargas, onde não há viabilidade econômica para a extensão da rede elétrica - Desvantagens: grande volume de investimento para implantação de plantas com porte comercial; poucas linhas de crédito privadas disponíveis. Geração fotovoltaica: Conversão da energia existente nos fótons da luz solar em energia elétrica. - Vantagens: os painéis fotovoltaicos de silício já são uma tecnologia dominada. - Desvantagens: custo elevado, desenvolvimento comercial ainda depende de vantagens tarifárias por meio de políticas públicas. Fonte: http://noticias.terra.com.br/